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MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO

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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA PNEUMATIKOS-IETEP

Escola de Formação Teológica Kerigma Didaké (ISamuel:19:20)
www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO PALAVRA DO REITOR DO FAETEP MINISTÉRIO JOSÉ MÁRCIO LACERDA Prezados Ministros, Professores e Líderes (Discipuladores) A Paz do Senhor Jesus seja convosco. Estamos vivendo tempos de fome espiritual, onde heresias têm procurado se instalar no seio da Igreja; Deus levantou o projeto para um grande avivamento espiritual. Não basta apenas termos talentos naturais ou compreensão das conseqüências das crises que o mundo atravessa. Precisamos,exercer influências com nosso testemunho perante os que dispomos a ensinar a Palavra de Deus. é muito importante porque nos dará ampla visão da teologia Divina, atrairá futuros líderes ao aprendizado e criará um ambiente mais espiritual na nossa Igreja (Koinonia). Aprendizados errados geram desastres e resistência à Obra de Deus. Somente o correto de forma correta leva ao sucesso, na consciência e submissão ao Espírito Santo que rege a igreja. Temos que combinar estratégias de ensino com o nosso caráter revelado em nossas vidas; devemos incentivar a confiança dos alunos na Escritura, com coerência e potencial. Temos capacidade, em Deus, de mudarmos o mundo, começando do mundo interior das consciências humanas dos alunos, que se tornarão futuros evangelizadores capacitados na Bíblia. Tome esta certa decisão: Estude, antes, o material, reúna seus alunos, apresente os planos de aula, dê um tempo para refletirem, divulgue a doutrina, em conjunto, como facilitador do processo educacional, tranqüilize e encoraje os outros a fazerem parte de novas turmas. Não preguemos a verdade para ferirmos os outros ou para destruir, mas para ajudar e corrigir as almas,com amor, esperando que Deus lhes conceda o entendimento do Reino dos Céus. Como facilitador da visão de ensino, conheça os quatro pilares da Educação: 1) Aprender a Conhecer: -Tenha a humildade de saber que não sabes tudo; Seja competente, compreensivo, útil, atento, memorizador e informe o assunto de forma contextualizada com a realidade atual. 2) Aprender a fazer: -Seja Preparado para ministrar as aulas, conhecendo a matéria previamente, estimulando a criatividade dos alunos, preparando-os para a tarefa determinada de Jesus de serem discípulos. 3) Aprender a Viver juntos: -Estimule a descoberta mútua entre os alunos da Palavra de Deus, em forma de solidariedade, cooperativismo, promovendo auto-conhecimento e auto-estima entre os alunos, na solidariedade da compreensão mútua; o objetivo do curso não é apenas ter conhecimento, mas “ser cristão”. 4) Aprender a Ser: -Resgate a visão holística (completa) e integral dos alunos, preparando-os para integrarem corpo, alma e espírito com sensibilidade, ética, responsabilidade social e espiritualidade, formando juízo de valores, levando-os a aprenderem a decidir por si mesmos, com a ajuda do Espírito Santo. Lembrem-se de que a primeira impressão é a que fica marcada na consciência. Temos que ser perceptivos, hábeis para lidar com as dúvidas, sem agressões, procurando soluções com base bíblicas sem fundamentalismo de usar textos sem contextos por pretextos de posicionamentos individuais. Estimule os alunos, com liberdade de pensamento para terem respostas. Tome comum a mensagem, filtrando os resultados no bom-senso. Seja amável, compreensivo, sincero, sem ter uma visão exclusivista do seu ponto de vista, em detrimento da Palavra de Deus, que sempre é o referencial. Agradecemos a Deus, aos amados Líderes e aos alunos por seu interesse. Deus vos abençoe. SINCERAMENTE, Gabinete do Reitor do FAETEP/DF

PB.: JOSÉ MÁRCIO LACERDA REITOR DA FAETEP BACHAREL EM TEOLOGIA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS E-MAIL: ministériojosemarcio@gmail.com

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO ÍNDICE A ordem nos cultos...................................................... Direção de um culto .................................................... Culto de oração............................................................ Culto de doutrina ........................................................ Culto em ação de graças.............................................. Cultos ao ar livre (evangelismo).................................. Celebração da Ceia do Senhor...................................... Unção com óleo .......................................................... Batismo em águas........................................................ Separação (ordenação) de obreiros .............................. Natal............................................................................ Celebração de casamento ............................................ Bodas de ouro ou de prata............................................ Apresentação de crianças ............................................ Colação de grau na igreja............................................ Despedida de obreiro para o campo.............................. Despedida e passagem de pastorado ............................ Noivado ...................................................................... Celebração de quinze anos .......................................... Funeral........................................................................ Lançamento da pedra fundamental.............................. Inauguração ................................................................ Solenidades cívicas no Templo.................................... A bênção apostólica .................................................... Cerimônia de casamento O batismo Recepção de novos membros A Santa Ceia Dedicação de crianças Ação de graças por aniversário de quinze anos Ministério aos enfermos O culto fúnebre Dedicação de templo Apresentação de obreiros da igreja local Ordenação de ministros Bodas de prata Bodas de ouro

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MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO A todos os que desejam fazer o melhor na causa de Cristo, e que com efeito se lançam a essa tarefa, visando tão-somente à glória de Deus, dedicamos este trabalho.O modesto trabalho que ora colocamos à disposição do numeroso corpo de obreiros da seara do Mestre, os quais efetivamente exercem o santo ministério, praticando os mais variados atos cerimoniais, não foi escrito com a finalidade de criar padrões éticos ou estatuir normas a serem observadas dogmaticamente, antes visa tão-somente a oferecer algumas opções sobre celebrações comuns no dia-a-dia do obreiro evangélico, que, não raras vezes, se encontra em apuros, desejoso mesmo de ter em mãos um roteiro para o ofício sagrado que vai administrar.Tais circunstâncias podem ocorrer, seja por ser o ato a celebrar uma experiência nunca antes realizada pelo obreiro • fato tão comum na vida ministerial; ou por falta de tempo para pesquisar e preparar adequadamente o modo de realizar a cerimônia.O conteúdo deste pequeno manual é fruto da orientação do Espírito de Deus que nos encaminhou à observação das necessidades tão freqüentes nas igrejas evangélicas, muito especialmente, naquelas situadas em locais onde não foi possível chegar ao aprimoramento cultural teológico, perdurando métodos cerimoniais, que, olhados no seu aspecto estrutural e formal, são totalmente descabidos nos nossos dias; aliás, muitos deles nunca foram aceitáveis, nem cultural, nem biblicamente.Não queremos aqui denunciar gafes, nem defeitos, nem qualquer aspecto negativo do labor ministerial alhures em todo o nosso vasto campo evangelístico, mas desejamos, com a ajuda de Deus, ajudar aqueles companheiros que, com humildade, resolverem fazer uso das sugestões que neste sucinto trabalho oferecemos.Se os amados companheiros se sentirem compensados com o que aqui se oferece, sentir-nos-emos altamente gratificados e agradecidos a Deus por nos haver direcionado na elaboração deste pequeno tratado.Vem muito a propósito o livro de autoria do pastor Temóteo Ramos • ''Manual de Cerimônias''.É uma necessidade premente que as Assembléias de Deus no Brasil possuam uma norma para a celebração do seu cerimonial.O conjunto ora apresentado não se constitui de normas rígidas, mas flexíveis, que podem ser adaptadas a determinadas ocasiões e situações. Entretanto, a prática nos ensina não ser conveniente o afastamento alongado dos padrões oferecidos, para que não degenere em novos padrões que destruam a unidade que deve existir do nosso Movimento Pentecostal.O autor, nosso companheiro no pastorado da Assembléia de Deus em São Cristóvão, é uma pessoa culta, inteligente e observador a, qualidades que, aliadas à sua condição de dedicado homem de Deus, só poderiam produzir uma obra de alto quilate, como apresente. As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da Tradução de João Ferreira de Almeida, publicada pela Editora Vida.Túlio Barros Pastor Presidente da AD em São Cristóvão. A ordem nos cultos É lamentável ver em muitas igrejas, às vezes em igrejas grandes e conhecidas, conversas e cochichos sem fim nos cultos públicos, e o motivo disso é, principalmente, porque o mau exemplo vem do púlpito, onde pastores, presbíteros, etc, julgam-se com o direito de cochicharem uns com os outros e até mesmo durante a entrega da mensagem. Isso constitui falta grave. O culto deve ter louvores a Deus, e pode ter línguas estranhas; pode mesmo ter profecia (ainda que o profeta deve lembrar-se de que não é obrigado a transmitir num lugar não adequado a mensagem que recebe, podendo retê-la para ocasião oportuna, pois "os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas'')* Sim, muitas coisas gloriosas de que temos exemplo na Escritura podem acontecer no culto público, inclusive curas, milagres e maravilhas. Mas no culto público não deve haver falatórios e cochichos nem no púlpito nem na congregação.A mensagem que o pregador leva é por vezes gravemente prejudicada pelos falatórios e cochichos, pelo andar de crianças nos corredores, pelo chorar de crianças, pelo vaivém de muitos entrando e saindo do recinto do templo sem necessidade, pela formação de bloquinhos nos corredores e por outras irreverências tão lamentáveis. E dever dos diáconos reprimir energicamente tais procedimentos, e cabe ao pastor da igreja fiscalizar para que a ordem seja mantida.Uma mensagem tem mais poder e o pregador sente-se muito mais ungido quando a igreja está quieta, cada um em seu lugar, louvando e glorificando a Deus, e pedindo que o Senhor abençoe o pregador e a mensagem, para que tenha poder e encha o coração dos pecadores presentes.A igreja deve ser regularmente instruída a manter ordem no culto público, e o pastor deve determinar aos diáconos e auxiliares a respeito.A ordem nos cultos é essencial ao progresso espiritual da igreja e ao bom conceito do pastor. Uma igreja cujos cultos se realizam em desordem dá má impressão aos visitantes e mesmo aos membros que compreendem as coisas de Deus, revela um pastor descuidado e não alcança o desejado progresso espiritual. Direção de um culto Todos sabemos que o culto divino deve ser orientado pelo Espírito Santo, e consideraríamos uma temeridade se houvesse nestes escritos a pretensão de tomar para o homem prerrogativas que são exclusivas do Senhor. Cabe-nos, no entanto, dizer que o Espírito de Deus usa, para todos os atos que se praticam na igreja, o homem que se coloca à sua
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO disposição. Émaravilhoso notar que somos instrumentos do Espírito, e é do agrado do Senhor que os seus servos estejam devidamente informados sobre qualquer procedimento nas atividades que a cada um têm sido conferidas.1)A direção de um culto, como já aludimos, cabe prioritariamente ao Espírito Santo, não resta dúvida, mas a participação humana é indispensável. O elemento humano na direção de um culto a Deus precisa estar primeiramente em sintonia com o Espírito Santo. A prática e os métodos que apresentamos aqui são de grande importância, porém não afastam o dirigente do culto de manter-se, em todos os momentos do seu ofício, em total dependência do Senhor.Dirigir um culto requer muita responsabilidade, porque, neste ato, se está trabalhando com matéria-prima do Céu, alimento do Céu, que se distribui com os famintos espirituais. A meta de quem dirige um culto nunca pode ser a de cumprir um anseio humano nem de encontrar uma oportunidade para expor os frutos do eu e da vaidade, mas, sim, fazer tudo para glorificar o nome do Senhor.No que concerne à concepção humana, damos aos cultos variados títulos e destinações. Culto público Consideraremos em primeiro lugar o que é conhecido por todos nós como o CULTO PÚBLICO, que é o ofício sagrado que permite a todas as pessoas participarem. Normalmente, o chamamos de culto evangelístico ainda que nem todo culto evangelístico tenha caráter público; como quando é celebrado em local privado (residência ou outro lugar onde não é permitido o ingresso de todos). Roteiro A direção do culto público obedece geralmente à seguinte ordem, se o Espírito Santo não dispuser em contrário: 1. Inicia-se com oração (o espírito da oração deve permanecer em todo o culto). Na oração inicial, deve-se agradecer a Deus pelo privilégio de cultuá-lo naquele instante e suplicar a sua ajuda e direção para os trabalhos que terão lugar no culto: louvores, mensagens, testemunhos, pregação, etc. 2. Os hinos devem ser escolhidos, de acordo com a mensagem a ser transmitida, de modo que preparem o caminho para a pregação e despertem interesse pelo culto no coração dos presentes. Os hinos devem ser bem dirigidos, de preferência por alguém que saiba música e tenha boa voz para cantar, mesmo que não seja o dirigente do culto. Se houver muitos corais ou conjuntos participando, deve-se limitar o número dos cânticos pela Congregação ao mínimo possível. 3. Após a oração inicial e a entoação de um hino pela Congregação, far-se-á a leitura bíblica oficial, pedindo sempre a ajuda do Senhor para trazer um texto que contenha no seu bojo uma mensagem clara que, de plano, seja compreendida pelos ouvintes, e produza efeitos espirituais imediatos em seus corações. Esta leitura geralmente é feita pelo dirigente do culto ou por alguém por ele designado. Aconselha-se não conceder esta oportunidade a quem não saiba ler com reverência, ou que leia muito ligeiro, ou sem coordenação das frases, ou que não tenha prática de ler em voz alta, em público.A leitura responsiva com a igreja, quando possível, tem produzido resultados exuberantes, pois, através desta prática, toda a Igreja tem oportunidade de participar da Palavra. 4. Feita a leitura, far-se-á outra oração na qual todos os pedidos serão apresentados, bem como se dará graças ao Senhor por seus favores. Esta oração não deve ser muito longa, porém cheia de fé e sabedoria. 5. Normalmente, nos cultos públicos temos visitantes: obreiros, crentes vindos de outras igrejas, e também inconversos. É da maior importância apresentar os visitantes, pois isso fará com que se sintam em ambiente familiar, facilitando a sua integração no momento do culto, do qual participarão com maior calor espiritual e fraterno. Além do mais, levarão consigo uma excelente impressão e bom testemunho dos bons modos do dirigente do culto e da igreja visitada e, sem dúvida, desejarão voltar para sentirem o mesmo ambiente espiritual e cristão. 6. É conveniente que todos os corais e conjuntos musicais que estejam no culto apresentem os seus programas, tendo-se, porém, cuidado para que os cânticos não ocupem parte do tempo necessário à mensagem da Palavra de Deus. Não devemos subestimar os cânticos, pois são parte inseparável do culto, mas também não devemos sublimá-los descomedidamente a ponto de prejudicar o horário destinado à mensagem. Quando da apresentação dos cânticos, o ofertório entra como parte de grande importância no culto. Convém anunciar que os visitantes não têm a obrigação de contribuir, porém podem fazê-lo, se assim o desejarem. 7. Uma vez cumprida esta parte (louvores), a mensagem final deve ter lugar oferecendo-se ao pregador o tempo suficiente para desenvolver o seu tema, que deve ser relativo à salvação • assunto indispensável num culto público. 8. Após a mensagem oficial, salvo direção do Espírito Santo, não se deve fazer outra coisa senão o convite aos pecadores. O cântico (corais, conjuntos, etc), geralmente tira a mensagem da mente do ouvinte, a menos que o hino esteja em harmonia com o tema da pregação e faça parte do apelo. Feito o convite, far-se-á oração pelos que se entregarem, se houver decisões. É conveniente sempre, antes da oração em favor dos neoconversos, dirigir-lhes uma palavra, fazendo-os mais cônscios do passo que estão dando e da importância do ato. Os novos convertidos devem ser levados a um local apropriado para, por pessoas habilidosas e capazes, receberem as primeiras instruções.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 9. Geralmente, no fim de cada culto, há anúncios a serem feitos. Deve-se ter o maior cuidado para que o término do culto não se tome desagradável com avisos demorados e incompatíveis com o momento. (Esses avisos podem ser feitos em outra ocasião.) 10. A conclusão oficial do culto geralmente é a oração final seguida pela bênção apostólica, matéria que consideraremos em capítulo isolado. Tempo Deve-se considerar que um culto regular não deve ser de mais de duas horas de duração. Um culto prolongado cansa os assistentes; as crianças começam a chorar e os pecadores a sair antes do convite, salvo se o prolongamento do culto se der por ação direta do Espírito Santo.O que neste capítulo apresentamos oferece critérios mais compatíveis com a boa ética ministerial. Os nomes e endereços dos que se entregarem devem ser cuidadosamente anotados, a fim de que a comissão de visitas e assistência aos novos convertidos possa cuidar deles. Culto de oração O culto de oração é essencialmente para crentes. Muito poucas vezes a presença de pessoas não-convertidas nele se admite. O cuidado na direção dos cultos de oração é um imperativo de primeira ordem. Esses cultos se destinam a buscar o povo de Deus solução para os seus problemas. Neles se fazem pedidos e muitas vezes angustiosos, mas a ordem deve ser observada.Nesta classe de cultos, onde temos a oportunidade de desfrutar, de forma mais profunda, da presença de Deus e de manifestações dos dons espirituais, revelações, etc., há também a possibilidade de estarem presentes pessoas desajustadas, tanto espiritual como mentalmente, as quais querem externar sentimentos que só contribuem para produzir mal-estar e dúvidas naqueles que não são ainda dotados de experiências e discernimento suficiente que lhes possibilite julgar o que acontece. Para evitar que tal ocorra, o dirigente deve ter cuidado, orientando o trabalho de forma inteligente e ensinar como se devem conduzir os participantes do culto. O dirigente deve também instruir os crentes a orarem com fé, mas também com objetividade, isto é, conduzindo o tema da oração para um alvo. Ensinar que a unanimidade na oração é da maior importância quando há um motivo em comum que atinja a todos.Nos cultos de oração, os cânticos, testemunhos e mensagens não devem ser longos, já que o maior tempo do culto é destinado a oração. A celebração destes cultos, por sua natureza privada, deve ser em local fechado, porém, ventilado.Dependendo do horário e local, é importante que se recomende baixar o volume da voz, sem com isso limitar a liberdade no espírito. O tempo para cada período de oração deve se ajustar às condições do local e à disposição dos assistentes. Aconselha-se um período máximo de uma hora, não se fazendo desta recomendação uma regra infalível.Se o culto de oração é uma vigília, então se devem adotar critérios próprios, a fim de que não se torne uma tarefa puramente enfadonha. Os períodos de oração deverão ser intercalados com louvores, testemunhos inspirados. Esses testemunhos devem ser de preferência conhecidos do dirigente, para evitar que o tempo seja tomado com estórias que nada têm de proveitoso.As vigílias devem ser realizadas em locais onde o povo de Deus ore sem a preocupação de estar incomodando a vizinhança, porém se tal não é possível, não será por isso que se vai deixar de buscar a Deus em ato congregacional durante as caladas da noite; basta orientar cuidadosamente os fiéis para os momentos de oração, fazendo-lhes ver que o local não é muito próprio para fazer grande ruído.Nos cultos chamados de oração, normalmente vão ou são levadas pessoas com os mais diferentes problemas espirituais, morais, físicos, materiais. Essas pessoas devem ser tratadas com especial atenção, não se permitindo que as suas esperanças sofram arrefecimento, se forem legítimas, e outro tanto de cuidado deve ser empregado para que não sejam nutridas esperanças no próprio culto de oração, no dirigente ou em qualquer ser humano, mas que cada necessidade fique, por fé, nas mãos do Senhor Jesus. Outrossim, todo o povo de Deus deve participar nas intercessões e nos momentos de louvor e agradecimentos.Neste ponto julgamos oportuno alertar que o batismo com o Espírito Santo é uma dádiva de Deus. Jesus disse: "Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco" (Jo 14.16). Logo não é produto de esforço ou da virtude de alguns que, inadvertidamente, entram nas prerrogativas divinas e com sacudidelas, gestos, línguas estranhas forjadas, etc, querem fazer crer que as pessoas foram batizadas com o Espírito Santo. Tais práticas são antibíblicas; portanto, devem ser rejeitadas por todo o servo de Deus fiel e prudente. Orar para que o milagre do batismo com o Espírito Santo aconteça é cabível biblicamente, mas nunca nos esqueçamos de que quem batiza com o Espírito Santo e com fogo é o Senhor Jesus.Nos cultos de oração, todos os assuntos podem ser apresentados ao Senhor, salvo quando houver algo de muito particular, que não possa vir ao conhecimento público. Todo o povo de Deus que estiver participando no culto de oração deve ser instruído a apresentar os assuntos a Deus de forma ordenada, unânime e inteligente, evitando-se, assim, as divagações e as vãs repetições. É glorioso sabermos que temos um Mestre que nos ensina a orar, fiquemos aos seus pés, Ele nos conduzirá a bom termo nas nossas orações, para glória de Deus. Textos próprios para cultos de oração: Isaías 56.7; Zacarias 11.1-13; Mateus
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É notório que na igreja em Jerusalém todos "unânimes levantaram a voz a Deus", mas também devemos meditar seriamente no fato de que, apesar de haverem unânimes levantado a sua voz a Deus, todos ouviram o que se dizia (At 4.24,31) e a oração foi tão poderosa, que, “tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos, e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra do Senhor".O dirigente de um culto de oração tem de ter o espírito de discernimento, para julgar as profecias, conforme 1 Coríntios 14.29. Aliás, é nesse capítulo que encontramos (versículos 26 a 33) o seguinte tópico: "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. E se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. E falem dois ou três profetas, e os outros julguem, mas se a outro, que estiver assentado, for revelado alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podeis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas, porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos".O dirigente não pode deixar que a desordem impere no culto de oração, sob pretexto de não entristecer alguém: ele tem responsabilidade diante de Deus e da própria igreja. Acreditamos que a profecia só se realiza quando é em verdade uma mensagem divina. Uma "profecia" que não é mensagem divina pode ser até constituída de palavras muito agradáveis, por ser a pessoa que a profere um crente sincero, que agora se deixa enganar, pois não está transmitindo, como pretende, uma mensagem divina, mas uma mensagem de si mesma, o que não constitui profecia. Profecia é a fala de Deus ao homem e não a fala do homem ao homem, embora o homem que a profere, fale boas palavras, por ser um crente sincero. Para se conhecer se a mensagem é de Deus (uma profecia) duas coisas se fazem necessárias: a) que a profecia não contrarie qualquer norma estabelecida na Bíblia Sagrada; se contrariar, de início deve ser cortada pelo dirigente, pois não procede do Espírito Santo; b) que a profecia não pretenda estabelecer normas na igreja, pois, se a profecia fosse para isso, teríamos de colecionar todas as profecias normativas e acrescentá-las à Bíblia, uma vez que seriam PALAVRA DE DEUS. A profecia também não é para resolver casos pendentes, já conhecidos do "profeta". A profecia revela o que é oculto, o que ninguém conhece. A profecia é, principalmente, para "edificação, exortação e consolação" (v.3). No entanto, se a profecia predisser acontecimento futuro, ela pode estar certa. Mas, nesse caso, precisa ser provada e a prova é a realização do acontecimento predito. Se não se realizar, não veio de Deus e a pessoa que "profetizou" é uma impostora, apenas. Culto de doutrina Conceito: Doutrinar é ensinar algo a uma pessoa, tornando-a conhecedora de normas, princípios, etc. O conceito de doutrina na nossa ordem, Assembléia de Deus, é ensinar de forma dogmática, isto é, aquilo que se ensina é fixado na igreja como padrão de conduta para todos os crentes, são as doutrinas bíblicas. Sabemos que há um variado número de conceitos sobre doutrina e até certos costumes (alguns ótimos), receberam a classificação de doutrina, mas, na realidade, continuam sendo apenas bons costumes adotados na igreja e que fazem bem ao crente que os observa.Temos feito esta breve introdução, mas o que pretendemos dizer neste ponto é que o culto chamado de doutrina é da mais alta importância para o crescimento espiritual da igreja. Logo é fator que exige maior grau de responsabilidade de quem tem a direção, especialmente se vai fazer uso da Palavra para doutrinar.É possível que um obreiro dirija o culto e outro entregue a Palavra doutrinária à igreja, mas é sabido por todos que ao pastor da igreja ou ao seu preposto imediato é que cabe tal função nos dias para isso designados. Sendo assim, o dirigente do culto nunca deve passar esta responsabilidade para outra pessoa, a menos que seja algo já combinado, sem prejuízo para a congregação.Nos cultos de doutrina, não há necessidade da atuação de corais, conjuntos musicais, etc. Um período de oração é o melhor preparo para o momento doutrinário, contudo a maior parte do tempo deve ser ocupada com a exposição da Palavra.Vamos lembrar que o ato de doutrinar difere do de pregar um sermão, não havendo necessidade de gestos e tom de voz que são mais próprios para um culto público de cruzada evangelística.Também não devemos fazer do culto de doutrina uma oportunidade para cochilos no templo. O culto deve ser vivo, dinâmico, alegre como todos os cultos. A participação dos presentes, em todos os momentos, é cabível, lendo algum texto, respondendo a alguma pergunta feita pelo doutrinador que,
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO normalmente, é o próprio dirigente do culto.Nos cultos de doutrina ensinamos os crentes a assumirem uma conduta honesta, fiel, santa e pura em toda maneira de viver, e a melhor maneira de imprimir tais ensinamentos é demonstrar essa conduta na condução do culto, a partir do início, observando a hora de começar o trabalho, etc. Ensinar uma coisa que não se vive não tem sentido. Todo o doutrinador tem a obrigação de viver aquilo que ensina. Há um outro cuidado que se deve ter quanto ao culto de doutrina: é não permitir que ele se torne uma oportunidade para o doutrinador usar todo o seu ímpeto, aplicando a mensagem com "pauladas", “'chicotadas", etc. O culto de doutrina é a maior bênção para o crescimento firme da igreja. Vamos, pois, ter zelo na sua condução, para a glória de Deus. Culto em ação de graças Muitos são os motivos que levam o povo de Deus a celebrar um culto em ação de graças. Essa iniciativa tem respaldo bíblico, pois que a Palavra de Deus nos aconselha, reiteradas vezes, a sermos agradecidos e é muito importante que a alegria que ocupa o coração do crente que recebeu uma bênção especial de Deus seja compartilhada com os demais, e todos alegremente glorifiquem a Deus.O dirigente dos cultos em ação de graças precisa ter certa habilidade, em razão dos diferentes momentos, locais, motivos, etc, para esse culto. Às vezes, o culto obedece a um certo programa previamente elaborado pelo interessado. Em tais casos, o dirigente deve acautelar-se, não ficando indiferente a esse programa, mas tendo cuidado de examinar todos os atos a serem praticados no culto, a fim de evitar que alguma aberração prejudique o sentido espiritual do evento. Outras vezes o local onde se realiza o culto exige maior prudência por parte do dirigente, tanto no que se refere a oportunidades que faculte, como em duração do trabalho. E quanto ao motivo ou motivos, é sábio que o culto alcance o seu objetivo e que o fato gerador da ação de graças seja focalizado dentro do cabível durante as solenidades, para que justifique a celebração e testifique do poder e da misericórdia do nosso Deus. Como todo culto, este também deve ter o seu início e conclusão com oração. Quando o culto é por aniversário ou êxito alcançado por algum empreendimento, é oportuno que se parabenize a pessoa que alcançou a bênção e se faça uma oração especial de agradecimento. Nota importante para a direção do culto 1. Queremos lembrar, com apoio bíblico, que há entre nós um respeito àqueles que ocupam cargos mais honrosos; portanto, quando o obreiro que está dirigindo o culto recebe visita de algum outro obreiro nessa posição, a ele deve passar a direção do culto, observando-se o seguinte: a) O obreiro para quem se vai passar a direção do culto deve ser do mesmo ministério e igreja a que pertence o que está na direção. b) Nunca se passa a direção de um trabalho a um obreiro desconhecido, mesmo que venha com recomendação. c) Quando o obreiro que recebe a direção do trabalho achar oportuno, deve deixar que a direção continue com quem lha transferiu. d) Se a direção é específica, não cabe ser passada. Exemplo: a realização de uma tarefa designada pelo pastor da igreja que de forma expressa determinou que fosse cumprida por determinado obreiro. Neste caso, o obreiro não deve passar a direção ou oportunidade, pois que é uma missão pessoal e específica. e) Também na direção de um culto, deve-se ter o cuidado de não oferecer oportunidade a um obreiro de função menos elevada do que a daquele que falou. Ex.: o diácono após o presbítero, etc. Estas recomendações não são rígidas, mas as deixamos aqui consignadas a bem da boa ordem. Alguns textos bíblicos apropriados para um culto em ação de graças: Salmo 103.1-5; 1 Tessalonicences 5.18; Colossenses 3.15-17; Salmo 116.12-14; 1 Timóteo 1.12 (ordenação); 1 Coríntios 29.10-14; Salmo 106.1-3; Efésios 5.20; Salmo 105.1-5. Culto ao ar livre (evangelismo) A evangelização é a mais importante tarefa da Igreja do Senhor aqui na terra. O culto ao ar livre é uma excelente forma de cumprirmos a nossa missão evangelizadora. Tem sido, entre nós, fator de grandes bênçãos para a igreja no que tange ao seu crescimento numérico; logo, o ar livre não pode ser deixado à mercê de quem não tem o mínimo de orientação e sabedoria para conduzir o culto a bom termo. Todo o dirigente de um ar livre deve observar o seguinte: a) Formar sua equipe ou grupo de cooperadores orientando os seus integrantes como proceder quando se acharem no trabalho. (A prudência no falar, o tema que irão abordar, o contato com as pessoas, a distribuição de literatura, e o comparecimento no horário e local indicados, etc, são temas que devem ser ensinados.) b) Dar sempre ciência dos seus atos e resultados do trabalho ao pastor da igreja. c) Cooperar na consolidação do trabalho feito, utilizando sua equipe neste importante serviço. d) Distribuir os trabalhos, determinando com amor e muito tato as tarefas que cada participante terá de cumprir.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO e) Sempre que possível, conhecer o conteúdo do tema do que vai ser apresentado por alguém que pediu a oportunidade, isso para evitar que aberrações tenham lugar durante o trabalho. f) Cuidar que o culto não se prolongue mais que o necessário. g) Fazer sábia escolha dos hinos a serem cantados e do texto a ser lido. h) Nunca levantar ofertas ou mesmo falar em dinheiro no trabalho de ar livre. i) Procurar sempre conduzir os trabalhos com muita sabedoria, mantendo o domínio do Espírito numa total dependência de Deus. Os cooperadores do ar livre Cabe a quem vai cooperar no ar livre observar o seguinte: a) Conservar o seu grau de preparação espiritual e natural sempre crescente. b) Seguir as orientações dadas pelo dirigente do trabalho. c) Cumprir com fidelidade a tarefa que lhe foi confiada: orar, testemunhar, cantar, pregar, ler a Palavra, fazer apelo, etc. d) Não exceder-se no tempo que lhe foi permitido usar. e)Ter cuidado e estar na dependência de Deus para a escolha e apresentação do tema que usará para anunciar a salvação na pessoa de Jesus. f) Não fazer referência a pessoas públicas, autoridades civis, militares, eclesiásticas, a menos que sirva para engrandecer o nome do Evangelho, mas tudo sem agressões ou afrontas. g) Não atacar religião alguma, mas anunciar o perdão em Jesus Cristo. h) Não insultar nem desafiar demônios, provocando-os, o que sempre perturba o trabalho. (A Bíblia manda-nos resistir ao Diabo e não provocá-lo • Tg 4,7.) i) Ajudar na consolidação do trabalho realizado. j) O obreiro deverá se apresentar o melhor possível não comparecendo perante o público com a sua roupa em desalinho e com aspecto não recomendável a quem trabalha no mais importante serviço confiado aos homens. Celebração da Ceia do Senhor A Ceia do Senhor é um memorial neo-testamentário que representa a mais sublime festa da igreja aqui na terra. Foi estatuída por Jesus para que os seus servos sempre que a celebrem tenham renovada a memória dos seus padecimentos na cruz do Calvário. É um ato por demais solene, e quem o oficia precisa ter o pleno conhecimento bíblico acerca dele. A instituição da Ceia teve lugar no período pascal, ou seja, quando o povo judeu ia, como rito, celebrar a Páscoa. O Mestre querido já antevia o momento do seu sacrifício na cruze, as sim como a celebração da Páscoa era um memorial para os judeus com relação à libertação que Deus lhe concedera, tirando-os do Egito, a Ceia representa para os seguidores do divino Nazareno um memorial que fala da gloriosa, incomparável e eterna libertação que Deus em Cristo outorgou à Igreja. Paulo disse: "até que venha", precisamente até que Ele venha devemos comemorar os seus padecimentos que representam o alto preço pago para redimir-nos dos nossos pecados.A direção do culto de Santa Ceia requer o máximo de reverência. O oficiante deve cuidar de que todos os comungantes estejam total e devotadamente voltados para o ato, não permitindo que outros misteres alheios à Ceia tenham lugar. Durante a celebração, pode-se permitir ao povo de Deus dizer versículos bíblicos, e é um bom costume nas Assembléias de Deus no Brasil. Cânticos congregacionais poderão ser entoados. A atuação de conjuntos corais, e musicais é cabível durante a distribuição dos elementos. Nunca se pode interromper a Ceia com testemunhos, coleta de ofertas, anúncios de qualquer natureza, ou qualquer outro assunto, para que as atenções não sejam retiradas de tão sublime ato. Passos para o ofício 1. Leitura bíblica de um texto que fale do ato: Mateus 26.26; Marcos 14.22-26; 1 Coríntios 11.23-32, etc. Após a leitura, é conveniente uma ligeira explanação sobre o ato, levando os fiéis a uma conscientização do que vão participar e como vão fazê-lo. 2. Após a explanação, far-se-á a consagração do pão com uma oração com toda a igreja. Dizer o que representa o pão à luz da Palavra de Deus é de suma importância, pois no nosso meio sempre temos novos crentes. O pão, dentro dos nossos costumes, deve ser partido logo após a oração. O oficiante citará o texto bíblico: "E, havendo dado graças, o partiu". No partir do pão, ministros em número necessário poderão ajudar havendo, inclusive o oficiante, antes lavado as mãos para demonstrar boa higiene. Durante o partir do pão se poderão ouvir louvores. 3.O oficiante iniciará a entrega das bandejas aos diáconos, que já deverão estar dispostos em boa ordem para o trabalho. É importante que se instrua os ministros auxiliares a não darem passos na frente do oficiante para não parecer desrespeito

