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SIDENGE

CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA.

PPRA / PCMAT
Programa de Prevenção Programa de Condições e Meio
de Riscos Ambientais Ambiente de Trabalho na Indústria
da
Construção.

Obra : Prestação de Serviços

Dia: 12 de junho de 2002.


SIDENGE

SIDENGE

Aprovado : Eng.º . José Alfredo Nogueira

Coordenador: Eng.º de Segurança . Márcio Paiva de Lima

Acompanhantes: Dr. Ricardo de Almeida Pitta

T.S.T. Felipe da Silva Gonçalves

RAZÃO SOCIAL : SIDENGE CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA.


PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NA INDUSTRIA 1

Rua Ari Barroso, 249 conj. 101 - Sta. Inês - CEP 27.264-330 - Volta Redonda / RJ
Tel.: (024) 3348-3729 Fax (024) 3343-1298
e-mail: sidenge@quick.com.br
SIDENGE
CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA.

ENDEREÇO : Rua Ari Barroso N º 249 Conjunto 101

BAIRRO : Santa Inês

CIDADE : Volta Redonda Estado : Rio de Janeiro

CEP : 27 . 264 - 330

TEL. : ( 24 ) 348 - 3729 FAX : ( 24 ) 343 - 1298

CNPJ : 00 . 570 . 396 / 0001 - 02

ATIVIDADE PRINCIPAL : Construção Civil

CNAE ( Código Nacional de Atividade Econômica ) : 45292

GRAU DE RISCO : 4

N.º DE FUNCIONÁRIOS : Homens : 76


Mulheres: 02

DATA / PERÍODO : A partir de 12/06/2002.

1 - ASPECTOS GERAIS

1.1 - CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

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A Sidenge Construção Civil Ltda situada na área interna da CSN é uma


empresa que atua no ramo de Construção Civil, trabalha de forma integra para
atender seus clientes.

Devido às suas atividades, diversos são os seus riscos, tornando-se assim este
programa um conjunto de ações integradas de forma a garantir em sua unidade,
procedimentos uniformes e padronizados de identificação, eliminação e/ou
neutralização dos riscos presentes nas atividades desenvolvidas por nossos
empregados.
A responsabilidade de fazer cumprir o que o programa se propões, é obrigação
do Engenheiro de Obra, devendo cada um em sua área entender e aceitar como
sua responsabilidade pelos resultados das ações propostas.

1.2 - VISÃO
Melhorar constantemente nossos índices de segurança.

1.3 - MISSÃO
Criar condições propícias para o desenvolvimento de um ambiente seguro e
saudável para evitar que nossos empregados se exponham a riscos à saúde,
estabelecendo um processo contínuo de melhoria dos postos de trabalho pela
identificação e neutralização de riscos pelo seu eficaz gerenciamento e por
processos padronizados.

1.4 - OBJETIVO
• Preservar a saúde e integridade dos nosso empregados através da
antecipação, reconhecimento, avaliação e consequentemente controle de
riscos ambientais presentes em sua atividade.
• Atender à Política de Qualidade em Segurança e Saúde Ocupacional da
Sidenge Construção Civil Ltda.
• Manter um fluxo permanente de ações preventivas que permitam manter os
índices de acidentes e doenças ocupacionais dentro de padrões de
excelência definidos por organismos internacionais.
• Manter aderência às Normas Regulamentadoras estabelecidas pela portaria
3.214/78, em especial à NR9.

1.5 - COORDENAÇÃO DO PROGRAMA


Fica designado o Sr. Márcio Paiva de Lima (Eng.º de Segurança), como
coordenador do PPRA a quem caberá tomar as medidas que se fizerem
necessárias para garantir seu cumprimento.
1.5.1 - Responsabilidade

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Do coordenador:
• Reportar à todos as não conformidades do presente programa;
• Estabelecer em comum acordo com o Engenheiro de Obra as prioridades de
ações a serem desenvolvidas em cada área em função dos riscos
ambientais presentes;
• Exigir do Engenheiro de Obra a relação atualizada de cada área;
• Manter cópia atualizada do Programa para vistoria dos órgãos fiscalizadores;
• Treinar todos os funcionários de produção sobre tópicos e propósitos deste
Programa;
• Garantir a padronização dos processos estabelecidos nesse Programa e
outros que venham a se tornar necessários.

