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Estudo do livro de Lucas

Parte 1

1. Por que esse livro foi escrito, por quem e com que motivo e objetivo?
Não sei se é verdade, pois não chequei os originais, que aliás, não sei nem onde ficam.
Me falaram que Lucas escreveu este livro do próprio pulso. No entanto ele não foi
testemunha ocular dos fatos. Logo pode ter escrito visando ser este um documento histórico,
digamos em boa ordem cronológica. Contudo, se fez um bom trabalho, enquanto historiador,
pois se encontram passagens neste livro que não se encontram em outros Evangelhos. Em
resumo: O livro foi escrito para finalidade historiografica, escrito por Lucas, com o motivo de
compilar os fatos e assim alcançar seu objetivo, a retratação da vida de Jesus Cristo.
2. Qual é o assunto principal do livro e o que isso tem a ver com a gente?

Então vamos lá ... leiamos o primeiro parágrafo que é uma espécie de introdução (1:1-4)

1. COMO É QUE O AUTOR, LUCAS, DEFINE SEU PROPÓSITO AO ESCREVER O LIVRO?


2. COMO É QUE LUCAS DESCREVE O SEU TRABALHO; DE ONDE VEIO O CONTEÚDO, DE QUAL TIPO DE FONTE?
3. QUAL FOI O MÉTODO QUE LUCAS SEGUIU AO ESCREVER SEU LIVRO?
4. DEPOIS DE LER ESSA INTRODUÇÃO QUE LUCAS APRESENTA, VOCÊ ACHA QUE PODEMOS CONFIAR NO SEU RELATO? POR
QUE? POR QUE NÃO?

A personagem central do livro de Lucas é Jesus de Nazaré. Isso ficará mais claro quando
lemos os anúncios de várias pessoas que se acharam envolvidas nos eventos do nascimento
e do início da carreira de Jesus. Vamos ler alguns desses comentários

(1: 68,69) - o anúncio que Zacarias deu a respeito de Jesus, um pouco antes do seu
nascimento.
(2: 8-12) - o anúncio do anjo aos pastores, quando Jesus nasceu.
(2:29-32) - o anúncio de Simeão, quando assistiu a dedicação de Jesus no templo.
(3:21,22) - o anúncio que veio do céu quando Jesus iniciou a sua carreira.

1. O QUE CHAMOU A SUA ATENÇÃO NESSES ANÚNCIOS SOBRE JESUS?

2. QUE CARACTERÍSTICAS OU ASPECTOS SOBRE A VIDA E A MISSÃO DE JESUS PODEM SER IDENTIFICADOS A PARTIR DESSES
ANÚNCIOS?

FINALMENTE, A NOSSA INTRODUÇÃO SOBRE O RELATO DE LUCAS QUANTO À VIDA DE JESUS NÃO SERIA COMPLETA SEM INCLUIR AS
PRÓPRIAS PALAVRAS DE JESUS SOBRE A SUA MISSÃO (PROPÓSITO EM VIR AO MUNDO): (4:16-21).

1. NA SUA OPINIÃO, QUEM SÃO OS PRESOS, OS CEGOS E OS OPRIMIDOS NESSA LEITURA QUE JESUS FEZ?

2. COMO É QUE VOCÊ ENTENDE O COMENTÁRIO QUE JESUS FEZ SOBRE O TRECHO “HOJE SE CUMPRIU .... QUE ACABARAM DE
OUVIR”?

3. COMO FOI QUE O PRÓPRIO JESUS ENTENDEU A SUA MISSÃO?

4. A SUA OPINIÃO SOBRE JESUS MUDOU EM ALGUM ASPECTO A PARTIR DESSA DISCUSSÃO? POR QUE?

Parte 2
CURAS E QUESTÕES POLÊMICAS
Em nosso primeiro encontro, discutimos por que vale a pena entender
mais sobre quem é Jesus de Nazaré. Também conversamos sobre o que

as pessoas envolvidas no seu nascimento e início de sua carreira como

pregador e mensageiro de Deus diziam sobre ele. Descobrimos que ele

mesmo tinha uma visão clara do propósito da sua vida; que foi enviado

por Deus para trazer a salvação divina preparada para todos.

Nesse segundo encontro vamos descobrir o que Jesus fazia, como ele

desenvolvia a missão que recebera de Deus e vamos discutir qual o

significado do trabalho que ele andava realizando.

