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N-0253 - Projeto de Vaso de Pressão

N-0253 - Projeto de Vaso de Pressão

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N-253

REV. J

MAI / 2004

PROJETO DE VASO DE PRESSÃO

Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

CONTEC
Comissão de Normas Técnicas

SC - 02
Caldeiraria

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

39 páginas e Índice de Revisões

N-253
PREFÁCIO

REV. J

MAI / 2004

Esta Norma PETROBRAS N-253 REV. J MAI/2004 é a Revalidação da norma PETROBRAS N-253 REV. H SET/98, inclusive a 1ª Emenda de FEV/99, não tendo sido alterado o seu conteúdo.

1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução do Projeto Mecânico e do Projeto para Fabricação de Vasos de Pressão utilizados em refinarias, unidades petroquímicas, terminais, estações de dutos, estações de produção em terra, plataformas marítimas de produção e outras instalações similares. 1.2 Entende-se como “Vaso de Pressão” todos os reservatórios de qualquer tipo, dimensões ou finalidade, não sujeitos à chama, que contenham qualquer fluido em pressão manométrica igual ou superior a 103 kPa (1,05 kgf/cm2): ou submetidos a pressão externa. 1.3 Outros requisitos técnicos, não citados por esta Norma, caso necessários, devem ser seguidos conforme a aplicação específica. 1.4 Devem ser seguidos somente os requisitos técnicos desta Norma aplicáveis a cada caso específico. 1.5 Esta Norma se aplica a projetos de vasos iniciados a partir da data de sua edição. 1.6 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. Portaria MTE nº 3214 de 08/6/1978 - Norma Regulamentadora nº 13 (NR-13) - Caldeiras e Vasos de Pressão; PETROBRAS N-266 - Apresentação de Projeto de Vaso de Pressão; PETROBRAS N-268 - Fabricação de Vaso de Pressão; PETROBRAS N-269 - Montagem de Vaso de Pressão; PETROBRAS N-279 - Projeto de Estruturas Metálicas; PETROBRAS N-381 - Execução de Desenho e Outros Documentos Técnicos em Geral; PETROBRAS N-1278 - Algarismos e Letras para Identificação de Equipamentos; PETROBRAS N-1438 - Soldagem; PETROBRAS N-1500 - Vasos de Pressão - Folha de Desenho e de Dados; PETROBRAS N-1521 - Identificação de Equipamentos Industriais; PETROBRAS N-1556 - Vasos de Pressão - Requisição de Material; PETROBRAS N-2012 - Bocal de Vaso de Pressão; PETROBRAS N-2013 - Suporte para Vaso de Pressão Horizontal;

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PETROBRAS N-2014 PETROBRAS N-2049 PETROBRAS N-2054 ABNT NBR 5874 ABNT NBR 6123 ABNT NBR 11889 ANSI B 1.1 ANSI B 16.5 ANSI B 16.11 ANSI B 16.20 ANSI B 18.2 API RP 520 -

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Suporte para Vaso de Pressão Vertical; Acessório Interno de Vaso de Pressão; Acessório Externo de Vaso de Pressão; Terminologia de Soldagem Elétrica; Forças devidas ao Vento em Edificações; Bobinas Grossas e Chapas Grossas de Aço-Carbono; Unified Screw Threads; Pipe Flanges and Flanged Fittings; Forged Steel Fittings Socket-Welding and Threaded; Ring-Joint Gasket and Grooves for Steel Pipe Flanges; Square and Hex Nuts; Recommended Practice for the Design and Installation of Pressure Relieving Systems in Refineries; API RP 601 - Metallic Gaskets for Raised-Face Pipe Flanges and Flanged Connections; API RP 605 - Large Diameter Carbon-Steel Flanges; API RP 618 - Reciprocating Compressors for General Refinery Services; ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I, II (Parts A, B e C), V, VIII (Division 1 and 2) - and IX; ASME Code Cases - Pressure Vessels; ASTM A 20 - General Requirements for Steel Plates for Pressure Vessels; BS-5500 - Specification for Unifired Fusion Welded Pressure Vessels; MSS SP-6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges and Connecting-end Flanges of Valves and Fittings; MSS SP-44 - Steel Pipe Line Flanges; TEMA - Standards of Tubular Exchanger Manufacturers Association; WRC Bulletin 107 e 297 (Suplemento) - Local Stresses in Spherical and Cylindrical Shells Due to External Loadings.

3 CONDIÇÕES GERAIS
3.1 Projetista Nesta Norma está sendo denominado “projetista de detalhamento” a firma ou organização encarregada do “projeto de detalhamento” da instalação onde se situa o vaso de pressão considerado e de “projetista” a firma ou organização encarregada da elaboração do projeto mecânico e do projeto para fabricação do vaso. Caso o projeto mecânico e o projeto para fabricação sejam feitos cada um por uma organização diferente, o termo “projetista” cabe a cada uma dessas entidades. 3.2 Projeto Mecânico 3.2.1 O projeto mecânico consiste basicamente no dimensionamento mecânico estrutural do vaso de pressão. Exceto quando expressamente especificado em contrário no contrato ou na “Requisição de Material” (RM) do vaso esse projeto deve incluir todos os itens que se aplica.

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3.2.2 O projeto mecânico baseia-se no projeto analítico (de processo e térmico) e na seleção de materiais. 3.2.3 Quando necessário, devem ser feitas as seguintes verificações pelo projetista de detalhamento: a) tensões nos bocais do vaso, devido a reações de tubulação e outros esforços externos; b) deslocamentos dos bocais do vaso, devido a dilatação térmica; c) tensões localizadas devido a suportes de tubulação e plataformas. Nota: Essas verificações constituem atribuição do projetista de detalhamento, a não ser que seja definido em contrário no contrato ou na RM.

3.3 Projeto para Fabricação O projeto para fabricação consiste no detalhamento completo dos vasos para a sua fabricação, incluindo todas as definições e dados prescritos na norma PETROBRAS N-266. 3.4 Responsabilidade do Projetista 3.4.1 A observância às exigências ou recomendações desta Norma e de quaisquer outras normas não pode entretanto, em nenhum caso, diminuir nem isentar de responsabilidade o projetista, que continua sempre com total responsabilidade pelo projeto mecânico e/ou pela fabricação do vaso. 3.4.2 Em todos os projetos devem ficar claramente definidos os limites físicos do vaso, que são também os limites de responsabilidade do projetista. 3.5 Requisição de Material 3.5.1 A RM de vasos de pressão, que é o documento de definição do escopo de fornecimento desses equipamentos, deve ser feita conforme o formulário padronizado pela norma PETROBRAS N-1556. 3.5.2 Como regra geral, a RM deve ser baseada no projeto mecânico completo do vaso ou parcial, que deve ser anexado à RM. A RM pode ser baseada no projeto de processo ou nos dados básicos de processo em casos especiais que exigem garantia de desempenho do fabricante. 3.5.3 A RM deve indicar a revisão ou data da edição das normas citadas. Em caso de omissão, aplicam-se as edições em vigor na data de emissão ou revisão aplicável da RM. 3.5.4 Nos documentos anexos à RM devem ser indicados a natureza, composição e propriedades de todas as correntes fluidas que entram ou que saem do vaso, exceto quando essas informações não forem fornecidas no projeto de engenharia básica. 4

Exemplo: normas AD MERKBLÄTTER e BS-5500.1.5 Admite-se o projeto executado de acordo com outras normas ou códigos de projeto.6.7.1. aceitos internacionalmente. A adoção de critérios diferentes dos do código ASME. Deve ser usado o formulário padronizado pela norma PETROBRAS N-1500. 3. 3.1. quando essa condição for definida pela PETROBRAS.N-253 3. 3. não se deve aplicar esta Norma.6.4. somente quando aprovado pela PETROBRAS.6 Desenhos e Informações REV. obrigatoriamente.1 a 3.7.6 Quando o projeto for feito de acordo com uma norma ou código diferente do código ASME Section VIII. o vaso deve ser projetado e construído de acordo com os requisitos daquela seção. o projeto de todos os vasos de pressão deve ser feito rigorosamente de acordo com a edição citada nos documentos de projeto do código ASME Section VIII.1. para o projeto feito de acordo com o código ASME Section VIII Division 1.1.7. conter todas as informações relacionadas e pedidas na norma PETROBRAS N-266 sempre que possível. 3.1.2 Todos os desenhos. 3.7.7.3 Quando o vaso for parte componente de equipamento de geração de vapor. recomenda-se avaliar a conveniência de se executar o projeto de acordo com o código ASME Section VIII Division 2. entretanto.1 Exceto como permitido nos itens 3.7.2 O projeto de qualquer vaso de pressão deve ainda obedecer às seguintes normas: a) código ASME Section II (materiais). 3.1 Quando a espessura da parede do vaso exceder 50 mm. 5 . devem atender aos requisitos aplicáveis do código ASME Section VIII Division 2 e/ou as práticas proprietárias de projeto e construção do fabricante.7 Normas de Projeto 3.7.7. Folhas de Cálculos e outros documentos devem ser elaborados e devem. 3.1.7.1 Todos os desenhos devem ser elaborados de acordo com as exigências da norma PETROBRAS N-381. projetado conforme o código ASME Section I.690 kPa (211 kgf/cm2) ou de construção ou projeto especiais (proprietários).1. 3. Folhas de Dados. 3. Division 1.4 Vasos projetados para pressões superiores a 20. supondo-se o emprego dos materiais como permitido no Capítulo 5 desta Norma.2 Permite-se que o projeto do vaso seja feito de acordo com o código ASME Section VIII Division 2.7. devendo o projeto ser integralmente executado em conformidade com a norma ou código adotado. J MAI / 2004 3. está sujeita a aprovação prévia da PETROBRAS.