Do Engenheiro de Obra:
• Cumprir e fazer cumprir o disposto nesse Programa;
• Treinar seus empregados nos processos e métodos de trabalho;
• Reportar mensalmente ao Coordenador do programa as ações
desenvolvidas em sua área de atuação e todos os desvios de resultados;
• Elaborar anualmente o relatório para correção, eliminação ou neutralização
dos riscos ambientais porventura existentes em sua área.
• Conhecer os diversos processos de trabalho de sua área e os riscos
ambientais;
• Cumprir as determinações definidas em comum acordo com o Coordenador
do Programa.

Da Diretoria:
• Promover e alocar os recursos necessários para implantação das medidas,
métodos ou mudanças de processos que se fizerem necessários para
correção, eliminação ou neutralização dos riscos ambientais.
• Garantir que cada Engenheiro de Obra reporte ao Coordenador do programa
as ações de sua área;
• Agendar uma reunião trimestral com o Coordenador para análise do
Programa.

2 . PLANEJAMENTO ANUAL

2.1 - METAS

2.1.1 - Geral

Eliminar ou neutralizar os riscos ambientais presentes a níveis mínimos e no


máximo compatíveis de tolerância da NR - 15 da Portaria 3.214/78, onde
porventura existir.
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2.1.2 - Específicos

Cada setor deverá listar o que, como, quando e onde serão desencadeadas as
ações que eliminem ou neutralizem os riscos ambientais presentes.

2.2 - PRIORIDADES

Cada setor deverá definir juntamente com o coordenador quais são as áreas
prioritárias para efetiva atuação, lembrando que os setores com os maiores
potenciais de perdas deverão receber prioridades durante as avaliações pelo
coordenador do PPRA.

2.3 - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PPRA

Todas as ações constantes dos cronogramas setoriais deverão iniciar, seguindo


as recomendações definidas de comum acordo entre o engenheiro e o
coordenador do PPRA. Cada setor tem liberdade de estabelecer os prazos e
responsabilidades de acordo com os recursos disponíveis, lembrando que os
resultados alcançados deverão estar alinhados com os constantes do
documento base.

3 . ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO

3.1 - IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS


Em cada setor deverá ser desenvolvido um programa de incentivo para que
todos os empregados participem na fase de identificação dos riscos presentes
nos ambientes de trabalho.
Nessa fase será de grande importância o desenvolvimento de inspeções de
segurança a serem realizadas pelo engenheiro juntamente com sua equipe para
que seja feito um rastreamento em todas as atividades.

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Nas descrições de todas as tarefas deverão constar quais os riscos das


atividades e o controle do risco.
Periodicamente serão realizadas revisões nestas tarefas para checar se não
houveram modificações nos riscos listados. Todos os riscos identificados serão
cadastrados. Algumas das ferramentas para identificação dos riscos potenciais
à saúde serão as avaliações preliminares, as entrevistas preliminares, as
entrevistas com os empregados, o mapa de riscos e setores operacionais, o
levantamento das condições insalubres e periculosas, as informações da área
médica.

3.2 - AVALIAÇÃO DO RISCO


Deverão ser realizadas avaliações qualitativas e quantitativas, controles
biológicos e quaisquer outras atividades que se julgarem necessários para o
conhecimento do risco e seu potencial de perdas de danos à saúde.

3.3 - PROGRAMA DE CONTROLE DE RISCO


Uma vez identificado um risco ele deverá ser objeto de análise pela equipe de
segurança, devendo estabelecer os procedimentos de eliminação ou
neutralização do risco, de acordo com os programas técnicos disponíveis,
tecnologia envolvida e disponibilidade de recurso.
O engenheiro deverá manter um relação atualizada de todos os riscos
identificados e solucionados de sua área, mantendo estreito o seu
relacionamento com Coordenador do programa para acompanhamento das
ações preventivas e corretivas.
Deverá constar de cada programa de controle o risco de cada área quais serão
as medidas de proteção coletiva, equipamentos de proteção individual,
treinamentos, procedimentos padrões ou outras que se farão necessárias para
controle do risco.
3.4 - FLUXO DE INFORMAÇÕES
Uma vez identificado um risco, os responsáveis das áreas deverão ser
notificados, a área da saúde informada sobre necessidade de controle biológico
onde couber, o setor de segurança deverá comunicar, para assessorar o
engenheiro da área e manter o relatório de risco.