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Observação: Queremos lembrar que o dito acima é o que achamos mais próximo do simbolismo bíblico, inclusive quando se deseja dar uma interpretação literal à recomendação de Paulo em 1 Coríntios 11, contudo, não desprezamos aqueles que, por costume herdado, fazem de maneira diferente, isto é, já levam o pão cortado. Mas, com todo o respeito, queremos dizer, que a forma acima exposta é mais segundo a Bíblia; portanto, mais original e reverente. Acrescentamos ainda que não pretendemos introduzir mudanças forçadas nas igrejas cujos dirigentes procedem de forma diferente da que sugerimos e seguimos. Mas sempre procuramos ficar o mais ligado possível ao simbolismo da Ceia do Senhor. 5. A segunda parte é a consagração do cálice que representa o sangue do Senhor, vertido por nós na cruz. É bom sempre lembrar que o sangue é o preço da nossa redenção. Com a oração feita, o oficiante fará a entrega da primeira bandeja devendo ser ajudado pelos ministros auxiliarcs. Do mesmo modo que os diáconos se postam para a distribuição do pão devem fazê-lo para a distribuição do cálice. 6. Enquanto os diáconos distribuem o cálice no corpo da igreja, o ministro oficiante poderá estar servindo os ministros auxiliares. Nesta fase, a igreja ou os corais estarão louvando a Deus, e poder-se-á permitir que os versículos bíblicos sejam recitados pelos presentes. O oficiante será servido por seu auxiliar de ofício ou por um oficial da igreja. 7. Quando os diáconos retornarem de servir à igreja, far-se-á a mesma pergunta: se ficou alguém sem ser servido. O oficiante, certificado de que toda a igreja foi servida, fará servir os diáconos. 8. Após concluída a distribuição dos elementos, o ministro oficiante pedirá à igreja que se levante para agradecer a Deus pelo privilégio alcançado. 9. Após a Ceia, é bom que não se faça qualquer outra coisa no culto, a fim de conservar os bons momentos vividos durante a celebração. Observação: Em algumas igrejas há o costume de servir o vinho em cálice único. Respeitamos o ponto de vista de quem assim o faz, porém achamos ser mais higiênico, e racional o uso do cálice individual, mesmo porque na prática do cálice único se distribui não um cálice mas vários, a menos que o grupo a ser servido seja pequeno. Como dissemos anteriormente, não queremos que os costumes mantidos por décadas em certas igrejas sejam desprezados, deixamos tãosomente aqui o que é mais usual e praticado nas Assembléias de Deus no Brasil. Unção com óleo A unção com óleo tem sido matéria duramente discutida por alguns ministérios. Polêmicas se têm levantado em torno do assunto. Achamos desnecessário tecer comentários sobre este tema, visto que a Bíblia o define com clareza, não deixando qualquer brecha. Bastante é abrirmos a Bíblia em Tiago 5.14,15 e fazer consoante ao que se acha capitulado no livro sagrado. Temos, no entanto, de explicitar o seguinte: 1. A unção é praticada pelos presbíteros (os pastores são também presbíteros). Não é, biblicamente, função de mais ninguém. 2. Não se deve sair oferecendo unção. A Bíblia diz: "Chame os presbíteros..." 3. Observar se o lugar onde se encontra o enfermo não oferece impedimento à efetivação do ato. (As vezes o estado do enfermo exige cuidados rigorosos do médico; em tal caso, é prudente comunicar ao facultativo que pretende realizar esse ofício religioso, isso para evitar complicações com a administração hospitalar.) 4. O local da unção (aplicação do óleo), não é o da enfermidade. Nós estamos autorizados a ungir o enfermo e não a enfermidade. Fazer o enfermo beber óleo é um procedimento totalmente extrabíblico e nada tem a ver com a unção bíblica e é da exclusiva responsabilidade de quem o faz. (Deus não se acha na obrigação de responder pelas ações que se praticam fora do contexto bíblico.) 5. É conveniente que se diga ao enfermo que o óleo é usado tão-somente como um símbolo do Espírito Santo e quem tem a virtude para curar é a oração da fé: "E a oração da fé salvará o doente e..." 6. Há muitas pessoas que, por não alcançarem a cura quando ungidas por um determinado obreiro, pedem a unção outra e outras vezes, o que achamos desnecessário, pois o que se precisa não é de mais unção com óleo e sim de fé no poder operador do nosso Deus. 7. O ato deve ser praticado com muita convicção e fé, e nunca de forma superficial ou leviana. Quem unge um enfermo em nome de Jesus deve tomar a autoridade da Palavra de Deus para repreender a enfermidade, tendo o cuidado de não
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO agir com precipitação.O Espírito Santo de Deus continua oferecendo aos seus abnegados e fiéis servos as diretrizes para que com prudência realizem todo o trabalho que lhes cabe cumprir.Que Deus a todos ajude a não mudar o que está definido na sua Palavra! Amém. Batismo em águas O batismo em águas é uma ordenação do nosso Mestre e Senhor, conforme Mateus 28.19; Marcos 16.15,16 e referências. O ato deve ser praticado de forma bíblica e com quem vive a vida recomendada pela Palavra de Deus. O exame de quem vai ser batizado deve ser feito, sempre que possível, pelo pastor da igreja.Após as instruções finais que o pastor da igreja ou alguém por ele indicado transmita, e a apresentação dos candidatos ao plenário da igreja para, após uma oração, serem levados às águas batismais, o oficiante se colocará em posição de efetuar a sua importante tarefa. Fará uma oração antes de dar início ao ato. 1. O batizando será orientado a colocar as mãos entrelaçadas sobre o peito (mãos superpostas). 2. O batizante colocará a mão que vai suportar o peso do batizando um pouco abaixo da nuca deste e, levantando a outra mão ao alto, lhe fará as seguintes perguntas: a) O irmão (a) crê que Jesus é o Salvador e Senhor de sua vida? b) Promete viver para Ele durante toda a sua existência? c) Está disposto a obedecer à sua Palavra incondicionalmente? 3. Após ouvir o “Sim.'' do candidato, o oficiante dirá: Segundo a tua confissão, o teu testemunho e a ordem de nosso Senhor Jesus Cristo, eu te batizo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Ato seguido colocará a outra mão sobre as mãos postas do batizando, e, com muita firmeza e delicadeza, e, mais que tudo, muito reverentemente, o inclinará para trás até submergi-lo totalmente, com a maior rapidez, levantando-o logo para a posição ereta e o conduzindo a quem esteja ajudando. 4. Durante a realização do batismo, o oficiante deve acautelar-se quanto à má compostura de algumas pessoas, especialmente irmãs. (Esta recomendação é feita para que tão solene ato não se tome uma ocasião para escândalos ou gracejos.) 5. O oficiante terá seu uniforme bem apresentável e deve usar gravata para bem recomendar-se e ao ministério que exerce, e, ao mesmo tempo, destacar-se dos demais que irão às águas do batismo. Deve usar sapatos (congas) de cor branca e a calça que usar sob a capa deve também ser branca, a fim de ficar tudo uniforme. 6. Se houver alguém enfermo com certa gravidade ou com dificuldade de locomover-se, aconselha-se batizá-lo por último, por ser mais prudente e oportuno. 7. Ao concluir o batismo, o oficiante fará uma oração, após dar ciência ao dirigente do trabalho que conclui o ato. Importante: 1. Se o batismo for efetuado em águas correntes, é prudente que o oficiante conheça previamente o local e tenha auxiliares consigo para evitar perturbações à solenidade. 2. Cabe a quem ficar na direção do trabalho fazer a distribuição de outros atos que terão lugar paralelamente, como cânticos de hinos, execução de peças musicais, momentos de adoração. A não ser o que se tem dito, outras atividades como avisos, coleta de ofertas, etc, jamais poderão ser praticadas no momento do batismo. Separação (ordenação) de obreiros O ato ordenatório de obreiro para exercer qualquer função ministerial é da maior significação, tanto para o próprio obreiro como para a igreja a que pertence, e não é menos importante para quem o oficia.A indicação do obreiro cabe à igreja com seu corpo ministerial, porém quem tiver a tarefa espiritual de ministrar a ordenação leva também consigo grande parcela de responsabilidade no ato de imposição de mãos, conforme se vê na Palavra de Deus. Cabe ao ministro que oficia o ato ordenatório expor com clareza a importância do exercício do Ministério que o candidato vai desenvolver e que é sua obrigação diante de Deus e dos homens desempenhá-lo com honestidade, firmeza de caráter e, sobretudo, predisposição e renúncia a tudo que porventura o possa embaraçar no cumprimento de tão elevada missão, sujeitando-se totalmente à vontade de Deus, à sua Palavra e à orientação do Espírito Santo em todo e qualquer ato que venha a praticar dentro das funções que lhe forem conferidas como diácono, presbítero, etc. Ordenação a ministro O conceito de ministro entre nós é de quem foi regularmente separado para exercer o ministério de evangelista, pastor, etc. Alguns Ministérios e Convenções concordaram não fazer distinção entre a ordenação para Evangelista e Pastor, considerando que esses ofícios pertencem a um único ministério, embora exerçam funções distintas, segundo a vocação recebida da parte de Deus. Particularmente, achamos mais acertada esta forma de ordenar Ministros ainda que respeitamos a tradição de alguns Ministérios Regionais, que consagram para cada cargo ou função, separadamente. De
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO qualquer forma, cabe a quem oficia o ato ordenatório focalizar que o ministro vai exercer esta ou aquela função ministerial e fazer alusão às características da referida função. A leitura bíblica é indispensável. Oferecemos aqui alguns textos que podem ser utilizados: Efésios 4.11-13; Marcos 3.13-15; Atos 13.1-3; 2 Timóteo 2.15; 4.1,2,5; etc.Após a leitura, a explanação da Palavra não precisa ser longa, porém deve ser objetiva. O oficiante deve animar a igreja dizendo que ela está recebendo uma bênção da parte de Deus. Ao ministro a ser ordenado dizer que ele vai servir à Igreja do Deus vivo, à Noiva do Cordeiro; portanto, deve proceder com o maior zelo e dedicação, sabendo que ao Senhor está servindo. Nota: Não tem sido praxe, porém em muitas igrejas usa-se convidar a esposa do candidato para ficar em frente ao púlpito, para ser vista pela congregação, o que a estimula a identificar-se com seu marido, a quem deve ajudar, para que seu esposo possa cumprir eficazmente o seu desiderato ministerial. O fato de a esposa do obreiro vir à frente e ficar ao lado do esposo, ou com outras esposas nas mesmas condições, não significa uma ordenação da esposa para o ministério. Sabemos que uma esposa de ministro do Evangelho tem papel de maior relevância na vida e no ministério de seu esposo; é, pois, justo que a igreja reconheça isso e interceda por tão importante participação da serva do Senhor. Ordenar mulher para o ministério não é bíblico, mas orar pela esposa do ordenado é. O ato O oficiante fará o candidato ajoelhar-se, convidará todos os ministros presentes a participarem da imposição de mãos e fará a oração ordenatória, suplicando a Deus a confirmação daquele acontecimento.Após, o ministro cumprimentará o novo ministro, se for oportuno, ou deixará para o fim do culto, se o número de ordenados for grande. As congratulações, se forem numerosas, poderão até ocupar um tempo específico e exclusivo, de acordo com a designação do pastor da igreja onde se leva a efeito o ato, Costuma-se lavrar uma ata de ordenação, o que é muito importante; o oficiante deve assiná-la conjuntamente com o secretário e o pastor da igreja, se não for o próprio oficiante. Consagração a presbítero A consagração do presbítero tem a sua base bíblica em 1 Timóteo3.1-6; Tito 1.5-9; 1 Pedro5.1-4. A função já foi mencionada em Atos 20.17-28, onde são chamados anciãos e bispos. O ato de consagrar alguém a presbítero não é o resultado de esforços humanos, nem o reconhecimento de méritos pessoais, nem mesmo deve ser praticado só em função das necessidades do trabalho do Senhor. O exercício ministerial do presbítero é uma vocação e chamada divina, feita pelo Espírito de Deus.Entre nós, nas Assembléias de Deus no Brasil, a função ministerial dos presbíteros foi colocada como sendo um trabalho que o obreiro realiza em escala local sob a orientação do pastor da igreja, onde o presbítero serve, sendo, assim, um auxiliar imediato do pastor. Biblicamente,o presbítero pode exercer todos os ofícios do pastor, quando constituído numa igreja, conforme Tito 1.5-9. (Função pastoral.)Queremos chamar a atenção do leitor para este assunto, pois é coisa da maior importância para a igreja, já que o presbítero pode funcionar como dirigente, como ensinador da palavra, etc. Isto posto, é inadmissível que, a prática de "elevar" (promover) qualquer pessoa ao presbiterato continue tendo lugar entre nós. O presente comentário e roteiro auxiliar de cerimônias não visa a estabelecer pontos de vista doutrinários, mas, diga-se de passagem, inúmeros casos há de consagrações ilegítimas ao ministério de presbítero. Não se deve colocar ninguém no presbitério da igreja como ato de favoritismo ou por força de imposições humanas.O presbítero deve ser um homem nos moldes fixados na Palavra de Deus; portanto, quem recebe o elevado encargo de consagrar alguém a presbítero deve ter em mente o que prescreve o manual de Deus e o ato ordenatório requererá os seguintes passos: 1.O oficiante lera um dos textos já mencionados ou outo que Deus lhe conceda. (Naturalmente será dentro do assunto.) 2. Dirá aquilo que por Deus foi inspirado sobre o ministério de presbítero, relembrando à igreja do Senhor que constitui uma grande bênção a consagração de vidas para servirem no altar da fé dos santos. Convém dizer que é dever da congregação honrar o homem de Deus que trabalhará no ministério da Palavra, coadjuvando o pastor nas tarefas gerais da igreja. 3.O oficiante chamará o candidato ao presbiterato (se ainda não o tiver feito) e lhe dirá da grande responsabilidade que assume diante de Deus e de sua igreja. É oportuno tomar do consagrando o compromisso verbal, diante da igreja e do presbitério, de que será fiel à Palavra de Deus, leal ao seu pastor e à igreja à qual passa a servir na nova função, tudo fazendo para que os atos que venha a praticar sejam sob a direção do Espírito Santo, não se envolvendo em questões alheias ou movimentos facciosos, que geram contendas e prejuízos para a igreja. 4. O oficiante fará o candidato ajoelhar-se na plataforma, e fará a oração consagradora ou pedirá a outro ministro que a faça. A igreja estará de pé, para orar e receber o novo obreiro. Os demais ministros e presbíteros presentes (se houver) imporão as mãos sobre o consagrando, enquanto se fará a oração que deve ser objetiva, curta e fervorosa.

