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Instruções de funcionamento e de manutenção

Caixas redutoras e motores redutores protegidos contra explosão

Caixas redutoras e motores redutores protegidos contra explosão B2000 11/2005 PT B2000-PT www.nord.com -1-

B2000

11/2005

PT

-2- www.nord.com B2000-PT
-2- www.nord.com B2000-PT
-2- www.nord.com B2000-PT
Índice

Índice

Índice
Índice 1. Indicações 1.1 Indicações gerais   4 1.2 Símbolos de indicação e de segurança
Índice 1. Indicações 1.1 Indicações gerais   4 1.2 Símbolos de indicação e de segurança
Índice 1. Indicações 1.1 Indicações gerais   4 1.2 Símbolos de indicação e de segurança
Índice 1. Indicações 1.1 Indicações gerais   4 1.2 Símbolos de indicação e de segurança

1.

Indicações

1.1

Indicações gerais

 

4

1.2

Símbolos de indicação e de segurança

4

1.3

Utilização de acordo com a designação

4

1.4

Indicações de segurança

4

1.5

Eliminação

5

2.

Descrição da caixa redutora

2.1

Tipos de caixas redutoras e designações de características

5

3.

Armazenamento, Preparação, Colocação

3.1

Armazenamento da caixa redutora

10

3.2

Verificação da caixa redutora

10

3.3

Verificação dos dados da placa de características

10

3.4

Verificação da forma

 

11

3.5

Preparações para a colocação

12

3.6

Colocação da caixa redutora

12

3.7

Montagem de cubos no eixo da caixa redutora

13

3.8

Montagem do redutor de eixo oco

14

3.9

Montagem de discos de encolhime nto

16

3.10

Montagem da tampa de revestimento

17

3.11

Montagem

de

um motor norma li zado

17

3.12

Pintura posterior

19

3.13

Autocolante de temperatura

19

4.

Colocação em funcionamento

4.1

Verificar o nível do óleo

20

4.2

Activação do sensor automático de lubrificação

21

4.3

Medição da temperatura

21

4.4

Controlo da caixa redutora

22

4.5

Lista de controlo

 

23

4.6

Accionamento da caixa redutora na área Ex

23

5.

Inspecção e Manutenção

5.1

Intervalos de inspecção e de manutenção

24

5.2

Trabalhos de inspecção e de manutenção

24

6.

Anexo

6.1

Formas e manutenção de óleo

27

6.2

Lubrificantes

 

38

6.3

Binário de aperto do parafuso

39

6.4

Avarias de funcionamento

39

6.5

Declaração de conformidade

40

6.6

Índice de endereços

 

42

1. Indicações

1. Indicações

1. Indicações

1.1 Indicações gerais

Leia atentamente este manual de instruções, antes de efectuar trabalhos na caixa redutora e antes a colocar em funcionamento. As instruções deste manual de instruções têm de ser seguidas impreterivelmente. Este manual de instruções e todos documentos especiais correspondentes devem estar guardados perto da caixa redutora. No caso dos motores redutores deve ter-se em atenção, adicionalmente, o manual de instruções do motor.

Caso não entenda alguns conteúdos deste manual de instruções, consulte a Getriebebau NORD!

1.2 Símbolos de segurança e indicação

Cumpra impreterivelmente os seguintes símbolos de segurança e de indicação !

os seguintes símbolos de segurança e de indicação ! Perigo! Perigo de v ida e de

Perigo!

Perigo de v ida e de ferimentos nas pessoas

! Perigo! Perigo de v ida e de ferimentos nas pessoas Atenção! Danos possíveis na máquina

Atenção!

Danos possíveis na máquina

nas pessoas Atenção! Danos possíveis na máquina Perigo ! indicações importantes para protecção contra

Perigo!

indicações importantes para protecção contra explosão

1.3 Utilização correcta

para protecção contra explosão 1.3 Utilização correcta Indicação! Informações úteis Estas caixas redutoras

Indicação!

Informações úteis

Estas caixas redutoras servem para produzir um movimento rotativo e são destinadas a instalações industriais. Estas cumprem as exigências de protecção contra explosão de acordo com a directiva relativa 94/9EG (ATEX100a) para a categoria indicada na placa de características. Cumpra impreterivelmente os dados técnicos que constam na placa de característica. Deve ter em atenção Cumpra impreterivelmente os dados técnicos que constam na placa de característica. Deve ter em atenção a documentação. Devem ser previstas as respectivas medidas de segurança nas utilizações em caso de falha da caixa redutora ou do motor redutor que possam causar perigos para as pessoas.

1.4 Indicações de segurança

Em todos os trabalhos, como p.ex. transporte, armazenamento, colocação, ligação eléctrica, colocação em funcionamento, manutenção e conservação, não pode existir qualquer atmosfera explosiva. Todos os trabalhos como p.ex. transporte, arma zena mento, colocação, ligação eléctrica, colocação em funcionamento, manutenção, conservação e reparação podem ser efectuados, apenas por técnicos qualificados. Recomenda-se que as reparações em produtos NORD sejam feitas pela assistência técnica NORD.

Os trabalhos de montagem e de manutenção, são apenas efectuados com a caixa redutora imobilizada. O accionamento deve estar livre de tensão e protegido contra uma conexão inadvertida.

Parafusos de anéis aparafusados na caixa redutora são utilizados para o transporte. Neste caso a caixa redutora não pode suportar cargas adicionais. Caso esteja colocado um parafuso anelar adicional nos motores redutores, este deve também ser utilizado. Deve evitar um aperto oblíquo nos parafusos anelares. Meios de transporte e equipamento de elevação têm de apresentar uma capacidade de suporte suficiente. na caixa redutora são utilizados para o transporte Respeite todas as indicações de segurança , mesmo Respeite todas as indicações de segurança, mesmo aquelas que encontram nos capítulos individuais neste manual de instruções. Além disso devem ser consideradas todas as prescrições nacionais e outras para segurança e prevenção de acidentes.

Graves danos pessoais e materiais podem ser causados através de uma instalação indevida, aplicação incorrecta, utilização errada, não cumprimento das indicações de segurança, remoção não autorizada de partes da caixa ou coberturas de protecção, bem como alterações estruturais da caixa redutora.

da caixa ou coberturas de protecção, bem como alterações estruturais da caixa redutora. -4- www.nord.com B2000-PT
1. Indicações 2. Descrição da caixa redutora

1. Indicações

2. Descrição da caixa redutora

1. Indicações 2. Descrição da caixa redutora
1. Indicações 2. Descrição da caixa redutora

1.5

Elim inação

Cumpra as actuais disposições locais. Especialmente devem ser agrupados e eliminados!

Peças da caixa redutora:

Material:

Rodas dentadas, eixos, mancais de rolamento, anéis de segurança,

Aço

Cárter da caixa redutora, partes da caixa, ….

Ferro-gusa

Cárter da caixa redutora em metal leve, partes da caixa em metal leve,

Alumínio

Rodas helicoidais, bucha, ….

Bronze

Anéis de vedação de eixo rotativo, elementos de borracha, ….

Elastómero com aço

Peças de acoplamento

Plástico com aço

Elemento de vedação plano

Material de vedação sem asbesto

Óleo da caixa redutora

Óleo mineral aditivado

Óleo da caixa redutora sintético (identificação da placa de características CLP PG)

Lubrificante à base de poliglicol

2.1 Designações de características e tipos de caixas redutoras

Versões / Opções Engrenagem de dentes rectos - Versão com base Designações de tipo: F
Versões / Opções
Engrenagem de dentes rectos
-
Versão com base
Designações de tipo:
F
Flange de saída B5
XZ
Flange
com base
e
de
saída
SK 11E, SK 21E,
SK 51E (de 1 só estágio)
B14
SK 02, SK 12,
SK 52, SK 62N (de 2 estágios)
XF
Flange com base e de saída B5
SK 03, SK 13, SK 23, SK 33N, SK 43, SK 53 (de 3 estágios)
VL
Arma zena mento reforçado
IEC
Montagem do motor normalizado
W
com eixo de accionamento livre
VI
Anéis
de
vedação
de
eixo
rotativo Viton
OA
Reservatório
de
compensação
do óleo
SO1
Óleos sintéticos ISO VG 220
2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

Engrenagem de dentes rectos

Versões / Opções

 

-

Versão com base

Designações de tipo:

F

Flange de saída B5

SK 62, SK 72, SK 82, SK 92, SK 102 (de 2 estágios)

XZ

Flange

com base

e

de

saída

B14

SK 63, SK 73, SK 83, SK 93, SK 103 (de 3 estágios)

XF

Flange com base e de saída B5

VL

Arma zena mento reforçada

 
 
    IEC Montagem do motor normalizado
 

IEC

Montagem do motor normalizado

 
  W com eixo de accionamento livre

W

com eixo de accionamento livre

      VI Anéis de vedação de eixo
     

VI

Anéis

de

vedação

de

eixo

 

rotativo Viton

 
 

SO1

Óleos sintéticos ISO VG 220

 
     
 
     
 
 

Engrenagem de dentes rectos NORDBLOC

Designações de tipo:

SK 320, SK 172, SK 272,

SK 273, SK 373,

SK 972 (de 2 só estágio)

SK 973 (de 3 estágio)

NORDBLOC Designações de tipo: SK 320, SK 172, SK 272, SK 273, SK 373, SK 972
NORDBLOC Designações de tipo: SK 320, SK 172, SK 272, SK 273, SK 373, SK 972

Versões / Opções

-

Versão com base

 

F

Flange de saída B5

XZ

Flange

com base

e

de

saída

B14

XF

Flange com base e de saída B5

VL

Arma zena mento

radial reforçado

AL

Arma zena mento

axial reforçado

IEC

Montagem do motor normalizado

W

com eixo de accionamento livre

VI

Anéis

de

vedação

de

eixo

rotativo Viton

 

OA

Reservatório

de

compensação

do óleo

SO1

Óleos sintéticos ISO VG 220

2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

Engrenagem de dentes rectos padronizada

Designações de tipo:

SK 0, SK 01, SK 20, SK 25, SK 30, SK 33 (de 2 estágios)

