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00 - Apostila Centro de Usinagem Romi-18!02!2008

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior”
7
Informações preliminares
para a programação das
máquinas CNC



Requisitos necessários antes de programar

• Estudo do desenho da peça
Há necessidade de uma análise sobre a viabilidade de execução da peça em conta as
dimensões exigidas, sobremetal, ferramental necessário, fixação do material, etc.
• Estudo dos métodos e processos
Definir as fases de usinagem de cada peça a ser executada, estabelecendo assim o
que fazer e quando fazer.
• Escolha das ferramentas
A escolha de um bom ferramental é fundamental para um bom aproveitamento do
equipamento, bem como, a sua posição no magazine para minimizar o tempo de troca.
• Definição dos parâmetros de corte
Em função do material a ser usinado, buscar juntos ao fabricante de ferramentas, os
dados de cortes como avanço (F), rotação(S) e profundidade de corte (Ap).
• Conhecer os parâmetros físicos da máquina e sua programação
É preciso conhecer todos os recursos de programação disponíveis e a capacidade de
remoção de cavacos, bem como, rotação máxima e número de ferramentas, visando
otimizar a programação e operação.
Além destes itens, o programa para centro de usinagem poderá conter sub -rotinas ou
subprogramas.


































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Sistema de coordenadas





Sistema de coordenadas

Os dados numéricos utilizados na programação de máquinas CNC podem ser cotas de
posicionamento, quantidades ou valores reais, como por exemplo RPM.

As cotas de posicionamento são definidas segundo o sistema de coordenadas.
(Norma DIN-66217 ). Este sistema garante que a ferramenta pode ser comandada
exatamente através dos percursos que realize porque os pontos na área de trabalho
da máquina estão definidos.

Todas as máquinas-ferramenta CNC são comandadas por um sistema de coordenadas
cartesianas na elaboração de qualquer perfil geométrico.




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10
-80 -70 -60 -50 -40 -30 -20 -10 80 70 60 50 40 30 20 10
-80
-70
-60
-50
-40
-30
-20
-10
80
70
60
50
40
30
20
10
A
D
C
B
-X +X
+Y
-Y


Para que este sistema possa ser usado no espaço tridimensional, criou-se um terceiro
eixo, identificado pela letra Z ortogonal aos outros dois como mostra a figura a seguir:










Para que a máquina possa trabalhar com as posições especificadas, estas têm que ser
declaradas em um sistema de referência, que corresponde aos sentidos dos
movimentos dos carros (eixos X, Y, Z). O sistema de coordenadas da máquina é
formado por todos os eixos existentes fisicamente na máquina.


X+
Z+
10
30
20
A
Y+

Coordenadas:
A = X20 Y30 Z10

Coordenadas:
A = X40 Y30
B = X-30 Y20
C = X-20 Y-30
D = X40 Y-20
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As direções dos eixos seguem a “regra da mão direita”.




Coordenadas absolutas

No modo de programação em absoluto as posições são medidas a partir da posição
zero atual (zero peça) estabelecido. Com vista ao movimento da ferramenta isto
significa: A dimensão absoluta descreve a posição para a qual a ferramenta deve ir.
As coordenadas absolutas são definidas através do código G90 e seus valores sempre
estarão em relação ao ponto zero da peça.



Eixo X refere-se às medidas na direção
Longitudinal da mesa;
Eixo Y refere-se às medidas na direção
Transversal da mesa;
Eixo Z refere-se às medidas na direção
Vertical da ferramenta.









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Y
X
P3
P2
P1
70
50
20
6
0
3
5
2
0
2
2
20
C
X
Y
O
A
B
D
E
F
G
H
6
0
4
0
75
55


Exemplo:
Eixo X Eixo Y
Ponto 1 20 35
Ponto 2 50 60
Ponto 3 70 20



Exercício 01.

Faça o deslocamento, partindo da referência dada, contornando o perfil da peça a
seguir utilizando o sistema de coordenadas absolutas.

Ponto Eixo X Eixo Y
O
A
B
C
D
E
F
G
H
O










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13
20 30
2
5
1
5
Y
X
P3
P2
P1
20
2
0
Coordenadas incrementais

No modo de programação em incremental as posições dos eixos são medidas a partir
da posição anteriormente estabelecida. Com vista ao movimento da ferramenta isto
significa: A dimensão incremental descreve a distância a ser percorrida pela ferramenta
a partir da posição atual da mesma.

No modo de programação em incremental as posições dos eixos são medidas a partir
da posição anteriormente estabelecida. Com vista ao movimento da ferramenta isto
significa: A dimensão incremental descreve a distância a ser percorrida pela
ferramenta a partir da posição atual da mesma.

Coordenadas incrementais são definidas através do código G91 e seus valores sempre
serão obtidos em relação ao último posicionamento da ferramenta.

Exemplo:
Eixo X Eixo Y
Ponto 1 20 35
Ponto 2 30 25
Ponto 3 20 -40

















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2
2
20
C
X
Y
O
A
B
D
E
F
G
H
6
0
4
0
75
55
3
0
°
7
5
°
6
0
15
3
0
Y
X
P1
P2
Polo
1
0
0
Exercício 02.
Faça o deslocamento, partindo da referência dada, contornando o perfil da peça a
seguir utilizando o sistema de coordenadas incrementais.








Coordenadas polares

Até agora o método de determinação dos pontos era descrito num sistema de
coordenadas cartesianas, porém existe uma outra maneira de declarar os pontos em
função de ângulos, e centros.

O ponto, a partir do qual saem as cotas chama-se “pólo” (centro dos raios).

Exemplo:

Ângulo Raio
Ponto 1 30º 100
Ponto 2 75º 60
Pólo X=15 Y=30




Ponto Eixo X Eixo Y
O
A
B
C
D
E
F
G
H
O



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19






































































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A trigonometria
do triângulo retângulo




Você já sabe que triângulo retângulo é qualquer triângulo que possua um ângulo reto e
que, para este tipo de triângulo, há várias propriedades importantes.


Dois de seus lados são perpendiculares entre si e são, portanto, alturas do triângulo, o
que facilita o cálculo de sua área:




Teorema de Pitágoras:






Como a soma dos ângulos de qualquer triângulo é 180º, num triângulo retângulo um
dos ângulos é reto (90º) e os outros dois são sempre agudos e complementares
(soma = 90º).

Você já sabe que, em todo triângulo retângulo, os lados são chamados hipotenusa (o
maior lado) e catetos (lados perpendiculares). Precisamos, em função do ângulo,
diferenciar a nomenclatura dos catetos. Veja a figura abaixo.
A = Cateto + Cateto
2
Hipotenusa
2
= Cateto
2
+ Cateto
2

Cateto = Hipotenusa
2
- Cateto
2

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Relações Trigonométricas


O cateto que fica .em
frente. ao ângulo agudo
que estamos utilizando
chamasse cateto
oposto, e o cateto que
está sobre um dos lados
desse ângulo chama-se
cateto adjacente.

Observe que, se o
ângulo do problema for
o outro ângulo agudo do
triângulo, a
nomenclatura oposto e
adjacente troca de
posição (veja a figura ao
lado), pois depende do
ângulo utilizado.
CATETO OPOSTO
SEN X = ----------------------------
HYPOTENUSA
CATETO ADJACENTE
COS X = ----------------------------
HYPOTENUSA
CATETO OPOSTO
TAN X = ----------------------------
CATETO ADJACENTE
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Funções preparatórias





Função N

Esta função, tem a finalidade de indicar a sequência que deve ser seguida para a
leitura e execução das sentenças que compõem o programa.

Representamos a função numero de sequência, pela letra "N", que deve vir
acompanhada de um número indicativo de sequência. Exemplo:
N50 G01 X10 Y50
N60 Y80

Funções Preparatórias ( G )

As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho, ou seja, indicam à
máquina o que fazer, preparando-a para executar um tipo de operação, ou para
receber uma determinada informação. Essas funções são dadas pela letra G, seguida
de um número.

De fabricante para fabricante, existem diferenças quanto a função representada pelos
códigos " G ", ou mesmo as funções " M ".

A norma DIN 66025 estabelece as palavras usadas na programação de CNC, mas
alguns fabricantes de comandos não seguem estas normas e usam instruções
semelhantes ou teclado com símbolos próprios.

Lista das funções no final desta apostila.



As funções podem ser:
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MODAIS – São as funções que uma vez programadas permanecem na memória do
comando, valendo para todos os blocos posteriores, a menos que modificados ou
cancelados por outra função.

NÃO MODAIS – São as funções que todas as vezes que requeridas, devem ser
programadas, ou seja, são válidas somente no bloco que as contém.

Função G90 – Aplicação: Programação em coordenadas absolutas

Esta função prepara a máquina para executar operações em coordenadas absolutas
tendo uma pré-origem pré-fixada para a programação.
A função G90 é MODAL.
Sintaxe:
G90 ; modal ou
X=AC(50) Y=AC(35) Z=AC(-10) ; não modal

Função G91 – Aplicação: Programação em coordenadas incrementais

Esta função prepara a máquina para executar operações em coordenadas
incrementais. Assim, todas as medidas são feitas através da distância a se deslocar.
A função G91 é MODAL.
Sintaxe:
G91 ; modal ou
X=IC(50) Y=IC(35) Z=IC(-10) ; não modal

Função G70 – Aplicação: Sistema de unidade polegada

Um bloco G70 no início do programa instrui o controle para usar valores em polegadas
para movimentos dos eixos, avanços, planos de rápido e correções.
A função G70 é MODAL.

Função G71 – Aplicação: Sistema de unidade milímetro

Um bloco G71 no início do programa instrui o controle para usar valores em milímetros
para movimentos dos eixos, avanços, planos de rápido e correções.
A função G71 é MODAL.
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Função G94 – Aplicação: Programação de avanço em mm/min ou polegadas/min

A velocidade de avanço é declarada com a função “F”.
A função G94 é MODAL e é ativada ao ligarmos a máquina.

Função G95 – Aplicação: Programação de avanço em mm/r ou polegadas/r

A velocidade de avanço é declarada com a função “F”.
A função G95 é MODAL.

Funções G17, G18, G19 – Aplicação: Seleciona Plano de trabalho

AS funções G17, G18 e G19 permitem selecionar o plano no qual se pretende executar
interpolação circular (incluindo compensação de raio de ferramenta).
Estas funções são modais.
Sintaxe:
G17 sendo plano de trabalho XY
G18 sendo plano de trabalho XZ
G19 sendo plano de trabalho YZ

Observação: O plano G17 é o mais utilizado para gerar perfis e por isso será utilizado
como padrão. Porém em alguns casos é necessário trabalhar nos demais planos.



Nota: Ao iniciar um programa é necessário definir o plano de trabalho (G17, G18, G19).

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Função G60 – Aplicação: Posicionamento exato

Esta função é utilizada para executar movimentos exatos, como, por exemplo, cantos
vivos. Com isso a cada movimento executado, o comando gera uma pequena parada
dos eixos envolvidos nestes movimentos (default).
Esta função é modal e cancela a função G64.

Função G64 – Aplicação: Controle contínuo da trajetória

Esta função é utilizada para que o comando possa ler alguns blocos a frente e possa
fazer os movimentos de forma contínua, sem parar os eixos entre um bloco e outro.
Esta função é modal e cancela a função G60.

Configuração de Maquina padrão : G90 G71 G94 G17 G64

Funções : D, S, T, M6 / TROCA

Através da programação do endereço “T” ocorre uma troca direta da ferramenta ou a
seleção da posição no magazine da máquina. (na Discovery 760 podem ser
programadas até 22 ferramentas)

Para liberar a troca da ferramenta deve-se programar a função M6 / TROCA junto com
a função “T” quando necessário, porém em blocos separados.

A uma ferramenta podem ser atribuídos corretores de ferramentas de 1 até 3 para cada
ferramenta. O endereço “D” corresponde tanto ao comprimento quanto ao raio. Estas
informações são cadastradas na maquina pelo operador. Como no exemplo abaixo.










Comprimento
Raio da Ferramenta
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Corretores
Ferramenta Comprimento Raio Comprimento Raio Comprimento Raio
T 1 123,96 6,00 135,06 6,00
T 5 196,22 10,00 196,22 11,30 196,15 10,98
T 19 155,01 8,00
.... 201,45 4,00
D 1 D 2 D 3
Corretores de ferramenta


Para ativar a rotação do eixo árvore deve-se programar a função “S” seguida do valor
da rotação desejada. Valor em (RPM)
Exemplo:
T01 (chama a ferramenta nº1)
M6 (habilita a troca)
D01 (ativa o corretor de altura e raio nº1)
S1500 M3 (liga a rotação do eixo árvore a 1500 rpm) ( M3 Rotação a Direira )


Funções : Barra( / ), MSG, ponto e vírgula ( ; )

Função ( / ) barra

Utilizamos a função barra ( / ) quando for necessário inibir a execução de blocos no
programa, sem alterar a programação.

Se a barra ( / ) for digitada na frente de alguns blocos, estes serão ignorados pelo
comando, desde que o operador tenha selecionado a opção “inibir blocos” no painel
da maquina, caso contrário os blocos serão executados normalmente.
Exemplo:
N50 G01 X10 Y50 (bloco executado)
/ N60 Y80 (bloco ignorado)
/ N70 X40 (bloco ignorado)
N80 G0 X0 Y0 (bloco executado)
Função ( ; ) ponto e vírgula
Utilizamos a função ( ; ) quando for necessário inserir comentários para auxiliar o
operador.
Exemplo:
N50 T01 ; fresa dia 35mm
N60 M6
N70 D01
N80 S1500 M3
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Função MSG

Utilizamos a função MSG quando for necessário programar mensagens para informar o
operador, em que fase se encontra a usinagem ou operação a fazer.

Uma mensagem pode ser programada com até 124 caracteres.
Sintaxe:
MSG ( “mensagem desejada” )
MSG ( “ ” ) usada para cancelar uma mensagem.
Exemplo:
N20 MSG (“Desbastando perfil externo”)
N30
N100 MSG (“”)

Função F

Geralmente nos Centros de Usinagens CNC utiliza-se o avanço em mm/min, mas este
também pode ser utilizado em mm/r.

O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material, a
ferramenta e a operação a ser executada. Exemplo: F500 (deslocamento a
500mm/min).

Funções G54 a G57 – Sistema de coordenadas de trabalho (zero peça)

O sistema de coordenadas de trabalho define, como zero, um determinado ponto
referenciado na peça.

Este sistema pode ser estabelecido por uma das quatro funções G54, G55, G56, e
G57 e devem ser inseridos na página de Deslocamento de Zero Peça.
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Funções G500, G53, SUPA – Aplicação: Cancelamento do sistema de
coordenadas de trabalho modal e não modal

A função G500 tem por finalidade cancelar o zero peça (funções G54 a G57),
deixando como referência para trabalho o zero máquina. Esta função é modal.

As funções G53 e SUPA têm por finalidade cancelar o zero peça (funções G54 a
G57), deixando como referência para trabalho o zero máquina. Estas funções não são
modais, ou seja, são válidas apenas para o bloco atual.

Funções de posicionamento

O comando trabalha em milímetros para palavras de posicionamento com ponto
decimal.
Função X – Aplicação: Posição no eixo longitudinal (absoluta) : X20 ou X-5

Função Y – Aplicação: Posição no eixo transversal (absoluta): Y5 ou Y-5

Função Z – Aplicação: Posição no eixo vertical (absoluta): Z20 ou Z-20
Zero
Peça
Y
X 70
Z
Zero
Máquina
X
Z 20
Y 30
" X " " Y " " Z "
G54 -402,13 -189,45 -489,212
G55 -233,012 -136,809 -358,125
G56 0 0 0
G57 -201,333 -137,001 -503,778
Zero Peça







































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Funções de Interpolação
linear e circular



Função G00 – Aplicação: Movimento rápido (aproximação e recuo)

Os eixos movem-se para a meta programada com a maior velocidade de avanço
disponível na máquina.
Sintaxe:
G0 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _
onde:
X = coordenada a ser atingida
Y = coordenada a ser atingida

A função G0 é um comando modal. Esta função cancela e é cancelada pelas funções
G01, G02 e G03.

Função G01 – Aplicação: Interpolação linear (usinagem retilínea ou avanço de
trabalho)

Com esta função obtêm-se movimentos retilíneos entre dois pontos programados com
qualquer ângulo, calculado através de coordenadas com referência ao zero
programado e com um avanço (F) pré-determinado pelo programador.
Esta função é um comando modal, que cancela e é cancelada pelas funções G00, G02
e G03.
Sintaxe:
Z = coordenada a ser atingida
G1 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _ F_ _ _
onde:
X = coordenada a ser atingida, Y = coordenada a ser atingida, Z = coordenada a ser
atingida, F = avanço de trabalho (mm/min).
Exemplo de aplicação de G00 e G01.


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34
7
50 20
10
X
X
Z
1
0
4
0
7
0
Y
3
0
80
100

















Exemplo 01 (acabamento)
Dispositivo A
N10 G90 G17 G71 G64 G94 ; Cabeçalho
N20 T5 ; Chama Ferramenta
N30 M6 ; Libera a Troca
N40 G54 S2000 M3 D1 M8 ; Pto. Zero + Config. Ferr.
N50 G0 X0 Y0 Z0 ; Posicionamento
N60 G1 Z-7 F300
N70 X10 Y10
N80 X80
N90 X100 Y40
N100 X80 Y70
N110 X60
N120 X10 Y40
N130 Y10
N140 G0 X0 Y0 ; Afastamento
N150 Z200 M5 M9 ; Liberar peça
N160 M30 ; Fim de pograma










































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36

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38
Funções G02, G03 – Aplicação: Interpolação circular

Esta função executa operação de usinagem de arcos pré-definidos através de uma
movimentação apropriada e simultânea dos eixos. Pode-se gerar arcos nos sentidos
horário G2 e anti-horário G3, permitindo produzir círculos inteiros ou arcos de círculo.

Sintaxe:
G2 / G3 X_ _ _ Y_ _ _ CR=_ _ _ F_ _ _
ou
G2 / G3 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _ I_ _ _ J_ _ _ K_ _ _ F_ _ _
onde:
X ; Y; Z = posição final da interpolação
I = centro da interpolação no eixo X
J = centro da interpolação no eixo Y
K = centro da interpolação no eixo Z (Utilizado para planos de trabalho G18 ou G19)
CR = valor do raio do círculo
CR = ( + para ângulo inferior ou igual a 180°; - para ângulo superior a 180°)
F = avanço de trabalho (opcional)

Regra geral para utilização de G02 / G03:

1º Definir o Sentido da interpolação, ( G2 ou G3 )
2º Definir o ponto FINAL da interpolação. Em coordenadas absolutas. X e Y
3º Definir o centro do raio, indicando as coordenadas do ponto inicial até o centro da
interpolação, I para o eixo X e J para o eixo Y. Coordenadas incrementais.



















G02/G03 X ... Y ... I ... J ...



Distância do ponto inicial até o centro do
arco (em incremental).



Ponto final do arco (em absolutas).

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Exemplo de aplicação de G02 e G03.
Y
X
150
1
0
0
R
5
0

2
0
0
3
4
,
6
2
1
0
0
Y

=

1
6
5
,
3
8
I = 25
J

=

6
5
,
3
8
R
7
0
X = 180












...
...
N70 G0 X0 Y0
N80 G1 Z-5 F300
N90 G1 X100 Y0
N100 G2 X150 Y50 I0 J50
ou
N100 G2 X150 Y50 CR=50
N110 G1 X150 Y100
...
...

...
...
N40 G01 X0.0 Y0.0
N50 G01 X180.0 Y0.0
N60 G01 X180.0 Y34.62
N70 G02 X180.0 Y165.38 I25.0 J65.38
Ou
N70 G02 X180.0 Y165.38 CR=70.0
N80 G01 X180.0 Y200.0
N90 G01 X0.0 Y200.0
N100 G01 X0.0 Y0.0
...
...
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40
3
0
°
7
5
°
6
0
15
3
0
Y
X
P1
P2
Polo
1
0
0
Função: G4 – Aplicação: Tempo de permanência

Permite interromper a usinagem da peça entre dois blocos, durante um tempo
programado. Por exemplo, para alívio de corte.
Sintaxe:
G4 F_ _ _ _ valores programados em segundos
G4 S_ _ _ _ valores programados em nº. de rotações

Função: G111

Aplicação: Interpolação polar
As coordenadas podem ser programadas através de coordenadas polares (Raio,
Ângulo). O pólo (centro do arco) é declarado através da função G111 com coordenadas
cartesianas.
Sintaxe:
G111 X_ _ _ Y_ _ _
G0 / G1 AP=( _ _ ) RP=( _ _ )
G2 / G3 AP=( _ _ ) RP=( _ _ )
onde:
X ; Y = representam o pólo (centro)
AP = ângulo polar, referência de ângulo ao eixo horizontal
RP = raio polar em milímetro ou polegada



























N30 G0 X0 Y0 Z10
N40 G111 X15 Y30 ; pólo
N50 G0 AP=30 RP=100 ; ponto 1
N60 G1 Z-5 F300
N70 G0 Z10
N80 G0 AP=75 RP=60 ; ponto 2
N90 G1 Z-5 F300
N100 G0 Z10
...

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41
Exemplo de aplicação de G111 - furação.
1
8
°
7
2
°
7
2
°
7
2
°
7
2
°
43
3
8
R
3
0
Y
X























N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 G111 X43 Y38
N70 G0 AP=18 RP=30
N80 G1 Z-5 F300
N90 G0 Z10
N100 G0 AP=90 RP=30
N110 G1 Z-5 F300
N120 G0 Z10
N130 G0 AP=162 RP=30
N140 G1 Z-5 F300
N150 G0 Z10
N160 G0 AP=234 RP=30
N170 G1 Z-5 F300
N180 G0 Z10
N190 G0 AP=306 RP=30
N200 G1 Z-5 F300
N210 G0 Z10
...

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45



































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Função: RND e CHF

Aplicação: Arredondamento de cantos.
Executa arredondamento na intercessão de dois elementos “contínuos”. Deve-se
programar as linhas até os “vértices” (como se não houvesse o raio), e entre uma linha
e outra se coloca o arredondamento, RND. O raio será tangente aos dois elementos.
Contínuo
Não Contínuo !
Contínuo
2
0
0
170
R
5
0
R
5
0
R
2
0
1
2
6


Executa chanfro na intercessão de dois elementos “contínuos”. Deve-se programar as
linhas até os “vértices” (como se não houvesse o chanfro), e entre uma linha e outra se
coloca o chanfro, CHF.
Somente para chanfros de 45º !


N40 G01 X0.0 Y0.0
N50 G01 X170.0 Y0.0 RND=50.0
N60 G01 X170.0 Y150.0
...

N100 G01 X50.0 Y126.0
N110 G01 X0.0 Y126.0 RND=20.0
N120 G01 X0.0 Y0.0

...
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Contínuo
Não Contínuo !
Contínuo
2
0
0
170
1
2
6
1
5
5
1

























N40 G01 X0.0 Y0.0
N50 G01 X170.0 Y0.0 CHF=51.0
N60 G01 X170.0 Y200.0
...

N120 G01 X50.0 Y126.0
N130 G01 X0.0 Y126.0 CHF=15.0
N140 G01 X0.0 Y0.0

...
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49











































































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Compensação de raio de
ferramenta




Funções G40, G41 e G42

Aplicação: Compensação de raio de ferramenta
A compensação de raio de ferramenta permite corrigir a diferença entre o raio da
ferramenta programado e o atual, através de um valor inserido na página de corretor
de ferramenta.
G42
G41
G
4
2
G
4
1

Explicação:
G40 = desligar a compensação de raio da ferramenta
G41 = ligar a compensação de raio da ferramenta, quando a mesma trabalha a
esquerda do perfil
G42 = ligar a compensação de raio da ferramenta, quando a mesma trabalha a direita
do perfil

Para o cálculo dos percursos da ferramenta o comando necessita das seguintes
informações: T (número da ferramenta) e D (número do corretor).
Para ligar ou desligar a compensação de raio da ferramenta G40, G41 ou G42 tem de
se programar um comando de posicionamento com G0 ou G1, com movimento de pelo
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menos um eixo (preferencialmente os dois). X e/ou Y, também funciona com o eixo Z ,
mas é o menos recomendado !

Para descompensar, também se deve executar um movimento em pelo menos um eixo
(preferencialmente os dois). X e/ou Y, também funciona com o eixo Z , mas é o menos
recomendado !

G42
na peça.
Compensando já
Ferramenta
Centro da


Regra geral: Para compensar ou descompensar, deve-se posicionar a ferramenta a
uma distância segura da peça, para que a maquina tenha espaço suficiente para
executar a compensação Recomenda-se uma distância no mínimo igual ao diâmetro
da ferramenta.














G42
Dist.
Segura
D
i
s
t
.
S
e
g
u
r
a
Linha
Programada
Compensando antes
de chegar na peça.
Centro da
Ferramenta
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Exemplo de aplicação

3
0
7
0
100
R
1
2
R
1
5
R
1
5
R
1
0
Profundidade = 10 mm




































EXEMPLO:
N10 G90 G17 G71 G64 G94 ;Cabeçalho
N20 T3 ; FRESA DIA 12 mm ;Chama ferramenta
N30 M6 ; Abilita troca da ferramenta
N40 G54 D1 S1330 M3 M8 ; Chama pto. Zero peça,
corretor, giro do eixo arvore e óleo
N50 G0 X-20 Y-20 Z0 ; Posiciona fora da peça
N60 G1 Z-10 F370 ; Abaixa em “Z”
N70 G41 ; Ativa compensação à Esquerda
N80 G1 X0 Y0 ; Inicia o contorno
N90 Y70 RND=10
N100 G1 X85 RND15
N110 G1 Y45
N120 G03 X100 Y30 I15 J0
N130 G01 X100 Y0 RND12
N140 G01 X0
N150 G40 ; Desativa compensação
N160 G1 X-20 Y-20 ; Afasta da peça
N170 G0 Z5.0 ; Sobe eixo “Z”
N180 M30 ; Fim de programa
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57




























































































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59


REPEAT, LABEL





Função: REPEAT, LABEL

Aplicação: Repetição de uma seção do programa
Ao contrário da técnica do subprograma, onde devemos fazer um programa auxiliar,
pode-se gerar uma sub-rotina para repetir trechos que já estão definidos no próprio
programa.