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A separação de servos de Deus para o diaconato tem base no Livro Sagrado; portanto, o ato de separar alguém ao diaconato não é de pouca importância. Em primeiro lugar, o trabalho do diácono, mesmo tendo feição material, não deixa de ser espiritual, posto que é prestado a Deus, através da igreja. Logo, ao separarmos diáconos, devemos ter o sério cuidado de verificar se os candidatos reúnem as condições indicadas em Atos 6.1-5 e 1 Timóteo 3.8-13. Esses cuidados estão afetos ao pastor, ministério e igreja que apresentam o candidato. Contudo, deve o oficiante do ato consagratório terem mente que está realizando uma ação bíblica; portanto, deve ler a Bíblia nos textos que tratam do assunto. Após a explanação da palavra, o oficiante procederá na forma que procedeu para a consagração dos presbíteros, sendo que somente os presbíteros e pastores participarão da imposição de mãos sobre os consagrandos.Os cumprimentos podem ser praticados como anteriormente aludimos no caso da ordenação de ministros e consagração de presbíteros. Natal A celebração do Natal tem sido muitas vezes colocada em juízo, em razão da falta de fundamento bíblico específico. Também há conflito quanto ao tempo do nascimento de Jesus, afirmando alguns que a data já consagrada pelo mundo chamado cristão, isto é, 25 de dezembro, não é exata.O certo é que no Natal aproveitamos a ocasião para exaltar, de forma específica, o grandioso acontecimento de Belém. A Bíblia nos ensina que tudo devemos fazer para a glória de Deus, então, para que a nossa celebração natalina contribua para a glória do Senhor, devemos ater-nos aos postulados bíblicos e nunca permitir, como algures tem acontecido, que a celebração do Natal de Jesus seja uma exibição de talentos humanos, com apresentação de peças pitorescas que só agradam ao intelecto, especialmente dos espiritualmente vazios.Se vamos celebrar o Natal de Jesus, o que mais nos interessa é Jesus mesmo. As declamações, recitativos, cânticos, tanto das crianças, como dos jovens ou adultos, devem estar em perfeita sintonia com o padrão bíblico doutrinário que esposamos.As pessoas escolhidas para elaborar e ensaiar o programa de Natal devem ser, acima de tudo, espirituais, submissas à Palavra de Deus e obedientes ao pastor da igreja, e nunca cheias de si mesmas, para que não tragam à igreja do Senhor aquilo que não edifica.É conveniente que o pastor da igreja assista, pelo menos aos ensaios gerais, tomando, assim, conhecimento, de todo o conteúdo do programa.O que aqui expomos não constitui normas permissivas ou proibitivas para qualquer igreja, tão-só queremos dizer que todo aquele que deseja agir dentro dos limites bíblicos, terá prazer em seguir as linhas aqui traçadas.O número de partes não deve ser tão elevado que se torne enfadonha a sua apresentação, dando lugar a que o culto termine além do horário habitual, sem deixar tempo para a conclusão, que certamente deve ser aproveitada para convidar os pecadores a aceitarem o Salvador.O cenário deve ser ornamentado dentro dos padrões usados normalmente pela igreja. Nada de constelações, presépios, sinos, lâmpadas intermitentes em árvores de Natal. As vestimentas representativas devem ser próprias para um culto a Deus, onde a seriedade deve ter primazia. Os cânticos gerais com a igreja devem ser de assuntos relativos ao Natal. A música será animada e compatível com o momento.A leitura bíblica será feita nos textos próprios, como Isaías 9.2-7; Miquéias 5.2-4; Mateus 1.18-25; Lucas 2.1-20, etc. A oferta faz parte do culto. Não esqueçamos de que no Natal de Jesus também levaram ofertas. Observação: É prudente que as partes a serem apresentadas sejam escritas por autores comprovadamente espirituais e que as poesias tenham conteúdo bíblico legítimo e nunca sejam invencionices de quem tem apenas dotes naturais para escrever, mas carece da unção e da inspiração divinas e bem assim do sadio conhecimento bíblico. CERIMÔNIA DE CASAMENTO O casamento é uma instituição civil e religiosa, estando, portanto, sujeito a regulamentos jurídicos.O pastor deve familiarizar-se com as leis do Estado e da Nação onde estiver celebrando esta cerimônia, pois só assim manterá sua consciência tranqüila, sabendo que está cumprindo os requisitos da lei. Além disto, deve manter um registro no qual fará constar os casamentos realizados em sua igreja, com todos os dados necessários, e a assinatura dos cônjuges, das testemunhas e do ministro oficiante.A cerimônia pode ser celebrada no templo, ou em uma casa particular, mas sempre na presença de testemunhas.Convém que o pastor e os cônjuges ensaiem antecipadamente a ordem do programa da
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO cerimônia para evitar confusões. O pastor deve orientar e participar de um ensaio com as pessoas envolvidas, mostrando como se deve entrar e sair durante uma cerimônia nupcial. Nota: Em algumas cidades brasileiras, o pastor, antes de realizar a cerimônia religiosa, exige dos nubentes a certidão de casamento civil. Porém, em outras cidades, o pastor realiza o Casamento Religioso para Efeitos Civis. Nesse último caso, antes de realizar a cerimônia, o pastor exige dos noivos a certidão de habilitação para eles poderem se casar. Essa certidão é requerida junto ao cartório do distrito de residência de um dos nubentes. De posse desse documento, o pastor realiza o Casamento Religioso para Efeitos Civis.Na semana seguinte à cerimônia, o casal ou um de seus familiares, encaminha ao cartório o Termo de Casamento Religioso para Efeitos Civis, comprovando a realização da cerimônia religiosa, e solicitando a Certidão de Casamento, devidamente registrada. Pastores que exigem antecipadamente a apresentação da certidão de casamento civil estão, inadvertidamente e sem necessidade, colocando-se em uma posição inferior a da autoridade civil. Celebração de casamento O casamento, como instituição divina que é, tem o seu fundamento, normas, e princípios contidos na Palavra de Deus. Quanto à maneira de celebrá-lo, não há muitas opções, se desejamos que o ato se realize satisfatoriamente, dentro dos critérios bíblicos, éticos, culturais e legais.Temos duas modalidades de casamento: o casamento religioso com efeito civil, amparado no decreto-lei 1110, de 23 de maio de 1950, que consideramos em primeiro plano, e o casamento com caracteres apenas religiosos.O casamento religioso com efeito civil, com fulcro no decreto-lei acima citado é celebrado pelo ministro e deve ter o seguimento abaixo: 1. Os nubentes devem, através do escrivão "ad hoc" que funciona na igreja, ou por conta própria, habilitarem-se para o casamento no cartório da sua circunscrição. 2. Após habilitados, apresentarão a certidão de habilitação ao escrivão “ad hoc" já referido, havendo antes comunicado e acertado tudo com o pastor da igreja, quanto à data e outras implicações de ordem eclesiástica. 3. Com base na habilitação, o escrivão "ad hoc'' lavrará o termo de casamento em formulário oficial e o fará constarem livro próprio da igreja que servirá de prova para o registro civil do casamento. Importante: Para evitar mal-entendidos que possam gerar desgostos na realização do casamento, é prudente que os nubentes sejam orientados pelo oficiante do casamento ou por seu pastor, se este não for o oficiante, quanto à significação do ato, e o que ele representa diante de Deus e da sociedade; é o que chamamos de aconselhamento pastoral antenupcial. Nesta ocasião, convém saber dos nubentes se sabem tudo sobre o regime que adotaram para se unirem em casamento perante a lei. Orientá-los a pedirem esclarecimentos no órgão oficial, se tiveram dúvidas, é uma boa medida. • O ensaio para o ato, no local do evento, é de grande valia, pois isso evita procedimentos constrangedores na hora da cerimônia. Aconselha-se que o noivo sempre esteja à direita da noiva. Como disporão o cenário, fica a critério dos noivos, naturalmente ouvido o pastor da igreja ou o responsável pelo local onde se celebrará o ato. • O oficiante deve familiarizar-se com os nubentes, tratando de guardar na memória os seus nomes ou tê-los anotados sobre a mesa (púlpito) para consulta quando necessário. • O oficiante deve ter a certeza de que o termo foi lavrado de acordo com a habilitação expedida pelo Cartório. Este cuidado deve ter lugar bem antes do horário do casamento. • É importante que a parte musical do ato religioso já esteja bem ordenada, para que não haja improvisações vexatórias, inclusive o músico que vai tocar na entrada dos nubentes deve ocupar o seu lugar com tempo suficiente. Se a música a ser tocada for em gravação, o operador deve estar no lugar do ato momentos antes, havendo já feito o teste de funcionamento dos instrumentos. CERIMÔNIA 1 Instituição do casamento Os noivos estarão juntos, de pé, diante do ministro, o noivo à direita da noiva. Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:"Estamos reunidos na presença de Deus e destas testemunhas para solenizar diante do Todo-poderoso o casamento deste homem e desta mulher."O casamento é um estado honroso estabelecido por Deus, e santificado pela presença de nosso Senhor nas bodas de Cana da Galiléia. As Sagradas Escrituras nos dizem que digno de honra entre todos é o casamento, e o consagram como símbolo da união mística entre Cristo e sua Igreja."O casamento deve ser contraído com reverência e no temor de Deus, considerando-se os fins para os quais ele foi ordenado, isto é, para o companheirismo, o apoio e o consolo que os esposos devem proporcionar um ao outro enquanto viverem."O casamento foi ordenado para dar continuidade à sagrada instituição da família, e para que os filhos, que são herança do Senhor, sejam criados em retidão e respeito às coisas de Deus. O casamento contribui também para o bem-estar da sociedade e para transmitir mediante a boa ordem familiar -, a pureza, a santidade e a verdade de geração em geração."No jardim do Éden, Deus
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO instituiu essa união à partir do primeiro casal humano, a fim de tornar feliz toda a humanidade. Desde então os seres humanos o têm praticado e, para dar-lhe consistência, o têm legalizado. Pode-se dizer que o casamento é o contrato jurídico de uma união espiritual."A Palavra de Deus expressa que o casamento deve ser 'digno de honra entre todos' (Hebreus 13:4). Aqueles que se casam decidiram aceitar este estado honroso." Oração "Nosso Pai e Deus, nenhum dos nossos prazeres será perfeito se tu não o tomares completo. Faltará algo sublime em nossas horas mais felizes se tu não nos acompanhares com tua bênção. Suplicamos-te, pois, que assim como o Senhor Jesus Cristo esteve presente nas bodas de Cana da Galiléia, assim também nós possamos desfrutar do gozo de tua divina presença agora, durante esta cerimônia."Pedimos que a bênção de tua presença seja uma realidade na vida deste homem e desta mulher, que vão fazer um juramento solene diante de ti e destas testemunhas, de modo que a lembrança desta hora santa os fortaleça e os console em meio a todas as provas e mudanças que o futuro lhes trouxer. Que a plenitude de tua presença seja uma realidade em todas essas situações, ó Senhor, e manifesta a tua sabedoria, o teu amor e a tua direção neste casamento. Amém." Leitura bíblica Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá: "Vocês vieram a mim, ministro de Cristo, para serem unidos diante de Deus, pelos santos laços do matrimônio. Isto representa um passo sério e solene, onde um assume perante o outro o compromisso de enfrentar as circunstâncias que se lhes apresentarem, sejam elas de riqueza ou de pobreza, de alegria ou de tristeza, de saúde ou de enfermidade, e compartilharem tudo o que a vida dá e tudo o que ela tira, mantendo a fidelidade um para com o outro, como esposo e esposa, conforme o que foi ordenado por Deus, até que a morte os separe."Ouçam, pois, a Palavra de Deus, escrita para a instrução de vocês, e para que vocês tenham luz em seu caminho." O ministro lera as seguintes passagens bíblicas: "Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, a fim de apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Afinal de contas, nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; pois somos membros do seu corpo. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher respeite a seu marido" (Efésios 5:25-33)."Igualmente, vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações" (1 Pedro 3:7)."Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor. Pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos" (Efésios 5:22-24)."Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, pelo procedimento de suas mulheres sejam ganhos sem palavra" (1 Pedro 3:1). Votos: Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará: "__________________(nome do noivo), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________(nome da noiva), como sua legítima esposa para viver com ela, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-la, honrá-la, consolá-la e protegê-la na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ela enquanto os dois viverem?" O noivo responderá: "Sim, prometo." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: "__________________(nome da noiva), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________ (nome do noivo) como seu legítimo esposo, para viver com ele, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-lo, honrá-lo, respeitá-lo, ajudá-lo e cuidar dele na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ele enquanto os dois viverem?" A noiva responderá: "Sim, prometo." Entrega das alianças No caso da cerimônia incluir entrega de alianças, o ministro dirá ao noivo:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "__________________(nome do noivo), que penhor você dará a __________________(nome da noiva) como testemunho de suas promessas?" O noivo porá a aliança sobre a Bíblia do ministro, e o ministro, segurando a aliança, dirá ao noivo que repita as seguintes palavras:"Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens." Entregando a aliança ao noivo para que ele a coloque no dedo anular da noiva, o ministro dirá ao noivo: "Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor." Em seguida, o ministro dirá à noiva: "__________________(nome da noiva), que penhor você dará a __________________{nome do noivo) como testemunho de suas promessas?"A noiva colocará a aliança sobre a Bíblia do ministro, e este, segurando a aliança, dirá à noiva que repita as seguintes palavras:"Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens." Entregando a aliança à noiva para que ela a ponha no dedo anular do noivo, o ministro dirá à noiva: "Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor." Oração Em seguida os noivos se ajoelharão, e se o ministro achar conveniente, ele dirá: "Como sinal de fidelidade às promessas que vocês fizeram um ao outro, segurem agora a mão um do outro." O ministro colocará a mão direita sobre as mãos unidas dos noivos e orará, fazendo a Deus os seguintes pedidos: "Deus eterno, Criador e Consolador do gênero humano, Doador de toda a graça espiritual, e Autor da vida eterna: Abençoa este homem e esta mulher, a quem abençoamos em Teu nome, a fim de que eles vivam sempre em paz e em amor, conforme teus santos mandamentos, e conduzindo o lar e a vida deles de acordo com tua Santa Palavra, através de nosso Senhor Jesus Cristo."Rogamos-te, ó Deus Todo-poderoso, que continues a ser Salvador e guia de suas almas imortais, para que, mediante a redenção de nosso Senhor Jesus Cristo, alcancem a glória eterna. Amém." Pronunciamento Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: "Visto que __________________________(nome dos noivos) consentiram ambos em ingressar no estado de matrimônio, diante de Deus e destas testemunhas, havendo ambos dado e empenhado sua fé e palavra um ao outro, o que manifestaram pela união das mãos, eu os declaro marido e mulher, casados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.""Aqueles aos quais Deus uniu, nenhum homem os separe." Bênção pastoral O ministro colocará a mão direita sobre as mãos dos noivos e dirá: "Que o Deus Todo-poderoso, Pai, Filho, e Espírito Santo vos abençoe, vos guarde e vos mantenha firmes. Que o Senhor, em sua misericórdia, volte para vós seus olhos de harmonia e vitória, e de tal maneira vos encha de sua graça e bênçãos espirituais, que possais viver neste mundo em seu santo temor, e no mundo vindouro possais gozar da vida celestial e eterna. Amém." CERIMÔNIA 2 Instituição do casamento Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: "Amados irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de. Deus e destas testemunhas para unir este homem e esta mulher no santo matrimônio, que é um estado honroso, e portanto não deve ser contraído como se fosse algo sem muita significação, mas com reverência, discrição e no temor de Deus."Este estado santo foi instituído por Deus quando o homem ainda era inocente. Disse o Senhor: 'Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma companheira que lhe seja idônea.' Desta forma foram celebrados os primeiros laços deste sagrado pacto de matrimônio, pronunciando Deus estas palavras: 'Portanto, deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e ambos serão uma só carne.'"Cristo, nosso Salvador, honrou com sua presença e transformou com seu poder divino as bodas de Cana da Galiléia, realizando ali seu primeiro milagre. Deste modo ele realçou uma reunião terrena com uma manifestação sobrenatural."O apóstolo Paulo nos faz ver o aspecto transcendental da união de um homem com uma mulher quando compara esse amor com o amor de Cristo para com sua Igreja. João nos faz ver que a Igreja é a noiva de Cristo, a escolhida entre todos os seres humanos, e que depois do arrebatamento da Igreja, as bodas mais gloriosas que jamais foram vistas serão celebradas: As Bodas do Cordeiro." Leitura bíblica Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Ouçam, pois, a Palavra de Deus através de Paulo, escrita para a instrução de vocês a respeito desse passo tão importante que vocês estão para dar. O apóstolo Paulo disse aos 'v'esposos: 'Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo SE entregou por ela, para a santificar... Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. '"Pedro dá estas palavras de conselho aos esposos: ‘Igualmente, vós maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra a mulher, com vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.’"Da mesma forma, ouçam o que dizem as Sagradas Escrituras às esposas: 'Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor Pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja... De sorte que assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.'"Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a VOSSOS próprios maridos A beleza das esposas não seja o enfeite exterior, como o frisado de cabelos, o uso de jóias de ouro, ou o luxo dos vestidos, mas a beleza interior, no incorruptível traje de um espírito manso e tranqüilo, que é precioso diante de Deus.'" Oração Entrega da noiva Dirigindo-se à igreja, o ministro perguntará: "Quem entrega esta mulher para que ela se case com este homem? O pai da noiva ou outro parente responderá: "Eu a entrego." Votos Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará: "__________________(nome do noivo), você recebe esta mulher como sua legítima esposa, para viver com ela no santo estado do matrimônio, segundo o que foi ordenado por Deus? Você promete amá-la, honrá-la e cuidar dela na enfermidade ou na saúde, e, rejeitando todas as demais mulheres, ser fiel a ela enquanto os dois viverem?" O noivo responderá: "Sim, prometo." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: "__________________(nome da noiva), você recebe este homem como seu legítimo esposo, para viver com ele no santo estado do matrimônio, segundo o que foi ordenado por Deus? Promete amá-lo, honrá-lo, obedecer a ele e cuidar dele na enfermidade e na saúde, e, rejeitando todos os demais homens, ser-lhe fiel enquanto os dois viverem? A noiva responderá: "Sim, prometo." Dirigindo-se aos dois, o ministro dirá: "Segurem um na mão do outro, e repita cada um comigo: O noivo repetirá estas palavras do ministro: "Eu,__________________(nome do noivo), recebo você, __________________(nome da noiva), como minha legítima esposa, para que nós dois sejamos um só, deste dia em diante, para os dias bons e para os dias maus, em riqueza ou em pobreza, em prosperidade ou em adversidade, para cuidar de você e lhe amar, até que a morte nos separe." A noiva repetirá estas palavras do ministro: "Eu, ___________________ (nome da noiva), recebo você, __________________(nome do noivo), como meu legítimo esposo, para que os dois sejamos um só, deste dia em diante, para os dias bons e para os dias maus, em riqueza ou em pobreza, em prosperidade ou em adversidade, para cuidar de você e lhe amar, até que a morte nos separe." Entrega da aliança Dirigindo-se aos dois, o ministro perguntará: "O que vocês entregarão um ao outro como penhor destes votos? O noivo dará a aliança ao ministro, que dirá: "A Bíblia diz que quando Deus fez um pacto com Noé, colocou no céu um arco-íris como sinal do pacto, e disse: 'E eu o verei para me lembrar da aliança eterna.'""Da mesma forma, é bom termos um sinal que nos lembre a realização deste solene ato nupcial. Vocês escolheram estas alianças como sinal de seu matrimônio."A aliança é feita de metal precioso, que representa os vínculos que unem esposos e esposas. É uma circunferência sem fim, simbolizando a perpétua união de vocês." Dirigindo-se ao noivo, o ministro dirá: "__________________(nome do noivo), tome esta aliança, coloque-a no dedo anular de sua noiva e repita comigo: 'Com esta aliança eu me caso com você, e lhe faço dona também dos meus bens terrenos, e por este ato declaro diante de Deus e das testemunhas que a recebo como minha esposa, e que lhe serei fiel esposo.'" Dirigindo-se à noiva, o ministro pedirá que ela repita as seguintes palavras:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Recebo esta aliança de suas mãos, e declaro, portanto, diante de Deus e destas testemunhas que lhe serei fiel tanto na alegria como na tristeza."Com esta aliança selamos duplamente nossos votos, e você partilhará comigo o símbolo de nosso casamento." Dirigindo-se aos dois, o ministro dirá: "Visto que vocês já declararam sinceramente o desejo de unirem-se em matrimônio, diante de Deus, e confirmaram o mesmo ao dar e receber as alianças, agora eu os declaro marido e mulher em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Aqueles aos quais Deus uniu, que nenhum homem os separe."Eu lhes exorto a serem fiéis aos votos que vocês fizeram aqui. Com este casamento, vocês iniciam uma vida nova com maiores responsabilidades. Só encontrarão a verdadeira felicidade se cumprirem com as obrigações que acabam de assumir. "___________________(nome do noivo), proteja esta mulher que agora se submete ao seu cuidado, e esforce-se por viver no amor de Deus, de tal maneira que nenhuma ação ou palavra sua lance amargura sobre seu rosto, nem encham os seus olhos de lágrimas. "__________(nome da noiva), esforce-se por conservar com suas virtudes o coração que você conquistou com sua graça. "Aos dois eu digo: 'Não permitam que na voz de vocês se apaguem os tons ternos de carinho, nem que os olhos de vocês percam o brilho que os fazia resplandecer durante o noivado. Porém, e acima de tudo, esforcem-se para que Deus ocupe sempre o trono do lar que vocês estão iniciando agora." Bênção pastoral O ministro dirá aos noivos que se ajoelhem, e orará assim: "O Senhor os abençoe e os guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre vocês e tenha misericórdia de vocês. O Senhor sobre vocês levante o seu rosto e lhes dê a paz." CERIMÔNIA 3 Instituição do casamento Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: "Quando Jesus foi chamado com seus discípulos a uma festa de casamento, de boa vontade aceitou o convite, e ali deu início ao seu ministério e às suas obras de poder. É por isso que também hoje nos reunimos aqui, como testemunhas perante Deus, das promessas que este homem e esta mulher vão fazer um ao outro. Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá: "Esta cerimônia matrimonial que está sendo celebrada agora para unir vocês com os sagrados laços religiosos, é a mais antiga cerimônia da história da humanidade. Foi celebrada no começo do mundo perante o próprio Criador como única testemunha, convidado e ministro, e o que aconteceu antes está acontecendo agora. O matrimônio nunca deixou de existir, pois sobreviveu no paraíso, e tem sido mantido pelo próprio Deus, para aliviar as dores e consolar as tristezas do nosso coração quebrantado. Assim será a cada um de vocês, caso seus corações abriguem o desejo de embelezá-lo e suavizá-lo mediante o constante cuidado, mesmo nas mínimas coisas, mediante a paciência e o sacrifício em favor do outro. Tudo isto colocamos diante de vocês, e convocamos aqui Deus como testemunha, lembrando-lhes sempre que a oração constante lhes permitirá cumprir fielmente estas promessas. Segurem agora a mão um do outro." Votos Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará: "__________________(nome do noivo), você aceita receber esta mulher, cuja mão você está segurando agora, como sua legítima esposa? O noivo responderá: "Sim, aceito." "Você promete solenemente, diante de Deus e destas testemunhas, cuidar dela, amá-la e defendê-la, e ser-lhe fiel enquanto Deus lhe conceder vida?" O noivo responderá: "Sim, prometo." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: "____________________(nome da noiva), você aceita receber este homem, cuja mão você está segurando agora, como seu legitimo esposo?" A noiva responderá: "Sim, aceito." "Você promete solenemente, diante de Deus e destas testemunhas, unir-se a ele à fim de amá-lo e ser-lhe fiel durante toda a vida, sob qualquer circunstância, até que a morte os separe?" A noiva responderá: "Sim, prometo." Entrega das alianças Preparando-se para passar a aliança às mãos do noivo, o ministro dirá:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Visto que agora, como esposo, você é a cabeça da esposa, a quem está dando o seu nome e a quem está recebendo para cuidar dela e prover-lhe as necessidades, entrego-lhe esta aliança para que você a coloque no dedo desta mulher, como sinal de que a está recebendo como esposa." O ministro esperará que o noivo coloque a aliança no dedo anular da noiva, e dirá: "Assim, pois, você cuidará da sua esposa com a força de seu vigor e com seu amor protetor."Vocês usarão estas alianças como um vínculo de reverência e fé profunda, completando ambos o círculo perfeito do dever que os torna uma só pessoa." Pronunciamento "Em nome de Jesus Cristo e diante destas testemunhas, eu os declaro marido e mulher, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Aqueles a quem Deus uniu, que nenhum homem os separe." Oração e bênção pastoral O ministro pedirá a Deus que abençoe o novo lar, e pronunciará a seguinte bênção pastoral: "E agora, que aquele que caminhou em íntima comunhão com o primeiro casal humano nos dias da inocência, aquele Varão de dores cujo ministério milagroso produziu grande regozijo na festa das bodas, aquele que vivendo no coração de vocês, pode fazer do lar que vocês estão iniciando uma morada de amor e paz - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - sejam com vocês para sempre. Amém." CERIMÔNIA 4 A ordem do programa é deixada a critério do ministro. Uns começam com a leitura de partes selecionadas das Sagradas Escrituras, outros com oração, e ainda outros com reminiscências oportunas de exemplos bíblicos. Há quem omita tudo isso no princípio e o reserve para o final. Uns oram no princípio e também no final. O melhor é que cada ministro determine desde o princípio a forma de cerimônia que vai empregar, de acordo com o que os noivos preferirem. Antes de realizar a cerimônia religiosa, o ministro deve verificar se os noivos já cumpriram com os requisitos da lei civil. O Pai Nosso (opcional) Instituição do casamento Os noivos (o homem e a mulher) permanecerão de pé perante o ministro e as testemunhas. Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: "A Bíblia declara que o matrimônio é um estado honroso, instituído por Deus quando o homem ainda era inocente, antes que pecasse contra o seu Criador e fosse expulso do Paraíso. A instituição do casamento por Deus foi uma concessão sábia e benéfica para guardar a ordem social e transmitir -mediante a boa ordem familiar -, a pureza, a santidade e a verdade, de geração em geração."Cristo aprovou o matrimônio quando fez seu primeiro milagre, e santificou as bodas de Cana da Galiléia com sua presença. Paulo afirma que o casamento é digno de honra entre todos. Portanto, ele deve ser realizado com reverência e no temor de Deus." Votos Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá: "Como sinal de sua união como esposo e esposa, segurem na mão um do outro." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: "__________________(nome do noivo), você aceita esta mulher, cuja mão você está segurando, como sua legítima esposa? Promete solenemente, diante de Deus e destas testemunhas, amá-la, honrá-la e consolá-la, mantendo-se fiel a ela, e cumprindo com todos os deveres de um esposo para com sua esposa, enquanto Deus lhe conceder vida?" O noivo responderá: "Sim, aceito e prometo." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: "__________________(nome da noiva), você aceita este homem, cuja mão você está segurando, como seu legítimo esposo? Promete solenemente diante de Deus e destas testemunhas amá-lo, honrá-lo e consolá-lo, mantendo-se fiel a ele e cumprindo com todos os deveres de uma esposa para com seu esposo, enquanto Deus lhe conceder vida?" A noiva responderá: "Sim, aceito e prometo." Se o noivo vai entregar uma aliança à noiva, o ministro a receberá antecipadamente da mão do noivo. Dirigindose a ele, o ministro lhe perguntará: "__________________(nome do noivo), você entrega esta aliança a __________________(nome da noiva), como penhor e prova de que a está recebendo como sua legítima esposa, como sinal de amor puro e sincero de que você a amara e cumprirá fielmente os votos sagrados que você fez a ela?' O noivo responderá: "Sim." Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "__________________(nome da noiva), você aceita esta aliança da parte de__________________ (nome do noivo), a quem está recebendo como seu legítimo esposo, como prova e penhor de amor verdadeiro, e de que cumprirá fielmente os votos sagrados que você fez a ele?" A noiva responderá: "Sim." O ministro devolverá a aliança ao noivo, solicitando que ele a coloque no dedo da noiva, e dirá aos dois: "Seja este o selo de sua fidelidade mútua, do amor que vocês sentem um pelo outro, da lembrança desta sagrada celebração e dos sacrossantos laços matrimoniais pelos quais vocês estão se unindo em matrimônio, até que a morte os separe." Pronunciamento "Visto que este homem e esta mulher solenemente diante de Deus e destas testemunhas, têm empenhado sua fé e palavra um ao outro, e solenizado esse compromisso com a união das mãos, agora eu os declaro marido e mulher em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. Aqueles a quem Deus uniu, que nenhum homem os separe." Oração e bênção pastoral O ministro dirá aos noivos que se ajoelhem, e concluirá com a seguinte oração e bênção pastoral: "Deus eterno, Criador e Soberano do gênero humano, Doador de toda graça espiritual, Autor da vida eterna: Abençoa este homem e esta mulher. Ajuda-lhes dia após dia a formarem o seu lar do qual Tu serás o cabeça e o hóspede invisível. Ajuda-lhes a cumprirem e guardarem sempre os votos e promessas que fizeram neste memorável dia."Que Deus o Pai, Deus o Filho, e Deus o Espírito Santo os abençoe, os guarde e os mantenha firmes; que o Senhor, em sua misericórdia, volte para vocês seu rosto a fim de abençoá-los rica e abundantemente, e os encha do seu santo amor, e que no mundo futuro vocês possam desfrutar da vida eterna. Amém." Passagens bíblicas O ministro selecionará algumas das seguintes passagens para ler durante a cerimônia, de acordo com a ordem do programa, estabelecida antecipadamente:"Disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda. Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, trouxe-os ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome. Assim o homem deu nome a todos os animais domésticos, às aves do céu e a todos os animais do campo. Mas para o homem não se achava adjutora que lhe correspondesse. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou, então, uma de suas costelas, e fechou a carne em seu lugar. Então da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou a mulher, e a trouxe ao homem. Disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, pois do homem foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne." (Gênesis 2:18-24)."Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda. Quero que, do mesmo modo, as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com trancas, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos dispendiosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras... Quero, pois, que as mais novas se casem, tenham filhos, sejam boas donas de casa e não dêem ocasião ao adversário de maldizer." (1 Timóteo 2:8-10; 5:14)."Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos e adúlteros Deus os julgará." (Hebreus 13:4)."Vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente." (Colossenses 3:18-19)."Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de vida da tua vaidade, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade. Porque esta é a tua porção nesta vida, e do teu trabalho, que tu fazes debaixo do sol." (Eclesiastes 9:9). Outras passagens pertinentes Provérbios 7:6-27; 12:4; 31:10-12.14,20.23; 31:10-31 Mateus 19:3-12:22:30 Romanos 7:2-3 1 Coríntios6:16 1 Coríntios 7:29-31 1 Coríntios 11:8-9,11-12 2 Coríntios 6:14-18 Tito 2:3-5 1 Pedro 3:1-7 Bodas de ouro ou de prata É um ato consagrado pela sociedade, mas é também uma boa oportunidade para louvar a Deus pelas vitórias concedidas aos cônjuges pelo tempo de boa convivência conjugai, pelos descendentes (se houver) que resultaram da união.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 1. Em primeiro lugar, o ministro deve conhecer o quanto for possível sobre o viver feliz do casal, a fim de que suas afirmações acerca deles não fujam à verdade. É claro que só deve ser mencionado aquilo que, de forma positiva, marcou a vida do casal. Esta cerimônia não precisa ser longa como se um culto de pregação fosse. 2. O oficiante iniciará sempre com oração; os preparativos para tornar o ato mais solene podem ser como se um novo casamento acontecesse. Entrada, púlpito, música adequada, tudo disposto para o evento. 3. Diante do ministro, os cônjuges, acompanhados de descendentes (se houver) ou de alguém de seu relacionamento afetivo, se postarão e o ministro dirá: "Louvamos a Deus pelos casais que conseguiram, nestes tempos de crise espiritual, pecado e miséria, manterem-se firmes nos propósitos do matrimônio, fiéis e leais um para com o outro. Os nossos irmãos (nome do marido) e (nome da esposa) são um exemplo maravilhoso deste fato pelo que, solenemente queremos neste ato celebrar as Bodas (de prata ou de ouro) desta feliz e próspera união. 4. O ministro fará a leitura da Palavra de Deus num dos seguintes textos: Salmos 103.1,2,5; 112; 128; Provérbios 31.10-31; Efésios 5.22-33; Hebreus 13.1,4; 1 Pedro 3.1-7, etc. A seguir poderá haver louvores de solos, corais. 5. Após a leitura do texto e o louvor, o ministro se dirigirá aos cônjuges e lhes dirá "Por (25 ou 50 anos) tendes vivido em santa união conjugai. Por certo as lutas foram muitas, mas o Deus que servis vos levou à vitória em todas elas. A paciência, a boa compreensão, a cooperação mútua norteou a vossa vida conjugai, razão por que aqui tendes chegado para diante de Deus oferecerdes um culto em ação de graças e testemunhar que o pacto que já há (25 ou 50 anos) tendes firmado se mantém firme, e indissolúvel para a glória de Deus, estabilidade da sociedade e felicidade da família. Queremos, portanto, que outra vez escuteis a Palavra de Deus para que tenhais sempre presentes as recomendações bíblicas para um viver conjugai que agrada a Deus." (O ministro dirá mais alguma coisa que sentir sob inspiração, tomando por base os textos escolhidos.) 6. Entrega das alianças. O ministro concluirá falando da importância das alianças entregando-as aos cônjuges, primeiro ao marido que, ao colocar no dedo correspondente de sua esposa, ou transferindo esta oportunidade para um filho ou neto dirá antes: "Querida esposa, por (25 ou 50 anos) tens sido a minha companheira fiel, ajudadora incansável na formação da nossa família, como testemunho do meu amor a ti e do meu reconhecimento às virtudes que tens, eu coloco (faço colocar) em tua mão esta aliança." Após, o mesmo fará a esposa dizendo: 1 'Querido esposo, a tua lealdade, ajuda e senso de responsabilidade como esposo e chefe de nossa família levam-me a agradecer a Deus e neste ato solene a colocar (fazer colocar) esta aliança em tua mão como testemunho do amor que a ti dedico como esposa". Havendo louvor, ou cântico, neste momento poderá ser apresentado. 7. O ministro fará a oração final, pedindo a Deus a continuação de suas bênçãos sobre o casal e dará a bênção apostólica sobre eles. Apresentação de crianças "Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque das tais é o reino de Deus" (Lc 18.16).O ato de apresentar as crianças tem respaldo bíblico, ainda que não constitua um mandamento neotestamentário. Era um costume estatuído na lei de Moisés, que logo a igreja adotou na forma que conhecemos. Deve-se ter o cuidado de fazer da melhor forma possível as apresentações das crianças que são trazidas ao santuário com essa finalidade.O oficiante do ato é sempre o pastor da igreja ou, no seu impedimento, o obreiro que imediatamente responde em seu lugar. Não existem, a rigor, normas que privem os obreiros ainda não pertencentes ao ministério de praticarem o ato, desde que estejam em função de dirigentes do trabalho e não houver um ministro presente. Como dissemos, não há normativa que discipline a matéria, porém o que já se disse quanto à prioridade dada ao ministro obedece ao que se tem aprendido no tocante ao respeito ministerial estabelecido pela Palavra de Deus e esposado por nós. Deve-se observar: 1. Geralmente o ato é celebrado no final do culto, com uma oração específica, estando presentes os pais ou outros parentes chegados. 2. O oficiante, tanto quanto possível, deve adotar uma maneira delicada, tema, séria e segura de suster a criança. Sabendo com antecedência que vai praticar o ato, ainda em casa deve fazer um ensaio, se é que não tem costume de pegar crianças, especialmente as recém-nascidas. 3. O oficiante deve saber o nome da criança apresentada para anunciar à igreja. Se os pais não forem suficientemente conhecidos é bom dizer os seus nomes. 4. Com a igreja de pé, será feita uma oração suplicando a bênção para a criança, e pedindo ao Senhor pela conservação da sua saúde, e que a crie nos seus caminhos, dando-lhe permanente proteção em todos os sentidos. 5. Após a oração, o oficiante entregará a criança à mãe ou a quem por ela seja responsável, dando, em seguida, os parabéns aos pais.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO A cerimônia, como vemos, é simples, não sendo possível torná-la mais simples nem mais aparatosa ou complexa. Nota: Constantemente são trazidas crianças de inconversos para serem apresentadas. Muitos obreiros se negam a efetuarem a apresentação. Acreditamos que tal recusa se prende mais a fatores de ordem pessoal, pois, como já dissemos, não podemos estabelecer normativas com cunho bíblico para o ato. Particularmente, concordamos com os que estão sempre dispostos a pedir a bênção de Deus para uma criança que não responde pela vida de seus pais ausentes de Deus. Acreditamos não haver qualquer transgressão se pedirmos que Deus abençoe um inocente. Isso é o que se faz quando apresentamos uma criança ao Senhor Jesus! O que dizemos não tem a finalidade de contrariar pontos de vista de pastores ou ministérios. Colação de grau na igreja O chamado culto de formatura é uma oportunidade similar à do culto em ação de graças, tendo naturalmente, as suas características próprias. Vejamos: 1. Início com oração. 2. Cânticos congregacionais e leitura da Palavra (texto apropriado). 3. Execução do Hino Nacional (havendo condições). Após, se dirá: Neste momento, declaro abertas as solenidades de formatura de (mencionar a turma, ano, curso, etc.) 4. Apresentação de alguma peça musical. 5. Apresentação das autoridades, convidados especiais, diretoria da entidade e corpo docente. 6. Palavra do orador da turma. (Limitar o tempo no próprio programa.) 7. Palavra do paraninfo. 8. Palavra do diretor do curso ou seu preposto. 9. (Não é oportuno tirar ofertas.) 10. Seguir o programa elaborado para entrega de certificados. 11. As solenidades são concluídas com uma palavra de agradecimento a todos e uma oração a Deus. 12. O tempo fica franqueado para os cumprimentos. Nota: Sendo necessário, será aberto espaço para inserir algum ato indispensável ao evento. Em tal caso, é prudente observar em que momento se fará a inserção, pois a ordem deve ser observada com certo zelo. Despedida de obreiro para o campo A prática neotestamentária para despedir obreiros que seguem para o campo se acha contida no livro de Atos, capítulo 13.2,3. Acreditamos que é do agrado do Mestre que mantenhamos a mesma regra espiritual. Nada pode substituir a oração e o jejum quando temos que tomar decisões tão sérias como a de enviar um embaixador do Reino de Deus para exercer o seu ministério em alguma região. Somos, então, plenamente conscientes de que nada devamos fazer sem que antes tenhamos buscado a Deus em fervente oração e consagração através de jejum, no que tange ao envio de obreiro para o campo.Observada a parte espiritual, quiçá poderíamos prescindir da parte que diz respeito ao ato material de despedir o obreiro, porém deixamos aqui algumas sugestões. Esse ato tem sido mal dirigido em algumas ocasiões. Às vezes, festas belsazarsanas são celebradas por determinadas igrejas quando despedem o obreiro para o campo; o culto de despedida parece mais uma peça de teatro de que um momento de adoração a Deus. Outras vezes o obreiro é enviado sem receber o mínimo de incentivo e de demonstração do apoio que cabe à igreja, pelo seu corpo ministerial, oferecerlhe. Vejamos como melhor celebrarmos um culto a Deus por mais um obreiro que está sendo enviado à grande Seara do Mestre: 1. Em primeiro lugar, o pastor da igreja, após a oração inicial, falará do propósito da reunião e dará prosseguimento ao trabalho na forma habitual quanto aos louvores, tendo, naturalmente, o cuidado de escolher hinos que tenham uma mensagem relacionada com o evento. 2. Após os louvores, far-se-á a leitura da Palavra de Deus sempre de acordo com o que se está celebrando. Alguns textos poderão ser: Mateus 9.35-38; Marcos 16.15-20; João 17.18; 20.21; 10.16; 28.19; Atos 1.8, etc. 3. Feita a leitura, se fará oração e a apresentação dos presentes e se passará a dar oportunidade aos obreiros que compareçam ao evento. Se o número de representantes de igrejas ou departamentos da igreja local for muito grande, a palavra poderá ser dada por representação, isto é, um determinado obreiro falará em nome dos demais ou dos grupos que se façam representar. Essas oportunidades poderão ser intercaladas com cânticos de conjuntos, corais, solos, etc, que participem do culto.