c) outras normas referidas nesta Norma.6 Deve ser. 6 .3 Os parafusos de ancoragem de aço-carbono devem ser calculados com uma tensão admissível básica de 98 MPa (1 000 kgf/cm2).3 O cálculo das tensões provenientes de cargas concentradas pode ser feito de acordo com a normas BS-5500 e WRC Bulletins 107 e 297.1. perfis. bem como suportes de internos principais.N-253 REV. Para a condição de montagem. c) norma ABNT NBR 6123. permitindo-se o emprego de unidades inglesas apenas para a designação de diâmetros nominais de tubos e acessórios de tubulação. 3. tais como: ciclones e grades.1 Tensões Admissíveis Básicas 4. 3. Nota: Em caso de dúvidas a PETROBRAS deve ser consultada a respeito. Folha de Dados ou outro documento específico para o vaso. quando aplicáveis.1. 4. 4 CRITÉRIOS DE PROJETO 4. b) esta Norma.7. parafusos e similares.7.7.2 As soldas ligando partes não pressurizadas a partes pressurizadas. seguida a norma regulamentadora nº 13 (NR-13). 3. para terminologia e simbologia de soldagem. 3.1. baseado na área da raiz. pode ser considerada uma tensão admissível máxima de 118 MPa (1 200 kgf/cm2). no projeto mecânico e no projeto para fabricação do vaso de pressão. obrigatoriamente. 4.1 As tensões admissíveis básicas são os valores adotados para cálculo das espessuras mínimas requeridas para partes pressurizadas e devem ser os valores tabelados pelo código de projeto.5 Em todos os projetos devem ser adotadas as unidades de medida legais no Brasil.7. d) normas PETROBRAS N-1438 e ABNT NBR 5874. J MAI / 2004 b) código ASME Section IX (qualificação de soldadores e de procedimentos de soldagem). e) normas técnicas da PETROBRAS citadas nesta Norma ou discriminadas em cada caso.4 Quando houver divergências entre as normas e outros documentos deve ser observado a seguinte ordem de precedência: a) desenhos básicos do vaso. para o cálculo dos carregamentos devidos ao vento. devem ser projetados considerando-se a tensão admissível para partes pressurizadas.

Tensões de Membrana Admissíveis à Tração (Ver Nota 7) Tensões admissíveis das tabelas da norma para o material do vaso na temperatura ambiente. Espessuras I .4 Combinação de Carregamentos 4.N-253 4.teste.TESTE A tensão máxima não pode exceder 80 % do limite de elasticidade do material na temperatura ambiente. . 4. J MAI / 2004 A pressão de projeto deve ser determinada conforme código ASME Section VIII. acrescidas de 20 %.montagem.MONTAGEM Espessuras nominais das chapas. c) peso de todas as cargas permanentes suportadas pelo vaso durante o teste (ver Nota 3). . inclusive as estruturas de suporte.4. tensões admissíveis e espessuras que devem ser consideradas para cada uma das condições do item 4.2 Os esforços solicitantes. 4. devem ser verificados para as seguintes condições: a) b) c) d) I II III IV .1 Todos os vasos de pressão projetados de acordo com o código ASME Section VIII Division 1. Para partes não pressurizadas. .operação normal. (Ver Nota 6) (CONTINUA) 7 .4. Espessuras nominais ou espessuras corroídas.4.1 estão discriminadas na TABELA 1.2 Pressão de Projeto REV.parada. 4.COMBINAÇÃO DE CARREGAMENTOS NO PROJETO DOS VASOS Condição Carregamentos Consideração simultânea dos seguintes carregamentos ativos: a) peso próprio do vaso (ver Nota 1).3 Temperatura de Projeto A temperatura de projeto deve ser determinada conforme código ASME Section VIII. b) esforços devidos à ação do vento ou terremoto (ver Nota 2). b) peso do vaso completamente cheio de água (ver Nota 1). TABELA 1 . (Ver Nota 6) II . pode ser considerada a tensão admissível básica acrescida de 33 1/3 %. Consideração simultânea dos seguintes carregamentos atuantes: a) pressão interna de teste hidrostático.

acessórios externos e tubulações. c) esforços devidos à ação do vento ou terremoto (ver Nota 2).COMBINAÇÃO DE CARREGAMENTOS NO PROJETO DOS VASOS Condição Carregamentos Consideração simultânea dos seguintes carregamentos atuantes: a) pressão interna ou externa de projeto na temperatura de projeto. para todas as condições de carregamento. b) peso de todas as cargas permanentes suportadas pelo vaso (ver Nota 4). b) peso do fluido no nível de operação. e) esforços devido à ação do vento ou terremoto (ver Nota 2). 6) Para as partes que sofrem redução de espessura no processo de fabricação. menos as exceto no trecho inferior sobreao estabelecido para saia espessuras de suporte. Tensões de Membrana Admissíveis à Tração (Ver Nota 7) Espessuras III . 5) Em casos especiais.3 Em condições de curta duração.PARADA Tensões admissíveis das tabelas da norma para o material do vaso na temperatura ambiente.4. Espessuras corroídas. entretanto. parágrafo de valores de tensão máxima admissível. c) peso próprio do vaso. devem. (Ver Nota 6) Notas: 1) Inclui o casco e acessórios soldados.OPERAÇÃO NORMAL (Ver Nota 5) Espessuras Tensões admissíveis das corroídas. devem ser consideradas as espessuras mínimas esperadas. J MAI / 2004 TABELA 1 . a critério do projetista. 4. flutuações de pressão. isolamento interno ou externo. 2) Os esforços devidos ao vento não precisam ser considerados para o projeto dos vasos horizontais. acrescidas de 20 %. d) peso de todas as cargas permanentes suportadas pelo vaso (ver Nota 4). espessuras material do vaso na nominais temperatura de projeto. pode ser necessário considerar na condição III o efeito simultâneo de outros carregamentos atuantes. 7) A tensão longitudinal de compressão admissível. para o vaso e para saias de suporte. ser considerados no projeto das suas fundações e estruturas. deve ser determinada de acordo com o código ASME Section VIII Division 1. Consideração simultânea dos seguintes carregamentos atuantes: a) peso próprio do vaso. dilatações térmicas de tubulações e outras estruturas ligadas ao vaso. tais como: dilatações térmicas do próprio vaso.N-253 (CONCLUSÃO) REV. exclui acessórios externos e internos removíveis. isto tabelas da norma para o é. devem ser considerados os seguintes carregamentos simultâneos: 8 . esforços dinâmicos causados pelo movimento de fluidos internos e vibrações. exclui isolamento interno ou externo e acessórios externos. (Ver Nota 6) IV . 4) Inclui internos removíveis. 3) Inclui internos removíveis. para corrosão.

4.4.1.5 Para os vasos de pressão projetados de acordo com a código ASME Section VIII Division 1. tabela de valores de tensão máxima admissível. 4. de acordo com a tabela citada no item 4.6 Para os vasos construídos de aços inoxidáveis austeníticos. adotar valores baixos das tensões admissíveis.4.3. 9 . 4. 4.5 As tensões admissíveis do código de projeto não podem ser ultrapassadas. 4.3. devem ser adotados os valores de 4.2 As cargas de vento e terremoto não precisam ser combinadas com as cargas de curta duração.2 para as tensões admissíveis.6.1 Não é necessário considerar a ocorrência simultânea de 2 carregamentos temporários. Quando for técnica ou economicamente inviável atender a esses tempos de vida.6.4. 4.2 Para os flanges.4. 4. 4.6. devem ser considerados os valores mínimos da TABELA 2 para o tempo de vida útil dos vasos de pressão.4 Exceto quando especificado de outra forma na Folha de Dados do vaso. a PETROBRAS deve decidir em cada caso. b) peso máximo do fluido de operação na condição de curta duração.4.4.5 Vida Útil de Projeto Exceto quando especificado de outra forma.4. cálculo de fadiga e de deformações por fluência. espelhos e outras partes do vaso que podem estar sujeitos a vazamento ou mau funcionamento devido a pequenas deformações permanentes. 4.3 Para partes não pressurizadas. as cargas devidas ao vento devem ser calculadas de acordo com a norma ABNT NBR 6123. devendo as condições de peso máximo constar dos dados para projeto de fundações. Esses tempos de vida útil devem ser empregados como base para a seleção de materiais.6.4.N-253 REV.1 e 4.4. pode ser considerada a tensão admissível básica acrescida de 33 1/3 %.3. 4. devem ser entendidos como definidos no código ASME Section VIII. tampos e outras partes do vaso para as quais pequenas deformações permanentes não sejam prejudiciais adotar valores mais altos das tensões admissíveis de acordo com o código ASME Section II.4. c) peso de todas as cargas permanentes suportadas pelo vaso. pressão de teste hidrostático e pressão máxima de trabalho admissível.1 Para o casco.6. os conceitos de pressão e temperatura de operação.3. a não ser que exista razoável expectativa de sua ocorrência.3. J MAI / 2004 a) pressão interna ou externa e temperatura correspondente na condição de curta duração. e qualquer outro critério baseado no fator tempo.4. 4.4. pressão e temperatura de projeto. determinação de sobreespessuras para corrosão e erosão.4.4 Os efeitos das condições de curta duração devem ser analisadas em cada caso.

4. para todos os vasos projetados de acordo com o código ASME Section VIII Division 1.7 Flecha em Vasos Verticais Para vasos verticais a flecha máxima devida ao vento não deve exceder 1/200 da altura do vaso. Peças desmontáveis ou de reposição (feixes tubulares.10 Vibrações Induzidas pelo Vento Deve ser verificado o efeito de vibrações induzidas pelo vento.6 Pressão Máxima de Trabalho Admissível . quando o compressor for situado em unidades de refino. internos de torres. devem atender à norma TEMA classe “R”. na direção do vento e na direção perpendicular ao vento. grande custo ou essenciais ao funcionamento da unidade industrial (reatores.8 Radiografia das Juntas Soldadas Para qualquer vaso de pressão é obrigatório que todas as juntas soldadas do casco e tampos tenham pelo menos inspeção radiográfica por pontos (“spot”).9 Acessórios de Compressores Alternativos Os equipamentos para amortecimento de pulsações. Os trocadores do sistema de lubrificação. resfriadores inter-estágio (“intercoolers”) e resfriadores posteriores (“aftercoolers”). 4. J MAI / 2004 TABELA 2 . em vasos verticais. mesmo nos casos em que o código ASME Section VIII Division 1 permita esse tipo de solda. não sendo admitidas as soldas não radiografadas. As cargas devem ser conforme a norma ABNT NBR 6123.VIDA ÚTIL DOS VASOS DE PRESSÃO Refinarias.MAWP) e a indicação da parte do vaso que limita essa pressão. devem obedecer também aos requisitos da norma API RP 618. 4.N-253 REV.PMTA É obrigatório o cálculo da PMAT (“Maximum Allowable Working Pressure” . 10 . em outros locais admite-se para esse trocador de calor a norma TEMA classe “C”. A pressão máxima admissível de trabalho deve ser sempre calculada no projeto do vaso. Outros equipamentos não incluídos na classe acima. 15 anos 10 anos 5 anos 4. Terminais e outras Instalações Não Petroquímicas 20 anos 15 anos 8 anos Unidades Petroquímicas Classes de Equipamentos Equipamentos de grande porte. pertencentes a sistemas de compressores alternativos. 4. permutadores ou vasos importantes). e outros). torres.

