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Topicos de Legislacao Conhecimentos Especificos

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Trabalhando pela sua conquista.

ser criadas por lei ordinária ou, no caso dos estados-membros, por decreto do governador do estado, desde que haja lei estadual anterior que assim lho autorize. 39. A respeito dos princípios fundamentais da Constituição Federal, assinale a opção correta. a) O respeito à soberania de cada um dos Estadosmembros que compõem a Federação brasileira é um dos fundamentos do Estado Democrático de direito entre nós. b) Todo o poder, de acordo com a Constituição Federal, emana do povo, mas esse poder somente pode ser exercido por meio dos seus representantes por ele eleitos. c) O princípio da separação dos poderes, consagrado constitucionalmente, não impede que certas funções tipicamente legislativas sejam cometidas pelo constituinte também ao Poder Executivo e ao Poder Judiciário. d) O Brasil, nas suas relações internacionais, regese pelo repúdio ao terrorismo e ao asilo político. e) A Constituição Federal impõe ao Brasil o dever de se integrar aos demais países da América Latina, para formar uma grande federação na região, regida por uma só Constituição, comum a todas as nações latino-americanas. 40. A Constituição Federal assegura a todos, independentemente do pagamento de taxas e da condição financeira do requerente, A) o direito de resposta, proporcional ao agravo. B) o registro civil de nascimento. C) a certidão de óbito. D) o acesso ao Poder Judiciário. E) o direito de petição aos Poderes Públicos.

GABARITO
01- B 11. C 21- A 31. B 02. A 12. A 22- E 32. A 03. C 13. D 23- D 33. E 04. A 14. C 24. C 34. C 05. B 15. E 25. D 35. E 06. D 16. E 26. C 36. C 07. D 17. A 27. A 37. E 08. E 18. E 28. E 38. E 09. A 19. A 29. A 39. C 10. D 20. C 30. C 40. E

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inquérito administrativo, a mais ampla defesa. 25. A acumulação ilegal de cargos públicos acarreta a aplicação da pena de A) multa. D) demissão. B) suspensão. E) repreensão. C) advertência. 26. Um dos deveres do servidor público é A) atender com presteza ao público em geral, prestando as informações requeridas, ainda que protegidas por sigilo. B) atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. C) levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. D) cumprir ordens superiores, ainda que manifestamente ilegais. (E) aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro. 27. Nos casos de improbidade administrativa, será aplicada ao servidor público a pena de (A)) demissão. (B) advertência por escrito. (C) advertência verbal. (D) suspensão. (E) exoneração. 28. Denomina-se direito de petição o direito do servidor de A) afastar-se para desempenho de mandato classista. B) afastar-se para estudo ou missão no exterior. C) atuar, como procurador, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. D) participar de associação profissional ou sindical. E) requerer aos Poderes Públicos, em defesa de interesse legítimo. 29. A Constituição Federal assegura A) a liberdade de manifestação de pensamento, mas não o anonimato. B) o direito à legalidade, mas não o direito à igualdade entre homens e mulheres. C) a liberdade de crença, mas não a liberdade de consciência. D) o direito à intimidade, mas não o direito à honra. E) o direito à inviolabilidade de domicílio, mas não o direito ao sigilo de correspondência. 30. Dentre as penas permitidas pela Constituição Federal encontra-se a de A) extradição de brasileiros natos. B) caráter perpétuo. C))perda de bens. D) banimento. E) trabalhos forçados. 31. Aquele que, por ato ilegal de autoridade pública, encontrar-se impedido de locomover-se em território nacional poderá impetrar, para defesa de seu direito, A) mandado de injunção. B) habeas corpus. C) habeas data. D) ação popular. E) mandado de segurança. 32. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão A) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. B) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. C) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República. D) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. E) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. Nas questões seguintes responda se certa (C) ou errada (E). No que tange aos direitos e garantias fundamentais, à organização do Estado e aos servidores públicos, julgue os itens a seguir. 33. Com a finalidade de estimular a participação popular na defesa dos interesses coletivos, a Constituição Federal conferiu legitimidade a qualquer cidadão e partido político para impetrar mandado de segurança coletivo na defesa de direitos difusos e coletivos. 34. Ainda que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário constatem que município de determinado estado vem descumprindo lei federal, não poderá ser decretada intervenção da União nesse município. 35. A exigência constitucional de concurso público para acesso aos cargos e empregos públicos tem fundamento no princípio constitucional da moralidade, mas, juridicamente, não tem relação com o princípio da igualdade. No referente às finanças e à administração pública, julgue os seguintes itens. 36. Para que o poder público realize despesas de capital que excedam um exercício financeiro, é necessário que elas estejam previamente contempladas no plano plurianual, não bastando a previsão dessas despesas na lei orçamentária anual. 37. O princípio da publicidade exige que os atos do poder público sejam levados ao conhecimento da sociedade, mas essa necessidade é afastada sempre que o administrador entender que a publicação pode ser prejudicial aos interesses do órgão ou ente público e registrar por escrito suas razões. 38. De acordo com o modelo estabelecido na Constituição da República, as autarquias somente podem

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manifestamente ilegais. 19. Acerca do regime jurídico dos servidores públicos estaduais estabelecido pela Lei Complementar Estadual n° 10.098/94, é correto afirmar que (A) a acumulação remunerada de cargos públicos é vedada, com exceção das hipóteses previstas na Constituição Federal. (B) as gratificações e os adicionais são incorporados aos vencimentos. (C) a ajuda de custo se encontra fixada no montante de 3 (três) salários mínimos. (D) o período de estágio probatório é de 1 (um) ano. (E) as horas de trabalho extraordinárias não são remuneradas 20 - A Constituição da República Federativa do Brasil assegura o direito de greve a) a todos os trabalhadores e aos servidores públicos, civis e militares, através dos respectivos sindicatos b) a todos os trabalhadores e servidores públicos sem condições ou limites c) aos trabalhadores e quanto aos servidores públicos civis nos termos e limites definidos em lei complementar d) somente aos trabalhadores sindicalizados e aos servidores celetistas. 21 - Os direitos e deveres individuais e coletivos se fundamentam na garantia constitucional de igualdade perante a lei e estabelecem aos brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Assinale a alternativa que está em desacordo com o Art. 5º da Constituição. a) Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante, salvo se este procedimento for necessário para salvaguardar a segurança coletiva. b) Os homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. c) É a todos assegurado, independentemente de pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. d) A lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu. 22. Considere as assertivas abaixo. I - Qualquer pessoa natural tem legitimidade para ajuizar a ação popular. II - O mandado de segurança é remédio constitucional para proteção apenas de direito subjetivo individual. III - A ação civil pública é instrumento processual que somente pode ser promovida nas hipóteses expressamente previstas na Constituição Federal. Quais são corretas? (A) Apenas I (B) Apenas II (C) Apenas III (D) Apenas I e II (E) Nenhuma delas

23. Associe os direitos a serem resguardados (coluna da esquerda) a remédios constitucionais oferecidos pela Carta Magna vigente (coluna da direita). 1- Para o cidadão ver assegurado direito seu, líquido e certo, tolhido ( ) Mandado de injunção ( ) Mandado de segurança por ato de autoridade pública. 2- Para o cidadão que sofre coação ou ameaça em sua liberdade de ( ) Habeas data locomoção. 3- Para o trabalhador que não recebe seu salário nem créditos assegurados pela legislação trabalhista. 4- Para o cidadão quando a falta de norma regulamentadora torna inviável o exercício de liberdade constitucional. 5- Para o cidadão obter informações relativas a sua pessoa, constantes de banco de dados governamental. A seqüência numérica correta, de cima para baixo, da coluna da direita, é (A) 1 – 2 – 4 (B) 2 – 1 – 5 (C) 2 – 4 – 3 (D) 4 – 1 – 5 (E) 4 – 2 – 3 24. Assinale a assertiva incorreta. (A) É garantido ao servidor público civil o direito à livre sindicalização. (B) Os servidores públicos serão aposentados compulsoriamente aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. (C) São estáveis após dois anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (D) O tempo de contribuição previdenciária federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria do servidor público. (E) É assegurada ao servidor público, indicado em

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(E) cumprir as ordens superiores. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). a pena de suspensão.098/94. Não respondem pela prática de ato de improbidade administrativa (A) os titulares de cargo em comissão. no órgão em que servir. (E) o fundo de garantia do tempo de serviço. (D) As férias somente poderão ser interrompidas por motivos de calamidade pública. (D) zelar pela economia de material. a pena de demissão. (D) 75 anos de idade. (E) não é permitido o afastamento preventivo do servidor. a pena de suspensão. observando as normas legais e regulamentares e sendo leal às instituições a que servir. (B) o servidor aposentado não mais se sujeita à imposição de pena disciplinar. (B) ser assíduo e pontual ao serviço. (B) o recebimento de gratificação por serviço noturno. tiver mais de 15 (quinze) dias de faltas não justificadas ao serviço. a menos que autorizado pelo Poder Judiciário. (C) 70 anos de idade. (E) os membros do Poder Judiciário. (C) os sucessores daquele que enriqueceu ilicitamente. independentemente de também constituírem crime. é aplicável a pena de repreensão. (C) casamento. é aplicável a pena de advertência. para Leandro. praticadas pela autoridade imediatamente superior. (A) É facultado o gozo de férias em dois períodos. até 90 (noventa) dias. sob o fundamento de não ter restado provada a existência do fato. além do limite do valor da herança. (D) licença para tratar de interesses particulares. não constitui direito do servidor público (A) o gozo de férias. (B) os titulares de mandato eletivo. para Leandro. 16. (C) Para Carlos. para Leandro. até 30 (trinta) dias. À luz da Lei Complementar Estadual nº 10.098/94. é aplicável a pena de advertência. (C) levar ao conhecimento público as irregularidades de que tiver conhecimento. (D) a ação disciplinar prescreverá sempre em 24 meses. De acordo com o regime jurídico estabelecido pela Lei Complementar Estadual n. Considere as seguintes hipóteses sobre infrações disciplinares atribuídas a servidores públicos estaduais ocupantes de cargos de provimento efetivo e regidos pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul: Carlos incorreu em falta do cumprimento do dever funcional. (C) usar os equipamentos de proteção individual que lhe forem confiados. (B) Durante as férias. (D) desempenhar com zelo e presteza os encargos que lhe forem incumbidos. até 60 (sessenta) dias. (D) os agentes públicos não remunerados. (E) Perderá o direito às férias o servidor que. para Leandro. não afeta a pena de demissão imposta administrativamente pela mesma infração. 17. Acerca do regime disciplinar dos servidores públicos civis estaduais. quanto às infrações puníveis com demissão. (D) o recebimento de abono familiar. eventualmente exercendo atribuições diferentes das definidas em lei ou regulamento como próprias do cargo ou função. é correto afirmar que (A) a absolvição do servidor em processo-crime. já Leandro exerceu advocacia administrativa. o pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente. 12.Trabalhando pela sua conquista. é aplicável a pena de suspensão ou multa. (D) Para Carlos. 18. comoção interna. dentro de suas atribuições. (E) Para Carlos. não se computam como efetivo exercício os afastamentos do serviço em virtude de (A) férias. quais são as respectivas penas disciplinares previstas para essas condutas? (A) Para Carlos. Assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito a férias de servidor público estadual ocupante de cargo de provimento efetivo e regido pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. para Leandro. é aplicável a pena de repreensão.098/94. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. (B) 65 anos de idade. se isso for necessário para estimular o espírito de cooperação. (B) Para Carlos. (E) 80 anos de idade. a pena de suspensão. (E) participação em Júri. (C) Ao servidor que o requerer. 15. Nos termos da Lei Complementar Estadual n° 10. A aposentadoria compulsória do servidor público civil estadual dá-se aos (A) 60 anos de idade. a pena de demissão a bem do serviço público. 13. com acréscimo de 1/3 da remuneração. o servidor terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo como se estivesse em exercício. (E) colaborar com os colegas. serviço militar ou eleitoral ou por superior interesse público. 11. no ano antecedente àquele em que deveria gozá-las.° 10. (C) o recebimento de gratificação por exercício de função de chefia ou de assessoramento. (C) somente o Governador do Estado é competente para aplicar a pena disciplinar de suspensão. Considerados apenas esses dados. NÃO constitui dever do servidor (A) manter espírito de cooperação com os colegas de trabalho. por até 8 dias. convocação para júri. mesmo quando Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 153 . 14. (B) prestação de prova em concurso público.

d) Procurador-Geral do Estado. Para a administração da Justiça Comum. dentre outras. b) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território do Distrito Federal. precipuamente. (B) participar da vida político-partidária. é correto afirmar: a) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. ral serão nomeados pelo Presidente da República. processar e julgar. é constituído de a) Procuradores do Estado. b) atuar. c) Governador do Estado. omissão ou abuso de poder. c)) não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavraram. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. com todas as vantagens do cargo. Um dos deveres do servidor público é a) atender com presteza ao público em geral. d) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. como procurador ou intermediário. o Vice-Presidente. ainda que protegidas por sigilo. d) cumprir ordens superiores. não se houver afastado do exercício de suas funções terá direito à concessão automática de 3 (três) meses de licença-prêmio por assiduidade. (A) O servidor acidentado em serviço será licenciado com remuneração proporcional ao tempo de serviço. 06. assinale a assertiva incorreta. dentre outras. emprego ou pensão de estado estrangeiro. d) Tem competência para resolver divergência jurisprudencial entre Tribunais inferiores. No Estado do Rio Grande do Sul. b) varas e ofícios. a representação do Poder Judiciário compete ao a) Corregedor-Geral da Justiça. cumulativamente ao vencimento do cargo de provimento efetivo. no interesse do serviço. (C) A função gratificada será percebida pelo exercício de chefia. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão a)) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. com mudança de domicílio em caráter permanente. cabendo-lhe. art. e) Presidente do Tribunal de Justiça. composto na forma constitucional. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. originariamente. originariamente: nas infrações penais comuns. escolhidos dentre os desembargadores dos Tribunais de Justiça que contem com mais de trinta anos de serviço. d) distritos. passe a ter exercício em nova sede. assistência ou assessoramento. a guarda da Constituição. comarcas e comarcas integradas. os Ministros de Estado. até seu total restabelecimento. dentre outras. O Supremo Tribunal Federal é órgão do Poder Judiciário (CF. 07.Trabalhando pela sua conquista. O Tribunal de Justiça. ainda que manifestamente ilegais. processar e julgar. prestando as informações requeridas. São deveres do servidor público civil do Estado do Rio Grande do Sul (A) promover ou participar de manifestação de apoio aos colegas quando estes forem acusados injustamente da prática de ilegalidade. processar e julgar. b) Compete ao Supremo Tribunal Federal. 92. nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. Sobre o Supremo Tribunal Federal. e) aceitar comissão. 02. a guarda da Constituição. o Presidente da República. c) Compõe-se de onze ministros. concessões e licenças dos servidores públicos civis. c) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República. precipuamente. Sobre as vantagens. 10. o território do Estado do Rio Grande do Sul está dividido em a) cartórios e tabelionatos. e) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. (D) O pagamento de gratificação por serviço noturno não se aplica quando o serviço noturno corresponder ao horário normal de trabalho. podendo concorrer a cargos públicos eletivos.Presidente. de acordo com o Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. a) b) c) d) A quem compete representar o Poder Judiciário? Ao Governador do Estado Ao Corregedor-Geral da Justiça Ao Conselho da Magistratura Ao Presidente do Tribunal de Justiça 08. municípios. 152 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . os membros do Congresso Nacional. junto a repartições públicas. precipuamente. d) Compete ao Supremo Tribunal Federal. 04. 09. em benefício de terceiros. d) Promotores. c) Secretários de Estado. como se nele estivesse em exercício. (E) O servidor que. b) Procurador-Geral da Justiça. cabendo-lhe. b) Desembargadores. I). a guarda da Constituição. cabendo-lhe. por um quinqüênio ininterrupto. b) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. 03. c) foros e tribunais. c) Compete ao Supremo Tribunal Federal. (B) A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. originariamente. 05.

........ 43..... ” (NR) Art.detenção... de 26 de setembro de 1995.. Parágrafo único.......... o § 11.......... .... ..... Art... o Distrito Federal............ núcleos de defensoria pública.......... 36...... Parágrafo único..... sendo que os Ministros do Supremo Tribunal Fede- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 151 ......casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar...... As obrigações previstas nesta Lei não excluem outras decorrentes dos princípios por ela adotados.. cônjuge ou companheiro.... pelo Ministério Público e por associação de atuação na área...... ....... 3.................. Art.... passa a vigorar com as seguintes alterações: “Art........... Aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher.... nos termos da lei específica.. o Distrito Federal e os Municípios promoverão a adaptação de seus órgãos e de seus programas às diretrizes e aos princípios desta Lei................... Na hipótese do § 9 deste artigo. ou com violência contra a mulher na forma da lei específica...... f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas. a pena será aumentada de um terço se o crime for cometido contra pessoa portadora de deficiência..... Art........ 39... Parágrafo único... o juiz poderá determinar o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade.............. de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal).. .. O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz quando entender que não há outra entidade com representatividade adequada para o ajuizamento da demanda coletiva... ou........” (NR) Art..... II .” (NR) Art.. 45.......centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar.Trabalhando pela sua conquista. 129 do Decreto-Lei ......... Art........programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar......... .... 7.. A União..........centros de educação e de reabilitação para os agressores.... 152 da Lei . o § 9 Se a lesão for praticada contra ascendente... os Estados........... 41.. A instituição dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher poderá ser acompanhada pela implantação das curadorias necessárias e do serviço de assistência judiciária.DISPOSIÇÕES FINAIS Art. descendente.. 46.... III .. . em cada exercício financeiro....... independentemente da pena prevista.................................. 61.. 313...... LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Dilma Rousseff Coletânea de Provas e Testes 01.. de 3 (três) meses a 3 (três) anos.. Art.......... Art.... de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal).689............ IV ........... de notável saber jurídico e reputação ilibada.. 40... TÍTULO VII ..... II . no limite das respectivas competências: I . os Estados. A alínea f do inciso II do art. Esta Lei entra em vigor 45 (quarenta e cinco) dias após sua publicação.. Nos casos de violência doméstica contra a mulher.. o Brasília...... de coabitação ou de hospitalidade: Pena .. regularmente constituída há pelo menos um ano.......... A defesa dos interesses e direitos transindividuais previstos nesta Lei poderá ser exercida....... passa a vigorar acrescido do seguinte inciso IV: “Art.. IV . de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)........ nos termos da legislação civil. ..........848...... a) O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros.. prevalecendo-se o agente das relações domésticas. A União...” (NR) Art................ V .... A União...se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher.... concorrentemente.... irmão... As Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal poderão remeter suas informações criminais para a base de dados do Ministério da Justiça....... 2....... de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal)...... ou com quem conviva ou tenha convivido.................... poderão estabelecer dotações orçamentárias específicas..... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art......... assinale a alternativa INCORRETA............... 152. para a implementação das medidas estabelecidas nesta Lei.......... Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil.. quanto ao Supremo Tribunal Federal.. no limite de suas competências e nos termos das respectivas leis de diretrizes orçamentárias....delegacias.. .. 185 da Independêno cia e 118 da República..099........ 44............. O art... não se aplica a Lei 9. ........... Art... 35.....848...... 313 do Decreto-Lei . 42.. O art.....210......... 37........... de coabitação ou de hospitalidade........ Art........................ para garantir a execução das medidas protetivas de urgência....... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.... 7 de agosto de 2006.. serviços de saúde e centros de perícia médico-legal especializados no atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. ainda... 34......... 61 do DecretoLei 2.... As estatísticas sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher serão incluídas nas bases de dados dos órgãos oficiais do Sistema de Justiça e Segurança a fim de subsidiar o sistema nacional de dados e informações relativo às mulheres.. o Distrito Federal e os Municípios..... O art.... 38. 129.. ... os Estados e os Municípios poderão criar e promover....

TÍTULO V . o § 3 Para garantir a efetividade das medidas protetivas de urgência. Art. Quando a complexidade do caso exigir avaliação mais aprofundada. 31.suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor. nos termos da lei. na elaboração de sua proposta orçamentária. ficando o superior imediato do agressor responsável pelo cumprimento da determinação judicial. quando necessário. mediante depósito judicial. II . Art. Deverá o juiz oficiar ao cartório competente para os fins previstos nos incisos II e III deste artigo. as seguintes medidas. voltados para a ofendida. o juiz poderá determinar. Parágrafo único. entre outras atribuições que lhe forem reservadas pela legislação local. observadas as previsões do Título IV desta Lei. entre outros. o agressor e os familiares.DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 150 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Caberá ao Ministério Público. a mulher em situação de violência doméstica e familiar deverá estar acompanhada de advogado. venda e locação de propriedade em comum. II . corporação ou instituição as medidas protetivas de urgência concedidas e determinará a restrição do porte de armas. encaminhamento. 29. de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). IV .DA EQUIPE DE ATENDIMENTO MULTIDISCIPLINAR Art. cíveis e criminais. III . Compete à equipe de atendimento multidisciplinar.Trabalhando pela sua conquista. CAPÍTULO IV . para o processo e o julgamento das causas referidas no caput.restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor à ofendida. nos termos da Lei de Diretrizes Orçamentárias. 30. conforme o caso. 24. o juiz poderá determinar a manifestação de profissional especializado. nas causas cíveis e criminais decorrentes da violência doméstica e familiar contra a mulher. de imediato. guarda dos filhos e alimentos. e desenvolver trabalhos de orientação. subsidiada pela legislação processual pertinente. Art. de educação. Art. ser comunicada ao Ministério Público. após afastamento do agressor. 27. salvo expressa autorização judicial. poderá prever recursos para a criação e manutenção da equipe de atendimento multidisciplinar. CAPÍTULO III DA ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. 19 desta Lei. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher que vierem a ser criados poderão contar com uma equipe de atendimento multidisciplinar. por perdas e danos materiais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a ofendida. mediante laudos ou verbalmente em audiência. jurídica e de saúde. 6 da Lei 10.proibição temporária para a celebração de atos e contratos de compra. a ser integrada por profissionais especializados nas áreas psicossocial. sem prejuízo de outras atribuições.prestação de caução provisória. sob pena de incorrer nos crimes de prevaricação ou de desobediência. Será garantido o direito de preferência. II . auxílio da força policial. o no que couber. o disposto no caput e nos §§ 5 e 6º do art. Art. fornecer subsídios por escrito ao juiz. É garantido a toda mulher em situação de violência doméstica e familiar o acesso aos serviços de Defensoria Pública ou de Assistência Judiciária Gratuita. IV .869.requisitar força policial e serviços públicos de saúde. O Ministério Público intervirá. 25. Em todos os atos processuais. 461 da Lei 5. 23. de 22 de dezembro de 2003. liminarmente.cadastrar os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. 28. a qualquer momento. 26. sem prejuízo dos direitos relativos a bens. III .826.determinar a recondução da ofendida e a de seus dependentes ao respectivo domicílio. Para a proteção patrimonial dos bens da sociedade conjugal ou daqueles de propriedade particular da mulher.DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA Art.determinar o afastamento da ofendida do lar. quando não for parte. com especial atenção às crianças e aos adolescentes. Enquanto não estruturados os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Poderá o juiz. TÍTULO VI . nas varas criminais. ao Ministério Público e à Defensoria Pública.determinar a separação de corpos. III . as varas criminais acumularão as competências cível e criminal para conhecer e julgar as causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. Art. e adotar. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. de assistência social e de segurança. em sede policial e judicial. quando necessário: I . 32.fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. sem prejuízo de outras medidas: I .encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento. ressalvado o previsto no art. prevenção e outras medidas. Seção III Das Medidas Protetivas de Urgência à Ofendida Art. entre outras: I . o juiz comunicará ao respectivo órgão. O Poder Judiciário. poderá o juiz requisitar. Parágrafo único. encontrando-se o agressor nas condições mencionadas o no caput e incisos do art. as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas. 33. o § 2 Na hipótese de aplicação do inciso I. o § 4 Aplica-se às hipóteses previstas neste artigo. mediante atendimento específico e humanizado. mediante a indicação da equipe de atendimento multidisciplinar.

e poderão ser substituídas a qualquer tempo por outras de maior eficácia. ao adolescente e ao idoso que não conflitarem com o estabelecido nesta Lei. quando for o caso. só será admitida a renúncia à representação perante o juiz. conceder novas medidas protetivas de urgência ou rever aquelas já concedidas. c) freqüentação de determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da ofendida. III . fixando o limite mínimo de distância entre estes e o agressor. Art. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. entre outras: I . verificar a falta de motivo para que subsista.comunicar ao Ministério Público para que adote as providências cabíveis. Recebido o expediente com o pedido da ofendida. Art. V . II . para os processos cíveis regidos por esta Lei. o § 3 Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde. 17.Disposições Gerais Art. seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação.Trabalhando pela sua conquista. de seus familiares e de seu patrimônio. e pelos Estados. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas: I . 13. Art. o § 2 As medidas protetivas de urgência serão aplicadas isolada ou cumulativamente.DOS PROCEDIMENTOS CAPÍTULO I . sem prejuízo da intimação do advogado constituído ou do defensor público. o juiz poderá aplicar. de 22 de dezembro de 2003. domicílio ou local de convivência com a ofendida. o § 2 A autoridade policial deverá anexar ao docuo mento referido no § 1 o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida. b) contato com a ofendida. o Juizado: I . se entender necessário à proteção da ofendida. É vedada a aplicação. Parágrafo único. no curso do processo.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o § 3 Poderá o juiz. Os atos processuais poderão realizar-se em horário noturno. nos termos da Lei . independentemente de audiência das partes e de manifestação do Ministério Público. 16. vas solicitadas pela ofendida. Constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. Seção II Das Medidas Protetivas de Urgência que Obrigam o Agressor Art. 10. ao agressor. o § 1 As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas de imediato. Art. a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial. As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas pelo juiz. especialmente dos pertinentes ao ingresso e à saída da prisão. por opção da ofendida. TÍTULO IV .do lugar do fato em que se baseou a demanda. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Ao processo. caberá ao juiz. 15. antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público.do domicílio do agressor. para o processo. Nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata esta Lei.prestação de alimentos provisionais ou provisórios. poderão ser criados pela União.determinar o encaminhamento da ofendida ao órgão de assistência judiciária. de ofício. Art.do seu domicílio ou de sua residência. bem como a substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa. O juiz poderá revogar a prisão preventiva se. 14. de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária. 19. III . órgãos da Justiça Ordinária com competência cível e criminal.restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores. II . Parágrafo único. em conjunto ou separadamente. ouvido o Ministério Público. o julgamento e a execução das causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher.suspensão da posse ou restrição do porte de armas. as seguintes medidas protetivas de urgência. de seus familiares e das testemunhas. com comunicação ao órgão competente. A ofendida deverá ser notificada dos atos processuais relativos ao agressor. em audiência especialmente designada com tal finalidade. 18. sempre que a segurança da ofendida ou as circunstâncias o exigirem. entre as quais: a) aproximação da ofendida. caberá a prisão preventiva do agressor. bem como de novo decretá-la.proibição de determinadas condutas. Parágrafo único. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida. decretada pelo juiz. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. devendo este ser prontamente comunicado. Art. se sobrevierem razões que a justifiquem. sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados. o § 1 As medidas referidas neste artigo não impedem a aplicação de outras previstas na legislação em vigor. IV .826. ao julgamento e à execução das causas cíveis e criminais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher aplicar-se-ão as normas dos Códigos de Processo Penal e Processo Civil e da legislação específica relativa à criança.conhecer do expediente e do pedido e decidir sobre as medidas protetivas de urgência. II . III . ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida. devendo a providência Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 149 . 21. nos termos desta Lei. CAPÍTULO II DAS MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA Seção I . no Distrito Federal e nos Territórios. de imediato. Art. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. A ofendida não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor. 20. É competente.afastamento do lar. 22.

no Sistema Único de Segurança Pública. estadual e municipal. VIII .remeter.encaminhar a ofendida ao hospital ou posto de saúde e ao Instituto Médico Legal. voltadas ao público escolar e à sociedade em geral. ajustes. 3 e no inciso IV do art. o § 2 O juiz assegurará à mulher em situação de violência doméstica e familiar. por prazo certo. II . e a difusão desta Lei e dos instrumentos de proteção aos direitos humanos das mulheres. CAPÍTULO III . à eqüidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher.garantir proteção policial.a capacitação permanente das Polícias Civil e Militar. de acordo com o estabelecido no inciso III do art. de imediato. IV . VI . quando necessário. IX .determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários. deverá a autoridade policial adotar.a celebração de convênios. 11. entre outras normas e políticas públicas de proteção.se necessário. o § 1 O juiz determinará. acompanhar a ofendida para assegurar a retirada de seus pertences do local da ocorrência ou do domicílio familiar. termos ou outros instrumentos de promoção de parceria entre órgãos governamentais ou entre estes e entidades não-governamentais. incluindo os serviços de contracepção de emergência. Art.a promoção e a realização de campanhas educativas de prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher. entre outras providências: I .Trabalhando pela sua conquista.informar à ofendida os direitos a ela conferidos nesta Lei e os serviços disponíveis. da Guarda Municipal. quando houver risco de vida. expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida. do Corpo de Bombeiros e dos profissionais pertencentes aos órgãos e às áreas enunciados no inciso I quanto às questões de gênero e de raça ou etnia. integrante da administração direta ou indireta. os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público.descrição sucinta do fato e das medidas proteti- 148 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . VI .o destaque. no inciso IV do art. Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. 9 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar será prestada de forma articulada e conforme os princípios e as diretrizes previstos na Lei Orgânica da Assistência Social. as providências legais cabíveis. no Sistema Único de Saúde. V .ouvir o agressor e as testemunhas. a autoridade policial deverá. IV .ouvir a ofendida. quando necessário o afastamento do local de trabalho. II . no prazo legal. o § 3 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar compreenderá o acesso aos benefícios decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico.a promoção de programas educacionais que disseminem valores éticos de irrestrito respeito à dignidade da pessoa humana com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia.fornecer transporte para a ofendida e seus dependentes para abrigo ou local seguro. 221 da Constituição Federal. II . e emergencialmente quando for o caso. para preservar sua integridade física e psicológica: I . o § 1 O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter: I . indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Na hipótese da iminência ou da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. de forma a coibir os papéis estereotipados que legitimem ou exacerbem a violência doméstica e familiar. de imediato. a inclusão da mulher em situação de violência doméstica e familiar no cadastro de programas assistenciais do governo federal.remeter.DO ATENDIMENTO PELA AUTORIDADE POLICIAL Art. V . IV . VII . se apresentada. Art.qualificação da ofendida e do agressor. III . 10. comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. Aplica-se o disposto no caput deste artigo ao descumprimento de medida protetiva de urgência deferida. VII . sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal: I . os seguintes procedimentos.nome e idade dos dependentes. No atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. III . lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo. tendo por objetivo a implementação de programas de erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher. para a concessão de medidas protetivas de urgência. II . Parágrafo único.a implementação de atendimento policial especializado para as mulheres.acesso prioritário à remoção quando servidora pública. 12.ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais. por até seis meses. III . o o 1 .manutenção do vínculo trabalhista. protocolos. em particular nas Delegacias de Atendimento à Mulher.colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias. a autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência adotará. V . CAPÍTULO II DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR o Art. para os conteúdos relativos aos direitos humanos. a profilaxia das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e outros procedimentos médicos necessários e cabíveis nos casos de violência sexual. feito o registro da ocorrência. nos currículos escolares de todos os níveis de ensino.

trabalho e habitação. à cidadania. ao aborto ou à prostituição. ao lazer. II . constrangimento. preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral. documentos pessoais. entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal. difamação ou injúria. 2 Toda mulher.a violência patrimonial. com ou sem vínculo familiar. III . ao acesso à justiça. II . nível educacional. ao respeito e à convivência familiar e comunitária. II . o § 2 Cabe à família. o Art. goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. entendida como qualquer conduta que configure retenção. incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades. Convenção Interamericana para Prevenir. que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio.no âmbito da unidade doméstica. humilhação. 5 Para os efeitos desta Lei. bens. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. coação ou uso da força. independentemente de coabitação.Trabalhando pela sua conquista. ao esporte. manipulação. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 147 . as condições peculiares das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. que a induza a comercializar ou a utilizar. TÍTULO II . a sua sexualidade. 7 São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher. sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência. à saúde. cultura. à segurança. assistência social. entre outras: I . insulto. 4 Na interpretação desta Lei. dos valores éticos e sociais da pessoa e da família. o Art. configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte. do Ministério Público e da Defensoria Pública com as áreas de segurança pública. TÍTULO III . inclusive as esporadicamente agregadas. comportamentos. exploração. destruição parcial ou total de seus objetos. mediante coação.DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CAPÍTULO I DAS MEDIDAS INTEGRADAS DE PREVENÇÃO o Art. à educação.o respeito. à sociedade e ao poder público criar as condições necessárias para o efetivo exercício dos direitos enunciados no caput. ameaça. IV . e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas.DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER o Art. independentemente de classe. para a sistematização de dados. valores e direitos ou recursos econômicos.a integração operacional do Poder Judiciário. idade e religião.a violência moral. crenças e decisões. instrumentos de trabalho. ridicularização. 8 A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União. de qualquer modo. por afinidade ou por vontade expressa. do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais. sofrimento físico. lesão. compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados. ao trabalho. o Art. especialmente. violência. isolamento. educação. à cultura. estatísticas e outras informações relevantes. entendida como qualquer conduta que configure calúnia. tendo por diretrizes: I . entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar. na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida. à dignidade. unidos por laços naturais. mediante intimidação. à moradia. V . a serem unificados nacionalmente. e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações. chantagem.a violência física. à liberdade. com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia. sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: I . mediante ameaça. compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas. vigilância constante.a promoção de estudos e pesquisas. orientação sexual.a violência psicológica. chantagem.a violência sexual. à alimentação. discriminação. às conseqüências e à freqüência da violência doméstica e familiar contra a mulher. a manter ou a participar de relação sexual não desejada. renda. ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos. Parágrafo único. III . suborno ou manipulação.DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS o Art. crueldade e opressão. As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual. nos meios de comunicação social.em qualquer relação íntima de afeto. perseguição contumaz. o § 1 O poder público desenvolverá políticas que visem garantir os direitos humanos das mulheres no âmbito das relações domésticas e familiares no sentido de resguardá-las de toda forma de negligência. 6 A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos. CAPÍTULO II . 3 Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida. à gravidez. etnia. raça. exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação. subtração. saúde.no âmbito da família. intelectual e social. o Art. concernentes às causas. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e de outros tratados internacionais ratificados pela República Federativa do Brasil. serão considerados os fins sociais a que ela se destina e. dos Estados. III .

689. facultando às partes também formulá-los e indicar assistentes técnicos. (Incluído pela Lei nº 11. a qualquer momento e por intermédio do juiz presidente. bem como a exibição de vídeos. ainda. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir.689. às decisões posteriores que julgaram admissível a acusação ou à determinação do uso de algemas como argumento de autoridade que beneficiem ou prejudiquem o acusado. Durante os debates as partes não poderão. dando-se ciência à outra parte. 478. quadros. Compreende-se na proibição deste artigo a leitura de jornais ou qualquer outro escrito. (Redação dada pela Lei nº 11.689.689. 29 deste Código. de 2008) Art. será dividido pelo juiz presidente.das as Formas de Violência contra a Mulher. (Incluído pela Lei nº 11. em seguida.689. ordenando a realização das diligências entendidas necessárias. (Incluído pela Lei nº 11.689. terão acesso aos autos e aos instrumentos do crime se solicitarem ao juiz presidente. de 2008) Art. de 2008) Art. 481. terá a palavra a defesa. na forma do art.689. 480. o esclarecimento de fato por ele alegado. o presidente indagará dos jurados se estão habilitados a julgar ou se necessitam de outros esclarecimentos. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. de 2008) Art. de forma a não exceder o determinado neste artigo.Trabalhando pela sua conquista. A acusação. de 2008) o § 1 Havendo mais de um acusador ou mais de um defensor. (Redação dada pela Lei nº 11.Federal. Encerrada a instrução. (Redação dada pela Lei nº 11.689. reconhecida como essencial para o julgamento da causa. e dá outras providências. Durante o julgamento não será permitida a leitura de documento ou a exibição de objeto que não tiver sido juntado aos autos com a antecedência mínima de 3 (três) dias úteis. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.689. de 2008) Art.689. (Incluído pela Lei nº 11. que fará a acusação. croqui ou qualquer outro meio assemelhado.689. pedir ao orador que indique a folha dos autos onde se encontra a peça por ele lida ou citada.689. 477. de 2008) Parágrafo único. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. 1 Esta Lei cria mecanismos para coibir e pre. fazer referências: (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. que. não puder ser realizada imediatamente. se for o caso. 226 da Constituição o Art. no prazo de 5 (cinco) dias. fotografias. salvo se este houver retomado a titularidade da ação. observado o disposto no § 1 deste artigo. desde logo. sendo admitida a reinquirição de testemunha já ouvida em plenário. em seu prejuízo. Se a diligência consistir na produção de prova pericial. (Redação dada pela Lei nº 11.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. a defesa e os jurados poderão.340/06 – LEI MARIA DA PENHA Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a o mulher. cujo conteúdo versar sobre a matéria de fato submetida à apreciação e julgamento dos jurados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA sanciono a seguinte Lei: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu o DISPOSIÇÕES PRELIMINARES lher. será concedida a palavra ao Ministério Público. sob pena de nulidade. o juiz presidente. gravações. sustentando. (Incluído pela Lei nº 11.689. 479. O tempo destinado à acusação e à defesa será de uma hora e meia para cada. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) I – à decisão de pronúncia. nomeará perito e formulará quesitos. nos termos do § 8 do art. na falta de acordo. o Ministério Público. de 2008) o § 2 Tratando-se de ação penal de iniciativa privada. (Redação dada pela Lei nº 11. e de uma hora para a réplica e outro tanto para a tréplica. falará em primeiro lugar o querelante e.689. de 2008) o § 2 Se houver dúvida sobre questão de fato.689. de 2008) o § 2 Havendo mais de 1 (um) acusado.689. facultando-se.689. o tempo para a acusação e a defesa será acrescido de 1 (uma) hora e elevado ao dobro o da réplica e da o tréplica. (Incluído pela Lei nº 11. combinarão entre si a distribuição do tempo. nesta fase do procedimento. o presidente prestará esclarecimentos à vista dos autos. da 146 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . da Convenção sobre a Eliminação de Tovenir a violência doméstica e familiar contra a mu. de 2008) o § 4 A acusação poderá replicar e a defesa treplicar. (Incluído pela Lei nº 11. 226 da Constituição Federal. de 2008) o § 3 Finda a acusação. de 2008) o § 1 O assistente falará depois do Ministério Público. a existência de circunstância agravante. aos jurados solicitar-lhe. nos limites da pronúncia ou das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação. de 2008) Parágrafo único. laudos. nos termos do § 8 do art. 476. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. altera o Código de Processo Penal. de 2008) II – ao silêncio do acusado ou à ausência de interrogatório por falta de requerimento. de 2008) Art. Se a verificação de qualquer fato. o juiz presidente dissolverá o Conselho. de 2008) o § 3 Os jurados. de 2008) o § 1 Concluídos os debates.689. pelo mesmo meio.689. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) LEI n° 11.

o defensor do acusado formulará as perguntas antes do Ministério Público e do assistente. até 3 (três) cada parte. devendo. nessa ordem. de 2008) Em nome da lei.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. constar da ata o seu fundamento e a decisão. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) o § 1 A separação dos julgamentos somente ocorrerá se. das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação e do relatório do processo.689. prosseguindo-se o sorteio para a composição do Conselho de Sentença com os jurados remanescentes. 471. na forma do § 2 do art. 468. responderão: Assim o prometo. com as alterações introduzidas nesta Seção.689.689.689. de 2008) o § 2 Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente. dispensa ou recusa. Se. não houver número para a formação do Conselho.689. com observância do disposto no art.689. de 2008) Art. de 2008) o § 1 Para a inquirição das testemunhas arroladas pela defesa. poderão formular. de 2008) Art. constará dos autos. 467. suspeição. o julgamento não será suspenso. por intermédio do juiz presidente. o Ministério Público. de 2008) o § 2 Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas. de 2008) o § 2 Determinada a separação dos julgamentos. 464 deste Código. de 2008) Art. de 2008) Art. de 2008) o § 2 A incomunicabilidade será certificada nos autos pelo oficial de justiça. sucessiva e diretamente. Formado o Conselho de Sentença. de 2008) Art.689. entretanto. órgão do Ministério Público.689.689.689. depois dela. nem manifestar sua opinião sobre o processo. fará aos jurados a seguinte exortação: (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Art.Da Instrução em Plenário (Incluído pela Lei nº 11. o Ministério Público poderão recusar os jurados sorteados. será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente. 469. A transcrição do registro. (Incluído pela Lei nº 11. o querelante e o defensor. de 2008) o § 1 O Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 11. salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos. de 2008) Parágrafo único. em seguida. após feita a degravação. car-se entre si e com outrem. na forma estabelecida no Capítulo III do Título VII do Livro I deste Código. incompatibilidade. o assistente. de suspeição ou de incompatibilidade contra o juiz presidente do Tribunal do Júri. jurado ou qualquer funcionário. se possível. exclusivamente.689. À medida que as cédulas forem sendo retiradas da urna.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.689. receberá cópias da pronúncia ou. nominalmente chamados pelo presidente. de 2008) Seção XI . mantidos no mais a ordem e os critérios estabelecidos neste artigo. em razão das recusas. 474. em conseqüência do impedimento. Desacolhida a argüição de impedimento. 429 deste Código. de 2008) Art. destinada a obter maior fidelidade e celeridade na colheita da prova. o juiz presidente as lerá. levantando-se. reconhecimento de pessoas e coisas e esclarecimento dos peritos. 436 deste Código. de 2008) o § 3 Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no plenário do júri. sem motivar a recusa.689. não for obtido o número mínimo de 7 (sete) jurados para compor o Conselho de Sentença. 473. perguntas ao acusado. de 2008) o § 3 As partes e os jurados poderão requerer acareações. (Redação dada pela Lei nº 11. aplicar-se-á o critério de preferência disposto no art.689. (Redação dada pela Lei nº 11.689. o assistente. após sorteados os suplentes. O registro dos depoimentos e do interrogatório será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. diretamente. 470. se for o caso. (Redação dada pela Lei nº 11.Dos Debates Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 145 . de 2008) Seção XII . (Incluído pela Lei nº 11.689. à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes. O jurado recusado imotivadamente por qualquer das partes será excluído daquela sessão de instrução e julgamento.Trabalhando pela sua conquista. de 2008) Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. em caso de coautoria. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. todos os presentes. e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação. se estiver presente.689. as declarações do ofendido.689. concito-vos a examinar esta causa com imparcialidade e a proferir a vossa decisão de acordo com a vossa consciência e os ditames da justiça. Se forem 2 (dois) ou mais os acusados. e a defesa e. A seguir será o acusado interrogado. antecipadas ou não repetíveis. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido. estenotipia ou técnica similar. 472. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) Art. o presidente. Verificando que se encontram na urna as cédulas relativas aos jurados presentes. e. eletrônica. O jurado. as recusas poderão ser feitas por um só defensor. Prestado o compromisso pelos jurados. (Redação dada pela Lei nº 11. bem como a leitura de peças que se refiram. será julgado em primeiro lugar o acusado a quem foi atribuída a autoria do fato ou. (Redação dada pela Lei nº 11. Parágrafo único. com ele. às provas colhidas por carta precatória e às provas cautelares. o querelante e o defensor do acusado tomarão.689. (Incluído pela Lei nº 11.689. 475. sob pena de exclusão do o Conselho e multa.689. Os jurados. o juiz presidente sorteará 7 (sete) dentre eles para a formação do Conselho de Sentença. (Redação dada pela Lei nº 11.

689.689. (Redação dada pela Lei nº 11. cientificadas as partes e as testemunhas. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz presidente verificará se a urna contém as cédulas dos 25 (vinte e cinco) jurados sorteados. de 2008) Art. de 2008) o § 2 Os jurados excluídos por impedimento ou suspeição serão computados para a constituição do número legal.689. 441 deste Código. pelo menos. for do advogado do acusado. (Redação dada pela Lei nº 11. O julgamento não será adiado se a testemunha deixar de comparecer. 458. de 2008) Art.689.689. mandando consignar em ata as deliberações. o juiz presidente esclarecerá sobre os impedimentos.689. 456. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião. o julgamento será adiado somente uma vez. o fato será imediatamente comunicado ao Procurador-Geral de Justiça com a data designada para a nova sessão.689. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.689. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) Art. hora e local das sessões de instrução e julgamento. a testemunha não comparecer. Aplicar-se-á às testemunhas a serviço do Tribunal do Júri o disposto no art. (Incluído pela Lei nº 11. 459.689. 463. 454 a 461 deste Código. 464.689. de 2008) o § 1 Não havendo escusa legítima. o juiz presidente declarará instalados os trabalhos. de 2008) o § 1 Se. 454. o juiz presidente. de 2008) Art. (Incluído pela Lei nº 11. aplicar-lhe-á a mulo ta prevista no § 2 do art. 455. de 2008) Art. sem escusa legítima. e se outro não for por este constituído. Art.689. 463 deste Código. uma vez sorteados. 15 (quinze) jurados. salvo se uma das partes tiver requerido a sua intimação por mandado. além do dia. 435. com observância do disposto nos arts. 434 e 435 deste Código. o juiz intimará a Defensoria Pública para o novo julgamento.689. (Redação dada pela Lei nº 11. sem justa causa. de 2008) Art. declarando não prescindir do depoimento e indicando a sua localização. de 2008) o § 2 O julgamento será realizado mesmo na hipótese de a testemunha não ser encontrada no local indicado. não poderão comuni- arts. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Art. salvo se houver pedido de dispensa de comparecimento subscrito por ele e seu defensor. de 2008) Art. de 2008) Art.Trabalhando pela sua conquista. previamente submetidos à apreciação do juiz presidente do Tribunal do Júri. na oportunidade de que trata o art. de 2008) o § 1 Os pedidos de adiamento e as justificações de não comparecimento deverão ser. de 2008) Parágrafo único.689.689.689. 453. Serão afixados na porta do edifício do Tribunal do Júri a relação dos jurados convocados. de 2008) o § 1 O oficial de justiça fará o pregão. (Incluído pela Lei nº 11. anunciando o processo que será submetido a julgamento. O Tribunal do Júri reunir-se-á para as sessões de instrução e julgamento nos períodos e na forma estabelecida pela lei local de organização judiciária. Não havendo o número referido no art. remetendo-se o expediente de convocação. 462.689. Se a ausência não for justificada. intimada. o fato será imediatamente comunicado ao presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. de 2008) Art. as testemunhas serão recolhidas a lugar onde umas não possam ouvir os depoimentos das outras. de 2008) o § 1 O juiz presidente também advertirá os jurados de que. 422 deste Código. salvo comprovado motivo de força maior. de 2008) Art. Os nomes dos suplentes serão consignados em ata. devendo o acusado ser julgado quando chamado novamente. do assistente ou do advogado do querelante. (Redação dada pela Lei nº 11.689. Realizadas as diligências referidas nos arts. sem prejuízo da ação penal pela desobediência. 460. (Redação dada pela Lei nº 11.689. e designar-se-á nova data para a sessão do júri.689. deixar 144 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . observado o prazo mínimo de 10 (dez) dias. o juiz presidente suspenderá os trabalhos e mandará conduzi-la ou adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido. de 2008) Art. Se a falta. a suspeição e as incompatibilidades constantes dos arts. que tiver sido regularmente intimado. (Incluído pela Lei nº 11.689. mandando que o escrivão proceda à chamada deles. 461. (Redação dada pela Lei nº 11. que será adiado para o primeiro dia desimpedido. 436 deste Código. 465. o juiz presidente adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião. (Redação dada pela Lei nº 11.689. os nomes do acusado e dos procuradores das partes. Antes do sorteio dos membros do Conselho de Sentença. ordenando a sua condução. com a data designada para a nova sessão. Comparecendo. se assim for certificado por oficial de justiça. (Incluído pela Lei nº 11. 453 a 481 Seção X .689.689. Se o Ministério Público não comparecer. proceder-se-á ao sorteio de tantos suplentes quantos necessários. de 2008) Art. Se a testemunha. de 2008) o § 2 Se o acusado preso não for conduzido. 466. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz presidente decidirá os casos de isenção e dispensa de jurados e o pedido de adiamento de julgamento. Antes de constituído o Conselho de Sentença. 448 e 449 deste Código. de 2008) o o § 2 Na hipótese do § 1 deste artigo. de 2008) Art. certificando a diligência nos autos.689. (Redação dada pela Lei nº 11.Da reunião e das sessões do Tribunal do Júri (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) de comparecer. Até o momento de abertura dos trabalhos da sessão.689. O julgamento não será adiado pelo não comparecimento do acusado solto. (Incluído pela Lei nº 11. 457.

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te. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 O jurado que tiver integrado o Conselho de Sentença nos 12 (doze) meses que antecederem à publicação da lista geral fica dela excluído. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Anualmente, a lista geral de jurados será, obrigatoriamente, completada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção V - Do Desaforamento (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 427. Se o interesse da ordem pública o reclamar ou houver dúvida sobre a imparcialidade do júri ou a segurança pessoal do acusado, o Tribunal, a requerimento do Ministério Público, do assistente, do querelante ou do acusado ou mediante representação do juiz competente, poderá determinar o desaforamento do julgamento para outra comarca da mesma região, onde não existam aqueles motivos, preferindo-se as mais próximas. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 O pedido de desaforamento será distribuído imediatamente e terá preferência de julgamento na Câmara ou Turma competente. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Sendo relevantes os motivos alegados, o relator poderá determinar, fundamentadamente, a suspensão do julgamento pelo júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Será ouvido o juiz presidente, quando a medida não tiver sido por ele solicitada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 Na pendência de recurso contra a decisão de pronúncia ou quando efetivado o julgamento, não se admitirá o pedido de desaforamento, salvo, nesta última hipótese, quanto a fato ocorrido durante ou após a realização de julgamento anulado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 428. O desaforamento também poderá ser determinado, em razão do comprovado excesso de serviço, ouvidos o juiz presidente e a parte contrária, se o julgamento não puder ser realizado no prazo de 6 (seis) meses, contado do trânsito em julgado da decisão de pronúncia. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Para a contagem do prazo referido neste artigo, não se computará o tempo de adiamentos, diligências ou incidentes de interesse da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Não havendo excesso de serviço ou existência de processos aguardando julgamento em quantidade que ultrapasse a possibilidade de apreciação pelo Tribunal do Júri, nas reuniões periódicas previstas para o exercício, o acusado poderá requerer ao Tribunal que determine a imediata realização do julgamento. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VI - Da Organização da Pauta (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 429. Salvo motivo relevante que autorize alteração na ordem dos julgamentos, terão preferência: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – os acusados presos; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – dentre os acusados presos, aqueles que estiverem há mais tempo na prisão; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) III – em igualdade de condições, os precedentemente pronunciados. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Antes do dia designado para o primeiro julgamento da reunião periódica, será afixada na porta do edifício do Tribunal do Júri a lista dos processos a serem julgados, obedecida a ordem prevista no caput deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente reservará datas na mesma reunião periódica para a inclusão de processo que tiver o julgamento adiado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 430. O assistente somente será admitido se tiver requerido sua habilitação até 5 (cinco) dias antes da data da sessão na qual pretenda atuar. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 431. Estando o processo em ordem, o juiz presidente mandará intimar as partes, o ofendido, se for possível, as testemunhas e os peritos, quando houver requerimento, para a sessão de instrução e julgamento, observando, no que couber, o disposto no art. 420 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VII - Do Sorteio e da Convocação dos Jurados (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 432. Em seguida à organização da pauta, o juiz presidente determinará a intimação do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Defensoria Pública para acompanharem, em dia e hora designados, o sorteio dos jurados que atuarão na reunião periódica. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 433. O sorteio, presidido pelo juiz, far-se-á a portas abertas, cabendo-lhe retirar as cédulas até completar o número de 25 (vinte e cinco) jurados, para a reunião periódica ou extraordinária. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o o § 1 O sorteio será realizado entre o 15 (décimo o quinto) e o 10 (décimo) dia útil antecedente à instalação da reunião. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 A audiência de sorteio não será adiada pelo não comparecimento das partes. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O jurado não sorteado poderá ter o seu nome novamente incluído para as reuniões futuras. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 434. Os jurados sorteados serão convocados pelo correio ou por qualquer outro meio hábil para comparecer no dia e hora designados para a reunião, sob as penas da lei. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. No mesmo expediente de convocação serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008)

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Art. 417. Se houver indícios de autoria ou de participação de outras pessoas não incluídas na acusação, o juiz, ao pronunciar ou impronunciar o acusado, determinará o retorno dos autos ao Ministério Público, por 15 (quinze) dias, aplicável, no que couber, o art. 80 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 418. O juiz poderá dar ao fato definição jurídica diversa da constante da acusação, embora o acusado fique sujeito a pena mais grave. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 419. Quando o juiz se convencer, em discordância com a acusação, da existência de crime o diverso dos referidos no § 1 do art. 74 deste Código e não for competente para o julgamento, remeterá os autos ao juiz que o seja. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Remetidos os autos do processo a outro juiz, à disposição deste ficará o acusado preso. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 420. A intimação da decisão de pronúncia será feita: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao Ministério Público; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – ao defensor constituído, ao querelante e ao assistente do Ministério Público, na forma do disposto o no § 1 do art. 370 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Será intimado por edital o acusado solto que não for encontrado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 421. Preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo circunstância superveniente que altere a classificação do crime, o juiz ordenará a remessa dos autos ao Ministério Público. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Em seguida, os autos serão conclusos ao juiz para decisão. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção III - Da Preparação do Processo para Julgamento em Plenário (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 422. Ao receber os autos, o presidente do Tribunal do Júri determinará a intimação do órgão do Ministério Público ou do querelante, no caso de queixa, e do defensor, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentarem rol de testemunhas que irão depor em plenário, até o máximo de 5 (cinco), oportunidade em que poderão juntar documentos e requerer diligência. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 423. Deliberando sobre os requerimentos de provas a serem produzidas ou exibidas no plenário do júri, e adotadas as providências devidas, o juiz presidente: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – ordenará as diligências necessárias para sanar qualquer nulidade ou esclarecer fato que interesse ao julgamento da causa; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – fará relatório sucinto do processo, determinando sua inclusão em pauta da reunião do Tribunal do Júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 424. Quando a lei local de organização judiciária não atribuir ao presidente do Tribunal do Júri o preparo para julgamento, o juiz competente remeterlhe-á os autos do processo preparado até 5 (cinco) dias antes do sorteio a que se refere o art. 433 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Deverão ser remetidos, também, os processos preparados até o encerramento da reunião, para a realização de julgamento. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção IV - Do Alistamento dos Jurados (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 425. Anualmente, serão alistados pelo presidente do Tribunal do Júri de 800 (oitocentos) a 1.500 (um mil e quinhentos) jurados nas comarcas de mais de 1.000.000 (um milhão) de habitantes, de 300 (trezentos) a 700 (setecentos) nas comarcas de mais de 100.000 (cem mil) habitantes e de 80 (oitenta) a 400 (quatrocentos) nas comarcas de menor população. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Nas comarcas onde for necessário, poderá ser aumentado o número de jurados e, ainda, organizada lista de suplentes, depositadas as cédulas em urna especial, com as cautelas mencionadas na o parte final do § 3 do art. 426 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente requisitará às autoridades locais, associações de classe e de bairro, entidades associativas e culturais, instituições de ensino em geral, universidades, sindicatos, repartições públicas e outros núcleos comunitários a indicação de pessoas que reúnam as condições para exercer a função de jurado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 426. A lista geral dos jurados, com indicação das respectivas profissões, será publicada pela imprensa até o dia 10 de outubro de cada ano e divulgada em editais afixados à porta do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A lista poderá ser alterada, de ofício ou mediante reclamação de qualquer do povo ao juiz presidente até o dia 10 de novembro, data de sua publicação definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Juntamente com a lista, serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Os nomes e endereços dos alistados, em cartões iguais, após serem verificados na presença do Ministério Público, de advogado indicado pela Seção local da Ordem dos Advogados do Brasil e de defensor indicado pelas Defensorias Públicas competentes, permanecerão guardados em urna fechada a chave, sob a responsabilidade do juiz presiden-

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oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, até o máximo de 8 (oito), qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 407. As exceções serão processadas em apartado, nos termos dos arts. 95 a 112 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 408. Não apresentada a resposta no prazo legal, o juiz nomeará defensor para oferecê-la em até 10 (dez) dias, concedendo-lhe vista dos autos. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 409. Apresentada a defesa, o juiz ouvirá o Ministério Público ou o querelante sobre preliminares e documentos, em 5 (cinco) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 410. O juiz determinará a inquirição das testemunhas e a realização das diligências requeridas pelas partes, no prazo máximo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 411. Na audiência de instrução, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, se possível, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado e procedendo-se o debate. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento e de deferimento pelo juiz. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 As provas serão produzidas em uma só audiência, podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Encerrada a instrução probatória, observar-se-á, se for o caso, o disposto no art. 384 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 As alegações serão orais, concedendo-se a palavra, respectivamente, à acusação e à defesa, pelo prazo de 20 (vinte) minutos, prorrogáveis por mais 10 (dez). (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Havendo mais de 1 (um) acusado, o tempo previsto para a acusação e a defesa de cada um deles será individual. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 6 Ao assistente do Ministério Público, após a manifestação deste, serão concedidos 10 (dez) minutos, prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 7 Nenhum ato será adiado, salvo quando imprescindível à prova faltante, determinando o juiz a condução coercitiva de quem deva comparecer. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 8 A testemunha que comparecer será inquirida, independentemente da suspensão da audiência, observada em qualquer caso a ordem estabelecida no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 9 Encerrados os debates, o juiz proferirá a sua decisão, ou o fará em 10 (dez) dias, ordenando que os autos para isso lhe sejam conclusos. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 412. O procedimento será concluído no prazo máximo de 90 (noventa) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção II - Da Pronúncia, da Impronúncia e da Absolvição Sumária (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 413. O juiz, fundamentadamente, pronunciará o acusado, se convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para a concessão ou manutenção da liberdade provisória. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O juiz decidirá, motivadamente, no caso de manutenção, revogação ou substituição da prisão ou medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e, tratando-se de acusado solto, sobre a necessidade da decretação da prisão ou imposição de quaisquer das medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 414. Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, o juiz, fundamentadamente, impronunciará o acusado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 415. O juiz, fundamentadamente, absolverá desde logo o acusado, quando: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – provada a inexistência do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) III – o fato não constituir infração penal; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade o prevista no caput do art. 26 do Decreto-Lei n 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, salvo quando esta for a única tese defensiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 416. Contra a sentença de impronúncia ou de absolvição sumária caberá apelação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008)

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O juiz.719. Do ocorrido em audiência será lavrado termo em livro próprio. à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. por memorial. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008).719. prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa. de 2008) o § 1 O prazo previsto no caput deste artigo será contado a partir do efetivo cumprimento do mandado ou do comparecimento. o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo que interesse a sua defesa.719. terá o prazo de 10 (dez) dias para proferir a sentença. Art. (Incluído pela Lei nº 11.719. de 2008). ofendido e testemunhas será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. de 2008). de 2008).689.719. de 2008). o acusado poderão requerer diligências cuja necessidade se origine de circunstâncias ou fatos apurados na instrução. Art. de ofício ou a requerimento da parte. no prazo de 10 (dez) dias. Recebida a denúncia ou queixa. a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. de 2008). suas alegações finais. III . o querelante e o assistente e. o § 2 Ao assistente do Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 11. 398. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008).719. o § 3 O juiz poderá. do Ministério Público e. Na instrução poderão ser inquiridas até 8 (oito) testemunhas arroladas pela acusação e 8 (oito) pela defesa. do acusado ou de defensor constituído. o juiz designará dia e hora para a audiência. § 1 Havendo mais de um acusado. Na instrução do processo serão inquiridas no máximo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa. Art. ressalvado o disposto no art. ordenará a citação do acusado para responder a acusação.719. contendo breve resumo dos fatos relevantes nela ocorridos. sentença. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11. Ordenado diligência considerada imprescindível. o § 1 As provas serão produzidas numa só audiência. após a manifestação desse. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). o tempo previsto para a defesa de cada um será individual. considerada a complexidade do caso ou o número de acusados. a seguir. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 11.719. digital ou técnica similar. o § 2 No caso de registro por meio audiovisual. (Incluído pela Lei nº 11. Não havendo requerimento de diligências. (Incluído pela Lei nº 11.719. de 2008). 403. em seguida. por escrito.719. 406. conceder às partes o prazo de 5 (cinco) dias sucessivamente para a apresentação de memoriais. e. estenotipia. ao receber a denúncia ou a queixa. pela acusação e pela defesa.689. o acusado. devendo o poder público providenciar sua apresentação. Art. de seu defensor. em juízo. no prazo de 10 (dez) dias. 209 deste Código. destinada a obter maior fidelidade das informações.719. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. proferindo o juiz. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. no caso de citação inválida ou por edital. de 2008). nesta ordem. de 2008). de 2008) o § 2 A acusação deverá arrolar testemunhas.719. o registro dos depoimentos do investigado. de 2008). Nesse número não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas. o § 3 Na resposta.719. será encaminhado às partes cópia do registro original. (Incluído pela Lei nº 11. inclusive audiovisual. Produzidas as provas. Na audiência de instrução e julgamento. (Incluído pela Lei nº 11. 401. de 2008). na denúncia ou na queixa. Art. ressalvado o disposto no art. (Redação dada pela Lei nº 11.719.que o fato narrado evidentemente não constitui crime. serão oferecidas alegações finais orais por 20 (vinte) minutos. de 2008). assinado pelo juiz e pelas partes. Parágrafo único.719. o § 2 A parte poderá desistir da inquirição de qualquer das testemunhas arroladas. de. sem necessidade de transcrição. Art. a seguir. do querelante e do assistente. Nesse caso. ou (Incluído pela Lei nº 11.719. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. a diligência determinada. 405. impertinentes ou protelatórias. podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes. 399. respectivamente. ordenando a intimação do acusado. de 2008). 400. 406 a 435 CAPÍTULO II (Redação dada pela Lei nº 11.689. interrogando-se. Realizada. proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido.Da Acusação e da Instrução Preliminar Art.719.719. o § 1 O acusado preso será requisitado para comparecer ao interrogatório. indiciado. até o máximo de 8 (oito).719. de 2008).Trabalhando pela sua conquista. 222 deste Código. às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas.extinta a punibilidade do agente. de 2008). prorrogáveis por mais 10 (dez). (Redação dada pela Lei nº 11. bem como aos esclarecimentos dos peritos. de 2008) DO PROCEDIMENTO RELATIVO AOS PROCESSOS DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI Seção I . 140 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. o juiz proferirá a sentença. (Redação dada pela Lei nº 11. Art.719. em seguida.719. o § 1 Nesse número não se compreendem as que não prestem compromisso e as referidas. IV .719. 404. (Incluído pela Lei nº 11. 402.719. o Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri arts. se for o caso. serão concedidos 10 (dez) minutos. o Ministério Público. no prazo sucessivo de 5 (cinco) dias. (Incluído pela Lei nº 11. o § 1 Sempre que possível. (Revogado pela Lei nº 11. as partes apresentarão. o § 2 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento das partes. ou sendo indeferido. a audiência será concluída sem as alegações finais. ao final da audiência. de 2008). Art. de 2008). o § 2 O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença.

(Revogado). observado o disposto no art. ou por qualquer outro meio idôneo. (Redação dada pela Lei nº 11. será citado mediante carta rogatória.4. (Incluído pela Lei nº 11. sumário ou sumaríssimo: (Incluído pela Lei nº 11. qualificando-as e requerendo sua intimação.719.sumário.719. o procedimento observará as disposições estabelecidas nos arts. de 2008). I .271. de 2008). Será admissível a intimação por despacho na petição em que for requerida. o prazo para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído. Art. 396-A. de 2008). ou (Incluído pela Lei nº 11. 371. 372.4.271. no prazo de 10 (dez) dias.4. no caso de mudança de residência. II . de 2008). salvo inimputabilida- Do processo comum: arts. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 11. o § 1 A exceção será processada em apartado. será observado. do que se lavrará termo nos autos.719. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.faltar justa causa para o exercício da ação penal. de 17.719. 397. 395 a 398 deste Código aplicam-se a todos os procedimentos penais de primeiro grau. II .271.271. para as infrações penais de menor Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 139 . de 2008). de 2008).a existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato. de 17.719. (Incluído pela Lei nº 11. O procedimento será comum ou especial.719. Adiada. (Incluído pela Lei nº 11.719. 396A. III . especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas. a instrução criminal. 368.271. (Incluído pela Lei nº 11. e parágrafos.4. por qualquer motivo. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. feita pelo escrivão. Na resposta. potencial ofensivo. de 2008).719. Art.719. 95 a 112 deste Código.1996) Art. sob pena de nulidade. deste Código. salvo disposições em contrário deste Código ou de lei especial. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz. (Incluído pela Lei nº 11. oferecida a denúncia ou queixa. de 2008). No caso de citação por edital.719. de 17. de 17. a intimação far-se-á diretamente pelo escrivão.719.719. sumário e sumaríssimo as disposições do procedimento ordinário. por mandado. recebê-la-á e ordenará a citação do acusado para responder à acusação. não constituir defensor. (Incluído pela Lei nº 11.719. o § 5 Aplicam-se subsidiariamente aos procedimentos especial.DAS INTIMAÇÕES Art.ordinário. (Incluído pela Lei nº 11. de 17.a existência manifesta de causa excludente da culpabilidade do agente.sumaríssimo. no que for aplicável. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 11.DA INSTRUÇÃO CRIMINAL Art. o § 2 Aplica-se a todos os processos o procedimento comum. I .1996) o § 4 A intimação do Ministério Público e do defensor nomeado será pessoal. de 2008). de 2008). das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato. citado.DO PROCESSO COMUM CAPÍTULO I . o juiz nomeará defensor para oferecê-la. o nome do acusado.719. Art. o disposto no Capítulo anterior. 357. (Incluído pela Lei nº 11. de 17. (Redação dada pela Lei nº 9.1996) Art.for manifestamente inepta.719. do advogado do querelante e do assistente far-se-á por publicação no órgão incumbido da publicidade dos atos judiciais da comarca. II .271.719. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. na forma da lei. incluindo. 370. não comunicar o novo endereço ao juízo. de 2008). ou.719. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2008). o § 3 Nos processos de competência do Tribunal do Júri. o juiz marcará desde logo. dispeno sará a aplicação a que alude o § 1 . suspendendo-se o curso do prazo de prescrição até o seu cumprimento. Nos procedimentos ordinário e sumário. de 2008). o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa. Parágrafo único.719. de 2008).1996) o § 2 Caso não haja órgão de publicação dos atos judiciais na comarca.4. Após o cumprimento do disposto no art. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade. quando necessário. oferecer documentos e justificações.4. Art. ainda que não regulados neste Código. 396. Parágrafo único. concedendo-lhe vista dos autos por 10 (dez) dias. (Incluído pela Lei nº 11. o § 2 Não apresentada a resposta no prazo legal. de 2008). III . Estando o acusado no estrangeiro. Nas intimações dos acusados. de 2008).faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal.271.719. por escrito. na presença das partes e testemunhas. (Incluído pela Lei nº 11. 394. ou se o acusado.719. de 2008). de 2008).1996) Art.1996) o § 3 A intimação pessoal. Art. I . o § 1 O procedimento comum será ordinário. As citações que houverem de ser feitas em legações estrangeiras serão efetuadas mediante carta rogatória.1996) o § 1 A intimação do defensor constituído. nos termos dos arts. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 9. de 17. de 2008). ou via postal com comprovante de recebimento. o § 4 As disposições dos arts.719.4.DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE TÍTULO I . 394 a 405 LIVRO II . de 2008). dia e hora para seu prosseguimento. o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar: (Redação dada pela Lei nº 11.1996) CAPÍTULO II . se não a rejeitar liminarmente. 369. em lugar sabido.4. 395.271.Trabalhando pela sua conquista. 406 a 497 deste Código. (Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 11. de 17.

o fim para que é feita a citação.DAS CITAÇÕES E INTIMAÇÕES CAPÍTULO I . o § 1 Verificado que o réu se encontra em território sujeito à jurisdição de outro juiz. O processo terá completada a sua formação quando realizada a citação do acusado. Parágrafo único. decretar prisão preventiva. o § 3 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do juiz que a houver ordenado. de 2008). Art. O processo seguirá sem a presença do acusado que. o prazo será de trinta dias. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. se o acusado não comparecer.1996) Art. no caso de n II. 358.o juiz deprecado e o juiz deprecante. depois de reconhecida a firma do juiz. Art. 352. se for desconhecido. V . se não for conhecido. o § 2 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. 356.Código de Processo Civil. Verificando que o réu se oculta para não ser citado. (Redação dada pela Lei nº 11. deixar de comparecer sem motivo justificado. a este remeterá o juiz deprecado os autos para efetivação da diligência.719. o § 4 Comparecendo o acusado citado por edital. poderá ser expedida por via telegráfica. em qualquer tempo. de 11 de janeiro de 1973 . o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. 351 a 372 TÍTULO X .719. de 17.719. 366. 362. 360. 357.719. citado ou intimado pessoalmente para qualquer ato. IV . 353.o juízo do lugar. Art. podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e. A precatória será devolvida ao juiz deprecante. Art. II .12. ser-lhe-á nomeado defensor dativo. III . O edital de citação indicará: I . Completada a citação com hora certa. se houver. III .leitura do mandado ao citando pelo oficial e entrega da contrafé.o nome do juiz que a determinar. II . O mandado de citação indicará: I . IV . independentemente de traslado. ou da sua afixação. V . os seus sinais característicos.(revogado). será pessoalmente citado.o fim para que é feita a citação. na forma estabeo lecida nos arts.719. devendo a afixação ser certificada pelo oficial que a tiver feito e a publicação provada por exemplar do jornal ou certidão do escrivão. São requisitos da citação por mandado: I . II . (Redação dada pela Lei nº 11. Art. nos termos do disposto no art.2003) Art. No caso do artigo anterior. 394 e seguintes deste Código. bem como sua residência e profissão. 367. o § 2 Certificado pelo oficial de justiça que o réu se oculta para não ser citado. se for o caso.719. com o prazo de 15 (quinze) dias.o juízo e o lugar. da entrega da contrafé.declaração do oficial. (Redação dada pela Lei nº 11. Ill . Art.o nome do réu.719. de 2008). ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional. de 2008). 351. o processo observará o disposto nos arts. será citado mediante precatória.o fim para que é feita a citação.719.a residência do réu. de 1º. . se constarem do processo. que conterá em resumo os requisitos enumerados no art. 354. Art. Se o réu não for encontrado. depois de lançado o "cumpra-se" e de feita a citação por mandado do juiz deprecado. e sua aceitação ou recusa. o de acordo com as circunstâncias. como acusado. os seus sinais característicos.(revogado). de 2008). 365. II .a sede da jurisdição de um e de outro. onde houver. 227 a 229 da Lei n 5. Se o acusado. I . de 2008). Art. O dia designado para funcionário público comparecer em juízo. 354. o Art.Código de Processo Penal Das citações e intimações: arts.a subscrição do escrivão e a rubrica do juiz. 355.869.o prazo. Parágrafo único. O edital será afixado à porta do edifício onde funcionar o juízo e será publicado pela imprensa.DAS CITAÇÕES Art.271. e. ou. será procedida a citação por edital. a hora e o lugar em que o réu deverá comparecer. o oficial de justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. 138 Tópicos de Legislação . de 2008). Art.Trabalhando pela sua conquista. o prazo será fixado pelo juiz entre 15 (quinze) e 90 (noventa) dias. citado por edital. não comparecer.792. 364.719. VII .o nome do querelante nas ações iniciadas por queixa. Se houver urgência. 359. o § 1 Não sendo encontrado o acusado.o nome do réu. a precatória. ou. 363. desde que haja tempo para fazer-se a citação. 361.4. será notificado assim a ele como ao chefe de sua repartição. Se o réu estiver preso. Art. para o fim previsto no art. na certidão. II . Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante. o que a estação expedidora mencionará. Art. Art. que será contado do dia da publicação do edital na imprensa. de 2008). com todas as especificações.o juízo e o dia. 362. (Incluído pela Lei nº 11. A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço. de 2008). da qual conste a página do jornal com a data da publicação.o nome do juiz. (Redação dada pela Lei nº 9. na qual se mencionarão dia e hora da citação. nem constituir advogado. VI . de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. 312. A precatória indicará: I . A citação inicial far-se-á por mandado. IV . se for conhecida. n I. (Redação dada pela Lei nº 11. a precatória será imediatamente devolvida. (Redação dada pela Lei nº 10. Art. será citado por edital.

ainda que fora da função ou antes de assumi-la. As penas são aumentadas de um terço até a metade se da modificação ou alteração resulta dano para a Administração Pública ou para o administrado. de 27. quem.983. com infração de dever funcional. de seis meses a três anos. de 2000) Pena . para si ou para outrem. 316 e 317 Concussão Art. ou praticá-lo contra disposição expressa de lei.se utiliza. fora dos casos permitidos em lei: Pena . Pena: detenção. 323 . o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos: Pena . de 2000) Pena .Exigir.reclusão.Solicitar ou receber. de 2000) I . se. 314 .137. de 3 (três) meses a 1 (um) ano.detenção. de rádio ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 137 . de informações ou programa de informática sem autorização ou solicitação de autoridade competente: (Incluído pela Lei nº 9. de três meses a um ano. que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo: (Incluído pela Lei nº 11. ou multa.983. de um a quatro anos. § 1º .983.11. 316 .983. de que tem a guarda em razão do cargo.Trabalhando pela sua conquista. 327 .Praticar violência.983. de três meses a um ano.1990) § 2º . 322 e 323 Violência arbitrária Art. para si ou para outrem. ou multa. mediante atribuição. Deixar o Diretor de Penitenciária e/ou agente público. 319 .Se o funcionário desvia.reclusão.Abandonar cargo público. 319-A. de dois a doze anos.detenção. Arts. indevidamente.12. de três meses a um ano.12. em proveito próprio ou de outrem.1990) Pena .reclusão.Se o fato ocorre em lugar compreendido na faixa de fronteira: Pena . Excesso de exação § 1º .(Incluído pela Lei nº 9. de um a três anos. (Incluído pela Lei nº 6. e multa. 322 . vantagem indevida. 325 . de 2 (dois) a 6 (seis) anos.reclusão.detenção. e multa.983.799. direta ou indiretamente. vantagem indevida: Pena . sonegação ou inutilização de livro ou documento Art.2003) § 1º . de 2000) Funcionário público Art.detenção.983. similar. de 2000) Extravio. de 1980) Arts. ou facilitarlhe a revelação: Pena . além da pena correspondente à violência. emprego ou função em entidade paraestatal. ou multa. empresa pública ou fundação instituída pelo poder público. de 2000) Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 9. de seis meses a dois anos.detenção. e multa. Abandono de função Art. o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional. mas em razão dela. no exercício de função ou a pretexto de exercê-la: Pena . e multa.reclusão. de 27.Considera-se funcionário público. (Incluído pela Lei nº 9. Arts.763. ainda que fora da função ou antes de assumi-la. ou aceitar promessa de tal vantagem: Pena . para os efeitos penais. de dois a oito anos. de cumprir seu dever de vedar ao preso o acesso a aparelho telefônico.Se o funcionário pratica. sonegá-lo ou inutilizá-lo.detenção. (Redação dada pela Lei nº 8. de 2000) o § 2 Se da ação ou omissão resulta dano à Administração Pública ou a outrem: (Incluído pela Lei nº 9. ou.Se do fato resulta prejuízo público: Pena . cedendo a pedido ou influência de outrem: Pena . 319 e 320 Prevaricação Art. de 3 (três) meses a 2 (dois) anos. indevidamente.detenção. e multa. (Incluído pela Lei nº 9. Art. (Incluído pela Lei nº 9. total ou parcialmente: Pena . sociedade de economia mista. embora transitoriamente ou sem remuneração.A pena é aumentada de um terço.permite ou facilita. de 2 (dois) a 12 (doze) anos. o § 1 Nas mesmas penas deste artigo incorre quem: (Incluído pela Lei nº 9. e multa.A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta.983.detenção. de 2000) II . emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso.Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido. deixa de praticar ou retarda ato de ofício. mas em razão dela. se o fato não constitui crime mais grave. em conseqüência da vantagem ou promessa.466. e multa. exerce cargo.Extraviar livro oficial ou qualquer documento. fornecimento e empréstimo de senha ou qualquer outra forma. 325 e 327 Violação de sigilo funcional Art. de 2000) § 2º . e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública. e multa. quando devido. (Incluído pela Lei nº 9. § 2º . 317 . de 2007). de quinze dias a um mês. se o fato não constitui crime mais grave.Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo. o acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública. e multa. direta ou indiretamente. (Redação dada pela Lei nº 10. para satisfazer interesse ou sentimento pessoal: Pena . que a lei não autoriza: (Redação dada pela Lei nº 8.983. ato de ofício. Corrupção passiva Art. Arts. do acesso restrito.Retardar ou deixar de praticar. § 2º .137.Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo. emprego ou função pública. § 1º . de três a oito anos. de 12.reclusão.