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 4. Se houver um obreiro para entregar a mensagem final, este deverá ter tempo suficiente para desenvolver o seu sermão. Todos os atos, como poesias, cânticos, palavras de incentivo ao obreiro que se despede, deverão acontecer antes da mensagem final. 5. Após o mensageiro, que poderá ser o que se despede, o pastor da igreja convidará a congregação para, com uma oração fervorosa, encomendar o enviado à graça do Senhor e neste momento toda a família deste deverá estar junto a ele para receber a bênção que a igreja ministrará sobre suas vidas. 6. Caso o orador final não seja o que se despede, este deverá ter uma oportunidade para falar à igreja. 7. Este culto não deve ser uma oportunidade para lamentações, lágrimas oriundas de saudosismo desequilibrado, como também não se deve impedir que se manifestem os sentimentos de amor fraterno com relação ao obreiro que se despede. 8. A oportunidade também é propícia para se solicitar uma boa oferta em favor do trabalho que o obreiro irá fazer mesmo que ele esteja partindo para um trabalho já consolidado. A oferta aqui sugerida poderá ficar para o próprio uso do obreiro pois se tem, sempre muitas despesas na viagem, especialmente em mudança. 9. Concluída esta parte, o dirigente do culto encerrará o trabalho e orientará o enviado para que fique à saída do templo em lugar próprio, juntamente com a sua família, para receber os cumprimentos da igreja. 10. O culto é encerrado com a bênção apostólica, como nas ocasiões habituais. Despedida e passagem de pastorado O momento de despedir um pastor do pastorado de uma igreja, bem como o ato de transferir a responsabilidade para outro é uma solenidade quase sempre acompanhada de saudades, agradecimentos e sadios reconhecimentos do labor desenvolvido pelo pastor que se despede. Há a necessidade de não deixar que o momento se torne uma ocasião constrangedora nem para quem sai, nem para quem ingressa na responsabilidade pastoral. A programação deve ser elaborada com cuidado para que não haja excessiva exaltação, nem humilhação a qualquer pessoa, mas que tudo resulte na exaltação do nome de Jesus.É aconselhável que a diretoria da igreja cujo pastorado estiver sendo transferido entre em contato com o pastor que assumirá a fim de que se elabore um programa conjunto para o dia da despedida e posse, respectivamente.Após ser resolvido, a nível de ministério local, e homologado pelo plenário da igreja, o formal convite ao pastor que assumirá o pastorado, havendo-se cumprido todos os requisitos previstos no Estatuto da igreja e do órgão convencional, marcar-se-á o dia e hora para o ato de despedida do pastor e transferência da responsabilidade pastoral. Feito isso, preparar-se-á o seguinte esquema para a cerimônia: 1. O trabalho será iniciado como nos cultos normais com oração, seguindo-se alguns louvores. Aconselha-se não serem muitos os cânticos, a fim de que os outros atos tenham lugar.A direção do culto, a princípio, deverá estar com um obreiro capaz indicado pelo pastor, até que outra direção assuma, se for o caso. 2. O pastor a ser substituído estará com sua família no templo, no início do culto. Todo o ministério local deverá estar presente ao evento. 3. O local deverá estar ornamentado até mesmo para testemunhar da alegria e nunca de tristeza, uma vez que o assunto do culto está sendo conduzido sob a direção e vontade de Deus. 4. Os departamentos que se farão representar com palavras ao pastor que sai deverão estar bem orientados quanto ao momento e o tempo que ocuparão para fazer uso da palavra, a fim de evitar perda de tempo e para que a programação não sofra dificuldades no seu cumprimento. E conveniente limitar o número de representações ajustando-as ao tempo que se usará para todo o culto. 5. Após os louvores, uma comissão da igreja local indicada pelo pastor irá ao encontro do pastor convidado a assumir o pastorado o qual deverá estar em lugar adredemente preparado para que fique à espera da comissão que o introduzirá ao recinto da igreja, a qual deverá recebê-lo de pé por solicitação do pastor que vai transferir o cargo. O pastor que assume, neste momento deverá ingressar e assomar à plataforma, acompanhado por sua família, esposa e filhos (se os tiver). 6. Com o ingresso do pastor convidado, o pastor da igreja indicará o pastor que presidirá o ato de posse do novo pastor e também indicará um secretário “ad hoc" para fazer a lavratura da Ata que a nova direção da igreja deve providenciar o registro imediato. 7. Havendo sido empossados, o presidente e secretário “ad hoc” que conduzirão os trabalhos da posse, o pastor ainda na condição de pastor titular, fará uso da palavra para apresentar as suas despedidas devolvendo-a em seguida ao pastor que preside a sessão. 8. O presidente da sessão usará a palavra, agradecendo a sua indicação para presidir e lera um texto bíblico que poderá ser um dentre os que sugerimos em seguida: Efésios 4.11-13; 1 Pedro 5.2-4; Atos 20.28; Jeremias 3.15; 23.4; 1 Timóteo 4.16; 2 Timóteo 4.1,2; Tiago 2.1.

