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CURSO BÁSICO do trabal. Portuario

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CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO

(CBTP)

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

2006

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO SIGLA: CBTP SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: Mínima 17 dias (CHD = 7h) Máxima 40 dias (CHD = 3h) CARGA HORÁRIA TOTAL: 120 HORAS

1 - PRÓPOSITO GERAL DO CURSO Habilitar profissional para o trabalho portuário, proporcionando-lhe conhecimentos básicos sobre os aspectos de competência individual e coletiva de sua atuação para: a) explicar a importância do relacionamento interpessoal nos resultados das organizações; b) descrever os direitos e deveres do cidadão e do trabalhador portuário de acordo com o estabelecido nas legislações pertinentes; c) aplicar técnicas de primeiros socorros; d) identificar os reflexos da Lei n.º 8.630/93 sobre a efetiva modernização dos portos; e) relacionar as normas de segurança e prevenção na saúde do trabalhador portuário; f) identificar as causas que provocam incêndio e os procedimentos para a sua prevenção e combate; g) diferenciar os diversos tipos de navios mercantes; h) descrever os diversos tipos de mercadorias, embalagens e avarias encontradas na movimentação de cargas nos portos; e i) utilizar procedimentos de qualidade ambiental inerentes ao trabalho portuário.

2 - DIRETRIZES GERAIS DO CURSO A) QUANTO À ESTRUTURAÇÃO DO CURSO a) a turma deverá ser constituída pelo número de alunos correspondente ao de vagas estabelecido no Programa do Ensino Profissional Marítimo (PREPOM). O mínimo de alunos, por turma, não poderá ser inferior a 50% desse número; b) o curso terá 100 (cem) tempos de aulas teóricas e 7 (sete) tempos de testes teóricos, 8 (oito) tempos para atividades extraclasse, reservando-se 5 (cinco) adicionais para suprir eventuais necessidades. As aulas expositivas terão a duração unitária de 50 minutos, com intervalos de 10 minutos, sendo a carga horária diária estabelecida

segundo a disponibilidade de cada local onde o curso for conduzido e do turno, conforme estabelecido nas Normas para o Ensino Profissional Marítimo (NEPM); c) serão destinadas 08 horas em atividades extraclasse para realização de visitas técnicas às instalações portuárias e embarcações mercantes; d) os critérios para admissão no curso serão estabelecidos pelos Órgãos de Gestão de Mão-de-Obra (OGMO), sendo recomendável a escolaridade no nível fundamental; e) o desenvolvimento do curso obedecerá às diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC); e f) as disciplinas, sempre que possível, deverão ser acompanhadas de demonstrações práticas. B) QUANTO ÀS TÉCNICAS DE ENSINO Conduzir o ensino por meio das seguintes técnicas: a) aulas expositivas com utilização de recursos instrucionais adequados ao conteúdo; b) dinâmicas de grupo; c) demonstrações práticas; d) palestras; e) simulação de situações; e f) visitas técnicas em instalações portuárias e embarcações mercantes.

C) QUANTO À FREQÜÊNCIA ÀS AULAS a) a freqüência às aulas e às demais atividades programadas é obrigatória; b) o aluno deverá obter 80% de freqüência no total das aulas, para cada disciplina e, 90% de freqüência no total das aulas ministradas no curso; e c) para efeito das alíneas descritas acima, será considerada falta: o não comparecimento às aulas, o atraso superior a 10 minutos do início de qualquer atividade programada ou a saída não autorizada durante o seu desenvolvimento.

D) QUANTO À AFERIÇÃO DO APROVEITAMENTO DO ALUNO a) o instrutor poderá realizar, opcionalmente, um pré-teste para melhor se situar quanto ao nível da turma. b) a avaliação do rendimento da aprendizagem será realizada por meio da aplicação de testes teóricos, com duração de 1 hora. c) a aprovação ocorrerá quando o aluno obtiver média 5,0 ou superior nos testes teóricos e apresentar freqüência conforme estabelecido no item C).

3 - DISCIPLINAS E CARGAS HORÁRIAS I - CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS .. II - NOÇÕES DE HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS ........................................... III - PORTOS E TERMINAIS PORTUÁRIOS .............................................................. IV - SEGURANÇA NO TRABALHO PORTUÁRIO ..................................................... 18 HORAS 14 HORAS 11 HORAS 14 HORAS

V - PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO ........................................................... 14 HORAS VI - NAVIOS E NAVEGAÇÃO MERCANTE ............................................................... VII - MERCADORIAS, EMBALAGENS E AVARIAS .................................................. VIII - MEIO AMBIENTE ................................................................................................... 13 HORAS 17 HORAS 06 HORAS

4 - APROVAÇÃO DO CURSO

APROVO de de 2006. CARGA HORÁRIA REAL: ATIVIDADES EXTRACLASSE: TEMPO DE RESERVA: CARGA HORÁRIA TOTAL: 107 HORAS 08 HORAS 05 HORAS 120 HORAS

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA I: CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS CARGA HORÁRIA: 18 HORAS - SUMÁRIO -