2. serviço.3. JIS). 5.3.1 Acrescentar o texto completo das especificações dos materiais. detalhando-se os seus desvios para aprovação pela PETROBRAS.1 a 5. está sujeita à aprovação da PETROBRAS. tampos e todas as outras partes do vaso submetidas à pressão exige-se sempre que sejam especificados no projeto materiais qualificados.5 Fornecer a relação dos vasos de pressão existentes construídos com o material proposto. 5. propriedades físicas e químicas tratamentos térmicos necessários.5. tolerâncias. 5. ensaios químicos e mecânicos.4 Indicar a necessidade ou não de tratamento térmico para alívio de tensões ou correção de características metalúrgicas alteradas devido às operações de fabricação. 5. tais como: forjamento e soldagem. 5.2 Apresentar a comprovação da submissão do material à ASTM ou da norma ASME Code Case aprovando o uso do material. e as condições de realização desses tratamentos. DIN. devendo os materiais não relacionados no código ASME Section II constar de especificações de sociedades de normalização reconhecidas internacionalmente (ex. nome do usuário e do fabricante.3. incluindo.2. os seguintes dados: forma geométrica. 5. local da instalação e data de entrada em serviço. 11 . composição química. ou de acordo com outras normas.3. Como regra geral só são admitidos materiais qualificados reconhecidos pelo código ASME Section II Parts A.3.2.2.3. Essa relação deve indicar. em cada caso. 5.3. Nestes casos.3. Em qualquer caso.1 Para os cascos.2 A aceitação de materiais equivalentes ao do código ASME. acabamento.1 Deve ser adotada a sistemática de aprovação do código ASME Section VIII Divisions 1 and 2. limites de ruptura e escoamento para várias temperaturas de serviço. 5.3.2 O proponente deve apresentar as informações descritas nos itens 5. condições de aceitação e rejeição.2.N-253 5 MATERIAIS REV. J MAI / 2004 5. 5. devem ser obedecidos os requisitos descritos nos itens 5.1 a 5.3. conforme os apêndices correspondentes.: BS.3. admitindo-se materiais ASTM. de preferência dentro do modelo descrito nas especificações da ASTM. deve ser plenamente justificada a necessidade ou não do tratamento térmico.3 Quando o material proposto não constar das especificações de sociedades de normalização reconhecidas internacionalmente.3 Indicar propriedades mecânicas. pressão e temperatura de projeto. em português ou em inglês. B and C e Section VIII. no mínimo. o proponente deve apresentar o texto completo da especificação proposta. dimensões.3.2.2. processos de fabricação.

Aços-liga 1 1/4 Cr .1/2 Mo. Aços-carbono acalmados com Si. J MAI / 2004 5. 5. Aços com teor de carbono superior aos limites acima podem ser empregados somente nos seguintes casos: a) partes não soldadas. Aços inoxidáveis 304. os materiais indicados na TABELA 3 só devem. 316L.1/2 Mo.3 A utilização do material proposto está condicionada à aprovação da PETROBRAS.N-253 REV. 316 (ver Notas 1 e 2). Em qualquer caso. sendo que para as chapas dos cascos e tampos exige-se que o teor de carbono. tais como: flanges cegos e tampos de bocas de visita. bem como de aços temperados e revenidos está sujeito a aprovação prévia da PETROBRAS. Os limites para as partes pressurizadas estão principalmente baseados em função da resistência mecânica (resistência a fluência) do material. Permite-se o emprego em temperaturas superiores para condições eventuais e de curta duração ou quando não houver outra alternativa técnica ou economicamente viável. 5. é necessária a aprovação da PETROBRAS.TEMPERATURAS LIMITES Materiais Aços-carbono qualidade estrutural. TABELA 3 .6 Independentemente dos limites da temperatura estabelecidos no código ASME Section VIII Division 1. ser empregados em serviço contínuo para temperaturas até os limites dados na TABELA 3.26 %. 410.30 %. Temperatura Máxima de Operação (°C) Partes Não Partes Pressurizadas Pressurizadas 150 400 450 500 530 530 480 480 600 400 600 530 530 530 530 550 570 600 700 800 800 1 100 12 . e/ou com limites de resistência superior a 485 MPa (70 psi) (valor nominal constante da especificação do material). Aços inoxidável 310 (ver Nota 2). Aços inoxidáveis 405.3. Aços-carbono não acalmados (materiais qualificados).5 O emprego de aços contendo outros elementos de liga além do manganês e silício.4 Os aços para as partes pressurizadas devem apresentar teor de carbono não superior a 0. Aços inoxidáveis 304L. Aços-liga 2 1/4 Cr -1 Mo. não seja superior a 0. 5. 410S (ver Nota 3). b) chapas com espessura superior a 50 mm. Aços-liga 1/2 Mo. Aços-liga 5 Cr . Os limites para as partes não pressurizadas estão baseados na temperatura de escamação do material (“scaling temperature”). em princípio.

material do casco (ver Nota). e outros).7 A TABELA 4 mostra os critérios básicos para especificação de materiais para as diversas partes dos vasos de pressão. grades. 5. 3) Esses materiais são suscetíveis de sofrer fragilização operando em torno de 475 °C por períodos longos.1 até 5. flanges. caso. qualidade estrutural.CRITÉRIOS PARA ESPECIFICAÇÃO COMPONENTES DE VASOS Classe da Parte do Vaso Considerada I II DOS MATERIAIS DOS Material Básico do Vaso Aços-Liga. J MAI / 2004 1) Para temperaturas de projeto superiores a 550 °C. Materiais Materiais Materiais especificados em cada especificados em cada especificados em cada caso. casco. Essa mudança na estrutura metalúrgica ocorre principalmente para os aços tipos 316 e 310. As classes das partes dos vasos citados na primeira coluna da TABELA 4. para temperaturas acima de 600 °C.1 Classe I Partes da parede de pressão do vaso em contato com o fluido de processo (cascos.7. baixas temperaturas. material do casco. tampos internos. Aço-Carbono Aço-Carbono para Baixas Temperaturas III IV V VI Nota: Deve ser empregado o mesmo material do casco. recomenda-se o uso de aços inoxidáveis tipo “H”. pescoços de bocais. 2) Chama-se atenção para a possibilidade de formação de “Fase Sigma”. qualidade estrutural. casco. são descritas nos itens 5. TABELA 4 .6. 13 . caso. Material com o mesmo Mesmo material do Mesmo material do “P-Number” do casco. chapas e outros elementos de suporte de bandejas. 5. material do casco. Esta classe inclui também as partes internas soldadas aos vasos e submetidas a esforços principais (anéis. Material com o mesmo Aço-carbono de Aço-carbono para “P-Number” do qualidade estrutural. Esta classe inclui também os reforços (de qualquer tipo) das aberturas na parede de pressão do vaso. Aços Inoxidáveis e Metais Não Ferrosos Mesmo material do Mesmo material do Mesmo material do casco. tampos. casco. resultando em severa fragilização do material. flanges cegos e outros) e outras partes pressurizadas em contato com o fluido de processo (por exemplo: espelhos). exceto quando for especificado de outra forma para um determinado vaso. Aço-carbono de Aço-carbono de Aço-carbono de qualidade estrutural. quando for exigido por motivo de resistência à corrosão.7. Esses critérios devem ser obedecidos. qualidade estrutural.N-253 Notas: REV.7. Material com o mesmo Aço-carbono de Aço-carbono de “P-Number” do qualidade estrutural.

4 Classe IV Partes internas desmontáveis (não soldadas ao vaso). distribuidores. devem ser usados materiais não sensitizáveis (aços de baixo C. exceto os reforços das aberturas (incluídos na Classe I) reforços externos.11 O emprego de peças fundidas deve ser restringido ao mínimo e exige sempre a aprovação prévia da PETROBRAS. reforços de vácuo e outros. esta classe inclui somente as partes dos suportes diretamente soldadas ao vaso ou muito próxima do vaso. vigas de sustentação.9 Todos os vasos para serviços em baixas temperaturas devem ter materiais adequados não só no corpo e tampo como também. e outros.7. 5. bem como da temperatura e energia do teste de impacto. colunas.10 Quando a sensitização dos aços inoxidáveis austeníticos for prejudicial à sua resistência à corrosão. berços e outros). como por exemplo: suporte de qualquer tipo (saias. borbulhadores. como por exemplo: bandejas. turcos. parafusos.2 Classe II REV. 5. Partes externas soldadas ao vaso. em todas as outra partes submetidas à pressão.6 Classe VI Partes externas. porcas e outros. 5. tais como: flanges. Para todas as partes desta classe a temperatura de projeto é sempre a temperatura ambiente.7. vertedores e outros). J MAI / 2004 Partes da parede de pressão do vaso não em contato com o fluido de processo. grades.5 Classe V Partes de suportes de qualquer tipo não incluídos nas classes III e VI. mas submetidas a esforços apenas em montagem. 14 . luvas. devem ser feitos pelo projetista. manutenção. feixes tubulares e outros.N-253 5.3 Classe III Partes internas soldadas ao vaso mas não submetidas a esforços principais (chicanas. a definição da necessidade ou não de testes de impacto e de tratamento térmico. ou da temperatura de operação do vaso. tubulações externas. como por exemplo: olhais de suspensão. Chama-se atenção que a sensitização pode ocorrer em conseqüência da soldagem. elementos de sustentação de escadas. plataformas. 5. de tratamentos térmicos.8 A especificação de materiais. diretamente soldadas ao vaso. defletores. Para todas as partes desta classe a temperatura do projeto é sempre a temperatura ambiente. e outros. pescoços.7. Para os suportes. 5. submetidas a esforços em operação. tipos L e ELC ou aços estabilizados).7.7. obrigatoriamente. quebra-vórtice. desmontagem e outros. 5. 5. 5.