(Incluído pela Lei nº 9. de 2 (dois) a 12 (doze) anos. 312 a 314 TÍTULO XI . de três meses a um ano.9. reduz de metade a pena imposta.reclusão. sistema 136 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Ficam revogadas a Lei nº 4. de acordo com audiências previamente anunciadas. a contar da vigência desta Lei. no exercício do cargo. Modificar ou alterar. Esta Lei entra em vigor no prazo de sessenta dias após a sua publicação. de 7 de novembro de 1984. de dois a doze anos. 90-A. de 27. o funcionário autorizado. e multa. Os Estados.9. de um a quatro anos. Inserção de dados falsos em sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9.Trabalhando pela sua conquista. Peculato mediante erro de outrem Art. Nos casos em que esta Lei passa a exigir representação para a propositura da ação penal pública. § 3º A suspensão será revogada se. § 1º . 94. valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário. se precede à sentença irrecorrível. 26 de setembro de 1995. Art. 92. e multa. e multa. 312 .Aplica-se a mesma pena. a reparação do dano. extingue a punibilidade.983. e as audiências realizadas fora da sede da Comarca. público ou particular. se o funcionário público. de que tem a posse em razão do cargo.719-9) Art. valor ou qualquer outro bem móvel. o processo prosseguirá em seus ulteriores termos. se lhe é posterior. o Juiz declarará extinta a punibilidade. 93. § 7º Se o acusado não aceitar a proposta prevista neste artigo. composição e competência. o subtrai. o funcionário.983. § 5º Expirado o prazo sem revogação.1999) Art. Inserir ou facilitar. ou desviá-lo. I – reparação do dano.244. 90. § 6º Não correrá a prescrição durante o prazo de suspensão do processo. Brasília. As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar. sem autorização do Juiz. (Vide ADIN nº 1. ocupando instalações de prédios públicos. por contravenção. Peculato culposo § 2º . de 2 de abril de 1965 e a Lei nº 7. no curso do prazo. de 2000) Art. Distrito Federal e Territórios criarão e instalarão os Juizados Especiais no prazo de seis meses. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Nelson A. Os serviços de cartório poderão ser prestados. Art. em bairros ou cidades a ela pertencentes. mensalmente. 95. recebeu por erro de outrem: Pena . § 4º A suspensão poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado. o beneficiário vier a ser processado por outro crime ou não efetuar. 313-B. no que não forem incompatíveis com esta Lei. II – proibição de freqüentar determinados lugares. Art. de 27. de 2000)) Pena . 96.detenção. Jobim Este texto não substitui o publicado no D. no curso do prazo. valor ou bem. a reparação do dano. 91.DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO PÚBLICO CONTRA A ADMINISTRAÇÃO EM GERAL Peculato Art. a inserção de dados falsos. para informar e justificar suas atividades. ou concorre para que seja subtraído. As disposições desta Lei não se aplicam aos processos penais cuja instrução já estiver iniciada.reclusão. sob pena de decadência. desde que adequadas ao fato e à situação pessoal do acusado. 313-A.DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO I . sem motivo justificado. de 2000) Art. o ofendido ou seu representante legal será intimado para oferecê-la no prazo de trinta dias. 313 . em proveito próprio ou alheio.Código Penal Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: arts.U. Art. § 3º . IV – comparecimento pessoal e obrigatório a juízo.No caso do parágrafo anterior. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal. em proveito próprio ou alheio: Pena .1995 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL . Art. embora não tendo a posse do dinheiro. de 2000) Modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9.O. 174º da Independência e 107º da República. salvo impossibilidade de fazê-lo.Se o funcionário concorre culposamente para o crime de outrem: Pena . Art.839.Apropriar-se o funcionário público de dinheiro. Lei Estadual disporá sobre o Sistema de Juizados Especiais Cíveis e Criminais.reclusão. (Artigo incluído pela Lei nº 9. III – proibição de ausentar-se da comarca onde reside. alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano: (Incluído pela Lei nº 9. § 2º O Juiz poderá especificar outras condições a que fica subordinada a suspensão. sua organização.611. 97.Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que.983. Capítulo IV Disposições Finais Comuns Art.983. ou descumprir qualquer outra condição imposta.

a condução coercitiva de quem deva comparecer. A execução das penas privativas de liberdade e restritivas de direitos. se na fase preliminar não tiver havido possibilidade de tentativa de conciliação e de oferecimento de proposta pelo Ministério Público. contradição. Art. seu cumprimento far-se-á mediante pagamento na Secretaria do Juizado. § 1º Aceita a proposta pelo acusado e seu defensor. 83. 82. § 1º Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento.Trabalhando pela sua conquista. da qual também tomarão ciência o Ministério Público. sob as seguintes condições: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 135 . mencionará os elementos de convicção do Juiz.Da Execução Art. que com ela ficará citado e imediatamente cientificado da designação de dia e hora para a audiência de instrução e julgamento. 85. § 2º O recorrido será intimado para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. contados da ciência da sentença pelo Ministério Público. 86. 67 desta Lei para comparecerem à audiência de instrução e julgamento. ao oferecer a denúncia. Caberão embargos de declaração quando. nos termos previstos em lei. 79. § 2º De todo o ocorrido na audiência será lavrado termo. após o que o Juiz receberá. contendo breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência e a sentença. em sentença ou acórdão. mento das peças existentes. Aplicada exclusivamente pena de multa. 78. será feita a conversão em pena privativa da liberdade. ou não. presentes os demais requisitos que autorizariam a suspensão condicional da pena (art. se presente. Seção V . Não efetuado o pagamento de multa. serão ouvidas a vítima e as testemunhas de acusação e defesa. Efetuado o pagamento. submetendo o acusado a período de prova. pelo réu e seu defensor. a denúncia ou queixa. § 2º Não estando presentes o ofendido e o responsável civil. Art. contados da ciência da decisão. havendo recebimento. o Ministério Público. 81. Parágrafo único. por petição escrita. 66 desta Lei. § 1º Os embargos de declaração serão opostos por escrito ou oralmente. proceder-se-á nos termos dos arts. conforme dispuser lei estadual. Além das hipóteses do Código Penal e da legislação especial. cabendo ao Juiz verificar se a complexidade e as circunstâncias do caso determinam a adoção das providências previstas no parágrafo único do art. ou restritiva de direitos. quando imprescindível. será reduzida a termo. § 4º). Art. § 3º A sentença. Seção IV . Aberta a audiência. desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime. 88. 89. 77 do Código Penal). Art. abrangidas ou não por esta Lei. reunidos na sede do Juizado. determinando que a condenação não fique constando dos registros criminais. 74 e 75 desta Lei. os embargos de declaração suspenderão o prazo para o recurso. ou de multa cumulada com estas. poderá suspender o processo. passando-se imediatamente aos debates orais e à prolação da sentença. Art. o ofendido. omissão ou dúvida. que poderá ser julgada por turma composta de três Juízes em exercício no primeiro grau de jurisdição. § 5º Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. Art. dispensado o relatório. No dia e hora designados para a audiência de instrução e julgamento. Nos casos de homologação do acordo civil e aplicação de pena restritiva de direitos ou multa (arts. será dada a palavra ao defensor para responder à acusação. 87. Seção VI . podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas. por dois a quatro anos.Das Despesas Processuais Art. § 3º As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. na presença do Juiz. no prazo de cinco dias. nos termos da lei. Nos crimes em que a pena mínima cominada for igual ou inferior a um ano. será citado na forma dos arts. houver obscuridade. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. § 2º Quando opostos contra sentença. interrogando-se a seguir o acusado.Disposições Finais Art. 65 desta Lei. 84. este. Nenhum ato será adiado. Art. § 3º Na ação penal de iniciativa do ofendido poderá ser oferecida queixa oral. 66 desta Lei. § 1º Se o acusado não estiver presente. § 4º As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento pela imprensa. determinando o Juiz. 74 e 76. Da decisão de rejeição da denúncia ou queixa e da sentença caberá apelação. 80. § 3º Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. será processada perante o órgão competente. na forma do parágrafo único do art. as despesas processuais serão reduzidas. poderá propor a suspensão do processo. 67 desta Lei. recebendo a denúncia. exceto para fins de requisição judicial. Oferecida a denúncia ou queixa. o responsável civil e seus advogados. Art. assinado pelo Juiz e pelas partes. 72. no mínimo cinco dias antes de sua realização. Art. serão intimados nos termos do art. 73. devendo a ela trazer suas testemunhas ou apresentar requerimento para intimação. § 3º As testemunhas arroladas serão intimadas na forma prevista no art. 66 e 68 desta Lei e cientificado da data da audiência de instrução e julgamento. o Juiz declarará extinta a punibilidade. § 1º A apelação será interposta no prazo de dez dias. a súmula do julgamento servirá de acórdão. dependerá de representação a ação penal relativa aos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas. entregando-se cópia ao acusado. impertinentes ou protelatórias.

a do responsável civil. o acordo homologado acarreta a renúncia ao direito de queixa ou representação. o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A composição dos danos civis será reduzida a escrito e. nos termos deste artigo. com o autor do fato e a vítima. Art. acompanhados por seus advogados. será designada data próxima. pela prática de crime. de 13. Parágrafo único. os interessados e defensores. o Juiz esclarecerá sobre a possibilidade da composição dos danos e da aceitação da proposta de aplicação imediata de pena não privativa de liberdade. § 5º Da sentença prevista no parágrafo anterior caberá a apelação referida no art. O não oferecimento da representação na audiência preliminar não implica decadência do direito. se for o caso. nem se exigirá fiança. Art. será dada imediatamente ao ofendido a oportunidade de exercer o direito de representação verbal. § 2º Não se admitirá a proposta se ficar comprovado: I – ter sido o autor da infração condenado. o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas. no prazo de cinco anos. após a lavratura do termo. § 6º A imposição da sanção de que trata o § 4º deste artigo não constará de certidão de antecedentes criminais. Do ato de intimação do autor do fato e do mandado de citação do acusado. se não houver necessidade de diligências imprescindíveis. Parágrafo único. com a advertência de que. na forma da lei local. o autor do fato e a vítima e. excluídos os que exerçam funções na administração da Justiça Criminal. prescindir-se-á do exame do corpo de delito quando a materialidade do crime estiver aferida por boletim médico ou prova equivalente. que poderá ser exercido no prazo previsto em lei. Tratando-se de ação penal de iniciativa privada ou de ação penal pública condicionada à representação. 72. 76. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado. § 1º Nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável. ser necessária e suficiente a adoção da medida. 82 desta Lei. A conciliação será conduzida pelo Juiz ou por conciliador sob sua orientação. após a lavratura do termo. o juiz poderá determinar. presente o representante do Ministério Público. que será reduzida a termo. (Redação dada pela Lei nº 10. a ser especificada na proposta. Parágrafo único. Em caso de violência doméstica. III – não indicarem os antecedentes. não sendo caso de arquivamento. a Secretaria providenciará sua intimação e. ou pela não ocorrência da hipótese prevista no art. o Juiz aplicará a pena restritiva de direitos ou multa. que será elaborada com base no termo de ocorrência referido no art. Art. por sentença definitiva. Comparecendo o autor do fato e a vítima. 74. § 1º Para o oferecimento da denúncia. Seção II. providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. 68. recrutados. e não sendo possível a realização imediata da audiência preliminar. Ao autor do fato que. Parágrafo único. terá eficácia de título a ser executado no juízo civil competente. denúncia oral. 69. será submetida à apreciação do Juiz. salvo para os fins previstos no mesmo dispositivo. ou ainda por qualquer meio idôneo de comunicação. 76 desta Lei. que não importará em reincidência. 71. § 4º Acolhendo a proposta do Ministério Público aceita pelo autor da infração.Trabalhando pela sua conquista. for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. na sua falta. sendo registrada apenas para impedir novamente o mesmo benefício no prazo de cinco anos. à pena privativa de liberdade. na forma dos arts. Na audiência preliminar. Dos atos praticados em audiência considerar-se-ão desde logo cientes as partes. domicílio ou local de convivência com a vítima. Ao autor do fato que. independentemente de mandado ou carta precatória. Na falta do comparecimento de qualquer dos envolvidos. ser-lhe-á designado defensor público. § 2º Se a complexidade ou circunstâncias do caso não permitirem a formulação da denúncia. por oficial de justiça. 75. Os conciliadores são auxiliares da Justiça. seu afastamento do lar. Art. da qual ambos sairão cientes.5.Do Procedimento Sumariíssimo Art. preferentemente entre bacharéis em Direito. Art.455. o Ministério Público oferecerá ao Juiz. o Ministério Público poderá requerer ao Juiz o encaminha- 134 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Parágrafo único. 77. Parágrafo único. pela aplicação de pena restritiva ou multa. não se imporá prisão em flagrante.Da Fase Preliminar Art. quando não houver aplicação de pena. bem como os motivos e as circunstâncias. 67 e 68 desta Lei. II – ter sido o agente beneficiado anteriormente. Art. se possível. a conduta social e a personalidade do agente. 70. Havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada. Não obtida a composição dos danos civis. não se imporá prisão em flagrante. Seção III . cabendo aos interessados propor ação cabível no juízo cível. § 3º Aceita a proposta pelo autor da infração e seu defensor. homologada pelo Juiz mediante sentença irrecorrível. nem se exigirá fiança. com dispensa do inquérito policial. constará a necessidade de seu comparecimento acompanhado de advogado. e não terá efeitos civis. de imediato. Art. o responsável civil. 73. 69 desta Lei.2002)) Art. Na ação penal de iniciativa pública. for imediatamente encaminhado ao Juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. pela ausência do autor do fato. como medida de cautela.

Da Competência e dos Atos Processuais Art. Na reunião de processos. poderá ser homologado. do valor corrigido da causa. inclusive aquelas dispensadas em primeiro grau de jurisdição. devendo o conciliador propor. perante o juízo comum ou o tribunal do júri.Dos Juizados Especiais Criminais Disposições Gerais Art. 65. III – tratar-se de execução de sentença que tenha sido objeto de recurso improvido do devedor. 22 e 23 a causas não abrangidas por esta Lei.Das Despesas Art. vencido. ressalvados os casos de litigância de má-fé. 57. 61. em primeiro grau de jurisdição. O acesso ao Juizado Especial independerá. ou. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno e em qualquer dia da semana. salvo quando: I – reconhecida a litigância de má-fé. Seção XVI . 42 desta Lei. o processo será imediatamente extinto.Trabalhando pela sua conquista. Na execução não serão contadas custas. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. 61. 67. 55. de 2001) Art. taxas ou despesas. a dação em pagamento ou a imediata adjudicação do bem penhorado. Art. § 3º Serão objeto de registro escrito exclusivamente os atos havidos por essenciais. Não se admitirá ação rescisória nas causas sujeitas ao procedimento instituído por esta Lei. referendado pelo órgão competente do Ministério Público. Art. 58. Art. 62. 59. o pagamento do débito a prazo ou a prestação. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. 56. ressalvada a hipótese de assistência judiciária gratuita. compreenderá todas as despesas processuais.313. Parágrafo único. A sentença de primeiro grau não condenará o vencido em custas e honorários de advogado. 64. (Incluído pela Lei nº 11. decorrentes da aplicação das regras de conexão e continência. (Redação dada pela Lei nº 11. por instrumento escrito. 60. ou julgados improcedentes. para os efeitos desta Lei. de qualquer natureza ou valor. A competência do Juizado será determinada pelo lugar em que foi praticada a infração penal. de 2006) Art. provido por Juízes togados ou togados e leigos. (Vide Lei nº 10. devolvendo-se os documentos ao autor. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo.Disposições Finais Art. no juízo competente. Parágrafo único. 60. excetuados os casos em que a lei preveja procedimento especial. A citação será pessoal e far-se-á no próprio Juizado. § 4º Não encontrado o devedor ou inexistindo bens penhoráveis. As normas de organização judiciária local poderão estender a conciliação prevista nos arts. O Juizado Especial Criminal. que será obrigatoriamente identificado. pagará as custas e honorários de advogado. economia processual e celeridade. ou por mandado. Instituído o Juizado Especial. as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a um ano. tem competência para a conciliação. (Vide Lei nº 10. do pagamento de custas. respeitadas as regras de conexão e continência. informalidade. que serão fixados entre dez por cento e vinte por cento do valor de condenação ou. o Juiz encaminhará as peças existentes ao Juízo comum para adoção do procedimento previsto em lei. Em segundo grau. § 3º Não apresentados os embargos em audiência. sendo necessário. Art. 66. não havendo condenação. independentemente de termo. o recorrente. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio hábil de comunicação. sempre que possível. O Juizado Especial Criminal. com aviso de recebimento pessoal ou. serão implantadas as curadorias necessárias e o serviço de assistência judiciária. de 2001) Art. Art. sempre que possível. atendidos os critérios indicados no art. Art. (Redação dada pela Lei nº 11. O acordo extrajudicial. Valerá como título extrajudicial o acordo celebrado pelas partes. Parágrafo único. Art. Parágrafo único. de 2006) Parágrafo único. na forma do § 1º do art. mediante entrega ao encarregado da recepção. Não encontrado o acusado para ser citado. tem competência para a conciliação. a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade. para os efeitos desta Lei. entre outras medidas cabíveis. A intimação far-se-á por correspondência. Seção I . objetivando. de 2006) Art. II – improcedentes os embargos do devedor. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 133 . Os atos realizados em audiência de instrução e julgamento poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. valendo a sentença como título executivo judicial.313. as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a 2 (dois) anos.313. O preparo do recurso. 62 desta Lei. 63. provido por juízes togados ou togados e leigos. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade. Capítulo III . Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais foram realizados. cumulada ou não com multa. observar-se-ão os institutos da transação penal e da composição dos danos civis.259. Seção XVII . Art. tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. se possível com dispensa da alienação judicial. e eficaz para a solução do litígio. 54.259. qualquer das partes poderá requerer ao Juiz a adoção de uma das alternativas do parágrafo anterior.

§ 2º No caso do inciso I deste artigo. seguindo-se a execução por quantia certa. com as seguintes alterações: I – as sentenças serão necessariamente líquidas. c) erro de cálculo. 48. IX – o devedor poderá oferecer embargos. A execução de título executivo extrajudicial. quando poderá oferecer embargos (art. § 2º Após o preparo. o devedor será intimado a comparecer à audiência de conciliação. Os embargos de declaração serão interpostos por escrito ou oralmente. III – quando for reconhecida a incompetência territorial. será buscado o meio mais rápido 132 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 45. Art. com a indicação suficiente do processo. II – os cálculos de conversão de índices. obedecerá ao disposto no Código de Processo Civil. sob pena de multa diária. contendo a conversão em Bônus do Tesouro Nacional – BTN ou índice equivalente. o credor ou terceira pessoa idônea a tratar da alienação do bem penhorado. dispensada nova citação. (VETADO) Seção XIII . o Juiz poderá autorizar o devedor. Sendo o preço inferior ao da avaliação. falecido o autor. O julgamento em segunda instância constará apenas da ata. fundamentação sucinta e parte dispositiva. Art. Se o pagamento não for à vista. as partes serão ouvidas. o disposto no Código de Processo Civil. quando se tratar de alienação de bens de pequeno valor. além dos casos previstos em lei: I – quando o autor deixar de comparecer a qualquer das audiências do processo. houver obscuridade. de fazer. de honorários. Art. o autor não promover a citação dos sucessores no prazo de trinta dias da ciência do fato. fixado o valor que o devedor deve depositar para as despesas. no prazo de cinco dias. que o Juiz de imediato arbitrará. nos autos da execução. A execução da sentença processar-se-á no próprio Juizado. § 2º Na audiência. aplicando-se.Trabalhando pela sua conquista. para a hipótese de inadimplemento. omissão ou dúvida.Da Extinção do Processo Sem Julgamento do Mérito Art.Dos Embargos de Declaração Art. As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento. O recurso terá somente efeito devolutivo. modificativa ou extintiva da obrigação. a habilitação depender de sentença ou não se der no prazo de trinta dias. ou de não fazer. Não cumprida a obrigação. cominará multa diária. de juros e de outras parcelas serão efetuados por servidor judicial. superveniente à sentença. 8º desta Lei. sempre que possível. e advertido dos efeitos do seu descumprimento (inciso V). IV – quando sobrevier qualquer dos impedimentos previstos no art. a parte poderá ser isentada. no valor de até quarenta salários mínimos. Extingue-se o processo. 44. contados da ciência da decisão. arbitrada de acordo com as condições econômicas do devedor. Seção XIV . 50. a Secretaria intimará o recorrido para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. com as modificações introduzidas por esta Lei. § 1º A extinção do processo independerá. As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. incluída a multa vencida de obrigação de dar. se ele correu à revelia. e tendo havido solicitação do interessado. correndo por conta do requerente as despesas respectivas. pelo Juiz. 53. 13 desta Lei. após a conciliação. Art. Caberão embargos de declaração quando. na própria audiência em que for proferida. § 1º Efetuada a penhora. IV – não cumprida voluntariamente a sentença transitada em julgado. a súmula do julgamento servirá de acórdão. podendo o Juiz dar-lhe efeito suspensivo. 47. d) causa impeditiva. VI – na obrigação de fazer. Art. Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. contradição. III – a intimação da sentença será feita. VIII – é dispensada a publicação de editais em jornais. do pagamento das custas. 46. Quando interpostos contra sentença. para evitar dano irreparável para a parte. II – quando inadmissível o procedimento instituído por esta Lei ou seu prosseguimento. que poderá ser verbal. será oferecida caução idônea. em qualquer hipótese. VI – quando. sob pena de deserção.Da Execução Art. Nessa intimação. ou hipotecado o imóvel. 49. V – nos casos de obrigação de entregar. Art. Art. a qual se aperfeiçoará em juízo até a data fixada para a praça ou leilão. Parágrafo único. no que couber. Art. o credor poderá requerer a elevação da multa ou a transformação da condenação em perdas e danos. interposição. IX). proceder-se-á desde logo à execução. nos casos de alienação de bem móvel. falecido o réu. versando sobre: a) falta ou nulidade da citação no processo. 51. 43. por escrito ou verbalmente. quando evidenciada a malícia do devedor na execução do julgado. quando comprovar que a ausência decorre de força maior. o vencido será instado a cumprir a sentença tão logo ocorra seu trânsito em julgado. Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. o Juiz pode determinar o cumprimento por outrem. Seção XV . na sentença ou na fase de execução. de prévia intimação pessoal das partes. b) manifesto excesso de execução. V – quando. na sentença ou acórdão. 52. 52. o Juiz. os embargos de declaração suspenderão o prazo para recurso. VII – na alienação forçada dos bens.

as partes serão obrigatoriamente representadas por advogado. se assim for requerido. Art. 33. Art. As demais questões serão decididas na sentença. em seguida. que será desde logo fixada. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. Art. É ineficaz a sentença condenatória na parte que exceder a alçada estabelecida nesta Lei. Art. 25. por petição escrita. realizar inspeção em pessoas ou coisas. independentemente de termo de compromisso. do concurso da força pública. Não instituído o juízo arbitral. cientes todos os presentes. comparecerão à audiência de instrução e julgamento levadas pela parte que as tenha arrolado. que lhe relatará informalmente o verificado. 36. de ofício ou a requerimento das partes. 41. desde que fundado nos mesmos fatos que constituem objeto da controvérsia. ou mediante esta. sob a supervisão de Juiz togado. O Juiz leigo que tiver dirigido a instrução proferirá sua decisão e imediatamente a submeterá ao Juiz togado. pelo juízo arbitral. manifestar-se-á imediatamente a parte contrária. ou nos cinco dias subseqüentes. são hábeis para provar a veracidade dos fatos alegados pelas partes. Na audiência de instrução e julgamento serão ouvidas as partes. independentemente de intimação. colhida a prova e. Serão decididos de plano todos os incidentes que possam interferir no regular prosseguimento da audiência. Parágrafo único.Da Sentença Art. § 1º O preparo será feito. § 1º O juízo arbitral considerar-se-á instaurado. 35. devendo a sentença referir. na forma dos arts. § 2º Não comparecendo a testemunha intimada. O autor poderá responder ao pedido do réu na própria audiência ou requerer a designação da nova data. Art. proceder-se-á imediatamente à audiência de instrução e julgamento. na forma prevista nesta Lei. desde que não resulte prejuízo para a defesa. A instrução poderá ser dirigida por Juiz leigo. Parágrafo único. de comum acordo. Seção IX . 37. proferida a sentença. Art. 39. as partes e testemunhas eventualmente presentes. caberá recurso para o próprio Juizado. sem interrupção da audiência. Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento. no essencial. A sentença mencionará os elementos de convicção do Juiz. § 1º O recurso será julgado por uma turma composta por três Juízes togados. Art.Da Instrução e Julgamento Art. Não se admitirá sentença condenatória por quantia ilíquida. ainda que não requeridas previamente. A contestação. Seção XI Das Provas Art. 27. Todos os meios de prova moralmente legítimos. 23. dispensado o relatório. com a escolha do árbitro pelas partes. na contestação. 24. Art. 34. o Juiz poderá inquirir técnicos de sua confiança. O recurso será interposto no prazo de dez dias. 5º e 6º desta Lei. cientes. Obtida a conciliação. 40. Não se admitirá a reconvenção. Art. Art. que poderá homologá-la. Ao término da instrução. 32. 22. Art. Não obtida a conciliação. poderá o Juiz. nas quarenta e oito horas seguintes à Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 131 . Art. 31. que se processará na forma da legislação em vigor. O árbitro conduzirá o processo com os mesmos critérios do Juiz. permitida às partes a apresentação de parecer técnico. valendo-se. a data para a audiência de instrução.Trabalhando pela sua conquista. os informes trazidos nos depoimentos. Seção X . Art. o Juiz poderá determinar sua imediata condução. reunidos na sede do Juizado. A prova oral não será reduzida a escrito. até o máximo de três para cada parte. Art. será a audiência designada para um dos quinze dias subseqüentes. 42. Se este não estiver presente. Não sendo possível a sua realização imediata. podendo decidir por eqüidade. 3º desta Lei. o árbitro apresentará o laudo ao Juiz togado para homologação por sentença irrecorrível. No curso da audiência. conterá toda matéria de defesa. 38. ou determinar que o faça pessoa de sua confiança. Parágrafo único. 26. podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas. Parágrafo único. em exercício no primeiro grau de jurisdição. Parágrafo único. se necessário. É lícito ao réu. mediante sentença com eficácia de título executivo. Quando a prova do fato exigir. desde logo. determinar a realização de atos probatórios indispensáveis. proferir outra em substituição ou. as partes poderão optar. nos limites do art. com breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência. excetuada a homologatória de conciliação ou laudo arbitral. § 2º O árbitro será escolhido dentre os juízes leigos. impertinentes ou protelatórias. o Juiz togado proferirá sentença. formular pedido em seu favor. Art. Art. ainda que não especificados em lei. As testemunhas. Da sentença. contados da ciência da sentença. Seção XII . antes de se manifestar. 28. esta será reduzida a escrito e homologada pelo Juiz togado. Art. independentemente de intimação. Parágrafo único. § 2º No recurso. A conciliação será conduzida pelo Juiz togado ou leigo ou por conciliador sob sua orientação. 29. 30. exceto argüição de suspeição ou impedimento do Juiz. Não comparecendo o demandado. o Juiz convocá-lo-á e designará. ainda que genérico o pedido. de imediato. Sobre os documentos apresentados por uma das partes. que será oral ou escrita. § 1º O requerimento para intimação das testemunhas será apresentado à Secretaria no mínimo cinco dias antes da audiência de instrução e julgamento.Da Resposta do Réu Art.

§ 3º O pedido oral será reduzido a escrito pela Secretaria do Juizado.do pedido Art. à Secretaria do Juizado. qualquer forma de intervenção de terceiro nem de assistência. 9º Nas causas de valor até vinte salários mínimos. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados no pedido inicial. sendo pessoa jurídica ou titular de firma individual. independentemente de assistência. Havendo pedidos contrapostos. 15. salvo se o contrário resultar da convicção do Juiz. excluídos os cessionários de direito de pessoas jurídicas. na forma da lei local. nesta última hipótese. de forma sucinta. que será inutilizada após o trânsito em julgado da decisão. 14. Seção IV . § 1º Somente as pessoas físicas capazes serão admitidas a propor ação perante o Juizado Especial. § 3º O comparecimento espontâneo suprirá a falta ou nulidade da citação. 21. a realizar-se no prazo de quinze dias. Seção VIII . desde que conexos e a soma não ultrapasse o limite fixado naquele dispositivo. Art. Art. a massa falida e o insolvente civil. independentemente de mandado ou carta precatória. Art. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio idôneo de comunicação. III – o objeto e seu valor. mostrando-lhes os riscos e as conseqüências do litígio. se uma das partes comparecer assistida por advogado. § 2º É lícito formular pedido genérico quando não for possível determinar. Aberta a sessão. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno. 12. desde logo. taquigrafadas ou estenotipadas. quando a causa o recomendar. § 1º Sendo facultativa a assistência. as partes comparecerão pessoalmente. e será proferido julgamento.Da Revelia Art. 10. Registrado o pedido. considerarse-ão desde logo cientes as partes. 19. II – tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. II – os fatos e os fundamentos. mediante entrega ao encarregado da recepção. O processo instaurar-se-á com a apresentação do pedido. a sessão de conciliação. 20.Trabalhando pela sua conquista. § 3º O mandato ao advogado poderá ser verbal. se quiser. Seção VI . a Secretaria do Juizado designará a sessão de conciliação. 18. União. dia e hora para comparecimento do citando e advertência de que.Das Citações e Intimações Art. especialmente quanto ao disposto no § 3º do art. terá a outra parte. salvo quanto aos poderes especiais. ou por qualquer outro meio idôneo de comunicação. Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais forem realizados. assistência judiciária prestada por órgão instituído junto ao Juizado Especial. podendo ser utilizado o sistema de fichas ou formulários impressos. § 1º Dos atos praticados na audiência. Art. Os pedidos mencionados no art. Não comparecendo o demandado à sessão de conciliação ou à audiência de instrução e julgamento. 11. ou se o réu for pessoa jurídica ou firma individual. em notas manuscritas. O Ministério Público intervirá nos casos previstos em lei. Parágrafo único. § 2º O maior de dezoito anos poderá ser autor. 16. poderá ser dispensada a contestação formal e ambos serão apreciados na mesma sentença. Art. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. Art. A citação far-se-á: I – por correspondência. reputando-se eficazes as intimações enviadas ao local anteriormente indicado. § 1º A citação conterá cópia do pedido inicial. § 1º Do pedido constarão. com aviso de recebimento em mão própria. a assistência é obrigatória. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. datilografadas. por oficial de justiça.Da Conciliação e do Juízo Arbitral Art. § 4º O réu. no processo. Não se admitirá. nas de valor superior. inclusive para fins de conciliação. escrito ou oral. § 2º O Juiz alertará as partes da conveniência do patrocínio por advogado. que será obrigatoriamente identificado. 130 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 2º desta Lei. considerar-se-ão verdadeiras as alegações iniciais. § 3º Apenas os atos considerados essenciais serão registrados resumidamente. dispensados o registro prévio de pedido e a citação. a qualificação e o endereço das partes. instaurar-se-á. Seção VII . § 2º Não se fará citação por edital. As intimações serão feitas na forma prevista para citação. atendidos os critérios indicados no art. 13. não comparecendo este. Os demais atos poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. o Juiz togado ou leigo esclarecerá as partes presentes sobre as vantagens da conciliação. Comparecendo inicialmente ambas as partes. 17. 3º desta Lei. 3º desta Lei poderão ser alternativos ou cumulados. § 2º As partes comunicarão ao juízo as mudanças de endereço ocorridas no curso do processo. a extensão da obrigação. podendo ser assistidas por advogado. de forma simples e em linguagem acessível: I – o nome. Art. Admitir-se-á o litisconsórcio. independentemente de distribuição e autuação. III – sendo necessário. Art. de plano. na ausência da comunicação. Seção V .dos atos processuais Art. desde logo. poderá ser representado por preposto credenciado. § 4º As normas locais disporão sobre a conservação das peças do processo e demais documentos que o instruem.

a critério do autor. a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor (art.se o juiz declarar extinto o processo principal. § 1º Compete ao Juizado Especial promover a execução: I – dos seus julgados. Art. sucursal ou escritório. Lei n° 9.Dos Juizados Especiais Cíveis Seção I . em qualquer dos casos previstos no art. economia processual e celeridade. para apreciá-las e para dar especial valor às regras de experiência comum ou técnica. acolher a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor. a medida cautelar conservará a eficácia durante o período de suspensão do processo. salvo se o juiz. processo. as pessoas jurídicas de direito público.se. do Código de Processo Civil. e pelos Estados. Seção II . Art. Art. salvo por novo fundamento. dos Conciliadores e dos Juízes Leigos Art. 806.Do Juiz. deste Código. Aos procedimentos cautelares específicos. 8º Não poderão ser partes. IV – as ações possessórias sobre bens imóveis de valor não excedente ao fixado no inciso I deste artigo. no valor de até quarenta vezes o salário mínimo. 812. Art. Os Juízes leigos ficarão impedidos de exercer a advocacia perante os Juizados Especiais. as empresas públicas da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 129 . Art. Seção III . II . 16. no processo instituído por esta Lei. e os segundos. aplicam-se as disposições gerais deste Capítulo. obtida liminarmente a medida no caso do art. no procedimento cautelar. órgãos da Justiça Ordinária. os primeiros. III . atendendo aos fins sociais da lei e às exigências do bem comum. IV . simplicidade. 8º desta Lei.se o juiz acolher. recrutados. poderá a ação ser proposta no foro previsto no inciso I deste artigo. o preso. e também as relativas a acidentes de trabalho.099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) Dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e dá outras providências. entre advogados com mais de cinco anos de experiência. Art. 804 deste Código. Os autos do procedimento cautelar serão apensados aos do processo principal. 810. Se por qualquer motivo cessar a medida. II – do lugar onde a obrigação deva ser satisfeita. para conciliação. informalidade. julgamento e execução. no procedimento cautelar. agência. Art. 4º É competente. A indenização será liquidada nos autos do procedimento cautelar. do local onde aquele exerça atividades profissionais ou econômicas ou mantenha estabelecimento. o incapaz.Da Competência Art. falimentar. 5º O Juiz dirigirá o processo com liberdade para determinar as provas a serem produzidas. com ou sem julgamento do mérito. Parágrafo único. sempre que possível. 1º Os Juizados Especiais Cíveis e Criminais. o Juizado do foro: I – do domicílio do réu ou. o requerente do procedimento cautelar responde ao requerido pelo prejuízo que Ihe causar a execução da medida: I . Parágrafo único. excetuada a hipótese de conciliação. a conciliação ou a transação.Disposições Gerais Art. III . Sem prejuízo do disposto no art. 811. é defeso à parte repetir o pedido. regulados no Capítulo seguinte. III – do domicílio do autor ou do local do ato ou fato. II – dos títulos executivos extrajudiciais. assim consideradas: I – as causas cujo valor não exceda a quarenta vezes o salário mínimo. III – a ação de despejo para uso próprio. II – as enumeradas no art. 6º O Juiz adotará em cada caso a decisão que reputar mais justa e equânime. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I . filial. Art. nas causas de sua competência. não promover a citação do requerido dentro em 5 (cinco) dias. a resíduos e ao estado e capacidade das pessoas. inciso II. 2º O processo orientar-se-á pelos critérios da oralidade. 809. 275. O indeferimento da medida não obsta a que a parte intente a ação. 3º O Juizado Especial Cível tem competência para conciliação. Parágrafo único. Cessa a eficácia da medida cautelar: I . Em qualquer hipótese.Das Partes Art. § 3º A opção pelo procedimento previsto nesta Lei importará em renúncia ao crédito excedente ao limite estabelecido neste artigo. no Distrito Federal e nos Territórios.se ocorrer a cessação da eficácia da medida. para as causas previstas nesta Lei. 808.Trabalhando pela sua conquista. Parágrafo único. ainda que de cunho patrimonial. observado o disposto no § 1º do art. Salvo decisão judicial em contrário. fiscal e de interesse da Fazenda Pública. § 2º Ficam excluídas da competência do Juizado Especial as causas de natureza alimentar. nem influi no julgamento desta. enquanto no desempenho de suas funções. 7º Os conciliadores e Juízes leigos são auxiliares da Justiça. 810). Parágrafo único. 808. entre os bacharéis em Direito. II .se não for executada dentro de 30 (trinta) dias.se a sentença no processo principal Ihe for desfavorável. Art. processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade. preferentemente.se a parte não intentar a ação no prazo estabelecido no art. buscando. serão criados pela União. nas ações para reparação de dano de qualquer natureza. Capítulo II .

925. 798. Art. para. contados da data da efetivação da medida cautelar.o juízo cível competente.2001) Art. da juntada aos autos do mandado: I . 801. indicando as provas que pretende produzir. A execução. sem ouvir o réu. Não dispondo a lei de modo diverso. Sempre que.1994) Art.12. IV . Na execução fiscal. Art. 577. ou. (Redação dada pela Lei nº 5. sendo citado. Das medidas cautelares: arts.o nome. quando houver mais de um. os fatos alegados pelo requerente (arts.10. para evitar o dano. e. poderá o juiz determinar as medidas provisórias que julgar adequadas. a qualquer tempo. IV . ordenar a guarda judicial de pessoas e depósito de bens e impor a prestação de caução. cumular várias execuções. 574. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. na conformidade do disposto no Livro I. a medida cautelar será requerida diretamente ao tribunal. 802.12. 796 a 812 LIVRO III . Art. o juiz designará audiência de instrução e julgamento. 807. Art. autorizar ou vedar a prática de determinados atos. sempre que adequada e suficiente para evitar a lesão ou repará-la integralmente. 573. contestar o pedido. Capítulos II e III. expressamente autorizados por lei.10. fundada em título extrajudicial. fundada em título judicial. O procedimento cautelar pode ser instaurado antes ou no curso do processo principal e deste é sempre dependente. de 27. Parágrafo único. caso em que o juiz decidirá dentro em 5 (cinco) dias. Art. III . Não sendo contestado o pedido. que deu lugar à execução. Interposto o recurso. pela prestação de caução ou outra garantia menos gravosa para o requerido.o juízo que decidiu a causa no primeiro grau de jurisdição.os tribunais superiores. A execução fiscal (art. o juiz determinará os atos executivos e os oficiais de justiça os cumprirão. será processada perante o juízo competente. O requerido será citado.da execução da medida cautelar. (Redação dada pela Lei nº 5. ainda. Cabe à parte propor a ação. 579.10.358. Parágrafo único. Não se exigirá o requisito do n III senão quando a medida cautelar for requerida em procedimento preparatório. quando concedida liminarmente ou após justificação prévia. desde que para todas elas seja competente o juiz e idêntica a forma do processo.925. qualquer que seja o procedimento cautelar. Art. (Redação dada pela Lei nº 8.DAS MEDIDAS CAUTELARES CAPÍTULO I .a exposição sumária do direito ameaçado e o receio da lesão. 806. No caso do artigo anterior. cause ao direito da outra lesão grave e de difícil reparação.1973) Art. caso em que poderá determinar que o requerente preste caução real ou fidejussória de ressarcir os danos que o requerido possa vir a sofrer. ainda que fundadas em títulos diferentes. se não o tiver.Trabalhando pela sua conquista. 796. O credor ressarcirá ao devedor os danos que este sofreu. 800. no de sua residência ou no do lugar onde for encontrado. Art. como verdadeiros. a Fazenda Pública poderá escolher o foro de qualquer um dos devedores. O requerente pleiteará a medida cautelar em petição escrita.925.952. declarar inexistente. ou o foro de qualquer dos domicílios do réu. que indicará: I . (Redação dada pela Lei nº 8. de 13. Art. Conta-se o prazo. for necessário o emprego da força policial. Título IV. Art. 585. a obrigação. a profissão e a residência do requerente e do requerido. o estado civil. que ocorreu o termo. 803. quando esta for concedida em procedimento preparatório. sendo o mesmo o devedor. para efetivar a execução. (Redação dada pela Lei nº 10. no todo ou em parte. quando verificar que este. É lícito ao credor. 797. quando houver fundado receio de que uma parte. II .12. (Redação dada pela Lei nº 5. Art. quando a sentença. mas podem. 575.DA COMPETÊNCIA Art. de 1º.de citação devidamente cumprido. no foro da situação dos bens. processar-se-á perante: I . antes do julgamento da lide.1973) Art. 576. 805. É lícito ao juiz conceder liminarmente ou após justificação prévia a medida cautelar.1994) Art. presumir-seão aceitos pelo requerido. Se o requerido contestar no prazo legal.a lide e seu fundamento. havendo prova a ser nela produzida.a autoridade judiciária. A execução. 804. As medidas cautelares conservam a sua eficácia no prazo do artigo antecedente e na pendência do processo principal. V . 799. quando o título executivo for sentença penal condenatória ou sentença arbitral. que este Código regula no Capítulo II deste Livro. ser revogadas ou modificadas.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Além dos procedimentos cautelares específicos.1973) Parágrafo único. determinará o juiz medidas cautelares sem a audiência das partes. Parágrafo único. II . poderá o juiz. As medidas cautelares serão requeridas ao juiz da causa. 578. CAPÍTULO II . a ação poderá ainda ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato ou ocorreu o fato que deu origem à dívida. no prazo de 30 (trinta) dias. de 1º. o juiz a requisitará. embora nele não mais resida o réu. o Parágrafo único. passada em julgado. 285 e 319). de 13. Art. Vl) será proposta no foro do domicílio do réu. nas causas de sua competência originária. II . 128 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .as provas que serão produzidas. ao juiz competente para conhecer da ação principal. Só em casos excepcionais. quando a dívida deles se originar. A medida cautelar poderá ser substituída. Art.DO PROCESSO CAUTELAR TÍTULO ÚNICO . no prazo de 5 (cinco) dias. de 1º. quando preparatórias. a que for dirigida. poderá tornála ineficaz.952.

1973) III . (Redação dada pela Lei nº 5.953. de 1º.1994) Art. poderá a parte requerer.232. 475-R. (Incluído pela Lei nº 11.925. (Incluído pela Lei nº 11.232. de sentença arbitral ou de sentença estrangeira.10. o exeqüente poderá optar pelo juízo do local onde se encontram bens sujeitos à expropriação ou pelo do atual domicílio do executado.232.o devedor. de 2005) III – procurações outorgadas pelas partes.o fiador judicial.1973) V . de 2005) o § 3 Se sobrevier modificação nas condições econômicas. 566. Quando a indenização por ato ilícito incluir LIVRO II . III . com o consentimento do credor. as normas que regem o processo de execução de título extrajudicial.o Ministério Público. II .10.1973) IV . de 2005) o § 1 Este capital. quanto a esta parte. Parágrafo único. por morte deste. 566 a 579. o juiz. ou na sentença. de 13. 475-Q.925.DA EXECUÇÃO EM GERAL CAPÍTULO I . este a indicará na petição inicial da execução. de 13. sempre que.1973) II . a obrigação resultante do título executivo. Art.10. assim definido na legislaprestação de alimentos. conforme as circunstâncias. de 2005) III – o juízo cível competente.925.1994) a) serão extintos os embargos que versarem apenas sobre questões processuais. (Incluído pela Lei nº 11.232.953. (Incluído pela Lei nº 11. guintes peças do processo. se for o caso. 475-P.232.232. (Redação dada pela Lei nº 5.10. (Redação dada pela Lei nº 5. São sujeitos passivos na execução:(Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11.925. de 1º. títulos da dívida pública ou aplicações financeiras em banco oficial.232. observar-se-á o seguinte: (Incluído pela Lei nº 8. Na desistência da execução. 569.232.1994) b) nos demais casos. II . Aplicam-se subsidiariamente ao cumprimento da sentença. Podem também promover a execução. de 2005) IV – decisão de habilitação. a extinção dependerá da concordância do embargante. Quando o juiz decidir relação jurídica sujeita a condição ou termo. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. o § 2 Se a escolha couber ao credor. poderá ordenar ao devedor constituição de capital.o responsável tributário.232. nas causas de sua competência originária. representado por imóveis. outras peças processuais que o exeqüente considere necessárias. (Incluído pela Lei nº 11.232.DAS PARTES Art. de 2005) Do processo de execução: arts. o § 1 Devolver-se-á ao credor a opção. de 2005) II – o juízo que processou a causa no primeiro grau de jurisdição. de 2005) Art. O cumprimento da sentença efetuar-se-á perante: (Incluído pela Lei nº 11. ou nela prosseguir: I . (Incluído pela Lei nº 11.o credor a quem a lei confere título executivo. o credor não poderá executar a sentença sem provar que se realizou a condição ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 127 . de 2005) o § 2 O juiz poderá substituir a constituição do capital pela inclusão do beneficiário da prestação em folha de pagamento de entidade de direito público ou de empresa de direito privado de notória capacidade econômica. de 2005) V – facultativamente.232. cessar o desconto em folha ou cancelar as garantias prestadas. se outro prazo não Ihe foi determinado em lei. de 1º. a requerimento do devedor. 544.232.1973) I . (Incluído pela Lei nº 11.12. ou. Ihes for transmitido o direito resultante do título executivo. (Incluído pela Lei nº 11. será inalienável e impenhorável enquanto durar a obrigação do devedor.12. cuja renda assegure o pagamento do valor mensal da pensão. O credor tem a faculdade de desistir de toda a execução ou de apenas algumas medidas executivas. § 1 : (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 8. de 1º. reconhecido como tal no título executivo. 567. 568.o espólio. de 2005) I – sentença ou acórdão exeqüendo.925. de 2005) Art.953.o espólio. os herdeiros ou os sucessores do devedor. de 1º. o juiz mandará liberar o capital. de 2005) o § 5 Cessada a obrigação de prestar alimentos. de 2005) o § 4 Os alimentos podem ser fixados tomando por base o salário-mínimo. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 5. nos casos prescritos em lei. 572. Nas obrigações alternativas. no que couber. redução ou aumento da prestação. de 2005) Art. no contrato. quando se tratar de sentença penal condenatória. quando a escolha couber ao devedor.10. 571. Podem promover a execução forçada: I .232. se o devedor não a exercitou no prazo marcado.12.232. Art. 646 a 735 ção própria. nos casos de sub-rogação legal ou convencional. que assumiu. casos em que a remessa dos autos do processo será solicitada ao juízo de origem. No caso do inciso II do caput deste artigo. em valor a ser arbitrado de imediato pelo juiz. (Incluído pela Lei nº 11. este será citado para exercer a opção e realizar a prestação dentro em 10 (dez) dias.232. de 2005) Parágrafo único.1973) Art. (Incluído pela Lei nº 11.o cessionário. pagando o credor as custas e os honorários advocatícios.o sub-rogado. de 1º. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 8. Art. quando o direito resultante do título executivo Ihe foi transferido por ato entre vivos.10. (Redação dada pela Lei nº 5. de 13. os herdeiros ou os sucessores do credor. podendo o advogado vao ler-se do disposto na parte final do art.DO PROCESSO DE EXECUÇÃO TÍTULO I .o novo devedor. por fiança bancária ou garantia real.232. de 2005) II – certidão de interposição do recurso não dotado de efeito suspensivo.232. (Incluído pela Lei nº 11.Trabalhando pela sua conquista.925. de 2005) I – os tribunais.

232. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. arbitrada pelo juiz e prestada nos próprios autos. se o processo correu à revelia. de difícil ou incerta reparação.232. até o limite de sessenta vezes o valor do salário-mínimo.Trabalhando pela sua conquista. arbitrada de plano pelo juiz e prestada nos próprios autos.232.232. de 2005) o § 2 Quando o executado alegar que o exeqüente. por arbitramento. (Incluído pela Lei nº 11. entregar coisa ou pagar quantia. conforme o caso. de 2005) III – a sentença homologatória de conciliação ou de transação. 475-N. de 2005) IV – ilegitimidade das partes. de 2005) II – fica sem efeito. A impugnação somente poderá versar sobre: (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) II – inexigibilidade do título.232. em excesso de execução.232. observadas as seguintes normas: (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) IV – a sentença arbitral. (Incluído pela Lei nº 11. a multa de dez por cento incidirá sobre o restante. transação ou prescrição. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. salvo quando importar extinção da execução. o juiz mandará arquivar os autos.232. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 1 Ainda que atribuído efeito suspensivo à impugnação. de qualquer natureza. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) VI – a sentença estrangeira. (Incluído pela Lei nº 11. não fazer. de 2005) II – nos casos de execução provisória em que penda agravo de instrumento junto ao Supremo Tribunal Federal ou ao Superior Tribunal de Justiça (art.232. de 2005) I – corre por iniciativa. que se obriga. no que couber.232.232. de 2005) Art. ainda que inclua matéria não posta em juízo. caso contrário.232. do mesmo modo que a definitiva. pleiteia quantia superior à resultante da sentença. (Incluído pela Lei nº 11.232.232. Nos casos dos incisos II. a reparar os danos que o executado haja sofrido. em autos apartados. de 2005) VII – o formal e a certidão de partilha. (Incluído pela Lei nº 11. a impugnação será instruída e decidida nos próprios autos e.232. de 2005) III – o levantamento de depósito em dinheiro e a prática de atos que importem alienação de propriedade ou dos quais possa resultar grave dano ao executado dependem de caução suficiente e idônea. (Incluído pela Lei nº 11. sob pena de rejeição liminar dessa impugnação. de 2005) Art. de 2005) o § 2 A caução a que se refere o inciso III do caput deste artigo poderá ser dispensada: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) VI – qualquer causa impeditiva. para liquidação ou execução.232. A impugnação não terá efeito suspensivo. caso em que caberá apelação. cumprir-lhe-á declarar de imediato o valor que entende correto.232.232. homologado judicialmente. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232.232. São títulos executivos judiciais: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) V – o acordo extrajudicial. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. 544). se a sentença provisória for modificada ou anulada apenas em parte. IV e VI. como pagamento.232. aos herdeiros e aos sucessores a título singular ou universal. compensação. (Incluído pela Lei nº 11. nos casos de crédito de natureza alimentar ou decorrente de ato ilícito. de 2005) o § 2 Deferido efeito suspensivo. o mandado inicial (art. de 2005) o § 1 No caso do inciso II do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) V – excesso de execução.232. homologada pelo Superior Tribunal de Justiça.232. de 2005) I – quando. ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) III – penhora incorreta ou avaliação errônea. salvo quando da dispensa possa manifestamente resultar risco de grave dano. de 2005) I – falta ou nulidade da citação.232. (Incluído pela Lei nº 11. modificativa ou extintiva da obrigação. podendo o juiz atribuir-lhe tal efeito desde que relevantes seus fundamentos e o prosseguimento da execução seja manifestamente suscetível de causar ao executado grave dano de difícil ou incerta reparação. (Incluído pela Lei nº 11. 475-J) incluirá a ordem de citação do devedor. 475-O. o exeqüente instruirá a petição com cópias autenticadas das se- 126 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . conta e responsabilidade do exeqüente. (Incluído pela Lei nº 11. novação. de 2005) II – a sentença penal condenatória transitada em julgado.232.232.232. o exeqüente demonstrar situação de necessidade. de 2005) o § 5 Não sendo requerida a execução no prazo de seis meses. 475-M. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 3 Ao requerer a execução provisória. no caput deste artigo. considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. sem prejuízo de seu desarquivamento a pedido da parte. (Incluído pela Lei nº 11.232. no juízo cível. (Incluído pela Lei nº 11. exclusivamente em relação ao inventariante. de 2005) I – a sentença proferida no processo civil que reconheça a existência de obrigação de fazer. 475-L. de 2005) o § 3 A decisão que resolver a impugnação é recorrível mediante agravo de instrumento. restituindose as partes ao estado anterior e liquidados eventuais prejuízos nos mesmos autos.232. somente nesta ficará sem efeito a execução. é lícito ao exeqüente requerer o prosseguimento da execução.232. desde que superveniente à sentença.232.232. oferecendo e prestando caução suficiente e idônea. sobrevindo acórdão que modifique ou anule a sentença objeto da execução. A execução provisória da sentença far-seá. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Parágrafo único. se a sentença for reformada. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 1 Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo.

para determinar o valor da condenação. de 2005) o § 2 Quando na sentença houver uma parte líquida e outra ilíquida. de 26. Far-se-á a liquidação por artigos. o juiz. fixar de plano. por depender de conhecimentos especializados.352.DO CUMPRIMENTO DA SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. desta Lei. podendo oferecer impugnação. de 2005) o § 3 O exeqüente poderá. audiência. observar-se-á.232.232. o valor devido. de 2005) o § 1 Do auto de penhora e de avaliação será de imediato intimado o executado. se não o forem pelo terceiro. (Incluído pela Lei nº 11. o seu representante legal. expedir-se-á mandado de penhora e avaliação. inciso II. Far-se-á a liquidação por arbitramento quando: (Incluído pela Lei nº 11. O cumprimento da sentença far-se-á conforme os arts. 236 e 237). de 2005) Art.352. Caso o devedor.232.232. de 2005) o § 3 Nos processos sob procedimento comum sumário. (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) o § 3 Poderá o juiz valer-se do contador do juízo. 475-G.232. 475-A. quando a memória apresentada pelo credor aparentemente exceder os limites da decisão exeqüenda e. reputar-se-ão corretos os cálculos apresentados pelo credor. a liquidação desta. indicar desde logo os bens a serem penhorados. se necessário. o juiz nomeará o perito e fixará o prazo para a entrega do laudo.232. de 2005) o § 4 Se o credor não concordar com os cálculos feitos o nos termos do § 3 deste artigo. de 2005) o § 2 Se os dados não forem. é defesa a sentença ilíquida. quando. de 26. na pessoa de seu advogado. no que couber. e. Requerida a liquidação por arbitramento. de 2005) o § 4 Efetuado o pagamento parcial no prazo previsto Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 125 . 461 e 461-A desta Lei ou.2001) o § 3 Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em jurisprudência do plenário do Supremo Tribunal Federal ou em súmula deste Tribunal ou do tribunal superior competente. 475-B. 475-J. o credor requererá o cumprimento da sentença. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 10. fixando prazo de até trinta dias para o cumprimento da diligência. na forma do art.232. (Incluído pela Lei nº 11. 475-D. (Incluído pela Lei nº 11. processando-se em autos apartados. de 2005) II – o exigir a natureza do objeto da liquidação. o montante da condenação será acrescido de multa no percentual de dez por cento e. na liquidação. mas a penhora terá por base o valor encontrado pelo contador.232. na falta deste. de 26. bem como no caso de procedência dos embargos do devedor na execução de dívida ativa do mesmo valor. de 2005) Art. de 2005) Art. far-se-á a execução pelo valor originariamente pretendido.Trabalhando pela sua conquista. ou. não o efetue no prazo de quinze dias. cumprindo ao liquidante instruir o pedido com cópias das peças processuais pertinentes.232.232. de 2005) CAPÍTULO X . ou o direito controvertido.352.2001) CAPÍTULO IX . Na liquidação por artigos. houver necessidade de alegar e provar fato novo. poderá requisitá-los. 475-E. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 1 É definitiva a execução da sentença transitada em julgado e provisória quando se tratar de sentença impugnada mediante recurso ao qual não foi atribuído efeito suspensivo. 475-H.232. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Parágrafo único. configurar-se-á a situação prevista no art. na pessoa de seu advogado (arts. por execução. tratando-se de obrigação por quantia certa. de 2005) o § 2 Caso o oficial de justiça não possa proceder à avaliação. (Incluído pela Lei nº 11. condenado ao pagamento de quantia certa ou já fixada em liquidação.232. a requerimento do credor e observado o disposto no art. (Incluído pela Lei nº 11. los.232. 475-I.232.232. de 2005) Art.DA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. em autos apartados. 275. em seu requerimento. de 2005) o § 1 Quando a elaboração da memória do cálculo depender de dados existentes em poder do devedor ou de terceiro. (Incluído pela Lei nº 11. nomeará avaliador. Quando a sentença não determinar o valor devido. de 2005) o § 1 Do requerimento de liquidação de sentença será a parte intimada. Da decisão de liquidação caberá agravo de instrumento. (Incluído pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.12. Apresentado o laudo. a seu prudente critério. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. a requerimento do credor. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. referidos no art. de 2005) I – determinado pela sentença ou convencionado pelas partes.2001) o § 2 Não se aplica o disposto neste artigo sempre que a condenação.12. inciso II. ainda. de imediato. procede-se à sua liquidação. no juízo de origem.232. for de valor certo não excedente a 60 (sessenta) salários mínimos. cumprindo ao juiz. nos casos de assistência judiciária. de 2005) Art. por mandado ou pelo correio. no prazo de quinze dias. (Incluído pela Lei nº 11. 475-F. 362.232.232. 475-C.232. de 2005) Art. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. 614. 475-J desta Lei. se for o caso. (Incluído pela Lei nº 11. É defeso. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. querendo. 272). o juiz. (Incluído pela Lei nº 11. injustificadamente. de 2005) Art.232. apresentados pelo devedor. de 2005) o § 2 A liquidação poderá ser requerida na pendência de recurso. nos termos dos demais artigos deste Capítulo. o juiz proferirá decisão ou designará. Quando a determinação do valor da condenação depender apenas de cálculo aritmético. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. assinando-lhe breve prazo para a entrega do laudo. instruindo o pedido com a memória discriminada e atualizada do cálculo. alíneas ‘d’ e ‘e’ desta Lei.12. sobre o qual poderão as partes manifestar-se no prazo de dez dias. (Incluído pela Lei nº 10. de 2005) Art. discutir de novo a lide ou modificar a sentença que a julgou.232. o procedimento comum (art. ou pessoalmente.232. ao credor é lícito promover simultaneamente a execução daquela e.

as questões já decididas. VI). de 2005) Seção II . Art.352. 468.444. Art.pendente arresto de bens do devedor. inexatidões materiais. se a parte o requerer (arts. não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal. no curso do processo.10. caso verifique que se tornou insuficiente ou excessiva.proferida contra a União. A sentença. consistente em dinheiro ou em coisa. Art. a outra parte.444. 472. Se aquele que se comprometeu a concluir um contrato não cumprir a obrigação.352. 461-A. Se. o juiz. uma vez transitada em julgado. ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença. cabendo ao devedor escolher. III . 466-B. 585. reputar-se-ão deduzidas e repelidas todas as alegações e defesas. (Incluído pela Lei nº 11. a sentença produz coisa julgada em relação a terceiros. de 26.5. Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 10. A sentença que condenar o réu no pagamento de uma prestação. o juiz só poderá alterála: (Redação dada pela Lei nº 11. de ofício.2001) I . Tratando-se de contrato que tenha por objeto a transferência da propriedade de coisa determinada. todos os interessados. coisa julgada a resolução da o questão prejudicial. (Incluído pela Lei nº 10. no todo ou em parte. estabelecida como fundamento da sentença. haja ou não apelação. Art. Não fazem coisa julgada: I .a apreciação da questão prejudicial. 5 e 325). Está sujeita ao duplo grau de jurisdição.Trabalhando pela sua conquista. e as respectivas autarquias e fundações de direito público.232. desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva. ao conceder a tutela específica. caso em que poderá a parte pedir a revisão do que foi estatuído na sentença. algum fato constitutivo.352. 466-A. 467.444. o juiz for competente em razão da matéria e constituir pressuposto necessário para o julgamento da lide. 462. (Redação dada pela Lei nº 10.444.para Ihe corrigir.a verdade dos fatos.nos demais casos prescritos em lei. busca e apreensão. salvo se ainda não exigível. nos casos e formas legais. É defeso à parte discutir.os motivos. de 1º. valerá como título constitutivo de hipoteca judiciária. não o fazendo.925. III . nem a oferecer. de 26. não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário. de ofício ou a requerimento da parte. Na ação que tenha por objeto a entrega de coisa. Art. tratando-se de relação jurídica continuativa. (Incluído pela Lei nº 11. se houverem sido citados no processo. Il . Art.embora a condenação seja genérica. salvo: I . relativas à mesma lide. II . fixará o prazo para o cumprimento da obrigação. Publicada a sentença. 470. a sentença. Passada em julgado a sentença de mérito.5. a sentença: (Redação dada pela Lei nº 10.12. Condenado o devedor a emitir declaração de vontade.5. Denomina-se coisa julgada material a eficácia. 461. nem prejudicando terceiros. o credor a individualizará na petição inicial. a cujo respeito se operou a preclusão. produzirá todos os efeitos da declaração não emitida. de 7. de 26. no prazo fixado pelo juiz. cessárias.que julgar procedentes. 473. o Distrito Federal. não beneficiando. o Município.444.(Incluído pela Lei nº 10.232. que a parte poderia opor assim ao acolhimento como à rejeição do pedido. Nenhum juiz decidirá novamente as questões já decididas. Art. tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas. de 7. 474.232. Art. ou Ihe retificar erros de cálculo.5. no momento de proferir a sentença. (Redação dada pela Lei nº 10. 469.2002) o § 2 Não cumprida a obrigação no prazo estabelecido.Da Coisa Julgada Art. Art. (Redação dada pela Lei nº 5. decidida incidentemente no processo. cuja inscrição será ordenada pelo juiz na forma prescrita na Lei de Registros Públicos. de 7. conforme se tratar de coisa móvel ou imóvel. em litisconsórcio necessário.por meio de embargos de declaração.2002) o § 1 Tratando-se de entrega de coisa determinada pelo gênero e quantidade.12. Faz. (Incluído pela Lei nº 10. 475. se lhe couber a escolha. (Redação dada pela Lei nº 10.2002) o § 3 Aplica-se à ação prevista neste artigo o disposto o o nos §§ 1 a 6 do art.2001) II . todavia.232.ainda quando o credor possa promover a execução provisória da sentença. poderá obter uma sentença que produza o mesmo efeito do contrato a ser firmado. 463. 471. ou de outro direito. se necessário com requisição de força policial. Nas causas relativas ao estado de pessoa.2002) Art. A sentença condenatória produz a hipoteca judiciária: I . este a entregará individualizada. caberá ao juiz tomá-lo em consideração.444. II . sendo isso possível e não excluído pelo título. de 2005) I . remoção de pessoas e coisas. Art. os embargos à execução de dívida ativa da Fazenda Pública (art. a ação não será acolhida se a parte que a intentou não cumprir a sua prestação. depois da propositura da ação. II . de ofício ou a requerimento da parte.5. modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento da lide. que julgar total ou parcialmente a lide. sobreveio modificação no estado de fato ou de direito. o Estado. 466. tais como a imposição de multa por tempo de atraso. de 7. de 7. modificar o valor ou a periodicidade da multa. de 7. deverá o presidente do tribunal avocá- 124 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .5. 466-C. A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada. de 2005) Art. (Incluído pela Lei nº 10.2002) o § 6 O juiz poderá. de 2005) Art.12. o juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal.se.2002) Art. expedir-se-á em favor do credor mandado de busca e apreensão ou de imissão na posse.1973) Art. que torna imutável e indiscutível a sentença.2001) o § 1 Nos casos previstos neste artigo.

453.Dos Requisitos e dos Efeitos da Sentença Art. o perito. Art. 458. Art. 435. bem como. se for suficiente ou compatível com a obrigação. bem como ao órgão do Ministério Público.o relatório. Nos casos de extinção do processo sem julgamento do mérito.os fundamentos. Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais. Art.1994) o § 1 A obrigação somente se converterá em perdas e danos se o autor o requerer ou se impossível a tutela específica ou a obtenção do resultado prático correspondente. (Incluído pela Lei nº 8. a instrução.12. Não sendo possível concluir. observar-seo o á o disposto nos §§ 2 e 3 do art. o § 3 Quando a causa apresentar questões complexas de fato ou de direito. Art. (Incluído pela Lei nº 8. ainda quando decida relação jurídica condicional. CAPÍTULO VIII .12.419. é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justificação prévia.Trabalhando pela sua conquista.952. caso em que só será admissível uma vez.1973) Art. 457. a qualquer tempo. na hipótese do parágrafo anterior ou na sentença. em que o juiz analisará as questões de fato e de direito. é vedado ao juiz proferir sentença ilíquida. de 1º. o § 2 Pode ser dispensada pelo juiz a produção das provas requeridas pela parte cujo advogado não compareceu à audiência. II . citado o réu. o juiz dará a palavra ao advogado do autor e ao do réu. se não convencionarem de modo diverso. em resumo. III . ouvidas as partes. Parágrafo único. Art. o § 3 Quem der causa ao adiamento responderá pelas despesas acrescidas.12.952. (Incluído pela Lei nº 8. em decisão fundamentada. As provas serão produzidas na audiência nesta ordem: I .952. de 13. o juiz procederá à instrução. por motivo justificado. de ofício ou a requerimento. sucessivamente. II . Parágrafo único. termo que conterá. o juiz proferirá a sentença desde logo ou no prazo de 10 (dez) dias. o prazo. Art.1994) o § 2 A indenização por perdas e danos dar-se-á sem prejuízo da multa (art. que as partes Ihe submeterem. o § 1 Quando o termo for datilografado. 452. A audiência é una e contínua. primeiro do autor e depois do réu. Art. o debate e o julgamento. a suma do pedido e da resposta do réu. determinar as medidas neo Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 123 . Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais.12. (Redação dada pela Lei nº 5. se esta for proferida no ato. (Incluído pela Lei nº 8. prorrogável por 10 (dez).1994) o § 3 Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final. o § 3 O escrivão trasladará para os autos cópia autêntica do termo de audiência. as partes. o juiz proferirá a sentença no prazo de dez (10) dias. dividir-se-á entre os do mesmo grupo. a favor do autor. fixando-lhe prazo razoável para o cumprimento do preceito. independentemente de pedido do autor. num só dia. no todo ou em parte. 461. 456. o debate oral poderá ser substituído por memoriais.o perito e os assistentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos.1994) Art. 287). em que o juiz resolverá as questões. o § 4 Tratando-se de processo eletrônico. o juiz Ihe rubricará as folhas. o juiz marcará o seu prosseguimento para dia próximo. poderá o juiz. acolhendo ou rejeitando. que formará com o da prorrogação um só todo. o juiz. o § 1 Havendo litisconsorte ou terceiro. Il . Na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer. bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo. A medida liminar poderá ser revogada ou modificada.952. sob ditado do juiz. fixará os pontos controvertidos sobre que incidirá a prova. 459. III .o dispositivo. É defeso ao juiz proferir sentença. 169 desta Lei. de 13.se não puderem comparecer. caso em que o juiz designará dia e hora para o seu oferecimento. aberta a audiência. mandando apregoar as partes e os seus respectivos advogados. o § 1 Incumbe ao advogado provar o impedimento até a abertura da audiência. Ao iniciar a instrução. o juiz decidirá em forma concisa. cada qual pelo prazo de 20 (vinte) minutos.925.952. 451. Finda a instrução. os advogados. Art. o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou. Quando o autor tiver formulado pedido certo. de natureza diversa da pedida. de 13. determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento.1994) o § 4 O juiz poderá. impor multa diária ao réu. seguindo-se-lhe os opostos. os despachos e a sentença.o juiz tomará os depoimentos pessoais. O escrivão lavrará.12. A sentença deve ser certa. a critério do juiz.12. (Redação dada pela Lei nº 8. por extenso.DA SENTENÇA E DA COISA JULGADA Seção I . o opoente sustentará as suas razões em primeiro lugar. 456. São requisitos essenciais da sentença: I . se procedente o pedido. O juiz proferirá a sentença. de 13. o órgão do Ministério Público e o escrivão. § 2 Subscreverão o termo o juiz. 56. as testemunhas ou os advogados. serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu. de 2006). (Incluído pela Lei nº 11. A audiência poderá ser adiada: I . 455. de 13. o pedido formulado pelo autor.10. o § 2 No caso previsto no art.por convenção das partes. 460. pelo prazo de 20 (vinte) minutos para cada um.952. ordenando que sejam encadernadas em volume próprio. o ocorrido na audiência.1994) o § 5 Para a efetivação da tutela específica ou a obtenção do resultado prático equivalente. 454. (Incluído pela Lei nº 8. que conterá os nomes das partes. de 13.finalmente. bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado. requeridos no prazo e na forma do art. Art. não o fazendo.

448.925. em qualquer fase do processo. Art. por cópia. Chegando a acordo. o juiz mandará lavrar auto circunstanciado. (Redação dada pela Lei nº 8. Art. por motivo justificado. sem licença do juiz. II . lance em folha de papel. sob forma de quesitos. quando: I .a coisa não puder ser apresentada em juízo. prorrogação. 440. o juiz.exortar os advogados e o órgão do Ministério Público a que discutam a causa com elevação e urbanidade. O auto poderá ser instruído com desenho. 443. Seção II . bem como do material sujeito a exame. que desejar esclarecimento do perito e do assistente técnico. de 13. III . quando necessário. os advogados não podem intervir ou apartear. 436. A segunda perícia rege-se pelas disposições estabelecidas para a primeira. determinará o comparecimento das partes ao início da audiência de instrução e julgamento. Ill . gráfico ou fotografia. quando intimados 5 (cinco) dias antes da audiência. ao diretor do estabelecimento. As partes terão ciência da data e local designados pelo juiz ou indicados pelo perito para ter início a produção da prova. Seção VIII . 431-B. No dia e hora designados.manter a ordem e o decoro na audiência. Art. podendo formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos autos. Os assistentes técnicos oferecerão seus pareceres no prazo comum de 10 (dez) dias.DA AUDIÊNCIA Seção I . dizeres diferentes. Art.12.1973) Parágrafo único. Art.Da Instrução e Julgamento Art. o juiz poderá ser assistido de um ou mais peritos. terá valor de sentença.ordenar que se retirem da sala da audiência os que se comportarem inconvenientemente.10. O juiz autorizará a remessa dos autos. não puder apresentar o laudo dentro do prazo. cabendo ao juiz apreciar livremente o valor de uma e outra. 437. requererá ao juiz que mande intimá-lo a comparecer à audiência.1992) Parágrafo único. 434. Art. O juiz irá ao local. Ao realizar a inspeção direta. 449. de 1º.952.Da Inspeção Judicial Art. de 1º. terá lugar igualmente a conciliação. Em causas relativas à família. pode. II . Tratando-se de perícia complexa. Parágrafo único. O perito apresentará o laudo em cartório.requisitar. a quem se atribuir a autoria do documento. para efeito de comparação.1973) CAPÍTULO VII . que interesse à decisão da causa. após intimadas as partes da apresentação do laudo. O juiz exerce o poder de polícia.925. outras quaisquer peças. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade da letra e firma. 433.determinar a reconstituição dos fatos. de 27. a realização de nova perícia.(Redação dada pela Lei nº 10. entre os técnicos dos estabelecimentos oficiais especializados. de preferência. (Redação dada pela Lei nº 5. de ofício ou a requerimento da parte. o perito será escolhido. A audiência será pública. o perito. formulando desde logo as perguntas. O juiz poderá determinar. Art. (Incluído pela Lei nº 10. Enquanto depuserem as partes. por uma vez. a força policial. (Redação dada pela Lei nº 8. Se o perito. sem consideráveis despesas ou graves dificuldades. Parágrafo único. quando a matéria não Ihe parecer suficientemente esclarecida. 441. Art. Parágrafo único. documentos existentes em repartições públicas. 439.358. 447. nos casos e para os fins em que a lei consente a transação. 444. ou for de natureza médico-legal. O termo de conciliação.12. o juiz declarará 122 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 442. Concluída a diligência. onde se encontre a pessoa ou coisa. 432. As partes têm sempre direito a assistir à inspeção. A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos sobre que recaiu a primeira e destina-se a corrigir eventual omissão ou inexatidão dos resultados a que esta conduziu. competindolhe: I . o juiz tentará conciliar as partes. 431-A.455. 155. III . Quando o exame tiver por objeto a autenticidade ou a falsidade de documento. Art. A segunda perícia não substitui a primeira. 450. o juiz mandará tomá-lo por termo. (Incluído pela Lei nº 10.10. o perito poderá requisitar. de 27. 435. prestando esclarecimentos e fazendo observações que reputem de interesse para a causa. ou sob ditado. 446.8. Art. (Redação dada pela Lei nº 5.1994) Parágrafo único. de ofício. o juiz concederlhe-á. Parágrafo único. 445. 438.358. realizar-se-á a portas fechadas. O juiz não está adstrito ao laudo pericial. II . Parágrafo único. O perito e o assistente técnico só estarão obrigados a prestar os esclarecimentos a que se refere este artigo. mencionando nele tudo quanto for útil ao julgamento da causa. Art.12. Art. de 27.julgar necessário para a melhor verificação ou interpretação dos fatos que deva observar. na falta destes. Quando o litígio versar sobre direitos patrimoniais de caráter privado. poderá requerer ao juiz que a pessoa. Art. de ofício ou a requerimento da parte.proceder direta e pessoalmente à colheita das provas.12.dirigir os trabalhos da audiência. para fins de comparação.2001) Art. Art. segundo o seu prudente arbítrio. Compete ao juiz em especial: I . Antes de iniciar a instrução. assinado pelas partes e homologado pelo juiz. que abranja mais de uma área de conhecimento especializado.Trabalhando pela sua conquista. pelo menos 20 (vinte) dias antes da audiência de instrução e julgamento.358. inspecionar pessoas ou coisas.2001) Art. nos casos de que trata o art. O juiz. o juiz poderá nomear mais de um perito e a parte indicar mais de um assistente técnico. no prazo fixado pelo juiz.Da Conciliação Art. os assistentes técnicos e as testemunhas.Das Disposições Gerais Art. a fim de se esclarecer sobre fato. de 24.2001) Art. A parte. Seção III .

A prova pericial consiste em exame. 429.005.455. obtendo informações. II . requerendo-o a parte. ou depositá-la em cartório dentro de 3 (três) dias. desenhos. podendo.Da Prova Pericial Art.1992) Parágrafo único.1992) Art.1992) Art.1992) o § 1 Incumbe às partes. O juiz poderá dispensar prova pericial quando as partes. (Redação dada pela Lei nº 8. não Ihes fazendo perguntas ou considerações impertinentes.6. 418. datilografado ou registrado por taquigrafia.12. fixando de imediato o prazo para a entrega do laudo.455. O juiz indeferirá a perícia quando: I . por comparecer à audiência. II .1992) Art. se a parte o requerer. 428. ainda. Art. de 24. sobre fato determinado. 169 desta Lei. ouvidas as partes. capciosas ou vexatórias.455. 423. II . devendo a parte pagá-la logo que arbitrada. Quando a prova tiver de realizar-se por carta. A testemunha. o 405.1992) Art. (Renumerado pela Lei nº 11. 146). bem como instruir o laudo com plantas. que possa influir na decisão da causa. 422. 417. observaro o se-á o disposto nos §§ 2 e 3 do art. o § 2 A testemunha pode requerer ao juiz que a escuse de depor. Para o desempenho de sua função. estenotipia ou outro método idôneo de documentação. de 24. na inicial e na contestação.8. ou ser recusado por impedimento ou suspeição (art.8. Parágrafo único.a verificação for impraticável. ao qual se requisitar a perícia. durante a diligência. 424. 427. (Redação dada pela Lei nº 7. cabendo. ouvindo testemunhas.a prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico. por ocasião da audiência de instrução e julgamento a respeito das coisas que houverem informalmente examinado ou avaliado. Ao início da inquirição. ao aceitar a escusa ou julgar procedente a impugnação. quando o juiz o determinar. pelo depoente e pelos procuradores. o § 2 Quando a natureza do fato o permitir. O perito cumprirá escrupulosamente o encargo que Ihe foi cometido. o § 2 Tratando-se de processo eletrônico. de ofício ou a requerimento da parte: I . observando o disposto no art. Art. Art. II . podem o perito e os assistentes técnicos utilizar-se de todos os meios necessários. Art. de 28. de 24. quando. de 2006). deixar de cumprir o encargo no prazo que Ihe foi assinado.455.Trabalhando pela sua conquista. não sujeitos a impedimento ou suspeição. quesitos suplementares. (Redação dada pela Lei nº 8.sem motivo legítimo.1982) Art. 138. quando sujeita ao regime da legislação trabalhista. O depoimento. (Incluído pela Lei nº 11. cala ou oculta a verdade. a testemunha prestará o compromisso de dizer a verdade do que souber e Ihe for perguntado. de 24. de ofício ou a requerimento da parte. O juiz advertirá à testemunha que incorre em sanção penal quem faz a afirmação falsa. apresentarem sobre as questões de fato pareceres técnicos ou documentos elucidativos que considerar suficientes. divergirem as suas declarações.1992) I .indeferir quesitos impertinentes. 416. alegando os motivos de que trata o art. Parágrafo único. de 24. III). A testemunha pode requerer ao juiz o pagamento da despesa que efetuou para comparecimento à audiência. de 24.8.1992) Art. (Redação dada pela Lei nº 8.8.1994) o § 1 O depoimento será passado para a versão datilográfica quando houver recurso da sentença ou noutros casos.a inquirição de testemunhas referidas nas declarações da parte ou das testemunhas.455. primeiro à parte. independentemente de termo de compromisso. não sofre. perda de salário nem desconto no tempo de serviço. o juiz nomeará novo perito.carecer de conhecimento técnico ou científico. fotografias e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 121 . Parágrafo único. O juiz nomeará o perito. serão transcritas no termo. solicitando documentos que estejam em poder de parte ou em repartições públicas. 420. o juiz decidirá de plano. Da juntada dos quesitos aos autos dará o escrivão ciência à parte contrária. poderá proceder-se à nomeação de perito e indicação de assistentes técnicos no juízo. Art. O depoimento prestado em juízo é considerado serviço público. que o juiz indeferir.indicar o assistente técnico. O juiz pode ordenar.419. II . fixada tendo em vista o valor da causa e o possível prejuízo decorrente do atraso no processo.455. tomará o depoimento. 426. impor multa ao perito. e depois à parte contrária.8. O perito pode escusar-se (art. § 2º As perguntas.952. (Redação dada pela Lei nº 8. de 2006). de 24.8. Art. Seção VII . (Redação dada pela Lei nº 8. facultando-se às partes a sua gravação. dentro em 5 (cinco) dias. Os assistentes técnicos são de confiança da parte. 419. o § 2 As perguntas que o juiz indeferir serão obrigatoriamente transcritas no termo.419. de 24. a perícia poderá consistir apenas na inquirição pelo juiz do perito e dos assistentes.455. No caso previsto no inciso II. contados da intimação do despacho de nomeação do perito: I . 421. será assinado pelo juiz.for desnecessária em vista de outras provas produzidas. (Redação dada pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 8.8. vistoria ou avaliação.a acareação de duas ou mais testemunhas ou de alguma delas com a parte. Poderão as partes apresentar.8.455. Compete ao juiz: I . 415. formular perguntas tendentes a esclarecer ou completar o depoimento. Art. o § 1 As partes devem tratar as testemunhas com urbanidade.formular os que entender necessários ao esclarecimento da causa. (Redação dada pela Lei nº 8. 406.apresentar quesitos. O perito pode ser substituído quando: (Redação dada pela Lei nº 8. o juiz comunicará a ocorrência à corporação profissional respectiva. § 4 . III . O juiz interrogará a testemunha sobre os fatos articulados. de 13. 425. Art. que a arrolou.

as que são inquiridas por carta. na audiência de instrução. concede idêntica prerrogativa ao agente diplomático do Brasil.9. IX . sob registro ou com entrega em mão própria.se nada souber. (Redação dada pela Lei nº 5. será conduzida.710.925. de 1º. por doença. de 1º. São inquiridos em sua residência. dez testemunhas. em linha reta. Quando for arrolado como testemunha o juiz da causa.925. que desistiu de ouvi-la. II .os desembargadores dos Tribunais de Justiça. de 1º. tendo mudado de residência.925.1973) II . Se a testemunha negar os fatos que Ihe são imputados. no prazo que o juiz fixará ao designar a data da audiência. Art. o juiz o requisitará ao chefe da repartição ou ao comando do corpo em que servir. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.10. 409.925. ou na colateral em segundo grau. omitindo-se o juiz. presumindo-se. bem como se tem relações de parentesco com a parte. ou o seu amigo íntimo. Art. III . 408. Vll . 410.o inimigo capital da parte. por seus costumes. constando do mandado dia.1973) IV . não estiver em condições de depor. (Redação dada pela Lei nº 5. Sendo provados ou confessados os fatos. de 1º.10. a parte só pode substituir a testemunha: I .o que. declarando o nome por inteiro.a cujo respeito.10. profissão. de 1º.que. hora e local a fim de ser inquirida. 414. hora e local.12. os juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho e dos Tribunais Regionais Eleitorais e os conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. quando a testemunha tiver residência certa. sem motivo justificado.os governadores dos Estados. ou outro motivo relevante. caso não compareça. que o incluiu no rol. Se a testemunha deixar de comparecer. Depois de apresentado o rol. 406.1973) o § 1 A parte pode comprometer-se a levar à audiência a testemunha. Parágrafo único.o presidente do Senado e o da Câmara dos Deputados. bem como ao seu cônjuge e aos seus parentes consangüíneos ou afins. providenciando de modo que uma não ouça o depoimento das outras. II . Antes de depor. (Redação dada pela Lei nº 5. 415) e o juiz Ihes atribuirá o valor que possam merecer.os ministros do Supremo Tribunal Federal.925. se tiver conhecimento de fatos.o embaixador de país que.que falecer. primeiro as do autor e depois as do réu. os juízes dos Tribunais de Alçada. a parte poderá provar a contradita com documentos ou com testemunhas.declarar-se-á impedido.as que. respondendo pelas despesas do adiamento. II . de 2006).358.o condenado por crime de falso testemunho. A testemunha não é obrigada a depor de fatos: I . parágrafo único). Subseção II . desistir de seu depoimento. a profissão.Trabalhando pela sua conquista. ou onde exercem a sua função: I . apresentada no ato e inquiridas em separado. por estado ou profissão. de 1º.as que prestam depoimento antecipadamente. O juiz inquirirá as testemunhas separada e sucessivamente.925.o que tiver interesse no litígio.382. não for encontrada pelo oficial de justiça. bem como os nomes das partes e a natureza da causa. do Tribunal Superior do Trabalho e do Tribunal de Contas da União. por lei ou tratado. (Incluído pela Lei nº 8.1973) o § 3 A intimação poderá ser feita pelo correio.que Ihe acarretem grave dano. estão impossibilitadas de comparecer em juízo (art.os ministros de Estado. este: I .1973) o § 4 Sendo estritamente necessário. de 27. A testemunha é intimada a comparecer à audiência.10. X . de 1º. O juiz solicitará à autoridade que designe dia. por enfermidade. mas os seus depoimentos serão prestados independentemente de compromisso (art. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) III . (Redação dada pela Lei nº 5. ou interesse no objeto do processo. mandará excluir o seu nome. de 24. Art. IV .2001) Parágrafo único.Da Produção da Prova Testemunhal Art.925.925. 412.10. de que trata o artigo antecedente. (Redação dada pela Lei nº 5. É lícito a cada parte oferecer. dos Territórios e do Distrito Federal. no máximo. o § 1 É lícito à parte contraditar a testemunha. caso em que será defeso à parte. do Superior Tribunal Militar. (Redação dada pela Lei nº 11. 407. precisando-lhes o nome. exceto: I . Art.as designadas no artigo seguinte. que possam influir na decisão. a residência e o estado civil. ou Ihe 120 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . perante o juiz da causa. II .os senadores e deputados federais. não for digno de fé. a testemunha será qualificada. do Tribunal Superior Eleitoral.os deputados estaduais.que.10. IV .1973) Art. deva guardar sigilo. remetendo-lhe cópia da petição inicial ou da defesa oferecida pela parte. (Redação dada pela Lei nº 5.10. Art.o Presidente e o Vice-Presidente da República. havendo transitado em julgado a sentença. Vlll . 336. o rol será apresentado até 10 (dez) dias antes da audiência.1973) o § 2 Quando figurar no rol de testemunhas funcionário público ou militar. Vl .1993) Art. III . III .10. até três. independentemente de intimação. Art. de 1º. depositar em cartório o rol de testemunhas. II .10. As testemunhas depõem. 413. o juiz poderá dispensar as restantes. (Redação dada pela Lei nº 10. quando qualquer das partes oferecer mais de três testemunhas para a prova de cada fato.o procurador-geral da República. o juiz dispensará a testemunha. do Superior Tribunal de Justiça. o impedimento ou a suspeição. 411.1973) I . V . que arrolou como testemunha. argüindo-lhe a incapacidade. o juiz ouvirá testemunhas impedidas ou suspeitas. Incumbe às partes. residência e o local de trabalho.

os vícios do consentimento.10. Intimada a parte.10. bem como o ascendente e o descendente em qualquer grau. (Redação dada pela Lei nº 5.nos contratos em geral. ou debilidade mental.925. que produziu o documento. ao tempo em que ocorreram os fatos.10. contados da intimação da sua juntada aos autos. incumbindo à parte. até o terceiro grau.já provados por documento ou confissão da parte. (Incluído pela Lei nº 5. O juiz requisitará às repartições públicas em qualquer tempo ou grau de jurisdição: I .que só por documento ou por exame pericial puderem ser provados. quer tempo e grau de jurisdição. Art. (Incluído pela Lei nº 5. As normas estabelecidas nos dois artigos antecedentes aplicam-se ao pagamento e à remissão da dívida. Qualquer que seja o valor do contrato. de alguma das partes. com os documentos destinados a provar-lhe as alegações.1973) III . de 1º.925. Art.1973) I . expondo os motivos em que funda a sua pretensão e os meios com que provará o alegado.1973) I . ou as respectivas entidades da administração indireta. ou. Art. Art. 393. é admissível a prova testemunhal.925.as certidões necessárias à prova das alegações das partes.925. juntar aos autos documentos novos.o credor não pode ou não podia.925. o juiz.10. Art. que produziu o documento. suscitá-lo na contestação ou no prazo de 10 (dez) dias.925.10. em casos como o de parentesco. 399. tratando-se de causa relativa ao estado da pessoa. declarará a falsidade ou autenticidade do documento. 403. ao tempo em que deve depor. Art. Art. 297). impedidas ou suspeitas. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 119 . de 2006). Logo que for suscitado o incidente de falsidade. depósito necessário ou hospedagem em hotel. 395. certificando. salvo se o exigir o interesse público.1973) o § 3 São suspeitos: (Redação dada pela Lei nº 5. quando: I .Da Prova Testemunhal Subseção I . o juiz ouvirá.o menor de 16 (dezesseis) anos. ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos. (Renumerado pela Lei nº 11. no prazo de 5 (cinco) dias.o que. de 2006). o juiz ordenará o exame pericial. É lícito à parte inocente provar com testemunhas: I . concordar em retirá-lo e a parte contrária não se opuser ao desentranhamento. Seção VI . O juiz indeferirá a inquirição de testemunhas sobre fatos: I .o que é parte na causa.1973) II . Art. 398. a outra. o juiz suspenderá o processo principal. Parágrafo único. findo o prazo. devolverá os autos à repartição de origem. 401. não podia discerni-los. de 1º. de 1º.10. no prazo máximo e improrrogável de 30 (trinta) dias. o § 2 As repartições públicas poderão fornecer todos os documentos em meio eletrônico conforme disposto em lei. 392. a responder no prazo de 10 (dez) dias. de 1º.925. Quando o documento for oferecido antes de encerrada a instrução. obter a prova escrita da obrigação. Art. que assistam ou tenham assistido as partes.10. 404. de 1º. Art. ao tempo em que foram celebrados. se a parte. moral ou materialmente. no tribunal processar-se-á perante o relator. Subseção III . 400. 394. A sentença. certidões ou reproduções fotográficas das peças indicadas pelas partes ou de ofício. II .925.o cônjuge. II . que resolver o incidente.nos contratos simulados. 396.925. ou. de 1º. de 1º.1973) IV . Podem depor como testemunhas todas as pessoas. que se trata de extrato fiel do que consta em seu banco de dados ou do documento digitalizado.Da Admissibilidade e do Valor da Prova Testemunhal Art.419.1973) o § 2 São impedidos: (Redação dada pela Lei nº 5.os procedimentos administrativos nas causas em que forem interessados a União. o Estado. Art. (Incluído pela Lei nº 5. 402. que o juiz repute necessária ao julgamento do mérito.1973) II . II . a divergência entre a vontade real e a vontade declarada. ou colateral. o § 1 Recebidos os autos. Compete à parte instruir a petição inicial (art.925.o interdito por demência. por consangüinidade ou afinidade. Art. II . quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados. o advogado e outros. 283). 405. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 5. Depois de encerrada a instrução. a parte o argüirá de falso. acometido por enfermidade. Não se procederá ao exame pericial. Art. de 1º. o juiz mandará extrair.925.1973) o § 1 São incapazes: (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. 391. não dispondo a lei de modo diverso. como o tutor na causa do menor. quando a ciência do fato depender dos sentidos que Ihes faltam. ou a resposta (art.Da Produção da Prova Documental Art.Trabalhando pela sua conquista.1973) III . Sempre que uma das partes requerer a juntada de documento aos autos. A prova testemunhal é sempre admissível. reputando-se tal o documento emanado da parte contra quem se pretende utilizar o documento como prova.o que intervém em nome de uma parte. exceto as incapazes. o representante legal da pessoa jurídica. de 1º.419. em petição dirigida ao juiz da causa. o Município.10.10.o cego e o surdo. 397. (Redação dada pela Lei nº 5. É lícito às partes.houver começo de prova por escrito.10. em qualquer tempo. a seu respeito. o incidente de falsidade correrá em apenso aos autos principais. observando-se o disposto no artigo antecedente. (Redação dada pela Lei nº 5. não está habilitado a transmitir as percepções. contra quem foi produzido o documento. pelo mesmo meio. não se puder obter de outro modo a prova. A prova exclusivamente testemunhal só se admite nos contratos cujo valor não exceda o décuplo do maior salário mínimo vigente no país. (Incluído pela Lei nº 11.

intimadas as partes. que o credor conservar em seu poder. Parágrafo único. 384.na liquidação de sociedade. Art. Aplica-se esta regra tanto para o documento. Art.quando e como determinar a lei. como a fotográfica. que Ihe é atribuída. II . Art. estando assinado.aquele que o fez e o assinou. Reputa-se autor do documento particular: I . Dar-se-á abuso quando aquele. 387. à parte que a argüir. o § 2 . Parágrafo único. o formar ou o completar. que recebeu documento assinado. faz prova dos fatos ou das coisas representadas. O documento particular. II . Os livros comerciais. Art. As cartas. emenda. 388. de ofício. 390. Cessa. não se costuma assinar. que visa a suprir a falta de título em favor de quem é apontado como credor.se tratar de falsidade de documento. O telegrama. o radiograma ou qualquer outro meio de transmissão tem a mesma força probatória do documento particular. alegar no prazo estabelecido no art. provam também a favor do seu autor no litígio entre comerciantes. a eficácia da admissão expressa ou tácita. proceder à conferência e certificar a conformidade entre a cópia e o original. salvo se provar que estes se não verificaram. Qualquer reprodução mecânica. que o tem por verdadeiro. quando em ponto substancial e sem ressalva contiver entrelinha. Parágrafo único. Compete à parte. 380. se Ihe admite ou não a autenticidade da assinatura e a veracidade do contexto. bem como reproduções autenticadas. 371. ambos serão considerados em conjunto como unidade. 377. se o original constante da estação expedidora foi assinado pelo remetente. O incidente de falsidade tem lugar em qual- 118 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ainda que não assinada. como para aquele que se achar em poder do devedor.Se a prova for uma fotografia publicada em jornal. 386.925.Trabalhando pela sua conquista. for abusivamente preenchido.Quando se tratar de fotografia. faz prova em benefício do devedor. II .lhe for contestada a assinatura e enquanto não se Ihe comprovar a veracidade. 383. prova que o seu autor fez a declaração. que os lançamentos não correspondem à verdade dos fatos.Da Argüição de Falsidade Art. 389. mandando compô-lo. Art. por todos os meios permitidos em direito.1973) Art. o documento particular. sendo defeso à parte. Impugnada a autenticidade da reprodução mecânica. Art. de cuja autenticidade se não duvida. dos documentos particulares. com o silêncio. O telegrama ou o radiograma presume-se conforme com o original. por conta de quem foi feito. II . de modo certo. Cessa a fé do documento particular quando: I . borrão ou cancelamento. III . se aquele contra quem foi produzida Ihe admitir a conformidade. a anterioridade da formação do documento.da sua apresentação em repartição pública ou em juízo. Art. todavia. bem como os registros domésticos. Parágrafo único. cinematográfica. contra quem foi produzido documento particular. Art. como livros comerciais e assentos domésticos. sendo-lhe declarada judicialmente a falsidade.expressam conhecimento de fatos para os quais não se exija determinada prova. 379. V . Cessa a fé do documento. que preencham os requisitos exigidos por lei. admitido expressa ou tacitamente. presumindo-se.em alterar documento verdadeiro. O juiz pode. Art. demonstrar. II . Art. O juiz apreciará livremente a fé que deva merecer o documento. III .contêm anotação. Art.aquele que.enunciam o recebimento de um crédito. 382. 374. qualquer dos signatários. IV . As reproduções fotográficas ou obtidas por outros processos de repetição. Art. Art. porque. 381. que pretende utilizar-se dele. valem como certidões.em formar documento não verdadeiro. II . sempre que o escrivão portar por fé a sua conformidade com o original. Art. provando a data de sua expedição e do recebimento pelo destinatário. com texto não escrito no todo ou em parte. Parágrafo único.10. não o firmou. 378. 376. a exibição integral dos livros comerciais e dos documentos do arquivo: I . o § 1 . O juiz pode ordenar. A falsidade consiste: I . 385. o juiz ordenará a realização de exame pericial. uns são favoráveis ao interesse de seu autor e outros Ihe são contrários. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação.do ato ou fato que estabeleça.aquele. público ou particular.na sucessão por morte de sócio.assinado em branco. Os livros comerciais provam contra o seu autor. dolo ou coação. é indivisível. III . se o documento houver sido obtido por erro. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo anterior. 390. à parte que produziu o documento. violando o pacto feito com o signatário. extraindo-se deles a suma que interessar ao litígio. esta terá de ser acompanhada do respectivo negativo. Art. de 1º. 372. a requerimento da parte. todavia. Art. Parágrafo único. A firma do remetente poderá ser reconhecida pelo tabelião. fonográfica ou de outra espécie. por si ou por meio de outrem. cabendo ao escrivão. ordenar à parte a exibição parcial dos livros e documentos. Parágrafo único. conforme a experiência comum. Incumbe o ônus da prova quando: I . Subseção II . 375. aceitar os fatos que Ihe são favoráveis e recusar os que são contrários ao seu interesse. A escrituração contábil é indivisível: se dos fatos que resultam dos lançamentos.se tratar de contestação de assinatura. Art. declarando-se essa circunstância no original depositado na estação expedidora. Art. provam contra quem os escreveu quando: I . É lícito ao comerciante. 373. (Redação dada pela Lei nº 5. A cópia de documento particular tem o mesmo valor probante que o original. exigir-se-ão o original e o negativo.

bem como o das partes e. Ao decidir o pedido. o tabelião. presumem-se verdadeiras em relação ao signatário. de 1º. contiver declaração de ciência.se a publicidade do documento redundar em desonra à parte ou ao terceiro. IV . Se os motivos de que tratam os ns. de 2006).se a recusa for havida por ilegítima. for comum às partes. o juiz mandará citá-lo para responder no prazo de 10 (dez) dias. quando juntados aos autos pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares. Art. sendo subscrito pelas partes.se a exibição acarretar a divulgação de fatos.1973) III . sob as penas da lei. de 1º. no prazo de 5 (cinco) dias. Parágrafo único. em seguida proferirá a sentença. Art.se o documento. declarando que foi aposta em sua presença.as cópias reprográficas de peças do próprio processo judicial declaradas autênticas pelo próprio advogado sob sua responsabilidade pessoal. III .925.1973) IV . tem a mesma eficácia probatória do documento particular. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz expedirá mandado de apreensão.10. o juiz designará audiência especial. mas também dos fatos que o escrivão. o juiz poderá determinar o seu depósito em cartório ou secretaria.10. 362. nenhuma outra prova. Mas. se o terceiro descumprir a ordem. ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização. força policial. requisitando.419. ou sem a observância das formalidades legais. 360. públicos e privados. devam guardar segredo. I a V disserem respeito só a uma parte do conteúdo do documento. 369. escrito e assinado.1973) II . III . Art. A parte e o terceiro se escusam de exibir. desde que autenticadas por oficial público ou conferidas em cartório. impondo ao requerente que o embolse das despesas que tiver. se necessário. V . ou lhes representar perigo de ação penal. O documento. tomando-lhe o depoimento.382. mencionados no inciso VI do caput deste artigo. de 1º. a cujo respeito. o § 1 Os originais dos documentos digitalizados. pode suprir-lhe a falta. 365. competindo ao interessado em sua veracidade o ônus de provar o fato.419. sem justo motivo. relativa a determinado fato. da outra se extrairá uma suma para ser apresentada em juízo. 359.Da Prova Documental Subseção I . Art.10.os traslados e as certidões extraídas por oficial público. bem como a seus parentes consangüíneos ou afins até o terceiro grau. que sobreveio a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 117 . de 1º.925. de testemunhas. Art. O documento público faz prova não só da sua formação. segundo o prudente arbítrio do juiz.se subsistirem outros motivos graves que. Art.10. nem fizer qualquer declaração no prazo do art. As declarações constantes do documento particular. (Incluído pela Lei nº 11. deverão ser preservados pelo seu detentor até o final do prazo para interposição de ação rescisória. provar-se-á por todos os meios de direito. (Redação dada pela Lei nº 5. o § 2 Tratando-se de cópia digital de título executivo extrajudicial ou outro documento relevante à instrução do processo. de 2006). justifiquem a recusa da exibição. em relação a terceiros. II .as certidões textuais de qualquer peça dos autos.10. quando a seu respeito surgir dúvida ou impugnação entre os litigantes. com os respectivos originais. Art.10. de 2006). sendo extraídas por ele ou sob sua vigilância e por ele subscritas. Art. que as informações conferem com o que consta na origem. 368. ou a posse do documento ou da coisa. mas não o fato declarado. 367. III .a partir da impossibilidade física. Reputa-se autêntico o documento. de instrumentos ou documentos lançados em suas notas. por mais especial que seja. pelas repartições públicas em geral e por advogados públicos ou privados.Trabalhando pela sua conquista. VI .419. Art. tudo sem prejuízo da responsabilidade por crime de desobediência. (Redação dada pela Lei nº 5. Se o terceiro.1973) Seção V . (Redação dada pela Lei nº 5. por meio do documento ou da coisa. II .10. se não lhes for impugnada a autenticidade. (Incluído pela Lei nº 11. de 1º. Art. por estado ou profissão. ou de outro livro a cargo do escrivão. 357.os extratos digitais de bancos de dados. 364. (Redação dada pela Lei nº 5.925. pelas procuradorias.se a sua apresentação puder violar dever de honra. 361. o juiz lhe ordenará que proceda ao respectivo depósito em cartório ou noutro lugar designado. como da substância do ato. 366. de 2006).Da Força Probante dos Documentos Art. Quando o documento ou a coisa estiver em poder de terceiro. do protocolo das audiências. desde que atestado pelo seu emitente.as reproduções dos documentos públicos.925. Quando.419.1973) Parágrafo único. por seu conteúdo.1973) V . II .no dia em que foi registrado. se recusar a efetuar a exibição. quando o tabelião reconhecer a firma do signatário. considerar-se-á datado o documento particular: I .925. Quando a lei exigir. todavia. (Redação dada pela Lei nº 5.925. ou somente assinado. pelo Ministério Público e seus auxiliares.925. de 2006). 370. feito por oficial público incompetente. de 1º. em juízo. o documento particular prova a declaração. a parte pretendia provar: I . público ou particular. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.desde a morte de algum dos signatários. o documento ou a coisa: (Redação dada pela Lei nº 5.se concernente a negócios da própria vida da família. Se o terceiro negar a obrigação de exibir.as reproduções digitalizadas de qualquer documento. A data do documento particular. o instrumento público. 363. o juiz admitirá como verdadeiros os fatos que.se o requerido não efetuar a exibição. Art.1973) I . Fazem a mesma prova que os originais: I . ou o funcionário declarar que ocorreram em sua presença. se necessário. de 1º.