Vamos ler (5:17-26)

1. COMO É QUE LUCAS, O AUTOR, PREPARA A CENA PARA A CURA DO HOMEM PARALÍTICO?

2. NA SUA OPINIÃO, COMO DEVE TER SIDO A EXPERIÊNCIA DE SER PARALÍTICO, NAQUELA ÉPOCA?

3. JESUS FALOU DA FÉ DOS AMIGOS DO HOMEM PARALÍTICO. POR QUE JESUS ACHOU QUE TINHAM FÉ?

4. O QUE CHAMA A SUA ATENÇÃO NA MANEIRA COMO JESUS FALOU COM O HOMEM PARALÍTICO, EM UM PRIMEIRO MOMENTO?
(SE VOCÊ FOSSE JESUS, QUAIS TERIAM SIDO AS SUAS PRIMEIRAS PALAVRAS AO HOMEM PARALÍTICO, QUE VEIO PARA SER CURADO?)

5. O QUE JESUS AFIRMAVA OU QUERIA DIZER QUANDO FALOU “OS SEUS PECADOS SÃO PERDOADOS”?

6. QUAL A REAÇÃO DOS FARISEUS A ESSA AFIRMAÇÃO? POR QUE?

7. COMO É QUE JESUS RESPONDE ÀS RECLAMAÇÕES DOS FARISEUS?

8. COMO É QUE VOCÊ DEFINIRIA “O PECADO”? POR QUE SOMENTE DEUS PODE PERDOAR O PECADO?

Vamos parar para pensar por um momento. Por que Jesus se importou mais com a questão
do pecado desse homem do que com a sua cura física? Lucas, o autor, não falou nada sobre
quais eram os pecados do homem paralítico, parece que eram tão insignificantes que não
valia a pena mencioná-los. Então, por que Jesus se preocupava tanto com o pecado desse
homem que fez questão de perdoar antes de curar?

OPCIONAL: OUTRAS POSSÍVEIS PERGUNTAS PARA ESTIMULAR UMA DISCUSSÃO SOBRE COMO DEUS SE IMPORTA COM O BEM E O
MAL ... (USAR A CRITÉRIO)

A) NA SUA OPINIÃO, QUAL ATITUDE DEUS DEVE TOMAR QUANTO AO BEM E AO MAL?

B) O QUE SIGNIFICARIA SE DEUS DECIDISSE NÃO PUNIR O MAL?

C) TODOS NÓS TOMAMOS UMA ATITUDE DIANTE DO BEM E DO MAL ....INSTINTIVAMENTE ELOGIAMOS O BEM E CRITICAMOS O
MAL... POR QUE? DE ONDE VÊM ESSAS ATITUDES MORALISTAS?

NOSSA ESPERANÇA É QUE DEUS RECOMPENSARÁ O BEM E PUNIRÁ O MAL.. CASO CONTRÁRIO, SIGNIFICARIA QUE ELE NÃO SE
IMPORTA COM A MANEIRA COMO VIVEMOS E COM O QUE FAZEMOS; E UMA VIDA NO ESTILO DE ADOLFO HITLER SERIA TÃO VÁLIDA
PARA DEUS COMO UMA VIDA NO ESTILO DE MADRE TERESA. A AFIRMAÇÃO DA FÉ CRISTÃ É QUE QUANDO QUEREMOS VER O BEM
RECOMPENSADO E O MAL PUNIDO, ESTAMOS REFLETINDO O CONCEITO DE MORALIDADE DE DEUS, NOSSO CRIADOR, E QUE É DADA
A TODO SER HUMANO.

Logo depois, Jesus se encontrou com Levi. Vamos ler o que aconteceu: (5:27-32)

1. O QUE VOCÊ PERCEBEU DESSA HISTÓRIA SOBRE COBRADORES DE IMPOSTOS NA ÉPOCA DE JESUS?

2. QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS PARA LEVI AO DECIDIR SEGUIR A JESUS?

3. POR QUE VOCÊ ACHA QUE LEVI FEZ UMA GRANDE FESTA NA SUA CASA PARA JESUS?

4. POR QUE OS FARISEUS FICARAM TÃO ZANGADOS COM OS DISCÍPULOS DE JESUS?

5. COMO É QUE JESUS DEFINE A SUA MISSÃO?

6. NA SUA OPINIÃO, POR QUE JESUS COMPAROU O PECADO COM UMA DOENÇA? CONTINUANDO COM ESSA COMPARAÇÃO, NA
SUA OPINIÃO EXISTEM PESSOAS QUE NUNCA FICAM DOENTES? QUAIS AS SINTOMAS DESSA DOENÇA?
DE ACORDO COM JESUS, QUAL
É A CURA PARA ESSA DOENÇA? DE QUE FORMA A CURA SE EVIDENCIA?