LABEL = palavra de endereçamento para marcar o início e fim do desvio, ou bloco a
ser repetido. ( ROTULO )

REPEAT parâmetro de repetição, vem seguido do LABEL_INICIO e LABEL_FIM e da
função P que determina o número de repetições.

Sintaxe :
................
..............
LABEL_INICIO:
...........
............
..............
.............
LABEL_FIM:
REPEAT LABEL_INICIO LABEL_FIM P=n
.............
..............
.............
M30



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60
80
6
0
2
0
20
6
Y
Z
4
0
X
X
Exemplo de aplicação com REPEAT:
PROGRAMA REPEAT
N10 G90 G17 G71 G64 G94
N20 T3 ; FRESA DIA 12 mm
N30 M6
N40 G54 D1
N50 S1330 M3
N60 G0 X-20 Y-20 Z0
N70 INICIO: ; marca o inicio da repetição
N80 G1 Z=IC(-2) F370
N90 G41
N100 G1 X20 Y20
N110 Y60
N120 X80 Y40
N130 X20 Y20
N140 G40
N150 G0 X-20 Y-20
N160 TERMINO: ; marca o fim da repetição
N170 REPEAT INICIO TERMINO P2 ; repetir do marca inicial até a final, mais 2
vezes
N180 G0 Z200 M5 M9
N190 G53 G0 Z-110 D0
N200 M30






















































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65


SUBPROGRAMA





Subprograma

Por princípio, um subprograma é constituído da mesma maneira que um programa de
peças e compõem-se de blocos com comandos de movimentos. Não há diferença
entre o programa principal e o subprograma, o subprograma contém seqüências de
operações de trabalho que devem ser executadas várias vezes.

Por exemplo, um subprograma pode ser chamado e executado em qualquer programa
principal.

A estrutura do subprograma é idêntica à do programa principal, somente dois itens os
diferenciam:

Os subprogramas são terminados com a função M17 – fim de subprograma,
enquanto os programas são terminados pela função M30 – fim de programa;
Como o comando trata os programas e subprogramas como arquivos, para diferenciá-
los são dados extensões diferentes: .MPF para programas e .SPF para subprogramas.













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66
80
6
0
2
0
20
6
Y
Z
4
0
X
X

Exemplo de aplicação de Subprograma:
PROGRAMA PRINCIPAL
N10 G90 G17 G71 G64 G94
N20 T3 ; FRESA DIA 12 mm
N30 M6
N40 G54 D1
N50 S1330 M3
N60 G0 X0 Y0 Z10
N70 G1 Z0 F370
N80 TRIANGULO P3
N90 G0 Z200 M5 M9
N100 G53 G0 Z-110 D0
N110 M30

SUBPROGRAMA TRIANGULO
N10 G91 G1 Z-2 F200 ; Sistema Incremental
N20 G90 G41 ; Retorna ao Sistema Absoluto
N30 G1 X20 Y20 F370
N40 Y60
N50 X80 Y40
N60 X20 Y20
N70 G40
N80 G0 X0 Y0
N90 M17











































































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70




























































































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Parâmetros de Corte





Definição dos parâmetros de corte

Em função do material a ser usinado, bem como da ferramenta utilizada e da operação
executada, o programador deve estabelecer as velocidades de corte, os avanços e as
potências requeridas da máquina. Os cálculos necessários na obtenção de tais
parâmetros são:
• Velocidade de corte (VC)
A velocidade de corte é uma grandeza diretamente proporcional ao diâmetro e a
rotação da árvore. Na determinação da velocidade de corte para uma determinada
ferramenta efetuar uma usinagem, a rotação é dada pelas fórmulas:





Onde:
Vc = Velocidade de corte (m/min)
D = Diâmetro da ferramenta (mm)
RPM = Rotação do eixo árvore (rpm)
















π ππ π . D . RPM
Vc =
1000
Vc . 1000
RPM =
π ππ π . D
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• Avanço (F)
O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material, a
ferramenta e a operação a ser executada.
Geralmente nos centros de usinagens utiliza-se o avanço em mm/min mas este pode
ser também definido em mm/rot.






Onde:
fz = Avanço por dente (mm)
z = Número de dentes
RPM = Rotação do eixo árvore

Profundidade de corte (ap) (Para fresas de topo inteiriças)
Se for utilizado fresamento lateral, a profundidade do corte deverá ser inferior a 0,25 do
diâmetro da fresa de topo.

Se for utilizado fresamento facial, a profundidade radial do corte não deverá ser mais
de 0,9 do diâmetro, a profundidade axial do corte menor que 0,1 do diâmetro.

Para o fresamento de ranhuras ou canais, a profundidade radial do corte é igual ao
diâmetro da fresa de topo.


Tipo de fresamento

Concordante Discordante


F = RPM x fz x z
F
fz =
z x RPM
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Fresamento Discordante, a maior espessura do cavaco é no final do corte. O
movimento de avanço é oposto ao da rotação da ferramenta.

Vantagens:
• A operação da faca não é uma função de características da superfície da peça
de trabalho.
• Contaminações ou escamas na superfície não afetam a vida da ferramenta.
• O progresso de corte é suave, desde que as facas da fresa estejam bem
afiadas.
Desvantagens:
• A Ferramenta tem a tendência de trepidar
• A peça de trabalho tem a tendência de ser puxada para cima, sendo importante
uma fixação adequada.
• Desgaste mais rápido da ferramenta do que no fresamento concordante.
• Os cavacos caem na frente da fresa, disposição dos cavacos é difícil.
• É necessária uma potência maior devido ao atrito aumentado ocasionado pelo
começo do cavaco na espessura mínima.
• O acabamento da superfície é prejudicado devido aos cabaços serem
carregados para cima pela aresta de corte.

Fresamento Concordante, o corte inicia-se na localização mais grossa do cavaco. O
deslocamento do avanço e a rotação da ferramenta têm a mesma direção.

Vantagens:
• O Componente para baixo da força de corte mantém a peça de trabalho no seu
lugar, especialmente para peças finas.
• Disposição dos cavacos mais fácil – os cavacos são removidos por detrás da
fresa.
• Menor desgaste – a vida da ferramenta aumenta em até 50%.
• Melhor acabamento da superfície – é menos provável que os cabaços sejam
carregados pelos dentes.
• Necessita-se potência menor – Pode ser utilizada fresa com ângulo de
incidência elevado.
• Este fresamento exerce uma força para baixo na peça de trabalho –
dispositivos de fixação simples e mais econômicos.


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Desvantagens:
• Devido as elevadas forças de impacto que resultam quando as facas atingem a
peça de trabalho, esta operação exige uma montagem rígida e se deve eliminar
o contra golpe do mecanismo do avanço na mesa.
• Este fresamento não é adequado para usinar peças que tenham escamas
superficiais, tais como os metais trabalhados a quente, forjados e fundidos. As
escamas são duras e abrasivas, e causam desgaste excessivo e danos às
facas da fresa, reduzindo assim a vida da ferramenta.
















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Tabela para cálculo de avanços e rotações:























Exercício de Calculo de Dados de Corte




Aço Baixo Teor de
Carbono
Aço Méida
Resistência a tração
Aço de alta
resistência a tração
Ligasde alta
resistência Alumínio
até 50 KgF/mm2 50-80kgF/mm2 80-100kgF/mm2
Latão Aço Forjado Brando Titânio Ligasde Titânio Ligasde Alumínio
Bronze Ferro Fundido Ligasresistêntesa Aço Inox de alta Plastico
Latão e Bronze alta temperatura resistência Madeira
Cobre
Velocidade de Corte Velocidade de Corte Velocidade de Corte Velocidade de Corte Velocidade de Corte
Vc = 40-50 m/min Vc = 32-380 m/min Vc = 10-15 m/min Vc = 5-10 m/min Vc = 140-180 m/min
Fresa Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente)
3 0,012 0,012 0,009 0,007 0,011
4 0,02 0,02 0,014 0,012 0,018
5 0,028 0,028 0,02 0,017 0,025
6 0,034 0,034 0,024 0,02 0,028
8 0,056 0,056 0,04 0,034 0,048
10 0,08 0,08 0,056 0,048 0,063
12 0,095 0,095 0,067 0,06 0,075
14 0,1 0,1 0,075 0,071 0,08
16 0,106 0,106 0,085 0,08 0,085
18 0,118 0,112 0,09 0,09 0,095
20 0,125 0,112 0,1 0,1 0,1
22 0,106 0,09 0,08 0,08 0,09
24 0,112 0,09 0,08 0,08 0,095
25 0,112 0,09 0,08 0,08 0,095
26 0,112 0,09 0,08 0,08 0,095
28 0,112 0,09 0,08 0,08 0,1
30 0,112 0,09 0,08 0,08 0,1
32 0,118 0,09 0,08 0,08 0,1
35 0,118 0,09 0,08 0,08 0,106
36 0,118 0,09 0,08 0,08 0,106
40 0,125 0,09 0,08 0,08 0,106
45 0,1 0,085 0,08 0,08 0,095
50 0,1 0,085 0,08 0,08 0,095
56 0,1 0,085 0,08 0,08 0,095
63 0,1 0,085 0,08 0,08 0,095
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Diam. ( Z )
Facas
Material VC ( fz ) Av.
por Faca
R.P.M. ( F ) Avanço
Mesa
Ø 12 2 SAE 1045
Ø 03 2 SAE 1020
Ø 50 5 H-13
Ø 12 4 SAE 1045
Ø 16 2 H – 13
Ø 16 4 - 150 0,1
Ø 20 2 - 7000 3000
Ø 03 2 H – 13
Ø 10 4 FoFo
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GO TO




Função: GO TO

Aplicação: Desvio de programa
Quando há necessidade de programar um desvio (um salto) do programa, para uma
parte específica do mesmo, utiliza-se a função GO TO endereçando um label
(endereço) pré-programado.
Sintaxe:
GOTOB (label) – salto para trás
GOTOF (label) – salto para frente

Exemplos:
GOTOF busca
.
retorno:
G0 X10 Y10
.
GOTOF fim
.
busca:
.
GOTOB retorno
.
fim:
.





Descrição:
O comando ao ler a função GOTOF
busca, salta até o label busca: ;
Continuando a leitura o comando
encontra a função GOTOB retorno,
saltando até o label retorno: ;
Continuando a leitura o comando
encontra a função GOTOF fim,
saltando até o label fim: .































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“FRAME”




Generalidade: O que é FRAME ?
Frame é o termo usual para uma expressão geométrica, que descreve uma regra para
o cálculo, tais como translação e rotação.

Mediante os Frames descreve-se, declarando coordenadas ou ângulos, partindo do
sistema de coordenadas atual da peça, para posição de um sistema de coordenadas
de alvo.















Obs.:
As instruções Frame mencionadas são programadas cada uma em um bloco próprio e
executadas pela ordem da sua programação.
Um Frame pode ser composto das seguintes regras de cálculo:
deslocamento de origem, TRANS e ATRANS
rotação, ROT e AROT
alteração da escala, SCALE e ASCALE
espelhamento, MIRROR e AMIRROR
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T
R
A
N
S
G 5 4
T
R
A
N
S
A
T
R
A
N
S
TRANS e ATRANS

Função: TRANS , ATRANS (Função Frame)
Aplicação: Deslocamento da origem de trabalho

A função TRANS / ATRANS permite programar deslocamentos da origem de trabalho
para todos os eixos na direção desejada, com isso é possível trabalhar com pontos
zeros alternativos, no caso de usinagem repetidas em posições diferentes da peça ou
devido a limitação da quantidade de pontos zeros do comando.














Função TRANS XYZ é utilizada para deslocar a origem do trabalho em relação ao zero
peça G54.

Função ATRANS XYZ é utilizada para deslocar a origem do trabalho em relação a um
Frame já programado.!

Para cancelarmos um deslocamento deve-se programar a função TRANS sem a
declaração de variáveis, com isso cancelamos qualquer frame programado.
Sintaxe: TRANS X_ _ _ Y _ _ _ Z _ _ _










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83
70
5
0
2
0
20
G54
Y
X
Exemplo de aplicação com TRANS:

N10 G90 G17 G71 G64 G94
N20 T1 ; FRESA DIA 15 mm
N30 M6
N40 G54 D1 S1500 M3
N50 TRANS X20 Y20
N60 PERFIL P1
N70 TRANS X70 Y20
N80 PERFIL P1
N90 TRANS X20 Y50
N100 PERFIL P1
N110 TRANS
N120 G53 G0 Z-110 D0 M5
N130 M30















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ROT e AROT

Aplicação: Rotação do sistema de coordenadas de trabalho
O frame, ROT/AROT, permite programar um ângulo para o sistema de coordenadas de
trabalho, em relação ao plano de trabalho selecionado.

Programando a função ROT RPL= , o sistema de coordenadas é rotacionado em
relação ao zero peça, (G54 ... 57). Para programar uma segunda rotação em relação a
um frame já programado, devemos utilizar a função AROT RPL= .



Para cancelar a rotação, devemos programar a função ROT, sem RPL. Com isso
cancelamos qualquer frame programado.

O centro da rotação é o centro de coordenadas corrente ou o ultimo zero peça
programado.

Exemplo de programação:

N10 G17 G54
N20 TRANS X20 Y10
N30 PERFIL P1 ; Chama SubPrograma
N40 TRANS X55 Y35
N50 AROT RPL=45
N60 PERFIL P1 ; Chama SubPrograma
N70 TRANS X20 Y40
N80 AROT RPL=60
N90 PERFIL P1 ; Chama SubPrograma
N100 G0 X100 Y100
N110 M30
Orientação dos Angulos


90°
-90°
180°
Ångulo
Positivo {+}
Ångulo
Negativo {-}
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88
Scale e AScale

Aplicação: Fator de Escala
O Frame, SCALE / ASCALE, permite programar, para todos os eixos fatores de escala,
com isso é possível alterar o tamanho de uma peça já programada.

Pode-se utilizar a função SCALE XYZ, para programarmos um fator de escala em
relação ao zero peça ativo G54 ... 57, ou a função ASCALE XYZ, para programarmos
um fator de escala em relação a um frame já programado.



Para cancelarmos a função escala devemos programar a função SCALE, sem declarar
o ângulo, com iso cancelamos qualquer frame programado.

Exemplo de programação com Escala e Rotação:



N10 G17 G54
N20 TRANS X15 Y15 ; Deslocamento do Pto. zero
N30 CAVIDADE P1 ; Chama Sub-Programa
N40 TRANS X40 Y20 ; Deslocamento do Pto. zero
N50 AROT RPL=35 ; Rotação de 35°
N60 ASCALE X0.7 Y0.7 ; Escala de Redução
N70 CAVIDADE P1 ; Chama Sub-Programa
N80 G0 X300 Y100 M30
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MIRROR e AMIRROR

O Frame MIRROR / AMIRROR, permitem espelhar o perfil da peça nos eixos
desejados. O espelhamento é programado pela função MIRROR XYZ, través de
mudanças de direção axiais no plano de trabalho. O espelhamento por MIRROR, tem
como referência o ponto zero da peça, G54 ... 57.

Um espelhamento com referência a um espelhamento ou frame já programado deve
utilizar a função AMIRROR.

Com a função de espelhamento ativa o comando muda automaticamente os comandos
de compensação de raio da ferramenta (G41/G42), o mesmo se a plica ao sentido da
interpolação circular (G02/G03).



Para cancelarmos a função de espelho, devemos programar a função MIRROR sem
declarar variáveis, com isso cancelamos qualquer frame programado.

Exemplo de espelhamento:


N10 G17 G54
N20 PERFIL P1 ; Sub-Programa, à Direita em cima
N30 MIRROR X0 ; Espelhamento no eixo X
N40 PERFIL P1 ; Sub-Programa, à Esquerda em cima
N50 AMIRROR Y0 ; Espelhamento aditiva em Y
N60 PERFIL P1 ; Sub-Programa, à Esquerda em baixo
N70 MIRROR Y0 ; Espelhamento no eixo Y
N80 PERFIL P1 ; Sub-Programa, à Esquerda em baixo
N90 MIRROR ; Desliga o espelhamento
N100 M30

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90

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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91






































Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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93


CICLOS FIXOS




Os ciclos fixos, são na verdade rotinas ou sub-rotinas que, na maioria das vezes, já
vem pré programadas pelo fabricante, para facilitar a vida do programador.

No comando Siemens, temos Ciclos de Furação como furos simples, furos com quebra
cavaco, rosqueamento, madrilhamento entre outros. Nos Ciclos de Usinagem, temos ,
usinagens de cavidades, faceamentos, desbaste, roscas interpoladas entre outros.

Os ciclos são compostos de um nome seguido de números displostos dentro de
parênteses, separados por virgulas, cada numero separado representa uma ação, e/ou
dimensão que o programador deve definir.

CYCLE 00 ( _ _ , _ _ , _ _ , _ _ , _ _ , _ _ , _ _ , _ _ , _ _ )

Muito importante, é nunca utilizar nomes de programas similar ao nome de qualquer
ciclo fixo, o comando pode interpretar como chamada de sub-rotina, e não executará
corretamente o programa.













CYCLE81

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94
Aplicação: Furação simples
A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade
programada.
Sintaxe:
CYCLE81 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR)

RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto)
SDIS Distância segura (folga para aproximação) a partir do RFP
DP Profundidade final da furação (absoluta) A partir do zero peça
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP)
















Notas:
Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em
um bloco separado.

Devemos programar apenas um valor para o final do furo, ou seja, “DP” (coordenada
absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).





Exemplo de aplicação com CYCLE81:

D
P
R
Z
P
r
o
f
u
n
d
i
d
a
d
e

d
a

f
u
r
a
ç
ã
o
Plano de retração RTP
Distância segura SDIS
Plano de referência RFP
Deslocamentos:
G0
G1

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95
2
9
Z
X
6
0
2
5
50
25
Ø12
Y
X


PROGRAMA CYCLE81
N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 12
N30 M6
N40 G54 D01
N50 S2000 M3
N60 G0 X25 Y25 Z10 ; Coordenada da furação
N70 F100 ; Avanço para furação
N80 CYCLE81 (5 , 0 , 3 , -29 , ) ; Furação
N90 G0 X50 Y60 ; Coordenada da furação
N100 CYCLE81 (5 , 0 , 3 , -29 , ) ; Furação
N110 G53 G0 Z-110 D0 M5
N120 M30





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96
CYCLE82

Aplicação: Furação com tempo de permanência
A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade
programada. Depois de atingida a profundidade pode-se programar um tempo de
permanência.
Sintaxe:
CYCLE82 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB)

RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto)
SDIS Distância segura (folga para aproximaçãol). A partir do RFP
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP)
DTB Tempo de espera na profundidade final da furação (segundos)
















Notas:
Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em
um bloco separado.

Devemos programar apenas um valor para o final do furo, ou seja, “DP” (coordenada
absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).



Z
D
P
=
R
F
P
-
D
P
R
Plano de retração RTP
Distância segura SDIS
Plano de referência RFP
Deslocamentos:
G1
G4
G0

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97
Exemplo de aplicação com CYCLE82:


























PROGRAMA CYCLE82
N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 20
N30 M6
N40 G54 D01
N50 S800 M3
N60 G0 X50 Y60 Z10 ; Coordenada para furação
N70 F100 ; Avanço para furação
N80 CYCLE82 (5 , 0 , 3 , -15 , , 1) ; Furação
N90 G53 G0 Z-110 D0 M5
N100 M30







Ø
2
0
1
5
Z
X
6
0
50
Y
X

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98
CYCLE83

Aplicação: Furação com quebra ou eliminação de cavacos
A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade
programada, de forma que a profundidade final é atingida com sucessivas penetrações,
podendo a ferramenta recuar até o plano de referência para eliminar os cavacos ou
recuar 1 mm para quebrar o cavaco.

Sintaxe:
CYCLE83 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, FDEP, FDPR, DAM, DTB, DTS, FRF, VARI)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto)
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP)
FDEP Coordenada para a primeira penetração da furação (absoluta) ). A partir
do zero peça.
FDPR Primeira profundidade de furação relativa ao plano de referência (RFP)
DAM Valor de decremento. Valor do “quebra cavaco”
DTB Tempo de espera na profundidade final da furação (segundos)
DTS Tempo de espera no ponto inicial e eliminação de cavacos
FRF Fator de avanço para a primeira profundidade de avanço (FDEP ou
FDPR)
gama de valores: 0,001 (0,1%) ... 1 (100%)
VARI Modo de trabalho 0 = quebra de cavacos 1 = eliminar cavacos

















Z
D
P
Deslocamentos:
G4
G1
G0
RTP
SDIS
RFP
E
l
i
m
i
n
a
r

c
a
v
a
c
o
s
Q
u
e
b
r
a
r
c
a
v
a
c
o

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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99
Notas:
Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em
um bloco separado. Devemos programar apenas um valor para o final do furo, ou seja,
“DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Devemos programar apenas um valor para a primeira penetração da furação, ou seja,
“FDEP” (coordenada absoluta) ou “FDPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Exemplo de aplicação com CYCLE83:





















PROGRAMA CYCLE83
N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 15
N30 M6
N40 G54 D01 S1500 M3
N50 G0 X30 Y30 Z10 ; Coordenada para furação
N60 F100 ; Avanço para furação
N70 CYCLE83 (5 , 0 , 3 , -100 , , -20 , , 5 , 1 , 2 , 1 , 0 ) ; Furação
N80 G0 X75 ; Coordenada para furação
N90 CYCLE83 (5 , 0 , 3 , -100 , , -20 , , 5 , 1 , 2 , 1 , 0 ) ; Furação
N100 G53 G0 Z-110 D0 M5
N110 M30
45
X
Y
Ø15
30
3
0
X
Z
1
0
0
Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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100


Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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101



































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102
MCALL

Esta função é muito importante para os ciclos de furação.
Sintaxe:
MCALL CYCLE_ _ (_ , _ , _ , _ , _ ) ; Como será a furação
X ... Y... ; Aonde furar
X ... Y... ; Aonde furar
MCALL ; Fecha a chamada modal
A programação permite chamar sub-rotinas e ciclos também de forma modal, mantendo
seus valores prévios de parâmetros. A chamada modal da sub-rotina é gerada através
da função MCALL.

Para desativarmos uma chamada de subrotina pela função MCALL basta
programarmos a função sem o nome do ciclo.

Não é permitido um encadeamento de chamadas modais, ou seja, quando estamos
trabalhando com sub-rotinas não podemos programar dentro da mesma uma outra sub-
rotina.




















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103
Exemplo de aplicação com MCALL e CYCLE81, CYCLE82:


1
5
Z
Y
2
9
6
0
50 50
X
Ø
2
0
Ø
1
2
X
















PROGRAMA MCALL
N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 12
N30 M6
N40 G54 D01 S1800 M3
N50 G0 X50 Y60 Z10
N60 F100
N70 MCALL CYCLE81 (5 , 0 , 3 ,
-29,)
N80 X50 Y60
N90 X100 Y60
N100 MCALL
N110 G0 Z100 M5
N120 T02 ; FRESA DIA 20
N130 M6
N140 G54 D01
N150 S1000 M3
N160 G0 X50 Y60 Z10
N170 F80
N180 MCALL CYCLE82 (5 , 0 , 3
, -15, , 2)
N190 X50 Y60
N200 X100 Y60
N210 MCALL
N220 G53 G0 Z-110 D0 M5
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104
Furação em plano (altura), diferente do zero peça































A
l
t
u
r
a

d
e

r
e
t
o
r
n
o

P
l
a
n
o

d
e

r
e
f
e
r
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n
c
i
a

A
p
r
o
x
i
m
a
ç
ã
o

P
r
o
f
u
n
d
i
d
a
d
e

A
b
s
o
l
u
t
a

P
r
o
f
u
n
d
i
d
a
d
e

p
e
l
a

R
e
f
e
r
e
n
c
i
a

P
r
i
m
e
i
r
a

P
r
o
f
.

A
b
s
o
l
u
t
a

P
r
i
m
e
i
r
a

P
r
o
f
.

P
e
l
a

R
e
f
e
r
ê
n
c
i
a

Q
u
e
b
r
a

C
a
v
a
c
o

T
e
m
p
o

n
o

f
i
n
a
l

T
e
m
p
o

n
o

I
n
i
c
i
o

F
a
t
o
r

d
e

a
v
a
n
ç
o

M
o
d
o

d
e

t
r
a
b
a
l
h
o



R
T
P


R
F
P


S
D
I
S


D
P


D
P
R


F
D
E
P


F
D
P
R


D
A
M


D
T
B


D
T
S


F
R
F


V
A
R
I


CYCLE83( 10 , 0 , -28 , -84 , , -40 , , 10 , 0 , 0 , 0.7 , 1 )
CYCLE83( 10 , -30 , 2 , -84 , , -40 , , 10 , 0 , 0 , 0.7 , 1 )
CYCLE83( 10 , -30 , 2 , 0 , 54 , 0 , 10 , 10 , 0 , 0 , 0.7 , 1 )
X
Y
Ø15
3
0
X
Z
3
0
5
4
70
RTP
Zero Pç
SDIS
8
4
D
P
D
P
R
R
F
P
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105
Conforme tabela :

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 15
N30 M6
N40 G54 D01 S1500 M3
N50 G0 X70 Y30 ; Coordenada p/ furação
N60 F100 ; Avanço p/ furação
N70 CYCLE83 (10, -30 , 2 , -84 , , -40 , , 10 , 0 , 0 , 0.75 , 1 ) ; Furação
N80 G53 G0 Z-110 D0 M5
N90 M30


























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106

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107



































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108
CYCLE 84

Aplicação: Rosqueamento macho Rígido
A maquina executa o rosqueamento com macho em fixação rígida
Sintaxe:
CYCLE84 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB, SDAC, MPIT, PIT, POSS, SST, SST1)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP
DP Profundidade final da Rosca (absoluta) ). A partir do zero peça.
DPR Profundidade da rosca relativa ao plano de referência (RFP)
DTB Tempo de espera no fundo da rosca (quebra cavaco).
SDAC Sentido de giro após o fim do ciclo. Valores 3 (M3), 4 (M4) ou 5 (M5)
MPIT Passo da rosca como diâmetro de rosca (com sinal).
Gama de valores: 3 (para M3) ... 48 (para M48). Para roscas métricas
normalizadas.
O sinal determina o sentido do rosqueamento.
PIT Passo da rosca como valor métrico (com sinal).
Gama de valores: 0,001 ... 2000mm. Roscas de modo geral.
O sinal determina o sentido do rosqueamento.
POSS Posição do fuso para a parada orientada do fuso no ciclo (graus).
SST Rotação para rosqueamento (entrada).
SST1 Rotação para retorno (saída).




