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hpv 2010

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XI Semana da Comunidade UNIC RESPONSABILIDADE SOCIAL

Dra. Gloria Martinez Grazziotin Ginecologiasta e Obstetar pela FFFCMPA_ Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre. Mestrado MASTER DEGREE IN THE CLIMACTERIC AND MENOPAUSE pela International Menopause Society and Spanish Ministry of Health.

HPV HUMAN PAPILOMAVIRUS PAPILOMAVIRUS HUMANO

HPV

Conhecida desde a antiguidade, as infecções genitais pelo HPV chamaram atenção a partir da década de 80, quando se identificou a correlação destas lesões como câncer de colo uterino.

HPV
www.colodoutero.com.br

Mais de 150 tipos até o momento, foram identificados, dos quais apenas 35 tipos podem infectar a região anogenital feminina e masculina.

O HPV é um vírus universal, que não tem preferências, quer seja quanto ao sexo, idade, raça, localização.

HPV

O HPV é um vírus com DNA de dupla hélice, com aproximadamente 8.000 pares de bases nitrogenadas que codificam todas as funções do vírus. A partícula viral tem 55 nanômetros (nm) de diâmetro, sem envelope lipídico.

HPV e ONCOGÊNESE

PAPILOMAVÍRUS HUMANO
subtipos são denominados em ordem de descoberta novo subtipo: pelo menos 10% da seqüência genética da região E6, E7 e L1 difere do subtipo anterior; na totalidade genética, apenas 2-5% dos gens são diferentes entre os subtipos trofismo por epitélios específicos provavelmente por carga genética

HPV e ONCOGÊNESE
MANIFESTAÇÃO Pele Lesão plantar Lesões pele gerais Lesão palmar Anogenital Condilomatose NIC, NIV Neoplasias Cervical Anogential Laringe Oral Subungueal COMUM 1 2, 27 3,10 MENOS COMUM 2,4,63 1,4,7,26,28,29,57,60,65 2,26,27,28,29,41,49

6,11 16,18,31

2,16,30,40,41,42,44,45,54,55,61 6,11,30,34,35,39,40,42-45,51,52, 5659,61,62,64,66,67,69

16,18,31,45 6,16,18 6,11 16,18 3,6,57 16

6,10,11,26,33,35,39,51,52,55,56, 58,59,66,68 11,31,33 16,18,35

Mais de 55 tipos de HPV infectam a região anogenital nos seres humanos e podem causar desde as clássicas verrugas genitais ou condilomas até lesões displásicas de baixo e alto grau, dos quais cerca de 28 deles estão associados com câncer de colo uterino.

Os tipos de HPV podem ser classificados em vírus de baixo, intermediário ou alto risco, de acordo com o tipo de lesão a que estão mais associados.

HPV
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Os tipos HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51,52, 56, 58 e 66 são vírus de alto risco, podendo estar relacionado aos tumores.

Os tipos HPV 31, 33, 35, 39, 51 e 52 são de risco intermediário.

Os HPVs dos subtipos 6, 11, 41, 42, 43 e 44 estão associados a infecções benignas do trato genital

Como o condiloma acuminado ou plano, e estão presentes na maioria das infecções clinicamente aparentes causadas pelo vírus.

Normalmente, esses tipos não estão associados a displasias quando examinados pela histopatologia.

Os jovens representam o grupo com o maior número de infectados, chegando a taxas de 46% em mulheres de 20 a 30 anos. Estas taxas decrescem com a idade, 10% em mulheres com 40 anos e 5% em mulheres acima de 55 anos de idade.

A faixa etária de maior acometimento situa-se entre 20 e 40 anos com o pico de incidência entre 20 e 24 anos, tanto na população feminina como na masculina
.

O vírus entra em contato com as células do trato genital inferior e podem ocorrer três caminhos possíveis:

1 - A maioria dos indivíduos (>90%) consegue eliminar o vírus naturalmente em cerca de 18 meses, sem que ocorra nenhuma manisfetação clínica.

ELIMINAÇÃO DO VÍRUS , cura da infecção. 82% das mulheres 90% dos homens ficam curados - em média - em até 2 anos.

