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Edital_barra Do Pirai

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Concurso Público

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ – RJ CONCURSO PÚBLICO EDITAL No 01/2009

MUNICÍPIO DE BARRA DO PIRAÍ – RJ PREFEITURA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO o EDITAL N 01/2009

A Comissão de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, conferidas pelo o disposto nas Portarias n 399, de 09 de outubro de o 2008; e n 416, de 23 de outubro de 2008, resolve tornar públicas as instruções especiais destinadas à realização do Concurso Público para o preenchimento dos cargos públicos existentes na Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, conforme o Edital a seguir: 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. O Concurso Público será regido por este Edital e executado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM. 1.2. Os cargos objeto do Concurso Público, os requisitos necessários para habilitação, os valores dos respectivos vencimentos, o número de vagas e a jornada de trabalho são os constantes do Anexo I deste Edital. 1.2.1. A Prefeitura Municipal de Barra do Piraí - RJ reserva-se o direito de admitir o número total ou parcial dos candidatos aprovados em relação às vagas quantificadas no Anexo I deste Edital, em razão do interesse e da necessidade da Administração, respeitada a ordem de classificação. 1.3. A descrição sumária dos cargos, a definição de conteúdos programáticos e as demais informações próprias de cada cargo constarão de instruções específicas, expressas nos Anexos I, II e III do presente Edital. 1.4. No ato da inscrição o candidato deverá registrar, no espaço destinado na ficha de inscrição, a denominação do cargo ao qual se candidatará. 1.5. As candidatas grávidas deverão declarar, no ato da inscrição, sua condição para disponibilização de sala especial no dia de aplicação das provas. 1.6. A Prefeitura Municipal de Barra do Piraí disponibilizará, gratuitamente, no Quiosque do Saber situado à Praça Nilo Peçanha – Centro – Barra do Piraí / RJ, computadores para os candidatos que desejarem efetuar sua inscrição pela internet. 1.7. Para efeito do que dispõe o inciso VIII do art. 37 da Constituição Federal, bem como a Lei Orgânica do Município de Barra do Piraí, de 05 de abril de 1990, serão reservados aos candidatos com deficiência 10% (dez por cento) do número de vagas de cada cargo. 1.8. O disposto no item 1.7 não terá incidência nos casos em que a aplicação do percentual de 10% (dez por cento) implique, na prática, majoração indevida do percentual mínimo fixado. 1.9. Os candidatos aprovados no Concurso Público poderão ser designados para as vagas existentes em qualquer unidade de serviço, de acordo com as necessidades da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí. 2. REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO 2.1. Ter nacionalidade brasileira ou equivalente; 2.2. Estar em pleno gozo dos direitos políticos; 2.3. Estar quites com as obrigações militares e eleitorais; 2.4. Ter nível de escolaridade e capacitação técnica exigida para o exercício do cargo; 2.5. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos até a data da posse;

2.6. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo; 2.7. Apresentar, quando se tratar de profissão regulamentada, no ato da posse, o competente registro de inscrição no respectivo órgão fiscalizador; 2.8. Apresentar declaração de não possuir acúmulo de cargo ou emprego público, exceto aqueles previstos legalmente; 2.9. Para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino: 2.9.1. O candidato deverá ter estatura mínima de 1,65m (feminino) e 1,68m (masculino), sendo que a aferição se dará por ocasião da aplicação da Prova de Aptidão Física; 2.9.2. Apresentar, no ato da posse, folha de antecedentes da Polícia Federal e dos Estados onde tenha residido nos últimos 5 (cinco) anos; 2.9.3. Apresentar, no ato da posse, declaração firmada de não haver sofrido, no exercício profissional ou da função pública, penalidade por prática de atos desabonadores. 3. VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA 3.1. É considerada pessoa com deficiência a que se o enquadra nas categorias descritas no art. 4 do Decreto o Federal n 3.298, de 20 de dezembro de 1999. o 3.2. Ao candidato abrangido pelo Decreto Federal n 3.298/99, é assegurado o direito de inscrever-se na condição de deficiente, desde que declare essa condição no ato da inscrição e a deficiência de que é portador não seja incompatível com as atribuições do cargo ao qual concorre. 3.3. O candidato com deficiência deverá declarar tal condição em local apropriado, na ficha de inscrição. 3.4. Conforme disposto pelo art. 39 do Decreto Federal o n 3.298/99, o candidato deverá apresentar no ato de inscrição laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença – CID, bem como a provável causa da deficiência. 3.5. O candidato que tenha declarado sua deficiência será encaminhado, antes da realização das provas, em data a ser amplamente divulgada, a uma junta oficial para avaliação da compatibilidade da deficiência com o cargo a que concorre, sendo lícito à Prefeitura Municipal de Barra do Piraí programar a realização de quaisquer outros procedimentos prévios, se a junta de especialistas assim o requerer, para a elaboração de seu laudo. 3.6. A junta oficial será composta conforme disposto no o Decreto Federal n 3.298/99. 3.7. Compete à junta oficial, além da emissão do laudo, declarar, conforme a deficiência do candidato, se este deve ou não usufruir do benefício previsto no item 1.7, concorrendo à totalidade das vagas. 3.8. A avaliação em questão será realizada sem ônus para o candidato, garantido recurso em caso de decisão denegatória, na forma estabelecida no item 7 deste Edital. 3.9. Os portadores de deficiência somente poderão disputar cargos cujas atividades sejam compatíveis com a deficiência de que são portadores. 3.10. Caso a deficiência do candidato seja avaliada pela junta oficial como incompatível com o cargo para o qual se inscreveu, o candidato poderá inscrever-se para outro cargo compatível com sua deficiência. Caso não haja essa possibilidade, o candidato receberá de volta o valor pago a título de inscrição. 3.11. A não observância do disposto nos itens anteriores acarretará a perda do direito ao pleito das vagas reservadas aos candidatos em tais condições. 3.12. Os portadores de deficiência participarão do Concurso em igualdade de condições com os demais candidatos.

3.13. O candidato portador de deficiência que necessitar de tratamento diferenciado no dia do Concurso deverá especificá-lo na ficha de inscrição, indicando as condições de que necessita para a realização da prova, como, por exemplo, prova em braile ou ampliada. 3.14. A não solicitação de recursos especiais, tempestivamente, conforme disposto no item 3.13, implica a sua não concessão no dia da realização das provas. 3.15. A realização das provas por esses candidatos, em condições especiais, ficará condicionada à possibilidade de fazê-las de forma que não importe quebra de sigilo ou não enseje seu favorecimento. 3.16. O candidato que, no ato de inscrição, se declarar portador de deficiência, se aprovado no Concurso, além de figurar na lista geral de classificação, terá seu nome publicado em relação à parte, observada a respectiva ordem de classificação. 4. INSCRIÇÃO NO CONCURSO 4.1. As inscrições serão realizadas no período de 30/09/2009 a 14/10/2009, pela Internet, através do site (www.ibam-concursos.org.br) ou presencialmente no local definido neste Edital. 4.1.1. Os valores das inscrições são os dispostos na tabela abaixo: CARGO/ESCOLARIDADE Cargos de Nível Superior R$ 72,00 – setenta e dois reais Cargos de Nível Médio R$ 62,00 – sessenta e dois reais Cargos de Nível Fundamental e Alfabetizado R$ 27,00 – vinte e sete reais

4.2.6. O candidato inscrito pela Internet responsabilizarse-á pela informação dos dados cadastrados no ato de inscrição, sob as penas de lei. 4.2.7. O candidato inscrito pela Internet receberá seu cartão de confirmação via postal e também poderá retirá-lo no endereço eletrônico (www.ibamconcursos.org.br) através da opção Área do Candidato. 4.2.8. O descumprimento de qualquer das instruções para inscrição via Internet implicará cancelamento da inscrição. 4.2.9. As inscrições pela Internet devem ser feitas com antecedência, evitando o possível congestionamento de comunicação do site (www.ibam-concursos.org.br) nos últimos dias de inscrição. 4.2.10. O Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM e a Prefeitura Municipal de Barra do Piraí não se responsabilizam por qualquer problema na inscrição via Internet motivada por falhas de comunicação, falta de energia elétrica, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a conexão ou a transferência de dados. 4.2.11. Informações complementares sobre inscrição via Internet estarão disponíveis no endereço eletrônico (www.ibam-concursos.org.br). 4.2.12. Para os candidatos que optarem pela inscrição presencial: Local: Quiosque do Saber. Endereço: Praça Nilo Peçanha - Centro - Barra do Piraí/ RJ. Horário: de 9h às 17h, de segunda à sexta-feira. 4.2.13. Os pedidos de inscrição obedecerão aos seguintes procedimentos: a) Recolher, através de depósito bancário, nas agências do Banco do Brasil, Banco Bradesco e Banco Itaú a quantia especificada no item 4.1.1. - Banco do Brasil S/A - agência: 2234-9 - Conta IBAM o Concursos n 5677-4 - Banco Bradesco S/A - agência: 3369-3 - Conta IBAM o Concursos n 20-5 o - Banco Itaú S/A - agência: 0311 - Conta IBAM n 77393-1 b) Dirigir-se ao posto de atendimento definido no item 4.2.12, portando o comprovante de depósito bancário. c) Efetuar o preenchimento, sem emendas ou rasuras e de forma legível, da ficha de inscrição, na qual o candidato se compromete a apresentar, em época própria, os documentos comprobatórios dos requisitos previstos no item 2 deste Edital. d) Apresentar documento de identidade sempre oficial, original e com fotografia, que será devolvido ao candidato após as devidas anotações na ficha correspondente. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA etc.); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte. 4.2.14. Cumpridas as exigências do subitem 4.2.13, o candidato receberá o seu cartão de confirmação de inscrição através de envio postal. 4.2.15. O candidato, no ato do recebimento do cartão de confirmação de inscrição, se responsabilizará pela conferência de todos os dados, verificando sua exatidão e solicitando correção, se for o caso, não cabendo aos organizadores qualquer responsabilidade. 4.2.16. O candidato que não receber o cartão de confirmação de inscrição até 05 (cinco) dias úteis anteriores à data da prova deverá verificar através do site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) na Área Documentação do Concurso, ou pelos telefones (0XX21) 2536-9813, 2536-9815 e 2536-9817, as informações sobre a data da prova, horário e local de realização da mesma.

4.2. Procedimentos para inscrição 4.2.1 Para os candidatos que optarem pela inscrição via Internet: O candidato deverá acessar o site (www.ibamconcursos.org.br) onde terá acesso ao presente Edital e seus Anexos, à ficha de inscrição e procedimentos necessários à efetivação da inscrição, que estará disponível no período entre 0 (zero) hora do dia 30/09/2009 e 20:00 horas do dia 14/10/2009. 4.2.2. As inscrições efetuadas via Internet somente serão aceitas após o banco confirmar o efetivo pagamento do valor da inscrição. O candidato poderá verificar a aceitação de sua inscrição no endereço eletrônico (www.ibam-concursos.org.br) através da opção Área do Candidato. 4.2.3. O pagamento da inscrição através do Boleto Bancário deverá ser feito em espécie, não sendo aceito pagamento em cheque ou agendamento bancário. 4.2.4. O pagamento deverá ser efetivado, impreterivelmente, até o último dia previsto para o encerramento das inscrições, até o horário definido no item 4.2.1., caso contrário não será considerado. 4.2.5. Os candidatos com deficiência inscritos pela Internet deverão enviar, via postal, os documentos mencionados nos itens 3.4 e 3.13 deste Edital, durante o período de inscrição, para o seguinte endereço: Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM Núcleo de Concursos Largo do IBAM, nº 01 sala 206 – Humaitá Rio de Janeiro – RJ CEP.: 22271- 070

4.2.17. Independentemente do recebimento ou não da comunicação pessoal, o candidato tem o dever de acompanhar a divulgação das informações sobre a realização da prova. 4.2.18. Os candidatos impossibilitados de preencher a ficha de inscrição serão auxiliados por pessoa devidamente designada para esse fim, que lerá todos os dados constantes da referida ficha, antes de o candidato formalizar seu pedido de inscrição. 4.2.19. Será admitida a inscrição por intermédio de procurador, desde que seja apresentado instrumento público ou particular, que lhe confira os poderes específicos necessários, acompanhado de cópia autenticada do documento de identidade do candidato. 4.2.20. No caso de instrumento particular, não há necessidade de reconhecimento de firma. 4.2.21. O candidato inscrito por procuração assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu procurador, arcando com as conseqüências de erros no preenchimento do formulário de inscrição e na efetivação da inscrição. 4.2.22. Não haverá inscrição condicional ou extemporânea nem inscrição por correspondência. 4.2.23. O candidato será responsável por qualquer erro ou omissão no preenchimento da ficha de inscrição, não sendo permitido pedido de retificação após o encerramento do prazo das inscrições, exceto na situação prevista no item 4.2.15. 4.2.24. O valor pago a título de inscrição não será devolvido em qualquer hipótese, exceto na situação prevista no item 3.10. 5. PROCESSO SELETIVO 5.1. Provas Escritas 5.1.1. As provas escritas objetivas serão eliminatórias e se constituirão de questões objetivas de múltipla escolha, conforme descrito no Anexo II deste Edital. 5.1.2. Cada prova escrita objetiva valerá 100 (cem) pontos. 5.1.3. Nas provas escritas objetivas eliminatórias, serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior ao limite mínimo estabelecido no Anexo II deste Edital. 5.1.4. O conteúdo das questões variará de acordo com o grau de escolaridade exigido para o preenchimento do cargo ao qual o candidato concorrer. 5.1.5. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas. 5.2. Provas Práticas 5.2.1. Serão aplicadas provas práticas, com caráter eliminatório e classificatório, aos candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas. 5.2.2. Serão convocados para as provas práticas os candidatos que tenham sido aprovados nas provas objetivas e classificados até 05 (cinco) vezes o número de vagas para cada cargo. 5.2.3. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem no mínimo 60 (sessenta) pontos nas provas práticas. 5.2.4. As provas práticas estão previstas para o dia 13/12/2009, às 08:00h, no Parque de Exposições Agropecuárias situado na Rua Coronel Nóbrega nº 72 – Bairro Química – Barra do Piraí / RJ. 5.2.5. Os candidatos deverão comparecer no local e data indicados no item 5.2.4 com antecedência de, no mínimo, meia hora em relação ao horário marcado para a prova. 5.2.6. Os candidatos deverão portar o documento original de identidade e o original da carteira de habilitação específica, dentro do prazo de validade. 5.2.7. Nenhum candidato fará as provas práticas sem os originas dos documentos exigidos.

5.2.8. A seqüência de realização das provas práticas obedecerá a ordem decrescente de classificação, obtida pelos candidatos nas respectivas provas objetivas. 5.2.9. A critério da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, os candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após o critério definido no item 5.2.2 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para as provas práticas, obedecida a ordem rigorosa de classificação. 5.2.10. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas. 5.3. Prova de Aptidão Física 5.3.1. Será aplicada prova de aptidão física, com caráter eliminatório e classificatório, aos candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino. 5.3.2. Serão convocados para a prova de aptidão física os candidatos que tenham sido aprovados nas provas objetivas e classificados até 05 (cinco) vezes o número de vagas para cada cargo. 5.3.3. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem no mínimo 12 (doze) pontos na prova de aptidão física. 5.3.4. A prova de aptidão física está prevista para o dia 13/12/2009, às 08:00h, no Parque de Exposições Agropecuárias situado na Rua Coronel Nóbrega nº 72 – Bairro Química – Barra do Piraí / RJ. 5.3.5. A prova de aptidão física constitui-se na realização de um conjunto de testes, compostos de exercícios físicos que avaliam parâmetros de força, coordenação, equilíbrio dinâmico, flexibilidade, potência muscular, capacidade aeróbica, anaeróbica e velocidade, permitindo classificar o estado físico no momento da execução dos testes, devendo o candidato cumprir com habilidade o que lhe é proposto, obtendo os índices previstos nas respectivas tabelas para o masculino e para o feminino. 5.3.6. Os candidatos deverão comparecer no local e data indicados no item 5.3.4 com antecedência de, no mínimo, meia hora em relação ao horário marcado para a prova. 5.3.7. Os candidatos deverão portar o documento original de identidade e atestado médico de, no máximo, 10 (dez) dias de antecedência à data da prova de aptidão física e que certifique estar APTO PARA ESFORÇO FÍSICO, mais especificamente, realizar testes de corrida, flexão de braços e abdominal. 5.3.8. Nenhum candidato fará a prova de aptidão física sem os originais dos documentos exigidos. 5.3.9. Caberá ao candidato conhecer e executar todos os testes relacionados neste edital, não sendo aceitas quaisquer alegações de desconhecimento dos aspectos exigidos. 5.3.10. Em caso de mau tempo ou qualquer outro imprevisto que impossibilite a realização da prova, caberá à Comissão de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí marcar nova data e horário, cientificando os candidatos. 5.3.11. A seqüência de realização da prova de aptidão física obedecerá a ordem decrescente de classificação, obtida pelos candidatos nas respectivas provas objetivas. 5.3.12. A critério da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, os candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após o critério definido no item 5.3.2 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para a prova de aptidão física, obedecida a ordem rigorosa de classificação. 5.3.13. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada desta prova.

5.3.14. A prova de aptidão física para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino consistirá dos seguintes testes: a) Teste de Corrida de 50 (cinqüenta) metros

Flexão de Braços - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 30 ou + 28 ou + 26 ou + 24 ou + 22 ou + 20 ou + 16 Pts 27-29 25-27 23-25 21-23 19-21 17-19 12 Pts 24-26 22-24 20-22 18-20 16-18 14-16 08 Pts 21-23 19-21 17-19 15-17 13-15 11 a 13 04 Pts 20 ou 18 ou 16 ou 14 ou 12 ou 10 ou -

este é um teste máximo, ou seja, deve ser realizado na máxima velocidade e passar a faixa de chegada também na máxima velocidade;

a posição de saída deverá ser em afastamento ântero-posterior das pernas e com o pé da frente o mais próximo possível da faixa. A voz de comando será pelas palavras "Atenção!, Já!", sendo acionado o cronômetro no momento que for pronunciado "Já!" e parado no momento em que o avaliado cruzar a faixa de chegada. Caso ocorra qualquer problema no teste e tenha que ser repetido, haverá um intervalo mínimo de 5 (cinco) minutos. Será permitida apenas uma tentativa, e o resultado do teste será o tempo de percurso dos 50 (cinqüenta) metros com precisão de centésimo de segundo. Corrida de 50 (cinqüenta) metros - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 6"30 6"60 6"90 7"20 7"50 7"80 16 Pts 6"60 6"90 7"20 7"50 7"80 8"10 12 Pts 6"90 7"20 7"50 7"80 8"10 8"40 08 Pts 7"20 7"50 7"80 8"10 8"40 8"70 04 Pts 7"50 7"80 8"10 8"40 8"70 9"00

c) Abdominal (ambos os sexos): Posição inicial: o candidato posicionar-se-á à frente do examinador. Ao comando de “em posição”, o candidato tomará a posição deitado em decúbito dorsal, pernas unidas e flexionadas e mãos apoiadas atrás da cabeça. Execução: ao comando de iniciar, o candidato flexionará o tronco, tirando-o do contato com o solo e aproximando os cotovelos dos joelhos. O candidato terá o tempo máximo de 1 minuto para executar as repetições. Os comandos para iniciar e terminar o teste serão dados verbalmente. Abdominal - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 50 ou + 48 ou + 46 ou + 44 ou + 42 ou + 40 ou + 16 Pts 47-49 45-47 43-45 41-43 39-41 37-39 12 Pts 44-46 42-44 40-42 38-40 36-38 34-36 08 Pts 41-43 39-41 37-39 35-37 33-35 31-33 04 Pts 40 ou 38 ou 36 ou 34 ou 32 ou 30 ou -

Corrida de 50 (cinqüenta) metros - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 7"60 7"90 8"20 8"50 8"80 9"10 16 Pts 7"90 8"20 8"50 8"80 9"10 9"40 12 Pts 8"20 8"50 8"80 9"10 9"40 9"70 08 Pts 8"50 8"80 9"10 9"40 9"70 10"00 04 Pts 8"80 9"10 9"40 9"70 10"00 10"30

Abdominal - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 40 ou + 38 ou + 36 ou + 34 ou + 32 ou + 30 ou + 16 Pts 37-39 35-37 33-35 31-33 29-31 27-29 12 Pts 34-36 32-34 30-32 28-30 26-28 24-26 08 Pts 31-33 29-31 27-29 25-27 23-25 21-23 04 Pts 30 ou 28 ou 26 ou 24 ou 22 ou 20 ou -

b) Teste de Flexão de Braços

Flexão e extensão dos cotovelos em apoio de frente no solo

Posição inicial / Feminino: decúbito ventral perpendicularmente ao solo com os joelhos e mãos apoiados ao solo, mãos na largura dos ombros e cotovelos estendidos. Posição inicial / Masculino: decúbito ventral perpendicularmente ao solo com os joelhos estendidos e mãos apoiadas ao solo, mãos na largura dos ombros e cotovelos estendidos. Execução: flexão dos cotovelos até tocar o peito no solo, retornando à posição inicial. Flexão de Braços - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 40 ou + 38 ou + 36 ou + 34 ou + 32 ou + 30 ou + 16 Pts 37-39 35-37 33-35 31-33 29-31 27-29 12 Pts 34-36 32-34 30-32 28-30 26-28 24-26 08 Pts 31-33 29-31 27-29 25-27 23-25 21-23 04 Pts 30 ou 28 ou 26 ou 24 ou 22 ou 20 ou -

5.3.15. A Prefeitura de Barra do Piraí convocará, através de Edital, os candidatos aprovados nas provas objetivas e de aptidão física para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino para realização de Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório, que consistirá na execução de um conjunto de testes, visando identificar os candidatos que apresentam características adequadas à função. 5.3.16. O candidato será considerado INDICADO ou NÃO INDICADO. 5.3.17. Nenhum candidato NÃO INDICADO será submetido a novo teste. 5.3.18. Não caberá recurso da Avaliação Psicológica. 5.4. Realização das Provas Objetivas 5.4.1. As provas objetivas serão realizadas, para todos os cargos, no dia 22 de novembro de 2009, com o fechamento dos portões às 14:00 horas para início das mesmas, sendo de 3 (três) horas o período de duração. 5.4.2. O local da realização das provas, além de ser divulgado no site do IBAM (www.ibamconcursos.org.br), constará do cartão de confirmação de inscrição a ser enviado pelo correio – via postal – ou via Internet, conforme o caso, e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí.

5.4. receptor/transmissor. para o Instituto Brasileiro de Administração Municipal – o IBAM. conforme já mencionado na letra “d” do item 4. contendo na sua parte externa o número da inscrição. com recolhimento da prova e posterior retirada do candidato do local de prova. CONTAGEM DE PONTOS 6. 7. nos horários de 9:00h às .3. por motivo de perda.1. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e título de Doutor: 02 (dois) pontos. 5. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 01 (um) ponto. sendo adicionada a esse total a nota obtida na prova de aptidão física. sendo adicionada a esse total a nota obtida na prova prática. 30 (trinta) dias. no dia de realização da prova. calculadora. Serão atribuídos pontos aos títulos. do documento original de identidade. Nos locais de prova poderá haver rastreamento eletrônico. 6.1. Títulos 5. entre outros. agenda eletrônica. expedido há. n 1 .1 não poderá ingressar no local de prova.4. que serão adicionados ao total de pontos obtidos pelos candidatos nas demais provas.7.2. Os títulos deverão ser apresentados em envelope fechado.3. walkman. excluído do Concurso Público.3. automaticamente. Certificado de conclusão de curso de graduação na área de formação profissional.4. através de Sedex ou AR. nº 69 . 5. 5.4.11.5. CRA. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG). A contagem dos pontos referida no item anterior obedecerá aos critérios a seguir: Será considerado um título por categoria a saber: a) para o cargo de Professor II: Cursos de aperfeiçoamento que guardem ligação direta com as atribuições do cargo ao qual o candidato está concorrendo com mínimo de 120 (cento e vinte) horas/aula. ao ingressar no local de realização da prova. 5. relógio digital com receptor. A contagem de pontos obedecerá aos critérios a seguir: a) Para os candidatos aos cargos de Nível Superior e Professor II: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas. b) para os cargos de nível superior: Curso de especialização com o mínimo de 360 (trezentas e sessenta) horas/aula. incorrerá na exclusão do candidato do certame. As provas serão realizadas na cidade de Barra do Piraí e caso necessário em Municípios vizinhos. mediante registro da ocorrência em ata própria. justificadamente.Humaitá.2. b) Para os candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas.12. Os 3 (três) últimos candidatos a terminar as provas só poderão deixar o local juntos.4. podendo levar o caderno de prova. 5. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 01 (um) ponto.8.10.2. Doutorado: reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação. incluindo os sinais de alarme. 5. Para evitar atrasos. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 02 (dois) pontos.1.4.6. 5. O candidato deverá comparecer aos locais de provas munido do cartão de confirmação de inscrição. e de 2 (duas) canetas esferográficas de tinta azul ou preta. desde que com a finalidade de preservar o bom andamento do certame. desde que: a) seja dirigido ao Presidente da Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí e entregue pessoalmente para registro no protocolo geral da Prefeitura Municipal. poderá interpor recurso. 5.4. situado na Travessa Assumpção. 5. 5. os títulos deverão ser enviados para análise. Mestrado: reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação. 5.4.4. exclusivamente no período de inscrição. notebook. situado no Largo IBAM.5. Caso o candidato não possa apresentar nenhum dos documentos de identidade relacionados no subitem 5.Barra do Piraí. mediante requerimento individual. furto ou roubo de todos eles. Para fins de cumprimento dos prazos legais para homologação. Apresentação dos títulos: 5. RECURSOS E REVISÕES 7.5. recomenda-se que os candidatos compareçam aos locais de prova com antecedência de uma hora do horário previsto para o fechamento dos portões. Aos candidatos serão assegurados recursos em todas as etapas do Concurso. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e título de Mestre: 02 (dois) pontos. Cep. 5.: 22271-070. palm-top.5.4. telefone celular.3. antes da realização do presente Concurso.13 do presente Edital.7.5. alterar. Certificado de Reservista. desde que não seja requisito exigido para provimento e guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova.5.4. d) Para os demais cargos: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas.).5.1. desde que guarde relação direta com o cargo para o qual o candidato prestará prova. deverá obrigatoriamente manter desligado qualquer aparelho eletrônico que esteja sob sua posse. no máximo.5.5. A Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público poderá. etc.Centro . ficando. nos locais especificados pela organização do concurso. tais como bip. Núcleo de Concursos. Rio de Janeiro.1. O candidato que chegar após o horário estabelecido no subitem 5.10. Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA. sempre oficial e com foto. 7. Não haverá desclassificação do candidato pela não apresentação de títulos.4.4. Os candidatos só poderão sair do local de realização do certame após 1 (uma) hora do início da prova. O candidato que se sentir prejudicado em qualquer das etapas do Concurso. 5.2. desde que guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova. as normas previstas no item 5 e seus desdobramentos. 5.4.9. c) Para os candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas. O uso de quaisquer funcionalidades de aparelhos. O candidato. sendo adicionada a esse total a nota obtida com títulos. o nome do candidato. deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial.1. Carteira de Motorista com foto e Passaporte. Carteira de Trabalho e Previdência Social. gravador. o cargo para o qual esta concorrendo e a descrição dos títulos contidos no envelope.

br) e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Barra do Piraí. fraude ou falsificação na realização da prova. Se do exame de recursos resultar anulação de questão ou item de questão. 9.4. 9.4. a primeira. Apurada a classificação. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais. conforme modelo constante do Anexo IV deste Edital. por ato do Prefeito de Barra do Piraí. Será indeferido. A inscrição do candidato implicará conhecimento do presente Edital. nos sites do IBAM (www.7.9. Legislação do SUS e Aspectos Legais da Política Educacional). no caso de recursos contra questões.1 a 2. 9. Os exames médicos são eliminatórios. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais. Será dada publicidade às decisões dos recursos.3.2. submetido ao processo seletivo descrito no item 5 do presente Edital. 9. Os candidatos que não atenderem aos requisitos exigidos neste Edital serão automaticamente eliminados do processo seletivo em qualquer de suas fases.rj. através da imprensa oficial e de telegrama. no caso de recursos contra questões ou gabaritos. via postal.1. o desempate farse-á considerando como primeiro critério o mais idoso.1.1.2.8. declaração falsa ou inexata.org. procuração. 9. de 28 de abril de 1997 e atualizações. e a segunda. número da inscrição. O presente Concurso objetiva o preenchimento de cargos.org. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Matemática.6.7. instituição organizadora deste Concurso. g) deixar de apresentar qualquer documento comprobatório dos requisitos exigidos neste Edital. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Legislação. A classificação dos candidatos aprovados será feita em ordem decrescente dos pontos obtidos.3. serão convocados para o exame médico realizado por junta médica oficial e para a comprovação dos requisitos exigidos nos itens 2. somente a pontuação destes últimos. em qualquer documento. mediante a apresentação das listagens finais dos resultados do certame. Considerar-se-á aprovado o candidato que. Não serão aceitos recursos interpostos por telegrama.12:00h e de 14:00h às 17:00h. cargo ao qual se candidatou. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português. 8. serão adotados.1. fundamentação clara e ampla dos motivos e. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Matemática.gov. podendo ser prorrogado. No caso de o gabarito da prova ser fornecido incorretamente por falha de digitação. 8. b) para os cargos de Nível Médio.4. Internet ou outro meio que não seja o especificado neste Edital. sem prejuízo do indiciamento cabível. 9.4. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português. c) seja apresentado datilografado ou digitado. bem como o compromisso tácito de aceitar as condições do Concurso. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português. liminarmente.5. DISPOSIÇÕES GERAIS 9.10.5.pmbp. devendo ser uma folha para cada questão recorrida. em ordem decrescente dos pontos. no prazo máximo de 02 (dois) dias úteis. 8. Os candidatos aprovados e classificados no Concurso.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www. ou qualquer outro meio de divulgação definido pela Comissão Especial de . o 5 ) maior idade. o o 4 ) maior n de pontos na prova de Noções de Informática. em duas listas.8. procedendo-se à sua correção e publicação.pmbp.6. Em caso de igualdade de pontos na classificação.gov. c) for surpreendido. independentemente de terem recorrido. durante a realização das provas. o 3 ) maior idade. de acordo com a área de atuação (Legislação Municipal. 8. Será também excluído do certame o candidato que: a) faltar a qualquer uma das fases do processo seletivo. 8.br).ibamconcursos. Quando a igualdade de pontos na classificação envolver. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Português. de modo a prejudicar o andamento normal do Concurso. a pontuação correspondente será atribuída a todos os candidatos. os seguintes critérios para o desempate dos candidatos: a) para os cargos de Nível Superior. contendo. sucessivamente. d) for apanhado em flagrante tentativa de burla. 8. a contar da data da publicação de sua homologação. sendo excluídos do Concurso os candidatos que não apresentarem aptidão física e/ou mental para o exercício do cargo para o qual se inscreveram. d) para o cargo de Auxiliar de Atendimento. 9.5.8 do presente Edital.2.ibamconcursos. Os candidatos aprovados passarão a constituir um cadastro de reserva pelo período de validade do Concurso. 7. uma vez. e) prestar. 9. em comunicação com outro candidato. o 5 ) maior idade. bem como seus ascendentes. na forma da o Lei Municipal n 326. inclusive os deficientes. RESULTADO FINAL E CLASSIFICAÇÃO 8. 9.3. A homologação do Concurso será feita por ato do Prefeito de Barra do Piraí. Legislação do SUS e Aspectos Legais da Política Educacional). 7. O Concurso terá validade de 02 (dois) anos. sob pena de serem considerados desistentes. contados após o ato que motivou a reclamação. b) constem obrigatoriamente do recurso: nome completo do candidato.rj.2. f) desatender ao disposto no subitem 5. cabendo-lhes a responsabilidade de manter atualizado seu endereço para fins de convocação. 9. sob a égide do Regime Estatutário. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Legislação. 7. pelo menos. b) portar-se de maneira inadequada nos locais de realização das provas. 9. esta será publicada como resultado final do Concurso. c) para os cargos de Nível Fundamental Completo. por igual período. após o qual serão aplicados os critérios estabelecidos no item 8. Os gabaritos serão divulgados no 1º dia útil após a aplicação das provas. 7. de acordo com a área de atuação (Legislação Municipal. o requerimento que não estiver fundamentado ou for apresentado fora do prazo estabelecido na letra “a” do item 7.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www. O referido recurso deverá ser devidamente firmado pelo candidato em todas as folhas.2. a questão não será anulada. 01 (um) candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.2. satisfizer todas as condições lá estabelecidas. publicação ou outra. tais como se acham estabelecidas. a bibliografia pesquisada. Não poderão inscrever-se pessoas que possuam qualquer vínculo com o IBAM. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar pelos sites do IBAM (www. o o 4 ) maior n de pontos na prova de Noções de Informática. inclusive a dos candidatos com deficiência. 7. descendentes ou colaterais. a pontuação de todos os candidatos aprovados. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais. o 4 ) maior idade.