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109
Notas:
Os dados de corte como avanço não precisa ser programado pois já esta incluído no
ciclo.
Devemos programar apenas um valor para o final da rosca, ou seja, ou programamos o
“DP” (coordenada absoluta), ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Devemos programar apenas um valor para o passo da rosca, ou seja ou programamos
“MPIT” (diâmetro da rosca), ou programamos “PIT” (passo da rosca).
Este processo permite roscar furos utilizando o processo de macho rígido.

Roscas à esquerda ou roscas à direita são especificadas através do sinal dos
parâmetros de passo “MPIT” ou “PIT”.

- Valor positivo = à direita (M3)

- Valor negativo = à esquerda (M4).


O sentido de giro é sempre invertido automaticamente na abertura das roscas.

Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Exemplo.
X
Y
X
Z
30
3
0
3
5
M10x1.5

N10 G17 G71 G90 G94
N20 G53 G0 Z-112.2 D0
N30 T01
N40 M06
N50 G54 D01 S500 M3
N60 G0 X30.0 Y30.0 Z10.0
N70 CYCLE84 (5,0,2,-40, , ,5, , 1.5,
,500,600)
N80 G53 G0 Z-112.2 D0 M5
N90 M30
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110
CYCLE 840

Aplicação: Rosqueamento Mandril Flutuante
A maquina executa o rosqueamento com rotação e avanço até a profundidade
programada.
Sintaxe:
CYCLE840 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB, SDR, SDAC, ENC, MPIT, PIT)

RTP Plano de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP
DP Profundidade final da rosca (absoluta). A partir do Zero Peça
DPR Profundidade da rosca relativa ao plano de referência (RFP).
DTB Tempo de espera no fundo da rosca (quebra cavaco).
SDR Sentido de giro para o retorno
Valores: 0 = Inversão automática do sentido de giro, 3 para M3 e 4 para
M4
SDAC Sentido de giro após o fim do ciclo. Valores 3 (M3), 4 (M4) ou 5 (M5)
ENC Rosca com/sem encoder. Valores: 0 com encoder, 1 sem encoder
MPIT Passo da rosca como diâmetro de rosca (com sinal).
Gama de valores: 3 (para M3) ... 48 (para M48). Para roscas métricas
normalizadas. O sinal determina o sentido do rosqueamento.
PIT Passo da rosca como valor métrico (com sinal).
Gama de valores: 0,001 ... 2000mm. Roscas de modo geral, o sinal
determina o sentido do rosqueamento.



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111

Notas:
O ciclo Cycle840 permite roscar furos com mandril flutuante: com ou sem encoder.

Antes da chamada do ciclo é necessária programar o sentido de giro do eixo árvore.

Devemos programar apenas um valor para o final da rosca, ou seja, ou programamos o
“DP” (coordenada absoluta), ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Devemos programar apenas um valor para o passo da rosca, ou seja ou programamos
“MPIT” (diâmetro da rosca), ou programamos “PIT” (passo da rosca).

O sentido de giro é sempre invertido automaticamente na abertura das roscas.

Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Exemplo.
X
Y
X
Z
30
3
0
3
5
M10x1.5








N10 G17 G71 G90 G94
N20 G53 G0 Z-112.2 D0
N30 T01
N40 M06
N50 G54 D01
N60 S500 M3
N70 G0 X30.0 Y30.0 Z10.0
N80 CYCLE840 (10,0,2,-40,,1,0,3,0,0,1.5)
N90 G53 G0 Z-112.2 D0 M5
N100 M30
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112
CYCLE 85

Aplicação: Mandrilhamento com retração do eixo árvore com rotação.
A ferramenta executa o mandrilhamento com a rotação e avanço até a profundidade
programada, podendo programar o avanço de retração de acordo com o desejado.
Usado principalmente com alargadores.
Sintaxe:
CYCLE85 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB, FFR, RFF)
RTP Plano de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça.
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP
DP Profundidade final do mandrilhamento (absoluta). A partir do Zero Peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP).
DTB Tempo de espera no fundo do mandrilhamento (quebra cavaco).
FFR Avanço de entrada.
RFF Avanço de retração.



Notas:
Deve-se programar a rotação do eixo arvore anteriormente em bloco separado.

Devemos programar apenas um valor para o final da rosca, ou seja, ou programamos o
“DP” (coordenada absoluta), ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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113
Exemplo:

X
Y
X
Z
30
3
0
3
5
3
0
Ø30























N10 G17 G71 G90 G94
N20 G53 G0 Z-112.2 D0
N30 T05
N40 M06
N50 G54 D01 S850 M3
N60 G0 X30.0 Y30.0 Z10.0
N70 CYCLE85 (5,0,2,-30, ,2,100,500)
N80 G53 G0 Z-112.2 D0 M5
N90 M30
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114
CYCLE86

Aplicação: Mandrilhamento com retração do eixo árvore parado.
A ferramenta executa o mandrilhamento com a rotação e o avanço até a profundidade
programada podendo programar um deslocamento e avanço para retração de acordo
com o desejado.
CYCLE86 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB, SDIR, RPA, RPO, RPAP, POSS)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP
DP Profundidade final do mandrilhamento (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP)
DTB Tempo de espera no fundo do mandrilhamento (quebra cavaco).
SDIR Sentido de giro. Valores: 3 para M3 e 4 para M4.
RPA Curso de retorno no eixo X (incremental, introduzir com sinal)
RPO Curso de retorno no eixo Y (incremental, introduzir com sinal)
RPAP Curso de retorno no eixo Z (incremental, introduzir com sinal)
POSS Posição para a parada orientada do eixo árvore (graus).










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115
Notas:
Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em
um bloco separado.

Devemos programar apenas um valor para o final da rosca, ou seja, ou programamos o
“DP” (coordenada absoluta), ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

A função POSS permite parar o eixo arvore de forma orientada.

Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0). O sentido de rotação é programado no ciclo.


Exemplo:
X
Y
X
Z
30
3
0
3
5
3
0
Ø30











N5 G17 G71 G90 G94
N10 G53 G0 Z-112.2 D0
N15 T01
N20 M06
N25 G54 D01 S500 M3
N30 G0 X30.0 Y30.0 Z10.0
N35 CYCLE86 (5,0,2,-30, ,2,3,0,-5,0,90)
N40 G53 G0 Z-112.2 D0 M5
N45 M30
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116
HOLES1

Aplicação: Linha de posições
Esta função permite introduzir em determinados ciclos inúmeras posições dispostas em
linha reta e com distâncias equivalentes.
Sintaxe:
HOLES1 (SPCA , SPCO , STA1 , FDIS , DBH , NUM )
SPCA Ponto de referência no eixo X (absoluto)
SPCO Ponto de referência no eixo Y (absoluto)
STAI Ângulo de alinhamento
Valores= -180°< STAI <= 180º. ( O valor deve ser menor que 180 )
FDIS Distância do primeiro posicionamento em relação ao ponto de referência
(sem sinal)
DBH Distância entre as posições (sem sinal)
NUM Número de furos


















Notas:
A partir do ponto de referência (SPCA / SPCO) o ciclo se desloca, em movimento
rápido, ao primeiro posicionamento através de um movimento polar, ângulo (STA1) e
comprimento FDIS, programado.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).




S
T
A
1
D
B
H
F
D
IS
S
B
C
O
SPCA
X
Y

Orientação dos Angulos


90°
-90°
180°
Ångulo
Positivo {+}
Ångulo
Negativo {-}
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117




Exemplo de aplicação com HOLES1 – EXEMPLO A:

30
6
0
30
Y
2
5
Z
Ø12
X
X


Exemplo de aplicação com HOLES1 – EXEMPLO B:


40 50
9
5
Ø10
3
0
X
Y
X
Z
4
0

PROGRAMA HOLES1 –
EXEMPLO A:

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 12
N30 M6
N40 G55 D01 S1000 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 F100
N70 MCALL CYCLE81 (5 , 0 , 3 ,
-25,)
N80 HOLES1 (30 , 60 , 0 , 0 , 30
, 4)
N90 MCALL
PROGRAMA HOLES1 – EXEMPLO B:
N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 10
N30 M6
N40 G55 D01 S1000 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 F100
N70 MCALL CYCLE81 (5 , 0 , 3 , -30,)
N80 HOLES1 (50 , 95 , 0 , 0 , 40 , 4)
N90 HOLES1 (50 , 135 , 0 , 0 , 40 , 4)
N100 HOLES1 (50 , 175 , 0 , 0 , 40 , 4)
N110 HOLES1 (50 , 215 , 0 , 0 , 40 , 4)
N120 MCALL
N130 G53 G0 Z-110 D0 M5
N140 M30

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118
HOLES2

Aplicação: Círculo de posições
Esta função permite introduzir em determinados ciclos inúmeras posições dispostas em
formato circular e com distâncias equivalentes.

Sintaxe:
HOLES2 (CPA , CPO , RAD , STA1 , INDA , NUM )

CPA Centro do círculo de posições no eixo X (absoluto)
CPO Centro do círculo de posições no eixo Y (absoluto)
RAD Raio do círculo de posições
STA1 Ângulo inicial
Valores: -180º < STA1 <= 180º ( O valor deve ser menor que 180 ).
INDA Ângulo entre as posições
NUM Número de posições
































Y
CPA
C
P
O
I
N
D
A
R
A
D
S
T
A
1
X

Orientação dos Angulos


90°
-90°
180°
Ångulo
Positivo {+}
Ångulo
Negativo {-}
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119
Notas:
O círculo de posições é definido através do centro (CPA , CPO) e do raio (RAD).

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Exemplo de aplicação com HOLES2:













PROGRAMA HOLES2

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; BROCA DIA 10
N30 M6
N40 G55 D01 S1000 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 F100
N70 MCALL CYCLE81 (5 , 0 , 3 , -20,) ; Como será a furação
N80 HOLES2 (58 , 50 , 29 , 0 , 45 , 8) ; Aonde furar
N90 MCALL ; Fecha a chamada modal
N100 G53 G0 Z-110 D0 M5
N110 M30











Y
58
5
0
8 furos com prof.= 20 mm
R
2
9
X

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120

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121




































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122
LONGHOLE
Aplicação: Rasgos em círculo (largura igual ao diâmetro da fresa)
Este ciclo permite a usinagem (desbaste) de rasgos oblongos dispostos sobre um
círculo.
Sintaxe:
LONGHOLE (RTP , RFP , SDIS , DP , DPR , NUM , LENG , CPA , CPO , RAD , STA1 ,
INDA , FFD , FFP1 , MID )
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto)
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP)
NUM Número de rasgos.
LENG Comprimento do rasgo (sem sinal).
CPA Centro do círculo no eixo X (absoluto).
CPO Centro do círculo no eixo Y (absoluto).
RAD Raio do círculo (sem sinal).
STA1 Ângulo inicial
Valores: -180º < STA1 <= 180º ( O valor deve ser menor que 180 ).
INDA Ângulo de incremento.
FFP Avanço de penetração (avanço em Z).
FFP1 Avanço de desbaste (avanço em X e Y).
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe).





















L
E
N
G
IN
D
A
S
T
A
1
RAD
Y
X
C
P
O
CPA

Orientação dos Angulos


90°
-90°
180°
Ångulo
Positivo {+}
Ångulo
Negativo {-}
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123
Notas:
Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro.

A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão.

Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos.

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1)
correspondente, pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.

Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos, ou seja, “DP”
(coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

No caso de violação do contorno dos furos oblongos, surgirá uma mensagem de erro
abordando a usinagem.

Durante a usinagem, o sistema de coordenadas é rotacionado, com isso os valores
mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Os dados de rotação devem ser programados em um bloco separado.

Deslocamento da fresa (diâmetro da fresa e largura do oblongo são iguais).













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124

Exemplo de aplicação com LONGHOLE:






1.




































PROGRAMA LONGHOLE

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO
N30 M6
N40 G54 D01 S1800 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 LONGHOLE ( 5 , 0 , 2 , -20 , , 4 , 45 , 60 , 60 , 20 , 45 , 90 , 80 , 200 , 2 )
N70 G53 G0 Z-110 D0 M5
N80 M30
90°
4
5
°
R20
4
5
6
0
60
2
0
Z
X
Y
X







































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126


Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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127



































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128
POCKET1

Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de alojamentos retangulares
em qualquer posição ou ângulo.

Sintaxe:
POCKET1 (RTP , RFP , SDIS , DP , DPR , LENG , WID , CRAD , CPA , CPO , STA1 ,
FFD , FFP1 , MID , CDIR , FAL , VARI , MIDF , FFP2 , SSF )

RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto)
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP)
LENG Comprimento do alojamento (sem sinal).
WID Largura do alojamento.
CRAD Raio do canto do alojamento (sem sinal).
CPA Centro do alojamento em X (absoluto).
CPO Centro do alojamento em Y (absoluto).
STA1 Ângulo entre o eixo longitudinal do alojamento e o eixo X (sem sinal)
Faixa de valores: -180º < STA <= 180º. ( Valor menor que 180 ).
FFD Avanço para o incremento na profundidade (avanço em Z).
FFP1 Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y).
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal).
CDIR Direção do desbaste:
Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3
FAL Sobremetal para acabamento nas laterais do alojamento (sem sinal).
VARI Modo de trabalho:
Valores:
0 = desbastar e acabar, 1 = desbastar e 2 = acabar
MIDF Profundidade de corte para acabamento.
FFP2 Avanço de acabamento.
SSF Rotação para acabamento.







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129


















Notas:
Este ciclo requer uma fresa de corte pelo centro.

A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que se possa atingir, sem
colisões, o centro do alojamento e o plano de retorno.

O ponto de início do alojamento é atingido através de um movimento rápido.

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1)
correspondente, pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.

No final do ciclo a ferramenta movimentar-se-á para o centro do alojamento.

Devemos programar apenas um valor para o final do alojamento, ou seja, “DP”
(coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).



W
I
D
Y
CPA
C
P
O
CRAD
S
T
A
1
L
E
N
G
G
3
G2
X

Orientação dos Angulos


90°
-90°
180°
Ångulo
Positivo {+}
Ångulo
Negativo {-}
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130

POCKET2

Aplicação: Alojamento circular
Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de alojamentos circulares em
qualquer posição ou ângulo.
Sintaxe: POCKET2 (RTP , RFP , SDIS , DP , DPR , PRAD , CPA , CPO , FFD , FFP1 ,
MID , CDIR , FAL , VARI , MIDF , FFP2 , SSF )
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto).
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP.
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP).
PRAD Raio do alojamento (sem sinal).
CPA Centro do alojamento em X (absoluto).
CPO Centro do alojamento em Y (absoluto).
FFD Avanço para o incremento na profundidade (avanço em Z).
FFP1 Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y).
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal).
CDIR Direção do desbaste Valores: 2 = para G2 3 = para G3 7
FAL Sobremetal para acabamento nas laterais do alojamento (sem sinal).
VARI Modo de trabalho Valores:
0 = desbastar e acabar 1 = desbastar 2 = acabar
MIDF Profundidade de corte para acabamento (sem sinal).
FFP2 Avanço de acabamento.
SSF Rotação para acabamento.











Y
PRAD
CPA
G3 G2
C
P
O
X

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131
Notas:
Este ciclo requer uma fresa de corte pelo centro.
A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que se possa atingir, sem
colisões, o centro do alojamento e o plano de retorno.
O ponto de início do alojamento é atingido através de um movimento rápido.
Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta correspondente,
pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.
No final do ciclo a ferramenta movimentar-se-á para o centro do alojamento.
Devemos programar apenas um valor para o final do alojamento, ou seja, “DP”
(coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).
Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).

Exemplo de aplicação com POCKET1 e POCKET2:



























PROGRAMA POCKET1 E POCKET2

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 12
N30 M6
N40 G55 D01 S1800 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 POCKET1 ( 10 , 0 , 3 , -15 , , 70 , 50 , 8 , 60 , 40 , 0 , 60 , 140 , 2 , 2 , 0.3 , 0 ,
1 , 100 , 2500 )
N70 POCKET2 ( 10 , 0 , 3 , -20 , , 30 , 160 , 40 , 2 , 140 , 2 , 2 , 0.3 , 0 , 1 , 100 ,
2500 )
N80 G53 G0 Z-110 D0 M5
N90 M30
1
5
2
0
Z
X
R8
100 60
70
5
0
R30
Y
X 4
0
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132

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133



































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SLOT1

Aplicação: Rasgos em círculo (diâmetro da ferramenta deverá ser maior que o raio
do oblongo)
Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de rasgos oblongos dispostos
sobre um círculo.
Sintaxe:
SLOT1 (RTP , RFP , SDIS , DP , DPR , NUM , LENG , WID , CPA , CPO , RAD , STA1 ,
INDA , FFD , FFP1 , MID , CDIR , FAL , VARI , MIDF , FFP2 , SSF)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto).
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP.
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP).
NUM Número de rasgos.
LENG Comprimento do rasgo (sem sinal).
WID Largura da ranhura (sem sinal).
CPA Centro do círculo no eixo X (absoluto)
CPO Centro do círculo no eixo Y (absoluto)
RAD Raio do círculo (sem sinal).
STA1 Ângulo inicial Valores: -180º < STA1 <= 180º ( Valor menor que
180).
INDA Ângulo de incremento.
FFP Avanço de penetração (avanço em Z).
FFP1 Avanço de desbaste (avanço em X e Y).
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe).
CDIR Direção do desbaste Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3
FAL Sobremetal para acabamento nas laterais (sem sinal).
VARI Modo de trabalho
Valores: 0 = desbastar e acabar, 1 = desbastar e 2 = acabar
MIDF Profundidade de corte para acabamento (sem sinal).
FFP2 Avanço de acabamento (avanço em X e Y).
SSF Rotação para acabamento.







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135



















Notas:
Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro.

O diâmetro da fresa deve ser maior que a metade do rasgo.

A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão.

Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos.

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1)
correspondente, pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.

Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos, ou seja, “DP”
(coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

No caso de violação do contorno dos furos oblongos, surgirá uma mensagem de erro
abordando a usinagem.

Durante a usinagem, o sistema de coordenadas é rotacionado, com isso os valores
mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).


W
I
D
L
E
N
G
IN
D
A
S
T
A
1
RAD
Y
X
C
P
O
CPA

Rasgo
Ø Fresa
Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

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136








































90°
4
5
°
R20
4
5
6
0
60
2
0
Z
X
Y
X
15

PROGRAMA SLOT1

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO
N30 M6
N40 G54 D01 S1800 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 SLOT1 ( 5 , 0 , 2 , -20 , , 4 , 45 , 15 , 60 , 60 , 20 , 45 , 90 , 50 , 140 , 2 , 2 ,
0.3 , 0 , 0.5 , 120 , 2500 )
N70 G53 G0 Z-110 D0 M5
N80 M30
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137
SLOT 2

Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de rasgos circulares dispostos
sobre um círculo.
Sintaxe:
SLOT2 (RTP , RFP , SDIS , DP , DPR , NUM , AFSL , WID , CPA , CPO , RAD , STA1 ,
INDA , FFD , FFP1 , MID , CDIR , FAL , VARI , MIDF , FFP2 , SSF)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto).
SDIS Distância segura (folga para aproximação). A partir do RFP.
DP Profundidade final da furação (absoluta). A partir do zero peça.
DPR Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP).
NUM Número de rasgos.
AFSL Comprimento angular do rasgo (sem sinal).
WID Largura da ranhura (sem sinal).
CPA Centro do círculo no eixo X (absoluto).
CPO Centro do círculo no eixo Y (absoluto).
RAD Raio do círculo (sem sinal).
STA1 Ângulo inicial Valores: -180º < STA1 <= 180º (Valor menor que 180 ).
INDA Ângulo de incremento.
FFP Avanço de penetração (avanço em Z).
FFP1 Avanço de desbaste (avanço em X e Y).
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe).
CDIR Direção do desbaste. Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3
FAL Sobremetal para acabamento nas laterais (sem sinal).
VARI Modo de trabalho
Valores: 0 = desbastar e acabar, 1 = desbastar e 2 = acabar
MIDF Profundidade de corte para acabamento (sem sinal).
FFP2 Avanço de acabamento (avanço em X e Y).
SSF Rotação para acabamento.











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138





















Notas:
Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro.

O diâmetro da fresa deve ser maior que a metade do rasgo.

A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão.

Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos.

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta ( D1 )
correspondente, pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.

Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos, ou seja, “DP”
(coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).

No caso de violação do contorno dos furos oblongos, surgirá uma mensagem de erro
abordando a usinagem.

Durante a usinagem, o sistema de coordenadas é rotacionado, com isso os valores
mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).
AFSL
S
T
A
1
I
N
D
A
WID
CPA
C
P
O
X
Y
RAD

Rasgo
Ø Fresa
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139
Exemplo de aplicação com SLOT2:














2
0
X
Z
14
7
0
°
120°
R20
Y
X
6
0
60

PROGRAMA SLOT2

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO
N30 M6
N40 G54 D01 S1800 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 SLOT2 ( 5 , 0 , 2 , -20 , , 3 , 70 , 14 , 60 , 60 , 20 , 0 , 120 , 50 , 140 ,
2 , 2 , 0.3 , 0 , 0.5 , 100 , 2500 )
N70 G53 G0 Z-110 D0 M5
N80 M30

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140

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141



































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142
REVOLUÇÕES E INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL

G2/G3 X... Y... Z... I... J... K... TURN=
G2/G3 X... Y... Z... CR=... TURN=

X, Y, Z Ponto de término em oordenadas cartesianas
I, J, K Ponto de centro de círculo em oordenadas cartesianas
CR= Raio de círculo
TURN= Número de círculos adicionais fica na faixa de 0 a 999

Exemplos:
G42
G01 x10.0 Y0.0
G02 X10.0 Y0.0 I-10.0 J0.0 TURN=3 (faz um circulo com 3 voltas completas, antes de
sair)
G40
G01 X-20.0 Y0.0

G42
G01 x10.0 Y0.0
G02 X10.0 Y0.0 I-10.0 Z -10 J0.0 TURN=20 (descreve uma espiral de 20 voltas até
atingir o pnto final em “Z”)
G40
G01 X-20.0 Y0.0



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143
CYCLE90

Aplicação: Corte de Rosca.Produzir roscas internas e externas.
A trajetória no fresamento de rosca pe baseada em uma interpolação heliocoidal
CYCLE90 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DIATH, KDIAM,PIT, FFR, CDIR, TYPTH, CPA,
CPO)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto).
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça.
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP.
DP Profundidade final da rosca (absoluta). A partir do Zero peça.
DPR Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP).
DIATH Diâmetro nominal, diâmetro externo da rosca.
KIDIAM Diâmetro útil, diâmetro interno da rosca.
PIT Passo da rosca com valormetrico, de 0,001 a 2000mm (Roscas de
modo geral).
FFR Avanço para o fresamento de roscas (sem sinal).
CDIR Sentido de giro para o fresamento. 2 para corte G2, e 3 para corte G3.
TYPTH Tipo de rosca: 0=Rosca interna e 1=Rosca externa.
CPA Centro do circulo em X (absoluto).
CPO Centro do circulo em Yabsoluto).









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144
Exemplo:




















N10 G54
N20 T1 D1
N30 M6
N30 G54 S2500 M3
N40 G0 X50 Y50 Z2
N50 CYCLE90 (10,0,1,-25,0,36,34,1.5,400,2,0,50,50)
N60 G0 X80 Y100 Z50
N70 M30
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145
CYCLE71

Aplicação: Facear superfície
Este ciclo permite facear qualquer superfície retangular.
Sintaxe:
CYCLE71 (RTP , RFP , SDIS , DP , PA , PO , LENG , WID , STA , MID , MIDA , FDP ,
FALD , FFP1 , VARI)
RTP Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto)
RFP Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça
SDIS Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP
DP Profundidade final do faceamento (absoluta). A partir do Zero Peça
PA Ponto de início no eixo X (absoluto)
PO Ponto de início no eixo Y (absoluto)
LENG Comprimento da peça
WIND Largura da peça
STA Ângulo entre o eixo longitudinal do alojamento e o eixo X (sem sinal)
Valores: 0 <= STA1 < 180º. ( O valor não pode ser maior que 180 )
MID Profundidade de corte máxima (sem sinal). Passada
MIDA Largura máxima de incremento lateral.
FDP Percurso livre no plano (altura) para aproximação.
FALD Sobremetal para acabamento na profundidade.
FFP1 Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y)
VARI Modo de usinagem: (sem sinal)
Dígitos da unidade
Valores:
1 = desbastar até a medida de tolerância de acabamento
2 = acabar
Dígitos da dezena
Valores:
1 = paralelo em X, em uma direção
2 = paralelo em Y, em uma direção
3 = paralelo em X, com direção alternativa
4 = paralelo em Y, com direção alterna
FDP1 Trajetória de ultrapassagem na direção de penetração (válido somente para
o acabamento).





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146
Estratégias para o faceamento com fresa.




















Notas:
Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta correspondente,
pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou
receberem valor zero (0).















W
I
D
LENG MIDA
PO
P
A
FDP
F
D
E
P
1
2
3
4
RTP
SDIS
RFP
DP
F
A
L
D
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147
Exemplo de aplicação com CYCLE71:





















































Y
X
4
0
2
0
2 0 5 0

PROGRAMA CYCLE71

N10 G17 G71 G90 G94
N20 T01 ; FRESA DIA 16
N30 M6
N40 G54 D01 S600 M3
N50 G0 X0 Y0 Z10
N60 CYCLE71 ( 5 , 0 , 2 , -2 , 20 , 20 , 50 , 40 , 0 , 1 , 12 , 3 , 0 , 200, 11 , 1 )
N70 G53 G0 Z-110 D0 M5
N80 M30

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151








































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153


Gerenciamento de arquivos e
transferência de programas




Para um manuseio mais flexível de dados e programas, estes podem ser visualizados,
armazenados e organizados de acordo com diferentes critérios.

Os programas e arquivos são armazenados em diferentes diretórios (pastas), ou seja,
estes arquivos serão armazenados de acordo com a função ou características.
Exemplos de diretórios:
Subprogramas;
Programas principais;
Comentários;
Ciclos padrão;
Ciclos de usuário.