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimento sobre a importância das questões ligadas à cidadania e às relações interpessoais no ambiente de trabalho para o aumento da produtividade e da autoestima. 2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 1.1 1.2 1.3 Cidadania X Constituição Federal de 1988 ................................................... Conceituar cidadania de acordo com a Constituição. Identificar os direitos e deveres do cidadão preconizados na Constituição. Citar as responsabilidades do Estado estabelecidas na Constituição. 04 HORAS

2 Acordos e Convenções Coletivas de Trabalho .............................................. 2.1 Opinar sobre os principais itens do Acordo ou da Convenção Coletiva de Trabalho em vigor no seu porto. 2.2 Discorrer sobre os acordos firmados pelos trabalhadores portuários avulsos com os operadores portuários e/ou terminais de uso privado atuantes na área do porto. TESTE TEÓRICO ......................................................................................... 3 A importância do comportamento humano como referencial para os resultados das organizações ........................................................................ 3.1 Debater sobre a questão do homem como gerador, centro e receptor de qualquer idéia. 4 A Comunicação no Relacionamento Humano............................................... 4.1 Conceituar comunicação. 4.2 Julgar a importância da comunicação no trabalho. 5 A Importância do Trabalho de Equipe nas Atividades Portuárias ............... 5.1 Explanar sobre a importância do trabalho em equipe. 5.2 Diferenciar cooperação x competição; e missão organizacional x missão profissional. 5.3 Apontar a importância de cada um dentro de uma organização, de acordo com a visão sistêmica da ação. TESTE TEÓRICO .........................................................................................

04 HORAS

01 HORA

03 HORAS

02 HORAS

03 HORAS

01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos abordados; b) No desenvolvimento da disciplina, conduzir debates, enfatizando:  a relação e os objetivos de se trabalhar em equipe;  a influência do papel profissional e social de cada um, para a organização e para a sociedade; e  a motivação e a auto-avaliação das ações produtivas de cada um. c) Utilizar técnicas de dinâmica de grupo que promovam a discussão sobre assuntos de interesse comum. 4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem será efetuada, em duas etapas, por meio de testes teóricos. Para cada etapa será destinada uma hora, conforme a seqüência abaixo:  1ª etapa – abordando os conteúdos das Unidades de Ensino 1 e 2; e  2ª etapa – conteúdos das Unidades de Ensino 3, 4 e 5. 5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) Transparências b) Slides c) Filmes d) Artigos de jornais e revistas e) Outros a critério do instrutor 6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) ANTUNES, Celso. Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo. Vozes, 1999. b) BALLESTERO ALVAREZ, Maria Esmeralda. Mutatis Mutandis: dinâmicas de grupo para o desenvolvimento humano. 3. ed. SP: Papirus, 2002. c) BERGAMINI, C.W. Psicologia Aplicada à Administração de Empresas. São Paulo: Atlas. 1992. d) BERGAMINI, C.W.; CODA, Roberto. Psicodinâmica da Vida Organizacional – Motivação e Liderança. São Paulo:Atlas.1997. e) BOFF, Leonardo. A Águia e a Galinha – Uma Metáfora da Condição Humana. Rio de Janeiro: Petrópolis, Ed. Vozes, 1997. f) BORDENAVE, J. E. D. O que é participação. São Paulo: ed. Brasiliense. 1983. g) COVEY, Stephen. Os sete hábitos das pessoas muito eficazes. 4. Ed. Best Seller, 2000. h) DAVEL. Relações Humanas e Subjetividade. Petrópolis: Vozes,1996. i) DEEPACK, Chopra - As sete leis espirituais do sucesso. Ed. Best Seller. São Paulo. j) GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1996. k) GOUVÊA, Ruth – Recreação. Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro. l) JOST, Renate de Moraes. As chaves do inconsciente. Agir Editora. Rio de Janeiro.

m) KRANZ, Patrícia & QUINTINO, Milton et alii. (coords). Construindo Nosso Futuro: Guia do Cidadão. Rio de Janeiro: ISER/ SMAC, 1996. n) LENVAL, H. Lubienska - Problemas da Pedagogia Religiosa; Editora Flamboyant, São Paulo. o) LENVAL, H. A Educação do Homem Consciente; Editora Flamboyant; São Paulo. p) MALTZ, Maxwell. Liberte sua personalidade. Editora Record. Rio de Janeiro. q) MALTZ, Maxwell - Psicocibernética; Editora Record; Rio de Janeiro. r) MALTZ, Maxwell - A Imagem de Si Mesmo; Editora Record; Rio de Janeiro. s) MILITÃO, Albigenor & Rose. SOS Dinâmica de grupo. 1. Ed. Qualitimark Editora Ltda. Rio de Janeiro, 2000. t) MINICUCCI, Agostinho. Relações Humanas: Psicologia das Relações Humanas. São Paulo: Atlas, 2001. u) MONTESSORI, Maria - Pedagogia Científica; Editora flamboyant; São Paulo. v) MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: Livro Téc. e Científico, 1980. w) MOSCOVICI, Fela. Renascença Organizacional. Petrópolis:José Olympio. 1999. x) MOULY, George J - Psicologia Educacional; Livraria Pioneira Editora; São Paulo. y) NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Desenvolvendo as competências profissionais. 1. Ed. Érica Ltda, 2001.
z) PEASE, Allan. A linguagem do Corpo; Editora Record, Rio de Janeiro.