Barra do Piraí. em decisão irrecorrível.RJ . WELLINGTON MARTINS MARCONDES PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSO PÚBLICO E PROCESSO SELETIVO PÚBLICO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . após a homologação do Concurso. II. inclusive alterações que porventura ocorram durante sua realização. 24 de setembro de 2009. O fornecimento de vale transporte ao servidor público municipal de Barra do Piraí é restrito aos residentes dentro do perímetro do Município. São partes integrantes deste Edital os Anexos I. sendo de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não-atualização desta informação. 9. III e IV que o acompanham. enquanto estiver participando do Concurso.gov.14.Concurso Público e Processo Seletivo Público.12. 9.pmbp. a publicação de todos os atos e editais relativos ao Concurso. quaisquer que sejam os recursos interpostos pelos candidatos. 9.13. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público. O presente Edital estará disponibilizado no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www.11.rj. e à Prefeitura Municipal de Barra do Piraí.15.br) e na imprensa oficial do Município.ibamconcursos. 9. 9. bem como nos sites do IBAM (www. competente também para julgar. em toda sua extensão territorial.org. O candidato deverá manter atualizado seu endereço junto ao IBAM.

EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.348.73 002 ANALISTA EM GESTÃO DE RH 01 - 40h 1.73 .73 004 ANALISTA EM TECNOLOGIA DA Graduação Tecnológica em Redes e Computadores.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .348.348.348. 01 - 40h 1. Curso de Nível Superior em Biblioteconomia e registro no respectivo Conselho de Classe.348.73 007 BIBLIOTECÁRIO 01 - 40h 1. reservadas aos deficientes.73 003 ANALISTA EM GESTÃO PÚBLICA 12 01 40h 1. Diploma de Tecnólogo em Recursos Humanos. Curso Superior seqüencial de formação específica em Gestão Pública.348.73 005 01 - 40h 1. 001 01 - 40h 1. INFORMAÇÃO ASSISTENTE SOCIAL Curso de Nível Superior em Serviço Social e registro no respectivo Conselho de Classe. em relação ao total de cada cargo.73 006 AUDITOR INTERNO 01 - 40h 1. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR ANALISTA IMOBILIÁRIA EM GESTÃO Curso Superior seqüencial de formação específica em Gestão Imobiliária. Curso de Nível Superior em Direito e/ou Ciências Contábeis e registro no respectivo Conselho de Classe.348.

reservadas aos deficientes.73 . JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Biologia e registro no respectivo Conselho de Classe.348. DENTISTA Clínico Curso de Nível Superior em Odontologia e registro no respectivo Conselho de Classe. 01 - 24h 1.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.348. 008 BIÓLOGO 01 - 40h 1.Traumato Especialização em Bucomaxilofacial Bucomaxilofacial e registro no respectivo Conselho de Classe.348. Curso de Nível Superior em Engenharia Agrônoma e registro no respectivo Conselho de Classe. CONTADOR Curso de Nível Superior em Ciências Contábeis e registro no respectivo Conselho de Classe.73 010 Curso de Nível Superior em Odontologia. em relação ao total de cada cargo.348.73 009 CIRURGIÃO Geral 02 - 24h 1.348. acrescido de CIRURGIÃO DENTISTA .73 013 ENGENHEIRO AGRÔNOMO 01 - 40h 1.348.73 012 ENFERMEIRO 01 - 40h 1.73 011 02 - 40h 1. Curso de Nível Superior em Enfermagem e registro no respectivo Conselho de Classe.

014 ENGENHEIRO AMBIENTAL 01 - 40h 1. Ciências Contábeis.73 019 FONOAUDIÓLOGO 01 - 24h 1. em relação ao total de cada cargo.348. Curso de Nível Superior em Administração.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.348.73 01 40h 1.348. Curso de Nível Superior em Engenharia. Direito e/ou Economia e registro no respectivo Conselho de Classe.348.73 018 FISIOTERAPEUTA 01 - 30h 1. reservadas aos deficientes. Curso de Nível Superior em Fisioterapia e registro no respectivo Conselho de Classe.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .348.73 017 FISCAL DE TRIBUTOS 01 - 40h 1. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Engenharia Ambiental e registro no respectivo Conselho de Classe.73 015 ENGENHEIRO DE TRÂNSITO 016 FARMACÊUTICO 01 - 40h 1. Curso de Nível Superior em Fonoaudiologia e registro no respectivo Conselho de Classe. Curso de Nível Superior em Farmácia e registro no respectivo Conselho de Classe.348. acrescido de Especialização em Trânsito e registro no respectivo Conselho de Classe.73 .

Curso de Nível Superior em Nutrição e registro no respectivo Conselho de Classe Curso de Nível Superior em Psicologia e registro no respectivo Conselho de Classe 020 MÉDICO CLÍNICO GERAL 02 - 20h 1.348.348. Curso de Nível Superior em Medicina Veterinária e registro no respectivo Conselho de Classe. reservadas aos deficientes. Curso de Nível Superior em Medicina e Título de Especialista em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.73 025 PSICÓLOGO 04 - 24h 1.348.73 022 MÉDICO RADIOLOGISTA 01 - 20h 1. em relação ao total de cada cargo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .348. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Medicina e registro no respectivo Conselho de Classe.73 023 MÉDICO VETERINÁRIO 01 - 20h 1. Curso de Nível Superior em Medicina e Título de Especialista em Psiquiatra e registro no respectivo Conselho de Classe.348.73 021 MÉDICO PSIQUIATRA 03 - 20h 1.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.348.73 024 NUTRICIONISTA 01 - 40h 1.73 .

Curso de Nível Superior em Terapia Ocupacional e registro no respectivo Conselho de Classe.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. reservadas aos deficientes.70 027 QUÍMICO 01 - 40h 1. Curso de Turismo.73 030 TURISMÓLOGO 01 - 40h 1.73 029 TERAPEUTA OCUPACIONAL 01 - 30h 1. Curso de Nível Superior em Química e registro no respectivo Conselho de Classe. 360 horas/aula.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .73 . acrescido de Especialização em Saúde Pública e registro no respectivo Conselho de Classe. em relação ao total de cada cargo. Nível Superior em 026 PSICOPEDAGOGO 03 - 16h 596. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Pedagogia. no mínimo.348.348.73 028 SANITARISTA 01 - 40h 1. Curso de Nível Superior.348. acrescido de Curso de Especialização em Psicopedagogia de. ministrado por instituição superior reconhecida pelo MEC e registro no respectivo conselho de classe.348.

Ensino Superior PROFESSOR I – GEOGRAFIA Plena na área de no MEC.70 033 03 - 16h 596.70 034 03 - 16h 596. PROFESSOR I – CIÊNCIAS com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro 01 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – HISTÓRIA Plena na área de no MEC.70 039 03 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – EDUCAÇÃO Plena na área de ARTÍSTICA no MEC.70 035 03 - 16h 596.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .70 038 01 - 16h 596. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ MAGISTÉRIO 031 Ensino Superior Plena na área de no MEC. Ensino Superior PROFESSOR I – PORTUGUÊS Plena na área de no MEC. em relação ao total de cada cargo.70 037 03 - 16h 596.70 032 03 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – EDUCAÇÃO Plena na área de FÍSICA no MEC.70 036 01 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – MÚSICA Plena na área de no MEC. reservadas aos deficientes. Ensino Superior PROFESSOR I – MATEMÁTICA Plena na área de no MEC.70 .EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. Ensino Superior PROFESSOR I – INGLÊS Plena na área de no MEC.

acrescido de.5h 544. 10 40 01 01 04 40h 40h 40h 492.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . reservadas aos deficientes. PROFESSOR II – EDUCAÇÃO para o exercício nos anos iniciais do INFANTIL E 1º SEGMENTO DO ensino fundamental e pré-escolar e ENSINO FUNDAMENTAL registro no MEC. no ORIENTADOR EDUCACIONAL mínimo 02 (dois) anos de experiência em atividade docente e registro no MEC. acrescido de. 040 50 05 22.90 . no ORIENTADOR PEDAGÓGICO mínimo 02 (dois) anos de experiência em atividade docente e registro no MEC. Ensino Médio completo. Ensino Superior em Pedagogia com Especialização em Orientação Educacional.90 492.98 041 20 02 16h 596. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ MAGISTÉRIO Formação Docente de Nível Médio.70 NÍVEL MÉDIO 043 044 045 AGENTE ADMINISTRATIVO ASSISTENTE DE CRECHE FISCAL DE MEIO AMBIENTE Ensino Médio completo.90 492. Ensino Médio completo.70 042 22 02 16h 596. em relação ao total de cada cargo.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. Ensino Superior em Pedagogia com Especialização em Orientação Pedagógica.

90 492.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.85 052 TÉCNICO EM AGRIMENSURA 01 - 40h 537. 27 02 40h 537. Ensino Médio completo. Curso Técnico de Nível Médio em Agropecuária e registro no respectivo Conselho de Classe. Ensino Médio completo. reservadas aos deficientes.85 054 TÉCNICO EM ENFERMAGEM 06 - 40h 537.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem e registro no respectivo Conselho de Classe. Curso Técnico de Nível Médio em Agrimensura e registro no respectivo Conselho de Classe. Ensino Médio completo. 05 02 08 05 40h 40h 40h 40h 492.90 492. acrescido de Curso de Secretário Escolar. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL MÉDIO 046 047 048 049 FISCAL DE POSTURAS GUARDA MUNICIPAL FEMININO GUARDA MUNICIPAL MASCULINO SECRETARIO DE ESCOLA Ensino Médio completo.85 051 TÉCNICO AGRÍCOLA 01 40h 537. Curso Técnico de Nível Médio em Contabilidade e registro no respectivo Conselho de Classe.90 492.85 . em relação ao total de cada cargo.90 NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO 050 ASSISTENTE GESTÃO TÉCNICO DE Curso Técnico de Nível Médio em Administração de no mínimo 800 horas.85 053 TÉCNICO EM CONTABILIDADE 04 - 40h 537.

Curso Técnico de Nível Médio em Laboratório de Análises Clínicas e registro no respectivo Conselho de Classe.85 NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO 058 AUXILIAR DE ATENDIMENTO Ensino Fundamental completo.90 060 061 062 063 AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS CALCETEIRO COVEIRO ELETRICISTA 10 02 01 01 01 - 40h 40h 40h 40h 492. 04 40h 492.90 059 AUXILIAR DENTÁRIO DE Ensino Fundamental completo.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.90 . acrescido de curso para qualificação CONSULTÓRIO profissional de Auxiliar de Consultório Dentário. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO 055 TÉCNICO EM INFORMÁTICA Curso Técnico de Nível Médio em Informática. reservadas aos deficientes.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Ensino Fundamental completo.90 492. Ensino Fundamental completo. com carga horária mínima de 600 horas e máxima de 800 horas. Curso Técnico de Nível Médio em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe. em relação ao total de cada cargo.85 057 TÉCNICO EM RADIOLOGIA 01 - 40h 537.90 492. 05 - 40h 492. 10 01 40h 537. Ensino Fundamental completo. Ensino Fundamental completo.85 056 TÉCNICO EM LABORATÓRIO 01 - 40h 537.90 492.

90 492. Ensino Fundamental completo.90 03 - . Ensino Fundamental completo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Ensino Fundamental Completo. Ensino Fundamental completo. em relação ao total de cada cargo.90 492.90 492. Ensino Fundamental completo.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.90 068 069 070 071 072 01 08 01 30 01 - 40h 40h 40h 40h 40h 492. reservadas aos deficientes. Ensino Fundamental completo.90 492.90 492.90 492. Ensino Fundamental Completo. MÁQUINAS acrescido de habilitação para a condução de máquinas pesadas. Ensino Fundamental completo.90 492. 05 01 10 05 01 40h 40h 40h 40h 492. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO 064 065 066 067 GUARDIÃO DO RIO MECÂNICO DE AUTOS MERENDEIRO MOTORISTA CATEGORIA D OPERADOR PESADAS PEDREIRO PINTOR DE PAREDE SERVENTE DE OBRAS VIGIA DE Ensino Fundamental completo. acrescido de Carteira de Habilitação Profissional Categoria D.

garantindo integridade. planos. Fiscalizar a aplicação de legislação de direitos autorais e outras relacionadas com área. livros. financeira. irregularidades no cumprimento das normas. Compor. para manter ou recuperar a saúde bucal. patrimonial. registro e perícias contábeis. gerenciar a rede municipal de comunicação e serviços de Internet com forte enfoque em segurança. estabelecendo princípios. ordenar atividades e programas. bem como para a garantia dos direitos sociais. registros. civis e políticos da população. mapas e publicações pertencentes ao acervo bibliográfico municipal. Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas. além da atuação em análises clínicas. Planejar e gerenciar os sistemas de gestão de pessoas. Executar e coordenar os trabalhos relativos a diagnóstico. identificando. utilizando processos Cirurgião Dentista – Clínico Geral laboratoriais. planos e projetos de políticas públicas. quando necessário. Previdência do servidor e outros correlatos. Dar suporte técnico aos processos que se referem à qualificação dos recursos humanos. tais como recrutamento e seleção. das doenças. decidir entre alternativas e dimensionar riscos. Avaliar bens imóveis. Informação Analisar criticamente sobre segurança de informação através de normas e procedimentos. lesões e anomalias congênitas ou adquiridas do aparelho mastigatório e Bucomaxilofacial anexos e estruturas craniofaciais associadas. executar. Pesquisar todas as formas de vida. fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada. gestão de carreiras e sistema Analista em Gestão de RH de informação de recursos humanos. desempenho e disponibilidade dos serviços na Internet. programar. citológicos e instrumentos adequados. legislações e procedimentos. guarda e conservação de documentos. Utilizar o sistema de planejamento como instrumento balizador para a gestão eficaz de Analista em Tecnologia da recursos e projetos de TI. obedecendo às determinações de controle externo. prognóstico e tratamento de afecções de tecidos moles e duros da boca e região maxilofacial. selecionar estratégias adequadas de ação visando atender interesses interpessoais e institucionais. LDO. cirúrgico e coadjuvante. coordenar e realizar exames. Utilizar e propor modelos inovadores de gestão. às Analista em Gestão Pública finanças e a contabilidade. Organizar. Cirurgião Dentista – Traumato traumatismos. Bibliotecário Elaborar. bem como orientar a organização de processo de tomadas de contas. organizar. materiais. de rotina e especiais. Participar do estabelecimento e do controle das metas de comprometimento do governo municipal expressas no PPA. radiográficos. programas e projetos de assistência social à população do Município e aos servidores municipais. LOA e outros instrumentos de planejamento adotados. supervisionar e executar os serviços de enfermagem na rede municipal de saúde bem como participar da elaboração e execução de programas de saúde pública. Fazer Analista em Gestão Imobiliária balanços e relatórios para atender os órgãos de fiscalização. treinamento e desenvolvimento. analisando e contribuindo para a solução de problemas de Assistente Social natureza social. reduzir e eliminar riscos. patrimônio. Planejar. gestão de competências.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Planejar e gerenciar o patrimônio imobiliário do município. supervisionar e avaliar estudos e pesquisas. Executar e gerenciar programas. efetuando estudos e experiências com espécimes biológicos. implantar. Enfermeiro . aos serviços. coordenar. a equipe de vigilância sanitária e ambiental. gerenciar e executar os trabalhos de análise. Projetar. para permitir a administração dos recursos patrimoniais e financeiros. Realizar diagnósticos e tratamentos. meio ambiente. Planejar. Inventariar o acervo imobiliário do Município para atender a legislação patrimonial. Tomar decisões e dominar as tecnologias e os métodos para a permanente compreensão e aplicação de uma gestão eficiente na área de Tecnologia de Informação. Auditor Interno Realizar trabalhos de auditoria interna nas áreas contábil. agricultura. perícias e auditagens. avaliar. Contador Planejar. Gerenciar os programas referentes a INSS. executar programas de incentivo a leitura. FGTS. rotinas de pessoal. Planejar. tributária e fiscal visando resguardar. para incrementar os conhecimentos científicos e descobrir suas aplicações Biólogo em campos como saúde. cargos e salários. orçamentária. aos sistemas de informações. normas e procedimentos. avaliação de desempenho. benefícios. dirigir e executar serviços de seleção. aos tributos. classificação.

Elaborar. planejar. para restauração da capacidade de comunicação dos pacientes. atos no campo da vigilância epidemiológica. bem como elaborar. para possibilitar um maior rendimento e qualidade dos produtos agrícolas produzidos no Município. Utilização de métodos e técnicas fisioterápicas. sanitária e ambiental. Elaborar e gerenciar projetos. adolescente. emitir laudos de exames radiológicos/ radiográficos. para possibilitar o controle de qualidade do meio ambiente (água. orientação aos técnicos de RX. Exercer a fiscalização pertinente à aplicação e cumprimento das disposições legais e de competência Municipal. propriedades e interações das substâncias e suas reações diante de transformações de temperatura. o planejamento e a disposição das ruas. a planejar e executar programas de defesa sanitária. com o intuito de controlar e evitar os riscos de agravos à saúde. dispensação de medicamentos e correlatos de acordo com as normas de assistência e atenção farmacêutica. exercendo fiscalização e empregando outros métodos. dirigir e controlar os programas e serviços de nutrição nas diversas unidades da Prefeitura. estaduais e federais. executar e avaliar programas de saúde mental. Executar serviços de coordenação e gerência da farmácia municipal. . sonoro). programas e subprogramas de saúde pública. pesquisas. Pesquisar. a equipe de vigilância sanitária e ambiental. pressão e outros fatores. supervisionar e executar demais atividades qualificadas na área de radiologia. Avaliar os equipamentos de radiologia/ radiografia instalados. ensaios e experiências efetuadas em todos os campos de química. saúde individual e coletiva. assessoria psicopedagógica objetivando a identificação. educacional e do trabalho. baseando-se em estudos. proteção. apoio psicopedagógico aos trabalhos realizados na rede municipal de ensino. a produção racional e econômica de alimentos. Prestar assistência médica as munícipes na rede municipal de saúde. Realizar e interpretar exames radiológicos/ radiográficos. para assegurar a sanidade dos animais. Prestar assistência fonoaudiológica à população nas diversas unidades municipais de saúde. Implantar e gerenciar os protocolos clínicos municipais. aprimoramento e desenvolvimento de atividades de criação de animais. zelar pelo patrimônio florestal. Planejar e executar programas de vigilância sanitária e ambiental. Aplicar recursos de medicina terapêutica e preventiva.sistema informatizado de monitoramento e avaliação dos recursos destinados ao Financiamento da Assistência Farmacêutica na Atenção Básica. empregando princípios. elaborar. para permitir um perfeito fluxo de veículos e garantir o máximo de segurança para motoristas e pedestres. executar. orientar e executar ou fazer executar. estudando a natureza e características dos fenômenos de tráfego. planejar e executar programas na defesa do meio ambiente. adulto e idoso em unidade ambulatório. luz. a compreensão e a análise dos problemas no processo de aprendizagem. ar. Planejar e gerenciar projetos de organização e controle da circulação por ruas. quando necessário. visando à solução dos problemas no processo de aprendizagem. Elaborar e gerenciar projetos. planejando. realizando estudos. programar. sob sua supervisão direta. Compor. Coordenar. Executar diagnósticos e intervenção psicopedagógica nos alunos da rede. Realizar intervenção psicopedagógica. solo. rodovias e outras vias de trânsito. Aplicar conhecimentos no campo da psicologia para o planejamento e execução de atividades nas áreas clínica. executar e avaliar planos. Estudar a estrutura das substâncias. PSF e atendimento domiciliar. Administrar o SIFAB . para reabilitação física do individuo na UBS. estradas e terrenos adjacentes. em especial no CAPS e/ou Unidade Similar. orientando e controlando técnicas de utilização de terras. Gerenciar e avaliar dados sobre o meio ambiente. quando necessário. integrando suas atividades às da vigilância epidemiológica. Efetuar atendimento integral à saúde mental. Utilizar métodos de análise. Coordenar. Prestar assistência médica psiquiátrica à criança. métodos e técnicas conhecidas para determinar a composição.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Engenheiro Agrônomo Engenheiro Ambiental Engenheiro de Trânsito Farmacêutico Fiscal de Tributos Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Médico Clínico Geral Médico Psiquiatra Médico Radiologista Médico Veterinário Nutricionista Psicólogo Psicopedagogo Químico Sanitarista Elaborar e gerenciar projetos referentes a cultivos agrícolas e pastos. fiscalizar e elaborar estudos sobre áreas no que tange a ameaças ambientais. interpretação de imagens. Participar de atividades educativas de promoção e prevenção de saúde mental e saúde pública.

Sugerir melhorias nos aspectos estratégicos. Atender pacientes da rede municipal de saúde. Executar atividades docentes na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. regulamentos e normas concernentes às posturas municipais. bem como à execução de trabalhos relativos à implementação das grades curriculares e à coordenação de disciplinas. Assistente Técnico de Gestão Técnico Agrícola Técnico em Agrimensura Técnico em Contabilidade Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Laboratório Técnico em Radiologia . além de executar atividades nas áreas administrativas. a organização do trânsito e segurança de edifícios e logradouros públicos municipais. Realizar atividades de suporte pedagógico. operacionais. segurança e saúde das crianças. Executar levantamentos geodésicos e topohidrográficos. executar as de maior complexidade. orçamentária e patrimonial da Prefeitura. Coordenar. sob supervisão. nas creches municipais. treinar. encaminhar os exames realizados para o médico radiologista para fins de elaboração de laudo. atividades auxiliares e de apoio à educação. Nível Médio e Especializado Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas ao planejamento. e Executar.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Terapeuta Ocupacional Turismólogo Preparar e executar programas terapêuticos ocupacionais. Magistério Professor I Professor II Orientador Educacional Orientador Pedagógico Executar atividades docentes nos anos finais do ensino fundamental. promovendo atividades recreativas e zelando pela higiene. Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas à área contábil. controlando filmes gastos e eventuais perdas. Executar. realizando exames através da manipulação de aparelhos de laboratório e por outros meios. orientar. Executar trabalhos de fiscalização no campo de saneamento e melhoria do meio ambiente. Acompanhar. bem como à execução de trabalhos relativos à implementação das grades curriculares e à coordenação de disciplinas. Subsidiar o Planejamento Estratégico. Nível Médio Agente Administrativo Assistente de Creche Fiscal de Meio Ambiente Fiscal de Posturas Guarda Municipal Feminino Masculino Secretário de Escola Executar tarefas de apoio administrativo aos trabalhos e projetos das unidades organizacionais do Poder Executivo. bem como auxiliar na execução de programas de incentivo ao setor agropecuário promovido pela Prefeitura. Planejar trabalhos em geomática e analisar informações e documentos cartográficos. Realizar atividades de suporte pedagógico na área de orientação educacional. Desempenhar procedimentos de cunho administrativo nos estabelecimentos de ensino. Formular e a executar planos e programas para o desenvolvimento do turismo local. Orientar e fiscalizar o cumprimento das leis. Realizar trabalhos em câmara clara classificando películas radiográficas quanto à identificação e qualidade de imagem. sob orientação. Prestar atendimento ao público em geral. Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas à programação. Oferecer suporte técnico ao usuário de microcomputadores. Realizar análise e controle de indicadores de desempenho operacional. Acompanhar. auxiliando Médicos e Enfermeiros em suas atividades específicas. Realizar exames radiológicos sob a supervisão do Médico Radiologista. avaliar e supervisionar os docentes. e registrando o movimento de exames para fins estatísticos e de controle. de qualidade e legais. Pesquisar e analisar informações destinadas a subsidiar o processo operacional e administrativo. Operar a câmara escura para revelação de filmes. Realizar as atividades pertinentes ao universo educacional. na área de orientação pedagógica. Orientar o pessoal auxiliar quanto às tarefas simples de enfermagem e atendimento ao público. Desenvolver atividades técnicas de análises clínicas e laboratório. execução e controle de atividades nas áreas de cultivos experimentais e definitivos de plantas diversas. supervisionar e executar a contabilização financeira. sob orientação da equipe técnica da SMED. a elaboração do Orçamento operacional e controlar a sua execução conforme as diretrizes estabelecidas. carregamento de chassis e reposição de material para as atividades diárias. orientar e supervisionar as atividades nos laboratórios de informática.

que não exijam conhecimentos ou habilidades especiais. Realizar outras atividades correlatas à função de cuidados com os usuários das residências terapêuticas.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Fundamental Completo Realizar serviços de apoio à equipe de enfermagem. pedra. reparo e manutenção preventiva e corretiva de sistemas elétricos. móveis. limpeza e fiscalização de cemitérios. sob supervisão. Conduzir paciente para exames e consultas diversos. vigilância. Auxiliar de Atendimento Auxiliar de Consultório Dentário Auxiliar de Serviços Gerais Calceteiro Coveiro Eletricista Guardião do Rio Mecânico de Autos Merendeiro Motorista Categoria D Operador de Máquinas Pesadas Pedreiro Pintor de Parede Servente de Obras Vigia . escavar. concreto e revestimentos em geral. sob a supervisão da equipe de saúde. transporte de materiais de construção. Auxiliar o Cirurgião Dentista no atendimento a pacientes em consultórios odontológicos da rede municipal que possuam o serviço de odontologia. Realizar atividades de organização. Realizar serviços de pavimentação. manutenção. Entregar documentos. mexer ou carregar terra. limpeza e proteção das margens e leitos dos rios que cortam o Município. Realizar a regulagem. Checar equipamentos. Exercer a vigilância de edifícios e logradouros públicos municipais. de arrumação e de zeladoria nos prédios públicos do Município. Executar tarefas relativas à manutenção preventiva e corretiva da frota municipal. Preparar e distribuir refeições para atender aos programas alimentares conduzidos pela rede municipal de ensino. processos e outros entre órgãos internos e externos. carga e descarga de veículos. Efetuar guarda. conserto. Realizar a limpeza dos logradouros públicos. tais como varrição de ruas. parques e jardins. máquinas pesadas e demais equipamentos eletromecânicos. Executar serviços de limpeza predial. Dirigir veículos automotores de transporte de cargas leves e pesadas e de ambulâncias e manter a sua conservação em perfeitas condições de aparência e funcionamento. Executar trabalhos de montagem. capina e roçada de terrenos. limpeza de ralos. Executar. manutenção e acompanhamento dos usuários de residências terapêuticas. Operar máquinas montadas sobre rodas ou esteiras e providas de implementos auxiliares que servem para nivelar. equipamentos e ferramentas. para evitar invasões. Realizar serviços de limpeza e higienização dos equipamentos e ambientes das cozinhas e refeitórios escolares. substituição de peças ou partes de veículos leves e pesados. Executar trabalhos de preparação e pintura de superfícies diversas. areia. caixas de passagem e bocas-de-lobo. realizar transporte de paciente em maca ou cadeira de rodas nas unidades de saúde. roubos e outras anormalidades. Executar serviços de sepultamento. equipamentos e ferramentas. Realizar trabalhos de alvenaria. cascalho e similares. Apoiar e executar transporte de móveis. tarefas braçais simples. utilizando pedras ou elementos de concreto prémoldados.