7. AFINAL, POR QUE JESUS CONCEDEU A CURA FÍSICA AO HOMEM PARALÍTICO?

TERCEIRO ENCONTRO - CAINDO EM SI ....

Em nosso segundo encontro, discutimos dois acontecimentos na vida de Jesus; a cura do


homem paralítico e a polêmica causada pela festa na casa de Levi. Descobrirmos que o
pecado é como uma doença espiritual que atinge a todos nós mas que tem sua cura
oferecida por Jesus, que é o perdão de Deus. Também, descobrimos que Jesus definiu a sua
missão como “chamar os pecadores a serem perdoados”, ou seja, os doentes espirituais a
serem curados. Jesus afirmou que a cura que oferece tem de se evidenciar em mudança de
estilo de vida. Talvez o mais impressionante aspecto desses encontros é a maneira como
Jesus mostra a sua autoridade. A sua autoridade chega ao ponto de não só curar um homem
paralítico mas, mais importante ainda, de perdoar os seus pecados, como se fosse Deus.

Em nosso terceiro encontro hoje, vamos discutir um outro encontro que Jesus teve e que
resultou numa interessante história que ele contou. Esta é uma das mais belas e instrutivas
na Bíblia.

Começamos lendo a introdução que o autor Lucas dá Pág. 64 (15:1-3) .....


1. Em quais circunstâncias Jesus se encontra, nessa introdução?

2. Pensando em nossa discussão no último encontro, por que Jesus estava numa
situação dessas?

Continuemos a nossa leitura Pág. 65 a 66 (15:11-24) ......

Essa é a mais longa e detalhada das três historias que Jesus conta com o mesmo tema; algo
que foi perdido é encontrado. Nas primeiras duas histórias a conclusão é a mesma; há muita
alegria no céu, na presença de Deus quando um pecador ou doente espiritual se arrepende,
ou seja quando alguém aceita o perdão de Deus e muda o seu estilo de vida. Para entender a
terceira e maior história que acabamos de ler, temos de lembrar desse tema identificado nas
duas primeiras histórias.
1. Nessa terceira história que Jesus contou, o filho perdido representa quem? E o
pai, quem ele representa?

2. O que o pai fez quando o filho pediu sua herança e depois quando ele foi
embora? Você acha que o pai fez a coisa certa? O que você faria no lugar do pai?

3. Se você fosse o pai nesta história, como se sentiria quando o filho fosse embora?

4. Na sua opinião, por que o filho foi embora? Você acha que o filho pretendia voltar
para sua casa algum dia? Por que?

5. Quais atitudes o filho mostrou quando foi embora e começou a viver no outro
país?

6. Algumas pessoas têm comparado as ações e atitudes desse filho com as da


humanidade na relação com o seu criador, Deus. Na sua opinião essa comparação é
valida? Por que?

7. No meio da história, o texto diz “caindo em si, ele pensou ..”. Quais os fatores
que levaram o filho a esse ponto na sua vida? Como você descreveria a situação do
filho nesse momento? Essa situação desagradável era culpa de quem?

8. Para que pudesse voltar para sua casa e família, o que o filho decide fazer e
dizer? O que isso nos ensina sobre qual deve ser a nossa atitude se quisermos nos
aproximar mais de Deus?

9. Enquanto o filho se divertiu, longe da casa, qual a atitude do pai? Se você fosse o
pai, como se sentiria, ansiando pelo retorno do seu filho?

10. Como foi que o pai recebeu o seu filho? Na sua opinião, como foi que o filho se
sentiu durante a festa para celebrar o seu retorno?