Seção II . na sentença. a confissão de um cônjuge não valerá sem a do outro. da qual constituir o único fundamento. Há confissão. quando. de desquite e de anulação de casamento. não podendo servir-se de escritos adrede preparados. Nas ações que versarem sobre bens imóveis ou direitos sobre imóveis alheios. no processo. Além dos deveres enumerados no art. suscetíveis de constituir fundamento de defesa de direito material ou de reconvenção. tanto que requerida pela parte. 14. 342. ou por mandatário com poderes especiais. Parágrafo único. 353.submeter-se à inspeção judicial. A parte responderá pessoalmente sobre os fatos articulados. a consulta a notas breves.informar ao juiz os fatos e as circunstâncias. O pedido formulado pela parte conterá: I . a quem ainda não depôs. o juiz. quando feita verbalmente. 344. uma vez iniciada. que for julgada necessária. todavia. Parágrafo único. A confissão. caso não compareça ou. Art. que a quiser invocar como prova. ou contida em testamento. A confissão espontânea pode ser feita pela própria parte. II . Art. em qualquer estado do processo. a confissão provocada constará do depoimento pessoal prestado pela parte. Quando o juiz não o determinar de ofício. sem motivo justificado.praticar o ato que Ihe for determinado. É defeso. 347.a finalidade da prova. feita a terceiro. de ofício. Parágrafo único. poderão ser juntas aos autos até o julgamento final. 354. 345. 349. contrário ao seu interesse e favorável ao adversário. 340. 346. de regra.Trabalhando pela sua conquista. Art. a fim de interrogá-la na audiência de instrução e julgamento.280. se pendente o processo em que foi feita. 265 desta Lei. se houve recusa de depor. nos casos de que trata este artigo. em relação a qualquer pleito: I . II . tão completa quanto possível.Da Exibição de Documento ou Coisa Art. II . tem a mesma eficácia probatória da judicial. por estado ou profissão. se recuse a depor. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada. será livremente apreciada pelo juiz. 116 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . II . Quando a parte. comparecendo. 355. o § 1 A parte será intimada pessoalmente. depois de transitada em julgado a sentença. Art. passa aos seus herdeiros. Parágrafo único. 348. que se ache em seu poder. ou comparecendo. Seção III . 339. II . constando do mandado que se presumirão confessados os fatos contra ela alegados. o juiz permitirá que o requerente prove. Ninguém se exime do dever de colaborar com o Poder Judiciário para o descobrimento da verdade. Se afirmar que não possui o documento ou a coisa.comparecer em juízo. Da confissão espontânea. todavia. feita por escrito à parte ou a quem a represente. o juiz Ihe aplicará a pena de confissão. Art. II . III . de que tenha conhecimento. apreciando as demais circunstâncias e elementos de prova. 352. Art. Art. 357. Compete ao terceiro. todavia. 358. O juiz pode ordenar que a parte exiba documento ou coisa. não devolvidas dentro do prazo ou concedidas sem efeito suspensivo. Art.a cujo respeito. Cabe ao confitente o direito de propor a ação. a prova nelas solicitada apresentar-se imprescindível. 343. A confissão é judicial ou extrajudicial. se recusar a depor. respondendo ao que Ihe for interrogado. Art. Art. do documento ou da coisa. (Redação dada pela Lei nº 11. 341. tendo sido requeridas antes da decisão de saneamento. Art. só terá eficácia nos casos em que a lei não exija prova literal. em juízo. que a declaração não corresponde à verdade. determinar o comparecimento pessoal das partes. A confissão extrajudicial. Não vale como confissão a admissão. o juiz Ihe permitirá. de 2006) Parágrafo único. que esteja em seu poder. inciso IV do art.a individuação.Da Confissão Art. indivisível. A confissão judicial faz prova contra o confitente. ou empregar evasivas. Art. Art. Esta disposição não se aplica às ações de filiação.se o requerido tiver obrigação legal de exibir. Parágrafo único.se o requerido aludiu ao documento ou à coisa.criminosos ou torpes. Art. A confissão é. mas. aceitá-la no tópico que a beneficiar e rejeitá-la no que Ihe for desfavorável. que Ihe forem imputados.por ação rescisória.exibir coisa ou documento. Cindir-se-á. pode ser revogada: I . por qualquer meio. Seção IV . deva guardar sigilo. A parte não é obrigada a depor de fatos: I . se lavrará o respectivo termo nos autos. a fim de interrogá-las sobre os fatos da causa. Todavia. os litisconsortes. O juiz pode. O juiz não admitirá a recusa: I . A carta precatória e a carta rogatória. 356. compete a cada parte requerer o depoimento pessoal da outra. dolo ou coação. A parte será interrogada na forma prescrita para a inquirição de testemunhas. não prejudicando.as circunstâncias em que se funda o requerente para afirmar que o documento ou a coisa existe e se acha em poder da parte contrária. quando emanar de erro. Art.Do Depoimento Pessoal Art. Art. de fatos relativos a direitos indisponíveis. 351. quando o confitente Ihe aduzir fatos novos. 350. compete à parte: I . indicando os fatos que se relacionam com o documento ou a coisa. o § 2 Se a parte intimada não comparecer. O requerido dará a sua resposta nos 5 (cinco) dias subseqüentes à sua intimação. quando a parte admite a verdade de um fato. III . desde que objetivem completar esclarecimentos.por ação anulatória. Parágrafo único. assistir ao interrogatório da outra parte. deixar de responder ao que Ihe for perguntado. declarará. com o intuito de constituir prova. não podendo a parte. Art.

Da Declaração incidente Art. e versar a causa sobre direitos que admitam transação. 329. no prazo de 10 (dez) dias. (Incluído pela Lei nº 8. estadual. (Redação dada pela Lei nº 5. o juiz aplicará as regras de experiência comum subministradas pela observação do que ordinariamente acontece e ainda as regras da experiência técnica. não for obtida a conciliação. de 2006) CAPÍTULO IV . dia.1973) Seção III . 323. Art. de 1º.Das Disposições Gerais Art. ainda que não especificados neste Código. 338. O ônus da prova incumbe: I .5. Seção III .Dos Fatos Impeditivos. de 13. mandará que o autor especifique as provas que pretenda produzir na audiência. Não dependem de prova os fatos: I . que constam das seções deste Capítulo.5. 330. proferindo sentença: (Redação dada pela Lei nº 5. modificativo ou extintivo do direito do autor. o juiz declarará extinto o processo.1973) Seção II . Se não ocorrer qualquer das hipóteses previstas nas seções precedentes. permitindo-lhe a produção de prova documental. o o julgamento da lide (art. as providências preliminares.Do Julgamento Antecipado da Lide Art. o juiz mandará ouvir o autor no prazo de 10 (dez) dias. como incontroversos. IV . que sobre ele o juiz profira sentença incidente. em que se funda a ação ou a defesa. (Incluído pela Lei nº 10. Art. facultando-lhe o juiz a produção de prova documental. 336. Art. Seção IV . para a qual serão as partes intimadas a comparecer. Art. o juiz fixará os pontos controvertidos. o exame pericial.2002) CAPÍTULO VI . Verificando a existência de irregularidades ou de nulidades sanáveis. ressalvado. decidirá as questões processuais pendentes e determinará as provas a serem produzidas. Se o réu alegar qualquer das matérias enumeradas no art. Modificativos ou Extintivos do Pedido Art. 328.Do Efeito da Revelia Art. por enfermidade. Salvo disposição especial em contrário. 326. este será ouvido no prazo de 10 (dez) dias.2002) Art. se da declaração da existência ou da inexistência do direito depender.1973) II . verificando que não ocorreu o efeito da revelia. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 11. 327. O juiz. as provas devem ser produzidas em audiência.10. o autor poderá requerer. reconhecendo o fato em que se fundou a ação. o juiz. estiver impossibilitada de comparecer à audiência. 5 ). III .925. conforme o caso. Seção I .afirmados por uma parte e confessados pela parte contrária. 334. A carta precatória e a carta rogatória suspenderão o processo. 337. de 7. com poderes para transigir. 325. a realizar-se no prazo de 30 (trinta) dias. se necessário. bem como os moralmente legítimos. outro Ihe opuser impeditivo. (Incluído pela Lei nº 11. de 1º. observando o que dispõe o capítulo seguinte. no prazo de 10 (dez) dias.925.2002) o § 1 Obtida a conciliação. sanear o processo e ordenar a produção da prova. 301. sendo de direito e de fato. hora e lugar para inquiri-la.DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES Art.DO JULGAMENTO CONFORME O ESTADO DO PROCESSO Seção I .1973) I .12. ou se as circunstâncias da causa evidenciarem ser improvável sua obtenção.1994) o § 3 Se o direito em litígio não admitir transação. II . quanto a esta. o juiz poderá. 332. podendo fazer-se representar por procurador ou preposto. ou por outro motivo relevante. quanto ao fato constitutivo do seu direito.Trabalhando pela sua conquista. Seção II . o juiz designará audiência preliminar. de 7. será reduzida a termo e homologada por sentença. o escrivão fará a conclusão dos autos. quanto à existência de fato impeditivo. provar-lhe-á o teor e a vigência. recebendo-o no estado em que se encontrar.10. Quando a parte.1994) o § 2 Se. modificativo ou extintivo do direito do autor. Se o réu. Findo o prazo para a resposta do réu. Todos os meios legais. Parágrafo único.tornar excessivamente difícil a uma parte o exercício do direito. se assim o determinar o juiz.925. A parte. determinará. o juiz designará. Art.ao réu.952. são hábeis para provar a verdade dos fatos. 324. o juiz proferirá julgamento conforme o estado do processo. ou não havendo necessidade delas. fixando à parte prazo nunca superior a 30 (trinta) dias. CAPÍTULO V .Da Audiência Preliminar (Redação dada pela Lei nº 10. (Redação dada pela Lei nº 10.notórios. 333.12. conforme as circunstâncias. designando audiência de instrução e julgamento. Se o réu não contestar a ação.quando a questão de mérito for unicamente de direito. Art.Da Extinção do Processo Art. no caso previsto na alínea b do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 115 . 319).444.admitidos. de 7. de 1º. o juiz mandará supri-las.10. 331. no processo.Das Alegações do Réu Art. 335. Parágrafo único. 267 e 269. de 13. II . II a V. de 2006) Parágrafo único O revel poderá intervir no processo em qualquer fase. (Incluído pela Lei nº 8. estrangeiro ou consuetudinário. É nula a convenção que distribui de maneira diversa o ônus da prova quando: I . não houver necessidade de produzir prova em audiência. ou.444.DAS PROVAS Seção I . de 1º. Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. II .925. nos termos o do § 2 .444.recair sobre direito indisponível da parte. desde logo. Contestando o réu o direito que constitui fundamento do pedido.quando ocorrer a revelia (art. Art.em cujo favor milita presunção legal de existência ou de veracidade. por qualquer motivo. ou a testemunha. (Redação dada pela Lei nº 5.10.280.280.5. O juiz conhecerá diretamente do pedido. no todo ou em parte. que alegar direito municipal. mas não de prestar depoimento.ao autor. Em falta de normas jurídicas particulares.952. Cumpridas as providências preliminares.

A revelia não induz.relativas a direito superveniente. o tribunal determinará o seu arquivamento. a incompetência (art. II . Ainda que ocorra revelia. o impedimento (art. para contestá-la no prazo de 15 (quinze) dias. (Redação dada pela Lei nº 5. É lícito a qualquer das partes argüir. especificando o motivo da recusa (arts. Oferecida a reconvenção. Subseção II . nem demandar declaração incidente. cabendo à parte oferecer exceção. no caso contrário condenará o juiz nas custas. até que seja definitivamente julgada. de 1º. O juiz indeferirá a petição inicial da exceção. III).925. indicando o juízo para o qual declina. Art. 112 desta Lei). (Redação dada pela Lei nº 5.competir ao juiz conhecer delas de ofício.10. a quem será assegurado o direito de responder no prazo de 15 (quinze) dias. 134 e 135).10. 311. 312. reconvir ao autor.se. Havendo necessidade de prova testemunhal. (Revogado pela Lei nº 9. quando se repete ação que já foi decidida por sentença.por expressa autorização legal.se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público. Art. salvo promovendo nova citação do réu. 315. no prazo de 15 (quinze) dias. de 1º. o autor não poderá alterar o pedido. ordenará a remessa dos autos ao seu substituto legal. o impedimento ou a suspeição. contudo.Do Impedimento e da Suspeição Art. contado do fato que ocasionou a incompetência. não se aplica ao advogado dativo. que a lei considere indispensável à prova do ato. dentro de 10 (dez) dias. Art. de 2006) Art.1995) Art. a partir da publicação de cada ato decisório.10. Este direito pode ser exercido em qualquer tempo. quando este demandar em nome de outrem.10.se não for admissível. em caso contrário. 302. ouvindo o excepto dentro em 10 (dez) dias e decidindo em igual prazo. na pessoa do seu procurador. 318.1973) Art.925.12. 304. Seção IV .1973) o § 4 Com exceção do compromisso arbitral. puderem ser formuladas em qualquer tempo e juízo.10.925. III . Art. O excipiente argüirá a incompetência em petição fundamentada e devidamente instruída. 265.1973) o § 3 Há litispendência. o autor reconvindo será intimado. (Redação dada pela Lei nº 5. de 26.Da Reconvenção Art.Das Exceções Art. a mesma causa de pedir e o mesmo pedido. Parágrafo único. 313. (§ 1º renumerado pela Lei nº 9.925.1973) Art.1973) Art. o efeito mencionado no artigo antecedente: I . A petição.245. II . 314. considerada em seu conjunto. de 1º. ou a causa de pedir. acompanhadas de documentos e de rol de testemunhas.12. em seu próprio nome. Recebida a exceção. toda vez que a reconvenção seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa. 320. ordenando a remessa dos autos ao tribunal. o juiz mandará processar a exceção.Da Incompetência Art. Julgada procedente a exceção.1995) § 2º Não se admitirá reconvenção nas causas de procedimento sumaríssimo. de que não caiba recurso. há coisa julgada. 308. decidindo dentro de 10 (dez) dias.se estiverem em contradição com a defesa. quando se reproduz ação anteriormente ajuizada. de 1º. III . Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 5. os autos serão remetidos ao juiz competente. 319. de 1º. quando se repete ação. Conclusos os autos. 322. mandando remeter os autos ao seu substituto legal. o juiz designará audiência de instrução. Contra o revel que não tenha patrono nos autos. 307. Cabe também ao réu manifestar-se precisamente sobre os fatos narrados na petição inicial. Julgar-se-ão na mesma sentença a ação e a reconvenção. não obsta ao prosseguimento da reconvenção. 303. O réu pode reconvir ao autor no mesmo processo. 134) ou a suspeição (art. Art. Art. havendo pluralidade de réus. Esta regra.10. dará as suas razões. Art. 317. algum deles contestar a ação. Seção III . dirigida ao juiz da causa. a confissão.925.se o litígio versar sobre direitos indisponíveis. A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição. Verificando que a exceção não tem fundamento legal. II . Art. Parágrafo único. quanto ao ônus da impugnação especificada dos fatos. o processo ficará suspenso (art. o juiz conhecerá de ofício da matéria enumerada neste artigo. reputar-se-ão verdadeiros os fatos afirmados pelo autor. só é lícito deduzir novas alegações quando: I . Não pode o réu. quando manifestamente improcedente. Presumem-se verdadeiros os fatos não impugnados. que está em curso. 306. se houver. se reconhecer o impedimento ou a suspeição.245.DA REVELIA Art.280.925. 114 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ou grau de jurisdição. 305. por meio de exceção. ao curador especial e ao órgão do Ministério Público. Na exceção de incompetência (art.Trabalhando pela sua conquista. o juiz. Art. Subseção I . com requerimento de sua imediata remessa ao juízo que determinou a citação. a petição pode ser protocolizada no juízo de domicílio do réu. salvo: I . correrão os prazos independentemente de intimação. 112). Art. 135). CAPÍTULO III . (Redação dada pela Lei nº 5. 316.se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público que a lei considerar da substância do ato. 310. (Incluído pela Lei nº 11. de 26. Depois da contestação. 309. de 1º. A desistência da ação. ou a existência de qualquer causa que a extinga. 321. a seu respeito. Art. poderá ser instruída com documentos em que o excipiente fundar a alegação e conterá o rol de testemunhas.1973) o § 2 Uma ação é idêntica à outra quando tem as mesmas partes. III . Despachando a petição. (Redação dada pela Lei nº 5. Se o réu não contestar a ação.

10.que seja adequado para todos os pedidos o tipo de procedimento. o prazo para a resposta correrá da intimação do despacho que deferir a desistência.quando o tipo de procedimento. em peças autônomas. facultado ao juiz. (Redação dada pela Lei nº 5.10. 219.1973) I . de 1º. de 1º. Na obrigação indivisível com pluralidade de credores. caso em que só não será indeferida. 300. (Redação dada pela Lei nº 5. II .1973) Parágrafo único.925. É permitida a cumulação. 298. salvo o disposto no art. considerar-se-ão elas incluídas no pedido.da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão. Parágrafo único. de 1º. Art.10. de 1º.12. escolhido pelo autor.carência de ação. (Redação dada pela Lei nº 5. contra o mesmo réu. de 1º.quando o autor carecer de interesse processual. se o devedor. (Redação dada pela Lei nº 9.Das Disposições Gerais Art. de 1º.10.925. É lícito formular mais de um pedido em ordem sucessiva. os autos serão imediatamente encaminhados ao tribunal competente. de 1º.10. em não podendo acolher o anterior. A petição inicial será indeferida: (Redação dada pela Lei nº 5. no prazo de 15 (quinze) dias. (Redação dada pela Lei nº 5.925.10.9.coisa julgada.conexão.925. (Redação dada pela Lei nº 5.litispendência.Da Contestação Art. (Redação dada pela Lei nº 5. o autor poderá aditar o pedido.12. 301.307. III . a decadência o ou a prescrição (art.quando o juiz verificar. compreendendo-se.1973) IV . 291. de 14.10.1973) V . de 1º.10. dirigida ao juiz da causa.1994) CAPÍTULO II . Não sendo reformada a decisão. (Redação dada pela Lei nº 5. reformar sua decisão. de 1º.quando a parte for manifestamente ilegítima.1973) Art.925.10.952. 293.925. com que impugna o pedido do autor e especificando as provas que pretende produzir. Quando forem citados para a ação vários réus. parágrafo único.925.925.10. de 1º. num único processo. antes de discutir o mérito. a sentença as incluirá na condenação.925. 295. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. entretanto. Considera-se inepta a petição inicial quando: (Redação dada pela Lei nº 5. se puder adaptar-se ao tipo de procedimento legal.incapacidade da parte. 299. enquanto durar a obrigação.que os pedidos sejam compatíveis entre si. 290. de 1º. Seção II .DA RESPOSTA DO RÉU Seção I . aquele que não participou do processo receberá a sua parte. (Redação dada pela Lei nº 8.que seja competente para conhecer deles o mesmo juízo.falta de caução ou de outra prestação. independentemente de declaração expressa do autor.925. toda a matéria de defesa. o autor poderá apelar.1973) V .10.10.1973) Vl . de 1º. para cada pedido.925. Art. Compete ao réu alegar. não corresponder à natureza da causa. de 1º.10.10.10. e 284.925.convenção de arbitragem.1973) o § 1 Verifica-se a litispendência ou a coisa julgada.925. admitir-se-á a cumulação.quando não atendidas as prescrições dos arts. de 13. de 1º.1973) IV . contestação.inépcia da petição inicial.1973) IV . Art.10. corresponder tipo diverso de procedimento. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 5. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 113 . defeito de representação ou falta de autorização. Art. de 1º. Art.10. O réu poderá oferecer. desde logo. de 1º. o prazo para responder ser-lhes-á comum. (Redação dada pela Lei nº 8.10.1973) Xl . 292.10. (Redação dada pela Lei nº 5. se o autor empregar o procedimento ordinário. porém.1994) Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 5. ainda que o autor não tenha formulado pedido alternativo. de 13.925. de 1º. que a lei exige como preliminar. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 5.1973) VII . na contestação.1973) II . Os pedidos são interpretados restritivamente. (Redação dada pela Lei nº 5.925.1973) III .925. expondo as razões de fato e de direito.1973) I .1973) Vl .925. (Redação dada pela Lei nº 5. 191.10.contiver pedidos incompatíveis entre si. (Redação dada pela Lei nº 5. de vários pedidos.925. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Quando a obrigação consistir em prestações periódicas. de 1º.925.1973) II .1973) Vlll . Compete-lhe. 294.quando for inepta. Art.952.1973) IX . 39.1973) I .1993) Seção III . de 23. 296. a exceção será processada em apenso aos autos principais. deduzidas as despesas na proporção de seu crédito. Art. § 5 ).925. (Redação dada pela Lei nº 5.925. no curso do processo. ou ao valor da ação. no principal os juros legais. deixar de pagálas ou de consigná-las.1973) II .Do Indeferimento da Petição Inicial Art. o § 2 Quando.10. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5.925.Trabalhando pela sua conquista.718. o § 1 São requisitos de admissibilidade da cumulação: I .1973) III . do. Se o autor desistir da ação quanto a algum réu ainda não citado. Antes da citação.1996) X . 297.perempção. em petição escrita. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 8. ainda que entre eles não haja conexão. Indeferida a petição inicial.1973) III . de 1º.10. 289. alegar: (Redação dada pela Lei nº 5.incompetência absoluta. exceção e reconvenção.10. Art.Ihe faltar pedido ou causa de pedir.925. correndo à sua conta as custas acrescidas em razão dessa iniciativa. de 1º.10. a fim de que o juiz conheça do posterior.inexistência ou nulidade da citação.o pedido for juridicamente impossível. Art. primeira parte. A contestação e a reconvenção serão oferecidas simultaneamente.

(Redação dada pela Lei nº 5. 285. A petição inicial indicará: I . No procedimento sumário não são admissíveis a ação declaratória incidental e a intervenção de terceiros.1995) § 4º O juiz. na própria audiência.DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO CAPÍTULO I .277.1995) § 1º É lícito ao réu.245.1995) Art.o pedido. 284.1973) Art.245. de 26. podendo indicar assistente técnico. determinando.quando não for possível determinar. determinará que o autor a emende.10.1995) Do processo ordinário: arts. 281 . Nas comarcas ou varas em que não for possível a taquigrafia.245. de 26. 329 e 330.245. Parágrafo único. 283.925. será ordenada a citação do réu para responder ao recurso. (Redação dada pela Lei nº 9. A petição inicial será instruída com os documentos indispensáveis à propositura da ação.1995) § 5º A conversão também ocorrerá quando houver necessidade de prova técnica de maior complexidade. no prazo de 10 (dez) dias. o juiz indeferirá a petição inicial. oferecerá o réu. de 26. prenomes. as conseqüências do ato ou do fato ilícito.12. 461.1973) I . VII .10. de 2006) Seção II .925. de 1º.277. formular pedido em seu favor. de 1º. o juiz Ihe assegurará o direito de cumprir a prestação de um ou de outro mo- 112 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .10.245.1995) Art. na contestação. de 2006) o § 2 Caso seja mantida a sentença.(Redação dada pela Lei nº 10.245.5. de 2006) o § 1 Se o autor apelar. os fatos articulados pelo autor. poderá ser dispensada a citação e proferida sentença. do mandado constará que.1995) Art. É lícito. não excedente de trinta dias. § 4 . não sendo contestada a ação. é facultado ao juiz decidir. Verificando o juiz que a petição inicial não preenche os requisitos exigidos nos arts. a escolha couber ao devedor. 282 e 283.1973) II .925. salvo a assistência.2002) Art. não manter a sentença e determinar o prosseguimento da ação.12. para responder. Parágrafo único.o requerimento para a citação do réu. pela natureza da obrigação. 282.Do Pedido Art.o fato e os fundamentos jurídicos do pedido. tolerar alguma atividade. os depoimentos serão reduzidos a termo. (Redação dada pela Lei nº 9. reproduzindo-se o teor da anteriormente prolatada. (Redação dada pela Lei nº 5.1995) Parágrafo único.444. 285-A.1973) Art.(Incluído pela Lei nº 9. 288.925. (Incluído pela Lei nº 9. de 7. Art. de 26. de 26. (Incluído pela Lei nº 11.12. 282 a 475-R TÍTULO VIII . decidirá de plano a impugnação ao valor da causa ou a controvérsia sobre a natureza da demanda. Não obtida a conciliação. poderes para transigir.10. porém. de 26.o juiz ou tribunal. de 26. pela lei ou pelo contrato. resposta escrita ou oral.quando a determinação do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu.2002) Art.12. de 26. (Incluído pela Lei nº 11. se for o caso. Estando em termos a petição inicial. ou a complete.12.10. de 1º.Trabalhando pela sua conquista.os nomes. como verdadeiros. o juiz proferirá sentença na própria audiência ou no prazo de dez dias.nas ações universais. IV . formular pedido genérico: (Redação dada pela Lei nº 5. III .12. I e II. o juiz a despachará. Quando.245. prestar ato ou entregar coisa. O pedido deve ser certo ou determinado. ((Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. e 461-A). Os atos probatórios realizados em audiência poderão ser documentados mediante taquigrafia. se requerer perícia. de 7. VI . com as suas especificações. de 1º. salvo se houver determinação de perícia. II .1995) § 2º Havendo necessidade de produção de prova oral e não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. (Redação dada pela Lei nº 5.Findos a instrução e os debates orais. de modo definitivo.12. de 26. Se o autor não cumprir a diligência. estado civil. Se o autor pedir que seja imposta ao réu a abstenção da prática de algum ato. poderá requerer cominação de pena pecuniária para o caso de descumprimento da sentença ou da decisão antecipao tória de tutela (arts. ou que apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o julgamento de mérito.245. 278. Quando a matéria controvertida for unicamente de direito e no juízo já houver sido proferida sentença de total improcedência em outros casos idênticos. do qual constará apenas o essencial.o valor da causa. ordenando a citação do réu. O pedido será alternativo. domicílio e residência do autor e do réu. o devedor puder cumprir a prestação de mais de um modo. Art.5.1973) III . se não puder o autor individuar na petição os bens demandados. formulará seus quesitos desde logo. 279. quando. 287. (Redação dada pela Lei nº 9.12. 286. na audiência.925.DA PETIÇÃO INICIAL Seção I – Dos Requisitos da Petição Inicial Art.245. Art. se presumirão aceitos pelo réu. (Redação dada pela Lei nº 10. fazendo-se a respectiva transcrição se a determinar o juiz.277. V . desde que fundado nos mesmos fatos referidos na inicial.as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados. o recurso de terceiro prejudicado e a intervenção fundada em contrato de seguro. no prazo de 5 (cinco) dias.444. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 9. 280.12. de 1º. acompanhada de documentos e rol de testemunhas e. a que é dirigida. a conversão do procedimento sumário em ordinário. a estenotipia ou outro método de documentação. profissão. estenotipia ou outro método hábil de documentação. será designada audiência de instrução e julgamento para data próxima. (Incluído pela Lei nº 11.

(Redação dada pela Lei nº 10. se requerer perícia. de 13.245.12.245.1995) a) de arrendamento rural e de parceria agrícola.12. e 461-A. IV .1995) b) de cobrança ao condômino de quaisquer quantias devidas ao condomínio. as normas preo o vistas nos arts. prosseguirá o processo até final julgamento. Parágrafo único. de 26.952. de 7.12.1973) CAPÍTULO III . de 26. 271. (Redação dada pela Lei nº 9. de 13. Este procedimento não será observado nas ações relativas ao estado e à capacidade das pessoas.12. existindo prova inequívoca.12. de execução (Livro II). no que couber e conforme sua natureza.1994) o § 1 Na decisão que antecipar a tutela. a sentença. de 13. (Redação dada pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 8. §§ 4 e 5 .1994) o § 6 A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados.1994) o § 5 Concedida ou não a antecipação da tutela.1995) c) de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico. o autor apresentará o rol de testemunhas e.12. de 26. de 13.952.12. 270. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 9. total ou parcialmente.122. de 26. Na petição inicial. deferir a medida cautelar em caráter incidental do processo ajuizado. Art. de 2009).444.245.245.1994) o § 2 Não se concederá a antecipação da tutela quando houver perigo de irreversibilidade do provimento antecipado.12.10.12. quando presentes os respectivos pressupostos.DO PROCESSO E DO PROCEDIMENTO CAPÍTULO I . 588. (Redação dada pela Lei nº 9. de 13. as disposições gerais do procedimento ordinário. de 13.DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO Art.12. (Redação dada pela Lei nº 9. de 26. podendo indicar assistente técnico.5. (Incluído pela Lei nº 10.12. de 26. (Incluído pela Lei nº 8. a título de antecipação de tutela.Trabalhando pela sua conquista.444.245.245. (Incluído pela Lei nº 8.925. (Redação dada pela Lei nº 9. de 26. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum. os prazos contar-se-ão em dobro. de 26.1995) f) de cobrança de honorários dos profissionais liberais. (Incluído pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 9.952. de 2009). proferindo o juiz. O juiz designará a audiência de conciliação a ser realizada no prazo de trinta dias.444. desde logo. O procedimento ordinário reger-se-á segundo as disposições dos Livros I e II deste Código. 461.1995) § 2º Deixando injustificadamente o réu de comparecer à audiência. (Incluído pela Lei nº 8.1995) g) que versem sobre revogação de doação.nas causas cujo valor não exceda a 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo.245.245. podendo fazer-se representar por preposto com Do processo e do procedimento: arts.(Incluído pela Lei nº 9. se convença da verossimilhança da alegação e: (Redação dada pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 8. cautelar (Livro III) e os procedimentos especiais (Livro IV).2002) o § 4 A tutela antecipada poderá ser revogada ou modificada a qualquer tempo.1995) d) de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo de via terrestre. os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial. ou parcela deles. (Incluído pela Lei nº 12.952.1994) o § 3 A efetivação da tutela antecipada observará.12. (Redação dada pela Lei nº 9. de 13.nas causas.12.10.1995) e) de cobrança de seguro.952. desde que. de 26.5. de 13.925.12.12.12. 272. Este Código regula o processo de conhecimento (Livro I). subsidiariamente.122.952. a requerimento da parte. citando-se o réu com a antecedência mínima de dez dias e sob advertência prevista no § 2º deste artigo. aplicando-se-lhes. Observar-se-á o procedimento sumário: (Redação dada pela Lei nº 9.1973) TÍTULO VII .952. 319). requerer providência de natureza cautelar. 277. (Redação dada pela Lei nº 5. salvo disposição em contrário deste Código ou de lei especial. de 7. de 13. 275. (Redação dada pela Lei nº 9.2002) CAPÍTULO II . de 26.quando o autor renunciar ao direito sobre que se funda a ação. (Incluído pela Lei nº 9.245.12.245. qualquer que seja o valor (Redação dada pela Lei nº 9. ressalvado o disposto em legislação especial. ressalvados os casos de processo de execução.2002) II .haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados na petição inicial (art. de 7. formulará quesitos. de 26. O procedimento comum é ordinário ou sumário.952.12.DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Art. de 26.952.1994) II .245.5.245.1995) § 3º As partes comparecerão pessoalmente à audiência.2002) o § 7 Se o autor.1994) Parágrafo único.1995) Art.fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu.444. 276. Sendo ré a Fazenda Pública.12.5. (Redação dada pela Lei nº 9. 274.1995) Art. podendo o juiz ser auxiliado por conciliador.12.1994) I .1995) § 1º A conciliação será reduzida a termo e homologada por sentença. O juiz poderá. o juiz indicará. de 26.245. de 1º. determinando o comparecimento das partes. V .1994) Art.12. (Redação dada pela Lei nº 5. O procedimento especial e o procedimento sumário regem-se pelas disposições que Ihes são próprias. de 7.1995) I . Art.quando o juiz pronunciar a decadência ou a prescrição. ou (Incluído pela Lei nº 8. as razões do seu convencimento. 270 a 281 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 111 . (Redação dada pela Lei nº 8.12. 273. mostrar-se incontroverso. (Redação dada pela Lei nº 12. h) nos demais casos previstos em lei. de modo claro e preciso. poderá o juiz. salvo se o contrário resultar da prova dos autos. relativamente aos danos causados em acidente de veículo. antecipar. em decisão fundamentada.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. (Incluído pela Lei nº 10.

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tuições permitidas por lei.(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. A alteração do pedido ou da causa de pedir em nenhuma hipótese será permitida após o saneamento do processo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) CAPÍTULO II - DA SUSPENSÃO DO PROCESSO Art. 265. Suspende-se o processo: I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu representante legal ou de seu procurador; II - pela convenção das partes; (Vide Lei nº 11.481, de 2007) III - quando for oposta exceção de incompetência do juízo, da câmara ou do tribunal, bem como de suspeição ou impedimento do juiz; IV - quando a sentença de mérito: a) depender do julgamento de outra causa, ou da declaração da existência ou inexistência da relação jurídica, que constitua o objeto principal de outro processo pendente; b) não puder ser proferida senão depois de verificado determinado fato, ou de produzida certa prova, requisitada a outro juízo; c) tiver por pressuposto o julgamento de questão de estado, requerido como declaração incidente; V - por motivo de força maior; VI - nos demais casos, que este Código regula. o § 1 No caso de morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, ou de seu representante legal, provado o falecimento ou a incapacidade, o juiz suspenderá o processo, salvo se já tiver iniciado a audiência de instrução e julgamento; caso em que: a) o advogado continuará no processo até o encerramento da audiência; b) o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. o § 2 No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz marcará, a fim de que a parte constitua novo mandatário, o prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual extinguirá o processo sem julgamento do mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou mandará prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo falecido o advogado deste. o § 3 A suspensão do processo por convenção das o partes, de que trata o n Il, nunca poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, o escrivão fará os autos conclusos ao juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. o o § 4 No caso do n III, a exceção, em primeiro grau da jurisdição, será processada na forma do disposto neste Livro, Título VIII, Capítulo II, Seção III; e, no tribunal, consoante Ihe estabelecer o regimento interno. o o § 5 Nos casos enumerados nas letras a, b e c do n IV, o período de suspensão nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este prazo, o juiz mandará prosseguir no processo. Art. 266. Durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato processual; poderá o juiz, todavia, determinar a realização de atos urgentes, a fim de evitar dano irreparável. CAPÍTULO III - DA EXTINÇÃO DO PROCESSO Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz indeferir a petição inicial; Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes; III - quando, por não promover os atos e diligências que Ihe competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; IV - quando se verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo; V - quando o juiz acolher a alegação de perempção, litispendência ou de coisa julgada; Vl - quando não concorrer qualquer das condições da ação, como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o interesse processual; Vll - pela convenção de arbitragem; (Redação dada pela Lei nº 9.307, de 23.9.1996) Vlll - quando o autor desistir da ação; IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal; X - quando ocorrer confusão entre autor e réu; XI - nos demais casos prescritos neste Código. o § 1 O juiz ordenará, nos casos dos ns. II e Ill, o arquivamento dos autos, declarando a extinção do processo, se a parte, intimada pessoalmente, não suprir a falta em 48 (quarenta e oito) horas. o o § 2 No caso do parágrafo anterior, quanto ao n II, as partes pagarão proporcionalmente as custas e, quanto o ao n III, o autor será condenado ao pagamento das despesas e honorários de advogado (art. 28). o § 3 O juiz conhecerá de ofício, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não proferida a sentença de mérito, da matéria constante dos ns. IV, V e Vl; todavia, o réu que a não alegar, na primeira oportunidade em que Ihe caiba falar nos autos, responderá pelas custas de retardamento. o § 4 Depois de decorrido o prazo para a resposta, o autor não poderá, sem o consentimento do réu, desistir da ação. Art. 268. Salvo o disposto no art. 267, V, a extinção do processo não obsta a que o autor intente de novo a ação. A petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de advogado. Parágrafo único. Se o autor der causa, por três vezes, o à extinção do processo pelo fundamento previsto no n III do artigo anterior, não poderá intentar nova ação contra o réu com o mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de alegar em defesa o seu direito. Art. 269. Haverá resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz acolher ou rejeitar o pedido do autor;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - quando o réu reconhecer a procedência do pedido; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - quando as partes transigirem; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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ou definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.382, de 2006). Art. 239. Far-se-á a intimação por meio de oficial de justiça quando frustrada a realização pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A certidão de intimação deve conter: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - a indicação do lugar e a descrição da pessoa intimada, mencionando, quando possível, o número de sua carteira de identidade e o órgão que a expediu; II - a declaração de entrega da contrafé; III - a nota de ciente ou certidão de que o interessado não a apôs no mandado. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) Art. 240. Salvo disposição em contrário, os prazos para as partes, para a Fazenda Pública e para o Ministério Público contar-se-ão da intimação. Parágrafo único. As intimações consideram-se realizadas no primeiro dia útil seguinte, se tiverem ocorrido em dia em que não tenha havido expediente forense. (Incluído pela Lei nº 8.079, de 13.9.1990) Art. 241. Começa a correr o prazo: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - quando a citação ou intimação for pelo correio, da data de juntada aos autos do aviso de recebimento; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) II - quando a citação ou intimação for por oficial de justiça, da data de juntada aos autos do mandado cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) III - quando houver vários réus, da data de juntada aos autos do último aviso de recebimento ou mandado citatório cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) IV - quando o ato se realizar em cumprimento de carta de ordem, precatória ou rogatória, da data de sua juntada aos autos devidamente cumprida; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) V - quando a citação for por edital, finda a dilação assinada pelo juiz. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 242. O prazo para a interposição de recurso contase da data, em que os advogados são intimados da decisão, da sentença ou do acórdão. o § 1 Reputam-se intimados na audiência, quando nesta é publicada a decisão ou a sentença. o § 2 Havendo antecipação da audiência, o juiz, de ofício ou a requerimento da parte, mandará intimar pessoalmente os advogados para ciência da nova o designação . (§ 3 renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) legais. Art. 248. Anulado o ato, reputam-se de nenhum efeito todos os subseqüentes, que dele dependam; todavia, a nulidade de uma parte do ato não prejudicará as outras, que dela sejam independentes. Art. 249. O juiz, ao pronunciar a nulidade, declarará que atos são atingidos, ordenando as providências necessárias, a fim de que sejam repetidos, ou retificados. o § 1 O ato não se repetirá nem se Ihe suprirá a falta quando não prejudicar a parte. o § 2 Quando puder decidir do mérito a favor da parte a quem aproveite a declaração da nulidade, o juiz não a pronunciará nem mandará repetir o ato, ou suprir-lhe a falta. Art. 250. O erro de forma do processo acarreta unicamente a anulação dos atos que não possam ser aproveitados, devendo praticar-se os que forem necessários, a fim de se observarem, quanto possível, as prescrições legais. Parágrafo único. Dar-se-á o aproveitamento dos atos praticados, desde que não resulte prejuízo à defesa.

Das nulidades: arts. 243 a 250
CAPÍTULO V - DAS NULIDADES Art. 243. Quando a lei prescrever determinada forma, sob pena de nulidade, a decretação desta não pode ser requerida pela parte que Ihe deu causa. Art. 244. Quando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, Ihe alcançar a finalidade. Art. 245. A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Parágrafo único. Não se aplica esta disposição às nulidades que o juiz deva decretar de ofício, nem prevalece a preclusão, provando a parte legítimo impedimento. Art. 246. É nulo o processo, quando o Ministério Público não for intimado a acompanhar o feito em que deva intervir. Parágrafo único. Se o processo tiver corrido, sem conhecimento do Ministério Público, o juiz o anulará a partir do momento em que o órgão devia ter sido intimado. Art. 247. As citações e as intimações serão nulas, quando feitas sem observância das prescrições

Da formação, da suspensão e da extinção do processo: arts. 262 a 269
TÍTULO VI - DA FORMAÇÃO, DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO DO PROCESSO CAPÍTULO I - DA FORMAÇÃO DO PROCESSO Art. 262. O processo civil começa por iniciativa da parte, mas se desenvolve por impulso oficial. Art. 263. Considera-se proposta a ação, tanto que a petição inicial seja despachada pelo juiz, ou simplesmente distribuída, onde houver mais de uma vara. A propositura da ação, todavia, só produz, quanto ao réu, os efeitos mencionados no art. 219 depois que for validamente citado. Art. 264. Feita a citação, é defeso ao autor modificar o pedido ou a causa de pedir, sem o consentimento do réu, mantendo-se as mesmas partes, salvo as substi-

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VII - a assinatura do escrivão e a declaração de que o subscreve por ordem do juiz. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. O mandado poderá ser em breve relatório, quando o autor entregar em cartório, com a petição inicial, tantas cópias desta quantos forem os réus; caso em que as cópias, depois de conferidas com o original, farão parte integrante do mandado. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 226. Incumbe ao oficial de justiça procurar o réu e, onde o encontrar, citá-lo: I - lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé; II - portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé; III - obtendo a nota de ciente, ou certificando que o réu não a apôs no mandado. Art. 227. Quando, por três vezes, o oficial de justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência, sem o encontrar, deverá, havendo suspeita de ocultação, intimar a qualquer pessoa da família, ou em sua falta a qualquer vizinho, que, no dia imediato, voltará, a fim de efetuar a citação, na hora que designar. Art. 228. No dia e hora designados, o oficial de justiça, independentemente de novo despacho, comparecerá ao domicílio ou residência do citando, a fim de realizar a diligência. o § 1 Se o citando não estiver presente, o oficial de justiça procurará informar-se das razões da ausência, dando por feita a citação, ainda que o citando se tenha ocultado em outra comarca. o § 2 Da certidão da ocorrência, o oficial de justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho, conforme o caso, declarando-lhe o nome. Art. 229. Feita a citação com hora certa, o escrivão enviará ao réu carta, telegrama ou radiograma, dandolhe de tudo ciência. Art. 230. Nas comarcas contíguas, de fácil comunicação, e nas que se situem na mesma região metropolitana, o oficial de justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 231. Far-se-á a citação por edital: I - quando desconhecido ou incerto o réu; II - quando ignorado, incerto ou inacessível o lugar em que se encontrar; III - nos casos expressos em lei. o § 1 Considera-se inacessível, para efeito de citação por edital, o país que recusar o cumprimento de carta rogatória. o § 2 No caso de ser inacessível o lugar em que se encontrar o réu, a notícia de sua citação será divulgada também pelo rádio, se na comarca houver emissora de radiodifusão. Art. 232. São requisitos da citação por edital: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - a afirmação do autor, ou a certidão do oficial, quanto às circunstâncias previstas nos ns. I e II do artigo antecedente; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - a afixação do edital, na sede do juízo, certificada pelo escrivão; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a publicação do edital no prazo máximo de 15 (quinze) dias, uma vez no órgão oficial e pelo menos duas vezes em jornal local, onde houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - a determinação, pelo juiz, do prazo, que variará entre 20 (vinte) e 60 (sessenta) dias, correndo da data da primeira publicação; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis.(Incluído pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 Juntar-se-á aos autos um exemplar de cada puo blicação, bem como do anúncio, de que trata o n II deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973 e parágrafo único renumerado pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) o § 2 A publicação do edital será feita apenas no órgão oficial quando a parte for beneficiária da Assistência Judiciária. (Incluído pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) Art. 233. A parte que requerer a citação por edital, alegando dolosamente os requisitos do art. 231, I e II, incorrerá em multa de 5 (cinco) vezes o salário mínimo vigente na sede do juízo. Parágrafo único. A multa reverterá em benefício do citando. Seção IV - Das Intimações Art. 234. Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos do processo, para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Art. 235. As intimações efetuam-se de ofício, em processos pendentes, salvo disposição em contrário. Art. 236. No Distrito Federal e nas Capitais dos Estados e dos Territórios, consideram-se feitas as intimações pela só publicação dos atos no órgão oficial. o § 1 É indispensável, sob pena de nulidade, que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados, suficientes para sua identificação. o § 2 A intimação do Ministério Público, em qualquer caso será feita pessoalmente. Art. 237. Nas demais comarcas aplicar-se-á o disposto no artigo antecedente, se houver órgão de publicação dos atos oficiais; não o havendo, competirá ao escrivão intimar, de todos os atos do processo, os advogados das partes: I - pessoalmente, tendo domicílio na sede do juízo; II - por carta registrada, com aviso de recebimento quando domiciliado fora do juízo. Parágrafo único. As intimações podem ser feitas de forma eletrônica, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 238. Não dispondo a lei de outro modo, as intimações serão feitas às partes, aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio ou, se presentes em cartório, diretamente pelo escrivão ou chefe de secretaria.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. Presumem-se válidas as comunicações e intimações dirigidas ao endereço residencial ou profissional declinado na inicial, contestação ou embargos, cumprindo às partes atualizar o respectivo endereço sempre que houver modificação temporária

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dor do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. Art. 216 A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. Parágrafo único. O militar, em serviço ativo, será citado na unidade em que estiver servindo se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. Art. 217. Não se fará, porém, a citação, salvo para evitar o perecimento do direito: I - a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso; (Inciso II renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) II - ao cônjuge ou a qualquer parente do morto, consangüíneo ou afim, em linha reta, ou na linha colateral em segundo grau, no dia do falecimento e nos 7 (sete) dias seguintes; (Inciso III renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 III - aos noivos, nos 3 (três) primeiros dias de bodas; (Inciso IV renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 IV - aos doentes, enquanto grave o seu estado. (Inciso V renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 Art. 218. Também não se fará citação, quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. o § 1 O oficial de justiça passará certidão, descrevendo minuciosamente a ocorrência. O juiz nomeará um médico, a fim de examinar o citando. O laudo será apresentado em 5 (cinco) dias. o § 2 Reconhecida a impossibilidade, o juiz dará ao citando um curador, observando, quanto à sua escolha, a preferência estabelecida na lei civil. A nomeação é restrita à causa. o § 3 A citação será feita na pessoa do curador, a quem incumbirá a defesa do réu. Art. 219. A citação válida torna prevento o juízo, induz litispendência e faz litigiosa a coisa; e, ainda quando ordenada por juiz incompetente, constitui em mora o devedor e interrompe a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 A interrupção da prescrição retroagirá à data da propositura da ação.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 2 Incumbe à parte promover a citação do réu nos 10 (dez) dias subseqüentes ao despacho que a ordenar, não ficando prejudicada pela demora imputável exclusivamente ao serviço judiciário. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 3 Não sendo citado o réu, o juiz prorrogará o prazo até o máximo de 90 (noventa) dias.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 4 Não se efetuando a citação nos prazos mencionados nos parágrafos antecedentes, haver-se-á por não interrompida a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 5 O juiz pronunciará, de ofício, a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 11.280, de 2006) o § 6 Passada em julgado a sentença, a que se refere o parágrafo anterior, o escrivão comunicará ao réu o resultado do julgamento. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 220. O disposto no artigo anterior aplica-se a todos os prazos extintivos previstos na lei. Art. 221. A citação far-se-á: I - pelo correio; II - por oficial de justiça; III - por edital. IV - por meio eletrônico, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 222. A citação será feita pelo correio, para qualquer comarca do País, exceto: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) a) nas ações de estado; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) b) quando for ré pessoa incapaz; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) c) quando for ré pessoa de direito público; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) d) nos processos de execução; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) e) quando o réu residir em local não atendido pela entrega domiciliar de correspondência; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) f) quando o autor a requerer de outra forma. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 223. Deferida a citação pelo correio, o escrivão ou chefe da secretaria remeterá ao citando cópias da petição inicial e do despacho do juiz, expressamente consignada em seu inteiro teor a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, comunicando, ainda, o prazo para a resposta e o juízo e cartório, com o respectivo endereço. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A carta será registrada para entrega ao citando, exigindo-lhe o carteiro, ao fazer a entrega, que assine o recibo. Sendo o réu pessoa jurídica, será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 224. Far-se-á a citação por meio de oficial de justiça nos casos ressalvados no art. 222, ou quando frustrada a citação pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 225. O mandado, que o oficial de justiça tiver de cumprir, deverá conter: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - os nomes do autor e do réu, bem como os respectivos domicílios ou residências;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - o fim da citação, com todas as especificações constantes da petição inicial, bem como a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a cominação, se houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - o dia, hora e lugar do comparecimento; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a cópia do despacho; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) VI - o prazo para defesa; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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na secretaria do tribunal ou no cartório do juízo deprecante. pagas as custas pela parte. Art. feitor ou gerente.1973) Art.1973) Art. este será remetido em original. será remetida à autoridade judiciária estrangeira. O secretário do tribunal ou o escrivão do juízo deprecante transmitirá. Expedir-se-á carta de ordem se o juiz for subordinado ao tribunal de que ela emanar. a falta de citação. na diligência. II . A carta tem caráter itinerante. observando.Das Disposições Gerais Art. situação em que a assinatura do juiz deverá ser eletrônica. de 2006). (Redação dada pela Lei nº 5. Art. o § 2 O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou na localidade. 210. Das comunicações dos atos: arts. (Incluído pela Lei nº 11.Das Citações Art. em resumo substancial. Art. 207. São requisitos essenciais da carta de ordem. (Redação dada pela Lei nº 5. atendendo à facilidade das comunicações e à natureza da diligência. quanto à sua admissibilidade e modo de seu cumprimento. sempre que estes documentos devam ser examinados. da carta precatória e da carta rogatória: I . 212. radiograma ou telefone. 202.1973) o § 1 O comparecimento espontâneo do réu supre. A parte depositará. o disposto no artigo antecedente. administrador.925. 206. independentemente de traslado.925. Seção II . 200. antes ou depois de Ihe ser ordenado o cumprimento. 208. Art. por telefone. lendo-lhe os termos da carta e solicitando-lhe que Iha confirme. entretanto. onde estiver situado o imóvel.quando tiver dúvida acerca de sua autenticidade. o § 2 Quando o objeto da carta for exame pericial sobre documento.419. 202. Para a validade do processo é indispensável a citação inicial do réu. de 1º. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado.10. o escrivão submeterá a carta a despacho. o § 3 A carta de ordem.925. Art. 213. e carta precatória nos demais casos. Os atos processuais serão cumpridos por ordem judicial ou requisitados por carta.10. o § 1 O escrivão. poderá ser apresentada a juízo diverso do que dela consta. 200 a 242 telefonará ao secretário do tribunal ou ao escrivão do juízo deprecante. pela agência expedidora. de ofício. por intermédio do escrivão do primeiro ofício da primeira vara. considerar-se-á feita a citação na data em que ele ou seu advogado for intimado da decisão. III . na forma da lei. 192.quando carecer de competência em razão da matéria ou da hierarquia. se houver na comarca mais de um ofício ou de uma vara. 205. Art. 214. radiograma ou telefone. os requisitos mencionados no art. de modo geral. quando a ação se originar de atos por eles praticados. carta rogatória. Art. 201. 203. Executar-se-ão. a carta de ordem. de 1º. carta precatória ou carta rogatória pode ser expedida por meio eletrônico. 209. 204. por telegrama ou radiograma.10. A carta de ordem e a carta precatória. à falta desta. depois de traduzida para a língua do país em que há de praticar-se o ato. o § 2 Sendo confirmada.DAS COMUNICAÇÕES DOS ATOS Seção I . Art. a importância correspondente às despesas que serão feitas no juízo em que houver de praticar-se o ato. O juiz recusará cumprimento à carta precatória. será citado na pessoa do administra- 106 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . bem como a declaração.925. procurador com poderes para receber citação. desenho ou gráfico.Das Cartas Art. Havendo urgência. transmitir-se-ão a carta de ordem e a carta precatória por telegrama. a fim de se praticar o ato.o inteiro teor da petição. para recorrer e. na carta. Em todas as cartas declarará o juiz o prazo dentro do qual deverão ser cumpridas. do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado. para falar nos autos. ou a carta precatória ao juízo. Seção III . as CAPÍTULO IV . pelas partes. em que houver de cumprir-se o ato. conterão. peritos ou testemunhas.Trabalhando pela sua conquista. Art. devolvendo-a com despacho motivado: I . Citação é o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se defender. ao disposto na convenção internacional. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. de estar reconhecida a assinatura do juiz.quando não estiver revestida dos requisitos legais. de 1º. ficando nos autos reprodução fotográfica. II . Quando a lei não marcar outro prazo. III . Cumprida a carta. IV . intimações somente obrigarão a comparecimento depois de decorridas 24 (vinte e quatro) horas. que Ihe constitui o objeto.a menção do ato processual. quanto aos requisitos. no prazo de 10 (dez) dias. bem como instruí-la com mapa. contudo. zos para contestar.10. os atos requisitados por telegrama. no mesmo dia ou no dia útil imediato. 215 Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. será devolvida ao juízo de origem. 211.1973) o § 2 Comparecendo o réu apenas para argüir a nulidade e sendo esta decretada. quando dirigida à autoridade judiciária estrangeira.a indicação dos juízes de origem e de cumprimento do ato. A concessão de exeqüibilidade às cartas rogatórias das justiças estrangeiras obedecerá ao disposto no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. quaisquer outras peças. (Redação dada pela Lei nº 5. A carta rogatória obedecerá. o § 1 Estando o réu ausente. o § 1 O juiz mandará trasladar. (Redação dada pela Lei nº 5. conforme hajam de realizar-se dentro ou fora dos limites territoriais da comarca. Art. Art.o encerramento com a assinatura do juiz. de 1º. Art. por via diplomática.

o direito de praticar o ato.1990) Art. excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. Processam-se durante as férias e não se suspendem pela superveniência delas: I . 176. Parágrafo único. 173.a produção antecipada de provas (art. o § 2 As custas acrescidas ficarão a cargo da parte em favor de quem foi concedida a prorrogação. Computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e em dobro para recorrer quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público. se Ihe foi imposto pela lei. (Redação dada pela Lei nº 8. Podem. 181.925. Art. II . os embargos de terceiro. nos termos da lei de organização judiciária local. Em qualquer grau de jurisdição. É defeso às partes. quando possam ser prejudicados pelo adiamento. de 13. II . Não havendo preceito legal nem assinação pelo juiz. Art. O juiz poderá. porém.1973) I . de comum acordo. 186. casos em que o prazo será restituído por tempo igual ao que faltava para a sua complementação. Durante as férias e nos feriados não se praticarão atos processuais.9. os prazos que este Código Ihe assina. I e III.079. 184.925. poderá ser excedido o limite previsto neste artigo para a prorrogação de prazos. pode o juiz exceder. a abertura de testamento. 180. o depósito. de 1º. São feriados. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 5. e bem assim o arresto. Art. (Redação dada pela Lei nº 8. por igual tempo. 182. Ao receber os autos. para efeito forense. de dação ou remoção de tutores e curadores. 189.952. Art. Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. Incumbirá ao serventuário remeter os autos conclusos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas e executar os atos processuais no prazo de 48 (quarenta e oito) horas.10. 187. Em caso de calamidade pública.1994) o § 3 Quando o ato tiver que ser praticado em determinado prazo. alheio à vontade da parte. O prazo para a resposta do réu só começará a correr no primeiro dia útil seguinte ao feriado ou às férias. dentro do horário de expediente.os atos de jurisdição voluntária bem como os necessários à conservação de direitos. Parágrafo único. Art. Salvo disposição em contrário. Os atos processuais realizam-se de ordinário na sede do juízo. todavia.o expediente forense for encerrado antes da hora normal. porém. II . 275. 265.a citação.da data em que houver concluído o ato processual anterior. Art. 178. certificará o serventuário o dia e a hora em que ficou ciente da o ordem. Art.for determinado o fechamento do fórum. de 1º. em razão de deferência. quando determinada pelo juiz. referida no n Il. computar-seão os prazos. é contínuo. a busca e apreensão.os despachos de expediente.todas as causas que a lei federal determinar.12.Do Lugar Art. o § 2 Os prazos somente começam a correr do primeiro dia útil após a intimação (art. III . Art. Art. O prazo. Decorrido o prazo. 190. reduzir ou prorrogar o prazo dilatório.as causas de alimentos provisionais. ser-lhes-ão contados em dobro os pra- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 105 . Quando esta for omissa. a convenção. (Incluído pela Lei nº 8. independentemente de declaração judicial.10. ficando salvo. A superveniência de férias suspenderá o curso do prazo. Os atos processuais realizar-se-ão nos prazos prescritos em lei. o § 1 O juiz fixará o dia do vencimento do prazo da prorrogação. a nunciação de obra nova e outros atos análogos. a penhora. Art. ou de obstáculo argüido pelo interessado e acolhido pelo juiz. 175.Das Disposições Gerais Art. O juiz proferirá: I . CAPÍTULO III .1973) o § 1 Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado ou em dia em que: (Redação dada pela Lei nº 5. estabelecido pela lei ou pelo juiz. Suspende-se também o curso do prazo por obstáculo criado pela parte ou ocorrendo qualquer das hipóteses do art. será de 5 (cinco) dias o prazo para a prática de ato processual a cargo da parte. não se interrompendo nos feriados. de 13. a prisão. requerida antes do vencimento do prazo. 188. 183. Art. no prazo de 10 (dez) dias. o seqüestro. esta deverá ser apresentada no protocolo. Art. 240 e parágrafo único). por meio de petição. Seção II . A parte poderá renunciar ao prazo estabelecido exclusivamente em seu favor. à parte provar que o não realizou por justa causa. 191.da data em que tiver ciência da ordem. efetuar-se em outro lugar. o juiz determinará os prazos.952. Podem as partes. a arrecadação. tendo em conta a complexidade da causa. bem como as mencionadas no art. reduzir ou prorrogar os prazos peremptórios.1994) Art. a separação de corpos. Art. e que a impediu de praticar o ato por si ou por mandatário.12. contados: I . no prazo de 2 (dois) dias. 174. o § 2 Verificada a justa causa o juiz permitirá à parte a prática do ato no prazo que Ihe assinar. 846).Trabalhando pela sua conquista. mas nunca por mais de 60 (sessenta) dias. Excetuam-se: I . de 13. de interesse da justiça. a fim de evitar o perecimento de direito. 177 a 192 Art. II .DOS PRAZOS Seção I . Art. 185. Dos prazos processuais: arts. extingue-se. 179.as decisões. só tem eficácia se. ainda que todas estejam de acordo. II . os domingos e os dias declarados por lei. se fundar em motivo legítimo. havendo motivo justificado. 177. nas comarcas onde for difícil o transporte. prorrogar quaisquer prazos. o que Ihe sobejar recomeçará a correr do primeiro dia útil seguinte ao termo das férias. o § 1 Reputa-se justa causa o evento imprevisto.

1994) Art. espaços em branco. (Redação dada pela Lei nº 8. 169. salvo se aqueles forem inutilizados e estas expressamente ressalvadas.952. os atos processuais praticados na presença do juiz poderão ser produzidos e armazenados de modo integralmente digital em arquivo eletrônico inviolável. sob pena de preclusão. mencionando o juízo. cotas marginais ou interlineares. Art. Art. o escrivão a autuará. Art. Não se admitem. As sentenças e acórdãos serão proferidos com observância do disposto no art. em todos os graus de jurisdição. e mediante autorização expressa do juiz. aos órgãos do Ministério Público. É defeso lançar. 104 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. ou nos dias úteis. registrando-se a alegação e a decisão no termo. fora do horário estabelecido neste artigo. 167. (Incluído pela Lei nº 11. sentenças e acórdãos serão redigidos. os nomes das partes e a data do seu início. bem como entrelinhas. É lícito o uso da taquigrafia. Art. em qualquer juízo ou tribunal. (Incluído pela Lei nº 11. na falta dos autos originais.12. O escrivão numerará e rubricará todas as folhas dos autos. aos advogados. a cujo respeito a lei não estabelece outra forma. realizar-se em domingos e feriados. o § 2 Os autos suplementares só sairão de cartório para conclusão ao juiz.12. Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelos tribunais.DO TEMPO E DO LUGAR DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I . decisões. Quando forem proferidos. A desistência da ação só produzirá efeito depois de homologada por sentença. Ao receber a petição inicial de qualquer processo. todavia.12. de 13. 163. Os atos processuais realizar-se-ão em dias úteis. 161.419.419. dos quais constará a reprodução de todos os atos e termos do processo original. Seção II . de 2006). a modificação ou a extinção de direitos processuais. o § 1 Depois de conferir a cópia. nos atos e termos. eventuais contradições na transcrição deverão ser suscitadas oralmente no momento da realização do ato. o escrivão certificará. de 2005) o § 2 Decisão interlocutória é o ato pelo qual o juiz. (Redação dada pelo Lei nº 11.952. como a juntada e a vista obrigatória. de 2006). Seção III . Os atos do juiz consistirão em sentenças. o § 1 É vedado usar abreviaturas. ou de outro método idôneo. 5 . Art.1994) Art. de 13.232. Parágrafo único.419. 166. produzem imediatamente a constituição. (Redação dada pela Lei nº 8. aos peritos e às testemunhas é facultado rubricar as folhas correspondentes aos atos em que intervieram. procedendo da mesma forma quanto aos suplementares.Trabalhando pela sua conquista. 165. datados e assinados pelos juízes. mediante registro em termo que será assinado digitalmente pelo juiz e pelo escrivão ou chefe de secretaria.419. emendas ou rasuras. vista. da estenotipia.1994) o § 1 Serão. de 13. das 6 (seis) às 20 (vinte) horas. 458. quando o adiamento prejudicar a diligência ou causar grave dano. 159. da Constituição Federal. Os termos de juntada. consistentes em declarações unilaterais ou bilaterais de vontade. de ofício ou a requerimento da parte. Poderão as partes exigir recibo de petições. o § 1 Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts. observado o o disposto no art. (Redação dada pela Lei nº 8. o juiz mandará riscá-las. É lícito o uso da taquigrafia em qualquer juízo ou tribunal. o escrivão ou chefe da secretaria irá formando autos suplementares. devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessários. A assinatura dos juízes. de 2006). 170. e procederá do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando. (Incluído pela Lei nº 11. o taquígrafo ou o datilógrafo os registrará. tado. não constantes de registro público. serão sempre acompanhados de cópia. resolve questão incidente. 170. 164. datada e assinada por quem os oferecer. Parágrafo único. arrazoados. nos autos. 168. concluídos depois das 20 (vinte) horas os atos iniciados antes.Do Tempo Art. 172. Salvo no Distrito Federal e nas Capitais dos Estados. na forma da lei.952. Os despachos. papéis e documentos que entregarem em cartório. em casos excepcionais. submetendo-os aos juízes para revisão e assinatura. (Incluído pela Lei nº 8. bem como pelos advogados das partes. Art. o § 4 Os atos meramente ordinatórios.1994) o § 2 A citação e a penhora poderão. inciso Xl.(Incluído pela Lei nº 11.12. a natureza do feito. devendo o juiz decidir de plano. o número de seu registro. a ocorrência.Dos Atos do Escrivão ou do Chefe de Secretaria Art. 158. impondo a quem as escrever multa correspondente à metade do salário mínimo vigente na sede do juízo. Art. todas as petições e documentos que instruírem o processo. de 2006). independem de despacho. o § 2 Quando se tratar de processo total ou parcialmente eletrônico. o § 3 São despachos todos os demais atos do juiz praticados no processo.952. Art. Os atos e termos do processo serão datilografados ou escritos com tinta escura e indelével. Parágrafo único.Dos Atos da Parte Art. na forma da lei. o o § 3 No caso do § 2 deste artigo. no curso do processo. 160. pode ser feita eletronicamente. nos autos. ainda que de modo conciso. verbalmente. as demais decisões serão fundamentadas. Os atos das partes.Dos Atos do Juiz Art. conclusão e outros semelhantes constarão de notas datadas e rubricadas pelo escrivão. Às partes. CAPÍTULO II . assinando-os as pessoas que neles intervieram. Seção IV . de 13. 267 e 269 desta Lei. É vedado usar abreviaturas. Parágrafo único. 171. Quando estas não puderem ou não quiserem firmá-los. Art. 162. decisões interlocutórias e despachos.

se recusarem a cumprir. IV .2001) Art.estar presente às audiências e coadjuvar o juiz na manutenção da ordem. firmada por tradutor juramen- Do serventuário e do oficial de justiça: arts.Dos Atos em Geral Art. reputando-se válidos os que. ou.382. na forma da lei. promovendo citações e intimações. ou os que o juiz. cabendo ao juiz. (Incluído pela Lei nº 10.515.12.Trabalhando pela sua conquista. de 26.12. validade jurídica e interoperabilidade da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira . aplicar ao responsável multa em montante a ser fixado de acordo com a gravidade da Art. sem prejuízo das sanções criminais. V . separação dos cônjuges. Art. Il . de natureza antecipatória ou final. No impedimento do escrivão. nomeará pessoa idônea para o ato. todavia.que dizem respeito a casamento. designar para substituí-lo escrevente juramentado. a violação do disposto no inciso V deste artigo constitui ato atentatório ao exercício da jurisdição. modificando-se a competência. Art. Art. IV . não permitindo que saiam de cartório. mandados. certidão de qualquer ato ou termo do processo.ICP . prisões. b) com vista aos procuradores. forem transferidos a outro juízo. 15.quando. 154 a 176 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 103 . 140. penhoras. c) quando devam ser remetidos ao contador ou ao partidor.redigir. integridade. exceto: a) quando tenham de subir à conclusão do juiz. de 27. Ihe preencham a finalidade essencial. O escrivão e o oficial de justiça são civilmente responsáveis: I . sob pena de Ihe ser cassada a palavra.cumprir com exatidão os provimentos mandamentais e não criar embaraços à efetivação de provimentos judiciais. O terceiro.358. O direito de consultar os autos e de pedir certidões de seus atos é restrito às partes e a seus procuradores. no âmbito da respectiva jurisdição. 155.fazer pessoalmente as citações. de preferência datilógrafo ou taquígrafo.280. Quando as expressões injuriosas forem proferidas em defesa oral. filiação.não produzir provas. 157. d) quando. podendo o juiz.12. 155. 141. Incumbe ao escrivão: I . dentro do prazo. em forma legal. de 2006). não podendo fazêlo. arrestos e mais diligências próprias do seu ofício. Em cada juízo haverá um ou mais oficiais de justiça. II . não sendo paga no prazo estabelecido. realizarse-á na presença de duas testemunhas. Os atos processuais são públicos.Brasil. alimentos e guarda de menores. de 2006) o § 2 Todos os atos e termos do processo podem ser produzidos. de 27. em cartório. que demonstrar interesse jurídico. Parágrafo único.entregar. conversão desta em divórcio. V .em que o exigir o interesse público. poderão disciplinar a prática e a comunicação oficial dos atos processuais por meios eletrônicos.comparecer às audiências. 144.DOS ATOS PROCESSUAIS CAPÍTULO I . sempre que possível. certificando no mandado o ocorrido. III . Ressalvados os advogados que se sujeitam exclusivamente aos estatutos da OAB. É defeso às partes e seus advogados empregar expressões injuriosas nos escritos apresentados no processo. 154. cartas precatórias e mais atos que pertencem ao seu ofício.executar as ordens judiciais. os autos. o mandado. com menção de lugar. o juiz convocarlhe-á o substituto. II . realizados de outro modo. bem como de inventário e partilha resultante do desquite. Incumbe ao oficial de justiça: I . posto no art. 140 a 144 Dos atos processuais: arts. ao Ministério Público ou à Fazenda Pública. logo depois de cumprido. sob sua guarda e responsabilidade. (Redação dada pela Lei nº 6. nº 11. III .ter. de ofício ou a requerimento do ofendido. Só poderá ser junto aos autos documento redigido em língua estrangeira. dia e hora. contado do trânsito em julgado da decisão final da causa. 143.2001) Parágrafo único. armazenados e assinados por meio eletrônico. os ofícios. independentemente de despacho.dar. A diligência. Art. quando acompanhado de versão em vernáculo. Os tribunais. nem praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou defesa do direito. (Incluído pela Lei nº 11. observado o disTÍTULO V .efetuar avaliações. que Ihe forem atribuídos pelas normas de organização judiciária. e. o juiz advertirá o advogado que não as use. 156. Art.(Incluído pela Lei nº 10. atendidos os requisitos de autenticidade. Correm. cujas atribuições são determinadas pelas normas de organização judiciária. IV .1977) Parágrafo único. não o havendo.DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I . (Incluído pela Lei conduta e não superior a vinte por cento do valor da causa. transmitidos. em segredo de justiça os processos: I .executar as ordens do juiz a que estiver subordinado.419. tes de que são destituídas de fundamento. Art. 142. a multa será inscrita sempre como dívida ativa da União ou do Estado. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir. V . de 2006). II . civis e processuais cabíveis. Parágrafo único. a que estão subordinados.quando praticarem ato nulo com dolo ou culpa. os atos que Ihes impõe a lei. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso do vernáculo.358. Art. (Incluído pela Lei nº 11. pode requerer ao juiz certidão do dispositivo da sentença. Ihes comete. mandar riscá-las. bem como praticando todos os demais atos. sem justo motivo.