Analista em Gestão Pública. Médico Radiologista. Fisioterapeuta. Médico Veterinário. Bibliotecário. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação do SUS Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 . Biólogo. Químico. Analista em Gestão de RH. Cirurgião Dentista – Traumato Bucomaxilofacial. Nutricionista.QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Nível Superior Cargos Analista em Gestão Imobiliária. Terapeuta Ocupacional. Médico Clínico Geral.RJ CONCURSO PÚBLICO . Enfermeiro.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Farmacêutico. Auditor Interno. Fonoaudiólogo. Analista em Tecnologia da Informação. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação Municipal Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Cargos Assistente Social. Turismólogo. Fiscal de Tributos. Médico Psiquiatra. Engenheiro Ambiental. Contador. Engenheiro Agrônomo. Sanitarista. Psicólogo. Engenheiro de Trânsito. Cirurgião Dentista – Clínico Geral.EDITAL No 01/2009 ANEXO II .

Professor I – Matemática. Secretário de Escola. Técnico em Informática. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Aspectos Legais da Política Educacional Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Nível Médio e Especializado Cargos Agente Administrativo. Assistente de Creche. Professor I – Educação Artística.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Professor I – Inglês.QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Magistério Cargos Professor I – Ciências. Técnico Agrícola. Professor I – Português. Técnico em Agrimensura.RJ CONCURSO PÚBLICO . Fiscal de Posturas. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação Municipal Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 .EDITAL No 01/2009 ANEXO II . Assistente Técnico de Gestão. Fiscal de Meio Ambiente. Guarda Municipal Feminino e Masculino. Orientador Educacional. Professor I – Educação Física. Professor I – História. Psicopedagogo. Técnico em Contabilidade. Professor I – Geografia. Orientador Pedagógico. Professor I – Música. Professor II – Educação Infantil e 1º Segmento do Ensino Fundamental.

Pedreiro. Merendeiro. Motorista Categoria D.EDITAL No 01/2009 ANEXO II . Vigia.QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Nível Médio e Especializado Cargos Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Técnico em Enfermagem. Coveiro. Mecânico de Matemática Autos. Calceteiro. Auxiliar de Conhecimentos Técnico-profissionais Serviços Gerais. Operador de Máquinas Pesadas.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Eletricista. Servente de Obras. Guardião do Rio. Técnico Laboratório. em Legislação do SUS Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Nível Fundamental Completo Cargos Disciplina Número de Questões 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 50 50 Auxiliar de Consultório Dentário. Técnico em Radiologia. Cargo Auxiliar de Atendimento. Matemática Português Disciplina Número de Questões 10 10 Valor de cada Questão 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 50 50 .RJ CONCURSO PÚBLICO . Português Pintor de Parede.

2006. Cirurgião Dentista . Othon Moacir. Bibliotecário. 3. Analista em Gestão de RH. Pontuação. Médico Psiquiatra. Médico Radiologista. Gramática aplicada da língua portuguesa. 2. emprego de tempos e modos dos verbos em português. organização interna. Gene. Sintaxe: termos da oração.gov. Windows XP: Noções de trabalho no ambiente Windows. 2. Legislação Municipal para os cargos de Analista em Gestão Imobiliária. de 5 de abril de 1990. Direito municipal brasileiro. Disponível em: http://www. publicado na Portaria/GM nº 399. Sandra Rita B. STANEK.RJ CONCURSO PÚBLICO . como criação e edição de apresentações. Engenheiro de Trânsito. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. Constituição Federal de 1988. Médico Clínico Geral. Agostinho Dias. 3. São Paulo: Publifolha. Sanitarista e Terapeuta Ocupacional. Farmacêutico. São Paulo: Atlas. descritivo e argumentativo). O texto em construção. Sistema Único de Saúde – SUS: Princípios. processos de coordenação e subordinação. Cirurgião Dentista . . 4. Auditor Interno. Engenheiro Ambiental. Participação e Controle Social. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. Pactos pela vida.br/portal/arquivos/pdf/sus_ 3edicao_completo. A Câmara Municipal. Lei Complementar nº 326 de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Microsoft Word 2000. São Paulo: Digerati Books. 1999. São Paulo: Makron Books. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. O Poder Legislativo e sua competência. Diretrizes Operacionais. Contador. Estilística: o papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. Rio de Janeiro: Metáfora Ed.br/doc_diversos/livro_opas. MS-Excel 2000: uso do MS-Excel para criação e edição de planilhas. 6.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 7. uso do Windows Explorer e conhecimento de funções do tipo transferir arquivos para disquete. 3. narrativo. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador. A Lei Orgânica Municipal. utilização de tabelas. São Paulo: Moderna. Brasília. diretrizes e regulamentação. trabalho com várias planilhas em um arquivo etc. Diretrizes do Pacto pela Saúde em 2006 – Consolidação do Sistema Único de Saúde. 2008. M. Alexandre de. MEIRELLES. 2004. 1993. William R. concordância nominal e verbal. Avaliação e Auditoria. Manoel P. Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. 4. Analista em Gestão Pública.Traumato Bucomaxilofacial. GARCIA. competência e limitações. SAVIOLI. Participação e Controle Social.gov. emprego e sentido das classes gramaticais em textos. Químico e Turismólogo. campos semânticos. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEREDO. MORAES. padrões gerais de colocação pronominal no português. atualizada. Fisioterapeuta. Regionalização.EDITAL No 01/2009 ANEXO III NÍVEL SUPERIOR CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos os cargos de Nível Superior 1.). Financiamento. O conceito de interesse local. conhecimento das suas funções básicas. RIBEIRO. cópia de slides. Morfologia: reconhecimento. separar arquivos em pastas etc. Legislação do SUS para os cargos de Assistente Social. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Celso & CINTRA. Direito constitucional. como utilização de fórmulas nas planilhas. Lindley. Reforma Sanitária. Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário. fatores de coerência textual. Ortografia. Conteúdo.org. 1999. processos de formação de palavras. etc. Disponível em: http://www. Programação Pactuada e Integrada.conasems. 2. São Paulo: Malheiros Ed. 2000. Marcos Flávio R. atualizada. CUNHA. Fiscal de Tributos.S.saude. Planejamento e Programação. MSPowerPoint 2003: Conhecimento da instalação e uso das funções básicas do MS-PowerPoint. Os servidores públicos: normas constitucionais e legais. A responsabilidade do Poder Executivo. Controle. BRASIL. Analista em Tecnologia da Informação. José Carlos de. conhecimento das suas funções básicas. Biólogo. 1997. O Município e a Federação. São Paulo: Makron Books. transitividade e regência de nomes e verbos. GONÇALVES. Engenheiro Agrônomo..saude. Rio de Janeiro: FGV. Planejamento. Ministério da Saúde. Treinamento Prático em Power Point. Comunicação e prosa moderna. 5. José Luiz. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos. Para entender o texto: leitura e redação. em defesa do SUS e de gestão. como formatação de parágrafos. 1. armazenar arquivos no computador. (coord. Nutricionista. modificação da fonte. Rio de Janeiro: IBAM. impressão etc. Médico Veterinário. 5. mecanismos de coesão textual.br/susdeaz ou disponível em: http://portal. São Paulo: Bookman.Clinico Geral. Regulação. 4. Hely Lopes. Lei Orgânica do Município. Psicólogo. Francisco Platão & FIORIN. Regulação. pdf. mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos. _______________. WEISSKOPF.pdf ______. PINTO. O processo legislativo. Nova gramática do português contemporâneo. de 22 de fevereiro de 2006. 2. Excel 2000 (Prático e Fácil). Carlos. atualizada. Enfermeiro. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS MINK. 2006. A organização do Município. 2000. Diretrizes para a Gestão do SUS: Descentralização. Fonoaudiólogo. São Paulo: Ática. 1. O Poder Executivo. Noções de Informática para todos os cargos de Nível Superior 1. 1985. Manual do Prefeito. O SUS de A a Z. MS-Word 2000: uso do MS-Word para criação e edição de documentos. CARNEIRO.

Paulo. Escola e democracia. 4.Educação Infantil e 1º Segmento do Ensino Fundamental.. 8. MATUI.htm Aspectos Legais da Política Educacional para os cargos de Professor I . 292 páginas. São Paulo: Moderna. domínio. Tendências pedagógicas na prática escolar.pdf). Código Civil – Lei 10. OLIVEIRA. Fatores motivacionais. 7. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Filosofia do cotidiano escolar. 2002. Elucidações conceituais e procedimentos metodológicos. Atração e Seleção de talentos: Etapas. Métodos e técnicas. condomínio e posse. Sérgio R.gov. Métodos de avaliação. controle da construção. irregularidades da construção.br/bvs/pub_assunto/ate ncao_bas.gov. 3ª ed. LUZURIAGA. 2. 1997. Dermeval. Romay: Cartilha de Cadastro Técnico Multifinalitário (O que é preciso saber sobre). 9. Jiron. 2007. et. 2002. Aprendizagem e evolução em grupo. Indivíduo. trabalho e organizações: Clima e cultura Organizacional. alíquotas.Geografia. Direito de construir. Papel dos gestores. 2. emissão de habite-se. 4. 6. 12ª ed. Lourenzo. Fontes. Postura política. 11. Fabrício & LIMA Jr. Educação e sociedade. processos e estrutura de dados. contribuintes. São Paulo: Cortez. Direito Civil: Bens imóveis. fato gerador. 3. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico.. Professor I . 3. condições gerais. princípios.História. Estatuto da Cidade – Lei 10. Gestão do desempenho: Modelos.caixa.RJ CONCURSO PÚBLICO . Maria Lúcia Arruda. Rio de Janeiro: DP e A Editora. 8. ITBI – . Sujeito da práxis pedagógica: Educador e educando. (disponível em http://downloads. base de cálculo. 1996. Professor I . definições.Inglês. São Paulo: Cortez. São Paulo: Malheiros editores. o papel do Município. 7. SAVIANE. Código Tributário Municipal: IPTU – fato gerador. 7. 2002. 2ª ed.785/99. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARANHA. Cipriano. 1983. 1980. Cadastro Técnico Multifinalitário como Instrumento de Política Urbana.Educação Física. Filosofia da educação. Brasília. base de cálculo. 183 páginas. (disponível em http://downloads. 6. Professor I . Olegário. RAMOS. NÍVEL SUPERIOR CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS ANALISTA EM GESTÃO IMOBILIÁRIA 1.Português.Ciências. 1998. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional o – Lei n 9394/96.gov. Perícias e Avaliação: Objetivos. Professor I . informações dos imóveis – boletim cadastral. São Paulo: Editora Nacional. 5.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Os manuais e textos poderão ser encontrados no site da biblioteca virtual do Ministério da Saúde através do endereço eletrônico htpp://dtr2001. 8. 5. Professor I . Orientador Pedagógico e Psicopedagogo. 5. Filosofia e educação. Professor I . 12. 2001. Dinâmica dos grupos e os processos grupais: Trabalho em equipe. Orientador Educacional. Brasília: Caixa Econômica Federal e Rio de Janeiro: IBAM. direito de propriedade. Organizações de aprendizagem. Modelo para Elaboração de Códigos de Obras e Edificações. Hely L. História da educação e da pedagogia. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BAHIA. Professor I Educação Artística. “O que é filosofia da educação”. Cadastro Técnico Multifinalitário: conceitos. Gestão da Remuneração: Análise e descrição de cargos. Estatuto da Cidade. Afonso.Matemática. Gestão do conhecimento e de competências: Principais conceitos. A lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96. Vistorias. 10. Pedro. Escola nova. ______. Manual de topografia para prefeituras. 1973. Legislação Municipal: Código Tributário Municipal Lei 379 e Plano Diretor Municipal. Professor II . Autonomia e competência do Município. 2005. all. 247 páginas. 1. 3. Processo Motivacional: Principais teorias. Parâmetros Curriculares Nacionais. Legislação Federal: Constituição Federal. GARCIA. 1996. Desenvolvimento de pessoas na era do conhecimento: Processos e programas de aprendizagem organizacional. Professor I . Trabalho e estresse. 1994. Direito Urbanístico: parcelamento. contribuintes. Escola como instância mediadora da pedagogia. Noções gerais de elementos de projeto e de construção. Rio de Janeiro: IBAM. alíquotas. Manual do Fiscal de Obras: (organizado pelo) Instituto Brasileiro de Administração Municipal.Música. 6. MEIRELLES. 34ª ed. 4.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Construtismo – teoria construtiva sóciohistórica aplicada do ensino. LUCKESI. Campinas: Editora Autores Associados.saude. uso e ocupação do solo. Noções gerais de desenho topográfico e levantamentos expeditos: plantas e convenções topográficas e cartográficas. 180 páginas. Cipriano. ______. 2.br/_arquivos/desenvol vimento_urbano/gestao/INSTRUMENTO_POLITI CO_FISCAL_URBANO. (organizado por) ERBA.caixa. aprovação de projeto. 12ª ed. Limitações. ANALISTA EM GESTÃO DE RH 1. Didática: Elemento articulador entre pedagogia e prática docente. Rio de Janeiro. Avaliação da aprendizagem escolar. Avaliação de cargos. Lei Federal de Parcelamento – Lei 9. São Paulo: Editora Moderna. Filosofia da educação. 91 páginas.PDF). Rio de Janeiro: IBAM/PROCEL.406/02. CHIRALDELLI.NBR 5676: Avaliação de Imóveis Urbanos.257. emissão de alvará.br/_arquivos/desenvol vimento_urbano/gestao/CARTILHA_DE_CADAS TRO_TECNICO_MULTIFINALITARIO_2007. Direito de Construir: Fundamento.

Pop-up & Spyware. Ari et alli. São Paulo: Atlas. Dispensa e inexigibilidade. conceitos e políticas de segurança da informação. Anulação e revogação. Ética: fundamentos sóciohistóricos. métodos de autenticação. ética profissional. naquilo que for pertinente aos Municípios. Lei Orçamentária Anual: Manual de Elaboração. . MPOG/BNDES. Ari et alli. Maria Ester de. 1997. Legislação social: direitos sociais na atual conjuntura brasileira. Vainer. 5. Serviço Social e Realidade Brasileira: Trajetória histórica. FREITAS.. GONÇALVES. Segurança de Dados: procedimentos de backup. Florianópolis: Visual Books. 7ª Ed. 2002. 2ª Ed. Estado. STARLIN. ENAP. 2007. Fundação Getúlio Vargas. SERVATI. Concepção de Seguridade Social: Ênfase na gestão e execução da política de assistência social. 2ª edição.. ALVEZ. FREITAS. política de prevenção de vírus. Domínio Linux – do básico a servidores. Idalberto. sistematização e avaliação. Manual prático das licitações. Plano Plurianual: Manual de Elaboração. Ari et alli. São Paulo: Atlas. 2001. 4. desafios éticos e políticos. E. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA): elementos. Como se tornar um profissional em gerenciamento de projetos. coordenação: Adriane Monteiro Cavalieri Barbosa. Estado e Políticas Sociais: Concepções teóricas e desenvolvimento histórico no Brasil. São Paulo: Atlas. restrições e articulação entre os instrumentos. 2000. Recursos Humanos. – Rio de Janeiro – Qualitymark. Gestão de Desempenho. 5. R. Regina Lúcia. Christophe. Irene B. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CHIAVENATO. Agostinho. Classificação. especialização. Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social. Rio de Janeiro: Campus. debate contemporâneo. Jessé Torres. Introdução Geral da Administração. Recursos administrativos. Plano Plurianual (PPA). Habilitação. (Org. Gorki e ALCANTARA. Vida Psíquica e Organização. Fernando. Planejamento e orçamento: visão sistêmica da Administração. 6. Internet e Intranet: noções dos serviços disponíveis. Manual do Prefeito. A questão social no contexto da globalização e da reestruturação produtiva. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE. Volume 2. Volume 4. São Paulo. BEHRING. STATO FILHO. Marcos Flávio R. Maria Lúcia S. TCP/IP – Internet: protocolos e tecnologias. 3. 2. I. Rio de Janeiro: Axcel Books. Lynn M. Al. DEJOURS. Rio de Janeiro: Editora FGV. 2005. Faça de Tudo para Combater Spam. In: MOTTA. Rio de Janeiro: Editora FGV. Vainer. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IBAM. noções sobre normas de cabeamento etc. MPOG/BNDES. SARDINHA. Rio de Janeiro: Makron Books. Adjudicação. o profissional contemporâneo. A questão do Imaginário e a fronteira entre a cultura organizacional e a psicanálise. Microsoft Windows 2000 Server – Curso Completo. TROSA. Rio de Janeiro: Renovar. RIGOLIN. PEREIRA JÚNIOR. 4. Aplicação Prática de Gestão de Pessoas por Competências. Rio de Janeiro: Alta Books. Rio de Janeiro: Qualitymark.RJ CONCURSO PÚBLICO . ANALISTA EM GESTÃO PÚBLICA 1. 2. P. Stephen. Política Social: fundamentos e história. Prestes. Rogério. gerenciamento por resultados e políticas públicas. Paul C. 7. criptografia etc. 3. 2007. São Paulo: Saraiva. André. Características. ANALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1. Rio de Janeiro: Alta Books. topologia de rede. 2005. Best Seller. São Paulo: Cortez. Editora Campus.DF. MOSCOVICI. SENGE. A banalização da injustiça social. Beverly Glen. 3. (coord.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .. Gestão de Pessoas. cidadania e direitos. São Paulo: Cortez. Administração de Rede: conhecimento de sistemas operacionais de rede (Windows 2000 e Linux). LEME. Edital. 2. Gestão Pública por Resultados: quando o Estado se compromete. Supervisão: Paul Campbell Dinsmore. Rio de Janeiro: José Olympio. integração voz-dados (VoIP) etc. FEINSTEIN. Vírus. 1997. Izaias. A Bíblia da Intranet. Planejamento e trabalho profissional: Objetivos. Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social. as funções gerenciais. custos. 6ª Ed. Habilidades e Competências do Gestor Público: divisão do trabalho. incerteza e risco. Vera Lúcia de. Marco Tullio. 2000. Gerenciamento de Projetos: visão integradora. Antony F. A Quinta Disciplina. 2005 152 p – (Gestão de Pessoas) VERGARA. Ivan Barbosa & BOTTINO. Lenny et al.). investigação. 1987. prestação de serviços. NORTHCUTT. Sylvia Constant. 1998. GREEN. 2008.). Idalberto. Desenvolvendo Segurança em Redes. prazos. São Paulo: Atlas. IASI. regulamentação e demandas à profissão. Modalidades. condicionantes. Dinâmica de Grupo – Teorias e Sistemas. intervenção. Princípios. 6. Rio de Janeiro: Qualitymark. ZIMPECK. serviços de gerenciamento. Rodolfo C. 2002. Vainer.M. Lei de Diretrizes Orçamentárias: Manual de Elaboração. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARROCO.. Rio de Janeiro: Revan. Administração de Salários. MPOG/BNDES * Observar toda a legislação aplicável aos temas. 1990 SOUZA. Licitação: Conceito. Fases da licitação. Ken. MATTOS. Brasília. protocolos de comunicação. ASSISTENTE SOCIAL 1. e BOSCHETTI. Desenvolvendo Competências Consistentes. qualidade. Maria Ester. espaços sócio-ocupacionais.4ª edição. BREMMER. 2001. Desenvolvimento Interpessoal. MINICUCCI. ZELTGER. Fernando C. Sylvie.EDITAL No 01/2009 ANEXO III SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CHIAVENATO. 2002. Fela. Comentários à lei das licitações e contratações da administração pública. Contratos Administrativos: Conceito.

_________ Resolução nº 493. Serviços e obras públicas: conceito e formas de execução. MOTA. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. In: Revista Serviço Social e Sociedade (77). 2004. Direito Administrativo: Estado: conceito. Brasília: CFESS. Finalidade do Estado. 2004. e dá outras providências. Série Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais (1). 2009.098. São Paulo: Cortez. CFESS Código de Ética Profissional do Assistente Social. Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 130. 1993. PEREIRA.853.RJ CONCURSO PÚBLICO . Contabilidade Pública: Subsistemas da contabilidade pública: objetivo e classificação. 1998. autárquicas. __________ Lei no 7. MOTA. P. São Paulo: Cortez. de 29 de setembro de 2008. Entidades estatais. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. Mione Apolinário et alli (Orgs. A competência do Município. Brasília: MDS. In: Revista Serviço Social e Sociedade (77). Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. Município: conceituação do Município brasileiro. Dispõe sobre as condições éticas e técnicas do exercício profissional do assistente social. altera o Código de Processo Penal. __________ MDS/CNAS Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único da Assistência Social (NOB-RH/SUAS).741. 1996. de controle e de fiscalização. SPOSATI. _________ Resolução nº 533.340. 226 da Constituição Federal. Bens públicos: conceito e classificação dos bens públicos. 2005. et alli (Orgs. define crimes. 2008. Dilséa Adeodata et al. nos termos do § 8o do art. __________ Lei nº 10. de 07 de agosto de 2006. de 15/07/2005. Aldaíza “Especificidade e intersetorialidade da política de assistência social”. São Paulo: Cortez. Subsistemas orçamentário. 2. no exercício profissional do assistente social. 2007. __________ Lei nº 10. Gestão Fiscal: normas de finanças públicas.662. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência. Servidores públicos: conceito. regulamentando princípio inscrito no Código de Ética Profissional. de 24 de outubro de 1989. . Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Alienação dos bens públicos. OMS. Ana Elizabete et alli (Orgs. (Lei n. (várias edições) __________ Estatuto da Criança e do Adolescente.) O mito da assistência social – ensaios sobre Estado. tipos e cláusulas essenciais. 1988. __________ MDS/CNAS Política Nacional de Assistência Social (PNAS).) Política Social no Capitalismo: tendências contemporâneas. 3. Família e Juventude. de 15/10/2004 e publicada no DOU de 28/10/2004. fundacionais e paraestatais. Cargo. São Paulo: Cortez. e dá outras providências. 2003. Brasília: CFESS. ABEPSS. Potyara A. finalidade e modalidades de licitação. São Paulo / Brasília: Cortez / CFESS. 2006. voltadas para a gestão fiscal – Lei Complementar 101/2000. disciplina a atuação do Ministério Público. sua integração social. Brasília: MDS. Uma questão de direitos. Entidades políticas e administrativas. 2006. Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 145. OPAS. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.EDITAL No 01/2009 ANEXO III BONETTI. de 1º de outubro de 2003. __________ Lei nº 11. Organização do Estado.) Serviço Social e Saúde: formação e trabalho profissional. Noções de Contrato administrativo: conceito. Brasília: MDS. Câmara Municipal: funções legislativa. Agentes públicos. 13/07/1990) __________ Lei nº 8. Ana Elizabete (Org. Estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas.CORDE -. BOSCHETTI. de 19 de dezembro de 2000. emprego e função. IAMAMOTO. São Paulo: Cortez. 8069. Licitação: conceito. e dá outras providências. de 7 de junho de 1993. Serviço Social e Ética: convite a uma nova práxis. de 21 de agosto de 2006. de 03 de junho de 2006. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. elementos e poderes. Política e Sociedade. sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência . SALES. AUDITOR INTERNO 1. (Lei n. I. _______ Resolução n° 489. São Paulo: Cortez. institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas. _________ Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social. 2008. Brasília: CFESS. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Cortez. São Paulo: Cortez. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 2008. Marilda V.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 269. 2004. Regulamentação a Supervisão Direta de Estágio no Serviço Social. de 26/12/2006 e publicada no DOU de 26/12/2006. “Como conjugar especificidade e intersetorialidade na concepção e implementação da política de assistência social”. Brasília: CFESS. financeiro. Ministério da Saúde. BRASIL. __________ MDS/CNAS Norma Operacional Básica (NOB) / Sistema Único da Assistência Social (SUAS). por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo. 07/12/1993).) Política Social. 2004. __________ Lei Orgânica da Assistência Social. 2006. Trabalho e Questão Social. 8742. _________ Serviço Social em Tempo de Capital Fetiche: Capital financeiro. Construindo as bases para a implantação do Sistema Única de Assistência Social.

Código de Catalogação Anglo-Americano. DI PIETRO. Governança no setor público: papel e importância. A. Maria Sylvia Zanella. princípios. Normas a serem observadas pelos órgãos entidades municipais da Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes. e MACHADO. S. São Paulo: FEBAB. ed. DF: Briquet de Lemos/Livros. 2. GROGAN. C. aspectos fundamentais. C. Procedimentos em processos de tomadas de contas e de prestações de contas da administração pública. exame documental. M. visando ao controle e fiscalização dos atos administrativos que especifica”. Planejamento estratégico para unidades de informação. Importância da amostragem estatística em auditoria. instrumentos de controle.320/64. com as alterações efetuadas pela DELIBERAÇÃO Nº 251. DF: Briquet de Lemos/Livros. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. 4. inspeção física. ________. V. ANDRADE. auditoria operacional e avaliação de programas de governo (auditoria de resultados). sistemas de controle da Administração Pública Brasileira (art. Indexação e resumos: teoria e prática. C. 1996. Organização e Administração de Bibliotecas. Classificação: estrutura e sistemas. . Testes de Auditoria. Peças e conteúdo do processo de contas. 2001. Normas sobre documentação. BARBALHO. 9. Preparado sob a direção do Joint Steering Committee for Revision of AACR. Planejamento de Auditoria. DF: Briquet de Lemos/Livros. Plano de Auditoria baseado em riscos.de 18 de dezembro de 2007. São Paulo: Atlas. SILVA. 2. 10. sob a jurisdição do Tribunal de Contas. de 16 de dezembro de 2008. patrimonial e financeiro.EDITAL No 01/2009 ANEXO III patrimonial e de compensação. Achados e Evidências de Auditoria. D. 13. revisão analítica. Maria G. auditoria de demonstrações contábeis. 2005. Rio de Janeiro. ed. Materialidade. Comunicação de resultados: relatórios de auditoria e pareceres. entrevista. Indexação. BRASIL. Programas de Auditoria. ed. A prática do serviço de referência. São Paulo: Polis: Associação Paulista de Bibliotecários. 2001. Brasília. Auditoria e Controle Interno na Administração Pública. LEI COMPLEMENTAR Nº 63. MENOU. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Representação descritiva do documento: catalogação.”. Lei Federal n˚8. supervisão. Helio. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 1994. São Paulo: Atlas. risco e relevância. KOHAMA. 2. Auditoria Governamental segundo o INTOSAI (International Organization of Supreme Audit Institutions).PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Riscos de Auditoria e Carta de Responsabilidade da Administração. atividades de detecção de fraudes. 2. análise de contas contábeis. 6. GUINCHAT. Atlas. S. 4. de. 3. de 21 de junho de 1993. D. Lino Martins da. ed. São Paulo. R. 5. circularização. rev. correlação entre as informações obtidas e observação das atividades. VERGUEIRO. DELIBERAÇÃO Nº 245. 70 a 74 da Constituição Federal). Demonstrações contábeis de entidades governamentais: quadros demonstrativos constantes dos anexos 1. Determinação de escopo. Contabilidade pública: teoria e prática. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). bibliográfico. M. Constituição Federal de 1988. W. Brasília. F. BIBLIOTECÁRIO 1. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. Manual de Auditoria Governamental. BERAQUET. auditoria de sistemas contábeis e financeiros informatizados. 7. Controles Interno e Externo: conceitos. definição de responsabilidade e autoridade. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. _______. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. e aum. de 5 de agosto de 2009 Secretaria do Tesouro Nacional. Tradução para a língua portuguesa sob a responsabilidade da FEBAB. Brasília. segregação de funções. conciliações. 1995. Marcus V. Brasília. patrimonial e demonstração das variações patrimoniais. 10. e ampl. compras. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. ISBN e ISSN. 2004. Fraude e Erro. dos Estados.666. Papéis de trabalho. “estabelece normas a serem observadas pelos órgãos entidades municipais da Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes. V. Brasília. 8. M. serviços (inclusive de publicidade). Direito administrativo. B. International Organization of Supreme Audit Institutions. Auditoria Interna segundo o IIA (Institute of Internal Auditors). natureza jurídica e eficácia das decisões. 8. Tipos de auditoria: auditoria de conformidade. Serviço de Referência. controle. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA. Eventos e transações subseqüentes. Normas para o exercício profissional da auditoria. LANCASTER. “Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. “Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências. observação. ed. Exame e avaliação do Controle Interno. 2002. Relatório resumido da execução orçamentária e relatório de gestão fiscal: regulamentação e composição segundo a Lei Complementar 101/2000 e a Portaria nº 462. São Paulo: Atlas. do Distrito Federal e dos Municípios”. ed. W. Execução da auditoria: técnicas e procedimentos. Código de Ética e Normas de Auditoria da INTOSAI. Lei Orgânica Municipal. São Paulo: Atlas. de1º de agosto de 1990. DF: IBICT. corr. Domingos Poubel. sob a jurisdição do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Aquisição de materiais de informação. 1989-2007. balanços orçamentário.RJ CONCURSO PÚBLICO . Associação Brasileira de Normas Técnicas. _______. ver. CASTRO. Atividades preliminares. 16 e 17 da Lei no 4. Normalização: Normas Brasileiras de Documentação (ABNT). Auditoria: Auditoria Interna e Externa. 6. PETER. conferência de cálculos. DF: Briquet de Lemos/Livros. 11. financeiro. Lei Complementar no 101. Entidades Fiscalizadoras: funções.