Cada programa corresponde a um arquivo e todo arquivo possui uma extensão, esta
por sua vez define qual o tipo de arquivo estamos trabalhando.
Exemplos de extensões:
.MPF Programa principal
.SPF Subprograma (subrotina)
.TOA Correções de ferramenta
.UFR Deslocamento de ponto zero
.INI Arquivos de inicialização
.COM Comentário

Para armazenarmos os arquivos de programas CNC (máquina) via RS232
(comunicação serial), devemos endereçá-los para o diretório correspondente de acordo
com o tipo de arquivo a ser armazenado.




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154
Exemplos de endereçamento de programas:
.MPF = Programa principal
%_N_NOMEDOPROGRAMA_MPF
;$PATH=/_N_MPF_DIR
.SPF = Subprograma
%_N_NOMEDOSUBPROGRAMA_SPF
;$PATH=/_N_SPF_DIR

Além do cabeçalho acima, devemos utilizar um programa de comunicação adequado e
com as configurações de comunicação corretas de acordo com a máquina CNC
(verificar no manual do comando) para fazer a transferência de programas.

Exemplos de programas de comunicação:
Terminal.exe do Windows 3.11
PCIN.exe da Siemens

Como a memória da máquina é limitada, as vezes, para se fazer uma usinagem mais
complexa (programa grande ±1500 KB), precisamos fazer essa usinagem transmitindo
o programa para a máquina enquanto ela está usinando, lendo o programa ON LINE de
um PC, ou seja, este programa não fica gravado na memória da máquina e para isto
chamamos de “Executar do Externo”.

















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155


Listas das funções
preparatórias e ciclos




Ao término desta unidade você conhecerá as principais funções preparatórias de
programação e ciclos usados no comando Siemens 810 D.

Funções Preparatórias ( G )
As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho, ou seja, indicam à
máquina o que fazer, preparando-a para executar um tipo de operação, ou para receber
uma determinada informação. Essas funções são dadas pela letra G, seguida de um
número.
As funções podem ser:

MODAIS – São as funções que uma vez programadas permanecem na memória do
comando, valendo para todos os blocos posteriores, a menos que modificados ou
cancelados por outra função.

NÃO MODAIS – São as funções que todas as vezes que requeridas, devem ser
programadas, ou seja, são válidas somente no bloco que as contém.












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156
Lista das funções preparatórias G para Comando Siemens 840D/810D

G00 - Avanço rápido
G01 - Interpolação linear
G02 - Interpolação circular
G03 - Interpolação circular
G04 - Tempo de permanência
G17 – Plano de trabalho XY
G18 – Plano de trabalho XZ
G19 – Plano de trabalho YZ
G40 – Cancela compensação do raio da ferramenta
G41 – Ativa compensação do raio da ferramenta (esquerda)
G42 – Ativa compensação do raio da ferramenta (direita)
G53 - Cancelamento do Sistema de Coordenadas
G54 a G57 – Sistema de Coordenada de trabalho
G60 – Posicionamento exato
G64 – Controle contínuo da trajetória
G70 – Referencia unidade de medida (polegada)
G71 – Referencia unidade de medida (métrico)
G90 - Sistema de coordenadas absolutas
G91 - Sistema de coordenadas incrementais
G94 - Estabelece avanço mm / minuto
G95 - Estabelece avanço mm / rotação
G111 – Interpolação polar

Funções especiais

REPEAT – Repetição de uma seção do programa
LABEL – Palavra de endereçamento
GO TO – Desvio de programa
TRANS e ATRANS – Deslocamento de origem
ROT e AROT – Rotação do sistema de coordenadas
SCALE e ASCALE – Fator de escala
MIRROR e AMIRROR – Imagem espelho




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CICLOS

CYCLE81 – Furação simples
CYCLE82 – Furação com tempo de permanência
CYCLE83 – Furação com quebra ou eliminação de cavacos
CYCLE84 – Roscamento macho rígido
CYCLE840 – Roscamento mandril flutuante
CYCLE85 – Mandrilamento com retração do eixo árvore em rotação
CYCLE86 – Mandrilamento com retração do eixo árvore parado
CYCLE87 – Mandrilamento
CYCLE88 – Mandrilamento
CYCLE89 – Mandrilamento
MCALL – Chamada de sub-rotina
CYCLE90 – Interpolação helicoidal
HOLES1 – Linha de posições
HOLES2 – Círculo de posições
LONGHOLE – Rasgos em círculo
SLOT1 – Rasgos em círculo
SLOT2 – Rasgos circulares
POCKET1 – Alojamento retangular
POCKET2 – Alojamento circular
CYCLE71 – Facear superfície

Lista das funções miscelâneas ou auxiliares

M00 - Parada de programa
M01 - Parada de programa opcional
M02 - Final de programa
M03 - Gira eixo árvore sentido horário
M04 - Gira eixo árvore sentido anti-horário
M05 - Parada do eixo árvore
M08 - Liga refrigeração
M09 - Desliga refrigeração
M30 - Final de programa e retorno




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158
Funções miscelâneas ou auxiliares – Siemens 810 D

M07 – Liga refrigeração pelo centro da ferramenta
M17 - Fim de subprograma

NOTA: Para comandos de fabricantes diferentes uma mesma função pode ter
significados diferentes, mas a maioria das funções, é comum a quase todos os
comandos.


















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Manual de Operação


Lay-Out do Painel da Máquina





























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Ligar a máquina

• Ligar chave geral.
• Ligar o Ar.
• Desativar botão de emergência (Todos).
• Aguardar o “Boot” do computador (Irá carregar o ShopMill).
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “CNC I S O” , e “CNC I S O” novamente
• Ligar CNC
• Liberar os eixos ( “Feed Start” e “Spindle e Right” ).
• Acionar “Reset”
• Referenciar a máquina.


Desligar a Máquina.

• Acionar "Machine”.
• Pressionar os botões de emergência.
• Fechar o Ar.
• Desligar a chave geral.



Referenciar a máquina

Referenciar a máquina através da rotina de referênciamento

Automaticamente ao ser ligada a máquina o comando irá ativar uma rotina de
referenciamento. Portanto, para referenciar deve-se:
• Acionar “Cycle Start”.
Para referenciar a máquina ativando manualmente a rotina de referenciamento
deve-se:
• Acionar “Jog” - Acionar “Ref. Point” - Acionar “Cycle Start”.
• Posicionar o avanço em 40% ou 60%

OBS: Os eixos serão referenciados na seguinte ordem: primeiro o eixo Z e
depois os demais eixos simultaneamente.

Referenciar a máquina eixo por eixo

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• Acionar “Jog”. - Acionar “Ref.Point”
• Selecionar eixo desejado(X,Y,Z ou W (opcional) )
• Acionar [ + ].
NOTA: Se, ao ligar a máquina, o processo de referenciamento for feito eixo por
eixo, deve também referenciar o magazine. Para isso deve-se:
• Acionar “Jog”. - Acionar “Ref. Point”
• Acionar “Referenciar Magazine”.


Movimentar os eixos manualmente

Através do jog contínuo

• Acionar “Machine”.
• Acionar “Jog”.
• No painel remoto, selecionar eixo desejado: “X”, “Y”, “Z” ou “W” (opcional).
• Manter pressionado o botão + ou o – para dar o sentido do movimento.
• Para ter um movimento mais rápido pressionar simultaneamente, com o sentido,
a tecla de avanço rápido ( ).

Através da manivela eletrônica ( Controle Remoto )

• Acionar “Machine”.
• Acionar “Jog”.
• No painel remoto, selecionar eixo desejado: “X”, “Y”, “Z” ou “W” (opcional).
• Pressionar simultaneamente a “Trava de Segurança” atraz do Controle Remoto.
• No painel de operação, selecionar avanço desejado através das teclas:[1], [10],
[100], [1000].
• Executar o movimento dos eixos através da manivela observando o sentido
(+/-).





Através do jog incremental

• Acionar “Machine”.
• Acionar “Jog”.
Medida Digitar
0,5 mm 500
1,0 mm 1000
5,0 mm 5000
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• Acionar “INC”.
• Digitar o valor do incremento valor milesimal.
• Acionar OK.
• Acionar [VAR].
• No painel de operação, selecionar o eixo desejado: “X”, “Y”, “Z” ou “W”
(opcional).
• Executar o movimento dos eixos através das teclas + ou -.


Operar o comando via MDA

• Acionar “Machine”.
• Acionar “MDA”.
• Acionar “Reset”.
• Acionar (se necessário) “Apagar prog. MDA”.
• Digitar informações desejadas.

Exemplo – Troca de ferramenta:

T01 (“Input”).
M6 (“Input”).
• “T01” e “M6” Sempre devem estar em linhas diferentes !
• Acionar “Cycle Start”.

Exemplo – Ligar RPM:

• S500 (espaço) M3 (“Input”).
• Acionar “Cycle Start”.

OBS: Para cancelar o evento da MDA, deve-se acionar “Reset”.








Zerar peça (G54 à G57)

Eixo “X” e eixo “Y”

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• Através do movimento manual, encostar uma ferramenta de diâmetro conhecido
na lateral da peça.
Ex.: Fresa Diâmetro 10.0 mm, conforme figura
• Acionar "WCS/MCS” até exibir as posições máquina ( MCS )
• Anotar o valor contido no eixo que está sendo zerado.
Ex.: -236.45
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Parâmetro”.
• Acionar "Deslocam. Pto. Zero” (caso esta opção não seja exibida, deve-se então
acionar a tecla .
• Posicionar o cursor no corretor desejado (G54, G55, G56 ou G57) e na linha
correspondente ao campo “Grosso”.
• Posicionar o cursor no eixo desejado “X” ou “Y”.
• Digitar o valor anotado, descontando o raio da ferramenta.
Ex.:
Valor anotado = -236,45
Raio da ferramenta = 5.0
Valor a digirar = -231.45
• Repetir o mesmo procedimento para o outro eixo.


Obs.: Pra se fazer o zeramento no centro da peça deve-se:
• Encostar a ferramenta em uma lateral da peça, anotar o valor! Encostar na
lateral oposta e anotar o outro valor (não precisa descontar o raio da
ferramenta). Soma-se os valores, dividir este novo valor por “ 2 “ (média
aritimética). O resultado será o valor a ser digitado no eixo desejado.
• Encostar a ferramenta em uma lateral da peça, descontar o raio da ferramenta e
anotar o valor! Sabendo-se a dimensão (largura) da peça, soma-se o valor
encontrado com a metade da largura da peça. O resultado será o valor a ser
digitado no eixo.

Eixo “Z” (na superfície da peça)
(Para preset de ferramenta feito fora da máquina)

• Através do movimento manual encostar o padrão na superfície da peça.
• Acionar “Machine”.
• Acionar "WCS/MCS” até exibir as coordenadas máquina “MCS”
• Anotar o valor contido no eixo que está sendo zerado.
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Ex.: Z-350.700
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Parâmetro”.
• Acionar “Deslocam. Pto. Zero” (caso esta opção não seja exibida, deve-se
então acionar a tecla .
• Posicionar o cursor no corretor desejado (G54, G55, G56 ou G57) e na linha
correspondente ao campo “Grosso”.
• Posicionar o cursor no eixo desejado “Z”.
• Digitar o valor anotado acrescentando o comprimento do padrão
Ex.: Encontrado = -350.700, padrão = 100.00, valor do preset = -450.700
• Acionar “INPUT”.


Preset de ferramentas

Preset de ferramentas feito na máquina

Este processo é utilizado para fazer a medição da ferramentas na própria
máquina. Para isso deve-se.
Chamar a ferramenta ativar o ponto zero e desativar o corretor de ferramenta.
• Ativar “MDA”
• T ............. (“Input”).
• M6 (“Input”).
• G54 (“Input”). ( G54 Ou qual o zero peça desejado )
• D0 (“Input”). ( o correto é D “zero”, para cancelar os corretores
ativos.)
• Acionar “Cycle Start”

Tocar a ferramenta na superfície da peça.

• Acionar "Machine”.
• Acionar "Jog “.
• Selecionar o eixo desejado [X], [Y] ou [Z], no painel remoto.
• Selecionar o avanço desejado através das teclas [1], [10], [100] ou [1000], ou
reduzir o potenciômetro.
• Movimentar a manivela até tocar a superfície da peça.
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165
Anotar o valor máquina do eixo “Z”.
• Acionar “Machine”. - Acionar "WCS/MCS” até exibir as posições
peça (WCS)
• Anotar o valor do Eixo “Z”.
Ex.: 123.470

Acessar a página de lista de ferramenta:

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Parâmetro”.
• Acionar "Lista de magazines”.
• Acionar "Gerencia de ferramen” ou “Lista de Ferramen”.
• Acionar "Lista de ferramen”.

Inserir o valor de zeramento e do raio, na página do gerenciador:

• Posicionar o cursor na linha da ferramenta a ser zerada.
• Posicionar o cursor na coluna “Compr. 1”
• Digitar o valor do zeramento (Valor anotado no Item 1).
Ex.: digitar “123.470”
• Acionar “INPUT”.
• Posicionar o cursor na coluna “Raio”. , Digitar o valor do raio da
ferramenta.
Ex.: digite “25” (caso a ferramenta tenha um diâmetro de 50.0mm).
• Acionar “INPUT”.

Observação.:
Este procedimento é para os casos em que não há como medir o comprimento da
ferramenta fora da maquina, portanto usa-se a máquina para medir este comprimento.


Preset de ferramentas feito fora da máquina.

Este processo é utilizado para carregar os comprimentos das ferramentas, as quais
foram levantadas externamente. Para fazer este preset deve-se:





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166
Acessar a página de lista de ferramentas:

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Parâmetro”.
• Acionar "Lista de magazines”.
• Acionar "Gerencia de ferramen” ou “Lista de Ferramen”.
• Acionar "Lista de ferramen”.

Inserir o valor de zeramento e do raio, na página do gerenciador:

• Posicionar o cursor na linha da ferramenta a ser zerada.
• Posicionar o cursor na coluna “Compr. 1”.
• Digirar o valor do comprimento da ferramenta.
Ex.: digite “225.600”
• Acionar “INPUT”.
• Posicionar o cursor na coluna “Raio”.
• Digitar o valor do raio da ferramenta.
Ex.: digite “08” (caso a ferramenta tenha um diâmetro de 16.0 mm).
• Acionar “INPUT”.

Observação.:
Os valores dos comprimentos de ferramentas deverão ser colocados sem sinal.
Após carregar os comprimentos das ferramentas deve-se fazer o zero-peça no eixo
“Z”, conforme capitulo 19.3


Criar uma pasta de programas

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Acionar “Novo”.
• Digitar o nome da pasta (Ex: BUCHAS).
• Acionar “OK”.


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167
Manipulação de Programas

Inserir um programa manualmente
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Acionar “Novo”.
• Inserir o nome do programa (Ex: BUCHA N001).
• No campo “Tipo”, selecionar a extensão desejada (MPF ou SPF).
• Acionar “OK”.
• Digitar o programa.
• Ao finalizar a digitação, acionar “Fechar”.
• Acionar “Alterar liberação”. ( e verificar se ficou Ativo).

OBSERVAÇÕES:
• Se a opção “Alterar liberação” não for acionada o programa não poderá
ser executado.
• Os ciclos de usinagem (CYCLE 82..., POCKET 4...), podem ser programados
por um menu de ajuda para auxiliar o programador na edição dos mesmos
(softkeys Contorno, Furar, Fresar, Tornear).


Alterar dados no programa

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Com o cursor, selecionar programa desejado.
• Acionar “INPUT”.
• Alterar informações desejadas.
• Ao finalizar a alteração, acionar FECHAR.



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168
Renomear um programa

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Com o cursor, selecionar programa desejado.
• Acionar “Renomear”.
• Digitar o novo nome.
• Acionar “OK”.

Apagar um programa

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Com o cursor, selecionar programa desejado.
• Acionar “Apagar”.
• Acionar “OK”.

Copiar um programa completo

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Com o cursor, selecionar programa desejado.
• Acionar “Copiar”.
• Acionar “Colar”.
• Digitar novo nome.
• Acionar “OK”.



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169
Copiar uma parte do programa

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “Input”.
• Com o cursor, selecionar programa desejado.
• Acionar “Input”.
• Levar o cursor no bloco de inicio da cópia.
• Acionar “Marcar bloco”.
• Levar cursor no bloco de finalização da cópia.
• Acionar “Copiar bloco”.
• Levar cursor onde deseja ser inserido o texto copiado.
• Acionar “Inserir bloco”.
OBS: ao executar a cópia dos blocos (tecla “Copiar bloco”), pode-se fechar o programa
atual e inserir o texto em um outro programa.
• Acionar “Fechar”.
• Com o cursor selecionar programa ou subprograma desejado.
• Acionar “Input”.
• Levar cursor onde deseja ser inserido o texto copiado.
• Acionar “Inserir bloco”.

Selecionar programa para usinagem

• Acionar “Auto”.
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Programa”.
• Acionar “Peças de trabalho”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Posicionar o cursor no programa desejado.
• Acionar “Seleção de programa”.
Obs.: Se a opção “Alterar Liberação” não estiver ativa, o programa não poderá ser
executado.
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Testes de programa

Prepara a maquina para os testes

• Acionar “Auto”.
• Acionar “Machine”.
• Acionar "Controle programa”.
• Posicionar o cursor em “PRT : Teste de programa”. ( Os eixos não serão
acionados durante a execução do teste.)
• Acionar "Select”.
• Posicionar o cursor em “DRY : Avanço marcha ensaio”. ( O programa
será executado em “ G0 “ , ou seja na maior velociade possível, mesmo que
haja avanço programado.)
• Acionar "Select”.
• Acionar "OK”.

Executar teste rápido de programa

A maquina executa o programa na memória e verifica a viabilidade de execução.
• Acionar “Auto”.
• Acionar “Machine”.
• Acionar “Busca de bloco”.
• Acionar “Indicador busca”.
• Digitar 3 ( “Cadeia” ).
• Acionar “INPUT”.
• Digitar M30
• Acionar “INPUT”.
• Acionar “Cálculo contorno”.

Executar teste gráfico de programa

• Acionar "Reset”. (2 x)
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Shop Mill”.
• Acionar "Auto”.
• Acionar "Sim. Real”.
• Acionar "Configurações”.
• No campo “Pç. Br.:”, selecionar a opção “Ligar”.
Ponto 1
Ponto 2
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• Preencher os campos “X0”, “Y0” e “Z0” do vértice 01 (Conf. Figura)
• Selelcionar “Vertice 02”.
• Preencher os campos “X1”, “Y1” e “Z1” do vértice 02 (Conf. Figura)
• Acionar "Voltar”.

Escolher entre as telas de simulação, “Vista superior” (para visualizar a vista de cima
da peça). “Vista em Planos” (para visualizar, separadamente, as três vistas da peça).
“Vista tridimensional” (para visualizar a peça em 3D) Esta opção não é “animada”
• Acionar "Cycle start”.

Observações
A tela para simulação “Vista tridimensional”, não mostra a ferramenta se deslocando na
peça. Por isso de desejar simular com essa tela, deve-se sempre atualizar a página
para que a simulação seja melhor aproveitada. Para atualizar deve-se:
• Acionar "Detalhes”.
• Acionar "Atualizar”.

Para visualizar a peça em 3D e em corte, deve-se:
• Após a simulação, acionar “Vista tridimensional” (aparecerá a peça em 3D). Se
desejar visualizá-la em corte, deve-se:
• Acionar "Detalhes”.
• Posicionar com os cursores (para eixos X e Y) e com a teclas “Page UP” e
“Page DOWN” (para o eixo Z) no detalhe da peça a ser cortado.
• Acionar a tecla correspondente à peça em corte. (figura)

Nota: Para desativar a visualização em corte deve-se acionar a tecla correspondente à
peça em corte (figura).

Para simular novamente deve-se:
• Acionar "Apagar janela”.
• Acionar "Cycle start”.

Para ampliar ou reduzir u detalhe deve-se:
• Posicionar o cursor no detalhe a ser ampliado ou reduzido.
• Acionar "Zoom +” ou “Zoom –“.




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172
Para sair da simulação gráfica deve-se:
• Acionar "Voltar”.
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "CNC ISO”
• Acionar "CNC ISO”


Executar teste de programa (DRY RUN).

Muito CUIDADO ! O programa será executado em avanço MAXIMO !
• Selecionar o programa a ser testado.
• Acionar "Auto”.
• Acionar “Machine”.
• Acionar "Controle de programa”.
• Posicionar o cursor em “DRY : Avanço marcha ens.”.
• Acionar "Select”.
• Acionar "OK”.
• Acionar "Reset”.
• Acionar "Cycle Start”.

Executar Programa

Executar programa em automático.

• Selecionar o programa a ser usinado.
• Acionar "Auto”.
• Acionar “Machine”.
• Se desejar usinar bloco a bloco, acionar “Single Block”.
• Acionar "Cycle Start”.

Executar programa ON-Line (via periférico).

• Acionar "Auto”.
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Serviços”.
• Acionar "Execução Externa”.
• Acionar "Início”.
• Enviar programa via periférico.
• Acionar "Cycle Start”.
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173
Abortar execução do programa.

• Acionar "Cycle Stop”.
• Acionar "Reset”.
• Através do movimento manual deslocar eixos para uma posição segura.


Reinício do programa.

Pela ferramenta – Caso 01

• Acionar "Machine”.
Verificar se o programa está carregado, confirmando o nome do arquivo na parte
superior da tela.
• Acionar "Auto”.
• Acionar "Busca de bloco”.
• Acionar "Posição da Busca”.
• Posicionar o cursor no numero da ferramenta desejada. Ex.: T03
• Acionar "Sem cálculo”.
• Acionar "Cycle Start”.
• Será mostrada uma mensagem perguntando se deve continuar.
• Acionar “Cycle Start”.

Pela Ferramenta – Caso 02

• Acionar "Machine”.
Verificar se o programa está carregado, confirmando o nome do arquivo na parte
superior da tela.
• Acionar "Auto”.
• Acionar "Busca de bloco”.
• Acionar "Indicador Busca”.
• Digitar “3” (Cadeia).
• Acionar “INPUT”.
• Posicionar o cursor no numero da ferramenta desejada. Ex.: T03
• Acionar “INPUT”.
• Acionar "Sem calculo”.
• Acionar "Cycle Start”.
Será mostrado uma mensagem para continuar.
• Acionar “Cycle Start”.

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No meio da operação

• Executar um programa em automático.
• Acionar "Cycle Stop”.
• Acionar "Jog”.
• Movimentar a peça nos eixos “X”, “Y” ou “Z”, caso seja nescessário.
Neste ponto pode-se desligar o eixo árvore, “Spindle Stop”, limpar a peça, trocar uma
pastilha, verificar a usinagem, etc ...
• Ligar o eixo árvore “Spindle Right”.
• Movimentar a peça nos eixos “X”, “Y” ou “Z”, caso seja nescessário, para
aproximar a ferramenta da peça (Com cuidado).
• Acionar "Auto”.
• Acionar "Cycle Start”.

Carregar as ferramentas no magazine (TAF).

• Através de “MDA”, chamar 1º ferramenta a ser carregada.
Exemplo: T01 (“Input”). M06 (“Input”).
• Acionar “Cycle Start” ( a máquina irá girar o magazine e pegará a
ferramenta n.°1).
• Acionar “Jog”.
• Manualmente inserir a ferramenta no eixo árvore, através do botão
• “SOLTAR FERRAMENTA”.
• Através de “MDA” , chamar 2º ferramenta a ser carregada.
Exemplo: T02 (“Input”). M6 (“Input”).
• Acionar “Cycle Start” ( a máquina irá guardar a ferramenta n.°1, e pegará
a ferramenta n°2).
• Acionar “Jog”.
• Manualmente inserir a ferramenta no eixo árvore, através do botão SOLTAR
FERRAMENTA.
• Repetir os mesmos procedimentos para as demais ferramentas desejadas.




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175
Referências de ferramenta

Criar uma nova ferramenta

Para criar uma nova ferramenta, deve-se:
Ativar a ferramenta T00 via MDA.
• Acionar "Machine”.
• Acionar "MDA”.
• Digitar “T0”. Acionar "Input”.
• Acionar "M6”. Acionar “INPUT”.
• Acionar "Cycle Start”.
Acessar a página de lista de ferramenta:
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar "Parâmetro”.
• Acionar "Lista de magazines”.
• Acionar "Gerênci.Ferram.” ou “Lista de Ferramen.”.
• Acionar "Lista de Ferramen.” (se necessário).
Criar nova ferramenta:
• Acionar "Ferramen. Nova”.
• No campo “Design.Ferram.” digirar o número da ferramenta. Ex.: 01 para T01.
• Acionar "INPUT”.
• No campo “Duplo Nº ” digitar “1”.
• Acionar "INPUT”.
• Acionar "OK”.
Carregar a ferramenta no magazine.
• Acionar "Carregar”
• Acionar "Carregar local”.
• Posicionar no campo “N°Magazine”.
• Digitar “1”.
• Acionar “INPUT”.
• No campo “N°Local”. Digitar a posição da ferramenta no magazine.
Ex.: 01 para T01.
• Acionar “INPUT”.
• Acionar "OK”.
• Ativar a Ferramenta via MDA:
• Acionar "Machine”.
• Acionar "MDA”.
• Digitar “T”, e o numero da ferramenta criada.
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176
Ex.: 01 (para T01)
• Acionar "Input”.
• Acionar "M6”.
• Acionar “INPUT”.
• Acionar "Cycle Start”.
Colocar a ferramenta no eixo arvore

Guardar a ferramenta no eixo arvore via MDA.

• Acionar "Machine”.
• Acionar "MDA”.
• Digitar “T0”.
• Acionar "Input”.
• Acionar "M6”.
• Acionar “INPUT”.
• Acionar "Cycle Start”.


Apagar uma ferramenta

Para apagar uma ferramenta deve-se:
Através do MDA carregar a ferramenta a ser excluída no eixo arvore.
• Acionar "Machine”.
• Acionar "MDA”.
• Digitar “T”, e o numero da ferramenta criada.
Ex.: 01 (para T01)
• Acionar "INPUT” .
• Acionar "M6”.
• Acionar “INPUT”.
• Acionar "Cycle Start”.
Acessar a página de lista de ferramenta:
• Acionar "Menu Select”.
• Acionar "Parâmetro”.
• Acionar "Lista de Magazines”.
• Acionar "Gerência.Ferra.” ou “Lista de Ferramen.”
• Acionar "Lista de ferramen.” (se necessário).
Posicionar o cursor na ferramenta desejada.
Descarregar a ferramenta do magazine:
• Acionar "Descarreg.”
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177
Apagar a ferramenta:
• Posicionar o cursor na ferramenta a ser excluída.
• Acionar "Apagar Ferramenta”.



