(Redação dada pela Lei nº 8. a constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um ou de ambos os cônjuges.o Município. mas cuja execução tenha de recair sobre o produto do trabalho da mulher ou os seus bens reservados. será excluído do processo. bem como ao revel citado por edital ou com hora certa.1994) II . no curso do processo. quando um cônjuge a recuse ao outro sem justo motivo. V .DAS PARTES E DOS PROCURADORES CAPÍTULO I .As sociedades sem personalidade jurídica.925. o juiz. A falta. por quem os respectivos estatutos designarem. III . por seu curador.ao terceiro.o espólio. 7º a 15 Art. II . de 13.ao autor. IX .1994) I .925. da autorização ou da outorga. III .DA AÇÃO o Art.que tenham por objeto o reconhecimento. VIII . 11. pelo inventariante. cautelar e especial.que versem sobre direitos reais imobiliários. TÍTULO II .12. O cônjuge somente necessitará do consentimento do outro para propor ações que versem sobre direitos reais imobiliários. invalida o processo.ao réu. representante ou administrador de sua filial.358. a receber citação inicial para o processo de conhecimento. cien- 102 Tópicos de Legislação . quando necessária. por seus diretores.12. quando demandadas. de 1. 13. Não sendo cumprido o despacho dentro do prazo.ao incapaz. por seus procuradores. Código de Processo Civil Da ação: arts.10. o Distrito Federal e os Territórios. 8 Os incapazes serão representados ou assistidos por seus pais. agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil (art. II .fundadas em dívidas contraídas pelo marido a bem da família. ou lhe seja impossível dá-la.2001) I . todos os herdeiros e sucessores do falecido serão autores ou réus nas ações em que o espólio for parte. ainda que tenha ocorrido a violação do direito. de 13. Parágrafo único.952.952. 3 Para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade. o Art. em nome próprio. não os designando. 6 Ninguém poderá pleitear. 12.Dos Deveres Art. o Art. 14. 7 Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para estar em juízo.da existência ou da inexistência de relação jurídica. se tornar litigiosa relação jurídica de cuja existência ou inexistência depender o julgamento da lide. ou se os interesses deste colidirem com os daquele.925. VII . a este competirá a função de curador especial. Serão representados em juízo. de 13. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) III .a herança jacente ou vacante. pelo síndico. São deveres das partes e de todos aqueles que de qualquer forma participam do processo: (Redação dada pela Lei nº 10.a massa falida.1994) o § 1 Ambos os cônjuges serão necessariamente citados para as ações: (Parágrafo único renumerado pela Lei nº 8.resultantes de fatos que digam respeito a ambos os cônjuges ou de atos praticados por eles. CAPÍTULO II .925.952.a União. o juiz decretará a nulidade do processo. (Redação dada pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 5. 88.as pessoas jurídicas. pelo administrador ou pelo síndico. o § 3 O gerente da filial ou agência presume-se autorizado.a pessoa jurídica estrangeira.não formular pretensões. ou. salvo quando autorizado por lei. o § 1 Quando o inventariante for dativo. o Art.10. Art. 10. de 27. 3º e 6º CAPÍTULO II .12. Das partes e dos procuradores: arts. não poderão opor a irregularidade de sua constituição. de 1973) o Art. pelo gerente.proceder com lealdade e boa-fé. o § 2 .expor os fatos em juízo conforme a verdade. Parágrafo único. É admissível a ação declaratória.952.1994) Art. VI . A autorização do marido e a outorga da mulher podem suprir-se judicialmente.12. II . suspendendo o processo. ativa e passivamente: I . reputar-se-á revel. pela pessoa jurídica estrangeira. de 13. 5 Se. por seu Prefeito ou procurador. a participação do cônjuge do autor ou do réu somente é indispensável nos casos de composse ou de ato por ambos praticados. Art. (Redação dada pela Lei nº 5.(Incluído pela Lei nº 8. II . direito alheio.1973) o § 2 Nas ações possessórias. se a providência couber: I .o condomínio. Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes. qualquer das partes poderá requerer que o juiz a declare por sentença. Nas comarcas onde houver representante judicial de incapazes ou de ausentes. os Estados. o Art.ao réu preso. parágrafo único). nem alegar defesa. de 1. 9 O juiz dará curador especial: I . Parágrafo único. tutores ou curadores. de 1. II . de execução.12. III . na forma da lei civil. não suprida pelo juiz. 4 O interesse do autor pode limitar-se à declaração: I . marcará prazo razoável para ser sanado o defeito.DA CAPACIDADE PROCESSUAL o Art.Trabalhando pela sua conquista. se não tiver representante legal. pela pessoa a quem couber a administração dos seus bens.(Redação dada pela Lei nº 5.10.as sociedades sem personalidade jurídica.da autenticidade ou falsidade de documento.DOS DEVERES DAS PARTES E DOS SEUS PROCURADORES Seção I .1973) IV . IV .

assim como os traslados de autos. quando lhe for contestada a autenticidade. 218. quando por outro escrivão consertados.os cegos e surdos. Salvo os casos expressos. e pode ser ilidida pela comprovação da falsidade ou inexatidão dos lançamentos. A prova resultante dos livros e fichas não é bastante nos casos em que a lei exige escritura pública. Art. ou afinidade. Art. Parágrafo único. ou. necessária à validade de um ato. se a parte. As presunções. 231. ou às pessoas referidas no inciso antecedente. escriturados sem vício extrínseco ou intrínseco. quaisquer outras reproduções mecânicas ou eletrônicas de fatos ou de coisas fazem prova plena destes. A prova do instrumento particular pode suprir-se pelas outras de caráter legal. Os traslados e as certidões considerar-seão instrumentos públicos. Parágrafo único. até o terceiro grau de alguma das partes. Art. ou amigo íntimo.os cônjuges. 219. e constará. com as disposições principais ou com a legitimidade das partes. não se operam. ou sob a sua vigilância. extraídos por tabelião ou oficial de registro. os registros fonográficos e. Art. que não as legais. antes de registrado no registro público. Art. Não tendo relação direta. Art. Qualquer que seja o valor do negócio jurídico. em seu favor. parente em grau sucessível. a prova testemunhal é admissível como subsidiária ou complementar da prova por escrito. porém. A cópia fotográfica de documento. do próprio instrumento. Terão a mesma força probante os traslados e as certidões. III .Trabalhando pela sua conquista. os ascendentes. a juízo do tabelião. A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame. os descendentes e os colaterais. mas os seus efeitos. forem confirmados por outros subsídios. Os livros e fichas dos empresários e sociedades provam contra as pessoas a que pertencem. o amigo íntimo ou o inimigo capital das partes. O instrumento particular. de instrumentos ou documentos lançados em suas notas. Aquele que se nega a submeter-se a exame médico necessário não poderá aproveitar-se de sua recusa. tenha idoneidade e conhecimento bastantes. 223. outra pessoa capaz que. a perigo de vida. prova as obrigações convencionais de qualquer valor. provar-se-á do mesmo modo que este.os menores de dezesseis anos. Art. contra quem forem exibidos. Não podem ser admitidos como testemunhas: I . 222. Art. pode o juiz admitir o depoimento das pessoas a que se refere este artigo. ou de outro qualquer livro a cargo do escrivão. cinematográficas. 217. a respeito de terceiros. Para a prova de fatos que só elas conheçam. 230. ou somente assinado por quem esteja na livre disposição e administração de seus bens. de demanda. mas. deva guardar segredo. 227. o § 5 Se algum dos comparecentes não for conhecido do tabelião. 221. e. As reproduções fotográficas. IV . não lhes impugnar a exatidão. III . se os originais se houverem produzido em juízo como prova de algum ato. deverá ser exibido o original. do protocolo das audiências. Os documentos redigidos em língua estrangeira serão traduzidos para o português para ter efeitos legais no País. não o havendo na localidade. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 101 . Art. língua nacional e o tabelião não entender o idioma em que se expressa. em geral. 232. II . As declarações constantes de documentos assinados presumem-se verdadeiras em relação aos signatários. Art. quando a ciência do fato que se quer provar dependa dos sentidos que lhes faltam.que o exponha. A prova não supre a ausência do título de crédito. II . sendo extraídas por ele. Art. Art. por estado ou profissão. por enfermidade ou retardamento mental. deverão participar do ato pelo menos duas testemunhas que o conheçam e atestem sua identidade.a cujo respeito. Parágrafo único. 229. 220. de seu cônjuge. sempre que se possa.a que não possa responder sem desonra própria. 224. não tiverem discernimento para a prática dos atos da vida civil. bem como os da cessão. ou do original. as declarações enunciativas não eximem os interessados em sua veracidade do ônus de prová-las. ou de dano patrimonial imediato. não se admitem nos casos em que a lei exclui a prova testemunhal. Farão a mesma prova que os originais as certidões textuais de qualquer peça judicial.o interessado no litígio. ou escrito particular revestido de requisitos especiais. 225. conferida por tabelião de notas. O telegrama. 226. Art. deverá comparecer tradutor público para servir de intérprete. V . 228. Parágrafo único.aqueles que. valerá como prova de declaração da vontade. nem puder identificar-se por documento. quando. Art. Parágrafo único. 216. e por ele subscritas. por consangüinidade. Art. A anuência ou a autorização de outrem. feito e assinado. impugnada sua autenticidade. Art. Art. Ninguém pode ser obrigado a depor sobre fato: I . faz prova mediante conferência com o original assinado. Parágrafo único. a prova exclusivamente testemunhal só se admite nos negócios jurídicos cujo valor não ultrapasse o décuplo do maior salário mínimo vigente no País ao tempo em que foram celebrados. nos casos em que a lei ou as circunstâncias condicionarem o exercício do direito à sua exibição.

pela percepção de emolumentos.a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.presunção. a seu rogo. do balanço referente ao exercício em que a violação tenha sido praticada. 214.a pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto. II . ou de que todos a leram. o § 4 Em quatro anos. o § 1 Salvo quando exigidos por lei outros requisitos. suspendem ou interrompem a prescrição. A confissão é irrevogável. mas pode ser anulada se decorreu de erro de fato ou de coação. V . com a indicação. III . quando necessário. ação de indenização proposta pelo terceiro prejudicado. IV . V . em períodos não maiores de um ano. a pretensão para haver prestações alimentares. Aplica-se à decadência o disposto nos arts. o fato jurídico pode ser provado mediante: I .a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo. como representantes. a contar do vencimento. a partir da data em que se vencerem. ou fiscais. a contar da data da aprovação das contas.assinatura das partes e dos demais comparecentes. Da prova: arts.referência ao cumprimento das exigências legais e fiscais inerentes à legitimidade do ato. serventuários judiciais. Se feita a confissão por um representante. dividendos ou quaisquer prestações acessórias. do regime de bens do casamento. IV . nome do outro cônjuge e filiação. contado o prazo: a) para os fundadores.a pretensão de restituição dos lucros ou dividendos recebidos de má-fé. II . CAPÍTULO II . ou da data que a este indeniza. árbitros e peritos. III . IX .a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes.reconhecimento da identidade e capacidade das partes e de quantos hajam comparecido ao ato. o § 2 Em dois anos. VIII .a pretensão dos profissionais liberais em geral. correndo o prazo da data em que foi deliberada a distribuição. Deve o juiz. É nula a renúncia à decadência fixada em lei.documento. 215. ou da reunião ou assembléia geral que dela deva tomar conhecimento.a pretensão contra os peritos. 212. VII . Art. fazendo prova plena. inciso I.a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. o § 3 Em três anos: I . 210. Salvo o negócio a que se impõe forma especial.Da Prova Art. com capitalização ou sem ela. III .a pretensão de reparação civil. 195 e 198.Da Decadência Art. a pretensão relativa à tutela. Art. auxiliares da justiça.data e local de sua realização. A escritura pública.confissão.Trabalhando pela sua conquista. da primeira assembléia semestral posterior à violação. 209.manifestação clara da vontade das partes e dos intervenientes. lavrada em notas de tabelião. pagáveis. não se aplicam à decadência as normas que impedem. VI . da cessação dos respectivos contratos ou mandato. Parágrafo único. contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. II . encerrando o ato. o § 2 Se algum comparecente não puder ou não souber escrever. da ciência do fato gerador da pretensão. curadores e professores pelos seus honorários. V . b) quanto aos demais seguros.perícia. Art. a escritura pública deve conter: I . profissão. V . com a anuência do segurador.a pretensão do beneficiário contra o segurador. c) para os liquidantes. Não tem eficácia a confissão se provém de quem não é capaz de dispor do direito a que se referem os fatos confessados.a pretensão para haver o pagamento de título de crédito.a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa. conhecer da decadência. III . b) para os administradores. e a do terceiro prejudicado. III . contado o prazo da conclusão dos serviços.nome. 211. no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório.a pretensão para haver juros. estado civil. ressalvadas as disposições de lei especial. quando estabelecida por lei. domicílio e residência das partes e demais comparecentes. mas o juiz não pode suprir a alegação. da publicação dos atos constitutivos da sociedade anônima. Se a decadência for convencional. IV . IV . por si. somente é eficaz nos limites em que este pode vincular o representado. VI . outra pessoa capaz assinará por ele.testemunha. o § 3 A escritura será redigida na língua nacional.a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. Art. VII . nacionalidade. 207. aos sócios. intervenientes ou testemunhas. procuradores judiciais. II . 208. pela avaliação dos bens que entraram para a formação do capital de sociedade anônima. 213. Art. é documento dotado de fé pública. 212 a 232 TÍTULO V . o § 4 Se qualquer dos comparecentes não souber a 100 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição. Art. de ofício.a pretensão dos tabeliães. bem como a do tabelião ou seu substituto legal. o § 5 Em cinco anos: I . contado da publicação da ata da assembléia que aprovar o laudo. da apresentação. Salvo disposição legal em contrário. custas e honorários.declaração de ter sido lida na presença das partes e demais comparecentes. Art.

ou não a alegarem oportunamente. que ordenar a citação. Art. 195. assim como a interrupção efetuada contra o devedor solidário envolve os demais e seus herdeiros. A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição. se o interessado a promover no prazo e na forma da lei processual. negligência ou imprudência. II .Das Causas que Impedem ou Suspendem a Prescrição Art. e só valerá.pendendo ação de evicção. União. Não constituem atos ilícitos: I .contra os incapazes de que trata o art. Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes.entre ascendentes e descendentes. nos prazos a que aludem os arts. ou a lesão a pessoa. Seção II . 204.entre tutelados ou curatelados e seus tutores ou curadores. na constância da sociedade conjugal. 189 a 211 TÍTULO IV . (Revogado pela Lei nº 11. pela boa-fé ou pelos bons costumes. Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários. 205 e 206. TÍTULO III .Trabalhando pela sua conquista. durante o poder familiar. a fim de remover perigo iminente. O juiz não pode suprir. da data em que é citado para responder à Da prescrição e decadência: arts.a deterioração ou destruição da coisa alheia. 186. Art. 188.a pretensão do segurado contra o segurador. Não corre a prescrição: I . por ação ou omissão voluntária. pela prescrição. no caso de seguro de responsabilidade civil. A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado. semelhantemente. 194. mesmo incompetente. A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita. Aquele que. a qual se extingue. 202. que importe reconhecimento do direito pelo devedor. 193. II . quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. II . Art. contado o prazo: a) para o segurado.a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento.Da Prescrição e da Decadência CAPÍTULO I .os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido.por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. Não corre igualmente a prescrição: I . Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais. só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível.por protesto. Parágrafo único. Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal. II . o § 3 A interrupção produzida contra o principal devedor prejudica o fiador. o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário. 201. ao exercê-lo. sendo feita. Seção IV . o § 1 A interrupção por um dos credores solidários aproveita aos outros. a interrupção operada contra o co-devedor. II .280. Art. Art. ainda que exclusivamente moral. VI .não estando vencido o prazo. 206. Art. depois que a prescrição se consumar. Art. de ofício.contra os ausentes do País em serviço público da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 99 .contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas. A prescrição ocorre em dez anos. sem prejuízo de terceiro. Violado o direito. III . Parágrafo único. A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão. durante a tutela ou curatela. Art. Art. não prejudica aos demais coobrigados.Dos Atos Ilícitos Art. ou do último ato do processo para a interromper. No caso do inciso II. tácita é a renúncia quando se presume de fatos do interessado. Também não corre a prescrição: o I . de 2006) Art. violar direito e causar dano a outrem. salvo se favorecer a absolutamente incapaz. aplicam-se. senão quando se trate de obrigações e direitos indivisíveis. 197.Da Prescrição Seção I . nas condições do inciso antecedente. Seção III . A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros. nasce para o titular a pretensão. no que couber. 187. 196. III . Art. que derem causa à prescrição. II . 190. 200. Art. ou a deste contra aquele.Das Causas que Interrompem a Prescrição Art. a alegação de prescrição. comete ato ilícito. dar-se-á: I .entre os cônjuges. o § 2 A interrupção operada contra um dos herdeiros do devedor solidário não prejudica os outros herdeiros ou devedores. Prescreve: o § 1 Em um ano: I . 3 . IV . excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social. Art.pendendo condição suspensiva.por qualquer ato inequívoco. A interrupção da prescrição. Art. dos Estados ou dos Municípios. ainda que extrajudicial. Art. A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu. não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva. 203. V . 198. 205. Art.pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário ou em concurso de credores.por protesto cambial. III . 191.Disposições Gerais Art. negócios jurídicos. que somente poderá ocorrer uma vez. A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. III . 189. em tempo de guerra.por despacho do juiz. 192. incompatíveis com a prescrição. Também comete ato ilícito o titular de um direito que.Dos Prazos da Prescrição Art. ou seu herdeiro. para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos. pela parte a quem aproveita. 199. as disposições do Título anterior. não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo.

81. sendo também considerados tais os destinados à alienação. na forma que a lei determinar. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis. 80. pertinentes à mesma pessoa. independentemente dos demais. 97. ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor. que não sejam 98 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 93. se consideram de per si. São fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie.os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes.Dos Bens Reciprocamente Considerados Art. estradas. CAPÍTULO III . São bens públicos: I . Art. ou de remoção por força alheia. III . sem alteração da substância ou da destinação econômico-social. São singulares os bens que. São pertenças os bens que. 94. Não dispondo a lei em contrário. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. salvo se o contrário resultar da lei. As benfeitorias podem ser voluptuárias.os materiais provisoriamente separados de um prédio. como objeto de direito pessoal. o § 3 São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore. mas conservando a sua unidade. Consideram-se móveis para os efeitos legais: I . II . 87. de cada uma dessas entidades. diminuição considerável de valor. Art. dotadas de valor econômico. Art. Os materiais destinados a alguma construção. Art. de modo duradouro. seja qual for a pessoa a que pertencerem. Art. II . Art. ou real. Aos atos jurídicos lícitos. todos os outros são particulares.Dos Bens Públicos Art. inclusive os de suas autarquias. 88. ruas e praças. forem removidas para outro local. os frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico. Constitui universalidade de direito o complexo de relações jurídicas. aquele cuja existência supõe a do principal. ou prejuízo do uso a que se destinam. Bens divisíveis são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância. 185. conservam sua qualidade de móveis. estadual. Principal é o bem que existe sobre si. Art. que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público. tenham destinação unitária. 83. Art. Parágrafo único. separadas do solo. tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal.Dos Bens Móveis Art. Art. 90. Dos atos lícitos e ilícitos: arts. abstrata ou concretamente.os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações. 185 a 188 TÍTULO II .as edificações que. 101. Seção V . Parágrafo único. 86. São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância. 100. 96. Art. Art. Art. readquirem essa qualidade os provenientes da demolição de algum prédio. Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que. São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno. Art. não constituindo partes integrantes. o § 1 São voluptuárias as de mero deleite ou recreio. se destinam.Dos Bens Singulares e Coletivos Art. 103. 82. enquanto não forem empregados. O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído. 91. mares. Art. Art. da manifestação de vontade. 98. consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado. territorial ou municipal. de uma pessoa.Dos Bens Fungíveis e Consumíveis Art. Seção IV . III . que não aumentam o uso habitual do bem. 95. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I . 92. Os bens públicos dominicais podem ser alienados. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças. II . II . Apesar de ainda não separados do bem principal. Os bens que formam essa universalidade podem ser objeto de relações jurídicas próprias. úteis ou necessárias. Seção III . observadas as exigências da lei. 99. CAPÍTULO II .Trabalhando pela sua conquista. Art. tais como rios. 102. 85. ou das circunstâncias do caso. 89. Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário.Dos Atos Jurídicos Lícitos Art. o § 2 São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem. embora reunidos.as energias que tenham valor econômico.os de uso especial. Não perdem o caráter de imóveis: I . ao uso. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram. Art. Art. para nele se reempregarem. acessório. possuidor ou detentor.o direito à sucessão aberta. lhe incorporar natural ou artificialmente. São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio. conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem.os dominicais.Dos Bens Divisíveis Art. qualidade e quantidade. 84. enquanto conservarem a sua qualificação. ao serviço ou ao aformoseamento de outro.os de uso comum do povo. Seção II .

incorporados em outra fundação que se proponha a fim igual ou semelhante.seja aprovada pelo órgão do Ministério Público. e para onde vai. porém. o do servidor público. ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos. Art. 62). em dez dias. considerar- Dos bens: arts. o do marítimo. haver-se-á por domicílio da pessoa jurídica. Tornando-se ilícita. Art. É também domicílio da pessoa natural. poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes. poderá o juiz supri-la.da União. que. o § 1 Se funcionarem no Distrito Federal. Art. sito no Brasil. ou no estatuto. à aprovação da autoridade competente. o Distrito Federal. ao respectivo Ministério Público. o lugar onde esta é exercida. Art. quanto às relações concernentes à profissão. 69. 73. III . 67. por mandado judicial. e declarando. Parágrafo único. o do militar. 72. 65. se quiser. que deixa. citado no estrangeiro. Muda-se o domicílio. os bens a ela destinados serão. os administradores da fundação. morais. Art. e. e. o domicílio é: I . O agente diplomático do Brasil. de acordo com as suas bases (art. Art. e o do preso. o servidor público. cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo. e. 68. 63. 78. em seguida. a sede do comando a que se encontrar imediatamente subordinado.dos Estados e Territórios. Ter-se-á por domicílio da pessoa natural. formularão logo. IV . alternadamente. alegar extraterritorialidade sem designar onde tem. 77. o lugar do estabelecimento. ou outro direito real. Parágrafo único. de bens livres. ou.Trabalhando pela sua conquista. o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações. o órgão do Ministério Público. Art. o estatuto da fundação projetada. caberá o encargo. onde servir. com a intenção manifesta de o mudar.do Município. culturais ou de assistência. com recurso ao juiz.794-8) o § 2 Se estenderem a atividade por mais de um Estado. ou vencido o prazo de sua existência. 74. Do domicílio: arts. tiver a sede no estrangeiro. se de outro modo não dispuser o instituidor. Art. São bens imóveis o solo e tudo quanto se Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 97 . ou qualquer interessado. Se. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente. A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos. Parágrafo único. o instituidor é obrigado a transferir-lhe a propriedade. Têm domicílio necessário o incapaz. da própria mudança. Quanto às pessoas jurídicas. Art. Parágrafo único. Quando insuficientes para constituir a fundação. Art. a que ela corresponder. 70. que não tenha residência habitual.não contrarie ou desvirtue o fim desta. se não o fizer.Do Domicílio Art. onde. lhe promoverá a extinção. Art. o marítimo e o preso. Parágrafo único. sobre os bens dotados. o § 2 Se a administração. o § 1 Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes.seja deliberada por dois terços dos competentes para gerir e representar a fundação. caso este a denegue.Dos Bens Considerados em Si Mesmos Seção I . 64. caberá o encargo ao Ministério Público Federal. o militar. o lugar em que exercer permanentemente suas funções. ou diretoria. Art. no tocante às obrigações contraídas por cada uma das suas agências. ou. salvo disposição em contrário no ato constitutivo. o lugar onde for encontrada. viva. em outra fundação. em cada um deles. em cento e oitenta dias. especificando o fim a que se destina. 75. 76. poderá ser demandado no Distrito Federal ou no último ponto do território brasileiro onde o teve. 66. 79. se-á domicílio seu qualquer delas. a requerimento do interessado. 71. Quando a alteração não houver sido aprovada por votação unânime. requererão que se dê ciência à minoria vencida para impugná-la. Constituída a fundação por negócio jurídico entre vivos. ou em Território. serão registrados. o lugar onde funcione a administração municipal. sendo da Marinha ou da Aeronáutica. a incumbência caberá ao Ministério Público. designada pelo juiz. Velará pelas fundações o Ministério Público do Estado onde situadas. submetendo-o. em tendo ciência do encargo. incorporando-se o seu patrimônio. o seu domicílio. em nome dela. ao submeterem o estatuto ao órgão do Ministério Público. no país. Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo instituidor. Art. onde o navio estiver matriculado. com as circunstâncias que a acompanharem. as respectivas capitais. não havendo prazo. impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação. Nos contratos escritos. se tais declarações não fizer. II . a maneira de administrá-la. que se proponha a fim igual ou semelhante. Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos. A prova da intenção resultará do que declarar a pessoa às municipalidades dos lugares. (Vide ADIN nº 2.DOS BENS TÍTULO ÚNICO . transferindo a residência. 70 a 78 TÍTULO III . cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem. III . se quiser. Para que se possa alterar o estatuto da fundação é mister que a reforma: I . Art. Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do patrimônio. 79 a 103 LIVRO II . o lugar em que cumprir a sentença.das demais pessoas jurídicas. a pessoa natural tiver diversas residências.Dos Bens Imóveis Art. II .Das Diferentes Classes de Bens CAPÍTULO I . Art.

Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente convocada para esse fim. demissão e exclusão dos associados. 60. antes da destinação do remanescente referida neste artigo. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. Parágrafo único. a requerimento de qualquer interessado. o seu instituidor fará. VII – a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas. assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso. em que a associação tiver sede. (Redação dada pela Lei nº 11. 50.127. (Redação dada pela Lei nº 11. ou não. o § 1 Por cláusula do estatuto ou. (Redação dada pela Lei nº 11. de fins idênticos ou semelhantes. 52. se for o caso. dolo. de 2005) I – destituir os administradores. o remanescente do seu patrimônio líquido. salvo disposição diversa do estatuto. Sob pena de nulidade. por deliberação dos associados.127. (Redação dada pela Lei nº 11. dotação especial 96 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . salvo se o ato constitutivo dispuser de modo diverso. e de que modo. 59. instituição nas condições indicadas neste artigo. até que esta se conclua. por deliberação dos associados. simulação ou fraude. CAPÍTULO III . CAPÍTULO II . o que remanescer do seu patrimônio se devolverá à Fazenda do Estado. Art. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar. Não há. Parágrafo único. 61. pode o juiz decidir. garantido a 1/5 (um quinto) dos associados o direito de promovê-la. por escritura pública ou testamento. caracterizado pelo desvio de finalidade. ela subsistirá para os fins de liquidação. 47. 56. 53. 56. II . o § 3 Encerrada a liquidação. de 2005) Parágrafo único. a requerimento da parte. o estatuto das associações conterá: I . de 2005) Art. Dissolvida a associação. Nenhum associado poderá ser impedido de exercer direito ou função que lhe tenha sido legitimamente conferido. quando violarem a lei ou estatuto. III . de 2005) Art. 48. 49. podem estes. as quotas ou frações ideais referidas no parágrafo único do art.Trabalhando pela sua conquista. no seu silêncio. receber em restituição. as contribuições que tiverem prestado ao patrimônio da associação. no registro onde a pessoa jurídica estiver inscrita. de 2005) Art.os requisitos para a admissão. as decisões se tomarão pela maioria de votos dos presentes. à instituição municipal. ou pela confusão patrimonial. Art.as condições para a alteração das disposições estatutárias e para a dissolução. a proteção dos direitos da personalidade. Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva. Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação. de 2005) VI . Para criar uma fundação. entre os associados. (Redação dada pela Lei nº 11.as condições de extinção da pessoa jurídica e o destino do seu patrimônio.127. Compete privativamente à assembléia geral: (Redação dada pela Lei nº 11.o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos. Art.os direitos e deveres dos associados. nesse caso. o juiz. no Estado. (Redação dada pela Lei nº 11. mas o estatuto poderá instituir categorias com vantagens especiais. A exclusão do associado só é admissível havendo justa causa. atualizado o respectivo valor. nos termos previstos no estatuto. IV . A qualidade de associado é intransmissível. bem como os critérios de eleição dos administradores.127. cujo quorum será o estabelecido no estatuto. Art. do Distrito Federal ou da União. a averbação de sua dissolução. (Incluído pela Lei nº 11. Decai em três anos o direito de anular as decisões a que se refere este artigo. depois de deduzidas. VI . IV . nomear-lhe-á administrador provisório. Em caso de abuso da personalidade jurídica. pelas obrigações sociais.a denominação. estadual ou federal.DAS ASSOCIAÇÕES Art. 55. V – o modo de constituição e de funcionamento dos órgãos deliberativos.127. Art. ativa e passivamente.127. no que couber. ou. Obrigam a pessoa jurídica os atos dos administradores.as fontes de recursos para sua manutenção. os fins e a sede da associação. V . e dos diretores. Parágrafo único. o § 2 As disposições para a liquidação das sociedades aplicam-se. ou forem eivadas de erro. de 2005) II – alterar o estatuto. Os associados devem ter iguais direitos. direitos e obrigações recíprocos. será destinado à entidade de fins não econômicos designada no estatuto. a não ser nos casos e pela forma previstos na lei ou no estatuto. o § 1 Far-se-á. no Distrito Federal ou no Território. II . III . judicial e extrajudicialmente. se o estatuto não dispuser o contrário.se os membros respondem.se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração.127. o § 2 Não existindo no Município. 54. exercidos nos limites de seus poderes definidos no ato constitutivo. Art. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. 62. 58. no que couber. promover-se-á o cancelamento da inscrição da pessoa jurídica.DAS FUNDAÇÕES Art. Art. de 2005) Art. a transferência daquela não importará. 51. omisso este. de per si. Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento. A convocação dos órgãos deliberativos far-seá na forma do estatuto. Art. às demais pessoas jurídicas de direito privado. subsidiariamente. Art. Art.o modo por que se administra e representa. na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro. Aplica-se às pessoas jurídicas. 57.127.

Com exceção dos casos previstos em lei. Salvo por exigência médica.Trabalhando pela sua conquista. Art. 17.825. quanto ao seu funcionamento. para depois da morte.12. e o juiz. I . a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica. a que se tenha dado estrutura de direito privado. 16. o divórcio.825. sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. ainda quando não haja intenção difamatória. IV . com objetivo científico.2003) o § 1 São livres a criação. Art. 40 a 69 TÍTULO II . Parágrafo único. O nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público.os Estados. Parágrafo único. inclusive as associações públicas. Parágrafo único. Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro.825.as autarquias. (Incluído pela Lei nº 10.as organizações religiosas. de 2009) Vigência CAPÍTULO II . IV . ou qualquer parente em linha reta. de 22. a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber. a separação judicial e o restabelecimento da sociedade conjugal. por defeito do ato respectivo. no que couber. e de direito privado. São pessoas jurídicas de direito público interno: I . adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma. Parágrafo único. os fins. 41.a denominação. a boa fama ou a respeitabilidade.DAS PESSOAS JURÍDICAS CAPÍTULO I . regem-se. os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis. com risco de vida. terá legitimação para requerer a medida prevista neste artigo o cônjuge sobrevivente. 11. a divulgação de escritos. (Redação dada pela Lei nº 11. Art. Art. Em se tratando de morto ou de ausente.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. precedida. Toda pessoa tem direito ao nome. Art. (Incluído pela Lei nº 10. as pessoas jurídicas de direito público. ou a publicação.825. 12. quando necessário.2003) Art. Art. III .os partidos políticos. II . (Incluído pela Lei nº 10. quando houver. As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros. Art. O ato previsto neste artigo será admitido para fins de transplante. a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas. de 22. ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública. não se pode usar o nome alheio em propaganda comercial.107. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 95 . interno ou externo. na forma estabelecida em lei especial. (Incluído pela Lei nº 10. e reclamar perdas e danos. não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária. É válida. ou contrariar os bons costumes. (Incluído pela Lei nº 10. ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano. ou altruístico. O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo. a transmissão da palavra.as fundações.2003) o § 2 As disposições concernentes às associações aplicam-se subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da Parte Especial deste Código. nele compreendidos o prenome e o sobrenome. é defeso o ato de disposição do próprio corpo. 14.12. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome. o tempo de duração e o fundo social.os Municípios.12. Salvo disposição em contrário. Art.010. ou a lesão. se lhe atingirem a honra. 13. Das pessoas jurídicas: arts. de 2005) V . O registro declarará: I . 18. por parte destes. a disposição gratuita do próprio corpo. Art.a União.2003) o § 3 Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica. a direito da personalidade.DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE Art. Art. no todo ou em parte. a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas. Parágrafo único. 19. 15. II . de 22. são partes legítimas para requerer essa proteção o cônjuge. 45. III . As pessoas jurídicas são de direito público. Art. 20. Sem autorização. II . A vida privada da pessoa natural é inviolável. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. 44. Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado. quando importar diminuição permanente da integridade física. de 22. 46. 42. sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento.12. 21. contado o prazo da publicação de sua inscrição no registro. de autorização ou aprovação do Poder Executivo.2003) V . se houver. Art. Em se tratando de morto. Parágrafo único. os ascendentes ou os descendentes. de 22. ou colateral até o quarto grau. a sede.dos atos judiciais ou extrajudiciais de adoção. a organização. Pode-se exigir que cesse a ameaça. Ninguém pode ser constrangido a submeterse. 40. III . pelas normas deste Código.as demais entidades de caráter público criadas por lei. ou se destinarem a fins comerciais. Salvo se autorizadas. 43. culpa ou dolo.as sociedades. Art. o Distrito Federal e os Territórios. averbando-se no registro todas as alterações por que passar o ato constitutivo. a requerimento do interessado. (Vide Lei nº 12. Art. Art.as associações.825. São pessoas jurídicas de direito privado: I .dos atos judiciais ou extrajudiciais que declararem ou reconhecerem a filiação.12.das sentenças que decretarem a nulidade ou anulação do casamento.

propor à Assembléia Legislativa a criação e a extinção de seus cargos e serviços auxiliares. bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores. mas a lei põe a salvo. ou pela existência de relação de emprego.os pródigos. bem como nos casos de promoção.os que. na forma de lei complementar: ♦ I .organizar suas secretarias. II . e os que.os que. de 06/02/91. mediante instrumento público. V . sem desenvolvimento mental completo. ♦ § 1º . ♦ § 3º . não for encontrado até dois anos após o término da guerra. casamentos e óbitos. II . desde que.Trabalhando pela sua conquista. relativamente a certos atos. 8 Se dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião. organizados em quadros próprios. IV . devendo a sentença fixar a data provável do falecimento.os nascimentos. de 04/12/08.O provimento.se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida. III . ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50. ♦ V .os excepcionais. 2 A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida. presumir-se-ão simultaneamente mortos.pelo casamento. III . a incapacidade: I . 135 da Constituição Federal. os viciados em tóxicos.087.a sentença declaratória de ausência e de morte presumida. ♦ § 2º . quanto aos ausentes. não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros. Parágrafo único. 1º a 21 TÍTULO I . o Art. MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL Código Civil Brasileiro Das pessoas naturais: arts. 10.os ébrios habituais. ouvido o tutor. desaparecido em campanha ou feito prisioneiro. ♦ III . 6 A existência da pessoa natural termina com a morte. IV . IV . tenham o discernimento reduzido.os menores de dezesseis anos. ou de um deles na falta do outro. Parágrafo único. A declaração da morte presumida. ♦ II . sem decretação de ausência: I . 5 A menoridade cessa aos dezoito anos completos. 7 Pode ser declarada a morte presumida. a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. 3 São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: I .prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares.Os serviços da Defensoria Pública estender-se-ão por todas as Comarcas do Estado.os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. somente poderá ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações. não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos. III . Art.pelo exercício de emprego público efetivo. ♦ IV . o Art.pela concessão dos pais.praticar atos próprios de gestão. 9 Serão registrados em registro público: I . o Art.À Defensoria Pública é assegurada autonomia funcional. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial. o Art. em função deles.DAS PESSOAS NATURAIS CAPÍTULO I . de acordo com as necessidades e a forma prescrita na lei complementar. III .pelo estabelecimento civil ou comercial. independentemente de homologação judicial. Cessará. de 22/05/02. ou por sentença do juiz. Art. para os menores. remoção e demais formas de provimento derivado. mesmo por causa transitória. núcleos e coordenadorias e os serviços auxiliares das Defensorias Públicas. Far-se-á averbação em registro público: 94 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .se alguém. desde a concepção. o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria. a carreira de seus membros. dar-se-ão p or ato do Defensor Público-Geral do Estado. 1 Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil.DA PERSONALIDADE E DA CAPACIDADE o Art. o Art. quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal de carreira e dos serviços auxiliares. nesses casos. o Art. 122 . II .a interdição por incapacidade absoluta ou relativa. Art. nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva. o Art. II . de 24/08/05. cabendo-lhe. administrativa e orçamentária. presume-se esta. Parágrafo único. 4 São incapazes. se o menor tiver dezesseis anos completos.230. não puderem exprimir sua vontade.795. II . observando as normas previstas na legislação federal e nesta Constituição. ou à maneira de os exercer: I . previstos em lei.Os membros das carreiras disciplinadas neste Título terão seus vencimentos e vantagens fixados e pagos segundo o disposto no art. 123 . e a LEC nº 13.pela colação de grau em curso de ensino superior.A Defensoria Pública elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da Lei de Diretrizes Orçamentárias. por enfermidade ou deficiência mental. por deficiência mental. os direitos do nascituro. o Art.a emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz. ● Vide a LEC nº 9. a LEC nº 11.

Decorrido o prazo de 15 (quinze) dias do envio da lista tríplice ao Governador do Estado sem a nomeação do Defensor Público-Geral.prestar assistência jurídica e administrativa aos Municípios. nos casos e na forma de lei complementar estadual. observado o regime jurídico decorrente dos arts. II . em todos os graus. as atividades e necessidades da Defensoria Pública. a título complementar ou supletivo. Parágrafo único .São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. II . sujeitos. a indivisibilidade e a independência funcional.O pessoal dos serviços auxiliares da Procuradoria-Geral do Estado será organizado em carreira. observados ainda os seguintes princípios: I .A Defensoria Pública tem como chefe o Defensor Público-Geral. Seção III . 119 . sujeito ao regime estatutário e recrutado exclusivamente por concurso público de provas ou de provas e títulos. III .irredutibilidade de vencimentos. dispondo sobre sua competência. 121 . permitida uma recondução por igual período. § 2º . 116 . bem como sobre Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 93 . devendo a escolha recair em membro da carreira.estabilidade após dois anos no exercício do cargo.Lei complementar organizará a Defensoria Pública no Estado. ● Vide a LEC nº 11. na forma do art. nomeado pelo Governador do Estado dentre os integrantes das classes especial e final da carreira de Defensor Público. especialmente: I . 117 . vinculada diretamente ao Governador do Estado e integrante de seu Gabinete.O Defensor Público-Geral poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa.pronunciar-se sobre a legalidade dos atos da administração estadual. inclusive os de renda e extraordinários. por antigüidade e merecimento. no exercício do cargo.As atribuições da Procuradoria-Geral do Estado serão exercidas pelos Procuradores do Estado. VI . LXXIV. ● Vide a LEC nº 11. 120 . organizado e realizado pela Procuradoria-Geral do Estado. ● Art. III .Aplicam-se aos Procuradores do Estado as seguintes vedações: I . com prerrogativas de Secretário de Estado. pela classe inicial.Competem à Procuradoria-Geral do Estado a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado. direta e indireta. dos necessitados. percentagens ou custas processuais.O Defensor Público-Geral do Estado comparecerá. ● Art. com quadro próprio. cabendo-lhe requisitar. aos impostos gerais. por voto obrigatório e secreto. a qualquer título e sob qualquer pretexto. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50. mediante eleição de todos os membros da carreira da Defensoria Pública. 132 e 135 da Constituição Federal.promover a unificação da jurisprudência administrativa do Estado. informações. III . Art. mediante concurso público de provas e de títulos. ♦ § 5° . à Assembléia Legislativa para relatar. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil.O Procurador do Estado. da Constituição Federal. além de outras atribuições que lhe forem cometidas por lei. IV . salvo se não houver candidato com os requisitos necessários. ♦ § 3º . e a Lei nº 11.766/02. Geral do Estado.Lei complementar disporá sobre o estatuto dos Procuradores do Estado.766/02. qualquer outra função pública. e o cargo será provido em comissão.O Estado será citado na pessoa de seu Procurador-Geral. Parágrafo único . V . será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado. 118 . salvo uma de magistério. ♦ § 4º . indicados em lista tríplice. O parágrafo único passa a ser o quinto. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50.exercer a advocacia fora das atribuições institucionais. anualmente. organizados em carreira e regidos por estatuto. IV . para mandato de dois anos. de 24/08/05. e a Lei nº 11. de 17/01/02. ♦ § 2º . ainda que em disponibilidade.A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. de acordo com as necessidades e a forma prescrita em lei complementar estadual. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. II .Trabalhando pela sua conquista.exercer. emitindo pareceres nos que forem encaminhados à decisão final do Governador. 5º.Da Defensoria Pública ♦ Art. estendendo-se os seus serviços por todas as comarcas do Estado.propor orientação jurídico-normativa para a administração pública.742. a indivisibilidade e a independência funcional.742. IV . alternadamente. em sessão pública. na forma da lei. ♦ § 1° . pelo Governador.representar os interesses da administração pública estadual perante os Tribunais de Contas do Estado e da União.participar de sociedade comercial. de qualquer autoridade ou órgão da administração estadual. esclarecimentos e diligências que entender necessários ao fiel cumprimento de suas funções. 115 . Art.São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. de 24/08/05. sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício.realizar processos administrativos disciplinares nos casos previstos em lei. estrutura e funcionamento. correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual. de 24/08/05.receber. de 17/01/02.A Procuradoria-Geral do Estado será chefiada pelo Procurador-Geral do Estado.ingresso na carreira. goza das prerrogativas inerentes à atividade de advocacia. § 1º . Art.progressão na carreira de classe a classe. ♦ Renumerado pela Emenda Constitucional nº 50. entretanto. honorários. Art.

organizados em quadros próprios.aproveitamento em cursos oficiais de preparação para ingresso ou promoção na carreira. 37. salvo se não houver candidato com os requisitos necessários. estaduais e federais. IV . exames. 153. e 153.578. sob a forma de sistema. dar-se-ão por ato do Procurador-Geral. à Assembléia Legislativa para relatar. Art. o órgão do Ministério Público poderá: a) instaurar procedimentos administrativos e. menores. as atividades e necessidades do Ministério Público. II . XI. a fim de instruí-los. inválidos.praticar atos próprios de gestão. na forma da lei complementar. c) requisitar informações e documentos de entidades privadas para instruir procedimento e processo em que oficie. II . correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual. nos casos e na forma da lei complementar estadual.As funções do Ministério Público junto ao Tribunal Militar serão exercidas por membros do Ministério Público estadual. acompanhar esta e produzir provas. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. 110 . estabelecerá a organização. IV . salvo uma de magistério. Art. ainda que em disponibilidade. nos termos de sua lei complementar. 113 . nesta Constituição e nas leis. de iniciativa facultada ao Procurador-Geral. anualmente.ingresso na carreira mediante concurso público de provas e títulos. na forma de sua lei complementar: I . bem como o disposto nos arts. supervisionando-lhes a assistência. § 3º .O provimento. observados. 114 . em regime jurídico especial.Ao Ministério Público é assegurada autonomia administrativa e funcional. II . na forma da lei. por antigüidade e merecimento. § 1º .residência do membro do Ministério Público na Comarca de sua classificação.organizar suas secretarias e os serviços auxiliares das Promotorias de Justiça. to de dois anos.O Procurador-Geral de Justiça poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa.Aos membros do Ministério Público são estabelecidas: I . remoção e demais formas de provimento derivado. da Constituição Federal. observado o limite máximo e a relação de valores entre a maior e a menor remuneração.O Procurador-Geral de Justiça comparecerá. c) participar de sociedade comercial. nas nomeações. alternadamente. Art. os seguintes princípios: I . assegurada ampla defesa. b) exercer a advocacia. incumbe ainda ao Ministério Público. Seção II . reclamações e representações de qualquer pessoa por desrespeito aos direitos assegurados na Constituição Federal. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização e observada. V . III .O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias.Trabalhando pela sua conquista. Art. c) irredutibilidade de vencimentos. Art. 111 . V . II .A Advocacia do Estado é atividade inerente ao regime de legalidade na administração pública e será organizada. cabendo-lhe.praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal da carreira e dos serviços auxiliares. II. perícias e documentos de autoridades municipais.as seguintes garantias: a) vitaliciedade após dois anos de exercício. Parágrafo único . bem como promover inspeções e diligências investigatórias.Decorrido o prazo previsto em lei sem nomeação do Procurador-Geral de Justiça. incapazes e pessoas portadoras de deficiências. b) inamovibilidade.exercer a fiscalização dos estabelecimentos que abrigam idosos.prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares. da administração direta e indireta.Além das funções previstas na Constituição Federal e nas leis. § 2º . 109 . além de outros. tendo como órgão central a Procuradoria- 92 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . e) exercer atividade político-partidária. ● IV .exercer o controle externo das atividades desenvolvidas nos estabelecimentos prisionais. a ordem de classificação. honorários. as atribuições e o estatuto do Ministério Público. em sessão pública. § 4º . I.receber petições.exercer o controle externo da atividade policial. qualquer outro cargo ou função pública. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado.Da Advocacia-Geral do Estado ● Art. b) requisitar à autoridade competente a instauração de sindicância. permitida uma recondução por igual período. de 05/01/01. mediante lei complementar. Parágrafo único . bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores. ● Vide a LEC nº 11.as seguintes vedações: a) receber.propor à Assembléia Legislativa a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. previstos em lei. sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício. salvo exceções previstas em lei. III . § 2º. será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado. 150. a qualquer título e sob qualquer pretexto. percentagens ou custas processuais. III. por voto de dois terços de seus membros. 112 . salvo por motivo de interesse público. a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. III . nos termos de sua lei complementar: I . expedir notificações para colher depoimentos ou esclarecimentos.progressão na carreira de entrância a entrância. d) exercer.No exercício de suas funções.A lei complementar a que se refere este artigo.assistir as famílias atingidas pelo crime e defender-lhes os interesses. bem como nos casos de promoção. requisitar informações.

obrigatoriamente. estabelecendo critérios uniformes. Art. 107 . ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 22. mediante eleição. Seção V . Art.a extensão territorial. Art. § 3º . e o titular. uma vaga. o Tribunal de Justiça verificará a existência dos requisitos mínimos para a criação de novas Comarcas ou Varas e proporá as alterações que se fizerem necessárias. ♦ § 5º . por ato do Presidente. poderão ser atribuídas ao Juiz de Paz.O Tribunal de Justiça expedirá Resolução regulamentando a organização dos órgãos a que se refere este artigo. definindo-lhes o Tribunal de Justiça a sede respectiva. 105 . Seção IV .Outras funções.. sem caráter jurisdicional. 100 . contra os costumes. de 11/12/97. haverá um ou mais Tribunais do Júri. remunerado na forma da lei. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22. D. D.Trabalhando pela sua conquista. III .A Justiça Militar.A lei disporá sobre os requisitos para a criação. ção dos crimes e contravenções relativos a entorpecentes e drogas afins. assegurada a estes. II .Dos Juízes de Primeiro Grau Art. § 2º . § 2º . os cargos de Juiz-Auditor e os dos servidores vinculados à Justiça Militar. as atribuições de seus membros e a carreira de JuizAuditor serão estabelecidas na Lei de Organização Judiciária.O Ministério Público é instituição permanente. com a organização e as atribuições estabelecidas em lei.Na região metropolitana. depois de aprovada a escolha pela Assembléia Legislativa.. de 08/12/98.O Tribunal Militar do Estado compor-se-á de sete Juízes.J. 107 a 123 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 91 .442. 106 . Art. de 03/12/91. ♦ Art. alterada pela Emenda Constitucional nº 24. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica.Do Ministério Público Art.Na sede de cada Município que dispuser de serviços judiciários.o número de eleitores.A lei de organização judiciária discriminará a competência territorial e material dos Juízes de primeiro grau.A estrutura dos órgãos da Justiça Militar.Os Juizados Especiais terão composição e competência definidos em lei. § 2º . na forma da lei. 104 . 102 .A lei disporá sobre a criação de Juizados de Paz.U. § § 1º .Anualmente. 108 .Da Justiça Militar Art. Art. vantagens. V . poderão ser criadas Comarcas Regionais.Os Juízes do Tribunal Militar do Estado terão vencimento. 103 . com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. 04/09/98.A lei disporá sobre a forma de eleição e de investidura dos juízes leigos. para manda- Das funções essenciais à Justiça: arts. podendo atribuí-los a turma de juízes de primeiro grau. 04/09/98.O Juiz de Paz e seu suplente serão escolhidos mediante eleição.DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I . 99 . ainda que todos os Municípios integrantes sejam dotados de serviços judiciários instalados. § 4º . § 1º .446/91. III .exercer outras atribuições definidas em lei. sendo quatro militares e três civis. Art. de 11/12/97. prerrogativas e impedimentos iguais aos Desembargadores do Tribunal de Justiça. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22.Os Juízes civis serão escolhidos dentre membros do Ministério Público. § § 3º .A escolha dos Juízes militares será feita dentre coronéis da ativa.Compete ao Tribunal Militar do Estado. organizada com observância dos preceitos da Constituição Federal. II . e dentre Juízes-Auditores. garantias. nomeado pelo Governador do Estado dentre integrantes da carreira. levando em conta: I .As Comarcas poderão ser constituídas de um ou mais Municípios.a receita tributária. me democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. § 1º . segundo um sistema de Comarcas e Varas que garanta eficiência na prestação jurisdicional.J. indicados em lista tríplice. na forma da lei. os dolosos contra a vida e os de responsabilidade dos servidores públicos estaduais.O Ministério Público tem por chefe o Procurador-Geral de Justiça.prover. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4. julgar os recursos dos Conselhos de Justiça Militar e ainda: I . do regiexercício de atribuições conciliatórias. e 9. 101 . § 1º . da Brigada Militar.o movimento forense. pertencentes ao Quadro de Oficiais de Polícia Militar. direitos. nas aglomerações urbanas e microrregiões. designando-lhes o Tribunal de Justiça a respectiva sede. nomeados pelo Governador do Estado. IV .decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.o número de habitantes. extinção e classificação de Comarcas. Art. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4. Vide as Leis nºs 9. § 2º . de iniciativa do Tribunal de Justiça.Compete à Justiça Militar Estadual processar e julgar os servidores militares estaduais nos crimes militares definidos em lei. a falências. advogados de notório saber jurídico e ilibada conduta. de 11/12/97. além das matérias definidas nesta Constituição.A lei definirá os órgãos competentes para julgar os recursos.U. para a celebração de casamentos e para o CAPÍTULO IV . 98 . terá como órgãos de primeiro grau os Conselhos de Justiça e como órgão de segundo grau o Tribunal Militar do Estado. essencial à função jurisdicional do Estado. todos de investidura vitalícia.

Trabalhando pela sua conquista.
ou autoridade cujos atos estejam diretamente submetidos à jurisdição do Tribunal de Justiça, quando se tratar de crime sujeito a esta mesma jurisdição em única instância, ou quando houver perigo de se consumar a violência antes que outro Juiz ou Tribunal possa conhecer do pedido; b) os mandados de segurança, os habeas data e os mandados de injunção contra atos ou omissões do Governador do Estado, da Assembléia Legislativa e seus órgãos, dos Secretários de Estado, do Tribunal de Contas do Estado e seus órgãos, dos Juízes de primeira instância, dos membros do Ministério Público e do Procurador-Geral do Estado; c) a representação oferecida pelo Procurador-Geral de Justiça para assegurar a observância dos princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, ordem ou decisão judicial, para fins de intervenção do Estado nos Municípios; § d) a ação direta da inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual perante esta Constituição, e de municipal perante esta e a Constituição Federal, inclusive por omissão; § Declarada a inconstitucionalidade do trecho tachado na ADI nº 409-3. D.J.U., 26/04/02. e) os mandados de injunção contra atos ou omissões dos Prefeitos Municipais e das Câmaras de Vereadores; XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal não atribuída ao Tribunal de Alçada; ♦ XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal de sua competência. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. ♦ XIV - prestar, por escrito, através de seu presidente, no prazo máximo de trinta dias, todas as informações que a Assembléia Legislativa solicitar a respeito da administração dos Tribunais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 13, de 14/12/95. § 1º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - a Mesa da Assembléia Legislativa; III - o Procurador-Geral de Justiça; IV - o Titular da Defensoria Pública; ♦ IV - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. V - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VI - partido político com representação na Assembléia Legislativa; VII - entidade sindical ou de classe de âmbito nacional ou estadual; VIII - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores, de âmbito nacional ou estadual, legalmente constituídas; IX - o Prefeito Municipal; X - a Mesa da Câmara Municipal. § 2º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo municipal, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - o Procurador-Geral de Justiça; III - o Prefeito Municipal; IV - a Mesa da Câmara Municipal; V - partido político com representação na Câmara de Vereadores; VI - entidade sindical; VII - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII - o Titular da Defensoria Pública; ♦ VIII - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. IX - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores legalmente constituídas; X - associações de bairro e entidades de defesa dos interesses comunitários legalmente constituídas há mais de um ano. § 3º - O Procurador-Geral de Justiça deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade. § 4º - Quando o Tribunal de Justiça apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou de ato normativo, citará previamente o ProcuradorGeral do Estado, que defenderá o ato ou texto impugnado. ♦ Seção III - Do Tribunal de Alçada ♦ Suprimida pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97, alterada pela Emenda Constitucional nº 24, de 08/12/98. ♦ Art. 96 - O Tribunal de Alçada é constituído de Juízes, cujo número será definido em lei, escolhidos nos termos da Constituição Federal. ♦ Art. 97 - Compete ao Tribunal de Alçada, além do que lhe atribuem esta Constituição e a lei, julgar em grau de recurso: ♦ I - as ações de procedimento sumaríssimo em razão da matéria; ♦ II - as ações possessórias, de nunciação de obra nova e de usucapião; ♦ III - as ações relativas à compra-e-venda com reserva de domínio, à promessa de compra-evenda, a consórcio de veículos, a locação, inclusive arrendamento mercantil, e a alienação fiduciária; ♦ IV - as ações de acidente do trabalho, qualquer que seja seu fundamento; ♦ V - as ações de execução e as relativas à existência, validade e eficácia de título executivo extrajudicial, exceto as pertinentes a matéria fiscal de competência do Estado; ♦ VI - as ações relativas à competência fiscal dos Municípios; ♦ VII - os processos cautelares, os embargos de terceiros e as suspeições e impedimentos de Juízes, nos feitos de sua competência; ♦ VIII - os crimes contra o patrimônio, seja qual for a natureza da pena cominada, excluído o de roubo qualificado por lesão corporal grave ou morte; ♦ IX - as demais infrações a que não seja cominada pena de reclusão superior a quatro anos, com exce-

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b) os embargos de declaração apresentados a suas decisões; c) os mandados de segurança, mandados de injunção e habeas data contra atos do próprio Tribunal, de seu Presidente e de suas Câmaras ou Juízes; d) os embargos infringentes de seus julgados e os opostos na execução de seus acórdãos; e) as ações rescisórias de seus acórdãos e as respectivas execuções; f) a restauração de autos extraviados ou destruídos, de sua competência; g) os pedidos de revisão e reabilitação relativos às condenações que houverem proferido; h) as medidas cautelares, nos feitos de sua competência originária; i) a uniformização de jurisprudência; j) os conflitos de jurisdição entre Câmaras do Tribunal; l) a suspeição ou o impedimento, nos casos de sua competência; VI - impor penas disciplinares; ♦ VII - representar, quando for o caso, aos Conselhos da Magistratura, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Estado, à Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil e à ProcuradoriaGeral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. VIII - processar e julgar, nos feitos de sua competência recursal: a) os habeas corpus e os mandados de segurança contra os atos dos juízes de primeira instância; b) os conflitos de competência entre os Juízes de primeira instância; c) a restauração de autos extraviados ou destruídos; d) as ações rescisórias de sentença de primeira instância; e) os pedidos de correição parcial; f) a suspeição de Juízes por estes não reconhecida; IX - declarar a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo, pela maioria absoluta de seus membros ou do respectivo órgão especial. Seção II - Do Tribunal de Justiça Art. 94 - O Tribunal de Justiça é composto na forma estabelecida na Constituição Federal e constituído de Desembargadores, cujo número será definido em lei. Art. 95 - Ao Tribunal de Justiça, além do que lhe for atribuído nesta Constituição e na lei, compete: I - organizar os serviços auxiliares dos juízos da justiça comum de primeira instância, zelando pelo exercício da atividade correicional respectiva; II - conceder licença, férias e outros afastamentos aos juízes e servidores que lhe forem imediatamente vinculados; III - prover os cargos de Juiz de carreira da Magistratura estadual sob sua jurisdição; IV - prover, por concurso público de provas ou de provas e títulos, exceto os de confiança, assim definidos em lei, os cargos necessários à administração da justiça comum, inclusive os de serventias judiciais, atendido o disposto no art. 154, X, desta Constituição; V - propor à Assembléia Legislativa, observados os parâmetros constitucionais e legais, bem como as diretrizes orçamentárias: ♦ a) a alteração do número de seus membros e do Tribunal Militar; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. b) a criação e a extinção de cargos nos órgãos do Poder Judiciário estadual e a fixação dos vencimentos de seus membros; c) a criação e a extinção de cargos nos serviços auxiliares da Justiça Estadual e a fixação dos vencimentos dos seus servidores; d) a criação e a extinção de Tribunais inferiores; e) a organização e divisão judiciárias; f) projeto de lei complementar dispondo sobre o Estatuto da Magistratura Estadual; g) normas de processo e de procedimento, civil e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ g) normas de processo e de procedimento, cível e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VI - estabelecer o sistema de controle orçamentário interno do Poder Judiciário, para os fins previstos no Art. 74 da Constituição Federal. ♦ VII - elaborar e encaminhar, depois de ouvir o Tribunal Militar do Estado, as propostas orçamentárias do Poder Judiciário, dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes, na lei de diretrizes orçamentárias. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VIII - eleger dois Desembargadores e dois Juízes de Direito e elaborar a lista sêxtupla para o preenchimento da vaga destinada aos advogados, a ser enviada ao Presidente da República, para integrarem o Tribunal Regional Eleitoral, observando o mesmo processo para os respectivos substitutos; IX - solicitar a intervenção no Estado, por intermédio do Supremo Tribunal Federal, nos casos previstos na Constituição Federal; X - processar e julgar o Vice-Governador nas infrações penais comuns; XI - processar e julgar, nas infrações penais comuns, inclusive nas dolosas contra a vida, e nos crimes de responsabilidade, os Deputados Estaduais, os Juízes estaduais, os membros do Ministério Público estadual, os Prefeitos Municipais, o Procurador-Geral do Estado e os Secretários de Estado, ressalvado, quanto aos dois últimos, o disposto nos incisos VI e VII do art. 53; XII - processar e julgar: a) os habeas corpus, quando o coator ou o paciente for membro do Poder Legislativo estadual, servidor

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mento ou a aposentadoria, na forma da lei. § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma da lei, entre os dependentes do servidor falecido e, extinguindo-se o direito de um deles, a quota correspondente será acrescida às demais, procedendo-se a novo rateio entre os pensionistas remanescentes. ● ♦ Art. 41 - O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência à saúde para seus servidores e dependentes, mediante contribuição, na forma da lei previdenciária própria. ● Vide as LECs nºs 12.065, de 29/03/04, e 12.066/04, alterada pela LEC nº 12.134/04. ♦ § 1º - A direção do órgão ou entidade a que se refere o caput será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado, na forma da lei a que se refere este artigo. ♦ § 2º - Os recursos devidos ao órgão ou entidade da previdência deverão ser repassados: ♦ I - no mesmo dia e mês do pagamento, de forma automática, quando se tratar da contribuição dos servidores, descontada em folha de pagamento; ♦ II - até o dia quinze do mês seguinte ao de competência, quando se tratar de parcela devida pelo Estado e pelas entidades conveniadas. ● ♦ § 3º - O benefício da pensão por morte corresponderá a totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido, até o limite estabelecido em lei previdenciária própria, observadas as disposições do parágrafo 3º do artigo 38 desta Constituição e do inciso XI do artigo 37 da Constituição Federal. ● Vide a Lei nº 9.127, de 07/08/90. ♦ § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma de lei previdenciária própria, entre os dependentes do servidor falecido, extinguindo-se a cota individual de pensão com a perda da qualidade de pensionista. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. § 5º - O órgão ou entidade a que se refere o caput não poderá retardar o início do pagamento de benefícios por mais de quarenta dias após o protocolo de requerimento, comprovada a evidência do fato gerador. § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes. ♦ § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes, vedada a acumulação de percepção do benefício, mas facultada a opção pela pensão mais conveniente, no caso de ter direito a mais de uma. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. Art. 42 - Ao servidor público, quando adotante, ficam estendidos os direitos que assistem ao pai e à mãe naturais, na forma a ser regulada por lei. Art. 43 - É assegurado aos servidores da administração direta e indireta o atendimento gratuito de seus filhos e dependentes de zero a seis anos em creches e pré-escolas, na forma da lei. Art. 44 - Nenhum servidor poderá ser diretor ou integrar conselho de empresas fornecedoras ou prestadoras de serviços ou que realizem qualquer modalidade de contrato com o Estado, sob pena de demissão do serviço público. Art. 45 - O servidor público processado, civil ou criminalmente, em razão de ato praticado no exercício regular de suas funções terá direito a assistência judiciária pelo Estado. dirigentes do Tribunal. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - As decisões administrativas, bem como as de concurso em fase recursal para ingresso na magistratura de carreira, serão públicas e motivadas, sendo as disciplinares tomadas pela maioria absoluta dos membros dos órgãos especiais referidos no caput. Art. 93 - Compete aos Tribunais de segunda instância, além do que lhes for conferido em lei: I - eleger, em sessão do Tribunal Pleno, seu Presidente e demais órgãos diretivos; II - elaborar seu Regimento, dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos; III - organizar sua secretaria e serviços auxiliares, provendo-lhes os cargos na forma da lei; IV - conceder licença, férias e outros afastamentos a seus membros e servidores de sua secretaria; V - processar e julgar: a) as habilitações incidentes nas causas sujeitas a seu conhecimento;

Do Poder Judiciário: arts. 91 a 106
CAPÍTULO III - Do Poder Judiciário Seção I - Disposições Gerais ♦ Art. 91 - São órgãos do Poder Judiciário do Estado: ♦ I - o Tribunal de Justiça; ♦ II - o Tribunal Militar do Estado; ♦ III - os Juízes de Direito; ♦ IV - os Tribunais do Júri; ♦ V - os Conselhos de Justiça Militar; ♦ VI - os Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ VII - os Juízes Togados com Jurisdição limitada. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - Os Tribunais de segunda instância têm sede na Capital do Estado e jurisdição em todo o território estadual. ♦ Art. 92 - No Tribunal de Justiça será constituído órgão especial, com no mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros, para exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais de competência do Tribunal Pleno, exceto a eleição dos órgãos

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e aos vinte e cinco.por invalidez permanente. se mulher. se homem. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço. tendo o acompanhamento e a fiscalização dos servidores na sua aplicação. contagiosa ou incurável. d) aos sessenta e cinco anos de idade. na forma da lei complementar.voluntariamente: a) aos trinta e cinco anos de serviço. deverão ser repassadas até o dia quinze do mês seguinte ao da competência. aposentadoria e disponibilidade. 40 .O tempo em que o servidor houver exercido atividade em serviços transferidos para o Estado será computado como de serviço público estadual.Na contagem do tempo para a aposentadoria do servidor aos trinta e cinco anos de serviço. e proporcionais nos demais casos. Art. ao órgão ou entidade de previdência. dual e municipal prestado à administração pública direta e indireta. se professor. inclusive fundações públicas. será computado integralmente para fins de gratificações e adicionais por tempo de serviço. alíneas a e c. se homem. o servidor terá direito à totalidade da remuneração.O servidor público será aposentado: I . no caso de exercício de atividades consideradas penosas.Na hipótese do parágrafo anterior. caso a entidade não possua fonte própria de receita. ou esta seja insuficiente.841. Parágrafo único .U. sempre que ocorrerem modificações nos vencimentos dos servidores em atividade. aos setenta anos de idade. nos termos da lei. o servidor público será considerado em licença especial. bem como a parcela devida pelo Estado. computando-se o tempo como de efetivo exercício para todos os efeitos legais.Lei complementar poderá estabelecer exceções ao disposto no inciso III. completar seu tempo de serviço em outras atividades pedagógicas no ensino público estadual. ♦ § 7º .O professor ou professora que trabalhe no atendimento de excepcionais poderá. com proventos integrais.A gratificação concedida ao servidor público estadual designado exclusivamente para exercer atividades no atendimento a deficientes. III . até o limite estabelecido em lei. descontada em folha de pagamento. se homem. Parágrafo único . sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. sendo revisto. § 2º . § 1º . salvo se antes tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. insalubres ou perigosas. II .compulsoriamente. de 16/03/93.Os recursos provenientes das contribuições de que tratam os parágrafos anteriores serão destinados exclusivamente a integralizar os proventos de aposentadoria. Art. e vinte e cinco. inclusive membros do Poder Judiciário. de efetivo exercício em regência de classe. 39 . a pedido. Parágrafo único . na forma da lei complementar. na mesma proporção e na mesma data. 41 . respectivamente. os recursos necessários serão comp1ementados pelo Tesouro do Estado. de 12/07/95. e eventualmente pelos Municípios. as quais serão consideradas como de efetiva regência. mediante contribuição. o período de exercício de atividades que assegurem direito a aposentadoria especial será acrescido de um sexto e de um quinto.Trabalhando pela sua conquista. do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado serão custeados com recursos provenientes do Tesouro do Estado e das contribuições dos servidores. superdotados ou talentosos será incorporada ao vencimento após percebida por cinco anos consecutivos ou dez intercalados. 01/03/96. § § 4º . na forma da lei complementar.. após vinte e cinco anos ou vinte anos. ♦ § 8º . ♦ § 6º . e aos trinta.No período da licença de que trata este artigo. e da servidora aos trinta. § 1º . inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu o faleci- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 87 .A direção da entidade previdenciária dos servidores públicos estaduais será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado.As aposentadorias dos servidores das autarquias estaduais e das fundações públicas serão custeadas com recursos provenientes da instituição correspondente e das contribuições de seus servidores. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 9. de 28/11/95.Decorridos trinta dias da data em que tiver sido protocolado o requerimento da aposentadoria.A contribuição dos servidores. odontológica e hospitalar para seus servidores e dependentes.O benefício da pensão por morte corresponderá à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido. com proventos proporcionais a esse tempo. c) aos trinta anos de serviço.J. se mulher. na forma da lei complementar. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. se mulher.Os proventos da aposentadoria serão revistos. § 2º . D. especificadas em lei.588. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. ● Vide a Lei nº 9. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 178-7.As aposentadorias dos servidores públicos estaduais. § 3º . 38 . Art. ● ♦ § 5º . podendo afastar-se do serviço.A lei disporá sobre a aposentadoria em cargos ou empregos temporários. na forma da lei.O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência médica. na mesma proporção e na mesma data. Art. ● b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério. e aos sessenta. respectivamente. moléstia profissional ou doença grave. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. com proventos integrais. se professora. ● Vide a LEC nº 10. § 3º .

§ 5º . § ♦ § 4º . § Declarada a inconstitucionalidade dos dispositivos na ADI nº 182-5. de 21/05/08. Art.842. dos Procuradores.É vedada a participação dos servidores públicos no produto da arrecadação de multas. ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 12. dos detentores de mandato eletivo e dos Secretários de Estado. § 1º . observada a iniciativa privativa em cada caso. por um qüinqüênio completo. autárquica e de fundações públicas. da Constituição Federal. habilitação profissional. criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de direção. 32 . ao número e às condições de aquisição. de 22/05/90. com custos para o Poder Público. de 30/07/96. saúde e outros para investidura em cargos em comissão. 39 da Constituição Federal. § 3º . observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais.Os cargos em comissão não serão organizados em carreira.J. sempre na mesma data e sem distinção de índices. ● § 4º . Diretores e Superintendentes da administração direta. será efetuado até o dia 20 de dezembro. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais. inativos e pensionistas. de 14/12/95. que pode ser convertida em tempo dobrado de serviço. 35 . civis e militares. inclusive da dívida ativa. estabelecidos conforme o § 4° do art. em espécie.Os servidores estaduais somente serão indicados para participar em cursos de especialização ou capacitação técnica profissional no Estado.Aos cargos isolados aplicar-se-á o disposto no caput. para os efeitos nela previstos.Fica vedado atribuir aos servidores da administração pública qualquer gratificação de equivalência superior à remuneração fixada para os cargos ou funções de confiança criados em lei. § 1º . § 2º . desde que não titulem outro cargo ou função pública.Não terão direito às vantagens do parágrafo anterior os Secretários de Estado.Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. do Tribunal de Contas. no País ou no exterior. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 12.A remuneração dos servidores públicos do Estado e os subsídios dos membros de qualquer dos Poderes. Vide a Lei nº 9. Parágrafo único . o subsídio mensal. ● ♦ Art.As gratificações e adicionais por tempo de serviço serão assegurados a todos os servidores estaduais e reger-se-ão por critérios uniformes quanto à incidência. sendo assegurada através de lei de iniciativa do Poder Executivo a revisão geral anual da remuneração de todos os agentes públicos. ● Regulamentado pela Lei nº 9. requisitos específicos de escolaridade.O índice de reajuste dos vencimentos dos servidores não poderá ser inferior ao necessário para repor seu poder aquisitivo. § 12. esta- 86 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . quando houver correlação entre o conteúdo programático de tais cursos e as atribuições do cargo ou função exercidos. 37 . são de livre nomeação e exoneração.A lei poderá estabelecer.075. for reconduzido a cargo de provimento em comissão não terá direito ao benefício. chefia ou assessoramento. Parágrafo único .O pagamento da remuneração mensal dos servidores públicos do Estado e das autarquias será realizado até o último dia útil do mês do trabalho prestado.. somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. § 2º . e dos pensionistas far-se-á sempre na mesma data e nos mesmos índices. ativos.868/93. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. do Ministério Público e do Tribunal de Contas. a par dos gerais. quando exonerados.Os cargos em comissão.O pagamento da gratificação natalina. o direito a um vencimento integral por ano continuado na função. também denominada décimo terceiro salário. § 6º . criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de chefia. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. 33 . fica fixado como limite único. Art. ● Vide a LEC nº 10. na forma da lei. de 14/12/95. licença-prêmio de três meses. 36 . Art. assistência ou assessoramento.Aos ocupantes de cargos de que trata este artigo será assegurado. dos Defensores Públicos.Os cargos em comissão. 32 .Para fins do disposto no art. § ♦ § 5º -O servidor público que se beneficiar das vantagens do § 3º deste artigo e. civis e militares. 34 . 05/12/97. ativos e inativos.O tempo de serviço público federal.A revisão geral da remuneração dos servidores públicos. Art. de 21/05/08. D. ♦ § 1º .Não constituirá critério de evolução na carreira a realização de curso que não guarde correlação direta e imediata com as atribuições do cargo exercido.As obrigações pecuniárias dos órgãos da administração direta e indireta para com os seus servidores ativos e inativos ou pensionistas não cumpridas até o último dia do mês da aquisição do direito deverão ser liquidadas com valores atualizados pelos índices aplicados para a revisão geral da remuneração dos servidores públicos do Estado. Art. observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais. num prazo inferior a dois anos. dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. § ♦ § 3º .A lei assegurará ao servidor que. Art. do Ministério Público. ♦ § 7º . 37. são de livre nomeação e exoneração.U. Presidentes. no âmbito de qualquer dos Poderes.Trabalhando pela sua conquista. § 5º . não houver interrompido a prestação de serviço ao Estado e revelar assiduidade.

à do normal.As promoções de grau a grau.O adicional de remuneração de que trata o inciso XIII deverá ser calculado exclusivamente com base nas características do trabalho e na área e grau de exposição ao risco. VII . sendo aquele o valor estabelecido de acordo com o art. higiene e segurança. de modo a garantir isonomia de vencimentos.salário-família ou abono familiar para seus dependentes.842/96. e 12. 99.229. VIII . § 2º. com a duração de cento e vinte dias.proibição de diferenças de remuneração. § 4º . XI. de 2004) Art. II . § 4º. e a lei estabelecerá normas que assegurem critérios objetivos na avaliação do merecimento. e 11. IX . Parágrafo único . 10. ● Vide as LECs nºs 10.adicional de remuneração para as atividades penosas.Os planos de carreira preverão também: I .as vantagens relativas à natureza e ao local de trabalho. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 85 . das autarquias e fundações públicas será único e estabelecido em estatuto. preferencialmente aos domingos.Lei complementar estabelecerá os critérios objetivos de classificação dos cargos públicos de todos os Poderes.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta semanais. de 04/02/91. correspondente à necessidade de deslocamento do servidor em atividade para seu local de trabalho. na forma da lei.561/06. providos. XII . 134. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão. em cargos de carreira. XV . nesta Constituição e nas leis: I . em todos os graus.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. IV . XIV .124/98.933. 39.O regime jurídico dos servidores públicos civis do Estado.redução dos riscos inerentes ao trabalho. sem prejuízo do emprego e da remuneração. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.auxílio-transporte. ● XI .décimo terceiro salário ou vencimento igual à remuneração integral ou no valor dos proventos de aposentadoria. pelo menos.Trabalhando pela sua conquista. ● Vide as LECs nºs 10. Parágrafo único. de 1998) Seção III . ● Art. ● X . de exercício de funções e de critério de admissão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.As carreiras.) § 1º Lei complementar organizará a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. III . (Renumerado pela Emenda Constitucional nº 45. após relatório circunstanciado das corregedorias. 12. de 03/02/94. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício.irredutibilidade de vencimentos ou salários. na forma da lei. no mínimo em cinqüenta por cento.licença à gestante. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. 135.as vantagens de caráter individual.licença-paternidade. dos necessitados. ● Vide a Lei nº 9. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo serão remunerados na forma do art. O advogado é indispensável à administração da justiça.Dos Servidores Públicos Civis Art. por meio de normas de saúde. na forma do art.repouso semanal remunerado. e pagamento antecipado. cor ou estado civil.860/07. III . ● Art. não comportar a organização em carreira. idade. mediante concurso público de provas e títulos. nos cargos organizados em carreiras. no respectivo quadro.DA ADVOCACIA E DA DEFENSORIA PÚBLICA Art.os limites máximo e mínimo de remuneração e a relação entre esses limites. LXXIV. facultada a compensação de horários e a redução da jornada conforme o estabelecido em lei. nos limites da lei. serão organizadas de modo a favorecer o acesso generalizado aos cargos públicos. insalubres ou perigosas. em qualquer dos Poderes. VI . V . A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado.São direitos dos servidores públicos civis do Estado. na classe inicial. 5º. de 1998) Constituição Estadual Dos servidores públicos civis: arts. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.A lei poderá criar cargo de provimento efetivo isolado quando o número.gozo de férias anuais remuneradas com.vencimento básico ou salário básico nunca inferior ao salário mínimo fixado pela União para os trabalhadores urbanos e rurais. por motivo de sexo. da Constituição Federal. obedecerão aos critérios de merecimento e antigüidade. um terço a mais do que a remuneração normal. além de outros previstos na Constituição Federal. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. alternadamente. de 2004) § 2º Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. nos termos fixados em lei. observados os princípios e as normas da Constituição Federal e desta Constituição. 37. § 3º . § 1º . de 15/01/97. Art. XIII .remuneração do serviço extraordinário.098. através de lei complementar. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. 29 . 31 . 133. superior. 30 . 29 a 45 Seção II . § 2º . nos termos da legislação federal. II .

XI. de qualquer interessado. III três membros do Ministério Público dos Estados. VI dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. judicial e extrajudicialmente. nas nomeações. três anos de atividade jurídica e observando-se. de 2004) § 4º Aplica-se ao Ministério Público. organizados em carreira. § 3º O Conselho escolherá. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. no que couber. determinar a remoção. § 2º Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. de 2004) Art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. indicados um pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. exigindo-se do bacharel em direito. competindo-lhe. ou recomendar providências. vedada a recondução. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. podendo desconstituí-los. III receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. que o preside. IV dois juízes. 84. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. no âmbito de sua competência. III requisitar e designar membros do Ministério Público. IV rever. § 3º . V dois advogados. exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. de ofício ou mediante provocação. II exercer funções executivas do Conselho. cabendolhe: I zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. § 5º Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização. 132. representa a União. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. de 2004) § 5º A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. 130-A. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. de 1998) Art. de 1998) 84 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . vedações e forma de investidura. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. Seção II . além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. II quatro membros do Ministério Público da União. o disposto no art. cabendo-lhe.A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. a representação da União cabe à ProcuradoriaGeral da Fazenda Nacional.Trabalhando pela sua conquista. no mínimo. § 1º Os membros do Conselho oriundos do Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos.Na execução da dívida ativa de natureza tributária. observado o disposto em lei. Art. § 2º .DA ADVOCACIA PÚBLICA (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. § 4º O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. podendo avocar processos disciplinares em curso. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. a ordem de classificação. 130. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. diretamente ou através de órgão vinculado. II zelar pela observância do art. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. as seguintes: I receber reclamações e denúncias. de 2004) I o Procurador-Geral da República. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. um Corregedor nacional. inclusive contra seus serviços auxiliares. na forma da lei. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. se-á mediante concurso público de provas e títulos. assegurada ampla defesa. para um mandato de dois anos. inclusive contra seus serviços auxiliares. sendo: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. de notável saber jurídico e reputação ilibada. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. A Advocacia-Geral da União é a instituição que. em votação secreta.O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. 37 e apreciar. de inspeção e correição geral. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. dentre os membros do Ministério Público que o integram. delegando-lhes atribuições. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. de ofício ou mediante provocação. 131. 93. admitida uma recondução. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. V elaborar relatório anual. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos. Art. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. podendo expedir atos regulamentares. § 1º . assegurada a representação de cada uma de suas carreiras.

do na lei de diretrizes orçamentárias.as seguintes garantias: a) vitaliciedade. para mandato de dois anos.exercer o controle externo da atividade policial. observadas.O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República. I. § 2º . 37. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. permitida uma recondução. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. nos casos previstos nesta Constituição. II. após dois anos de exercício.A destituição do Procurador-Geral da República. de 2004) § 6º Durante a execução orçamentária do exercício. II . § 5º . § 4º. de 1998) II . o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. § 4º . mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. d) exercer.expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. ressalvadas as exceções previstas em lei. requisitando informações e documentos para instruí-los. segundo o disposto nesta Constituição e na lei. 128. maiores de trinta e cinco anos. b) inamovibilidade. salvo por motivo de interesse público. b) o Ministério Público do Trabalho. nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira. de 2004) c) irredutibilidade de subsídio.defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.o Ministério Público da União. na forma da lei. 129. assegurada ampla defesa. de 2004) Art. promovendo as medidas necessárias a sua garantia.Trabalhando pela sua conquista.promover o inquérito civil e a ação civil pública.Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira. VIII . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45.promover. parágrafo único. o Poder Executivo considerará. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º. V . salvo autorização do chefe da instituição. por iniciativa do Presidente da República. privativamente. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. que compreende: a) o Ministério Público Federal. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. § 3º . V. a ação penal pública. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. na forma da lei complementar respectiva. e) exercer atividade político-partidária. de 2004) f) receber. para mandato de dois anos. 39. a qualquer título e sob qualquer pretexto. II . IV . X e XI. § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. § 2º. para escolha de seu Procurador-Geral. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.os Ministérios Públicos dos Estados. § 1º . a qualquer título ou pretexto. entidades públicas ou privadas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. fixado na forma do art. que deverão residir na comarca da respectiva lotação. 95.as seguintes vedações: a) receber. estabelecerão a organização.Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. de 2004) § 6º Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. 153. permitida a recondução. São funções institucionais do Ministério Público: I . c) o Ministério Público Militar. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. e ressalvado o disposto nos arts.Leis complementares da União e dos Estados. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos.exercer outras funções que lhe forem conferidas. exceto se previamente autorizadas. qualquer outra função pública. VI . desde que compatíveis com sua finalidade. de 2004) Art. 150. III . III. na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior.requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. relativamente a seus membros: I . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. VII . na forma da lei complementar respectiva.promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. honorários. c) participar de sociedade comercial. deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. ainda que em disponibilidade. de 2004) § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. § 1º . de 2004) § 3º O ingresso na carreira do Ministério Público far- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 83 . após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. IX .A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros. na forma da lei. percentagens ou custas processuais. nas mesmas hipóteses. para a proteção do patrimônio público e social. O Ministério Público abrange: I . 153. b) exercer a advocacia. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas. na forma da lei respectiva. salvo uma de magistério. os valores aprovados na lei orçamentária vigente.

essencial à função jurisdicional do Estado. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. os integrantes das Juntas Eleitorais. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. Parágrafo único . em primeiro grau. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. em número igual para cada categoria. Para dirimir conflitos fundiários. § 5º . singularmente. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. além dos Conselhos de Justiça. 127. a indivisibilidade e a independência funcional. INSTALAÇÃO DAS VARAS ESPECIALIZADAS EM QUESTÕES AGRÁRIAS . § 3º . podendo. IV .Art. § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabeleci- Das funções essenciais à Justiça: arts. § 6º O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional.São princípios institucionais do Ministério Público a unidade. 125 . . sob a presidência de juiz de direito. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL .aos juízes de direito do juízo militar caberá processar e julgar. § 2º . provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. sob a presidência de juiz de direito. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. 125. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis.Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I . cujos cargos serão preenchidos de acordo com critérios traçados pelos Tribunais de Justiça. processar e julgar os demais crimes militares. § 7º O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante. mediante proposta do Tribunal de Justiça. e nunca por mais de dois biênios consecutivos.A competência dos tribunais será definida na Constituição do Estado. constituída. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. a Justiça Militar estadual. § 4º . 169.a Justiça militar estadual passa a ser integrada. a política remuneratória e os planos de carreira.DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. habeas data ou mandado de injunção. salvo motivo justificado. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. 125. § 1º . os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares.São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. Dos Tribunais e Juízes dos Estados Art. II .Os juízes dos Tribunais Eleitorais. o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas. . servirão por dois anos. e no que lhes for aplicável. nos limites territoriais da respectiva jurisdição.Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual. § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados. § 1º . no exercício de suas funções. O Ministério Público é instituição permanente.ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. mandado de segurança. pelo próprio Tribunal de Justiça. 82 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. cabendo ao Conselho de Justiça. § 3º A lei estadual poderá criar.a lei não poderá atribuir à Justiça Militar Estadual a competência reservada ao Júri quando a vítima for civil. observado o disposto no art. por juízes de direito.Art. § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. em segundo grau. cabendo ao Conselho de Justiça. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. os crimes militares cometidos contra civil e as ações judiciais contra atos disciplinares militares.Os Estados organizarão sua Justiça.Art.Trabalhando pela sua conquista. Art. o juiz far-se-á presente no local do litígio.anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. 125. de 1998) § 3º . 126 – Deverão ser criadas nos Estados para dirimir conflitos fundiários § 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo. . a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. § 3º . no mínimo. V . § 4º . ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil.Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. 127 a 135 CAPÍTULO IV . constituindo Câmaras regionais. 126. com competência exclusiva para questões agrárias.forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei.denegarem habeas corpus.O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I .Art. processar e julgar os demais crimes militares. III .versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. singularmente. § 2º .

as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem. a. de juiz federal.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. 195. Parágrafo único . de 09.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. de 09. e seus acréscimos legais. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal.mediante eleição. na respectiva região. 114. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição.Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na capital de cada Estado e no Distrito Federal. escolhido.de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal. pelo Tribunal Regional Federal respectivo. entre sindicatos e trabalhadores. b) de dois juízes. podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito.O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. Incisos de I a IX acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45.O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal.os Tribunais Regionais Eleitorais. sendo: I . com possibilidade de lesão do interesse público. dos Estados.A lei disporá sobre a constituição. quando possível. escolhidos: I .as ações oriundas da relação de trabalho. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. I. mediante promoção de juízes do trabalho por antigüidade e merecimento. II . competência. a jurisdição será . b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. dentre juízes de direito. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . no mínimo.12.Trabalhando pela sua conquista. III.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I . Art. garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. Dos Tribunais e Juízes Eleitorais Art.1999). § 1º . Art. de 08. de ofício. e II. indicados pelo Supremo Tribunal Federal. III . o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo.os mandados de segurança. VI . e entre sindicatos e empregadores.por nomeação do Presidente da República. 117 . competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. jurisdição. alternadamente. habeas corpus e habeas data. ressalvado o disposto no art. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica. constituindo Câmaras regionais. Art. respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. decorrentes da relação de trabalho. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. Art. 116 .(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24.os Juízes Eleitorais. II. observado o disposto no art.Os membros dos Tribunais. Art. sete juízes. recrutados.O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. IX. I. indicados pelo Tribunal de Justiça. em qualquer caso. IV. § 3º Em caso de greve em atividade essencial. § 1º Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante. de 09. 102. IV .04 § 1º . não havendo.por nomeação. VIII. 115. § 2º Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. § 2º . na forma da lei. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União.as ações sobre representação sindical. II . entre sindicatos. ou. II . VII . 120 . de sete membros.1999) Art.as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. Art.Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos Tribunais.12. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo.as ações que envolvam exercício do direito de greve. no mínimo. pelo Presidente da República. exercida por um juiz singular Parágrafo único .12. os juízes de direito e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 81 . das contribuições sociais previstas no art. de comum acordo. 94. dos juízes de direito e das Juntas Eleitorais. II . V. Art. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. o. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça.as Juntas Eleitorais. 113 . decorrentes das sentenças que proferir. 119 . 118 .a execução.São órgãos da Justiça Eleitoral: I .mediante eleição. investidura.Nas Varas do Trabalho. § 1º . bem como as convencionadas anteriormente.12. escolhidos pelo Tribunal de Justiça.1999. Parágrafo único . as partes poderão eleger árbitros.os demais. é facultado às mesmas. III .Frustrada a negociação coletiva.o Tribunal Superior Eleitoral. 121 . com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional. do Distrito Federal e dos Municípios.