aa) PISANI, Elaine. Psicologia Geral. Porto Alegre: Vozes. 1995. bb) ROBINS, S. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: LTC. 1999. cc) WEILL, Pierre. o corpo fala; Editora Vozes; Rio de Janeiro. dd) WEILL, Pierre. Relações Humanas na Família e no Trabalho. Editora Vozes. Rio de Janeiro. ee) WEILL, Pierre. Sua Vida e Seu Futuro. Editora Civilização Brasileira S/a; Rio de Janeiro. ff) YOZO, Ronaldo Yudi K. 100 jogos para grupos. 7ª Ed. Agora. 1996.

INTERNET

 

Técnicas de Dinâmicas de Grupo – www.ancorarh.com.br/jdoquee.php ebooks gratuitos (Profa. Maria Luíza Marins Holtz) – www.mh.etc.br/ebooks.html

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA II: NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS CARGA HORÁRIA: 14 HORAS - SUMÁRIO 1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno noções básicas sobre a aplicação dos primeiros socorros para que o acidentado sobreviva até o atendimento médico. 2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 1.1 1.2 2 2.1 2.2 2.3 3 3.1 3.2 3.3 4 4.1 4.2 5 5.1 5.2 6 6.1 6.2 6.3 7 7.1 7.2 INTRODUÇÃO AOS PRIMEIROS SOCORROS ....................................... Conceituar primeiros socorros. Identificar partes da anatomia humana. FUNÇÕES DOS SINAIS VITAIS ................................................................ Explicar a importância das funções vitais: circulação e respiração. Detectar os sinais vitais: pulso, temperatura e respiração. Detectar os sinais de apoio: estado das pupilas, alteração da pele, sensibilidade/mobilidade e estado de consciência. HEMORRAGIAS......................................................................................... Conceituar hemorragia. Classificar os tipos de hemorragia. Citar os procedimentos de primeiros socorros em caso de hemorragia. ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS........................................................... Definir os tipos de alterações: choque e desmaio. Aplicar os procedimentos de primeiros socorros em casos de desmaios e choques. PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA...................................................... Reconhecer os sintomas da parada cardiorrespiratória. Relacionar os procedimentos de primeiros socorros em caso de afogamento e choque elétrico. 02 HORAS

02 HORAS

01 HORA

01 HORA

01 HORA

LESÕES TRAUMATO – ORTOPÉDICAS .................................................. 02 HORAS Conceituar lesão. Definir luxação e entorse. Aplicar as técnicas para imobilização em casos de lesões traumatoortopédica. LESÕES CAUSADAS PELO CALOR ......................................................... Classificar os tipos de queimaduras. Aplicar os procedimentos de primeiros socorros em caso de insolação e intermação. 01 HORA

8 8.1 8.2 9 9.1 9.2 9.3

INTOXICAÇÃO ............................................................................................ Conhecer as possíveis vias de penetração (respiratória, cutânea e digestiva). Aplicar os procedimentos de primeiros socorros em caso de intoxicação.

01 HORA

OUTROS PROBLEMAS MÉDICOS ............................................................ 02 HORAS Reconhecer os sintomas do infarto e de crise hipertensiva. Identificar os sintomas das emergências: cólica renal, diabetes, diarréia, febre e amidalite. Descrever os tipos de doenças sexualmente transmissíveis e os cuidados para prevení-las. TESTE TEÓRICO ......................................................................................... 01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos sobre os conteúdos abordados. b) O instrutor deverá simular situações de emergências para que a turma aplique os procedimentos ensinados. c) Exibição de programa audiovisual, apresentando os procedimentos adequados às situações estudadas de acordo com as normas vigentes. d) Um profissional da área de saúde deverá ser convidado para ministrar palestra sobre um ou mais conteúdo da disciplina.

4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico. 5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) Transparências b) Slides c) Filmes d) Desenhos e) Manequim de ressuscitação f) Material de primeiros socorros: tala de papelão; atadura de crepom; tesoura; termômetro; algodão; esparadrapo; atadura de gaze; etc. g) Manual do CBTP h) Outros a critério do instrutor 6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. Manual de Legislação. Atlas nº 16, 47 ed. São Paulo: Atlas, 2000. b) BARROS, Geraldo Luiz Miranda. Navegar é Fácil. Edições Marítimas. 510 p. Rio de Janeiro. 1977. c) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. Medical First for Use in Accident Involving Dangerous Good. Londres: IMO, 1994.

d) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Drugs and Alcohol in Maritime Industry. Genebra: ILO, 1993. e) MIRANDA, Carlos Barbarioli. Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Análise Comparativa entre a NR 29 e as Normas Internacionais. Monografia – Especialização em Engenharia de Segurança no Trabalho. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 1999. f) REVISTA FUNDACENTRO NR 29. Segurança e Saúde no Trabalho Portuário. São Paulo: FUNDACENTRO, n. 7, ano II. g) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Code of Practice on Safety and Healthy in Dock Work. Genebra: ILO, 1984. h) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Guide to Safety and Health in Dock Work. Genebra: ILO, 1988. h) PRIMEIROS Socorros - 2ª edição - SENAC - Departamento Nacional Diretoria de Formação Nacional. Rio de Janeiro, 1991.