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179
Comunicação de dados via
RS-232



Especificação do cabo para comunicação serial

O microcomputador ou periférico externo, do qual fará a comunicação deverá possuir
uma porta serial do tipo DB 9 ou DB 25 livre. O tipo de conector é irrelevante, desde
que haja perfeita fixação, sem perigo de ocorrência de mal contatos.

Transmissão de dados

Preparar micro ou periférico externo, para receber os dados (programas).
• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Serviços”.
• Posicionar o cursor em “Peças de trabalho” (se nescessário).
• Acionar “INPUT”.
• Posicionar o cursor na pasta desejada.
• Acionar “INPUT”.
• Selecionar o programa desejado.
• Acionar “Saída de dados”.
• Acionar “Inicio”.

Recepção de dados

• Acionar “Menu Select”.
• Acionar “Serviços”.
• Acionar “Entrada de Dados”.
• Acionar “Início”.
• Selecionar a opção “Caminho / peça de file de arquivo” .
• Através da tecla “Select”.
• Através do micro ou periférico externo, enviar os dados (programa).





(Norma DIN-66217 ). Todas as máquinas-ferramenta CNC são comandadas por um sistema de coordenadas cartesianas na elaboração de qualquer perfil geométrico.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Sistema de coordenadas Sistema de coordenadas Os dados numéricos utilizados na programação de máquinas CNC podem ser cotas de posicionamento. como por exemplo RPM. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 9 . Este sistema garante que a ferramenta pode ser comandada exatamente através dos percursos que realize porque os pontos na área de trabalho da máquina estão definidos. quantidades ou valores reais. As cotas de posicionamento são definidas segundo o sistema de coordenadas.

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Coordenadas: A = X40 Y30 B = X-30 Y20 C = X-20 Y-30 D = X40 Y-20
B

+Y

80 70 60 50 40 30 20 10 10

A

-80

-70

-60

-50

-40

-30

-20

-10

20

30

40

50

60

70

80

-X

-10 -20

+X D

C

-30 -40 -50 -60 -70

-Y

-80

Para que este sistema possa ser usado no espaço tridimensional, criou-se um terceiro eixo, identificado pela letra Z ortogonal aos outros dois como mostra a figura a seguir:
Z+

Y+
A 10 30 20

Coordenadas: A = X20 Y30 Z10

X+

Para que a máquina possa trabalhar com as posições especificadas, estas têm que ser declaradas em um sistema de referência, que corresponde aos sentidos dos movimentos dos carros (eixos X, Y, Z). O sistema de coordenadas da máquina é formado por todos os eixos existentes fisicamente na máquina.

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As direções dos eixos seguem a “regra da mão direita”.

Coordenadas absolutas No modo de programação em absoluto as posições são medidas a partir da posição zero atual (zero peça) estabelecido. Com vista ao movimento da ferramenta isto significa: A dimensão absoluta descreve a posição para a qual a ferramenta deve ir. As coordenadas absolutas são definidas através do código G90 e seus valores sempre estarão em relação ao ponto zero da peça.

Eixo X refere-se às medidas na direção Longitudinal da mesa; Eixo Y refere-se às medidas na direção Transversal da mesa; Eixo Z refere-se às medidas na direção Vertical da ferramenta.

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Y
Exemplo: Eixo X Ponto 1 Ponto 2 Ponto 3 20 50 70 Eixo Y
60

P2 P1
35 20

35 60 20

P3 X
20 50 70

Exercício 01.

Faça o deslocamento, partindo da referência dada, contornando o perfil da peça a seguir utilizando o sistema de coordenadas absolutas. Ponto O A B C D E F G H O Eixo X Eixo Y

Y
D C 60 40 A 22 B G F H 55 75 E

X

O

20

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Coordenadas incrementais No modo de programação em incremental as posições dos eixos são medidas a partir da posição anteriormente estabelecida. Exemplo: Eixo X Ponto 1 Ponto 2 Ponto 3 20 30 20 Eixo Y 35 25 Y P2 25 -40 P1 P3 X 20 30 20 20 15 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 13 . No modo de programação em incremental as posições dos eixos são medidas a partir da posição anteriormente estabelecida. Coordenadas incrementais são definidas através do código G91 e seus valores sempre serão obtidos em relação ao último posicionamento da ferramenta. Com vista ao movimento da ferramenta isto significa: A dimensão incremental descreve a distância a ser percorrida pela ferramenta a partir da posição atual da mesma. Com vista ao movimento da ferramenta isto significa: A dimensão incremental descreve a distância a ser percorrida pela ferramenta a partir da posição atual da mesma.

Faça o deslocamento. Ponto O A B C D F G H O E Eixo X Eixo Y Y D C 60 40 22 A B G F H 55 75 E X O 20 Coordenadas polares Até agora o método de determinação dos pontos era descrito num sistema de coordenadas cartesianas.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exercício 02. e centros. porém existe uma outra maneira de declarar os pontos em função de ângulos. contornando o perfil da peça a seguir utilizando o sistema de coordenadas incrementais. O ponto. a partir do qual saem as cotas chama-se “pólo” (centro dos raios). partindo da referência dada. Exemplo: Ângulo Ponto 1 Ponto 2 Pólo 30º 75º X=15 Raio 100 60 Y=30 Y P2 P1 30° 60 14 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 15 30 Polo ° 75 100 X .

.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 16 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 17 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 18 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 19 .

.

Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 21 . portanto. em função do ângulo. num triângulo retângulo um dos ângulos é reto (90º) e os outros dois são sempre agudos e complementares (soma = 90º). alturas do triângulo. em todo triângulo retângulo. Precisamos. o que facilita o cálculo de sua área: A = Cateto + Cateto 2 Teorema de Pitágoras: Hipotenusa 2 = Cateto 2 + Cateto 2 Cateto = Hipotenusa 2 . Dois de seus lados são perpendiculares entre si e são. os lados são chamados hipotenusa (o maior lado) e catetos (lados perpendiculares). Veja a figura abaixo.Cateto 2 Como a soma dos ângulos de qualquer triângulo é 180º. Você já sabe que.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI A trigonometria do triângulo retângulo Você já sabe que triângulo retângulo é qualquer triângulo que possua um ângulo reto e que. para este tipo de triângulo. há várias propriedades importantes. diferenciar a nomenclatura dos catetos.

e o cateto que está sobre um dos lados desse ângulo chama-se cateto adjacente.em frente. se o ângulo do problema for o outro ângulo agudo do triângulo. Relações Trigonométricas CATETO OPOSTO SEN X = ---------------------------HYPOTENUSA CATETO ADJACENTE COS X = ---------------------------HYPOTENUSA CATETO OPOSTO TAN X = ---------------------------CATETO ADJACENTE 22 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . pois depende do ângulo utilizado.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI O cateto que fica . ao ângulo agudo que estamos utilizando chamasse cateto oposto. Observe que. a nomenclatura oposto e adjacente troca de posição (veja a figura ao lado).

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 23 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 24 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

seguida de um número. ou para receber uma determinada informação. A norma DIN 66025 estabelece as palavras usadas na programação de CNC. ou seja. Exemplo: N50 G01 X10 Y50 N60 Y80 Funções Preparatórias ( G ) As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho. pela letra "N". Representamos a função numero de sequência. preparando-a para executar um tipo de operação.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Funções preparatórias Função N Esta função. Essas funções são dadas pela letra G. indicam à máquina o que fazer. mas alguns fabricantes de comandos não seguem estas normas e usam instruções semelhantes ou teclado com símbolos próprios. tem a finalidade de indicar a sequência que deve ser seguida para a leitura e execução das sentenças que compõem o programa. De fabricante para fabricante. que deve vir acompanhada de um número indicativo de sequência. As funções podem ser: Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 25 . ou mesmo as funções " M ". existem diferenças quanto a função representada pelos códigos " G ". Lista das funções no final desta apostila.

todas as medidas são feitas através da distância a se deslocar. planos de rápido e correções. avanços. NÃO MODAIS – São as funções que todas as vezes que requeridas. a menos que modificados ou cancelados por outra função. Assim. Função G71 – Aplicação: Sistema de unidade milímetro Um bloco G71 no início do programa instrui o controle para usar valores em milímetros para movimentos dos eixos. 26 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . A função G70 é MODAL. valendo para todos os blocos posteriores. Sintaxe: G91 . A função G71 é MODAL. A função G90 é MODAL. não modal Função G70 – Aplicação: Sistema de unidade polegada Um bloco G70 no início do programa instrui o controle para usar valores em polegadas para movimentos dos eixos. são válidas somente no bloco que as contém. A função G91 é MODAL. modal ou X=IC(50) Y=IC(35) Z=IC(-10) . planos de rápido e correções. modal ou X=AC(50) Y=AC(35) Z=AC(-10) .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI MODAIS – São as funções que uma vez programadas permanecem na memória do comando. ou seja. devem ser programadas. avanços. Função G90 – Aplicação: Programação em coordenadas absolutas Esta função prepara a máquina para executar operações em coordenadas absolutas tendo uma pré-origem pré-fixada para a programação. Sintaxe: G90 . não modal Função G91 – Aplicação: Programação em coordenadas incrementais Esta função prepara a máquina para executar operações em coordenadas incrementais.

G18 e G19 permitem selecionar o plano no qual se pretende executar interpolação circular (incluindo compensação de raio de ferramenta). G19 – Aplicação: Seleciona Plano de trabalho AS funções G17. Nota: Ao iniciar um programa é necessário definir o plano de trabalho (G17. Função G95 – Aplicação: Programação de avanço em mm/r ou polegadas/r A velocidade de avanço é declarada com a função “F”. Porém em alguns casos é necessário trabalhar nos demais planos. Sintaxe: G17 sendo plano de trabalho XY G18 sendo plano de trabalho XZ G19 sendo plano de trabalho YZ Observação: O plano G17 é o mais utilizado para gerar perfis e por isso será utilizado como padrão.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Função G94 – Aplicação: Programação de avanço em mm/min ou polegadas/min A velocidade de avanço é declarada com a função “F”. G18. G18. A função G94 é MODAL e é ativada ao ligarmos a máquina. G19). Funções G17. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 27 . Estas funções são modais. A função G95 é MODAL.

T. (na Discovery 760 podem ser programadas até 22 ferramentas) Para liberar a troca da ferramenta deve-se programar a função M6 / TROCA junto com a função “T” quando necessário. o comando gera uma pequena parada dos eixos envolvidos nestes movimentos (default). cantos vivos. Estas informações são cadastradas na maquina pelo operador. Com isso a cada movimento executado. porém em blocos separados. Esta função é modal e cancela a função G60. Função G64 – Aplicação: Controle contínuo da trajetória Esta função é utilizada para que o comando possa ler alguns blocos a frente e possa fazer os movimentos de forma contínua. sem parar os eixos entre um bloco e outro. por exemplo. como. O endereço “D” corresponde tanto ao comprimento quanto ao raio.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Função G60 – Aplicação: Posicionamento exato Esta função é utilizada para executar movimentos exatos. Como no exemplo abaixo. Comprimento Raio da Ferramenta 28 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Esta função é modal e cancela a função G64. S. Configuração de Maquina padrão : G90 G71 G94 G17 G64 Funções : D. M6 / TROCA Através da programação do endereço “T” ocorre uma troca direta da ferramenta ou a seleção da posição no magazine da máquina. A uma ferramenta podem ser atribuídos corretores de ferramentas de 1 até 3 para cada ferramenta.

201.00 . ) ponto e vírgula Utilizamos a função ( .00 135. fresa dia 35mm 29 . ) quando for necessário inserir comentários para auxiliar o operador.30 196. ponto e vírgula ( . desde que o operador tenha selecionado a opção “inibir blocos” no painel da maquina. Valor em (RPM) Exemplo: T01 M6 D01 (chama a ferramenta nº1) (habilita a troca) (ativa o corretor de altura e raio nº1) (liga a rotação do eixo árvore a 1500 rpm) ( M3 Rotação a Direira ) S1500 M3 Funções : Barra( / ).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Corretores de ferramenta Corretores D1 D2 D3 Ferramenta Comprimento Raio Comprimento Raio Comprimento Raio T1 123. estes serão ignorados pelo comando..01 8.96 6.00 196.06 6.15 10.22 11.22 10.45 4. Se a barra ( / ) for digitada na frente de alguns blocos. Exemplo: N50 G01 X10 Y50 (bloco executado) / N60 Y80 (bloco ignorado) / N70 X40 (bloco ignorado) N80 G0 X0 Y0 (bloco executado) Função ( . MSG. Exemplo: N50 T01 N60 M6 N70 D01 N80 S1500 M3 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .. sem alterar a programação.00 Para ativar a rotação do eixo árvore deve-se programar a função “S” seguida do valor da rotação desejada. caso contrário os blocos serão executados normalmente.. ) Função ( / ) barra Utilizamos a função barra ( / ) quando for necessário inibir a execução de blocos no programa.00 T5 196.98 T 19 155.

Uma mensagem pode ser programada com até 124 caracteres. mas este também pode ser utilizado em mm/r. G56. um determinado ponto referenciado na peça. a ferramenta e a operação a ser executada. Este sistema pode ser estabelecido por uma das quatro funções G54. Exemplo: F500 (deslocamento a 500mm/min). Funções G54 a G57 – Sistema de coordenadas de trabalho (zero peça) O sistema de coordenadas de trabalho define. O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material. G55. em que fase se encontra a usinagem ou operação a fazer. Sintaxe: MSG ( “mensagem desejada” ) MSG ( “ ” ) Exemplo: N20 MSG (“Desbastando perfil externo”) N30 N100 MSG (“”) Função F Geralmente nos Centros de Usinagens CNC utiliza-se o avanço em mm/min. e G57 e devem ser inseridos na página de Deslocamento de Zero Peça.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Função MSG Utilizamos a função MSG quando for necessário programar mensagens para informar o operador. usada para cancelar uma mensagem. como zero. 30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

125 0 -503. As funções G53 e SUPA têm por finalidade cancelar o zero peça (funções G54 a G57). Funções de posicionamento O comando trabalha em milímetros para palavras de posicionamento com ponto decimal.45 -136. Função X – Aplicação: Posição no eixo longitudinal (absoluta) : X20 ou X-5 Função Y – Aplicação: Posição no eixo transversal (absoluta): Y5 ou Y-5 Função Z – Aplicação: Posição no eixo vertical (absoluta): Z20 ou Z-20 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 31 .212 -358. G53.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Z Y 30 Y Zero Peça Z 20 Zero Máquina X 70 X G54 G55 G56 G57 "X" -402.012 0 -201. são válidas apenas para o bloco atual. Esta função é modal. deixando como referência para trabalho o zero máquina.333 Zero Peça "Y" -189. SUPA – Aplicação: Cancelamento do sistema de coordenadas de trabalho modal e não modal A função G500 tem por finalidade cancelar o zero peça (funções G54 a G57).001 "Z" -489. ou seja. Estas funções não são modais.13 -233.778 Funções G500.809 0 -137. deixando como referência para trabalho o zero máquina.

.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Funções de Interpolação linear e circular Função G00 – Aplicação: Movimento rápido (aproximação e recuo) Os eixos movem-se para a meta programada com a maior velocidade de avanço disponível na máquina. Esta função cancela e é cancelada pelas funções G01. Y = coordenada a ser atingida. Exemplo de aplicação de G00 e G01. Esta função é um comando modal. G02 e G03. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 33 . que cancela e é cancelada pelas funções G00. G02 e G03. Sintaxe: G0 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _ onde: X = coordenada a ser atingida Y = coordenada a ser atingida A função G0 é um comando modal. Função G01 – Aplicação: Interpolação linear (usinagem retilínea ou avanço de trabalho) Com esta função obtêm-se movimentos retilíneos entre dois pontos programados com qualquer ângulo. F = avanço de trabalho (mm/min). Z = coordenada a ser atingida. calculado através de coordenadas com referência ao zero programado e com um avanço (F) pré-determinado pelo programador. Sintaxe: Z = coordenada a ser atingida G1 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _ F_ _ _ onde: X = coordenada a ser atingida.

Liberar peça . Cabeçalho N20 T5 N30 M6 N40 G54 S2000 M3 D1 M8 N50 G0 X0 Y0 Z0 N60 G1 Z-7 F300 N70 X10 Y10 N80 X80 N90 X100 Y40 N100 X80 Y70 N110 X60 N120 X10 Y40 N130 Y10 N140 G0 X0 Y0 N150 Z200 M5 M9 N160 M30 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Z X Y 50 20 70 40 X 10 80 100 Exemplo 01 (acabamento) Dispositivo A N10 G90 G17 G71 G64 G94 . Chama Ferramenta . . Zero + Config. Pto. Posicionamento 34 10 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 30 7 . Ferr. Libera a Troca . Afastamento . Fim de pograma .

.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 36 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 37 .

Ponto final do arco (em absolutas).. I para o eixo X e J para o eixo Y... Y. Z = posição final da interpolação I = centro da interpolação no eixo X J = centro da interpolação no eixo Y K = centro da interpolação no eixo Z (Utilizado para planos de trabalho G18 ou G19) CR = valor do raio do círculo CR = ( + para ângulo inferior ou igual a 180° . Pode-se gerar arcos nos sentidos horário G2 e anti-horário G3. ( G2 ou G3 ) 2º Definir o ponto FINAL da interpolação. X e Y 3º Definir o centro do raio.. I . permitindo produzir círculos inteiros ou arcos de círculo. indicando as coordenadas do ponto inicial até o centro da interpolação. Em coordenadas absolutas.. G03 – Aplicação: Interpolação circular Esta função executa operação de usinagem de arcos pré-definidos através de uma movimentação apropriada e simultânea dos eixos. 38 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . J . G02/G03 X .para ângulo superior a 180° . Y .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Funções G02.... ) F = avanço de trabalho (opcional) Regra geral para utilização de G02 / G03: 1º Definir o Sentido da interpolação. Coordenadas incrementais. Sintaxe: G2 / G3 X_ _ _ Y_ _ _ CR=_ _ _ F_ _ _ ou G2 / G3 X_ _ _ Y_ _ _ Z_ _ _ I_ _ _ J_ _ _ K_ _ _ F_ _ _ onde: X . Distância do ponto inicial até o centro do arco (em incremental).

0 N100 G01 X0.62 N70 G02 X180..0 Y165.38 I25. N40 G01 X0. ...0 I = 25 Y = 165.0 Y0.38 CR=70..38 39 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação de G02 e G03.0 N90 G01 X0.. N70 G0 X0 Y0 N80 G1 Z-5 F300 N90 G1 X100 Y0 N100 G2 X150 Y50 I0 J50 ou N100 G2 X150 Y50 CR=50 N110 G1 X150 Y100 .0 N80 G01 X180.0 Y0.0 .0 Y34. … ..0 J65.. .62 100 R70 J = 65. Y 150 R5 0 … .0 N60 G01 X180. 100 X X = 180 .0 Y200.. .0 Y165..0 Y200.38 N50 G01 X180. 200 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 34.38 Ou N70 G02 X180.....0 Y0....

para alívio de corte. pólo N50 G0 AP=30 RP=100 . ponto 1 N60 G1 Z-5 F300 N70 G0 Z10 N90 G1 Z-5 F300 N100 G0 Z10 . durante um tempo programado. Por exemplo.. Ângulo). P2 P1 30° 60 30 N80 G0 AP=75 RP=60 . referência de ângulo ao eixo horizontal RP = raio polar em milímetro ou polegada Y … N30 G0 X0 Y0 Z10 N40 G111 X15 Y30 . Sintaxe: G4 F_ _ _ _ valores programados em segundos G4 S_ _ _ _ valores programados em nº.. ponto 2 Polo ° 75 100 X 15 40 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . O pólo (centro do arco) é declarado através da função G111 com coordenadas cartesianas. Sintaxe: G111 X_ _ _ Y_ _ _ G0 / G1 AP=( _ _ ) RP=( _ _ ) G2 / G3 AP=( _ _ ) RP=( _ _ ) onde: X .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Função: G4 – Aplicação: Tempo de permanência Permite interromper a usinagem da peça entre dois blocos. Y = representam o pólo (centro) AP = ângulo polar. de rotações Função: G111 Aplicação: Interpolação polar As coordenadas podem ser programadas através de coordenadas polares (Raio.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação de G111 .furação.. Y … N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 G111 X43 Y38 ° 72 72 ° 18° N70 G0 AP=18 RP=30 N80 G1 Z-5 F300 N90 G0 Z10 N100 G0 AP=90 RP=30 N110 G1 Z-5 F300 N120 G0 Z10 N130 G0 AP=162 RP=30 N140 G1 Z-5 F300 N150 G0 Z10 N160 G0 AP=234 RP=30 N170 G1 Z-5 F300 N180 G0 Z10 N190 G0 AP=306 RP=30 N200 G1 Z-5 F300 N210 G0 Z10 . 72° 38 72° R3 0 43 X Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 41 ..

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 42 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 43 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 44 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 45 .

. Somente para chanfros de 45º ! 46 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . O raio será tangente aos dois elementos. e entre uma linha e outra se coloca o chanfro. Deve-se programar as linhas até os “vértices” (como se não houvesse o chanfro). N100 G01 X50..0 Y150. Não Contínuo ! … N40 G01 X0..0 R5 0 Contínuo R2 0 N50 G01 X170. e entre uma linha e outra se coloca o arredondamento..0 Y0.0 RND=20.0 Y0.0 N110 G01 X0. Executa arredondamento na intercessão de dois elementos “contínuos”. Executa chanfro na intercessão de dois elementos “contínuos”.0 126 0 R5 Contínuo 170 .0 200 N60 G01 X170. RND.0 Y126.0 .0 N120 G01 X0. Deve-se programar as linhas até os “vértices” (como se não houvesse o raio).0 Y126. CHF.0 RND=50.0 Y0.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Função: RND e CHF Aplicação: Arredondamento de cantos.

0 Y126.0 N60 G01 X170...0 Y0.0 Y0. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 47 .0 CHF=51.0 126 200 51 N130 G01 X0.0 N140 G01 X0.0 N50 G01 X170.0 CHF=15..0 Y0. N120 G01 X50.0 Y126..0 Contínuo 170 .0 .0 Y200.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Não Contínuo ! Contínuo 15 … N40 G01 X0.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 48 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 49 .

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Para ligar ou desligar a compensação de raio da ferramenta G40. quando a mesma trabalha a esquerda do perfil G42 = ligar a compensação de raio da ferramenta. G41 G42 G41 G42 Explicação: G40 = desligar a compensação de raio da ferramenta G41 = ligar a compensação de raio da ferramenta.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Compensação de raio de ferramenta Funções G40. através de um valor inserido na página de corretor de ferramenta. quando a mesma trabalha a direita do perfil Para o cálculo dos percursos da ferramenta o comando necessita das seguintes informações: T (número da ferramenta) e D (número do corretor). G41 ou G42 tem de se programar um comando de posicionamento com G0 ou G1. com movimento de pelo Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 51 . G41 e G42 Aplicação: Compensação de raio de ferramenta A compensação de raio de ferramenta permite corrigir a diferença entre o raio da ferramenta programado e o atual.

para que a maquina tenha espaço suficiente para executar a compensação Recomenda-se uma distância no mínimo igual ao diâmetro da ferramenta. deve-se posicionar a ferramenta a uma distância segura da peça. Segura G42 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . também funciona com o eixo Z .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI menos um eixo (preferencialmente os dois). também se deve executar um movimento em pelo menos um eixo (preferencialmente os dois). G42 Regra geral: Para compensar ou descompensar. X e/ou Y. Dist. X e/ou Y. também funciona com o eixo Z . mas é o menos recomendado ! Centro da Ferramenta Compensando já na peça. Segura Linha Programada 52 Dist. Centro da Ferramenta Compensando antes de chegar na peça. mas é o menos recomendado ! Para descompensar.

Abilita troca da ferramenta . Desativa compensação . Abaixa em “Z” . Fim de programa .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação R1 0 5 R1 70 5 R1 R1 2 Profundidade = 10 mm 100 EXEMPLO: N10 G90 G17 G71 G64 G94 N20 T3 . Sobe eixo “Z” .Chama ferramenta . FRESA DIA 12 mm N30 M6 N40 G54 D1 S1330 M3 M8 N50 G0 X-20 Y-20 Z0 N60 G1 Z-10 F370 N70 G41 N80 G1 X0 Y0 N90 Y70 RND=10 N100 G1 X85 RND15 N110 G1 Y45 N120 G03 X100 Y30 I15 J0 N130 G01 X100 Y0 RND12 N140 G01 X0 N150 G40 N160 G1 X-20 Y-20 N170 G0 Z5. Posiciona fora da peça . Chama pto.0 N180 M30 . Zero peça. Inicia o contorno 30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 53 .Cabeçalho . Afasta da peça . Ativa compensação à Esquerda . corretor. giro do eixo arvore e óleo .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 54 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 55 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 56 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 57 .

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. LABEL Função: REPEAT.. .. ou bloco a ser repetido...... ............ vem seguido do LABEL_INICIO e LABEL_FIM e da função P que determina o número de repetições....... LABEL Aplicação: Repetição de uma seção do programa Ao contrário da técnica do subprograma.... ... ( ROTULO ) REPEAT parâmetro de repetição..... pode-se gerar uma sub-rotina para repetir trechos que já estão definidos no próprio programa.. M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 59 ...... . LABEL = palavra de endereçamento para marcar o início e fim do desvio........... LABEL_INICIO: ...... LABEL_FIM: REPEAT LABEL_INICIO LABEL_FIM P=n .... Sintaxe : ..................... ....... ...........Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI REPEAT.............. onde devemos fazer um programa auxiliar.....

FRESA DIA 12 mm N30 M6 N40 G54 D1 N50 S1330 M3 N60 G0 X-20 Y-20 Z0 N70 INICIO: N80 G1 Z=IC(-2) F370 N90 G41 N100 G1 X20 Y20 N110 Y60 N120 X80 Y40 N130 X20 Y20 N140 G40 N150 G0 X-20 Y-20 N160 TERMINO: N170 REPEAT INICIO TERMINO P2 vezes N180 G0 Z200 M5 M9 N190 G53 G0 Z-110 D0 N200 M30 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com REPEAT: PROGRAMA REPEAT N10 G90 G17 G71 G64 G94 N20 T3 . marca o inicio da repetição Z 6 X Y 60 X 20 20 80 60 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 40 . marca o fim da repetição . repetir do marca inicial até a final. mais 2 .

