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MULHERES E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

MULHERES E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

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MULHERES E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA A violência doméstica se dá por lesão corporal, ameaça tentativa de homicídio.

É causada, na maioria das vezes, entre um relacionamento conjugal no qual não há respeito e dignidade entre o casal. Quando ocorre na família, existem leis que protegem a mulher quando ela é atacada pelo seu companheiro. Cabe à mulher tomar a iniciativa de denunciar as agressões sofridas e exigir, se for de sua vontade, o afastamento de seu cônjuge. Tem aumentado de forma alarmante os casos de violência doméstica, sendo que esses casos não ocorrem somente em famílias de menos poder aquisitivo. A violência doméstica também ocorre em famílias de classe média e de classe alta, sendo que o diferencial existente entre elas é que as pessoas de menor poder aquisitivo muitas vezes denunciam seu parceiro, pois já estão cansadas de tamanho sofrimento. Já as pessoas de classe média procuram não expor sua família. Cabe à mulher “vítima” saber conduzir essa situação, pois somente ela poderá dar um basta nas ameaças e violências sofridas. Nesse contexto, foi criada a Lei Maria da Penha. A legislação alterou o Código Penal Brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Esses agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas. Com base na Lei Maria da Penha, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos. Prevê, ainda, medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos. Toda essa questão de violência não é só o corpo que sofre que ficará com lesões, mas o psicológico da vítima também é prejudicado. Pessoas que são agredidas com tamanha frequência podem até mesmo ficar com sequelas, o que compromete sua saúde psíquica e moral, sendo necessário acompanhamento psicológico para se restabelecer.

Penso que a questão crucial. • Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da modalidade escrita culta da língua portuguesa. Paulo) Ao expor as pessoas a constantes ataques à sua integridade física e moral. organize e relacione argumentos. Suas propostas devem demonstrar respeito aos direitos humanos. A violência torna-se um item obrigatório na visão de mundo que nos é transmitida. fatos e opiniões para defender seu ponto de vista. Episódios truculentos e situações-limite passam a ser imaginados e repetidos com o fim de legitimar a idéia de que só a força resolve conflitos. mas a de saber como parar um jogo que a maioria. . elaborando propostas para a solução do problema discutido em seu texto. Selecione. observe o quadro e leia os textos apresentados a seguir: Entender a violência. (Adaptado de Jurandir Costa.REDAÇÃO Para desenvolver o tema da redação. entre outras coisas. O problema. não é a de saber o que deu origem ao jogo da violência. redija um texto dissertativo-rgumentativo sobre o tema: A violência doméstica no Brasil: como mudar as regras desse jogo? Instruções: • Ao desenvolver o tema proposto. a violência começa a gerar expectativas. procure utilizar os conhecimentos adquiridos e as reflexões feitas ao longo de sua formação. então. mas poderia ajudar a decidir que tipo de investimentos o Estado deve fazer para enfrentar o problema: incrementar violência por meio da repressão ou tomar medidas para sanear alguns problemas sociais gravíssimos? (Maria Rita Kehl. • O texto deverá ter no mínimo 30 (linhas) linhas escritas. é entender como chegamos a esse ponto. • O texto não deve ser escrito em forma de poema (versos) ou de narrativa. a fornecer padrões de respostas. como fruto de nossa horrenda desigualdade social. começa a querer continuar jogando. Considerando a leitura do quadro e dos textos. coagida ou não. no momento. O medo social). não nos leva a desculpar os criminosos. Folha de S.

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