3.5 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÕES AMBIENTAIS


Os levantamentos ambientais para conhecimento do risco deverão ser
elaborados onde o Coordenador e seus auxiliares julgarem necessário.
Ressaltando que em primeiro lugar todo o ênfase deve ser dado a medidas
administrativas que neutralizem os riscos, antes de pesquisas com métodos
mais caros e de eficiência questionável.
As avaliações ambientais deverão seguir os procedimentos técnicos
estabelecidos pela NR 15 da Portaria 3.214/78 as FUNDACENTRO da ABNT
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retratando as exposições de cada função, grupo de trabalhadores, riscos dos


postos de trabalho.
As avaliações ambientais que porventura venham a ser feitas por pessoal
especializado inteiramente ou empresa de consultoria externa contratada. Não
será permitida a realização de levantamentos individuais por pessoas não
autorizadas pelo Coordenador. Nenhuma área poderá efetuar esses
levantamentos de própria vontade, divulgar dados não oficiais da empresa para
evitar interpretações errôneas e conflituosas que não retratem a realidade dos
fatos.
A divulgação externa de qualquer dado de levantamentos ambientais só poderá
ser feita pelo Coordenador ou por pessoa designada por ele ou pela Diretoria da
empresa. O Coordenador manterá um cópia para acesso aos trabalhadores
interessados e aos órgão fiscalizadores.

4 . REGISTRO E MANUTENÇÃO DO PPRA

4.1 - REGISTRO
Todos os dados constantes deste Programa deverão ser mantidos arquivados
por um período mínimo de 20 (vinte) anos conforme preceitua a NR 9.3.8.2. Os
dados constantes do programa de Controle médico e Saúde Ocupacional
(PCMSO) deverão ser mantidos arquivados 20 anos conforme preceitua NR
7.4.5.1. esse registro de dados constituirá o banco de dados do desenvolvimento
do PPRA na empresa, compondo um histórico do conjunto de ações integradas
e implementadas para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para
nossos empregados.
4.2 - MANUTENÇÃO
Os dados constatados neste Programa deverão estar arquivados.
Anualmente todo o Programa deverá ser revisado, estabelecendo novas metas
ou melhorias onde se fizer necessário. O Coordenador do programa deverá
convocar todos os engenheiros para uma reunião de avaliação e novas
definições, que serão conduzidas, onde a análise assim indicar e as não
conformidades deverão ser levadas a Diretoria para conhecimento e direção de
rota.

4.3 - DIVULGAÇÃO
Todos os dados estarão à disposição dos empregados, seus representantes
legais e órgãos fiscalizadores competentes, no setor de Segurança da empresa.
A divulgação do conteúdo do PPRA será feita aos empregados através de
reuniões periódicas com os supervisores e seus subordinados, e por outros
meios de comunicação disponíveis.

5. AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
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Mensalmente o engenheiros deve reunir com o Coordenador do Programa para


verificação do andamento das medidas implementadas e apresentação dos itens
de controle de sucesso do Programa.
O SESMT emitirá trimestralmente um relatório de avaliação dos riscos
ambientais para monitoramento da eficácia das medidas implementares.
O Coordenador do PCMSO deverá tomar de todos os riscos inseridos no PPRA
e desenvolver a metodologia de monitoramento de controle biológico conforme o
disposto na NR 7. Caberá aos Coordenadores do PCMSO informar ao
Coordenador do PPRA e aos engenheiros quando constatada a ocorrência ou
agravamento de doenças profissionais, através de exames médicos dos
empregados, solicitando medidas conforme o item 7.4.8 da NR 7.

6. DISPOSIÇÃO FINAL

A Diretoria expressa seu total apoio às medidas propostas no programa de


prevenção de Riscos Ambientais enfatizando a todos seus empregados e
engenheiros a responsabilidade de interromper qualquer atividade ou postura
que represente risco grave e iminente à saúde e segurança de nossos
empregados.

8 - METODOLOGIA

8.1 - Memorial de Risco de Acidentes e Doenças no Trabalho e/ou lesões e


medidas preventivas.