II.São órgãos da Justiça do Trabalho: I . de 08. de comum acordo. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. Ela será um importante instrumento para ajudar o Judiciário trabalhista a enfrentar as novas competências processuais. do Distrito Federal e dos Municípios. instalado dia 15 de junho de 2005. e entre sindicatos e empregadores. como órgão central do sistema. cujas decisões terão efeito vinculante.o Tribunal Superior do Trabalho. 102. § 1º A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. II . A Escola dará ênfase ao conhecimento da realidade brasileira. de ofício. das contribuições sociais previstas no art. 111-A acrescentado pela Emenda Constitucional nº 45. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. das pela Consolidação das Leis do Trabalho. dos Estados.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. orçamentária. A Justiça Trabalhista passou a julgar ainda mandados de segurança. decorrentes das sentenças que proferir. VII .Juízes do Trabalho. caberá a ela regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. orçamentária. entre outras atribuições. I. O novo texto constitucional prevê ainda que o ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica é facultado às partes.a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. atos decorrentes da greve. O presidente e o vice-presidente do TST são membros natos do Conselho.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. e seus acréscimos legais decorrentes das sentenças que proferir.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. Será um órgão central. IV.Trabalhando pela sua conquista. as contribuições sociais (devidas por empregadores e empregados). pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho. "Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . o. VI . na forma da lei. V. 1 Art. Ele terá. III. cujas decisões terão efeito vinculante. VIII. 195. II . I. sendo: I . nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. habeas corpus e habeas data. II . de 08/12/04) Art. indicados pelo próprio Tribunal Superior. O órgão é integrado pelo presidente e vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho. e II. ressalvado o disposto no art. A EC 45/04 criou ainda a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. de 08/12/04) § 2º . quando uma delas se recusar à negociação coletiva ou à arbitragem. A lei criará varas da Justiça do Trabalho. 112. a supervisão administrativa. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do 1 Senado Federal. 111 . III . oriundos da magistratura da carreira.as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. e seus acréscimos legais. podendo. § 1º .as ações oriundas da relação de trabalho. de ofício. a de realizar a supervisão administrativa. mais três ministros e cinco juízes de TRTs. indenização por dano moral ou patrimonial resultantes da relação de trabalho e os processos relativos às penalidades administrativas impostas aos empregadores por fiscais do trabalho. Dentre outras funções. tais como o julgamento de ações sobre representação sindical. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho. 94. Art. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. O Tribunal Superior do Trabalho comporse-á de vinte e sete Ministros.a execução.o Conselho Superior da Justiça do Trabalho. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus.12.os Tribunais Regionais do Trabalho. decorrentes da relação de trabalho. entre sindicatos. IX. que vai tratar do sistema de seleção e formação dos juízes do trabalho.as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. financeira e patrimonial de toda a Justiça trabalhista de primeiro e segundo graus.04 80 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . habeas corpus e habeas data. representando as cinco regiões do País. cabendo-lhe exercer. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. O artigo 114 manteve o poder normativo da Justiça do Trabalho e estabeleceu novas atribuições. A Justiça do Trabalho também passou a contar com um Conselho Superior da Justiça do Trabalho.as ações sobre representação sindical. observado o disposto no art. Art. 111-A.os mandados de segurança. dentre outras funções. a. § 2º Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I . O conselho fará a integração da Justiça do Trabalho.os demais dentre juizes dos Tribunais Regionais do Trabalho. bem como o corregedor-geral da Justiça do Trabalho. de 08/12/04) § 3º . entre sindicatos e trabalhadores. atribuí-la aos juízes de direito. cabendo-lhe. Foi mantida a competência para executar. na forma da lei.as ações que envolvam exercício do direito de greve. As partes poderão ajuizar dissídios coletivos na Justiça do Trabalho.

e não somente as de relação de emprego regi- Dos Tribunais e Juízes do Trabalho De acordo com o artigo 111 da Constituição da República. e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 79 . o Procurador-Geral da República poderá suscitar.Na hipótese do parágrafo anterior . A Justiça Trabalhista teve sua competência ampliada para julgar as ações de relação de trabalho. Sua competência é determinada pela localidade onde o empregado. Art.Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) Julgam recursos ordinários contra decisões de Varas do Trabalho. e. ações originárias (dissídios coletivos de categorias de sua área de jurisdição sindicatos patronais ou de trabalhadores organizados em nível regional). Segunda instância . escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. em 8 de dezembro de 2004. a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. (que foi acrescentado pela EC 45/2004). perante o Superior Tribunal de Justiça. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. com sede em Brasília-DF e jurisdição em todo o território nacional tem por principal função uniformizar a jurisprudência trabalhista.Nos Territórios Federais. 109 da Constituição Federal. no Congresso Nacional. em qualquer fase do inquérito ou processo. em qualquer fase do inquérito ou processo. § 5º Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. Esse conflito chega à Vara na forma de reclamação trabalhista.em caso de grave violação de direitos humanos. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho". bem como o Distrito Federal. § 3º . assistentes ou oponentes. Parágrafo único . atribuí-las aos juízes de direito. o Procurador-Geral da República. inclusive as causas relativas a direitos humanos Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. Terceira instância . que terá por sede a respectiva capital. constituirá uma seção judiciária. perante o Superior Tribunal de Justiça. perante o Superior Tribunal de Justiça incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. a Justiça do Trabalho está estruturada em três graus de jurisdição: Primeira instância . reclamante ou reclamado. a lei pode atribuir a jurisdição trabalhista ao juiz de direito. ações rescisórias de decisões suas ou das Varas e os mandados de segurança contra atos de seus juízes. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. A jurisdição da Vara é local. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal – respeitado o quinto constitucional para advogados e integrantes do Ministério Público do Trabalho. Em comarcas onde não exista Vara do Trabalho. a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. ainda que tenha sido contratado em outro local ou no estrangeiro. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. prestar serviços ao empregador. 109 § 5º . A Vara compõe-se de um juiz do trabalho titular e um juiz do trabalho substituto. A Justiça do Trabalho conta com 24 TRTs. ou ainda. segundo a nova redação do artigo 112 da Constituição Federal. além de mandados de segurança. 110 .Serão processadas e julgadas na justiça estadual. exceto as de falência. que são controvérsias surgidas nas relações de trabalho entre o empregador (pessoa física ou jurídica) e o empregado (este sempre como indivíduo. FUNCIONAMENTO A Justiça do Trabalho teve sua competência alterada no Artigo 114 da Constituição Federal de 1988. "A lei criará varas da Justiça do Trabalho. se verificada essa condição. Têm por competência o processo e o julgamento das causas em que a União. ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. o Procurador-Geral da República. rés. na forma da lei. Compõe-se de 27 ministros. no Distrito Federal. abrangendo geralmente um ou alguns municípios. FEDERALIZAÇÃO DOS CRIMES CONTRA OS DIREITOS HUMANOS Art. poderá suscitar.Tribunal Superior do Trabalho (TST) O TST. além das demais matérias enunciadas no art. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. embargos opostos a suas decisões e ações rescisórias. pessoa física).Cada Estado. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. com a promulgação da Emenda Constitucional 45 (EC 45/04). Julga recursos de revista. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. poderá suscitar. podendo.Varas do Trabalho (designação dada pela Emenda Constitucional nº 24/99 às antigas Juntas de Conciliação e Julgamento) Julgam apenas dissídios individuais. O Juízes Federais funcionam como juízo de primeira instância da Justiça Federal comum. § 4º . recursos ordinários e agravos de instrumento contra decisões de TRTs e dissídios coletivos de categorias organizadas em nível nacional.Trabalhando pela sua conquista. as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado.

II . as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. 107 caput – Passam a ser denominados desembargadores.São órgãos da Justiça Federal: I . Art. § 2º . § 3º Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. § 3º. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição. competência da Justiça Eleitoral. VII .Trabalhando pela sua conquista. por antiguidade e merecimento. a execução de carta rogatória.os crimes contra a organização do trabalho e.as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País.os Juízes Federais.CÂMARAS REGIONAIS DOS TRF´s. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. . quando possível. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. sendo: I . e os membros do Ministério Público da União. nos casos determinados por lei.a disputa sobre direitos indígenas. contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. após a homologação.As causas intentadas contra a União poderão TRF´s Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Funcionam como instância recursal às decisões proferidas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. § 7º) – tais tribunais instalarão a justiça itinerante. no mínimo. VI .os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. recrutados. e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. 107 . na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. exceto as de falência.os demais.as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5º deste artigo. quando a autoridade coatora for juiz federal. sete juízes. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. § 1º . d) os habeas corpus. § 1º . nos crimes comuns e de responsabilidade.julgar. 113. quando possível. as causas referentes à nacionalidade. inclusive a respectiva opção. após o exequatur. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho.os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro.Os Tribunais Regionais Federais compõemse de. II . 107. § 1º e Art. Art. serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. § 2º Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante.A lei disciplinará a remoção ou a permuta de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede.os habeas corpus. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. recrutados. rés. alternadamente. excetuados os casos de competência dos tribunais federais. Art. b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região. assistentes ou oponentes. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de 30 e menos de 65 anos. XI . Art. § 2º e Art.NOMENCLATURA DOS INTEGRANTES DOS TRF´s – Art. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. 113.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. TRT´s e TJ´s (Art.as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional.os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. . ressalvada a 78 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . II . a fim de assegurar ao jurisdicionado o pleno acesso ao processo em todas suas fases. TRT´s e TJ´s (Art. IV .As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. em grau de recurso. III . em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. no mínimo. e de sentença estrangeira. e à naturalização. ou reciprocamente. IX . V . com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. Art. ressalvada a competência da Justiça Militar. 106 . 109 . iniciada a execução no País. constituindo Câmaras regionais. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho.Compete aos Tribunais Regionais Federais: I . .processar e julgar.os crimes previstos em tratado ou convenção internacional.JUSTIÇA ITINERANTE NOS TRF´s. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. § 6º) – possibilita que tais tribunais funcionem descentralizadamente. V-A . VIII . 125. 7 juízes. 125.os Tribunais Regionais Federais.Aos juízes federais compete processar e julgar: I .os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal.as causas em que a União. 108 . X . 107 § 2º. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. Dos Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Art. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. II . quando.

112. II . 102. enumeradas de forma exaustiva no art. I) e ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS DO TRABALHO (art. § único II) e CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO (Art. na forma da lei. . c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. respectivamente. §2º.o Conselho da Justiça Federal. II . b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados.Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I . de um lado. no mínimo. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. c) os habeas corpus. h) o mandado de injunção. do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. as causas decididas. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. em única ou última instância. dentre outras funções. cabendo-lhe. da Justiça Eleitoral. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. § 1º.a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. 33 Ministros. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 77 . III . nos mesmos moldes é criado Conselho da Justiça do Trabalho. do Distrito Federal e Territórios. I. do Distrito Federal e Territórios. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. ou entre as deste e da União. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. ou negar-lhes vigência. os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. 105. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: I . STJ (Superior Tribunal de Justiça) O Superior Tribunal da Justiça tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. . quando a decisão for denegatória. e. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. II) – o Conselho da Justiça Federal passa a ter poderes correicionais e decisões com caráter vinculante. a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. entidade ou autoridade federal. É dotado de competências privativas. f) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos. 105 .CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL (art. com mais de 35 e menos de 60 anos de idade. junto ao STJ e TST e serão incumbidas. I) – funcionarão. 104. de regular os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional.ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS (105.processar e julgar. algumas retiradas do Supremo Tribunal Federal e outras do extinto Tribunal Federal de Recursos. d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais. ou quando o coator for tribunal sujeito à sua jurisdição. do Exército ou da Aeronáutica. Art.NOMEAÇÃO DOS MINISTROS DO STJ (art. dentre outras funções. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. nestes e nos de responsabilidade. os dos Tribunais Regionais Federais. originariamente: a) nos crimes comuns. nomeados pelo Presidente da República. ressalvado o disposto no art. e. § 2º. . regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. Compõem-se de. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. Parágrafo único. da administração direta ou indireta.Trabalhando pela sua conquista.julgar. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. Ministro de Estado ou Comandante da Marinha. 112. em recurso especial. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. 105 da Constituição Federal. dentre brasileiros.julgar. do Distrito Federal e Territórios. Parágrafo único) – deve ser precedida de aprovação da maioria absoluta do Senado. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. do outro. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. cabendo-lhe exercer. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. quando denegatória a decisão. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. dos Comandantes da Marinha. g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. o. cujas decisões terão caráter vinculante.

podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho. assegurada ampla defesa. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal.O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais.receber as reclamações e denúncias. cabendo-lhe. alternadamente.Trabalhando pela sua conquista.dois cidadãos. II .elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas. no âmbito de sua competência.rever. que votará em caso de empate.representar ao Ministério Público. de inspeção e de correição geral. de ofício ou mediante provocação. Parágrafo único. Estadual. o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios. financeira e correicional dos Tribunais. criará ouvidorias de justiça. inclusive nos Estados.um terço. § 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. dentre advogados e membros do Ministério Público Federal. inclusive contra seus serviços auxiliares. trinta e três Ministros. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário. sendo: I .receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. de notável saber jurídico e reputação ilibada.exercer funções executivas do Conselho. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. 76 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Do Superior Tribunal de Justiça Art. § 3º Não efetuadas. V . § 7º A União. XII . e requisitar servidores de juízos ou tribunais. 94. § 2º Os membros do Conselho serão nomeados pelo Presidente da República. XIII . revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. por ocasião da abertura da sessão legislativa. III . de qualquer interessado. § 1º O Conselho será presidido pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal. Distrito Federal e Territórios.zelar pela observância do art. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano. indicado pelo Procurador-Geral da República. podendo expedir atos regulamentares. indicados na forma do art. ou recomendar providências.zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. § 6º Junto ao Conselho oficiarão o Procurador-Geral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. III . além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura.elaborar relatório anual. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. ressalvada a possibilidade de decretação da perda do cargo que foi afastada na CCJ. XI .um membro do Ministério Público estadual. em partes iguais. VIII .requisitar e designar magistrados. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I . IV . II . X . por unidade da Federação.CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA – Art. 104 .dois advogados. II . no prazo legal. no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade.um juiz de Tribunal Regional do Trabalho. delegando-lhes atribuições. de notável saber jurídico e reputação ilibada. ficando excluído da distribuição de processos naquele tribunal.um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça. as seguintes: I . IX . VII . do Distrito Federal e dos Territórios. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. ou contra seus serviços auxiliares. de ofício ou mediante provocação. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. no mínimo. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. propondo as providências que julgar necessárias. as indicações previstas neste artigo. podendo desconstituí-los. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. § 5º O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. 37 e apreciar. 103 – B Mantida a composição heterogênea do Conselho bem como as atribuições de fiscalizar a gestão administrativa. competindo-lhe. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas.um membro do Ministério Público da União. VI .um juiz do trabalho. .

II . estadual e municipal. A súmula terá por objeto a interpretação.Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade. conferirão à súmula o efeito vinculante descrito. IV . III . incluído pela Emenda Constitucional nº 45/2004 ou do art. também passam a ter efeito vinculante. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. Da decisão que aplicar indevidamente a súmula caberá reclamação direta para o STF. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. dos três níveis de governo. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. o Supremo Tribunal Federal poderá aprovar súmula com efeito vinculante em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 75 . O art.um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. § 1º .Trabalhando pela sua conquista.O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. § 1º A súmula terá por objetivo a validade. A norma constitucional estabelece determinados requisitos que. 103. caput – os legitimados passam a ser os mesmos da ADIN. A partir de agora. As decisões definitivas de mérito.um juiz federal. § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei.um Ministro do Supremo Tribunal Federal. julgando-a procedente." Do Conselho Nacional de Justiça O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. a aprovação da súmula vinculante para a Administração Pública. conforme o caso. EXTENSÃO DA LEGITIMAÇÃO DA ADIN E ADECON para as Mesas da Câmara Legislativa Distrital e Governador do DF – 103. 8º dessa mesma Emenda. AMPLIAÇÃO DA LEGITIMAÇÃO PARA PROPOSITURA DA ADECON – Art. em tese. o Advogado-Geral da União. com mandato de dois anos. 2º da Emenda Constitucional nº 45. certamente. a aprovação. de 8 de dezembro de 2004. mediante decisão de dois terços dos seus membros. anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. aprovar súmula que terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública e terá por objetivo a validade. acerca das quais haja controvérsia entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. de 08/12/04) relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta.SÚMULA VINCULANTE – Art. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. de ofício ou por provocação. acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. para fazê-lo em trinta dias. 103-A – o STF passa a ter a possibilidade de editar súmula com efeito vinculante para todos os órgãos do Judiciário e da Administração Pública em geral. nas esferas federal. § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. que atenderem aos requisitos do art. IV e V. Art. estabelecendo que o Supremo Tribunal Federal poderá. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. § 3º .um juiz estadual. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. de norma legal ou ato normativo. . § 2º . isto é. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. indicado pelo respectivo tribunal. Art.Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. 103-A da Constituição Federal. V .um Ministro do Superior Tribunal de Justiça. 103-B. indicado pelo respectivo tribunal. a partir de sua publicação na imprensa oficial.um juiz de Tribunal Regional Federal. sendo: I . indicado pelo Supremo Tribunal Federal. VII . O Supremo Tribunal Federal poderá. § 4º . 103-A. se atendidos. 103-A ao texto constitucional. O Conselho Nacional de Justiça compõese de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. em se tratando de órgão administrativo. acresceu o art. VI . estadual e municipal. admitida uma recondução. na forma estabelecida em lei. nas esferas federal. Qual o alcance desses efeitos? O efeito mais óbvio é a impossibilidade jurídica e a conseqüência invalidade de uma decisão judicial que contrariar a súmula vinculante. validade e eficácia de normas específicas e pode ser revista ou cancelada pelo próprio STF. está a Administração Pública direta e indireta. revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. previamente.um desembargador de Tribunal de Justiça. O aspecto mais importante da Reforma do Judiciário é. proferidas nas ações declaratórias de constitucionalidade e nas ações diretas de inconstitucionalidade. com mandato de dois anos.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. indicado pelo respectivo tribunal. admitida uma recondução Agora é norma constitucional: com o advento da Emenda Constitucional nº 45. caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. vinculadas às súmulas do STF que gozarem do atributo da vinculação. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e. que defenderá o ato ou texto impugnado. aprovar súmula que. citará.

d. quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coator ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. tais como: . de notável saber jurídico e reputação ilibada. II . nas esferas federal. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. I) o habeas corpus. inclusive.Trabalhando pela sua conquista. § 2º As decisões definitivas de mérito. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: I . nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante.REPERCUSSÃO GERAL (art.102. . 102. .o Procurador-Geral da República.a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal. VIII . § 1º . nomeados pelo Presidente da República. o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores. em grau de recurso ordinário e em grau de recurso extraordinário. VII . apresentou mudanças em cua competência. a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. 102. do Congresso Nacional.a Mesa da Câmara dos Deputados. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. ou do próprio Supremo Tribunal Federal. do Senado Federal. IV .102.A argüição de descumprimento de preceito fundamental. § 3º) – Ao recurso extraordinário é acrescido requisito de admissibilidade. p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade. III . da Câmara dos Deputados. Art. r – o STF passa a ser competente para julgar ações contra o CNJ e o CNMP. em recurso ordinário: a) o habeas corpus. j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados. as causas decididas em única ou última instância. decorrente desta Constituição. l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. § 3º No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. IX . A sua principal missão. 103.ATRIBUIÇÃO DO EFEITO VINCULANTE ÀS ADIN´s (art. na forma da lei. mediante recurso extraordinário. de um dos Tribunais Superiores. § 2º) – o dispositivo vem explicitar o efeito e endereçá-lo à administração pública. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal.julgar. b – o STF passa a ser competente para julgar mediante recurso extraordinário as ações que julguem válida a lei local em face da lei federal. 74 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . sob tríplice aspecto: originária. ou entre estes e qualquer outro tribunal. somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância.o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.julgar. no entanto. III . 105. n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados. com sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território. III. consistente na repercussão geral da questão.confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. V. . nos termos da lei. proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal. e aquela em que mais da metade dos membros do tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados. I. I. e Art.a Mesa do Senado Federal. b) o crime político. STF Supremo Tribunal Federal É o órgão máximo do Poder Judiciário. Sua competência vem regulada no art. III. escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade. relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. se denegatória a decisão. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República. o mandado de segurança. 102 da Constituição.o Governador de Estado ou do Distrito Federal. . entre Tribunais Superiores. consiste na guarda da Constituição. q) o mandado de injunção. m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. VI . direta ou indireta em todas as esferas. r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público.o Presidente da República. Compõe-se de 11 Ministros. do Tribunal de Contas da União. estadual e municipal. A Emenda Constitucional n. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. das Mesas de uma dessas Casas Legislativas. o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer tribunais. II . h – deslocada para o STJ a competência para homologação de sentença estrangeira e concessão do exequatur às cartas rogatórias. Essa competência é suprimida do STJ. 45/2004.partido político com representação no Congresso Nacional.102.

Art. fundadas na responsabilidade civil. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. 52. relativamente à expedição de precatórios. Parágrafo único .As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. § 6º . originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal. em parte. § 1º . f) as causas e os conflitos entre a União e os Estados. prevalecerão os valores aprovados para o orçamento vigente.O Presidente do Tribunal competente que. os pagamentos devidos pela Fazenda Federal. a guarda da Constituição. sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores. §2º. do Exército e da Aeronáutica. Distrital ou Municipal deva fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. 101 . Art. e exclusivamente para o caso de preterimento de seu direito de precedência. pensões e suas complementações. § 4º e 127. O Supremo Tribunal Federal A função do Supremo Tribunal Federal é guardar a Carta da República. não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em lei como de pequeno valor que a Fazenda Federal. o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República. ORÇAMENTO DOS TRIBUNAIS E DO MINISTÉRIO PÚBLICO . d) o habeas corpus. § 5º . b) nas infrações penais comuns.as despesas e obrigações assumidas na execução orçamentária não poderão extrapolar os limites da LDO. de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. § 5º . fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. vencimentos. em virtude de sentença transitada em julgado. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou invalidez. g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. § 1º. inclusive as respectivas entidades da administração indireta. Estadual. a requerimento do credor. 99 § 5º e 127. constantes de precatórios judiciários. e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. o Distrito Federal ou o Território. retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatório incorrerá em crime de responsabilidade. quando terão seus valores atualizados monetariamente. de 08/12/04) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 73 . Art. . § 6º . 98.Trabalhando pela sua conquista. de verba necessária ao pagamento de seus débitos oriundos de sentenças transitadas em julgado. 100 . mediante expedição de precatório.processar e julgar. do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal.se a proposta encaminhada desatender os limites estabelecidos na LDO os Poder Executivo efetuará os ajustes necessários. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. 99. § 2º . na forma estabelecida no § 3º deste artigo e.O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. § 4º .se não houver encaminhamento da proposta orçamentária no prazo legal.A Os débitos de natureza alimentícia compreendem aqueles decorrentes de salários. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. a fim de que seu pagamento não se faça. bem como fracionamento.À exceção dos créditos de natureza alimentícia. a União e o Distrito Federal. segundo as diferentes capacidades das entidades de direito público. § 3° . h) (Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. repartição ou quebra do valor da execução. precipuamente. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exeqüenda determinar o pagamento segundo as possibilidades do depósito. no orçamento das entidades de direito público. o Estado.Art. ou entre uns e outros.A lei poderá fixar valores distintos para o fim previsto no § 3º deste artigo. 99. DESTINAÇÃO DAS CUSTAS JUDICIAIS – Art. os membros dos Tribunais Superiores. das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. I. por ato comissivo ou omissivo. o Presidente da República. os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente. § 3º e 127. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.Compete ao Supremo Tribunal Federal.São vedados a expedição de precatório complementar ou suplementar de valor pago. em parte. cabendolhe: I . 102 . proventos. Art. § 4º .As custas e emolumentos deverão ser destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. Estadual ou Municipal. e autorizar. c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade.O disposto no caput deste artigo. do Tribunal de Contas da União.Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. em virtude de sentença judiciária. os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. de notável saber jurídico e reputação ilibada. o Vice-Presidente. ressalvado o disposto no art. o seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito.É obrigatória a inclusão. apresentados até 1º de julho. os membros do Congresso Nacional. salvo mediante prévia abertura de crédito suplementar ou especial Art.

a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. nas hipóteses previstas em lei. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. c) prover. os cargos necessários à administração da Justiça. sem caráter jurisdicional.justiça de paz. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. nos crimes comuns e de responsabilidade. providos por juízes togados.ao Supremo Tribunal Federal. exceto os de confiança assim definidos em lei. ressalvadas as exceções previstas em lei.ao magistrado será vedado exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. d) propor a criação de novas varas judiciárias. § 2º As custas e emolumentos serão destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. auxílios ou contribuições de pessoas físicas.INSTITUIÇÃO DE QUARENTENA DE SAÍDA PARA MEMBROS DA MAGISTRATURA . § 1º . antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. § 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. por concurso público de provas. ou togados e leigos. Art.Compete privativamente: I . o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. e) prover. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. exceto se previamente autorizadas.juizados especiais. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. ressalvadas as exceções previstas em lei. de 2004) Art. universal e secreto. III . remunerada.exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. com a aprovação dos respectivos tribunais. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. II . de ofício ou em face de impugnação apresentada. IV – o magistrado não poderá receber. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. Quanto à VEDAÇÃO DO RECEBIMENTO DE AUXÍLIO OU CONTRIBUIÇÃO POR MAGISTRADO trata o Art. II . com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. a qualquer título ou pretexto. composta de cidadãos eleitos pelo voto direto. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. .Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público. antes 72 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . de 2004) V . dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos.Art. Art. e os Estados criarão: I . observado o disposto no art. parágrafo único. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva.receber. a qualquer título ou pretexto. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo.no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. entidades públicas ou privadas. f) conceder licença. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. IV . além de outras previstas na legislação. na forma da lei. bem como os membros do Ministério Público. no Distrito Federal e nos Territórios. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo.aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. o Poder Executivo considerará. 169. 98 . competentes para a conciliação. 95. inclusive dos tribunais inferiores. com mandato de quatro anos e competência para. § 1º . mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. onde houver. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição.aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. permitidos. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. obedecido o disposto no art. na forma prevista nesta Constituição. mediante os procedimentos oral e sumaríssimo. II . com a aprovação dos respectivos tribunais. 99 .Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal. § 2º . c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. § 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1º. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.no âmbito da União. 96 .A União. § 1º V . celebrar casamentos. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. Art. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias.Trabalhando pela sua conquista.Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. ouvidos os outros tribunais interessados. entidades públicas ou privadas.O encaminhamento da proposta. verificar. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. ou de provas e títulos. compete: I . § 5º Durante a execução orçamentária do exercício. 95 § 1º. 97 .

salvo autorização do tribunal. poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. nos vinte dias subseqüentes. dependendo a perda do cargo. que. apurados na última ou única entrância. II . I. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. nos dias em que não houver expediente forense normal. o disposto nos arts. que. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. 93. na forma do art. 153. de 2004) III o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento. às próprias partes e a seus advogados. dos Tribunais dos Estados. com mais de dez anos de carreira. salvo por motivo de interesse público. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. ressalvado o disposto nos arts. poderá ser constituído órgão especial. 95. de 2004) VIIIA a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. III . em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação. constituindo etapa obrigatória do processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. no primeiro grau. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. de 1998) VI . em determinados atos. II. só será adquirida após dois anos de exercício. 40. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. conforme procedimento próprio. a qualquer título ou pretexto. alternadamente. outro cargo ou função. III. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. VIII. do Ministério Público. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. de sentença judicial transitada em julgado. 150. 94. X e XI. ao disposto nas alíneas a . Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. Os juízes gozam das seguintes garantias: I . de 2004) V . nos demais casos. provendo-se metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. em qualquer caso. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores.receber. de 2004) XI nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) Art.vitaliciedade. 39. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 71 . de 2004) X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. funcionando. nesse período. Recebidas as indicações. custas ou participação em processo. Art. injustificadamente. § 2º. sob pena de nulidade. b . XI. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 1998) VII o juiz titular residirá na respectiva comarca. de 2004) IV previsão de cursos oficiais de preparação. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. 37. § 4º.irredutibilidade de subsídio. III . de 2004) XIV os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. enviando-a ao Poder Executivo. obedecido. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. 37. ou somente a estes.a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. disponibilidade e aposentadoria do magistrado. podendo a lei limitar a presença. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. II . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. o tribunal formará lista tríplice. em nível federal e estadual. e 39. de 2004) XIII o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população.inamovibilidade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. Aos juízes é vedado: I . retiver autos em seu poder além do prazo legal. salvo uma de magistério. assegurada ampla defesa.dedicar-se à atividade político-partidária. juízes em plantão permanente. ainda que em disponibilidade. por interesse público. escolherá um de seus integrantes para nomeação. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. no que couber. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. e 153. Parágrafo único. e. § 4º. de 1998) Parágrafo único. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes.o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. e assegurada ampla defesa.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.Trabalhando pela sua conquista. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno.exercer. c e e do inciso II. de 2004) XV a distribuição de processos será imediata. de 2004) XII a atividade jurisdicional será ininterrupta. de 2004) e) não será promovido o juiz que. em todos os graus de jurisdição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) VIII o ato de remoção. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. e fundamentadas todas as decisões.

e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1º. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. III.12. de 2004) Art. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. na forma da lei.o Supremo Tribunal Federal. na forma de lei complementar.os Tribunais e Juízes do Trabalho. c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de 1998) § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. por antigüidade e merecimento. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. exigindo-se do bacharel em direito. V . IV . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 1998) I . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. § 17. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. de 1998) § 4º Como condição para a aquisição da estabilidade. o tribunal somente 70 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Trabalhando pela sua conquista. de 2004) II .promoção de entrância para entrância.12. na forma da lei. I-A o Conselho Nacional de Justiça. observados os seguintes princípios: I . de 2004) § 2º O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. 19. § 3º. X. de 2004) II . de 1998) Do Poder Judiciário: arts. VII . a. de 1998) § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. sem direito a indenização. 41. nas nomeações.os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. Lei complementar. o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal.os Tribunais e Juízes Militares. de 2004) d) na apuração de antigüidade.os Tribunais e Juízes Eleitorais.2003) § 21. 142. e o eventual ocupante da vaga. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. 92 a 126 CAPÍTULO III . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. de 1998) III . disporá sobre o Estatuto da Magistratura.mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. de 2005) Art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.DO PODER JUDICIÁRIO Seção I . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. à ordem de classificação. 19.12.2003) § 19. III . ressalvado o disposto no art. cujo cargo inicial será o de juiz substituto. de 1998) § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável. será ele reintegrado. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.2003) § 18. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. II. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 3° serão devidamente atualizados.12. reconduzido ao cargo de origem.os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. for portador de doença incapacitante. alternadamente. VI . e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. 92. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. § 1º O Supremo Tribunal Federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. 201 desta Constituição. 201. no mínimo. se estável. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 93. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta.mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. de 1998) II .em virtude de sentença judicial transitada em julgado.ingresso na carreira.2003) § 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. 19. São órgãos do Poder Judiciário: I . quando o beneficiário. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. o servidor estável ficará em disponibilidade. assegurada ampla defesa. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. mediante concurso público de provas e títulos.DISPOSIÇÕES GERAIS Art.o Superior Tribunal de Justiça.

para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) § 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria. de 15/12/98) § 15. poderão fixar. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. de 15/12/98) § 14 . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art.Somente mediante sua prévia e expressa opção. em caráter permanente.Os proventos de aposentadoria.12. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. no que couber. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. de 2005) III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física.2003) § 9º . que será igual: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. o Distrito Federal e os Municípios.Aplica-se o limite fixado no art.Ao servidor ocupante. 19. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. observado o disposto no art. na forma da lei. exclusivamente. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. 201. ou (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. 19. por ocasião da sua concessão.ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. no que couber.Além do disposto neste artigo. III. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20.A União. 19. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art.ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. 37. de 15/12/98) § 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte. de 15/12/98) § 13 .2003) § 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. 19. aplica-se o regime geral de previdência social. o valor real. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. de 15/12/98) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 69 .2003) II . XI.2003) § 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. na forma da lei. na forma da lei. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. os casos de servidores: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite.12. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo.O tempo de contribuição federal. conforme critérios estabelecidos em lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 2005) § 5º .12. caso em atividade na data do óbito. os Estados. de 2005) II que exerçam atividades de risco. nos termos definidos em leis complementares. 19. de 15/12/98) § 11 .A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. 19.Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos.12. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. corresponderão à totalidade da remuneração.2003) I . de 15/12/98) § 6.Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. por ocasião da sua concessão. e de cargo eletivo.12. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 3. "a". de 2005) I portadores de deficiência.Trabalhando pela sua conquista. § 3º . ressalvados. 202 e seus parágrafos. de 1993) § 6º .º As aposentadorias e pensões dos servidores públicos federais serão custeadas com recursos provenientes da União e das contribuições dos servidores. caso aposentado à data do óbito. à soma total dos proventos de inatividade. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. em relação ao disposto no § 1º. 201.2003) § 16 . serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e. de natureza pública. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) § 10 .12. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) § 12 . o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará. O regime de previdência complementar de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41.

em qualquer caso. na forma da lei. 39. prêmio. do Distrito Federal e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. de 1998) § 3º Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. XI. de 2005) Seção II . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 8º A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4º. observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. se homem. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 15/12/98) III . o detentor de mandato eletivo. 40. 37. em seu âmbito. constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. reaparelhamento e racionalização do serviço público.135-4) § 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. XX.2003) II . observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. de 1998) I . XVIII. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. de 1998) § 7º Lei da União.voluntariamente. o disposto no art. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.a natureza. de 1998) Art. 19. como limite único. deste artigo. XII. exceto se decorrente de acidente em serviço. o disposto no art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. mediante contribuição do respectivo ente público. treinamento e desenvolvimento.por invalidez permanente. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. de 1998) Art. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos.os requisitos para a investidura. X e XI.DOS SERVIDORES PÚBLICOS (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. VIII. de 1998) § 6º Os Poderes Executivo. XVI.compulsoriamente. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. obedecido. 19. de 1998) II .12. dos Estados. e sessenta anos de idade. modernização. A União. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão. em qualquer caso. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. autarquia e fundação. de 1998) § 5º Lei da União. IV. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. XVII. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. IX. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. de 15/12/98) b) sessenta e cinco anos de idade. o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. de 15/12/98) § 2º . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. obedecido. se mulher. incluídas suas autarquias e fundações. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. se mulher. no âmbito de sua competência. de 15/12/98) a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. por ocasião de sua concessão. 7º. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. do Distrito Federal e dos Municípios. dos Estados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.Os proventos de aposentadoria e as pensões. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. verba de representação ou outra espécie remuneratória. para isso. XXII e XXX.2003) § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. (Vide ADIN nº 2. de 1998) § 2º A União. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. VII. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. XIX. o Distrito Federal e os Municípios instituirão. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Or gânica. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. contagiosa ou incurável. de 1998) III . 37. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário.12. XV. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. das autarquias e das fundações públicas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. se homem.Trabalhando pela sua conquista. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única. XIII. de 15/12/98) 68 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 19. regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta. os Estados. abono. de 1998) § 4º O membro de Poder. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.12. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. facultada.2003) I .as peculiaridades dos cargos. dos Estados. adicional. aos setenta anos de idade. moléstia profissional ou doença grave. vedado o acréscimo de qualquer gratificação.

assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. II . XXI . de sociedade de economia mista e de fundação. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. do Distrito Federal e dos Municípios. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19.depende de autorização legislativa.a proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. em cada caso. de 1998) § 8º A autonomia gerencial. XIX .os controles e critérios de avaliação de desempenho. 42 e 142 com a remuneração de cargo. sem prejuízo da ação penal cabível. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. § 9º O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. de 1998) I . de 1998) III . a perda da função pública. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. emprego ou função pública. o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. suas subsidiárias.Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. (Regulamento) XXII . as obras. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. de 1998) § 4º . de 1998) XVIII . compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei.o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo.2003) § 1º . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. dos Estados. sionais de saúde. cabendo à lei complementar. § 2º . e suas subsidiárias. neste último caso.A publicidade dos atos. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. programas. § 6º . que receberem recursos da União. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. dela não podendo constar nomes.12. sociedades de economia mista. precedência sobre os demais setores administrativos. nos termos da lei. mantidas as condições efetivas da proposta. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. nos termos da lei. a ser firmado entre seus administradores e o poder público.o prazo de duração do contrato.as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. na forma e gradação previstas em lei. definir as áreas de sua atuação. que causem prejuízos ao erário. causarem a terceiros. X e XXXIII.as administrações tributárias da União. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 19. de 2005) § 12. cabendo à lei dispor sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. Não serão computadas. nessa qualidade. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. de 1998) § 11. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 34. obras. regulando especialmente: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. 40 ou dos arts. de 1998) § 10.Trabalhando pela sua conquista. III . na forma da lei ou convênio. informativo ou de orientação social.a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. emprego ou função na administração pública. de 1998) XX . com profissões regulamentadas.A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. da qualidade dos serviços. fundações. exercidas por servidores de carreiras específicas.a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) II . empresas públicas. § 5º . com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. 5º.As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. observado o disposto no art. Para os fins do disposto no inciso XI do caput Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 67 . inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. pelo poder público. dos Estados.a remuneração do pessoal. direitos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. e sociedades controladas. externa e interna. serviços. § 3º A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta. servidor ou não. § 7º A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. de 2001) XVII . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.ressalvados os casos especificados na legislação. os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração.somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. de 1998) I . direta ou indiretamente.

incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. IX . e os cargos em comissão.os cargos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. dos Ministros do Supremo Tri-bunal Federal. chefia e assessoramento. 153. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. 150. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. dos Estados. de 1998) XVI .é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. na forma da lei.o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. de 1998) XIV .é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. VII . de 1998) I . § 4º. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. impessoalidade. publicidade e eficiência e. § 2º. (D) a associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos seis meses poderá impetrar mandado de segurança coletivo. aplicando-se como li-mite.Trabalhando pela sua conquista. do Distrito Federal e dos Municípios.a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. aos Procuradores e aos Defensores Públicos. e 153. XIII . dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. por igual período. à soberania e à cidadania.a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. pensões ou outra espécie remuneratória. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. C Da administração pública: arts. X . 37. em espécie. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. 19. de 1998) c) a de dois cargos ou empregos privativos de profis- 66 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . V . II. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI. I. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. autárquica e fundacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. IV . o subsídio do Prefeito. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. prorrogável uma vez. exceto. em defesa dos interesses de seus associados. na forma prevista em lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. quando houver compatibilidade de horários.12.a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. 37 e 39 a 41 XI . de 1998) VIII . dos membros de qualquer dos Poderes da União. RESPOSTA: 1. de 1998) II . cada Casa do Congresso Nacional. em espécie. observada a iniciativa privativa em cada caso. também.durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. assim como aos estrangeiros.os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores. nos Municípios. assegurada revisão geral anual. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o sub-sídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. serão equivalentes às emendas constitucionais. na carreira. condições e percentuais mínimos previstos em lei. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) VI .é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. não poderão exceder o subsídio mensal.os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. 39. em dois turnos. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. por três quintos dos votos dos respectivos membros. Art. III. de 1998) a) a de dois cargos de professor. de 1998) (Regulamento) (E) conceder-se-á habeas data sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade.o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. sempre na mesma data e sem distinção de índices.o prazo de validade do concurso público será de até dois anos.as funções de confiança.2003) XII .a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. de 1998) III . destinam-se apenas às atribuições de direção. funções e empregos públicos da administração direta. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. dos Estados. percebidos cumulativamente ou não. de 1998) XV . (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. e nos Estados e no Distrito Federal. moralidade. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts. no âmbito do Poder Judiciário. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União.

a partir de quatorze anos. ainda que suplente. será descontada em folha. de 25/05/2000) XXX . Art.proibição de distinção entre trabalho manual. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53.igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. representativa de categoria profissional ou econômica. nos termos fixados em lei. III . XXIV . higiene e segurança.aposentadoria. XXVIII . em qualquer grau.proteção em face da automação. As disposições deste artigo aplicamse à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores.redução dos riscos inerentes ao trabalho. (C) os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. de 1998) XXXIV . Parágrafo único. quando incorrer em dolo ou culpa. XXI e XXIV.proibição de trabalho noturno. XXXIII . V . atendidas as condições que a lei estabelecer. na mesma base territorial. VIII. (B) a reunião pacífica em local público é assegurada a todos. bem como a sua integração à previdência social.a assembléia geral fixará a contribuição que. mediante incentivos específicos. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV.Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei.proibição de diferença de salários. até um ano após o final do mandato. IV . XXI . quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. Art. XXIX . XXII . § 2º .assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. XVIII.ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. na forma da lei. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. 9º É assegurado o direito de greve. VII . VI. pelo menos. não podendo ser inferior à área de um Município. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. mas depende de autorização da autoridade competente. no mínimo. insalubres ou perigosas. nos termos da lei.gozo de férias anuais remuneradas com. XX .o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. se eleito. XXXI . *******QUESTÃO DE CONCURSO******* 1. VIII .(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28.ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. XIX.é vedada a criação de mais de uma organização sindical. XVIII . XVII. em se tratando de categoria profissional.adicional de remuneração para as atividades penosas.seguro contra acidentes de trabalho. salvo na condição de aprendiz. com a duração de cento e vinte dias. em cinqüenta por cento à do normal. art. sem excluir a indenização a que este está obrigado. XV. XIX .remuneração do serviço extraordinário superior.452.a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato. XXV . ressalvado o registro no órgão competente. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical. XVI .é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho.é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e. No que concerne aos direitos e deveres individuais e coletivos. um terço a mais do que o salário normal. por meio de normas de saúde. II . 8º É livre a associação profissional ou sindical.licença-paternidade. 59 § 1º) XVII . é certo que (A) a obtenção de certidões em repartições públicas para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal está assegurada. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais.licença à gestante. 11. aos domingos.proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. mediante o pagamento das taxas estipuladas pelo Poder Público. Art. é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores.reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. de 2006) XXVI . nos termos da lei. cor ou estado civil. observado o seguinte: I . perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. XXVII . Parágrafo único. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. Art.aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. independentemente da contribuição prevista em lei. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. sendo no mínimo de trinta dias. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. idade. em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 65 . Nas empresas de mais de duzentos empregados.Trabalhando pela sua conquista. VI . (Vide Del 5. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. XXXII . sem prejuízo do emprego e do salário.A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. inclusive em questões judiciais ou administrativas. a cargo do empregador. na forma da lei.proteção do mercado de trabalho da mulher. § 1º . 10. XXIII .ação.

não amparado por habeas corpus ou habeas data.a todos. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. XII .qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. b) para a retificação de dados.irredutibilidade do salário. § 2º . de 1943) XIV .fundo de garantia do tempo de serviço. por ilegalidade ou abuso de poder. participação na gestão da empresa. ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. alimentação. LXXV .remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. à soberania e à cidadania. LXX . IV . b) a certidão de óbito. a alimentação. a assistência aos desamparados. X . VIII . nos termos de lei complementar. b) organização sindical. ou resultados. na forma desta Constituição.Trabalhando pela sua conquista. IX .repouso semanal remunerado. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. os atos necessários ao exercício da cidadania. violência ou coação em sua liberdade de locomoção.participação nos lucros.12.04.452.proteção do salário na forma da lei. III . na forma da lei: a) o registro civil de nascimento. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. a proteção à maternidade e à infância. excepcionalmente. por três quintos dos votos dos respectivos membros. em defesa dos interesses de seus membros ou associados.conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. fixado em lei. em dois turnos. desvinculada da remuneração. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. salvo comprovada má-fé. LXXIV . e. LXXVII . higiene.o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. 6º São direitos sociais a educação. a segurança. com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. II .conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo.são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data. o lazer. de 2010) Art. no âmbito judicial e administrativo. LXXIII . à moralidade administrativa. que preverá indenização compensatória. V . XV . saúde. para os que percebem remuneração variável. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64. judicial ou administrativo. serão equivalentes às emendas constitucionais. e. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. a saúde. preferencialmente 64 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . constituindo crime sua retenção dolosa. LXIX . dentre outros direitos. de 1998) XIII . § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados.são gratuitos para os reconhecidamente pobres. a moradia. conforme definido em lei.DOS DIREITOS SOCIAIS Art.o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos.garantia de salário. a previdência social. (vide Decreto-Lei nº 5. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. VII . LXXII . facultada a compensação de horários e a redução da jornada. vestuário. em cada Casa do Congresso Nacional. § 1º . Inciso LXXVIII e parágrafos acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45.Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados.relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. LXXVIII .o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: a) partido político com representação no Congresso Nacional.conceder-se-á habeas data: a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. nacionalmente unificado. em caso de desemprego involuntário. ficando o autor. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. VI . CAPÍTULO II . de 08.salário mínimo . LXXVI .seguro-desemprego.décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais.salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei. educação. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. LXXI . transporte e previdência social. o trabalho. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I .As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. salvo negociação coletiva. na forma da lei. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. XI . lazer. nunca inferior ao mínimo.

salvo para beneficiar o réu. XLV . Regulamentado pela Lei nº 11. sujeito à pena de reclusão. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. nem pena sem prévia cominação legal. LXI . nos termos da lei. LVIII . XLIII . até o limite do valor do patrimônio transferido. XLIV . se omitirem.nenhum brasileiro será extraditado. b) a obtenção de certidões em repartições públicas.a lei não prejudicará o direito adquirido.o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal. por eles respondendo os mandantes. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos.não haverá juízo ou tribunal de exceção. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. XXXIV são a todos assegurados. b) de caráter perpétuo. LX . XLIX . no processo.ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. XIX.a lei penal não retroagirá. L . LII .será admitida ação privada nos crimes de ação pública. com os meios e recursos a ela inerentes. assegurados: a) a plenitude de defesa.nenhuma pena passará da pessoa do condenado.a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado.111. LXVI . e) suspensão ou interdição de direitos.não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião.a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. c) multa.não há crime sem lei anterior que o defina.ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. de acordo com a natureza do delito. quando a lei admitir a liberdade provisória. XXXIX .05. XLVII . LI . LIV .ninguém será levado à prisão ou nela mantido. praticado antes da naturalização.conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 63 . civis ou militares. LXVIII . salvo o naturalizado. LXVII . LVII .aos litigantes.a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. contra a ordem constitucional e o Estado democrático. XLI .a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal.o preso será informado de seus direitos. XXXVII . d) de banimento. LIX . os executores e os que. podendo evitá-los. XXXVIII . c) de trabalhos forçados. b) o sigilo das votações. LXV . salvo em caso de guerra declarada. salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal.05.a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. XLVI . ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.a lei regulará a individualização da pena e adotará. nos termos da lei. entre outras. LXIV . as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direito ou contra ilegalidade ou abuso de poder. LVI .é reconhecida a instituição do júri. estendidas aos sucessores e contra eles executadas.é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. em caso de crime comum.não haverá prisão civil por dívida. com ou sem fiança.são inadmissíveis. XL . 84.a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. salvo nas hipóteses previstas em lei. LXII . d) prestação social alternativa. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. com a organização que lhe der a lei. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. a idade e o sexo do apenado. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. de 05. em processo judicial ou administrativo. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. XXXV . LIII . LV . b) perda de bens.o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. na forma da lei. se esta não for intentada no prazo legal. entre os quais o de permanecer calado. XLVIII .às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação.a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. e) cruéis.Trabalhando pela sua conquista. definidos em lei. as provas obtidas por meios ilícitos. LXIII .ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. nos termos do art. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser. c) a soberania dos veredictos. XXXVI .não haverá penas: a) de morte. XLII .constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados.

XXXII . XVIII . ou de interesse coletivo ou geral. 5º. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. independentemente de autorização. em locais abertos ao público.a casa é asilo inviolável do indivíduo.é plena a liberdade de associação para fins lícitos. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização. VII . XVI . a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. de dados e das comunicações telefônicas. a defesa do consumidor. a honra e a imagem das pessoas.é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte. vedada a de caráter paramilitar. além da indenização por dano material. durante o dia. têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente. quando expressamente autorizadas. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus. a efetividade do gozo e a exigibilidade dos direitos individuais. ou para prestar socorro. XI . sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. instrumentos. na forma da lei. XXVIII . podendo qualquer pessoa. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. proporcional ao agravo. XXXIII .homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. VIII . destinados a assegurar o respeito. sem armas. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador.o Estado promoverá.a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. XXVII .é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. assim definida em lei. XIII . XXVI . VI . XXV . científica e de comunicação. se houver dano. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. fixada em lei. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. XXI – as entidades associativas.no caso de iminente perigo público. a de cooperativas independem de autorização. procedimentos e instituições. ofício ou profissão. bem como proteção às criações industriais. moral ou à imagem.é inviolável a liberdade de consciência e de crença. XVII .ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. nos termos da lei. IX . independentemente de censura ou licença. 62 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o trânsito em julgado. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. V . inclusive nas atividades desportivas.ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.são invioláveis a intimidade. sob pena de responsabilidade. à propriedade das marcas. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. sendo vedado o anonimato. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. na forma da lei. meios.ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País. os quais se encontram ligados a estes entre os incisos do art. II . nos termos desta Constituição. I . XXIII . por determinação judicial. ou.é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas.é livre a manifestação do pensamento.é assegurada. exigindo-se. XX . IV . XXIV . no último caso. b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos.é garantido o direito de herança.ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.a criação de associações e.a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros.são assegurados. salvo. publicação ou reprodução de suas obras. nele entrar.aos autores pertence o direito exclusivo de utilização. XXXI .é livre a expressão da atividade intelectual. assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. permanecer ou dele sair com seus bens. no primeiro caso. III .é livre o exercício de qualquer trabalho. XII . desde que trabalhada pela família. a vida privada.é garantido o direito de propriedade. XXII . XXX . por ordem judicial. ou por interesse social. nos termos da lei. X .é assegurado o direito de resposta. XIX as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial.a propriedade atenderá a sua função social.a pequena propriedade rural.todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. que serão prestadas no prazo da lei. XXIX . XV . atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. artística. na forma da lei.Trabalhando pela sua conquista. XIV . assegurada ao proprietário indenização ulterior. quando necessário ao exercício profissional.todos podem reunir-se pacificamente.

com destaque no respectivo mapa. o juízo deprecado providenciará no recolhimento da multa. a obrigação deve ser prestada in natura. seu cumprimento farse-á perante a Vara das Execuções Criminais. o CGC do Estado do Rio Grande do Sul (87934675/0001-96). na hipótese de o réu não possuir CPF. no sistema THEMIS1G na data da audiência em que foi celebrada. deverão ser priorizados na pauta.394.DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. cumulada ou não com multa. 921 – As sentenças homologatórias de composição civil e de transação não serão computadas no total de sentenças de mérito. art. Art. ao ouvir a vítima. no preenchimento do Documento de Arrecadação de Receita Estadual. • Provimento nº 32/09-CGJ. 924 – Nos casos de processos de júri por tentativa de homicídio. será anotada nova sentença EXTINTA PUNIBILIDADE – TRANSAÇÃO CUMPRIDA. Aceitando o autor do fato a proposta. recebendo. 923 – As manifestações das partes em audiência (eventual denúncia oral. Art. a critério do Juiz. porém. • Ofício-Circular nº 54/97-CGJ. qualquer que seja o objeto. o que também deve ser observado nos casos de suspensão condicional do processo. na Constituição. 918 – A TRANSAÇÃO REALIZADA deverá ser registrada. § 2º – Quando a transação tiver por objeto prestação social alternativa (cestas básicas. Parágrafo único – É vedada a designação de mais de duas audiências preliminares (art. bem como a realização de audiências coletivas ou audiências simultâneas. A deprecação não se revela conveniente quando for obrigatória a composição civil no juízo de origem. colher. por se tratar de sentença que extinguirá o processo. Art. devida valoração na apuração da judicância. deverá ser efetuado utilizando-se. à liberdade. 72) para o mesmo horário. convém.536/0001-39). § 4º – Em havendo transação penal.Todos são iguais perante a lei. 917 – Os feitos em andamento. à igualdade. nem mesmo com a reunião de uma das partes envolvidas. • Provimento nº 11/06-CGJ.). • Ofício-Circular nº 09/97-CGJ. CAPÍTULO I . com a anuência do Ministério Público. desde logo. caso em que deverá se fazer consignar na precatória o valor da multa. 916 – O pagamento da multa e recolhimento de custas dar-se-á diretamente no Cartório da Vara. como sentença. Art. 24. 919 – O recolhimento das multas. a manifestação desta quanto ao interesse em representar. somente deverá ser admitida quando formalmente instalado na Comarca o Juizado Especial Criminal. • Provimento nº 27/2002-CGJ. dispensada transcrição literal.Consolidação Normativa Judicial 226 Parágrafo único – Em se tratando de réu estrangeiro. a respectiva execução será feita no próprio JECRIM. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE MATÉRIA CONSTITUCIONAL Constituição Federal Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts. de acordo com o prudente critério do magistrado. o que significará desafogo na jurisdição criminal em curto prazo. podendo o cálculo respectivo. 25. art. • Ofício-Circular nº 71/97-CGJ. Art. uma relação jurídica entre governado e o Estado e suas autoridades. a critério do magistrado. em princípio. • Provimento nº 32/09-CGJ. sem distinção de qualquer natureza. alcançados pela nova lei. mas de modo a permitir o exame da aptidão da acusação e da eficácia da defesa. e não em pagamento de numerário em juízo. por sua singeleza. à segurança e à propriedade. poderá ser expedida precatória para efeito de submeter a ele a proposta de transação formulada pelo Ministério Público. Essa consagração jurídico-positiva dos direitos do homem é uma garantia de que se reconhece.Trabalhando pela sua conquista. 5º . 5º a 11 A posição dos direitos individuais constitui elemento fundamental para a sua obrigatoriedade e imperatividade. Art. • Ofício-Circular nº 96/95-CGJ. ranchos. nos termos seguintes: Garantias Constitucionais individuais são os Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 61 . etc. Cumprida a obrigação e extinta a punibilidade. Art. § 3º – Na hipótese do autor do fato residir em outra Comarca. deverá ser usado o CGC do Ministério das Relações Exteriores (00. evitando-se a remessa dos autos ao Contador. • Ofício-Circular nº 87/95-CGJ. 922 – A denúncia oral. Corregedoria-Geral da Justiça . ser efetuado pelo próprio Escrivão. Art. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. quer a título explicativo ou para a colheita da eventual representação. § 1º – Em sendo aplicada pena restritiva de direitos. • Provimento nº 23/02-CGJ. Parágrafo único – Nada impede que seja desde logo implementada. ficando ao encargo do juízo deprecante a homologação da transação. defesa e debate) deverão ser objeto de sucinto registro. Art. • Provimento nº 18/03-CGJ. com eventual remanejo desta. Provimento nº 42/08CGJ. 920 – REVOGADO. para prevenir eventual desclassificação para lesões corporais leves.

ainda. Em nenhuma hipótese cogitar-se-á de remessa da precatória à Vara das Execuções Criminais. no caso. os processos por crimes de lesões corporais leves ou lesões culposas não poderão prosseguir.099/95) Art. § 4º .DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS (LEI Nº 9. evitando-se. de execução criminal. 915 – No caso de suspensão condicional do processo (art. 88) e da suspensão condicional do processo (art. Inexitosa esta.099/95.099/95. ambos do CP) convém ensejar. § 5º – Residindo o réu em outra comarca. 910 – Havendo necessidade de manifestação da vítima. Art. 909 – A normatização introdutora da conciliação. 23. para tanto. parágrafo único. desde que esse tenha procuração com poderes especiais para este fim. • ofícios-circulares nºs 23/96-CGJ e 39/98-CGJ. 23. Art. 60 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . poderão. 89) enseja aplicação imediata e com efeito retroativo. o Cartório Judicial. Art. os processos em andamento. ou ainda de seu advogado. Provimento nº 44/2009-CGJ. 69. da representação como condição de procedibilidade (art. designando. audiência. os mesmos deverão ser em conta bancária judicial. interpostos na vigência da Lei nº 9. • Ofício-Circular nº 84/97-CGJ. 903 – Os Juizados Especiais Cíveis e Adjuntos. 914 – Os termos circunstanciados a que se refere o art. à evidência. poderá ser expedida precatória para acompanhamento das condições da suspensão depois de cumprida a providência do § 2º deste artigo. não se cogitando de remessa para a Vara de Execução Criminal. 902 – É recomendável que os acordos com pagamentos parcelados.Trabalhando pela sua conquista. 1º (revoga o § 4º). A data de apresentação dos envolvidos será designada oportunamente pelo magistrado. Provimento nº 44/2009-CGJ. 75). considerando inocorrer. caput.).Os processos extintos em que não constar. art. interdição temporária de direitos. 89 da Lei nº 9. Art. • Ofícios-circulares nºs 32/96-CGJ e 39/98-CGJ. etc. tanto quanto possível. mesmo antes da instalação do Juizado Especial Criminal. alcançando. art. art. limitação de final de semana. para o prosseguimento de um processo criminal já instaurado (arts. • Resolução nº 165/95-CM.O escrivão manterá o controle das apresentações utilizando-se dos relatórios disponíveis no sistema informatizado. Art. 913 – Na hipótese de flagrante. § 2º . a autoridade policial colherá o compromisso a que alude o art. nesta hipótese. Parágrafo único – É vedada a baixa do termo circunstanciado à autoridade policial em diligência. deverão ser incinerados. 69 deverão ser distribuídos como processos no sistema informatizado. ou ao Juizado Especial Criminal (quando se tratar de feito da competência deste e já houver Juizado Criminal instalado na comarca). • Ofício-Circular nº 40/98-CGJ. sob pena de decadência. • Provimento nº 36/96-CGJ e Ofício-Circular nº 118/01-CGJ. Em ocorrendo depósitos judiciais. se já não existir manifestação inequívoca anterior. Provimento nº 32/09-CGJ § 1º – Na suspensão condicional do processo devem ser evitadas as condições tidas como penas pelo ordenamento jurídico (prestação de serviços à comunidade. art. a conciliação. § 6º. Parágrafo único – Atentar.099/95). Art. distinguindo-os das normas exclusivamente processuais ou procedimentais. sejam cumpridos pela parte diretamente na conta bancária do beneficiado. a contar da intimação. • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ. A carta precatória deverá ser regularmente distribuída entre as varas criminais. ser encaminhados à Turma Recursal. 76). que só alcançarão eficácia plena com o advento da lei estadual e a conseqüente instalação do Juizado na Comarca. para a nova regra do art. Neste caso deverá ser expedido ofício com prazo para cumprimento. Provimento nº 32/09-CGJ. da transação(art. a observação do § 1º. SEÇÃO II . 1º (revoga o § 3º). com levantamento dos valores exclusivamente através de alvará judicial ao beneficiado ou ao seu advogado. Art. § 3º . de aplicação imediata e retroativa. e encaminhará o termo circunstanciado de ocorrência para a distribuição regular. visando a composição dos danos civis (arts. por não se tratar. Provimento nº 32/09-CGJ. 912 – Enquanto não instalado o Juizado Especial Criminal. respeitado o entendimento jurisdicional do magistrado. ou de quem a represente. os autos deverão permanecer ativos na vara. 129. reconhecimento de culpa nem condenação. assim. bem como as Turmas Recursais passam a exercer a competência cível que lhes é atribuída pela Lei nº 9. Art. 91. na sua residência ou escritório. que estabelece o prazo de 30 dias para o exercício da representação. Art. cujo acompanhamento será realizado pelo juízo processante. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ.A suspensão do processo será anotada no sistema informatizado observando-se que a data do início deve coincidir com a data da decisão da concessão do benefício. 904 – Os recursos dos feitos definidos como da competência cível do Juizado Especial. torna-se imperioso realçar os institutos de natureza ou com efeitos penais mais benéficos. 911 – Sem a manifestação da vítima ou do seu representante. com a indispensável estrutura organizacional. devidamente homologados. porém esta providência deverá ser precedida de publicação de edital no Diário da Justiça. prioritariamente. 72-74). dispensada a lavratura do auto. oportunizar o exercício do direito de representação verbal (art. § 4º – REVOGADO .Serão anotadas no sistema informatizado todas as apresentações realizadas pelo beneficiado. e 129.

• Provimento nº 10/07-CGJ. 776 – No corpo das cartas precatórias expedidas para fora do Estado deverá constar corretamente o endereço do Foro da Comarca deprecante. • Provimento nº 10/07-CGJ. quando for o caso. Art. de intimação. foi solto ou está foragido. Dos Juizados Especiais: arts. a fim de evitar duplicidade de distribuição. inclusive a verba honorária fixada e o valor das custas da expedição da própria carta. • Provimento nº 10/07-CGJ (revoga o § 2º). citação. inc. independentemente de novo aviso. após a extinção.Todas as precatórias remetidas por fax devem conter esta informação no corpo da precatória original. Provimento nº 44/2009CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. • Ofício-Circular nº 108/97-CGJ. c) conta de custas. 780 –Retornando a carta sem cumprimento. Carta precatória de intimação do réu para audiência: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. após trânsito em julgado da sentença e/ou acórdão. § 1º – As capas e demais peças devem ser eliminadas de pronto. será juntada. devendo os atos processuais ser necessariamente cotados. juntar aos autos do processo somente as peças indispensáveis. ainda. • Provimento nº 10/07-CGJ.Quando o ato deprecado se destinar a réu preso deve ser previamente verificado junto a SUSEPE se o réu permanece preso na comarca deprecada. Provimento nº 32/09CGJ. de notificação. e no original. Após. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 59 . juntar. 901 – O acesso gratuito ao Juizado Especial não significa isenção ao pagamento das despesas e custas processuais. • Provimento nº 10/07-CGJ. permanecendo apenas aqueles em que haja restrição de veículos. Provimento nº 44/2009-CGJ. § 2º – REVOGADO (Provimento nº 18/06-CGJ). A critério do juízo deprecante a carta precatoria de oitiva do perito pode ser substituída por expedição de ofício ao departamento a que pertence o servidor assinalando prazo para resposta esclarecimentos ou resposta a quesitos suplementares. Nos demais casos. art. 1º (revoga o § 2º). quais sejam: a) a carta propriamente dita. 22. se houver.Trabalhando pela sua conquista. art. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ.Nos processos baixados pela ausência do(a) autor(a) a(s) parte(s) terá(ão) o mesmo prazo para a providência do parágrafo anterior. 778 – Nas precatórias executórias deverá constar a conta atualizada do débito. 780A . • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ. 901 a 904. Carta precatória de intimação do réu da sentença condenatória: deve ser instruída com cópia da sentença assinada pelo magistrado e com termo de apelação. • Ofício-Circular nº 69/95-CGJ.Das precatórias que retornarem cumpridas.). intimar o Ministério Público (Provimento 23/2006. cópia do depoimento do réu na fase policial do depoimento das testemunhas em juízo. Art. • Provimento nº 10/07-CGJ. e todo documento público da parte que constar no original. 1º (revoga o § 1º). art. Art. terão as partes o prazo de dois anos para retirarem. 909 a 924 TÍTULO III . inclusive o respectivo código de endereçamento postal – CEP. b) os documentos comprobatórios de seu cumprimento (termo de audiência de inquirição ou mandado de citação. § 2º – REVOGADO . incluindo-se também os processos de execução. 779 . etc.DA NORMATIZAÇÃO ESPARSA CAPÍTULO I . juntar cópia da denúncia e seus aditamentos. devidamente assinados pelo promotor de justiça. correspondente a 07 (sete) UFIRs à data do efetivo depósito. § 1º – REVOGADO . Art.DOS JUIZADOS ESPECIAIS SEÇÃO I .DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS Art. d) eventuais novos documentos e petições que os acompanharem. bem como encaminhá-la com tempo hábil para cumprimento. nota de expediente. intimando-se a parte que arrolou a testemunha ou requereu a diligência para se manifestar em 05 (cinco) dias. visando a agilização de sua devolução. previstas na legislação especial.Por ocasião da distribuição do pedido já fazer constar que. § 1º . se houver. Provimento nº 32/09CGJ. serão os processos incinerados. § 3º – REVOGADO . no Cartório do Juizado correspondente. os documentos originais juntados ao processo. o título extrajudicial. Art. 22. os autos serão incinerados/eliminados. • Ofício-Circular nº 59/94-CGJ. Carta precatória para oitiva de perito para esclarecer laudo ou responder a quesitos suplementares: observar as orientações do Ofício-Circular nº 159/2004. com certidão do trânsito em julgado. permanecerá arquivado em Cartório apenas a sentença e o acórdão. Art. além de outros documentos que sejam necessários à elucidação da causa e que devam ser objeto do interrogatório. • Provimento nº 13/04-CGJ. comportando exceções. Carta precatória interrogatório: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. 777 – As cartas precatórias expedidas para a Justiça do Estado de São Paulo serão acompanhadas do valor das despesas de condução do Oficial de Justiça.Decorrido o prazo acima estipulado sem manifestação das partes. art. Carta precatória de intimação do réu: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. No caso de precatória de citação criminal. XII).

abreviando. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. bem como informará o número da OAB do procurador ou defensor das partes. preventiva. se houver. juntar cópia da denúncia e seus aditamentos. a causa da prisão (flagrante. documentos. verificando que o réu se oculta para não ser citado. • Provimento nº 45/94-CGJ. instrumento de mandato do defensor ou referência sobre sua designação judicial.. independentemente de expedição de carta precatória. Art. será oficiado ao juízo deprecante. quando indispensável à eficaz coleta da prova oral requisitada. se não possível a devolução com antecedência à solenidade. § 2º – Fica autorizada a expedição de carta precatória de fiscalização de suspensão condicional do processo no âmbito da Comarca de Porto Alegre. Igualmente indicará a data prevista. certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. com o objetivo de sua pronta devolução. quesitos solicitados pelas partes à elucidação da causa. Parágrafo único – A própria carta servirá.. quando possível. a autuação.DAS PRECATÓRIAS EXPEDIDAS Art. o Oficial de Justiça poderá efetuar citação ou intimações em qualquer delas. de modo a possibilitar a realização do ato. cópia de peças dos autos (depoimentos. mento da carta precatória. quando da expedição de carta precatória criminal: Carta precatória de citação: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. Art. para atendimento das despesas de condução dos Oficiais de Justiça.Recebido o e-mail no juízo deprecante será impresso e imediatamente juntado aos autos a fim de iniciar-se a contagem do prazo para oferecimento de embargos (738. de 11 de janeiro de 1973 . Provimento nº 10/07-CGJ (inclui § 2º). 775A .Código de Processo Civil. SEÇÃO II . Provimento nº 13/07CGJ. • Provimento nº 15/97-CGJ. após despacho. Art. § 1º – Nas Comarcas contíguas. Art. 227 a 229 da Lei nº 5. • Ofício-Circular nº 50/94-CGJ. na forma estabelecida nos arts. • Provimento nº 23/06-CGJ. etc. Deverá. • Ofícios-Circulares nºs 50/93-CGJ e 12/96-CGJ. no juízo deprecante. § 1º – Nas cartas precatórias. a citação do executado. cabendo ao respectivo Escrivão prestar as informações ou providenciar na devolução da carta. devidamente assinados pelo promotor de justiça. Provimento nº 06/06-CGJ.O juízo deprecante observará o que segue. ou se esta aguarda apenas o cumprimento da precatória. enfim tudo o que for necessário à elucidação da causa e que deva ser objeto do depoimento. 771 – A intimação das partes. documentos. o cálculo do valor deve seguir a regra geral. nas cartas precatórias cíveis. alegações do réu no seu interrogatório ou menção sobre a revelia. a pauta ordinária. • Provimento nº 10/07-CGJ. pelo e-mail setorial do cartório. de fácil comunicação. inaplicável a limitação imposta ao Escrivão Judicial (Tabela “I”.869. Art. as providências para o cumprimento da carta. quando necessário. 775 – Independentemente da finalidade da Carta Precatória.). • Provimento nº 25/93-CGJ. Art. 58 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 222 do CPP). neste caso. sempre que possível. ainda. devendo ter por base o valor da causa atualizado. solicitando à remessa das mesmas. cabe ao juízo deprecado informar sobre cumprimento ao juízo deprecante. § 2º do CPC). 768 – Na precatória de intimação para audiência. deverão estar acompanhadas da importância correspondente a 03 (três) URCs. parecer do Ministério Público.). será efetivada por nota de expediente a cargo do juízo deprecado. item “2”). Provimento nº 42/08CGJ. 767 – O Escrivão adotará. Que o oficial de justiça. Art. Art. que corresponda à efetiva urgência. a fim de viabilizar o cadastramento do advogado pelo sistema de computação. ressalvados os casos de assistência judiciária.Trabalhando pela sua conquista. quesitos solicitados pelas partes. assinalando. o Juízo deprecante assinará prazo ao seu cumprimento. • Ofício-Circular nº 63/95-CGJ. resposta do réu. Desacompanhada de peças necessárias. 769 – Independem de preparo as precatórias de cobrança de autos e que tenham por objeto intimação da parte para dar andamento ao feito por determinação do Juiz ou as requeridas pelo Ministério Público ou pela Fazenda Pública. o valor das custas do Distribuidor e Contador deve seguir a regra geral (Tabela “J”). 772 – As informações solicitadas pelo juízo deprecante ao juízo deprecado acerca do andamento da precatória ou sua devolução deverão ser encaminhadas por e-mail setorial. para o prosseguimento da instrução. Provimento nº 06/06CGJ. • Provimento nº 42/07-CGJ.Consolidação Normativa Judicial 175 § 2º – Nas cartas precatórias. II) no crime: cópia da denúncia. cópia dos instrumentos de mandato ou referência quanto a eventual nomeação de assistente judiciário ou constituição de advogados para acompanhar o cumprimento da carta. em caso de réu preso. dispensada. manifestação de 3º interessado. o Juízo deprecante cuidará para que seja instruída com as seguintes peças: I – no cível: cópia da inicial. o juízo deprecado comunicará ao juízo deprecante. perícias. e nas que se situem na mesma região metropolitana. perícias. de mandado. 773 – As precatórias cíveis. 774 – Na precatória inquiritória. § 1º . cópias de elementos constantes dos autos como peças do inquérito policial tais como: depoimento das testemunhas na fase policial. 770 – Tratando-se de carta precatória de execução. constar certidão acerca da intimação das partes da expedição da carta (art.

reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante (Provimento 23/2006 – inc. 738 – Os inferiores e praças de pré. art. II. e fora do expediente normal. em lhe sendo conduzido o preso. Art. da CF. inclusive suas alterações e designações de substitutos. Art. no horário ali mencionado. destinatária da decisão do flagrante. Art. (Resolução 698/2008-COMAG). 44. por motivo de férias ou licenças. à(s) autoridade(s) policial(is). dispor sobre suas alterações e substituições. caso fosse lavrado o auto. à Corregedoria-Geral da Justiça. através de ofício. 739 – Sempre que a autoridade policial. • Provimento nº 42/07-CGJ. cumprirá ao Juiz substituto de tabela ou da Comarca mais próxima o atendimento desses pedidos. e. 764 a 780-A CAPÍTULO IX . com a devida antecipação.Trabalhando pela sua conquista. • Provimento nº 32/94-CGJ. em estabelecimentos militares. art.DA BUSCA E APREENSÃO SUBSEÇÃO I – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 5º. 6º. Art. O mandado deverá conter. 745 – Nos dias úteis. 765 – O Distribuidor da Comarca deprecada. § 2º – No caso de eventual afastamento do Juiz da Comarca. quando determinada a remessa de mandado a órgão de registro . com a competente baixa. • Provimento nº 06/08-CGJ. nestes casos a qualquer tempo. do COJE). XI. 747 – Nas Comarcas do interior. do CPP. de acordo com os respectivos regulamentos. serão recolhidos à prisão. a) as precatórias citatórias e intimatórias poderão servir como mandados e serão cumpridas independentemente de despacho do juízo deprecado.DAS PRECATÓRIAS RECEBIDAS Art. na mesma forma disposta neste item. da CF. com remessa de cópia à Chefia de Polícia. Das precatórias – arts. em o prazo de 15 (quinze) dias. revista e outras hipóteses. por determinação judicial fundamentada. c) para prestar socorro. para atender os pedidos referidos no artigo anterior. na hipótese do art. XI. deve ser procedido o encaminhamento ao Departamento de Informática Policial. b) as folhas das precatórias autuadas devem ser numeradas no canto direito inferior.Durante o expediente forense. 749 – A Corregedoria-Geral da Justiça poderá disciplinar diretamente a organização das diferentes escalas de atendimento. da CF). 766 – O magistrado dará prioridade ao cumpri- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 57 . ninguém nela podendo entrar sem consentimento do morador. continua sendo determinada pela autoridade policial. Devem ser comunicadas ao mesmo Departamento as revogações dos mandados. ou quem suas vezes fizer. art. Art. Art.Consolidação Normativa Judicial 171 Art. o número da placa ou do chassi do veículo. Parágrafo Único . Art. § 1º – Devem ser observadas as normas cogentes referentes à obrigatoriedade da permanência do Juiz na Comarca (art. registro e autuação de precatórias recebidas para cumprimento independerá de despacho. d) durante o dia (art. SEÇÃO VIII . Provimento nº 35/09CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. XLVIII) c) cumpridas positivamente. 740 – A casa é asilo inviolável do indivíduo. Parágrafo único . SEÇÃO IX . 5º. Art. § 3º – Nas Comarcas dotadas de mais de uma Vara.DAS PRECATÓRIAS EM GERAL SEÇÃO I . • Provimento nº 35/09-CGJ. no interior da casa. no mínimo. no horário das 11h30min às 13h30min. apreensão. sem prejuízo de outros que reclamem urgência. devolver independentemente de despacho. 742 – Cumpre à autoridade policial requerer ao juízo competente mandado para proceder busca. onde for possível.DA NÃO-LAVRATURA DO AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE Art. réu oculto em sua casa será levado à presença da autoridade. 378.Em se tratando de busca e apreensão de veículo. para que se proceda contra ele como for de direito. ouvidos os demais Juízes. 741 – A apreensão. 748 – Cópias dessas escalas deverão ser enviadas. 746 – Caberá à Direção do Foro organizar escala dos Juízes. 764 – A distribuição. incumbirá ao Diretor do Foro elaborar escala de atendimento. inc. Art. os pedidos serão encaminhados ao Cartório de plantão designado previamente pelo Diretor do Foro. b) desastre. deixar de lavrar o auto de prisão em flagrante. onde houver um único Juiz. inc. cumpre a este atender os pedidos a qualquer hora. § 4º – A escala referente aos ofícios será encaminhada. 6º) SUBSEÇÃO II – DO EXPEDIENTE Corregedoria-Geral da Justiça . ao juízo deprecante a data da distribuição e a Vara para a qual foi distribuída. deverá comunicar. inc. 744 – Incumbe ao Serviço de Plantão do Foro Central receber e ao Juiz Plantonista decidir os pedidos referentes às matérias elencadas nos incisos I a V do § 3º do art. inc. inc VII. com o prazo de eficácia. mas o ingresso em qualquer casa dependerá de mandado judicial (art. 7º.e desde que se trate de veículo registrado no Estado -. 743 – Os pedidos serão registrados no sistema THEMIS1G e distribuídos às Varas Criminais. efetuará comunicação fundamentada à autoridade judiciária competente. inclusive através de arrombamento. as matérias relacionadas nos incisos I a V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto. 93. Art. Art. salvo: a) em caso de flagrante delito. fora do expediente forense. V.

sendo noite. profissão. Parágrafo único – nos mandados de prisão envolvendo funcionário da administração da justiça criminal (servidores do poder judiciário. um dos exemplares com a declaração do dia. IX – os Ministros do Tribunal de Contas. c) mencionará a infração penal que motivar a prisão. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena. ativos e inativos. • Provimento nº 06/92-CGJ. • Provimento nº 02/2006-CGJ. à vista da ordem de prisão. 735 – Se houver. se este for o documento exibido. 729 . se for o caso. Art. EM DESTAQUE. o Prefeito do Distrito Federal.Os mandados e cartas precatórias de prisão devem conter toda identificação do indivíduo a ser preso. ainda que por parte de terceiros. logo depois da prisão. VII – os diplomados por qualquer das faculdades superiores da República. se preciso. imediatamente. tendo em conta o lapso prescricional da pena. o fato será mencionado em declaração assinada por duas testemunhas. 730 – O mandado será passado em duplicata.210/84. alterado pela Lei nº 10. bem como sinais característicos. indicado na sentença. 84. e o preso. quando: a) tendo-o avistado. Art. Se não for obedecido imediatamente. d) declarará o valor da fiança arbitrada. Parágrafo único – Se o réu. arrombará as portas e efetuará a prisão. IV – os cidadãos inscritos no “Livro de Mérito”. depois da intimação ao morador. à prisão em dependência separada dos demais presos no estabelecimento penitenciário. o auto de flagrante. for no seu encalço. logo que amanheça. fará guardar todas as saídas. embora depois o tenha perdido de vista. Da entrega deverá o preso passar recibo no outro exemplar. a falta de exibição do mandado não obstará à prisão. a quem será entregue cópia assinada pelo executor ou apresentada a guia expedida pela autoridade competente. do Distrito Federal e dos Territórios. número de um documento de identidade e do CPF. apresentando-o imediatamente à autoridade local que. se recusar. o executor. • Ofício-Circular nº 72/92-CGJ e Lei Federal nº 7. Provimento nº 21/2009-CGJ. e) será dirigido a quem tiver qualidade para dar-lhe execução. Art. aí incluído o agente policial. e 106. em tal caso. o morador será intimado a entregá-lo. hora e lugar da diligência. 736 – Se o executor do mandado verificar. Parágrafo único – A prisão em virtude de mandado entender-se-á feita desde que o executor. apelidos. que o réu tenha passado. se não for atendido. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão. passar ao território de outro município ou Comarca. por indícios ou informações fidedignas. do que tudo se lavrará auto subscrito também por duas testemunhas. salvo quando excluídos da lista por motivo de incapacidade para o exercício daquela função. 731 – Se a infração for inafiançável. A guia de recolhimento deve ressalvar expressamente esta circunstância.Trabalhando pela sua conquista. há pouco tempo. III – os membros do Parlamento Nacional. com segurança. os Vereadores e os Chefes de Polícia. fazendose conhecer do réu. que o réu entrou ou se encontra em alguma casa. providenciará na remoção do preso. lhe apresente o mandado e o intime a acompanhá-lo. 737 – O morador que se recusar a entregar o 56 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . pelo lugar em que o procure. a mais completa possível. § 1º – Serão recolhidos a quartéis ou à prisão especial. seus respectivos Secretários. e o executor entregará ao preso. não souber ou não puder escrever. o executor convocará duas testemunhas e. o executor e as pessoas que o auxiliarem poderão usar dos meios necessários para defender-se ou para vencer a resistência. for perseguindo-o sem interrupção. e. no corpo. seu nome. 732 – Ninguém será recolhido à prisão sem que seja exibido o mandado ao respectivo diretor ou carcereiro. 733 – O recibo poderá ser passado no próprio exemplar do mandado. Art. alcunha ou sinais característicos. do Conselho de Economia Nacional e das Assembléias Legislativas dos Estados. filiação. Art. Art. com nome. Art. data do nascimento. depois de lavrado. agentes penitenciários. • Ofício-Circular nº 102/97-CGJ. b) sabendo. entrará à força na casa. sendo dia. § 2º – Prevalece o direito do funcionário da administração da Justiça Criminal. policiais civis e militares) deverá constar esta observação em destaque. V – os Oficiais das Forças Armadas e os militares dos Estados. Parágrafo único – É dever do Escrivão. § 3º. o executor poderá efetuar-lhe a prisão no lugar onde o alcançar. XI – os Delegados de Polícia e os guardas-civis dos Estados e Territórios. quando sujeitos à prisão antes de condenação definitiva: I – os Ministros de Estado. os Prefeitos Municipais. tornando a casa incomunicável. f) constará. Art. (CPP. Art. sendo perseguido. resistência à prisão em flagrante ou à determinada por autoridade competente. em tal ou qual direção. arts. II – os Governadores ou interventores de Estados ou Territórios. à disposição da autoridade competente. a data do prazo de sua validade. arrombando as portas. X – os cidadãos que já tiverem exercido efetivamente a função de jurado. quando afiançável a infração. 734 – Entender-se-á que o executor vai em perseguição do réu. devendo ser passado recibo da entrega do preso com declaração de dia e hora. VIII – os ministros de confissão religiosa.258/01) VI – os magistrados. § 2º. será imediatamente apresentado ao Juiz que tiver expedido o mandado.

Consolidação Normativa Judicial 168 Art. utilizando-se para tanto dos relatórios disponíveis no sistema informatizado (Resolução nº 66/2009 do Conselho Nacional de Justiça). 728 – O mandado de prisão: • Em anexo. 724 – Decorrendo a prisão de decisão judicial. concederá. b) por decisão judicial. pagamento das despesas efetuar a postagem da correspondência. os selos necessários à postagem da carta. Corregedoria-Geral da Justiça . da CF). à família do preso ou à pessoa por ele indicada. 5º. a autoridade. 721 – Inviabilizado o ato processual ou determinada a comunicação pessoal. em havendo condições. do CPP). a postagem da correspondência será efetuada através da Direção do Foro. Se o réu se livrar solto. ou. LXIII. § 1º. por Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 55 . relaxando a prisão (art. Provimento nº 39/96CGJ. I – imediata comunicação ao Juiz competente. o detido será liberado (art. relaxá-la. Prestada a fiança. Provimento nº 32/09CGJ. 5º.Ao escrivão incumbe manter atualizado os dados relativos à prisão do réu no sistema informatizado. sob pena de aplicação das penalidades previstas. esta comunicará imediatamente ao juízo a efetivação da prisão e o local do recolhimento. inc. da CF). VI – ao receber a comunicação prevista no inc. da CF). do CPP). b) designará a pessoa. da CF). 309 e 321. emanada da autoridade judiciária competente (art. Deverão ser informadas. SEÇÃO VI . Art. LXV. se for o caso (art. noticiando quem a realizou e o local onde se encontra o detido (art. 13. quando for o caso. inclusive sobrestála (art. ainda. 725 – O magistrado manterá rigoroso controle das prisões provisórias. 5º. regulamentará a forma de recolhimento das correspondências nos Cartórios e sua remessa à EBCT. deixando-se de realizar o auto de prisão em flagrante. Igual decisão proferirá em todas as demais hipóteses e situações de não-cabimento da prisão preventiva. • Ofício-Circular nº 07/93-CGJ. será posto em liberdade. Art. V – lavrado o flagrante. LXII. no âmbito de sua competência e na forma da lei. o preso será liberado desde logo. Parágrafo único – Quando o Juiz entender conveniente. 722 – A prisão só poderá ocorrer: a) em flagrante delito. cumpre à autoridade identificada em os arts. fiança. I. extrair-se-á o mandado para cumprimento por Oficial de Justiça com o recolhimento das custas e despesas correspondentes. no prazo fixado. LXII. § 1º – Na expedição do mandado de prisão. 720 – No caso de processos criminais ou de assistência judiciária gratuita. VI supra. logo após lavratura do auto de prisão em flagrante (arts.DA PRISÃO • Provimento nº 32/88-CGJ. 5º. compreendida e aplicada como a ordem escrita e fundamentada. caso não tenha defensor constituído. constarão no mandado os fundamentos legais de direito material e processual determinantes da constrição. mandará pô-lo em liberdade. a prisão em flagrante bem como a decretação da prisão preventiva e. assim como possibilitar o apoio da família do preso (art. proceder à lavratura do auto de prisão em flagrante. 5º. Art. a autoridade judicial deixará de homologá-lo. 304. III – assegurar a assistência de advogado.Trabalhando pela sua conquista. através da autoridade policial (art. da CF). LXVI. IV – incontinenti. 307 e 308. inc. Art. da CF). II – informar ao preso quem o prendeu e quais os seus direitos. respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio. inc. da CF). inc. 5º. através de Portaria. a soltura do réu. VIII – em não sendo caso de desconstituição do auto de prisão em flagrante. VII – uma vez recebido auto de prisão em flagrante. do CPP). liberdade provisória (art. § 2º – Cumprido o mandado. o Juiz o homologará. inc. que tiver de ser presa. Art. LXV. assim como informação ao preso de que poderá indicar familiar ou outra pessoa a quem o juízo comunicará sua prisão e local onde se encontrar recolhido. § 2º – O Juiz de Direito Diretor do Foro. inc. 5º. cumpre ao Juiz proceder ao controle da legalidade da prisão. a respeito do relaxamento decretado na forma do inc. deverá a autoridade judiciária signatária do mesmo restar identificada . Parágrafo único . inc. § 1º – Os casos omissos e as dúvidas serão resolvidos pelo Corregedor-Geral da Justiça. concederá a fiança. constatando ausência de alguma das garantias procedimentais. 727 – Não será permitido o emprego de força. ou não. ficando vedado aos Escrivães e aos demais servidores lotados nos Cartórios judiciais estatizados e/ou privatizados assinarem mandados de prisão. III. SEÇÃO VII . modelo de Mandado de Prisão – PJ392. • Ofício-Circular nº 43/93-CGJ. deverá a parte apresentar.Consolidação Normativa Judicial 169 a) será lavrado pelo Escrivão e assinado pela autoridade. salvo a indispensável no caso de resistência ou de tentativa de fuga do preso. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. 350 do CPP). se o preso livrar-se solto. do CPP. 723 – Decorrendo a prisão de flagrante. inclusive o de permanecer calado (art. 21. IX – se chegar comunicação à autoridade responsável pela prisão. 310 e parágrafo único.DA EXECUÇÃO DA PRISÃO Art. Art. em sendo afiançável o delito. anteriormente à própria lavratura do auto. 304. 726 – A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora. art. inc. LXI.

esclarecendo-lhe que o prazo para tanto começará a fluir no juízo do processo. se for conhecida. na certidão. • Lei Federal nº 8. • Provimento nº 14/04-CGJ. 710 – São requisitos da citação por mandado: I – Leitura do mandado ao citando pelo Oficial e entrega da contrafé. o disposto na Subseção II deste Capítulo. se for desconhecido. 719 – Incumbirá à parte a quem a lei atribuir o 54 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . • Provimento nº 04/97-CGJ. a partir do dia da juntada da carta precatória aos autos.Código de Processo Civil. Art. III – o nome do réu ou.DAS INTIMAÇÕES CRIMINAIS Art.Incumbe ao Oficial de Justiça certificar no mandado de citação. ou se deseja a nomeação de defensor público para acompanhar sua defesa. 599. sendo indispensável. 19. SEÇÃO IV .Trabalhando pela sua conquista. Parágrafo único – Consideram-se feitas as intimações pela simples publicação dos atos no Órgão Oficial. 715 – O Escrivão poderá fazer as intimações. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do Juiz que a houver ordenado. desde que devidamente instruída. Provimento nº 32/09CGJ. Art. de 11 de janeiro de 1973 . • Ofício-Circular nº 30/97-CGJ. 714 – Nas intimações dos réus. arts. IV – a residência do réu. VII – a subscrição do Escrivão e a rubrica do Juiz. Art. no termo de audiência.Verificando que o réu se oculta para não ser citado. 708 – A citação far-se-á por mandado. 709 – O mandado de citação indicará: I – o nome do Juiz. Provimento nº 32/09CGJ. suficientes para a sua identificação. SEÇÃO III . Art. § 5º – Ao Juiz deprecado cumprirá a intimação do interrogando. Resolução nº 58/92-CM e Ofício-Circular nº 31/93-CGJ. 713 – Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante. se o réu irá constituir. o Oficial de Justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. através de correspondência com aviso de recebimento (AR). Art. 712 – O dia designado para o funcionário público comparecer em juízo como réu será notificado a ele e ao chefe de sua repartição. 711 – A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço. sob pena de nulidade. 20. Parágrafo único – A citação do acusado será sempre feita por mandado cumprido por Oficial de Justiça. Art. propiciando ao réu pleno conhecimento das provas contra si apuradas.DAS CITAÇÕES CRIMINAIS • CPP. Parágrafo único – As atribuições decorrentes de requisição judicial. na qual se mencionarão o dia e a hora da citação. 351 e ss. Parágrafo único – Os mandados de intimação de partes e testemunhas poderão ser firmados pelo Escrivão. para apresentação de defesa prévia. condicionada à conveniência do juiz processante. certificando-as nos autos. será observado. II – o nome do querelante. SEÇÃO V . • Ofício-Circular nº 38/96-CGJ. art. 716 – No crime.869. V – o fim para que é feita a citação. após consulta. ao DEPARTAMENTO DE POLÍCIA METROPOLITANA – DIVISÃO DE INVESTIGAÇÕES. 718 – O disposto nesta Subseção se aplica também para a correspondência enviada a outras Comarcas. 717 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça nos mesmos casos indicados nos incs.701/93. II – Declaração do Oficial. Art. os seus sinais característicos. no âmbito da grande Porto Alegre. cópia da peça acusatória deverá acompanhar o mandado citatório. por força de competência regimental. será citado por precatória. independentemente de nova intimação. Art. declarando que o faz por ordem judicial. “Das Citações Criminais” e na Subseção “Da Comunicação dos Atos Processuais Via Postal”.. na forma estabelecida nos arts.710/93. Art. os atos de comunicação serão também feitos por via postal. Art. § 1º – Considerando que o acusado se defende do fato narrado na prefacial.Consolidação Normativa Judicial 167 § 3º – Caso ainda não citado o réu. Art. nas ações iniciadas por queixa. § 2º – REVOGADO. § 2º . • Provimento nº 03/05-CGJ. VI – o Juízo e o lugar. inclusive com indicação de quesitos que o juízo deprecante julgar indispensáveis à elucidação dos fatos. das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato. da entrega da contrafé e sua aceitação ou recusa. § 2º – No texto do mandado deverá constar a obrigatoriedade da entrega da peça acusatória ao citando. § 1º . no que for aplicável. não sendo caso de publicação de nota de expediente no Diário da Justiça e tendo o destinatário endereço certo. § 4º – A precatória para interrogatório deverá estar acompanhada de cópia da denúncia e elementos do inquérito policial. a precatória para tal fim também poderá ser destinada ao interrogatório. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL DOS ATOS PROCESSUAIS • Resoluções nºs 78/93-CM e 102/93-CM e Lei nº 8. Corregedoria-Geral da Justiça . § 1º – Fica autorizado o interrogatório do réu por carta precatória. I a V do art. pertencem. 227 a 229 da Lei nº 5. baseado na busca da verdade real e presunção da amplitude defensiva. mediante expedição de Ordem de Serviço pelo Juiz da Vara. que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados. em razão de notificação ou intimação de funcionário policial. art.