11. Quais as qualidades admiráveis desse pai? O que isso nos ensina sobre Deus e
sua atitude quanto a nós?

QUARTO ENCONTRO - UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA SOCIAL

Vamos nos lembrar da interessante história que Jesus contou sobre o filho perdido e que
discutimos no último encontro. A história começou com um filho que só pensava em si
mesmo, que queria ser livre das suas obrigações e da influência de um pai que o amava
muito. A história terminou com o filho de volta pra casa, amado, aceito e restaurado.
Discutimos a mudança que teria de acontecer na atitude do filho e o processo pelo qual teria
de passar até cair em si. Talvez a mais importante descoberta que fizemos, foi a atitude de
Deus quanto a nós, seus filhos perdidos: Deus é o pai amoroso que espera pacientemente a
nossa volta. A história nos mostra como Jesus entendia a situação entre Deus e o ser humano
e nos dá uma grande esperança: Deus perdoará aqueles que escolhem seguir o exemplo do
filho perdido, que se arrependeu e voltou para o lar.

Hoje continuaremos acompanhando Jesus na sua missão. Dessa vez, ouviremos Jesus falar
sobre pessoas que só pensam em si mesmas e as conseqüências que sofrem. Jesus se
preocupava com a questão da justiça social e falava muitas vezes dos perigos que os ricos
correm por causa da influência de seu dinheiro. Também, Jesus falava freqüentemente do
amor que Deus tem para com os pobres e necessitados, desafiando-os a continuarem
confiando em Deus, e na justiça que ele um dia acabaria por realizar.
Jesus desafiou os seus seguidores a serem generosos e a repartirem seus recursos com os
pobres, ao mesmo tempo ele também criticava os ricos por sua falta de amor e compaixão
para com os necessitados. Mas ele possuía uma preocupação maior ainda. Ele avisa aos ricos
sobre o perigo de confiar em suas riquezas ao ponto de deixar de confiar em Deus.

A nossa leitura hoje vai ser em duas partes. A primeira é sobre esse aviso que Jesus deu aos
ricos e a segunda é sobre a história de um rico que prestou atenção ao aviso e mudou de
atitude.

Comecemos com o aviso ... Pág. 56 (12:15-21) ...


1. Jesus começa o seu discurso com um princípio que todos devem aplicar na sua
vida. Na sua opinião esse princípio é válido? Por que?

2. Jesus conta a história de um homem rico. Em quais circunstâncias esse homem


se achava? Você gostaria de estar numa situação dessa? Por que?

3. Quais seriam os ‘celeiros’ da vida moderna?

4. Jesus disse que, na opinião de Deus, esse homem era “um tolo”. Como esse
comentário pode ser entendido; qual era o problema desse homem? Na sua opinião é
possível ser rico e seguir a Jesus?

5. O que quer dizer “ser rico diante de Deus”?

Então, há esperança para os ricos? Vamos ver. Para nossa segunda leitura, nos encontramos
com um outro homem rico, cuja vida mudou radicalmente em um dia só, quando Jesus
passou na sua casa.

Leiamos Pág. 74 (19:1-10) ...


1. O que podemos concluir sobre esse homem rico, Zaqueu, antes de Jesus chegar
para visitá-lo?

2. Zaqueu desejava ver Jesus naquele dia em Jericó, mas enfrentou uma
dificuldade. Qual era? Como superou sua dificuldade?

3. Qual era a atitude de Jesus para com Zaqueu quando o viu naquela árvore? Qual
era a atitude da multidão? O que você acha da atitude de Jesus?

4. Depois do encontro com Zaqueu, Jesus falou que a Salvação entrou na casa de
Zaqueu. Quais as evidências disso?

5. Na sua opinião, quais seriam algumas evidências da Salvação oferecida por Jesus
na vida de uma pessoa, hoje em dia?

6. Como foi que Jesus descreveu a sua missão no mundo?

7. No final da história, Jesus refere-se a Zaqueu como alguém que estava perdido.
Em quais sentidos você acha que ele estava assim? Você consegue perceber alguma
semelhança entre a sua vida e a de Zaqueu? Qual?

8. Como é que este encontro entre Jesus e Zaqueu pode nos incentivar a buscar
mais a Jesus?

9. Que situações em nossos dias poderiam exemplificar a busca de Jesus pelas


pessoas?

Se quiserem saber mais sobre esse assunto de justiça social, leiam em casa Pág. 68 (16:19-
31).