RISCO ATIVIDADE EPI EPC DOENÇAS LESÕES FUNÇÃO


TRABALHO
Radiação não Soldagem avental, Biombos Catarata Queimaduras Soldador e
ionizante blusão, Luva Maçariqueiro
de Raspa,
mascara
soldador,
óculos
maçariqueiro
Problemas Marteleteiro
Vibração Martelete, Luvas de Treinamento Úlcera nas
Lixadeira Raspa articulações e
aparelho
digestivo

Ruído Lixamento, Protetor Isolamento, Surdez Rompimento Marteleteiro


serra circular, auricular tipo biombos e profissional do tímpano Carpinteiro

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marreta, plug e barreiras Ajudante


martelo conchas
pneumático
Intoxicação Manuseio com Luvas, Sistema de Pulmonares Ajudante
produtos aventais de exaustão Pintor
químicos PVC, mascara
para produtos
químicos
Poeira Limpeza Máscara de Umedecer o Silicose Pulmonares Ajudante
Demolição pó local Marteleteiros
Queda de Içamento de Capacete, Isolamento , Fraturas e Trabalhadores
material peças botina de tela, rodapé traumatismo que ficam na
segurança área de risco
Queda em Geral Botina de Placas de Contusões e Trabalhadores
mesmo nível segurança segurança , fraturas que transitam
isolamento pela obra
Choque Circuitos Luvas para Aterramento Queimaduras Eletricista que
elétrico elétricos eletricista , etiquetas , parada cardio trabalha com
energizados botina sem cadeados , respiratória circuitos
componentes bloqueador energizados
metálicos

ATIVIDADE EPI EPC DOENÇAS LESÕES FUNÇÃO


RISCO TRABALHO
Queda em Trabalhos acima Cinto de Guarda Fraturas e Funcionários
diferença de de 2 metros de segurança corpo ,rede traumatismo que trabalham
nível altura e/ou com tipo pára- de proteção , em altura
risco de queda quedista com bandejas
dois isolamento
talabartes
Corte Lançamento de Luva de Treinamento Cortante Ajudante
cabos, raspa Maçariqueiro
transporte de Armador
chapas / tubos e
material
cortante
Corpo estranho Lixamento , Óculos de Isolamento , Irritação e Trabalhadores
esmerilhamento segurança e biombos e cegueira que ficam na
fragmentação protetor barreiras área de risco
respingo facial
Incêndio / Cilindros de Extintor de Queimaduras Maçariqueiros
explosão oxigênio e incêndio , e morte e
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acetileno gaiolas , trabalhadores


(termolene) placas e que
válvulas de manuseiam
retenção cilindros
Esforço Levantamento Luva de Talhas, Lombalgia Coluna Armadores
manual de peso Raspa Guindastes Ajudantes
e transporte com trava de
manual de segurança
peças
Monotonia e Digitação Pausa no Treinamento LER Mão / Ombros Operadores
Repetividade Trabalho de
microcomputa
dor

8.2 - Especificação Técnica de Equipamento de Proteção Individual.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA


INDIVIDUAL
AVENTAL DE RASPA Avental de raspa de couro com suspensórios para uso de
soldadores e maçariqueiros.
LUVA DE RASPA Luva de raspa de couro, cano curto e/ou cano longo uso :
lançamento de cabos, montagem, transporte de material
cortante, soldagem oxi-acetilenica e elétrica.
PERNEIRA DE RASPA Perneira de raspa de couro com fecho de velcro ou fivela,
uso : Maçariqueiro e Soldador.
MÁSCARA PARA SOLDAGEM Em celeron ou similar, tipo articulada, contra radiações
ELÉTRICA infravermelha e ultravioleta, visor com lente protetora, coroa
de suspensão regulável, uso :Soldagem e elétrica.
CAPACETE Capacete de segurança, casco plástico com aba, suspensão
ajustável e jugular, uso : Todos os trabalhadores no
perímetro da obra.
CINTO DE SEGURANÇA Cinto de segurança tipo pára-quedista confeccionado em
tiras, tipo suspensório, mosquetão com trava e talabarte de
nylon ou corrente, uso : montagem