SK 010, SK 200, SK 250, SK 300, SK 330 (de 3 estágios)

de tipo: SK 0, SK 01, SK 20, SK 25, SK 30, SK 33 (de 2
de tipo: SK 0, SK 01, SK 20, SK 25, SK 30, SK 33 (de 2

Versões / Opções

-

Versão com base

 

Z

Flange de saída B14

XZ

Flange

com base

e

de

saída

B14

XF

Flange com base e de saída B5

F

Flange de saída B5

 

5

Eixo de saída reforçado

V

Accionamento reforçado

 

AL

Mancal

de

saída

reforçado

axialmente

 

IEC

Montagem do motor normalizado

W

com eixo de accionamento livre

VI

Anéis

de

vedação

de

eixo

rotativo Viton

 

SO1

Óleos sintéticos ISO VG 220

 

Engrenagem plana

 

Versões / Opções

 
 

A

Versão de veio oco

 

Designações de tipo:

V

Versão de eixo completo

 

SK 0182NB, SK 0282NB, SK 1282,

 

SK 9282, SK 10282, SK 11282

Z

Flange de saída B14

 

(de 2 estágios)

F

Flange de saída B5

SK 1382NB, SK 2382, … SK 9382, SK 10382, SK 11382, SK 12382

X

Fixação de base

(de 3 estágios)

S

Disco de encolhimento

VS

Disco de encolhimento reforçado

 
 
    EA Eixo oco com perfil de cubos
 

EA

Eixo

oco com perfil

de

cubos

dentados

 

G

Calço elástico

VG

Calço elástico reforçado

 

B

Elemento de fixação

 
 

H

Tampa de revestimento como protecção de contacto

 
    H66 Tampa de revestimento IP66  
    H66 Tampa de revestimento IP66  
 

H66

Tampa de revestimento IP66

 
 
         
       
   

VL

Arma zena me nto reforçado

 
   

VLII

Versão agitador

 
     

VLIII

Versão agitador Drywell

 
 
     
     
   
 

IEC

Montagem do motor normalizado

 
   
   

W

com eixo de accionamento livre

VI Anéis de vedação de eixo

VI

Anéis

de

vedação

de

eixo

 
  r

r

   

otativo Viton

 

OA

Reservatório

de

compensação

do óleo

SO1

Óleos sintéticos ISO VG 220

 
2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora
Versões / Opções Engrenagem cónica - Fixação de base com eixo completo Designações de tipo:
Versões / Opções
Engrenagem cónica
-
Fixação de base com eixo completo
Designações de tipo:
A
Versão de veio oco
V
Versão de eixo completo
SK 92072, SK 92172, SK 92372, SK 92672, SK 92772
L
Eixo completo de ambos os lados
(de 2 estágios)
Z
Flange de saída B14
SK 9012.1, SK 9016.1, SK 9022.1, SK 9032.1, SK 9042.1,
F
Flange de saída B5
SK 9052.1, SK 9062.1, SK 9082.1, SK 9086.1, SK 9092.1
X
Fixação de base
(de 3 estágios)
D
Apoio do binário
K
Consola do binário
SK 9013.1, SK 9017.1, SK 9023.1, SK 9033.1, SK 9043.1,
S
Disco de encolhimento
SK 9053.1 (de 4 estágios)
VS
Disco de encolhimento reforçado
EA
Eixo oco com perfil de cubos
dentados
R
Bloqueio de retorno
G
Calço elástico
VG
Calço elástico reforçado
B
Elemento de fixação
H
H66
VL
VLII
VLIII
IEC
W
VI
Tampa de revestimento como
protecção de contacto
Tampa de revestimento IP66
Arma zena mento reforçado
Versão agitador
Versão agitador Drywell
Montagem do motor normalizado
com eixo de accionamento livre
Anéis de vedação de eixo
rotativo Viton
OA
Reservatório de compensação
do óleo
SO1
Óleos sintéticos ISO VG 220
Versões / Opções Engrenagem helicoidal de dentes rectos - Eixo completo com fixação de base
Versões / Opções
Engrenagem helicoidal de dentes rectos
-
Eixo completo com fixação de base
Designações de tipo:
A
Versão de veio oco
V
Versão de eixo completo
SK 02040, SK 02050, SK 12063, SK 12080, SK 32100, SK 42125
L
Eixo completo de ambos os lados
(de 2 estágios)
X
Fixação de base
SK 13050, SK 13063, SK 13080, SK 33100, SK 43125
Z
Flange de saída B14
(de 3 estágios)
F
Flange de saída B5
D
Apoio do binário
S
Disco de encolhimento
B
Elemento de fixação
H
Tampa de revestimento como
protecção de contacto
H66
Tampa de revestimento IP66
VL
Arma zena mento reforçado
IEC
Montagem do motor normalizado
W
com eixo de accionamento livre
VI
Anéis de vedação de eixo
rotativo Viton
OA
Reservatório de compensação
do óleo
2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

2. Descrição da caixa redutora

Engrenagem helicoidal Minibloc

Versões / Opções

Designações de tipo:

 

-

Eixo completo com fixação de base

A

Versão de veio oco

SK 1S32, SK 1S40, SK 1S50, SK 1S63, SK 1SU

, SK 1SM31,

V

Versão de eixo completo

SK 1SM40, SK 1SM50, SK 1SM63

L

Eixo completo de ambos os lados

(de 1 estágio)

Z

Flange de saída B14

SK 2S32NB, SK 2S40NB, SK 2S50NB, SK 2S63NB, SK 2SU… ,

F

Flange de saída B5

SK 2SM40, SK 2SM50, SK 2SM63

D

Apoio do binário

(de 2 estágios)

X

Fixação de base

  B Elemento de fixação
 

B

Elemento de fixação

IEC

Montagem do motor normalizado

W

com eixo de accionamento livre

VI

Anéis de vedação de eixo rotativo Viton

Versões / Opções Engrenagem helicoidal UNIVERSAL V Eixo completo ou eixo de Designações de tipo:
Versões / Opções
Engrenagem helicoidal UNIVERSAL
V
Eixo
completo
ou
eixo
de
Designações de tipo:
encaixe
SK 1SI31, SK 1SI40, SK 1SI50, SK 1SI63, SK 1SI75, SK 1SD31,
A
Versão de veio oco
L
Eixo
completo
de
ambos
os
SK 1SD40, SK 1SD50, SK 1SD63 (de1 estágio)
lados
SK 2SD40, SK 2SD50, SK 2SD63, SK 1SI…/31, SK 1SI…/H10
X
Bases em três lados
(de 2 estágios)
Z
Flange de saída B14
F
Flange de saída B5
D
Apoio do binário
H
Tampa de revestimento
H10
Pré-nível da roda dentada recta
modular
/31
Pré-nível da rosca sem-fim
IEC
W
Montagem do motor normalizado
com eixo de accionamento livre
VI
Anéis
de
vedação de
eixo
rotativo Viton

As caixas de velocidade compostas são constituídas por caixas redutoras, por sua vez, constituídas por duas caixas de velocidade simples. Estas devem ser tratadas de acordo com esta instrução, nomeadamente como duas caixas redutoras individuais. Designação de características caixa de velocidade composta: p.ex. SK 73/22 (consiste em caixas de velocidade simples SK 73 e SK 22)

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3.1 Armazenamento da caixa redutora

No armazenamento deve-se ter atenção ao seguinte:

Armazenamento na posição da montagem (ver cap. 3.3 e 3.4) e proteger caixa redutora contra queda

Lubrificar ligeiramente as superfícies do cárter e dos eixos

Armazenamento em locais secos

Temperatura sem grandes oscilações na área de –5 °C a +50 °C

humidade do ar relativa inferior a 60%

não expor directamente aos raios solares ou raios UV

não pode haver produtos agressivos e corrosivos nos arredores (ar contaminado, ozono, gases, solventes, ácidos, alcalina, sais, radioactividade, etc.).

sem trepidação e oscilações

caso seja armazenada mais de dois anos são necessárias medidas especiais. Para tal pedir a norma de fábrica NORD WN 0-000-09.

3.2 Verificação da caixa redutora

NORD WN 0-000-09. 3.2 Verificação da caixa redutora O accionamento deve ser verificado e só pode

O accionamento deve ser verificado e só pode ser montado se:

sem danificações, que são identificadas p.ex. através de armazenamento ou transporte. Especialmente devem ser controlados os anéis de vedação de eixo rotativo, tampas de fecho e tampas de revestimento quanto a danificações.

não é visível qualquer fuga ou fuga de óleo.

sem corrosão ou indicar outras indicações quanto a um armazenamento húmido ou incorrecto.

Materiais de embalagem foram retirados completamente.

3.3 Verificação dos dados da placa de características

A placa de características deve estar fixa na engrenagem e não deve ser exposta a sujidade permanente. Se a placa de características estiver suja ou danificada, consulte o departamento de assistência técnica da NORD.

consulte o departamento de assistência técnica da NORD. Figura 3-1: Placa de característica (exemplo) -10-

Figura 3-1: Placa de característica (exemplo)

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação
 

Esclarecimento da placa de características

 

Símbolo

Unidade

Designação

 

ver

Modelo

-

Tipo de caixa redutora NORD

   

N.º

-

Número de fabrico

   

i

ges

-

coeficiente de transmissão total

   

n

2

min -1

Rotação nominal do eixo de saída da caixa redutora *

   

n

1

min -1

Rotação

nominal

do

eixo

de

accionamento

ou

do

motor

de

 

accionamento *

 

IM

-

Forma (posição de montagem)

 

Cap. 6.1

M

2

Nm

binário máx. permitido no eixo de saída da caixa redutora

   

P

1

kW

potência máx. admissível do accionamento ou potência do motor

   

Ac

-

Ano de construção

   

F

R2

kN

força transversal máx. permitida no eixo de saída da caixa redutora

Cap. 3.7

F

R1

kN

força transversal max. permitida no eixo de accionamento da caixa redutora na opção W

Cap. 3.7

T

u

°C

área de temperatura ambiente permitida

   

F

A2

kN

força axial máx. permitida no eixo de saída da caixa redutora

 

Cap. 3.7

F

A1

kN

força axial max. permitida no eixo de accionamento da caixa redutora na opção W

Cap. 3.7

MI

h

Intervalo da revisão geral da caixa redutora em horas de funcionamento

Cap. 5.2

x

R2

mm

Medida max. para o ponto de introdução da força, da força transversal F R2

Cap. 3.7

Oil

-

tipo de óleo para engrenagens (designação normalizada)

 

Cap. 6.2

Última linha

-

Identificação de acordo com ATEX (DIN EN 13463-1):

   

1.

