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Renato Barros

Villas Madalena BB 2º V
Caminho Santo António 237
9000 – 020
Funchal

Exmº Senhor
Director Regional
Finanças da R.A.M.

Assunto: Processo de reclamação graciosa n.º 2810200704003381 –


Direito de audição

Vosso ofício: 4415 data 2007-07-26

Renato Barros reclamante nos custos de processo


acima identificados, casado residente Villas Madalena BB 2º
V Caminho Santo António 237 9000 – 020 Funchal
contribuinte número 136682596 reclamante nos autos de
processo acima identificados por não estar de acordo com a
proposta de decisão, que correrá como indeferimento vem,
dela responder, com toda a legitimidade, nos termos e com
os fundamentos seguintes

Questões de facto
I

O Forte São José , agora Principado do Ilhéu da


Pontinha não pertence ao território de Portugal por ter sido
vendido por El Rei conforme já foi demonstrado em oficio de
30 de Maio de 2007.
II
Constitui um território independente que faz fronteira
com Portugal, mais propriamente , com a Região Autónoma
da Madeira, norte o mar, sul o mar nascente Estrada o
molhe da Pontinha e poente o mar.
O governo português e muito bem inviabilizou por
motivos imperativos e nem respondeu a solicitações deste
território, pelo mesmo não se encontrar nem referido no
seu contexto territorial dado obviamente á respectiva
venda.
Devemos referir que esta situação não é anormal pois
a Rússia vendeu o Alasca que agora é pertença de outro
Estado e o Estado que Vossa Excelência representa muito
recentemente cedeu território integralmente.
Lembro o Forte São José foi vendido o Estado
português recebeu dinheiro, não foi ocupado nem integrado
nem anexado, nem anarquicamente declarado um estado
livre.
É a vontade e a autodeterminação de um povo. Não
somos dependentes de ninguém.
É um direito consagrado no Direito Internacional
Publico e nós temos esse direito e estamos a usá-lo de total
consciência e liberdade pelos Direito humanos.
Como no oficio anterior referi o Principado do Ilhéu da
Pontinha constitui um território independente que se rege
por lei constitucional e ordinária, tem população, bandeira
própria, governo próprio, moeda própria a sua história, e
reconhecimento internacional, incluindo obviamente o
Estado Português.

Questões de Direito

Não se integra, por isso, no artigos n.º 1,2,3,4 e 5 da


Constituição Portuguesa e artigo n.º 1 do IMI.
Assim, não deve incidir os artigos mencionados nos
articulados supra, nomeadamente os da C.P. n.º 1,2,3,4 e 5
da Constituição Portuguesa e artigo n.º 1 do IMI.

Pede Deferimento

O reclamante

Com os melhores cumprimentos

Funchal, 10 de Agosto 2007

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