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PROTETOR FACIAL Viseira plástica incolor transparente, com suspensão de


plástico regulável, uso : Lixamento e Pipe Shop.
PROTETOR AURICULAR Tipo auricular de inserção tipo plug, moldável com cordão de
plástico ou silicone, uso : Ruídos acima de 85 dB.
PROTETOR AURICULAR Abafador de ruídos tipo concha de plástico, almofadado de
espuma, recobertas de vinil, haste de plástico flexível , uso :
Ruídos acima de 85 dB.
LUVA DE PVC Pano liso sem forro, tamanho grande espessura média fundo
curto, uso : manuseio com produtos químicos.
MÁSCARA DE SEGURANÇA Respirador de segurança descartável, peça facial de fibra
prensada, uso : Poeira tóxicas.
MÁSCARA RESPIRATÓRIA Respirador de segurança facial de silicone ou plástico com
cartuchos (filtros) químicos, uso : Pintura e manuseio de
produtos químicos.
BOTINA COM BIQUEIRA Botina de couro com biqueira de aço ou similar em PU
compacto cor preta, uso : em locais onde há queda de
material e topadas.
BOTINA DE BORRACHA Bota de borracha, cano curto e cano longo, uso : em locais
úmidos e lançamento de concreto.

8.2.1 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

A lei n.º 6.514 de 22.12.77, altera a CLT no seu Capítulo V, que versa sobre
segurança e Medicina do trabalho.

Art. 157 - Cabe às empresas.

I - Cumprir e fazer cumprir as Normas de Segurança e Medicina do trabalho;


II - Instruir os empregados, através de ORDEM de serviços, quanto às
preocupações a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho e/ou doenças
ocupacionais.
III - Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo Órgão Regional
competente:
IV- Facilitar o exercício da fiscalização pela amortização competente.

Art. 158 - Cabe aos empregados:

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I - Observar normas de Segurança e Medicina do Trabalho, inclusive as


instruções do Art. 157;
II - Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos do capítulo sobre
Segurança e Medicina do trabalho;

PARAGRAFO Único

Constitui ATO FALTOSO do empregado a recusa injustificada por não observar


as instruções sobre segurança expedidas pelo empregador e o não uso dos
EPI's pela empresa.

CONSIDERAÇÕES SOBRE EPI's

Equipamento de Proteção Individual, conhecido simplesmente como EPI é um


equipamento de uso pessoal cuja finalidade é de neutralizar, ou na pior das
hipóteses, atenuar a ação do agente agressivo contra o corpo do usuário.
O EPI deve ser usado como complemento quando outros recursos de ordem
geral não trouxerem resultados satisfatórios, quando não houverem outras
medidas aplicáveis ou enquanto se aguarda uma solução definitiva para
determinados riscos. De qualquer forma, o uso de EPI deve ser limitado,
procurando-se primeiramente, eliminar ou atenuar o risco, mediante a adoção de
outras medidas de ordem geral.
A obrigatoriedade do uso de EPI's é prevista da CLT: Capítulo V seção I -
Normas Gerais e Atribuições, que diz no artigo 161: "Cumpre aos empregados
usar obrigatoriamente EPI's e demais meios destinados 1a sua segurança".
Na seleção de um EPI, deve ser levado em consideração: o grau de proteção
que o equipamento deve satisfazer, a facilidade para o seu uso ou se é
necessário usá-la em conjunto com outro, na seleção de trabalho, a parte do
corpo a proteger e o trabalhador que o usará. É importante observar que: "A
cada trabalho e a cada risco há um EPI correspondente".

ASPECTOS LEGAIS

A normatização vigente, NR 6, "EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL",


da portaria n.º 06, de 19.08.92 estabelece:

NR 6 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

6.1 - para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-


se EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) todo dispositivo de uso
individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e
a integridade física do trabalhador.
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6.2 - A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI's


adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento,
nas seguintes circunstâncias:

a) Sempre que as medidas de proteção coletiva forem inviáveis ou não


oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou
doenças profissionais e do trabalho;
b) Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
c) Para atender situação de emergência.

6.3 - Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, e respeitando-


se disposto no item 6.2, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os EPI's.

6.4 - A recomendação ao empregador, quanto ao EPI adequado ao risco


existente em determinada atividade, é de competência:
a) Do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho - SESMT;
b) Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, nas empresas
desobrigadas de manter o SESMT.

6.5 - O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser colocado à


venda, comercializado ou utilizado, quando possuir o CERTIFICADO DE
APROVAÇÃO - CA, expedido pelo Ministério do trabalho e da Administração -
MTA, atendido o disposto no subitem 6.9.3.