W. CIRURGIÃO DENTISTA – Traumato Bucomaxilofacial 1. Controle de infecções e a prática odontológica em tempos de AIDS. ed. Maria Regina.A) 2ª edição. 8. Rio de Janeiro: Interciência. 8ª ed São Paulo: Artes Médicas. Nacional. Stanley F. A. CARNEIRO.1983. HARPER. Anatomia: Ossos do crânio. 5. Anatomia da Cabeça e Pescoço: Osteologia. Terra Salim. 15. Antonio Salazar e cols. Manual de Química Fisiológica. Christine L. 2001. J. 3 v. MOTTA. São Paulo: Santos. 2001. Patologia Oral e Maxilafacial. 2005 MINISTÉRIO DA SAÚDE. rev. 3. Jan.RJ CONCURSO PÚBLICO . DF: Briquet de Lemos/Livros. RODWELL e MAYES.EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1994. Eugene P. KALIKS. Larry J. miologia. 12. C. 9. GUYTON. 2004. 2000. Ed. Ed. Fundação Calouste Benkian. Biossegurança e controle de infecção no consultório dentário. Proteínas e Enzimas 14. 2003. FONSECA. nervos cranianos. Valter T. Niterói: Intertexto. Biologia Celular e Molecular. SADLE. 2003. Terapêutica medicamentosa em Odontologia. vasos e nervos. 2006. antibióticos e ansiolíticos. Materiais odontológicos restauradores: indicações e técnicas de uso. Anatomia oral. Ed./ et al. Ed. T. JUNIOR. 7ª ed . Fio Cruz 1ª edição. Higiene e Saúde Pública e Ecologia. Guanabara Koogan. 4ª ed. GRIPP. Ed. PRADO. Helio P. Tradução Edson Jorge Lima Moreira. LOPES. Ed. Princípios da Hematologia Clínica. 1983. 2007. Embriologia Médica. Jan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 3. Sidney. de A. THOMPSON. Brasília. M. Ed. Atheneu 4ª edição. Tratamento das urgências e emergências em odontologia. O. Maria Alice. PETERSON. Manual de anestesia local. vascularização e drenagem venosa da cabeça e pescoço. ODUM. Atheneu. 2. LUTZ. Rio de Janeiro: Mosby. 4ª ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. São Paulo: Ed Santos. Microscopia. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BORGES. Técnicas em citologia e cultura de tecidos. 2000. Atheneu(São Paulo S. 4. 1995. Brad W.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Radiologia: Técnicas. Brasília-DF. 18. Saúde Bucal Coletiva. 2008. Corantes. David Pereira. Jayro Jr. Metabolismo e regulação da Utilização de Energia. Citologia. 1991. Atheneu 2ª edição. 10. 2. Reciclagem e sua História . THOMPSON. 2006. COHEN. Outros Estudos em Zoologia . Arthur. Lisboa 6ª edição. Parasitologia Humana. R. Patologia bucal. 16. Cárie Dentária: Etiologia. Preparação de lâminas. Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. T. 9. PIEDADE. 2. Luiz N. Rio de Janeiro: Interciência. Queiroz.Princípios e Interpretações. Wanice Miriam. Ed. D. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 2001.W. Biologia e Técnica. 3ª ed. SP: 6ª edição. 8. Embriologia Médica/Langman. Harry. músculos da cabeça e pescoço. 6. 5. Manole 1ª edição. 7. 1976. R. São Paulo: Ed Santos. Ed. 1982. ANDREASEN. Artmed 2ª edição. LANGMAN. Terapêutica medicamentosa: Analgésicos. Promoção de Saúde Oral: Conceitos de saúde e estratégias nos níveis coletivo e individual. Odontologia Integrada – Atualização Multidisciplinar para o clínico e o Especialista.Guia Para as Prefeituras Brasileiras. 1ª ed. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE.Vol 3. Meios de cultura. NEVILLE. 7. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. Introdução à teoria de classificação. Guanabara 3ª edição. GIGLIO. 1988. Traumatismo dental. São Paulo: T. 2000. GARCIA. 1999 MALAMED. Guanabara. Rio de Janeiro: Ed Medsi. José F. LINDHE. M. et al. NEVES. Anestesia Local: Técnicas. J. Ed. 6. KANAAN. 1985. 4. Interciência 2ª edição. 2002. BIÓLOGO 1. Atheneu 1ª edição. Stephen. Parasitologia Dinâmica. indicações e complicações. QUINN. 2000. 2000. Cabeçalhos para entidades coletivas. Semiologia das lesões de mucosa bucal e exames complementares. MARELL/JONH/KROTOSKI. 2003. 2002. 2001. métodos de prevenção e controle. Parasitologia Médica. Manual de Traumatismo dental. 11. Auro del. EDUCS 1ª edição. 2003. Ed. Lixo. Genética. Endodontia. Ed. Ed. SOTORER.. SICHER. 2ª ed . Adolph. Zoologia Geral. Ed. H. anatomia aplicada à . Ed. Rio de Janeiro: Medsi. Bioquímica Clínica Para o Laboratório . VERGUEIRO. Caminhos da polpa. Dentistica: Princípios gerais do preparo cavitário: técnica operatória e restauradora. Fisiologia Humana. anti-inflamatórios. 12. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. M. Guanabara Koogan 6ª edição. 1ª ed. Ed. 11. 13. Manual de Condutas . CIRURGIÃO DENTISTA – Clínico Geral 1. Fisiologia Vegetal. et al. PINTO. São Paulo: Editora Artes Médicas Ltda. MENDES. 2. Genética Humana. W. 17. Imunologia. OSÓRIO e ROBINSON. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Richard C. BARATIERI. A. ed. 2007. 13. Bases da Biologia Celular e Molecular. Odontologia Restauradora Fundamentos e Possibilidades. Victor G. Organização e administração de bibliotecas. 2005. Coleta e conservação de amostras. Carneiro Junqueira. et al. 2000. 2005. DE ROBERTIS. 10. ET alli. Comunicação e Regulação Geral do Organismo. Bioquímica básica e Biomoléculas. soluções e complicações. Rafael. BURNS. Biossegurança e controle de infecção cruzada em consultórios. 5ª ed. 2001. Bioquímica Clínica. Ed.S. Fundamentos da Ecologia. S. Citogenética. GUIMARÃES. Guanabara Koogan 9ª edição. E. Anatomia e histoFisiologia Humana.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. Anatomia Oral. YAGIELA. externo e integrado. antiinflamatórios. F. cirurgia ortognática. ansiolíticos. 2000. Planejamento Governamental: Conceito de planejamento. 388p. 6. Cirurgia Bucal. Tipos e formas de controle.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . ELLIS. articulação temporomandibular. FAZIO. Princípio de unidade de tesouraria. regulamentação e contabilização. 2. balanços orçamentário. Controle interno.320/64. exodontia.320/64. 11. planos que compõem o sistema orçamentário brasileiro atual. Princípios orçamentários.. Exercício financeiro das entidades governamentais. Aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade na área pública. forma e competência. R.. 1998. E. 1183p. de 5 de agosto de 2009 Secretaria do Tesouro Nacional. B. M. E. B. T. patrimonial e financeiro. 2. infecções bacterianas. classificação. Ater Médicas. Receita Pública: conceito. patologia das glândulas salivares. FANG. diagnóstico e tratamento das fraturas faciais. apuração. manifestações orais de doenças sistêmicas. 1994. Discussão. J.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. P. votação e aprovação: encaminhamento da proposta ao Poder Legislativo. neoplasias malignas. Cirurgia das fraturas faciais. 4. financeiro. F. 2 ed. complicações bucossinusais. Exercício financeiro: definição.. Atribuições dos Tribunais de Contas.. Patologia oral e maxilofacial. Lei Orgânica Municipal. 360p. arrecadação e recolhimento. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS DINGMAN. empenho. Classificação da receita por categorias econômicas: as fontes de receita do Estado. Receita extra-orçamentária: definição. lançamento. Anestesiologia: Técnicas anestésicas de maxila e mandíbula. Analgésicos. Plano de Governo: conceito. 3. Conteúdo do Orçamento-programa: quadros que o integram e acompanham. C. Execução orçamentária da receita: programação financeira. regulamentação e contabilização. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. Reconhecimento das receitas e despesas públicas. virais e micóticas. Gestão por caixa único: definição. classificação.. 2000. farmacologia dos vasoconstrictores. S. hiperplasias e neoplasias benignas. SONIS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. EPKER. CONTADOR 1. inscrição e cobrança. D. São Paulo: Santos.. jurídico. O. A. MALAMED. Medicina Oral. Processo Orçamentário. Gestão por fundos especiais regulamentados: conceito. Dentofacial Deformities – Integrated orthodontic and surgical correction – Volume II. 9. serviços da dívida a pagar e débitos de tesouraria. Conceitos. biotransformação e eliminação dos medicamentos. J. farmacologia dos anestésicos locais. Classificação econômica.. Sistema Orçamentário Brasileiro. Farmacologia: Administração. 7.320/64 e a Lei Complementar 101/2000. 279p. cistos e tumores odontogênicos e não-odontogênicos. patrimonial e de compensação. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Despesa Pública: conceito. HUPP. Constituição Federal de 1988. 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Demonstrações contábeis de entidades governamentais: quadros demonstrativos constantes dos anexos 1. Classificações Orçamentárias. 4 ed. a Portaria no 42/99 e a Portaria no 163/2001. NATVIG. objetivo e conteúdo. NEIDLE. ALLEN. 16 e 17 da Lei no 4. Subsistemas orçamentário. Adiantamentos: conceito e contabilização. Dívida Ativa: conceito. 1999. A.. BOUQUOT. M. cirurgia pré-protética.RJ CONCURSO PÚBLICO . SAILER. A função da contabilidade na Administração Pública. dentes inclusos. Classificação funcional-programática. L. Mosby: 2003. DUBRUL. Lei de Diretrizes Orçamentárias: conceito. Controle Governamental: Conceito de controle. 2 ed. Dívida Flutuante: consignações. Contabilidade Pública: conceito. objetivo e conteúdo. Controle da execução da despesa orçamentária: contabilização dos estágios de realização da despesa orçamentária. Elaboração da proposta orçamentária: conteúdo. 2001. Regime de caixa e de competência. 8ed. DOWN. 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Base legal do planejamento governamental. E. Fiscalização dos atos da Administração pelo Poder Legislativo. G.. patrimonial e demonstração das variações patrimoniais. PETERSON. J. J. J. traumatismo dento-alveolar. A classificação da receita de acordo com Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. STELLA. 1991. Despesa extra-orçamentária: definição.. Aprovação da Lei de Orçamento.EDITAL No 01/2009 ANEXO III propagação das infecções odontogênicas. N. D. 497p.

de 27 de agosto de 2001. sistema de vigilância epidemiológica. Tecnologia dos Produtos Agropecuários. Viçosa. Contabilidade pública: teoria e prática. ed. rev. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde.. Brasília: Ministério da Saúde. 5 ed. “Aprova a 2ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais”. 2003. provisão. esterilização e acondicionamento de materiais hospitalares. 2000/2001. dimensionamento e desenvolvimento de recursos humanos. Natureza e propriedades dos Solos. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde. Portaria nº 42 de 14 de abril de 1999. Livraria Freitas Bastos S. ______ Ministério da Saúde. Distrito Federal e Municípios. – 7. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. Heraldo da Costa. consulta de enfermagem. história natural das doenças e níveis de prevenção.manual técnico. que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. a BRADY. José Teixeira. _______. S. A. em situações de urgência e emergência. a DAKER. Ministério da Saúde. 1998. Enfermagem Médico-cirúrgica / (equipe Lippincott Williams & Wilkins): tradução Ivan Lourenço Gomes . epidemiologia. 14. 3 ed. Secretaria do Tesouro Nacional e Secretaria de Orçamento Federal. Aplicações de Biodigestores no meio rural. SILVA. Princípios de Conservação de Alimentos. metodologia da assistência de enfermagem. Orçamento e Gestão. rev. Departamento de Atenção Básica. 3. _______. Helio. 4. 7. Estados. CAMARGO. 6 ed.7. auditoria e avaliação de desempenho em enfermagem. _______. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 3. 6... Imprensa Universitária. Orçamento e Gestão.1. Mecanização. 5. de 14 de outubro de 2008. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. programas especiais de saúde voltados à assistência da criança. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 1995. intervenções de enfermagem no preparo. Tecnologia de Produtos Agropecuários. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde. São Paulo: Atlas. reviso técnica Sônia Regina de Souza. organização e armazenamento de recursos materiais. James. ed. Ministério da Saúde. “Aprova os Manuais de Receita Nacional e de Despesa Nacional e dá outras providências. Irrigação e Drenagem. e dá outras providências”. ______. Enfermagem MédicoCirúrgica: Ações de enfermagem às pessoas com distúrbios psiquiátricos. Nobel. de 5 de agosto de 2009. Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas. ética de enfermagem e legislação do exercício profissional. Secretaria de Atenção à Saúde. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS a BERNARDO. Portaria nº 462. atual. distúrbios clínicos e cirúrgicos. Portaria Interministerial nº 163. do idoso. São Paulo: Ed. Departamento de Vigilância Epidemiológica. ______. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria Conjunta STN/SOF nº 3. atividades de educação em saúde. do adolescente. ed. à criança e ao adolescente no ciclo de desenvolvimento normal e aos portadores de patologias específicas. 2006. 8. 1. Rio de . liderança e supervisão. e dá outras providências”. “Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Orçamento público. Irrigação e Drenagem. Ministério da Saúde.EDITAL No 01/2009 ANEXO III _______. Saúde Pública: Política nacional de saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 8.C. Departamento de Atenção Básica.RJ CONCURSO PÚBLICO . 30 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005. – Brasília: Ministério da Saúde. A. saneamento e programa nacional de imunização. – Brasília: Ministério da Saúde. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde. MACHADO Jr.”. de 4 de maio de 2001.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Lei Complementar no 101. 2. ENFERMEIRO 1. da mulher. indicadores de saúde. atenção primária em saúde. N. R. Portaria nº 180 de 21 de maio de 2001. prevenção e controle de infecção hospitalar. Solo. ações de enfermagem na realização de curativos. Portaria Interministerial nº 325. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. São Paulo: Atlas. _______. Estados. Secretaria de Atenção à Saúde.320/64 comentada. GIACOMONI. Enfermagem MaternoInfantil. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada . São Paulo: Atlas. Ministério da Fazenda. Secretaria de Atenção à Saúde. A lei 4. Distrito Federal e Municípios. Área Técnica de Saúde da Mulher. 2006.. 2008. 10. “Altera os Anexos I. do adulto. Secretaria do Tesouro Nacional. Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. _______. ENGENHEIRO AGRÔNOMO 1. Departamento de Vigilância Epidemiológica. de 4 de maio de 2001. II e III da Portaria Interministerial no 163. KOHAMA. REIS. _______. Rio de Janeiro: Ed. Vigilância dos eventos adversos pós-vacinação: cartilha para trabalhadores de sala de vacinação / Ministério da Saúde. 2008. 1979. ed. Manual de Irrigação. Aproveitamento de microcentrais hidrelétricas no meio rural. Fundamentos de Enfermagem: Conhecimentos técnico-científicos para execução de procedimentos de enfermagem. 2. Secretaria de Vigilância em Saúde. do trabalhador e da família. v. cuidados de enfermagem ao recém-nascido. 4. Rio de Janeiro: IBAM. Administração dos serviços de enfermagem: Previsão. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. registro de enfermagem. Lino Martins da. ______. Cuidados de enfermagem à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal e às portadoras de patologias específicas da gravidez e ginecológicas. Departamento de Atenção Básica.. Secretaria de Vigilância em Saúde. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”.

1984. 7. parques e jardins. Princípio de Tecnologia de Alimentos. 4. bacias hidrográficas. ed. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Campinas. Características físicas. Manejo e Adubação. UFPeL. SILVA. do solo e do ar como componentes dos ecossistemas na natureza. 1988.3. Globo. 4.10. As poluições de origem pontual e difusa. químicas e biológicas do lixo. Reatores anaeróbios.Lei n.2.5. Parcelamento do Solo Urbano – Lei n.. UFMG. 4. ecologia aplicada à agronomia. 6. Redes coletoras de esgotos. Controle da qualidade da água para consumo humano. 2001. Juiz de Fora: MG. ed. 237/1997. 4. Rio de Janeiro: Ed. Esgotamento Sanitário: Soluções individuais para destinação e tratamento dos esgotos sanitários. 1997. da fauna e flora nativas. reatores anaeróbios. 2. COMASTRI. Autodepuração de cursos da água. ed. Licenciamento Ambiental: noções básicas. IPT/CEMPRE LIXO MUNICIPAL: Manual de Gerenciamento Integrado. lodos ativados. 243p EMBRAPA Florestas . águas superficiais. Carlos Augusto de Lemos. J. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO NETTO.. Aptidão e uso agrícola dos solos. Crimes Ambientais Lei n. 2. da educação e do monitoramento ambientais na gestão do saneamento. 1ª. 3ª edição.M. Redes de distribuição de água.T. Conceituação de macro e micro drenagem.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Janeiro: Ed. Nobel. São Paulo. Programa Zoneamento EcológicoEconômico: concepção geral. São Paulo: Ed. Rio de Janeiro. adutoras por gravidade. Prevenção e controle da poluição na agricultura. 1999. medidas de controle. princípios. São Paulo: CETESB. Protocolo de Kioto. 2. dimensionamento econômico. BATALHA.. Agrotóxicos: noções básicas. Instituto Maria. 2. 3. coleta. 2. Constantino Arruda. Recursos Hídricos: Ciclo hidrológico.u a JORGE..6. n. 351p.3. revegetação. Livraria Freitas Bastos S. NASCIMENTO NETO. 7ª ed.2. 2. Recuperação de matas ciliares. tratamento e destinação final dos efluentes agropecuários. Doenças de veiculação hídrica. Política Nacional do Meio Ambiente . Critérios de dimensionamento para sistemas de drenagem pluvial. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1999. Bem-Hur Luttembarck.L. arborizações urbana e rural. 2.11. redução da concentração bacteriana.4. 3ª. ENGENHEIRO AMBIENTAL 1. Viçosa: MG. lagoas de estabilização. importância. Práticas de controle da erosão. Eduardo Pacheco & PESSOA. dimensionamento.938/1981. fossas sépticas. Lei Federal n. 1986. a GAVA.605/1998.074/2002. Topografia – Altimetria. Rio de Janeiro. modos de transmissão e medidas de controle. Doenças de origem fecal. Brasília: DF. Resíduos Sólidos.Lei n. Coleta seletiva e reciclagem.A . critérios gerais de dimensionamento. Legislação federal sobre contratações públicas. 2 ed.B. Ed. JORDÃO. Aproveitamento de Pequenas Fontes de Energia Elétrica. C. 2. FARRET. características físicas. Livraria Nobel. Pré-Processamento de Produtos Agrícolas. Tratamento de esgotos. Brasília: DF. Os Cuidados com o Trator.A.. 2. 1988. valas de infiltração. 2 ed. Abastecimento e Armazenamento de Grãos.V. DACACH. demanda bioquímica de oxigênio. A. REIS A. filtros anaeróbios. CHERNICHARO. A. 1999. 6. Saneamento Básico. Santa Maria: Editora da UFSM. regime dos cursos da água. J. 2000. Tratamento de água. 4. valas de filtração. Fotointerpretação: noções básicas. adutoras por recalque. 3. Editora da Associação . Fénelon et al. 1987. Recomendações Básicas para a Aplicação de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação na Agricultura Familiar. 1995. 1. 9. 200 p. licenciamento ambiental para atividades agrícolas. MORAES. 9.L. culturas.1/1986. Resoluções CONAMA n.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Classificação e conservação dos solos. Política Nacional de Recursos Hídricos.1. TOECHER. José M. n. Limpeza pública. sumidouros. 1977.9. Política Nacional Recursos Hídricos – Lei n. padrões de potabilidade. 1995. Nelson Gandur. 1988. Correção da acidez do solo. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. proteção da saúde das populações e preservação ambiental. 2.F e MACHADO. José Aníbal. Características físicas. Máquinas para Colheita e Processamento de Grãos. 2. TULER. 2. Propriedades Químicas. Pelotas. transporte e destinação final adequado. químicas e biológicas da água. Editora UFV. Reservatórios de distribuição de água. ed. Classificação dos solos do Estado do Rio de Janeiro.. 2006. 302/2002 e n. Métodos alternativos ao uso de agrotóxicos. 3.. A importância do saneamento no controle da poluição. estações de tratamento de esgotos. Legislação: Legislação Ambiental Federal. Antônio Paulo Mendes [et al.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Atuações da Engenharia Sanitária vinculadas ao controle de enchentes urbanas. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. – Brasília.RJ CONCURSO PÚBLICO . Manual de Hidráulica. adubos e corretivos. São Paulo: Ed. hidrograma. G. Acondicionamento. 2. F. Tratamento de Esgotos Domésticos.7.766/1979. Adução de água. 289/2001. PUZZI.1. São Paulo: Edgard Blucher.8. Estadual e Municipal. 1ª ed.802/1989. Código Florestal . Decreto Federal n. partes constituintes dos sistemas de abastecimento de água.771/1965. Impactos ambientais/Poluição e conservação dos recursos naturais. Abastecimento de Água: Consumo de água. carga orgânica.SOLO. Constituição Federal. Emissão de gases provenientes da decomposição da matéria orgânica. 303/2002 e 369/2006. 1973. estação de tratamento de água. A importância da vigilância sanitária. 1988. Meio Ambiente – Preservação Ambiental e Controle da Poluição: Importância da água. Saneamento Básico. Aterro Sanitário. 245p. águas subterrâneas. Nutrição vegetal e recomendações de nutrientes. modos de transmissão. IBAM. 3.S.1. A.1. Físicas e Biológicas do solo. Belo Horizonte. principais processos de tratamento. químicas e biológicas dos esgotos sanitários. Paisagismo. SILVEIRA. n. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais – um guia para ações municipais e regionais.433/1997. D. filtração biológica. classificação. 2. Manual de Saneamento. GALVÃO. José Cláudio.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Conservação do solo e da água. 1982. M.12.2. 4.]. EMBRAPA .

J. exercício profissional. Lei 9787 de 10 de fevereiro de 1999 estabelece o medicamento genérico. Lúcia Maria. MT. 6ª ed. ALLEN. Editora Nobel.br www. Osvaldo Ferreira. política nacional de medicamentos.ana. VALENTE.Legislação de Trânsito Anotada (Edição Especial. Perkons 2005) CEFTRU. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS VASCONCELLOS. 4. M.. Manejo ecológico do solo – A agricultura em regiões tropicais.com. formas farmacêuticas oftálmicas.. 549p. Recuperação de Matas Ciliares. óvulos e aerossóis.gov. suspensões.RJ CONCURSO PÚBLICO . BHTRANS. Sinalização de trânsito: horizontal.br www. GOODMAN e GILMAN. PRIMAVESI. Perkons. Legislação Sanitária e Profissional pertinente a Farmácia: código de ética. 2. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANSEL. 2001. Publicação IPR723. 3. I. medicamentos genéricos. CET SP Boletim Técnico 16. de 06 de Maio de 2004. 2000.V.. Universidade de Brasília. H.mma. Assistência Farmacêutica para Gerentes Municipais. 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Regulamenta o Código de Ética da Profissão Farmacêutica. Viçosa: MG.org. A. medicamentos controlados. 2005. cápsulas. 559p. Procedimentos para Tratamento de Locais Críticos de acidentes de Trânsito. 2000. Características das Vias e do Fluxo de Tráfego. o transporte e o Trânsito. CTB . Farmacologia: absorção.br www.M.br www. antidiabéticos. NEVES. armazenamento e estocagem. Editora Aprenda Fácil. G.aesbe. Conservação de Nascentes .ibam. dispensação ambulatorial e atenção farmacêutica. géis.Uma abordagem em Farmácia Hospitalar.br www. 3. pomadas. 2003. 8. Análise de Capacidade de Interseções em Nível. antiagregantes plaquetários.resol. diuréticos. As Bases Farmacológicas da Terapêutica.Programa PARE. 2006. supositórios. CNS.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . antihiperlipidêmicos.V. São Carlos.Um Estudo Sobre os Problemas de Estacionamento de Veículos. FARMACÊUTICO 1. Uma visão da Engenharia para Implantação. FERRAZ. CET SP Boletim Técnico 21. Medidores Eletrônicos de Velocidade.jornaldomeioambiente. MARIN NELLY (Org. Código de Trânsito Brasileiro (Brasília. estações e pontos de carga e descarga em áreas urbanas. REIS. Resolução RDC nº 338. 2001. A.ibama. 10. 210p. ansiolíticos. 2006. assistência farmacêutica no SUS.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).C. CEFTRU. Resolução nº 417. 5. impactos na circulação e medidas mitigadoras. 10ª ou 11ª edição. Análise de Capacidade e nível serviço de vias e interseções. 6. Eduardo Alcântara de. formas farmacêuticas auriculares. princípios de farmacoepidemiologia e farmacovigilância. aquisição. Brasília. 2001. antidepressivos. Manual de Planejamento Cicloviário. cremes. 7. E. Fenaseg. Viçosa:MG. Transporte Público Urbano. Medidas para moderação do Tráfego (Traffic Calming). 143p. BRANDÃO. Pólos Geradores de Tráfego: características. controle de estoque de medicamentos. Manual de Procedimento para o Tratamento de Pólos Geradores de Tráfego.gov. 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John. SOLOMON.: Cinesiologia clínica de Brunnstrom (trad. acidente vascular encefálico. Suspensão. Taxas de polícia. Diaz. PRESTO. Jan Stephen: Fisioterapia Cardiopulmonar (trad. 7. Características. José Rubens. 7 ed. de 19 de abril de 2000 Aprova o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias. Lei nº 379 de 28 de novembro de 1997 (Código Tributário Municipal). 5. diabetes. fisioterapia em pré e pós-operatório. São Paulo: Manole. doenças do aparelho respiratório e cardiovasculares. II e III. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS KOTTKE E LEHMAN: Tratado de Medicina Física e Reabilitação de Krusen. PRISTA. São Paulo: Manole. dívida ativa e penalidades tributárias. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 8. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BALEEIRO. da. de Sande: Fisioterapia em traumatologia. 5. Sacha Calmon Navarro. 2001. ROSA JR. doenças reumáticas. Lopez. 6. São Paulo: Ed. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: Manole. São Paulo: Atlas. Volumes 1 e 2. MORGADO. 3. Sandra A. Administração tributária. Domicílio tributário. Resolução RDC nº 328. e desvios da coluna vertebral. Tributos e suas espécies. Darcy: Reabilitação Neurológica. 2. STORPIRTS. Davies. 4 ed. LOW. Lançamento. Bruno. Joseph J. lesão medular. Graham.: Nelson Gomes de Oliveira). doenças neuromusculares. 4 ed. Rio de Janeiro: Renovar. fisioterapia respiratória. Obrigação tributária. Maria R. LEHMKUHL. TECKLIN. 1999. UMPHRED. BARRA DO PIRAÍ. 6. Responsabilidade tributária. 2005. adaptação de órteses. Lei nº 5. Características dos tributos municipais. J.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . MACHADO. MORI. Direito tributário brasileiro (atualizado por Misabel Abreu Machado Derzi). hidroterapia. 1997. Diagnósticos clínicos das seguintes patologias: poliomielite. taxas e contribuições. 3. politraumatismos. O´SULLIVAN.. BRASIL. Ilícito tributário. Don. R. O Sistema Tributário Brasileiro. Anatomia e fisiologia dos sistemas musculoesquelético. 4 ed. Métodos de interpretações. Yoshiaki. São Paulo: Saraiva. 5ª ou 6ª edição. 5 ed. 1995. Louis: Ortopedia e Fraturas em Medicina e Reabilitação. Do IPTU. 2008. Garantias e privilégios. atualizada. Resolução RDC nº 33. _______. Portaria nº 344 de 12 de maio de 1998 Aprova o Regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Aliomar. paralisia braquial obstétrica. Infração puramente fiscal. SCHMITZ. treino de marcha.: Solange Siepierski). 7. São Paulo: Manole. 2. indicações. Rio de Janeiro: Forense. avaliações e tratamento das doenças cardiopulmonares e neurológicas nos doentes internados na UTI. Farmacologia. de 22 de Julho de 1999. RT. Técnicas. Métodos de avaliação fisioterapêutica: avaliação da amplitude articular. S. Serra. Rio de Janeiro: BP. Eletroterapia Explicada: Princípios e Práticas. 2 ed.. síndrome de Down. eletroterapia e cinesioterapia. RT. termoterapia.V. Ruy Barbosa. rev. exercícios corretivos posturais. ALPM. Constituição da República de 1988. São Paulo: Manole. A.172. Maria L.C. contra-indicações e efeitos fisiológicos em mecanoterapia. Fato gerador. luxação congênita do quadril. GABRIEL. 916 de 30 de Outubro de 1998. NOGUEIRA. Comentários à Constituição de 1988 . Imunidades tributárias. L. Renúncia fiscal. 6. Régis Fernandes de. Laura K. 3 ed.RJ CONCURSO PÚBLICO . Código Tributário Municipal. Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. Os princípios jurídicos da tributação na Constituição de 1988. Normas gerais. São Paulo: Manole. Belo Horizonte: Del Rey. PETIT.sistema tributário. Normas gerais de Direito Tributário. 1996. São Paulo: Atheneu. J.WILKINS. massoterapia.: Nelson Gomes de Oliveira). Administração tributária municipal. OLIVEIRA. extinção e exclusão do crédito tributário. paralisia cerebral. São Paulo: Manole. sujeito ativo e sujeito passivo. FISCAL DE TRIBUTOS 1. RANG e DALE. Elaboração de programa de tratamento em fisioterapia. nervoso e vascular. amp.N. Tecnologia Farmacêutica. SMITH. ortopedia e reumatologia. São Paulo: Manole. lesões traumatortopédicas. APLEY. COELHO. 4. da força muscular e da postura. 3 ed. São Paulo: Manole. Vol.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Portaria 3. Impostos. Susan. IRWIN. Craig .ed. O Fisioterapeuta e a equipe de reabilitação. 3 ed. Crédito tributário. Métodos de avaliação da função respiratória. 2004. PRESTO. CIPRIANO. A. Tratamento fisioterapêutico das patologias do item 2. 1 ed. Scot. Crimes tributários. MORELLI. 2003. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. crioterapia. São Paulo: Ed. Curso de direito tributário. 2001. Hugo de Brito. Luiz Emygdio F. Patricia M. Processo tributário administrativo. YOCHIY. REBELATTO. Noções gerais. atualizada. CARRIL. SCANLAN. RIBEIRO.: Recomeçando outra vez: reabilitação precoce após lesão cerebral . 289p. BARBON. Luciana Damázio: Fisioterapia Respiratória: Uma Nova Visão. 4. O Código Tributário Nacional. ALVES. Regulamenta a Política Nacional de Medicamentos. Solidariedade e capacidade tributária. A. Robert: Fundamentos de Terapia Respiratória de Egan. Fundação Calouste Gulberkian. FISIOTERAPEUTA 1. Thomas: Fisioterapia – Avaliação e Tratamento. I.: Manual Fotrográfico de Testes Ortopédicos e Neurológicos (trad. 5ª ed. Interpretação e integração da legislação tributária. Rio de Janeiro: REVINTER. de 25/10/66 (Código Tributário Nacional) e legislação complementar. Manual de direito financeiro e de direito tributário. Vigência e aplicação da legislação tributária. ICHIHARA. José Geraldo da Silva: Fisioterapia Geriátrica. PORTA. Fiscalização.