desde que as chapas estejam de acordo com as normas ASTM A 20 e ABNT NBR 11889.3 mm/ano ou quando a sobreespessura para corrosão resultar maior do que 6 mm.5 mm. As tolerâncias de fabricação das chapas (tolerâncias para menos) não precisam ser consideradas. 6. vasos e trocadores em geral para hidrocarbonetos: b) potes de acumulação (botas) para os vasos acima: c) vasos em geral para vapor e ar: d) vasos de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo: serviços com 3 mm. para o serviço e o material em questão. ou quando houver um revestimento interno anticorrosivo adequado.1 As espessuras indicadas nos desenhos são as espessuras mínimas das chapas que devem ser adotadas para a fabricação do vaso. 6.N-253 6 ESPESSURAS REV. permite-se ao projetista modificar para mais essas espessuras.6 Para partes de aço-carbono ou de aços de baixa liga deve ser adotada uma sobreespessura mínima de 1. recomenda-se que seja considerado o emprego de outros materiais mais resistentes à corrosão. 6.5 mm.2 Para tampos abaulados e outras peças prensadas ou conformadas.5 mm. de forma que a espessura final da peça acabada tenha. 6. deve ser previsto um adequado acréscimo na espessura das chapas. 6 mm. aço-carbono ou em aços de baixa liga: a) torres. quando houver necessidade de algum valor por razões de corrosão. o valor calculado ou o valor que consta nos desenhos. 1. para compensar a perda de espessuras na prensagem ou na conformação.3 Nos vasos em que forem previstas diferentes espessuras de chapas para os diversos anéis. 6.5 Sobreespessuras para corrosão devem ser baseadas no tempo de vida útil. 6. quando a taxa de corrosão prevista for superior a 0. 6.8 Devem ser adotados os critérios da TABELA 5 para a aplicação das sobreespessuras para corrosão. como especificado nesta Norma.4 Deve sempre ser acrescentada uma adequada sobreespessura para corrosão exceto quando. J MAI / 2004 6. a corrosão for reconhecidamente inexistente ou desprezível. 15 . no mínimo. com a finalidade de acertar as alturas dos anéis com as dimensões comerciais das chapas.7 Exceto quando especificado de outra forma devem ser adotados os seguintes valores mínimos para a sobreespessura para corrosão para as partes construídas em. 1. Como regra geral.

em contato com o fluido de processo: cascos.11 A espessura mínima corroída de partes removíveis.CRITÉRIOS PARA CORROSÃO Peça do Vaso Partes da parede de pressão. 6.1 Os tampos devem ter um dos formatos admitidos pelo cóedigo ASME Section VIII.10 Em vasos de aços inoxidáveis e metais não ferrosos a espessura mínima corroída não deve ser inferior a 2 mm. 6. em vasos de aços-carbono e aços de baixa liga. conhecidos como falsa elipse. espelhos. no corpo ou nos tampos do vaso. (e) e (f). 6. Peças internas removíveis submetidas a esforços (exclui bandejas e seus acessórios). flanges. 6. Di = diâmetro interno. Os tampos elipsoidais ou torisféricos devem ter a relação entre os semi-eixos de 2:1. sendo que para tampos planos soldados admitem-se os tipos mostrados na Figura UW-13.N-253 TABELA 5 . J DE MAI / 2004 SOBREESPESSURA DE APLICAÇÃO Critério Adicionar o valor integral da sobreespessura.5 + 0. total). em cada face da peça em contato com o fluido (mínimo de 1. a estampagem deve ser de forma que a espessura ainda esteja de acordo com o projeto. deve ser feito pela superfície interna. 7 TAMPOS E SEÇÕES DE TRANSIÇÃO 7. pescoços de bocais. devem ser calculados como elipsoidais. mm.9 Independentemente do valor calculado para a espessura. Os tampos torisféricos. REV. mm. (c).001 Di + C.12 Exceto quando expressamente especificado em contrário o alinhamento de chapas de espessuras diferentes.0 mm. Adicionar 1/4 do valor da sobreespessura. os cascos e tampos devem ter uma espessura mínima igual ao maior dos 2 valores seguintes: a) tmín = 4. Peças internas não removíveis. submetidas a esforços principais. Peças internas removíveis não submetidas a esforços (exclui bandejas e seus acessórios). Quando estampados. b) tmín = 2.2 (a). tampos. C = sobreespessura de corrosão. Adicionar metade do valor da sobreespessura em cada face em contato com o fluido. partes soldadas diretamente ao casco e garganta de soldas em ângulo deve ser de 3 mm. 16 . mm.8 mm. em cada face da peça em contato com o fluido. Peças internas não removíveis submetidas a esforços. (b). Onde: tmín = espessura mínima. flanges cegos e outros.

1. TABELA 6 . a coroa central não deve ter um raio inferior a 20 % do raio do tampo. 7. Com exceção das soldas em posição radial. não são permitidas soldas inteiramente na região toroidal do tampo. Boca(s) de visita.4 Quando a saia ou as colunas de sustentação de um vaso vertical forem soldadas a uma seção cônica do casco. J MAI / 2004 Tampo torisférico conhecido como falsa elipse: É o tampo torisférico que tem a seção toroidal com raio interno igual a 0. para diminuir o diâmetro do tampo flangeado. 7. 2) As torres com recheio devem ter bocais para retirada do recheio.2 Os tampos elipsoidais ou torisféricos em aço-carbono e aço de baixa liga. e Tampo superior (ver Nota 1).3 A espessura requerida da parte cilíndrica (saia do tampo) de tampo elipsoidal e torisférico não deve ser inferior à espessura requerida do casco ao qual está ligado.BOCAS DE VISITA E DE INSPEÇÃO EM VASOS Diâmetro do Vaso (mm) Tubo de 10” ou menor.2 Os vasos devem ter. flangeado Vasos sem Internos 2 bocais de inspeção de 2”.1 Em todos os vasos (ou em compartimento do vaso) que não sejam completamente drenáveis pelas tubulações. no mínimo.90 D. bocas de visita ou de inspeção em cada compartimento pressurizado. Notas: 1) Para pressões elevadas deve ser verificada a conveniência de uso de redução no casco. sem soldas. com diâmetro interno até 1 800 mm. 7.17 D e a calota central esférica com raio interno igual a 0. é obrigatório um bocal de dreno. Tubo maior DI ≤ 815 mm. devem ser construídos em uma só peça.N-253 Nota: REV. sendo D o diâmetro interno do vaso. Boca(s) de visita. 2 bocais de inspeção de 4”.1. de forma a permitir a drenagem interna completa. 8 BOCAIS E OUTRAS ABERTURAS 8. conforme a TABELA 6. 17 . Na construção em gomos radiais. que 10” Vasos com Internos Tampo superior flangeado.1 Requisitos Gerais 8. Para os tampos torisféricos com diâmetro interno superior a 1 800 mm e para tampos cladeados ou em outros materiais que não sejam aço-carbono e aço de baixa liga de qualquer diâmetro a FIGURA A-1 mostra algumas disposições permitidas e não permitidas de soldas. DI > 815 mm. 8. deve obrigatoriamente haver uma seção toroidal de transição entre essa seção cônica e o casco cilíndrico.

41 42 . deve ficar na parte superior do casco. de acordo com a severidade do serviço.DIÂMETRO NOMINAL MÍNIMO DE BOCAS DE VISITA Diâmetro Interno do Vaso (DI) [mm] 815 ≥ DI ≤ 1 015 1 015 > DI ≤ 1 220 1 220 < DI Vasos sem Internos 18” 18” 18” Vasos com Internos 18” 20” 24” 8.N-253 REV. 18 .8 Os bocais de entrada de produto devem estar suficientemente afastados do instrumento de medição de nível. Quando o vaso vertical tiver 2 bocas de visita. TABELA 8 .1.1. tanto quanto possível. na posição mais baixa possível. desmontáveis ou que possuam alçapão de passagem o número mínimo de bocas de visita para serviços limpos deve ser de acordo com a TABELA 8.1. ou outras peças semelhantes. para evitar perturbações no nível que afetem a leitura do instrumento.5 Em serviços onde se prevê necessidade freqüente de limpeza o número de bocas de visita indicado na TABELA 8 pode ser aumentado. que sejam. a segunda boca deve ficar acima da bandeja superior ou na posição mais alta possível. as bocas adicionais devem estar.3 O diâmetro nominal mínimo das bocas de visita deve ser como indicado na TABELA 7. Em vasos verticais com 3 ou mais bocas de visita. próximo à extremidade oposta.1.60 Acima de 60 Número Mínimo de Bocas de Visita 2 3 4 Uma para cada 20 bandejas 8.NÚMERO MÍNIMO DE BOCAS DE VISITA Número de Bandejas ou Grades Até 25 26 . TABELA 7 . junto a bocais de entrada e tubulações internas. quando existente. 8. J MAI / 2004 8. a boca de visita deve de preferência estar situada em um dos tampos.7 No caso dos vasos horizontais. grades. Os vasos horizontais com mais de 10 m de comprimento devem ter 2 bocas de visita. 8. a segunda boca de visita. preferencialmente.4 Para os vasos com bandejas.6 Em vasos verticais com uma única boca de visita.1. até um máximo de uma boca de visita para cada 3 bandejas. igualmente espaçadas ao longo do comprimento do vaso e. 8. Deve-se considerar bocas de visita adicionais na entrada de carga onde as tubulações internas e chicanas possam requerer limpeza freqüente. esta deve estar situada no corpo cilíndrico do vaso.1.