6.6 - Obrigações do Empregador:

6.6.1 - Obriga-se o empregador, quanto ao EPI à:


a) Adquirir o tipo adequado à atividade do empregador;
b) Fornecer ao empregado somente EPI's aprovados pelo INMETRO e de
empresas cadastradas no DNSS/MTA;
c) Treinar o trabalho sobre seu uso adequado;
d) Tornar obrigatório o seu uso;
e) Substituí-lo imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) Responsabilizar-se pela sua higiene e manutenção periódica;
g) Comunicar ao MTA qualquer irregularidade observada no EPI.
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6.7 - Obrigações do Empregado:

6.7.1 - Obriga-se o empregado, quanto ao EPI:


a) Usá-lo apenas para a finalidade que se destina;
b) Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para
uso.

Obs.: O não uso de EPI's por parte do empregador, torna-o passível de


aplicação de penalidades:

- Advertência por escrito (até 3 vezes);


- Suspensão do trabalho ( 1ou 2 dias);
- Demissão por justa causa.

O Art. 166, seção IV, Capítulo V da Consolidação das Leis do Trabalho, alterado
pela Lei n.º 6.514, de 1997, publicado no DOU de 23.12.77, estabelece:

"A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente,


equipamentos de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de
conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não
oferecem completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos
empregados".

A ficha do EPI deverá ser assinada e datada no verso pelo empregado, no


momento da entrega do EPI. Na segurança a distribuição de qualquer EPI e/ou
devolução, deverá também ser assinada e datada pelo empregado, por mais
simples que seja o EPI entregue e/ou devolvido.

8.3 - Especificação Técnica de Equipamento de Proteção Coletiva


Outros equipamentos poderão ser acrescidos conforme o desenvolvimento da
Obra..
EQUIPAMENTO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
PROTEÇÃO COLETIVA
GUARDA-CORPO Construída de material resistente com 1,20m para
fechamentos. Para andaimes material resistente com altura de
1,20, para travessão superior e 0,70m para o travessão
intermediário, rodapé com altura de 0,20m.
ATERRAMENTO Utilizando haste metálicas de cobre ou material adequado
seguindo normas técnicas específicas.
CORDA DE ISOLAMENTO Cordas de nylon 3/8 “ para isolamento de áreas de risco.
FITAS DE ISOLAMENTO Fitas zebradas (preta/amarela) de plástico modelo 3M para
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isolamento de áreas de risco.


CABO GUIA Cabo de aço ou material de resistência semelhante fixado em
pontos de fixação definitiva por meio de suporte de aço
inoxidável ou outro material de resistência e durabilidade
equivalente.
EXTINTOR DE INCÊNDIO Extintores do tipo CO2 , PQS, H2O colocados nos pontos de
maiores riscos.
REDES DE PROTEÇÃO Constituída de material plástico resistente
BIOMBOS Os biombos deverão ser metálicos no pipe-shop e de madeirit
(com proteção anti-chama) nas frentes de serviço.

8.4 - Projetos de Proteção Coletiva e Fase da Obra

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA


COLETIVA
GUARDA-CORPO Nas aberturas (PIT) dentro do canteiro de obras e frente de
serviço.
ATERRAMENTO Nos trabalhos com máquinas e equipamentos onde possa
ocorrer fuga de corrente.
CORDA DE ISOLAMENTO No isolamento de PIT e áreas de risco.
FITAS DE ISOLAMENTO No isolamento de área com risco de queda pôr diferença de
nível ou no mesmo nível e demarcação de área.
CABO GUIA Acima de 2m de altura e quando houver necessidade de
deslocamento ou não haver pontos de fixação do cinto de
segurança.
EXTINTOR DE INCÊNDIO Nos locais onde houver serviços a quente ou com riscos de
incêndio e/ou explosão.
PLACAS DE SEGURANÇA Em todo o perímetro da obra, com avisos de alerta,
atenção e cuidado.
BIOMBOS Nos serviços dentro pipe-shop e nas frentes de serviço.

9. MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS

9.1 - RISCOS AMBIENTAIS

GRUPO I - VERMELHO
Agentes Químicos: Poeiras, Fumos, Névoas, Vapores, Gases, Produtos
químicos, Neblina
GRUPO I - VERDE
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Agentes Físicos: Ruídos, Vibração, rad. ionizante /não ionizante, Pressões


anormais, Temperaturas externas, Iluminação deficiente, Umidade.
GRUPO I - MARROM
Agentes Biológicos: Vírus, Bactérias, Protozoários, Fungos, Bacilos, Parasitas,
Insetos.
GRUPO I - AMARELO
Agentes Ergonômicos : Trabalho físico pesado, Postura incorreta, Treinamento
inadequado, Trabalho em turno noturno, Atenção, Monotonia, Ritmo excessivo.
GRUPO - AZUL
Riscos Acidente: Arranjo físico, Máquinas equipamentos, Ferramentas
defeituosa, Eletricidade, Sinalização, Perigo de Incêndio / Explosão, Transporte
de materiais, Edificações, Armazenamento.