INTERNET    Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ /RJ) www.fiocruz.br/biosseguranca/bis/bismanua.htm Banco de imagens da FIOCRUZ www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/imagem/bancodeimagem.htm Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) - http://www.anvisa.gov.br

VÍDEO  CORPOS Estranhos no Organismo. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros).  DISTÚRBIOS Provocados pelo Calor. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros).  ENTORSES, Luxações e Fraturas. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros).    
 

FERIMENTOS. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros). HEMORRAGIAS. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros). INTOXICAÇÕES e Envenenamentos. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros). PARADA Cardiorrespiratória. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros).
TRANSPORTE de Pessoas Acidentadas. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros). VERTIGENS e Desmaios. SENAC. Rio de Janeiro. vídeo. (Série Primeiros Socorros).

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA III: PORTOS E TERMINAIS PORTUÁRIOS CARGA HORÁRIA: - SUMÁRIO -

11 HORAS

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos sobre a modernização dos portos, estabelecendo interações entre as questões de logística, armazenagem e preservação ambiental.

2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 1.1 1.2 1.3 2 2.1 2.2 A LEI Nº 8.630/93 ..................................................................................... Relacionar aspectos da Lei nº 8630/93 com o processo de modernização dos portos no Brasil. Descrever o processo de implantação da multifuncionalidade do trabalho portuário. Identificar as atribuições das entidades envolvidas no trabalho portuário. A MODERNIZAÇÃO PORTUÁRIA ....................................................... Explicar a cadeia logística e seus reflexos na operação portuária. Definir as novas funções portuárias de acordo com as atuais características dos portos. INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS E ÁREAS DE ARMAZENAGEM.................................................................................... Definir porto, porto organizado e instalações portuárias de atracação, de amarração e de armazenagem. EQUIPAMENTOS PARA A MOVIMENTAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL DE CARGAS................................................................... Explanar sobre a utilização dos conjuntos cavalo-mecânico - trigomosters / semi-reboque, trator / carretas e locomotiva / vagões. Explicar o uso de pás-carregadeiras, esteiras rolantes, elevadores e similares. Explicar o uso de paleteiras, empilhadeiras e transtêineres. Explicar o uso de guindastes de pórtico e portêineres. TESTE TEÓRICO ...................................................................................... 02 HORAS

02 HORAS

3 3.1

03 HORAS

4 4.1 4.2 4.3 4.4

03 HORAS

01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos abordados; e b) Ao final da Disciplina IV deverá ser programada uma visita técnica às instalações portuárias para observação dos conteúdos abordados nas disciplinas III e IV. 4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico. 5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) b) c) d) e) Transparências Slides Fotografias Filmes Outros a critério do instrutor

6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) BRASIL. Lei n.º 8.630, 25 fev. 1993. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasilia, 26 fev. 1993. b) DOUGLAS, R.A.P. Port Administration - a Review of the Structural and Legal Aspects. Nova York: Banco Mundial, 1990. c) JUNQUEIRA, Luciano A. Prates. Desafios da Modernização Portuária. Ed. Aduaneiras. d) OLIVEIRA, Carlos Tavares de. Modernização dos Portos. Ed. Aduaneiras. 1994. Santos, J. Clayton. e) ONU/CEPAL. Structural Changes in Ports and the Competitive Nature on Foreign Trade in Latin America and Caribbean. Santiago: ONU/CEPAL, 1990. f) ONU/CEPAL. La Cadena de Distribucion y la Competitivid de las Exportaciones Latino americanas. LC/G. Santiago: ONU/CEPAL, 1989. g) RODRIGUES, Paulo Roberto A. – Introdução aos Sistemas de Transporte no Brasil e a Logística Internacional. Ed. Aduaneiras. 2000. São Paulo (SP). INTERNET Agência Nacional de Transportes Aquaviários - www.antaq.gov.br/IndexPortos.asp Associação Brasileira de Terminais Portuários – www.abtp.org.br/principal.asp Associação Brasileira de Normas Técnicas – www.abnt.org.br Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) - http://www.portosrio.gov.br Comissão Coordenadora dos Assuntos da IMO (CCA-IMO) - http://ccaimo.mar.mil.br Ministério dos Transportes - www.transportes.gov.br Revista Portos e Navios - www.revistaportosenavios.com.br

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PRO FISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA IV: SEGURANÇA NO TRABALHO PORTUÁRIO CARGA HORÁRIA: 14 HORAS - SUMÁRIO -

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimento sobre segurança e saúde com vistas a prevenir acidentes e doenças profissionais no trabalho portuário.