2 - Em um pequeno número de casos, o vírus pode se multiplicar e então provocar o aparecimento de lesões, como as verrugas genitais (visíveis a olho nu) ou "lesões microscópicas" que só são visíveis através de aparelhos com lente de aumento.

INFECÇÃO CLÍNICA lesões visíveis a olho nu . SUBCLÍNICA-lesões diagnosticadas na colposcopia ou citologia Oncótica ( papanicolaou)

Sabe-se que a verruga genital é altamente contagiosa e que a infecção subclínica tem menor poder de transmissão, porém esta particularidade ainda continua sendo muito estudada.

3 - O vírus pode permanecer "adormecido" (latente) dentro da célula por vários anos, sem causar nenhuma manisfetação clínica e/ou subclínica. A diminuição da resistência do organismo pode desencadear a multiplicação do HPV e, consequentemente, provocar o aparecimento de lesões clínicas e/ou subclínicas.

LATENTE,o vírus fica escondido esperando a oportunidade de uma queda de imunidade permitir a infecção. 16% das mulheres 10% dos homens

Quanto tempo após ser infectado surgem as verrugas genitais? A incubação, ou seja, o período necessário para surgirem as primeiras manifestações da infecção pelo HPV é de aproximadamente 2 a 8 meses, mas pode demorar até 20 anos!

Assim, devido a esta ampla variabilidade para que apareça uma lesão, torna-se praticamente impossível determinar em que época e de que forma um indivíduo foi infectado pelo HPV.

Qual a relação entre o HPV, verrugas genitais e o câncer? Os tipos de HPV relacionados ao câncer do colo do útero normalmente não são os tipos que causam as verrugas genitais; estas últimas costumam ser causadas por tipos de "baixo risco". .

Tipos : 6, 11, 41, 42, 43 e 44

causadas por tipos de "baixo risco".

Um pequeno número de tipos de HPV chamados de "alto risco" estão relacionados ao desenvolvimento de câncer do colo do útero, vagina, vulva, pênis e ânus. Todos estes cânceres possuem tratamento e podem ser detectados precocemente através de exames simples e periódicos, ou seja, em consulta médica de rotina.

Tipos :16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51,52, 56, 58 e 66,
"alto risco

Grupos HPV baixo risco

Grupo HPV alto risco

Tipos : 6, 11, 41, 42, 43 e 44. Estão associados às infecções benignas do trato genital como o condiloma acuminado ou plano e neoplasias intraepiteliais de baixo grau. Estão presentes na maioria das infecções clinicamente aparentes (verrugas genitais visíveis) e podem aparecer na vulva , no colo uterino, na vagina, no pênis, no escroto, na uretra e no ânus.

Tipos :16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51,52, 56, 58 e 66, preferencialmente os tipos 16 e 18. Possuem uma alta correlação com as neoplasias intraepiteliais de alto grau e carcinomas do colo uterino, da vulva, do ânus e do pênis (raro).

O curso da infecção pelo HPV é igual para o homem e a mulher? Tanto o homem como a mulher que estão infectados pelo HPV e que não possuem verrugas visíveis, na maioria das vezes desconhecem que são portadores do HPV, e que podem transmitir o vírus aos seus parceiros sexuais.

A evolução, a manifestação e o tratamento são diferentes no homem e na mulher. Isto se deve, principalmente, às diferenças anatômicas e hormonais existentes entre os sexos. Na mulher existe um ambiente mais favorável para o desenvimento e multiplicação do HPV, podendo ocorrer complicações mais sérias, como lesões, que se não tratadas podem evoluir para câncer.

Como acontece a infecção?

HPV e Fases da Infecção Viral ± Patogênese 1. Entrada no hospedeiro (ataque) Após o contato com uma pessoa infectada, o HPV inicia o ataque que ocorre em uma célua alvo (geralmente células da camada basal ou parabasal), que apresenta um receptor específico.