Grupo

(sempre II, não apropriado para minas)

 

2.

Categoria

(2G, 3G em caso de gás ou 2D, 3D de pó)

 

3.

Classe de protecção de ignição caso exista

(c)

4.

Grupo de explosão caso exista

(IIC)

5.

Classe da temperatura

(T1-T3 ou T4 em caso de gás) ou

 

temperatura máx. da superfície (p.ex. 125 °C em caso de pó)

6.

Medição da temperatura na colocação em funcionamento (X)

Cap. 4.3

S

-

Número da documentação especial composta por nº corrente/ano

   

*

As rotações máximas permitidas encontram-se acima 10% da rotação nominal, se neste caso a potência máxima admissível do accionamento P1 não for excedida.

Os campos F R1 , F R2 , F A1 e F A2 vazios significam que as forças são igual a zero. Se o campo x R2 estiver vazio, o esforço de F R2 incide centralmente sobre o pivot do eixo de saída (ver figura 3-4).

Deve verificar que o tipo da caixa redutora tenha todos os dados técnicos e a identificação de acordo com ATEX e certificar-se de que estes coincidam com as indicações das projecções das instalações e das máquinas. Deve ter em atenção de que em motores redutores o motor electrónico possui uma placa Deve ter em atenção de que em motores redutores o motor electrónico possui uma placa característica própria com uma identificação separada de acordo com ATEX. Também a identificação do motor tem de coincidir com as indicações da projecção das instalações ou das máquinas. Para a unidade do motor redutor é válida a respectiv a protecção inferior contra explosão da identificação dos motores redutores e electrónicos. Caso o motor electrónico seja operado no conversor o motor necessita uma autorização de acordo com ATEX para a operação de conversão. 3.4 Verificação da forma

A caixa redutora pode apenas funcionar na forma indicada. A forma permitida está

Se no campo IM existir um X, a

documentação especial, cujo número está registado no campo S, deve ser tida em atenção. Cap 6.1 ou a documentação especial indica a forma dos respectivos tipos de caixas

redutoras. Deve verificar-se e certificar-se que a forma corresponde à placa de características da posição de montagem aplicada e que esta não se altera no funcionamento. As

aplicada e que esta não se altera no funcionamento. As mencionada na placa de características (IM

mencionada na placa de características (IM

).

engrenagens helicoidais Tipo UNIVERS AL SK1SI

são independentes na forma modelo.

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3.5 Preparações para a colocação

Colocação 3.5 Preparações para a colocação Deve considerar que o elemento de accionamento montado na
Colocação 3.5 Preparações para a colocação Deve considerar que o elemento de accionamento montado na

Deve considerar que o elemento de accionamento montado na caixa redutora como acoplamentos, polias etc, bem como motores de accionamento também têm de estar em conformidade com ATEX. Em casos individuais em que uma direcção de rotação errada pode causar danos e perigos,

a direcção de rotação do eixo de saída correcta deve ser terminado, através de um ensaio do accionamento em estado desacoplado e certificado num funcionamento posterior.

Em engrenagens com bloqueio anti-retorno integrado foram aplicadas setas, tanto no lado do eixo de entrada como de saída. As setas apontam no sentido da rotação da engrenagem. Certifique-se, p.ex., através de um ensaio de campo rotativo, se a engrenagem gira apenas no sentido de rotação quando fizer a ligação do motor e no comando do mesmo. Se accionar

o motor de accionamento no sentido rotativo bloqueado, ou seja, no sentido rotativo errado, a engrenagem pode ser danificada. Deve certificar-se de que não se encontram quaisquer produtos agressivos, corrosivos nos arredores do local da colocação ou esperados mais tarde no funcionamento, os quais atacam metal, lubrificantes ou elastómero. Em caso de dúvida consulte a Getriebebau NORD e eventualmente serão necessárias medidas especiais. Os reservatórios de compensação do óleo (Opção OA) devem ser montados de acordo com

a norma da fábrica em anexo WN 0-530 04.

Em caso de alguns tipos de caixas redutoras é necessário, antes da colocação, substituir a união roscada de ventilação pela ventilação de pressão fornecida solta. Para tal deve desapertar a união enroscada de ventilação e em vez dessa aparafusar a ventilação de pressão com vedação (binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3). As caixas de velocidade compostas são montadas por duas caixas redutoras individuais e têm 2 compartimentos de óleo e 2 ventilações de pressão.

2 compartimentos de óleo e 2 ventilações de pressão. Figura 3-2: Retirar união enroscada de ventilação
2 compartimentos de óleo e 2 ventilações de pressão. Figura 3-2: Retirar união enroscada de ventilação
2 compartimentos de óleo e 2 ventilações de pressão. Figura 3-2: Retirar união enroscada de ventilação

Figura 3-2: Retirar união enroscada de ventilação e montar ventilação de pressão

3.6 Colocação da caixa redutora

ventilação de pressão 3.6 Colocação da caixa redutora Parafusos anelares aparafusados na caixa redutora são
ventilação de pressão 3.6 Colocação da caixa redutora Parafusos anelares aparafusados na caixa redutora são

Parafusos anelares aparafusados na caixa redutora são utilizados na colocação da caixa redutora. Neste caso a caixa redutora não pode suportar cargas adicionais. Caso esteja colocado um parafuso anelar adicional nos motores redutores, este deve também ser utilizado. Deve evitar um aperto oblíquo nos parafusos anelares. Ao colocar a caixa redutora não pode existir uma atmosfera explosiva.

O fundamento ou o flange no qual a caixa redutora está fixada deve ser de fraca oscilação, rígido por distorção e plana (erro de superfície plana < 0,2mm). Eventual sujidade das superfícies de aparafusamento da caixa redutora e fundamento ou flange devem ser removidos a fundo.

A caixa de engrenagens tem de estar impreterivelmente ligada à terra. Em motores redutores

a ligação à terra deve ser assegurada através da ligação ao motor.

A caixa redutora deve ser colocada na forma modelo correcta (ver cap 3.4 e 6.1). Todas as bases da caixa redutora de um lado ou todos os parafusos para flange devem ser utilizados. Para tal devem ser aplicadas no mínimo parafusos de qualidade 10.9. Os parafusos devem ser apertados com os respectivos apertos binários (binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3). Especialmente em caso de caixas redutoras com base e flange deve- se ter em atenção ao aparafusamento sem tensão. Parafusos de descarga e de controlo de óleo e válvulas de ventilação têm de ser acessíveis.

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

Para que a engrenagem não aqueça de mais e para evitar ferimentos em pessoas, deve ser considerado o seguinte aquando da instalação:

possibilitar um impulso fácil de ar em todos os lados da caixa redutora! deixar espaço suficiente à volta da caixa redutora!

Durante ou depois do funcionamento, as engrenagens ou os motoredutores podem ficar com as superfícies quentes. Atenção perigo de queimaduras! Providenciar eventualmente uma protecção anti-contacto.

Ar de arrefecimento do ventilador do motor tem de ter acesso, em case de motores redutores, sem impedimento na caixa redutora.

Não proceder qualquer cobertura ou revestimento da caixa redutora!

A engrenagem não deve ser exposta a radiações energizadas. Não direccionar o ar de saída quente de outros agregados para a caixa redutora!

O ar de arrefecimento direccionado à caixa redutora e ao motor redutor tem de estar na área permitida de temperatura ambiente a qual está indicada na placa de características !

Se a engrenagem estiver exposta a radiação directa do sol, a temperatura do ar de refrigeração a aplicar à engrenagem / ao motor redutor tem de ser pelo menos 10ºC inferior à temperatura mais alta da gama de temperatura ambiente permitida (T u ), que é indicada na placa de características

O fundamento ou o flange, no qual a caixa redutora está fixada não pode introduzir calor para a caixa redutora, quando em funcionamento.

não sacudir pó na área da caixa redutora.

funcionamento. não sacudir pó na área da caixa redutora. 3.7 Montagem de cubos no eixo da
funcionamento. não sacudir pó na área da caixa redutora. 3.7 Montagem de cubos no eixo da

3.7 Montagem de cubos no eixo da caixa redutora

redutora. 3.7 Montagem de cubos no eixo da caixa redutora A montagem de elementos de accionamento
redutora. 3.7 Montagem de cubos no eixo da caixa redutora A montagem de elementos de accionamento

A montagem de elementos de accionamento e de saída como por exemplo, os cubos de acoplamento e da roda de corrente no eixo de accionamento e de saída, deve ser feita com o mecanismo de corda apropriado na caixa redutora, o qual não introduz forças axiais para a caixa redutora. Especialmente o abrir cubos com o martelo não é permitido.

Para apertar utilize a parte frontal da rosca do eixo. Facilita a montagem se lubrificar anteriormente o cubo com lubrificante ou aquecer o cubo para aprox. 100 °C.

cubo com lubrificante ou aquecer o cubo para aprox. 100 °C. Figura 3-3: Exemplo de um

Figura 3-3: Exemplo de um mecanismo simples de corda

°C. Figura 3-3: Exemplo de um mecanismo simples de corda Elementos de accionamento e de saída
°C. Figura 3-3: Exemplo de um mecanismo simples de corda Elementos de accionamento e de saída

Elementos de accionamento e de saída como p.ex. transmissão por correia, transmissão por corrente e acoplamentos devem ser equipados com uma protecção de contacto.

Deve considerar que os elementos de accionamento e de saída montados na caixa redutora têm de estar em conformidade com ATEX.

Elementos de accionamento e de saída podem introduzir no máximo as forças transversais radiais F R1 e F R2 e forças axiais F A1 e F A2 permitidas na caixa redutora como mencionado na placa de características (ver cap 3.3). Aqui deve ter especialmente em atenção à tensão correcta das correias e correntes. Cargas adicionais através de cubos desequilibrados não são permitidos.