2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 ASPECTOS GERAIS DA SEGURANÇA ........................................................ 02 HORAS 1.1 Citar a necessidade da segurança no trabalho portuário desde a sua origem até os dias atuais. 1.2 Enfatizar segurança como necessidade fundamental, dentro e fora do trabalho. 2 NOÇÕES SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO...................... 03 HORAS 2.1 Apontar aspectos históricos de saúde laboral. 2.2 Conceituar segurança e saúde no trabalho conforme legislação específica sobre o assunto 2.3 Definir os principais acidentes do trabalho, conforme Lei 8.212 e 8.213 da Previdência Social. 2.4 Enfatizar a importância das NR-4, NR-6, NR-9 e NR-26. 3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 PROGRAMA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTUÁRIO...................................................................................................... 03 HORAS Identificar as medidas preventivas de segurança para evitar acidentes no trabalho portuário. Conceituar ação de risco, condição de risco acidente e gravidade do acidente. Relacionar causas e conseqüências das ações de riscos. Explicar providências básicas para evitar os perigos potenciais. Explanar sobre a importância do uso dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva - EPI/EPC, assim como os cuidados de manutenção e guarda.

4 Aspectos Normativos: Documentação Oficial ................................................... 04 HORAS 4.1 Enfatizar a importância do cumprimento da NR-29 no trabalho portuário. 4.2 Explanar sobre a organização da área de segurança e saúde no trabalho portuário. 4.3 Relatar as instruções preventivas de risco nas seguintes operações e/ou condições no trabalho portuário:  no acesso às embarcações; em conveses; em porões;  no trabalho com máquinas, equipamentos e aparelhos de içar e acessórios de estivagem;

         5 5.1 5.2

no transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais; na estivagem de cargas; nas operações com granéis secos; nos trabalhos de limpeza e manutenção nos portos e embarcações; no recondicionamento de embalagens; nos serviços de vigia do portaló; na sinalização de segurança nos locais de trabalho portuário; na iluminação dos locais de trabalho; e nos locais frigorificados. CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO .................................................................................................. Identificar hábitos e atitudes de higiene como medidas saudáveis na prevenção de doenças e bem-estar coletivo. Explanar sobre as condições sanitárias e de conforto. TESTE TEÓRICO .........................................................................................

01 HORA

01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos abordados; e b) Ao final da Disciplina IV, deverá ser programada uma visita técnica às instalações portuárias e embarcações mercantes, abrangendo os conteúdos das Disciplinas III e IV.

4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico.

5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) b) c) d) e) g) Transparências Slides Fotografias Filmes Desenhos Outros a critério do instrutor

6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) ANDRADE, Eduardo. Segurança em Pintura Industrial. Anais do 1º Seminário de Pintura Industrial da Associação Brasileira de Corrosão– Santos: ABRACO, 1989. b) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT, Rio de Janeiro. Cores para canalizações - NBR n.º 6.493. Rio de Janeiro,1984. c) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT, Rio de Janeiro. Cores na segurança - NBR n.º 7.195. Rio de Janeiro,1982.

d) BRASIL, Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST). Equipamentos de proteção individual (EPI) - NR 6. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder executivo, Brasília, DF, 1997. e) BRASIL, Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST). Programa de prevenção de riscos ambientais - NR 9. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder executivo, Brasília, DF, 1997. f) BRASIL, Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST). Proteção contra incêndios - NR 23. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 1997. g) BRASIL, Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST). Sinalização de segurança - NR 26. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 1997. h) BRASIL, Legislação Federal. Portaria n.º 53 do MTE, 17 dez 1997. Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário. NR-29. Diário Oficial. Brasília, 29 dez. 1997. i) BRASIL. LEI nº 9.719, de 27 de novembro de 1998. Dispõe sobre normas e condições gerais de proteção ao trabalho portuário, institui multas pela inobservância de seus preceitos, e dá outras providências. DOU de 30/11/98. j) BRASIL, Ministério da Marinha. Diretoria de Portos e Costas. O transporte sem riscos de cargas perigosas, potencialmente perigosas e prejudiciais por via marítima. Rio de Janeiro,1994. k) BRASIL, Ministério da Marinha. Diretoria de Portos e Costas. Norma da Autoridade Marítima n°1 (NORMAN 01). Rio de Janeiro,2000. l) CARDELLA, Benedito. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Uma abordagem Holística. Editora Atlas, 1999. m) FERREIRA, Saturnino Moraes. Reengenharia na Prevenção. Rio de Janeiro: Jolan, 1994. n) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Code of Practice on Safety and Healty in Dock Work. Genebra: ILO, 1984. o) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Guide to Safety and Health in Dock Work. Genebra: ILO, 1988. INTERNET Fundação FIOCRUZ – www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/StartBIS.htm Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – www.mte.gov.br

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA V: PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO CARGA HORÁRIA: 14 HORAS - SUMÁRIO -

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno noções básicas sobre as causas que provocam incêndio e procedimentos para a sua prevenção e combate.