8. Avaliação e classificação dos distúrbios da voz. J. 2006. Meningites. 7. Disponível em: http://www10. Respiração oral. Pneumol. Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10: Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. Porto Alegre: Artmed. PINHO.L. 11. Motricidade orofacial – inter-relação entre fonoaudiologia e odontologia. Hipertensão Arterial. Diabetes Melittus. 2. Porto Alegre : Artmed. Transtornos do humor [afetivos]. Reabilitação dos distúrbios da voz. IV Diretrizes Brasileiras para o Manejo da Asma. I. Rio de Janeiro: Revinter. ORTIZ. 2009.17ª ed. linguagem oral e escrita. 2005. Acidente Vascular Cerebral. 1993. 2005. L. 9. J. Inter-relação entre fonoaudiologia e odontologia. Psicoterapia de Grupo: Teoria e Prática. J.pdf V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. SANTOS. P. inclusive os sintomáticos.P. v.cardiol. 2005. FREUD. Tratos Urinários e .ed. Diretrizes Brasileiras para Tuberculose.br/educacao/docs/Diretri zes_SBD_2008_MAR_12. 4. Disponível em: http://www. Cérebro e Medula Espinhal. Hemorragia Digestiva. Molyn. ZORZI. 6. Aquisição da linguagem infantil. Fundamentos em fonoaudiologia – Linguagem. Parasitoses. 13. 12. fluência. M.prefitura. fluência e deglutição. Pneumonias.Z. 9. Sizínio: Ortopedia e Traumatologia: princípios e práticas. Transtornos neuróticos. audição. Análise lingüística da gagueira. Estudo Fonético e Fonológico do Português. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes. Respirador oral – uma visão multidisciplinar. MEDEIROS. K. Davies. MÉDICO RADIOLOGISTA 1. IRVIN D. 2006. MEDEIROS. 3. 7. 2005. uma visão sistêmica e multidisciplinar. S. FONOAUDIÓLOGO 1. 6. fala.: Nelson Gomes de Oliveira). ORGANIZAÇÃO. Anemias. 3.Ciências do Comportamento e Psiquiatria Clínica. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Abordagem Sindrômica em DST: Resolutividade e multiplicação. DPOC. 2. 1998. 15. Doença do Refluxo. 10. A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Virginia A. 2006.Psicoterapia de Orientação Analítica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. MUNDIAL. NAVAS. J. O Ego e os Mecanismos de Defesa. 9.1 São Paulo June 2004. fala. Distúrbios e alterações da linguagem oral e escrita. 5. São Paulo: Manole. M. 14. MARCHESAN.EDITAL No 01/2009 ANEXO III traumática ou outra lesão cerebral severa (trad. 2. 20. Neoplasias do Pulmão. Neoplasias do Tubo Digestivo. AIDS. 23.br/dstaids/pdf/abor dagemsindromica. T. 6. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. HEBERT. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS FERRAZ. M. Yalon. 16. M. Porto Alegre: Artmed. Porto Alegre: Artes Médicas. 2. 1999. G. São Paulo: Lovise. Radioproteção e Dosimetria.. 1997. 22.pdf II Consenso Brasileiro de Tuberculose. 2009. Pneumol. B.gov. 2003. Abdome e Trato Gastrointestinal. MÉDICO PSIQUIATRA 1. São Paulo: AM3 Artes. 3. Ultrassonografia. São Paulo: Manole. 1997. Psicofarmacologia clínica e outras terapias biológicas. Porto Alegre: Artmed. Tomografia Computadorizada. T. 2. Anna. 25. 3 ed. 4. PEREIRA. Doenças da Tireóide. Distúrbios de leitura e escrita. M. teóricos e de desenvolvimento. 8 ed. SADOCK.pdf Harrison Medicina Interna . AGUIAR. Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e fatores físico. 7. São Paulo: Contexto. São Paulo: Manole. voz. audição. 10.32 supl. 2ª ed. transtornos da motricidade oral. M. ed. 2007. Ressonância Magnética. Tratamento e Acompanhamento do Diabetes Mellitus. 2003. 2009.diabetes. Infecção Urinária. Princípios Físicos dos Equipamentos da: Radiologia Convencional. 6. Porto Alegre: Artmed. audição. Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa.sp. 17. 4.35 (6): 574-601.: Nelson Gomes de Oliveira).Bras. 2005. Benjamin J. 2004. Fundamentos em fonoaudiologia – Tratando os distúrbios da voz. transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes. Transtornos mentais orgânicos. R. MÉDICO CLÍNICO GERAL 1. 12.RJ CONCURSO PÚBLICO . Fundamentos em fonoaudiologia – aspectos clínicos da motricidade oral.org.Kaplan & Sadock Compêndio de Psiquiatria . 2006 Diretrizes Brasileiras para Pneumonia Adquirida na Comunidade em Adultos Imunocompetentes. Cardiopatia Isquêmica. Retardo mental. M.11. 3. 13.C. Doenças Sexualmente Transmissíveis.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Tuberculose. Disponível em http://publicacoes.Q. Insuficiência Cardíaca Congestiva. fala. Fonética e fonologia do português. 8. Esquizofrenia. Bras. São Paulo: Lovise. 2002.7 São Paulo nov. Asma. 5. GOLDFELD. 21. 19. 18.J. transtornos relacionados com o "stress" e transtornos somatoformes.: Passo a seguir: um manual para tratamento da hemiplegia no adulto (trad. transtornos da motricidade oral. Sistema Músculo – Esquelético. DA SAÚDE. fluência. vol.Bras. 24. Hepatites. Insuficiência Renal. Doença Péptica. Física das Radiações.M. Patricia M. A.br/consenso/2006/VDire triz-HA. Medicina Psiquiátrica de emergência. Transtornos da personalidade e do comportamento do adulto. 7. Diagnóstico e Classificações em psiquiatria. Hiperlipemias. Reabilitação psicossocial. SCHESTATSKY & COLS. Psicoterapias. M. 2003. Cirrose. 4. Distúrbios neurológicos adquiridos – fala e deglutição. 5. São Paulo: Manole. 5.30 suppl.C. SILVA. aspectos clínicos. v. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: EIZIRIK. 2008. Pneumol. Sadock.C. linguagem oral e escrita. 2ª ed. LESZCS.

G. CÔRTES. Microbiologia dos Alimentos. Guanabara Koogan. Ministério da Agricultura. 2. CORREA.M. Interpretação Radiológica. Comerciantes e Consumidores.APPCC. São Paulo: Editora Varella. Tortora.H. 2005. _______. Doenças de animais transmissíveis ao homem e de interesse sanitário: zoonoses. 2001. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE. Pecuária e Abastecimento.M. 1998. eds. Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa . Face. LESLIE E. 1996. Diagnósticos laboratoriais das principais doenças animais. Ministério da Agricultura. 1993. Epidemiologia geral. de 26 de fevereiro de 1999. Microbiologia. Dois volumes. Tercera edición. I. J. Anatomia dos Animais domésticos.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Genital Masculino e Feminino. BOOTH. decretos. 2004.N. 2 vols. procedimento padrão de higiene operacional . Ciência... São Paulo Livraria Varela Ltda. GUENTHER & RIEDEL. ________________ SDA Nº 59. 1987. de 8 de janeiro de 2004. C. 376p. de 25 de março de 2004. Fisiologia. PARDI. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PAUL & JUHL. de 1º de março de 2002.. Vol. GETTY. Higiene e Tecnologia da Carne. JUBB K. 259p. FIOCRUZ. Rio de Janeiro. de 24 de agosto de 2004..br.S. de produção de alimentos e de companhia. Princípios das técnicas.F.M. Rio de Janeiro: MEDSI. São Paulo: Edgart Blucher. Tórax: Campos Pleuropulmonares. ________________ nº 15. Código Sanitário para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal www. Ed.panaftosa. 5. Higienização na Indústria de Alimentos. SZYFRES.A. SP. Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) Brasília. 2ª ed. PEDRO. São Paulo.. de 15 de fevereiro de 2002.. Instrução Normativa nº 06.. Anatomia.J. M. R. 5ª edição. Acribia.A. HAAGA. Editora Guanabara Koogan. epidemiologia e investigação epidemiológica. C. clínico e laboratorial.PNEFA www.C.V. MACEDO. para rotulagem e propaganda e para isenção da obrigatoriedade de registro de produtos destinados à alimentação de animais de companhia.M. Tomografia Computadorizada e Ressonancia Magnética do Corpo Humano. Patologia e Clínica MédicoVeterinária: dos animais domésticos de interesse comercial. RJ. J. M. SUTTON. Textbook of Radiology and Imagine.P. Conhecimento de técnicas de colheita de material para diagnóstico. Eduff.1. _______. Loyola. RJ: Guanabara Koogan. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal.J. Churchill Livingstone. ________________ nº 4. Ednburgh. das principais doenças que afetam o comércio e a saúde humana e animal. 1980. BORIS. 1993. N. Conhecimento das técnicas oficiais de diagnósticos das doenças. FORATINI. Epidemiologia.agricultura..org. de 05 de agosto de 2009. B. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. 2. C. ROBERTS. Pecuária e Abastecimento.A. PALMER N. 445p. Doenças de notificação obrigatória. ________________ nº 30. Editora Guanabara Koogan S. MÉDICO VETERINÁRIO 1. S. Zaragoza.. 4. Secretaria de Defesa Agropecuária.. 8. David. Editora Guanabara Koogan S. ________________ nº 08.A. B. W. LANDGRAF. Secretaria de Defesa Agropecuária. Ministério da Agricultura. I e II.. e legislações pertinente. O. Leis. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária. . _________________________ nº 5. CORREA. 8 ed.BPF. FRANCO. 181p.RJ CONCURSO PÚBLICO .gov.int . Jr.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Legislação Federal de Defesa Sanitária. 227p. Conceitos fundamentais. BRASIL. ACHA N.F. Defesa Sanitária Animal: prevenção..br . Secretaria de Defesa Agropecuária. D. Controle FísicoQuímico e Microbiológico: Higiene e Saúde Pública Veterinária: inspeção e fiscalização dos estabelecimentos industriais e comerciais.C. medidas de controle. 9. prevenção das zoonoses. Tratado de medicina interna veterinária. Enfermidades infecciosas dos mamíferos domésticos. Livraria Atheneu 1996. 1992. controle e diagnóstico. de 10 de janeiro de 2001. 2006. PARDI. GERARD J. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. Aprova o Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos fabricantes de produtos destinados à Alimentação Animal e o Roteiro de Inspeção. & MCDONALD.PPOH e análise de perigos e pontos críticos de controle . LANZIERI. de 7 de junho de 2006. Regulamenta o registro dos estabelecimentos e dos produtos destinados à alimentação animal.2. Pathology of domestic animals. 2003. Estabelece critérios e procedimentos para o registro de produtos.. Controle Sanitário dos Alimentos: Um Guia para Inspetores de Alimentos. 3. ETTINGER. 2004. 2. 4ª ed. SANTOS. 7.oie.B. ________________ SDA Nº 30. de 26 de maio de 2009. resoluções e portarias. KENEDY P. 6. Toxinfeções e Controle Higiênico Sanitário de Alimentos..D. Instrução Normativa Ministerial nº 2. Secretaria de Defesa Agropecuária. _______. boas práticas de fabricação . 2004. 182p.P. Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias. Centro Panamericano de Febre Aftosa www. E. San Diego: Academic Press. HOBBS. Boca e Mandíbula. Instrução Normativa DAS nº 018. SOUZA. Inspeção Industrial e Sanitária de produtos de Origem Animal: programas de autocontrole. Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa. NICOLAS H. Pecuária e Abastecimento. 8ª edição. 1995 e 1996. Instrução Normativa SDA Nº 06. Mediastino. de 23 de fevereiro de 2007. 8ª ed. Niterói. Dois volumes.

Ed Guanabara Koogan. In: MOTTA. Dinâmica de Grupo – Teorias e Sistemas. Rio de Janeiro: José Olympio. Ed. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. FADIMAN. 2003. 1987. Interioridade e organizações. São Paulo: Atheneu.C. (Orgs. 1995. In: DAVEL. Nutrição Clínica do Adulto. 7.EDITAL No 01/2009 ANEXO III PEREIRA. Alteração e controle de qualidade dos alimentos. Vocabulário da Psicanálise. O Paciente e o Analista – Fundamentos do Processo Psicanalítico. As teorias psicológicas aplicadas ao fenômeno ensino-aprendizagem dando suporte aos processos de identificação. ET AL. 6. Agostinho. Personalidade. TEIXEIRA. Epidemiologia e saúde. J.F. S. 1236 de 02/09/94. Desenvolvimento Interpessoal. Ações preventivas na minimização de fatores que interferem no processo de aprendizagem. de 27 de setembro de 2005. trabalho e estresse. Vida Psíquica e Organização. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. Transporte e Excreção de Nutrientes: proteínas. Elaboração de projetos que atuem na . Fundação Getúlio Vargas: 4ª ed. Diagnóstico médico veterinário. L. 2. 3. Epidemiologia Teoria e Prática.). alterado pelos Decretos nº 1255 de 25/06/62. renais.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Teorias da personalidade. MOSCOVICI. 3. DALGALARRONGO.G.Conselho Federal de Psicologia. Davis. carboidratos e lipídeos. 10ª ed. DARE. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUPPARI. Psicologia do desenvolvimento: Princípios gerais. S. Rio de Janeiro. Portaria SDA N° 168. K. 1991. Técnica Dietética: fatores físicos. MAHAN. Causas e sintomas. 1991. Alimentos. Maria Ester de. Joseph. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar. infância. Clara Regina. Patologia Veterinária especial de Thomson. Avaliação da personalidade. 3ª ed. M. Nutrição no Envelhecer. Terapia Nutricional Enteral e Parenteral. Wagner Rocha. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Digestão. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).. agosto de 2005. cardíacos e pulmonares e nos distúrbios alimentares. 2005. adolescência. (Org. 1993.G. VARELLA.M. absorção e prevenção de deficiências. 2004. Bases da Nutrição Clínica. Etapas do desenvolvimento cognitivo. Rio de Janeiro: Rubio. São Paulo: Atlas. 1997. 1987. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. 2001. Água. FIORI. Manole. BUSTOS. fase adulta e terceira idade. A idade escolar e a adolescência. Nutrição nos Diversos Ciclos da Vida: gravidez lactação. APPCC na Qualidade e Segurança Microbiológica de Alimentos. 4. 3. CUKIER. ROUQUAYROL. 7. Resolução 007/2003 . Rio de Janeiro: Atheneu. A Questão do Imaginário e a Fronteira entre a Cultura Organizacional e a Psicanálise.691. Recursos Humanos. 2000. 7ª ed. MEDSI. 2001. Psicoterapia e aconselhamento. 4ª ed. 30. Liderança e Poder. São Paulo: Harbra. O psicodrama: aplicações de técnica psicodramática. Alex. São Paulo: ATLAS. O desenvolvimento da personalidade: Teorias. Indivíduo. diabetes mellitus. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALLPORT. Terapia Clínica Nutricional nos distúrbios do aparelho digestório. Rio de Janeiro: Imago. B. São Paulo: Rocca.P. M. Cláudia. São Paulo: Martins Fontes. Idalberto. Soares A E. 2. PSICOPEDAGOGO 1. São Paulo: EPU. 1986. James. ORNELLAS. WILLIAM W CARLSON.H. DEJOURS. 2000. HOLDER. 1980. ed. Gestão com pessoas e subjetividade. Eletrólitos e Equilíbrio Ácido-Base: função distribuição e regulação. 9. Portaria Ministerial nº 516. Christophe. Paulo. Atheneu.. MAGNONI. 2001.E. RAPPAPORT. Christopher. FRANK. L. São Paulo. 4.Conselho Federal de Psicologia.A. Aprovado pelo Decreto n. FRAGER. 1981-1982 – Volume 4. sistema biliar. da. Psicodiagnóstico: Técnicas e métodos.& MELLO. 7ª ed. SOBOTKA. Absorção. FREITAS. A.1994. ENRIQUEZ. Dalmiro e Colaboradores. Técnica Dietética: Seleção e Preparo de Alimentos. SMITH. Prestes. 1969.377p. de 09 de dezembro de 1997. Maria Ester. STUMP. PONTALIS. químicos e biológicos que modificam os alimentos. químicas. São Paulo: Atlas. 2002. 6. SANDLER. A A. L.R. O exercício profissional. Gordon W. analise. fígado. Rio de Janeiro: Editora FGV. Treinamento e evolução em grupo. Eugéne.R. Fernando C. Código de Ética Profissional do Psicólogo . Nutrição e Dietoterapia. SANTOS. VERGARA. E. 5. 2000. Tratado de Medicina Interna de Grandes Animais. D . CHIAVENATO. São Paulo: Roca. SILVA. Edição 2002. A Banalização da Injustiça Social. Os desajustes emocionais: Psicopatologia.RJ CONCURSO PÚBLICO . Sylvia C. Robert. NUTRICIONISTA 1. JR.L. 2. Editora Varella. Psicologia aplicada ao trabalho e às organizações: Clima e cultura organizacional. São Paulo: Atheneu. 381p. Microbiologia. Universidade de São Paulo: Herder.). Livraria Varella. MINICUCCI. 8. avaliação e intervenção nos problemas de aprendizagem. 2008. Porto Alegre: Artes Médicas.. recursos humanos e funcionamento. Tecnologia dos Alimentos: Higiene. Fela. 1812 de 08/02/96 e 2244 de 04/06/97. PSICÓLOGO 1. Administração Aplicada As Unidades de Alimentação e Nutrição: aspectos físicos. 2005. Métodos e técnicas. 2002. TRABULSI. 29/03/52.Z. LAPLANCHE. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. FREITAS. 2ª ed. 2ª ed. 1997. Brasília. estresse metabólico. L. M. 5. 2. 1986. Vitaminas e Minerais: Propriedades físicas. Eduardo. Psicologia social e dinâmica dos grupos: Processos grupais. Manole. colheita de material. Gestão de pessoas.

C. chafarizes. Estrutura atômica. químicas e biológicas da água. 7. 6. dimensionamento. valas de filtração. 4.6. Como prevenir as dificuldades na expressão escrita.2. G. da educação e do monitoramento ambientais na gestão do saneamento. Petrópolis. bacias hidrográficas. Modelos de prestação de serviços em saneamento: execução direta. lipídios.1. lodos ativados. Química e reações Químicas.W.S. substituição e eliminação. Química Analítica: titrimetria. PAIN. Critérios de dimensionamento para sistemas de drenagem pluvial. 4. Reservatórios de distribuição de água. adutoras por gravidade em condutos livres e forçados.G. D. nomenclatura e reações. adutoras por recalque.RJ CONCURSO PÚBLICO .3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2. Vol.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Físico-Química. Química Ambiental. Redes coletoras de esgotos. BRADY. TREICHEL. Psicopedagogia institucional. Cinética química. neuropsicologia e aprendizagem. 1 a 7. importância. C. critérios gerais de dimensionamento. Meio Ambiente – Preservação Ambiental e Controle da Poluição: A importância da água. Cálculo estequiométrico. O.1. Recursos Hídricos: Ciclo hidrológico. Recursos para atendimento e ou encaminhamento de crianças e adolescentes com problemas sócio educativos. SANITARISTA 1. J. HUMISTON. Artmed. Química Geral.4. 4. STRYER.1. águas subterrâneas. 1. regime dos cursos da água.B. Vol. execução indireta. J. et al. G. P. J. Cognição. N. L. Sistemas de Abastecimento de Água: Consumo de água. 5. São Paulo: McGraw-Hill. 2009. funções oxigenadas.C. P. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 4.A. Política Estadual de Recursos Hídricos. Tratamento de esgotos. espectroscopia de absorção atômica. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Análise e tratamento de águas e efluentes: princípios de análise de água e efluentes. lagoas de estabilização. Doenças de origem fecal. 2009. FONSECA. hidrograma. Funções da química inorgânica: classificação. Sistemas de Esgotamento Sanitário: Soluções individuais para destinação e tratamento dos esgotos sanitários. consórcios intermunicipais.5. L. 1. Conceituação de macro e micro drenagem. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Atuações da Engenharia Sanitária vinculadas ao controle de enchentes urbanas. Bioquímica. Artmed. SOLOMONS. Vol. potenciometria e métodos cromatográficos. estação de tratamento de água convencional.W.E. químicas e biológicas dos esgotos sanitários. Petrópolis. partes constituintes dos sistemas de abastecimento de água. funções nitrogenadas e derivados halogenados. Thomson. PORTO. Política Nacional de Recursos Hídricos. PA. medidas de controle. Vol. estações de tratamento de esgotos.1. 2. 8. 2006. 2. tratamento e distribuição de água e tratamento e descarte de efluentes. companhias de economia mista estaduais. . Redes de distribuição de água.2.A. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BOSSA. conselhos municipais. Artmed. 3. características físicas. 4. PA. Sistemas de abastecimento de água não convencionais. classificação. 3.. RUSSEL. empresas públicas. V. Vozes. 2. modos de transmissão e medidas de controle. proteção da saúde das populações e preservação ambiental. privadas higiênicas. São Paulo: Bookman Artmed. Orientação educacional e intervenção psicopedagógica. BAIRD. PA. 2. Tratamento de água. Jr. 2. Soluções. Doenças de veiculação hídrica. Fundamentos de Química Analítica. 4. et al.3. legislação federal sobre contratações públicas.8. 1 e 2 Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. valas de infiltração. CASTELLAN. modos de transmissão. A importância da vigilância sanitária. com os profissionais do ensino. Vol. M. 10. Saneamento Ambiental – Arranjo Institucional e Legislação: Arranjos institucionais na prestação dos serviços de saneamento: administração direta. 5. 2001. 3. SOLÉ.5. 1 e 2. Princípios de Análise Instrumental. 4. bombas e estações elevatórias. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. 1 e 2.. 2. OCAÑA. Protocolo de Kioto. Belo Horizonte: Editora UFMG. Dinâmicas que interajam de forma dialógica com o sistema de saúde e dentro da escola. concessões. legislação federal sobre concessões de serviços públicos. contratações. Artmed.2. espectroscopia no ultravioleta-visível. proteínas e ácidos nucléicos. As poluições de origem pontual e difusa. Funções da química orgânica: hidrocarbonetos. São Paulo: Bookman. 2007. autarquias municipais. Equilíbrio químico. torneiras. dimensionamento. QUÍMICO 1. VON SPERLING. S. 2008. FRYHLE. 2. RJ.2. M. legislação ambiental federal. 2. A psicopedagogia no Brasil.2. F. fossas sépticas. Características físicas. reatores anaeróbios.1. Artmed. Funções bioquímicas: glicídios. 3. Vol. estadual e municipal. redes ramificadas e malhadas.W. 5. Química Geral. Emissão de gases provenientes da decomposição da matéria orgânica. Fundamentos de Físico-Química. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Ligações químicas. KOTZ. sumidouros. & JIMENEZ. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ATKINS. Adução de água. T. águas superficiais. São Paulo. 4. órgãos acessórios. valos de oxidação. os pais e a comunidade. D. filtros anaeróbios. Reações orgânicas: adição.EDITAL No 01/2009 ANEXO III formação continuada do professor. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. dimensionamento econômico. 5. A importância do saneamento no controle da poluição. Química orgânica. PA. dimensionamento. aplicação do método de Hardy-Cross. SKOOG. 5. A. Z.4. 2003 SCOZ Psicopedagogia e realidade escolar. Termoquímica. SKOOG. 2 e 3. processos de tratamento. 9. Classificação periódica dos elementos. partes constituintes. padrões de potabilidade. do solo e do ar como componentes dos ecossistemas na natureza. lavanderias e banheiros públicos. PA. 2. 1 e 2. principais processos de tratamento. I. WAK.7. MATA. Atenção à diversidade na educação de jovens. 1. 1985.

Britta. Habilidades motoras gerais. Tipos de preensão. HOLLE. Manual de Ergonomia Adaptando o Trabalho ao Homem. Acondicionamento. São Paulo: Santos Editora. 1989. Belo Horizonte. . Catherine A. Turismo e cultura.br www./HEATHERTON Todd F. 9. 5. 2001.planalto.abes-dn. 1ª ed.rj. 2005/Reimpressão 2006. Rio de Janeiro: Editora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).ambiente. 5. Teófilo Carlos do Nascimento (coord. Campinas.1. Bases fisiológicas e Adaptações do trabalho ao homem. 1995.com. 6. EGGERS. Ortrud. 6. São Paulo.ibam. 5ª ed. Manual de Saneamento.snis.br www. 2003.aesbe. Objetivos terapêuticos. Saúde ocupacional. Manual de Hidráulica. 2 ed. Terapia Ocupacional no Tratamento da Hemiplegia do Adulto.gov. 1ª ed. 1994. Terapia Ocupacional aplicada à Geriatria/Gerontologia. 1986.org. demanda bioquímica de oxigênio. Lílian Vieira.1.3.E/GRANDJEAN. São Paulo: Bookman.1. PÁDUA. órteses e adaptações.ana. Ética no turismo. São Paulo: Manole. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. COX. 6. Sistema de Turismo: componentes e administração.gov. Exclusão/inserção social de pessoas portadoras de deficiência e pessoas com transtorno mental. Rio de Janeiro.ibama. Autodepuração de cursos da água. Porto Alegre: Artmed Editora. José M. Fabrizio. 1977. Berenice Rosa. 8. 2001. Aterro Sanitário.gov.rj. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Neuropsicologia em Terapia Ocupacional Exame da Percepção e Cognição. Desenvolvimento Normal da Criança.. Bem-Hur Luttembarck. 3.br www.1. 6. Gerontologia. Limpeza pública.Teoria e Prática. Ciência Psicológica Mente. Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador: Princípios ergonômicos. Campinas. Terapia ocupacional em neurologia. FIOCRUZ. Terapia Ocupacional . SP: Papirus. químicas e biológicas do lixo. 2ª Impressão Revisada. Saúde.assemae.EDITAL No 01/2009 ANEXO III filtração biológica. André e Anne. carga orgânica. 2004.E. 1982. Gianni. 1988. Controle da qualidade da água para consumo humano. São Paulo: Papirus. CHERNICHARO. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Santos Editora Ltda.gov. GRIEVE. Eurico Trindade. São Paulo: Edgard Blucher. 5.org. Terapia Ocupacional. Elisabete M. Manual de Saúde Mental. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Colina Editora. Berta. TURISMÓLOGO 1. 1987. KROEMER. 6. Fundamentos da Terapia Ocupacional. Terapia Ocupacional aplicada à Psiquiatria e Saúde Mental: Habilitação/reabilitação. Atividades de vida diária e instrumental. 7. 6. 2ª ed. 3ª ed. Cérebro e Comportamento. São Paulo: Manole. Trabalho e Terapia Ocupacional. Terapia Ocupacional na Paralisia Cerebral e nos Retardos Mentais. Rio de Janeiro: Revinter. 2005.).gov. 8. 4. São Paulo: Atheneu. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BOBATH. Princípios Básicos de Tratamento: Métodos e técnicas de avaliação. Eliane Brandão.gov. Terapia Ocupacional. terapia ocupacional em neuropediatria. a FRANCISCO. 2.org.pmbp.org.RJ CONCURSO PÚBLICO . Políticas de atenção à saúde e reabilitação de pessoas portadoras de deficiências e à saúde mental. 2. Constantino Arruda. Avaliação em Terapia Ocupacional.br www. GAZZANIGA Michael S.br. ASIOLE. BATALHA. 7. 1995. VIEIRA. 3. terapia ocupacional em reumatologia. MAGALHÃES. www. 1997. LAPIERRE. Terapia Ocupacional nas Disfunções Físicas. Terapia Ocupacional aplicada às condições Neuromusculoesqueléticas. Tratamento de Esgotos Domésticos. 7. 1996. 3ª ed. Eventos e turismo. Programa de tratamento. CETESB. 1984. 8.br www.br TERAPEUTA OCUPACIONAL 1. transporte e destinação final adequado.br www. São Paulo: Editora Roca. NEVES.br www. 2001. Gestão dos Resíduos Sólidos: Características físicas. terapia ocupacional em traumato-ortopedia.br www. K. Gestão integrada de resíduos sólidos municipais e impacto ambiental. Jorge Augusto Ortiz. São Paulo: Sarvier.3. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas. Carlos Augusto de Lemos. 7ª ed. São Paulo: Manole.mma. Porto Alegre: Globo. São Paulo: Hucitec. Coleta seletiva e reciclagem. CONSTITUIÇÃO FEDERAL. 5. Selma. – Brasília. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO NETTO. www. Eduardo Pacheco & PESSOA. 1999. Reatores anaeróbios. São Paulo: Santos Editora. Análise e seleção de atividades. JORDÃO. SARACENO.br www.br/ccivil_03/LEIS/ www.2. FINGER.gov. NETTO. Matheus Papaléo. desenvolvimento local e sustentabilidade. 4. Diane L. IBAM. O Adulto diante da Criança. Planejamento e organização do turismo. 2006. DACACH. UFMG. Nelson Gandur. June. Marchesini. Benedetto. coleta. MONTEIRO. Terapia Ocupacional e Síndrome da Fadiga Crônica. 1984. Saneamento Básico. Desenvolvimento Motor da Criança Normal e Retardada. redução da concentração bacteriana. 6ª ed. Turismo e políticas públicas.H. Curso de Hidráulica. TOGNONI. LANNCMAN. 2005. IPT/CEMPRE LIXO MUNICIPAL: Manual de Gerenciamento Integrado. Hemiplegia no Adulto: Avaliação e Tratamento. Terapia Ocupacional aplicada à Reabilitação Psicossocial. 1997.4. 1979. 1978. Próteses.resol. Turismo. São Paulo. 1979. TROMBLY. Manual de Gerontologia. 6.