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

A introdução da força transversal deverá ser o mais próximo possível da caixa redutora. Em caso de eixos de accionamento com a ponta de eixo livre – Opção W – é válida a força máxima permitida transversal F R1 no caso de uma introdução da força transversal no centro do munhão de eixo livre. Em caso de eixos de accionamento a introdução da força da força transversal F R2 da medida x R2 não pode ser excedida. Se a força transversal F R2 para o eixo de saída for indicada na placa de características, mas não houver indicação de qualquer medida x R2 , a absorção de força centrar-se-á no pivot do eixo.

, a absorção de força centrar-se-á no pivot do eixo. Eixo de accionamento livre (Opção W)

Eixo de accionamento livre (Opção W)

no pivot do eixo. Eixo de accionamento livre (Opção W) Eixo de saída Imagem 3-4: Introduções

Eixo de saída

Imagem 3-4: Introduções de força permitidas nos eixos de accionamento e de saída

3.8 Montagem do redutor de eixo oco

accionamento e de saída 3.8 Montagem do redutor de eixo oco A montagem do redutor de
accionamento e de saída 3.8 Montagem do redutor de eixo oco A montagem do redutor de

A montagem do redutor de eixo oco no eixo, deve ser feita com o mecanismo de corda apropriado, o qual não introduz forças axiais que podem danificar para a caixa redutora. Especialmente o abrir a caixa redutora com o martelo não é permitido.

Estes facilitam a montagem e mais tarde a desmontagem se lubrificar o eixo antes da montagem com lubrificante que possui uma eficácia de protecção contra corrosão.

Com o elemento de fixação (Opção B) é possível fixar a caixa redutora nos eixos com e sem rebaixo de sistema. Apertar o parafuso do elemento de fixação com o binário respectivo. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3)

respectivo. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-5: Caixa redutora fixada no eixo

Figura 3-5: Caixa redutora fixada no eixo com rebaixo do sistema com o elemento de fixação

no eixo com rebaixo do sistema com o elemento de fixação Figura 3-6: Caixa redutora fixada

Figura 3-6: Caixa redutora fixada no eixo com rebaixo do sistema sem o elemento de fixação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação
3. Armazenamento, Preparação, Colocação A des montagem de uma caixa redutora num eixo com o rebaixo

A des montagem de uma caixa redutora num eixo com o rebaixo do sistema pode ser efectuada p.ex. com o seguinte mecanismo de desmontage m.

efectuada p.ex. com o seguinte mecanismo de desmontage m. Figura 3-7: Desmontagem com mecanismo de desmontagem

Figura 3-7: Desmontagem com mecanismo de desmontagem

Na montage m do redutor de eixo oco com o apoio do binário, este não é apertado. A mo ntagem se m tensão é facilitada através do calço elástico (Opção G ou VG).

facilitada através do calço elástico (Opção G ou VG). Figura 3-8: Montagem dos calços de elástico

Figura 3-8: Montagem dos calços de elástico (Opção G ou VG) em caso de engrenagens planas

de elástico (Opção G ou VG) em caso de engrenagens planas Figura 3-9: Fixação do apoio

Figura 3-9: Fixação do apoio binário em caso de engrenagem helicoidal e de roda cónica

Apertar as uniões roscadas dos calços elásticos, bem como do apoio binário com o binário respectivo (binário do aperto do parafuso ver cap. 6.3) e proteger de forma a não se soltar. (p.ex. Loctite 242, Loxeal 54-03)

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3.9 Montagem de discos de encolhimento

Tipo de disco de encolhimento, n.º do produto

e indicação do binário para parafusos tensores

Flange tensora Eixo oco da caixa redutora
Flange tensora
Eixo oco da caixa redutora
tensores Flange tensora Eixo oco da caixa redutora e e i x o c o m
tensores Flange tensora Eixo oco da caixa redutora e e i x o c o m

e eixo comp leto da máquina

c o m p l e t o d a m á q u i n

Haste de ei xo e perfuração do eixo oco

SEM LUBRIFICANTE !

Parafusos tensores DIN 931 (933) -10.9

Os discos de encolhimento são fornecidos preparados para montar pelo fabricante. Estes não de ve m ser mais desmo ntados a nte s da mon tage m.

Anel in terior duas vezes se mi-ranhurado

Figura 3-10: Eixo oco com disco de encolhimento

Não apertar parafusos tensores sem eixos montados!

Processo de montagem:

parafusos tensores sem eixos montados! Processo de montagem: 1. Retire a protecção do transporte caso exista.

1. Retire a protecção do transporte caso exista.

2. Soltar mas não retirando os parafusos tensores e apertar manualme nte e de forma ligeira até a folga entre os flanges e o anel interno ser eliminada.

3. Deslocar o disco de encolhimento para o eixo oco até que o flange tensor ligue de forma certa com o eixo oco. Uma lubrificação ligeira da perfuração do anel interno facilita o deslocamento.

4. Antes da montagem lubrificar o eixo completo apenas na área com que mais tarde vai ter contacto com a bucha de bronze no eixo oco da caixa redutora. Não lubrificar a bucha de bronze para evitar, na montagem, uma lubrificação na área da ligação de encolhimento.

5. O eixo oco da caixa redutora tem de lhe ser retirado completamente a lubrificação e estar

l u b r i f i c a n t e.

6. O eixo completo da máquina tem de estar sem lubrificante na área da ligação de

a b s o l u t a m e n t e

s e m

encolhimento e estar aí

a b s o l u t a m e n t e

s e m

l u b r i f i c a n t e.

a b s o l u t a m e n t e s e m

7. Inserir eixo completo da máquina no eixo oco de forma que área da ligação encolhida seja completamente aproveitada.

8. Apertar ligeiramente os parafusos para posicionar o flange tensor.

9. Apertar os parafusos tensores sequencialmente no sentido dos ponteiros do relógio sobre várias rotações – não em cruz – com aprox. ¼ rotação do parafuso por rotação. Apertar os parafusos tensores com a chave dinamométrica até ao binário de aperto indicado no disco de encolhimento.

10. Após ter apertado os parafusos tensores, tem de existir uma fenda uniforme entre os flanges tensores. Caso não seja este o caso, a caixa redutora tem de ser desmontada e tem de se verificar se a ligação dos discos de encolhimento está bem ajustada.

11. O eixo oco da caixa redutora e o eixo completo da máquina devem ser identificados com um risco (caneta de feltro), para mais tarde ser possível reconhecer um deslize sob carga.

Atenção: Em caso de uma montagem e desmontagem incorrecta existe perigo de ferimentos.

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

Processo de desmontagem:

1. Soltar os parafusos tensores sequencialmente no sentido dos ponteiros do relógio sobre várias rotações com aprox. ¼ rotação do parafuso por rotação. Não retirar os parafusos tensores da sua rosca.

2. Os flanges tensores devem ser soltos do cone do anel interno.

3. Retirar a caixa redutora do eixo completo da máquina.

Caso o disco de encolhimento ter estado a ser utilizado por muito tempo ou estiver sujo então este deve ser desmontado antes de ser novamente montado e limpo e as superfícies cónicas (cone) devem ser lubrificadas com Molykote G-Rapid Plus ou lubrificante semelhante. Os parafusos devem ser lubrificado na rosca e na base da cabeça com lubrificante sem Molykote. Em caso de danificações ou corrosão os elementos danificados devem ser substituídos.

3.10 Montagem de tampas de revestimento

ser substituídos. 3.10 Montagem de tampas de revestimento Discos de encolhimento exigem uma protecção de contacto.

Discos de encolhimento exigem uma protecção de contacto. Tampas de revestimento (Opção H) servem como protecção de contacto. Estas devem ser utilizadas impreterivelmente se a protecção de contacto não for alcançado de outra forma.

As tampas de revestimento devem ser verificadas antes da montagem, quanto a danificações de transporte como p.ex. amolgaduras e deformações. Capas de revestimento danificadas não podem ser utilizadas de transporte como p.ex. amolgaduras e deformações. porque possivelmente podem riscar. Todos os parafusos de porque possivelmente podem riscar. Todos os parafusos de fixação devem ser utilizados depois de humedecidos com cola de fixação p.ex. Loctite 242, Loxeal 54-03 para fixação, antes do aparafusamento e aparafusados com o respectivo binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3)

binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-11: Montagem da tampa de revestimento

Figura 3-11: Montagem da tampa de revestimento

3.11 Montagem de um motor normalizado

Apenas é possív el montar os motores normalizados IEC, os quais indicam uma categoria suficiente para a zona ATEX de acordo com a placa de características do motor. Além disso, o motor tem de ter no mínimo o tipo de protecção IP6x em caixas redutoras da categoria ATEX 2D (ver identificação ATEX, última linha da placa de características da caixa redutora).tampa de revestimento 3.11 Montagem de um motor normalizado Na seguinte tabela os pesos máximos permitidos

Na seguinte tabela os pesos máximos permitidos do motor não devem ser excedidos:

 

Pesos máximos permitidos do motor

 

Tamanho do motor

63

71

80

90

100

112

132

160

180

200

225

250

280

315

máx.Peso do motor[kg]

25

30

40

50

60

80

100

200

250

350

500

700

1000

1500

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

Processo de montagem ao ligar um motor normalizado IEC no adaptador IEC (Opção IEC)

1. Limpar o eixo do motor e superfícies de flange do motor e do adaptador e verificar quanto a danificações. Medições de fixações e tolerâncias do motor têm de corresponder a DIN EN 50347.

2. Colocar o carreto de acoplamento no eixo do motor, de forma que a mola de ajuste do motor ao apertar encaixe na ranhura do carreto do acoplamento.