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Ato seguido o presidente colocará de pé, frente um do outro, os dois pastores, o que transfere e o que recebe o pastorado e dirá ao pastor que assume que a sua responsabilidade neste momento é muito grande e que a está assumindo diante de Deus, que está recebendo não de mãos de homens nem por delegação humana, mas divina e que irá guiar a igreja do Senhor com a Palavra de Deus, a Bíblia. Tomando a Bíblia que estará sobre o púlpito nas suas mãos, dirá ao pastor que transfere o cargo que diga algumas palavras ao seu substituto e passe em seguida a Bíblia às mãos do seu colega que o sucede no pastorado. Sugerimos que diga as seguintes palavras: "Pastor (citar o nome) passando às suas mãos o livro de Deus, a Bíblia Sagrada, transfiro aos seus cuidados o pastorado desta querida igreja do Senhor que tive a honra e o privilégio de pastorear por......anos". 12. Em seguida o presidente convidará a igrejapara fazer a oração de posse e, após, os dois pastores se abraçam. Ambos os pastores deverão estar ajoelhados por ocasião da oração de posse. 13. Ato contínuo o pastor que preside ordenará ao secretário “ad hoc'' que faça a leitura da ATA, que, após ser aprovada pela Assembléia, será assinada pelo oficiante, secretário "ad hoc", e pastores presentes ao ato. 14. Após as assinaturas, o sr. presidente passará a palavra ao pastor empossado que concluirá o trabalho, segundo a direção do Senhor. Noivado Ficar noivo é o costume adotado na nossa sociedade por quem pretende assumir o casamento. Sugere uma atitude séria e uma decisão definida dos que resolvem ficar noivos. Com muita freqüência, namorados solicitam do seu pastor a celebração do seu noivado e não raras vezes alguns obreiros ficam embaraçados quanto à forma de oficiarem tal solenidade, coisa que, por sua própria natureza, é muito simples mas muito importante. Deixemos aqui algumas sugestões para a celebração de um noivado.Em primeiro lugar queremos dizer que não é prudente convocar uma reunião no templo, com toda igreja reunida para oficiar um noivado. Achamos que isso significaria ocupar o tempo da igreja com algo que deve acontecer no ambiente familiar, entre amigos mais chegados, e nunca no templo, em ato público, como se um casamento fosse.Então quem vai oficiar um noivado deve ter um prévio entendimento com o casal de namorados, fazendo-lhe ver que se trata de um ato que tem melhor lugar no recinto familiar do que num templo. Acomodada esta parte, seguir-se-á o seguinte roteiro: 1. O dia, o horário e o local devem ser previamente acertados. 2. O oficiante deve comparecer bem apresentável, não permitindo que a importância do evento perca o seu brilho. 3. A linguagem deve ser clara, porém equilibrada quando do aconselhamento às partes. 4. O ofício deve ter início, justificando-se o motivo do encontro. O oficiante poderá proferir as seguintes, entre outras palavras:“Estamos aqui, diante de Deus, para de forma solene celebrarmos o noivado de (citar os nomes), considerando que o tempo suficiente para que chegassem à conclusão de que Deus os quer unir em casamento se completou, e que agora desejam assumir um compromisso mais definido e o fazem diante do Senhor Jesus. Oremos inicialmente para que Deus oriente esta cerimônia.” 5. Feitas a introdução e a oração inicial o oficiante lerá um texto da Palavra de Deus que poderá ser os seguintes: Gênesis 24.58-61; Salmo 1.1-3; Provérbios 16.1; Mateus 18.19; Lucas 6.47,48, etc. 6. Após a leitura, o oficiante proferirá algumas palavras embasadas no texto lido e aproveitará para dizer ao casal que a responsabilidade agora é muito maior, tanto diante da família como da sociedade e principalmente diante de Deus. Dirá ainda que o noivado não abre caminho para a prática de atos amorosos que só são cabíveis dentro do matrimônio. O proceder dos noivos deve ser totalmente norteado pelo temor do Senhor, a fim de que a preparação para o casamento receba a plenitude das bênçãos do Altíssimo e em tudo Ele seja glorificado. 7. Proferida a preleção, o ministrante pedirá aos pais dos namorados, se presentes, para ficarem próximos aos filhos e com as alianças levantadas dirá: “Estas alianças serão o testemunho visível do pacto que estas duas vidas celebram diante

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O ministrante dará a cerimônia por encerrada deixando lugar para os cumprimentos entre as famílias e convidados. Observação: 1. Não havendo pais para a colocação das alianças, poderão ser substituídas por parentes mais próximos ou, se o oficiante preferir, poderá ele próprio colocá-las. 2. É bom comunicar à igreja o acontecimento, a fim de que uma oração seja feita em favor dos noivos e das suas famílias. Celebração de quinze anos Tomou-se costume entre nós a celebração de um ato solene na comemoração dos 15 anos de idade das nossas mocinhas. Usando da franqueza que sempre nos tem acompanhado, e sem querermos ser radicais, faremos algumas sugestões para a celebração desse ofício.Sabemos que fazer uma cerimônia especial na igreja (templo) quando uma jovem crente completa 15º aniversário, é uma inovação trazida pela evolução do tempo, e exigida pela sociedade; e por não ser o ato necessariamente bíblico, visto que não é registrado nas Escrituras Sagradas, convém tenhamos cuidado na condução dessa cerimônia, para que um culto de gratidão a Deus que é, não se assemelhe a uma peça teatral. 1. A preparação do local onde se celebrará o culto, se for o templo, deve ser singela, evitando-se mudanças no cenário, para evitar manifestações de sentimento vaidoso. (Cabe ao pastor da igreja expedir instruções normativas a respeito.) 2. O celebrante deve fazer contato por antecipação com os pais da aniversariante, dando-lhes a orientação necessária quanto à elaboração do programa. 3. O tempo de duração do culto, incluindo cânticos especiais de corais, conjuntos ou solos, etc., deve ser de mais ou menos uma hora, começando, geralmente, de 18 às 20 horas. 4. O celebrante dirá de início: Este é um culto de agradecimento a Deus pelo 15 9 aniversário da nossa irmãzinha (nome, filiação, etc.) Aproveitaremos esta oportunidade para transmitir à aniversariante conselhos básicos e bíblicos para a importante fase de sua vida que agora se inicia. 5. O ofício em si pode constar dos seguintes atos: a) A aniversariante poderá ingressar no recinto do culto na forma convencional e aguardar o momento em que o oficiante comece o trabalho, quando, então, se posicionará no lugar que lhe foi designado. Se o ingresso for o momento do início do ofício, todos os presentes, ao toque de uma música sacra, colocar-se-ão de pé e a aniversariante se dirigirá ao seu lugar. É preciso cuidado com ingressos ostentosos que podem tomar o lugar que cabe ao Espírito de Deus. (Falamos assim, porque estamos pensando principalmente num culto a Deus e não apenas numa ação meramente social.) b) Os hinos devem ser adequados ao ofício; os que falam de gratidão a Deus, de novos propósitos e que sejam plenos de louvor ao Senhor. c) Os corais, conjuntos, e solistas, que tomarem parte do culto devem ser instruídos quanto ao número de vezes que atuarão e em que instante terão a sua oportunidade. É conveniente que se conheça o conteúdo dos hinos (cânticos) e procedência das músicas a serem executadas, evitando-se músicas mundanas. d) O oficiante, então, proferirá algumas palavras introdutórias e mencionará a pessoa da aniversariante, procurando destacar, sobretudo, o seu porte cristão e a sábia decisão de celebrar tão significativa data com um culto a Deus, reunindo amigos e familiares para, com ela, rejubilarem-se no espírito. e) Sendo a aniversariante pessoa desinibida e capaz, é importante que ela também faça uma alocução previamente preparada, ou proceda à leitura de um texto bíblico, exemplo: Salmos 90.12; 103.1-5; 112.9-10; ou outro texto que, a gosto, poderá ser escolhido para o momento. Um hino também poderá ser entoado pela aniversariante só ou em companhia de colegas, da mesma faixa etária, de preferência. f) Os progenitores da aniversariante devem ser colocados num lugar especial no recinto e é da maior importância que se diga do significado de suas vidas para a filha. £ oportuno animá-los a continuar dando toda a assistência à filha, salientando-se que o tratamento que se oferece à moça nesta faixa de idade difere bastante do que se tem dado até agora, mas que a igreja tem a certeza de que, neste particular, os genitores de (nome da aniversariante) saberão buscar
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO em Deus a sabedoria necessária para continuarem orientando-a no caminho que deve trilhar. (Os pais devem neste momento ser felicitados pelo oficiante.) g) Neste culto não deve haver ofertório nem testemunhos, a menos que seja algum testemunho compatível com o momento e projete brilho ao ofício. Também não haverá apelos, apresentações, anúncios de qualquer natureza e outros atos que são cabíveis somente noutras ocasiões. h) A mensagem deve ser curta, objetiva, não desprezando o tema central de toda mensagem bíblica • Jesus. Enfatizar que a aniversariante continuará sendo feliz se Jesus for o seu guia permanente, Senhor e Mestre da sua vida. Após a mensagem, o oficiante se dirigirá à aniversariante para comunicar-lhe alguns conselhos da parte de Deus e desejar que todas as bênçãos do Altíssimo lhe sejam dispensadas. Os textos a serem usados poderão, entre outros, ser os seguintes: Salmos 34.12-15; 37.1-6; 144.9-12; Provérbios 3.1-5; 4.20-23; Eclesiastes 12.1-7; 1 Coríntios 13.11. i) Finda a preleção do oficiante, o público se colocará de pé e a aniversariante se ajoelhará. Nesse momento se fará uma oração a Deus, de agradecimento e, ao mesmo tempo, intercessória pela vida da jovem. j) O ato encerra-se com a bênção apostólica que bem pode ser proferida da seguinte forma: “A graça do Senhor Jesus, a comunhão do Espírito Santo e o amor de Deus seja com (fulana) e todos os salvos em Cristo desde agora e para sempre." Cuidados 1. Evite-se a formação de pares (casais). Isto não é bom no seio da igreja, pois dá uma feição puramente social ao evento. 2. Evitem-se similações de casamento. Isto é mentira, e pode produzir insinuações sensuais, pelo que deve ser evitado, para que a bênção de Deus flua livremente. 3. Use-se linguagem descontraída, porém séria, pura e honesta em todos os momentos da solenidade. Funeral Este cerimonial, do ponto de vista humano, é o que menos agrada ao ministro ofíciante, porém não se pode fugir ao dever do ofício. Ademais, é uma oportunidade para se evidenciarem os valores espirituais com que o Espírito de Deus dotou aquele servo que agora passou para o Senhor.Cabe, portanto, ao oficiante da cerimônia fúnebre observar as recomendações que abaixo seguem:Em primeiro lugar, deve-se conhecer a condição espiritual e o testemunho da pessoa falecida, para evitar pronunciamentos inverídicos que possam criar constrangimentos. É sempre bom que se faça alusão à pessoa a ser sepultada quando da sua existência se possa tirar algum bom exemplo para aplicá-lo em forma de conselho espiritual aos que estiverem presentes ao ato. Conhecer os membros da família antes de iniciar a cerimônia é uma medida prudente já que esses precisam de uma palavra de conforto no momento. Deve o oficiante conhecer o local e o horário do sepultamento, com segurança. Passos a serem dados: 1. Comparecer ao local do sepultamento pelo menos uma hora antes. Nunca é uma atitude agradável chegar às carreiras quando o momento é de tristeza para pessoas que nos são caras em Cristo, pois representamos, então, como ministros, as pessoas mais capazes de ajudá-los espiritualmente nessa fase. 2. Iniciar com uma oração, pedindo a Deus a sua graça para a cerimônia. O tom de voz deve ser moderado, nunca como se estivesse pregando numa cruzada ou no púlpito. Começar dizendo do significado do ato, que, sendo de dor e tristeza pela separação do ser querido que partiu, é, no entanto, uma oportunidade para renovar a nossa memória quanto às promessas do Senhor nosso Deus. Se o testemunho deixado pela pessoa objeto do ato fúnebre foi um exemplo de fé e obediência à Palavra do Senhor, toma-se isso causa de grande inspiração para quem oficia o ato, e para todos os que fizerem uso da palavra. 3. Fazer a leitura da Palavra de Deus, usando entre outros, alguns dos seguintes textos: 1 Tessalonicenses 4.13-18; 2 Coríntios 1.5-7; 5.1-10; 1 Coríntios 15.39-55; Salmo 116.15; Apocalipse 14.13; 21.3,4. Feita a leitura, fazer explanação, de acordo com a inspiração que recebeu, mas com concisão e objetividade, usando tom de voz compatível com o momento. Se houver mais alguém para falar, devesse ter em conta o fator tempo quando franquear a palavra. É recomendável que o oficiante estabeleça limite de tempo para cada um que vai falar: Nota: Os cânticos só deverão ser executados com autorização da família enlutada. Nunca por iniciativa do oficiante ou de pessoas alheias à família, para evitar que alguém se sinta ferido, em lugar de confortado. O cântico deve fazer parte do testemunho da esperança do crente e servir de conforto espiritual aos familiares, e nunca ser interpretado como um ato de insensibilidade ao acontecimento. Os cânticos devem ser entoados em tom de piano (baixo), com a melhor harmonia possível, tudo para glória de Deus. 4. Após o ato, o oficiante fará mais uma oração, suplicando a Deus consolação para todos e, em se tratando da passagem de um fiel servo de Deus, deve-se agradecer ao Senhor o tempo que ele passou entre nós, e pelos exemplos de fé que nos legou.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 5. Após esta oração, o oficiante dirá: "Está concluída a cerimônia e a condução do sepultamento fica a critério da família". 6. Sendo o local e tempo favoráveis, poderá ser dada uma breve palavra quando o corpo descer à sepultura, porém nem sempre isso se faz necessário. Nesse momento, a presença do oficiante se presta mais para dar apoio à família e orientar na parte espiritual, evitando que se cometam atos que choquem as consciências cristãs gerando mau testemunho. Nota: Às vezes, somos convidados para dar auxílio espiritual a uma família cujo falecido não é crente. Em tais circunstâncias, nada temos a mencionar quanto à pessoa do extinto, mas tão-somente aproveitar a oportunidade de se viver preparado para o instante do chamamento à eternidade. A ocasião é muito oportuna para se dizer que sem Cristo nesta vida, a eternidade não será feliz. Se alguém se decidir por Cristo naquele momento, sem apelo, será feita uma oração. Deve-se ter cuidado para não fazer alusões à pessoa do morto, dizendo que foi ou não salvo. Não somos juizes nessas ocasiões: somos anunciadores da fé em Cristo. Lançamento da pedra fundamental O lançamento de pedra fundamental de uma obra para uso da igreja tornou-se um costume altamente significativo, pois é uma oportunidade que temos de cultuar a Deus e motivar os fiéis a se interessarem pela construção. É também um momento de exercitar a fé nas promessas de Deus, e tudo junto é um vivo testemunho do progresso da obra do Senhor.O ato em si não exige um programa minucioso, mas deve ser levado a efeito com muita alegria expressa nos louvores a Deus, nos testemunhos, e nas mensagens apresentadas. O trabalho não deve ser demorado, e poderá ser feito assim: 1. Convidar para a solenidade as autoridades locais e as igrejas vizinhas. 2. Oração inicial, agradecendo a Deus pelo passo de fé que a igreja está dando e suplicando a presença abençoadora do Senhor na solenidade. 3. Como é natural, os hinos devem ser própriospara o ato, e serão cantados com vigor e verdadeiro sentido de adoração. Do mesmo modo, os músicos (se houver) deverão tocar com toda expressão de louvor a Deus. 4. Após os louvores, será lido o texto oficial do culto que pode ser, entre outros, o encontrado em Gênesis 28.20-22. Após, se fará outra oração. 5. Neste espaço, dar-se-á a oportunidade para corais, conjuntos, solos, bem como para testemunhos, que devem ser breves. 6. O oficiante, após as oportunidades concedidas, entregará uma breve mensagem, reforçando o que se tenha dito sobre a finalidade da reunião. 7. Convidará os obreiros presentes, começando pelos mais conceituados nos meios evangélicos, para colocarem no devido lugar a pedra previamente preparada (pedra fundamental). A cavidade poderá ser feita no momento, para tornar o ato mais solene. A ferramenta adequada já deverá estar no local. Será feita a oração solene quando os obreiros houverem tomado a pedra com o oficiante e a colocado na cavidade. Nota: Não aconselhamos pôr na cavidade também uma Bíblia, como alguns têm feito. Entendemos que a Palavra de Deus não é para ser "enterrada", mas anunciada. Além disso, o ato é simbólico do início da construção e a Palavra de Deus é a verdade que deve ser proclamada. Uma Bíblia na mão de uma pessoa fará mais efeito do que "enterrada" numa obra. 8. Após o lançamento da pedra fundamental, cremos que é muito oportuno solicitar uma contribuição para a obra, se realmente houver necessidade. O povo naquele instante está com entusiasmo e uma oferta quase sempre dá bom resultado. 9. Em seguida, com palavras conclusivas, o oficiante fará o apelo, dando, naturalmente, às suas palavras uma conotação evangelística. Havendo decisões, será feita uma oração e se encaminharão os neoconvertidos para o templo. 10. Com uma oração, concluir-se-á o trabalho, havendo antes anunciado o início da obra, a fim de que o ânimo do povo continue aceso para glória de Deus e bom êxito do empreendimento. Uma palavra de agradecimento é importante. Nota: Havendo condições, é bom organizar um desfile com a igreja, partindo de um lugar (templo antigo, etc.) até o local do evento. Será uma maneira de atrair o povo à igreja. Inauguração O ato de inaugurar tem como finalidade agradecer a Deus pelo êxito alcançado e suplicar a sua indispensável bênção para que sejam plenamente realizados os propósitos com os quais foi feita a obra.Um sem-número de coisas podem merecer um ato inaugural: templos, casas, escolas, hospitais fábricas, asilos, orfanatos, estradas, praças, monumentos, etc.Ao se inaugurar prédio que se destine ao serviço sagrado, como um templo, o ato se reveste de maior importância, pelo sentido espiritual que encerra. Neste caso, realizar-se-á um culto com todas as suas características espirituais, obedecendo aos seguintes passos:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 1. Serão convidadas para o ato as autoridades locais e as igrejas vizinhas. 2. Normalmente, o povo se reúne na frente do prédio, estando a porta principal ainda fechada. 3. No horário marcado, o oficiante iniciará as solenidades com oração. 4. Depois da primeira oração, o oficiante dirá, em breves palavras, sobre a finalidade do ajuntamento e serão cantados louvores (não muitos). Após, será lida uma porção das Escrituras. O texto deve ser consoante com a solenidade. 5. Após a cerimônia da fita, ingressarão no templo na seguinte ordem: autoridades e convidados especiais, pastor e os demais obreiros, corais e bandas e o povo em geral. 6. Ao desatar a fita simbólica atravessada na porta principal, o oficiante poderá ler (ou citar) o versículo 2 de Isaías 26 ou outra expressão bíblica própria para o momento e logo adentrarão todos com louvores a Deus. 7. Quando todos já se acharem no interior do templo, ainda de pé se fará a oração inaugural. Após este ato, seguir-se-ão as apresentações, as saudações, e continuará o culto. 8. O oficiante, geralmente o pastor da igreja, distribuirá os trabalhos com muito equilíbrio, cuidando para não dilatar descomedidamente o tempo de duração, especialmente se ainda houver algum trabalho para o mesmo dia e por respeito aos convidados que muitas vezes não podem demorar demasiadamente. 9. A conclusão do culto será como a dos cultos públicos, mas deve-se proferir uma palavra de agradecimento aos que atenderam ao convite. Nota: No momento das apresentações, é justo que se faça alusão aos serviços prestados pelas pessoas e equipes que contribuíram para o êxito do trabalho. É um procedimento bíblico, ser agradecido; além do mais, animará os que ajudaram e incentivaram outros a fazerem o mesmo. Outras inaugurações têm procedimentos um pouco diferentes, mas a oração inicial, os louvores, a leitura bíblica e todos os demais atos espirituais não podem faltar, se de fato se pensa num culto a Deus.O oficiante deve entender-se com os programadores e tomar conhecimento de tudo que se fará no ato: quem vai falar, cantar, pregar, etc. e decidir sobre o tempo de duração.Cumpre dizer que o procedimento religioso descrito só é cabível quando a inauguração tem cunho totalmente religioso. Se o evento é de natureza social e o lado espiritual aparece só como complemento, proceder-se-á do modo que for estabelecido: oração, leitura bíblica, cânticos, etc.Muitas inaugurações não são totalmente destinadas a culto a Deus, portanto, o oficiante ou participante do evento deve ter o cuidado de pôr cada coisa em seu lugar.Quanto ao tempo de duração, recomenda-se prudência, para não gerar cansaço nos participantes. Se o sentido espiritual do evento for mantido até o seu término, este deve ser com uma oração de agradecimento a Deus. Solenidades cívicas no templo As solenidades cívicas que costumeiramente ocorrem nos nossos templos são, em geral, as celebrações do dia da Pátria (7 de setembro), certas homenagens que por representantes do povo são feitas a pessoas do nosso convívio, e outras reuniões cívicas, às quais se deseja dar uma feição religiosa, como se celebrasse um culto em ação de graças.O dirigente deve estar bem informado dos motivos dessas reuniões, e conhecer as pessoas que representam o povo e a instituição que promove o evento. A ordem pode ser a seguinte: 1. Abertura com oração, e louvores a Deus. 2. Leitura bíblica por alguém que for designado; oração. 3. O dirigente fará a apresentação das autoridades presentes e dos visitantes, nomeando-se os principais. 4. Em geral, executa-se o Hino Nacional cantado por todos os presentes e tocado pela banda, após o que o dirigente declarará abertas as solenidades, mencionando os motivos. 5. A palavra é, então, franqueada aos representantes de entidades civis, militares e eclesiásticas que presentes estejam como representantes. 6. Os atos serão intercalados com louvor. 7. Falará então o representante da organização que promove o evento. 8. Após esse orador, não se dará mais oportunidade a ninguém para falar sobre o evento, salvo alguém cuja representatividade sobrepuje à do último orador. 9. O último orador de fato será o mensageiro da Palavra de Deus, que deve ter tempo suficiente para desenvolver a sua mensagem evangelística. 10. Após o sermão, o dirigente fará ou designará alguém para fazer o apelo. Havendo decisões, far-se-á oração pelos que se decidiram. 11. Com uma palavra de agradecimento, o culto será concluído, após a oração final e bênção apostólica.