QUINTO ENCONTRO – ENTÃO, QUEM É ESSE JESUS?

Ao começar o nosso encontro hoje, lembramos que chegamos até a metade de nossa
caminhada pelo relato que Lucas nos deixou sobre a vida de Jesus de Nazaré. Iniciamos
nossa série de discussões falando sobre as razões pelas quais Jesus veio ao nosso mundo e
como ele entendia a sua missão. Vimos como Jesus tinha poder para curar os doentes e
notamos como ele se preocupava principalmente com a doença espiritual do ser humano,
que ele chamou de “pecado”. Ouvimos Jesus quando ele se apresentou como “o médico” que
veio para trabalhar entre aqueles que reconhecem a necessidade de ser curado dessa
doença espiritual e a carência do perdão de Deus nas suas vidas.

Também, acompanhamos Jesus quando ele avisou ao povo dos perigos que todos nós
corremos de ser enganados e desviados do caminho que nos leva até Deus quando estamos
presos ao amor às riquezas desse mundo. Assistimos o encontro de Jesus com o rico Zaqueu
e vimos a maneira como esse encontro transformou a atitude desse homem, que deixou de
buscar erroneamente o dinheiro e recebeu a salvação que Jesus ofereceu. Ficamos
admirados ao ver a mudança na vida desse homem, que trocou o amor para com o dinheiro
pelo amor para com o próximo.

As pessoas que Jesus convidara para acompanhá-lo em sua missão, conhecidas como os
discípulos, já observavam e conheciam a vida e o ensino de Jesus de bem perto e há um bom
tempo. Um dia, Jesus decidiu perguntar a opinião deles sobre um assunto muito discutido
naquela época: Quem na verdade seria Jesus - essa pessoa que parecia ser tão diferente e
especial? Vamos descobrir o que aconteceu.

Leiamos Pág. 44 (9:18-26) ...


1. Lucas descreve as circunstâncias nas quais Jesus fez a sua primeira pergunta.
Você acha que o momento que Jesus escolheu foi significativo? Por que? Como é que a
resposta à primeira pergunta de Jesus prepara o caminho para a segunda?

2. Se você estivesse lá, naquele momento, qual dessas respostas você aceitaria
como a mais acertada?

3. Baseado naquilo que já descobrimos e discutimos, se Jesus tivesse feito a você a


mesma pergunta, qual seria sua resposta?

4. Qual foi a reação de Jesus à resposta que Pedro deu? Como a reação de Jesus
pode ser entendida?

5. Jesus descreveu em detalhe o que ia acontecer com ele. Na sua opinião, por que
Jesus fez isso?

6. Depois, Jesus deixou bem claro para seus discípulos qual seria o custo de lhe
seguir. Com suas próprias palavras, como você descreveria o preço de seguir a Jesus
hoje em dia?

7. Quais os incentivos que Jesus acrescenta para aqueles que estão avaliando se
vale a pena bancar esses custos?
Depois do discurso com seus discípulos, Jesus leva Pedro e mais dois para uma experiência
surpreendente no monte. Leiamos Pág. 45 (9:27-36) ...
1. Descreva com suas próprias palavras o que aconteceu no monte.

2. Qual foi o assunto da conversa entre Jesus e as duas personagens do Antigo


Testamento? Qual motivo é dado para aquele acontecimento? O que a voz do céu
disse?

3. Qual foi a reação dos discípulos depois? Na sua opinião, por que Jesus os levou
para passar por essa experiência? Em que sentido foi uma preparação para o que ia
acontecer?

Tarefa de casa - Em nosso próximo encontro, queremos discutir a morte de Jesus. Facilitaria
bastante a discussão ler essa parte do relato de Lucas Pág. 86 a 91 (22:39-23:56).

SEXTO ENCONTRO - UMA GRANDE TRAGÉDIA (1)?

Neste ponto, em nossa série de encontros de discussão, chegamos ao momento da vida de


Jesus que os Cristãos afirmam ser o mais importante e significativo; o da sua morte e
ressurreição. Se pararmos para pensar, isso é um pouco surpreendente, pois na vida de
grandes homens da história o clímax normalmente é considerado o momento em que se dá o
maior empreendimento ou descoberta, enquanto o momento da morte é relatado como um
fato de pouco significado. O nosso objetivo nesse encontro e nos próximos é tentar descobrir
por que a morte e a ressurreição são considerados eventos de grande significado. Algumas
pessoas têm dito que a morte de Jesus foi uma grande tragédia. Até o final do próximo
encontro, vamos ver se concordamos com essa avaliação.