Sérgio. Ciências: Física e Química . Guia de desenvolvimento do turismo sustentável. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BUENO. Política e planejamento de turismo no Brasil. 2006. Ed. Cíntia Möller. Ed.3ª Edição. Miguel Cabrera. LOPES. Ética e qualidade do turismo no Brasil. A Arte na Educação Escolar: Procedimentos pedagógicos (conteúdos. Lisboa.1. De. 2003. Bases da Biologia Celular e Molecular 3º Edição. Planejamento do turismo – política e desenvolvimento do turismo no Brasil. Histofisiologia Humana. basquetebol. Isabel. Fernando. E SUGESTÕES PROVAS DE . 3. Wilson Roberto. Trad. influências no rendimento escolar. São Paulo: SENAC. novas perspectivas para a educação física. Ed. Guanabara. Biologia. 2. Sídio. Ed. 3. (Série Turismo). BARROS. . Sandra Netz. Moderna.Coleção do 6º ao 9º ano. 10. NEVES. FELTRE.Volume Único. CRUZ. Química geral . MACHADO. Jô. BENI. jogos espontâneos e dirigidos. Maria Heloísa e FUZARI. GEWANDSZNAJDER. Sônia. 12. 2003. CABO NADAL. Moderna. A história da Arte Brasileira e Universal: Manifestações artísticas de diferentes épocas. Ed. De. ODUM.Vol. Selo-EGK .Médio. Reprodução dos seres Vivos. 2003.M. 7.Ed. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS FERRAZ.3ª Edição. MATIAS. MARTINS. PROENÇA. Cesar da. 16.Ed. 12ª ed. Ar. São LANGMAN. Treinamento desportivo: crescimento na criança e no adolescente. Estática. Ecologia e Meio Ambiente. Ciências Naturais-Aprendendo c/o Cotidiano . métodos e avaliação).4ª Edição. Ed. JACOB. 2003. Único. COSTA.Carlos. Ed. Trad. Lucília e Oliveira. Rio de Janeiro.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Ed. 15. Fundamentos da Ecologia. organização de competições e aprendizagem dos principais desportos aplicados na escola (futsal. 4.De Olho no Mundo do Trabalho . Saraiva. _______. voleibol. São Paulo: Cortez. Metodologia e didática do ensino de educação física: organização do conhecimento e abordagem metodológica. Psicomotricidade – Teoria e Prática. Solo e o Meio Ambiente. 13. 1997. Tudo é Ciências-Coleção do 6º ao 9º ano. Ed. Termologia e Calorimetria. Ricardo Motta Pinto.1ª Edição. LEITE. Novo Ensino Médio-BiologiaVol. Óptica. jogos pré-desportivos. São Paulo: Atlas. 2003. Ed. Scipione. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO. Ciências e Educação Ambiental Coleção do 7º ao 9º ano. 14. Daniel. 1990. Reinaldo. 2000. LINHARES. diferenças psicofísicas entre idades. treinamento da criança e do adolescente. 2007. Ed. Guamabara Koogan. Química Geral. DIAS. PAULINO. Ed. 5.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Marketing turístico. Ática. Histologia Animal e Vegetal. Zoologia Geral . MAGISTÉRIO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS BIBLIOGRÁFICAS PARA AS MAGISTÉRIO PROFESSOR I – CIÊNCIAS 1. Embriologia Médica. Ed. 2003. São Paulo: Atlas. ROBERTIS. Fundamentos da Química . SILVA JR. 4. Alice. Graça. Ed.Vol. Único . São Paulo: Roca. Eduard do Canto. Mónica. Deise Maria Fernandes (org. Ed. 11. Arte / Secretaria de Educação Fundamental. Sezar. Parasitologia Dinâmica . GARCEZ.1º Edição. Desporto: regras. 5. MILLIO BALANZÁ.2º Edição. 2008. Atheneu. Fisiologia – Aires. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino de Arte. Biologia-Vol. 17. Ática. Fisiologia Animal e Vegetal. 8. Marlene. Positivo. São Paulo: Aleph. Água. Maria F. Artmed . Ática. J. Ciências e Interação . 2006. História da Arte. principais características e artistas representantes. BEZERRA. De Bases da Biologia Celular e Molecular. _____. 2. Saraiva. PROFESSOR I – EDUCAÇÃO FÍSICA 1. Explicando a Arte Brasileira. Ed. Moderna.Storer. Mário Carlos. Planejamento e gestão em turismo. Rezende. _________. SASSON. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Clerton (org. Selo-EGK5ª Edição. Higiene e Saúde Pública. PAULINO. Porto Alegre: Bookman. 2.6º edição. educação para o lazer. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Cinemática. Metodologia do ensino da arte. BENI. PROFESSOR I – EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 1. Os elementos da visualidade e suas relações compositivas. et alli . 2008. 2007. Ricardo. 1993.RJ CONCURSO PÚBLICO . Mário Carlos. São Paulo: Roca. 2001. Único . SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AIRES. Biologia . princípios científicos do treinamento. 2003.Coleção do 6º ao 9º ano.Vol. Ática. 2006. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. 1985. COELHO. 4ª Edição. Psicomotricidade: conceitos básicos.Citologia: 4. cultura e identidade. 2007. Único 4ª Edição. BIO .). Rio de Janeiro: 1995. handebol e atletismo). Daniel. 4. 2003. Ricardo.9º ano. Trabalho e Potência.SP/Nacional – 2001. David Pereira. São Paulo: Manole. 9. ROBERTIS JR. 6.). Fundamentos da Ecologia. Único/Ens. Jan. Ed.Eugene P. 4ª ed. 3.6ª Edição . Turismo. Anatomia e Fisiologia Humana. Análise estrutural do turismo. Atheneu . Ática. 2001. Embriologia Humana. Brasília: MEC/SEF. Origem da Vida e Evolução. Marketing e comercialização de produtos turísticos. Ediouro. Recreação: jogos tradicionais. Organização de eventos – procedimentos e técnicas. Zoologia Geral. desenvolvimento psicomotor nas crianças em idade escolar. Wilson Roberto. Eletricidade e Magnetismo.

Saraiva e Moderna. Que Brasil é este? São Paulo: Atual. 1998. A Geografia. 3ª edição. Rio de Janeiro: Guavira.1. São Paulo: Hucitec. 1992. futsal. Projeções e Convenções.. S.1.1. a modernização e os problemas do setor agrário no Brasil. PIMENTA. Rio de Janeiro: Shape. A caracterização dos grandes conjuntos regionais do Brasil. Regras Oficiais de Atletismo. J. São Paulo: Companhia das Letras.E. 1999. Representação cartográfica: Escalas. Rio de Janeiro: Paz e Terra. MEDINA.1. 5ª edição. handebol e voleibol. 1987. _______________. BENJAMIM. SANTOS. Psicomotricidade – educação e reeducação. Brasília: MEC/SEF. Globalização . O espaço da produção industrial: O processo de industrialização. Brincar: crescer e aprender – o resgate do jogo. J. paisagem e lugar. A estrutura fundiária. A organização do espaço agrário no mundo e no Brasil: Caracterização geral. PROFESSOR I – GEOGRAFIA 1. 1992. L. O Brasil – território e sociedade no início do século XXI. Geografia. David. Concentração e dispersão da atividade industrial no mundo e no Brasil. Territórios: ensaios sobre o ordenamento territorial. Rio de Janeiro: Sprint. 2. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. SANTOS.). As questões regionais e os grandes conflitos políticos e econômicos da atualidade. 2. Concepções abertas no ensino de educação física. A relação entre Cartografia e poder. Rio de Janeiro: Guanabara. TEIXEIRA. São Paulo: Moderna. JÚNIOR. A educação física cuida do corpo. 1991. Eric. 1998. O setor agrário e o comércio internacional. Histórico do processo de industrialização no Brasil e a estrutura industrial. . 1999. Educação física e desportos. HILDEBRANT. 1989. Manual do treinamento esportivo. Rio de Janeiro: Record. transporte e serviços na escala mundial e na escala nacional: Caracterização e particularidades. São Paulo: Moderna. Rio de Janeiro: Tecnoprint. Moderna. Antonio Carlos Robert. Emir. A globalização: O processo de globalização. L.2. Problemas ambientais. Conceitos e Temas. 1990. Os grandes conjuntos socioeconômicos do mundo atual: Os blocos de poder. 2000. & Silveira. indica-se a seguinte bibliografia: BAUMAN. Scipione. G. MORAES.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . A água enquanto um recurso renovável limitado. organização e administração em função da cultura e da sociologia. 1995. 1984. Milton & outros.J. 1995. As relações sociais. São Paulo: Loyola. M. HARVEY. Condição Pós-Moderna.M. LIBÂNEO. da Cultura e do Trabalho. 3ª edição. os modelos produtivos e as revoluções tecnocientíficas.As conseqüências humanas. CASTRO.G. 1986. São Paulo: Cortez. H. estrutura e migrações. H. São Paulo: Manole. 3ª edição. de F. Correntes historiográficas. . 1996. Globalização.1.1. e “mente”. a política neoliberal e seus efeitos.V. Rio de Janeiro/São Paulo: Record. A relação entre população e renda. 1997. SANTOS. A importância dos mapas. 6. Iná Elias de & outros (org. São Paulo: Companhia das Letras. Nações e nacionalismo desde 1780. Rio de Janeiro: Zahar. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Além dos livros didáticos das Editoras Ática. Campinas: Papirus. 1985. KASLER. História das mentalidades. 1986. história oral e história do cotidiano. 1998. O espaço da natureza e a questão ambiental: Os elementos do quadro natural e suas inter-relações. Zygmunt. O Brasil e a economia global. 1. Didática de Educação Física: Formação de Objetivos. O papel dos setores de comércio. Futsal – Metodologia de Ensino. 1998. basquetebol. LAGINE. Escola de Voleibol. A. Milton. 1. Políticas ambientais e estratégias para o desenvolvimento sustentável. HOBSBAWM. Milton. Lovise. Problemas urbanos no mundo e no Brasil. Teoria da História. 8.N. 1997. os conflitos no campo. SADER. O aproveitamento econômico dos recursos naturais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. HAESBAERT. E. Prática da Preparação Física. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Educação para o Lazer.P. São Paulo: Cortez. Democracia e Terrorismo. São Paulo: Saraiva. 1. MATTA. CAMARGO.3.RJ CONCURSO PÚBLICO . 2007. 1. Esporte e atividade física – bases.Z. Niterói: Eduff. Os conceitos de território. Rogério (org. Era dos Extremos. São Paulo: Ibrasa. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. GUERRA. DE MEUR. 10. 1995. Handebol.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Paulo. A. M. FONSECA. O espaço urbano: Caracterização e diferenciação do espaço urbano e do processo de urbanização no mundo e no Brasil. História das Relações Sociais.M.O. da H. 2002. STAES. A. 9. 1998.. Geografia – pequena história crítica. Relações .S. Caxias do Sul: EDUCS. Território.2. 3ª edição. São Paulo: Manole. A população mundial e brasileira: crescimento. E. 2001. . 1992. PROFESSOR I – HISTÓRIA 1. Materialismo Histórico e a Escola dos Annales: características gerais.1. H. 1983. 1984. 1983. seu objeto de estudo e os conceitos fundamentais: História do pensamento geográfico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. a natureza e a terra. P.H. DANTAS. R. Por uma nova globalização. Criatividade nas aulas de educação física.G. 7. 1987. 2ª edição. A opção Brasileira. Rio de Janeiro: Contraponto. 2. Niterói: PPGEO/UFF. O espaço geográfico como produto histórico e social.C. 3. Porto Alegre: Sagra. _______________. TUBINO. WEINECK. 2008/2009. VIANA. FRIEDMANN. Recreação e lazer. 5.4.) Globalização e Fragmentação no mundo contemporâneo. 2.) Metodologia do ensino de educação física. Metodologia científica do treinamento desportivo. Maria Laura. Cesar & outros. (coords. de L. G. TAFFAREL. J. C. Positivismo ou História Tradicional.

povos. Movimento da Consciência Negra etc. o Estado Brasileiro e o populismo. descentralização política na Idade Média. Revolução Comunista.4. o fundamentalismo islâmico. Iluminismo e Revolução Francesa. a economia. as Constituições e as mudanças nos direitos e deveres dos cidadãos. Relações entre a sociedade.3. escravidão. o fundamentalismo islâmico. b) Crescimento populacional. consolidação do Estado Nacional Moderno. processo de constituição do Estado Nacional norte-americano. governos autoritários – o Estado Novo e o regime militar pós-64. 2. 4. valores culturais atribuídos às diferentes categorias de trabalhadores e ao trabalho através do tempo. revolução agrícola neolítica na África e no Oriente.RJ CONCURSO PÚBLICO . d) natureza e cidade. queda do Muro de Berlim. organizações internacionais latino-americanas pela integração política e econômica do continente. paisagens rurais e urbanas. Relações de trabalho em diferentes momentos da História brasileira: a) Escravização.3. d) Lutas e organizações camponesas e operárias. História das Representações e das Relações de Poder. a economia.EDITAL No 01/2009 ANEXO III entre a sociedade. a marcha para o Oeste. ditaduras na América Latina. organizações patronais e partidos políticos. exploração econômica de recursos naturais pelos colonizadores europeus. o Estado Monárquico. lutas pelo fim da escravidão. a atual política externa norte-americana e a luta contra o terrorismo. Guerra Fria. artesãos e corporações de ofício na Europa. b) Confrontos entre europeus e populações indígenas no território brasileiro. lutas dos povos indígenas pela preservação de seus territórios. imigração e migrações interna e externa em busca de trabalho. 3. d) Resistência chinesa ao imperialismo. clérigos. povos.2. o trabalho de mulheres e crianças na agricultura.1. revoltas sociais coloniais. 3. Processos de constituição dos Estados Nacionais da América. guerras e revoluções na Europa. apartheid e África do Sul. Processos de constituição dos Estados Nacionais.2. movimentos populares e estudantis. Revolução Cultural. imperialismo no Oriente Médio. b) Descolonização das nações africanas. Revolução Mexicana. a cultura e a natureza na História dos povos americanos: a) Natureza e povos da América na visão dos europeus. Aliança para o Progresso e ALCA). constituição dos Estados Nacionais independentes. lutas feministas. 2. Cidadania e Cultura.2. Relações de trabalho em diferentes momentos da História de povos do mundo: a) Escravidão antiga na Europa – Grécia e Roma. natureza transformada na implantação de serviços e equipamentos urbanos. c) O conhecimento. o confronto entre o Paquistão e a Índia. expansão muçulmana. experiência liberal democrática de 1945-1964. a economia. Revolução Cubana. navegadores e comerciantes coloniais. revoltas e resistências de escravos. conflitos no mundo árabe atual: confrontos entre palestinos e israelenses. o terrorismo. o Populismo na América Latina. e) Imperialismo japonês. ligas.1. clero. lutas. revolução iraniana. o Estado Brasileiro pós-regime militar.1. Relações de trabalho em diferentes momentos da História dos povos americanos: a) Os europeus e o trabalho indígena na América colonial.1. guerras entre as nações africanas.1. suas lutas sociais e por melhores condições de trabalho através do tempo. organização dos Estados socialistas e comunistas. militarismo na América Latina. 3. 3. nobreza. confronto. a intervenção norte-americana no Afeganistão e no Iraque.2. trabalho e resistência indígena na sociedade colonial. lutas. guerras e revoluções. os religiosos e as missões. b) As organizações de trabalhadores. as ditaduras e a supressão de direitos políticos e civis (Estado Novo e governo militar após 1964). Japão hoje. o coronelismo e o voto na República Velha. ligas e sindicatos. processo de sedentarização. interferências na natureza na implantação de infra-estruturas. camponeses. criação de animais e produção e extração de riquezas naturais. neonazismo. o trabalhador negro no mercado de trabalho livre. especialmente a colonização do Brasil e da América.1. confrontos. processo político de independência do Brasil. socialismo e golpe militar no Chile. expansão chinesa atual. 2. b) Servos. Revolução de 1930. guerras e revoluções: a) Administração das colônias espanholas. Relações entre a sociedade. b) Conquista e resistência na América sob a ótica local: a questão do outro.3. As relações de trabalho. Nações.2. resistências e o processo de emancipação dos escravos africanos e seus descendentes. nas atividades domésticas etc. guerras e revoluções: a) Administração política colonial. os processos de globalização. Japão depois da Segunda Guerra Mundial. intervencionismo norte-americano na América Latina. diferentes formas de posse e prosperidade da terra. mercadores e banqueiros na Europa. c) organizações de trabalhadores. a cultura e a natureza na História da África e suas relações: a) Relações históricas e sociais nas sociedades tradicionais africanas e as interfaces entre o continente e os movimentos de expansão européia ao longo do tempo. sindicatos. b) Usos da terra. c) Culturas tradicionais do mundo árabe. o conceito de cidadania hoje no Brasil e a percepção da condição de cidadão pela população brasileira. 2.1 No Brasil – os “homens bons” no período colonial. administradores coloniais. 2. ocupação de territórios e alteração das paisagens naturais na Europa medieval. locais de povoamento. esfacelamento dos Estados socialistas. Primeira e Segunda Guerras Mundiais. rurais e urbanas. a cultura e a natureza em diferentes momentos da História brasileira: a) Exploração econômica de recursos naturais pelos colonizadores europeus: agricultura comercial. b) Sociedade e trabalho através do tempo: grandes proprietários. as lutas políticas na implantação da República. lutas. Processo de constituição do território. lutas sociais. Revolução Industrial.2. 3. lutas. a cultura e a natureza na História de povos do mundo em diferentes tempos: a) Povos coletores e caçadores. lutas. culturas e nações africanas hoje.1. Pan-americanismo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . República romana. conflitos no Oriente Médio. na África e no Oriente: a) Cidades-estados gregas. Guerra da Coréia. expansão imperialista dos Estados europeus. Guerra do Vietnã. exploração e comercialização das riquezas naturais. as representações e o imaginário sobre o mar. 4. a economia.1. guerras provinciais. agregados e trabalhadores livres. na indústria e nos serviços urbanos. confrontos.2.1. as desigualdades . 2. lutas pela independência política. Relações entre a sociedade. b) Colônias inglesas na América. expansão marítima e comercial européia. 2. trabalho das mulheres e das crianças na indústria inglesa. da nação e do Estado brasileiro. o poder oligárquico. c) trabalho operário e trabalhadores dos serviços urbanos na Europa. lutas pela reforma agrária. lutas operárias. nacionalismo na Europa dos séculos XIX e XX. política externa norte-americana para a América Latina (Doutrina Monroe.

2006.5. LITTLEWOOD. Lucília. Aspectos da morfossintaxe: 2. aspecto e modo. expressões definidas). 1. Conjuntos: Operações. o comunismo. BERUTTI.1. 2000.4. 1997. ______________________________. Jaques. garantindo a manutenção e a progressão das idéias em um texto: sinônimos. Vavy Pacheco. Gráficos. Sobre a História.2 No mundo – a cidadania em Atenas e em Roma. D. fotografias. Compreensão e interpretação textual: 1. 2001. Função definida por várias sentenças. São Paulo: Brasiliense. Sistemas. 2. 3. D. Diferentes metodologias para o ensino de língua inglesa. o sintagma preposicional (preposições simples e complexas. o sintagma adverbial (advérbios e adjuntos adverbiais). Funções: Operações. Juiz de Fora: Editora UFJF. 2005. Gráficos. Polinômios: relações entre coeficientes e raízes. ordem e valor absoluto. Educação e Sociedade. e as aspirações de direitos pela população brasileira hoje.8. o nazismo e o facismo na Europa. SOUZA. as declarações dos Direitos Universais do Homem e os contextos de suas elaborações. São Paulo: Disal. 2001. História Concisa do Brasil. Campinas: Contexto. B. Célia M. das crianças. São Paulo: EDUSP. experiências históricas autoritárias na América Latina.3. a partir do título. pronomes. Oxford: Oxford University Press. O que é história.Marinho de. (OBS: a edição anterior.4. MARQUES. Função par. DENIZE & OSCAR. dos jovens. 4. periódicos especializados e sites da Internet. identificar o tema principal de um texto. localizar informações pontuais e explícitas em textos. 1. Boris. Domínio e contra-domínio.3.al. Os direitos das mulheres. a pobreza. 2006. São Paulo: Ática. São Paulo: Companhia das Letras. RICHARDS. sistemas de tempo. São Paulo: Annablume. marcadores do discurso. formação de palavras (sufixação e prefixação).2. Noções de Lógica. 2007. 2005. do 2º grau e modular. HOBSBAWN. Inês A. Função do 1º grau. D. voz ativa e voz passiva). . Vanda L.1. identificar recursos lingüísticos que promovem a coesão e a coerência das idéias em um texto: elementos de co-referência (palavras que se referem a uma mesma realidade lingüística. Gráficos.1. pronomes. representação e operações. das etnias e das minorias culturais. 1998. antecipar o tema de um texto. Aritmética e Álgebra. Números naturais inteiros. as práticas de cidadania a partir da independência dos Estados Unidos. 2005. Textos e Documentos 5. 1. Rio de Janeiro: Record. Principles of Language Learning and Teaching. 3. 2008.3. J. New York: Pearson Education. operações. NJ: Prentice Hall Regents. Peter.7. 1993. R. concordância verbal. teorema fundamental da álgebra. formular hipóteses sobre a função de um texto a partir de elementos pré-lingüísticos e de recursos gráficos. apreender o sentido global de um texto. Campinas: Contexto. da Editora Paz e Terra. LARSEN-FREEMAN. 2ª ed. composta e inversa.6. Gráficos. R.3. 1. Fundamentals of English Grammar. 2008. 2.2. Communicative Language Teaching. subtítulo. metodologias humanísticas. 1. J. a fome e as desigualdades social e econômica no mundo.1. metodologias précomunicativas. A. Marina de Mello e. determinativos). racionais e reais: propriedades. 1. Onda negra medo branco – O negro no imaginário das elites do século XIX. Techniques and Principles in Language Teaching. 1. História das sociedades – das sociedades modernas às sociedades atuais. HARMER. FARIA. TEIXEIRA. os ideais iluministas e as práticas de cidadania durante a Revolução Francesa. História Oral – Teoria. 2000. London: Longman. Cambridge: Cambridge University Press. Learning Teaching. verbos frasais e preposicionais). propriedades operatórias e equações logarítmicas. Primeiros Passos. 1. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. o sintagma nominal (classes de substantivos. imagens.. Números complexos: formas algébricas e trigonométricas.2. (OBS: as edições pela Editora Ao livro técnico são igualmente recomendadas) AZEVEDO. 2001. How to Teach English. S. desenhos. IN VISCARDI. 1929-1989. São Paulo: UNESP.RJ CONCURSO PÚBLICO . SCRIVENER. propriedades. 3. & ROGERS. COLLINS. a social-democracia. Cláudia & DELGADO. Col.EDITAL No 01/2009 ANEXO III econômicas e sociais. estratégias de coerência e coesão textuais (anáfora e catáfora).4. London: Collins COBUILD. gráficos e tabelas. A Escola dos Annales. J. 2002. Eric J. Col. 1. English Grammar. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Artigos retirados de revistas. 2. PROFESSOR I – INGLÊS PROFESSOR I – MATEMÁTICA 1.2. Adriana et. locuções adjetivas. Textos e Documentos 3. crescente. 1. ímpar. 3. SOUZA. Metodologia do ensino da língua inglesa: 3. AZAR. 1. Cambridge: Cambridge University Press. metodologias comunicativas (competência comunicativa).compreender/interpretar idéias/informações em textos de vários gêneros. W. BURKE.4. informações apresentadas em quadros. C. Approaches and Methods in Language Teaching.5. 2001. de Castro & PRAXEDES. 2. FAUSTO.6. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AQUINO. o socialismo.7. decrescente. adjetivos. História Moderna através de textos.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 2. Col. inferir o sentido de palavras/expressões com base no contexto lingüístico e no conhecimento prévio sobre o tema de um texto. o sintagma verbal (classes de verbos. 1990. BROWN. História Contemporânea através de textos. 2000. W. História Oral e Educação: tecendo vínculos e possibilidades pedagógicas. África e Brasil africano. H. Cambridge: Cambridge University Press. jornais. London: Macmillan. Função Exponencial: equações e inequações exponenciais. 1. ilustração. o anarquismo. 2. aspecto perfectivo e modalidade. com temática variada. DAVIES et al. F. Task Reading. Logarítmos e função logarítmica: definição. coordenação e subordinação (conjunções e conectivos). Equações e Inequações: Resolução. 2. é igualmente recomendada) BORGES. Englewood Cliffs.155-68. p.

Para entender o texto: leitura e redação. 3. 2. 2. 2003. Analítica. Plana. Brasília. fatores de coerência textual. Manoel P. PAZ. 2.8.6. Estilística: reconhecimento das diversas figuras de linguagem em um contexto. 2. RIBEIRO. Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário.3. DEGENSZAJN.3. 3. GARCIA. 2008. Matemática Financeira: Juros simples e compostos. Cálculo Fatorial. 1999. Antonio S. Arranjos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. cones e esferas: conceitos. 7. Arcos e Ângulos: medida. Semelhança. Identidades Trigonométricas. Reta: Equação geral e reduzida. 4 Ed. Ediouro. PROFESSOR II – EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E 1º 1.1. 5. CUNHA. identidade.2. 3. combinações e permutações simples.1.. 2. Regra de Cramer.4. 3. Ingedore & TRAVAGLIA. 2. Sistemas Lineares: Resolução em duas ou três variáveis. narrativo. José Luiz. Circunferência Trigonométrica. poesia e contexto histórico. relações lógico-semânticas. 1993. São Paulo: Moderna. Estratégias de leitura: sentenças e textos (pressuposições explícitas e implícitas). A Música na Educação Escolar: 1. 1. concordância nominal e verbal.2. Volume único. SAVIOLI. São Paulo: Moderna. Permutação com repetição. Othon Moacir. 1997. Universal: da época medieval à atualidade. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBIN. congruência e determinações. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. 2. Parâmetros Curriculares Nacionais. relações métricas. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs): Arte / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF. PROFESSOR I – MÚSICA 1. IEZZI. Determinantes de Matrizes 2x2 e 3x3. Ermelinda. Rio de Janeiro: Metáfora Ed. Volume único.1. Comunicação e Cultura: 3. alinhamento de três pontos e área do triângulo. Elementos básicos da Música (estrutura e forma). São Paulo: Ática. Rio de Janeiro. Roy. Procedimentos pedagógicos em Música: conteúdos. Jorge Zahar. Planejamento. Funções Circulares. mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos. Matemática. 1. Distância de um ponto a uma reta. relações. 1. Operações.1. cilindros. Pontuação: normas gerais de emprego de sinais de pontuação e funções expressivas em textos de fontes diversificadas. Relação Ensino – Aprendizagem. 5. Walter. 3. 7. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. processos de formação de palavras. Discussão. São Paulo: Contexto. São Paulo: Saraiva. A Linguagem Musical na atualidade. 2.2. 4. intersecção. Circunferência: equação geral e reduzida. A inter-ação pela linguagem.5. Ponto. Nova gramática do português contemporâneo. Relações Trigonométricas. papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. Matrizes: Quadrada. Desenvolvimento da criança (cognitivo.2. Popular Brasileira. Osvaldo. 6. Teorema de Talles. Trigonometria.6. 8. DOLCE. Editora MusiMed.3. Espacial. 1986. afetivo. pirâmides. BENNETT. A Música na História: 2. descritivo e argumentativo). Luiz Carlos. Posições Relativas: paralelas. 1. Morfologia: reconhecimento. perpendiculares. Quadro e . métodos e avaliação. a FACCHINI. Lindley. Comunicação em prosa moderna. a PAIVA. Forma e Estrutura na Música. Manifestações artístico-musicais populares. 2000. Matemática. transitividade e regência de nomes e verbos. 3. 1997 PROFESSOR I – PORTUGUÊS 1. 1990. Progressões Aritméticas e Geométricas. relações discursivas ou pragmáticas. Principais manifestações artísticas. Propriedades. 1986. 2. Figuras: caracterização e propriedades. Roberto. 2 Ed. Volume único. 2001. Manoel. São Paulo: Publifolha. 3. Manoel Jairo. Gramática aplicada da língua portuguesa. inscrição e circunscrição. oposta. Celso & CINTRA. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BEZERRA. Uma Breve História da Música. 3. coeficiente angular e parâmetro linear. Pedagogia Musical Brasileira no Século XX: metodologias e tendências. diagonal. 8. Música. Rio de Janeiro: FGV. 3. KOCH. A coerência textual. mecanismos de coesão textual. O texto em construção. reta e plano: posições relativas. São Paulo: Contexto. Matemática para Ensino Médio. motor e perceptivo). O Livro de Ouro da MPB. elementos mórficos. 2. estrutura e organização interna. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEREDO. transposta e inversa. 1. 3. 1. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos. 1985. concorrentes.9. KOCH. Ingedore. 6. 2003. Volume único. PÉRIGO. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. 1 Ed.10. Hino Nacional Brasileiro: características rítmico-melódicas. Agostinho Dias. Ponto: Ponto médio de um segmento.1996. emprego e sentido das classes gramaticais em textos.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1. áreas lateral e total e volumes. CARNEIRO. Avaliação. Formas de intertextualidade.RJ CONCURSO PÚBLICO . David a Mauro. Inscrição e circunscrição. Francisco Platão & FIORIN. Hinário Pedagógico: Irmãos Vitalle.4. A. Ricardo Cravo. Gélson. equação da reta que passa por um Ponto. Matemática. José Carlos de. 2003. Relações Métricas.1. Teoria de Aprendizagem. Probabilidade. distância entre dois pontos. 4. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Ensino de Música. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96. 2. São Paulo: Scipione.7. Movimentos musicais significativos. No triângulo retângulo.2. 2007. semelhança. características das tendências e compositores representantes. Sintaxe: termos da oração. 2000. campos semânticos. Geometria. Análise Combinatória: Contagem.5. processos de coordenação e subordinação. padrões gerais de colocação pronominal no português. 9. relações entre marcas lingüísticas e níveis de significação textual. São Paulo: Atual. Jorge Zahar. Prismas. emprego de tempos e modos dos verbos em português. Ortografia: padrões gerais e reforma ortográfica. _____________. FRATANTONIO.