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO Nota: O programa para essas solenidades convém que seja criteriosamente elaborado, com o tempo bem distribuído, para que o nome do Senhor seja exaltado. A bênção apostólica Impetrar a bênção apostólica ao término de cada ofício sagrado é uma prática já consagrada pelo uso entre nós, da Assembléia de Deus, ainda que muitas outras denominações fazem o mesmo.Cabe nestas notas dizer que tal ato no final do culto não é propriamente um mandamento ou normativa bíblica. Mas, por analogia, acreditamos de todo coração que o Espírito Santo de Deus foi quem inspirou o uso da bênção apostólica. O espaço é limitado para trazermos aqui um fundamento doutrinário (não é este o propósito destas linhas) ou analógico que nos possa ajudar a entender a importância da bênção apostólica. Pois bem, não vamos fundamentar a prática que estamos aconselhando, mas se todos observarem o final das cartas paulinas, do Apocalipse, etc, verão que fomos colocados para abençoar, conforme o Senhor disse ao nosso pai Abraão em Gênesis 12.2c.Entre nós, é praxe permitir impetrar a bênção apostólica aos pastores, e aos presbíteros quando em função pastoral, isto é, dirigindo trabalho (congregações, ou praticando outros atos ministeriais). Nunca foi, porém, a impetração dessa bênção atribuída a quaisquer outros auxiliares. Por outro lado, em alguns lugares costuma-se levar toda a congregação a cantar as palavras usadas na bênção apostólica: "A graça de nosso Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam conosco (ou com todo o povo de Deus)" como alguns ministros usam fazer. Veja-se que nem mesmo uma forma literal rígida foi estabelecida. Neste ponto, vamos concluir dizendo que cada obreiro consulte o seu pastor sobre como deve fazer, já que se trata de assunto não estatuído pela Bíblia, embora faça parte dos nossos bons costumes.Aconselhamos, no entanto, cuidado, para não permitir que o mau uso das coisas sagradas venha a ter lugar no nosso meio. A Bíblia nos ensina que façamos tudo com ordem e decência, para glória de Deus. Que o Senhor a todos oriente no fazer aquilo que é útil e proveitoso! Amém. O BATISMO Os sacramentos O cristianismo neotestamentário não é uma religião de ritos, e sim um relacionamento íntimo entre o ser humano e Deus, ou seja, o contato direto que o Criador mantém com sua criatura, através do Espírito Santo. Portanto, não estabelece um sistema rígido de culto, mas proporciona-lhe um espaço amplo, que é a Igreja, dentro da qual ele possa render culto a Deus.Há, porém, duas cerimônias que são essenciais, já que foram devidamente ordenadas: o batismo e a Santa Ceia. Em virtude de seu caráter sagrado, estas cerimônias são descritas às vezes como sacramentos, ou seja, coisas sagradas. Também são chamadas ordenanças, porque são cerimônias ordenadas pelo Senhor Jesus Cristo.A palavra "batizar", empregada na forma do batismo, significa literalmente "submergir". Esta interpretação está confirmada por estudiosos do idioma grego e historiadores eclesiásticos. O batismo por imersão está de acordo com o significado simbólico do batismo, ou seja, morte, sepultamento e ressurreição (Romanos 6:1-14). Preparação dos candidatos Só devem ser batizadas as pessoas que tiverem reconhecido seu pecado, tiverem se arrependido e aceitado Jesus Cristo como seu Salvador pessoal. O ministro ensinará a estas pessoas as doutrinas cristãs, acompanhando o texto bíblico com um manual de doutrinas cristãs. Quando estiver convencido da conversão genuína destes candidatos, ele lhes instruirá sobre a necessidade do batismo em água. Aos que desejarem dar este importante passo, convém interrogá-los quanto às suas convicções cristãs, para evitar batizar os que não deram ainda provas de verdadeira conversão.Antes da cerimônia, o ministro se reunirá com os candidatos aprovados a fim de prepará-los física e espiritualmente para o batismo, e assegurar deste modo a solenidade da cerimônia. Quanto ao físico, poderá mostrar aos candidatos como cruzar as mãos sobre o peito no momento antes da imersão na água. Quanto ao espiritual, poderá pedir-lhes que assumam o seguinte compromisso que ele lhes lera:"Mediante o sofrimento expiatório do Senhor Jesus Cristo, temos estabelecido um relacionamento com Deus, relacionamento que se chama novo pacto, segundo o qual recebemos o perdão dos pecados e a vida eterna."Esta cerimônia de batismo nos lembra nossas obrigações para com Deus e para com os demais. Portanto, aproveitaremos a oportunidade para nos consagrar de novo e renovar nossas promessas. Nós nos comprometemos a trabalhar pelo progresso da igreja no conhecimento e santidade, para promover sua espiritualidade e para nos mantermos firmes em seu culto, disciplina e doutrina."Como administradores do que Deus nos confiou, nós nos comprometemos a contribuir com alegria e regularmente para o sustento do ministério, para os gastos da igreja, para o auxílio dos pobres e a expansão do evangelho por todo o mundo."Quanto ao nosso lar, nós nos comprometemos a manter o culto doméstico e a oração em casa, a criar os nossos filhos no temor do Senhor, e a buscar a salvação dos nossos entes queridos e de nossos conhecidos."Em virtude de nosso chamado como crentes, e pelo amor as pessoas não-convertidas por quem Jesus Cristo também morreu, nós nos comprometemos a andar com prudência e discrição diante do mundo, evitando a pecaminosidade e o que é reprovável. Nós nos comprometemos a ser justos em nosso relacionamento com os demais,
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO fiéis em nossos compromissos, e exemplares em nossa conduta. Nós nos comprometemos a evitar as murmurações, as fofocas e a ira, e a ser fervorosos em nossos esforços por expandir o reino de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo."Em virtude de termos um só Senhor que nos une como irmãos em uma só fé, nós nos comprometemos a velar uns pelos outros em amor fraternal, a orar uns pelos outros, a nos ajudarmos em tempos de enfermidades e dificuldades, a sermos corteses em nossa maneira de falar, a não ofendermos por nada, e a estarmos sempre dispostos a procurar reconciliação segundo os ensinamentos de nosso Senhor. O ministro perguntará aos candidatos: "Vocês assumem este compromisso?" Os candidatos em uníssono responderão: "Sim, nós o assumimos, e pela graça de Deus o cumpriremos." Instruções para o ministro É costume celebrar um breve culto devocional antes da cerimônia do batismo. Se o culto for realizado em um lugar público onde estarão reunidas pessoas não-convertidas, é ideal explicar o plano da salvação e o significado maravilhoso do batismo em água. Tanto perante crentes como não-crentes, é proveitoso estabelecer a base bíblica do batismo, mediante a leitura de uma das passagens que aparecem no final deste capítulo.Se o batismo é realizado em batistério, o ministro descerá primeiro e ajudará os candidatos a descerem, para evitar que escorreguem ou tropecem. Se o batismo é realizado em um rio, o ministro deverá batizar contra a corrente, de modo que a força da corrente o ajude a levantar da água a pessoa batizada. Em qualquer caso, procurará estar de frente para o público, a fim de que todos possam ver o ato do batismo. O ministro orará pelos candidatos e, à medida que tiver dado a cada um a oportunidade de testificar de sua fé no Senhor Jesus Cristo e de sua firme e fiel determinação de perseverar até o fim, os irá batizando um por um, empregando uma das seguintes fórmulas: "Irmão(ã)__________________(nome do candidato), devido ao fato de você já ter crido no nosso Senhor Jesus Cristo, e o aceitado como seu Salvador pessoal, eu o (a) batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." "Em obediência à grande comissão, e segundo sua profissão de fé no Senhor Jesus Cristo, eu batizo __________________(nome do candidato) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." "Diante de sua confissão de fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus e o seu Salvador, eu o (a) batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém."Com uma mão o ministro segurará as mãos cruzadas do candidato, e com a outra o apoiará debaixo da nuca a fim de levantá-lo com segurança da água. Em seguida o submergirá e o levantará, evitando qualquer atitude que quebre a solenidade ou provoque risos.Depois que todos tiverem sido batizados, o ministro orará por eles e despedirá a igreja, a não ser que o batismo esteja sendo celebrado durante uma das partes preliminares do culto. Passagens bíblicas "Naqueles dias apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia, e dizendo: Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus. Este é aquele de quem o profeta Isaías falou, ao dizer: Voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo, e ele trazia um cinto de couro na cintura. Seu alimento era gafanhotos e mel silvestre. Então iam ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a região circunvizinha ao Jordão. Confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi frutos dignos de arrependimento. E não penseis que basta dizer: Temos por pai a Abraão. Eu vos digo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. O machado já está posto à raiz das árvores, e toda árvore que não produz bom fruto, será cortada e lançada ao fogo. Eu vos batizo com água, para arrependimento. Mas após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. Na mão ele tem a pá, e limpará a sua eira, recolhendo o trigo no seu celeiro e queimando a palha com fogo que nunca se apagará. Então veio Jesus da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João tentava dissuadilo, dizendo: Eu preciso ser batizado por ti, e vens tu a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por agora, pois assim nos convém cumprir toda a justiça. Então João consentiu. Assim que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Nesse instante abriram-se-lhe os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele. E uma voz dos céus disse: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo." (Mateus 3:1-17)."Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Como está escrito no profeta Isaías: Eu envio o meu anjo diante da tua face, o qual preparará o teu caminho. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados. Toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele e, confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. João andava vestido de pêlos de
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO camelo, trazia um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas sandálias. Eu, em verdade, vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo. Naqueles dias veio Jesus de Nazaré, na Galiléia, e foi batizado por João no Jordão. Logo que saiu da água viu os céus abertos, e o Espírito que, como pomba, descia sobre ele. Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo." (Marcos 1:1-11)."Chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E certamente estou convosco todos os dias, até à consumação do século." (Mateus 28:18-20)."Mais tarde Jesus apareceu aos onze, estando eles à mesa, e lançou-lhes em rosto a incredulidade e dureza de coração, porque não acreditaram nos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado." (Marcos 16:14-16)."Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. Com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Os que de bom grado receberam a sua palavra foram batizados, e naquele dia agregaram-se quase três mil almas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, e no partir do pão e nas orações." (Atos 2:38-42)."Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressurgiu dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos em novidade de vida." (Romanos 6:3-4)."...pois todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo." (Gálatas 3:27)."...tendo sido sepultados com ele no batismo, nele também ressurgistes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos." (Colossenses 2:12).Veja também Atos 8:26-39, 10:44-48 e 16:25-34."Irmãos, vocês já fizeram profissão pública de sua fé em Cristo, foram batizados no nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros. Vocês prometem agora viver uma vida santa como fiéis seguidores de Cristo, e contribuir para a paz, a prosperidade e a unidade da igreja?" Os candidatos em uníssono responderão: "Sim, prometemos." O ministro dirá: "Visto que vocês já fizeram profissão de sua fé no Senhor Jesus Cristo, nós os recebemos como membros desta igreja, com os privilégios e deveres próprios de nossa família espiritual." O ministro dará as boas-vindas a cada um dos novos membros, apertando-lhes a mão direita, e concluirá com a seguinte bênção pastoral: "Que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo os abençoe e os guarde agora e para sempre. Amém.""Ora, o Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradável por meio de Jesus Cristo, ao qual seja a glória para todo o sempre. Amém." (Hebreus 13:20-21). RECEPÇÃO DE NOVOS MEMBROS Os candidatos se apresentarão diante da igreja, à qual o ministro dirá: "Amados irmãos, as Escrituras nos ensinam que a igreja é um corpo e um exército, que tem por cabeça e capitão a Jesus Cristo. O plano de Deus consiste em ajuntar em um mesmo rebanho a todos os nascidos de novo, a fim de manter firmes os crentes e pregar o evangelho aos que ainda não creram em Cristo.""E dever dos membros procurar a paz e a unidade da igreja, levando as cargas uns dos outros, socorrendo-se mutuamente, sendo fiéis à igreja e contribuindo para o sustento dela e suas atividades." Dirigindo-se aos candidatos, o ministro dirá: "Irmãos, vocês já fizeram profissão pública de sua fé em Cristo, foram batizados no nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros. Vocês prometem agora viver uma vida santa como fiéis seguidores de Cristo, e contribuir para a paz, a prosperidade e a unidade da igreja?" Os candidatos em uníssono responderão: "Sim, prometemos." O ministro dirá: "Visto que vocês já fizeram profissão de sua fé no Senhor Jesus Cristo, nós os recebemos como membros desta igreja, com os privilégios e deveres próprios de nossa família espiritual." O ministro dará as boas-vindas a cada um dos novos membros, apertando-lhes a mão direita, e concluirá com a seguinte bênção pastoral:
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo os abençoe e os guarde agora e para sempre. Amém.""Ora, o Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradável por meio de Jesus Cristo, ao qual seja a glória para todo o sempre. Amém." (Hebreus 13:20-21). A SANTA CEIA O pastor deve anunciar com a devida antecedência o culto de Santa Ceia, exortar os crentes a atentarem para a preparação espiritual, e avisar aos não-convertidos acerca do perigo de tomá-la sem estarem devidamente preparados. É importante que os membros entendam que só deve ir à mesa do Senhor aquele que estiver com o coração limpo e sem pecado (1 Coríntios 11:27-32). Por isso todo o que desejar participar da Ceia do Senhor deve preparar o coração. O que tiver caído em pecado deve arrepender-se e procurar o perdão. Em caso de haver rancores e desgostos entre alguns dos membros, estes devem reconciliar-se antes de aproximarem-se da mesa do Senhor.O pastor também deve anunciar que tanto ele como os demais obreiros estão dispostos a ajudar espiritualmente a quem lhes pedir. Depois da exortação, convém que todos se entreguem à oração e à meditação diante de Deus.Geralmente a Santa Ceia é celebrada no término do culto do dia do Senhor, no primeiro domingo do mês, pela manhã ou à noite.Não se deve apressar esta cerimônia. Ela é um ato solene e deve-se esperar que os participantes recebam ricas bênçãos da parte do Espírito Santo ao permanecerem em sua presença durante a cerimônia.Devido ao fato de esta cerimônia ser estritamente de caráter espiritual e exclusivamente para os crentes, deve ser celebrada de preferência em um culto quando todos os irmãos estiverem reunidos, e não em um encontro comum de evangelização. Deste modo haverá maior liberdade para se entrar em íntima comunhão com o Senhor.O pastor deve explicar antecipadamente a ordem do culto àqueles que o tiverem ajudando a repartir o pão e o vinho.O convite para participar da Ceia deve ser extensivo a todos os presentes que forem membros em plena comunhão de alguma igreja evangélica. CERIMÔNIA 1 Para dar início à celebração da Santa Ceia, o ministro se aproximará da mesa preparada antecipadamente, pedirá aos diáconos ou às pessoas designadas para esta solenidade, que venham juntar-se a ele diante da mesa.Depois que o ministro tiver se aproximado da mesa e os seus auxiliares estiverem ao seu lado, ele fará a Deus uma oração, pedindo a sua bênção sobre o pão e o vinho. Em seguida, os irmãos que ali estão designados para reparti-los distribuirão o pão, e em seguida o vinho, entre as demais pessoas que ali estão reunidas, participando desta santa solenidade. Antes de comer o pão, o ministro lera: "Pois eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim." (1 Coríntios 11:23-24). E dirá: "Comamos todos o pão." Da mesma maneira lera: "Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha." (1 Coríntios 11:25-26). E dirá: "Bebamos todos o vinho." Após ter bebido o vinho e ter tido um momento de meditação e adoração ao Senhor, o ministro lera: "Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha." (1 Coríntios 11:26)."A Palavra de Deus diz que depois que Cristo e os seus discípulos comeram do pão e beberam do vinho, celebraram assim a primeira Ceia do Senhor, e cantaram um hino antes de retirar-se do aposento alto." (Mateus 26:30; Marcos 14:26). Para finalizar, será cantado um hino ou um corinho. Nota: Algumas igrejas costumam recolher uma oferta para as pessoas pobres no final da Ceia. CERIMÔNIA 2 Antes dos participantes se aproximarem do altar, o ministro lera uma das seguintes passagens, dando preferência à primeira delas: 1 Coríntios 11:23-26; Mateus 26:17-20,26-29; Marcos 14:12-17,22-25; Lucas 22:7-20.O ministro e os diáconos ou pessoas designadas se posicionarão diante da mesa, sobre a qual colocaram o pão e o vinho. Depois de orar, o ministro lera outra vez os versículos que dizem respeito ao pão, o partirá e o entregará aos seus ajudantes, que o distribuirão entre os participantes. Um hino poderá ser cantado ou alguns corinhos durante a distribuição.Quando todos
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO já tiverem sido servidos, o pastor servirá aos auxiliares, e finalmente um dos auxiliares o servirá.Todos unidos comerão em silêncio.Da mesma maneira, o vinho será servido, e no final será cantado um hino ou corinho de louvor a Jesus Cristo. Nota: O pastor tem plena liberdade de pedir que cantem alguns hinos ou corinhos, ou pode convocar a igreja para um momento de oração durante o culto, conforme o Espírito Santo o guiar. DEDICAÇÃO DE CRIANÇAS Nas Sagradas Escrituras não há nenhum ensinamento 0u exemplos que autorizem o batismo de crianças. Conforme ensinamento do Novo Testamento, o candidato ao batismo deve ter se arrependido de seus pecados (Atos 2:38), e ter crido em Jesus Cristo (Atos 8:37). Aqueles que ainda não podem fazer o uso completo da razão, não estão em condições de cumprir esses dois requisitos. As crianças estão nesta condição.Por outro lado, as Escrituras ensinam acerca da apresentação pública das crianças a Deus, durante a qual pedimos ao Senhor que abençoe as crianças e a vida que elas terão pela frente.Quando assim procedemos, estamos seguindo a prática admitida pela Igreja de todos os tempos. Não é o batismo em água, e sim uma apresentação de crianças a Deus, uma ação de graças e de fé, uma súplica pela bênção divina. CERIMÔNIA 1 Hino ou corinho Os pais trarão a criança à frente enquanto se canta um hino ou um corinho apropriado. Leitura bíblica O ministro fará a leitura das seguintes passagens: "Traziam-lhe crianças para que as tocasse, mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir a mim as criancinhas, e não as impeçais, pois das tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele. E tornando-as nos braços e impondolhes as mãos, as abençoou." (Marcos 10:13-16)."Trouxeram-lhe então algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos, e orasse. Mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, e não os impeçais de vir a mim, pois dos tais é o reino dos céus. E, tendo-lhes imposto as mãos, partiu dali." (Mateus 19:13-15)."Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força. Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te. Também as atarás na tua mão por sinal, e te serão por faixa entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais da casa, e nas portas." (Deuteronômio 6:4-9)."Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus que um destes pequeninos se perca." (Mateus 18:14). Exortação à igreja: Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: "Meus amados irmãos e amigos, Deus ordenou a família como uma instituição divina desde o começo da humanidade. Os filhos são herança que o Senhor tem confiado ao cuidado de seus pais. Portanto, os pais têm perante Deus e a sociedade a responsabilidade de velar pelos seus filhos. Damos testemunho de que Cristo é Rei e Senhor sobre nossa vida e a vida de nossos filhos."Nós nos comprometemos, enquanto nos for possível, a instruir este menino (ou esta menina, ou estas crianças), em sua lei e em sua santa vontade. A Bíblia nos oferece muitos exemplos disto."Joquebede instruiu ao seu filho Moisés depois de tê-lo entregue ao Senhor. Ana reconheceu que seu filho Samuel pertenceria a Jeová. Maria levou seu filho ao templo para dedicá-lo a Deus."Os pais deste menino (ou desta menina) reconhecem sua responsabilidade de educar, ensinar e exortar a esta criatura no temor e obediência da Palavra de Deus desde seus primeiros anos de vida."Trazemos à presença de Deus as crianças que ele nos tem confiado, as dedicamos a ele e suplicamos que ele as abençoe." Pacto O ministro pedirá aos pais que assumam um compromisso com relação à criança, fazendo-lhes as seguintes perguntas: Ministro: "Diante de Deus e destas testemunhas, vocês prometem criar esta criança no temor do Senhor?" Os pais responderão: "Sim, prometemos." Ministro: Vocês prometem, além disto, guiá-la diariamente no pleno conhecimento do caminho do Senhor?" Os pais: "Sim, prometemos." Ministro: "Vocês prometem instruí-la para que conheça a Cristo como seu Salvador pessoal?" Os pais: "Sim, prometemos."