O relato dos eventos acerca da morte de Jesus é comprido e detalhado, mas é importante
sua leitura para que se entenda exatamente este acontecimento. Comecemos com um
momento muito pessoal entre Jesus e o próprio Deus, um pouco antes de ser preso. Seria
interessante fazer essa leitura de forma dramatizada, com diversos leitores assumindo o
papel das personagens e um narrador(a),

Leiamos Pág. 86 (22:39-46) …


1. Escutando a oração de Jesus no monte de Oliveiras, como você caracterizaria a
atitude de Jesus em relação aos fatos que estavam para acontecer e dos quais ele já
tinha conhecimento?

2. Qual foi a atitude dos discípulos?

Leiamos Pág. 86 (22:47-53) …


1. Como foi que Jesus foi preso?

2. Qual foi a atitude dos discípulos? Como Jesus reagiu?

3. Como você entende a atitude de Jesus diante desses acontecimentos.

Leiamos Pág. 86 e 87 (22:54-62) …


1. O que aconteceu com Pedro naquela noite?

2. Na sua opinião, o que Pedro podia aprender da sua experiência amarga?


Leiamos Pág. 87 e 88 (22:63-71) …
1. No julgamento diante do Conselho Superior, qual foi a acusação contra Jesus?
Como foi que Ele se defendeu?

2. Qual foi a base da condenação?

Leiamos Pág. 88 e 89 (23:1-12) …


1. Diante das acusações feitas contra Jesus, qual foi a atitude de Pilatos e de
Herodes?

Continuamos a história no próximo encontro. Não perca!

SÉTIMO ENCONTRO- UMA GRANDE TRAGÉDIA (2)?

Continuamos onde encerramos o último encontro, fazendo a leitura do relato dos eventos
acerca da morte de Jesus. Nosso propósito continua o mesmo; entender o pôr que daquilo
que aconteceu com Jesus. Hoje, recomeçamos a leitura, com Jesus de volta na presença de
Pilatos. Pilatos desconfiando os motivos dos lideres religiosos decide lhes fazer uma
proposta, na esperança de se livrar do problema.

Como no último encontro, seria interessante fazer essa leitura de forma dramatizada com
diversos leitores assumindo o papel das personagens e um narrador(a),

Leiamos Pág. 89 (23:13-25) …


1. Qual foi a proposta que Pilatos apresentou? Na sua opinião por que não foi
aceita?

2. Quando Jesus foi condenado à morte por Pilatos, qual foi o motivo?

3. Qual a sua opinião sobre os responsáveis pelo sistema de justiça que condenou
Jesus? Por que você acha que reagiram daquela forma?

Leiamos Pág. 89 e 90 (23:26-43) …


1. Quando Jesus orou na cruz, a favor de quem ele pediu o perdão do seu Pai?

2. Por que um criminoso, diante da morte, ficaria zombando de Jesus?

3. Que tipo de relação você identifica entre a atitude do criminoso diante de Jesus e
a de muitas pessoas hoje em dia?

4. Por que ele não foi salvo por Jesus?

5. Em que aspectos a atitude do segundo criminoso é diferente da do primeiro? Que


afirmações o segundo criminoso fez quanto a Jesus?

6. O que ele pediu de Jesus? Como você entende esse pedido? Qual foi a resposta
de Jesus? Por que essa resposta é surpreendente?

7. Quais conclusões que podemos tirar quanto ao tipo de pessoa que recebe o
perdão que Deus oferece?

Leiamos Pág. 91 (23:44-56) …


1. No final, qual foi a reação das pessoas que assistiram a morte de Jesus?

2. Na sua opinião, por que José correu os riscos de se identificar com Jesus, logo
depois que Jesus morreu?

Qual a opinião do grupo, neste momento, quanto à afirmação que a morte de Jesus foi uma
grande tragédia?