1994. NOGUEIRA. Cortez. ___________. Alves. Vol. 2000. KRAMER. Autonomia da escola: Princípios e Propostas. 1999. A criança em idade pré-escolar. LUCKESI. SAVIANI. 327 pág. 2003. Zippin. RIZZO. 2000. A questão dos conteúdos e organização curricular. 2001. Regina Leite. Danilo. 2000. de 1996. Moacir. SP: Papirus. Curso de didática geral. Jean. São Paulo: Ed. A prática educativa: como ensinar. Ática. Construtivismo: Teoria Construtivista Sócio. 13. SP: Ed. COLL. 9. São Paulo: Ed. Educação e Construção do conhecimento. Ed. São Paulo: Ed. Rio de Janeiro: Record. 400 pág. ORIENTADOR EDUCACIONAL 1. VEIGA. Trad. Prática pedagógica e o processo de construção do conhecimento: Interdisciplinalidade e projetos. Zippin. São Paulo: Cortez. 2002. Democratização da Escola Pública. 14. SP: Papirus. Loyola. Jean. Dermeval. REGO. 1996.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 308 pág. Nilbo Ribeiro. A Criança na Fase Inicial da Escrita. Magda. São Paulo: Ed. 135 pág. Montagem e Funcionamento. GRINSPUN. projetos de intervenção e técnicas de trabalho. GANDIM. Parâmetros Curriculares Nacionais para o primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental. Loyola. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS GIACAGLIA. 110 pág. O papel da Orientação Educacional: princípios. 2. GADOTTI. Jiron. Parâmetros Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Philippe. Orientação educacional no projeto escolar: o acompanhamento do processo de aprendizagem. Eny Marisa. Rio de Janeiro: Zahar. Democratização da Escola Pública. César. Barbel. Rosa.EDITAL No 01/2009 ANEXO III atribuição de pessoal. 2001. Cortez. Gilda. 2006. Sagra. SP: Cortez. Ilma Passos Alencastro. 1975. Teresa Cristina. PIAGET. Ermani F. Organização. Sonia. 15. 6. 2002. 2001. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BECKER.A. Ática. SILVA. 1994. Jussara Maria Lerch. Petrópolis: Vozes. 407 pág. Séries Iniciais do Ensino Básico. Pontos e Contrapontos do pensar ao agir em avaliação. Rio de Janeiro: Betrand Brasil.1992. 2001. ZABALA. e ROMÃO. Porto Alegre: Ed. 320 pág. Brasília. São Paulo: Autores Associados. Lei nº 9394. 2000. Ed. 1999. MEC. 1989. Ed. 7ª ed. César. 1998. Francis J. 10ª ed. A prática da orientação educacional: planejamentos. Godoy. 1995 ORIENTADOR PEDAGÓGICO . Multieducação. Uma Orientação Educacional nova para uma nova escola. 3ª edição. Ana Luíza B. PERRENOUD.RJ CONCURSO PÚBLICO . Artmed. A Função do Orientador Educacional. São Paulo: Érica. 1998. Planejamento de Ensino e Avaliação. Avaliação da aprendizagem Escolar. José (org). Regina Célia Cazaux. 11. GRINSPUN. Projeto Político Pedagógico da escola: uma construção possível. Com a pré-escola nas mãos. Fernando. Porto Alegre: Mediação. Pioneira Educação. A Orientação Educacional em uma perspectiva histórica: concepções de funcionamento e formas de intervenção. Creche. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Regina (Org.). Construir as competências desde a escola. RJ: See. Reflexões sobre alfabetização. ___________________________. Prontidão para alfabetização. História aplicada ao ensino. S. Cipriano Carlos. 1975. O Raciocínio da Criança.da F. José Carlos. Mirian P. SP: Cortez. Possibilidades da ação educativa. Difel. São Paulo: Moderna. Ática. GARCIA. 7. PIAGET. 2001. Planejamento como prática Educativa. Rio de Janeiro. MAIA. Escola e Democracia. Projeto Político-Pedagógico. Ática. São Paulo: Ed. MATUI. Marieta Lúcia Machado. BORGES. Caderno de Atividades. São Paulo: Ática.I. 9ª ed. HAIDT. RJ. Lia Renata Angelini. Trad. ____. Loyola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. ___________. 24ª ed. Jair Militão da. HOFFMANN. 1996. 1986. 1971. 8. Pedagogia dos Projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. Supervisão e Orientação Educacional: perspectivas de integração na escola. 5. A Autonomia da Escola Pública. Loyola. Comportamento na escola. RUMMEL. 4. Novas tendências e Competências. SMOLKA. NICOLAU. 1996. Núcleo Curricular Básico. São Paulo: Ed. Cortez. São Paulo: Livraria Ed. Cortez. 1989. Porto Alegre: Mediação. Linguagem e Escola: Uma perspectiva Social. 1986. e INHEDER. funções e objetivos. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia evolutiva. A Formação do Símbolo na criança. SP: Ed. FERREIRO. Porto alegre: Artmed. São Paulo: Livraria Ed. Evasão e o fracasso escolar. Antoni. Mirian P. Momentos de intervenção: a Orientação Educacional na Infância e adolescência. Ed. Orientação educacional trabalho na escola. A Educação PréEscolar: Fundamentos e Didática. Uma Orientação educacional nova para uma nova escola. Loyola. Artmed. Teresa Maria Machado. 199 pág. A Psicologia da Criança. SOARES. 2001. A Orientação Educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. 1998. Perspectivas da Orientação Educacional. Emília. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtiva. Bruno Charles Magno. 3. 1997. TURRA. Orientação educacional na prática: princípios. A Formação do Símbolo. Ed. e GARCIA . 1997. 1971. 1994. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 10. LIBÂNEO. técnicas e instrumentos. 12. COLL.

regência nominal e verbal. São Paulo: Bookman. características da descrição. Manual do Prefeito. competência e limitações. 3. 1997. Estilística: o papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. Pontuação. . José Carlos. emprego e sentido das classes gramaticais nos textos. 2. atualizada. 1997. Vozes. Ética e Competência. SP: Papirus. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos os cargos de Nível Médio 1. FARACO. Coordenação do trabalho pedagógico. Nilda e GARCIA. 2002. RIBEIRO. O fazer e o pensar dos supervisores e dos orientadores educacionais. A Lei Orgânica Municipal. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador. Constituição Federal de 1988. Windows XP: Noções de trabalho no ambiente Windows. oração e período. Celestino Alves da (Orgs. Nove Olhares sobre a Supervisão. Habilidades e competências nas dimensões humanas e técnica da nova orientação pedagógica. processos de formação de palavras. trabalho com várias planilhas em um arquivo etc. 4. padrões gerais de colocação pronominal em português. Goiânia. Gene. 5. Naura Syria F. São Paulo: Ática. Celso. conhecimento das suas funções básicas. O Poder Executivo.). O texto em construção. Manoel P. utilização de tabelas. São Paulo: Makron Books. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. CUNHA. São Paulo: Malheiros Ed.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Celso & CINTRA. Fiscal de Posturas. campos semânticos. Rio de Janeiro: IBAM. Sintaxe: frase. 1993. São Paulo: Ática. Naura. STANEK. 7. Correa (org.RJ CONCURSO PÚBLICO . José de & INFANTE. Morfologia: reconhecimento. 3. 2004 RANGEL. conhecimento das suas funções básicas. _____. flexão dos nomes e verbos. 6. R. Ortografia. Técnico Agrícola. 5. O texto: organização interna e sentido. Legislação Municipal para os cargos de Agente Administrativo. SP: Libertad. impressão etc. O processo legislativo. transitividade verbal. A organização do Município. Supervisão e Orientação de atividades pertinentes à dinâmica da realidade educacional na instituição do Ensino Básico. MEIRELLES. Assistente de Creche. 5. como utilização de fórmulas nas planilhas. Carlos Alberto & MOURA.. Teresinha Azeredo. Petrópolis. como formatação de parágrafos. 2004. A Câmara Municipal. de 5 de abril de 1990. A organização do trabalho pedagógico na escola. Microsoft Word 2000. São Paulo: Scipione. acompanhamento e avaliação. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALVES. 2.) Supervisão Educacional – uma reflexão crítica. NICOLA. Acompanhamento. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS MINK. LIBÂNEO. 1996. Syria F. Técnico em Contabilidade e Técnico em Informática. uso do Windows Explorer e conhecimento de funções do tipo transferir arquivos para disquete. 1998. Técnico em Agrimensura. Hely Lopes. Ulisses. Gramática aplicada da língua portuguesa. Lei Orgânica do Município. atualizada.) Supervisão Educacional para uma escola de qualidade (da formação à ação). 1999. Nova gramática do português contemporâneo. São Paulo: Atlas. da narração e da argumentação. 1997. Marcos Flávio R. SILVA. armazenar arquivos no computador. SP: Loyola. São Paulo: Moderna.. Gramática. 1997. Correa (org. Ed. Lindley. (coord. Para entender o texto: leitura e redação. Mary e SILVA JR. MORAES. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. São Paulo: Makron Books. 2000. RIOS. Guarda Municipal Feminino e Masculino. WEISSKOPF. 3. 2. Informática para todos os cargos de Nível Médio 1. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CARNEIRO. Rio de Janeiro: Metáfora Ed. concordância nominal e verbal. BRASIL. 2. MS-Word 2000: uso do MS-Word para criação e edição de documentos.). SAVIOLI. 2000. _______________. Excel 2000 (Prático e Fácil). VASCONCELLOS. MS-Excel 2000: uso do MS-Excel para criação e edição de planilhas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. A quebra de paradigmas na orientação pedagógica e as mudanças decorrentes no perfil do orientador. construção e sentido dos períodos compostos – as orações coordenadas e subordinadas. 4. José Luiz. sinonímia e antonímia. O conceito de interesse local. separar arquivos em pastas etc. Do projeto político pedagógico ao cotidiano da escola. Secretário de Escola. Instrumentos da ação orientação pedagógica: elaboração. O Município e a Federação. 1985. O Poder Legislativo e sua competência.EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1. Agostinho Dias. Direito municipal brasileiro. Carlos. William R. Fiscal de Meio Ambiente. Conteúdo. Francisco Platão & FIORIN. Assistente Técnico de Gestão. RJ: Vozes. 4. Gramática contemporânea da língua portuguesa. atualizada. Alexandre de.Alternativa. 1997. Regina L. Os servidores públicos: normas constitucionais e legais. 1. SP: Cortez. Francisco. Lei Complementar nº 326 de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). 1998. termos da oração. modificação da fonte. A responsabilidade do Poder Executivo. GONÇALVES. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos nos textos. 3. emprego de tempos e modos dos verbos em português. Direito constitucional.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Comissões. Elinor. juntada. II. Rio de Janeiro.pdf ______. Gestão de Documentos: procedimentos. Prefeito: funções. BRASIL. Curso de didática geral. Agrupamento de crianças na creche. 86 a 90). Regulação.S. 13. RJ. MEC. a criança” .saude. encerramento. São Paulo: Editora Ática. ASSISTENTE DE CRECHE 1.saude. II. publicado na Portaria/GM nº 399. Arquivo: Teoria e Prática. 10. 1997. 4. 11. 24 . Ática. 1987. Manual do Prefeito. 91 páginas. Séries iniciais do ensino básico. A creche saudável.13ª Ed. Brasília. O SUS de A a Z. rotinas e etapas. Educação infantil. 14ª ed. 3. Planejamento e Programação. Brasília.gov.pdf. Rio de Janeiro. NICOLAU. Programa alimentar. Receitas Municipais. Caderno de Atividades. 1997. 3 volumes. III e IV (Capítulos 1 e 3). Disponível em: http://www. Sônia. Participação e Controle Social. Regulação. finalidade e tipos de arquivos. 7 volumes.RJ CONCURSO PÚBLICO .Vamos fazer uma creche? Projeto Casulo. 2. 2ª ed. M. Controle. 2. CECIP.org.br na Área do Candidato.br/publique/cgi/cgilua. LBA.htm a 36. arquivamento. Educação de 0 a 3 anos: o atendimento em creche.rj. 2005. 1989.org. “Primeiro. 12. 5. competências privativas. paginação. 3. Disponível em http://www. Biologia educacional. Proposta curricular para as creches e pré-escolas comunitárias. 7. 1996. Programação Pactuada e Integrada. 48 a 50. Maria Beatriz Gomes de Almeida. 3 volumes. 199 páginas. 132 páginas. Processos: conceitos sobre tramitação. DOS SANTOS. Documentação e Arquivo: Órgãos de documentação.gov. Os manuais e textos poderão ser encontrados no site da biblioteca virtual do Ministério da Saúde através do endereço eletrônico htpp://dtr2001. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Regionalização. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9. Conceito.orientações básicas para atendimento em creche. Regina Célia Cazaux. patrimonial e de serviços. 2. composição. Atribuições de pessoal e relações humanas dentro da creche. Planejamento. Rotinas de saúde da creche. Sistema Único de Saúde – SUS: Princípios.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Legislação do SUS para os cargos de Técnico de Enfermagem. Planejamento. IBAM.br na Área do Candidato. 2ª ed.br/bvs/pub_assunto/atencao_b as. movimentação. 4 e 5). Admissão e desligamento da criança na creche. Disponível em: http://www. Rio de Janeiro: SEE. Multieducação. 110 páginas. classificação. 335 páginas. Com a pré-escola nas mãos.htm Texto “Conceitos Básicos sobre Processos”. Técnico em Laboratório e Técnico em Radiologia. KRAMER. HAIDT. Prefeitura e Câmara Municipal. Atividades pedagógicas. diretrizes e regulamentação. Módulo 2. Pactos pela vida. Rio de Janeiro. Relações Câmara/ Prefeitura. competências privativas.br ou através do site http://www. 8. de 22 de fevereiro de 2006. Teoria de aprendizagem. despacho. Município: Poderes. 1995. 407 páginas. 304 páginas.org. ______. 1992. Brasília. Lei de Diretrizes e Bases da Educação o Nacional – Lei n 9394/96.tce.ibam-concursos. Disponível em http://www. Diretrizes do Pacto pela Saúde em 2006 – Consolidação do Sistema Único de Saúde.exe/sy s/start. 2006. Porto Alegre: Artmed. Reforma Sanitária. Núcleo curricular básico. LBA. Sessões. Parâmetros Curriculares Nacionais. reativação.conasems. Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. Diretrizes para a Gestão do SUS: Descentralização. A educação préescolar – fundamentos e didática. Materiais pedagógicos. Ministério da Saúde. organização. Seção I (Capítulos I. Marieta Lúcia Machado. ASBRAC. 4. políticas e instrumentos.gov. 1. Contratações Públicas: modalidades e características. Câmara Municipal: funções. 1992. iniciativa de leis e de atos municipais.br/portal/arquivos/pdf/sus_ 3edicao_completo. 82 páginas. GOLDSCHMIED. 1998. Creche urgente. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Participação e Controle Social. Avaliação e Auditoria. Autonomia e competências.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . licenças e substituição. Rio de Janeiro: Editora Senac. Conselho Estadual da Condição Feminina. 328 páginas. São Paulo: Ed.org. PAES. 6.gov. Organização e gerenciamento. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARGÜESO. 2009. São NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS AGENTE ADMINISTRATIVO 1. Desenvolvimento local. Parâmetros Curriculares Nacionais. Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Ambiente escolar. São Paulo: Editora Ática. 5. Titulo I. Auxiliar de creche. 1988. Planejamento participativo. Financiamento.br/susdeaz ou disponível em: http://portal.ibam. desentranhamento. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Lei Orgânica do Município. 9. Diretrizes Operacionais. Atualizada em 2000. Marilena Leite. 152 páginas. 60 a 68) e IV (arts. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. autuação. Disponível em http://www. 2006.ibam-concursos. Atividades de rotina. 2001. Classificação de documentos e correspondência Terminologia arquivística. III (arts 8º a 16. Contas Municipais. Controle da Administração.394/96.saude. 7 ed. 1ª ed. 10ª ed.br/doc_diversos/livro_opas. Gestão tributária. Maria Ângela. em defesa do SUS e de gestão.

gov. Gilda.inea. rotinas e etapas. 2. Disponível em http://www. competências privativas. 3. paginação. O raciocínio na criança. Constituição Federal de 1988. O exercício da fiscalização: modalidades. Godoy. _______. de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). juntada. extensão. III (arts 8º a 16. características. organização.ibam. de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) Manual do Prefeito. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Gestão ambiental local.br/publique/cgi/cgilua. 2.) no Estado do RJ. Capítulos I e II. desentranhamento. Instrumentos e iniciativas. autuação. 2002. 48 a 50.org.br/port/conama/estr. Conceitos básicos sobre termos da legislação ambiental: código. Sessões.RJ CONCURSO PÚBLICO . arquivamento. Requisitos para a descentralização no Estado do RJ. Ana Luíza B. Processos: conceitos sobre tramitação. Atos administrativos relacionados ao poder de polícia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Comissões. Conceito. Sistema Nacional de Meio Ambiente: Composição. Controle da Administração. II. ______________. Lei nº 5.rj. PIAGET. sanções aplicáveis. TURRA.br/publique/cgi/cgilua. Marilena Leite. Autonomia e competência do Município. O regime jurídico do Fiscal de Posturas. Lei Municipal nº 326. INEA: criação. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ.ibam-concursos. Lei nº 9605.tce. Jean.inea. de 21 de dezembro de 1995 (Código Administrativo).php?ido=legisl acao. portaria e resoluções. BRASIL. 6. Manual do Prefeito. Município e Desenvolvimento sustentável. 11. de 04 de outubro de 2007 . 86 a 90). Arquivo: Teoria e Prática. 7. A psicologia da criança.ibam. 1971. Creche atividades desenvolvidas com a criança. Câmara Municipal: funções. ______________. 24 a 36.br ou através do site http://www. Gestão de Documentos: procedimentos. Órgãos ambientais do Estado do RJ. Tipos de atividades. 3. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Lei Orgânica do Município. As posturas municipais.rj. Receitas Municipais. 12. DIFEL. A formação do símbolo. Jean. unidades desconcentradas. III e IV (Capítulos 1 e 3). Seção II.asp FISCAL DE POSTURAS 1. encerramento. 13. 2005. Creche – organização. 2000.980. competências privativas.4. IBAM. Lei Municipal nº 273. iniciativa de leis e de atos municipais. norma técnica. 320 páginas. 308 páginas.org. finalidade e tipos de arquivos. 1984.13ª Ed. atualizada. 9. BRASIL.. Relações Câmara/ Prefeitura.gov.cfm e http://www.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Seção I. 6. reativação. Poder de polícia do Município: conceito. Contas Municipais.mma. EBM. RJ. atualizada. Desenvolvimento local. 2. classificação. Documentação e Arquivo: Órgãos de documentação.br na Área do Candidato. atualizada. movimentação. _______. decisões. 14. Novos marcos jurídicos da gestão ambiental. 1989. competências. SMOLKA. Sagra – S. Constituição Federal de 1988. Município: Poderes. atualizada.ibam-concursos. 5.cfm Termos sobre legislação ambiental . Contratações Públicas: modalidades e características. Organização e gerenciamento. Gestão tributária. 3. Virgínia Régia.br/conama/estr1. atualizada. II. Poder de polícia: Conceito. 9ª ed. Rio de Janeiro.br/fma/licenciamentoapresentacao. atualizada. Lei Orgânica do Município. Disponível em http://www. RJ. 1971. Lei Orgânica do Município.org.13ª Ed. princípios. composição. patrimonial e de serviços. 5. 2009. Capítulo IV.101.exe/sy s/start.A – 1975. montagem e funcionamento. ASSISTENTE TÉCNICO DE GESTÃO 1.br/ Licenciamento ambiental e descentralização no Estado do RJ Disponível em http://www. formas de atuação. 16. 157 páginas. A criança na fase inicial da escrita. Município e Meio ambiente: Competências constitucionais.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Paulo: Ática. Disponível em http://www.inea. lei. Planejamento de ensino e avaliação. Rio de Janeiro: Record. IBAM.Dispõe sobre a criação do Instituto Estadual do Ambiente -INEA RJ Decretos nº 40793. 15. Prefeitura e Câmara Municipal. 2009. de 5 de abril de 1990. 5. 4. instrução normativa. de 5 de abril de 1990.index&tipo=0 Informações sobre INEA.gov. manifestações. Disponível em http://www. licenças e substituição. de 15 de outubro de 2007 e alterações posteriores Disciplina o procedimento de descentralização da fiscalização e do licenciamento ambiental (. Planejamento. Legislação ambiental Lei de crimes ambientais.exe/sy s/start. Titulo I. Prefeito: funções. despacho. políticas e instrumentos. Classificação de documentos e correspondência Terminologia arquivística.org.. . Seção I (Capítulos I. ).Disponível em http://www.mma. órgãos e competências.gov.br/sitio/index. Licenciamento ambiental. 10.asp e http://www.htm Informações sobre SISNAMA/CONAMA Disponível em http://www. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.gov. 8. 135 páginas.mma. 4. de cinco de julho de 2007 e nº 40. 60 a 68) e IV (arts. 1986. Políticas sociais do Município de Barra do Piraí segundo sua Lei Orgânica.br/fma/licenciamento-conveniomunicipios.htm Texto “Conceitos Básicos sobre Processos”. FISCAL DE MEIO AMBIENTE 1. PAES.rj. Atuação do Município.gov. decreto.rj. Barbel. Disponível em http://www.gov. 4 e 5). Autonomia e competências. 400 páginas. SAMPAIO CARNEIRO. São Paulo: Cortez.br na Área do Candidato. RIZZO. Jean e INHLEDER.

de 28 de abril de 1997 . R. MG. V. Principais a Culturas. GUIMARÃES. de 01. Piracicaba SP. (coord. LABUTO. Administração Escolar. 6. São Paulo. MOURA. 2003. 2 edição. 1999. 1997. Curso de Secretário de Escola. competências dos dirigentes e dos guardas municipais. ALVAREZ. a BRADY. GUARDA MUNICIPAL FEMININO E MASCULINO 1.htm SECRETARIO DE ESCOLA 1.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BIT EMIDE16A5BBC4A904C0188A7643B4A1DD68C PTBRIE. Porto Alegre – RS. Solo. Rio de Janeiro: Copyrigt. 6 ed. Seção I (Capítulos I. 1995. de seu Regimento Interno e dá outras providências”.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Suinocultura Intensiva. G. meios de atuação.. 2000. 2003. Câmara Brasileira do Livro. P.RJ CONCURSO PÚBLICO . IBAM. PUZZI.ibam. Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas. N. F. Carlos Alberto. Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. Principais Culturas. vantagens. Infrações Administrativas e Crimes. 1987. P. Ed. R. Poder de polícia municipal. FERREIRA. 2.1990 .1. Agronômica Ceres. G. Manuela M. V. José do Prado. Rio de Janeiro. 5 ed. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. A. 3.10. Pedestres e condutores de Veículos não motorizados. 2 e 4). MARCANTONIO. São Paulo: Malheiros Ed. Rio de Janeiro. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Lei Municipal nº 326. PEIXOTO.EDITAL No 01/2009 ANEXO III GONÇALVES. competências e funções do Município. FERREIRA.gov. Administração na Secretaria da Escola. A. A Pecuária em a Novos Moldes.“Altera o Regime Jurídico Único e o Plano de Carreira dos Servidores Públicos Municipais do Poder Executivo de Barra do Piraí e dá outras providências correlatas”. visando um trabalho produtivo que busque a funcionalidade. R – Manual de Olericultura: Cultura e Comercialização de Hortaliças. SP. 8. Conceitos e definições constantes do Anexo I do CTB. G. 1973. 4. a eficiência e redução da burocracia. Reinaldo Mathias. C. – Manual de Irrigação.M – Os Cuidados com o Trator. R. 1973. V. 4. G. Ed. P. FARIA. Juiz de Fora. LANA. RIBEIRO. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 3ª edição. Brasil. S. D. T. RODRIGUEZ. infrações e penalidades. organização do espaço da secretaria. A. Livraria Freitas Bastos S. Disponível em http://www. defesa social.htm#EZTPageTop Texto sobre Órgãos de Segurança. Manual do Secretário de Escolas. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Atlas. estrutura organizacional. C.gov. Conceitos básicos sobre segurança pública e privada. FILHO. Hely Lopes. Manual de modelos de cartas Comerciais.07. Imprensa Universitária. 9. Sinais de Trânsito. Guarda Municipal de Barra do Piraí: Requisitos para ingresso. Ed. Patrimônio e Bens públicos. S. SILVA. S. M. finalidade. principais setores de atuação. adicionais e licenças. bem como.13ª Ed. à luz do Regimento da Guarda e do Estatuto dos Servidores de Barra do Piraí. J. de 13.H. Lei nº 8069.C – Natureza e propriedades dos Solos. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Código de Transito Brasileiro e seu Anexo I. São Paulo: Ed. Ed. 1. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BALASTREIRE. Disponível em http://www. TÉCNICO AGRÍCOLA 1. Globo. Autonomia. Viçosa MG. GARCIA. G.2.exe/sy s/start. A. Viçosa. M. 1998.Estatuto da criança e do adolescente. Secretariado de escola: definição das atribuições do Secretário Escolar.M. C. conhecimento de normas e regulamentos pertinentes ao sistema educacional e trabalhista. J. C. I. Marcos Flávio R.org. Piracicaba – SP. 5. Grandes culturas. como também dos documentos que compõem o arquivo escolar. 3. Teresópolis. V. Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. Suely Miguens. 1986. Livro dos CITEs. normas gerais de atuação.. Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves. Avicultura. Lei Municipal nº 777 de 14 de novembro de 2003 “Dispõe sobre a instituição da Guarda Municipal.Estatuto do Idoso.A – Máquinas Agrícolas. FIGUEIRA. JOSÉ. Campinas SP. L. SILVEIRA. RJ. Mecanização. Rio de Janeiro: IBAM.mj. defesa civil. L. Hortaliças. São Paulo: Ed. Irrigação e Drenagem. Campinas SP. A. 1999. 1982. Direitos e deveres.2003 .S – Pré-Processamento de Produtos Agrícolas.htm Texto sobre Conceitos Básicos em Segurança Pública. 2 edição.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BIT EMID1762E6A7BCE54EAD82348F8B773BD93B PTBRIE. FILHO.. – Abastecimento e Armazenamento de Grãos.mj. Ética. Instituto Maria. 1986. a BERNARDO. 2 edição. 1. Normas Gerais de Circulação e Conduta. Atlas. SILVEIRA. Trânsito: Sistema Nacional Órgãos e competências. Manual do Prefeito. A. Suinocultura. 5 aproximação. conceito.2. MEIRELLES. PEIXOTO. serviços e finalidades. A. 2009. 1995. editora FEALQ. Disponível em: http://www.1. Campinas. C.WENTZ. S. 1979. V. órgãos. – Recomendações para Uso de Corretivos e a Fertilizantes em Minas Gerais. 1995. limites. subordinação.). 2005. Rio de Janeiro: CECAP. Avicultura. MARTINS. T. Q. Pecuária. J. Direitos fundamentais da Criança e do Adolescente e do Idoso: Prevenção e Proteção. 7. SESTI. sanção. Cidadão.br/publique/cgi/cgilua. T. São Paulo: Ed. a CAMPOS. 1993. V. Correspondência Comercial e Oficial. PASSOS. Confinamento de Bovinos Leiteiros. Direito municipal brasileiro. Viçosa. 2. Campinas SP – Livraria e Editora Rural Ltda. Lei nº 10741. Ministério da Agricultura e do . SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Centro Educacional de Niterói. Funções do prefeito. Identificação hierárquica. Manual do Prefeito.