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO Ministro: "Prometem, enquanto estiver sob o controle de vocês, dar a esta criatura um exemplo sólido e piedoso da vida cristã?" Os pais: "Sim, prometemos." Ministro: "Vocês apresentam este menino (ou esta menina) em solene e sincera dedicação a Deus?" Os pais: "Sim, apresentamos." Ministro: "Vocês prometem dedicar-se a criar este menino (ou esta menina) na doutrina e nos ensinamentos da santa Palavra de Deus?" Os pais: "Sim, prometemos." Ministro: "Prometem criar este menino (ou esta menina) na prática diária da oração, e ajudar-lhe a formar o caráter cristão, e a fazer tudo que estiver ao alcance de vocês para criá-lo em seu lar, em um ambiente de devoção a Deus?" Os pais: "Sim, prometemos." Ministro: "Baseando-me no fato de vocês terem prometido diante de Deus e desta congregação dedicar esta criança a Deus, e o terem afirmado com suas próprias palavras, eu os exorto a se dedicarem a esta sagrada obrigação com sabedoria, perseverança e esforço." Dedicação Tomando a criança nos braços (se não houver inconveniente) e colocando as mãos sobre ela, o ministro dirá: "____________________(nome da criança), nós dedicamos você ao Deus Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Que o Senhor lhe fortaleça todos os dias de sua vida." Oração dedicatória "Agora, Pai, Criador do céu e da terra, nós te rogamos pelo bem-estar desta criança. Livra-a das cadeias do pecado e das enfermidades do corpo. Que à medida que ela for crescendo em idade e estatura, cresça também na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Dá aos seus pais sabedoria para que a criem em seus caminhos. Nós a dedicamos a tua honra e ao teu serviço, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém." Hino ou corinho final Uma vez que o ministro tenha orado, um hino ou um corinho será cantado. Enquanto a igreja canta, os pais voltarão aos seus assentos e o ministro voltará ao púlpito para se despedir da congregação. CERIMÔNIA 2 Hino ou corinho Enquanto os pais caminham até a frente com o menino (ou a menina), um hino ou corinho apropriado será cantado. Leitura bíblica O ministro descerá do púlpito para encontrar-se com os pais da criança, e fará a seguinte leitura bíblica: "Passado algum tempo, Ana concebeu e deu à luz um filho. Chamou-o Samuel, dizendo: Tenho-o pedido ao Senhor... Havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com um novilho, de três anos, um efa de farinha e um odre de vinho, e o levou à casa do Senhor, em Silo. Era o menino ainda muito criança... Pelo que também agora eu o entrego ao Senhor. Por todos os dias que viver pertencerá ao Senhor. E adoraram ali ao Senhor... Crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas as suas palavras deixou cair em terra." (1 Samuel 1:20,24-28:3:19). Em seguida comentará: "No Novo Testamento lemos a respeito de Cristo, que, ao completar oito dias de nascido, 'segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor... Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava sobre ele... ele então o tomou nos braços, e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, pois os meus olhos já viram a tua salvação... O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas que dele se diziam... E o menino crescia, e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.'" (Lucas 2:22,25,28-30,33,40)."O Antigo Testamento também nos dá sábios conselhos a respeito da educação de crianças:'Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.' (Provérbios 22:6).'Disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço...? Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para que pratiquem a justiça e o juízo, a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado.' (Gênesis 18:17,19).'Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te.' (Deuteronômio 6:6-7)." Pacto Dirigindo-se aos pais, o ministro dirá:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Irmãos, estamos aqui reunidos neste momento solene e de muita felicidade. Da mesma forma como Maria e Ana nos tempos bíblicos, vocês trouxeram esta criança ao templo para apresentá-la a Deus. Vocês já conhecem as palavras do Mestre: Deixai os pequeninos, e não os impeçais de vir a mim, pois dos tais é o reino dos céus.'"É correto que vocês tragam esta criança com poucos dias de nascida. O mistério e a maravilha desta nova vida os faz vir com temor reverente perante o Pai de toda a vida, para que ele lhes dê uma nova mensagem referente à dignidade da vida e a responsabilidade da paternidade."O propósito deste ato é ajudá-los, como pais, a apreciar a responsabilidade de instruir a este menino (ou a esta menina) nos caminhos do Senhor, para que quando estiver fazendo uso da razão, escolha o bem sobre o mal e aceite a Jesus Cristo como seu Salvador e Mestre. Deus tem um propósito para a vida desta criança. Encontrar este propósito e executa-Io significará o êxito; rejeitá-lo ou ignorá-lo significará fracasso, não importa quanto nos considere e aplauda o mundo. E seu privilégio e dever guiar o seu filho (ou sua filha) dentro da vontade perfeita de Deus para sua vida."Neste empenho, vocês devem consagrar-se hoje mesmo; para isto vocês hoje estão dedicando seu filho (ou sua filha) a Deus.""De acordo com o propósito para o qual vocês vieram aqui, devem responder as seguintes perguntas." Ministro: "Vocês estão apresentando esta criança perante Deus para dedicá-la solenemente ao serviço do Senhor?" Os pais: "Sim." Ministro: "Vocês se dedicarão, como pais desta criança, a instruí-la nos caminhos do Senhor?" Os pais: "Sim." Ministro: "Prometem instruí-la nos ensinamentos de Jesus Cristo, e guiá-la no desenvolvimento de um caráter cristão?" Os pais: "Sim." Ministro: "Prometem modelar até onde for possível a vida desta criança, mediante uma exemplar conduta doméstica, tanto pela palavra como pelo exemplo, para que na idade apropriada ela aceite a Jesus Cristo, participe da comunhão dos crentes e realize serviços para a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo?" Os pais: "Sim." Ministro: "Visto que vocês prometeram diante de Deus e desta congregação dedicar esta criança a Deus, e o têm afirmado com suas próprias palavras, eu os exorto a se dedicarem a esta sagrada responsabilidade com sabedoria, perseverança e santa devoção." Oração dedicatória "Agora, ó Pai, Criador dos céus e da terra, eu rogo-te pelo bem-estar deste menino (ou desta menina). Livra-o (a) das ciladas do pecado e das enfermidades do corpo. Que à medida que ele (a) for crescendo em idade e em estatura, cresça também na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Conceda sabedoria a seus pais para que a criem em seus caminhos, dedicando esta criança a tua honra e ao teu serviço, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém." Bênção pastoral "O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o seu rosto, e te dê a paz." Hino ou corinho final Uma vez que o ministro tenha terminado de pronunciar estas palavras, a igreja cantará um hino ou um corinho apropriado. AÇÃO DE GRAÇAS POR ANIVERSÁRIO DE QUINZE ANOS É muito importante para uma jovem chegar à idade de quinze anos. É como se ela dissesse ao mundo que já é uma mocinha. Essa idade proporciona à jovem, aos seus pais e à igreja uma incomparável oportunidade de testemunhar de sua fé em Cristo. Entrada do cortejo Uma música instrumental suave será executada.O ministro conduzirá pelo braço a mãe da aniversariante, e a deixará em um dos lados da plataforma. Ele se situará ao lado direito da cadeira colocada para a aniversariante, e ali permanecerá de pé durante toda a cerimônia.A seguir desfilarão 14 pares de moças e rapazes.Cada rapaz conduzirá uma moça pelo braço esquerdo. Cada uma das moças terá uma flor na mão (podem ser usados cravos ou açucenas). À medida que forem entrando, os casais se posicionarão em ambos os lados da cadeira destinada a aniversariante, ao longo da plataforma, o rapaz de um lado e a moça de outro, Cada fileira terá, alternadamente, um rapaz e uma moça. Entrada da aniversariante Outra música apropriada será executada.A aniversariante entrará segurando o braço de seu pai (ou, em substituição, o braço de quem ela escolher), caminhará lentamente até a plataforma, e se sentará na cadeira especialmente decorada para a ocasião.
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO Dirigindo-se aos presentes, o ministro dirá: "Amados irmãos e amigos, é para mim um privilégio dar-lhes as boas-vindas em nome de Jesus Cristo por ocasião desta cerimônia de ação de graças pelos 15 anos de vida de __________________(nome da aniversariante), filha de __________________(nomes e sobrenomes dos pais). Com grande alegria invocamos a presença de Deus para este ato e sobre a vida desta jovem. Oremos." Oração "Pai amado, nós nos aproximamos de ti neste momento para agradecer-te pela vida de_________________ (nome da aniversariante). Damos-te graças porque tu a tens abençoado até esta formosa idade de 15 anos. Imploramos-te que 3 teu Santo Espírito continue a guardá-la e a proteja durante todos os dias de sua vida. Em nome de Jesus Cristo, nós te pedimos. Amém." Entrega de flores e leitura bíblica Nesse momento outra música de fundo será executada. Cada moça - começando pela última que entrou - caminhará até a cadeira onde se encontra a aniversariante, lhe entregará a flor e lerá para ela em uma Bíblia - na qual estão marcados os 14 textos que não de ser lidos - o texto bíblico que lhe corresponde, de modo que todos possam ouvir. (A primeira moça, que entrou com a Bíblia, após ler seu texto, a entregará à segunda, e a segunda à terceira, e assim sucessivamente). Moça 1: "Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra." (Salmo 119:9). Moça 2: "Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento." (Eclesiastes 12:1). Moça 3: "Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza." (1 Timóteo 4:12). Moça 4: "Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos, mas sabe que por todas estas coisas te trará Deus a juízo." (Eclesiastes 11:9). Moça 5: "Exorta semelhantemente os moços a que sejam moderados. Em tudo te dá por exemplo de boas obras. Na doutrina mostra integridade, reverência..." (Tito 2:6,7). Moça 6: "Foge também dos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor." (2 Timóteo 2:22). Moça 7: "Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis." (Provérbios 31:10). Moça 8: "Aquele, pois, que sabe o bem que deve fazer e não o faz, comete pecado." (Tiago 4:7). Moça 9: "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei." (Gálatas 5:22,23). Moça 10: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida." (Provérbios 4:23). Moça 11: "Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus." (Mateus 5:8). Moça 12: "Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte." (Mateus 5:14). Moça 13: "Quando disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração te disse: O teu rosto, Senhor, buscarei." (Salmo 27:8). Moça 14: "O mesmo Deus de paz vos santifique completamente. E todo o vosso espírito, alma e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." (1 Tessalonicenses 5:23). Entrega da Bíblia e coroação Quando todas as moças tiverem entregado as flores e lido o texto bíblico diante da aniversariante, entrará o líder dos jovens da igreja ou a esposa do ministro, receberá a Bíblia das mãos da última moça, se colocará ao lado da jovem e dirá: "Permita o Senhor que você guarde em seu coração, como um ramo de flores que nunca murchará, os sábios conselhos que a Palavra de Deus tem-lhe dado. Se você seguir com fidelidade a vontade de Deus, receberá no final a coroa da vida."Em seguida a pessoa que pronunciar estas palavras entregará à aniversariante a Bíblia na qual foram lidos OS 14 textos antecipadamente marcados, e colocará ;obre sua cabeça uma coroa que estava mantendo segura na outra mão. Intervenção dos pais O pai da aniversariante falará brevemente sobre algum fato destacado na vida de sua filha, lambem a mãe falará alguns minutos acerca dela.(Um dos dois poderá revelar os objetivos da aniversariante.) Oração O ministro convidará toda a igreja a colocar-se de pé, e orará assim:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Soberano Deus, nós te louvamos nesta hora, e uma vez mais pedimos tua bênção em favor de___________ (nome da jovem). Faz com que tua Palavra sempre dê fruto abundante em sua vida. Em nome de Jesus Cristo nós te pedimos. Amém." Saída do cortejo e da aniversariante Uma música suave e majestosa será executada nesse momento enquanto os participantes se preparam para sair.Os casais começarão a sair da plataforma para a porta, na ordem inversa da que entraram.Por último, sairá a aniversariante. Nota: Se não for possível formar 14 casais, poderão ser formados 7 - ou 14 moças sozinhas, caso não haja suficientes rapazes para acompanhá-las. O importante é que o total das pessoas some 15. Antes da oração do ministro, a aniversariante poderá ter a oportunidade de dizer algumas palavras de reconhecimento a seus pais, seus líderes espirituais e aos irmãos da igreja. Se ela desejar, poderá cantar nesse momento. MINISTÉRIO AOS ENFERMOS Quando estão enfermos, os crentes esperam que seus pastores os visitem. A seguir, ofereceremos dados e conselhos referentes a este importante ministério.O Senhor requer com amor que seus ministros visitem os enfermos, demonstrando-lhes compaixão e oferecendo-lhes a ajuda espiritual de que necessitam. O pastor indiferente à dor alheia não é digno representante daquele que levou nossas enfermidades sobre si, e olha para nós com compaixão eterna (João 21:15-17; 1 João 3:11-16; 4:7-21).O serviço de Deus é também o do ministro como embaixador do grande Rei (2 Coríntios 5:20). O ministro deve ajudar o enfermo a aproximar-se de Deus (Salmos 34:18; 145:18).O ministro deve ajudar o enfermo a aprender a lição que Deus procura lhe ensinar através da enfermidade. Talvez Deus queira dar-lhe uma lição de disciplina ou mostrar-lhe sua fidelidade na prova (Jó 23:10; Daniel 3:19-28).O ministro não deve censurar os enfermos de sua congregação que consultam os médicos, mas deve sempre ensinar-lhes a confiar no Médico divino.Depois de instruir o enfermo e prepará-lo para receber por fé a cura divina, deve orar confiando que Deus o curará. É conveniente que as pessoas de fé unam-se para orar pelos enfermos. É bom manter esse ambiente de fé depois da cura, até que o enfermo se fortaleça na experiência que teve.O ministro deve visitar os enfermos e aflitos (Tiago 1:27), e ler para eles passagens bíblicas que certamente o Espírito Santo usará para confortá-los e fortalecê-los.A leitura da Palavra de Deus e os testemunhos de quem foi curado pelo Senhor aumentam a fé do enfermo e prepara o seu coração para a oração de fé que será feita em favor dele. Os passos seguintes são os mais claros e positivos dos muitos que Deus deixou por escrito em sua Palavra. Passagens sobre a cura divina "Então Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou uma árvore. Lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali Deus lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou. Disse ele: Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios, pois eu sou o Senhor que te sara." (Êxodo 15:25-26)."Servireis ao Senhor vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água. Tirarei do meio de vós as enfermidades..." (Êxodo 23:25)."O Senhor desviará de ti toda enfermidade. Ele não te afligirá com as terríveis doenças que conheceste no Egito, antes as porá sobre todos os que te odeiam." (Deuteronômio 7:15)."E ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, e sara todas as tuas enfermidades..." (Salmo 103:3)."Loucos, por causa do seu caminho de rebeldia, e por causa das suas iniqüidades, foram afligidos. A sua alma aborreceu toda a comida, e já chegavam às portas da morte. Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e ele os livrou das suas aflições. Enviou a sua palavra, e os sarou; livrou-os da destruição. Dêem graças ao Senhor pelo seu constante amor, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens." (Salmo 107:17-25)."Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; contudo, nós o consideramos como aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados." (Isaías 53:4-5)."Cura-me, ó Senhor, e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois tu és o meu louvor." (Jeremias 17:14)."Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com sua palavra expulsou deles os espíritos e curou a todos os enfermos. Isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças." (Mateus 8:16-17)."Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dai." (Mateus 10:8)."Jesus, sabendo isso, retirou-se dali. Acompanhou-o uma grande multidão, e ele curou a todos..." (Mateus 12:15)."Onde quer que ele entrava, em cidades, aldeias ou campos, colocavam os enfermos nas praças. Rogavam-lhe que ao menos os deixasse tocar na orla da sua veste, e todos os que a tocavam saravam-se." (Marcos 6:56)."Estes sinais hão de seguir os que crerem: Em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e quando beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará mal algum; imporão as mãos sobre os enfermos, e os curarão." (Marcos
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO 16:17-18)."Chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou, num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Ao abrir o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, e anunciar o ano aceitável do Senhor. Fechando o livro, devolveu-o ao assistente, e assentou-se. Os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos." (Lucas 4:16-21)."Quando entrardes numa cidade, e vos receberem, comei do que vos oferecerem. Curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus. Voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos submetem." (Lucas 10:8-9,17)."O ladrão só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância." (João 10:10)."Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço. E as fará maiores do que estas, porque eu vou para o Pai. E farei tudo o que pedirdes em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei." (João 14:12-14)."...como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele." (Atos 10:38)."Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente; o Senhor o levantará. Se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Portanto, confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz." (Tiago 5:14-16). A visita A visita do ministro deve ser breve, de acordo com as circunstâncias e com o critério do ministro. Nos casos em que o paciente está hospitalizado, o ministro deve averiguar no escritório do hospital se é possível visitar o enfermo, já que às vezes não é possível, devido a assuntos relacionados com a enfermidade ou o enfermo.Ao se aproximar do quarto do enfermo, o ministro deve fazê-lo com muito cuidado e silêncio, com um sorriso e com palavras ternas e carinhosas.O propósito primordial da visita é estimular a fé do enfermo com a esperança que Jesus Cristo traz ao coração. O ministro manterá sempre uma atitude cordial e afetuosa para com o enfermo.Deve fazer-lhe poucas perguntas. Os enfermos normalmente estão debilitados e não resistem a visitas demoradas. Se o enfermo desejar fazer perguntas, deve ser permitido que as faça, pois isso o ajudará espiritual e fisicamente.O ministro não deve dizei nada que dê uma impressão negativa quanto a condição física do enfermo.Ele lera ao enfermo uma breve passagem da Palavra de Deus, em tom de voz suave. Algumas vezes é muito proveitoso ao enfermo ouvir um hino ou corinho apropriado, cantado em voz baixa. O CULTO FÚNEBRE Instruções para o ministro Tão logo o ministro receba a notícia da morte de um membro de sua igreja, deverá ir imediatamente ao lar do falecido para oferecer sua ajuda e consolo espiritual aos parentes.O ministro averiguará discretamente os planos da família para o sepultamento, e ajudará em tudo o que for possível. Pode fazer qualquer sugestão que lhe pareça pertinente, sempre com total cuidado em agir com tato e sensibilidade.Um detalhe que deve ficar bem claro é o lugar e a hora do sepultamento, e se a cerimônia vai ser realizada na igreja, no lar ou em uma capela mortuária.Se o ministro conhece bem a família, evitará a todo o custo que eles tenham gastos excessivos, como acontecem com freqüência quando as emoções intensas tomam conta do coração e dos sentidos.O culto fúnebre é uma oportunidade digna da maior consideração e meditação, ideal para se levar a um público heterogêneo a mensagem de esperança e salvação no Senhor Jesus Cristo. Mas isto deve ser feito com a sensibilidade que a ocasião requer, e não como uma campanha evangelística.Portanto, a mensagem deve ser breve, simples e fácil de ser compreendida, para não se perder seu objetivo primordial: consolar a família do falecido, e levar os assistentes a um momento de meditação sobre o futuro encontro com Deus.Para o culto em casa ou na igreja, o ministro chegará na hora indicada, e não começará a cerimônia até receber autorização da família. O ministro deverá ter preparado antecipadamente o programa do culto. Temas e textos para mensagens Das trevas para a luz "Procurai o que faz o Sete-estrelo, e o Orion, e torna a sombra da noite em manhã, e escurece o dia como a noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome." (Amos 5:8). Coragem para viver e fé para morrer "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão." (1 Coríntios 15:58). Tudo posso em Cristo "Posso todas as coisas naquele que me fortalece." (Filipenses 4:13).
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO Ancorados na rocha "Pois no dia da adversidade ele me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá, e pôr-me-á sobre uma rocha." (Salmo 27:5). A terra prometida "Deus enxugará de seus olhos toda a lágrima. Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas." (Apocalipse 21:4). Que é a vida? "Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? E um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece." (Tiago 4:14). Nele está a vida "Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens." (João 1:4). O consolo do Cristo "Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu, porque, estando vestidos, não seremos achados nus. Pois também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos angustiados, não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu o penhor do Espírito. Pelo que estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos presentes no corpo, estamos ausentes do Senhor. (Andamos por fé e não por vista). Mas, temos confiança, preferindo deixar este corpo e habitar com o Senhor." (2 Coríntios 5:1-8). Vida em abundância "O ladrão só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância." (João 10:10). O último inimigo "Ora, o último inimigo que há de ser destruído é a morte." (1 Coríntios 15:26). O céu é muito melhor "Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, o que é muito melhor." (Filipenses 1:23). A casa de meu Pai "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar." (João 14:2). Os mortos bem-aventurados "Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão." (Apocalipse 14:13). A despedida de Paulo "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda." (2 Timóteo 4:7-8). Quando a morte é estimada "Preciosa é à vista do Senhor a morte de seus santos." (Salmo 116:15). Leituras bíblicas Para uma criança "Naquela mesma hora os discípulos se aproximaram de Jesus, perguntando: Quem é o maior no reino dos céus? Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. E todo aquele que receber, em meu nome, uma criança como esta, recebe a mim. Mas aquele que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor seria que pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e se precipitasse na profundeza do mar.(...) Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos. Pois eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus. O Filho do homem veio salvar o que estava perdido. Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele as noventa e nove nos montes e irá em busca da que se desgarrou? E se a acha, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela do que pelas noventa e nove que não se desgarraram. Assim também não é vontade de vosso Pai que está nos céus que um destes pequeninos se perca." (Mateus 18:1-6,10-14)."Traziam-lhe também as crianças, para que ele as tocasse. Os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim os pequeninos, e não os impeçais, pois dos tais é o reino de Deus." (Lucas 18:15-16)."Espera no Senhor; sê forte; animaIETEP -Instituto de Educação Teológica Pneumatikos Escola de Formação Teológica Kerigma Didaké (ISamuel:19:20)

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO te, e espera no Senhor." (Salmo 27:14)."O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia. Ele conhece os que nele confiam." (Naum 1:7)."Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem; pois ele conhece a nossa estrutura, e se lembra de que somos pó." (Salmo 103:13-14). Consolo divino "Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados." (Mateus 5:4)."Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus." (Isaías 40:1)."O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas novas aos pobres. Enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e abertura de prisão aos presos, a apregoar o ano aceitável do Senhor, e o dia da vingança do nosso Deus, a consolar todos os tristes, e ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de alegria por tristeza, veste de louvor por espírito angustiado. Eles se chamarão árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado." (Isaías 61:1-3)."Não temas, pois eu sou contigo; não te assombres, pois eu sou o teu Deus. Eu te fortalecerei, e te ajudarei; eu te sustentarei com a destra da minha justiça." (Isaías 41:10)."Assim também vós agora, na verdade, tendes tristezas, mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar." (João 16:22)."Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (João 14:27)."Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?" (João 11:25-26)."Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus." (2 Coríntios 1:3-4). A soberania de Deus "Aquietai-vos, e sabei que sou Deus; serei exaltado entre as nações, serei exaltado sobre a terra." (Salmo 46:10)."Todos os moradores da terra são reputados em nada; segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e nos moradores da terra. Não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?" (Daniel 4:35)."Quem guiou o Espírito do Senhor? E que conselheiro o ensinou? Com quem tomou conselho, para que lhe desse entendimento, e lhe mostrasse o caminho certo, e lhe ensinasse sabedoria, e lhe fizesse notório o caminho do conhecimento? Certamente as nações são consideradas por ele como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; ele pesa as ilhas como se fossem fino pó.(...) Aquém, pois, fareis semelhante a Deus? Com que imagem o comparareis? (...) Ele está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos. Ele estende os céus como cortina, e os desenrola como tendas para neles habitar." (Isaías 40:13-15,18,22)."Qual dentre todas estas coisas não sabe que a mão do Senhor fez isto? Que está na sua mão a alma de tudo o que vive, e o espírito de todo o gênero humano?" (Jó 12:9-10)."O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. Glória, pois, a ele eternamente. Amém." (Romanos 11:33-36)."No temor do Senhor há firme confiança, e será um refúgio seguro para os seus filhos." (Provérbios 14:26)."Não sabes? Não ouviste? O Senhor é o eterno Deus, o Criador dos fins da terra. Ele não se cansa e nem se fatiga, e não há quem esquadrinhe o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica o poder ao que não tem nenhum vigor. Até os jovens se cansam e se fatigam, e os jovens tropeçam e caem, mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças. Subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão." (Isaías 40:28-31). A brevidade da vida "Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração. Antes que os montes nascessem, ou que formasses a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus. Tu reduzes o homem ao pó, dizendo: Voltai ao pó, ó filhos dos homens. Pois mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Tu os arrebatas no sono da morte; são como a erva que cresce de madrugada, de madrugada cresce e floresce, e à tarde corta-se e seca. Somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos angustiados. Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, e os nossos pecados ocultos à luz do teu rosto. Todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro. A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passam rapidamente, e nós voamos. Quem conhece o poder da tua ira? Pois a tua cólera é tão grande quanto o temor que te é devido. Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos coração sábio. Volta-te para nós, ó Senhor! Até quando?Tem compaixão dos teus servos. Sacia-nos de manhã com o teu constante amor, para que nos regozijemos, e nos alegremos todos os nossos dias. Alegra-nos pelos dias que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal. Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos. Seja sobre nós a
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós a obra das nossas mãos. Sim, confirma a obra das nossas mãos." (Salmo 90)."O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de dificuldade. Nasce como a flor, e murcha; como uma sombra passageira, não permanece." (Jó 14:1-2)."Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, e como a flor do campo, assim floresce; passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não se conhece mais." (Salmo 103:15-16)."Pois nós somos de ontem, e nada sabemos, e nossos dias sobre a terra são como a sombra." (Jó 8:9)."Os meus dias são mais velozes do que um correio; fogem, e não vêem a alegria. Passam como balsas de papiro; como águia que se lança sobre a presa." (Jó 9:25-26)."Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes? O homem é semelhante a um sopro; os seus dias são como a sombra que passa." (Salmo 144:3-4)."E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e logo se des vanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo." (Tiago 4:13-15)."Ninguém há que tenha domínio sobre o vento, para o reter; assim também ninguém tem poder sobre o dia da sua morte. Como não há altas em época de guerra, tampouco a impiedade libertará os que a praticam." (Eclesiastes 8:8). Recompensas no céu "Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão." (Apocalipse 14:13)."Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, confias-te-me cinco talentos. Olha, aqui estão outros cinco talentos que ganhei com eles. O seu senhor lhe disse: Bem está servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do teu senhor. Chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; olha, com eles ganhei outros dois. Disse-lhe o seu senhor: Bem está bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do teu senhor." (Mateus 25:20-23)."E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Agora o tabernáculo de Deus está com os homens. Deus habitará com eles, e eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles, e será o seu Deus. Deus enxugará de seus olhos toda a lágrima. Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado no trono disse: Faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, pois estas palavras são verdadeiras e fiéis. Disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer herdará todas as coisas, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho." (Apocalipse 21:3-7)."E verão a sua face, e na sua testa estará o seu nome. Ali não haverá mais noite. Não necessitarão de luz de lâmpada, nem da luz do sol, pois o Senhor Deus os iluminará. E reinarão para todo o sempre." (Apocalipse 22:4-5). Confiança "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza." (Salmo 46:1-3)."Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. Certamente ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas estarás seguro; a sua fidelidade será teu escudo e broquel. Não temerás o terror noturno, nem a seta que voa de dia, nem peste que anda na escuridão, nem a praga que destrói ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios. Se fizeres do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação." (Salmo 91:1-9)."Por este motivo sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia." (2 Timóteo 1:12)."O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas, refrigera a minha alma. Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos. Unges a minha cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e o amor me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para sempre." (Salmo 23)."Ainda que eu ande no meio da angústia, tu preservarás a minha vida; estenderás a tua mão contra a ira dos meus inimigos, e a tua destra me salvará." (Salmo 138:7)."Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus." (Jó 19:25-26)."Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Pelo que estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus. Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os teus caminhos. Quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. Glória, pois, a ele eternamente. Amém." Desfile perante o féretro No cemitério É costume, em muitas igrejas evangélicas, o ministro acompanhar os parentes da pessoa falecida até o cemitério. Quando o primeiro culto fúnebre for concluído, o ministro despedirá os presentes sem pronunciar a bênção pastoral, e se dirigirá ao cemitério, onde haverá um breve culto.Ao chegar ao cemitério, o ministro caminhará à frente dos que conduzem o féretro, sendo seguido pelos familiares e amigos do(a) falecido(a). Chegados ao sepulcro, baixarão o féretro. Antes de sepultá-lo, um culto será realizado. Oração Serão invocados o amor e a providência divinos, com a esperança eterna que Deus nos oferece. Leitura bíblica O ministro fará a leitura das seguintes passagens: "O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de dificuldade. Nasce como a flor, e murcha; como uma sombra passageira, não permanece." (Jó 14:1-2)."Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor." (Jó 1:21)."E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Ec 12:7). A entrega do corpo à terra O ministro jogará um punhado de terra (uma só vez) sobre o féretro, enquanto pronuncia as seguintes palavras: "Porquanto aprouve a Deus, Todo-poderoso, em sua infinita providência, separar deste mundo a alma deste irmão, (ou irmã, ou criança, conforme for o caso); portanto, nós entregamos o seu corpo à terra. Terra à terra, cinza à cinza, pó ao pó, com a esperança e a certeza da ressurreição para a vida eterna de todos os que dormiram em Cristo." Leitura bíblica adicional (opcional) "Não vos maravilheis disto, pois vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: Os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que praticaram o mal, para a ressurreição da condenação." (Jo 5:28-29)."Mas de fato Cristo ressurgiu dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem." (1 Co 15:20)."Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção, é ressuscitado em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, é ressuscitado em glória. Semeia-se em fraqueza, é ressuscitado em poder. Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual." (1 Co 15:42-44)."Pois convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó morte, a tua vitória?" (1 Co 15:53-55). Oração "Nosso Pai celestial, que de acordo com a tua misericórdia e a tua sabedoria puseste fim aos dias do teu servo (serva ou criança, conforme for o caso), dá-nos o amparo de tua misericórdia infinita, para prosseguirmos nossa peregrinação terrenal e vencermos os sofrimentos, as tentações e os perigos que nos esperam, e para finalmente chegarmos ao porto seguro da saúde e da vida eterna através de Jesus Cristo, Senhor nosso. Amém." Bênção pastoral "Que a graça, a misericórdia e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo sejam com todos vocês, agora e para sempre. Amém." CERIMÔNIA 2 Na residência ou no templo Passagens bíblicas O ministro se posicionará ao lado do féretro e lera as seguintes passagens: "Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?" (Jo 11:25-26)."Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar." (Jo 14:1-2)."Eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus." (Jó 19:25-26)."Pois assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Ora, o último inimigo que há de ser destruído é a morte." (1 Co 15:22-23,26). Oração O Pai Nosso Hino Dados sobre a pessoa falecida e sua família O ministro fará um rápido resumo da vida da pessoa falecida. Falará do lugar de nascimento, de onde ela veio, de sua família, do seu trabalho e de suas amizades na igreja, assim como de sua devoção a Deus. Deve ter por escrito todos esses dados confirmados pela família. Mensagem Se a pessoa falecida era crente em Cristo Jesus, o ministro preparará uma mensagem de conforto e encorajamento baseado na esperança do que morre em Cristo. Não deve falar dos defeitos da pessoa falecida, nem tampouco exagerar suas virtudes. Salmo 103:13-17, Filipenses 1:23 e Salmo 27:5 oferecem parâmetros apropriados para a mensagem.Se a pessoa falecida não era crente, poderá ser dito o seguinte: "Por ter cessado sua existência terrena, entregaremos seu corpo à terra. Terra à terra, cinza à cinza, pó ao pó. O espírito, nós o deixamos na mão de Deus. Este é o ponto final de uma vida. No sepulcro não há obras, nem conhecimento, nem sabedoria, e a ele todos nós iremos cedo ou tarde."Portanto, consagremo-nos hoje mesmo a meditar sobre a eternidade, e procedamos esforçadamente na realização do máximo daquilo que Deus colocou em nossas mãos. Façamos o que é correto e bom."Confiemos naquele que diz: 'Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá eternamente.'" Bênção pastoral Que Deus abençoe a todos nós, e console os nossos corações atribulados por essa tão grande perda. Que Deus faça resplandecer o seu rosto sobre nós, e sua graça esteja sobre nós. Que o Senhor levante o seu rosto sobre nós, e nos dê a paz. E que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos nós." No cemitério Entrega do corpo à terra Estando o féretro colocado sobre a abertura do sepulcro, o ministro espargirá sobre ele um punhado de terra ou de pétalas de rosas, enquanto diz: "Por ter sido da vontade do Deus Todo-poderoso, em sua infinita providência, separar deste mundo a alma de nosso(a) falecido(a) irmão (irmã), nós entregamos o seu corpo à terra. Terra à terra, cinza à cinza, pó ao pó. Mas nós esperamos a ressurreição universal do último dia, quando a Igreja de Cristo será arrebatada, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, na segunda vinda do Senhor, cheio de poder e majestade. A terra e o mar entregarão seus mortos, e os corpos corruptíveis dos que dormiram neles serão transformados e tornados semelhantes ao glorioso corpo de Cristo, conforme a poderosa obra pela qual Ele pôde sujeitar a si todas as coisas." Bênção Pastoral "Bem-aventurados aqueles que morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, pois que descansarão de seus trabalhos. "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vocês, e com todo seu povo. Amém." CERIMÔNIA 3 Esta cerimônia foi preparada para os casos em que só há um culto fúnebre programado, seja ele na residência, na igreja, ou no cemitério. A mensagem que foi incluída como modelo considera que o falecido era crente em Jesus. Leitura bíblica Poderá ser lida uma das passagens, ou uma seleção das várias passagens que aparecem na seção de leituras bíblicas. Oração O ministro reconhecerá a soberania de Deus e pedirá a sua bênção sobre o culto que celebrará. Dados sobre a pessoa falecida e sua família O ministro informará sobre o lugar de nascimento da pessoa falecida, os lugares onde viveu, seus familiares. Estes e outros dados deverão ser confirmados antecipadamente pela família. Leitura bíblica O ministro lera um salmo, ou a passagem bíblica favorita da pessoa falecida (por exemplo, o Salmo 23). Oração