N-253 REV. a partir da face interna do casco. devem ser conforme a PETROBRAS N-2012.2 Construção dos Bocais 8. porém suficiente para: a) proporcionar uma distância adequada entre a solda no flange e a solda no casco (ver item 12. b) permitir a desmontagem dos parafusos do flange.10. para qualquer finalidade.1.2.1.2.2. conexões roscadas ou ponta chanfrada para solda dentro da saia. 8. 8.1.11 Nas torres ou outros vasos suportados por saias cilíndricas e que não tenham acesso por baixo.10.3 A projeção externa dos bocais deve ser a mínima possível. tanto quanto possível. deve. c) evitar que os parafusos ou as porcas fiquem embutidos no isolamento térmico do vaso. flanges.1. 8. ou em 2 linhas verticais diametralmente opostas.10 Nas torres e vasos verticais.10. Para vasos horizontais. podem ser adotados para bocais de grande diâmetro ou para pressões elevadas.13 desta Norma). apenas para poços de termômetros ou outros instrumentos. atender às conveniências do traçado de tubulação. 19 . 8.2. Os bocais para solda de topo devem ser evitados sempre que possível. 8. sendo necessária a aprovação da PETROBRAS.2.1. 3 1/2” e 5”.2. para evitar as válvulas dentro da saia.1. J MAI / 2004 8. Não devem ser empregados bocais com diâmetros nominais de 1 1/4”. recomenda-se que esses bocais fiquem próximos de cada uma das extremidades do vaso. exceto quando especificado para solda de topo na tubulação. 2 1/2”. devem ser flangeados. a disposição deve ser feita como mostra a FIGURA A-2.10. 8.1 Todos os bocais de 2” de diâmetro nominal. Admite-se excepcionalmente bocais rosqueados de 1/2”.2 Os bocais devem ser orientados de forma que as tubulações verticais fiquem concentradas em um ou 2 setores restritos da circunferência do vaso. Recomenda-se. para evitar curto-circuito dentro do vaso.2 O diâmetro nominal mínimo dos bocais.1 e 8. 8. deve ser de 3/4”. ou maiores.1. que sejam observados também 8. A orientação das bocas de visita deve atender à conveniência de arranjo das plataformas e escadas.1 As bocas de visita devem ficar na mesma linha vertical. a orientação dos bocais. não devem ser colocadas válvulas. 8. quando não for fixado por motivos de processo.9 Os bocais de entrada e de saída devem ficar distantes entre si. d) permitir acesso para soldagem do pescoço do bocal no casco.4 Os valores mínimos para a projeção externa. em primeiro lugar.1.12 Os bocais devem ser conforme a norma PETROBRAS N-2012. 8. Caso os bocais de fundo do vaso devam ter válvulas acopladas diretamente ao vaso.

podem ser de classe 3 000.11. no mínimo. b) diâmetro de 3” a 10”: série 40. (1). quando construídos de tubos em aço-carbono ou baixa liga.2. As luvas devem ser.1 (Y-1) e (Z-1) do código ASME Section VIII Division 1. não são permitidos bocais com parafusos prisioneiros (bocais “pad type”). A ligação da luva com a parede do vaso deve ser uma solda de penetração total. não sujeitas a pressão. (n). 8. (d).2.1 (p) do código ASME Section VIII Division 1. por exemplo. a não ser quando construídos de flanges tipo pescoço longo ou de material forjado. (f) e (g) do código ASME Section VIII Division 1. 8.10 A ligação do pescoço do bocal ao casco deve ser por solda de penetração total. Para diâmetros nominais de 12”. com um raio de 10 mm. de forma a evitar interferência entre a solda do soquete e a solda do corpo. exceto para instrumentos. A aresta interna de qualquer bocal sem projeção interna deve ser arredondada. ou construído de chapa calandrada. sendo as demais dimensões conforme norma ANSI B 16. São aceitáveis. devendo ser evitados. rosqueadas. em nenhum caso podem limitar o teste hidrostático ou a pressão máxima de trabalho admissível nas condições novo e frio e corroído e quente.7 Para bocais flangeados. 8.2.2.11 Em bocais como diâmetro nominal mínimo de 2” podem ser usadas luvas de aço forjado. ou material forjado.2. deve ser observado o item 8. (m).8 Os pescoços dos bocais de aço-carbono com diâmetros nominais até 10”. devido à espessura. (e). 8.N-253 REV. 20 .4. admite-se a fabricação por prensagem.9 Os pescoços de bocais. 8. não sendo aceitáveis os tipos mostrados nas Figuras UW-16. Nos casos em que a calandragem seja impraticável. 8.2 desse mesmo código. como mostrado nos exemplos das Figuras UG-40 (a) e UW-16. em que se permitem luvas rosqueadas. Não são permitidos os tipos mostrados na Figura UW-16. Os tipos mostrados nas Figuras UW-16.5 Só deve haver projeção interna nos bocais quando for necessário. o pescoço pode ser um tubo com ou sem costura. como mostrado nas Figuras UW-16. (k). 8. os tipos mostrados nas Figuras UW-16.12 Os reforços dos bocais. (p).2. Os bocais para os drenos não podem ter qualquer projeção interna.2. de classe 6 000.1 (c).4. devem ser de tubo sem costura. salvo para vasos de pequenas dimensões. ou outros detalhes construtivos semelhantes. devem ter as seguintes espessuras mínimas: a) diâmetro até 2”: série 80. J MAI / 2004 8. com diâmetro igual a 1 1/2” ou inferior a este valor. ou maiores. (q). não são recomendáveis. para espessura de parede maior ou igual que 10 mm.6 Exceto em casos excepcionais sujeitos à aprovação da PETROBRAS. devendo nesse último caso ter uma única solda longitudinal. As luvas internas. para solda de encaixe.2. (r) e (s) desse mesmo código. com 2 soldas longitudinais.1 (i). (o). (j). cuja espessura seja definida pela mínima estrutural.1 (a) e (b). O comprimento das luvas deve ser superior a espessura do vaso. inclusive. embora tenham soldas de penetração total.

devem ter sempre o mesmo “P-number” do casco. com rosca NPT.2. 8.1 a 8. não sendo admitidos nenhum dos tipos mostrados na Figura UHT 18. devendo os furos serem deixados abertos e serem preenchidos com graxa. para resistirem as cargas externas transmitidas pelas tubulações. Não é recomendado para serviços em baixa temperatura ou para serviços cíclicos. podem ser obtidos por um dos sistemas mostrados na FIGURA A-3 ou por combinação desses sistemas.4.2.15 Para os vasos construídos com aços de alta resistência (Seção UHT do código ASME Section VIII Division 1).2. sendo entretanto sempre de custo elevado. Esse sistema é permitido. como exigido pelo parágrafo UG-37. Esse sistema é permitido para qualquer diâmetro. bem como providenciar reforços adequados nos bocais ou na parede do vaso. exige-se que todos os bocais e bocas de visita tenham reforço tipo integral.3 Peça forjada integral [FIGURA A-3 (c)].13.4 Pescoço tubular de maior espessura [FIGURA A-3 (d)].2. 8. integrais ou não.17 Os bocais fechados com flange cego cujo peso seja maior do que 350 N (36 kgf). Não deve ser colocado bujão nesses furos.2. caso em que a lingüeta deve ficar no flange do bocal.1 do referido código. com as recomendações e limitações indicadas nos itens 8.N-253 REV. soldado de topo no vaso [FIGURA A-3 (b)]. devem ser providos de turco ou dobradiça para remoção do flange cego. para diâmetros nominais até 10”. do código ASME Section VIII Division 1.16 É responsabilidade do projetista verificar as tensões nos bocais. deve haver 2 furos de Ø 6 mm diametralmente opostos. Os reforços em anel de chapa devem obrigatoriamente ter um furo de 6 mm de diâmetro. sem limitações.2. ou maiores.13.2 Disco de chapa de maior espessura.13. exceto quando a face do flange do bocal estiver voltada para baixo. 8.13.2. Para bocais de 10”.13.3. 8. 8. inclusive. 21 .2.13. sem limitações. 8. como detalhado no item 8. devendo o pescoço tubular ser de tubo sem costura ou de tubo forjado (o tubo forjado é preferido para esses casos).2. como mostrado na Figura UHT 18. Esse sistema é permitido para qualquer diâmetro mas não deve ser usado quando a espessura da parede do vaso é igual ou superior a 50 mm. sempre que for solicitado. a ranhura deve ficar no flange do bocal.1 Anel de chapa soldado ao pescoço tubular e à parede do vaso [FIGURA A-3 (a)]. 8.14 Todos os reforços no casco.13 Os reforços dos bocais e das bocas de visita.18 Quando a face dos flanges dos bocais for do tipo lingüeta e ranhura (“tongue and groove”).2. 8. para respiro e para teste da solda. 8.2. J MAI / 2004 8. Esse sistema é permitido para qualquer diâmetro e pode ser usado nos casos em que o anel de chapa da FIGURA A-3 (a) não é permitido ou não é recomendado.2.2.