5. Ed. Ed. exame físico e registro em enfermagem com terminologia científica orientado para os problemas dos clientes. 2000/2001. classificação da despesa e da receita pública.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Abastecimento. Portaria nº 462. efeitos advesros e de conservação de vacinas. da mulher. Posicionamento Pelo GNSS – Descrição. Estados. Lei Complementar no 101. escrituração e consolidação das contas. LCT. Posicionamento por Satélite. cálculo. A lei 4. Estradas De Rodagem – Projeto Geométrico. classificação. Ministério da Fazenda. Contabilidade pública: teoria e prática. Orçamento-programa: fundamentos e técnicas. Cuidados de enfermagem à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal e às portadoras de patologias . Alberto de Campos. 2. 4. 2. dívida ativa.. Fotogrametria 2ª Ed. 4. conceitos de dívida pública e restos a pagar. José Aníbal. UNESP. II e III da Portaria Interministerial no 163. características dos ativos. execução da receita e despesa orçamentária. campo de aplicação.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Lino Martins da. Serviço de Produção Informação – SPI. da Lei das Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual. 10. MONICO. 8. BRASIL. Portaria Interministerial nº 325. _______. ações de vigilância epidemiológica. de 4 de maio de 2001. Lei Orgânica Municipal. do adolescente. discussão. do adulto. _______. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. rev. TÉCNICO EM CONTABILIDADE 1. _______. objeto e objetivos. Fundamentos de enfermagem. Secretaria do Tesouro Nacional e Secretaria de Orçamento Federal. Orçamento e Gestão. São Paulo: Atlas. Divisão.320/64 comentada. “Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. “Aprova a 2ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais”. Fundamentos e Aplicações. _______. FILHO. Demonstrações Contábeis de acordo com a Lei 4320/64: estrutura. REIS. peso e altura. evolução conceitual do orçamento público. da UFV. tipos de orçamento. preparo e administração de medicamentos. Helio. KOHAMA. Programa Nacional de Imunização e profilaxia antitetânica para o indivíduo adulto e mulher durante o ciclo gravídico-puerperal. Ministério da Fazenda e Ministério do de Planejamento. preparo do cliente para realização de exames. e dá outras providências”. Conhecimento Técnico científico das Técnicas básicas de enfermagem: sinais vitais. receitas e despesas efetivas e não efetivas. Estados. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. “Aprova os Manuais de Receita Nacional e de Despesa Nacional e dá outras providências. Jack. Orçamento público. Topografia: Planimetria. passivos.”. 3. Heraldo da Costa. votação e aprovação da lei do orçamento. BORGES. e dá outras providências”. Estradas. princípios legais e éticos do exercício profissional. superveniências e insubsistências. JR. de 5 de agosto de 2009. 1998. patrimonial e financeiro. 3. sistemas de contas. 14. cuidados de enfermagem relacionados a prevenção e tratamento das infecções hospitalares. COMASTRI. James. estágios. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: IBAM. atenção primária e educação para a saúde. Portaria nº 42 de 14 de abril de 1999. Orçamento Público: conceitos e princípios. Fotogrametria e Fotointerpretação. Topografia Aplicada – Medição. receitas e despesas orçamentárias e extra-orçamentárias. ed. Editoração eletrônica por José Bitencourt de Andrade. Enfermagem médico-cirúrgica. _______. do trabalhador e da família. Orçamento e Gestão. doenças infecciosas. José Teixeira. ed. São Paulo: Atlas. _______.RJ CONCURSO PÚBLICO . Contabilidade Pública: conceito. inventário. Topografia. registro contábil dos principais fatos típicos da administração pública. Demarcação. “Altera os Anexos I. Distrito Federal e Municípios. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. controle dos bens. Portaria Interministerial nº 163. transferências voluntárias. SILVA. cirúrgicos e psiquiátricos. contas de compensação. Saúde pública. de 4 de maio de 2001. TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1. Joel Gripp. Brasília. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. Altimetria. do idoso. Enfermagem maternoinfantil. Ed. Constituição Federal de 1988. Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. doenças sexualmente transmissíveis. GIACOMONI. Editoração Eletrônica por Glauco Pontes Filho MC CORMAC. 3. Cuidados de enfermagem ao indivíduo portador de distúrbios clínicos. Legislação e ética para o desenvolvimento do exercício profissional em enfermagem. João Francisco Galera. programas especiais de saúde voltados à assistência da criança. Gestão Fiscal: normas de finanças públicas. 30 ed. ed. procedimentos de enfermagem relacionados ao processamento de materiais hospitalares. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. _______. TÉCNICO EM AGRIMENSURA 1. que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. Distrito Federal e Municípios. Secretaria do Tesouro Nacional. Elaboração da proposta orçamentária: conteúdos. Portaria nº 180 de 21 de maio de 2001. espécies de orçamento. José Bitencourt De. de 14 de outubro de 2008. cuidados de enfermagem em situações de urgência e emergência. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE. Despesa e Receita Orçamentária: conceito. de 27 de agosto de 2001. voltadas para a gestão fiscal – Lei Complementar 101/2000. cuidados de enfermagem no tratamento de feridas e realização de curativos. Glauco Pontes. coleta de material para exame e oxigenoterapia. MACHADO Jr. 2. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). Portaria Conjunta STN/SOF nº 3. atual. variações patrimoniais. cuidados de enfermagem na atenção ao indivíduo portador de doença crônicodegenerativa. prazos e vigências da Lei do Plano Plurianual.

EDITAL No 01/2009 ANEXO III específicas da gravidez. Fatores Radiológicos e tipos de posicionamentos. Jacques. Bons conhecimentos do Windows Explorer e de suas principais funções como. Protozooscopia e ovohelmintoscopia. BRASIL. Ministério da Saúde. BAIN. 5. 1999.Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde. Faça de Tudo para Combater Spam. 2006. STATO FILHO. Julia Ikeda. Jorge.. 4. Formação da Imagem Radiográfica. Windows: Utilização do Sistema Operacional Windows XP Professional em estações.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Departamento de Atenção Básica. 1997. 2001. Vols. Formação dos Raios X. coleta e colheita de material. NEVES. Crânio e .ed. 8. Membro Superior: Posicionamentos. Ministério da Saúde. MOURA. Dosagem enzimáticas. Normas e condutas de emergência nos acidentes de laboratório. Qualidade da Imagem Radiográfica.3. Ministério da Saúde.manual técnicoBrasília: Ministério da Saúde. 2005. 7. Densidade e sedimentoscopia. Características morfológicas e funcionais das séries hematológicas. Capacitação de pessoal em sala de vacinação – manual do treinando. Microbiologia: Preparo de meios de cultura para isolamento de microorganismos. anti-spyware etc.RJ CONCURSO PÚBLICO . FEINSTEIN. Rio de Janeiro: Alta Books. Secretaria de Atenção à Saúde. Rio de Janeiro: Editora Medsi. Leucoses: Caracterização morfofisiopatológica e Bioquímica. 2007. 2006.H. 2002. Editora Artmed. Células sanguíneas. cabeamento etc. 7. Brasília: 2001. TÉCNICO EM LABORATÓRIO 1. Hardware: Conhecimento do funcionamento de microcomputadores. Urina: Componentes normais e anormais da urina. São Paulo: EPU. à criança e ao adolescente. e ampl. 7. ed. WALLACH. Manual de Biossegurança. Fernando. 5. ed. Membro Inferior: Posicionamentos. 2005. TÉCNICO EM RADIOLOGIA 1. Pop-up & Spyware. Moss & J. 2006. 6. 2. Departamento de Atenção Básica. Florianópolis: Visual Books. Ken. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. Equipamentos Radiológicos. 1ª. Secretaria de Atenção à Saúde. 2003. Hardware PC: Guia de Referência. FORTES. A. 3. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. rev. Biossegurança: Práticas de biossegurança. [ s. Área Técnica de Saúde da Mulher. Anatomia Radiológica. Descoberta dos Raios X. 2008. 4. equipamentos . 4. Vírus. 13/04/2005.1. São Paulo: Bookman. São Paulo: Editora Atheneu. Um guia prático. TCP/IP – Internet: protocolos e tecnologias. ed. Manole. 7. – Brasília : Ministério da Saúde. Mario H. TÉCNICO EM INFORMÁTICA 1. Métodos Bioquímicos. Parasitologia dinâmica. topologia de rede. Secretaria de Vigilância em Saúde. Barbara. Anatomia Radiológica. Rio de Janeiro: Alta Books.Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde. por exemplo.Petit. ANVISA – RDC 306 – PGRSS – 07/12/2004. Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. William R. Fundamentos em Hematologia. Roberto de Almeida. l. BRASIL. ao recém-nascido normal. HIRATA. cinéticas e colorimétricas. André. HOFFBRAND. 2. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Ministério da Saúde. ]: Artmed. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada . 3ª ed. Anatomia Radiológica. Redes locais: Conhecimento básico do sistema operacional Linux. Anemias: diagnóstico laboratorial. Tratamento do lixo do laboratório. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador. 2. KAWAMOTO. 7. Editora Atheneu.V. Estudo das provas do coagulograma. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Desinfecção e processos de esterelização. protocolos de comunicação. Prevenção dos acidentes de laboratório. David Pereira. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 3. – Brasília : Ministério da Saúde.Almir. anticoagulantes. 7.Técnicas de Laboratório. Hematologia. WRITH. BRASIL. Departamento de Atenção Básica.A. Secretaria de Atenção à Saúde. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE. A formação do sangue. 2008. 2004. Caracterização morfológica de protozoários e helmintos. 2005. 5ª ed. Coluna Vertebral: Posicionamentos. MANCINI FILHO. P.4. Barreiras primárias e equipamentos protetores. Parasitologia. efetuar cópia de segurança. Anti-vírus: Conhecimento de softwares antivírus. Fatores de coagulação.E. 2002. 2. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Atenção Básica. Incidências. 3. conservação dos equipamentos. BRASIL. identificar os principais tipos de arquivos através da sua extensão. Diagnóstico de helmintíases. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. 6. Fundação Nacional de Saúde. instrumentos. Provas Bioquímicas de identificação microbiana. Rio de Janeiro: Axcel Books. Ed. ed. COURA. rev. STANEK. 6ª edição. Emilia Emi.. Laboratório de Análises Clínicas: procedimentos analíticos. Proteção Radiológica. Agentes patogênicos das principais doenças bacterianas. Fundamentos de enfermagem. transferir arquivos de disquete ou CD-ROM. Interpretação de exames laboratoriais. 2005. 4. Domínio Linux – do básico a servidores.2. gerenciar impressões etc. José Rodrigues. – Brasília :Ministério da Saúde. 2. I e II. – 7. ligação com impressoras etc. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANVISA – RDC 302 – Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos. Infecções bacterianas e virais com expressão no sangue. Interpretação de normas de controle de qualidade.

Equações do 2º grau. 100.10. Termos da oração e construção do sentido. quadriláteros. Anatomia Radiológica. 3. NICOLA. 2009 1. 12. José e outros (MARCELO LELLIS. retângulo. Tórax: Posicionamentos. Divisibilidade por 10. 3 e 5. Simplificação de frações. Lindley. Fatoração e Produtos Notáveis. 9. 2006. Rio de Janeiro: Atheneu. Francisco. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUNHA. 1985. Gramática. Divisores. 7. Decomposição em fatores primos. 2. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BIASOLI. 2008. conjugação verbal (padrões regulares). 1997. capacidade . Classes gramaticais. José de. Máximo Divisor Comum. 1996. Decomposição em fatores primos. 3. conjugação verbal (padrões regulares). Equações e sistemas de equações do 1º grau. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Abdome: Posicionamentos. Números Decimais: Representação e leitura. Operações. formação de feminino e plural dos nomes (mecanismos gerais). A. Sistema de Numeração: Classes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. São Paulo: Moderna. Regras de divisibilidade por 2. 11. JAKUBOVIC. CINTRA. São Paulo: Scipione. José de. 3 e 5. Ortografia. 12. 4V. Acréscimos e descontos percentuais. Matemática – Pode Contar Comigo – Novo. Conjuntos. TUFANO. subtração. Redução ao Menor Denominador Comum. 5. INFANTE. Classes gramaticais. Rio de Janeiro: Rúbio. Sentido e emprego dos vocábulos nos textos. Redução ao Menor Denominador Comum. São Paulo: FTD. Regras de divisibilidade por 2. Sistema de Medidas: Unidades de comprimento.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Ulisses. Múltiplos e Divisores: Mínimo Múltiplo Comum. Equações do 2º grau. INFANTE. 5. NICOLA. Operações para uso no dia-a-dia. 1985. 8. Gramática contemporânea da língua portuguesa. NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos Fundamental Completo os cargos de Nível NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS AUXILIAR DE ATENDIMENTO Português . SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BONJORNO. Relações métricas no triângulo .1.RJ CONCURSO PÚBLICO . quadriláteros. Sistema Monetário Brasileiro. 8. Anatomia Radiológica. 13. processos de formação de palavras.10. 6. Ortografia. FARACO. Jr. Carlos Alberto. MOURA. 7. Regência nominal e verbal. PASSOS. José Roberto. 7. Números ordinais.M. Nova gramática do português contemporâneo. tempo e massa. 100. Números Decimais: Representação e leitura. São Paulo: Scipione. Gramática contemporânea da língua portuguesa. Douglas. Ulisses. Matemática . volume. 2007.F. Construção dos períodos compostos: emprego e sentido das orações coordenadas e subordinadas. Matemática para todos. MARÍLIA CENTURIÓN). Múltiplos e Divisores: Mínimo Múltiplo Comum. 9. Termos da oração e construção do sentido. Sistema Monetário Brasileiro. Números ordinais.1. Anatomia Radiológica. Celso. TUFANO. capacidade . 2. Fatoração e Produtos Notáveis. Números Fracionários: Frações equivalentes. 10. São Paulo: Scipione. Técnicas Radiográficas. 2007. Operações para uso no dia-a-dia. Regência nominal e verbal. FARACO. Pontuação. Técnica Radiográfica Médica – Básica e Avançada. Gramática. multiplicação e divisão. Sentido e emprego dos vocábulos nos textos. Operações. Compreensão de textos. 3. formação de feminino e plural dos nomes (mecanismos gerais). 4. 2. multiplicação e divisão. São Paulo: Scipione. emprego de tempos e modos dos verbos em português. 5. Matemática na Medida Certa. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUNHA. São Paulo: Ática. BONJORNO. São Paulo: Ática. Porcentagem: Operações para uso no dia-a-dia. 7. 6. Carlos Alberto. 1000. Douglas. Construção dos períodos compostos: emprego e sentido das orações coordenadas e subordinadas. 1997.5. processos de formação de palavras. 8. 7. 2007. 3. 9. 7. Geometria Plana: Ângulos. circunferência e círculo. Estela e outros (LUIZ MÁRCIO IMENES. Matemática – Alegria de Saber. BOISSON. 9. Perímetros e áreas: triângulos. Divisores. Estudos de língua portuguesa. Múltiplos e sub-múltiplos. 13. Linguagem figurada. Números Naturais: Operações. Concordância nominal e verbal. Linguagem figurada. 1990. Múltiplos e sub-múltiplos.6. Perímetros e áreas: triângulos. 6. Porcentagem: Operações para uso no dia-a-dia. Números pares e ímpares. CINTRA.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Face: Posicionamentos. tempo e massa. Números pares e ímpares. superfície. Divisibilidade por 10. Acréscimos e descontos percentuais. Regina Azenha. Operações de soma. Francisco. 4. 2. volume. subtração. MARCELO LELLIS). Conjuntos. Nova gramática do português contemporâneo. Lindley. emprego de tempos e modos dos verbos em português. MOURA. 10. Luciana e outras. 11. Operações de soma. 6. Gramática. superfície. L. Celso. Simplificação de frações. Geometria Plana: Ângulos. Máximo Divisor Comum. Compreensão de textos. 5. Equações e sistemas de equações do 1º grau. 4. MILANI. Sistema de Medidas: Unidades de comprimento. 1996. Sistema de Numeração: Classes. Pontuação. Concordância nominal e verbal. 8. Números Naturais: Operações. Estudos de língua portuguesa. Matemática para todos Fundamental Completo os cargos de Nível 1. 1000. Números Fracionários: Frações equivalentes. São Paulo: Scipione. 4.

Noções básicas. Isolamento. 1. Matemática para todos. canteiros. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARROS.rio. separação de lixo. 3. S. 4. 3.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . São Paulo: Scipione. cuidados e controle de mantimentos. ferramental básico. Quadros (disjuntores. N. 1999. Manutenção Externa: ruas. reatores e . materiais. 5. Materiais de construção. Prática do dia a dia. materiais e indicações. Regina Azenha. jardins. Relações métricas no triângulo retângulo. balanceamento de circuitos). Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. A. 1. Prática do dia a dia. Ed. 2. 7. 3. Limpeza guarda. do pescoço e dental.APD. 2008.rj. 1987. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes e incêndios. Prevenção contra incêndio e pânico. 4. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas. José e outros (MARCELO LELLIS. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas. HAZELWOOD e MCLEAN. ELETRICISTA 1. aparelhos e máquinas. Estela e outros (LUIZ MÁRCIO IMENES. 4V. 2. São Paulo: Scipione. Auxiliar De Consultório Dentário. O. J.MG. Catálogos e Manuais de fabricantes de materiais de construção. 2. TENÓRIO SOBRINHO. Manual de Higiene. e reciclagem de produtos e materiais. MARCELO LELLIS). praças. São Paulo: 1999. Matemática – Pode Contar Comigo – Novo. L. Noções básicas. equipamentos e utensílios. MILANI. Materiais Elétricos. Instrumentais: Conhecimento. Prevenção contra incêndio e pânico. seleção e manuseio. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. 1. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança.ACD . 1.bombeiros. 2007.mg. Edgar Blucher. Manutenção Predial. Higiene pessoal e do ambiente. Luciana e outras. coleta seletiva. Equipamentos de segurança. Limpeza geral. Manutenção Externa: Ruas. 2ª reimpressão. 2. GUIMARÃES Jr.3. utilização.1ª ed. canteiros. C. 2009 AUXILIAR DE CONSULTÓRIO DENTÁRIO 1. Biossegurança e Controle da Infecção Cruzada em Consultórios Odontológicos. J. JAKUBOVIC.2005. 3. Noções básicas. São Paulo: Pancast Editora . Catálogos e Manuais de fabricantes de equipamentos de segurança. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes e incêndios. Esterilização: Técnicas. São Paulo: Livraria Santos Editora . Separação de lixo Disponível em: http://www. . Equipamentos de proteção individual e coletiva. G. processamento e efeitos malefícios dos Raios X. da. Tubulações: Eletrodutos metálicos e de PVC. SANTOS. 6.1. Editora Livraria Varela.4.Coleta Seletiva. Substituição de lâmpadas. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Rubio Ltda. Manutenção Predial. 1. W. Belo Horizonte: CRO.br .br/comlurb/ . LUCAS. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade.gov.RJ CONCURSO PÚBLICO . Condutores em geral. Equipamentos de segurança. 2007. 4. Outros assuntos – Prática do dia a dia. A. MARÍLIA CENTURIÓN). José Roberto. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BONJORNO.EDITAL No 01/2009 ANEXO III circunferência e círculo.Dicas de Segurança. Saúde da Boca: Perguntas & Respostas. Limpeza: Limpeza geral e de equipamentos. São Paulo: FTD. Ergonomia 3 . Radiologia: Indicações. Anatomia: da cabeça. guarda e controle de materiais. fios e cabos.1ª ed.5. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. jardins. 2001. Noções básicas.Auxiliares Em Odontologia . Higienização: Orientação e acompanhamento dos pacientes.1995. Equipamentos de proteção individual e coletiva.gov. Higiene pessoal e do ambiente. Separação de lixo. BONJORNO. 2000.Manual para ACD E THD. equipamentos e produtos utilizados. praças. ferramental básico. São Paulo: Livraria Santos Editora . Copa e Cozinha: Preparo de pequenas refeições. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Borges. cuidados. Utilização. Materiais Dentários . M. São Paulo: Scipione. Equipamento de proteção individual. Recife: Editora Comunigraf Ltda. Materiais Dentários: conhecimento. Matemática na Medida Certa. 1997. Matemática – Alegria de Saber. dos e COIMBRA. B. CALCETEIRO 1.THD -TPD . PASSOS. coleta seletiva e reciclagem de produtos e materiais. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. Vol 1. Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. eletrocalhas. D. F. Biossegurança: Ambientes Hospitalares E Odontológicos. Prevenção e Combate a Incêndios – Disponível em: http://www. COSTA. 3. Prática das pequenas construções. seleção e instrumentação junto ao CD.2. aterramento. COVEIRO 1. Biossegurança: Proteção da equipe e do paciente. Catálogos e Manuais de fabricantes de ferramentas manuais e elétricas. 5. AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS 1.

tratores pesados. São Paulo: Editora Automotiva Ltda. Aparelho de medição de corrente.2. MERENDEIRO 1. São Paulo: Edgar Blucher. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Segurança e Medicina do Trabalho. Hemus. motoniveladoras. 3. Última edição. Conhecimentos técnicos sobre lubrificantes utilizados em automóveis e utilitários leves. GEP. Ford Caminhões – Manual Dirigindo com Economia – Série treinamento a Frotistas. Conhecimento de higienização e características próprias dos alimentos. Conhecimento sobre pré-preparo e preparo de alimentos. 2. Conhecimentos sobre legislação de trânsito e direção defensiva.503. MECÂNICO DE AUTOS 1. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Conhecimentos sobre funcionamento. CHOLLET. São Paulo. http://www. HAZENLWOOD & MC LEAN. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. 14ª ed. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA. suspensão. Última edição CHOLLET.. A. 4. ignição. 4. leitura dos instrumentos do painel. Manual do Automóvel. Legislação brasileira de trânsito. equipamentos. 4. Motor e seus acessórios. goniômetro. 3. direção. 1ª ed. ciclo Diesel e dos sistemas de transmissão. Técnica dietética. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais. OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS 1. H.d. Equipamentos de Segurança. manutenção preventiva. 2. Veículos e seus Acessórios. Noções básicas. freios e elétrico. Hemus. torquímetro. Conhecimentos básicos sobre composição nutricional dos alimentos. regulagens. 2. Ferramentas manuais. última edição. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. 2.EDITAL No 01/2009 ANEXO III fotocélulas. C. tais como: paquímetro. manutenção básica e verificações de rotina. CHOLLET. MARTIGNONI. ORNELLAS. Equipamentos de Segurança. Precauções e regras de segurança. micrômetro. Técnicas para utilização de instrumentos de medição. Hélio. São Paulo. H. SENAI. utensílios e área física de cozinhas e refeitórios de maneira geral.d. Catálogos de ferramentas para trabalhar com eletricidade. Catálogos dos fabricantes de materiais elétricos.4. vacuômetro voltímetro. 3. Operação de máquinas pesadas dotadas de rodas ou esteiras (pás-mecânicas. Unidade de Estudo. 2. Rio de Janeiro: Imprensa da Cidade Do S/D. Última edição CHOLLET. especímetro.d. H. implementos e máquinas afins). 2000. direção e elétrico de veículos pesados. LTC 1995. s. alimentação e arrefecimento. 1987. 2. freios (hidráulicos e pneumáticos). amperímetro e multímetro automotivo. Conhecimentos sobre condução econômica de veículos pesados. . M. Hemus. Manutenção Predial Elétrica. 3.1. Manutenção Predial. Seleção e preparo de alimentos. canais.1. ajustes.1. Manutenção. Equipamentos de proteção individual (EPI). Amaury. diagnóstico e correção de defeitos em motores de automóveis e utilitários leves. Manual do Automóvel. São Paulo: Atlas. V. PAZ. Noções básicas de reciclagem: Rios. Conhecimentos sobre conceitos. 4. 2. Artur Liese Lotte H. Amaury. 2. Prática das pequenas construções. H. ferramental básico.s. métodos e técnicas de condução segura e direção defensiva de veículos pesados visando a prevenção de acidentes de trânsito. 4. Equipamentos de proteção individual e coletiva. Noções gerais sobre administração de cozinhas e refeitórios: Armazenamento.d. Prevenção contra incêndio e pânico: Noções básicas. Noções gerais sobre higienização: Pessoal.. suspensão. CREDER. PAZ. seus órgãos periféricos e sistemas de lubrificação. 5. 1. Editora Globo. Manual de Higiene para Manipuladores de Alimentos. 3. 1982.1. Veículos e seus Acessórios. F.RJ. Manutenção. M. São Paulo.2. Instalações elétricas prediais. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. Motor e seus Acessórios.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .. s. valas. diagnóstico e correção de pequenos defeitos em motores de combustão interna. F. Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9. Alfonso. Ferramentas. Manual do instalador eletricista. Manual de alinhamento de direção e balanceamento de rodas. controle de estoque e distribuição de refeições e alimentos.. desacoplamento. relógio comparador. 1. Última edição.RJ CONCURSO PÚBLICO . acoplamento. Última edição. s. MOTORISTA CATEGORIA D 1.2. Ferramentas elétricas. ciclo Otto. lubrificação e cuidados operacionais. Manutenção de Automóveis. manômetro. de 23/09/1977) . SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA.3. reboques. ciclo Otto (gasolina e álcool ).DIEAD. 2. última edição. limpeza e conservação de implementos..1. 2.com.prymian. 2. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BORGES. última edição. 3. Manual de higiene para manipuladores de alimentos.br/downloads GUARDIÃO DO RIO 1. Manutenção Externa. Arias. Última edição. diagnóstico e correção de defeitos nos sistemas de veículos leves: transmissão. Manutenção de Automóveis. Direção Defensiva. 2. Hemus. Arias. São Paulo. Aparelho de medição de voltagem.

III (arts. Prevenção contra incêndio e pânico.org. IBAM. bicos. 66. vol 1. 63. 2. distritos.503. 3. Procedimentos. Noções de carga e descarga: Materiais.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BITEMIDE 16A5BBC4A904C0188A7643B4A1DD68CPTBRI E. Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. símbolos. Conceitos básicos: sobre . C. móveis e ferramentas. população. Condições necessárias à eleição ao mandato de Prefeito. 8º. Noções básicas. Compressores. Noções de direito. Catálogos e Manuais de fabricantes de ferramentas manuais e elétricas. Materiais: Tipos de tinta. 3. 3. Disponível em: http://www. jardins. Segurança: Conceitos sobre Segurança Pública e Privada. uso de andaimes e plataformas cuidados.htm#EZTPageTop SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Caterpillar – Manuais de Operação e Manutenção.htm?sid=13&infoid=242 Curso de Capacitação Profissional e Técnicas Operacionais para Vigilantes Autônomos – Ação Comunitária Chácara de Santo Antônio/Viva São Paulo. pontos notáveis. 5. Relações humanas e cidadania. 33. Técnicas de vigilância preventiva. Orientações sobre segurança do trabalho e prevenção de acidentes. 14.org/wiki/Barra_do_Pira%C3%A D#Dados_Geogr. 2. Policiamento convencional e comunitário. PINTOR DE PAREDE 1. Equipamentos de segurança. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS “A Câmara Municipal”.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Gastão Moraes da.C3. Os Cuidados com o Trator ( Volume I ) .asp?iIdMun=100133008 e http://pt.A1ficos Lei Orgânica do Município . 13. 2. Ed: Edgar Blucher. Catálogos e Manuais de fabricantes de equipamentos de segurança. 4. 3. limites. Prática das pequenas construções.exe/sy s/start.RJ CONCURSO PÚBLICO . RJ. Disponível em http://www.exe/sys/start. Manutenção Externa: Ruas. PEDREIRO 1. SILVEIRA. Manutenção Predial. Disponível em: http://www. Tipos de solventes. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Borges. Vigilância. Catálogos de Materiais.wikipedia. disponíveis em: http://www.br/publique/cgi/cgilua. A.SP Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Poderes Municipais. etc. Órgãos de Segurança. 68) “O Prefeito como Chefe do Executivo Municipal” IBAM. Noções básicas. VIGIA 1. 60. Defesa Civil. 5. substituição e licenças do Prefeito. Funções. II. Equipamentos de Proteção Coletiva.org. canteiros. localização. de 23/09/1977). praças.br Informações sobre o Município. Vigilância: Funções básicas. Equipamento de proteção individual.h tm?infoid=241&sid=13 Texto “Conceitos Básicos em Segurança Pública” Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Combate a princípios de incêndio. Equipamentos de proteção individual e coletiva. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos de Fabricantes de Tintas: Suvinil. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas.P. 2. Ferramentas e Equipamentos. posse. Tipos de massas.br/portal1/municipio/dados_politic os.gov. 1987. Primeiros socorros. produtos. 9º. principais atividades econômicas. Incêndios: Classificação e causas.rj. Materiais de construção. Catálogos e Manuais de fabricantes de materiais de construção. pistolas.gov.Aprenda Fácil Editora .mj.ibam.I – Equipamento de Proteção Individual. Ferramental: Ferramental básico. Disponível no site http://www. Ypiranga. Informações gerais sobre o Município de Barra do Piraí: história. Equipamento de proteção: E.br/publique/cgi/cgilua. divisão territorial do Município. SP. RJ. SERVENTE DE OBRAS 1.vivasp. 62.Titulo I. Coral. Composição e funções da Câmara Municipal. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança.ibam. Defesa Social. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. equipamentos. ferramental básico.com. 4. Combustão: classificação.pmbp. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas.

CONTRA GABARITO 2 . de de 2009.PROVA PRÁTICA E DE APTIDÃO FÍSICA 5 .PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .CONTRA TÍTULOS 4 .RJ ANEXO IV FORMULÁRIO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO CONCURSO PÚBLICO NOME DO CANDIDATO: TIPO DE RECURSO: 1 .OUTROS No DE INSCRIÇÃO: N DA QUESTÃO: FUNDAMENTAÇÃO: o CARGO: DATA DA PROVA: _____________________ Assinatura do Candidato Barra do Piraí. .CONTRA PONTUAÇÃO PROVA OBJETIVA 3 .

(21) 2536-9797 • Fax.IBAM Tel.ibam-org.INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL .br • E-mail: concurso@ibam.org. (21) 2537-1262 Web: www.br .

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