268/96. estando a primeira já cumprida e restando apenas o cumprimento da pena de multa. com recebimento de nova pena privativa de liberdade. através de seus procuradores. Parágrafo único – Todos os mandados de prisão devem conter prazo de validade. 164 e 55. pessoalmente. f) data do trânsito em julgado da condenação. identificar se público ou privado. Provimento nº 29/06-CGJ. • Ofícios-Circulares nºs 44/93-CGJ e 89/97-CGJ. devidamente identificado o servidor que firmar. d) pena ou medida de segurança aplicada. da Constituição Federal). para remessa aos Órgãos com atribuição de executá-los. alterando o tipo de pena para multa. Art. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena. Av. • Ofício-Circular nº 114/96-CGJ e Provimento nº 33/96-CGJ. 5º. Provimento nº 10/80-CGJ. b) número do título eleitoral. a fim de ser retificada a GUIA DE RECOLHIMENTO. restando o pagamento de multa. Art. cadastrando a nova condenação. I – alterar o tipo de pena para multa. 703 – Transitada em julgado a decisão que implique extinção do feito criminal. quando a pena pecuniária for a única aplicada. III – lançar histórico de multa. • Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. será extraída certidão. na forma do artigo anterior. • Provimento nº 10/00-CGJ e Provimento nº 03/06CGJ. intimando-se o réu. • Provimento nº 06/92-CGJ. § 2º – Tratando-se de Cartório Estatizado. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 53 .Consolidação Normativa Judicial 166 II – expedir mandado para o apenado pagar a multa. a sentença deverá conter disposição expressa no sentido de que. 51 do CP. os Cartórios das Varas de Execuções Criminais deverão: I – baixar a pena privativa de liberdade já cumprida. fora das hipóteses ou prazos expressamente previstos em lei ou determinação do Juiz. i) sendo o delito contra o patrimônio. no prazo legal. o que será objeto apenas de comunicação à SUSEPE. § 4º . decorrente de condenação anterior ao advento da Lei nº 9. II – lançar histórico de reinicialização de pena. Art. sob pena de responsabilidade de quem estiver no exercício da escrivania. Azenha. Art. Art. 700 – Os mandados de prisão expedidos em razão de representações por prisões preventivas oriundas das Delegacias Distritais de Porto Alegre serão encaminhados ao Departamento de Informática Policial. • Ofício-Circular nº 03/89-CGJ. k) identificação da vara. 705 – Nos processos onde foi aplicada a pena de multa. 702 – Com o trânsito em julgado da sentença penal condenatória ou de imposição de medida de segurança. ficando dispensada a expedição de PEC.O procedimento deverá ser o da Lei de Execuções Penais. g) se foi concedido sursis e o prazo. Art. • Ofícios-Circulares nºs 04/89-CGJ e 14/86-CGJ. c) número do processo. competirá ao titular haver o pagamento das custas. l) nome e assinatura da autoridade judicial competente.Não ocorrendo pagamento. Provimento nº 02/2006CGJ. regime. Corregedoria-Geral da Justiça . deve ser adotado o seguinte procedimento: • Provimento nº 02/97-CGJ. h) se houve substituição da pena. com encaminhamento à Fazenda Pública Estadual. incluindo a nova condenação. 699 – Nenhum feito criminal de ação pública poderá ficar sem movimentação. 704 – Descabe determinar a servidores da Justiça acompanhar diligências policiais.Trabalhando pela sua conquista. não havendo pagamento de custas. 809 do Código de Processo Penal. Art. imediatamente. • Provimento nº 27/96-CGJ. XI. 706 – Nos processos em que houve cumulação de pena privativa de liberdade e pena de multa. 698 – Sempre que houver condenação criminal de advogado. deverá ser procedida a remessa da terceira parte do Boletim Individual ao Departamento de Identificação do Instituto-Geral de Perícias . com estorno da primeira condenação (já cumprida). haverá comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral dos seguintes dados: a) qualificação dos réus condenados tão completa quanto possível. 707 – Na hipótese da pena privativa de liberdade ter sido cumprida. na Vara da condenação. 255 – Porto Alegre – RS – CEP 90160 000. e) tipicidade da conduta apenada. com obediência ao prazo prescricional. art. Art. com o trânsito em julgado. Art. A competência para a execução das penas de multa é das Varas Criminais.268/96. observar-se-á para a execução da multa o rito procedimental previsto no art. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão. deverá ser elaborado o cálculo da multa e custas. 701 – É dever do Escrivão. § 3º – Nos Cartórios Privatizados. • Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. • Provimento nº 12/96-CGJ e Ofício-Circular nº 33/96-CGJ. § 1º . A legitimidade ativa para a execução da pena de multa é do Estado. em cumprimento de mandados ou autorização de busca e/ou apreensão domiciliar expedidos em respeito a dispositivo constitucional (art. seja feita comunicação à Ordem dos Advogados do Brasil – Secção do Rio Grande do Sul. para pagamento. j) o nome da vítima.DI/IGP/SJS. com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 9. preenchido em todos os seus campos conforme aplicável no caso concreto e de acordo com o que preceitua o art. Art.

343/06. • Ofício-Circular nº 61/96-CGJ. bem como por meio da aposição de um carimbo como a palavra “PROTEGE”. 405 do CPP). serão juntados aos autos. 695 – O recurso interposto pelo réu deverá ser reduzido a termo. Em todos os alvarás de soltura será consignada a cláusula “se por al não estiver preso”. art. Provimento nº 32/09-CGJ.Trabalhando pela sua conquista. ou equivalente. § 3º – Fica vedada a expedição de alvará de soltura coletivo. 689 – Os pedidos de admissão de assistência de acusação. § 1º . decisões e o andamento do processo serão registrados em ficha (PJ-418). 10 da Lei nº 1. sem interrupção. parágrafo único.sumário: 05 – art. será anotado na ficha o número respectivamente convencionado. independentemente de despacho. § 3º . conclusos os autos após. 691 – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao Juízo. juntá-lo e intimar a parte que requereu a diligência. art. desde que não haja ressalva de RESERVA. estando devidamente acompanhados do instrumento de procuração. § 4º – Não deverá ser expedido alvará para troca de 52 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . fazendo-se os autos com vista para o Ministério Público ou querelante para manifestação sobre preliminares e documentos. _ Crimes contra a propriedade: 08 – art.898/65. em cinco dias. que também corresponderá ao escaninho. dar vista ou intimá-los no momento próprio. do CPP).As intimações de réus presos . _ Responsabilidade de prefeitos e vereadores: 08 – art. 22. 18. 578 e parágrafos. Art. 696 – No Cartório com atribuições para as Execuções Criminais. da Lei nº 4. Art. • Provimento nº 12/06-CGJ. ser for o caso. após liberação. tão logo recebidos em Cartório. preencherá por completo o termo correspondente. precatórias e documentos avulsos. 688A – Designada audiência de instrução e julgamento serão intimados: o ofendido. 693 – As requisições de antecedentes devem ser atendidas independentemente de despacho. as testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. e Ofício-Circular nº 42/93. § 6º. manifestar este vontade de recorrer. o Ministério Público e a defesa do réu. a intimação deverá ser pessoal.521/51. § 2º – Uma cópia do alvará deverá ser destinada ao preso. Parágrafo único – Nas situações em que a manifestação das partes e interessados for imposição legal.O Oficial de Justiça levará impresso o termo de recurso ao réu preso e o consultará sobre a intenção de recorrer. intimado da sentença. 692 – As petições. salvo se entre a entrega do mandado e a audiência não houver mais prazo para renovar a diligência. 697 – Não se entregará alvará de soltura a advogado ou a familiares do preso. _ Responsabilidade de funcionários públicos: 08 – art. convencionadas em ficha – 2º modelo anexo. § 1º – Em se tratando de defensor público. por parte e por fato imputado: _ Procedimento comum – ordinário: 08 – art. folhas de antecedentes. Art. sendo restringidas ao seu uso interno. 17. serão feitas pessoalmente. 687 – Os incidentes. da Lei nº 11. _ Economia popular: 05 – art. _ Lei de Falências e Concordatas: 05. 1º. independentemente de prévio despacho. • Provimento nº 17/04-CGJ. _ Abuso de autoridade: 03 – art. proceder à intimação para contra-arrazoar independentemente de despacho. quando necessário (art. Art. No caso do mandado de citação. 2º do Decreto-Lei nº 201/67. certificar e expedir guia de recolhimento (arts. Art. parágrafo único. Art. Art. bem como a entrega do libelo. contando-se-lhe em dobro todos os prazos processuais. para se manifestar em 03 (três) dias (art. § 2º . Art. § 1º – No alvará de soltura deverá constar a observação da necessidade ou não de apresentação do preso em juízo para prestação de compromisso. Art. do CPP. 524 do CPP. • Provimento nº 12/06-CGJ. 690 – Frustrando-se total ou parcialmente o cumprimento do mandado. 401 do CPP. 688 – A resposta do réu será juntada independentemente de despacho.871/89. intimando-se os interessados. • Provimento nº 32/09-CGJ. • Lei Federal nº 7. 674 a 676 do CPP). devem ser juntados e intimado o Ministério Público para se manifestar. 532 do CPP. independente do defensor. _ Procedimento comum . pelos Oficiais de Justiça. bem como o acusado (para ser interrogado). quando. Os escaninhos do Cartório deverão ser padronizados e numerados conforme as diversas fases do andamento do processo. § 2º . Art. 370. Na seqüência. a exigência ou não de apresentação imediata.Os processos em que haja testemunha sob proteção deverão ser identificados através de uma fita adesiva colorida que envolva a parte frontal e posterior da autuação. de acordo com o art. estando o réu preso e transitada em julgamento a sentença condenatória. 2º. nos próprios estabelecimentos onde se encontrem aqueles recolhidos. art.Número de testemunhas nos procedimentos. nas hipóteses de compromisso. independente de despacho. 518 do CPP. inclusive de sentença -. 694 – Apresentadas razões.que devem tomar conhecimento de qualquer ato do processo. data da apresentação. _ Tóxico: 05 – art. intimar o Ministério Público. acompanhamento por escolta. colhendo a assinatura no espaço próprio. A cada movimentação do processo. Art. • Provimento nº 12/06-CGJ.

Provimento nº 32/09. b) pedido de diligência. § 2º . a suspensão do processo (art. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. • Provimento nº 32/09-CGJ. deve haver verificação jurisdicional. preferentemente será oficiado à Delegacia de Polícia de origem. • Ofício-Circular nº 66/97-CGJ e 79/97-CGJ.Consolidação Normativa Judicial 162 Art. • Ofício-Circular nº 23/96-CGJ. Art. • Ofício-Circular nº 27/96-CGJ. c) a decretação e a prisão do réu. Art. • Provimento nº 32/09-CGJ. 684 – Recebida a denúncia ou a queixa-crime.DO PROCESSO CRIMINAL Art. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. Após. a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. art. c) oferecimento de denúncia.Circunstâncias especiais tais como grade ou tarja vermelha. dando-se baixa na distribuição. com base na Lei nº 9. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. serão elaboradas fichas (PJ-36) com as características do processo e nome completo das partes. o(s) artigo(s) de lei em que incurso(s) o(s) réu(s). Parágrafo único . comunicando-se à Delegacia de Polícia de origem. data da próxima audiência e data da prescrição também serão anotadas na capa do processo. 15. § 2º – Deferido pedido de arquivamento pelo Juiz. art. art 13 (altera a redação do parágrafo único). • Provimento nº 10/96-CGJ. o inquérito policial não deverá ser autuado. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 51 . 16. 685 – A numeração das folhas do processo deverá ser feita a partir da autuação. Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. 678 – REVOGADO. 366 do CPP e art. de vez que não há coluna própria. 89 da Lei 9099/95).A remessa deverá ser precedida de baixa no sistema informatizado. por ocasião da conclusão do inquérito/processo.Serão registrados no sistema informatizado de 1º grau os seguintes dados: a) o juízo. da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. § 2º – Quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística. Art. a fim de facilitar a localização de dados. Art. será procedido o registro e a atualização dos enquadramentos legais no sistema informatizado bem como a autuação do processo com a aposição das etiquetas na capa. § 4º . SEÇÃO II . recursos e precatórias. O arquivamento de tais fichas ocorrerá em rigorosa ordem alfabética pelo sobrenome do réu no fichário geral. de imediato. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado. Art. com a utilização da capa PJ-692 (rosa). abandonada a numeração do inquérito policial. o número no tombo. d) a data da prescrição e data da próxima audiência. § 1º – Também será objeto de registro a denuncia recebida nos termos circunstanciados. sinalizando réu preso. para os processos criminais. remetendo-o ao Departamento de Estatística. a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE. • Provimento nº 32/09-CGJ. art. § 3º . respectivos incidentes. § 1º – Serão feitas tantas fichas quantas forem as partes no processo. b) alterações posteriores do enquadramento legal. as seguintes situações poderão apresentar-se: a) pedido de arquivamento. de maneira clara e legível. 676 – REVOGADO. A localização do inquérito policial no arquivo judicial será feita através da ficha respectiva. art. 677 – REVOGADO. aguardando os autos do inquérito em Cartório.Trabalhando pela sua conquista. 14. § 2º – Para melhor rendimento e organização do trabalho cartorário. já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. Ao ser o inquérito policial devolvido ao Cartório pelo Ministério Público. 682 – Quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. Art. fazer anotação a lápis no “Tombo de Inquéritos Policiais”. 15. a autuação e ficha ou fichas respectivas.O recebimento de denúncia formulada contra servidor policial ou penitenciário por prática de infração funcional que constitua crime ensejará a remessa de cópia da peça acusatória e da respectiva sentença ao Departamento de Organização e Correição da Polícia Civil ou à Susepe. comunicando-se. 679 – Antes do oferecimento da denúncia. Art. os nomes completos das partes e seus advogados e a data do recebimento da denúncia. na mesma ocasião. § 5º – A autuação será padronizada. o mesmo servidor que efetuar o registro do processo fará. arquivando o inquérito policial.099/95. a fim de serem reclamadas após o prazo concedido. 686 – Após o registro e autuação. após o que deverá ocorrer imediata conclusão. 683 – Determinado cumprimento de pedido de diligência pelo Juiz. das partes e seus advogados. será feita anotação no “Livro de Inquéritos Policiais”. 680 – Para evitar a realização de diligências inúteis. na coluna própria e com a data respectiva. para os fins de direito. 681 – Na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. Todas as folhas serão rubricadas. conforme o caso. Art. • Ofício-Circular nº 43/97-CGJ. § 1º – Apresentando-se outras situações. • Provimento nº 32/09-CGJ. Na Comarca da Capital. anotar a data da remessa no “Livro-Tombo de Inquéritos Policiais”. devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. § 1º – Quando indispensável a baixa dos autos do inquérito. o servidor preencherá o Boletim Informativo.

Parágrafo único . Ofício-circular nº 43/97-CGJ. 674 – Se os magistrados entenderem de deferir os requerimentos de diligências requeridas pelos promotores de justiça. da CF. Art. já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. II – os requerimentos ou representações pela prisão preventiva e temporária. 675 – Após recebidos os autos de inquérito.Se o indiciado. §. § 1º . salvo as referidas no caput. encontrarse preso e não for oferecida a denúncia no prazo de lei. necessariamente. 79/97-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ…. se os autos do inquérito tiverem que. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. a fim de serem reclamados após o prazo concedido. • Provimento nº 23/05-CGJ. de seqüestro dos bens imóveis.Quando for indispensável a baixa dos autos do inquérito. III – as representações criminais (art. • Provimento nº 10/96-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. deverá ser consignado nos ofícios que as respostas serão endereçadas à sede onde trabalha o promotor de justiça que requereu a medida. 50 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . pedidos de prisões. § 2º .na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. de exumação para exame cadavérico. ou as autoridades públicas ou entidades privadas não houverem atendido as suas diligências. deverão atentar para as seguintes situações peculiares: I . § 2º . V – quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. 10. IV . • Ofício-circular nº 66/97-CGJ. X – os pedidos de reclamações da vítima ou de seu representante legal contra o Ministério Público. e §§. da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. de especialização de hipoteca. § 3º . de avaliação de insanidade mental do indiciado. Art. para o ajuizamento da ação penal. 673 – Serão encaminhados diretamente aos magistrados: I – os inquéritos policiais em que haja indiciado preso. etc. quando a ação penal pública não foi intentada dentro do prazo legal. e comunicará o fato ao Ministério Público para os fins do art. a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE. § 3º do CPP). 39. para exercer o direito constitucional da ação privada subsidiária da pública (art.preferentemente será oficiado à delegacia de polícia de origem. e fará conclusão ao magistrado tãologo fluir o prazo prescricional ou decadencial. de maneira clara e legível.as ações cautelares penais preparatórias ao ajuizamento da queixa-crime. dido de restrição a direito fundamental (busca e apreensão. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado. deve haver verificação jurisdicional. de realização de perícias e de devolução de fiança.O escrivão zelará pelos prazos dos feitos que dependam de intervenção da vítima ou seu representante legal. ou. a fim de facilitar a localização de dados. da CF). por ocasião da conclusão do inquérito/processo. a pedido da Polícia Judiciária (art. 672 – Quando houver afirmação do promotor de justiça de que o pedido trata de restrição a direito fundamental. ser devolvidos à autoridade policial (art. mesmo as imprescindíveis ao oferecimento da denúncia estão ao encargo do Ministério Público. Art. comunicando-se. • Provimento nº 23/05-CGJ. o servidor preencherá o boletim informativo.Na hipótese do parágrafo anterior.Trabalhando pela sua conquista. do CPP). os autos do inquérito serão imediatamente submetidos à apreciação judicial. interceptação telefônica. • Ofício-circular nº 27/96-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ.Deferido o pedido de arquivamento pelo juiz. Na comarca da Capital. IX . § 1º . por qualquer título. devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. dependam de intervenção da vítima ou de seu representante legal (ação penal pública condicionada e ação penal privada). remetendo-o ao departamento de estatística e anotando a baixa e arquivamento no sistema informatizado. quebra do sigilo fiscal e bancário. 10. IV – os requerimentos de devolução dos autos do inquérito policial para realização de ulteriores diligências (art. a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. o escrivão levará o fato ao conhecimento do magistrado.Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. § 4º . II .para evitar a realização de diligências inúteis. o escrivão anotará a data da remessa no sistema informatizado. o escrivão levará os autos à conclusão do magistrado.quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística.). ficando vedado aos servidores do Poder Judiciário receber os ofícios dirigidos ao Ministério Público. bem como nos casos de alegação de exceção de incompetência. III . 129. a remessa a outro Juízo somente se procederá mediante decisão judicial. de imediato. Art. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. 16 do CPP). V – os inquéritos que. VII. de pedidos de restituição de coisas apreendidas. • Provimento nº 08/94-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. 3º. VII – os pedidos de retratação. ainda. do CPP).As diligências preparatórias. VI – os pedidos de habeas-corpus. VIII – os pedidos de explicações em juízo. 5º lII.

os quais não serão autuados. deverá o Escrivão emitir relatório buscando identificar e dar pronto atendimento aos feitos indevidamente paralisados. § 2º . 670 a 749 CAPÍTULO VIII . CTPS. Art.O mandado deverá determinar expressamente o cancelamento da penhora que originou aquela execução. especialmente nos procedimentos com crianças e adolescentes abrigados (suspensão ou destituição do pátrio-poder. na medida em que forem movimentados. III .DOS PROCESSOS ENVOLVENDO IDOSOS. adoção. com remissão à sua matrícula e registros.DOS CARTÓRIOS CRIMINAIS SEÇÃO I . 662 – Os processos judiciais ou administrativos em que figure como parte ou interveniente pessoa com idade igual ou superior a sessenta anos terão prioridade na tramitação em todas as diligências e atos a eles pertinentes. Art. fará a conferência da numeração das folhas. discriminando qual a espécie.Bimensalmente. anotando no sistema informatizado a data da vista. • Ofício-Circular nº 36/97-CGJ.Os inquéritos policiais e os expedientes de investigação iniciados pela autoridade policial ou pelo Ministério Público. além da completa descrição do veículo. II . 671 – Nos casos de pedidos de arquivamento. Parágrafo único – Deverá ser afixado cartaz visível ao público com caracteres legíveis. certidão de nascimento.a prova de quitação do imposto de transmissão (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. carteira profissional. deverá ser garantida prioridade absoluta. com anotação. Art. processos comuns ordinários envolvendo idosos terão tramitação preferencial em relação a outros processos comuns ordinários.O mandado conterá o nome completo. Art. 666 – Os processos de que trata esta seção deverão ser identificados através da aposição de uma tarja adesiva colorida. os escrivães deverão encaminhá-los às promotorias de justiça com atribuição para atuar nos feitos. CRIANÇAS E ADOLESCENTES • Provimentos nºs 13/01-CGJ e 05/02-CGJ. Art.” • Provimento nº 26/04-CG. Art.Em relação aos feitos já distribuídos. 663 – O interessado na obtenção desse benefício deverá requerê-lo ao Juiz que presidir o processo. • Provimento nº 26/04-CGJ. a data do crime. no inquérito. Provimento nº 30/04CGJ. no âmbito da Dos Cartórios Criminais – arts.a cópia do auto de arrematação. que envolva a parte frontal e posterior da autuação. Provimento nº 30/04CGJ. • Artigo criado pelo Provimento nº 26/04-CGJ. Art. § 1º . Assim.DO INQUÉRITO POLICIAL Art. etc. bem como através da aposição de um carimbo com os dizeres ‘TRAMITAÇÃO PREFERENCIAL – IDOSO” ou “CRIANÇA E ADOLESCENTE – URGENTE”. incluindo-se os adjuntos e da Distribuição e Contadoria. mas não em relação a processos cautelares e mandados de segurança. 664a – É assegurado às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos o atendimento preferencial imediato no âmbito dos Cartórios Judiciais. 647A – Ultimada a alienação judicial de veículo. o juiz da execução poderá expedir mandado de registro de transferência de veículo à autoridade de trânsito competente. fazendo-se constar. de oferecimento de denúncia e quando houver pe- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 49 . de 1º de outubro de 2003. da sentença e do trânsito em julgado. Parágrafo único – A prova da idade deverá ser feita através de qualquer documento hábil (carteira de identidade.) ou adolescentes internados. deverá o Distribuidor lançar no sistema informatizado THEMIS1G a informação de que se trata de processo preferencial. com a seguinte redação: “Nos termos da Lei nº 10.” • Provimento nº 23/05-CGJ. 647 – A carta de arrematação conterá: I . de casamento.Consolidação Normativa Judicial 152 Art.a descrição do imóvel. § 1º . § 3º . qualificação e endereço do arrematante. ou no sistema informatizado. dentre outros). a pedido da parte arrematante. 647 e §§). especialmente internados provisoriamente. deverão ser incluídos no sistema na forma disposta no § 1º supra. bem como procederá aos registros no sistema informatizado. § 2º . já certificados os antecedentes pelo distribuidor independentemente de despacho judicial. 664 – A prioridade na tramitação dos feitos de que tratam os artigos antecedentes será observada dentro da mesma classe de processos em que os mesmos se insiram. cuja cópia deverá ser juntada aos autos. 665 – Também na tramitação dos processos da Infância e Juventude. do recebimento dos objetos. Art. Provimento nº 14/08CGJ. Provimento nº 12/05-CGJ. armas e/ou objetos apreendidos. depois de distribuídos e tombados serão encaminhados ao cartório. não se sobrepondo a outras prioridades previstas em lei. serventia. Dos processos com tramitação preferencial: arts. efetuando o lançamento no “livro de registro de coisas apreendidas“. Corregedoria-Geral da Justiça . se positivos. é assegurado o atendimento preferencial imediato às pessoas que possuam idade igual ou superior a sessenta anos”.No momento da distribuição. § 1º . 670 – O Distribuidor ao receber os autos do inquérito policial ou os expedientes de investigação criminal oriundos da Polícia Judiciária ou do Ministério Público.Recebidos os inquéritos em cartório. sem interrupção.Trabalhando pela sua conquista. exemplificativamente. § 2º .382/06). carteira de habilitação. • Provimento nº 013/2009-CGJ (acrescenta art.741. 662 a 666-A SEÇÃO XIV .

NÃO DATILOGRAFAR O NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS NA MESMA LINHA DO TÍTULO. NO VALOR UNITÁRIO DE 1/30 DO SM VIGENTE AO TEMPO DO FATO. 711 do CPC). OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 02 ANOS E 03 MESES DE RECLUSÃO. PINTOR. RÉU: ACIMA NOMINADO. no caso de existir outra penhora re. do CPC). 686. JUÍZA DE DIREITO. E NÃO UTILIZAR A EXPRESSÃO “RÉU(S)” OU EQUIVALENTE. • Provimento nº 14/08-CGJ. COMARCA/VARA. EM LUGAR NÃO SABIDO. PRAZO DO EDITAL.124/92. SEPARAR O CABEÇALHO DO CORPO DO EDITAL COM ESPAÇO DUPLO. O CABEÇALHO. além do número do • Provimento nº 14/08-CGJ. BEM COMO OS ITENS DO CORPO DO EDITAL (EX. PRAZO: 05 DIAS. 48 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . DRA. Art. SERVIDOR: ANDRÉ ALVES. isentando o réu do pagamento das custas). deverá instaurar concurso de preferência nos terDas alienações judiciais: arts. SERÃO GRAFADOS EM LETRAS MAIÚSCULAS (TAMBÉM EM NEGRITO. RÉU: ACIMA NOMINADO. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: JOÃO TAVARES Corregedoria-Geral da Justiça . E SIM NA LINHA SEGUINTE. 645 e §§). conforme te tenha tido a oportunidade para se habilitar na estatuído nos arts. ASSIM. 365. APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. ou quem suas vezes fizer. em cada Cartório.2. 329. 641 – O Juiz. 643 – O Juiz somente autorizará o levantamen. PRAZO: 05 DIAS.Nas cartas de adjudicação. ETC. PARA APELAR. ESCRIVÃO. REGIME ABERTO. recurso ou caso pendente sobre os cancelamento da penhora que originou aquela exebens a serem arrematados (art. o Juiz. MAIS 30 DIAS-MULTA. JOSÉ DA SILVA E S/M ANA DA SILVA). verificará quanto à existência de outras § 1º – A carta deverá determinar expressamente o penhoras. CLÁUDIO BELTRANI. AÇÃO. do sistema de publicação objeto deste ato normativo. II. de imóvel. • Provimento nº 32/09-CGJ. EM LUGAR NÃO SABIDO. SEM DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE. fará a implantação. 7º alienação e arrematação se transcreverá na íntegra do Provimento nº 38/07-CGJ). OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 01 ANO E 06 MESES DE DETENÇÃO. 155. 2. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: MIGUEL SILVA COMARCA/VARA: 1ª CRIMINAL DE CAXIAS DO SUL/RS. PRAZO DO EDITAL: 60 DIAS.registro geral de identidade e da inscrição no cadasto do produto. SE UTILIZADA MÁQUINA ELÉTRICA). SUBSEÇÃO II – DA CARTA DE ARREMATAÇÃO Art. DO CP. E CUSTAS. com sursis.382/06). atentando às preleções de direito Normativa Notarial e Registral desta Corregedoria (justificativa: atualizado pelas disposições da Lei nº material e de direito processual. 646 . AÇÃO: PENAL PÚBLICA. Art. CAPUT. antes de proceder à venda judicial execução fará expedir a respectiva carta. a perfeita identificação destes. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART. arrematação deverá constar. ESCRIVÃO.Consolidação Normativa Judicial 150 VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO/RS. Nº 2320/90. 637 – O Escrivão.sados. com a orientação e supervisão do respectivo Juiz. 642 . Art. OPERÁRIO.Nas cartas de adjudicação. Edital de Intimação de Sentença (Pena privativa de liberdade inferior a 01 ano. Art. que deverá ser verificado através de certidões ex. alienação e nº 11. 384 e 385 da Consolidação disputa do preço. EDITAL DE CITAÇÃO DE:) E DO NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS (EX. de ofício ou provocado. COM SURSIS POR 02 ANOS. Edital de Intimação de Sentença (Pena Privativa de Liberdade por tempo igual ou superior a 01 ano. AÇÃO: PENAL PÚBLICA. SERVIDOR: LEONARDO PASTRO. JUIZ DE DIREITO: DR. impondo ao réu o pagamento das custas). AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. 383. após a certeza de que o credor concorren. DO CPP). o juiz da E DO CANCELAMENTO DA PENHORA Art.Trabalhando pela sua conquista.• Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 2º). DO CP. OBSERVAÇÕES GERAIS: SEGUIR A DISPOSIÇÃO GRÁFICA DOS MODELOS.3. 2. RÍSTICOS QUE CONSTEM DOS PROCESSOS (ART. AINDA NO CABEÇALHO. COMPOSTO DO TÍTULO (EX. ônus.). Provitro de Imóveis (atualizado pelas disposições da lei mento nº 013/2009-CGJ (art. na disputa do preço.” a certidão positiva ou negativa expedida pelo Regis. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART. D da CNJ (alterado em face do disposto no art. o cução.tro de contribuintes da Receita Federal dos interesgistrada. CAPUT. PRAZO DO EDITAL: 90 DIAS. O GABARITO A SER ENVIADO PARA PUBLICAÇÃO NÃO PRECISA SER ASSINADO. 642 – Art. 644 – Havendo mais de um credor concorrendo 11382/06 e CNNR-CGJ).§ 2º – O cancelamento dar-se-á em forma de averbação. V. ressalvado o disposto no § 3º do artigo 455pedidas pelo Registro de Imóveis competente. APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. REGIME SEMI-ABERTO. Nº 1. PARA APELAR. CARMEM DE ASSIS. 641 a 647-A mos da lei processual (art. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. 645 – Ultimada a alienação judicial. Art.

INCURSO NAS SANÇÕES DO(S) ART. CÍCERO COSTA. ARISTÓTELES NOGUEIRA. JUIZ DE DIREITO: DR. Q. AÇÃO: SEPARAÇÃO LITIGIOSA. COM A ÁREA DE 300. ÀS 10H. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANA DA SILVA VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. RESPECTIVAMENTE.860. LOTE Nº 22. PROCESSO Nº 00000000. ASSIM INDIVIDUADOS: 01 TERRENO URBANO. MATRÍCULA Nº 33. com prazo (fixado pelo Juiz). PRAZO: 15 DIAS. RÉU:JOÃO TAVARES. Q. OS BENS SERÃO LEVADOS A 2º LEILÃO EM 31-11-92. EM LUGAR NÃO SABIDO. Q. IV. 01 TERRENO URBANO. JUIZ DE DIREITO: DR. DO CPC). Q. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. NO DIA 26-11-92. MATRÍCULA Nº 33. NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS. USADO. 1. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS.320/91. E UM APARELHO DE SOM 3X1. TURUBI E ARLINDO MONTE. MAURO PRESTES JÚNIOR.866. Edital de Citação em Ação de Divórcio. ESCRIVÃO. A QUEM MAIS DER. NESTA CIDADE. OBJETO: DECRETAÇÃO DA SEPARAÇÃO DO CASAL. 20. BEM COMO ACOMPANHAR TODOS OS TERMOS DO PROCESSO ACIMA REFERIDO. LOTE Nº 20. MATRÍCULA Nº 33. MATRÍCULA Nº 33. EM CR$ 6. RÉ: ACIMA NOMINADA.863. 361 do CPP). 20. NESTE MUNICÍPIO. Nº 2. LOTE Nº 18. DOS SEGUINTES BENS: DIREITOS E AÇÕES SOBRE O TERMINAL TELEFÔNICO LOCAL Nº 488-1326. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. QUARTEIRÃO FORMADOS PELA RUAS SOUZA LOBO. NOVO HAMBURGO. EDITAL DE CITAÇÃO DE: AMÉLIA DA SILVA VARA/COMARCA: SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ – 1ª VARA. 69 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940. CASO NÃO ENCONTRADO PELO OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL. NOTA: SENDO VÁRIOS OS IMÓVEIS A SEREM PRACEADOS. Q. SERVIDOR: ARLINDO AMARAL. DA LEI N° 11343 DE 2006 E ART. MATRÍCULA Nº 33. JUIZ DE DIREITO: DR. MATRÍCULA Nº 33. SERVIDOR: PAULO TARSO.864. ÔNUS: NADA CONSTA. NA RUA FLORES DA CUNHA. EDITAL DE 1º E 2º LEILÃO E INTIMAÇÃO DE: ANTONIO AZEVEDO VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. PARA CONTESTAR. PRAZO DO EDITAL: 15 DIAS. LOTE Nº 24. Nº 2. RÉ: ACIMA NOMINADA.864. RESIDENCIAL. ARISTÓTELES VIEIRA. 20. EM LUGAR NÃO SABIDO. LOTE Nº 19.862. ATUALMENTE EM LUGAR INCERTO E NÃO SABIDO. CONTADOS DO COMPARECIMENTO. 20. OBJETO: CITAÇÃO DO(A)(S) RÉU(RÉ)(S) LEODIR RODRIGUES DA COSTA. IV. O QUAL SE ENCONTRA NA RESIDÊNCIA DE JOÃO AIRES. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOÃO TAVARES VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO. AVALIADOS.861. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL.8. 20. LOTE Nº 26. Q. NO EDIFÍCIO DO FÓRUM.7. INADMITIDO PREÇO VIL. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. 01 TERRENO URBANO. EM PRAÇA ÚNICA. RICHARD STRAUSS. de 20 dias. A SEREM ATUALIZADOS QUANDO DA HASTA PÚBLICA. ÀS 14H. 140. Q. SERVIDOR: ARLINDO FRAGA. LOTE Nº 21. Edital de Citação Criminal (réu não-encontrado – art. DE 08 TERRENOS. com prazo (fixado pelo Juiz). OFICIAL AJUDANTE. AÇÃO: DIVÓRCIO LITIGIOSO. ESCRIVÃO. OBJETO: VENDA. “PHILCO”. 20. SITUADOS NA PRAIA TUPINAMBÁ. RÉU: ACIMA INDICADO. AUTOR: ANTONIO DA SILVA. 01 TERRENO URBANO. Edital de Leilão em Processo de Execução. PINTOR. JUIZ DE DIREITO: DR. MATRÍCULA Nº 33.000. 01 TERRENO URBANO. 1.50M2 CADA UM. FICA POR ESTE INTIMADO. 01 TERRENO URBANO. 01 TERRENO URBANO. NO DIA 16-11-92. 232.Trabalhando pela sua conquista. DEVERÃO SER INDICADOS OS SEUS SINAIS CARACTE- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 47 .00. SERVIDOR: ERNESTO DE PAULA.1. EM 1º LEILÃO. NOTA: NÃO SENDO O RÉU CONHECIDO.000. PRAZO: 15 DIAS. ÀS 10H.862. 01 TERRENO URBANO. MATRÍCULA Nº 33. EM JUÍZO. MATRÍCULA Nº 33.000. EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO. A REDAÇÃO DO OBJETO DO EDITAL PODERÁ SER A SEGUINTE: VENDA. INTIMAÇÃO: O DEVEDOR. AUTOR: JOÃO DA SILVA. 2. LOTE Nº 25.600/92. COMUNICAÇÃO: SE NÃO HOUVER LANÇO SUPERIOR AO VALOR DA AVALIAÇÃO. AUTOR: JOÃO DA SILVA. 7 DE MAIO DE 2009. DO ACUSADO OU DE DEFENSOR CONSTITUÍDO. EDITAIS CRIMINAIS 2. 155 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940. EM LUGAR NÃO SABIDO. Q. 20.9. OBJETO: DECRETAÇÃO DO DIVÓRCIO DO CASAL. 20. LOTE Nº 23. DO CPC). A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. 232. Edital de Citação em Separação Litigiosa. Nº 3451.00 E 2. Q. de 20 dias. PARA RESPONDER A ACUSAÇÃO. PARA CONTESTAR. 20. POR ESCRITO. NATUREZA DA AÇÃO: CRIMES DE FURTO. 1. 01 TERRENO URBANO.000.865.

NO PRAZO LEGAL DE QUINZE DIAS. CIENTE DE QUE NO PRAZO DE EMBARGOS. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. (AS) ESCRIVÃO (NOME)E JUIZ DE DIREITO (NOME). PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. • Provimento nº 32/09-CGJ. INDEPENDENTEMENTE DE SEGURO O JUÍZO PELA PENHORA. NO MÍNIMO. MASSOT Nº 400. OFICIAL AJUDANTE. A PARTIR DA EXPIRAÇÃO DO PRAZO DO EDITAL (ART. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE PENHORA DE: ROBERTO SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 2ª CÍVEL – REGIONAL DA TRISTEZA – PORTO ALEGRE. IV.009. ESCRIVÃO.6. FICAM POR ESTE INTIMADOS.Trabalhando pela sua conquista. RECONHECENDO O CITANDO O CRÉDITO DO EXEQÜENTE E COMPROVANDO O DEPÓSITO DE. BAIRRO CRISTAL.700. COM ÁREA TOTAL DE 73. MARCOS COIMBRA.400. EM DATA DE 01/1/2008. EXEQÜENTE: ANTONIO DA SILVA. INCLUSIVE AS CUSTAS JUDICIAIS E A VERBA HONORÁRIA ESTIPULADA. AÇÃO: EXECUÇÃO FISCAL.74 M2. JUIZ DE DIREITO: DR. SEREM-LHES PENHORADOS TANTOS BENS QUANTOS BASTEM PARA GARANTIR A EXECUÇÃO. PENA DE ESTA PROSSEGUIR A REVELIA DA PARTE DEVEDORA. MATRÍCULA Nº 13. AUTOR: ATAÍDE MEDEIROS. EM PRAÇA ÚNICA. PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. DO IMÓVEL PENHORADO. • Provimento nº 32/09-CGJ. ANTONIO KRAUSS.000. SERVIDOR: CARLOS PRADO. SOB AS PENAS DO § 3º DO ARTIGO 666 DO CPC. AVALIADO EM CR$ 500. DE IMÓVEIS DA 3ª ZONA DA CAPITAL.000. MATRÍCULA Nº 4. COM A ÁREA DE 500M2. EM LUGAR NÃO SABIDO. FICA AINDA. JUIZ DE DIREITO: DR. INTIMAÇÃO: OS DEVEDORES. PARA CONTESTAR. SOB PENA. CASO NÃO ENCONTRADOS PELO SR. SERVIDOR: HÉLIO CRUZ. 46 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . OBJETO: A CITAÇÃO DO EXECUTADO ACIMA REFERIDO. PRAZO: 10 DIAS. SITUADO À RUA CEL. IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. E DEMAIS COMINAÇÕES LEGAIS. NO DIA 16-11-92. PORTO ALEGRE. PODERÁ OFERECER EMBARGOS À EXECUÇÃO. BAIRRO SANTA FÉ. Edital de Citação em Processo de Execução de título extrajudicial com prazo (fixado pelo Juiz) de 30 dias. Edital de Intimação de Penhora. COM ATUALIZAÇÃO POR OCASIÃO DA PRAÇA. PODERÁ O EXECUTADO REQUERER SEJA ADMITIDO A PAGAR O SALDO RESTANTE EM ATÉ SEIS PARCELAS MENSAIS. com prazo (fixado pelo Juiz). 232. 1. NESTA CIDADE. B. ÀS 14 H. ÔNUS: NADA CONSTA. OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL. QUE DEVERÁ SER DEVIDAMENTE ATUALIZADO. OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXADOS EM 20% DO VALOR EXEQÜENDO. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOSÉ DA SILVA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. 03 DE SETEMBRO DE 2. PRAZO DO EDITAL: 30 DIAS. EDITAL DE PRAÇA ÚNICA. CIC Nº 000000000 E RG Nº 00000000(SE HOUVER). Nº 5360/90. 1. de 20 dias.00. RÉUS: ACIMA NOMINADOS OBJETO: VENDA. EM NÃO O FAZENDO. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. SITUADO À RUA JOAQUIM NABUCO. 30% DO VALOR EXEQÜENDO. SERÃO REDUZIDOS PELA METADE. PROCESSO Nº 00000000 . JUIZ DE DIREITO: DR. ESCRIVÃO. CONTADOS A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. ACRESCIDAS DE CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS LEGAIS DE 1% AO MÊS. PARA EMBARGAR A EXECUÇÃO. DO REG. DA MESMA RUA CITADA. BL. 1. PRAZO DO EDITAL: PRAZO DE TRINTA DIAS.4.00. Edital de Praça Única e Intimação em Execução Fiscal. NO ÁTRIO DO FÓRUM LOCAL.5. E INTIMAÇÃO DE: JOÃO DA SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 1ª VARA DA COMARCA DE CACHOEIRINHA/RS. OBJETO: INTIMAÇÃO DA PENHORA SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO BEM COMO DA CONDIÇÃO DE FIEL DEPOSITÁRIO E DE QUE NÃO PODERÁ DESFAZER-SE DO MESMO SEM ORDENS EXPRESSAS DO JUÍZO. FICANDO INFORMADO DE QUE HAVENDO O PAGAMENTO INTEGRAL NO TRÍDUO. PARA QUE NO PRAZO LEGAL DE TRÊS DIAS. DO CPC). DE FRENTE PARA O PRÉDIO Nº 59. IMÓVEL: UM APTO. AS. EXECUTADO: PAULO DE PAULO.EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. QUERENDO. SERVIDOR: JOÃO CUNHA. AUTOR: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. EFETUE O PAGAMENTO DO DÉBITO NO VALOR DE R$ 50. Nº 01189610411. HÉLIO CARVALHO. DO OFÍCIO DOS REGISTROS PÚBLICOS LOCAL.

ONDE MEDE 10M COM LOTE Nº 05. JUIZ DE DIREITO: DR. AUTOR: JOÃO DA SILVA. com prazo. PENA DE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA. AO LESTE. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. Provimento nº 32/09-CGJ. DE TADEU ARRUDA E. E INTERESSADOS AUSENTES. NOTA 1: SE HOUVER RÉUS CERTOS (CONFRONTANTES OU PESSOA EM CUJO NOME ESTÁ TRANSCRITO O IMÓVEL). DE 150M2. ONDE MEDE 15M COM O LOTE Nº 03. ANITA GARIBALDI. de 20 dias. EM LUGAR NÃO SABIDO. E QUE. SITUADO NO BAIRRO RUBEM BERTA. REDIGIR DA SEGUINTE FORMA O ITEM “RÉUS”: TEODORO CASTRO E S/M OMILDA DE CASTRO. Nº 19400223. IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. COM AS SEGUINTES MEDIDAS E CONFRONTAÇÕES: AO NORTE. EDITAIS CÍVEIS 1. EM LUGAR NÃO SABIDO.000. AO SUL. ONDE FAZ FRENTE E MEDE 10M. EDITAL DE CITAÇÃO DE: INTERESSADOS AUSENTES. MATRÍCULA Nº 18.Trabalhando pela sua conquista. NESTA CIDADE. VARA/COMARCA: 2ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. DO CPC). ESCRIVÃO. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias. PRAZO: 15 DI- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 45 . INCERTOS E DESCONHECIDOS VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. DO CPC). RÉUS: ACIMA NOMINADOS. IV. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. OSCAR PEREIRA Nº 180.000.00. OFICIAL AJUDANTE. RÉU: ACIMA NOMINADO. AFONSO PENA E JÚLIO DE CASTILHOS. 232.2. AUTOR: JOÃO SILVA. PORTANTO. AÇÃO: REVISÃO DE ALUGUEL. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. AÇÃO: ADJUDICAÇÃO.3. PARA CONTESTAR. fixado pelo Juiz. ONDE MEDE 15M COM LOTE Nº 08. SERVIDOR: LUIZ ALMEIDA. AUTOR: JOÃO DA SILVA E S/M NOEMIA DA SILVA. EM 30 DIAS. COM A RUA GETÚLIO VARGAS. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO. PRAZO: QUINZE DIAS. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO. PARA CONTESTAR. JUIZ DE DIREITO: ALEXANDRE VIEIRA. IV. SITUADO NA AV. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. QUERENDO. Nº 4312/90. OBJETO: ELEVAÇÃO DO LOCATIVO MENSAL. AÇÃO: USUCAPIÃO.100 DO REGISTRO DE IMÓVEIS DA 2ª ZONA DA CAPITAL. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias. DE ANTONIO MARQUES. OBJETO: DECLARAÇÃO DE DOMÍNIO SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO. INCERTOS E DESCONHECIDOS DOS TERMOS DA PRESENTE AÇÃO. EDITAL DE CITAÇÃO DE: EDIVALDO DA CUNHA e s/m EVA DA CUNHA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE PORTO ALEGRE – RS. SOB PENA DE SEREM ACEITOS COMO VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS NA INICIAL (ARTIGO 285 IN FINE DO CPC). A OESTE. 1. MODELO ÚNICO DE EDITAL 1.1. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANTONIO SOUZA. 232. INCERTOS E DESCONHECIDOS. ARTUR PEREIRA. QUARTEIRÃO FORMADO PELAS RUAS GETÚLIO VARGAS. Nº 011911124328. (réus ausentes incertos e desconhecidos). SERVIDOR: EVA ALVES. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. Edital de Citação em Ação de Adjudicação. Edital de Citação em Ação Revisional de Aluguel. DE JOÃO DE BARROS. PRAZO: 15 (QUINZE) DIAS. PARA CR$ 2. OBJETO: ASSINAR A ESCRITURA DE UM TERRENO MEDINDO 11M DE FRENTE POR 99M DE FRENTE AO FUNDO. PROF. 1. Edital de Citação em Ação de Usucapião. FINALIDADE: CITAÇÃO DOS TERCEIROS INTERESSADOS AUSENTES. DEVEM SER INCLUÍDOS NO MESMO EDITAL.

II – ao credor do terceiro para que não pratique ato de disposição do crédito. submeterá o edital ao juiz para apreciação e posterior remessa ao Departamento de Artes Gráficas para publicação.O lugar onde estiverem os móveis. Art. 634 – Os editais. • Provimento nº 32/09-CGJ. nessa hipótese. 692). se constarem do processo.Quando o valor dos bens penhorados não exceder 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo vigente na data da avaliação. 396 do CPP). cuja eficácia. se o bem não alcançar lanço superior à importância da avaliação. bem como advertência do art. sem prejuízo de supressão ou acréscimo necessários à adaptação ao caso concreto. destacando-se o benefício da gratuidade do mesmo. a sua alienação pelo maior lanço (art. 365 e art. e. Art. ou o local. a fim de se efetivar nos bens que forem adjudicados ou vierem a caber ao devedor. V. § 2º – Para que o edital de praça ou leilão tenha eficácia intimatória do devedor – na hipótese de não ser este localizado para intimação pessoal –. § 1º – Quando a penhora recair em bens reservados da mulher. 631 – Fica instituído o “modelo único” de edital para a publicação dos atos judiciais do Poder Judiciário Estadual. o prazo para resposta e eventual cominação (ações cominatórias). I. 793-B desta Consolidação. V .Em caso de Assistência Judiciária o edital será publicado somente uma vez no Diário da Justiça. será dispensada a publicação de editais. Enquanto não ocorrer a hipótese prevista no item seguinte. § 4º . § 3º . Art. se bem móvel. indicando. imóvel. • Provimento nº 14/08-CGJ. seu objeto. bem assim o prazo do edital (art. Art. o nome do réu. 617 – Quando o direito estiver sendo pleiteado em juízo. sempre que possível. 631 a 637 SEÇÃO VIII .O valor do bem. que. 632 – Na área cível. Parágrafo único – a imposição de penhora ou qualquer outro ônus sobre os créditos constantes de requisição de pagamento-precatório deverá ser comunicada ao Serviço de Processamento de Precatórios do TJRS. é mister que seja consignado esta circunstância no corpo do edital.A comunicação de que. 232/05). 616 – A penhora de crédito representado por letra de câmbio. 285. 705 do CPC). segunda parte. § 1º – Não será reconhecida a nulidade do edital de praça e leilão elaborado e feito publicar pelo leiloeiro (art. os autos do processo em que foram penhorados. podendo sua elaboração dar-se a cargo do leiloeiro. Art. com a observância dos requisitos previstos no art.DOS EDITAIS • Resolução nº 57/92-CGJ. duplicata. • Provimento nº 04/02-CGJ.Não requerida a adjudicação e não realizada a alienação particular do bem penhorado. 686 do CPC. § 1º – O edital deverá conter sua denominação. na forma do art. 232. 633 – No crime. se não for conhecido. VI . será expedido o edital de hasta pública. esteja ou não em poder do devedor. Art. identificação da Vara e Comarca. do CPC). 686 do CPC o que segue: I . autor. o edital de citação deverá indicar o nome do juiz que a determinar. envolvendo o cível e o crime. se bem 44 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 635 – Todo edital será elaborado no cartório respectivo em meio eletrônico e encaminhado ao Departamento de Artes Gráficas na forma estabelecida no art. Art. a finalidade da citação. § 2º – Em caso de citação.Menção da existência de ônus.Trabalhando pela sua conquista. com remissão à matrícula e aos registros. § 3º . Provimento nº 32/09CGJ. conforme modelos a seguir: Dos editais: arts. considerar-se-á feita a penhora pela intimação: I – ao terceiro devedor. • Provimento nº 14/09-CGJ (acrescenta parágrafo único). daquela será intimado o marido. Nesse caso. do CPC. II . do mesmo Código. que poderá envolver vários bens. abrangerá os atos de citação. cheque ou outros títulos far-se-á pela apreensão do documento. nota promissória. Provimento nº 30/92 e Ofício-Circular nº 79/92. III . 232. nesse caso. os seus sinais característicos. ou. seguirse-á. IV. o tipo de ação. sendo direito e ação. incluindo os benefícios da assistência judiciária gratuita. com as adaptações (inclusive nos itens) que cada caso exigir para atender aos requisitos legais. réu. restringe-se a dar conhecimento a terceiros da praça e leilão. o preço da arrematação não será inferior ao da avaliação (parágrafo incluído pelas disposições da Lei nº 11. intimação e hasta pública. deverá constar ainda a sua motivação (art. 636 – Os editais não modelados especificamente seguirão o modelo único. § 2º – Quando a penhora recair em crédito do devedor. para que não pague ao seu credor. o juízo e o prazo para responder a acusação. adotarão o modelo único.O dia e a hora de realização da praça. em dia e hora que forem desde logo designados entre os dez e os vinte dias seguintes. dia e hora de realização do leilão. averbar-se-á no rosto dos autos a penhora que recair nele e na ação que lhe corresponder. • Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 3º). tratando-se de imóvel. veículos e semoventes. a situação e divisas. o Oficial de Justiça o penhorará. nos termos do art. recurso ou causa pendente sobre os bens a serem arrematados. Art. bem como sua residência e profissão. o Juiz de Direito e demais dados fundamentais que permitam noticiar aos interessados a finalidade da publicação. com suas características e.A descrição do bem penhorado.

em duplicata. Art. • Provimento nº 14/08-CGJ. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 43 . Parágrafo único – Compete ao credor. II – os nomes do credor e do devedor. mês. custas e honorários advocatícios e procederá. do que será intimado o executado. § 2º – Não se levará a efeito a penhora. preferencialmente por meio eletrônico. móveis e gavetas. indicar-lhes as transcrições aquisitivas. ano e lugar em que foi feita. entregando uma via ao Escrivão do processo para ser juntada aos autos e a outra à autoridade policial. o Juiz requisitará força policial.Trabalhando pela sua conquista. 606 – Se o executado não pagar no prazo de 03 (três) dias. • Provimento nº 14/08-CGJ (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. cumpre ao Oficial de Justiça: I – quanto aos bens imóveis. 02 (dois) Oficiais de Justiça cumprirão o mandado. situá-los e mencionar as divisas e confrontações. § 4º . o título que a representa e a data do vencimento. a respectiva averbação no ofício imobiliário. o Oficial de Justiça penhorar-lhe-á tantos bens quantos bastem para o pagamento do principal. § 1º – Efetuar-se-á a penhora onde quer que se encontrem os bens. 611 – Do auto de resistência constará o rol de testemunhas com a sua qualificação. 608 – Deferido o pedido mencionado no item antecedente.232/05). Provimento nº 14/08CGJ). III – quanto aos semoventes. Art. juros. até o valor indicado na execução (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. Art. sem prejuízo da imediata intimação do executado. o auto de resistência. será realizada por termo nos autos. 607 – Se o devedor fechar as portas da casa. onde presumirem que se achem os bens e lavrando de tudo auto circunstanciado que será assinado por 02 (duas) testemunhas. Art. a fim de auxiliar os Oficiais de Justiça na penhora dos bens e na prisão de quem resistir à ordem. podendo no mesmo ato determinar sua indisponibilidade. contados da data em que foi intimado do arresto. preferencialmente. § 2º . a ordem do art. descrevendo a origem da dívida. 610 – Os Oficiais de Justiça lavrarão. 609 – Sempre que necessário. § 2º – Feita a penhora. ainda que em repartição pública. pessoalmente ou na pessoa de seu advogado. mediante a apresentação de certidão de inteiro teor do ato. 614 – REVOGADO. solicitando-lhe ordem de arrombamento. independentemente de onde se localizem. identificar o devedor e qualificá-lo. do. e por este ato constituído depositário (parágrafos atualizados e criados pelas disposições da Lei nº 11. caso em que a precederá requisição do Juiz ao respectivo chefe.232/05). terá o devedor o prazo a que se refere o art. IV – quanto aos créditos. o executado (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. o Juiz. Art. Art. 615 – Recaindo a penhora em bens imóveis. 232/05). observar. • Provimento nº 14/08-CGJ. Art. Na descrição dos bens penhorados. convertendo-se o arresto em penhora em caso de não-pagamento.232/05). requerer a citação por edital do devedor. desde logo. à avaliação. providenciar. para presunção absoluta de conhecimento por terceiros. a requerimento do exeqüente. será também intimado o cônjuge do devedor. lavrar-seá para cada qual um auto. Art. se as diligências forem concluídas no mesmo dia. independentemente de mandado judicial. ao efetuar a penhora.Nos casos em que apresentada certidão da respectiva matrícula. § 1º – Na execução de crédito pignoratício ou hipotecário. § 3º – No caso do parágrafo anterior e quando não encontrar quaisquer bens penhoráveis. Parágrafo único – Considerar-se-á feita a penhora mediante a apreensão e o depósito dos bens lavrando-se um só auto. certificará o ocorrido. Art. na mesma oportunidade. recairá sobre a coisa dada em garantia. requisitará à autoridade supervisora do sistema bancário. De tais atos intimará. 655 do CPC I – dinheiro: (parágrafo renumerado e atualizado pelas disposições da Lei nº 11. com os seus característicos. independentemente de nomeação. o Oficial descreverá na certidão os que guarnecem a residência ou o estabelecimento do devedor. quando evidente que o produto da execução dos bens encontrados será totalmente absorvido pelo pagamento das custas da execução. estimativa do valor aos bens penhorados. Art. § 1º – Incumbe ao Oficial de Justiça. a penhora. § 5º . informações sobre a existência de ativos em nome do executado. de imediato. o Oficial de Justiça intimará o devedor para embargar a execução no prazo de 10 (dez) dias. a quem entregarão o preso. a penhora de imóveis. particularizar-lhes o estado e o lugar em que se encontram. 612 – Havendo mais de uma penhora. presentes à diligência. o Oficial de Justiça comunicará o fato ao Juiz.232/05). Findo o prazo do edital. indicando o número de cabeças e o imóvel em que se acham. especificá-los. • Provimento nº 14/08-CGJ.A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. III – a descrição dos bens penhorados. lavrando o respectivo auto e oferecendo. • Ofício-Circular nº 66/92-CGJ. • Provimento nº 14/08-CGJ. 613 – O auto de penhora conterá: I – a indicação do dia. a fim de obstar a penhora dos bens. IV – a nomeação do depositário dos bens. 601. dentro de 10 (dez) dias.Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou aplicação financeira. cabendo ao exeqüente. arrombando portas. II – quanto aos móveis.

art. V – tratar-se de carta de ordem ou de carta precatória. • Provimento nº 14/08-CGJ. Art. art. IV – a testemunha não comparecer ao ato para o qual foi intimada. nas ações de alimentos. SEÇÃO III . SEÇÃO IV . que o subscreve por ordem do Juiz. 592 – Quando. dando-lhes ciência de que. onde o encontrar. diretamente pelo Escrivão ou chefe de secretaria. II – o destinatário não tiver endereço certo ou seu domicílio não seja atendido por serviço postal.478/68. da Lei nº 5. no prazo de 03 (três) dias. § 2º – Nas Comarcas contíguas. a indicação dos bens a serem penhorados. O Oficial de Justiça certificará no mandado a hora da citação. V – a citação for anulada. 596 – Não dispondo a lei de outro modo. Art. e nas que se situem na mesma região metropolitana. tantas cópias desta quantos forem os réus. telegrama ou radiograma. o Oficial de Justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas. em sua falta. que intimou a pessoa. Art. 594 – Feita a citação com hora certa. a fim de efetuar a citação na hora que designar. no dia imediato. nos seguintes casos: I – nas ações de estado. Art. dando por feita a citação. 605 – Nos 10 (dez) dias seguintes à efetivação do arresto. III – quando for ré pessoa de direito público. havendo suspeita de ocultação. 593 – No dia e hora designados. • CPC. caso em que as cópias.DA PENHORA • CPC. parágrafo único. Corregedoria-Geral da Justiça . de fácil comunicação. 591 – Incumbe ao Oficial de Justiça procurar o réu e. 239. Art. Art. com a petição inicial. Sendo o réu pessoa jurídica. datando e assinando a certidão.DAS INTIMAÇÕES CÍVEIS Art. 223. ou. Parágrafo único – O mandado poderá ser em breve relatório. através de mandado. a qualquer vizinho. deverá. o Oficial de Justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho. 601 – O executado será citado para. conforme o caso. Art. intimar a qualquer pessoa da família ou. 227 e 228. farão parte integrante do mandado. 603 – REVOGADO. Art. Parágrafo único – A carta será registrada para entrega ao destinatário. ainda que o réu se tenha ocultado em outra Comarca. o Oficial de Justiça procurará o devedor 03 (três) vezes em dias distintos. SEÇÃO V .Consolidação Normativa Judicial 140 I – lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé. ou certificando que o réu não a apôs no mandado. quando for o caso. nos autos. 652 e ss. 598 e seguintes. 5º.Trabalhando pela sua conquista. desde que seu destinatário tenha endereço certo e sua residência seja atendida por serviço de entrega domiciliar da EBCT. depois de conferidas com o original. no mandado ou na petição. II – portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé. § 1º – Se o citando não estiver presente. 600 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça quando: I – o Juiz determinar de ofício ou a requerimento da parte interessada. o Oficial certificará cumpridamente as diligências realizadas para encontrá-lo. as intimações serão feitas às partes. 595 – Os endereços das partes a serem citadas ou intimadas deverão constar da forma mais completa possível. • CPC. § 3º – A comunicação de atos processuais entre Comarcas integradas não autoriza a condução coercitiva de testemunha que eventualmente desatenda ao chamamento judicial. • Provimento nº 14/08-CGJ. o Oficial de Justiça procurará informar-se sobre as razões da ausência. Art. do CPC). Art. isentas de taxas. efetuar o pagamento da dívida (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. arts. III – obtendo a nota de ciente. se presente em Cartório. declarando-lhe o nome. Art. 604 – O Oficial de Justiça. 229. § 1º – A intimação será feita pelo correio na forma dos arts. 597 – O Escrivão ou o Oficial de Justiça portará por fé. a fim de realizar a diligência. comparecerá ao domicílio ou residência do citando. dando-lhe de tudo ciência. 598 – Os atos de comunicação processual serão feitos pelo correio. IV – nos processos de execução. III – a correspondência for devolvida por impossibilidade de entrega ao destinatário. bem como. o Escrivão enviará ao réu carta.232/05). • Ofício-Circular nº 118/97-CGJ. 602 – REVOGADO. • CPC. voltará. Parágrafo único – As citações. 226. não sendo o caso de devolução apenas do prazo para resposta. será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração (art. na forma do art. por três vezes o Oficial de Justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência sem o encontrar. aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio. art. • Ofícios-Circulares nºs 71/92-CGJ e 115/97-CGJ. exigindo-lhe o carteiro. • CPC. § 2º – Da certidão da ocorrência. Se não localizar o devedor. não encontrando o devedor. arts. não o encontran- 42 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. ao fazer a entrega. • Provimento nº 14/08-CGJ. arrestar-lhe-á tantos bens quantos bastem para garantir a execução. Art. citá-lo: • CPC. o Oficial de Justiça. 227 e 228. independentemente de novo despacho. § 2º. quando o autor entregar em Cartório. que assine o recibo. II – quando for ré pessoa incapaz.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL Art. 599 – A citação será feita por Oficial de Justiça. arts. continuarão a ser feitas via postal.

porém. • CPC.952/94). feitor ou gerente. bem como a advertência a que se refere o art. II – o fim da citação. 585 – O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou. se o imposto de transmissão tiver sido realizado com base em avaliação prévia. 215. fora do horário estabelecido na lei processual civil. apresentando o traslado da escritura pública de partilha acompanhado da certidão da homologação judicial. • Provimento nº 21/96-CGJ. § 2º. ficam dispensados os respectivos formais.DAS CITAÇÕES CÍVEIS Art. 582 – Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. nos 03 (três) primeiros dias de bodas. se o litígio versar sobre direitos disponíveis. Art.Trabalhando pela sua conquista. administrador. 218. porém. Art. Art. enquanto grave o seu estado. • Ofício-Circular nº 51/95-CGJ. hora e lugar de comparecimento. 216. se por este requerida. acompanhado da descrição do bem constante dos autos. 579 – É vedada a carga dos autos ao avaliador – seja o judicial. Estadual e Municipal. Art. 576 – Se ocorrer erro em nota de expediente. descrevendo minuciosamente a ocorrência . poderá requerer o seu registro imobiliário. no dia do falecimento e nos 07 (sete) dias seguintes. Parágrafo único – O militar em serviço ativo será citado na unidade em que estiver servindo. 587 – A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. ou nos dias úteis. aplica-se o procedimento previsto nos parágrafos anteriores. do CPC. será antecedido do pagamento do tributo correspondente e deverá conter os requisitos do art. tal circunstância aos órgãos da Fazenda Pública Federal. a citação. na localidade onde estiver situado o imóvel. nomeado ad hoc ou com designação de função gratificada – e ao leiloeiro. ou na linha colateral em 2º grau. 583 – A citação e a penhora poderão. IV – o dia. § 2º – As certidões negativas da Fazenda Pública Federal. V – a cópia do despacho. em casos excepcionais e mediante autorização expressa do Juiz. II – ao cônjuge ou a qualquer parente do morto. de partilha. que seguirá o disposto nos arts. consangüíneo ou afim. da Constituição Federal (art. se houver. Art. III – aos noivos. Art. Art. VI – o prazo para defesa. § 2º – Nomeado curador. proceder-se-á imediatamente à nova publicação. Estadual e Municipal deverão também constar da escritura pública. 217. restringindo-as. 993 do CPC. por ofício.Consolidação Normativa Judicial 139 Art. independente do despacho. § 1º – O Oficial de Justiça passará certidão. art. SEÇÃO II . 581 – Para o avaliador será expedido e carregado mandado de avaliação. I – os nomes do autor e do réu. respectivamente. • Ofício-Circular nº 62/92-CGJ. realizar-se em domingos e feriados. nos casos de avaliação ou de leilão ou praça. IV – aos doentes. mediante expressa determinação judicial nos autos. observado o disposto no art. 588 – Não se fará. 589 – Também não se fará citação. redação da Lei nº 8. VII – a assinatura do Escrivão e a declaração de Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 41 . para falar em 05 (cinco) dias. Art. • CPC. • Provimento nº 09/07-CGJ. Art. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado. 225. quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. § 3º – O pedido de homologação judicial da escritura pública de partilha. salvo para evitar o perecimento do direito: • CPC. 578 – Nos casos de decretação de falência. • CPC. 285. insolvência civil e liquidação extrajudicial. 5º.031 e seguintes do CPC. • Provimento nº 45/95-CGJ. art. intimar-se-á parte interessada ou o Ministério Público. Art. 574 – Havendo testamento. § 5º – Homologada a escritura pública de partilha. 575 – Resultando negativa a diligência do Oficial de Justiça. segunda parte. Art. 590 – O mandado que o Oficial de Justiça tiver de cumprir deverá conter: • CPC. art. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. Art. do CPC. 584 – Estando o réu ausente. e efetuado o registro. XI. Art. 1. § 4º – Os autos não serão remetidos à Fazenda Pública. procurador com poderes para receber a citação será citado na pessoa do administrador do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. III – a cominação. 586 – A citação pelo correio obedecerá ao disposto nesta Consolidação. 580 – A carga dos autos ao avaliador ou leiloeiro somente será admitida em casos excepcionais. 172. a citação será feita na sua pessoa. aos casos em que já decretada a falência ou deferido o processamento da concordata. Art. Corregedoria-Geral da Justiça . se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. expedindo-se apenas certidão da decisão judicial. bem como os respectivos domicílios ou residências. art. em linha reta. concordata. 577 – Fica autorizado o fornecimento de informações aos jornais quanto aos processos de falência ou concordata. será acompanhado apenas de certidão de óbito do inventariado. quando a ação se originar de atos por eles praticados. o Juiz adotará a providência de comunicar. consignando tratar-se de republicação. I – a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso. art. § 6º – Cada herdeiro. Art.

LXII – Cumprida esta diligência.103 a 1. letras A. na hipótese de estar vencido o prazo fixado pelo juiz. deverão ser excluídas pelo próprio Cartório.Intimação de advogado ou interessado para restituir. • Provimento nº 41/08-CGJ.102C. • Provimento nº 15/09-CGJ (acrescenta inciso o LXV). 572 – O procedimento traçado no artigo anterior também se aplica quando da rejeição dos embargos (art. o Cartório fará remessa dos autos à Distribuição para a inversão e/ou inclusão de partes. LXV. Art. em sendo o caso. serão juntados aos autos. Provimento nº 22/08-CGJ (acrescenta os incisos LXI.Trabalhando pela sua conquista. observando as orientações do Ofício-Circular 31/2001. conforme prevê a Lei nº 8. Art. § 3º.Certificar nos autos a ocorrência de feriado local e qualquer suspensão do expediente. independente de prévio despacho. LXIII e LXIV).008 – Provimento nº 34/2007-CGJ (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. 1. a fase de cumprimento de sentença (PROCESSOS – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA). devolvendo-os independentemente de despacho do Magistrado. LXIV – Se antes da fase de cumprimento da sentença houver pedido de liquidação de sentença. • Provimento nº 18/05-CGJ. a ação monitória será convertida em fase de cumprimento de sentença mediante reclassificação operada pelo escrivão. 573 – Nos procedimentos especiais de jurisdição voluntária (arts. As custas processuais e a taxa judiciária somente serão exigidas para os pedidos protocolados ou ajuizados a contar de 01 de janeiro de 2. § 1º – O arrolamento. Neste caso. sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no art.A transação mencionada compreenderá a saída do processo da classe "Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa" e a inclusão na classe "Processos de Fase de Cumprimento de Sentença". Art. no sistema Themis-1G. caput parte final e § 3º do CPC. na impossibilidade física a tanto. sem. do CPC). quando possível.210 do CPC). colhendo o serventuário a sua assinatura no termo de intimação. LXII.765/07). processo não devolvido no prazo assinado pelo juiz ou fixado na lei. a enumeração dos atos que possam ser realizados independentemente de despacho. • Provimento nº 42/07-CGJ (altera o caput e incisos do art. certificar nos autos que o procurador foi intimado. quando findo o processo. via ordem de serviço.765/07). nos moldes do art. 1. 830 e seguintes da CNJ-CGJ. a Assessoria do Gabinete lance tal observação nos autos. (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. LIX . contudo. encaminhá-la ao juiz. através de escritura pública 40 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . LVIII . reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante. 570 – As pensões concedidas em relação aos militares devem tomar por base a estrutura remuneratória dos mesmos.102c. sem nova distribuição. em 24 (vinte e quatro) horas. adequando-o ao novo valor atribuído pelo exeqüente (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei 11. Art.O Juiz poderá restringir ou ampliar.765/2007. nº 07. haverá incidência de custas nos termos da Tabela I. • Provimento nº 20/97-CGJ. do Regimento de Custas. darse-lhe-á vista independente de despacho. tão logo recebidos em Cartório. Sendo hipótese de cumprimento de sentença. abrirse-á vista ao Ministério Público logo após a autuação do processo. §2º . via ordem de serviço. LX . observada a orientação do parágrafo único do art. seja na atividade ou inatividade. 1. mediante substituição por cópia simples e certidão nos autos. 571 – Determinado judicialmente o prosseguimento do feito monitório como cumprimento de sentença. 567) LXI – Recebida petição requerendo qualquer providência que implique cumprimento de sentença com o trânsito em julgado ou não sujeita a recurso suspensivo. LXIII – As partes que não integrarem os pólos ativo e/ou passivo na fase de cumprimento da sentença. numerar as folhas no canto direito inferior. fazendo constar no documento que o alimentante deve ser solto se por outro motivo não estiver preso. LVII . deverá o Cartório proceder à juntada da petição aos autos ou. de 30-09-91. §1º . alteração do número originário e nome das partes. na hipótese de o Cartório deixar de observar a prática de ato ordinatório.Intimar o procurador constituído quando este tiver vista do processo em cartório. sendo caso de intervenção.237. A mesma observação deverá ser lançada quando o processo for concluso antes do cumprimento de despacho já posto nos autos.Nas cartas precatórias. o Cartório remeterá os autos à Contadoria para o cálculo das custas processuais e taxa judiciária na forma da Lei Estadual nº 12. LVI . 569 – As petições e expedientes avulsos. Havendo recusa.O Juiz poderá determinar. tal pedido processar-se-á em autos apartados e mediante o cadastramento do incidente. Art. fazendo conclusão desnecessária dos autos. e o Ofício-Circular nº 13/94-CGJ. Parágrafo único .Findo o prazo da prisão civil expedir alvará de soltura (assinado pelo juiz) e encaminhar a autoridade policial responsável. 568 – Em quaisquer processos onde a manifestação do Ministério Público for imposição legal. quando o fato puder influir na contagem de prazo processual. devolver os autos em 24 horas.232/05). B e C. informando. Provimento nº 23/06CGJ. comunicando-lhe tal fato. que. bem como para alteração do valor da causa. 826 da CNJ-CGJ.Desentranhamento de documentos requerido pela própria parte que os juntou. Art.

vista à parte contrária para se manifestar. em 5 (cinco) dias. intimar o exeqüente para se manifestar quanto ao interesse na adjudicação dos bens penhorados ou em promover a alienação por iniciativa particular. no prazo de 5 (cinco) dias. XXVIII . em 5 (cinco) dias. o senhorio. para se manifestarem em 05 (cinco) dias. nada sendo requerido. a fim de que a penhora recaia. intimação da parte interessada para que se manifeste sobre o depósito e acerca da satisfação do crédito. § 1º. XXXVIII . ofícios e outros documentos protocolados por engano na vara.Intimar o credor. nos termos dos artigos 685 “a” e 685 “c”. LI .Remessa de petições protocoladas na vara cujos autos se encontrem no tribunal de justiça. mandado cujo prazo de entrega tenha decorrido.Efetuado depósito nos autos referente a precatório.Intimação do perito para apresentar o laudo e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 39 . inclusive quanto ao interesse na adjudicação do bem ou em promover a alienação por iniciativa privada.Expedir e-mail setorial solicitando informação sobre a devolução de carta precatória devidamente cumprida. decorridos 30 (trinta) dias da expedição.Reiterar e-mails não respondidos. com ciência ao juízo deprecante por e-mail setorial. com a observação de que ele foi constituído depositário do juízo. sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no § 3º do art. expedir nota intimando a parte que requereu o desarquivamento de que os mesmos estão à disposição pelo prazo de 5 (cinco) dias. ambos do CPC. intimar o executado. XLI . remetendo-os à análise do juízo. através de ofício endereçado ao secretário da câmara ou grupo.Intimação do Oficial de Justiça ou do avaliador para devolver. oficiar ao DETRAN para averbação da constrição. XXX . intimação para dar prosseguimento ao feito. XXVII . LII .Apresentada a matrícula de imóvel. na pessoa de seu advogado. XLIII .Quando o credor indicar bens a serem penhorados.Remessa. sempre que solicitadas informações acerca do andamento da carta precatória. bem como o terceiro garantidor. após verificação no sistema Themis de eventual excesso de prazo para o seu cumprimento. intimando-se.Responder ao juízo deprecante. intimá-la para juntar matrícula atualizada do registro de imóveis. XXXII .Importando o pedido de desarquivamento dos autos em prosseguimento do feito. L . XXVI . se for o caso. XLIV . após efetuado o pagamento das custas pertinentes pelo interessado. quando houver depósito para pagamento do débito e quando não houver oposição de embargos pelo devedor. in fine. XLVII .Quando qualquer das partes indicar à penhora imóvel. 698. 655.Lavrar termo de penhora e depósito quando o bem oferecido pelo devedor for aceito pelo exeqüente.Intimar as partes da avaliação dos bens penhorados. XXXVII .Trabalhando pela sua conquista. XXXI . XXXIX . dos honorários e das custas.Arquivamento de processos. o procurador do devedor por nota de expediente para que providencie o comparecimento do executado em cartório para firmar o termo em 05 (cinco) dias. do CPC. XXIX . nos termos do art. caso não tenha procurador constituído nos autos. para. especificadamente. XLV . os terceiros com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos. manifestar-se sobre o prosseguimento da execução. do CPC.Lavrada a penhora sobre imóvel expedir certidão e intimar o credor para comprovar o registro da mesma. salvo nos casos em que seja necessário despacho com conteúdo decisório.Quando os bens penhorados forem levados à hasta pública. nos termos do art. LIII . ao juízo respectivo. LIV . ou pessoalmente se não tiver procurador nos autos. no prazo de 5 (cinco) dias. Com a chegada dos autos em cartório. lavrar termo de penhora nos autos e intimar o executado. preferencialmente. além da publicação de edital. verbas de sucumbência ou condenação judicial. 337 da CNJ-CGJ. mencionando o número do processo no primeiro grau e número do recurso no segundo grau.Remessa para o destino de carta precatória cujo cumprimento deva dar-se em comarca diversa. promover a reativação da movimentação processual. débito. intimar também o cônjuge do executado. precatórias. devolvê-los ao arquivo. ou sendo estes recebidos sem efeito suspensivo. XXXIII . XXXVI . XLIX . desde que elas estejam representadas nos autos por advogado.Requisitar o desarquivamento de processos do arquivo judicial centralizado. no prazo de 5 (cinco) dias. quando a hasta pública for negativa. sobre os mesmos. intimá-la para juntar certidão atualizada do DETRAN.Reiterar ofícios não respondidos. quando houver. XXXIV .Quando a parte exeqüente indicar à penhora veículo. a referida indicação deverá acompanhar o mandado extraído ao oficial de justiça. de petições. XLVI . LV . no prazo de 5 (cinco) dias. o terceiro com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos.Decididos os embargos à execução e/ou impugnações.Decorrido o prazo de suspensão sem manifestação da parte interessada.Se o bem penhorado for de terceiro garantidor intimar também este da penhora. XL .Oferecida impugnação à avaliação.Quando for deferida a penhora sobre bem imóvel. XLVIII . por e-mail setorial. XLII .Abrir vista ao exeqüente quando o executado nomear bens à penhora.Quando for deferida penhora sobre veículo. XXXV . decorridos 10 (dez) dias da expedição.Intimar do requerimento de adjudicação. na pessoa do seu advogado ou pessoalmente.

intimação das partes para se manifestarem quanto a respostas a ofícios relativos a diligências determinadas pelo juízo. quando a divergência entre o nome da parte contido na petição inicial e o contido no termo de autuação decorrer de equívoco do servidor responsável pela distribuição. na hipótese de a carta postal de citação ou intimação ter retornado com a observação "recusado".Trabalhando pela sua conquista. XXI . XIV . XIII . em 5 (cinco) dias. XXII .Intimação do signatário de petição não assinada para firmá-la. para os prazos legais.Intimação da parte autora para fornecer cópias da inicial em número suficiente para a citação do(s) réu(s). "ausente".Remessa do processo à distribuição para retificação dos dados das partes e etiquetas de autuação. por mandado ou carta. 573. V . II – Juntada de procuração ou de substabelecimento e atualização dos dados e endereços dos procuradores e das partes no sistema informatizado.Intimação da parte para recolher custas judiciais. promovendo-se desde logo a expedição do mandado nas hipóteses em que não seja viável o uso do correio ou quando o ar retornar negativo. 568.Reiteração de citação. VII . XI . fazer conclusão para sentença.Intimação da parte para apresentar cálculo.Intimação da parte autora para esclarecer divergência entre a qualificação constante da petição inicial e os documentos que a instruem.Retornada precatória não cumprida. regularmente inscrito na OAB. 689. "inexiste número" e "outras".Intimação de testemunhas pelo correio. para cálculo das custas pendentes.Nas ações de mandado de segurança. 576.Reiteração de intimação. ou "não atendido". Os atos processuais a seguir relacionados. b) tratando-se de ação sob o amparo de segredo de justiça. XV . e envio dos autos ao órgão recursal competente.Intimação das partes para se manifestarem sobre o laudo do perito. XVIII . IX . VIII . 567 – Independem de determinação judicial as providências meramente impulsionadoras do feito e as intimações às partes e interessados dos atos de que devam tomar conhecimento. X . 523. remeter os autos à contadoria. quando indicado novo endereço. ou para se manifestar acerca do cálculo apresentado pela parte contrária. após decorridos 30 (trinta) dias da efetivação da medida. quando indicado novo endereço. III .Retornando os autos da instância superior. observando o contido nos arts. na hipótese de mudança de endereço da testemunha. intimação das partes para se manifestarem. 693. "endereço insuficiente". quando poderá ter vista em Cartório. que poderá se dar por ofício de apresentação ou mera exibição de carteira funcional. intimação para apresentação de contra-razões. 559 da CNJ. vista ao ministério público.Expedição de mandado ou carta precatória. bem como aqueles relacionados nos arts.intimação da parte contrária para manifestarse em 5 (cinco) dias. XVI . com o parecer deste. no prazo de 5 (cinco) dias. IV . os autos dos processos judiciais ou administrativos. por mandado ou carta. observada a orientação do art. Art.Intimação da parte autora para manifestar-se sobre certidão negativa do oficial de justiça. sempre que forem juntados novos documentos. 565 – O estagiário.Certificar. VI . "endereço inexistente". tem os mesmos direitos reconhecidos aos bacharéis inscritos como advogados. salvo quando se tratar de prazo comum. • Ofício-Circular nº 48/95-CGJ. 568 da CNJ-CGJ). quando possível. abrir vista à parte que requereu sua expedição. 524 e 525 da CNJ-CGJ. Assim. XXIV . nos termos do artigo 398 do CPC. é necessária a procuração.Remessa dos autos à Contadoria.Intimar as partes através de carta postal remetida ao endereço informado por elas nos autos. 528. 694. 575. inclusive as remanescentes. XXV . XXIII . "desconhecido".Intimação da parte autora para manifestação em 5 (cinco) dias quando a carta postal de citação retornar com a observação "mudou-se". por disposição constitucional. 566 – A representação do Estado. 688. devendo ser realizados de ofício pelo Escrivão ou pelos demais servidores autorizados: I . sempre que apresentado tempestivamente o rol e não haja a parte assumido o compromisso de trazê-las independentemente de intimação. intimar as partes que não sejam beneficiárias da gratuidade judiciária para pagamento das custas.Abrir vista ao ministério público nas hipóteses de intervenção ministerial (art. 690. 554 da CNJ). lhes é facultado: a) ter vista ou retirar. 569. 529. no prazo de 5 (cinco) dias. Após. discriminando na nota de expediente o valor do 38 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . fazendo os autos conclusos ao juiz no caso negativo (art. descabendo ao juízo outras exigências afora a simples identificação do procurador. 670. no prazo de 5 (cinco) dias.Quando o cálculo for elaborado pela contadoria. XVII . XII . exceto quanto aos atos privativos a estes. Art. compete à Procuradoria-Geral do Estado. para manifestação em 5 (cinco) dias. abrir vista ao ministério público e. 772 e 780 da CNJ-CGJ independem de despacho judicial. em 5 (cinco) dias.Recebida a apelação. Art. 770. • Ofício-Circular nº 11/94-CGJ. em 5 (cinco) dias. se foi ou não proposta a ação principal. XX . XIX . Parágrafo único – A divisão de atribuições é matéria de organização administrativa da Procuradoria. sob pena de inscrição em dívida ativa. 764. quando for o caso. exceto quando o local não for atendido pelo correio. nas ações cautelares. após a juntada das informações da autoridade impetrada. nas hipóteses previstas em lei e no momento oportuno. 692. quando for o caso.