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 62 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 63 .

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI

SUBPROGRAMA

Subprograma Por princípio, um subprograma é constituído da mesma maneira que um programa de peças e compõem-se de blocos com comandos de movimentos. Não há diferença entre o programa principal e o subprograma, o subprograma contém seqüências de operações de trabalho que devem ser executadas várias vezes. Por exemplo, um subprograma pode ser chamado e executado em qualquer programa principal. A estrutura do subprograma é idêntica à do programa principal, somente dois itens os diferenciam: Os subprogramas são terminados com a função M17 – fim de subprograma, enquanto os programas são terminados pela função M30 – fim de programa; Como o comando trata os programas e subprogramas como arquivos, para diferenciálos são dados extensões diferentes: .MPF para programas e .SPF para subprogramas.

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Exemplo de aplicação de Subprograma: PROGRAMA PRINCIPAL N10 G90 G17 G71 G64 G94 N30 M6 N40 G54 D1 N50 S1330 M3 N60 G0 X0 Y0 Z10 N70 G1 Z0 F370 N80 TRIANGULO P3 N90 G0 Z200 M5 M9 N100 G53 G0 Z-110 D0 N110 M30 SUBPROGRAMA TRIANGULO N10 G91 G1 Z-2 F200 ; Sistema Incremental N20 G90 G41 N40 Y60 N50 X80 Y40 N60 X20 Y20 N70 G40 N80 G0 X0 Y0 N90 M17 N20 T3 ; FRESA DIA 12 mm

Z
6

X

Y

60

X

20

20 80

; Retorna ao Sistema Absoluto

N30 G1 X20 Y20 F370

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 69 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 70 .

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os avanços e as potências requeridas da máquina. a rotação é dada pelas fórmulas: Vc = π . Na determinação da velocidade de corte para uma determinada ferramenta efetuar uma usinagem. 1000 π.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Parâmetros de Corte Definição dos parâmetros de corte Em função do material a ser usinado. RPM 1000 RPM = Vc . D .D Onde: Vc = Velocidade de corte (m/min) D = Diâmetro da ferramenta (mm) RPM = Rotação do eixo árvore (rpm) Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 71 . o programador deve estabelecer as velocidades de corte. Os cálculos necessários na obtenção de tais parâmetros são: • Velocidade de corte (VC) A velocidade de corte é uma grandeza diretamente proporcional ao diâmetro e a rotação da árvore. bem como da ferramenta utilizada e da operação executada.

a profundidade do corte deverá ser inferior a 0. F = RPM x fz x z fz = F z x RPM Onde: fz = Avanço por dente (mm) z = Número de dentes RPM = Rotação do eixo árvore Profundidade de corte (ap) (Para fresas de topo inteiriças) Se for utilizado fresamento lateral. a ferramenta e a operação a ser executada.25 do diâmetro da fresa de topo. Geralmente nos centros de usinagens utiliza-se o avanço em mm/min mas este pode ser também definido em mm/rot.9 do diâmetro. Se for utilizado fresamento facial. Tipo de fresamento Concordante 72 Discordante Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . a profundidade radial do corte é igual ao diâmetro da fresa de topo. a profundidade axial do corte menor que 0. Para o fresamento de ranhuras ou canais. a profundidade radial do corte não deverá ser mais de 0.1 do diâmetro.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI • Avanço (F) O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material.

O movimento de avanço é oposto ao da rotação da ferramenta. sendo importante uma fixação adequada. Necessita-se potência menor – Pode ser utilizada fresa com ângulo de incidência elevado. O acabamento da superfície é prejudicado devido aos cabaços serem carregados para cima pela aresta de corte. Este fresamento exerce uma força para baixo na peça de trabalho – dispositivos de fixação simples e mais econômicos. O deslocamento do avanço e a rotação da ferramenta têm a mesma direção. • • • • Fresamento Concordante.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Fresamento Discordante. Vantagens: • O Componente para baixo da força de corte mantém a peça de trabalho no seu lugar. Desgaste mais rápido da ferramenta do que no fresamento concordante. Contaminações ou escamas na superfície não afetam a vida da ferramenta. disposição dos cavacos é difícil. desde que as facas da fresa estejam bem afiadas. É necessária uma potência maior devido ao atrito aumentado ocasionado pelo começo do cavaco na espessura mínima. • • • • • Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 73 . Menor desgaste – a vida da ferramenta aumenta em até 50%. especialmente para peças finas. o corte inicia-se na localização mais grossa do cavaco. O progresso de corte é suave. Melhor acabamento da superfície – é menos provável que os cabaços sejam carregados pelos dentes. • • Desvantagens: • • A Ferramenta tem a tendência de trepidar A peça de trabalho tem a tendência de ser puxada para cima. Disposição dos cavacos mais fácil – os cavacos são removidos por detrás da fresa. a maior espessura do cavaco é no final do corte. Vantagens: • A operação da faca não é uma função de características da superfície da peça de trabalho. Os cavacos caem na frente da fresa.

• Este fresamento não é adequado para usinar peças que tenham escamas superficiais.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Desvantagens: • Devido as elevadas forças de impacto que resultam quando as facas atingem a peça de trabalho. esta operação exige uma montagem rígida e se deve eliminar o contra golpe do mecanismo do avanço na mesa. forjados e fundidos. e causam desgaste excessivo e danos às facas da fresa. reduzindo assim a vida da ferramenta. 74 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . tais como os metais trabalhados a quente. As escamas são duras e abrasivas.

08 0.08 0.106 0.1 0.028 0.09 0.075 0.095 0.017 0.048 0.08 0.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Tabela para cálculo de avanços e rotações: Aço Baixo Teor de Carbono até 50 KgF/mm2 Latão Bronze Aço Méida Resis tência a tração 50-80kgF/mm2 Aço Forjado Brando Ferro Fundido Latão e Bronze Cobre Velocidade de Corte Vc = 32-380 m/min Aço de alta Ligas de alta resis tência a tração resistência 80-100kgF/mm2 Titânio Ligas de Titânio Ligas res têntes a Aço Inox de alta is alta temperatura res tência is Velocidade de Corte Vc = 10-15 m/min Velocidade de Corte Vc = 5-10 m/min Alumínio Ligas de Alumínio Plas tico Madeira Velocidade de Corte Vc = 140-180 m/min Avanço (mm/dente) 0.09 0.09 0.08 0.012 0.085 0.034 0.08 0.095 0.106 0.106 0.09 0.007 0.09 0.075 0.08 0.067 0.112 0.1 0.112 0.012 0.08 0.09 0.012 0.02 0.112 0.09 0.095 0.112 0.06 0.028 0.095 0.085 0.056 0.125 0.112 0.095 0.034 0.085 0.085 0.09 0.08 0.08 0.08 Calculo de Dados de Corte 0.048 0.08 0.1 0.1 0.08 0.034 0.09 0.08 0.025 0.08 0.1 0.09 0.08 0.118 0.09 0.018 0.08 0.024 0.04 0.085 0.1 0.112 0.106 0.009 0.118 0.08 0.08 0.08 0.1 0.095 0.1 Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente) Avanço (mm/dente) 0.1 0.09 0.09 0.056 0.106 0.08 0.08 0.071 0.1 0.08 0.125 0.08 0.08 0.02 0.011 0.08 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 75 .08 0.014 0.08 0.095 Velocidade de Corte Vc = 40-50 m/min Fresa 3 4 5 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 25 26 28 30 32 35 36 40 45 50 56 63 Avanço (mm/dente) 0.056 0.118 0.106 0.063 0.08 0.095 0.02 0.1 0.08 0.095 0.095 0.08 0.08 0.02 0.08 0.085 0.112 Exercício de 0.118 0.1 0.028 0.

por Faca R.1 7000 3000 76 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .P.M. (Z) Facas Material VC ( fz ) Av.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Diam. ( F ) Avanço Mesa Ø 12 Ø 03 Ø 50 Ø 12 Ø 16 Ø 16 Ø 20 Ø 03 Ø 10 2 2 5 4 2 4 2 2 4 SAE 1045 SAE 1020 H-13 SAE 1045 H – 13 H – 13 FoFo 150 0.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 77 .

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retorno: G0 X10 Y10 . saltando até o label fim: . fim: . Sintaxe: GOTOB (label) – salto para trás GOTOF (label) – salto para frente Exemplos: GOTOF busca . salta até o label busca: . Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 79 . saltando até o label retorno: .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI GO TO Função: GO TO Aplicação: Desvio de programa Quando há necessidade de programar um desvio (um salto) do programa. para uma parte específica do mesmo. Descrição: O comando ao ler a função GOTOF busca. GOTOF fim . busca: . utiliza-se a função GO TO endereçando um label (endereço) pré-programado. Continuando a leitura o comando encontra a função GOTOB retorno. GOTOB retorno . Continuando a leitura o comando encontra a função GOTOF fim.

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para posição de um sistema de coordenadas de alvo. Mediante os Frames descreve-se. partindo do sistema de coordenadas atual da peça.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI “FRAME” Generalidade: O que é FRAME ? Frame é o termo usual para uma expressão geométrica. Um Frame pode ser composto das seguintes regras de cálculo: deslocamento de origem. que descreve uma regra para o cálculo. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 81 . tais como translação e rotação. TRANS e ATRANS rotação. MIRROR e AMIRROR Obs. declarando coordenadas ou ângulos. ROT e AROT alteração da escala.: As instruções Frame mencionadas são programadas cada uma em um bloco próprio e executadas pela ordem da sua programação. SCALE e ASCALE espelhamento.

ATRANS (Função Frame) Aplicação: Deslocamento da origem de trabalho A função TRANS / ATRANS permite programar deslocamentos da origem de trabalho para todos os eixos na direção desejada. no caso de usinagem repetidas em posições diferentes da peça ou devido a limitação da quantidade de pontos zeros do comando. com isso cancelamos qualquer frame programado.! Para cancelarmos um deslocamento deve-se programar a função TRANS sem a declaração de variáveis. Sintaxe: TRANS X_ _ _ Y _ _ _ Z _ _ _ 82 A S Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” TR A A N S . Função ATRANS XYZ é utilizada para deslocar a origem do trabalho em relação a um Frame já programado. com isso é possível trabalhar com pontos zeros alternativos.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI TRANS e ATRANS Função: TRANS . S N TR T N RA G 54 Função TRANS XYZ é utilizada para deslocar a origem do trabalho em relação ao zero peça G54.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com TRANS: N10 G90 G17 G71 G64 G94 N20 T1 . FRESA DIA 15 mm N30 M6 N40 G54 D1 S1500 M3 N50 TRANS X20 Y20 N60 PERFIL P1 N70 TRANS X70 Y20 N80 PERFIL P1 N90 TRANS X20 Y50 N100 PERFIL P1 N110 TRANS N120 G53 G0 Z-110 D0 M5 N130 M30 50 Y X 20 70 20 G54 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 83 .

. devemos programar a função ROT. Para programar uma segunda rotação em relação a um frame já programado. relação ao zero peça. Chama SubPrograma N100 G0 X100 Y100 N110 M30 84 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . em relação ao plano de trabalho selecionado. o sistema de coordenadas é rotacionado em . (G54 .. Com isso cancelamos qualquer frame programado. Chama SubPrograma N70 TRANS X20 Y40 N80 AROT RPL=60 N90 PERFIL P1 . devemos utilizar a função AROT RPL= Orientação dos Angulos Para cancelar a rotação. Programando a função ROT RPL= . Exemplo de programação: N10 G17 G54 N20 TRANS X20 Y10 N30 PERFIL P1 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI ROT e AROT Aplicação: Rotação do sistema de coordenadas de trabalho O frame. ROT/AROT. permite programar um ângulo para o sistema de coordenadas de trabalho. 57). Chama SubPrograma N40 TRANS X55 Y35 N50 AROT RPL=45 N60 PERFIL P1 . sem RPL. O centro da rotação é o centro de coordenadas corrente ou o ultimo zero peça programado.

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI .

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 86 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 87 .

para todos os eixos fatores de escala. zero N50 AROT RPL=35 . Exemplo de programação com Escala e Rotação: N10 G17 G54 N20 TRANS X15 Y15 . ou a função ASCALE XYZ.. permite programar.7 Y0. zero N30 CAVIDADE P1 . Deslocamento do Pto. para programarmos um fator de escala em relação ao zero peça ativo G54 . Escala de Redução N70 CAVIDADE P1 . para programarmos um fator de escala em relação a um frame já programado. Rotação de 35° N60 ASCALE X0.7 . Para cancelarmos a função escala devemos programar a função SCALE. Pode-se utilizar a função SCALE XYZ. 57. Chama Sub-Programa N40 TRANS X40 Y20 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Scale e AScale Aplicação: Fator de Escala O Frame. com iso cancelamos qualquer frame programado. Chama Sub-Programa N80 G0 X300 Y100 M30 88 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . sem declarar o ângulo. SCALE / ASCALE. Deslocamento do Pto.. com isso é possível alterar o tamanho de uma peça já programada.

tem como referência o ponto zero da peça.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI MIRROR e AMIRROR O Frame MIRROR / AMIRROR. permitem espelhar o perfil da peça nos eixos desejados. à Direita em cima N30 MIRROR X0 . Espelhamento aditiva em Y N60 PERFIL P1 . G54 . O espelhamento é programado pela função MIRROR XYZ. Espelhamento no eixo X N40 PERFIL P1 . Desliga o espelhamento N100 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 89 . com isso cancelamos qualquer frame programado. Para cancelarmos a função de espelho. Um espelhamento com referência a um espelhamento ou frame já programado deve utilizar a função AMIRROR. 57. Sub-Programa. devemos programar a função MIRROR sem declarar variáveis. O espelhamento por MIRROR.. través de mudanças de direção axiais no plano de trabalho. Espelhamento no eixo Y N80 PERFIL P1 . à Esquerda em cima N50 AMIRROR Y0 . Sub-Programa. à Esquerda em baixo N70 MIRROR Y0 . Com a função de espelhamento ativa o comando muda automaticamente os comandos de compensação de raio da ferramenta (G41/G42). o mesmo se a plica ao sentido da interpolação circular (G02/G03). à Esquerda em baixo N90 MIRROR . Sub-Programa. Exemplo de espelhamento: N10 G17 G54 N20 PERFIL P1 . Sub-Programa..

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 90 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 91 .

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Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CICLOS FIXOS Os ciclos fixos. cada numero separado representa uma ação. são na verdade rotinas ou sub-rotinas que. e não executará corretamente o programa. _ _ . madrilhamento entre outros. e/ou dimensão que o programador deve definir. _ _ . roscas interpoladas entre outros. o comando pode interpretar como chamada de sub-rotina. _ _ . separados por virgulas. já vem pré programadas pelo fabricante. No comando Siemens. desbaste. _ _ ) Muito importante. CYCLE 00 ( _ _ . é nunca utilizar nomes de programas similar ao nome de qualquer ciclo fixo. CYCLE81 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 93 . _ _ . temos Ciclos de Furação como furos simples. _ _ . usinagens de cavidades. faceamentos. na maioria das vezes. para facilitar a vida do programador. furos com quebra cavaco. rosqueamento. temos . _ _ . Nos Ciclos de Usinagem. Os ciclos são compostos de um nome seguido de números displostos dentro de parênteses. _ _ .

DP. RFP. ou seja. Exemplo de aplicação com CYCLE81: 94 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). SDIS. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). DPR) RTP RFP SDIS DP DPR Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto) Distância segura (folga para aproximação) a partir do RFP Profundidade final da furação (absoluta) A partir do zero peça Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP) Profundidade da furação Z Plano de retração RTP Distância segura SDIS Plano de referência RFP DPR Deslocamentos: G0 G1 Notas: Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em um bloco separado.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Aplicação: Furação simples A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade programada. Sintaxe: CYCLE81 (RTP. Devemos programar apenas um valor para o final do furo.

Furação Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 95 . 3 . -29 . ) N110 G53 G0 Z-110 D0 M5 N120 M30 . ) N90 G0 X50 Y60 N100 CYCLE81 (5 . Furação . BROCA DIA 12 N30 M6 N40 G54 D01 N50 S2000 M3 N60 G0 X25 Y25 Z10 N70 F100 N80 CYCLE81 (5 . Avanço para furação . 0 . -29 . Coordenada da furação .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Z 29 X Y Ø12 60 25 X 25 50 PROGRAMA CYCLE81 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . Coordenada da furação . 3 . 0 .

Devemos programar apenas um valor para o final do furo. Sintaxe: CYCLE82 (RTP. A partir do zero peça. “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). Depois de atingida a profundidade pode-se programar um tempo de permanência. 96 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . DPR.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE82 Aplicação: Furação com tempo de permanência A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade programada. ou seja. DP. A partir do RFP Profundidade final da furação (absoluta). DTB) RTP RFP SDIS DP DPR DTB Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto) Distância segura (folga para aproximaçãol). Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP) Tempo de espera na profundidade final da furação (segundos) Z Plano de retração RTP Distância segura SDIS Plano de referência RFP DP=RFP-DPR Deslocamentos: G0 G1 G4 Notas: Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em um bloco separado. RFP. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). SDIS.

Coordenada para furação . . 1) N90 G53 G0 Z-110 D0 M5 N100 M30 . Furação Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 97 . 3 . Avanço para furação .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com CYCLE82: Z 15 X Y 0 Ø2 60 X 50 PROGRAMA CYCLE82 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . -15 . FRESA DIA 20 N30 M6 N40 G54 D01 N50 S800 M3 N60 G0 X50 Y60 Z10 N70 F100 N80 CYCLE82 (5 . 0 .

DP. A partir do zero peça.1%) . A partir do zero peça. DTS. DTB.. 1 (100%) VARI Modo de trabalho 0 = quebra de cavacos 1 = eliminar cavacos SDIS RFP 98 DP Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” Quebrar cavaco G0 G1 G4 Z RTP Eliminar cavacos Deslocamentos: . FRF. SDIS. A partir do RFP Profundidade final da furação (absoluta)..Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE83 Aplicação: Furação com quebra ou eliminação de cavacos A ferramenta fura com a rotação do eixo árvore e avança o eixo até a profundidade programada. Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP) Coordenada para a primeira penetração da furação (absoluta) ). RFP. DPR. Sintaxe: CYCLE83 (RTP. VARI) RTP RFP SDIS DP DPR FDEP FDPR DAM DTB DTS FRF Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto) Distância segura (folga para aproximação).001 (0. Valor do “quebra cavaco” Tempo de espera na profundidade final da furação (segundos) Tempo de espera no ponto inicial e eliminação de cavacos Fator de avanço para a primeira profundidade de avanço (FDEP ou FDPR) gama de valores: 0. Primeira profundidade de furação relativa ao plano de referência (RFP) Valor de decremento. FDPR. de forma que a profundidade final é atingida com sucessivas penetrações. podendo a ferramenta recuar até o plano de referência para eliminar os cavacos ou recuar 1 mm para quebrar o cavaco. DAM. FDEP.

3 . ou seja. 0 ) . Coordenada para furação . 1 . Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). “FDEP” (coordenada absoluta) ou “FDPR” (coordenada a partir do plano de referência). Exemplo de aplicação com CYCLE83: Z 100 X Y Ø15 30 X 30 45 PROGRAMA CYCLE83 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . Devemos programar apenas um valor para o final do furo. Avanço para furação . -100 . 5 . 1 . 0 . 1 . Devemos programar apenas um valor para a primeira penetração da furação.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em um bloco separado. 0 . 2 . . Coordenada para furação N70 CYCLE83 (5 . Furação N90 CYCLE83 (5 . . 3 . -20 . BROCA DIA 15 N30 M6 N40 G54 D01 S1500 M3 N50 G0 X30 Y30 Z10 N60 F100 N80 G0 X75 N100 G53 G0 Z-110 D0 M5 N110 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Furação 99 . 1 . 0 ) . 5 . “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). . . 2 . -20 . ou seja. -100 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 100 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 101 .

. _ ) X . Não é permitido um encadeamento de chamadas modais. _ . Aonde furar . Sintaxe: MCALL CYCLE_ _ (_ . Y. Para desativarmos uma chamada de subrotina pela função MCALL basta programarmos a função sem o nome do ciclo.. A chamada modal da sub-rotina é gerada através da função MCALL.. mantendo seus valores prévios de parâmetros. _ ...Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI MCALL Esta função é muito importante para os ciclos de furação. Como será a furação . X .. ou seja. quando estamos trabalhando com sub-rotinas não podemos programar dentro da mesma uma outra subrotina. 102 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Y. _ .. Fecha a chamada modal A programação permite chamar sub-rotinas e ciclos também de forma modal. Aonde furar .. MCALL .

FRESA DIA 20 N130 M6 N140 G54 D01 N150 S1000 M3 N160 G0 X50 Y60 Z10 N170 F80 N180 MCALL CYCLE82 (5 . 2) N190 X50 Y60 N200 X100 Y60 N210 MCALL N220 G53 G0 Z-110 D0 M5 50 50 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 103 . 3 . 0 Ø2 PROGRAMA MCALL 29 15 Y 2 Ø1 -29. CYCLE82: Z XN10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 0 .) N80 X50 Y60 N90 X100 Y60 60 X N100 MCALL N110 G0 Z100 M5 N120 T02 . BROCA DIA 12 N30 M6 N40 G54 D01 S1800 M3 N50 G0 X50 Y60 Z10 N60 F100 N70 MCALL CYCLE81 (5 . 3 . 0 . .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com MCALL e CYCLE81. -15.

-28 . -30 . -84 . -30 . Absoluta RFP Plano de referência DP Profundidade Absoluta 84 CYCLE83( 10 . 0 0 0 . 1 ) CYCLE83( 10 . 10 . -40 . 2 CYCLE83( 10 . .7 . diferente do zero peça Zero Pç RTP SDIS 30 RFP X Z DPR Ø15 54 Y 30 X 70 DP FDPR Primeira Prof. 0 SDIS Aproximação . 104 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” VARI Modo de trabalho RTP Altura de retorno DAM Quebra Cavaco DTB Tempo no final DTS Tempo no Inicio FRF Fator de avanço . 0 . Pela Referência DPR Profundidade pela Referencia FDEP Primeira Prof. 0. 0 . 1 ) . . . -40 . 54 . 1 ) . 0. -84 . 10 . . 10 . 10 . 0 . 0 . . 2 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Furação em plano (altura).7 .7 . 0 . 0.

0 . Avanço p/ furação .75 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Conforme tabela : N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . . . 1 ) Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 105 . Coordenada p/ furação . BROCA DIA 15 N30 M6 N40 G54 D01 S1500 M3 N50 G0 X70 Y30 N60 F100 N80 G53 G0 Z-110 D0 M5 N90 M30 . -40 . -84 . 0. 0 . -30 . 10 . 2 . Furação N70 CYCLE83 (10.

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CYCLE 84

Aplicação: Rosqueamento macho Rígido A maquina executa o rosqueamento com macho em fixação rígida Sintaxe: CYCLE84 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR, DTB, SDAC, MPIT, PIT, POSS, SST, SST1)
RTP RFP SDIS DP DPR DTB SDAC MPIT

Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Zero Peça Distância segura (folga para aproximação ). A partir do RFP Profundidade final da Rosca (absoluta) ). A partir do zero peça. Profundidade da rosca relativa ao plano de referência (RFP) Tempo de espera no fundo da rosca (quebra cavaco). Sentido de giro após o fim do ciclo. Valores 3 (M3), 4 (M4) ou 5 (M5) Passo da rosca como diâmetro de rosca (com sinal). Gama de valores: 3 (para M3) ... 48 (para M48). Para roscas métricas normalizadas. O sinal determina o sentido do rosqueamento.

PIT

Passo da rosca como valor métrico (com sinal). Gama de valores: 0,001 ... 2000mm. Roscas de modo geral. O sinal determina o sentido do rosqueamento.

POSS SST SST1

Posição do fuso para a parada orientada do fuso no ciclo (graus). Rotação para rosqueamento (entrada). Rotação para retorno (saída).

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Notas: Os dados de corte como avanço não precisa ser programado pois já esta incluído no ciclo. Devemos programar apenas um valor para o final da rosca, ou seja, ou programamos o “DP” (coordenada absoluta), ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). Devemos programar apenas um valor para o passo da rosca, ou seja ou programamos “MPIT” (diâmetro da rosca), ou programamos “PIT” (passo da rosca). Este processo permite roscar furos utilizando o processo de macho rígido. Roscas à esquerda ou roscas à direita são especificadas através do sinal dos parâmetros de passo “MPIT” ou “PIT”. - Valor positivo = à direita (M3) - Valor negativo = à esquerda (M4).

O sentido de giro é sempre invertido automaticamente na abertura das roscas. Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). Exemplo.

Z
N10 G17 G71 G90 G94
35

N20 G53 G0 Z-112.2 D0

X

N30 T01 N40 M06 N50 G54 D01 S500 M3 N60 G0 X30.0 Y30.0 Z10.0 N70 CYCLE84 (5,0,2,-40, , ,5, , 1.5,
,500,600)

Y

M10x1.5

30

X
30

N80 G53 G0 Z-112.2 D0 M5 N90 M30

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Valores 3 (M3). A partir do RFP Profundidade final da rosca (absoluta). DTB. SDAC. Tempo de espera no fundo da rosca (quebra cavaco). O sinal determina o sentido do rosqueamento. Zero Peça Distância segura (folga para aproximação ). 2000mm. o sinal determina o sentido do rosqueamento.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE 840 Aplicação: Rosqueamento Mandril Flutuante A maquina executa o rosqueamento com rotação e avanço até a profundidade programada.. ENC. Para roscas métricas normalizadas..001 . Valores: 0 com encoder. PIT) RTP RFP SDIS DP DPR DTB SDR Plano de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano de referência (Z inicial – absoluto). A partir do Zero Peça Profundidade da rosca relativa ao plano de referência (RFP).. MPIT. 48 (para M48). Sintaxe: CYCLE840 (RTP. DP. RFP. 1 sem encoder Passo da rosca como diâmetro de rosca (com sinal). Sentido de giro para o retorno Valores: 0 = Inversão automática do sentido de giro. Gama de valores: 0. Gama de valores: 3 (para M3) . 3 para M3 e 4 para M4 SDAC ENC MPIT Sentido de giro após o fim do ciclo. Roscas de modo geral.. SDIS. SDR. DPR. PIT Passo da rosca como valor métrico (com sinal). 4 (M4) ou 5 (M5) Rosca com/sem encoder. 110 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Devemos programar apenas um valor para o final da rosca.1. ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).2 D0 N30 T01 35 X N40 M06 N50 G54 D01 N60 S500 M3 N70 G0 X30. Z N10 G17 G71 G90 G94 N20 G53 G0 Z-112. Antes da chamada do ciclo é necessária programar o sentido de giro do eixo árvore.3.0.0.5) N90 G53 G0 Z-112.0.2 D0 M5 N100 M30 Y M10x1. ou programamos “PIT” (passo da rosca).2.1. ou seja ou programamos “MPIT” (diâmetro da rosca).0 Y30.0 Z10. ou seja.0.. Exemplo. Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0).-40.0 N80 CYCLE840 (10. ou programamos o “DP” (coordenada absoluta).5 30 X 30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 111 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: O ciclo Cycle840 permite roscar furos com mandril flutuante: com ou sem encoder. O sentido de giro é sempre invertido automaticamente na abertura das roscas. Devemos programar apenas um valor para o passo da rosca.