3. Deslocar o carreto de acoplamento no eixo do motor de acordo com as indicações do fabricante do motor até ao encosto da cinta. Eventuais buchas de afastamento que vêm em conjunto são colocadas nos tamanhos dos motores 160, 180 e 225 entre carreto de acoplamento e cinta. Em caso de engrenagem de dentes rectos padronizada deve-se ter em atenção a medida B entre a bucha de acoplamento e da cinta. (ver figura 3-12)

4. Fixar o semi-acopla mento com o pino roscado. Neste caso o pino roscado é fixado antes do aparafusamento depois de humedecidos com cola de fixação p.ex. Loctite 242 ou Loxeal 54-03 e apertado com respectivo binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap.

binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) 5. As superfícies do flange do motor

6.3)

5. As superfícies do flange do motor e adaptador devem ser humedecidos antes da montagem completa do motor com meios de vedação de superfícies p.ex. Loctite 574 ou Loxeal 58-14, de forma que o flange após a montagem vede. (apenas necessário em caixas redutoras na categoria 2D – ver identificação ATEX na última linha da placa de características da caixa redutora) Recomenda-se ainda a vedação das superfícies do flange quando se instala ao ar livre e em ambientes húmidos.

6. Montar o motor no adaptador e neste caso não esquecer a coroa dentada ou carreto dentado fornecidos adicionalmente. (ver figura 3-12)

7. Apertar os parafusos do adaptador com o respectivo binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3)

binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo
binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo
binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo
binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo
binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo
binário. (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3) Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo

Figura 3-12: Montagem do acoplamento no eixo do motor em diferentes modelos de

acoplamento

I Acoplamento dentado em arco (BoWex ) de uma só peça

II Acoplamento dentado em arco (BoWex ) de duas peças

III Acoplamento dentado em arco (BoWex ) de duas peças com bucha de afastamento

IV Acoplamento de garra (ROTEX ) de duas peças

V Acoplamento de garra (ROTEX ) de duas peças, ter atenção à medida B :

Engrenagem de dentes rectos padronizada:

SK0, SK01, SK20, SK25, SK30, SK33 (de 2 estágios) SK010, SK200, SK250, SK300, SK330 (de 3 estágios)

Dimensão de construção IEC 63

Dimensão de construção IEC 71

Medida B (imagem 3-10 V)

B = 4,5mm

B = 11,5 mm

VI Acopla mento de garra (ROTEX ) de duas peças com bucha de afastamento

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3. Armazenamento, Preparação, Colocação

3.12 pintura posterior

No caso de uma pintura posterior da caixa redutora, os anéis do eixo de vedação rotativo, elementos de borracha, válvulas de ventilação da pressão e peças de acoplamento do motor não podem entrar em contacto com cores, vernizes e solventes. Em aplicações no âmbito das categorias II2G/II3G a camada de verniz pode ter uma espessura total 0,2 mm no máximo.

3.13 Autocolante da temperatura

total 0,2 mm no máximo. 3.13 Autocolante da temperatura No caso das caixas redutoras, da classe

No caso das caixas redutoras, da classe da temperatura T4 ou nas caixas redutoras com uma temperatura máxima da superfície inferior a 135 °C, o autocolante fornecido adicionalmente da temperatura deve ser colado no cárter da caixa redutora (valor impresso 121 °C) . (N.º da peça.:283 9050).

A classe da temperatura ou a temperatura máxima da superfície é perceptível na identificação, de acordo com ATEX nas últimas linhas da placa de características da caixa redutora. Exemplos: II 2G c IIC T4 X ou II 3D 125 °C X

O autocolante da temperatura deve ser colado ao lado do bujão roscado indicador do nível do óleo (ver cap.6.1) em direcção ao motor. Nas caixas redutoras que são lubrificadas definitivamente sem manutenção de óleo o autocolante da temperatura deve ser colado ao lado da placa de características da caixa redutora.

ao lado da placa de características da caixa redutora. Figura 3-13: Posição do autocolante da temperatura
ao lado da placa de características da caixa redutora. Figura 3-13: Posição do autocolante da temperatura

Figura 3-13: Posição do autocolante da temperatura

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4.1. Verificar o nível do óleo

em funcionamento 4.1. Verificar o nível do óleo Controlar o nível do óleo com a vareta

Controlar o nível do óleo com a vareta de medição fornecida em conjunto antes da colocação em funcionamento. A posição de montagem tem de corresponder à forma mencionada na placa de características! No cap. 6.1 as formas são indicadas e os respectivos bujões roscados indicadores do nível do óleo correspondentes à forma modelo. Na caixa de velocidade composta deve verificar o nível do óleo em ambas as caixas redutoras. A ventilação da pressão tem de estar no local identificado no cap. 6.1.

Em caixas redutoras sem bujão roscado indicador do nível do óleo (ver cap 6.1) a verificação do nível do óleo é desnecessária.

Tipos de caixas redutoras que não vêm abastecidas com óleo de fábrica devem ser abastecidas antes da verificação do nível do óleo. (ver cap. 5.2)

Verificar o nível do óleo:

1. A verificação do nível do óleo deve ser apenas efectuada na caixa redutora parada e arrefecida. Deve ser prevista uma protecção contra uma conexão inadvertida.

2. As engrena gens de de ntes rectos padroniza das na forma V1 e V5 possuem, para verificação do nível do óleo, o tubo angular apresentado à direita na figura 4-1, que deve estar virado para cima. Antes da verificação do nível do óleo deve desaparafusar a ventilação de pressão. (ver figura 3-2 à direita)

3. O bujão roscado indicador do nível do óleo deve correspondente à forma ser desenroscado. (ver cap. 6,1)

4. O nível de óleo na engrenagem deve ser verificado por meio da vareta indicadora do nível de óleo que vai junta (peça n°:283 0050), conforme ilustrado na figura 4-1. A parte da vareta indicadora do nível de óleo que mergulha no óleo deve ser mantida em posição vertical.

5. O nível do óleo máximo é o canto inferior da perfuração do nível de óleo.

6. O nível do óleo mínimo é aprox. 4mm abaixo do canto inferior da perfuração do nível do óleo. A vareta de medição do óleo mergulha depois ainda no óleo.

7. Caso o nível do óleo não estiver correcto o nível do óleo deve ser corrigido através de uma descarga ou um abastecimento em conformidade com o tipo de óleo indicado na placa de características.

8. Se o revestimento de protecção do parafuso estiver danificado na rosca deve utilizar o bujão roscado indicador do nível do óleo novo ou limpar a rosca e humedecê-la com cola de fixação p.ex. Loctite 242, Loxeal 54-03 antes do aparafusamento.

9. Caso o anel de vedação esteja danificado deve utilizar um anel de vedação novo.

10. Montar o bujão roscado indicador do nível do óleo com anel de vedação e apertar com o respectivo binário! (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3).

11. Voltar a aparafusar a ventilação de pressão eventualmente desapertada com o anel de vedação e apertar com o respectivo binário! (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3).

12. Controlo final: Os parafusos que foram soltos anteriormente devem ser aparafusados correctamente.

soltos anteriormente devem ser aparafusados correctamente. Figura 4-1: Verificar o nível do óleo com a vareta

Figura 4-1: Verificar o nível do óleo com a vareta de medição

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4.2. Activação do sensor automático de lubrificação

Alguns tipos de caixas redutoras para montagem de um motor normalizado IEC (Opção IEC) tem um sensor de lubrificação automático para a lubrificação do rolamento de esfera e de rolos. Deve ser activado antes da colocação da caixa redutora em funcionamento. Na tampa do cartucho do adaptador para montagem de um motor normalizado IEC encontra-se uma placa de indicações vermelha para activação do sensor de lubrificação.4.2. Activação do sensor automático de lubrificação Activação do sensor de lubrificação: 1. Solte e retire

Activação do sensor de lubrificação:

1. Solte e retire os parafusos de cabeça cilíndrica M8x16 (1)

2. Retirar a capa do cartucho (2)

3. Aparafusar o parafuso de activação (3) no sensor de lubrificação (5) até o ilhó anelar (4) romper no ponto de ruptura nominal

4. As superfícies do flange da capa do cartucho (2) devem ser humedecidas, antes da montagem completa com meios de vedação de superfícies p.ex. Loctite 574 ou Loxeal 58-14, de forma que a capa após a montagem vede. (apenas necessário em caixas redutoras na categoria 2D – ver identificação ATEX, última linha da placa de características da caixa redutora)

5. Colocar novamente a capa do cartucho (2) e fixar com o parafuso de cabeça cilíndrica (1). (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3)

6. O momento da activação deve ser marcado na chapa autocolante (6) com mês/ano

deve ser marcado na chapa autocolante (6) com mês/ano Atenção! Antes da colocação em funcionamento aparafusar
deve ser marcado na chapa autocolante (6) com mês/ano Atenção! Antes da colocação em funcionamento aparafusar
Atenção! Antes da colocação em funcionamento aparafusar o parafuso de activação em anexo até à
Atenção!
Antes da colocação em funcionamento aparafusar o
parafuso de activação em anexo até à ruptura do ilhó anelar.
Tem po dis pens ado: 12 mes es
Mês
Data de activação
Ano
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
99
00 01
02 03
04
05 06
07 08

Figura 4-2: Activação do sensor automático de lubrificação em caso de montagem do motor normalizada IEC

4.3. Medição da temperatura

As indicações da classe da temperatura Atex ou der maxi malen O berflächentemperatur lege n normale Aufstellungsbedingungen und Einbauverhältnisse zu Grunde (siehe Kap. 3.6). Já mínimas alterações das condições de montagem podem influenciar significativamente a

temperatura da caixa redutora. (As caixas redutoras que estão identificadas na placa de características na última linha da classe da temperatura T1 – T3 ou com uma temperatura máxima da superfície de 200 °C, estão excluídas.) Para a medição da temperatura, é necessário um aparelho de medição da temperatura habitual, que cobre a área de medição 0 °C a 130 °C e que possui uma exactidão da medição no mínimo de ± 4 °C, possibilitando uma medição de uma temperatura da superfície e da temperatura do ar. Processo da medição da temperatura:

da temperatura do ar. Processo da medição da temperatura: 1. Deixar trabalhar sub carga máxima em

1. Deixar trabalhar sub carga máxima em rotação máxima de aprox. 4 horas.

2. Após o aquecimento a temperatura da superfície do cárter da caixa redutora T gm é medida junto do autocolante da temperatura (ver cap. 3.13).

3. A temperatura do ar T um ié medida directamente no ambiente da caixa redutora.

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento
4. Colocação em funcionamento O accionamento tem de ser imobilizado e deve-se consultar Getriebebau NORD, no

O accionamento tem de ser imobilizado e deve-se consultar Getriebebau NORD, no caso

de os seguintes critérios não coincidirem:

A temperatura do ar medida T um está na área permitida que constam na placa de características.