ANEXO I – Provimento 12/2008 .Trabalhando pela sua conquista.CGJ. ANEXO II – Provimento 12/2008 – CGJ PLANILHA DE CONTROLE DE AUTOS ENTREGUES PARA EXTRAÇÃO DE CÓPIAS: DATA: _____/____/_____ . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 37 .

III . a entrega de autos para extração de cópia a partes. que se responsabilize sob fé de seu grau. art. mediante retenção do documento de identidade do solicitante. • Provimento nº 07/79. II . 564-A e §§). 564-B e parágrafo único). conclusão. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. 564-B – Os autos retirados para extração de cópias. 564-A . § 1º . 563 – Vedado o uso de termos (recebimento.no sistema THEMIS1G. § 2º . Caso a parte não possua advogado. Parágrafo único – Não ocorrendo a devolução. poderá o volume exceder ou não alcançar o número de folhas referido neste artigo. Somente poderão examinar livremente os processos. advogados e estagiários regularmente inscritos na OAB será anotada em planilha própria. 816 da CNJ-CGJ). XIII. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. processos criminais. informação protegida por sigilo fiscal ou bancário. a parte deverá ser acompanhada por servidor ou estagiário do cartório. sendo responsabilidade do requerente a seleção das peças a serem copiadas. necessariamente. podendo copiar peças e tomar apontamentos. 562 – Quaisquer documentos e/ou papéis entregues em Cartório receberão data da entrega ou registro no Protocolo Geral. Art. IV . mediante recolhimento prévio das despesas correspondentes. mesmo sem procuração. Parágrafo único – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao juízo. mesmo quando houver fluência de prazo comum às partes. devidamente constituídos no processo.) no verso de documentos juntados nos autos.A autorização referida no inciso III deverá seguir o modelo do Anexo I deste Provimento e será acompanhada de cópia da carteira da OAB do advogado que autoriza e informação atualizada do processo. mesmo sem procuração. separação de peça juntada. no livre trânsito em áreas reservadas a magistrados e servidores. 564 – Eventuais exames pretendidos por terceiros nos livros e documentos pertencentes ao Cartório somente ocorrerão com autorização do Juiz da Vara ou da Direção do Foro. juntada. 36 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 7º da Lei 8906 de 1994) e não contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art. 564-C – Até implementação da funcionalidade – carga para xérox . deverão ser restituídos a cartório no prazo máximo de duas horas. sendo que. ou equivalente. Art. Poderão retirar os autos de cartório para extração de cópia: I . Art. e OfícioCircular nº 93/94-CGJ.Os autos de inquéritos policiais. 7º. desde que não haja ressalva de RESERVA. 816 da CNJ-CGJ).As próprias partes litigantes. quando os respectivos feitos não estejam em regime de segredo de justiça. Art. sob pena de falta ou perda de controle e organização do responsável pela serventia judicial. retendo-se o documento de identidade.Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil. A autorização será devolvida ao requerente no momento da devolução dos autos ao cartório. o Escrivão comunicará o fato ao Juiz de Direito que determinará a imediata busca e apreensão dos mesmos. conforme o modelo do Anexo II deste Provimento.Os autos de processos CÍVEIS e JECCÍVEL poderão ser retirados do Cartório para extração de cópias.Terceira pessoa com autorização expressa do procurador habilitado. desde que o feito não tramite em segredo de justiça (inciso XIII do Art. nas condições em que foram recebidos. Parágrafo único – A entrega de autos para extração de cópia a terceira pessoa autorizada pelo procurador habilitado observará o disposto no § 1º do art. etc. 564-A.906/94. livros e documentos que lhes tenham sido regularmente entregues.Trabalhando pela sua conquista. independente de petição fundamentada ao Juiz. ou título executivo extrajudicial. termos circunstanciados. 564-C e parágrafo único). • Lei Federal nº 8. § 2º – O livre acesso de advogados nas serventias judiciais não implica. processos da área infracional da Infância e Juventude e VEC somente poderão ser retirados para extração de cópia por advogado e estagiário inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil e regularmente constituídos. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. desde que o feito não tramite em segredo de justiça ou contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art. § 1º – Ao advogado é assegurado o direito de examinar autos de processo findos ou em andamento. Art.Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem do Advogados do Brasil. nas situações em que existam nos autos documentos de difícil restauração. • Ofício-Circular nº 08/95-CGJ. bem como a devolução. o cartório providenciará as cópias solicitadas no prazo máximo de 48 horas. Art.

comunicando a ocorrência e solicitando informes a respeito das ações e execuções em andamento contra o insolvente. Corregedoria-Geral da Justiça . cuidar-se-á para a exibição de certidão atualizada no registro imobiliário. verificará se foram juntadas cópias da petição inicial e do respectivo título executivo.Consolidação Normativa Judicial 130 Art. será novamente remetida ao juízo deprecado para os atos executórios. em razão de recurso. Art.-lhe cumprimento. 551 – Na execução contra devedor insolvente. Art. Art. Art. Art. e assim sucessivamente. se for o caso. dando. • Provimento nº 18/06-CGJ . inc. equivalerão a 01 (uma) URE.Trabalhando pela sua conquista. 546 – Na impossibilidade de se proceder a registro de penhora.015/73. renovada a cada ano. será juntada aos autos com oportuna conclusão. Art. Parágrafo único – Para a expedição de carta de arrematação. Provimento nº 14/08CGJ (revoga o art. os números do Registro Geral de Identidade e da Inscrição no Cadastro de Contribuintes da Receita Federal dos interessados. 545 e 546. Art. 555 – Após o cumprimento de cada despacho. referido nos arts. com o valor da dívida atualizado e o traslado da parte dispositiva da sentença. Parágrafo único – Excepcionalmente. será exigido do arrematante apenas a comprovação do pagamento do imposto de transmissão. referindo número e a página do livro ou processo dos quais foram extraídas. Art. assim como nos formais de partilha. anotandose na ficha controle ou informando o computador. será iniciado o segundo. 550). 167. • Ofício-Circular nº 38/97-CGJ. adjudicação e remissão. Parágrafo único – O juízo deprecado reativará a carta precatória. e inscrição no respectivo registro. Art. Art. 548 – Os emolumentos do ato de averbação. nisso providenciando de ofício. devolvendo-a ao juízo de origem com baixa nos registros. Art. deverão os mesmos permanecer arquivados no juízo onde foi prolatada a decisão recorrida. Recebida a resposta. Art. se possível. antes da designação da data para a arrematação. se o Juiz não dispuser de outro modo. Em se tratando de embargos de terceiro ou embargos à execução. a não-propositura da ação principal. o Escrivão fará sua minuciosa revisão. desentranhando a petição de embargos. zelando pela sua boa ordem e para que todas as peças estejam devidamente numeradas e rubricadas. 547 – Igual procedimento poderá ser adotado em caso de arresto e seqüestro. Art. • Provimento nº 18/96-CGJ. Art. 544 – REVOGADO. permanecerão em local definido com a anotação de “aguardando cumprimento de despacho”. Parágrafo único – Desnecessário o arquivamento de cópia de ofício expedido pelo sistema informatizado THEMIS1G. 559 – Antes da remessa dos autos ao Tribunal de Justiça. • Ofício-Circular nº 24/96-CGJ. promoverá sua juntada aos autos da execução. decorridos os 30 (trinta) dias contados da efetivação da liminar. este procederá a juntada da petição aos autos da carta. Art. Parágrafo único – Também deverá ser providenciada a juntada de relatório das movimentações registradas no Sistema THEMIS1G (Intranet local _ consultas _ acompanhamento processual _ “comarca” + número do processo _ pesquisar _ todas as movimentações _ versão para impressão). 552 – Ajuizados embargos à execução no juízo deprecado. devidamente corrigido. 558 – As certidões expedidas pelo Cartório conterão a fé pública do Escrivão ou do substituto que a detém sobre o que constar nos livros. 553 – Julgados improcedentes os embargos ou parcialmente procedentes. II. a carta precatória. Parágrafo único – A averbação não prejudicará posterior registro do documento judicial. 561 – Quando o primeiro volume dos autos atingir 200 (duzentas) folhas. Nas cartas de arrematação. ao receber os autos com a decisão declaratória. 545 – Quando não efetuado o registro da penhora do imóvel. 556 – Os processos com despachos pendentes de cumprimento pelo Cartório. Parágrafo único – O juízo de origem. 554 – A escrivania deverá certificar. • Ofício-Circular nº 52/95-CGJ. • Provimento nº 28/01-CGJ . visando evitar Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 35 . • Provimento nº 23/06-CGJ. • Provimento nº 08/06-CGJ . autuação e processamento na forma da lei. com uma cópia arquivada na pasta-arquivo de correspondência expedida e outra juntada aos autos. autos e papéis a seu cargo. 549 – Nas arrematações de conveniência não se libera o valor apurado antes da entrega dos bens ao arrematante. por falta de requisitos no título apresentado exigidos pela legislação em vigor. § 1º – Quanto aos veículos. nas medidas cautelares. para fins de registro. § 2º – A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. Art. 560 – Quando da remessa dos autos do Agravo de Instrumento interposto perante o 2º grau. com certidão ou termo respectivo. 550 – REVOGADO. o Escrivão providenciará a imediata expedição do ofício ao Distribuidor. recebendo a carta precatória. o processo será colocado em escaninho próprio que indicará a posição processual respectiva. Art. nos termos do art. quando decorrente de ato processual. promovendo a conclusão. item 5. da Lei nº 6. deverão constar. deverá o registrador noticiar a existência da penhora através de averbação. 557 – Todos os ofícios expedidos obedecerão à numeração cronológica. antes do leilão será o fato comunicado à repartição de trânsito competente.

a hora. como providência acautelatória. fazendo-o concluso. §4º. A seguir. expedir-se-ão os mandados e ofícios necessários. no ato de entrega. em lugar visível e sem prejudicar a leitura do seu conteúdo. 543 e §§). a não-devolução de autos dentro do prazo e a sua cobrança automática. na presença do interessado. na presença do interessado. cadas. Vencido esse prazo. no primeiro momento intimar-se-á o Ministério Público. Art. Parágrafo 1º – Por ocasião da devolução dos autos. 536 – Diariamente serão baixados no livro próprio os mandados devolvidos e juntados aos autos respectivos. designar audiência. observando-se a ordem cronológica de recebimento em juízo. incumbe ao Cartório providenciar imediatamente na baixa no sistema informatizado ou no livro carga. • Provimento nº 02/80-CGJ. Parágrafo 3º . todos os interessados tiverem se pronunciado. Art.Trabalhando pela sua conquista. mensalmente. ou nas cópias de petições entregues juntamente com os autos dos processos que. nos atos e termos. deve ser evitado o apensamento de autos julgados. expressamente ressalvadas. § 1º – A reconvenção. no processo em andamento. 537 – Admitidas reconvenção. obrigatoriamente. o respectivo termo quando constatadas irregularidades. a pauta deverá ser afixada do lado de fora da sala de audiências. 543 – Devem os Escrivães comunicar ao Juiz. certidão detalhada a respeito. procedendo a novo registro no Livro-Tombo e indicando o novo número na capa do processo principal. Art. salvo se aqueles forem inutilizados e estas. • Ofício-Circular nº 97/96-CGJ. o processo aguardará. Em seu lugar. Art. fazendo constar. apresentada juntamente com a contestação. determinando a citação. § 1º – Em se tratando de mandado cuja natureza implica fluência de prazo. 532 – Proferido o despacho inicial. salvo se. sua hora. assistência ou litisconsórcio. antes do exaurimento. 229. 533 – Em sendo concedido o benefício da gratuidade à parte não representada pela Defensoria Pública. no escaninho próprio.O cartório ou o Protocolo Judiciário fornecerá aos interessados comprovantes da devolução dos autos. fica dispensada a certificação do cumprimento respectivo. mencionando-se a pendência ou não de recurso bem como o valor das custas pagas e o nome de quem as preparou. § 2º – Diariamente serão vistoriados os feitos referidos no parágrafo anterior para controle dos prazos. intervenção de terceiros. bem como examiná-los atentamente. Art. observada a regra do art. Art. o mês e o ano de sua entrega. Art. registrado no livro próprio. será expedida correspondência simples diretamente à parte. • Provimento nº 07/97-CGJ. espaços em branco nem entrelinhas. evitando-se renumeração. redigindo. o dia. além de determinar a citação. emendas ou rasuras. a realização de audiência.Os recibos poderão ser dados em livros próprios. Art. Parágrafo único – Os autos aguardarão o cumprimento e devolução do mandado em escaninho próprio. com a cópia da sentença e do acórdão. Parágrafo único – Não se admitem. efetuando o réu imediatamente o preparo. salvo os casos de suspensão ou de maior tempo concedido ou determinado pelo Juiz. § 2º – O Cartório providenciará em anotar na Distribuição a reconvenção. I. Parágrafo único – Nas peças desentranhadas. 534 – Se o despacho. será entregue ao Oficial de Justiça ou à Central de Mandados. será normalmente inserida no processo principal. 541 – Nenhum processo ficará paralisado em Cartório por mais de 30 dias. Art. informando a data das solenidades. § 3º – No curso de prazo comum às partes. quando não recebidas imediatamente pelas partes. 540 – Sempre que juntada aos autos cópia integral do documento emitido pelo Cartório. 34 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . cabe ao Cartório examiná-los atentamente. anotando-se na ficha de controle ou informando-se ao computador. As audiências em segredo de justiça serão indicadas apenas pelo número do processo. § 1º – Os processos que se encontram com audiência designada serão revisados até 05 (cinco) dias antes da solenidade encaminhados à exame pelo Juiz/Pretor com antecedência de 24 horas. deverão ser exibidas juntamente com os originais. 535 – Cumpridas as diligências ordenadas no despacho. o respectivo termo quando constatadas irregularidades. 539 – Visando à desavolumação de autos. apresentados pelos interessados. será colocada uma folha anotando o desentranhamento. o Cartório certificará. Art. Parágrafo 2º . Provimento nº 23/07CGJ (art. ficará. redigindo. § 2º – Com antecedência mínima de 24 horas. o Escrivão assim certificará. • Provimento nº 18/06-CGJ. espécie de processo e nome das partes. expedir-se-á mandado que. Art. em atendimento a decisão judicial. serão guardadas em pasta própria. Art. os autos somente serão conclusos após decorrido tal prazo. • Provimento nº 03/94-CGJ. comunicando-lhe a concessão do benefício.fazendo referência à decisão que o determinou. o processo será colocado em escaninho para fins de “decurso do prazo” ou “decorrendo prazo”. certificando-se o decurso e fazendo-se os autos conclusos. 538 – As peças desentranhadas. 542 – Sempre que possível. o Cartório diligenciará na anotação pela distribuição. em sendo caso de sua intervenção. o número e a natureza do processo de onde foram retiradas. desnecessária a escrituração do termo de juntada das petições em geral desde que informada a juntada no sistema informatizado. vedando-se grampeá-las nas capas dos processos. Parágrafo único – Na devolução.

já com as folhas dos autos numeradas e rubricadas.não localizado o devedor e houver necessidade de carga para o procurador do credor. o Escrivão. ou se é caso de isenção legal. § 3º – Não havendo comprovação do preparo. 444 – Na distribuição de precatórias criminais originárias do outros estados e do Poder Judiciário Federal ou Militar o Distribuidor certificará os antecedentes do(s) réu(s). sempre que possível. não havendo tal comprovação em 48 horas. inclusive com condenação baixada. • COJE. Em seguida. ajuizadas com base na Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 33 . Provimento nº 18/08-CGJ. ou esteja sendo processado ou indiciado em outro inquérito. § 1º – A autuação será padronizada. Art. 528 – Imediatamente ao ingresso da petição inicial. 6. se não amparada a parte autora com o benefício da assistência judiciária. referentes a indiciado que anteriormente haja sido condenado.Nas execuções fiscais. Art. reunião de processo. art. Provimento nº 42/08-CGJ. • Provimento nº 19/05-CGJ. houver mais de um Juiz igualmente competente. 166 do CPC). assistência. será levada à conclusão. observando se houve recolhimento de custas e taxa judiciária. Tratando-se de medidas urgentes. ou . • Provimento nº 19/05-CGJ. art. o levará ao Distribuidor para que proceda à respectiva averbação. benefício da assistência judiciária. III – alterações objetivas. número do registro. com imediata conclusão. nome das partes e data. com oposição de embargos.As capas de cartas precatórias serão removidas antes da juntada das respectivas peças aos autos e. etc.830/80. • Provimento nº 07/09-CGJ. Desatendida a providência. observado o seguinte: a . SEÇÃO V . lei nº.. VI – parte menor ou incapaz. • CPP. será registrada e autuada independente de despacho judicial. 1. ficando preventa a jurisdição da Vara a que tocarem. natureza do feito. mencionar: I – juízo. procedendo-se do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando (art.DA DISTRIBUIÇÃO CRIMINAL Art. • Ofício-Circular nº 34/84-CGJ e Provimento nº 45/94-CGJ. 440 – Os autos de prisão em flagrante ou de indagações preliminares com vista a pedido de prisão preventiva. numerando-se os mesmos. Art. .. o fato será informado nos autos. conversão de ação ou de procedimento. 443 – Sempre que for denunciada pessoa não indiciada no inquérito policial ou houver aditamento da denúncia para o mesmo efeito. IV – data da prescrição no inquérito judicial falimentar. serão apostas etiquetas de identificação do processo no pedido inicial. intervenção de terceiro. Art. Art.Consolidação Normativa Judicial 128 b . II – alterações subjetivas. tais como substituição de partes. Art. ou na própria certidão da dívida ativa. § 2 – as petições iniciais e quaisquer documentos protocolizados no decorrer do processo deverão ser previamente perfurados. Art. a qual somente será necessária quando: . com conclusão. na mesma circunscrição judiciária. litisconsórcio. desistência ou extinção do processo quanto a alguma das partes. Quando dispensada a capa.estabelecido o contraditório. 164. 529 – A petição inicial. V – penhora no rosto dos autos. Corregedoria-Geral da Justiça . c . deve ser procedida a autuação sem a utilização de capa. proibição de retirada dos autos. art. antes de submeter o processo ao Juiz. com a oportuna compensação. 75. caberá por dependência à Vara onde houver tramitado o primeiro feito. § 1º. etc. Provimento nº 40/07CGJ. 442 – A precedência da distribuição fixará a competência quando. 527 a 617 CAPÍTULO VII .DOS PROCEDIMENTOS EM GERAL Art.Trabalhando pela sua conquista. 530 – Na autuação. o Escrivão fará breve conferência dos documentos que a acompanham e nela referidos. com o devido preparo. recomendam-se os procedimentos enunciados nos artigos a seguir.a partir da fase de venda judicial dos bens penhorados. 439 – A distribuição de inquéritos policiais. Art. • COJE. 527 – Como rotina para fluxo do serviço cartorário. § 2º. • Circular nº 25/62-CGJ.As capas de processos de execução fiscal findos em razão do pagamento da dívida ativa e com trânsito em julgado serão reutilizadas. • Provimento nº 19/05-CGJ. Art. obedecendo ao padrão universal de dois furos e observando a necessidade de centralização dos mesmos (exigida a partir de 1º de outubro de 2005). 531 – Todas as folhas serão numeradas e rubri- Dos Cartórios Cíveis: arts. serão distribuídos como se inquéritos policiais fossem.DOS CARTÓRIOS CÍVEIS SEÇÃO I . serão os autos conclusos. termos circunstanciados e queixas-crimes. 441 – Somente mediante determinação judicial se procederá ao arquivamento de inquérito policial ou ação penal. com a utilização da capa PJ – 691. apensamento ou desapensamento de autos. reconvenção. idêntica informação será lançada no feito. reaproveitadas na atuação de outros feitos. procedimento.652. intimar a parte autora a fornecê-los no prazo de 05 (cinco) dias. anotando-se o respectivo número do registro da distribuição em local visível junto ao pedido inicial ou na certidão de dívida ativa. Parágrafo único – Faltando algum documento que deva acompanhar a inicial ou cópias desta. tais como interposição de embargos. do Ministério Público ou de Curador Especial.

410 – Na Comarca de Porto Alegre. • CPC. provocado ou de ofício. 57. a averbação será processada direta e unicamente pelo Cartório da Vara onde tramitou o processo. arquivadas há mais de 60 (sessenta) dias. • Provimento nº 15/79-CGJ. Art. • Ofício-Circular nº 124/97-CGJ. • Ordem de Serviço nº 10/86-DF Capital.Consolidação Normativa Judicial 113 Art. c) demais ações. o Juiz de Direito Diretor do Foro. I. • Resolução nº 10/83-CM. independentemente de compensação e preparo. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. notificação e intimação e para inquirição das pessoas às quais a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem ouvidas serão distribuídas ao Juiz Diretor do Foro e respectivo Cartório. 414 – A distribuição dos processos novos nas Comarcas servidas pelo sistema JUSMICRO. No sistema informatizado. Art. direcionado. 438 – Presente a necessidade de se distinguir. • Provimento nº 42/94-CGJ. quando no curso do inventário se abrir a sucessão do cônjuge sobrevivente ou de herdeiros. • Provimento nº 03/73-CGJ. à mesma Vara. as cartas rogatórias. não for preparado no Cartório em que deu entrada. 408 – Formulado pedido de assistência judiciária na inicial. quando a concordata se transformar em falência. no casos dos processos mais complexos. serão distribuídos privativamente a ele os procedimentos de jurisdição voluntária relativos a registros públicos. Art. desde que atendam aos seguintes requisitos: a) processos de execução por título extrajudicial arquivados há mais de três anos. § 1º . Art. de abertura e registro de testamentos e processamento das precatórias de citação e intimação cíveis e criminais. notificações e interpelações. • COJE. salvo quanto a valor pendente quando da baixa. • Provimento nº 13/79-CGJ. protestos. precatórias ou de ordem para citação. serão designados por ordem numérica.DA DISTRIBUIÇÃO CÍVEL Art. SEÇÃO IV . poderá determinar a continuidade da distribuição manual. mandará proceder à respectiva anotação pelo Distribuidor. 413 – Onde o serviço de distribuição não é informatizado. 4º. então. será feita “zerandose” os pesos de todas as classes e séries. ainda que não ocorra julgamento de mérito. para efeito de distribuição. 430 – Será cancelada a distribuição do feito que. arquivadas há mais de um ano. ressalvado o caso de competência absoluta de outro juízo e operando-se a devida compensação. Art. ou quando. Art. 253. b) ações de despejo e de consignação em pagamento. Art. ter-se-á em conta apenas a classe a que pertencer o feito.Satisfeitos os requisitos deste artigo. 437 – Serão considerados como findos. 412 – Em cada Comarca onde se impuser a distribuição. 409 – Os pedidos de assistência judiciária formulados antes de proposta a ação independem de distribuição. por ocasião de consulta ao banco de dados informatizado. lançados e visados os termos de abertura e encerramento. com a respectiva baixa na distribuição. podendo a petição ser entregue diretamente ao Cartório onde tramita o processo. 32 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . os processos cíveis arquivados administrativamente. serão distribuídas. em qualquer fase do processo. 435 – Os incidentes que. • Provimento nº 01/87-DF Capital. 411 – Nas Comarcas dotadas de 06 (seis) ou mais Varas. Art. não serão distribuídos. o cadastramento do Banco deverá ser como BANRISUL. art. processadas entre as mesmas partes e que tenham caráter de urgência. • Provimento nº 15/04-CGJ. 434 – A oposição será sempre distribuída por dependência. o processo será distribuído ao juízo onde tramitou. Art. 431 – Havendo reconvenção ou intervenção de terceiros. de ofício. devam ser autuados em apenso. Art. art. independentemente de despacho. o livro do registro de distribuição será encadernado quando contiver 200 (duzentas) folhas. aos criminais. art. cabendo ao Juiz Diretor do Foro deles conhecer e decidir. competindo ao Juiz do feito decidir. na forma da lei processual. • CPC. de justificações. a partir da data da informatização. para a Vara a qual caberia o feito. § 2º – Havendo requerimento de reativação. não identificadas foneticamente. Art. art. art. em trinta dias. letras b e c. procedendo-se as devidas compensações. Na distribuição para os avaliadores. Art. as ações em que são partes o ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL e o BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. art. 257.Trabalhando pela sua conquista.131/86. art. 84. surgir litisconsórcio de qualquer natureza não previsto ao tempo da distribuição. a averbação na Distribuição se processará nos termos do artigo 432. onde criado “Cartório da Direção do Foro”. § 1º – Os livros manuais serão encerrados com visto do Juiz de Direito Diretor do Foro. haverá dois livros para a finalidade: um destinado aos feitos cíveis e outro. 166. parágrafo único. • COJE. § 2º – Excepcionalmente. • COJE. • Lei Estadual nº 8. • Provimento nº 01/62-CGJ. • COJE. 436 – As ações cíveis e de família com pedido de liminar. 168. será a ação distribuída independente de despacho concessivo do benefício. o Juiz. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça e os Avaliadores. Provimento nº 15/04-CGJ. o processo no sistema informatizado. 432 – Serão averbados na Distribuição todos os casos de extinção do processo. Art. 433 – O Escrivão levará o processo ao Distribuidor para averbação. • Provimentos nºs 03/62-CGJ e 01/73-CGJ.

arts. arts. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança. quando a frustração da solenidade for motivada por impedimento pessoal do Juiz/Pretor. 405 – Em casos de urgência. arts. Parágrafo único – Nas Comarcas onde há um só Juiz e um só Escrivão. Agentes do Ministério Público. tribuição para a igualdade do serviço forense entre os Juízes e entre os servidores. os papéis serão entregues ao Escrivão contemplado com o feito. no segundo caso. por motivo de força maior. quando for o caso. § 2º – Se a infração for agravada por desobediência. art. 184. compensando-a. I – cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. Art. § 3º. 39 do COJE. 162. mediante recibo. § 2º – A distribuição por dependência deverá ser registrada na etiqueta fornecida pelo computador ou registrada na capa do processo. • COJE. II – além do registro dos feitos no livro respectivo. bem como nas Comarcas do interior de maior movimento forense. 181 e 182. Parágrafo único – Enquanto não uniformizados os critérios entre Comarcas informatizadas e não. Oficiais de Justiça e. presidindo o ato de abertura. entre avaliadores. havendo mais de um Oficial de Justiça. 110. para fins de distribuição. • COJE. testemunhas ou advogados.DA DISTRIBUIÇÃO EM GERAL Art. corrigirá o erro ou a falta de distribuição. 396 – No Foro Centralizado e nos Foros Regionais da Comarca de Porto Alegre. 400 – A distribuição será obrigatória. ressalvadas as hipóteses do art. arts. 394 – Considera-se realizada a audiência que contar com a presença física do Juiz/Pretor. não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. arts. 163 e 164. § 1º – Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: • COJE. no exercício dessa atribuição. § 1º – Registrar-se-á como não-realizada. de ofício ou a requerimento do interessado. Art. Art. 398 – A classificação dos feitos cíveis e criminais. 397 – Todos os processos estão sujeitos à dis- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 31 . independentemente de expedição de guias. Art. • Provimento nº 41/88 e Ofício-Circular nº 73/92CGJ. arts. 165. a distribuição poderá ser feita a qualquer hora. III – os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça. inclusive requisitar força armada. art. submeterá o pedido à apreciação judicial. operando-se oportunamente a compensação. 162. 181 e 182. 162. arts. Parágrafo único – A distribuição poderá ser fiscalizada pela parte ou seu procurador. 401 – O despacho ordinatório da distribuição poderá ser proferido por qualquer Juiz competente para conhecer da causa. com relação à natureza. 395 a 414. Art. 255 e 256. bem como para o registro cronológico e sistemático de todos os feitos ingressados no Foro. serão observadas as seguintes normas: • COJE. § 1º – O Distribuidor. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator. será utilizado na distribuição o serviço de computação. • COJE. • CPC. art.Consolidação Normativa Judicial 109 Art.Trabalhando pela sua conquista. servidores de ofícios da mesma natureza. 430 a 444 CAPÍTULO VI . Art. 181 e 182. os processos serão divididos em classes. • COJE. • COJE. Art. no caso de dúvida. • COJE. arts. e em séries. Art. manter-se-á o sistema atual de distribuição. 163 e 164. 407 – A distribuição só será objeto de baixa ou alteração por determinação judicial. Art. a) advertência e chamamento nominal à ordem. b) expulsão do recinto. 406 – Registrada a distribuição. a circunstância deverá ser certificada nos autos. 392 – Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e. • Ofício-Circular nº 82/97-CGJ. entre Juízes. nos termos da lei processual. • COJE. serão organizados índices alfabéticos. necessário à administração da Justiça. • COJE. 163 e 164.DAS ROTINAS E PROCEDIMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO E CONTADORIA SEÇÃO I . art. obedecerá a normas e critérios constantes desta Consolidação. Corregedoria-Geral da Justiça . • COJE. art. 161 e Provimento nº 01/62-CGJ. Da distribuição: arts. desacato ou outro fato delituoso. 399 – Para efeito de distribuição. 255 e 256. 393 – O Juiz pode ordenar a efetiva prova de habilitação profissional de advogados e estagiários atuantes na audiência. a fim de ser processado. 163. conforme o valor. Art. Art. determinará a compensação dentro da classe atribuída ao feito. 395 – Na distribuição. a distribuição será efetuada somente em relação a este. ou por falha atribuível aos servidores no cumprimento dos atos indispensáveis ao devido chamamento das partes. § 2º – Nas duas primeiras hipóteses do parágrafo anterior. 404 – Não será objeto de compensação a redistribuição ocorrida dentro da mesma Vara. 402 – A distribuição por dependência. • Circular nº 49/74-CGJ. interessados. • COJE. Art. Art. 109. 403 – O Juiz. • CPC. Art. alternada e rigorosamente igual. far-se-á competente registro no termo. fichário e facultado o uso de fichário ou computador. art.

174. bem como para que as já inquiridas da mesma forma não procedam. § 1º . 390 – Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. mediante taquigrafia ou estenotipia. deverá ser dada ciência às partes.244. arts. pelo(s) depoente(s) e pelos procuradores das partes. ou quaisquer outras pessoas. 385-A . evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito 30 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Fica autorizado o registro fonográfico. para coleta de prova oral em audiência de instrução realizada em processo cível. Art. por meio de gravação em Disco Compacto (CD) não regravável. que obedecerão às regras de simplicidade que lhes são peculiares. devendo os Escrivães. para evitar contato das partes com as testemunhas que aguardam inquirição. 417. 385 – Os atos ocorridos nas audiências. os espectadores poderão permanecer sentados. 385-D – Cópia do registro original do depoimento colhido em audiência criminal nos termos da atual redação do art. partes. Art. • COJE. salvo quanto aos Juizados Especiais. parágrafo único. deverá ser certificado nos autos a data do decurso do prazo para impugnação da transcrição. 387 – As correições e inspeções não interrompem as audiências. 175 a 178. que será assinado pelo Juiz. para lançamento posterior nos livros competentes. Art. • Ofício-Circular nº 10/88-CGJ. de ordem ou solicitação de cooperação judiciária internacional. 2º e 37. § 1º – Durante audiência com participação de preso como parte ou testemunha. § 3º – Caso não seja possível esta providência.Trabalhando pela sua conquista. 385-A ao 385-D). sem necessidade de degravação. § 3º . Subsistindo a impossibilidade. • COJE.O registro do termo de audiência cível será feito diretamente no sistema informatizado THEMIS1G.Até 24 horas após o término da audiência. art. na pasta de trabalho do processo. o disco com o registro original dos depoimentos será juntado aos autos.Ao término da audiência. o patrono do réu e este. o mesmo fazendo o advogado do autor e este. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça manterão vigilância durante as audiências. consignando as presenças pela função e nominalmente. • Circular nº 10/83-CGJ. Art. art. arts. § 2º – O Juiz/Pretor deverá adotar providências no sentido de não designar audiências em períodos nos quais esteja em gozo de férias. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. licença ou por qualquer outro motivo venha estar afastado da jurisdição. em envelope contendo a identificação do processo. se necessário. COJE. § 2º . quanto à gravação. tomarão assento o Escrivão. poderão ser registrados em aparelhos de gravação. reflexo negativo à imagem do Poder. haverá lugares especiais destinados a servidores.Haverá degravação dos depoimentos por determinação do juízo recursal. 175 a 178. recomendandose a degravação nesses casos. manterá prévio ajuste com o Juiz Substituto de Tabela para adequação da pauta. • Provimento nº 05/98-CGJ. e fará constar no termo de audiência. será efetuada uma cópia de segurança dos depoimentos em “CD”. 391 – Durante as audiências ou sessões. 386 – A ata deve ser o registro fiel do ocorrido em audiência. o juiz noticiará às partes. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem a alguma leitura. ficando a testemunha à frente do Juiz. 388 – O início e o fim das audiências bem como o pregão das partes serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. quando registrado por meio audiovisual. • Provimento nº 37/08-CGJ (insere os arts. Art. • COJE. sendo facultada a realização de cópia aos interessados no processo desde que disponibilizem material para tanto. arts. § 4º . à esquerda. observando-se as orientações do Ofício-Circular n° 70/2008CGJ. Art. testemunhas e demais interessados sobre a dispensa de seu comparecimento ao ato. 389 – Nas salas de audiências. precedendo autorização da Corregedoria-Geral da Justiça. anexando-se aos autos o original. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. Parágrafo único – Nos processos em que as audiências forem registradas pelo método da estenotipia. Art. • Lei Estadual nº 7. para posterior transcrição. Art. 385-C . advogados e demais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório. • COJE.O registro fonográfico de audiências poderá ser empregado para o cumprimento de cartas precatórias. mantendo-se todos sempre descobertos e em silêncio. rogatórias. § 1º).Antes de iniciados os trabalhos. Art. § 2º – Os presos deverão ser requisitados para as audiências com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. Art. importando falta grave o registro falso. mantida em cartório. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado. o qual terá lugar destacado dos demais. 175 a 178. quando o juiz da causa o determinar de ofício ou a requerimento da parte (CPC art. salvo casos de urgência que não permitam a providência. os servidores. sem necessidade de transcrição. Art. será encaminhada às partes. Parágrafo único – Durante as audiências. as partes. que o método de coleta de provas será por registro fonográfico. inclusive as sentenças prolatadas. • Ofício-Circular nº 03/93-CGJ. a presença de escolta na sala e o uso de algemas dependerão de decisão do Juiz. 180. 405 do CPP. arts. 385 –B .

2º.A Direção do Foro da capital proverá a respeito do serviço cartorial voltado ao atendimento da matéria decorrente da implantação do sistema e sobre o acesso desse serviço ao banco de dados dos computadores.Caberá à Corregedoria-Geral da Justiça: A) organizar a escala com Juízes de Direito Substitutos de entrância final. arts. • COJE.art. III e V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto. art. além dos casos previstos em lei. • Provimento nº 25/09-CGJ (acrescenta os arts. cabendo a comprovação de sua realização material no primeiro dia útil seguinte.034/95”. 172 a 174. evitando injustificada espera e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 29 . 6º. deverão os requerimentos ser apresentados à distribuição pela autoridade policial ou pelo agente do Ministério Público em envelope lacrado. IV. § 9º – O Juiz plantonista será substituído em caso de impedimento. a critério do juiz. para o efeito do art. § 1º. art. 378 e §§). 5º. IV. sempre que o exigir o serviço. art. Art. 379 – Não serão admitidas. à autoridade requerente –. sem outra interrupção que não a resultante das férias forenses. 378 desta CNJ e dos pedidos e comunicações que sejam distribuídos no início do primeiro dia útil imediato ao encerramento do plantão. § 1º – O rigoroso cumprimento dos horários designados e o devido espaçamento entre as audiências revelam respeito às partes. § 5º A decisão do Juiz. • COJE. 377. • Resolução 698/2008-COMAG – art. Cópia da decisão. 4º (altera a redação do art. • Resolução 698/2008-COMAG. inc. supra. de inquérito já aberto ou processo em andamento. quando sua designação for exclusiva. salvo deliberação em contrário do Juiz competente. § 2º. alvarás.Consolidação Normativa Judicial 106 Art. ofícios. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. 381 – Nenhum adolescente ou criança de 18 (dezoito) anos poderá assistir audiências ou sessões sem permissão do Juiz que a presidir. caput.Relativamente às hipóteses previstas no inciso V deste artigo. 384 – Deverá o Juiz/Pretor evitar designação de audiências em horários coincidentes. § 8º . arts. • Resolução 698/2008-COMAG. arts. • Resolução 698/2008-COMAG. propondo a designação ao Presidente do Tribunal de Justiça. B) dispor sobre a distribuição dos turnos e processos das varas e comarcas em regime de exceção. Art. II. nem à sua reconsideração ou reexame. art. Parágrafo único – Somente poderão ingressar com armas nos prédios dos Foros servidores da Justiça a tanto autorizados pelo Juiz e policiais civis e militares e agentes penitenciários que se encontrem à sua disposição. 380 a 394 CAPÍTULO V – DAS AUDIÊNCIAS Art. Provimento nº 35/09CGJ. Art. mandados. • Resolução 698/2008-COMAG. mantida lacrada a documentação e entregue pessoalmente pelo distribuidor ao magistrado da vara.É obrigatória a permanência do Juiz plantonista no foro. ou à apreciação de pedido de prorrogação de autorização judicial para escuta telefônica. 378-B. • Resolução 698/2008-COMAG.art. Provimento nº 35/09-CGJ. 172 a 174. Art. deverá. em local chaveado. inc. Das audiências: arts. art. 378D – Ressalvada a hipótese prevista no § 2º do art. pessoas trajadas de modo inconveniente. Art. 383 – As audiências realizar-se-ão em todos os dias úteis. 7º. 2º. as matérias relacionadas nos incisos I. permanecendo a chave sob custódia permanente do Juiz. testemunhas e advogados. 171. § 7º . Art. 378A – O plantão judiciário não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior. “D”. 181. com o indicativo “sigiloso – Lei nº 9. ou como dispuser a decisão judicial proferida. evitando a tramitação cartorária. art. 5º. 378B – As medidas de comprovada urgência que tenham por objeto o depósito de importância em dinheiro ou valores só poderão ser ordenadas por escrito pela autoridade judiciária competente. § 10º . art. Art. 4º. A distribuição será procedida por sorteio aos Juízes de Direito das Varas Criminais e Foros Regionais. nem liberação de bens apreendidos. art. 172 a 174. 378A . interessados. após exame. • Provimento nº 41/88-CGJ. • COJE. juntamente com outras peças ou documentos que porventura tenham instruído o pedido – se não for o caso de sua devolução. § 6º . 378C e 378D). 378C – Durante o plantão judiciário não serão apreciados pedidos de levantamento de importância em dinheiro ou valores. ressalvada decisão judicial fundamentada por medidas previstas nos arts. o Serviço de Plantão manterá registro próprio de todas as ocorrências e diligências havidas com relação aos fatos apreciados. ser mantida junto ao gabinete do magistrado. III.Trabalhando pela sua conquista. 3º. art. • Resolução 698/2008-COMAG. • Resolução 698/2008-COMAG. • COJE. férias ou licença pelos que lhe seguirem na escala. será entregue diretamente ao portador do requerimento. 380 – As audiências e sessões serão públicas. § 4º . e 378. nos prédios dos Foros ou em locais onde se realizem sessões ou audiências. 3º. 382 – As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. determinações e providências adotadas. V. arquivando cópia das decisões. desta CNJ. 2º. • COJE. Corregedoria-Geral da Justiça . Art.Durante o expediente forense. devidamente circunstanciada. por motivo justificado.

não possam aguardar a retomada do expediente.matéria relacionada com: prisões em flagrante e preventiva. 2º da Lei nº 9. IX . V. liberados em livramento condicional. desde que se revistam de caráter de urgência ante prejuízo irreparável. V serão distribuídos às Varas Criminais. caput. quebra de sigilo telefônico. inc. • Resolução 747/2009-COMAG. liminares em mandado de segurança e providências em geral. tutelas antecipadas.§ 2º do art. Será enviada à Corregedoria-Geral da Justiça somente a informação de alteração do número do telefone de atendimento do plantão da Comarca.Consolidação Normativa Judicial 105 V – Os pedidos a que se referem os incisos IV e V do art. compete aos Juízes de Direito das Varas Criminais do Foro Central e dos Foros Regionais. conhecer das medidas de urgência de que trata o § 3º. no primeiro dia útil. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. 3º. 2º. fora do expediente forense. em caso de demora. VIII – Cada semana de atuação do servidor no plantão. • Resolução 698/2008-COMAG. inc. e) outros casos que. revista e reconhecimento pela autoridade policial. X – O servidor e o magistrado plantonista deverá acessar diariamente a caixa de correio setorial do Serviço de Plantão. aos juízos criminais. inclusive em regime de substituição. aplicação provisória de medidas de segurança. alternativamente. sem manifesto prejuízo à parte interessada. exarada certidão a respeito pelo servidor de plantão. art.Trabalhando pela sua conquista. § 1º . 4º.A partir da vigência da Resolução 698/2008 (21/08/2008).034/95. § 2º . liberados em livramento condicional. inc. não possa aguardar a retomada do expediente. quando o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação reclame medida urgente. VI – Os Juízes Diretores do Foro designarão. • Resolução 698/2008-COMAG. 1º. 1º. a ser usufruída a critério da Direção do Foro (Resolução 747/2009-COMAG). respeitando-se a impessoalidade dos atos. I. art. por escala. durante o horário de expediente. salvo quando da existência 28 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . pedido de prisão temporária e prorrogação de prisão temporária. d) medidas cautelares preparatórias.Consolidação Normativa Judicial 104 V – Não tendo sido localizado o Juiz plantonista. IV. I ) quanto os pedidos do inc. dirigir-se ao Plantão da Comarca mais próxima (Resolução 54/1992-COMAG). para atualização na página do Tribunal de Justiça. VII . • Resolução Nº 747/2009-COMAG. IV – Julgamento de processos que lhe forem cometidos em varas e comarcas postas em regime de exceção. 378 . outros casos que. fora do expediente forense. mediante critérios de revezamento.Tanto as medidas de urgência (inc. ção não farão parte do plantão quando já estiverem escalados em suas Comarcas de origem e nas Comarcas substituídas houver Juiz desimpedido (Resolução 54/1992-COMAG – art. bem como autorização de escuta telefônica. segundo o seu prudente arbítrio. II. será compensada pela posterior dispensa de meio expediente. III . colher o compromisso e o endereço atualizado do apenado que residam no interior do Estado. art. sempre que for possível. por sorteio. § 3º – A jurisdição do Serviço de Plantão compreenderá: I – autorização para ingresso em propriedades públicas ou particulares para fins de busca. • Provimento nº 11/07-CGJ. receber as apresentações. através da senha obtida junto ao Departamento de Informática. devendo constar no site do Tribunal de Justiça o endereço para o acesso e o telefone para contato. com a redação dada pela Lei nº 10. bem como dos pedidos referidos no inc. II – decisão dos pedidos de habeas corpus de que tomar conhecimento. art. 1º. salvo existência de inquérito distribuído ou processo em andamento. Art. provisórias e preventivas.Será divulgado no site no Tribunal de Justiça e afixado no átrio do fórum apenas o número do telefone celular disponibilizado pelo Poder Judiciário para o contato com o servidor plantonista. segundo prudente arbítrio. bem como receber as apresentações e colher o compromisso e o endereço atualizado dos apenados que residam em outras comarcas. quando esta ocorrer (Resolução 756/2009-COMAG). c) matérias relacionadas com prisões em flagrante. Provimento nº 35/09CGJ.217/01.art.O Serviço de Plantão da Comarca de Porto Alegre terá funcionamento autônomo em relação às unidades jurisdicionais e ficará situado junto ao Foro Central. 2º. defluentes da jurisdição de família e da infância e juventude. revista e reconhecimento.§ 1º do art. inc. Corregedoria-Geral da Justiça . Corregedoria-Geral da Justiça . IV – O Juiz plantonista atenderá fora do expediente forense e aos fins de semana: a) pedidos de autorização para ingresso em casas com fins de busca. que for localizado pelo interessado. providências em geral a respeito de menores. e sejam apresentadas fora do expediente forense. medidas cautelares. I. despachos ordenatórios de citação no cível para impedir prescrição. os servidores que atuarão no plantão. parágrafo único). 2º. b) hábeas-córpus. o qual poderá. sem manifesto prejuízo à parte interessada (Resolução 601/2007-COMAG). liminares em mandado de segurança e ações possessórias. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. serão distribuídos. O termo de compromisso deverá ser encaminhado à Vara de Execução Criminal da Comarca.Incumbe ao servidor plantonista auxiliar o magistrado de plantão. será competente o primeiro magistrado com atuação na Comarca. • Resolução 698/2008-COMAG. para juntada ao PEC ou para remessa à VEC competente (Resolução 747/2009-COMAG).

Distribuição e Contadoria um quadro contendo os nomes. § 1º – O Juiz pode determinar a prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou Ofício. diferentemente do previsto no caput. – tarde: das 13h30min às 18h. § 2º. do art. • COJE. 15 de novembro e 25 de dezembro). comunicando. CPP. Resolução nº 11/87-CM e Ofício-Circular nº 07/84-CGJ. procedendo da mesma forma. • COJE. • CPC. II – Todos os Juízes com atuação na Comarca. custas. deverão ser incluídos na escala referida no item anterior. 377 – O Serviço de Plantão em Comarcas do Interior. art.Consolidação Normativa Judicial 103 • Consolidação Normativa Notarial e Registral. sempre que entender alterá-la. 172. Art.Trabalhando pela sua conquista. 374 – Os Juízes são obrigados a cumprir expediente diário no Foro. § 1º. art. A determinação de horário exclusivo para serviços internos dependerá de autorização do Conselho da Magistratura. o Juiz de Direito Diretor do Foro poderá regulamentar. § 2º – Os pontos facultativos decretados pela União. Art.124/66. 375 – No decurso do expediente do Foro. 159. que se destina a prestar jurisdição de caráter urgente. por motivo de ordem pública. entre 10 e 17 horas. 371 a 379 CAPÍTULO IV . art. remetendo cópia à Corregedoria. § 3º – A partir do fornecimento pela Diretoria de Recursos Humanos. em ambos os casos. 3º). art. cível ou criminal (Resolução 54/1992-COMAG – art. em todas as Comarcas do Estado. e Ofício-Circular nº 25/88-P. • COJE. 371 – O expediente forense. Art. art. III – Os Juízes em regime de exceção ou substitui- Do expediente: arts. art. Estado ou Município não prejudicarão quaisquer atos da vida forense. quando a necessidade do serviço assim o exigir. • COJE.158. O substituto receberá a gratificação paga pelo Estado. exceto os Pretores. parágrafo único. independentemente da natureza de sua jurisdição. e 160. que obedecerão também a horário noturno. o Juiz Diretor do Foro elaborará escala trimestral. salvo para cumprir diligências. designando horário para atendimento das partes. não podem os servidores da Justiça. Art. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 27 . 2º).408 (terça-feira de carnaval. a hora de seu expediente. II – serviços notariais e de registros: – manhã: das 08h30min às 11h30min. 159. estendendo-se até às 18h da sexta-feira seguinte (Resolução 54/1992-COMAG – art. § 1º – Os Juízes Diretores dos Foros do interior comunicarão à Corregedoria-Geral da Justiça os feriados religiosos declarados por lei do Município da sede da Comarca. § 5º – Para os Serviços Notariais e de Registros. • Ofício-Circular nº 04/94-CGJ. em número não superior a quatro. dependentes de autorização judicial. e comunicando qualquer alteração posterior. e Ofício-Circular nº 07/84CGJ. Corregedoria-Geral da Justiça . o Juiz poderá determinar o fechamento extraordinário do Foro. em cinco dias (Resolução 54/1992-COMAG – art. 20 do Provimento nº 08/95-CG. no prazo máximo de 15 dias. § 1º. art. § 4º – Será afixado em cada Cartório. sendo a outra metade recolhida ao Estado.DO EXPEDIENTE Art. é o seguinte: • COJE. 159. art. 159. • COJE. sexta-feira da paixão e 08 de dezembro). 21 de abril. ficando a outra metade para o titular. o horário de funcionamento. Juízes e servidores são obrigados a atender as partes a qualquer hora. bem como o regime de plantão do Registro Civil das Pessoas Naturais. art. por edital. Art. os religiosos declarados em lei municipal. • CPC. pelo menos durante um dos turnos. – tarde: das 13h30min às 18h30min. Parágrafo único – Caso o substituto seja funcionário estatizado. • COJE. Provimento nº 08/05-CGJ. 797 e COJE. salvo quanto aos Juizados Especiais. § 2º. art. funções e horários dos servidores e estagiários ali lotados. 1º): I – Em Comarcas com duas Varas ou mais. exceto para a prática de atos indispensáveis à ressalva de direitos. 160 e Lei Estadual nº 8. caput. ao Corregedor-Geral da Justiça. 07 de setembro. preservados os limites fixados em lei e provimento administrativo. 159. § 2º. 12. que devem permanecer abertos durante os horários que lhes são prescritos. será exercido pelo Juiz que a estiver jurisdicionando e começará às 18h da sexta-feira. 12 de outubro. arts. afastar-se dos respectivos Cartórios ou Ofícios. 158. e os forenses declarados na Lei nº 1. § 2º – Excepcionalmente. Parágrafo único – Ao assumir o exercício de suas funções em Comarca ou Vara. art. e os declarados em Ato do Tribunal de Justiça. será obrigatório o uso de crachá pelos servidores e estagiários. 183 e 184. 376 – Em se tratando de casos de urgência. • COJE. com antecedência de 30 (trinta) dias. com Vara Única. através de portaria. domingos e feriados. arts. § 4º. ficando à opção do titular a adoção de horário ininterrupto. caput. I – foro judicial: – manhã: das 08h30min às 11h30min. 373 – São considerados feriados para os serviços judiciários de 1º grau os civis declarados em lei federal (1º de janeiro. 372 – Não haverá expediente forense aos sábados. § 4º. justificando a necessidade perante a Corregedoria-Geral da Justiça e assegurando restituição dos prazos aos interessados atingidos. Art. sujeitando-se os infratores a responsabilidade disciplinar. 158. atendidas as peculiaridades da Comarca e respeitado o horário mínimo entre todos os serviços. ainda que não no prédio do Foro. com prévia e ampla divulgação. o Juiz anunciará. 1º de maio. o titular ficará com metade das custas. ouvido(s) o(s) outro(s) colega(s).

• Provimento nº 18/06-CGJ. nas do interior do Estacumprimento ou tomada de providência por parte do. intimação e para inquirição das MANDADO DE CITAÇÃO. bem como a RIAS DE CITAÇÃO e CARTAS PRECATÓRIAS DE expedição de alvará de folha-corrida. este receberá a metade das 26 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . AUTO DE PENHORA. 232 – Nas férias do Escrivão titular de Cartório Também deve ser mantida a escrituração do termo Privatizado. na fluência de prazo comum. que.a REMESSA apenas para os casos de remessa de trabalho adotada no Juizado. Cota: Nihil – Provimento 07/08 – CGJ. autorizado pelo Juiz. etc. ao DMJ e administrativo. fo).A incumbência determinada no inciso II. Comarca. arresto.Trabalhando pela sua conquista. DOU FÉ. CARTAS PRECATÓlocal e hora para serem inquiridas. Art. imissão de posse. condos autos em cartório deve ser indicado pelo lanclusão. Art. gues em juízo e nos feitos sentenciados com sen§ 5º . extraias seguintes hipóteses: rá mandado para que a diligência seja efetuada por • Provimento nº 07/08-CGJ (renumera este parágraOficial de Justiça.Os titulares de serventias privatizadas. o magistrado exde autos para fora do Foro da Comarca de origem.Também não será cobrada do procurador a certidão de carga de autos quando estes foram entregues indevidamente a outra parte (v. CGJ (renumera este parágrafo). caso o substituto seja também regido de juntada de mandados e ou cartas precatórias pelo mesmo sistema. atendendo ao pedido verbal da parte interessada. Art.g. COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Ã O: (PROCESSO EM CARGA) CERTIFICO. haja vista que da juntada de ças e demais decisões lançadas pelos respectivos tais mandados/precatórias devidamente cumpridos. develiminar seguida de citação. serão atendiATOS EXECUTIVOS (PENHORA) e MANDADOS dos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da DE INTIMAÇÃO ESPECÍFICOS e com prazo para Vara da Direção do Foro e. nesta data. de busca e apreenrão dispor de Escrevente qualificado para atuar nas são. v. consideradas eventuais peculiarié que fluirão os prazos contestacionais. pressar diversa orientação através de provimento como é o caso de remessa aos Tribunais. • Provimento nº 07/08-CGJ. em tença de revelia. e. procurador(a) da parte ___________________ desde a data de __________________. solicitou vista/carga do processo acima mencionado não lhe sendo franqueado o acesso aos autos em face da sua não-localização na serventia. CARTA AR DE CITApessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar ÇÃO. Provimento nº 07/08III – o RECEBIMENTO nas petições e ofícios entreCGJ (renumera este parágrafo). § 3º .. expedidos nos feitos em que houve a concessão de § 4º . as precatórias para citavinculada a contagem de prazo. pelo Escrivão designado. dades do ofício judicial ou da própria metodologia II . que o Dr(a) ________________________ procurador (a) da parte ________ compareceu em cartório. 230 – Quando não puder realizar intimação fora § 6º . reintegração de posse. notificação. exceto se.Excetuam-se da regra do parágrafo anterior do Cartório.. Juízes. • Provimento nº 12/98-CGJ. disponibilizada no sistema no sistema informatizado THEMIS1G. tais como: de ção. Provimento nº 07/08• Provimento nº 18/06-CGJ. as cartas rogatórias. do(a) intimando(a) ser contado da data da juntada.g. verifiquei que o processo acima mencionado foi entregue indevidamente em carga para o(a) Dr(a) __________________________. usando a faculdade que me confere a lei e por haver sido pedido pela parte interessada. para fins de direito. CERTIFICO. revendo em meu Cartório e as informações que constam no sistema informatizado Themis1G. etc. o Escrivão. remessa e recebimento deverá ser substituçamento da movimentação “AUTOS RETORNAída pela movimentação correspondente disponível DOS A CARTÓRIO”. Escrivão(ã)/ Oficial Ajudante Cota: Nihil – Provimento 000/08 – CGJ. na fluência do prazo da parte contrária). seaudiências e para datilografar ou digitar as sentenqüestro. 231 – O expediente administrativo do Diretor do I – a JUNTADA para aqueles atos que tenham a ele Foro. Nos demais casos o recebimento relação à escrituração dos termos de juntada. informatizado. data.

para in. XV – autenticar reproduções de quaisquer peças ou XXVII .estejam em cartório e não sendo estes localizados clusão dos dados qualificativos das partes que não de pronto.mais de um servidor a seu critério. demonstrativo do movimento forense no Livro “E”. batório dos servidores do seu Cartório. a Juiz. do que constar nos autos. bem como no banco de dados do sis. XIV – extrair. conforme modelo. XXV – fiscalizar a utilização dos crachás e elaborar e afixar quadro contendo os nomes. XXIV – receber a petição de recurso. do seu Cartório. antes da pronúncia ou sentença definitiva.tos à penhora ou arresto. a certidão referente à fase dos pelas leis processuais. a processo: • Provimento nº 07/08-CGJ. XX – promover e fiscalizar a alimentação de dados • Provimento nº 18/09-CGJ (altera o § 1º). d) penal. protocolando-a sitário ou distribuidor. a pedido da parte ou procurador. e) especial. independentemente de despacho. através da senha obtida junto ao Departamento Adolescente. zando e conservando atualizados índices e fichá. regulado pelo Estatuto da Criança e do XXVI – Acessar diariamente a caixa de correio setorial. • Provimento nº 05/04-CGJ.nando o valor nominal da causa e a data da distributema informatizado oficial. c) formado em segredo de justiça (CPC.Trabalhando pela sua conquista. ao sistema. acompanhada de preparo. os mandados de inscrição de divórcio ou separação judicial. assim como remeter os autos ao Distri. de Informática que deverá ser compartilhada por f) administrativo. mediante carga. o Escrivão. independentemente do pa• Provimento nº 18/06-CGJ. fato. XXI – prestar informações verbais.salvo quanto aos referidos no inciso XIII.§ 2º .da mediante petição deferida pelo juiz competente. lotados no Cartório. para fins de averbação no registro de imóveis.no ato. ao fim Registro Civil da sede da Comarca.Por solicitação do exeqüente. X – entregar. XI – remeter à Corregedoria-Geral da Justiça.Quando solicitada vista/carga de autos que buidor. XVII – certificar. XIII – fornecer certidão. conferir e consertar trasla. fornecer certidão comprobatória da tramitação de execução de documentos de processos. gamento de custas. XVI – manter e escriturar o livro protocolo-geral e os título extrajudicial ou de fase de cumprimento de sentença. autenticar. art. cujas informações apenas serão dadas às partes e aos rios. salvo quando a certidão ição da demanda. nela consigseu Cartório. independentemente de des. xiii caberá recurso ao corregedor geral. para inscrição de cada mês. do Cartório. XII – devolver à distribuição ou depósito os objetos • Provimento nº 16/08-CGJ.Resolução nº 51/92-CM. o dia e a hora de sua sa. Promotor ou seus procuradores. nas petições. dos. deverá entregar-lhe certidão comprovando o possam ser lançados pelo cartório. livros e papéis de via da petição recursal ao recorrente. antes de realizado. • Provimento nº 27/06-CGJ. telefone. XXII – REVOGADO – encaminhar ao Serviço de advogado autos conclusos ou com vista. evitando a saída se referir dos autos do Cartório. na forma da caso em que esta deverá ser comunicada ao depo. ou entregar a 2ª pacho. com descrição das partes e valor da caudemais livros de uso obrigatório. inclusive por • Provimento nº 07/08-CGJ. salvo se XXIII – prestar as informações sobre o estágio proordenada pelo Juiz sua entrega ao interessado. regedoria-Geral da Justiça. horários de trabalho dos servidores e estagiários b) de arresto ou seqüestro. de caráter reservado. antes de publicada a sentença. sobre o estado e andamento dos feitos. objetivando instrumentalizar o Contador para a feitura do cálculo. • Provimento nº 08/05-CGJ. XVIII – realizar todos os atos que lhes forem atribuí. as funções e os a) de interdição.§ 1º – Do indeferimento das certidões referidas nas cia dos horários com relação aos demais servidores alíneas do inc. encaminhados em razão de audiência. XIX – fiscalizar e zelar pela freqüência e observân. registro de veículos ou registro de outros bens sujeiapresentação em Cartório. 155). COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Â O: (NÃO-LOCALIZAÇÃO DE AUTOS EM CARTÓRIO) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 25 . • Provimento nº 18/09-CGJ (cria o inciso XXVII). por este Código e em de cumprimento de sentença somente será forneciresoluções do Conselho da Magistratura e da Cor.

Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. concomitantemente os cargos de Oficial Ajudante e de Escrivão.Não haverá designação para substituição de Escrivão. 106 a 108. § 1º .DOS ESCRIVÃES Art.O Escrivão e o Oficial Ajudante da mesma vara não podem gozar férias no mesmo período. 235 a 242 TÍTULO III . • Resolução nº 603/2007-COMAG. o expediente do Juiz. apenas para este deverá ser designado substituto. elencadas em provimento. observada a forma prescrita. se o cargo estiver vago ou o titular licenciado ou impedido por prazo igual ou superior a 10 dias. b) Em caso de vacância. desde que um destes esteja afastado ou impedido. Ofício-Circular nº 42/97-CGJ. V – zelar pela arrecadação da taxa judiciária. o cargo de DistribuidorContador que não estiver provido. Art. VII – ter em boa guarda os autos.O Oficial Ajudante. • Resolução nº 603/2007-COMAG. Parágrafo único . ser exercido pelo servidor. depois de vistos em correição.Excetuam-se as designações por licençasaúde e licença por motivo de doença familiar. todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem. bem como situações excepcionais que não possam ser debitadas ao servidor. 222). organi- 24 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . livros e papéis de seu Cartório. • Resolução nº 603/2007-COMAG. desde que justificadas na portaria pela Direção do Foro.Incumbe aos Oficiais Ajudantes exercer. IV – Elaborar e encerrar diariamente a nota de expediente no sistema informatizado themis1g. ambas previstas nos arts. em substituição. salvo decisão fundamentada do Diretor do Foro.O Oficial Escrevente poderá substituir: I – O Escrivão ou o Distribuidor-Contador. até o provimento do cargo. livros e papéis a seu cargo. apenas o titular da função ou do cargo comissionado receberá a gratificação respectiva. 223 – Fica vedada a designação de Oficial Escrevente para substituir Oficial Ajudante quando provido este último cargo. • Resolução nº 603/07-COMAG. mediante proposta do Juiz Diretor do Foro e aprovação da CorregedoriaGeral da Justiça. diretamente pela parte ou seu procurador. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido.Os Oficiais Ajudantes podem substituir o Escrivão. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. o substituto perceberá mais de duas gratificações de substituição (Lei nº 10579/95). expedindo as guias para o respectivo depósito. 223-C . Art. Parágrafo único . 223-E . II . os autos.O Escrivão exercerá. DistribuidorContador e Oficial de Justiça. as funções do titular do cartório em suas faltas e impedimentos ou. o Distribuidor e o Contador Judiciário.Os ocupantes de funções gratificadas ou cargos em comissão no Primeiro Grau não terão substitutos nos seus afastamentos. 229 – Aos Escrivães. Das funções e atribuições dos servidores: arts. • Provimento nº 09/07-CGJ. • Resolução nº 603/07-COMAG. sem ônus ao Estado. II – escrever. Art. privativos ou não.Trabalhando pela sua conquista.305/79. Art. Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. sob a supervisão e direção do Juiz. incumbe: • COJE. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. 223-B . diariamente. 223-D . 221) Art. custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes. quando necessário o imediato provimento do cargo. § 2º .DAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO I . 223-A). em estabelecimento autorizado. Provimento nº 33/07CGJ. 222 – A designação de servidor para substituir outro se dará: a) Por afastamento ou impedimento eventual do titular do cargo por prazo igual ou superior a 10 (dez) dias consecutivos e sempre que houver necessidade de sua ocupação para a boa e regular continuidade do serviço. Inciso I com redação dada pela Resolução nº 667/2008-COMAG. mas o seu titular acumula as atribuições próprias com as do Escrivão.Quando vagos. bem como inserir no sistema a data da disponibilização no diário da justiça eletrônico. 223-C). livros e papéis findos. • Ofício-Circular nº 79/95-CGJ. 223-A . 127 da Lei nº 10098/94. arts. Oficial Ajudante. mesmo estando o Escrivão na chefia do cartório. por intermédio de portaria do Juiz Diretor do Foro. quando ocorrer afastamento ou impedimento em razão do gozo de licença lactante ou em função de filho portador de necessidades especiais. 223-B).Em nenhum caso. III – atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências. 223-D). Na hipótese excepcional de nomeação de outro servidor como substituto. • Resolução nº 603/2007-COMAG. 223-E). o Cartório em que estiver lotado. 738 e 739 do Estatuto dos Servidores da Justiça – Lei nº 5256/66. • Resolução nº 658/2008 –COMAG. • Resolução nº 658/08-COMAG § 3º . Art. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. no caso de vaga. IX – manter classificados e em ordem cronológica todos os autos. 229 a 232. VIII – recolher ao Arquivo Público. nas comarcas consideradas como de reduzido movimento. anexo à Lei Estadual nº 7. VI – preparar. I – chefiar. certificando nos autos do processo. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. conforme previsto no art. Art.

A substituição que prevê a Lei Estadual nº 10579. mesmo que um dos servidores ou os dois não tenham preenchido o requisito temporal estabelecido na alínea “b” deste parágrafo. independentemente do fato de ter sido indicado. 205 – A remoção por permuta. independentemente de qualquer indenização. ou quando o exame médico revelar que qualquer dos requerentes não está apto a continuar no exercício do cargo ou função pública. aos interessados. • Resolução nº 207/97-CM. com recurso ao Conselho da Magistratura nos mesmos moldes dos pedidos de remoção e aproveitamento. que é relevante à Administração para o caso de reiteração de pedido da mesma espécie. da Lei nº 5. 221 a 223-E SEÇÃO IX . sob pena de a remoção ficar sem efeito. também admissível entre serventuários e funcionários da Justiça da mesma classe e entrância (ressalvada a excepcionalidade prevista no art. ficando cadastrado na bolsa de permuta. • Resolução nº 155/95-CM. • Provimento nº 16/05-CGJ.nova redação introduzida pela Lei nº 9. Provimento nº 28/08CGJ. 19 da CNJCGJ.256/66. § 1º – Nesse caso. arts. dependerá de designação formal. de 02-08-66. para assumir o novo serviço. atendendo a critérios de conveniência e interesse exclusivos e primordiais da Administração.305/79 – art. de modo que nenhum Cartório fique com deficiência de servidor.Trabalhando pela sua conquista. • Lei Estadual nº 5. Resolução nº 155/95-CM. • Lei Estadual nº 5. 206. funcionando da seguinte maneira: a) o servidor interessado no deslocamento para outra Comarca informará ao Serviço de Concursos da Corregedoria-Geral da Justiça. Art. 204 – A publicação dos editais para provimento de cargos será automática. de 17-11-1995. 201 – A desistência extemporânea do pedido de remoção de servidor será anotada na ficha funcional deste. b) cumprimento de dois anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. 207 – O servidor da Justiça terá quinze dias de trânsito. 202 – O registro não tem natureza disciplinar e visa preservar a informação. em face da ausência ou inconsistência dos motivos da desistência. 684 e 685.256. § 4º. arts. de 02-08-66. 13. e) excepcionalmente. Art. Art. se sujeitando a qualquer interstício temporal. letra “b” . e um ano nas movimentações seguintes (Lei nº 7. Parágrafo Único – A anotação será feita sempre que o servidor desistir do pedido de remoção após o prazo do edital. • Ofício-Circular nº 49/94-CGJ. cujo termo constará de três vias datilografadas. “e”). Parágrafo único – Não será admitida a permuta quando a um dos interessados faltar menos de 05 (cinco) anos para tempo necessário à aposentadoria voluntária ou compulsória. Art. a Presidência do Tribunal de Justiça poderá adotar esta circunstância para: a) preterir este servidor em favor de outro mais moderno. com prorrogação por mais quinze. • Ofício-Circular nº 68/95-CGJ. Parágrafo único – Os requisitos para a remoção por permuta deverão ser: a) REVOGADA. • Resolução nº 155/95-CM. c) no momento da viabilização da permuta. b) desconsiderá-la em função da justificativa do servidor. Art. dada a abertura da vacância. c) inexistência da vedação do art. § 2º – O registro será cancelado após o decurso do prazo de 01 (um) ano. d) o parecer referente à permuta irá ao Presidente do Tribunal de Justiça. 682 da Lei nº 5. será concedida a remoção-permuta. através da Direção do Foro. 206 – Fica criada bolsa de permuta entre os servidores do 1º grau.256. mediante tombamento. tomando-se em conta sempre a ficha funcional do servidor. que deverá ser expedida antes do período a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 23 . 685. Art.DA SUBSTITUIÇÃO Art. parágrafo único. no caso de ser esta a primeira movimentação do servidor. § 2º – A remoção será feita às expensas do servidor que receberá os livros e arquivos do Cartório. sendo obrigatória a inscrição do interessado na bolsa de permutas. b) o Serviço de Concursos controlará a possibilidade de permuta. • Provimento nº 30/08-CGJ. independente de pedido do servidor. Provimento nº 30/08CGJ. 221 . em editais mensais. § 1º – O período de trânsito é considerado como de efetivo exercício. dependerá de parecer prévio da CorregedoriaGeral da Justiça. d) não será admitida nova movimentação do servidor antes de cumprir o prazo previsto no art.426/91). Art. Provimento nº 30/08-CGJ. por ato do Conselho da Magistratura. o Serviço de Concursos submeterá os pedidos ao Corregedor-Geral. Da substituição de servidores: arts. ou pertençam a entrâncias distintas. • Provimento nº 30/08-CGJ. § 1º. visadas pelo Juiz de Direito Diretor do Foro. a critério do Presidente do Tribunal de Justiça. ressalvada situação emergencial e o disposto no inciso XV do art. dirigidas uma ao arquivo do Cartório da Direção do Foro e as outras. a ser controlada pela CorregedoriaGeral da Justiça. 203 – A competência para decidir pedidos de remoção-promoção e aproveitamento é delegada à Presidência do Tribunal de Justiça. 686 e 687. ou após a denegação de um pedido fundado exclusivamente nesta circunstância. • Provimento nº 07/03-CGJ.256/66.

426/91 art.256/66. com anuência dos respectivos titulares. Provimento nº 40/96-CGJ. 194 – Os servidores de entrâncias inicial e intermediária. em definitivo. § 3º – Não se admitirá remoção sempre que o Ajudante Substituto estável requerer.DA REMOÇÃO Art. 682. 197 – Nas Comarcas em que. ao serventuário com mais de 01 (um) ano de exercício no cargo ou função de que for titular. art. solicitarão remoção ao Presidente do Tribunal de Justiça.880/93.256/66. 195 – Os pedidos de remoção aludidos no art. § 1º – Os pedidos de remoção terão preferência em relação aos de aproveitamento. tudo com base em decisão fundamentada em critérios objetivos. inciso I. com arrimo no art. 682. pressupõe a existência de vaga e prefere a todas as demais espécies de remoção. • Ofício-Circular nº 80/92-CGJ.256/66. 192 a 207 SEÇÃO III . houverem sido instalados Cartórios privativos. § 2º – No caso de criação de serviço da Justiça. II – se ambos vitalícios. Art. • Lei Estadual nº 7. a pedido. Parágrafo único – Os Oficiais Escreventes e Oficiais de Justiça.256/66. salvo preferência de servidor de maior mérito ou manifestação contrária da maioria absoluta do Conselho da Magistratura. para igual serventia de Comarca de entrância imediatamente superior. por conveniência da Administração. art. aos titulares das extintas serventias do cível e crime. 198 – Quando da vacância dos Cartórios Judiciais. Lei nº 9. arts. da alínea b. Art. • COJE. 192 – A remoção nos serviços da Justiça é possibilitada. • Lei Estadual nº 5. a critério do Conselho da Magistratura. 683. exclusivamente. 682. sidência do Tribunal de Justiça por força do Ato de Delegação do Conselho da Magistratura contido na Resoluçãonº 155/95-CM. art. • Lei Estadual nº 9. 9º. Art. além das normas estabelecidas pelo Conselho da Magistratura. 116 – Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo. para igual cargo na entrância imediatamente superior. b. nos termos do art. uma vez comprovadas as quitações dos respectivos contratos de trabalho e de suas obrigações previdenciárias. desta Consolidação. 682. 684 e 685.305/79. § 1º – Por serviços da mesma natureza.880/93. 200 – A remoção será assegurada ao servidor mais antigo da classe. tomar-se-á em conta sempre a ficha funcional do servidor. 193 – Os pedidos de remoção ou permuta e de aposentadoria dos titulares de Cartórios judiciais que mantenham empregados somente serão deferidos. antes de completados 02 (dois) anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. Parágrafo único – A preferência estabelecida nos incs. II e III não aproveitará aquele que tiver dado causa à incompatibilidade. dentro do prazo de dez dias. art. • Lei Estadual nº 5. a critério da Presidência do Tribunal de Justiça. 199 – Verificada a vaga. § 2º – A remoção dentro da mesma entrância preferirá à remoção-promoção. o prazo previsto neste artigo começará a fluir da data da publicação do respectivo ato. no prazo de dez dias. 220 e seu § 1º do COJE serão apreciados pela Pre- 22 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . § 2º. 196 – É defeso conceder remoção ou cedência aos servidores nomeados em razão de concurso local ou regional. Art. poderão ser removidos. entendemse os desempenhados pelos servidores de uma mesma classe funcional. feito. Art. fica ressalvado. 220. 220 e Resolução nº 155/95-CM. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço numa mesma entrância. § 2º – As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. • Lei Estadual nº 5. • Resolução nº 110/94-CM.Trabalhando pela sua conquista. art.256/66. • Lei Estadual nº 5. poderão ser removidos. • COJE. não Da remoção de servidores: arts. a abertura de concurso. Art. o mais antigo no serviço público. • Lei Estadual nº 5. art.256/66. § 2º – Os pedidos de desistência de remoção formulados após o final do prazo para a remoção serão anotados no Serviço de Cadastro da CorregedoriaGeral da Justiça e serão levados à consideração do Conselho da Magistratura em eventual futura postulação. é admitida a reversão do respectivo sistema de custas. 682. Art. da Lei 11340/2006. § 4º. terá preferência em relação aos demais: I – o vitalício. os servidores da mesma classe e entrância. o direito de remoção para os novos Cartórios. Art. art. deferida judicialmente. a pedido. III – se igual o tempo. 133. § 4º – É permitida a permuta entre auxiliares de ofícios da mesma natureza e entrância. Parágrafo único – Ao Escrivão que optar pelo regime privatizado é vedado o retorno ao sistema oficializado de remuneração. Provimento nº 40/96-CGJ. o que tiver mais tempo de serviço na Comarca ou distrito. art. Art. Art. na mesma relação de parentesco por consangüinidade ou afinidade. • Lei Estadual nº 5. 200-A – A remoção de servidora vítima de violência doméstica e familiar. por motivo de aumento de número de vagas. • COJE. contados da data em que for publicado no Diário Oficial da Justiça o ato declaratório da vacância. • Lei Estadual nº 5. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço no mesmo Cartório. • Lei Estadual nº 9. 13. § 1º – Para aferição do mérito.256/66. art. § 2º. 224. § 1º.

• Lei Estadual nº 7. 6º. § 4º – Na Corregedoria-Geral da Justiça será centralizado o serviço relativo ao estágio probatório dos servidores.DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. referente aos requisitos do § 1º deste artigo. • Lei Estadual nº 7. § 1º – O estágio probatório dos servidores judiciais é o período de 02 (dois) anos de exercício. § 4º – Os dados relativos ao estágio serão incluídos no processo sobre a efetivação do servidor. § 1º – Durante o estágio acima aludido. dos demais. ou em Comarca próxima e assemelhada a sua. ao qual se juntarão os dados sobre o estágio de preparação ao exercício das funções do cargo e demais anotações funcionais relevantes. § 2º – Na contagem não será levado em conta o tempo de serviço prestado em outro cargo. no prazo de 30 (trinta) dias. será submetido a estágio preparatório obrigatório. Parecer nº 10/99-DOC e Emenda Constitucional nº 19. até o 3º grau: I – no mesmo feito ou ato judicial. • Resolução nº 52/92-CM. se possível e conveniente. instrução. relatório circunstanciado sobre o desempenho funcional do estagiário. § 12 – Se a decisão do Presidente for contrária à confirmação. dentre os seguintes: excelente. § 9º – A Corregedoria-Geral. § 3º – O acompanhamento direto do estágio dos servidores subordinados a Escrivão Judicial será feito por este. o Serviço de Cadastro dos Servidores Judiciários encaminhará ao Corregedor-Geral a nominata dos servidores nomeados. 35 e Resolução nº 51/92-CM. que será executado pelo titular do Cartório em que o estágio for efetuado. com o visto do Juiz Diretor do Foro. fiscalização e controle da atividade dos estágios. § 2º – Findo o estágio. com o visto do Juiz Diretor do Foro. na Comarca em que irá atuar. admitidos mediante concurso. logo após tomar posse e entrar em exercício nas funções do seu cargo.256/66. dele será dada vista ao estagiário pelo prazo de 15 (quinze) dias. junto a um Cartório previamente indicado pela Corregedoria-Geral da Justiça. mediante a verificação dos seguintes requisitos: • Provimento nº 11/08-CGJ. são considerados estáveis após 03 (três) anos de efetivo exercício. Art. pelo Juiz Diretor do Foro. e) eficiência. mesmo se nele o servidor houver adquirido estabilidade. em linha reta ou colateral. 657. não podendo ser demitidos senão através de processo administrativo ou judicial.Trabalhando pela sua conquista. sob a supervisão do Juiz Diretor do Foro respectivo. durante o qual será apurada a conveniência ou não de sua confirmação. o responsável pelo seu acompanhamento enviará relatório geral sobre o desempenho do servidor. para com o Escrivão do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 21 . art. salvo quando se tratar de remoção ou aproveitamento de servidor em disponibilidade. § 1º – Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver. § 10 – Se o parecer for contrário à confirmação. à CorregedoriaGeral. com a colaboração de um Coordenador de Correição. se não for ele o Relator. b) disciplina. § 5º – Os Coordenadores de Correição prestarão serviços de apoio. § 6º – Os responsáveis pelo acompanhamento do estágio enviarão quadrimestralmente. expedir-se-á o ato de exoneração. 115 – Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente.305/79. g) fidelidade. o responsável pelo Cartório remeterá à Corregedoria relatório sobre a execução do programa. § 7º – Os relatórios serão reunidos em expediente. Dos impedimentos e incompatibilidades: arts. § 8º – 180 (cento e oitenta) dias antes do término do prazo do estágio. art. opinando sobre a conveniência ou não da confirmação. bom. § 3º – Caso o participante receba o conceito insuficiente. atribuindo um conceito à atividade do participante. a confirmação não dependerá de ato algum. • Provimento nº 26/05-CGJ. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. CAPÍTULO II . d) contração ao trabalho. regular e insuficiente. II – na mesma Comarca ou distrito. orientação. emitirá parecer motivado. art. serão coordenados por um Juiz-Corregedor. § 11 – Imediatamente. o expediente será submetido à apreciação do Presidente do Tribunal de Justiça. para o exercício de sua defesa e juntada das provas de que dispuser. • Lei Estadual nº 5. c) assiduidade. individual ou em grupos pelo prazo mínimo de 07 (sete) dias. 103 – Os servidores da Justiça. sob a coordenação dos JuízesCorregedores de cada região. terá que submeter-se a novo estágio em outro Cartório. f) discrição. 104 – Todo servidor judicial. parágrafo único. com o auxílio de Coordenadores de Correição. consangüíneo ou afim.305/79. 115 e 116 Dos impedimentos e incompatibilidades: Art. se não for ele o Relator. na Corregedoria-Geral da Justiça. § 13 – Se o Presidente decidir pela permanência do servidor. § 6º – Os serviços relativos ao estágio. § 5º – Para o fim da instauração do estágio preparatório. com a data da publicação do ato. com aprovação do Diretor do Foro. a) idoneidade. concluindo pela permanência ou não do servidor. será obedecido programa previamente elaborado pela Corregedoria-Geral da Justiça.

