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projeto autismo

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Published by: mariaanunciacaodesouza8199 on Oct 20, 2010
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Introdução O Autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há seis décadas, mas sobre o qual ainda permanecem, dentro do próprio âmbito da ciência, divergências e grandes questões por responder. Na procura de respostas destas e de outras questões verificamos informações para ampliar a discussão e compreensão deste distúrbio de alunos na educação infantil. Partimos da ideia de que o autismo é uma desordem global do desenvolvimento neurológico, definida por alterações presentes desde idades muitos precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. Por este motivo alguns pais só descobrem que seu filho é autista após três anos de idade o que leva os pais a procurarem apoio e ajuda para o desenvolvimento do seu filho. O diagnóstico do autismo é feito através de avaliação do quadro clínico, não há testes laboratoriais, para instrumentalizar o diagnóstico é utilizado escalas, critérios e questionários, o diagnóstico precoce é importante para a intervenção educacional o mais cedo possível, buscando o desenvolvimento da criança.

Problematização Assim, é necessário que a escola, enquanto instituição educativa esteja se preparando para incluir as crianças autistas, não apenas lhes permitindo o acesso, a fim de aumentar as estatísticas de autistas incluídos, mas também reconhecendo as suas diferenças, limitações e necessidades, procurando se adequar a elas para melhor atendê-las. Por esta razão, surge o questionamento de que ocorre a inclusão de aluno autista na escola regular.

Objetivo Geral Investigar a inclusão de alunos autistas em classes regulares, na rede pública de ensino da Cidade de São Paulo. Objetivos Específicos

Analisar fatores que colaboram com a inserção da criança autista.quando nos deparamos com esta situação. como isso favorece o desenvolvimento global da criança. Fundamentação Teórica . o processo de e ensino aprendizagem.mostrando a necessidade de inclusão.mas também no social.analisar fatores que colaborem para a inclusão da criança autista. textos acadêmicos que abordem o autismo para. Adotando como instrumento de dados a entrevista semi-estruturada. será utilizada a abordagem qualitativa de tipo estudo de caso que pretende aplicar o método hipotético-dedutivo. realizada diretamente com os professores regentes. Discutir a importância de o autista freqüentar a escola regular. mostrando a necessidade de inclusão. entender as singularidades dessas crianças e as dificuldades de incluí-las no cotidiano escolar.de ter um autista em sala de aula e não saber quando e como agir. Justificativa O que nos levou a entender e compreender melhor o autismo foi o nosso despreparo como educadores. no âmbito escolar.como auxiliar o desenvolvimento cognitivo e social dessas crianças colaborando com a inclusão das diferenças. Hipótese Acredita-se para haver uma escola inclusiva de fato. bem como propor aos educadores a tematização da política de inclusão. que acolha o aluno com autismo.2 Identificar as maiores dificuldades enfrentadas pelos docentes na tentativa de inclusão escolar do autista na cidade de São Paulo. será necessário conduzir de maneira reflexiva e crítica.e como isso favorece o desenvolvimento global da criança. por isso a necessidade de pesquisar quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelos docentes na tentativa de inclusão do autista e também ressaltar a importância do autista de freqüentar a escola regular. Usaremos também. Metodologia Na pesquisa.não só no ambiente escolar.

fisioterapeutas. torná-la inclusiva é um trabalho feito em conjunto com a escola e os seus agentes (alunos. a inclusão perpassa por uma mudança do modo de pensar de todos. 1995) o autismo. (Beyer. desvinculada e justaposta ao regular. De acordo (Leboyer. diretores). sociedade e família. Cronograma . buscando o desenvolvimento da criança. Conforme (Mello. atualmente. E o diagnóstico precoce é importante para a intervenção educacional e mais cedo possível. professores. Em geral especialistas (neurologistas. fonoaudiólogos.3 Segundo (Mantoam. A primeira condição para a educação inclusiva não custa dinheiro. 1996) depois de trinta anos de pesquisa sobre o autismo não existe nenhum método objetivo para justificar ou medir os comportamentos autísticos. sobre os sintomas que se possam considerar como primários e aqueles que devem aparecer como secundários. coordenadores. Porém tem características diagnósticas padronizadas mundialmente. p.ela exige uma nova forma de pensar”. não é definido com precisão e não há um acordo total sobre os testes permitindo medi-la. Segundo (Mcelroy. nisto se inclui entre outras coisas a falta de preparação do professor e o subsistema de ensino especial. e sobre o ou os mecanismos responsáveis por ela. psicólogos entre outros. poder público através das políticas públicas. 1997) a inclusão precisa enfrentar desafios: O ensino de baixa qualidade. 2005. 2007) o autismo é um distúrbio do comportamento que consiste em uma tríade de dificuldades.28) “mudar a escola é uma tarefa que exige a cooperação de vários setores. Por fim.

O terceiro capítulo e último tem como finalidade a análise de Dados.4 Agosto 2010 Ir a biblioteca Ler os livros Reunião com orientadora Definir o tema Produzir texto Entrega projeto Produzir TCC Revisão Entrega TCC x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Setembro 2010 x x x x x x x x x Outubro 2010 Novembro 2010 Dezembro 2010 Abril 2011 Distribuição dos capítulos do TCC: O primeiro capítulo abordará a Inclusão no Brasil. A. . O segundo capítulo traz o “Caso Autista”. Autismo e Desordens do Espectro Autista. Referências Bibliográficas ALMEIDA.

1997. MCELROY. Inclusão e Avaliação na escola: de alunos com necessidades especiais. 2007.. São Paulo: Corde. E. Autismo infantil.br/portal/artigo.T. Porto Alegre: Mediação. OLIVEIRA. MELLO. 1996.E. LEBOYER. Autismo guia prático.asp?artigo=1312 > Acesso em 04/set/2010. . BEYER. MANTOAM.planetaeducacao.esepf. A.pt/handle/10000/282 > Acesso em 04/set/2010. Perturbação do espectro do autismo: a comunicação. M. A integração de pessoas com deficiência. M. 1995. Crianças e adolescentes com doença mental. 2005. São Paulo: Senac. Disponível < http://repositorio. A. H. São Paulo: Papirus. São Paulo: Papirus. M.5 Disponível < http://www.com.

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