devem ser do tipo “de pescoço” (“welding neck”) de aço-forjado. com diâmetro até 24”. 8. J MAI / 2004 8. os flanges devem ser de aço forjado.3. quando conectados a tubulações e instrumentos.3 Os flanges internos não pressurizados podem ser de face plana e fabricados de chapa recortada.2 Os flanges de bocais e seu faceamento. Nota: Em qualquer dos casos acima.1 Os flanges devem ser adequados para as condições de projeto e de teste do vaso. devem estar de acordo com as especificações de tubulação e instrumentação aplicáveis.3 Construção de Bocas de Visita REV.4 Flanges 8. 8. abrindo para cima.3. podem ter turco ou dobradiças para abertura da tampa.4. c) flange “slip-on” para classe de pressão 150 e serviço com fluido não tóxico e não inflamável. inclusive. b) flange “welding neck” com pescoço sch 160 ou XXS. 8. 8. podem ser de um dos seguintes tipos: a) flange “long welding neck”. 8.2 para os bocais de grande diâmetro. quanto ao tipo de pescoço. abrindo para baixo. d) flange conforme a FIGURA A-4. inclusive. Pode-se usar o flange tipo sobreposto para diâmetros nominais de 2” a 12” e classe de pressão 150. quando forem inevitáveis. para classes de pressão mais altas. inclusive.1 A construção das bocas de visita. deve ser como detalhado no item 8. de classe de pressão até 150.3. 8.3. é obrigatório que haja um turco.2 Todas as bocas de visita com a tampa no plano horizontal. ou maior diâmetro.4.4 Os flanges de diâmetro nominal até 1 1/2”.4 Para as bocas de visita com tampa no plano vertical devem ser sempre colocados degraus e punho de segurança no lado interno do vaso.4. 22 .5 Os flanges de diâmetros nominais de 2” a 12”.4.N-253 8. 8. revestimentos e outros. não sendo permitidas com tampas dobradiças. exceto quando existirem peças internas no vaso que impossibilitem ou tornem desnecessários esses degraus. deve ser previsto um dispositivo seguro para a remoção e manobra da tampa.4. As bocas de visita com a tampa no plano horizontal.3 As bocas de visita com tampa no plano vertical. reforço no casco. devem ter um turco para a remoção da tampa. devem ser evitadas sempre que possível. 8.

devem ser obtidos pela usinagem de anéis calandrados ou prensados. número e diâmetros dos parafusos e outros) são aceitos para as pressões e temperaturas de trabalhos até os limites estabelecidos nessas normas. devem ser flanges tipo anel (“ring type”).6.7 Os flanges fabricados a partir de barra ou de chapa. devem ser calculados pela pressão máxima admissível de projeto do vaso para a condição de corroído e quente.5. devem obedecer a uma das Figuras 2-4 (7). 8. admitem-se as alternativas de construção descritas nos itens 8. 2) Os flanges tipo anel. devem ser flanges de pescoço. 8. de classe de pressão acima de 300. MSS-SP-44 ou API RP 605.5.6. ou fabricados a partir de barra ou de chapa. Flanges recortados de chapa só podem ser admitidos para partes internas do vaso. [10 (a)] ou (11) do código ASME Section VIII Division 1.4. Outros flanges com pressão de projeto acima de 2 000 kPa (290 psi) devem ser tipo anel. tendo. J MAI / 2004 8. de aço forjado. Esses flanges devem ter tratamento térmico como exigido pelo código ASME Section VIII Division 1 e as superfícies da chapa original devem ficar paralelas ao eixo do flange acabado.4.1 Os flanges padrão ANSI. salvo para vasos de pequenas dimensões.4. não submetidas a pressão.4. Para os flanges com outras dimensões ou outros sistemas de construção.10 Todos os flanges de bocais e bocas de visita devem ter o faceamento e a furação de acordo com a norma ANSI B 16. [8 (a)]. de qualquer fabricação. 8. laminado a quente. Para diâmetros maiores. 8. (9). de aço forjado. 8. (10). esses flanges devem obedecer a uma das Figuras 2-4 (7) ou (11) do código ASME Section VIII Division 1. cuja espessura seja definida pela mínima estrutural. ou maiores.6.6 Para os flanges de diâmetro nominal de 14”. no máximo.8 Os flanges para bocas de visita e outros flanges de grande diâmetro não ligados a tubulações externas podem ser em qualquer caso do tipo sobreposto ou de anel (“ring type”). (inclusive círculo de furação. 2 soldas de topo totalmente radiografadas.4. em vaso de fabricação nacional. Nota: Qualquer que seja a fabricação.4. de qualquer classe de pressão. Notas: 1) Os flanges tipo sobreposto não podem ser usados quando a sobreespessura para corrosão for superior a 3 mm. 8.6.9 Quando os flanges forem não padronizados. laminados a quente sem costura. o faceamento e a furação devem obedecer a norma MSS-SP-44 ou à norma API RP 605. (8). [9 (a)].2. devem ser flanges tipo sobreposto (“slip on”).N-253 REV. ou fabricados a partir da barra ou da chapa.4.4. sem que sejam necessários cálculos especiais. de classe de pressão 150 e 300.5. Outros flanges com pressão de projeto até 2 000 kPa (290 psi).11 Os flanges de aço forjado que tenham todas as suas dimensões exatamente como especificado por qualquer das normas ANSI B 16. exige-se sempre que sejam calculados de acordo com o código ASME Section VIII Division 1.4.4. inclusive.1 e 8.2 Os flanges padrão ANSI. 8. até os limites de diâmetro nominal estabelecidos na norma ANSI B 16. sem costura. 23 . de aço forjado.

são exigidos os seguintes valores mínimos de dureza: a) b) c) d) aço-carbono: 120 “Brinell”.250”).4. ou mais altas. para serviço com vapor e flanges de classes de pressão 400 e 600.18 Flanges companheiros de bocais só fazem parte do vaso em casos excepcionais.6 mm (1/16”) de altura. conforme descrito na alínea a). permite-se o uso de flanges soltos (“lap-joint”) nos bocais do vaso.15 Todos os flanges devem ser instalados em posição. 8. 8.0015 mm (0. para serviço com hidrocarbonetos: face para junta de anel.063”) nos flancos do rasgo para a junta.4. c) para junta corrugada: acabamento de preferência com ranhuras concêntricas. com pressão de projeto inferior a 400 kPa (4. 24 . aço inoxidável 304L e 316L: 140 “Brinell”.4. c) flanges de classes de pressão 600.13 O acabamento da face dos flanges deve ser como abaixo especificado: a) para juntas de papelão hidráulico: acabamento com ranhuras espiraladas ou concêntricas. aço inoxidável 304.15 mm). 8. J MAI / 2004 8. porcas e juntas.4.5 mm a 1 mm e profundidade de 0.17 Os flanges internos dos vasos devem ser obrigatoriamente fornecidos com parafusos (ou estojos). 8. a vertical ou as linhas N-S e E-O do projeto passem pelo meio do intervalo entre 2 furos de parafusos. b) flanges de classe de pressão 400.006 mm (0.16 Para os vasos construídos em aço inoxidável ou em metais não ferrosos.03 mm a 0. os flanges de bocais e bocas de visitas devem ter os seguintes tipos de face: a) flanges de classe de pressão 150 e 300: face de ressalto com 1.000. tal que.000. d) para junta tipo anel: acabamento liso com rugosidade média máxima de 0. b) para juntas espiraladas: acabamento liso com rugosidade média máxima de 0. de acordo com a norma MSS-SP-6 (passo de 0.N-253 REV. aço-liga 1 % a 5 % Cr: 160 “Brinell”.12 Exceto quando especificado de outra forma. 8.4. 8. 316.1 kgf/cm2) e temperatura de projeto inferior a 250 °C. para serviço com hidrocarbonetos: face de ressalto com 6 mm (1/4”) de altura. para serviços com vapor e flanges de classe de pressão 900.4. Para os materiais abaixo indicados. quando expressamente requeridos na RM.4.14 As faces dos flanges que trabalham com junta de vedação tipo anel devem ter dureza 30 “Brinell” superior à do material da junta. 347 e 321: 160 “Brinell”. ou mais altas.

usam junta de papelão hidráulico. 25 . após o teste. 8.5 Parafusos e Juntas para Flanges REV.5.2. ter suporte próprio.1 Para todos os flanges externos dos vasos.5.2. 8.5. porcas de aço-liga ASTM A 194 classe 3.1 Cada vaso deve. usam junta espiralada (“spiral wound”). 9 SUPORTES 9. com temperatura de projeto entre 0 °C e 250 °C. totalmente rosqueados. as juntas para todos os flanges externos do vaso devem ser selecionados conforme descrito nos itens 8. B5. 316.3 Nos flanges com face para junta tipo anel (junta de anel oval de acordo com a norma ANSI B 16.2.2 Exceto quando especificado de outra forma. de acordo com a norma ANSI B 16. obrigatoriamente. Apêndice E Figura 3. a serem fornecidos com o vaso.1 e B 18. Parafusos de material austenítico não devem ser utilizados no teste.1 Os flanges de classes de pressão 150 e 300.N-253 8. b) temperatura entre 480 °C e 600 °C: estojos de aço-liga ASTM A 193 Gr.20).20. 8. aço inoxidável 304L e 316L: 110 “Brinell”. de acordo com a norma ANSI B 16.5. 8. Outros tipos de juntas devem ser substituídas por novas. os parafusos devem ser tipo estojo. J MAI / 2004 8. porcas de aço-liga e ASTM A 194 classe 2H.2 Os flanges de classes de pressão 150 e 300.5.3 Os parafusos e juntas de anel. com classe de ajuste 2A para o estojo e 2B para as porcas. com rosca série UNC para diâmetros até 1” e série 8N para diâmetros maiores com 2 porcas hexagonais.1 a 8. com temperatura inferior a 0 °C.5.5 mm (1/16”). de aço inoxidável austenítico com enchimento de amianto. conforme normas ANSI B 1. que sejam suportados pelas tubulações. aço-liga 1 % a 5 % Cr: 130 “Brinell”. para temperaturas de projeto acima de 250 °C (todos com face de ressalto). mesmo para vasos pequenos. a seleção de materiais para estojos e porcas deve obedecer ao seguinte critério de acordo com a temperatura de projeto do vaso: a) temperaturas entre 15 °C e 480 °C: estojos de aço-liga ASTM A 193 Gr. 8. espessura de 1. não se admitindo. B7. para qualquer temperatura de projeto e de classes de pressão 150 e 300.5.5.2.5.2. 347 e 321: 130 “Brinell”. o material do anel não deve formar par galvânico com o flange e sua dureza deve ser 30 “Brinell” inferior à dureza da face do flange. série pesada. ou flanges de classes de pressão 400 e 600. a dureza máxima deve ser: a) b) c) d) aço-carbono: 90 “Brinell”. Exceto quando especificado em contrário.2. aço inoxidável 304.3. podem ser utilizados no teste hidrostático. Para os materiais abaixo indicados.