098/94. Art. 762. III – 18 (dezoito) meses nos casos de abandono de cargo ou faltas sucessivas ao serviço.879/80. • Provimento nº 33/03-CGJ. SEÇÃO VIII . art. Art.928/03 e Provimento nº 13/05-CGJ. crime ou contravenção. quando este recomendar aplicação de penalidade. colher as provas e aplicar as penalidades. em grau de recurso. II – a contar da emissão do relatório de sindicância. 89 – A suspensão poderá ser prorrogada. • Lei Federal nº 6. se o servidor não tiver praticado outra nova infração disciplinar ou penal. Provimento nº 13/97-CGJ.256/66. • Provimento nº 16/07-CGJ. Art. até 90 (noventa) dias. • Lei Complementar Estadual nº 11. Provimento nº 13/97-CGJ. depois de transitada em julgado a decisão administrativa.256/66. art. com alteração da Lei Estadual nº 8.Trabalhando pela sua conquista. art. • Provimento nº 13/05-CGJ. § 3º – Fica suspenso o curso da prescrição: I – enquanto não resolvida.DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. § 1º – Igual competência é conferida aos JuízesCorregedores. § 4º . serão automaticamente canceladas após 10 (dez) anos. se competente. art. II – 12 (doze) meses no caso de suspensão ou multa. com alteração da Lei Estadual nº 8. • Lei Estadual nº 5. Art. rar as faltas disciplinares. § 4º – Uma vez aplicada a pena em definitivo.098/94.098/94). Lei Complementar Estadual nº 10. considerando-se o registro da Portaria. Art. quanto às infrações puníveis com cassação de aposentadoria ou disponibilidade.DO CANCELAMENTO DAS PENALIDADES Art. se a permanência no exercício da função possa prejudicar as investigações. 792.879/80.A prescrição. também. a pedido do Juiz processante ou de ofício. os quais corresponderão aos primeiros da suspensão preventiva. • Lei Estadual nº 5. da materialidade de fato ou de sua autoria. art. do auxilio condução e da verba pela função gratificada. poderá ordenar a suspensão preventiva do servidor indiciado. 93 – O recurso será interposto mediante petição fundamentada à autoridade julgadora. 790. Art. 190. 98 – O cancelamento da penalidade não gera efeitos retroativos. • Lei Estadual nº 5. Lei Complementar Estadual nº 10. justificando à instância superior as razões da exceção. e parágrafos.256/66. se a decisão for mantida. § 3º. SEÇÃO VII .256/66. • Lei Estadual nº 5.256/66. Art. a Direção do Foro também comunicará ao Departamento de Recursos Humanos e à Corregedoria o número de dias de suspensão. quanto à advertência ou censura. a prescrição será regulada pela lei penal (Lei nº 10. submetido o ato à decisão definitiva do Corregedor-Geral. pela autoridade processante. art.844/89. 96 – Em juízo de retratação. art. Art. 99 – A ação disciplinar prescreverá em: I – 06 (seis) meses. salvo adicionais de insalubridade. 1º. 95 – O recurso da decisão impositiva de pena disciplinar é privativo do servidor punido. o recurso será encaminhado à autoridade competente no prazo de 05 (cinco) dias. 792.256/66.256/66. 90 – Das decisões disciplinares do CorregedorGeral e dos Juízes-Corregedores caberá recurso para o Conselho da Magistratura. • Lei Estadual nº 5. 97 – As penas de multa. em outro processo de qualquer natureza. Esta última será devolvida quando do processo não resultar punição. SEÇÃO IX . art. e após o seu trânsito em julgado. recebê-lo com efeito meramente devolutivo. 190. 92 – O prazo para recorrer é de 05 (cinco) dias contados da data em que o servidor tiver conhecimento da decisão. • Lei Estadual nº 5. § 1º – O prazo de prescrição começa a fluir a partir da data do conhecimento do ato por superior hierárquico. censura e suspensão. advertência. regular-se-á pela sanção aplicada e verificar-se-á de acordo com os prazos fixados no caput. SEÇÃO VI . 792. de periculosidade. art. art. IV – 24 (vinte e quatro) meses. § 2º – A prescrição interrompe-se pela instauração da sindicância ou do processo administrativo disciplinar. cada um terá direito à metade da receita líquida auferida pela serventia. em casos especiais. e parágrafos. questão prejudicial da qual decorra o reconhecimento de relação jurídica. 91 – O Corregedor-Geral ou os JuízesCorregedores conhecerão. Art. 88 – O Corregedor-Geral da Justiça. 792.DOS RECURSOS Art. • Provimento nº 13/05-CGJ. 94 – Os recursos terão efeito suspensivo. e demissão. III – a contar da emissão do relatório. • Lei Estadual nº 5. até a decisão final da autoridade competente.256/66. 790. 762.844/89. até a decisão final da autoridade competente. art. 100 – Quando as faltas constituírem.DA PRESCRIÇÃO Art. Do estágio probatório: arts. aplicadas aos servidores da Justiça. 1º. § 2º – A suspensão preventiva não implicará desconto dos vencimentos. contados do trânsito em julgado. • Lei Federal nº 6. podendo a autoridade. • Provimento nº 16/07-CGJ. das decisões disciplinares dos Juízes de 1ª instância. § 3º – No caso de suspensão preventiva de serventuário submetido ao sistema privativo de custas em que a designação para substituição recaia sobre outro serventuário submetido ao mesmo sistema. 103 e 104 20 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . • Lei Estadual nº 5. art. • Ofício-Circular nº 44/92-CGJ.

a atribuição de realizar sindicâncias relativamente aos servidores competirá também aos Juízes com jurisdição nas Varas correspondentes. Art.Ao sindicado é facultado provar suas alegações por todos os meios de prova. 81 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá delegar aos Juízes titulares de Comarcas com duas ou mais Varas. • Lei Estadual nº 5. art. XIV – o Juiz processante poderá determinar a produção de provas que entender necessárias. Provimento nº 29/89-CGJ. XII – findo o prazo. • Provimento nº 23/08-CGJ. 770 e 771. Art. facultado distribuir entre esses Juízes. nas Comarcas do interior. Art. parágrafo único. Art. termos e prazos dos arts. interrogando-se este a seguir. a citação far-se-á por edital com prazo de 10 (dez) dias.DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Art. • Provimento nº 23/08-CGJ. facultando as contraprovas de defesa. b. por 03 (três) dias. observando-se sempre o contraditório e o exercício de ampla defesa. ao tomar conhecimento de argüições novas contra o indiciado. para apresentação de razões. de preferência anualmente. enquanto não reconhecida a inocência do servidor ou não cumprida a pena que não importe em demissão. Art. • Resolução nº 09/89-CM. a pedido.256/66. arts. X – o Juiz processante. inserto duas vezes no Diário Oficial. 38. o Juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário.Trabalhando pela sua conquista. parágrafo único. Provimento nº 16/07CGJ. remetendo os autos à Corregedoria. inclusive pericial. com primazia ao que estiver em exercício na Direção do Foro. §2º . 86 – O processo administrativo seguirá os atos. art. Parágrafo único – A instauração do processo administrativo ou judicial impede a exoneração.256/66. Se não for o caso de absolvição ou de confissão da culpa. b. • Resolução nº 09/89-CM. bem como o dia e hora da audiência de interrogatório. Parágrafo único . indiciado ou ao defensor técnico (advogado). ao Corregedor-Geral da Justiça e aos Juízes-Corregedores. VIII – interrogado. V – não sendo encontrado o indiciado ou ignorandose o seu paradeiro. Provimento nº 29/89-CGJ. 85 – A instauração do processo administrativo compete ao Conselho da Magistratura. decidirá as hipóteses de sua competência com cópia da decisão à Corregedoria. • Lei Estadual nº 5. em resumo: I – a portaria iniciadora do processo descreverá os fatos e designará o Juiz processante. 766 com alteração da Lei Estadual nº 8. • COJE. VII – não comparecendo o indiciado. Se instaurado o procedimento de ofício. fazendo constar o resumo do fato a apurar. XVII. XIII – a ficha funcional do indiciado constará dos autos. 83 – O processo administrativo será instaurado: I – obrigatoriamente. • Lei Estadual nº 5. quando a falta possa determinar a aplicação das penas de demissão. Art. CNJ). terá o indiciado o prazo de 02 (dois) dias para requerer diligências. Art.256/66. produzir prova documental e arrolar testemunhas.844/89 e Provimento nº 29/90CGJ. 79 – A sindicância poderá ser feita por Juiz de Direito ou Pretor. 776 a 789 da Lei Estadual nº 5. Art. arts. o Juiz apresentará o relatório circunstanciado e parecer no prazo de 05 (cinco) dias. 38. o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas em número não superior a cinco. • COJE. quando for o caso de imposição de pena de suspensão até 60 dias. VI – achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. 87 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá avocar as sindicâncias ou processos administrativos.256/66. art. II – recebidos os autos. em qualquer fase de processamento. juntando-se aos autos o comprovante. e 44. III – designará dia e hora para a audiência inicial onde procederá ao interrogatório do indiciado. 78 – Nos casos omissos. 704. pelo Juiz que for designado. se vislumbrar incidência de penalidade mais elevada. SEÇÃO V . se presente. será citado via postal com aviso de recebimento.REVOGADO. designando Juiz processante para apu- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 19 . passando-se imediatamente a palavra ao indiciado ou ao advogado por 10 (dez) minutos para alegações finais e encaminhamento à prolação da decisão. e 44. a atribuição de realizar sindicâncias em serventias Notariais e de Registros. quando houver. 83 a 87. o procedimento seguirá com a oitiva das testemunhas arroladas na portaria e as testemunhas arroladas pelo sindicado. para fins de defesa preliminar. podendo arrolar no máximo 3 (três) testemunhas até 5 (cinco) dias antes da audiência de instrução e julgamento.256/66. IX – o Juiz processante dará defensor habilitado ao indiciado que não o constituir. VII. arts. 80 – Nas Comarcas dotadas de duas ou mais Varas. 766. II – facultativamente. IV – expedirá mandado de citação do indiciado. na Comarca da Capital. VII. • Lei Estadual nº 5. 82 – Concluída a sindicância. XI – encerrada a instrução. • Provimento nº 29/90-CGJ. XVII. ou a submeterá à apreciação superior. o indiciado terá vista dos autos em mãos do secretário. a pedido ou de ofício. o processo seguirá à revelia com defensor nomeado pelo Juiz processante. 84 – O processo administrativo será realizado. aplicam-se as normas do Processo Administrativo (arts. o sindicante fará à autoridade que o nomeou relatório circunstanciado com possível solução. preferentemente por JuizCorregedor e. Art. os serviços sobre os quais desempenharão tais atividades. colherá as provas.

256/66. a exposição dos fatos que fundamentam o libelo acusatório e o pedido de aplicação de pena disciplinar certa e determinada. iniciando-se daí o seu cumprimento. quando aplicada: Cordiais saudações.256/66. ficando apenas a informação na ficha completa. indicando-se a autoridade que proferiu a última decisão administrativa. art. comunico a Vossa Exce-lência o julgamento do procedimento disciplinar instaurado nesta Vara/Comarca. serão considerados na execução da pena. dando ciência da imputação mediante cópia da portaria e do direito de constituir defensor. 77 – Aberta a audiência. através do Departamento de Recursos Humanos – Folha de Pagamento. II – como condição para imposição das penas de advertência.. desde logo. III – O titular da Vara ou seu substituto legal. para o desconto devido.): g) penalidade imposta e fundamentação legal: h) data do trânsito em julgado da decisão e do início do cumprimento da pena de suspensão. arquivamento. • Lei Estadual nº 5.): e) breve descrição do fato investigado: f) decisão (procedente. na seção do Manual do Procedimento Administrativo Disciplinar. 74 – Cabe sindicância: I – como preliminar do processo administrativo. multa. 760.256/66. 762 com alteração da Lei Estadual nº 8. debates e julgamento e ordenará a citação do indiciado. art. Art. 2º. Provimento nº 16/07CGJ. art. • Provimento nº 29/90-CGJ. e estar instruída. sindicância. Provimento nº 16/07CGJ. o Diretor do Foro ou seu substituto legal. 74. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO CONCLUSÃO DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente. juntando cópia da decisão final. • COJE. com cópia da portaria instauradora do procedimento disciplinar. prescrição. Lei Estadual nº 5. 72 – São competentes para a aplicação das penas: I – O Conselho da Magistratura. dar-se-á ciência da mesma ao servidor punido. número e data da portaria. nos casos de demissão. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ. • Provimento nº 29/90-CGJ. deve ser instaurada mediante portaria. II – O Corregedor-Geral. 76 – O magistrado designará dia e hora da audiência de instrução. Com o trânsito em julgado da decisão que aplica a punição. Art. a anotação inicial será cancelada. nos casos de advertência. Art. art. o fundamento legal e a data do trânsito. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração: d) natureza do procedimento disciplinar (processo administrativo. • Lei Estadual nº 5. § 3º – Na execução da pena de suspensão. O Serviço de Cadastro também será informado do período de cumprimento da suspensão. Provimento nº 11/93-CGJ. conforme modelo localizado na INTRANET. art. Ofícios-Circulares nºs 38/74 e 27/88-CGJ. • Circular nº 25/68-CGJ. mencionando o período da suspensão no mapa de freqüência a ser enviado ao Departamento de Recursos Humanos. Circulares nºs 25/68 e 15/73-CGJ. Art. § 1º – A comunicação da imposição de penalidade só será encaminhada após o trânsito em julgado da decisão.DA SINDICÂNCIA Art.. a data do início do cumprimento da pena de suspensão.844/89. Juiz de Direito § 2º – A instauração de sindicância ou de processo administrativo. 71 – A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo. Art. o Diretor do Foro expedirá portaria para fins de desconto de metade dos vencimentos e perda de efetividade. como condição de sanção disciplinar administrativa. Art. III – para apuração e esclarecimento de fatos noticiados à autoridade judiciária ou por conhecimento de ofício que denotem ilícito funcional com ou sem autoria conhecida. ou em virtude de sentença judicial transitada em julgado. quando a falta não se revelar evidente. Provimento nº 16/07-CGJ. autoridade que a assina e período de suspensão. XXX. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão. censura. 73 – Toda pena imposta a servidor será comunicada à Corregedoria-Geral da Justiça para anotação na ficha funcional. assegurados o contraditório e a ampla defesa. § 4º – Os dias de suspensão preventiva. bem como arrolar as demais provas a serem produzidas. com arquivamento do expediente.844/89. enquadramento legal. OfícioCircular nº 38/74-CGJ. exceto a pena de suspensão. 75 – A sindicância. com as provas documentais cabíveis. bem como a suspensão preventiva do servidor serão anotadas na ficha funcional com indicação do número do processo. a pena. 759 com alteração da Lei Estadual nº 8. contendo a qualificação do imputado. de uso interno. multa. se for o caso. será dada a palavra ao 18 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Trabalhando pela sua conquista. narrativa sucinta dos fatos ou faltas funcionais imputadas ao servidor. certidão do trânsito em julgado e. será completada a anotação. SEÇÃO IV . censura.. improcedente. averiguação. os Juízes-Corregedores. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão. § 3º – A pena de multa deverá ser cumprida mediante comunicação do Juiz de Direito à Presidência.. para efeitos de desconto de vencimentos e detração. nos casos previstos no inciso anterior. nos casos de demissão. Se a decisão definitiva for de improcedência ou reconhecer a prescrição. nos termos da lei processual.

256/66. desde que a infração não seja punida com pena mais grave. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração da ação disciplinar: d) natureza do procedimento (processo administrativo. § 1º – O servidor que. c) condenação à pena privativa de liberdade por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente à função pública. em especial. às autoridades públicas. VII – demissão a bem do serviço público. IV – perda de vencimentos e tempo de serviço. da Lei nº 5. com alteração da Lei Estadual nº 8. remoção ou aposentadoria voluntária incidirá em falta grave. entre outros. III – de multa. sem causa justa.844/89. 2º. censura ou multa. sindicâncias e demais procedimentos disciplinares instaurados. 757. Art. por outro crime.256/66. art. nos casos de negligência. a ampla defesa. sindicância. comunico a Vossa Excelência a instauração de procedimento disciplinar em tramitação nesta Vara/Comarca. 69 – Será aplicada pena: • Lei Estadual nº 5. f) violação de segredo de justiça. 753. VI – de demissão. § 1º – A suspensão preventiva não implicará nenhum desconto a título de vantagem pecuniária. do Estatuto dos Servidores da Justiça e demais normas de disciplina e organização judiciária. às partes ou a seus advogados. II – de censura. em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. V. nos feitos em que funcionarem.): e) breve descrição do fato investigado: Cordiais saudações. • Lei Estadual nº 5. e o princípio do non bis in idem. os direitos e vantagens decorrentes do exercício do cargo exceto metade de seus vencimentos. • Resolução nº 110/94-CM. o direito ao silêncio. pelo reiterado retardamento dos feitos e correspondente aos dias excedidos. no caso de reincidência. a presunção de inocência. bem como os direitos e garantias do sistema processual penal. b) recebimento de quaisquer vantagens em dinheiro ou não. aplicar-se-á a pena de perda de vencimentos e tempo de serviço. IV – de perda de vencimentos e de tempo de serviço. inclusive prazos e resultado final. II – censura.256/66. 14. falta grave ou defeito moral que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. por escrito. por mais de trinta dias consecutivos ou de sessenta alternados. na falta de cumprimento dos deveres funcionais. • Provimento nº 16/07-CGJ. • Lei Estadual nº 5. I – de advertência. § 2º – A Corregedoria-Geral da Justiça deverá ser informada de todo procedimento administrativo disciplinar. 642 e 799 do CPP. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura e ainda nas hipóteses previstas nos arts.638/88. § 2º – Transitada em julgada a pena de suspensão. Art.256/66. § 1º – Aplicam-se ao regime disciplinar administrativo a técnica e os princípios da penalística. vício de jogos proibidos ou embriaguez habitual. nos casos de: a) procedimento irregular. art. Provimento nº 16/07-CGJ. sem licença da autoridade competente. • Lei Estadual nº 5. art. por ano. Deverá ser enviada cópia da portaria. nos casos previstos no Estatuto dos Servidores da Justiça e nas leis processuais. • Lei Estadual nº 5. Juiz de Direito § 3º – O Serviço de Cadastro da Corregedoria-Geral da Justiça manterá um sistema computadorizado de registro e controle dos processos administrativos.. d) condenação. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 17 . caluniosa ou difamatória à Justiça. prevista no art. 756. conforme modelo publicado na INTRANET. o princípio da fundamentação. art. art. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ.256/66. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. averiguação. VI – demissão. § 2º – O servidor que descumprir as obrigações trabalhistas e previdenciárias de seus empregados por ocasião da permuta. Art. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas. III – multa. nomeadamente o devido processo legal. 757.256/66. d) referência injuriosa. quando a falta for intencional ou de natureza grave. e) aplicação de mais de duas suspensões transitadas em julgado no decurso de doze meses. 68 – Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I – advertência. além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes. o contraditório. 70 – O servidor punido com pena de suspensão perderá. art. durante o período de execução. 758 e Lei Estadual nº 8. 761. art. • Provimento nº 16/07-CGJ. b) incontinência pública escandalosa. deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas de advertência. respectivamente.Trabalhando pela sua conquista. nos seguintes casos: a) abandono de cargo ou ausência de serviço. o in dubio pro acusado. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente.. VII – de demissão a bem do serviço público. V – suspensão até sessenta dias. V – de suspensão. geral e.

• Lei Estadual nº 5. arts. 747 a 751. art. obedecendo as ordens de seus superiores hierárquicos. nos livros ou papéis que fornecer. 60 – No decurso do expediente do Foro. II – exercer pessoalmente suas funções. 331 do CPP e do art. • Lei Estadual nº 8. § 1º.DA AÇÃO DISCIPLINAR SEÇÃO I . • Lei Estadual nº 5. 55 – O servidor deverá residir na Comarca onde for classificado e dela não poderá se ausentar sem ser substituído e sem licença do Diretor do Foro. e 159.256/66. • COJE. independente de pedido. cumpre: I – permanecer em seu local de trabalho todos os dias úteis durante as horas de expediente. • Resolução nº 110/94-CM. Art. durante as horas de expediente e nos locais de trabalho. §§ 1º e 3º. 54 – Nenhum servidor poderá exercer suas funções fora da Comarca. arts. § 1º – O recibo incluirá as despesas de condução. 62 – Além dos deveres comuns a todos os funcionários do Estado. • Lei Estadual nº 5. cumprindo a lei e observando fielmente o regimento e instruções sobre custas. 745 e 746. 158. zelando pelo prestígio do cargo da Justiça. a quantia recebida. § 3º – É vedado a qualquer servidor judicial o recebimento ou manipulação de dinheiro ou valores das partes ou interessados nos processos. Art. só podendo afastar-se do cargo em gozo de licença ou férias ou para exercer tarefa de interesse público relevante. Art. III – facilitar às autoridades competentes a inspeção em seu ofício. nos autos do processo. ainda que esta não o solicite. tratar e se fazer tratar com respeito.256/66. Art. • Lei Estadual nº 5. 747 a 751. SEÇÃO II .256/66. 59 – Em casos de urgência.DA RESPONSABILIDADE FUNCIONAL Art. os respectivos auxiliares pelos atos praticados nos serviços de seu cargo ou função. • Lei Estadual nº 5. § 2º – Os talonários utilizados serão arquivados no Cartório ou Ofício da Justiça durante 05 (cinco) anos. ainda que fora dos auditórios e Cartórios. • COJE. salvo para cumprir diligências. Art. arts. recibo discriminado das custas. e 159. servidores. Consolidação Normativa Judicial Da ação disciplinar: arts. quando devidas. 158. bem como praticar aos sábados. 61 – Os servidores devem atender à prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou ofício quando determinado pelo Juiz. Art. do COJE. salvo para requerimento administrativo de direito funcional assegurado em lei.DOS DEVERES Art.256/66. arts.121/85 Regimento de Custas. os atos indispensáveis à ressalva de direitos. § 2º. 66 – É dever do Escrivão regido pelo sistema privatizado de custas. exercer política partidária. nos casos de pedido de remoção ou permuta e de aposentadoria.256/66. Art. os servidores da Justiça têm o dever especial de exercer com zelo e dignidade as funções que lhes são atribuídas em lei. ressalvadas as hipóteses do art. 747 a 751. • Circular nº 04/88-CGJ. 65 – O servidor é obrigado a entregar à parte. §§ 1º e 2º. art. V – dar às partes. 64 – É vedado usar impressos do Poder Judiciário para fins pessoais. IV – não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus Cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavrarem. 57 – Constitui obrigação do servidor tratar com atenção as partes. arts. embora não haja expediente. Art. auxiliar o Juiz no desempenho de sua missão. sujeitos os infratores às penalidades previstas em lei. afastar-se dos respectivos Cartórios ou ofícios que devem permanecer abertos durante os horários prescritos. §§ 1º e 3º. • Lei Estadual nº 5. com especificação dos quilômetros rodados. partes ou seus procuradores. arts. Art. 58 – É defeso ao servidor. Município ou Distrito designado no título de nomeação. 743 e 744. §§ 1º e 2º. arts. 56 – É dever do servidor manter discrição sobre os serviços a seu cargo. e 159. 53 a 100 CAPÍTULO II . 118. • Lei Estadual nº 5. por qualquer forma.256/66. os servidores não podem. 67 – A ação disciplinar visa ao regular funcionamento da Justiça mediante aplicação da lei em 16 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . atender com urbanidade os advogados e membros do Ministério Público.DAS PENAS E SUA APLICAÇÃO Art. insinuar ou indicar patronos às partes que os devam constituir. § 2º. arts. os servidores são obrigados a atender às partes a qualquer hora. • Lei Estadual nº 8. 17.256/66. abstendo-se de comentar a matéria constante dos processos e papéis forenses bem como o comportamento dos Juízes. parágrafo único. 747 a 751. • Lei Estadual nº 5. parcela por parcela. 747 a 751.121/85 Regimento de Custas. 158. arts. § 2º. intermediar. Art. recibo discriminado de custas e cotar. SEÇÃO III . esclarecendo-as sobre o andamento dos feitos. agentes do Ministério Público. Art. solidariamente. §§ 1º e 2º. • COJE. 63 – Ao servidor. 53 – O servidor da Justiça será responsável pela ação ou omissão que praticar e. • Provimento nº 06/78-CGJ. 17. bem como.256/66. com relação aos serviços da Justiça. arts. comprovar a quitação do contrato de trabalho de seus empregados e a regularidade das obrigações previdenciárias.Trabalhando pela sua conquista. correspondente a cada ato realizado. arts. Art. 743 e 744.

aplicar penas disciplinares da sua competência. pedido de habeascorpus. XIX . 245. 470. 244. XVII . • Inciso II revogado pela Lei n° 12.determinar sindicância ou instauração de inquérito administrativo. XII . Parágrafo único acrescentado pela Lei n° 12. em serviço que lhe couber pela natureza do cargo.DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA MILITAR Art. com os Juízes. que entender necessárias. expedindo as portarias. pelo Procurador de Justiça ou por advogado.assinar. além das funções de correição permanente dos serviços judiciários e administrativos das Auditorias. nos termos da lei. Parágrafo único.zelar pelo funcionamento regular da Justiça Militar e perfeita exação das autoridades judiciárias e funcionários. após advertência. podendo. órgão de fiscalização e orientação. XI . A Corregedoria-Geral da Justiça Militar.decidir questões de ordem suscitadas por Juiz. nomeando os examinadores.decidir sobre o cabimento de recurso extraordinário e. se a este couber a decisão. X .377/05. XIV . Art. nos casos previstos em lei ou no Regimento Interno.requisitar força policial para garantia dos trabalhos do Tribunal ou dos seus Juízes. XXVIII . no caso de emprego de linguagem desrespeitosa ao Tribunal. a fim de ser apresentado à autoridade militar competente. XXII . XXIII .assinar os atos de nomeação dos cargos.julgar desertos e renunciados.suspender a sessão. de acordo com as instruções expedidas pelo Tribunal. ou submetê-las ao Tribunal.conhecer de reclamação escrita de interessado. XX . secreta ou não. XVI . 242. SEÇÃO II . ouvido o órgão do Ministério Público (art. ou para preservação da liberdade. na forma estabelecida no Regimento Interno. quando entender necessário. O Vice-Presidente poderá ser eleito para o período seguinte. XIII .convocar sessão extraordinária. III . regulada no Regimento Interno do Tribunal Militar.requisitar oficial para acompanhar oficial condenado. em caso que especificar. em caso de habeas-corpus preventivo concedido.proferir voto. durante as férias deste. recomendações e provimentos que entender convenientes. relevá-las ou revê-las.providenciar na execução da sentença. Oficiais e JuízesAuditores de acordo com a lei. relativamente a atendimento por funcionário do Tribunal. cassar-lhes a palavra.Trabalhando pela sua conquista. no caso de deferimento. O exercício do cargo de Vice-Presidente não impede que o seu titular seja contemplado na distribuição de processos e funcione como Juiz. as atas das suas sessões. do Código de Processo Penal Militar). para ordem nas discussões e resguardo da sua autoridade. terá as atribuições previstas no Código de Processo Penal Militar (art. XV . VIII . nas questões administrativas. os acórdãos do Tribunal e.conhecer e decidir ad referendum do Tribunal. os recursos de pena disciplinar que aplicar.fazer comunicações ao Tribunal. nos processos de competência originária do Tribunal. bem como para garantia do exercício da Justiça Militar. SEÇÃO III . mediante autorização do Tribunal.suceder o Presidente nos casos de vaga. XXVII . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 15 . com jurisdição em todo o território do Estado.determinar as providências necessárias para a realização de concurso.providenciar no cumprimento dos julgados do Tribunal por autoridade judiciária ou administrativa a que incumba fazê-lo. II – Revogado. e substituí-lo nos casos de licença ou impedimentos temporários.DA VICE-PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL Art. XXV . depois de aprovadas. quando julgar necessário. para as substituições necessárias.expedir salvo-conduto a paciente. no cumprimento dos seus deveres. voto de desempate nos demais julgamentos. quando este estiver no Tribunal. XVIII .atestar a efetividade e despachar os atos administrativos referentes ao Presidente. 243. XXIV . se assim entender necessário. com o Secretário. por simples despacho. a advogado que funcione no feito. XXVI . XXIV . no caso de sucessão do Presidente por prazo inferior a um ano. após o julgamento. exceto em recurso de decisão sua. XXI . Art. 498). do Tribunal. Compete ao Vice-Presidente: I . pelo tempo permitido no Regimento Interno. reconsiderá-las. mandar encaminhá-lo ao Supremo Tribunal Federal. quando não interpostos no prazo legal. As atribuições previstas no "caput" deste artigo serão da competência do Juiz eleito como Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado. ou convertê-la em secreta.conceder a palavra ao Procurador de Justiça e. à autoridade judiciária ou administrativa. § 2°.convocar. com caráter de qualidade no caso de empate. em sessão secreta ou não. tendo em atenção o seu posto. IX . cujo provimento pertencer ao Tribunal.377/05.

representar o Tribunal nas solenidades e atos oficiais.determinar. o Juiz. ressalvados os processos referidos no artigo anterior. inclusive os relativos a vencimentos. de 12. de 12. do Presidente. Conselho de Justiça. não consentindo interrupções nem uso da palavra a quem não houver sido concedida. apurando o vencido. tendo somente 14 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . no interesse da Justiça Militar. por força de lei ou do Regimento Interno do Tribunal. anual e plurianual.proferir voto em matéria administrativa e nas questões de inconstitucionalidade. Art. em processo originário. mandando retirar da sala das sessões as pessoas que perturbarem a ordem e autuá-las no caso de desacato ao Juiz. “b”. XVIII . no Tribunal.conceder ou revogar menagem ou liberdade provisória por decisão sua ou do Relator em processo originário.74).decidir. 240. da Justiça Militar. XIV . a substituição nos casos de ausência ou impedimento eventual e a convocação para completar o quorum de julgamento não autorizam a concessão de qualquer vantagem.decretar a prisão preventiva. ou de qualquer membro do Tribunal.6. a fim de ser feita a nomeação ou a promoção pelo Governador do Estado. 235. III .autorizar a expedição de todos os atos administrativos que acarretem aplicação de dotações orçamentárias. da Lei n° 6.atestar a efetividade dos Juízes e dos JuízesAuditores. em processo originário. computando-se os votos já proferidos. CAPÍTULO III . e (c) pela idade. mediante oportuna compensação. Art.717.elaborar. a qualquer título. 1°. § 1° O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá. este. faltas ou impedimentos. XIX . será dado substituto ao ausente. XV . alterar e modificar o Regulamento dos Serviços Auxiliares da Justiça Militar do Estado. 1°. SEÇÃO III . § 2° Somente quando indispensável para decidir nova questão surgida no julgamento. a classificação ou promoção de Juiz-Auditor. por decisão sua ou do Relator. Em caso de afastamento. diárias e passagens (art. Compete ao Presidente do Tribunal Militar: I .presidir às sessões do Tribunal.manter a regularidade dos trabalhos no Tribunal. “a”. em processo originário. ou durante o julgamento de recurso em decisão sua ou por intermédio do Relator. Parágrafo único. XXV . regula-se: (a) pela posse. VI . XII .remeter ao Procurador-Geral de Justiça ou à autoridade competente.corresponder-se com as autoridades públicas sobre todos os assuntos que se relacionem com a administração da Justiça Militar.praticar todos os demais atos da sua competência.DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL MILITAR Art. a órgão do Ministério Público. XXII . os habeas-corpus. 236. vantagens. gratificações. para fora do território do Estado. XIII .determinar a restauração de autos extraviados ou destruídos.determinar as medidas preventivas e assecuratórias previstas na lei processual militar. bem assim. ainda que o magistrado afastado seja o Relator. Serão redistribuídos.elaborar e aprovar as propostas orçamentárias. na ordem decrescente de antigüidade. os mandados de segurança e os feitos que. será substituído na forma prevista no Regimento Interno. nos casos de ausência.717. ou Juiz-Auditor. suspeição ou impedimento eventual.6. correição geral ou especial em Auditoria ou cartório judicial. XXVI . 237. cópia de peças ou documentos constantes de processo sob seu julgamento. pelo Vice-Presidente e. da Lei n° 6. em processo originário. Assistente Judiciário ou funcionário do Tribunal. O Presidente do Tribunal será substituído nas suas licenças. por período superior a trinta (30) dias. se for o caso. e todas as alterações que se fizerem necessárias durante a sua execução (art. em qualquer deles. quando julgar necessário. prejudicial surgida no curso do processo submetido ao seu julgamento. por decisão sua. (b) pela nomeação. Art.autorizar o afastamento. A redistribuição de feitos. XX . reclamem solução urgente. os feitos em seu poder e aqueles em que tenha lançado relatório. Para compor o quorum de julgamento. com a determinação das providências que se tornarem necessárias. cujo voto então. VII . consoante fundada alegação do interessado.DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR SEÇÃO I . e. XXIV . IV . salvo diárias e transportes. 239. XVI . Art.apreciar representação que lhe seja feita pelo órgão do Ministério Público. sempre que o afastamento do Juiz for por período igual ou superior a três (3) dias.Trabalhando pela sua conquista.aplicar medida provisória de segurança.DA SUBSTITUIÇÃO NO TRIBUNAL Art. nos termos da lei processual militar. em sessão secreta. A antigüidade do Juiz. revogá-la ou estabelecê-la. pelos demais membros. verificar a existência de crime que deva ser apurado.dar posse e deferir o compromisso legal a JuizAuditor e ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal. serão redistribuídos aos demais membros do Tribunal. de Juiz. V . quando. mediante oportuna compensação. 241.74). inclusive baixar atos administrativos relativamente aos seus magistrados e servidores. II . em que se apure crime de indiciado sujeito a seu julgamento. não se computará. XXI . para o procedimento legal cabível. Em caso de vaga. ou por intermédio do Relator.determinar a instauração de sindicância ou inquérito administrativo. os demais serão atribuídos ao nomeado para preenchê-la. XXIII . ou mediante representação de encarregado de inquérito policial militar. XVII . como os que pôs em mesa para julgamento. 238. em objeto de serviço ou de representação. sempre que julgar necessário. Art.

231. escrutínio secreto. f) os pedidos de correição parcial.DA DIVISÃO JUDICIÁRIA Art. mediante avocatória.eleger o seu Presidente e Vice-Presidente. após nomeados. § 4° Revogado (Lei n° 7. nos casos previstos em lei. g) os procedimentos para decretação da perda de cargo ou disponibilidade de seus membros e demais magistrados da Justiça Militar do Estado (arts. nomeados pelo Governador do Estado. CAPÍTULO II . (Vetado). por decisão sua ou despacho do Relator. organizar os seus Serviços Auxiliares e prover-lhes os cargos na forma da lei.DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS Art..O Tribunal Militar. previstos na lei processual militar ou no Regimento Interno.restabelecer. nos casos previstos em lei. bem como propor a criação ou a extinção de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos. pelo voto de dois terços dos seus membros efetivos. 233. ressalvados os casos de quorum especial. VII . IV .706/82. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 13 . assegurando-lhe defesa.. V . 184. e) os recursos de despacho do Relator. um VicePresidente e um Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado.Trabalhando pela sua conquista. pertencentes ao Quadro de Oficiais Combatentes da Brigada Militar e. d) a revisão de seus julgados e dos de 1ª instância. b) as apelações e os recursos de decisões ou despachos de Juízes inferiores. c) os incidentes processuais.os Juízes-Auditores Substitutos. ou entre estes e aqueles.conceder licenças e férias. § 1° A nomeação de Juiz Militar será feita dentre Coronéis da ativa. § 6º O Tribunal terá um Presidente.elaborar o seu Regimento Interno. nos casos previstos em lei. c) o habeas-corpus. bem como aos seus membros. X . por maioria de votos. III .propor. deferirlhes o compromisso legal. todos de investidura vitalícia. compõe-se de sete (7) Juízes. membros do Ministério Público e advogados de notório saber jurídico e ilibada reputação. a sua competência quando invadida por Juiz inferior. serão sempre dadas em sessão plena. para preservar a integridade de competência ou assegurar a autoridade do seu julgado. vedada a reeleição. § 3° No Tribunal Militar. 230 a 245 TÍTULO I . com mais de trinta e cinco (35) . são de 1ª entrância.. SEÇÃO II . a perda do cargo e decretar a remoção ou a disponibilidade do Juiz-Auditor. militares. . (Vetado). Compete ao Tribunal Militar do Estado: I . 230. nos termos da lei processual militar. pessoal do Tribunal ou do juízo.resolver.conceder desaforamento de processo. III . nos casos previstos em lei. com sede em Porto Alegre. 3°). XI . seu Presidente ou Juiz-Auditor. aos seus membros e demais Juízes. 26 e 27 da Lei Complementar n° 35/79). h) a reclamação. quer administrativas. b) Revogado (Lei n° 8.os Juízes-Auditores.os Conselhos de Justiça. • Artigo com redação dada pela Lei nº 7. um dos Juízes será. bem como os de atribuições entre autoridades administrativas e judiciária. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança no serviço da Justiça. . no exercício dessa atribuição.. com sede na Capital e jurisdição no território do Estado. 234.DA COMPOSIÇÃO E COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS MILITARES SEÇÃO I .julgar: a) os embargos às suas decisões. 232.DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL Art. nos termos da lei processual militar. são classificadas em 2ª entrância. relacionados em quadro especial. e proceder da mesma forma quanto à disponibilidade de qualquer de seus membros. TÍTULO II . questão Da Justiça Militar: arts. • § 6° com redação dada pela Lei n° 12. IX . obrigatoriamente.baixar instruções para realização de concurso de Juiz-Auditor e servidores da Justiça Militar.. inclusive requisitar força armada.. Art.763/88. § 5° O número de membros do Tribunal Militar só poderá ser alterado por proposta do Tribunal de Justiça. todas com o território de jurisdição fixado em lei (Quadro Anexo). d) os recursos de penas disciplinares aplicadas pelo próprio Tribunal. § 2° A 1ª e a 2ª Auditorias. Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e. escolhido dentre os Juízes-Auditores. por dois anos. e) os Oficiais da Brigada Militar para decretação da perda de posto e da patente. sendo quatro (4) militares e três (3) civis. exceto a 1ª.processar e julgar originariamente: a) os mandados de segurança contra atos administrativos do próprio Tribunal ou de seu Presidente. art. eleitos dentre seus membros efetivos. § 1° Cada circunscrição judiciária terá uma Auditoria. IV . O Tribunal Militar. (Vetado). a 3ª e a 4ª Auditorias.377/05. para efeito da administração da Justiça Militar. § 2° A nomeação dos Juízes civis será feita dentre Juízes-Auditores. com sede respectivamente em Passo Fundo e em Santa Maria. VI . divide-se em três circunscrições judiciárias. modificá-lo ou reformá-lo..DA COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR Art. darlhes posse e. II . quer judiciais. II . Art. VIII .decidir os conflitos de competência de Conselhos de Justiça e de Juízes-Auditores entre si. nos termos da lei e do Regimento Interno. anos de idade. São Órgãos da Justiça Militar do Estado: I . As decisões do Tribunal Militar.DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA CAPÍTULO I . bem como expedir atos administrativos aos servidores que lhes forem subordinados. por indignidade ou incompatibilidade para o oficialato. O território do Estado do Rio Grande do Sul. que terá duas (2).660/82)..

Parágrafo único.A preferência estabelecida nos casos dos incs. Na mesa. Art. ninguém poderá penetrar no recinto privativo do Arts. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. As audiências e sessões dos Juízes de primeira instância serão públicas. 179. Art. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. 182. para executar suas ordens. poderão ser registrados em aparelhos de gravação ou mediante taquigrafia ou estenotipia. As audiências dos Juízes realizar-se-ão em todos os dias de expediente. 171. O início e o fim das audiências. Poderá o Juiz dar-se por suspeito se afirmar a existência de motivo de natureza íntima que. 157. O servidor da Justiça vitalício ou estável que. CAPÍTULO I . 181. Os atos ocorridos nas audiências. sem outra interrupção que a resultante das férias forenses. ficando a testemunha à frente do Juiz.na mesma comarca ou distrito. 177. precedendo autorização do Corregedor-Geral da Justiça (redação dada pela Lei n° 11. Em todos os casos previstos neste capítulo e nos códigos de processo. o mesmo fazendo o patrono do autor e este. § 2° As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. o patrono do réu e este. além dos casos previstos em lei. As correições e inspeções não interrompem as audiências. 178. em conseqüência. se não o fizer. Parágrafo único. evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito necessário à administração da Justiça. o mais antigo no serviço público. em linha reta ou colateral até o terceiro grau: I . 170. Art. 155. 170 a 184 CAPÍTULO III . for privado do exercício de suas funções terá sua situação regulada no Estatuto dos Servidores da Justiça. Art.133/98). tomarão assento o Escrivão. os servidores.053/97). os Juízes. Art. § 1° Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: a) advertência e chamamento nominal à ordem. No recinto do Tribunal e nas salas de audiências. do Juiz competente. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado. gir o serviço. por motivo justificado. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator.Trabalhando pela sua conquista. Art. Art. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. 172. Durante a audiência ou sessão. II . as partes. 153. I . Art. As sessões. Parágrafo único. 174. os Oficiais de Justiça devem conservar-se de pé. 154. se necessário. para com o Escrivão do feito. o lugar do Juiz será destacado dos demais. Art. salvo deliberação em contrário. Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo. consangüíneo ou afim. poderá ser recusado por qualquer das partes. As pessoas presentes às audiências e sessões deverão. 175. por motivo de incompatibilidade. bem como o pregão das partes. Art. advogados e mais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório (redação dada pela Lei n° 11. 180. 173. inclusive as sentenças prolatadas. sempre que o exi- 12 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . III .DAS AUDIÊNCIAS Art. Art. para lançamento posterior nos livros competentes.o vitalício. II . Durante as audiências. 176. II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade. Art. A preferência estabelecida nos incs. serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. Parágrafo único. na mesma relação de parentesco. Os espectadores poderão permanecer sentados. Sem consentimento do Juiz ou do Escrivão. 183. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem à alguma leitura. b) expulsão do auditório ou recinto do Tribunal.133/98). Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. as audiências e o expediente do Tribunal de Justiça regular-se-ão pelo Regimento Interno (redação dada pela Lei n° 11. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. Nenhum menor de dezoito (18) anos poderá assistir à audiência ou sessão de Juiz ou Tribunal sem permissão do magistrado que a presidir. Parágrafo único . haverá lugares especiais destinados a servidores.no mesmo feito ou ato judicial. os espectadores e as pessoas enumeradas no artigo anterior devem apresentar-se convenientemente trajadas (redação dada pela Lei n° 11. Nas audiências ou sessões do Tribunal. Art. para posterior transcrição.QUANTO AOS SERVIDORES Art. devendo os escrivães.se ambos vitalícios. Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente. excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. terá preferência em relação aos demais. conservar-se descobertas e em silêncio. à esquerda. Art. § 2° Se a infração for agravada por desobediência. As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. 156. o iniba de julgar. Art. consangüíneo ou afim. partes. o que tiver mais tempo de serviço na comarca ou distrito.se igual o tempo. o Juiz deverá dar-se por suspeito ou impedido e. Art.133/98). ou quaisquer outras pessoas. à disposição do Juiz. § 1° Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver. desacato ou outro fato delituoso. Art. a fim de ser processado. II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade.

não poderão ter assento na mesma Câmara. 124. 122. 150. que votar. 102) incumbe a guarda. pessoalmente. tanto em serviços ou obras públicas da administração direta ou indireta como em entidades privadas. 117. Art. Aos Avaliadores (art. 118. poderá ser posto à disposição da CorregedoriaGeral da Justiça. conservação e administração dos bens que lhes forem confiados. 152. SUBSEÇÃO X . irmãos ou cunhados. Aos Assistentes Sociais Judiciários incumbe pesquisar. SUBSEÇÃO VIII . II . SUBSEÇÃO VII . durante o cunhadio. as citações e demais diligências ordenadas pelos Juízes. não sendo isso possível. consangüíneos ou afins. o mais antigo no serviço público. II . § 1° O disposto neste artigo não se aplica às comarcas providas de cinco (5) ou mais varas. § 2° Igual impedimento verificar-se-á com relação ao agente do Ministério Público e advogado domiciliado na comarca. SUBSEÇÃO VI .DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Art.DOS COMISSÁRIOS DE MENORES (o art. regulamentos e provimentos. Aos Atendentes Judiciários (transformados em “Oficial Escrevente”) incumbe: I .DOS IMPEDIMENTOS E INCOMPATIBILIDADES Art. o atender. consoante disposto no Estatuto da Magistratura. Art. o exijam. SUBSEÇÃO XI . por fé. das penas restritivas de direitos enumeradas no art. até ser aproveitado. IV . segundo escala ou designação do Diretor do Foro e. não poderão funcionar como Juízes os cônjuges. em virtude de execução por título judicial ou extrajudicial. pelo sentenciado. o Oficial de Justiça que efetuar recebimento deverá. em Tribunal Pleno. 102) incumbem as atribuições que lhe são conferidas pelas leis processuais.fiscalizar pessoalmente o cumprimento. ou de suspensão em caso de reincidência. III . 150 e 157 TÍTULO IV . datilógrafo e estafeta. Na mesma comarca. 26 da Lei n° 10.realizar. Arts. Juízes com os impedimentos antes referidos. estudar e diagnosticar os problemas sociais nos feitos que. 120. Aos Oficiais de Justiça incumbe: I .720/96 transformou os Comissários em "OFICIAL DE PROTEÇÃO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE") Art. Aos Comissários de Vigilância incumbe: I . citado para pagamento.se igual o tempo. III .atender a outros encargos que lhes forem cometidos por lei ou regulamento e cumprir as determinações e mandados do Juiz das Execuções Criminais.DOS ASSISTENTES SOCIAIS JUDICIÁRIOS Art. em relação aos demais: I .DOS DEPOSITÁRIOS Art. ascendentes e descendentes. assinando os respectivos autos.exercer outras atribuições que lhes forem atribuídas pelo Juiz ou pelo titular da serventia. 151. o devedor. Aos servidores ou pessoas designadas ou nomeadas Depositários (art. por motivo de incompatibilidade.se ambos vitalícios. os Oficiais de Justiça serão substituídos.720/96). informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios sobre o cumprimento das obrigações a ele impostas.apregoar os bens que devam ser arrematados.DOS AVALIADORES Art. 150 e 151. caput.074/90) Art. terá preferência. 119. arquivista. § 2° A infração ao disposto no parágrafo anterior sujeita o servidor a pena de multa. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 11 . II . bem como afixar e desafixar editais.lavrar certidões e autos das diligências que efetuarem. O Magistrado que. excluirá a participação do outro. anterior. portando. Art.proceder pessoalmente a todas as investigações relativas aos sentenciados colocados em trabalho externo.executar os serviços de expediente e de atendimento e exercer as funções de protocolista. III . SUBSEÇÃO IX .DOS ATENDENTES JUDICIÁRIOS (os cargos de Atendente Judiciário foram transformados em cargos de "OFICIAL ESCREVENTE" pela Lei n° 9. Aos Comissários de Menores incumbe proceder a todas as diligências previstas na legislação especial de menores e executar as determinações do respectivo Juiz (transformado em “Oficial de Proteção da Infância e da Juventude” pela Lei n° 10. a critério do Juiz.cumprir as determinações dos Juízes. Em suas faltas e impedimentos. por quem o Juiz do feito nomear ad hoc.fiscalizar pessoalmente o cumprimento das condições impostas aos liberados condicionais e aos beneficiados por suspensão condicional da pena. em Grupos de Câmaras Cíveis e Criminais.DOS COMISSÁRIOS DE VIGILÂNCIA Art. observando o que a respeito dispuser a legislação processual. § 3° Exceto em atos ou processos administrativos ou de jurisdição graciosa dos tribunais.o vitalício.Trabalhando pela sua conquista. SUBSEÇÃO XII . recolher as importâncias recebidas ao cartório em que tramita o feito. 123. II . ficar impedido de exercer as suas funções. IV . Verificada a coexistência de Juízes na situação prevista nos arts. § 4° Nos tribunais. de imediato. o primeiro dos membros mutuamente impedidos. § 1° Quando. cônjuges e parentes consangüíneos ou afins em linha reta. o respectivo ato. informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios. 43 do Código Penal ou em outras leis penais. o que tiver mais tempo de serviço da comarca. 121. não poderão funcionar conjuntamente como Juízes. bem como em linha colateral até o terceiro grau.

de acordo com o respectivo Regimento. XII. quando for o caso. II . serão organizados índices alfabéticos facultando o uso de fichário ou computador. d) penal. notificação. do Alto Petrópolis e do Partenon haverá um cargo de Distribuidor-Contador (art. conferido pelos Escrivães respectivos. as quantias recolhidas. Art. § 2° As certidões. nos casos enumerados no inc. 15 . o dia e hora de sua apresentação em cartório. nas petições. 13 . não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. 96) (Lei n° 10.manter e escriturar o livro e protocolo geral e os demais livros de uso obrigatório. I será exercida por Oficial Escrevente da Vara. SUBSEÇÃO IV . art. antes de publicada a sentença. V . Art. a função do inc. mediante indicação do respectivo Juiz titular. observadas as determinações da Corregedoria-Geral da Justiça. 108.proceder aos cálculos de liquidação de impostos e taxas. criado em lei. juros. mensalmente. autenticar. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido. Quando não puder realizar intimação fora do cartório. salvo às partes e a seus procuradores. serão atendidos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da Vara da Direção do Foro. em substituição. pelo Escrivão designado. com relação aos demais servidores do cartório. as precatórias para citação.lançar esboços de partilhas.autenticar reproduções de quaisquer peças ou documentos de processos. Distribuidor ou Contador Judiciário. VI . § 1° Nos casos previstos no inc. seu rendimento e atualização. c) formado em segredo de justiça (CPC.além do registro dos feitos no livro respectivo. § 3° Do indeferimento. bem como nas comarcas do interior de maior movimento forense. praticar todos os atos do ofício. e.remeter. decisões e despachos. quando designado. 155). datilografando os respectivos termos. expedindo guias de recolhimento. 114. contra menor. concomitantemente com o Escrivão. Aos Distribuidores incumbe a distribuição dos feitos.DOS DISTRIBUIDORES Art. vedada mais de uma designação para cada ofício judicial.exercer outras atribuições compatíveis que lhes forem cometidas pelo Juiz ou pelo titular da serventia. exercer. SUBSEÇÃO III . 109. as cartas rogatórias.DOS CONTADORES JUDICIÁRIOS Art. bem como a expedição de alvará de folha corrida.DOS OFICIAIS ESCREVENTES Art.auxiliar o Juiz. XII. 17 . ao Tesouro do Estado. No Foro Centralizado e nos Foros regionais da Comarca de Porto Alegre.DOS OFICIAIS AJUDANTES Art.contar salários.extrair. 115. III . aos Oficiais Ajudantes.proceder ao cômputo de capitais. 116. Art. Art. e) especial.substituir o Escrivão. antes de realizado. 16 . no caso de vaga.fiscalizar e zelar pela freqüência e observância dos horários.os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça. as funções do titular do cartório. sempre fundamentado. Art. multas e honorários de advogado. será utilizado na distribuição o serviço de computação de dados. SUBSEÇÃO V .atuar nas audiências. Nenhum processo será encaminhado à segunda instância ou poderá ter a execução iniciada. a) de interdição. desde que este cargo.Trabalhando pela sua conquista. IV . intimação e para inquirição das pessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem inquiridas. § 1° Na Comarca da Capital e nas de entrância intermediária. penas convencionais. IV . autorizado pelo Juiz. 107. V . emolumentos e custas judiciais. sem que o Juiz haja visado a respectiva conta de custas. bem como o mapa demonstrativo.certificar.proceder a todos os cálculos aritméticos que nos feitos se tornem necessários. conferir e consertar traslados.datilografar sentenças. Art. 113. por este Código. Os Oficiais Ajudantes podem. somente serão fornecidas mediante petição deferida pelo Juiz competente. os Escrivães e os Oficiais não poderão fornecer informações verbais sobre o estado e andamento dos feitos. e em resoluções do Conselho da Magistratura e da Corregedoria-Geral da Justiça. b) de arresto ou seqüestro. O expediente administrativo do Diretor do Foro. do Sarandi. 112. f) administrativo. de caráter reservado. Aos Oficiais Escreventes incumbe: I . até o seu provimento. caberá recurso voluntário para o Conselho da Magistratura. 111. inclusive realizando pesquisas de jurisprudência e doutrina. Compete. às entidades de classe. extrairá mandado para que a diligência seja efetuada por Oficial de Justiça.866/96).720/96 criou um cargo de Distribuidor-Contador para o Foro Regional do Quarto Distrito criado pela Lei n° 10. ainda. III .cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. contempladas em lei. § 2° O Oficial Escrevente poderá ser designado para exercer a função de Oficial Ajudante. SUBSEÇÃO II . III . observadas as seguintes normas: I . esteja vago ou seu titular licenciado por prazo superior a trinta (30) dias.realizar todos os atos que lhes forem atribuídos pelas leis processuais. Aos Contadores Judiciários incumbe: I . nas do interior do Estado. 110. em suas faltas e impedimentos ou. antes da pronúncia ou sentença definitiva. II . 14 . 18 . A designação prevista neste parágrafo não pode ser cumulada com a referida no parágrafo 10 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . II . Junto a cada uma das varas regionais da Tristeza. o Escrivão.

Nos ofícios enumerados no art. 2º) Distribuidor. organizando e conservando atualizados índices e fichários. Art.131/86) § 2º . os quais terão serviços privativos de acordo com os das respectivas Varas. os titulares de ofícios do Foro judicial e extrajudicial. a função de Avaliador ou de Depositário poderá ser exercida por pessoa nomeada e compromissada pelo Juiz do feito. 91. Parágrafo único .131/86) § 1º . 5º) Oficial Ajudante. 6º) Ofícios de Protestos Cambiais. a Juiz.DAS ATRIBUIÇÕES SUBSEÇÃO I . 93 .fornecer certidão. com as atribuições correspondentes à competência do respectivo Juiz.Nos Ofícios Distritais.Em casos excepcionais. à atividade judicial. 7º) Ofícios dos Registros Públicos. 98 . 99 . livros e papéis a seu cargo. (Redação dada pela Lei nº 8. 2 . (Vide Lei nº 10. quando for o caso.atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências. 4º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Parágrafo único . 10 .A organização e classificação dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Justiça são definidos nos respectivos Regimento Interno e Regulamentos. 12 . a nota de expediente.Na categoria especial ficam reunidos os funcionários cujas atribuições não digam respeito.elaborar diariamente.Dos Servidores do Foro Judicial Art. diretamente pela parte ou seu procurador. custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes. 94 . diariamente. o cartório em que estiver lotado.preparar. designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. ao fim de cada bimestre. em estabelecimento autorizado. 3 . CAPÍTULO II .manter classificados e em ordem cronológica todos os autos. Art. autos conclusos ou com vista. afixando também uma cópia em local público. os Oficiais Ajudantes. 106 a 124 SEÇÃO II . livros e papéis findos. bem como os de categoria administrativa da Vara de Menores. livros e papéis de seu cartório. 4º) Distribuidor-Contador. os Oficiais Escreventes. 8 . 9 . todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem. as atribuições de Contador e Distribuidor serão reunidas num só cartório.A cada Vara corresponderá um cartório. 7 . privativo ou não. (Redação dada pela Lei nº 11.Gozam de fé pública. 3º) Contador Judiciário. 6º) Oficial Escrevente. a estas corresponderão o número de cartórios e sua denominação.720/96) 10º) Comissário de Vigilância.zelar pela arrecadação da taxa judiciária.DAS CATEGORIAS E CLASSES FUNCIONAIS DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA Art. que deve ser publicada. (Vide Lei nº 9. livros e papéis no seu cartório. 97 . 11 . salvo quando a certidão se referir a processo: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 9 . 5 .remeter à Corregedoria-Geral da Justiça. Seção I . 8º) Ofícios dos Registros Especiais. quando em substituição ou se juramentados. Aos Escrivães. observada a forma prescrita. 95 . (Redação dada pela Lei nº 8. 9º) Comissário de Menores. os Oficiais de Justiça e.074/90) 8º) Oficial de Justiça.ter em boa guarda os autos. sob proposta fundamentada do Juiz de Direito Diretor do Foro. expedindo as guias para o respectivo depósito.Na comarca de Porto Alegre. c) servidores de categoria especial. 7º) Atendente Judiciário. depois de vistos em correição. serão lotados os seguintes servidores: 1º) Escrivão.As funções gratificadas de Depositário Judicial e de Avaliador Judicial serão exercidas por servidor judicial. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais. b) servidores extrajudiciais.entregar. Art.Sob a denominação de Ofício dos Registros Públicos podem ser reunidos em um só Ofício o Registro de Imóveis. 9º) Ofícios Distritais. 100 . demonstrativo do movimento forense do seu cartório. 236 e 237).Considerada a classificação dos ofícios e o âmbito das respectivas atribuições funcionais.recolher ao Arquivo Público. incumbe: 1 . diretamente. o expediente do Juiz.DOS ESCRIVÃES Art. tendo em vista a natureza do bem ou direito a ser avaliado. arts. Art. Art. 106. 102 . nas demais comarcas. as atribuições do Contador ficam a cargo do respectivo oficial.Nas Comarcas que disponham de quatro ou mais Varas. 101 . 6 . do que constar nos autos. Promotor ou Advogado.escrever. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais. Art.Sob a denominação de Ofício dos Registros Especiais podem ser reunidos o Registro Civil das Pessoas Jurídicas. 96 . ou do bem a ser depositado. 5º) Ofícios do Registro de Títulos e Documentos.131/86) Arts.133/98) Art. o Registro Civil das Pessoas Naturais e das Pessoas Jurídicas. privativos ou não. independentemente de despacho. na comarca da capital e naquelas em que houver órgão de publicação dos atos oficiais (CPC. 11º) Assistente Social Judiciário. (Redação dada pela Lei nº 8. haverá uma função gratificada de Depositário Judicial e uma função gratificada de Avaliador Judicial. haverá uma função gratificada de Depositário-Avaliador Judicial. sob a supervisão e direção do Juiz. três são as categorias de servidores: a) servidores judiciais. que lhe arbitrará a remuneração.Trabalhando pela sua conquista. sendo denominados serventuários. Art. 4 . mediante carga.Nas Varas Regionais e nas Comarcas do interior do Estado.chefiar. os autos.

Art. produzir prova documental e arrolar testemunhas. pelos quais tramitam os processos de qualquer natureza. a autoridade processante os requisitará a quem de direito. 785 . no prazo de três dias. § 1º . ou quando esta se limitar às penas de advertência.Trabalhando pela sua conquista.O servidor suspenso preventivamente terá direito a: I . ao Corregedor Geral. Art. para a apresentação de razões. compreendem: 1º) Cartórios privativos de Varas Criminais. § 4º .Os ofícios do Foro Judicial. até noventa dias desde que a sua permanência no cargo possa prejudicar a investigação dos atos. após o interrogatório. as provas colhidas. judicar o andamento do processo. neste caso.O recurso será interposto. no prazo de cinco dias. 789 . 5º) Cartórios de Distribuição.O indiciado dentro de dois dias. prosseguir-se-á nos demais termos do processo.A testemunha não poderá eximir-se de depor. e não indicando o indiciado.A folha de serviço do indiciado constará dos autos do processo. poderá requerer diligência. § 3º . quando do processo não resultar punição. § 2º . ou ao Conselho Superior da Magistratura. 99 a 102 TÍTULO III .Da aplicação da pena disciplinar caberá recurso à autoridade imediatamente superior a que impôs a sanção. propondo a absolvição ou a punição e. Parágrafo único . § 4º . Parágrafo único . recebê-los com efeito meramente devolutivo.contagem do tempo de serviço relativo ao período de suspensão preventiva. 91 .Os ofícios do Foro Extrajudicial nos quais são lavradas as declarações de vontade e executados os atos decorrentes da legislação sobre registros públicos compreendem: 1º) Tabelionatos. à autoridade julgadora. (Redação dada pela Lei nº 11. 788 . Art.vencimentos do cargo ou função. o recurso subirá.Não encontradas as testemunhas de defesa. Art.Os recursos previstos neste estatuto terão efeito suspensivo. 790 . 787 . Art. a contar da data em que o interessado tiver conhecimento da decisão. 782 . podendo a autoridade.Os Serviços Auxiliares da Justiça são constituídos pelos ofícios que integram o Foro Judicial e o Extrajudicial e. Código de Organização Judiciária do Estado Noções gerais de organização judiciária Arts. III . § 2º . 786 . que o julgará dentro de dez dias.No relatório. outras em substituição. § 1º . o número de testemunhas de cada um não excederá de três. § 1º . Art.133/98) Art. à autoridade competente. 784 . as razões da exceção. Art. as razões de defesa. 3º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Naturais.A suspensão preventiva poderá ser prorrogada. 7º) Cartórios de Distribuição e Contadoria.Durante o processo poderá o juiz ordenar qualquer diligência que tenha requerida ou se lhe afigure necessária ao esclarecimento do fato. à instância administrativa superior. salvo nos casos previstos no Código de Processo Penal. será remetido para julgamento.Os servidores públicos arrolados como testemunhas serão requisitados aos respectivos chefes de serviço e os militares. em casos especiais.A pedido do juiz processante ou de ofício poderá o Corregedor Geral ordenar a suspensão preventiva do servidor. o juiz apreciará as irregularidades e faltas funcionais imputadas ao indiciado.Se a decisão for mantida.Poderá o juiz sugerir quaisquer outras providências que lhe parecerem necessárias. por três dias. indicará a pena a ser aplicada. SEÇÃO VI . censura ou de conversão da suspensão em multa.DA CLASSIFICAÇÃO Art. Art. Art.Findo o processo. caso em que este poderá produzir outras provas em sua defesa. § 2º . 92 . em mãos do secretário. II . mediante petição fundamentada. SEÇÃO V . o juiz apresentará o seu relatório. 2º) Ofícios do Registro de Imóveis.Da Suspensão Preventiva Art. justificando. o das Secretarias do Tribunal de Justiça. § 3º . ao comando a que estejam subordinados. 791 .Havendo no processo mais de um indiciado.Havendo necessidade de concurso de técnicos ou peritos oficiais. 6º) Cartórios de Contadoria.contagem de tempo de serviço correspondente ao período de afastamento que exceder o prazo de suspensão. 792 .O prazo de interposição de recurso é de cinco dias. 8 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 783 . 3º) Cartórios privativos de Varas Especializadas.Findo o prazo do artigo anterior. 2º) Cartórios privativos de Varas Cíveis. conforme o caso.O órgão competente proferirá a decisão no prazo de dez dias. quando esta for a pena aplicada. Art.Encerrada a instrução o indiciado terá vista dos autos. bem assim.É permitido ao juiz tomar conhecimento de argüições novas que surgirem contra o indiciado.DOS SERVIÇOS AUXILIARES DA JUSTIÇA CAPÍTULO I . 90 . no prazo de cinco dias.Dos Recursos das Penas Disciplinares Art. 4º) Cartórios Judiciais não Privativos.

§ 1º .Da Sindicância Art. as datas em que as publicações foram feitas. por escrito. sempre que tiverem conhecimento de faltas funcionais. 756. inquirindo. assistir aos atos probatórios. em carta como aviso de recebimento.O processo administrativo será realizado por um magistrado. sindicância a respeito.Somente por motivos excepcionais poderá ser autorizada mais uma prorrogação. § 3º .O processo administrativo será iniciado no prazo de três dias contados do recebimento da designação e concluído dentro de trinta dias. Art. 777 . Art.facultativamente. SEÇÃO III . § 2º . o juiz ouvirá o representante e o prejudicado. suspendendo ou não preventivamente. requerendo o que julgar conveniente aos seus interesses.Feita a citação. após o processo administrativo de que trata este Código. 769 . 766 . ao servidor indiciado. remeterá os autos ao juiz diretor do foro da comarca de origem. o autor da representação.Achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. II . em relatório sucinto. Art. das decisões disciplinares dos juízes de primeira instância.Nos casos dos incisos I a V do art. com defensor designado pelo juiz. 756. 781 . pessoalmente ou por intermédio de defensor. independentemente de sindicância ou processo administrativo.como preliminar do processo administrativo. passando a inquirir as testemunhas. em número não superior a cinco. 765 . hora e local da audiência inicial.O Corregedor Geral. Art. Art. salvo prorrogação concedida pelo Corregedor Geral. deverão comunicar. passível de suspensão ou.O prazo a que se refere o § 2º será contado da primeira publicação.Dos Atos e Termos do Processo Administrativo Art. Parágrafo único . 763 . com o prazo de dez dias. II . 779 . Art. as testemunhas e o servidor. Art. § 4º . quando confessada documentalmente provada ou manifestamente evidente a falta. certificando o secretário. Art. devendo constar no respectivo mandato o resumo o fato a apurar o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas. o juiz processante fará citar o indiciado. juntando-se ao processo o comprovante.Aplicam-se no processo administrativo as disposições da legislação penal.O juiz que não cumprir o disposto no artigo será punido com a pena de suspensão. quando a falta possa determinar a aplicação das penas previstas nos incisos VI e VII do artigo 756.O juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário. 772 . ao baixar portaria. cará as penalidades previstas nos incisos VI e VII. Art.Não sendo encontrado o indiciado ou ignorando-se o seu paradeiro. § 3º .obrigatòriamente. até noventa dias.VETADO. quando fôr o caso de imposição de pena de suspensão até sessenta dias.No dia designado.O juiz poderá determinar o afastamento do defensor que criar embaraços ou procurar pre- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 7 . Parágrafo único . bem como o dia.Trabalhando pela sua conquista. 774 . excetuados os casos do art. e interrogará o indiciado. sem formalidades. nomeará magistrado para instaurar o processo administrativo. designado pelo Corregedor Geral. a pena poderá ser aplicada. 780 . Art.O indiciado tem direito de. Parágrafo único . 768 . à vista da comunicação de que trata o artigo anterior ou em virtude de representação. solicitará ao diretor do foro. Parágrafo único . quando a falta não se revelar evidente. no caso do estágio probatório.Cabe sindicância: I .O Conselho Superior da Magistratura ou o Corregedor Geral. ou. à vista do processo administrativo revelador do fato penal punível. Art. no processo. 771 . 756. a autoridade poderá determinar novas diligências e. será citado por via postal. inserto duas vezes no órgão oficial. nos casos dos incisos VI e VII do art. praticadas por servidor que possam determinar a aplicação das penas previstas no art.como condição da imposição das penas previstas nos incisos I a V do art.O Corregedor Geral. até sessenta dias. Art. 778 .De posse do relatório e à vista das informações. Art. quando houver qualquer representação sôbre a irregularidade ou falta do servidor. para os fins convenientes.O processo administrativo será promovido: I . 767 . inciso VI e VII. em grau de recurso. 776 .O Corregedor Geral conhecerá. 764 . sem que compareça o indiciado.Das decisões originárias do Corregedor Geral caberá recurso para o Conselho Superior da Magistratura. se for o caso. 756.A sindicância é obrigatória na esfera administrativa. de demissão. se houver. afinal. 773 . se houver. Art. SEÇÃO II . SEÇÃO IV .Iniciando o processo. advogados e os agentes do Ministério Público. na matéria. § 2º . à autoridade que o nomeou.Do Processo Administrativo Art. o processo seguirá à sua revelia. 770 . Art. decidirá ou mandará instaurar o processo administrativo.A sindicância poderá ser feita por juiz ou serventuário da Justiça. desde logo. preferencialmente por juiz corregedor. ao Corregedor Geral da Justiça. designará o juiz processante e mencionará o motivo do processo e o tempo em que deverá ser ultimado. apreciará os documentos que possam esclarecer a infração.As autoridades judiciárias. e de tudo dará conhecimento. 775 .O sindicante verificará as circunstâncias do fato.O juiz denegará requerimento impertinente ou manifestamente protelatório ou de nenhum interesse para o esclarecimento de fato. 763. Art. a citação se fará por edital.

Art.a de multa nos casos previstos neste Código e nas leis processuais. deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas dos incisos I a III do art. a importância será correspondente a uma mensalidade. f) violação de segredo de Justiça. verbalmente ou por escrito. § 3º . 757 . c) condenação a pena privativa de liberdade. desde que a inflação não seja punida com pena mais grave.a de suspensão quando a falta for intencional ou de natureza grave. II .Se o servidor percebia apenas custas.O Conselho Superior da Magistratura.a de demissão nos casos de: 6 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Trabalhando pela sua conquista. nos feitos em que funcionarem. 759 .Das Penas e sua Aplicação Art. 762 . VII . a) abandono de cargo. pelo reiterado retardamento dos feitos e corresponde aos dias excedidos. vício de jogos proibidos ou de embriaguez habitual.Toda pena imposta a servidor deverá ser comunicada ao Conselho Superior da Magistratura. Art. falta grave ou defeito moral. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas.Quando o serviço público o exigir.As penas do artigo anterior serão aplicadas: I . mediante a apresentação da certidão de óbito e. é assegurado uma pensão nas mesmas condições previstas nos artigos 536 a 542 deste Código. 756. no caso do parágrafo anterior.O Conselho Superior da Magistratura só apli- CAPÍTULO II . b) recebimento de quaisquer vantagens. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. 761 . caluniosa ou difamatória à Justiça. 760 .demissão. § 2º . ou ausência do serviço.A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo. b) a incontinência pública escandalosa. Art. do servidor que falecer. 756: I . VII . além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes. 756 .suspensão até sessenta dias. viúva e filhos. SEÇÃO VI . condenação judicial punida com reclusão. III . que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. pagos pelo servidor.O titular de vara ou seu substituto legal nos casos dos incisos I e IV. aos herdeiros necessários do servidor da Justiça. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro. do. o diretor do foro ou seu substituto legal nos casos dos incisos I a V. em qualquer tempo.a de censura na falta de cumprimento dos deveres funcionais. e) mais de duas suspensões passadas em julgado. do art. V . até a quantia referida neste artigo.A despesa correrá pela dotação própria do cargo. quem houver custeado o funeral do servidor. II . sem causa justa.demissão a bem do serviço público. d) referência injuriosa.Na falta das pessoas enumeradas. em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. após ter contribuído para o Instituto de Previdência do Estado. nos casos previstos nos incisos VI e VII. VI . para atender às despesas de funeral e de luto.a de demissão a bem do serviço público nos casos de: a) procedimento irregular. em três meses.São competentes para a aplicação das penas previstas no art. II .O Conselho Superior da Magistratura. ou em virtude de sentença judicial. respectivamente. autoridades públicas. até o máximo de cinco dias do vencimento do cargo ou função. por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente a função pública. SEÇÃO V . Parágrafo único .censura. III . III . no decurso de doze meses. Art.a de perda de vencimentos e de tempo de serviço.A contribuição dos servidores para o Instituto de Previdência do Estado incidirá sobre a remuneração efetivamente percebida. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura. em selos estaduais parceladamente.advertência. será indenizado das despesas.Do Auxilio Funeral Art. será abonada importância equivalente a um mês do vencimento que o servidor percebia. calculada de acordo com o pré-fixado para a sua aposentadoria. 730 . Art. para anotação na ficha funcional. d) condenação. 732 .O servidor que. a pena de suspensão poderá ser convertida em multa. V . e no caso de reincidência. exceto os vencimentos. aplicar-se-á a punição prevista no inciso IV do mesmo artigo. e ainda nas hipóteses previstas nos artigos 642 e 799 do Código de Processo Penal. procederá um ofício nos casos da letra e) VI.O servidor punido com pena de suspensão perderá todos os direitos e vantagens do exercício do cargo.multa. ou cinco intercaladas.Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I . por outro crime.a de advertência. IV . Art. 731 . e o pagamento será efetuado pela respectiva repartição pagadora. por ano sem licença da autoridade competente. § 1º . 758 . independentemente de teto. 757.O Corregedor Geral. às partes ou a seus advogados. em dinheiro ou não.perda de vencimentos e tempo de serviço.Da Pensão Art. IV . VI . § 1º .Aos dependentes. por mais de trinta dias consecutivos. ou de sessenta alternados. em sua falta.Ao cônjuge sobrevivente e.Da Ação Disciplinar SEÇÃO I . Parágrafo único . mais os comprovantes da despesa. nos casos de negligência. Art.

728 . 719 . e acompanhar-lhes-á as oscilações. apenas o tempo de serviço prestado pelo serventuário em um dos cargos que exercer.Os juízes das varas ou comarcas e os corregedores deverão proceder a suspensão imediata do servidor.Estes direitos e vantagens se estendem aos servidores aposentados em qualquer época.O acréscimo qüinqüenal será sempre proporcional aos vencimentos ou proventos.Os escrivães e os titulares de ofício ou função darão recibo das custas recebidas. poderá ser atribuída uma gratificação de até 20%. o tempo de serviço na Fôrça Expedicionária Brasileira na última guerra mundial. desde que dita transferência tenha encontrado o funcionário em exercício. 718 .Das Gratificações Art. para os efeitos de acréscimos qüinqüenais. Art. logo à abertura do respectivo inquérito administrativo. SEÇÃO III .auxílio funeral. § 12 . § 9º . contando mais de quarenta e cinco anos de efetivo serviço público estadual e que não tiver ainda adquirido os 15% especiais de que trata a Lei nº 4. calculada sobre os vencimentos básicos ou sobre os proventos de aposentadoria. CAPÍTULO II . Parágrafo único . respeitadas as disposições do Regimento de Custas Judiciais do Estado. 721 .pensão.047. a seus auxiliares e empregados um abono de família.Na contagem do tempo de serviço para efeito de acréscimos qüinqüenais previstos neste estatuto.Nenhum empregado poderá perceber remuneração inferior ao salário mínimo regional. 729 .O servidor da Justiça que se deslocar temporàriamente de sua comarca. a partir da data da aposentadoria. II . calculado sôbre o vencimento básico. § 2º . § 2º . SEÇÃO II . Art. em caso de inobservância do disposto neste artigo.Para os efeitos deste artigo. Art. bem como o tempo de serviço prestado às autarquias do Estado e às emprêsas e instituições cujo patrimônio tenha sido ou venha a ser transferido ao Estado. VI . nos processos em que o pagamento caiba à Fazenda Estadual.O serventuário ou funcionário pagará.Aos servidores do Tribunal do Júri da Capital é atribuída uma gratificação de 25%. terá direito a incorporar aos seus vencimentos as vantagens decorrentes da aludida Lei. IV . mediante lista oficial organizada pelo Conselho Superior da Magistratura. 725 .abono familiar. SEÇÃO III .Os demais auxiliares e empregados da Justiça perceberão a remuneração que convencionarem com o titular do serviço.Computar-se-á.As custas serão pagas pelas partes ao titular do ofício ou função e serão iguais em todas as entrâncias. SEÇÃO IV . acompanhando-lhes as oscilações.diárias. Art. por determinação superior. § 1º . o acréscimo qüinqüenal de cinco por cento e até o máximo de trinta por cento. 722 .Das Custas Art.A gratificação adicional será concedida nos termos dos artigos 110 e 112 do Estatuto dos Funcionários Civis do Estado. somente se computará até o máximo de um quinto de serviço público estranho ao Estado. § 10 . III . calculada sobre a remuneração que perceberem do Estado.Aos escrivães distritais e aos oficiais de Justiça classificados em localidade de difícil provimento ou em comarcas ou varas onde a remuneração decorrente do regime de custas fôr deficiente. Art. 724 .Ao servidor da Justiça é assegurado. ou transferido para a União e arrendado ao Estado.O abono familiar será concedido ao servidor da Justiça nas mesmas condições previstas para os demais funcionários públicos civis do Esta- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 5 . Art. tudo após as formalidades legais. em objeto de serviço. calculada sobre a organização que perceber do Estado.Do Abono Familiar Art.Constituem vantagens pecuniárias dos servidores da Justiça: I . § 1º . § 3º . será tomado em conta.Todo serventuário ou servidor da Justiça quando se aposentar. na proporção estabelecida para os funcionários públicos civis do Estado.Trabalhando pela sua conquista. 720 . 726 .acréscimos qüinqüenais.Computar-se-á integralmente o tempo de serviço prestado em município do Estado que conceda idêntica vantagem ou que a concedia quando do ingresso do funcionário no serviço estadual. no entanto.Nos serviços da Justiça haverá gratificação adicional por tempo de serviço. de cinco em cinco anos do efetivo exercício. em quantia igual à percebida pelos servidores públicos do Estado.Das Diárias Art. Art. sempre que no ofício ou função houver mais de dois servidores da mesma classe.gratificações. compreende-se na remuneração do auxiliar tanto o vencimento pago pelo Estado. desde que atendam aos pressupostos enumerados na citada lei e nos termos do artigo. a gratificação adicional será calculada tomando-se por base os vencimentos dos escrivães de igual entrância.Das Vantagens Pecuniárias Art.No caso de serviço sujeito ao regime de percepção exclusivamente de custas. Parágrafo único . como o pago pelo titular do serviço.No caso de acumulações remuneradas permitidas em lei.Os servidores não terão direito a qualquer custa ou emolumentos. 723 . calculando-se o acréscimo qüinqüenal sobre o maior vencimento por êle percebido. SEÇÃO I . a contar da data em que deveria ocorrer a incorporação. obrigatòriamente. § 11 . 727 . integralmente.Dos Acréscimos Quinquenais Art. V . 717 . terá direito a diárias.

..Dos Vencimentos e Vantagens CAPÍTULO I SEÇÃO I . da Capital.1 1. se o titular do ofício organizar quadro de carreira englobando quantos prestem serviço não eventual à serventia.O preenchimento da função vaga ou criada far-se-á pelo critério preferencial entre os integrantes da classe imediatamente anterior.. serão aumentados. § 6º . h) os oficiais de justiça.perceberão vencimentos e custas: a) os escrivães do Crime. os servidores da Justiça. 715 .Da Remuneração dos Auxiliares e Empregados da Justiça Art.Não prevalecerá o disposto no art.4 2 Datilógrafo ... i) os porteiros de auditórios. em cada comarca..1 1.... de Execuções Criminais e de Falências e Concordatas. § 5º .Dos Vencimentos dos Serventuários e Funcionários da Justiça Art.A remuneração das classes funcionais será a seguinte: I .5 § 1º ....... § 1º . § 4º .1ª 2ª 3ª 4ª Ajudante .Sempre que houver aumento para os demais funcionários públicos do Estado. e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurídicas.... de Família e Sucessões... no prazo de sessenta dias desta lei..Sempre que houver alteração do salário mínimo regional será também alterado o salário dos servidores mencionados neste artigo. b) os tabeliães.1... Art.. b) os escrivães do Cível e Crime da 2ª instância. II .A direção do foro..... § 3º . f) os escrivães de menores.À cada classe funcional existente na serventia correspondente igual salário..Fica o titular do ofício ou função com a faculdade de indicar quem lhe aprouver à função de auxiliar se o candidato recrutado na forma do parágrafo anterior não lograr aprovação na prova de habilitação.. h) os escrivães do Cível. segundo a natureza do serviço..Os porteiros e oficiais de justiça perceberão vencimentos não inferiores a 80% dos que forem pagos pelo Estado aos escrivães criminais na respectiva entrância..2 1.Os escrivães criminais da 4ª entrância não poderão perceber vencimentos inferiores ao mais alto padrão pago pelo Estado... 716 . Júri.A aquisição salarial não será obrigatória se entre as pessoas consideradas houver diferença de tempo de serviço superior a dois anos... § 2º .. por merecimento e por antigüidade.3 1. c) os escrivães judiciais. na mesma proporção. para cada classe funcional...1.. e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais.Trabalhando pela sua conquista. § 7º ... e) os comissários de vigilância. em determinada entrância..perceberão somente custas: a) os oficiais extrajudiciais.perceberão vencimentos: a) os assistentes sociais. e de Acidentes do Trabalho da Capital e do Cível de Pelotas.. d) os comissários de menores.256/66) Dos vencimentos e vantagens Da ação disciplinar TÍTULO II . g) os ajudantes substitutos dos oficiais judiciais e os suboficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais. TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5....O quadro referido no § 4º.. g) os contadores.. c) os oficiais dos Registros Especiais. § 2º ... tomando-se por base os percebidos pelos servidores de 4ª entrância. da Direção do Foro. corresponderá sempre aumento automático em todas as demais entrâncias e classes.. b) os taquígrafos.. 713 ...... c) os auxiliares-datilógrafos. d) os escrivães distritais. Acidentes de Trânsito.. fixará o número de escreventes e datilógrafos que comporá o quadro. 2º.. 714 .. tomando por base os índices do salário-mínimo regional: Entrância... f) os oficiais do Registro de Títulos e Documentos.. da Fazenda Pública. § 3º . III .Os serventuários e funcionários não poderão contratar auxiliar e empregado com remuneração inferior ao estabelecido na tabela abaixo... Art.Os vencimentos dos servidores da Justiça.O aumento de uma classe de servidores...1 1.4 1. da Provedoria. serão fixados de entrância para entrância com diferença não maior a quinze por cento. SEÇÃO II .. 712 .. pagos pelo Estado. j) os oficiais dos Registros Públicos. na mesma proporção. será obrigatório 4 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Os serventuários e funcionários da Justiça perceberão vencimentos ou custas ou vencimentos e custas.. Art. d) os oficiais do Registro de Imóveis... apurado em qualquer das formas permitidas em direito.7 2 3 Escrevente . respeitando o salário mínimo da região.... § 8º ...... com promoções alternadas. que poderá ser alterado segundo as necessidades do ofício.. f) os distribuidores.. g) os oficiais do Registro de Protesto de Títulos Mercantis...

.......................................................................................................................... 138 Do processo comum: arts............. 189 a 211...... 138 Das citações e intimações: arts.. 97 Dos atos lícitos e ilícitos: arts..... 136 Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: ........................................ 79 a 103 .......... 99 Da prova: arts................................................. 312 a 314 .....Trabalhando pela sua conquista.......................................................................................................................... 566 a 579.................................................. 3º e 6º .................................. 139 Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri ..... 109 Do processo e do procedimento: arts................................................................. 325 e 327 ...................................................................................................................... 136 arts...................................................................... 137 Arts.......................................... da suspensão e da extinção do processo: arts............................................................................ 102 Da ação: arts............................................................................................................................................................................................................................................ 109 Da formação...... 136 Arts.................................................................................................................................... 185 a 188 ..................... 128 Lei n° 9.................... 200 a 242 ......................... 103 Dos atos processuais: arts.................................................................................................. 146 Coletânea de Provas e Testes .............................................................................. 151 GABARITO ........................................................................ 106 Das nulidades: arts................................................................... 212 a 232 ................................................................................................................................................................................................................ Dos bens: arts........................................................................................................ 111 Do processo ordinário: arts...................................................................................... 136 .......................................... 129 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL................................................................................................. 137 ................................................................... 7º a 15....................Código de Processo Penal ............................................................................................................................. 394 a 405.............................. 316 e 317 ............................................................................ 137 Arts................................................... 105 Das comunicações dos atos: arts............................................................... 102 Do serventuário e do oficial de justiça: arts........................................... 406 a 435 ............................................................................................................................................................................................. 177 a 192 ............................................................... 140 arts......................................................................................................................... 98 Da prescrição e decadência: arts... 154 a 176 ................................................................................... 156 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 3 ............................................................................................................................... 322 e 323 .... 270 a 281 .................................................................. 796 a 812 ......................................................................................... 100 Código de Processo Civil. 243 a 250............................................... 262 a 269 .................. 319 e 320 .... 137 Arts.............................................. 112 Do processo de execução: arts....................... 144 LEI n° 11...................................... 127 Das medidas cautelares: arts......................................................... 102 Das partes e dos procuradores: arts..........................................................099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) ................... 646 a 735. 351 a 372.............................................................................. 140 a 144 ................................................................................................................................................................................................. 453 a 481 .......................................................................................Código Penal ...................................................................................................................................................................................................... 140 arts......................................................................340/06 – LEI MARIA DA PENHA .................................................... 103 Dos prazos processuais: arts..................... 282 a 475-R...................

............................................................................................. 29 a 45 ......................................................... 9 Arts. 53 a 100 ............................................................................ 29 Da distribuição: arts................................................................ 4 TÍTULO II ........................................................................................... 8 Noções gerais de organização judiciária ................................... 33 ANEXO I – Provimento 12/2008 ............................................................................................................ 40 a 69 ............................................................................................................................................................................................................................................ 85 Dos servidores públicos civis: arts...................................................................... 61 Constituição Federal ................................................................................................................................. 11 Arts.......................... 230 a 245 .................................................................... 641 a 647-A ............................... 192 a 207 ............... 6 Código de Organização Judiciária do Estado ...................... 235 a 242 ...................................................................................................... 1º a 21 .................................................................... 150 e 157 ............................ 115 e 116 ........................ 909 a 924............. 662 a 666-A ............. 4 CAPÍTULO II ......................................... 49 Dos Cartórios Criminais – arts....................................................................................................... 430 a 444................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... ................. 20 Dos impedimentos e incompatibilidades: arts. 16 Da ação disciplinar: arts............................................................CGJ......................Dos Vencimentos e Vantagens ......... 94 Das pessoas naturais: arts.... 59 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE............................................................................................... 631 a 637 ............ 21 Da remoção de servidores: arts...... 107 a 123 .................................................................................................................................................................................................... 70 Das funções essenciais à Justiça: arts................... 22 Da substituição de servidores: arts..............Trabalhando pela sua conquista.......................256/66) ............................. 229 a 232....................................... 24 Do expediente: arts.......... 49 Das precatórias – arts.................................................................. 4 Da ação disciplinar .............................................. 57 Dos Juizados Especiais: arts........................... 37 Dos editais: arts...................... 61 MATÉRIA CONSTITUCIONAL ....... 27 Das audiências: arts............................................ 44 Das alienações judiciais: arts................................................................................................................................................. 92 a 126 .....................................................................................................................................................Da Ação Disciplinar ................ 61 Da administração pública: arts................................................ 12 Da Justiça Militar: arts.................................. 8 Arts................................................... 94 Código Civil Brasileiro ......................................................................................................................................... 371 a 379 .......................... 91 MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL ......................................... 99 a 102 .......... 170 a 184 ...................... 670 a 749........................................................................................................................... 4 Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5........................................................................................................................................................................ 94 Das pessoas jurídicas: arts............................ 31 Dos Cartórios Cíveis: arts.......... 97 2 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos ......................................................................................... 527 a 617 ............................................................................. 82 Constituição Estadual ....................................... 221 a 223-E ..................................................................................... 66 Do Poder Judiciário: arts.... 127 a 135 ............................................................................................................................................ 395 a 414.............. 61 Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts................... 23 Das funções e atribuições dos servidores: arts..................... 91 a 106 ..................................................................... 85 Do Poder Judiciário: arts...................................... 48 Dos processos com tramitação preferencial: arts................................................ 8 Arts......................................................................................................................... 5º a 11 ......................................................................................................................... 380 a 394 ....................................................................................................................................................................... 37 e 39 a 41 ... 70 a 78 ............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 103 e 104 ................................................................... 764 a 780-A ................................................................ 95 Do domicílio: arts........................................................................................ 106 a 124 ................................................................. 13 Consolidação Normativa Judicial ........................................................................................... 16 Do estágio probatório: arts................................................................................................................... 901 a 904............................................... TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA ..... 88 Das funções essenciais à Justiça: arts.............

Proibida a reprodução. mesmo parcial e por qualquer processo. sem autorização expressa dos autores e da editora Cia do Estudo.Tópicos de Legislação Conhecimentos Específicos TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL OFICIAL ESCREVENTE EDITAL Nº 26/2010 – DRH – SELAP – RECSEL LEIS ATUALIZADAS E COMENTADAS QUESTÕES APÓS OS TÓPICOS TODOS DIREITOS RESERVADOS. 1 Tópicos de Legislação .

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