Tarefa de casa: Ler Pág. 92 a 94 (24:1-53) …


(Como alternativa, o grupo pode assistir a parte do filme “Jesus” sobre a sua morte e depois
discutí-lo usando as perguntas acima)

OITAVO ENCONTRO - UM DIA QUE MUDOU O MUNDO

Em nossa última discussão, consideramos os eventos acerca da detenção, julgamento e


execução de Jesus. Descobrimos como as autoridades religiosas judaicas fabricaram
evidências contra ele: como o governador Pilatos deu permissão para a execução de Jesus:
não porque acreditava que Jesus merecia morrer mas sim porque fracassara sob a pressão
da multidão. Lembremos a atitude de Jesus de orar pelos seus assassinos e também de
responder à fé do outro criminoso, dizendo “hoje, você estará comigo no paraíso”. Jesus
morreu na cruz e foi sepultado, mas a sua história não acaba assim, não.

Uma das diferenças fundamentais entre a Fé Cristã e todas as outras crenças e religiões é
sua base numa pessoa e não numa filosofia, lista de regras ou estilo de vida. Ser cristão não
é seguir um conjunto de crenças e princípios religiosos, mas é antes se relacionar com uma
pessoa, Jesus Cristo. Os fundadores de todas as outras crenças ou religiões já morreram ou
logo um dia vão morrer. O fundador da Fé Cristã está vivo e viverá para sempre. Esse é o
cerne do Cristianismo, é o ponto principal. Se Jesus Cristo não ressuscitou e não está vivo
hoje, então a Fé Cristã é furada e Jesus era ou um louco religioso ou um enganador maligno.

Isso significa que a nossa discussão hoje é a mais importante de todas. Vamos ler o relato
que Lucas nos deixou sobre os eventos do terceiro dia após a crucificação e vamos
considerar as evidências, a fim de que cada um decida por si mesmo, se há suficiente prova
para acreditar que Jesus ressuscitou dentre os mortos ou não.

Pág. 92 (24:1-12) …
1. Por que um grupo de mulheres foi ao túmulo de Jesus? O que acharam lá?

2. As mulheres voltaram para contar a sua história aos outros discípulos. Na sua
opinião, como elas se sentiram na volta ?

3. Os discípulos não acreditaram naquilo que as mulheres disseram. Você acha essa
atitude razoável? Por que?

4. Pedro foi ao túmulo. O que ele viu lá o deixou admirado. Por que? Suponhamos
que estivéssemos no lugar de Pedro, o que concluiríamos sobre os eventos daquela
manhã?

Pág. 92 a 93 (24:13-35) …
1. Nem todos os discípulos estavam juntos naquele dia, alguns já estavam voltando
para suas casas. Na sua opinião, qual a atitude desses dois discípulos quanto aos
acontecimentos acerca da morte de Jesus? Você acha que estavam preparados para o
que aconteceu com eles na sua jornada? Por que?
2. Os dois discípulos falaram das suas expectativas e da sua decepção. Qual foi a
atitude de Jesus? Como ele respondeu?

3. Quando os dois voltaram para contar a sua experiência aos outros discípulos,
qual foi a atitude deles? Por que?

Pág. 93 a 94 (24:36-53) …
1. De repente, o próprio Jesus apareceu no meio dos discípulos. Considerando o que
Jesus falou para eles no início da conversa, como entender a atitude dos discípulos?

2. Jesus mostrou para eles as suas mãos e pés e depois comeu diante deles. Por
que?

3. Como foi que Jesus explicou o propósito da sua própria morte?

4. Jesus deu aos seus discípulos uma missão. Qual foi? Qual a mensagem que eles
precisavam anunciar?

Resta para nós uma pergunta a ser respondida. Esse relato é a verdade? Esses eventos que
Lucas relata para nós realmente aconteceram, exatamente como ele escreveu?

Qual a sua opinião? Você acha razoável acreditar que Jesus realmente morreu e ressuscitou
fisicamente no terceiro dia e está vivo hoje, como os cristãos afirmam?

Quais algumas outras explicações alternativas para o que aconteceu naquele fim de semana
em Jerusalém?