7 Sempre que houver possibilidade de vibração. com o mesmo material do casco nos seguintes casos: a) b) c) d) temperatura de projeto igual ou inferior a 15 °C. para vaso com diâmetro maior que 800 mm. TABELA 9 . os vasos verticais devem ser suportados por meio de colunas.ACESSOS À SAIA Diâmetro do Vaso (mm) Até 800 Acima de 800 460 Diâmetro Interno da Abertura (mm) Metade do diâmetro do vaso 9. apoiada diretamente em base de concreto. J MAI / 2004 9. o mais próximo possível da junção com o tampo. conforme a TABELA 9. colunas ou sapatas (“lugs”). ser definida de acordo com os seguintes critérios: a) o ponto mais baixo do tampo inferior deve ficar pelo menos a 1 200 mm do topo da base de concreto. 9. 26 . 9. b) o ponto mais baixo do trecho horizontal da tubulação conectada ao tampo inferior deve ficar pelo menos a 300 mm do topo da base de concreto. em quantidades e diâmetros conforme a TABELA 10.2 Os vasos verticais podem ser suportados por meio de saias cilíndricas ou cônicas.N-253 REV. como no caso de vasos verticais conectados à sucção de compressores. 9. deve ser usado suporte tipo saia.8 As saias de suporte devem ter uma abertura para acesso.6 A saia de suporte deve ter um trecho com 1 000 mm de comprimento a partir da ligação com o vaso. 9. 9.5 Deve haver sempre possibilidade de acesso à parte inferior do vaso. a não ser que outras exigências sejam aplicáveis. da saia ou coluna de vaso vertical. em vasos verticais.3 A seleção do tipo de suporte de vasos verticais deve ser feita de acordo com a FIGURA A-5.9 As saias de suporte devem ter bocais de respiro. vasos de aços-liga. aços inoxidáveis e materiais não ferrosos. devendo a altura mínima. serviços com hidrogênio. Sempre que possível.4 As torres devem ser suportadas por meio de saias. temperatura de projeto superior a 340 °C. 9.

3 mm. vertedores e revestimentos internos. de acordo com a norma BS-5500. recomendando-se para essa análise o método de L. 9.5 490 Número de Bocais 2 4 6 8 10 12 Diâmetro dos Bocais 3” 3” 4” 4” 4” 4” 9. P. tais como: defletores. 10 PEÇAS INTERNAS 10. I. anéis e outras peças de sustentação de bandejas. em relação ao meio do comprimento do vaso.1 830 1 831 . chicanas.2 740 2 741 . Um dos berços deve ter sempre os furos para chumbadores alongados.11 A espessura mínima das saias de suporte é 6. Zick. orelhas.13 Os vasos horizontais devem sempre ser analisados para verificar o efeito das reações de apoio dos berços de suporte. É possível ser utilizado produto equivalente.RESPIROS NA SAIA Diâmetro do Vaso (mm) Até 914 915 . vertedores.14 Os suportes dos vasos devem ser conforme as normas PETROBRAS N-2013 e N-2014. P. grades. Zick. telas. 10. 1) TEFLON® marca registrada de propriedade da E. J MAI / 2004 TABELA 10 .3 de inclusão ou exclusão das peças internas na responsabilidade do projetista do vaso. du Pont de Nemours. 27 . distribuidores.1 a 10.12 Os vasos horizontais devem ser suportados por 2 selas ou berços. para acomodar a dilatação própria do vaso. desde que conduza a resultado igual. recomenda-se que sejam previstas placas de deslizamento de 1)TEFLON® no berço móvel. 9. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. quebra-vórtices.10 Os furos para passagem de tubulações através da saia devem ser devidamente reforçados. 120° de circunferência do vaso. Os berços devem ser soldados ao casco do vaso por um cordão de solda contínua. abrangendo. no mínimo. 9.1. Quando o peso do vaso em operação for superior a 200 kN (20 t). de construção metálica.1. A locação dos berços deve ser feita conforme o ábaco de L. bem como chapas. serpentinas e feixes tubulares. 9.3 660 3 661 . Os berços devem ser situados simetricamente.1.1 Devem ser adotados os critérios descritos nos itens 10. de acordo com a norma BS 5500.4 570 4 571 .N-253 REV.1 As peças que devem sempre fazer parte do projeto mecânico do vaso é de responsabilidade do projetista (exceto quando especificado de outra forma na RM do vaso) são: todas as peças internas soldadas ou fixadas permanentemente ao vaso. sempre que possível. cantoneiras.

5 É obrigatória a colocação de quebra-vórtices em todos os bocais ligados à linha de sucção de bombas. os aços inoxidáveis tipos 304 ou 405. c) acessórios roscados: classe de pressão 150. chicanas desmontáveis.3 A montagem das peças internas deve. como qualidade mínima. 10.3708 mm). b) yubos acima de 10” D. 10. potes de selagem.N. Os alçapões de passagem em bandejas ou grades podem abrir por cima ou por baixo. bem como quebra-jatos nos bocais de entrada de líquido. onde haja possibilidade de impacto da corrente líquida em partes internas ou na parede do vaso.N.N. Devem também ter dimensões tais que possibilitem a fácil passagem através da boca de visita.1. Devem ser colocados também defletores internos nos bocais superiores de instrumentos de nível em vasos verticais. não ultrapasse 250 N (25 kgf). 10. bandejas (valvuladas ou de borbulhadores). 10. c) acessórios roscados: classe de pressão 2 000.2 Todas as peças internas desmontáveis. sempre que possível. J MAI / 2004 10. telas desnebulisadoras (“demister”).: série 40.8 Os acessórios internos devem ser conforme a norma PETROBRAS N-2049.6 Tubos e acessórios internos não pressurizados de aço-carbono e aços de baixa liga (até 6 % Cr) devem ter as seguintes espessuras nominais e classes de pressão mínimas: a) tubos até 10” D. recheios diversos.4 Os parafusos e porcas devem ser de material não atacável pelo fluido interno de operação do vaso. com exceção das vigas principais de sustentação de bandejas. 10.2 As peças que normalmente fazem parte do projeto do vaso é de responsabilidade do projetista (exceto quando especificado de outra forma) são: grades. exigindo-se.: série 40S. sempre que possível.7 Tubos e acessórios interno não pressurizados de aços de alta liga (11-13 % Cr ou acima). ser feita pela parte de cima. b) tubos acima de 1 1/2” D. grades e similares devem ser projetadas de forma que o peso máximo.3 As peças e materiais que normalmente não fazem parte do projeto do vaso é de responsabilidade do projetista (exceto quando especificado de outra forma) são: catalisadores.N. distribuidores.: série 10S ou fabricados de chapa bitola 12 USS (0. 10. devendo entretanto estarem situados na mesma linha vertical. devem ter as seguintes espessuras nominais e classes de pressão mínimas: a) tubos até 1 1/2” D. 10. vigas de sustentação de bandejas e de grades.: 6 mm de parede.N-253 REV. 10. 28 .1.

escadas ou outras estruturas. berços e selas de sustentação para vasos horizontais. anéis de reforço para vasos de paredes finas ou sujeitas à pressão externa. 29 . l) flanges cegos com juntas e parafusos. parafusos chumbadores. para a movimentação dessas peças internas. para bocas de visita. chapas ou outras peças necessárias à movimentação do vaso ou de suas partes. saia de suporte para torres e vasos verticais.5 Em todos os vasos deve ser previsto um meio de acesso permanente aos seguintes pontos: a) b) c) d) bocas de visita cuja linha de centro esteja a mais de 3 000 mm do solo. durante a montagem ou manutenção. estojos. h) estojos. m) sobressalentes para os bocais flangeados. 11. 11. instrumento de medição de nível. plataformas. porcas ou outras ferragens para fixação de revestimento contra fogo (“fire-proofing”). colunas ou orelhas de sustentação para vasos verticais. i) suportes para turcos de elevação da carga. que se aplicarem em cada caso: a) b) c) d) e) f) chapas de reforço de bocais e de bocas de visita. instrumento ou equipamentos que devem ter leitura ou operação local ou inspeção freqüente. material de proteção contra fogo.4 Os vasos verticais que possuam peças internas desmontáveis devem ter um turco colocado no topo. orelhas. barras. nas quantidades indicadas na RM.N-253 11 ACESSÓRIOS EXTERNOS REV. 11. flanges companheiros. quando existirem. 11. bocas de inspeção e bocais flangeados fechados. as seguintes peças externas não fazem normalmente parte dos vasos de pressão: a) b) c) d) e) f) válvulas e instrumentos de qualquer tipo. sempre que o topo do vaso esteja a uma altura superior a 3 000 mm do solo. k) turcos para as tampas de bocas de visita e outros flanges cegos. orelhas ou cantoneiras para suporte de tubulação. válvula de segurança ou de alívio. plataformas.1 Fazem parte do vaso as seguintes peças externas. material de isolamento térmico. porcas ou outras ferragens para suporte e fixação do isolamento térmico externo. escadas ou outras estruturas.3 Em vasos verticais. deve ser prevista a colocação de anéis suportes adequados para isolamento térmico e dispositivos de fixação do revestimento de proteção contra fogo.2 Exceto quando especificado em contrário. j) olhais de suspensão. cantoneiras. g) chapas de ligação. J MAI / 2004 11.