2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 1.1 1.2 2 2.1 3 3.1 3.2 3.3 3.4 COMBUSTÃO............................................................................................. Citar os três elementos que provocam a combustão - ponto de fulgor (triângulo do fogo). Identificar as quatro classes de incêndio: A , B, C e D. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO......................................................... Relacionar as principais precauções para reduzir os riscos de incêndio. COMBATE A INCÊNDIO........................................................................... Citar os principais agentes extintores. Identificar os principais equipamentos portáteis de extinção de incêndios. Relacionar os aparelhos extintores portáteis e o emprego dos mesmos. Explicitar sobre os cuidados com metais alcalinos, produtos químicos e radioativos. PRÁTICA DE COMBATE A INCÊNDIO.................................................. Aplicar as técnicas de combate a incêndio. TESTE TEÓRICO ....................................................................................... 02 HORAS

02 HORAS

03 HORAS

4 4.1

06 HORAS

01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos abordados; e b) Demonstração prática em local apropriado.

4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico.

5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) Transparências b) Slides e) Fotografias f) Filmes g) Desenhos h) Folhetos contendo informações sobre o assunto i) Outros a critério do instrutor

6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) BARROS, Geraldo Luiz Miranda. Navegar é Fácil. Edições Marítimas. 510 p. Rio de Janeiro. 1977. b) BRASIL. Secretaria de Segurança Pública. Corpo de Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro. Manual do Curso de Formação de Soldados. 1. ed. Rio de Janeiro: CBRJ, 1996. c) BRASIL. Secretaria de Segurança Pública. Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Equipamentos de Proteção Individual e Técnicas de Penetração. Manual Prático. Rio de Janeiro: CBRJ, 1997. d) BRASIL, Ministério da Marinha. Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão. Manual de combate a incêndio. Rio de Janeiro,1999. e) BRASIL, Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST). Proteção contra incêndios - NR 23. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 1997. f) BRASIL. Secretaria de Segurança Pública. 10.º Grupamento de Bombeiros Militares Prevenção e Combate a Incêndios. Manual Prático. Angra dos Reis: CBRJ, 1997. g) BRASIL. Secretaria de Segurança Pública. Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Teste Operacional Diário. Manual Prático. Brasília: CBDF, 1997. h) BRASIL. Marinha do Brasil. Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão. Manual de Combate a Incêndio. 7. ed. Rio de Janeiro, 1993. i) COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível – Norma 2.04. Resolução CNEN 03/97. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 16 de outubro de 1997. j) COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Transporte de materiais radioativos - Norma 5.01. Resolução CNEN 13/88. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 16de agosto de 1988. k) ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Guia Médico para Navios. Nova York: OMS, [1990]. l) Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978 NR - 23. Proteção contra incêndios. In: Segurança e Medicina do Trabalho. 29ª Ed. São Paulo: Atlas, 1995. 489 p.

INTERNET Universidade Federal do Rio de Janeiro - www.ufrj.br/institutos/it/de/acidentes/fogo.htm Fundação Oswaldo Cruz - www.fiocruz.br/biosseguranca/bis/bismanua.htm

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP DISCIPLINA VI : NAVIOS E NAVEGAÇÃO MERCANTE CARGA HORÁRIA: 13 HORAS - SUMÁRIO 1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os diversos tipos de navios mercantes, suas características estruturais e operacionais básicas, serviços a que se destinam e equipamentos para movimentação de cargas. 2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 OS NAVIOS MERCANTES E O COMÉRCIO MARÍTIMO .................... Descrever os diferentes tipos de navios mercantes e serviços a que se destinam. Conceituar Registro Especial Brasileiro, bandeira de conveniência, “Liner”, “Tramp”, “Outsider” e transbordo. Identificar as funções do Agente Marítimo, Operador Portuário/protetor e o seu papel de apoio ao armador. Descrever as atribuições do Supercargo/Planer durante as operações de carga e descarga. DIMENSÕES, GEOMETRIA E NOMENCLATURA DO NAVIO .......... Citar as dimensões lineares, geometria e a nomenclatura básica de um navio. Descrever os sistemas de atracação e amarração de um navio mercante. Identificar as características, a estrutura e os sistemas do navio que têm influência, direta ou indireta, nas operações de carga e descarga. Descrever as características estruturais, operacionais e de segurança de diversos tipos de embarcação. EQUIPAMENTOS PARA A MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS ............ Conceituar os seguintes sistemas operacionais de laborar: pau-de-carga, cábrea, guindaste de bordo, ponte rolante e cábrea flutuante. Descrever a estrutura e os componentes do guincho. ESFORÇOS ESTRUTURAIS, ESTABILIDADE E SEGURANÇA DO NAVIO......................................................................................................... Citar os esforços sofridos pelo navio em viagem. Relacionar a importância da distribuição longitudinal e transversal de pesos. Explanar sobre estabilidade, adriçamento, alquebramento, adernamento e banda. Explicar a necessidade de peação das cargas a bordo e os diferentes sistemas de peação usados. Explicar os cuidados a serem tomados durante a operação de abastecimento de um navio. 02 HORAS

2 2.1 2.2 2.3 2.4

02 HORAS

3 3.1 3.2 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5

02 HORAS

03 HORAS

5 SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO VISUAIS E SONOROS DO NAVIO ..... 5.1 Identificar os sinais exibidos por bandeiras durante a estadia do navio no porto. 5.2 Identificar os sinais exibidos por apitos durante a estadia do navio no porto. 5.3 Esclarecer sobre o sistema de comunicação do navio através de altofalantes. 5.4 Identificar os sinais de carga perigosa e mergulhador n’água. TESTE TEÓRICO........................................................................................