A Fé Cristã, que se baseia nesse relato e em outros semelhantes, afirma que Jesus Cristo
nasceu em Belém, realizou a missão que recebeu de Deus, foi crucificado por Pilatos e no
terceiro dia ressuscitou dentre os mortos. O seu túmulo ficou vazio e os seus seguidores se
espalharam pelo mundo inteiro, pregando a seguinte mensagem; Jesus morreu por nossos
pecados, ressuscitou e vive para sempre como Salvador de todos aqueles que se
arrependem dos seus pecados e confiam nele, abandonando os pecados e se dedicando a
segui-lo pelo resto da vida. E para nós, hoje, qual deve ser a atitude diante desses
acontecimentos?

Parabéns! Vocês perseveraram até o último encontro do nosso grupo e estamos CHEGANDO
LÁ! Esperamos que tenha sido uma experiência valiosa até agora. Mas, ainda não
terminamos. Tem mais uma coisa importante para ser discutida. Qual será a atitude de cada
membro desse grupo quanto ao que temos discutido e aprendido? Será que toda essa
discussão foi uma simples experiência intelectual? Esperamos que não seja assim, pois uma
coisa é bem clara: para os primeiros discípulos de Jesus, os acontecimentos daqueles dias
mudaram suas vidas e destinos completamente. Eles nunca seriam os mesmos depois. A
transformação das suas atitudes, perspectivas, prioridades e de toda as suas vidas era tão
radical que as autoridades, um pouco depois da morte e ressurreição de Jesus, tinham de
reconhecer que eles haviam virado o mundo de cabeça para baixo. Esse poder transformador
de Jesus continua atuando até hoje na vida de milhões de pessoas. Foi essa a fonte de
motivação para organizar esses encontros de discussão aqui e em muitas outras faculdades
e escolas no país todo.

O propósito dessa última parte do encontro é desafiar cada pessoa a considerar as


afirmações da Fé Cristã discutidas nesses encontros e encorajar a tomada de atitude diante
de tudo isso. Se um dia um amigo seu chegasse e falasse “ Meu amigo, tenho observado
você de perto estes dias e estou percebendo que você não está bem de saúde. Outro amigo
meu apresentava esses mesmos sintomas e acabou se descobrindo que ele tinha uma
doença muito séria. Por favor, vá ao médico hoje para verificar o que está acontecendo.”

Você teria duas formas de responder ao seu amigo. Poderia simplesmente agradecer pela
preocupação e fazer nada, acreditando que seu amigo estava enganado, ou poderia
agradecer pela preocupação e dizer que procuraria um médico. Numa situação dessas, não
dá para evitar uma decisão. Ou você acredita e corre para pedir socorro ao médico ou você
não acredita e fica parado. O que não é admitido é acreditar naquilo que seu amigo diz mais
não fazer nada. Somente um tolo agiria assim.

Jesus, o grande médico dos doentes espirituais, afirmou que veio chamá-los a reconhecer a
sua condição e receber dele a única cura eficaz ... que quando morreu na cruz, ele estava
comprando o perdão para os nossos pecados .. que morreu em nosso lugar como nosso
substituto. A nossa parte é pedir perdão, abandonar tudo que é errado em nossa vida e
recomeçar de novo, vivendo a grande mudança de vida que ele vai realizar em nós.

Vamos terminar discutindo mais uma parte do relato de Lucas. Um dia Jesus estava
ensinando o povo quando alguém lhe perguntou algo que chamou a sua atenção.

Leiamos Pág. 61 (13:22-29) …


1. A leitura começa com alguém fazendo uma pergunta a Jesus. Por que alguém
faria uma pergunta dessas?

2. Jesus usa a frase “a porta estreita”. Como você entende essa frase? O que quer
dizer “a porta estreita”?

3. Jesus fala que vai haver muita gente decepcionada porque não conseguiu entrar
pela porta estreita e se encontrava do lado de fora excluída do Reino de Deus. Quais
os motivos que essas pessoas excluídas oferecem para terem a permissão de entrar?
Por que você acha que os motivos não são aceitos?

4. Quais os motivos que o Senhor dá para deixá-los do lado de fora?

5. Diante dessa leitura, como é que nós podemos ser salvos?

Jesus disse “Afirmo a vocês que Eu sou a porta por onde passam as ovelhas. Todos os que
vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não deram atenção à voz
deles. Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair e achará comida.
O ladrão só vem para roubar, matar e destruir; mas eu vim para que as ovelhas tenham vida
e vida completa.” (O Evangelho de João 10:7 a 10).

Philip J Greenwood/Luis Cláudio Saldanha


Março de 2000