pode ser feita apenas a solda externa. Quando a solda interna for impraticável. Quando. de tal forma que não interfiram com os suportes do vaso nem com os bocais.6 As soldas no casco e nos tampos não devem interferir também com as peças internas soldadas ao vaso.1 Todas as soldas submetidas aos esforços de pressão. devem ser de topo.3 As soldas entre materiais que tenham “P-number” diferentes devem ser reduzidas ao mínimo.8 Os acessórios externos devem ser conforme a norma PETROBRAS N-2054. de penetração total. e também fora da parede de pressão do vaso. 12 FABRICAÇÃO 12. são proibidas soldas longitudinais do casco na geratriz inferior do vaso. 12.4 O projeto para fabricação do vaso deve indicar claramente a localização de todas as soldas no casco e nos tampos do vaso. essas soldas devem ser colocadas fora do contato do fluido contido no vaso. em cada caso. 12. todos os vasos devem ter um meio próprio e independente de acesso. Sempre que possível. As soldas do casco que ficarem ocultas por chapas de reforço devem ser esmerilhadas. respeitando o que prescreve o item 4.2.2.6 Exceto quando expressamente especificado ou permitido em contrário pela PETROBRAS.2.2. essa disposição for impossível. 12.8.2 As soldas dos pescoços dos bocais e das bocas de visita no casco devem também ter penetração total. 12. 11. devem ser previstos olhais para levantamento. feitas pelos 2 lados e radiografáveis. e respectivos reforços. sempre que possível. onde interferir com a sela.2 Soldas 12. devido à grande espessura da parede.1 Requisitos Gerais Devem ser obedecidos os requisitos da norma PETROBRAS N-268. 30 . J MAI / 2004 11.5 As soldas do casco e dos tampos devem ser dispostas. bocas de visita. Em vasos horizontais.7 Sempre que for necessário.2. examinadas por partículas magnéticas ou líquido penetrante e totalmente radiografadas. 11. o projeto da ligação soldada deve ser submetido à aprovação prévia da PETROBRAS. por meio de escada vertical ou inclinada. no casco e nos tampos.N-253 REV. adotando-se um método que garanta a qualidade da raiz da solda. 12.2. 12.

as soldas longitudinais de anéis adjacentes devem estar defasadas de 45°. Para diâmetros iguais ou superiores a 2 000 mm devem ser usadas chapas de comprimento comercial.2. não deve ser menor que 3 vezes a espessura da chapa mais fina. no mínimo. Nesses vasos. 12.11 Todas as soldas de peças ligadas ao casco externamente devem ter um cordão contínuo de selagem. as soldas de orelhas devem estar afastadas das soldas principais de uma distância. Em todos os vasos que devem sofrer tratamento térmico de alívio de tensões devem ser previstos furos de escape dos gases e alívio de pressão nas soldas de penetração parcial de por exemplo. os berços devem também ser localizados de maneira a não interferirem com as soldas circunferenciais do vaso e permitirem a inspeção dessas soldas. flange “slip-on” com o pescoço. 12. J MAI / 2004 12. com o mínimo de 50 mm.N-253 REV. devendo todas as soldas ter penetração total sem deixar vazios internos.15 Em todos os vasos que devem sofrer tratamento térmico de alívio de tensões não são permitidas quaisquer soldas de penetração parcial. 31 .7 Todas as soldas devem. 12. Nos vasos horizontais. 12. 12.2. conforme especificado no item 12. só sendo admitidas chapas menores para acerto.2. estar também em tal posição que seja possível a sua inspeção sem haver necessidade de desmontagem de peças internas do vaso.10 Sempre que possível. a solda da saia ao casco do vaso deve ser localizada de forma que não interfira com a solda do casco ao tampo inferior e permita a inspeção dessa solda. tanto quanto possível.9 Em vasos com diâmetro menor do que 2 000 mm. 12.8 Nos vasos verticais.2.14 A mesma sobreespessura para corrosão especificada para o vaso deve ser acrescentada à dimensão mínima da garganta das soldas em ângulo. em qualquer caso.12 Todas as soldas de peças ligadas ao casco internamente devem ter um cordão de selagem. As peças sobrepostas em vasos que operam em temperatura igual ou superior à ambiente devem ter um furo de respiro com diâmetro de 6 mm. com uma interrupção de 10 mm na parte inferior.2. no mínimo.13 A distância entre as bordas de 2 soldas de penetração total e paralelas.2. Fazem exceção a essa regra as soldas em ângulo de filete completo (“full fillet weld”). a solda do casco deve ser esmerilhada e examinada com partículas magnéticas ou líquido penetrante antes da soldagem da orelha. 12.2. para as quais esse acréscimo já é uma decorrência da geometria da solda.13. só se admite uma única solda longitudinal por anel.2.2.2. 12. Em diâmetros iguais ou superiores a 2 000 mm deve ser mantida a defasagem de 45° entre anéis adjacentes. Caso não seja possível evitar a interferência.

O procedimento para o alívio de tensões de soldas entre material ferrítico e austenítico.3. 12.4.aços-liga 1/2 % Cr .3.1.1 Nos projetos dos vasos de pressão deve ser especificada a inspeção radiográfica prevista pelo código ASME Section VIII Division 1 ou como necessário pelo serviço do vaso.3. . quando o tratamento térmico de alívio de tensões deve ser executado na faixa de 677 °C a 732 °C.3 Tratamentos Térmicos REV. à temperatura de 595 °C.aços C . 12. exceto quando garantidas as propriedades mecânicas através de testes realizados nos corpos de prova após tratamento térmico simulado. pelo menos.Mo: 690 °C.2 O tratamento térmico de alívio de tensões.3. exceto para temperaturas de projeto a partir de 482 °C. 12. .1 Radiografias 13. como especificado nos parágrafos UW-11 e UW-12 do código ASME Section VIII Division 1.1/2 % Mo: 690 °C.1 Em materiais com “P-number” 3 e com “P-number” 1 quando é exigido teste de impacto. Aplica-se os requisitos adicionais descritos nos itens 12. J MAI / 2004 No projeto mecânico dos vasos de pressão devem ser especificados e exigidos os tratamentos térmicos previstos pelo código ASME Section VIII Division 1 ou como necessário de acordo com o serviço do vaso. que seja feita a radiografia por pontos (“spot”) das soldas.2 Em todas as soldas de cascos e tampos em vasos de pressão exige-se.1 a 12.1. 13. b) a temperatura de revenimento (“tempering”). e deve ser verificado por testes de qualificação do procedimento. o tratamento térmico de alívio de tensões deve ser executado.4 A temperatura máxima de alívio de tensões ou tratamento térmico após a soldagem não deve exceder o menor dos seguintes valores: a) a temperatura máxima constante do código aplicável.aço-carbono e aço com 2 1/2 % a 3 1/2 % Ni: 650 °C.3 O tratamento térmico localizado só pode ser executado com aprovação da PETROBRAS. de soldas entre materiais dissimilares deve atender aos requisitos do material que exigir condições mais rigorosas. A Nota 1 da Tabela UCS-56 do código ASME Section VIII Division 1. no mínimo. 32 . caso o componente tenha sido submetido a esse tratamento na usina. deve ser aprovado pela PETROBRAS.N-253 12. não se aplica. 13 INSPEÇÃO 13. Nota: Os valores de temperatura se referem a soldagem somente entre os materiais indicados.3.1/2 % Mo e Mn .3. 12. c) os seguintes valores para os materiais indicados (ver Nota): .

exige-se radiografia 100 % das soldas longitudinais e circunferenciais do casco e das soldas dos tampos nos seguintes casos: a) vasos de aço-carbono com espessura superior a 19 mm quando a tensão de ruptura for 483 MPa (4 930 kgf/cm2) ou maior. 15.1 O projetista deve sempre calcular e indicar nos desenhos a PMTA e a pressão de teste hidrostático do vaso. uma nota de advertência proibindo o teste hidrostático com água em temperatura inferior a 15 °C. for superior a 50 ppm. para teores acima de 1/2 % Cr.2 Exceto para o caso de vasos integralmente construídos de materiais adequados para baixas temperaturas.N-253 REV.4 Para qualquer dos casos citados nos itens 15. é obrigatório que na placa de identificação do vaso haja nota de advertência sobre a água de teste hidrostático. verniz de secagem rápida a base de poliéster.3. J MAI / 2004 13. nesse caso.3 Inspeção Visual Deve ser executado de acordo com as normas PETROBRAS N-268 e N-269. Se o teor de cloretos na água. 13. 15. 13. com espessura superior a 19 mm ou qualquer espessura. 13. em quantidade suficiente para formar uma película contínua ao toque. nos desenhos do vaso. antes do teste hidrostático deve ser aplicado. 14 MONTAGEM A montagem dos vasos de pressão deve obedecer à norma PETROBRAS N-269. internamente. 33 .2 Outros Exames Devem ser realizados outros exames não-destrutivos conforme especificado no projeto e/ou exigido pelas normas PETROBRAS N-268 e/ou N-269.2 e 15. d) vasos em serviços cíclicos. 15 TESTE 15.1.3 Independentemente das exigências das normas de projeto. b) vasos de aços-liga Cr-Mo para qualquer espessura. quando a temperatura de projeto for superior a 400 °C. deve haver. A pressão de teste deve ser determinada conforme indicada no código ASME Section VIII. 15.3 O teor máximo de cloretos permitido na água deve ser definido pelo projetista. c) vasos de aço inoxidável austenítico. Para equipamento de aço inoxidável austenítico o teor máximo de cloretos permitido é 50 ppm.4 Inspeção Dimensional Deve ser executado de acordo com as normas PETROBRAS N-268 e N-269.

o teste pneumático só é admitido excepcionalmente.2 A categoria do vaso deve ser pintada junto à placa de identificação.6 Devem ser obedecidos os requisitos das normas PETROBRAS N-268 e N-269 para a execução do teste de pressão. conforme norma PETROBRAS N-1278. bocais e orelhas devem ser examinadas com partículas magnéticas ou líquido penetrante antes da realização do teste.5 Devido ao grave risco que representa. com letras do tamanho I. 15.1 A placa de identificação deve ser conforme a norma PETROBRAS N-2054. todas as soldas devem ter radiografia total e as soldas da saia. haver autorização da PETROBRAS. 16. J MAI / 2004 15. 15. _____________ /ANEXO A 34 .7 Quando um vaso fabricado no campo for testado pneumaticamente.N-253 REV. devendo em cada caso. 16 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO E CATEGORIA DO VASO 16.

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REV.N-253 REV. A. C. B. D. E. F. J MAI / 2004 ÍNDICE DE REVISÕES REV. J Partes Atingidas Revalidação Descrição da Alteração _____________ IR 1/1 . G e H Não existe índice de revisões.

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