03 HORAS

01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS a) As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre o conteúdo abordado; e b) Deverá ser programada uma visita técnica às embarcações mercantes para a observação dos conteúdos abordados na disciplina.

4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico.

5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) b) c) d) e) f) g) h) Transparências Slides Maquetes Miniaturas de equipamentos Fotografias Filmes Desenhos Outros a critério do instrutor

6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) CAMINHA, Herick Marques. Dicionário Marítimo Brasileiro. Rio de janeiro: Clube Naval, 1996. b) FONSECA, Maurílio M. Arte Naval. Volume I e II. Serviço de Documentação da Marinha. Rio de Janeiro. 2002. c) ONU/OIT/CINTERFOR. Oficina Regional de la Organización Internacional del Trabajo para las Américas. Buques Mercantes. Montevidéu: OIT, 1990. d) ONU/OIT/CINTERFOR. Oficina Regional de la Organización Internacional del Trabajo para las Américas. El Buque y sus Características. Montevidéu: OIT, 1990. e) MILLER, A. G. W. Dictionary of Nautical Words and Terms. 4 ed. Nova York: Facts on File, 1994.

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO – CBTP DISCIPLINA VII: MERCADORIAS, EMBALAGENS E AVARIAS CARGA HORÁRIA: 17 HORAS - SUMÁRIO -

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os diversos tipos de mercadorias, embalagens e as avarias as quais estão sujeitas. 2) LISTA E PROPÓSITOS DA UNIDADE DE ENSINO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 2 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 3 3.1 3.2 3.3 4 4.1 4.2 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DAS MERCADORIAS ........... 03 HORAS Conceituar mercadoria e carga, diferenciando-as. Classificar os tipos de mercadorias e identificar suas respectivas naturezas. Distinguir mercadorias perecíveis e não perecíveis. Descrever contaminação e mercadorias contaminantes. Identificar o grau de fragilidade das mercadorias. Conceituar segregação. GRANÉIS ...................................................................................................... Conceituar granéis. Relacionar os principais graneis sólidos/líquidos. Definir ângulo de repouso. Definir rechego. Conceituar neo-granéis. 02 HORAS

GENERALIDADES SOBRE EMBALAGEM .............................................. 02 HORAS Explicar a influência da embalagem no custo total do transporte. Relacionar e classificar os principais tipos de embalagem. Identificar os principais riscos de avarias por má embalagem. EMBALAGENS ESPECIAIS ........................................................................ Explicar o que é embalagem especial. Relacionar as mercadorias mais sujeitas a avarias e que normalmente exigem embalagens especiais. 01 HORA

5 5.1 5.2 5.3 5.4

CAIXARIA, ENGRADADOS, “SKIDS” E CARTÕES ............................... 02 HORAS Citar os tipos de caixas de madeira usadas como embalagem, as vantagens e desvantagens apresentadas. Relacionar as mercadorias usualmente embaladas em caixas de compensado, as vantagens e desvantagens apresentadas. Explicar o que é engradado, indicando as principais mercadorias embaladas em engradados. Explicar o que são cartões e classificar os diversos tipos de cartão quanto à sua construção.

6 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5 7 7.1 7.2 7.3 7.4 7.5 8 8.1 8.2

FARDOS E SACARIA .................................................................................. 02 HORAS Citar as principais características de um fardo e as principais mercadorias enfardáveis. Explicar o que determina o tamanho e as dimensões dos fardos. Descrever os inconveniente do enfardamento de certas mercadorias. Descrever os diversos tipos de sacos usados no transporte marítimo. Explicar as vantagens e desvantagens da embalagem em sacos. CONTÊINER ................................................................................................. 02 HORAS Explicar as vantagens da conteinerização. Relacionar os tipos de contêineres e os fins a que se destinam. Explicar as medidas do contêiner, conforme a padronização ISO (International Organization for Standardization). Identificar as partes componentes do contêiner. Explicar as marcas da porta do contêiner. AVARIAS....................................................................................................... 02 HORAS Conceituar avarias. Relacionar as principais causas de avarias causadas por: temperatura, umidade, embalagem inadequada, pressão, choque, vibração, manuseio, furto, mancha, odor, contaminação ou vetores. TESTE TEÓRICO ......................................................................................... 01 HORA

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS As aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre o conteúdo abordado.

4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Será destinada 1 hora para a realização de teste teórico.