O vírus penetra através de: Solução de continuidade, que são lesões na pele ou mucosa. Zonas de Transformação (ZT), que é a transição entre dois epitélios diferentes: Colo uterino; Locais do trato respiratório superior (cavidade nasal, paranasal e seios da face); Brônquios.

2. Replicação primária (penetração) Ocorre nas células basais e parabasais do epitélio escamoso. Tem centenas de partículas virais maturas. Não está integrado ao genoma do hospedeiro (forma epissomal).

3.Abertura e dispersão no hospedeiro (uncoating) 4.Tropismo celular e tecidual (transcrição) 5. Resposta imunológica do hospedeiro (translação) 6. Replicação scundária (replicação) 7.Montagem das partículas virais (dano celular) 8.Maturação e liberação (persistência)

HPV tem cura? Posso ficar com esse vírus para sempre?
A implantação e multiplicação do HPV depende da imunidade de cada um.

ELIMINAÇÃO DO VÍRUS , cura da infecção. 82% das mulheres 90% dos homens ficam curados - em média - em até 2 anos.

Em condições normais, o tempo de evolução entre o contato com o HPV e o desenvolvimento do câncer do colo do útero dura em média 10 anos. ...

É bom ficar claro que não há um medicamento específico contra o HPV. Quem barra esse agressor é o sistema imunológico da paciente. Por isso, o sucesso do tratamento depende muito da resistência orgânica.

Mas também há casos em que o tratamento demora a surtir efeito, não porque a mulher esteja com baixa resistência imunológica, mas por estar sendo recontaminada pelo parceiro durante a relação sexual.

Vias de transmissão do HPV

TRÊS VIAS DE TRANSMISSÃO

1-SEXUAL : REPRESENTA A GRANDE MAIORIA DOS CASOS 2-NÃO SEXUAL : FÔMITOS TOALHAS, ROUPAS ÍNTIMAS, MATERIAL / INSTRUMENTAL GINECOLÓGICO AUTOCONTAMINAÇÃO 3-MATERNO-FETAL :PASSAGEM DO FETO PELO CANAL DE PARTO CONTAMINADO CONTAMINAÇÃO DE LÍQUIDO AMNIÓTICO PASSAGEM TRANSPLACENTÁRIA

FATORES DE RISCO

PARCEIROS SEXUAIS VARIADOS ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE PARCEIRO SEXUAL PROMÍSCUO Pilula POR LONGO PRAZO 1º PARTO (MENOR DE 16 ANOS) TABAGISMO BAIXO NÍVEL SÓCIO-ECONÔMICO

Detecção do HPV O método mais simples de detecção do HPV é a observação das verrugas genitais a olho nu. Entretanto, estima-se que apenas 5 % dos pacientes com infecções pelo HPV apresentam condilomas típicos (verrugas visíveis) e que a grande maioria dos casos são subclínicos, portanto, assintomático, o que muitas vezes dificulta um diagnóstico .

O diagnóstico das infecções subclínicas baseia-se principalmente no exame de Papanicolaou ou citopatológico e na Genistoscopia, que se utilizam de reagentes e lentes de aumento.

Papanicolaou ou Citologia Oncótica é a coleta de material do colo do útero durante o Exame Ginecológico. Este material é colocado numa lâmina que é encaminhada para laboratórios especializados onde serão procuradas células com suspeitas de infecção por papilomavírus (HPV) ou células com características de lesões precursoras do colo do útero.

Outros métodos, como colposcopia, biópsia dirigida e biologia molecular, são utilizados na identificação da infecção

PCR ou a captura híbrida utilizados principalmente nos casos de infecções recorrentes e persistentes para identificação do DNA HPV proporcionando um melhor direcionamento na conduta a ser adotada com este paciente, tratamento ou apenas controle.

Quais são os resultados do Papanicolau?
Alguns exames podem simplesmente afirmar que o resultado de um exame de Papanicolau foi normal ou anormal, outros podem lançar mão de siglas como ASCUS, LSIL (NIC1) ou HSIL (NIC 2 e 3)

Quais são os resultados do Papanicolau?
ASCUS é a sigla em inglês para células escamosas atípicas de significância indeterminada. Um diagnóstico de ASCUS significa que as anormalidades encontradas nas células cervicais são leves e sua natureza incerta.
Cerca de 5% a 17% das mulheres com esta atipia apresentam diagnóstico de neoplasia intra-epitelial II e III 0,1% a 0,2%, de carcinoma invasor no exame histopatológico, demonstrando, assim, baixo risco de lesões mais avançadas(.