Tempo de espera no fundo do mandrilhamento (quebra cavaco). 112 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Devemos programar apenas um valor para o final da rosca. DTB. RFP. DPR. ou seja. ou programamos o “DP” (coordenada absoluta). Avanço de retração. A partir do RFP Profundidade final do mandrilhamento (absoluta). A ferramenta executa o mandrilhamento com a rotação e avanço até a profundidade programada. A partir do Zero Peça. Usado principalmente com alargadores. Distância segura (folga para aproximação ). Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE 85 Aplicação: Mandrilhamento com retração do eixo árvore com rotação. Notas: Deve-se programar a rotação do eixo arvore anteriormente em bloco separado. Plano de referência (Z inicial – absoluto). Sintaxe: CYCLE85 (RTP. FFR. RFF) RTP RFP SDIS DP DPR DTB FFR RFF Plano de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). podendo programar o avanço de retração de acordo com o desejado. Zero Peça. Avanço de entrada. DP. ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP). SDIS.

.0.500) Y Ø30 30 X 30 N80 G53 G0 Z-112.2 D0 N30 T05 N40 M06 N50 G54 D01 S850 M3 N60 G0 X30.2.100.0 Z10.2.0 Y30.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo: Z 30 35 X N10 G17 G71 G90 G94 N20 G53 G0 Z-112.0 N70 CYCLE85 (5.2 D0 M5 N90 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 113 .-30.

RFP. Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP) Tempo de espera no fundo do mandrilhamento (quebra cavaco). A ferramenta executa o mandrilhamento com a rotação e o avanço até a profundidade programada podendo programar um deslocamento e avanço para retração de acordo com o desejado. A partir do RFP Profundidade final do mandrilhamento (absoluta). SDIR. RPA. Zero Peça Distância segura (folga para aproximação ). DTB. CYCLE86 (RTP. Valores: 3 para M3 e 4 para M4. POSS) RTP RFP SDIS DP DPR DTB SDIR RPA RPO RPAP POSS Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). DPR. Curso de retorno no eixo X (incremental. introduzir com sinal) Curso de retorno no eixo Y (incremental. 114 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . introduzir com sinal) Curso de retorno no eixo Z (incremental. Sentido de giro. introduzir com sinal) Posição para a parada orientada do eixo árvore (graus). RPAP. RPO. DP. SDIS.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE86 Aplicação: Mandrilhamento com retração do eixo árvore parado. A partir do zero peça.

0 Z10.-5. Devemos programar apenas um valor para o final da rosca.0 N35 CYCLE86 (5.0.0. Exemplo: Z N5 G17 G71 G90 G94 N10 G53 G0 Z-112. A função POSS permite parar o eixo arvore de forma orientada.2.2 D0 M5 N45 M30 Y Ø30 30 X 30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 115 . ou o “DPR” (coordenada a partir do plano de referência).3.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: Os dados de corte como avanço e rotação devem ser programados anteriormente em um bloco separado. Os parâmetros não necessárias podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). ou seja.0.90) N40 G53 G0 Z-112.2 D0 N15 T01 30 35 X N20 M06 N25 G54 D01 S500 M3 N30 G0 X30. O sentido de rotação é programado no ciclo.2.-30. .0 Y30. ou programamos o “DP” (coordenada absoluta).

ao primeiro posicionamento através de um movimento polar. DBH . 116 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Sintaxe: HOLES1 (SPCA .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI HOLES1 Aplicação: Linha de posições Esta função permite introduzir em determinados ciclos inúmeras posições dispostas em linha reta e com distâncias equivalentes. NUM ) SPCA SPCO STAI FDIS DBH NUM Y SPCA IS FD H DB Ponto de referência no eixo X (absoluto) Ponto de referência no eixo Y (absoluto) Ângulo de alinhamento Valores= -180° < STAI <= 180º. em movimento rápido. FDIS . Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). STA1 . SPCO . ângulo (STA1) e comprimento FDIS. ( O valor deve ser menor que 180 ) Distância do primeiro posicionamento em relação ao ponto de referência (sem sinal) Distância entre as posições (sem sinal) Número de furos Orientação dos Angulos SBCO STA1 X Notas: A partir do ponto de referência (SPCA / SPCO) o ciclo se desloca. programado.

4) N90 HOLES1 (50 . 0 . BROCA DIA 10 N30 M6 30 Y N40 G55 D01 S1000 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 F100 N70 MCALL CYCLE81 (5 . 4) 40 95 Ø10 X N100 HOLES1 (50 . 135 . X 60 Ø12 30 30 -25. 4) N90 MCALL Exemplo de aplicação com HOLES1 – EXEMPLO B: PROGRAMA HOLES1 – EXEMPLO B: X Z N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 0 . 0 . 175 . 60 . -30. 0 . 40 . 40 . 4) N120 MCALL N130 G53 G0 Z-110 D0 M5 N140 M30 50 40 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 117 . 0 .) N80 HOLES1 (50 . 40 . 95 . 40 .) N80 HOLES1 (30 . 0 . 3 . 3 . 0 . 30 . 4) N110 HOLES1 (50 . BROCA DIA 12 N30 M6 25 Y N40 G55 D01 S1000 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 F100 N70 MCALL CYCLE81 (5 . 0 . 0 . 0 . 0 . 0 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com HOLES1 – EXEMPLO A: PROGRAMA HOLES1 – Z X EXEMPLO A: N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 215 .

STA1 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI HOLES2 Aplicação: Círculo de posições Esta função permite introduzir em determinados ciclos inúmeras posições dispostas em formato circular e com distâncias equivalentes. Ângulo entre as posições Número de posições Orientação dos Angulos Y CPA IN D A RA D CPO A1 ST X 118 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . NUM ) CPA CPO RAD STA1 INDA NUM Centro do círculo de posições no eixo X (absoluto) Centro do círculo de posições no eixo Y (absoluto) Raio do círculo de posições Ângulo inicial Valores: -180º < STA1 <= 180º ( O valor deve ser menor que 180 ). RAD . Sintaxe: HOLES2 (CPA . INDA . CPO .

45 . Como será a furação .) N80 HOLES2 (58 . -20. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). BROCA DIA 10 N30 M6 N40 G55 D01 S1000 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 F100 N70 MCALL CYCLE81 (5 . 0 . 0 . Exemplo de aplicação com HOLES2: Y 8 furos com prof. Fecha a chamada modal Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 119 . 3 . 8) N90 MCALL N100 G53 G0 Z-110 D0 M5 N110 M30 . Aonde furar . 29 . 50 .= 20 mm R29 50 X 58 PROGRAMA HOLES2 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . CPO) e do raio (RAD).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: O círculo de posições é definido através do centro (CPA .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 120 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 121 .

LENG . Avanço de penetração (avanço em Z). Centro do círculo no eixo Y (absoluto). DPR . CPA . Avanço de desbaste (avanço em X e Y). Orientação dos Angulos Y CPA IN D A 1 STA LE N CPO RAD G X 122 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . INDA . Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP) Número de rasgos. SDIS . DP . CPO . Ângulo inicial Valores: -180º < STA1 <= 180º ( O valor deve ser menor que 180 ). RAD . RFP . A partir do RFP Profundidade final da furação (absoluta). MID ) RTP RFP SDIS DP DPR NUM LENG CPA CPO RAD STA1 INDA FFP FFP1 MID Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto) Distância segura (folga para aproximação). Raio do círculo (sem sinal). Centro do círculo no eixo X (absoluto). FFP1 . NUM . Comprimento do rasgo (sem sinal). Ângulo de incremento. Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe). FFD . Sintaxe: LONGHOLE (RTP . A partir do zero peça. STA1 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI LONGHOLE Aplicação: Rasgos em círculo (largura igual ao diâmetro da fresa) Este ciclo permite a usinagem (desbaste) de rasgos oblongos dispostos sobre um círculo.

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1) correspondente. No caso de violação do contorno dos furos oblongos. surgirá uma mensagem de erro abordando a usinagem. Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos. Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos. Os dados de rotação devem ser programados em um bloco separado. Deslocamento da fresa (diâmetro da fresa e largura do oblongo são iguais). Durante a usinagem. pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo. ou seja.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro. com isso os valores mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo. o sistema de coordenadas é rotacionado. “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 123 . A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0).

2 . 45 . 20 . 80 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Z Exemplo de aplicação com LONGHOLE: 20 X 1. 90 . 200 . 2 ) N70 G53 G0 Z-110 D0 M5 N80 M30 124 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . 0 . Y 90° 45° R20 PROGRAMA LONGHOLE N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO N30 M6 N40 G54 D01 S1800 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 60 X 45 60 N60 LONGHOLE ( 5 . 60 . 60 . . 4 . 45 . -20 .

.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 126 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 127 .

CRAD . 128 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . FFP2 . DP . Ângulo entre o eixo longitudinal do alojamento e o eixo X (sem sinal) Faixa de valores: -180º < STA <= 180º. FFP1 . SSF ) RTP RFP SDIS DP DPR LENG WID CRAD CPA CPO STA1 FFD FFP1 MID CDIR FAL VARI Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto) Distância segura (folga para aproximação). Avanço para o incremento na profundidade (avanço em Z). Direção do desbaste: Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3 Sobremetal para acabamento nas laterais do alojamento (sem sinal). Modo de trabalho: Valores: 0 = desbastar e acabar. Profundidade de corte máxima (sem sinal). VARI . FFD . Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP) Comprimento do alojamento (sem sinal).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI POCKET1 Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de alojamentos retangulares em qualquer posição ou ângulo. STA1 . RFP . MID . Centro do alojamento em Y (absoluto). DPR . Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y). A partir do RFP Profundidade final da furação (absoluta). CPA . Avanço de acabamento. LENG . Rotação para acabamento. MIDF . Raio do canto do alojamento (sem sinal). SDIS . Sintaxe: POCKET1 (RTP . Largura do alojamento. ( Valor menor que 180 ). Centro do alojamento em X (absoluto). 1 = desbastar e 2 = acabar MIDF FFP2 SSF Profundidade de corte para acabamento. FAL . CPO . A partir do zero peça. WID . CDIR .

Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1) correspondente. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). Devemos programar apenas um valor para o final do alojamento. pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 129 . O ponto de início do alojamento é atingido através de um movimento rápido. o centro do alojamento e o plano de retorno. A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que se possa atingir.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Y CPA G2 CRAD 1 STA LE CPO NG Orientação dos Angulos G 3 D WI X Notas: Este ciclo requer uma fresa de corte pelo centro. sem colisões. “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). ou seja. No final do ciclo a ferramenta movimentar-se-á para o centro do alojamento.

Sintaxe: POCKET2 (RTP . SSF ) RTP RFP SDIS DP DPR PRAD CPA CPO FFD FFP1 MID CDIR FAL VARI MIDF FFP2 SSF Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). FFP2 . CPO . VARI . A partir do RFP. FFP1 . Y CPA G3 G2 PRAD CPO X 130 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI POCKET2 Aplicação: Alojamento circular Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de alojamentos circulares em qualquer posição ou ângulo. Avanço para o incremento na profundidade (avanço em Z). Profundidade final da furação (absoluta). 1 = desbastar 2 = acabar Profundidade de corte para acabamento (sem sinal). A partir do zero peça. MIDF . Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y). FFD . 3 = para G3 7 Sobremetal para acabamento nas laterais do alojamento (sem sinal). Rotação para acabamento. DP . Centro do alojamento em X (absoluto). Distância segura (folga para aproximação). DPR . MID . Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP). Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). CDIR . CPA . PRAD . Profundidade de corte máxima (sem sinal). RFP . Centro do alojamento em Y (absoluto). Raio do alojamento (sem sinal). SDIS . FAL . Direção do desbaste Valores: 2 = para G2 Modo de trabalho Valores: 0 = desbastar e acabar Avanço de acabamento.

160 . 50 . 140 . 30 . 2 . FRESA DIA 12 N30 M6 N40 G55 D01 S1800 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 POCKET1 ( 10 . 100 . 40 . 2 . 0 . 70 . 140 . . 60 . 0. 1 . o centro do alojamento e o plano de retorno. 8 . 100 . 0 . sem colisões. 60 . Exemplo de aplicação com POCKET1 e POCKET2: Z X 15 20 Y 70 R30 50 40 R8 60 100 X PROGRAMA POCKET1 E POCKET2 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 0 . Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta correspondente. 0 . 0 . “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). -20 . O ponto de início do alojamento é atingido através de um movimento rápido. 3 . 2500 ) N70 POCKET2 ( 10 . . Devemos programar apenas um valor para o final do alojamento. 0. 3 . ou seja.3 . A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que se possa atingir. pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). 2 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Notas: Este ciclo requer uma fresa de corte pelo centro.3 . 40 . 1 . 2 . No final do ciclo a ferramenta movimentar-se-á para o centro do alojamento. 2 . -15 . 2500 ) N80 G53 G0 Z-110 D0 M5 N90 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 131 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 132 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 133 .

RAD . SSF) RTP RFP SDIS DP DPR NUM LENG WID CPA CPO RAD STA1 INDA FFP FFP1 MID CDIR FAL VARI MIDF FFP2 SSF Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). Modo de trabalho Valores: 0 = desbastar e acabar. Rotação para acabamento. MID .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI SLOT1 Aplicação: Rasgos em círculo (diâmetro da ferramenta deverá ser maior que o raio do oblongo) Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de rasgos oblongos dispostos sobre um círculo. FFP2 . Ângulo inicial 180). FFD . MIDF . Distância segura (folga para aproximação). INDA . Largura da ranhura (sem sinal). Ângulo de incremento. Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). FAL . VARI . Direção do desbaste Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3 Sobremetal para acabamento nas laterais (sem sinal). Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP). WID . LENG . STA1 . Sintaxe: SLOT1 (RTP . Comprimento do rasgo (sem sinal). Número de rasgos. NUM . Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe). SDIS . CPO . DP . Avanço de acabamento (avanço em X e Y). Avanço de desbaste (avanço em X e Y). A partir do zero peça. FFP1 . A partir do RFP. CPA . CDIR . Centro do círculo no eixo X (absoluto) Centro do círculo no eixo Y (absoluto) Raio do círculo (sem sinal). Profundidade final da furação (absoluta). 1 = desbastar e 2 = acabar Profundidade de corte para acabamento (sem sinal). Valores: -180º < STA1 <= 180º ( Valor menor que 134 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Avanço de penetração (avanço em Z). RFP . DPR .

O diâmetro da fresa deve ser maior que a metade do rasgo. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 135 . Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta (D1) correspondente. o sistema de coordenadas é rotacionado. Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos. “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). No caso de violação do contorno dos furos oblongos. surgirá uma mensagem de erro abordando a usinagem. com isso os valores mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Y CPA I ND A Ø Fresa Rasgo 1 STA WID LE N CPO RAD G X Notas: Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro. Durante a usinagem. Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos. A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão. ou seja. pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0).

45 . 45 . 140 . .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Z X 20 90° Y 15 R20 45° 60 X 45 60 PROGRAMA SLOT1 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 0. 2500 ) N70 G53 G0 Z-110 D0 M5 N80 M30 136 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . 4 . 2 . 60 . FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO N30 M6 N40 G54 D01 S1800 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 SLOT1 ( 5 . 0 . 120 . 60 .5 . 0.3 . 90 . 20 . 2 . 0 . -20 . 2 . 50 . 15 .

Valores: 2 = para G2 e 3 = para G3 Sobremetal para acabamento nas laterais (sem sinal). Sintaxe: SLOT2 (RTP . MIDF . Direção do desbaste. STA1 . Centro do círculo no eixo Y (absoluto). RFP . Profundidade de corte máxima (sem sinal / por passe). A partir do RFP. MID . Avanço de desbaste (avanço em X e Y). Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 137 . Comprimento angular do rasgo (sem sinal). WID . CPO . DPR .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI SLOT 2 Este ciclo permite a usinagem (desbaste e acabamento) de rasgos circulares dispostos sobre um círculo. Rotação para acabamento. NUM . Profundidade do alojamento relativa ao plano de referência (RFP). SSF) RTP RFP SDIS DP DPR NUM AFSL WID CPA CPO RAD STA1 INDA FFP FFP1 MID CDIR FAL VARI MIDF FFP2 SSF Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). Ângulo inicial Valores: -180º < STA1 <= 180º (Valor menor que 180 ). Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). FAL . CPA . Distância segura (folga para aproximação). CDIR . FFD . 1 = desbastar e 2 = acabar Profundidade de corte para acabamento (sem sinal). Centro do círculo no eixo X (absoluto). Profundidade final da furação (absoluta). Largura da ranhura (sem sinal). Raio do círculo (sem sinal). FFP1 . Modo de trabalho Valores: 0 = desbastar e acabar. Ângulo de incremento. INDA . SDIS . A partir do zero peça. FFP2 . Número de rasgos. RAD . AFSL . VARI . DP . Avanço de penetração (avanço em Z). Avanço de acabamento (avanço em X e Y).

Durante a usinagem. pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo. ou seja. Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). 138 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Devemos programar apenas um valor para o final dos rasgos. Os pontos de início dos rasgos são atingidos através de movimentos rápidos. “DP” (coordenada absoluta) ou “DPR” (coordenada a partir do plano de referência). A posição de aproximação pode ser qualquer uma desde que não haja risco de colisão. O diâmetro da fresa deve ser maior que a metade do rasgo.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Y CPA D IN A AFSL Ø Fresa Rasgo A1 ST RAD WID CPO X Notas: Este ciclo requer uma fresa com corte pelo centro. No caso de violação do contorno dos furos oblongos. com isso os valores mostrados no display será como se usinado sobre o 1º eixo. Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta ( D1 ) correspondente. o sistema de coordenadas é rotacionado. surgirá uma mensagem de erro abordando a usinagem.

60 . 0 . 0 . FRESA DIA 10 CORTE NO CENTRO N30 M6 N40 G54 D01 S1800 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 SLOT2 ( 5 . 14 . 50 . 2 . 2 . 60 .3 . -20 . 100 . 0. 2 .5 . 0 . 2500 ) N70 G53 G0 Z-110 D0 M5 N80 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 139 . . 3 . 20 . 70 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com SLOT2: Z X 20 Y 60 120° 70° 14 R20 60 X PROGRAMA SLOT2 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 . 0. 140 . 120 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 140 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 141 .

....0 J0.0 Y0.0 Y0. Z.. TURN= G2/G3 X. Y.... J.0 Y0. Z Ponto de término em oordenadas cartesianas I.0 Z -10 J0. I.0 I-10.0 I-10....0 Y0.0 Y0.... CR=.0 Y0.0 TURN=20 (descreve uma espiral de 20 voltas até atingir o pnto final em “Z”) G40 G01 X-20...... TURN= X. J. K..0 G02 X10.0 142 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Z. antes de sair) G40 G01 X-20.0 G02 X10. Y.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI REVOLUÇÕES E INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL G2/G3 X. Y.0 G42 G01 x10. K Ponto de centro de círculo em oordenadas cartesianas CR= Raio de círculo TURN= Número de círculos adicionais fica na faixa de 0 a 999 Exemplos: G42 G01 x10.0 TURN=3 (faz um circulo com 3 voltas completas.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE90 Aplicação: Corte de Rosca. Centro do circulo em Yabsoluto). SDIS. de 0. diâmetro interno da rosca. 2 para corte G2. CPA. A partir do Zero peça. TYPTH. Profundidade da furação relativa ao plano de referência (RFP). Diâmetro nominal. A trajetória no fresamento de rosca pe baseada em uma interpolação heliocoidal CYCLE90 (RTP.PIT. diâmetro externo da rosca. DIATH.001 a 2000mm (Roscas de modo geral). Distância segura (folga para aproximação ). Sentido de giro para o fresamento. Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto).Produzir roscas internas e externas. Zero Peça. DPR. Passo da rosca com valormetrico. CDIR. KDIAM. Diâmetro útil. RFP. Profundidade final da rosca (absoluta). A partir do RFP. Avanço para o fresamento de roscas (sem sinal). CPO) RTP RFP SDIS DP DPR DIATH KIDIAM PIT FFR CDIR TYPTH CPA CPO Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto). e 3 para corte G3. DP. Centro do circulo em X (absoluto). Tipo de rosca: 0=Rosca interna e 1=Rosca externa. FFR. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 143 .

5.34.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo: N10 G54 N20 T1 D1 N30 M6 N30 G54 S2500 M3 N40 G0 X50 Y50 Z2 N50 CYCLE90 (10.36.0.0.50) N60 G0 X80 Y100 Z50 N70 M30 144 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .2.1.0.-25.400.50.1.

RFP . Percurso livre no plano (altura) para aproximação. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 145 . WID . A partir do RFP Profundidade final do faceamento (absoluta). FALD . VARI) RTP RFP SDIS DP PA PO LENG WIND STA MID MIDA FDP FALD FFP1 VARI Plano (altura) de retorno da ferramenta após o fim do ciclo (absoluto) Plano (altura) de referência (Z inicial – absoluto). Passada Largura máxima de incremento lateral. ( O valor não pode ser maior que 180 ) Profundidade de corte máxima (sem sinal).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CYCLE71 Aplicação: Facear superfície Este ciclo permite facear qualquer superfície retangular. STA . em uma direção 3 = paralelo em X. MIDA . Avanço para a usinagem da superfície (avanço em X e Y) Modo de usinagem: (sem sinal) Dígitos da unidade Valores: 1 = desbastar até a medida de tolerância de acabamento 2 = acabar Dígitos da dezena Valores: 1 = paralelo em X. PO . LENG . PA . em uma direção 2 = paralelo em Y. Sobremetal para acabamento na profundidade. com direção alterna FDP1 Trajetória de ultrapassagem na direção de penetração (válido somente para o acabamento). A partir do Zero Peça Ponto de início no eixo X (absoluto) Ponto de início no eixo Y (absoluto) Comprimento da peça Largura da peça Ângulo entre o eixo longitudinal do alojamento e o eixo X (sem sinal) Valores: 0 <= STA1 < 180º. SDIS . FFP1 . FDP . Zero Peça Distância segura (folga para aproximação ). DP . MID . Sintaxe: CYCLE71 (RTP . com direção alternativa 4 = paralelo em Y.

Os parâmetros não necessários podem ser omitidos no bloco de programação ou receberem valor zero (0). FALD RFP DP FDP WID LENG 3 PO PA FDEP RTP SDIS 1 2 4 MIDA Notas: Antes de ativarmos o ciclo devemos ativar o corretor da ferramenta correspondente. 146 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . pois o comando monitora a ferramenta durante o ciclo.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Estratégias para o faceamento com fresa.

200. -2 . 3 . 11 . 12 . 40 . 1 ) N70 G53 G0 Z-110 D0 M5 N80 M30 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 147 . 1 . 50 . 0 . 20 . 2 . 0 . 0 . 20 . FRESA DIA 16 N30 M6 N40 G54 D01 S600 M3 N50 G0 X0 Y0 Z10 N60 CYCLE71 ( 5 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplo de aplicação com CYCLE71: Y 20 40 X 20 50 PROGRAMA CYCLE71 N10 G17 G71 G90 G94 N20 T01 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 148 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 149 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI 150 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 151 .

.

armazenados e organizados de acordo com diferentes critérios. ou seja.INI Arquivos de inicialização . esta por sua vez define qual o tipo de arquivo estamos trabalhando. Ciclos padrão.MPF Programa principal . Programas principais. Os programas e arquivos são armazenados em diferentes diretórios (pastas). estes podem ser visualizados. Ciclos de usuário. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 153 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Gerenciamento de arquivos e transferência de programas Para um manuseio mais flexível de dados e programas.SPF Subprograma (subrotina) .COM Comentário Para armazenarmos os arquivos de programas CNC (máquina) via RS232 (comunicação serial). devemos endereçá-los para o diretório correspondente de acordo com o tipo de arquivo a ser armazenado.TOA Correções de ferramenta . estes arquivos serão armazenados de acordo com a função ou características. Comentários. Exemplos de diretórios: Subprogramas. Cada programa corresponde a um arquivo e todo arquivo possui uma extensão. Exemplos de extensões: .UFR Deslocamento de ponto zero .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Exemplos de endereçamento de programas: . ou seja. devemos utilizar um programa de comunicação adequado e com as configurações de comunicação corretas de acordo com a máquina CNC (verificar no manual do comando) para fazer a transferência de programas. Exemplos de programas de comunicação: Terminal.$PATH=/_N_SPF_DIR Além do cabeçalho acima.SPF = Subprograma %_N_NOMEDOSUBPROGRAMA_SPF . as vezes.MPF = Programa principal %_N_NOMEDOPROGRAMA_MPF . para se fazer uma usinagem mais complexa (programa grande ±1500 KB). lendo o programa ON LINE de um PC.exe da Siemens Como a memória da máquina é limitada. 154 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . precisamos fazer essa usinagem transmitindo o programa para a máquina enquanto ela está usinando.$PATH=/_N_MPF_DIR . este programa não fica gravado na memória da máquina e para isto chamamos de “Executar do Externo”.exe do Windows 3.11 PCIN.