A temperatura medida da superfície do cárter da caixa redutora T gm está sub 121 °C

e o autocolante da temperatura não se adquiriu uma coloração preta. (ver figura 4-3)

A temperatura medida na superfície da caixa, que inclui a diferença entre a temperatura máxima do ar permitida - indicada na placa de características como T u -

e a temperatura do ar medida tem de ser pelo menos 15ºC inferior à temperatura máxima de superfície permitida, isto é,

Identificação ATEX:

II 2G c T4 / II 3G T4:

T gm + T u – T um < 135 °C – 15 °C

Identificação ATEX:

II 2D c T máx / II 3D T máx :

T gm + T u – T um < T max – 15 °C

T gm : temperatura medida em °C na superfície do cárter da caixa de velocidades

T um : temperatura do ar medida em °C

 

T max : temperatura superficial máxima em conformidade com a placa do tipo da engrenagem (marcação ATEX) em °C

T u :

valor superior da gama de temperatura ambiental admitida em °C, em conformidade com a placa do tipo da engrenagem

em °C, em conformidade com a placa do tipo da engrenagem o centro é branco :

o centro é branco:

Em condições

Figura 4-3: Autocolante da temperatura

4.4. Controlo da caixa redutora

Autocolante da temperatura 4.4. Controlo da caixa redutora o centro é preto : Temperatura foi demasiada

o centro é preto:

Temperatura foi demasiada elevada

Em caso de processo de ensaio sub carga máxima a caixa redutora deve ser verificada quanto a:

carga máxima a caixa redutora deve ser verificada quanto a: ruídos estranhos como moedor, bater ou

ruídos estranhos como moedor, bater ou riscar

vibrações, oscilações e movimentos estranhos

formação de vapores ou de fumos

Após o processo de ensaio deve-se verificar a caixa redutor quanto a:

Fugas

deslizes em discos de encolhimento. Para tal deve retirar e verificar a tampa de cobertura, se como descrito no cap. 3.9 indica marcação de um movimento relativo do eixo oco da caixa redutora e do eixo da máquina. De seguida deve-se montar a tampa de cobertura como descrito no cap 3.9.

O accionamento tem de estar imobilizado e deve-se consultar Getriebebau NORD, se

foi detectado alguma anomalia das verificações de controlo como em cima

mencionadas.

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4. Colocação em funcionamento

4.5. Lista de controlo

 

Lista de controlo

 

verificado

Informação

Objecto da verificação

em:

ver capítulo

São visíveis danificações de transporte ou danificações?

 

Cap. 3.2

A identificação corresponde à indicação na placa de características?

 

Cap. 3.3

A forma na placa de características corresponde à verdadeira posição de

 

Cap. 3.4

montagem?

A

ventilação de pressão está aparafusada?

 

Cap. 3.5

Todos os elementos do accionamento e de saída têm uma autorização

 

Cap. 3.7

 

ATEX?

As forças do eixo da caixa redutora exteriores são permitidas (tensão de correntes)

 

Cap. 3.7

Nas peças rotativas está aplicada a protecção de contacto?

 

Cap. 3.10

O

motor também tem uma autorização correspondente ATEX?

 

Cap. 3.11

O

autocolante da temperatura está colado?

 

Cap. 3.13

O

nível de óleo é verificado em conformidade com a forma modelo?

 

Cap. 4.1

O

sensor de lubrificação automático está activado?

 

Cap. 4.2

A

medição da temperatura foi efectuada?

 

Cap. 4.3

O

centro do autocolante da temperatura adquirir uma coloração preta?

 

Cap. 4.3

A

caixa redutora foi controlada através de um processo de ensaio?

 

Cap. 4.4

A

ligação do disco de encolhimento foi verificado contra deslize?

 

Cap. 4.4

4.6. Accionamento da caixa redutora na área Ex

Cap. 4.4 4.6. Accionamento da caixa redutora na área Ex Cumpra impreterivelmente as indicações deste manual

Cumpra impreterivelmente as indicações deste manual de instruções ao operar com a caixa redutora.

Deve-se cumprir os intervalos de inspecção e de manutenção prescritos.

Deve-se certificar, de que os dados de potência indicados na placa de características não sejam excedidos. Se, p.ex. no caso de accionamentos variáveis em rotações, houver mais pontos de operação, em nenhum ponto de operação deve ser ultrapassada a potência de tracção P 1 máxima permitida ou o binário máximo permitido no veio de accionamento da caixa redutora M 2 ou as rotações máximas permitidas. Está excluída uma sobrecarga da caixa redutora. Caixas redutoras com eixo de accionamento liv re (opção W), que têm um bloqueio de retorno, só devem ser operadas na rotação mínima do veio de accionamento da caixa

redutora de n 1min = 900 min

Caso no funcionamento for detectado anomalias como um dos pontos mencionados no cap. 4.4, ou o autocolante da temperatura adquirir uma coloração preta, o accionamento deve ser imobilizado e deve-se consultar Getriebebau NORD.

-1

.

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

5.1 Intervalos de inspecção e de manutenção

Intervalos de inspecção e de manutenção

 

Informação

Trabalhos de inspecção e de manutenção

ver capítulo

semanalmente

– Controlo visual quanto a fugas

5.2

ou

cada 100 horas de serviço

– Verificar a engrenagem quanto a ruídos de funcionamento e/ou vibrações estranhas

5.2

cada 2500 horas de serviço,

– Verificar o nível do óleo

4.1

no

mínimo uma vez por semestre

– Controlo visual dos amortecedores de borracha

5.2

 

– Controlo visual das etiquetas com informação sobre temperaturas

5.2

/ 4.3

– Limpar o pó (só na categoria 2D)

5.2

– Inspecção do acoplamento (só na categoria 2G e acessórios de motor normalizados IEC)

5.2

– Relubrificar (só com eixo de accionamento livre / opção W e em na armazenagem do misturador / opção VLII / VLIII)

5.2

todos as 5000 horas de funcionamento

– Substituir sensores de lubrificação automáticos

5.2

/ 4.2

no

mínimo cada ano

 

(apenas em montagem do motor normalizado IEC)

 

todas as 10000 horas de funcionamento

– Mudar o óleo

5.2

no

mínimo todos os 2 anos.

Intervalo de acordo com a indicação da placa característica

– Revisão geral

5.2

MI

= horas de funcionamento,

no

mínimo todos os 10 anos

(apenas na categoria 2G e 2D)

5.2 Trabalhos de inspecção e de manutenção

2G e 2D) 5.2 Trabalhos de inspecção e de manutenção Em todos os trabalhos de manutenção

Em todos os trabalhos de manutenção e de conservação não pode existir uma atmosfera explosiva. Trabalhos de manutenção e de conservação podem apenas serem efectuados por técnicos especializados.

podem apenas serem efectuados por técnicos especializados. Os trabalhos de montagem e de manutenção, são apenas

Os trabalhos de montagem e de manutenção, são apenas efectuados com a caixa redutora imobilizada. O accionamento deve estar liv re de tensão e protegido contra uma conexão inadvertida.

Controlo visual quanto a fugas

uma conexão inadvertida. Controlo visual quanto a fugas A caixa redutora deve ser controlada quanto a

A caixa redutora deve ser controlada quanto a fugas. Desta forma deve se ter em atenção ao óleo que sai da caixa redutora e quanto a vestígios de óleo no exterior da caixa redutora. Especialmente deve controlar os anéis de vedação do eixo, tampas de fecho e ranhuras do cárter.

Em caso de suspeita deve limpar a caixa redutora e voltar a verificar quanto a fugas após 24 horas. Caso se confirme a existência de fugas ( óleo que pinga) a caixa redutora deve ser imediatamente reparada. Dirija-se ao departamento de assistência técnica NORD.

Verificar ruídos de funcionamento

técnica NORD. Verificar ruídos de funcionamento Caso a engrenagem apresente ruídos de funcionamento e/ou

Caso a engrenagem apresente ruídos de funcionamento e/ou vibrações estranhas, é possível que não esteja em boas condições e possa ficar danificada. Neste caso, é necessário imobilizar a engrenagem e submetê-la a uma inspecção geral.

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

Verificar o nível do óleo:

Ver capítulo 4,1.

Controlo visual calço elástico Caixas redutoras com calços elásticos (Opção G ou VG) e caixas redutoras com apoio do binário têm elementos de borracha. Caso sejam visíveis danos, tais como fendas, na superfície de borracha estes elementos têm de ser mudados. Dirija-se ao departamento de assistência técnica NORD.

Controlo v isual autocolante da temperatura

(apenas na classe de temperatura T4 ou temperatura máx. da superfície < 135 °C necessária)

temperatura máx. da superfície < 135 °C necessária) O autocolante da temperatura deve ser controlado quanto

O autocolante da temperatura deve ser controlado quanto a coloração preta (ver figura 4-3).

Se o autocolante da temperatura adquirir uma coloração preta, é porque a caixa redutora aqueceu demasiado.

Deve ser apurada a causa para o sobreaquecimento. Dirija-se imediatamente ao departamento de assistência técnica NORD. O accionamento não deve voltar a ser colocado em funcionamento antes da causa para o sobreaquecimento ter sido eliminada e estiver excluído novo sobreaquecimento. Antes de se voltar a colocar a engrenagem em funcionamento, é necessário aplicar-lhe uma nova etiqueta com informação sobre temperaturas (ver cap. 3.13).

Remover o pó (necessário apenas na categoria 2D) No cárter da caixa redutora devem ser removidas camadas de pó acumulado, quando forem mais espessas que 5 mm.