Combate ao HPV - Tratamento
O tratamento do HPV pode ser feito através de diversos métodos, cada um com suas limitações e com variados graus de eficácia e aceitabilidade por parte do paciente. Estes métodos podem ser divididos em químicos, quimioterápicos, imunoterápicos e cirúrgicos.

· Químicos mais utilizados são ácido tricloroacético a 80% - 90%, podofilina; · Quimioterápicos: 5 fluorouracil, interleucina 2; · Imunoterápicos: Interferon alfa e beta, imiquimod e retinóides.

Cirúrgicos: temos a curetagem, excisão com tesoura, excisão com bisturi e os mais atuais que são excisão com alça de cirurgia de alta freqüência (CAF) e o LASER. A associação entre métodos, como por exemplo LASER e interferon, tem se mostrado um tratamento com bons resultados.

Como não existe tratamento definitivo para os vírus em geral, o combate a esse tipo de microorganismo depende muito do sistema imunológico de cada um.

Em relação ao HPV são inúmeras as modalidades de tratamento, cada qual com suas características de ação e efeitos colaterais. Sendo assim fica claro que nenhuma delas pode ser considerada como terapêutica única e ideal ou oferecer uma cura.

Cabe aos médicos avaliar quem irá se beneficiar com algum tipo de tratamento. O tratamento vai depender de alguns fatores: a. Da confirmação da presença do vírus; b. Se ele é ou não oncogênico; c. Da quantidade de vírus no material examinado; d. Local das lesões; e. Se as lesões são localizadas ou disseminadas; f. Tamanho das lesões; g. Tipo de infecção (clínica, subclínica ou latente).

PORQUE TRATAR?

1. Ao eliminar as lesões HPV induzidas com algum tipo de cauterização, estamos estimulando o sistema imunológico na eliminação do vírus. 2. A eliminação das lesões pode prevenir a sua transmissão. 3. A infecção pelo HPV é uma DST e como tal deve ser diagnosticada e tratada, além de aproveitarmos a oportunidade para pesquisar outras DST, avaliar e tratar os parceiros contaminados.

MEDIDAS DE APOIO AO TRATAMENTO São indicadas medidas de apoio ao tratamento: - Associação de vitaminas para aumentar a resistência, tais como a vitamina A, complexo B e C. - Medidas higiênicas e cuidados locais. - Pausa sexual e utilização de preservativos. - Apoio psicológico individual e ao casal. - Orientação quanto à dieta, fumo e avaliação do ou da parceira.

O TRATAMENTO DO PARCEIRO INTERFERE NA EVOLUÇÀO DA PARCEIRA? SIM ! O parceiro pode apresentar lesões contaminantes de HPV ou outra DST associada, e como portador de uma DST deve ser avaliado e tratado o mais precoce possível.

HPV e Sexo Oral O sexo oral é uma das maneira pelas quais pode ocorrer a transmissão de várias DSTs. Em relação ao HPV podemos encontra lesões verrucosas no interior da boca, na língua, no freio sub-lingual, nos lábios, e até mais internamente como nas amigdalas, cordas vocais, faringe e laringe.

Tanto a pessoa que tem a lesão oral pode contaminar o genital de seu parceiro quanto a que apresenta uma lesão genital pode contaminar a boca do outro.

Felizmente estudos evidenciam que apesar do sexo oral ser muito freqüente, é baixa a incidência de lesões na cavidade oral por HPV em pessoas que fazem sexo oral em parceiro infectado pelo HPV. Esse fato se deve pela presença de imunoglobulinas na saliva que aumenta as defesas imunológicas.

HPV no Homem 65% das infecções regridem espontaneamente, 14% possuem um alto índice de recorrência (reaparecimento) e 45% dos pacientes tratados podem manter o vírus latente, ou seja, serem portadores.