NÃO MODAIS – São as funções que todas as vezes que requeridas. Essas funções são dadas pela letra G. Funções Preparatórias ( G ) As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho. devem ser programadas. seguida de um número. a menos que modificados ou cancelados por outra função. ou para receber uma determinada informação. valendo para todos os blocos posteriores.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Listas das funções preparatórias e ciclos Ao término desta unidade você conhecerá as principais funções preparatórias de programação e ciclos usados no comando Siemens 810 D. ou seja. são válidas somente no bloco que as contém. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 155 . As funções podem ser: MODAIS – São as funções que uma vez programadas permanecem na memória do comando. ou seja. preparando-a para executar um tipo de operação. indicam à máquina o que fazer.

Interpolação circular G03 .Interpolação circular G04 .Interpolação linear G02 .Avanço rápido G01 .Sistema de coordenadas incrementais G94 .Tempo de permanência G17 – Plano de trabalho XY G18 – Plano de trabalho XZ G19 – Plano de trabalho YZ G40 – Cancela compensação do raio da ferramenta G41 – Ativa compensação do raio da ferramenta (esquerda) G42 – Ativa compensação do raio da ferramenta (direita) G53 .Cancelamento do Sistema de Coordenadas G54 a G57 – Sistema de Coordenada de trabalho G60 – Posicionamento exato G64 – Controle contínuo da trajetória G70 – Referencia unidade de medida (polegada) G71 – Referencia unidade de medida (métrico) G90 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Lista das funções preparatórias G para Comando Siemens 840D/810D G00 .Estabelece avanço mm / minuto G95 .Estabelece avanço mm / rotação G111 – Interpolação polar Funções especiais REPEAT – Repetição de uma seção do programa LABEL – Palavra de endereçamento GO TO – Desvio de programa TRANS e ATRANS – Deslocamento de origem ROT e AROT – Rotação do sistema de coordenadas SCALE e ASCALE – Fator de escala MIRROR e AMIRROR – Imagem espelho 156 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .Sistema de coordenadas absolutas G91 .

Final de programa e retorno Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 157 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI CICLOS CYCLE81 – Furação simples CYCLE82 – Furação com tempo de permanência CYCLE83 – Furação com quebra ou eliminação de cavacos CYCLE84 – Roscamento macho rígido CYCLE840 – Roscamento mandril flutuante CYCLE85 – Mandrilamento com retração do eixo árvore em rotação CYCLE86 – Mandrilamento com retração do eixo árvore parado CYCLE87 – Mandrilamento CYCLE88 – Mandrilamento CYCLE89 – Mandrilamento MCALL – Chamada de sub-rotina CYCLE90 – Interpolação helicoidal HOLES1 – Linha de posições HOLES2 – Círculo de posições LONGHOLE – Rasgos em círculo SLOT1 – Rasgos em círculo SLOT2 – Rasgos circulares POCKET1 – Alojamento retangular POCKET2 – Alojamento circular CYCLE71 – Facear superfície Lista das funções miscelâneas ou auxiliares M00 .Gira eixo árvore sentido anti-horário M05 .Parada de programa M01 .Desliga refrigeração M30 .Liga refrigeração M09 .Parada do eixo árvore M08 .Final de programa M03 .Parada de programa opcional M02 .Gira eixo árvore sentido horário M04 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Funções miscelâneas ou auxiliares – Siemens 810 D M07 – Liga refrigeração pelo centro da ferramenta M17 . é comum a quase todos os comandos.Fim de subprograma NOTA: Para comandos de fabricantes diferentes uma mesma função pode ter significados diferentes. mas a maioria das funções. 158 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Manual de Operação Lay-Out do Painel da Máquina Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 159 .

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Ligar a máquina • • • • • • • • • • Ligar chave geral. Acionar “CNC I S O” Ligar CNC Liberar os eixos ( “Feed Start” Acionar “Reset” Referenciar a máquina. Para referenciar a máquina ativando manualmente a rotina de referenciamento deve-se: • • Acionar “Jog” . Desligar a chave geral. Referenciar a máquina eixo por eixo 160 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Desativar botão de emergência (Todos). Ligar o Ar.Acionar “Cycle Start”. e “CNC I S O” novamente Desligar a Máquina. e “Spindle e Right” ). Posicionar o avanço em 40% ou 60% OBS: Os eixos serão referenciados na seguinte ordem: primeiro o eixo Z e depois os demais eixos simultaneamente. • • • • Acionar "Machine”. . Fechar o Ar. para referenciar deve-se: • Acionar “Cycle Start”. Point” . Aguardar o “Boot” do computador (Irá carregar o ShopMill). Portanto. Pressionar os botões de emergência. Acionar “Menu Select”. Referenciar a máquina Referenciar a máquina através da rotina de referênciamento Automaticamente ao ser ligada a máquina o comando irá ativar uma rotina de referenciamento.Acionar “Ref.

• Através do jog incremental • • Acionar “Machine”. selecionar avanço desejado através das teclas:[1].Acionar “Ref. “Z” ou “W” (opcional). [100]. Acionar “Jog”. .Z ou W (opcional) ) NOTA: Se.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI • • • Acionar “Jog”. Movimentar os eixos manualmente Através do jog contínuo • • • • • Acionar “Machine”. No painel remoto. Através da manivela eletrônica ( Controle Remoto ) • • • • • Acionar “Machine”. deve também referenciar o magazine. Point” Acionar “Referenciar Magazine”. Pressionar simultaneamente a “Trava de Segurança” atraz do Controle Remoto.Point” Selecionar eixo desejado(X.0 Digitar 500 1000 5000 161 mm 5. Manter pressionado o botão + ou o – para dar o sentido do movimento. Para ter um movimento mais rápido pressionar simultaneamente. . o processo de referenciamento for feito eixo por eixo. Acionar “Jog”.Acionar “Ref. com o sentido. [10]. ao ligar a máquina. [1000]. a tecla de avanço rápido ( ). Medida 0. “Z” ou “W” (opcional). No painel remoto. Acionar [ + ]. selecionar eixo desejado: “X”. “Y”.0 mm . Para isso deve-se: • • Acionar “Jog”. No painel de operação. selecionar eixo desejado: “X”. Acionar “Jog”.5 mm Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 1. Executar o movimento dos eixos através da manivela observando o sentido (+/-).Y. “Y”.

Executar o movimento dos eixos através das teclas • + ou -. Acionar (se necessário) “Apagar prog. deve-se acionar “Reset”. “Y”. No painel de operação. Exemplo – Troca de ferramenta: T01 M6 • • (“Input”). OBS: Para cancelar o evento da MDA. (“Input”). Acionar OK. “T01” e “M6” Sempre devem estar em linhas diferentes ! Acionar “Cycle Start”. Digitar informações desejadas. Zerar peça (G54 à G57) Eixo “X” e eixo “Y” 162 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Digitar o valor do incremento valor milesimal. Acionar “Cycle Start”. Operar o comando via MDA • • • • • Acionar “Machine”. Acionar “MDA”. Acionar [VAR]. MDA”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI • • • • • Acionar “INC”. Exemplo – Ligar RPM: • • S500 (espaço) M3 (“Input”). Acionar “Reset”. selecionar o eixo desejado: “X”. “Z” ou “W” (opcional).

G55.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI • Através do movimento manual. anotar o valor! Encostar na lateral oposta e anotar o outro valor (não precisa descontar o raio da ferramenta). descontar o raio da ferramenta e anotar o valor! Sabendo-se a dimensão (largura) da peça. Posicionar o cursor no corretor desejado (G54.: Pra se fazer o zeramento no centro da peça deve-se: • Encostar a ferramenta em uma lateral da peça. Pto. deve-se então acionar a tecla .: -236. Posicionar o cursor no eixo desejado “X” ou “Y”. descontando o raio da ferramenta.45 • • • • • • Ex. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 163 .: Fresa Diâmetro 10. Acionar “Machine”. G56 ou G57) e na linha correspondente ao campo “Grosso”.: • Repetir o mesmo procedimento para o outro eixo. Ex. O resultado será o valor a ser digitado no eixo.45 = 5. O resultado será o valor a ser digitado no eixo desejado. Zero” (caso esta opção não seja exibida.0 mm. Soma-se os valores. encostar uma ferramenta de diâmetro conhecido na lateral da peça. Obs. Valor anotado Raio da ferramenta Valor a digirar = -236. Digitar o valor anotado. Acionar "Deslocam. Acionar "WCS/MCS” até exibir as coordenadas máquina “MCS” Anotar o valor contido no eixo que está sendo zerado. Ex. Eixo “Z” (na superfície da peça) (Para preset de ferramenta feito fora da máquina) • • • • Através do movimento manual encostar o padrão na superfície da peça. • Encostar a ferramenta em uma lateral da peça. conforme figura • • Acionar "WCS/MCS” até exibir as posições máquina ( MCS ) Anotar o valor contido no eixo que está sendo zerado.0 = -231. dividir este novo valor por “ 2 “ (média aritimética).45 Acionar “Menu Select”. Acionar "Parâmetro”. soma-se o valor encontrado com a metade da largura da peça.

(“Input”). Posicionar o cursor no corretor desejado (G54. Acionar “Deslocam.. • • • Ex. Acionar “Parâmetro”... • Acionar “Cycle Start” Tocar a ferramenta na superfície da peça. Pto. G56 ou G57) e na linha correspondente ao campo “Grosso”. Acionar "Jog “. Chamar a ferramenta ativar o ponto zero e desativar o corretor de ferramenta. (“Input”). [100] ou [1000].700 Acionar “INPUT”. Digitar o valor anotado acrescentando o comprimento do padrão Encontrado = -350.700. Movimentar a manivela até tocar a superfície da peça. valor do preset = -450. ou reduzir o potenciômetro. [10]..Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Ex. M6 G54 D0 ativos. Para isso deve-se.: • Preset de ferramentas Preset de ferramentas feito na máquina Este processo é utilizado para fazer a medição da ferramentas na própria máquina. Posicionar o cursor no eixo desejado “Z”.) (“Input”).. Selecionar o eixo desejado [X]. Selecionar o avanço desejado através das teclas [1]. deve-se então acionar a tecla .: Z-350. • • • • • Ativar “MDA” T ...00..700 • • • Acionar “Menu Select”. • • • • Acionar "Machine”..... [Y] ou [Z]. G55. padrão = 100. no painel remoto. para cancelar os corretores (“Input”). Zero” (caso esta opção não seja exibida. ( G54 Ou qual o zero peça desejado ) ( o correto é D “zero”. • 164 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Digitar o valor do raio da Ex.470 Acessar a página de lista de ferramenta: • • • • • Acionar “Menu Select”. Observação. na página do gerenciador: • • • Posicionar o cursor na linha da ferramenta a ser zerada. • Acionar “Machine”. Acionar "Lista de magazines”.Acionar "WCS/MCS” até exibir as posições • Anotar o valor do Eixo “Z”.: 123. as quais foram levantadas externamente. Acionar “INPUT”. Preset de ferramentas feito fora da máquina. Ex. Posicionar o cursor na coluna “Raio”. ferramenta. Para fazer este preset deve-se: Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 165 . . Acionar "Gerencia de ferramen” ou “Lista de Ferramen”.: digitar “123.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Anotar o valor máquina do eixo “Z”.0mm).470” • • Ex. 1” Digitar o valor do zeramento (Valor anotado no Item 1). Acionar "Lista de ferramen”. Inserir o valor de zeramento e do raio. Este processo é utilizado para carregar os comprimentos das ferramentas. peça (WCS) . portanto usa-se a máquina para medir este comprimento. Posicionar o cursor na coluna “Compr.: Este procedimento é para os casos em que não há como medir o comprimento da ferramenta fora da maquina. Acionar "Parâmetro”. Acionar “INPUT”.: digite “25” • (caso a ferramenta tenha um diâmetro de 50.

Digirar o valor do comprimento da ferramenta. Inserir o valor de zeramento e do raio. 166 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . Acionar "Lista de ferramen”. Acionar “Peças de trabalho”.0 mm). na página do gerenciador: • • • Posicionar o cursor na linha da ferramenta a ser zerada.: Os valores dos comprimentos de ferramentas deverão ser colocados sem sinal. Ex. Digitar o nome da pasta (Ex: BUCHAS). Acionar "Parâmetro”. Acionar “OK”. Acionar “INPUT”. 1”.600” • • • Ex. Após carregar os comprimentos das ferramentas deve-se fazer o zero-peça no eixo “Z”. Acionar "Lista de magazines”.: digite “225.3 Criar uma pasta de programas • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar "Gerencia de ferramen” ou “Lista de Ferramen”. conforme capitulo 19. Acionar “Novo”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Acessar a página de lista de ferramentas: • • • • • • Acionar “Menu Select”. Posicionar o cursor na coluna “Compr. Posicionar o cursor na coluna “Raio”. Acionar “INPUT”.: digite “08” • Observação. (caso a ferramenta tenha um diâmetro de 16. Acionar “Programa”. Digitar o valor do raio da ferramenta.

Acionar “OK”. • Se a opção “Alterar liberação” ser executado. Com o cursor. Fresar. Alterar dados no programa • • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar “INPUT”. Ao finalizar a alteração. Furar. Acionar “Programa”. podem ser programados por um menu de ajuda para auxiliar o programador na edição dos mesmos (softkeys Contorno. Acionar “Novo”.. Inserir o nome do programa (Ex: BUCHA N001). Acionar “Programa”. Posicionar o cursor na pasta desejada. Acionar “Peças de trabalho”. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 167 . acionar FECHAR.. Posicionar o cursor na pasta desejada.. Alterar informações desejadas. selecionar a extensão desejada (MPF ou SPF).. Tornear). selecionar programa desejado. Digitar o programa. Acionar “INPUT”. não for acionada o programa não poderá • Os ciclos de usinagem (CYCLE 82. Ao finalizar a digitação. acionar “Fechar”. No campo “Tipo”. Acionar “Alterar liberação”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Manipulação de Programas Inserir um programa manualmente • • • • • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar “INPUT”. Acionar “Peças de trabalho”. POCKET 4. OBSERVAÇÕES: ( e verificar se ficou Ativo)..).

Com o cursor. Acionar “Peças de trabalho”. Acionar “Peças de trabalho”. selecionar programa desejado. selecionar programa desejado. Acionar “INPUT”. Digitar novo nome. Posicionar o cursor na pasta desejada. Acionar “Programa”. Acionar “OK”. Acionar “INPUT”. Acionar “Renomear”. Com o cursor. Digitar o novo nome. Com o cursor. Apagar um programa • • • • • • • • Acionar “Menu Select”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Renomear um programa • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar “Programa”. Posicionar o cursor na pasta desejada. Acionar “OK”. Acionar “Peças de trabalho”. Acionar “INPUT”. Posicionar o cursor na pasta desejada. Copiar um programa completo • • • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar “Apagar”. Acionar “OK”. selecionar programa desejado. Acionar “Colar”. Acionar “Copiar”. 168 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .

Posicionar o cursor na pasta desejada.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Copiar uma parte do programa • • • • • • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. OBS: ao executar a cópia dos blocos (tecla “Copiar bloco”). Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 169 . Acionar “Input”. Levar cursor onde deseja ser inserido o texto copiado. Acionar “Peças de trabalho”. • • • • • Acionar “Fechar”. Com o cursor. Acionar “Programa”. Levar o cursor no bloco de inicio da cópia. Selecionar programa para usinagem • • • • • • • • Acionar “Auto”. o programa não poderá ser executado. Levar cursor onde deseja ser inserido o texto copiado. Acionar “Input”. Com o cursor selecionar programa ou subprograma desejado. Posicionar o cursor no programa desejado. Acionar “Input”. Acionar “Seleção de programa”. Acionar “Menu Select”. Acionar “Copiar bloco”.: Se a opção “Alterar Liberação” não estiver ativa. Acionar “INPUT”. Acionar “Programa”. Acionar “Inserir bloco”. Posicionar o cursor na pasta desejada. Levar cursor no bloco de finalização da cópia. Acionar “Inserir bloco”. Obs. pode-se fechar o programa atual e inserir o texto em um outro programa. Acionar “Peças de trabalho”. selecionar programa desejado. Acionar “Marcar bloco”.

• • • • • • • • • Acionar “Auto”.) Acionar "Select”. Acionar “Busca de bloco”. Digitar 3 ( “Cadeia” ). mesmo que ( Os eixos não serão • • • • Acionar "Select”. Acionar "Auto”. Acionar "OK”. Real”. Executar teste gráfico de programa • • • • • • • Acionar "Reset”. acionados durante a execução do teste.) ( O programa será executado em “ G0 “ . Posicionar o cursor em “PRT : Teste de programa”. (2 x) Ponto 1 Acionar “Menu Select”. Posicionar o cursor em “DRY : Avanço marcha ensaio”. Acionar “INPUT”. ou seja na maior velociade possível.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Testes de programa Prepara a maquina para os testes • • • • Acionar “Auto”. Br. Acionar "Shop Mill”. Acionar “Machine”. Digitar M30 Acionar “INPUT”. Acionar "Sim.:”. No campo “Pç. haja avanço programado. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 170 . Acionar “Indicador busca”. Ponto 2 Acionar "Configurações”. Acionar "Controle programa”. Acionar “Machine”. Acionar “Cálculo contorno”. selecionar a opção “Ligar”. Executar teste rápido de programa A maquina executa o programa na memória e verifica a viabilidade de execução.

Acionar "Atualizar”. separadamente. “Y0” e “Z0” do vértice 01 (Conf. Escolher entre as telas de simulação. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 171 .Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI • • • • Preencher os campos “X0”. Figura) Selelcionar “Vertice 02”. “Y1” e “Z1” do vértice 02 (Conf. acionar “Vista tridimensional” (aparecerá a peça em 3D). Para ampliar ou reduzir u detalhe deve-se: • • Posicionar o cursor no detalhe a ser ampliado ou reduzido. Acionar "Cycle start”. Se desejar visualizá-la em corte. deve-se: Acionar "Detalhes”. Acionar "Zoom +” ou “Zoom –“. Preencher os campos “X1”. deve-se sempre atualizar a página para que a simulação seja melhor aproveitada. (figura) • • • Nota: Para desativar a visualização em corte deve-se acionar a tecla correspondente à peça em corte (figura). “Vista tridimensional” (para visualizar a peça em 3D) Esta opção não é “animada” • Acionar "Cycle start”. “Vista em Planos” (para visualizar. Para visualizar a peça em 3D e em corte. Acionar a tecla correspondente à peça em corte. Figura) Acionar "Voltar”. deve-se: • Após a simulação. não mostra a ferramenta se deslocando na peça. as três vistas da peça). Para simular novamente deve-se: • • Acionar "Apagar janela”. Por isso de desejar simular com essa tela. Observações A tela para simulação “Vista tridimensional”. “Vista superior” (para visualizar a vista de cima da peça). Posicionar com os cursores (para eixos X e Y) e com a teclas “Page UP” e “Page DOWN” (para o eixo Z) no detalhe da peça a ser cortado. Para atualizar deve-se: • • Acionar "Detalhes”.

Acionar "Serviços”. Acionar "Execução Externa”. acionar “Single Block”. Posicionar o cursor em “DRY : Avanço marcha ens. Enviar programa via periférico.”. Acionar "Cycle Start”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Para sair da simulação gráfica deve-se: • • • • Acionar "Voltar”. Acionar "Auto”. Acionar “Menu Select”. Acionar "Controle de programa”. Acionar "CNC ISO” Acionar "CNC ISO” Executar teste de programa (DRY RUN). Muito CUIDADO ! O programa será executado em avanço MAXIMO ! • • • • • • • • • Selecionar o programa a ser testado. Acionar "Cycle Start”. • • • • • • • Acionar "Auto”. Acionar “Menu Select”. Executar programa ON-Line (via periférico). Acionar "OK”. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 172 . Acionar "Auto”. Acionar "Reset”. • • • • • Selecionar o programa a ser usinado. Acionar "Início”. Executar Programa Executar programa em automático. Acionar “Machine”. Acionar “Machine”. Acionar "Cycle Start”. Se desejar usinar bloco a bloco. Acionar "Select”.

: T03 Acionar "Sem cálculo”. • 173 . Acionar “INPUT”. Acionar "Busca de bloco”. Verificar se o programa está carregado. confirmando o nome do arquivo na parte superior da tela. Acionar "Reset”. Pela Ferramenta – Caso 02 • Acionar "Machine”.: T03 Será mostrado uma mensagem para continuar. Ex. Através do movimento manual deslocar eixos para uma posição segura. Reinício do programa. Posicionar o cursor no numero da ferramenta desejada. Verificar se o programa está carregado. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” Ex. Acionar "Posição da Busca”. Digitar “3” (Cadeia). Acionar "Cycle Start”. Será mostrada uma mensagem perguntando se deve continuar. • • • • • • • • • Acionar "Auto”. Acionar "Sem calculo”. • • • • • • • • Acionar "Auto”. Acionar "Busca de bloco”. Acionar “Cycle Start”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Abortar execução do programa. • • • Acionar "Cycle Stop”. Acionar "Cycle Start”. Acionar “INPUT”. Acionar “Cycle Start”. Pela ferramenta – Caso 01 • Acionar "Machine”. Posicionar o cursor no numero da ferramenta desejada. Acionar "Indicador Busca”. confirmando o nome do arquivo na parte superior da tela.

“Y” ou “Z”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI No meio da operação • • • • Executar um programa em automático. para aproximar a ferramenta da peça (Com cuidado). Acionar “Jog”. “Y” ou “Z”. Acionar "Cycle Stop”. Acionar "Auto”. Neste ponto pode-se desligar o eixo árvore.. Acionar “Cycle Start” ferramenta n. caso seja nescessário.. Acionar “Jog”. • • Ligar o eixo árvore “Spindle Right”. Acionar "Jog”. ( a máquina irá guardar a ferramenta n. Através de “MDA” (“Input”). Repetir os mesmos procedimentos para as demais ferramentas desejadas. trocar uma pastilha. Movimentar a peça nos eixos “X”. caso seja nescessário. etc . M06 (“Input”). Acionar “Cycle Start” a ferramenta n° 2). limpar a peça. através do botão SOLTAR FERRAMENTA. Manualmente inserir a ferramenta no eixo árvore.° e pegará 1. “Spindle Stop”. chamar 1º ferramenta a ser carregada. (“Input”). chamar 2º ferramenta a ser carregada.° 1). Movimentar a peça nos eixos “X”. • • Carregar as ferramentas no magazine (TAF). através do botão “SOLTAR FERRAMENTA”. verificar a usinagem. . ( a máquina irá girar o magazine e pegará a Exemplo: T01 • • • • • Manualmente inserir a ferramenta no eixo árvore. Exemplo: T02 • • • • 174 Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” . M6 (“Input”). Acionar "Cycle Start”. • Através de “MDA”.

Acionar “INPUT”. Acionar "Cycle Start”. para T01.: 01 para T01.”. Acionar "Gerênci. Acionar "OK”.” digirar o número da ferramenta. Acionar "INPUT”. No campo “N° Local”. Acionar "MDA”. e o numero da ferramenta criada. Digitar “T0”.: 01 • • • • • • 175 . Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” Acessar a página de lista de ferramenta: • • • • • (se necessário).Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Referências de ferramenta Criar uma nova ferramenta Para criar uma nova ferramenta. Acionar "Lista de magazines”. Acionar "Input”. Acionar "Carregar” Acionar "Carregar local”. Digitar “1”. Acionar "M6”. Acionar "Lista de Ferramen. Ex. Ativar a Ferramenta via MDA: Acionar "Machine”. Ex. Digitar “T”. No campo “Duplo Nº ” digitar “1”. Acionar “INPUT”. Acionar "MDA”. Acionar "INPUT”. Acionar “Menu Select”.Ferram. • • • • • • Digitar a posição da ferramenta no magazine. Acionar "Parâmetro”. • • • • • Acionar "Machine”.” Acionar "Ferramen.” ou “Lista de Ferramen. Posicionar no campo “N° Magazine”. Criar nova ferramenta: • • • • • • Carregar a ferramenta no magazine. deve-se: Ativar a ferramenta T00 via MDA. No campo “Design.Ferram. Acionar “INPUT”. Nova”. Acionar "OK”.

” Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” .” Acionar "Lista de ferramen.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Ex. Acionar “INPUT”. • • • • • • • Acionar "Machine”. Acionar “INPUT”. Apagar uma ferramenta Para apagar uma ferramenta deve-se: Através do MDA carregar a ferramenta a ser excluída no eixo arvore. Acionar "Cycle Start”. Digitar “T”.: 01 • • • • Acionar "INPUT” . Digitar “T0”. Acionar "M6”. Acionar "Input”.” ou “Lista de Ferramen. Acessar a página de lista de ferramenta: • • • • • Posicionar o cursor na ferramenta desejada.Ferra.” (se necessário). Acionar "Parâmetro”. Acionar "M6”. Acionar “INPUT”. Acionar "Lista de Magazines”. Acionar "Cycle Start”. Acionar "Menu Select”. Colocar a ferramenta no eixo arvore Guardar a ferramenta no eixo arvore via MDA. Ex. • • • Acionar "Machine”. Acionar "M6”. (para T01) e o numero da ferramenta criada.: 01 • • • • (para T01) Acionar "Input”. Descarregar a ferramenta do magazine: • 176 Acionar "Descarreg. Acionar "Gerência. Acionar "MDA”. Acionar "MDA”. Acionar "Cycle Start”.

Acionar "Apagar Ferramenta”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Apagar a ferramenta: • • Posicionar o cursor na ferramenta a ser excluída. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 177 .

.

Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI .

O tipo de conector é irrelevante. Acionar “Inicio”. Através do micro ou periférico externo. Selecionar a opção “Caminho / peça de file de arquivo” Através da tecla “Select”.Programação e Operação de Centro de Usinagem ROMI Comunicação de dados via RS-232 Especificação do cabo para comunicação serial O microcomputador ou periférico externo. Transmissão de dados Preparar micro ou periférico externo. Selecionar o programa desejado. enviar os dados (programa). Acionar “Entrada de Dados”. Acionar “Serviços”. Acionar “Serviços”. . Posicionar o cursor em “Peças de trabalho” Acionar “INPUT”. para receber os dados (programas). sem perigo de ocorrência de mal contatos. Recepção de dados • • • • • • • Acionar “Menu Select”. desde que haja perfeita fixação. Posicionar o cursor na pasta desejada. Escola SENAI “Gaspar Ricardo Junior” 179 . • • • • • • • • • Acionar “Menu Select”. Acionar “INPUT”. do qual fará a comunicação deverá possuir uma porta serial do tipo DB 9 ou DB 25 livre. Acionar “Início”. (se nescessário). Acionar “Saída de dados”.

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