10 - LEVANTAMENTO AMBIENTAL

10.1 - OBJETIVO
Realizar levantamento ambiental de ruído, iluminação, produtos químicos da
Sidenge Construção Civil Ltda.

Obs.: Levantamento ambiental aos produtos químicos será realizado juntamente


com a contratante CSN através de contato com fornecedor fabricante.

10.2 - TÉCNICAS DE MEDIÇÕES E APARELHAGENS UTILIZADAS


10.2.1 - Ruído contínuo e/ou intermitente
Os níveis de ruído contínuo e/ou intermitente foram medidos em
DECIBÉIS, através de instrumento de nível de som digital

10.2.1.1 - Agente Físico

10.2.1.2 - Ruído

Vide tabela a seguir

NR 15 - ANEXO

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LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE

Nível de Máxima exposição diária permissível


ruído
85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

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Entende-se por ruído contínuo ou intermitente, para os fins de aplicação


de limites de tolerância, o ruído que não seja de impacto.
Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em
decibéis (dB) com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito
e compensação "A" e circuito de respostas lentas . As leituras devem ser feitas
próximas ao ouvido do trabalhador.
Os tempos de exposição ao níveis de ruído não devem exceder os limites
de tolerância fixados no quadro deste anexo.
Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário será
considerada a máxima exposição diária permissível relativa ao nível
imediatamente mais elevado.
Não é permitido exposição a níveis de ruído acima de 155dB (A) para
indivíduos que não estejam adequadamente protegidos.
Se durante jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de
exposição a ruídos de diferente níveis, devem ser considerados os seus efeitos
combinados de forma que se a soma das seguintes frações:

CI + C2 + C3 + ____ Cn
T1 T2 T3 Tn

Exceder a unidade , a exposição estar acima do limite de tolerância.

- Na equação acima Cn indica o tempo total em que o trabalhador fica exposto


a um nível de ruído específico e Tn indica a máxima exposição diária e
permissível a este nível, segundo o quadro deste anexo.
- As atividades ou operações que exponham os trabalhadores a níveis de
ruído, contínuo ou intermitente, superiores a 115dB (A), sem proteção
adequada, oferecerão risco grave e iminente.

12. PARECER TÉCNICO

As operações ou atividades que exponham os trabalhadores a níveis de ruído


acima dos limites de tolerância, da NR 15, Anexo n.º 1 da Portaria n.º 3.214 de
08.06.78 do Ministério do Trabalho, sem a proteção adequada , são
consideradas insalubres, classificadas em grau médio.
Insalubridade de Grau Médio: 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo.

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13 . CRONOGRAMA PRIORITÁRIO EDUCATIVO ANUAL PARA 2002

1 . Consideração Pessoal

1.1 - Curso para Membros da Cipa


carga horária: 18 horas
público: Membros da Cipa

1.2 - Curso de Primeiros Socorros


carga horária: 8 horas
público: Eletricista / Cipistas

1.3 - Treinamento Introdutório de Segurança


carga horária: 6 horas
público: Recém admitidos

1.4 - DDS
carga horária: 10 minutos / dia
pública : trabalhadores em geral

1.5 - Princípios Básicos da Prevenção e Combate e Incêndio


carga horária: 8 horas
público: Encarregados / Membros da CIPA

1.6 - Proteção Respiratória


carga horária: 3 horas
público: Trabalhadores em geral

1.7 - Proteção Auditiva


carga horária: 3 horas
público: Trabalhadores em geral

13.1 - Cronograma

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Trimestre 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre

Metas
Integração
Básica
Sidenge/CSN
Primeiros
Socorros
DDS

Proteção
Respiratória
Proteção
Auditiva
Noções -
Combate a
Incêndio
Treinamento
Específica de
Segurança

Contínuo -

Periódico previsto -

Reciclagem Geral a cada 3 meses -

Obs.: As avaliação dos componentes quantitativos e qualitativos dos Riscos


Ambientais da NR 9, foram fornecidos pela Higiene do Trabalho da contratante
(C.S.N ).

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