Em caixas redutoras com tampa de revestimento (Opção H) deve desmontar-se a tampa. Têm de ser removidas as acumulações de pó na tampa, no eixo de saída e no disco de encolhimento. A seguir deve montar-se a tampa (ver cap. 3.10). Indicação: Em algumas tampas de revestimento é possível vedar completamente a tampa com um meio de vedação

líquido. Nestes casos pode abdicar-se da limpeza normal da tampa de revestimento quando

a tampa tiver sido montada totalmente vedada com meio de vedação líquido, por ex. Loctite 574 ou Loxeal 58-14.

de vedação líquido, por ex. Loctite 574 ou Loxeal 58-14. Verificação acoplamento (apenas na categoria 2G

Verificação acoplamento (apenas na categoria 2G e montagem do motor normalizada IEC necessário)

2G e montagem do motor normalizada IEC necessário) O motor deve ser desmontado. As peças do

O motor deve ser desmontado. As peças do acoplamento em plástico ou seja o elastómero

devem ser examinadas quanto a vestígios de desgaste. Se ultrapassar os valores limite indicados abaixo para os respectivos modelos e tamanhos de acoplamento, devem ser renovadas as peças do acoplamento em plástico, ou seja o elastómero. Atenção, utilizar apenas peças sobressalentes da mesma cor!

No acoplamento de garra (ROTEX ) deve medir-se a espessura dos dentes da coroa dentada do elastómero conforme figura 5-1. B min é a espessura mínima dos dentes permitida.

B m i n é a espessura mínima dos dentes permitida. Valores limite de desgaste para

Valores limite de desgaste para coroas dentadas do acoplamento

Tipo

R14

R24

R38

R42

R48

R65

R90

B

9,7

8,6

13,3

15,7

17,7

22,2

32,3

B

min

7,7

5,6

10,3

11,7

13,7

17,2

24,3

Figura 5-1: Medição desgaste da coroa dentada no acoplamento de garra ROTEX

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

5. Inspecção e Manutenção

Em acoplamentos dentados em arco o valor limite de desgaste é de X=0,8mm conforme figura 5-2.

valor limite de desgaste é de X=0,8mm conforme figura 5-2. manga cubo novo manga cubo Limite
manga cubo
manga
cubo

novo

manga cubo
manga
cubo

Limite de desgaste X=0,8mm

Figura 5-2: Medição desgaste do carreto dentado no acoplamento dentado em arco BoWex

Indicação: Se durante a verificação do acoplamento for detectado apenas um desgaste mínimo (25% do valor limite), é permitido prolongar os intervalos da verificação para o dobro, isto é 5000 horas de funcionamento e pelo menos cada ano.

Voltar a lubrificar Em algumas versões da caixa redutora (eixo de accionamento livre opção W, versões do agitador VLII e VLIII), está disponível um dispositivo de lubrificação. O mancal de rolamento exterior deve se lubrificado novamente com cerca de 20-25g de lubrificante através do bocal de lubrificação incluído. Tipos de lubrificante recomendados: Petamo GHY 133N (firma Klüber Lubrication).

Mudar sensores de lubrificação automáticos

Para isso a tampa do cartucho (2) deve ser desaparafusada(ver imagem 4-2). O sensor de lubrificação (5) é desaparafusado e substituído por um novo sensor (n.º de peça:283 0100). A seguir efectuar activação (ver cap. 4.2)!

0100). A seguir efectuar activação (ver cap. 4.2)! Mudar o óleo Nas figuras do cap 6.1

Mudar o óleo

Nas figuras do cap 6.1 estão representados, dependendo da forma o parafuso de descarga do óleo, o parafuso de nível do óleo e a união roscada da ventilação de pressão. Decurso dos trabalhos:

1. Colocar o recipiente colector debaixo do parafuso de descarga do óleo

2. Desaparafusar totalmente o parafuso de nível do óleo e o parafuso de descarga do óleo. Atenção Perigo devido a óleo quente!

3. Deixar sair completamente o óleo da caixa redutora.

4. Se o revestimento de protecção do parafuso de descarga do óleo ou parafuso de nível do óleo estiver danificado na rosca, deve utilizar um novo o bujão roscado indicador do nível do óleo ou limpar a rosca e humedecê-la com cola de fixação p.ex. Loctite 242, Loxeal 54-03 antes do aparafusamento. Caso o anel de vedação esteja danificado deve utilizar um anel de vedação novo.

5. Colocar anel de vedação, aparafusar o parafuso de descarga do óleo no orifício e apertar com o respectivo binário! (Binário de aperto do parafuso ver cap. 6.3)

6. Encher com óleo novo do mesmo tipo (ver placa de características, cap. 3.3 e 6.2) através do orifício do nível do óleo com o respectivo dispositivo de enchimento, até o óleo começar a sair do orifício do nível do óleo. (Pode encher-se com óleo através da união roscada da ventilação de pressão ou de um bujão roscado de escoamento, que se situa acima do nível do óleo.)

7. Deve controlar-se o nível do óleo pelo menos 15 min. após o enchimento e proceder- se como descrito no cap. 4.1.

5. Inspecção e manutenção 6. Anexo

5. Inspecção e manutenção 6. Anexo

5. Inspecção e manutenção 6. Anexo
5. Inspecção e manutenção 6. Anexo
5. Inspecção e manutenção 6. Anexo Indicação: Em caixas redutoras sem parafuso de descarga do óleo

Indicação:

Em caixas redutoras sem parafuso de descarga do óleo (ver cap 6.1) a mudança do óleo é desnecessária. Estas caixas redutoras são lubrificadas definitivamente. Indicação:

Engrenagens de dentes rectos padronizadas não têm qualquer parafuso de nível do óleo. Aqui enche-se com óleo novo através da união roscada da ventilação de pressão, e nomeadamente com a quantidade de óleo de acordo com a tabela seguinte.

 

Quantidades de óleo engrenagem de dentes rectos padronizada

   

Formas

 

Modelo

B3, B5, B5a, B6, B7, B8

V1, V3, V5, V6

SK0,

SK05

100

cm 3

150

cm 3

SK01,

SK015

250

cm 3

400

cm 3

SK20,

SK205

510

cm 3

700

cm 3

SK25,

SK255

700

cm 3

1000

cm 3

SK30,

SK305

800

cm 3

1400

cm 3

SK33,

SK335

1000

cm 3

1600

cm 3

SK010, SK0105

600

cm 3

650

cm 3

SK200, SK2005

1300

cm 3

1400

cm 3

SK250, SK2505

1400

cm 3

1500

cm 3

SK300, SK3005

1400

cm 3

1500

cm 3

SK330, SK3305

1500

cm 3

1580

cm 3

Revisão geral

Para isso a caixa redutora deve ser completamente desmontada. É necessário realizar os seguintes trabalhos:

todas as peças da caixa redutora devem ser limpas.

todas as peças da caixa redutora devem ser examinadas quanto a danos.

todas as peças danificadas devem ser renovadas todos os mancais de rolamento devem ser renovados

Bloqueios de retorno - caso existam - devem ser renovados todas as vedações, anéis de vedação do eixo e anéis Nilos devem ser renovados

de vedação do eixo e anéis Nilos devem ser renovados peças de plástico e peças do

peças de plástico e peças do elastómero do acoplamento do motor devem ser renovadas

A revisão geral tem de ser realizada numa oficina especializada com equipamento respectivo e por pessoal qualificado. Recomendamos que a revisão geral seja feita obrigatoriamente pela assistência técnica NORD.

6.1 Formas e manutenção

Em formas que não estejam especificadas prestar atenção ao desenho da documentação especial. (ver placa de características, cap. 3.3)

Explicação dos símbolos para as seguintes figuras das formas:

Ventilaçãodos símbolos para as seguintes figuras das formas: óleo Nível do do óleo Descarga B2000-PT www.nord.com

óleosímbolos para as seguintes figuras das formas: Ventilação Nível do do óleo Descarga B2000-PT www.nord.com -27-

Nível do

do óleodos símbolos para as seguintes figuras das formas: Ventilação óleo Nível do Descarga B2000-PT www.nord.com -27-

Descarga

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo
Engrenagem de dentes rectos B3+B5 V6+V3 B7+B5III SK 11E - SK 51E B6+B5II V5+V1 B8+B5I
Engrenagem de dentes rectos
B3+B5
V6+V3
B7+B5III
SK 11E -
SK 51E
B6+B5II
V5+V1
B8+B5I
B3+B5 B7+B5III V6+V3 SK 03 SK 13 SK 23 SK 33N SK 43 SK 53
B3+B5
B7+B5III
V6+V3
SK 03
SK 13
SK 23
SK 33N
SK 43
SK 53
V5+V1
B6+B5II
B8+B5I
B3+B5 V6+V3 B7+B5III SK 02 - SK 52 SK 62N B6+B5II V5+V1 B8+B5I
B3+B5
V6+V3
B7+B5III
SK 02 -
SK 52
SK 62N
B6+B5II
V5+V1
B8+B5I
B3+B5 B7+B5III V6+V3 SK 62 - SK 102 SK 63 - SK 103 B6+B5II V5+V1
B3+B5
B7+B5III
V6+V3
SK 62 -
SK 102
SK 63 -
SK 103
B6+B5II
V5+V1
B8+B5I
6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem de dentes rectos NORDBLOC

B3+B5 B7+B5III SK 320 SK 172 - SK 972 SK 273 - SK 973 V3+V6
B3+B5
B7+B5III
SK 320
SK 172 -
SK 972
SK 273 -
SK 973
V3+V6
V1+V5
B6+B5II
B8+B5I

Os bujões roscados indicadores do nível do óleo deixam de existir nos tipos de caixas redutoras SK 320, SK 172, SK 272, SK 372 assim como SK 273 a SK373 na categoria ATEX 3G e 3D. (ver placa de características, cap. 3.3) Os tipos SK 320, SK 172, SK 272, SK 372 bem como SK 273 e SK 373 têm na categoria 2G e 2D apenas um bujão roscado indicador do nível do óleo. Estes tipos de caixas redutoras possuem uma durabilidade de lubrificação controlável.