As localizações mais freqüentes no homem são: Prepúcio - 60 a 90% dos casos Corpo do pênis - 8 a 55% dos casos Glande - 1 a 20% dos casos Escroto - 5 a 20% dos casos. Uretra - 9 a 21% - contaminação uretral cuja manifestação algumas vezes é na forma de verruga que se exterioriza pelo meato.

O câncer peniano é uma neoplasia rara em nações desenvolvidas, correspondendo a cerca de 0,4% dos tumores no homem. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, as incidências variam de 1% a 4% nas regiões Sul e Sudeste e de 5% a 16% no Norte e Nordeste.

A ausência de lesão visível ou outra condição associada ao HPV não deve excluir a indicação de pesquisar o vírus. Existem muitos homens infectados sem diagnóstico, pois a maioria dos casos de HPV está no grupo de outras doenças (32,5%). Resumindo, a pesquisa da infecção pelo HPV deve ser realizada, tanto nos parceiros de mulheres com HPV, como nos homens com suspeita de estarem infectados por esse vírus.

INDICAÇÃO DE PENISCOPIA 1 - parceiros de mulheres com HPV e neoplasia de colo uterino; 2 - homens com balanopostite de repetição; 3 - homens com outras DST; 4 - homens que apresentaram verrugas no passado; 5 - pacientes com múltiplas parceiras; 6 - exame pré-nupcial 7 -início de novo relacionamento, a pedido do casal.

HPV Leite Materno, suor, saliva Como não existe uma viremia clássica não há presença de partículas do HPV no leite materno.

HPV e Câncer do Colo Uterino O câncer de colo uterino é a segunda neoplasia mais comum em mulheres em todo o mundo, corresponde anualmente a 15% de todos os casos de tumores femininos. No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama.

Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres e trata-se de uma doença que pode ser prevenida.

O DNA do HPV é encontrado nos casos de neoplasia intra-epitelial cervical (NIC) em taxas que variam de 40% a 70%, enquanto que nos casos de câncer de colo uterino as taxas são superiores 95%. A incidência da infecção genital pelo HPV vem crescendo no mundo todo.

Quantas vacinas contra HPV existem? Vacina quadrivalente (HPV 6, 11, 16, 18) da Merck Sharp & Dohme (MSD) Vacina bivalente HPV 16, 18) da Glaxo Smith Kline (GSK), Instituto Nacional do Cân cer (Es ta dos Uni dos) e Instituto Butantan (Brasil).

De que é feita a vacina?
É feita de virus like particle VLP O VLP imita o HPV fazen do com que o organismo iden tifique tal estrutura como um invasor e produza contra ele um mecanismo de defesa, de proteção. Esse sis te ma é bem conhecido, seguro e usado há muito tempo com a vacina contra a hepatite B. Na sua fabricação não envolve deriva dos de células hu ma nas e não possui risco de causar qual quer doença infecciosa.

É importante enfatizar que esta vacina não protege contra todos os subtipos do HPV. Sendo assim, o exame preventivo deve continuar a ser feito mesmo em mulheres vacinadas.

Como devo me prevenir? manter cuidados higiênicos; ter parceiro fixo ou reduzir o número de parceiros; usar preservativo durante toda a relação sexual; visitar regularmente seu ginecologista para fazer todos os exames de prevenção. É importante que o parceiro também procure um médico para verificar se ele está com o vírus.

Passo a passo: Sempre coloque a camisinha antes do início da relação sexual; Coloque a camisinha quando o pênis estiver duro; Encaixe a camisinha na ponta do pênis, sem deixar o ar entrar; Vá desenrolando até que ele fique todo coberto; Não deixe a camisinha ficar apertada na ponta do pênis deixe um espaço vazio na ponta da camisinha que servirá de depósito para o esperma; Aperte o bico da camisinha até sair todo o ar, mas cuidado para não apertar com muita força e estragar a camisinha; Se ela não ficar bem encaixada na ponta, ou se ficar ar dentro, a camisinha pode rasgar.

Muito Obrigada!

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