5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) b) c) d) e) f) g) h) Transparências Slides Maquetes Fotografias Filmes Desenhos Croquis Outros a critério do instrutor

6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7500. Símbolos de riscos e manuseio para transporte e armazenamento de materiais. Rio de Janeiro, 1994. b) ONU/OIT/CINTERFOR. Oficina Regional de la Organización Internacional del Trabajo para las Américas. La Carga y sus Características. Montevidéu: OIT, 1990.

c) INTERNATIONAL CARGO HANDLING COORDINATION ASSOCIATION. Manual of Marking and Labeling of Transport. Londres: ICHCA, [1980]. d) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. Guideline for Parking of Cargo Transport Units. 3. ed. Londres: IMO, 1997. f) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. Recommendations on the Safe Transport Dangerous Cargoes and Related Activities in Port Areas. Londres: IMO, 1995. g) BROWN, R. H. Dictionary of Marine Insurance Terms and Clauses. 5. ed. Londres: Witherby & Co. Ltd., 1989. h) INSTITUTE FOR TRANSPORT RESEARCH. Securing of Cargo. Loading and Securing Cargo on Load Carriers. Londres: ITR, 1998. i) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. Dangerous Good Code. Londres: IMO, 1994. International Maritime

j) INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Guide to Safety and Health in Dock Work . 2. ed. Genebra: ILO, 1988.

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DO TRABALHADOR PORTUÁRIO - CBTP (ead) MÓDULO VIII: MEIO AMBIENTE CARGA HORÁRIA: - SUMÁRIO -

06 HORAS

1) PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos sobre a educação ambiental de modo a conscientizá-lo sobre os cuidados que deve ter com o meio ambiente no dia-a-dia de trabalho.

2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1. A CRISE AMBIENTAL .................................................................................. 02 HORAS 1.1 A era moderna 1.2 Meio ambiente ameaçado • Os efeitos da poluição • Os problemas globais - Alterações climáticas - Destruição da camada de ozônio - Chuvas ácidas - Escassez e poluição dos recursos hídricos - Degradação dos solos - Resíduos sólidos e rejeitos industriais - Perda da biodiversidade 1.3 As raízes da crise – a relação sociedade-natureza 1.4 As sociedades industriais e a crítica ecológica 1.5 A reação à crise ambiental – global, local e individual • O movimento ambientalista • A reação global • A reação local • A reação individual 1.6 Ética ambiental – a raiz da mudança 2 - PRINCÍPIOS DE ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA NATUREZA ...... 02 HORAS 2.1 Conceitos de ecologia e ecossistema 2.2 Abordagem sistêmica, global ou holística 2.3 A diversidade biológica do planeta 3. A RELAÇÃO ENTRE OS PORTOS E O MEIO AMBIENTE ...................... 02 HORAS 3.1 Os impactos da atividade portuária na zona costeira • A zona costeira e a importância dos ecossistemas costeiros • Os impactos ambientais sobre os recursos hídricos

3.2 As atividades portuárias • Os impactos ambientais • Medidas atenuantes e recomendações

3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS Um profissional qualificado em educação ambiental deverá ser convidado para ministrar palestra sobre o assunto. 4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM a) A avaliação do módulo VIII será efetuada pela verificação dos exercícios e pela participação em aula e nas atividades realizadas; e b) O aluno dispõe de um conjunto de exercícios para serem realizados após o estudo das Unidades de Ensino, com a respectiva chave de correção.

5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) Transparências b) Slides c) Fotografias d) Filmes e) Outros a critério do instrutor 6) BIBLIOGRAFIA a) ARAÚJO, Fernando Sérgio Nogueira, CMG (RRm). Interface Porto Navio e o Meio Ambiente. In: Boletim Informativo, jul/set.2002, v.10, nº 3. Marinha do Brasil, Diretoria de Portos e Costas. b) BRANCO, S.M. O Meio Ambiente em Debate. São Paulo: Ed. Moderna, 1994. c) BOFF, Leonardo. A Águia e a Galinha – Uma Metáfora da Condição Humana. Rio de Janeiro: Petrópolis, Ed. Vozes, 1997. d) ___________ Ecologia, Mundialização e Espiritualidade. São Paulo: Ed. Ática, 1993. e) GUATARRI, Félix. As Três Ecologias. São Paulo: Campinas, Ed. Papirus, 1991. f) KNOBEL, M.G. “Educação ambiental em indústrias no Brasil: estudos de casos”. In: Casos de Gestão Ambiental. São Paulo: Unicamp/Cesteb/Secretaria do meio Ambiente. 1998. g) KRANZ, Patrícia & QUINTINO, Milton et alii. (coords.). Construindo Nosso Futuro: Guia do Cidadão. Rio de Janeiro: ISER/SMAC, 1996. h) KRANZ, Patrícia. Pequeno Guia da Agenda 21 local. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, 1996. i) MINC, Carlos. Ecologia Cidadania. São Paulo: Ed. Moderna, 1998.

j) PEDRINI, Alexandre Gusmão (Org.). Educação Ambiental. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 1998.

INTERNET Ministério do Meio Ambiente – www.mma.gov.br Lixo - http://www.lixo.com.br

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