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem de dentes rectos padronizada

B3+B5 V6+V3 SK 0 SK 01 SK 20 SK 25 B7+B5III SK 30 SK 33
B3+B5
V6+V3
SK 0
SK 01
SK 20
SK 25
B7+B5III
SK 30
SK 33
V1+V5
B6+B5II
B8+B5I
B3+B5 V6+V3 SK 010 SK 200 SK 250 SK 300 B7+B5III SK 330 V1+V5 B8+B5I
B3+B5
V6+V3
SK 010
SK 200
SK 250
SK 300
B7+B5III
SK 330
V1+V5
B8+B5I

B6+B5II

Nas caixas redutoras deixam de existir os bujões roscados indicadores do nível do óleo nas categorias ATEX 3G e 3D. (ver placa de características, cap. 3.3)

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem plana

SK 1282, SK 2282, … SK 2382, SK 3382, …

,SK 9282, SK 10282, SK 11282 ,SK 9382, SK 10382, SK 11382, SK 12382

H5 H5 SK 2382 – SK5382 SK 1282 – SK5282 SK 6282 – SK11282 SK
H5
H5
SK 2382 – SK5382
SK 1282 – SK5282
SK 6282 – SK11282
SK 6382 – SK 12382
H1
SK 1282 – SK5282
SK 2382 – SK 5382
H2
H3
SK 6282 – SK12382
H4
H1
H2
SK 1282 – SK5282
SK 2382 – SK 5382
SK 2382 – SK5382
SK 2382 – SK5382
SK 2382 – SK5382
H6
H6
6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem plana

H5 SK 1382 NB
H5
SK 1382 NB
H2 SK 0182 NB SK 0282 NB SK 1382 NB SK 1382 NB SK 0282
H2
SK 0182 NB
SK 0282 NB
SK 1382 NB
SK 1382 NB
SK 0282 NB
H3
H6
H1 SK 1382 NB SK 0282 NB H4
H1
SK 1382 NB
SK 0282 NB
H4

Os bujões roscados indicadores do nível do óleo deixam de existir nos tipos de caixas redutoras SK 0182 NB, SK 0282 NB e SK 1382 NB na categoria ATEX 3G e 3D. (ver placa de características, cap. 3.3) Os tipos SK 0182 NB, SK 0282 NB e SK 1382 NB tem na categoria 2G e 2D apenas um bujão roscado indicador do nível do óleo. Estes tipos de caixas redutoras possuem uma durabilidade de lubrificação controlável.

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem cónica com fixação de base

V6

B3I

B8

V6

B3I

B8

B3 B6 SK 92072 SK 92172 SK 92372 SK 92672 SK 92772 V6 V5 B3I
B3
B6
SK 92072
SK 92172
SK 92372
SK 92672
SK 92772
V6
V5
B3I
B3

SK 9013.1

SK 9017.1

SK 9023.1

SK 9033.1

SK 9043.1

SK 9053.1

B6

V5

B8

B3

 

B6

SK 9012.1

SK 9016.1

SK 9022.1

SK 9032.1

SK 9042.1

SK 9052.1

SK 9062.1

SK 9082.1

SK 9086.1

SK 9092.1

 

V5

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo
Engrenagem cónica com flange de saída H1+B5I H6+V3 H4+B5 SK 92072 SK 92172 SK 92372
Engrenagem cónica com flange de saída
H1+B5I
H6+V3
H4+B5
SK 92072
SK 92172
SK 92372
SK 92672
SK 92772
H3+B5II
H5+V1
H2+B5III
H1+B5I H6+V3 H4+B5 SK 9012.1 SK 9016.1 SK 9022.1 SK 9032.1 SK 9042.1 SK 9052.1
H1+B5I
H6+V3
H4+B5
SK 9012.1
SK 9016.1
SK 9022.1
SK 9032.1
SK 9042.1
SK 9052.1
SK 9062.1
SK 9082.1
SK 9086.1
SK 9092.1
H3+B5II
H5+V1
H2+B5III
H1+B5I H4+B5 H6+V3 SK 9013.1 SK 9017.1 SK 9023.1 SK 9033.1 SK 9043.1 SK 9053.1
H1+B5I
H4+B5
H6+V3
SK 9013.1
SK 9017.1
SK 9023.1
SK 9033.1
SK 9043.1
SK 9053.1
H3+B5II
H5+V1
H2+B5III
6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem helicoidal de dentes rectos

 

B3

B3

 

B6

B6

V6

V6

 

SK 02040

SK 13050

SK 02050

SK 13063

SK 12063

SK 13080

SK 12080

SK 33100

SK 32100

SK 43125

B3I

SK 42125

B3I

 

V5

V5

B8

B8

 

H1+B5I

H1+B5I

 

H4+B5

H4+B5

H6+V3

H6+V3

 

SK 02040

SK 13050

SK 02050

SK 13063

SK 12063

SK 13080

SK 12080

SK 33100

SK 32100

SK 43125

SK 42125

 

H5+V1

 

H3+B5II

H3+B5II

H5+V1

H2+B5III

H2+B5III

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem helicoidal Minibloc

V5II B6II
V5II
B6II
B3
B3
SK 1S32- SK 1S63 SK 2S32NB – SK 2S63NB SK 1SU32 – SK 1SU63 SK
SK 1S32-
SK 1S63
SK 2S32NB –
SK 2S63NB
SK 1SU32 –
SK 1SU63
SK 2SU32NB-
SK 2SU63NB
SK 1SM31 –
SK 1SM63
SK 2SM40 –
SK 2SM63
B6 V5
B6
V5
B8 H1+B5I
B8
H1+B5I
H6+V1I SK 1S32- SK 1S63 SK 2S32NB – SK 2S63NB SK 1SU32 – SK 1SU63
H6+V1I
SK 1S32-
SK 1S63
SK 2S32NB –
SK 2S63NB
SK 1SU32 –
SK 1SU63
SK 2SU32NB-
SK 2SU63NB
SK 1SM31 –
SK 1SM63
SK 2SM40 –
SK 2SM63
H3+B5II
SK 2SU63NB SK 1SM31 – SK 1SM63 SK 2SM40 – SK 2SM63 H3+B5II H2+B5III H4+B5 H5+V1

H2+B5III

H4+B5 H5+V1
H4+B5
H5+V1
6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

Engrenagem helicoidal UNIVERSAL

SK 1SI31 – SK 1SI75

Anexo Engrenagem helicoidal UNIVERSAL SK 1SI31 – SK 1SI75 Figura 6- 1 : Posição para a
Anexo Engrenagem helicoidal UNIVERSAL SK 1SI31 – SK 1SI75 Figura 6- 1 : Posição para a

Figura 6- 1: Posição para a verificação do nível do óleo.

Para uma verificação do nível do óleo é necessário colocar a engrenagem ou o motor redutor na posição indicada na figura 6-1. Neste caso, poderá ser necessário desmontar a engrenagem ou o motor redutor. ATENÇÃO: A engrenagem ou o motor redutor, ainda quentes do funcionamento, devem repousar o tempo suficiente na posição indicada na figura 6-1, para o óleo assentar de modo uniforme. De seguida pode verificar-se o nível do óleo, conforme é descrito no capítulo 4.1. Nas categorias 2G e 2D os redutores possuem apenas um bujão de nível de óleo. Estes redutores possuem lubrificação permanente que pode ser monitorada. Os parafusos de nível de óleo não se aplicam na categoria ATEX 3G e 3D (ver placa de características, cap. 3.3).

SK 1SD31 – SK 1SD63 SK 2SD40 – SK 2SD63

H6
H6
H3
H3
H1
H1
3.3). SK 1SD31 – SK 1SD63 SK 2SD40 – SK 2SD63 H6 H3 H1 H4 H5
H4
H4
H5
H5
H2
H2

Estas engrenagens só podem ser utilizadas na categoria 3G e 3D.

6. Anexo

6. Anexo

6. Anexo

6.2 Lubrificantes

Numa

mudança

de

óleo

e

eventual

primeiro

enchimento

tem

de

ser

utilizado

obrigatoriamente

o

tipo

de

lubrificante

indicado

na

placa

de

características.

A tabela seguinte atribui o tipo de óleo para engrenagens indicado na placa de características da caixa redutora (ver cap. 3.3) às respectivas designações comerciais e nomes de produtos, que são permitidos. Isto significa que deve ser utilizado um produto correspondente, em função do tipo de óleo para engrenagens indicado na placa de características.

   

Shell

Omala 220

 

Shell

Omala 100

 

Shell Tivela

S 680

Shell Tivela WB Tivela S 220

       
 

--

--

--

--

     

Mobilgear 630

Mobilgear

XMP 220

Mobilgear:

627

XMP 110

Glygoyle

680

HE

Glygoyle

220

HE

 

-

-

--

--

--

--

Klüberoil GEM 1-220   Klüberoil GEM 1-100   Klübersynth GH-6-680 Klübersynth GH-6-220   Klübersynth

Klüberoil

GEM 1-220

 

Klüberoil

GEM 1-100

 

Klübersynth

GH-6-680

Klübersynth

GH-6-220

 

Klübersynth

GEM2-220

Klübersynth

6-680

Klübersynth

6-220

--

UH1

UH1

Tipo e nome do lubrificante de engrenagens

Tipo e nome do lubrificante de engrenagens Renolin CLP 220 Renolin CLP 220 Plus Renolin CLP

Renolin CLP 220

Renolin CLP 220 Plus

Renolin CLP 100

Renolin CLP 100 Plus

Renolin PG 680

Renolin PG 220

Plantogear 680 S

Plantogear 220 S

--

--

 
    Spartan EP 220 Spartan EP 220 -- Glycolube 220 -- -- -- --
 

Spartan

EP 220

Spartan

EP 220

--

Glycolube

220

--

--

--

--

Alpha SP 220 Alpha MW220 Alpha MAX 220 Alpha SP 100 Alpha MW 100 Alpha

Alpha SP 220

Alpha MW220

Alpha MAX 220

Alpha SP 100

Alpha MW 100

Alpha MAX 100

 

Alphasyn

220

 

Carelub

GES 220

   

--

PG

--

--

--

Energol 220 GR-XP   Energol 100 GR-XP   Enersyn 680 SG-XP Enersyn 220 SG-XP --

Energol 220

GR-XP

 

Energol 100

GR-XP

 

Enersyn 680

SG-XP

Enersyn 220

SG-XP

--

Biogear

220

SE

--

--

 
  Degol 220 BG BG 220 plus Degol BG 100 BG 100 plus Degol 680 GS

Degol

220

BG

BG 220 plus

Degol BG 100

BG 100 plus

Degol

680

GS

Degol

220

GS

--

Degol 220

BAB

--