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO O ministro agradecerá a Deus pelo fortalecimento e o consolo que a Palavra nos dá, e lhe pedirá que esta atue na vida dos seres mais queridos da pessoa falecida. Hino especial Um solista ou um grupo musical cantará um hino. Homenagem póstuma Um dos membros da família que melhor conhecia a pessoa falecida falará durante alguns minutos sobre as virtudes mais destacadas da pessoa, aquelas que ficaram gravadas na memória de seus amigos. Mensagem O ministro escolherá nas Sagradas Escrituras um tema que encoraje, anime e console os presentes, e os faça refletir sobre a vida e a morte.A mensagem seguinte, incluída aqui como modelo, destaca as virtudes que caracterizavam a pessoa falecida: "Nosso amigo... dorme" (João 11:11)Esta expressão bíblica é muito mais que uma força de expressão. É uma realidade. Não é só uma maneira de suavizar a dura realidade da morte. É uma verdade que se encontra na Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento.Por que Jesus se referiu à morte como um "sono"? Porque ele sabia que é certo o que o salmista diz no Salmo 127:2, que "Ele dá aos seus amados o sono." Ao nos referirmos a__________________ (nome da pessoa falecida) como amigo(a), conseguimos envolver a todos os presentes, porque era amigo(a) íntimo(a) de sua(seu) esposa(o), de seus sogros, de seus filhos e de seus netos, como também amigo(a) de todos os que tiveram a oportunidade de sê-lo. Era um(a) amigo(a) no sentido mais completo da palavra, como expressa Provérbios 17:17: "em todo tempo ama o amigo". Assim era __________________ (nome da pessoa falecida): Amava a todo mundo em todo tempo.(O ministro relatará alguns episódios que ilustrem o fato da pessoa falecida ter sido um(a) amigo(a) exemplar). Que significa para__________________ (nome da pessoa falecida) o estar adormecido? 1. Significa ver a Deus Em Atos 7:56-60, Estêvão, antes de adormecer, viu o céu aberto e o Filho do homem à direita de Deus Pai. Da mesma forma__________________ (nome da pessoa falecida) verá a Deus, pois em Mateus 5:8 Jesus diz: "Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus". __________________(nome da pessoa falecida) adormeceu em paz com Deus. Não existe sono mais agradável do que este. 2. Significa reunir-se com amigos que partiram antes dele Em Atos 13:36 Paulo diz que "tendo Davi no seu tempo servido conforme a vontade de Deus, dormiu e foi posto junto de seus pais".__________________ (nome da pessoa falecida) acabou de ter a oportunidade de reunir-se com seus amigos ou seus pais, caso estes o tenham antecedido. 3. Significa esperar reunir-se com seus amigos no futuro Em sua primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo 4, versículos 14 a 18, Paulo escreveu estas palavras de suprema esperança e incomparável consolo: "Cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também cremos que aos que dormem em Jesus, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Pois o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras." Isto nos servirá de consolo e encorajamento, e manterá a certeza de que iremos encontrar ________________ (nome da pessoa falecida) no céu. Mas isso dependerá de nós. Seja nos preparamos devidamente, e se nos mantivermos fiéis a Deus, nós nos encontraremos com ele (ou ela) um dia, certamente não muito distante.Deste modo, ao pensar em nosso(a) amigo(a) __________________(nome da pessoa falecida), lembramos que ele(a) adormeceu, e que isto significa que ele(a) despertará para viver por toda a eternidade com Cristo. De maneira que agora só falta a nós, em tempo muito próximo, nos reunirmos a ele(a) para morarmos juntos "na casa do Senhor, por longos dias". Hino cantado pela igreja Um hino solene será cantado ou um hino favorito da pessoa que faleceu, que seja adequado para a ocasião (por exemplo, Tantos como a areia da praia). Entrega do corpo à terra O ministro dirá:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Estamos reunidos para tornar a lembrar o que é eternamente sagrado por ser um dom da parte de Deus. Somos sustentados por uma fé mais poderosa que a morte, e temos a certeza de que a vida se estende para além deste lugar, avançando por toda a eternidade. Nessa confiança nós nos reunimos aqui para deixar a parte mortal de nosso(a) irmão(ã) neste lugar de descanso. Estamos rodeados da natureza maravilhosa que Deus criou, e estamos convictos de que teremos um lugar de descanso, não feito por mãos humanas, mas pelo próprio Deus eterno." Bênção pastoral "Ao que pode fazer muitíssimo mais que tudo o que pedimos ou imaginamos, segundo o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na Igreja e em Cristo Jesus por todas a gerações, pelos séculos dos séculos! Amém." DEDICAÇÃO DE TEMPLO Para a cerimônia de dedicação do templo, devem ser convidados os membros do ministério (os obreiros da igreja), denominado também de presbitério, ou corpo executivo, que possam assistir o culto junto com outros líderes convidados. Eles se sentarão no púlpito junto com o ministro da igreja.O programa geral poderá incluir hinos e corinhos apropriados, cânticos especiais, a leitura de uma das passagens bíblicas que aparecem a seguir, e, caso seja possível, a apresentação do construtor do templo. Também podem ser feitos anúncios com respeito a obra de construção e de donativos para esta. A parte principal da cerimônia normalmente consta de uma mensagem entregue por um líder da denominação, ou alguma outra pessoa escolhida para este fim. Depois da mensagem, é celebrada a cerimônia de dedicação. Passagens bíblicas "Os trombeteiros e os cantores juntaram-se em uníssono, como uma só voz, para louvar ao Senhor e render-lhe graças. Acompanhados de trombetas, címbalos e outros instrumentos, ergueram a voz em louvor ao Senhor e cantaram: Ele é bom, o seu amor dura para sempre. Então a casa do Senhor se encheu de uma nuvem, e os sacerdotes não podiam ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, pois a glória do Senhor encheu a casa de Deus." (2 Crônicas 5:13-14)."Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da terra. Servi ao Senhor com alegria; apresentai-vos a ele com canto. Sabei que o Senhor é Deus. Foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto. Entrai pelas portas dele com ações de graça, e em seus átrios com louvor; rendei-lhe graças, e louvai o seu nome. Porque o Senhor é bom, e o seu amor dura para sempre; a sua fidelidade estende-se de geração a geração." (Salmo 100:1-5)."Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor. Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém. Jerusalém está edificada como uma cidade compacta, para onde sobem as tribos, as tribos do Senhor, como estatuto de Israel, para darem graças ao nome do Senhor. Pois ali estão os tronos do juízo, os tronos da casa de Davi. Orai pela paz de Jerusalém: Prosperem aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti. Por causa da casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem." (Salmo 122:1-9). Cerimônia de dedicação Dirigindo-se à congregação, o ministro dirá: "Graças à prosperidade com que o Senhor nos abençoou, e tendo completado a construção desta casa de adoração mediante sua graça e seu poder, estamos hoje reunidos perante sua santa presença para dedicar-lhe este templo, a fim de usá-lo para a glória de seu nome."Neste templo será elevado ao Todo-poderoso o incenso do louvor, e serão observadas as ordenanças sagradas da casa de Deus. Aqui brilhará a tocha divina da Palavra, para guiar os peregrinos na noite da vida, até que eles alcancem a luz eterna do lar celestial."Este templo oferecerá refúgio aos pecadores e aos aflitos, protegendo-os da ruína e do desespero. Os crentes encontrarão aqui um porto seguro onde possam descansar quando estiverem sob o açoite do grande vendaval."Rogamos ao Altíssimo que nenhuma nota discordante de disputa ou contenda seja ouvida neste lugar sagrado; que nenhum espírito de orgulho ou mundanidade encontre espaço dentro destas paredes."É nosso desejo que Deus aceite a oferta deste templo como a expressão sincera de corações agradecidos e mãos dispostas, e que Ele derrame suas ricas bênçãos sobre todos os que estão participando desta dedicação."Neste empenho devemos nos consagrar hoje mesmo; para este fim dedicamos este templo a Deus. E agora, de acordo com o propósito para o qual estamos reunidos, devemos fazer as seguintes dedicações: Ministro: "Dedicamos este templo àquele de quem procede toda boa dádiva e todo dom perfeito, Deus nosso Pai, para a honra de Jesus Cristo seu Filho, nosso Senhor e Salvador, e para louvor do Espírito "Santo, o Consolador, fonte de luz e vida." Igreja: "Dedicamos este templo a Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo." Ministro: "Dedicamos este templo à pregação do evangelho, para que os pecadores se arrependam e para que os crentes sejam edificados no conhecimento espiritual da verdade, e em todas as esferas da vida em Cristo." Igreja: "Dedicamos este templo à pregação do evangelho."
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO Ministro: "Para adoração de Deus com cânticos e orações, para o ministério da Palavra, e para o santo cumprimento das ordenanças, dedicamos esta casa de oração." Igreja: "Dedicamos esta casa de oração para a glória de Deus." Ministro: "Para as almas das regiões mais remotas e dos lugares mais próximos; para nossos fiéis missionários que têm saído a fim de resgatá-las; para a salvação das crianças, a preparação dos jovens, o consolo dos anciãos, e a evangelização do mundo inteiro; para ajudar os necessitados; para promover a fraternidade no gênero humano; e finalmente, para a extensão do reino de Deus, dedicamos este santo lugar." Igreja: "Dedicamos este santo lugar para a glória de Deus." Ministro: "Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaro esta casa separada de todo uso profano, e consagrada à adoração no serviço do reino de Deus Todo-poderoso, a quem seja a glória e a majestade, o domínio e o poder pelos séculos dos séculos. Amém." Leitura bíblica "Levanta-te, ó Senhor, e vem para o teu repouso, tu e a arca da tua força. Vistam-se os teus sacerdotes de retidão; alegrem-se os teus santos. Por amor de Davi, teu servo, não faças virar o rosto do teu ungido." (Salmo 132:8-10). Oferta O ministro convidará a todos a adorarem a Deus e a expressarem sua gratidão a Ele mediante ofertas. Oração A oferta que foi recolhida será dedicada ao Senhor para que ele a abençoe. Em seguida será pronunciada a bênção final. APRESENTAÇÃO DE LÍDERES DA IGREJA LOCAL É essencial que os novos líderes e professores compreendam a importância e a seriedade de seu trabalho. Para conseguir este fim, é recomendável que a apresentação e a posse de seus cargos se realizem durante uma cerimônia pública.Os diáconos, líderes e professores de Escola Dominical, presidentes de grupos e cargos semelhantes estão incluídos neste tipo de cerimônia. CERIMÔNIA PARA LÍDERES DA ESCOLA DOMINICAL Leitura bíblica O pastor lera a seguinte passagem: "Chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." (Mateus 28:18-19). Mensagem "Jesus escolheu e confiou a outros o trabalho que Ele havia começado. Da mesma maneira, Ele está escolhendo vocês para trabalhar no lugar que Ele lhes tem designado, nesta Escola Dominical. O Senhor tem comissionado homens, não anjos. Que privilégio!"Considerem o que Cristo tem feito por nós: Ele nos salvou de um mundo de pecado, nos encheu do Espírito Santo, nos tem dado conhecimento de sua Palavra, e tem feito brotar dentro de nós o desejo de sermos bênção para os demais, e nos dado essa oportunidade."Considerem o que Cristo espera de nós: Que sejamos verdadeiros pastores, cuidando de suas ovelhas; que os consideremos como nossa congregação; e que possamos dizer: 'nenhum deles se perdeu' (João 17:12)." Comissão Ao concluir sua breve mensagem, o pastor os comissionará com esta pergunta: "Vocês aceitam de coração esta responsabilidade que têm recebido do Senhor?" Eles responderão: "Sim, nós a aceitamos." Oração dedicatória O ministro pedirá aos líderes que se ajoelhem diante do altar. Uma oração será então elevada, para que Deus os dirija em seus deveres futuros, e para que eles se mantenham fiéis em cada tarefa.Em seguida, os líderes se colocarão de pé e se posicionarão em ambos os lados do pastor, enquanto os professores se aproximam do altar. Estes últimos se ajoelharão, e o pastor pedirá ao superintendente da Escola Dominical que ore por eles.Ao terminar a oração, os líderes apertarão as mãos dos professores, e lhes desejarão as mais ricas bênçãos de Deus. CERIMÔNIA PARA DIÁCONOS Os novos diáconos virão à frente quando o ministro ler seus nomes. Leitura bíblica Quando todos estiverem posicionados diante do púlpito, o ministro lera a seguinte passagem: "Naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas na distribuição diária de alimento. Então os doze, convocando os discípulos, disseram: Não é
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO razoável que nós deixemos a palavra de Deus, e sirvamos às mesas. Escolhei, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. \^as nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. Este parecer contentou a toda a multidão. Elegeram a Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; também a Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram estes homens aos apóstolos. Estes, orando, lhes impuseram as mãos. De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava rapidamente o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé." (Atos 6:1-7). Comissão Em seguida o ministro dirá: "Estes versículos demonstram que a Igreja nomeou diáconos no começo da era cristã."Da mesma forma os diáconos sejam respeitáveis, sinceros, não dados a muito vinho, não cobiçosos de sórdida ganância, conservando o mistério da fé com a consciência pura. Também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis. Da mesma forma as mulheres sejam respeitáveis, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo. Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem seus filhos e suas próprias casas. Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição, e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus." (1 Timóteo 3:8-13)."Também recomendo a vocês, povo amado de Deus, que ajudem em tudo o que possam esses novos líderes, apoiando-os com suas orações e honrandoos com alta estima, em respeito ao seu cargo. Que a bênção de Deus repouse sobre vocês enquanto trabalharem juntos para a expansão do reino de Deus, e para o progresso desta igreja." Bênção Pastoral "Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que, concordes e a uma voz, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo." (Romanos 15:5-6). ORDENAÇÃO DE MINISTROS Culto de Ordenação Prelúdio musical Desfile dos candidatos Oração Leitura de uma passagem bíblica de adoração Louvor e adoração Leitura bíblica Louvor e adoração Mensagem Apresentação dos candidatos Cerimônia de ordenação Leitura do mandato O mandato é dirigido aos que serão ordenados. Consta de passagens bíblicas que têm a ver com os candidatos ao ministério, a última das quais geralmente é a comissão de Mateus 28:19. Deve ser lida de uma maneira solene. Ordenação Depois da leitura do mandato, os candidatos à ordenação se ajoelharão. Em seguida, serão impostas as mãos sobre cada um deles, e se orará por eles, depois de lhes dizer o seguinte:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Irmão__________________ (nome e sobrenome do candidato), os ministros e demais obreiros presentes lhe impomos as mãos, separando-o para o ministério ao qual Deus o tem chamado, e pedimos ao Senhor que coloque sobre você a graça e os dons do Espírito Santo, que o capacitarão para desempenhar este ministério." Em seguida, um dos ministros (ou outro obreiro competente) orará por essa pessoa em particular, e assim se fará com cada uma das pessoas ordenadas. Santa Ceia Louvor e adoração Finalização Bênção pastoral Passagens bíblicas "Depois da morte de Moisés, o servo do Senhor, disse o Senhor a Josué, filho de Num, servidor de Moisés: Moisés, meu servo, é morto. Levanta-te agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta de vosso pé, vo-lo tenho dado, como prometi a Moisés. Desde o deserto e do Líbano, até o grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente, será o vosso termo. Ninguém te poderá resistir, todos os dias de tua vida. Como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo, porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria. Tão-somente esforça-te, e sê muito corajoso. Cuida em fazer conforme toda lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita, nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo o que nele está escrito. Então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido. Não te mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo, não pasmes, nem te espantes, porque o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares." (Josué 1:1-9)."O Senhor chamou: Samuel! Samuel! Ele respondeu: Eis-me aqui. E correu a Eli, e lhe disse: Eis-me aqui, pois me chamaste. Mas Eli disse: Não te chamei, torna a deitar-te. Assim ele foi e se deitou. Tornou o Senhor a chamar: Samuel! E Samuel se levantou, foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, pois me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. Ora, Samuel ainda não conhecia o Senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor. O Senhor tornou a chamar Samuel pela terceira vez, e Samuel se levantou, foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, pois me chamaste. Então entendeu Eli que era o Senhor quem chamava o menino. Pelo que Eli disse a Samuel: Vai deitar-te, e se ele te chamar, dirás: Fala, Senhor, pois o teu servo ouve. Então Samuel foi e deitou-se no seu lugar. Veio o Senhor, e ali esteve, chamando como das outras vezes: Samuel! Samuel! Respondeu Samuel: Fala, pois o teu servo ouve." (1 Samuel 3:4-10)."Andando Jesus junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. Disse-lhes Jesus: vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Imediatamente eles deixaram as redes e o seguiram. Indo um pouco mais longe, viu outros dois irmãos,Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Estavam num barco em companhia de seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou, e eles, deixando o barco e seu pai, imediatamente o seguiram." (Mateus U: 18-22)."Servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, depois de jejuarem e orarem, puseram sobre eles as mãos, e os despediram." (Atos 13:2-3)."Fui feito ministro deste evangelho, segundo o dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder. A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas insondáveis de Cristo." (Efésios 3:7-8)."Eu fui feito seu ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, para cumprir a palavra de Deus: O mistério que esteve oculto durante séculos e gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos. A eles Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória. A ele anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo." (Colossenses 1:25-29)."Por este motivo eu te exorto que despertes o dom de Deus, que há em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos deu o espírito de timidez, mas de poder, de amor e de moderação. Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa comigo das aflições do evangelho segundo o poder de Deus, que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos, e que agora se manifestou pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual destruiu a morte, e trouxe à luz a vida e a imortalidade pelo evangelho, do qual fui constituído pregador, apóstolo, e mestre. Por esse motivo sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia. Conserva o modelo das sãs palavras que de mim
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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus." (2 Timóteo 1:6-13)."Conjuro-te, pois, diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino; prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda a longanimidade e ensino. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre bem o teu ministério. Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda." (2 Timóteo 4:1-8). Outras passagens pertinentes Lucas 10:1-2 Gálatas 1:15-16 Atos 20:24 Efésios 4:11-12 Atos 26:14-18 Colossenses4:17 Romanos 10:14-15 1 Tessalonicenses 2:3-12 1 Coríntios 1:23,27-30 1 Timóteo 3:1-15 1 Coríntios 3:7-10 1 Timóteo 4:1-16 2 Coríntios 4:1-10 1 Timóteo 6:1-21 2 Coríntios 5:11,18-20 2 Timóteo 2:11 -25 2 Coríntios 6:3-7 2 Timóteo 3:1-17 BODAS DE PRATA Apresentação dos esposos Dirigindo-se aos presentes, o ministro dirá: "Queridos irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de Deus e destas testemunhas a fim de celebrar os votos de vinte e cinco anos de casamento de nossos irmãos _______________________________ (nomes e sobrenomes dos esposos)."Louvamos a Deus pelos casais vitoriosos, que têm-se mantido fiéis a seus votos. Disto são exemplo digno de honra nosso irmão _________________ (nome do esposo) e sua querida esposa __________________ (nome da esposa), com os quais nós nos alegramos agora, celebrando este aniversário de bodas de prata. E para mim uma grande honra dirigir a cerimônia de um aniversário tão glorioso e transcendental." Renovação de votos Dirigindo-se aos esposos, o ministro dirá: "Durante vinte e cinco anos, vocês têm-se conservado fiéis em seus votos, tendo empenhado sua palavra e seu amor. Os anos têm transcorrido na infinita sucessão do tempo, e a vida tem-se mostrado agitada, com os muitos acontecimentos do viver diário. Vocês têm sido açoitados por enfermidades, divergências de opinião, problemas familiares; enfim, adversidades mil! Porém, nada disto tem dobrado vocês; pelo contrário, com virtuosa sabedoria e paciência, vocês tem permanecido fiéis um ao outro." Dirigindo-se ao esposo, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Eu,__________________(nome do esposo), neste dia de nossas bodas de prata, reafirmo-lhe minha lealdade, e prometo-lhe, com a ajuda de Deus, ser fiel esposo até que a morte nos separe. Portanto, uma vez mais, comprometo a minha palavra e meu amor." Dirigindo-se à esposa, o ministro lhe dirá que repita estas palavras:

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www.ietep.blogspot.com CURSO BACHARELADO AVANCADO EM TEOLOGIA MANUAL DE CERIMÔNIAS DO MINISTRO "Eu,__________________(nome da esposa), tendo a felicidade de celebrar nossas bodas de prata, e havendo dado bom exemplo à nossa família, prometo-lhe, com a ajuda de Deus, continuar sendo fiel esposa, até que a morte nos separe. Portanto, uma vez mais, comprometo a minha palavra e o meu amor." Entrega de alianças Dirigindo-se ao esposo, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Querida esposa, que esta aliança seja um símbolo de pureza, fidelidade e perpetuidade de nosso sincero amor." Dirigindo-se à esposa, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Querido esposo, em honra dos seus esforços e de sua fidelidade a Deus, à sua esposa e à nossa família, entrego-lhe esta aliança, símbolo de nosso amor inseparável e constante." BODAS DE OURO Apresentação dos esposos Dirigindo-se aos presentes, o ministro dirá: "Queridos irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de Deus e destas testemunhas a fim de celebrar os votos de cinqüenta anos de casamento de nossos irmãos ________________________________ e ___________________________________ (nomes e sobrenomes dos esposos). "Louvamos a Deus pelos casais vitoriosos que têm-se mantido fiéis a seus votos. Disto são exemplo digno de honra nosso irmão__________________ (nome do esposo) e sua digna esposa__________________ (nome da esposa), com os quais nós nos alegramos agora, celebrando este aniversário de bodas de ouro. E para mim uma grande honra dirigir a cerimônia de um aniversário tão glorioso e transcendental." Renovação de votos Dirigindo-se aos esposos, o ministro dirá: "Durante cinqüenta anos vocês têm-se conservado fiéis em seus votos, tendo empenhado sua palavra e seu amor. Os anos têm transcorrido na infinita sucessão do tempo, e a vida tem-se mostrado agitada, com os muitos acontecimentos do viver diário. Vocês têm sido açoitados por enfermidades, divergências de opinião, problemas familiares; enfim, adversidades mil! Porém, nada disto tem dobrado vocês; pelo contrário, com virtuosa sabedoria e paciência, vocês tem permanecido fiéis um ao outro." Dirigindo-se ao esposo, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Eu, ______________________ (nome do esposo), nesta cerimônia comemorativa de nossas bodas de ouro, reafirmo-lhe as promessas que fiz há cinqüenta anos, rogando a Deus que não permita que nada, a não ser a morte, nos separe. Portanto, uma vez mais, eu comprometo a minha palavra e meu amor." Dirigindo-se à esposa, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Eu,__________________(nome da esposa), que celebro com você estas bodas de ouro, prometo-lhe, com a ajuda de Deus, cumprir as promessas que lhe fiz há cinqüenta anos, e ser fiel esposa até a morte. Portanto, eu comprometo a minha palavra e o meu amor." Entrega de alianças Dirigindo-se ao esposo, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Querida esposa, com esta aliança reafirmo-lhe as promessas que lhe fiz. Que ela seja o símbolo de pureza e perpetuidade de nossas promessas de fidelidade um para com o outro." Dirigindo-se à esposa, o ministro lhe dirá que repita estas palavras: "Querido esposo, com esta aliança eu declaro-lhe o meu amor e a minha constância, e em honra dos seus esforços e de sua fidelidade a Deus, à sua esposa e à nossa família, reafirmo-lhe minhas promessas e minha fidelidade."

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