, CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

VOLUME 11

Armando Righetto Antonio Sérgio Ferraado
Professores do Instituto Politécnico de Ribeirão Preto da Instituição Moura Lacerda

IBEC - Instituto Brasileiro de Edições Científicas Ltda. 1982

Sempre que nos decidimos fazer algum trabalho, o fazemos para alcançar certos objetivos. Propusemo-nos a atender as necessidades de estudantes e professores em quase todas as áreas: Social, Humana e principalmente as Tecnológicas. Nosso livro, de forma simples, clara, concisa e lógica trata de assuntos indispensáveis para um bom curso de Engenharia, de Física, de Estatística, de Medicina e de Computação. Os dois volumes são ricos em exercícids resolvidos e propostos. Estes, com respostas e, quando necessário, com sugestões para sua resolução. O primeiro volume deve ser usado na ordem tratada num curso de um ano, com 4 ou 6 'horas aula semanais. ' Cálculo I, no primeiro termo letivo de 6 meses: números reais, funções, limites, derivadas e diferenciais. Cálculo, 11, no segundo termo letivo, com a mesma duração: integrais indefinidas e as técnicas de integração, integrais defrnidas, cálculo de áreas, volumes, comprimento de arcos e geometria das massas. O segundo volume poderá ter alterada a ordem dos assuntos. Sugerimos, para Cálculo III, funções de várias variáveis, derivadas parciais, diferenciais e equações diferenciais, com modelos matemáticos aplicados à Biologia. Para o Cálculo IV: estudo de máximos e mÚlimos, derivadas direcionais, integrais de linha, integrais duplas e triplas e séries. Outros assuntos, como cônicas, quádricas, vetores, números complexos e funções hiperbólicas, são tratados nos livros de Geometria Analítica e Vetores e Números complexos e funções hiperbólicas de autoria do Armando Righetto. Procuramos familiarizar o aluno com o pesnamento matemático e a manipular modelos por métodos matemáticos. Agradecemos e homenageamos aos nossos antigos professores que nos formaram. Dos colegas e estudantes que usarem nosso livro, solicitamos sugestões.
OS AUTORES Ribeirão Preto, maio de 1981

ÍNDICE

Capítulo 1 Funções de Várias Variáveis
Conceitos Básicos. Limites. Propostos.

'. . .

3

Continuidade. Problemas Resolvidos .. Problemas

Capítulo 2 Derivadas Parciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . \ . . . . . . . . . . . ..
Acréscimos. Derivadas Parciais. Interpretação Geométrica das DerivadasParciais. Derivadas Parciais de Ordem Superior. Invertibilidade da Ordem de Derivação. Exercfcios Resolvidos. Exerdctos Propostos.

19

Capítulo 3 Diferenciação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Diferencial Total. Aplicações. Diferenciais de Ordem Supen'or. Problemas Resol· vidos. Problemas Propostos.

51

Capítulo 4 Funções Compostas
Funções Compostas de uma VariávelIndependente. Funções Compostas de duas ou mais VariáveisIndependentes. Diferenciação de Funções Compostas. Funções ImpUcitas. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

79

Capítulo 5 Máximos e Mínimos
Máximos e Minimos Locais. Hessiano. Pontos Extremos de Funções ImpUcitas. Ajustamento de Retas. Máximos e Minimos Condicionados. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

109

Capitulo 6 Derivadas Direcionais
Conceitos. Gradiente - Divergente e Rotacional. Campo Vetorial. Curvas de Nevel. Funções de três Variáveis - Derivada Direcional. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

145

Capitulo 7 Integrais Múltiplas
Integrais Duplos. Integrais Triplos. Aplicações. Transformações das Integrais Múltiplas. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

175

Capítulo 8 Integrais Curvilíneas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Definições. Notação Vetorial das Integrais CurviUneas. Propriedades das Integrais CurviUneas. Teorema de Green no Plono. Teorema de Green no Espaço. Teorema de Stokes. Problemas Resolvidos. Probl~mas Propostos.

223

Capítulo 9 Séries. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Séries. Convergência Absoluta e Condicional. Critérios de Convergência e Divergência. Série~ de Potências. Desenvolvimento em Séries de Potências. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

241

Capítulo 10 Equações Diferenciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Definiç6es. Solução de uma Equação Diferencial. Equação Diferencial de Primeira Ordem e Primeiro Grau. Aplicações das Equações Diferenciais Lineares. Aplicaç6es das Equações Diferenciais à Biologia. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

269

1
FUNÇÕES DE vÁRIAS VARIÁVEIS
Reaqueça a confzança nos irmãos que esmorecem ao contato dos problemos do mundo e os ajude a refletir na Bondade Divina que nos' acolhe a todos. ,-

As funções reais de várias variáveisreais aparecem naturalmente em problemas práticos. Quando procuramos a área S de um paralelogramo de base x e altura y, multiplicamos a base pela altura. Então, o valor de S ::::: depende dos valores xy da base e da altura. Dizemos que a área S é função das duas variáveisx e y. Da mesma forma concluímos que o volume de um paralelepípedo, de dimensões x, y e z é uma função de 3 variáveis, pois V = xyz e a cada temo de valores atribuídos a x, y e z corresponde um valor determinado do volume. Inúmeras funções podem ser definidas por fórmulas. Assim, z = x

+ .J Y
x

- 4 é função das variáveis x e y. De fato, a cada

par (x, y) de números reais, com x '* O e y ~ 4,. corresponde um valor bem determinado de z. A Física, através de suas fórDulas, também oferece inúmeros exemplos de funções de várias variáveis. Sejam X, Y e Z, conjuntos de números reais, tais que, a cada x E X e a cada y E Y corresponda, mediante certa lei f, um e um só z E Z.

Y

Diremos que o conjunto Z é função dos conjuntos X e Y. Se a cada x E X e a cada y E Y corresponder mais de um z E Z, diremos que Z é uma relação de X e de Y.

1.1.1 - FUNÇÃO Concluímos do exposto que F

=

{(x, y, z) I x E X, Y E Y, z E Z Iz

= f(x,

y)}

onde X e Y são denominados domínio e Z contradomínio. função apenas pela lei de correspondência:

Usa-se representar a

Façamos uma representação ortogonais 2 a 2.

gráfica mais conveniente. Tomemos 3 eixos A cada par (x, y) corresponde um z. O terno ordenado (x, y, z) tem por imagem gráfica um ponto do espaço. A função de 2 variáveis reais é definida em certos pontos (x, y) do plano real; portanto, o conjunto D destes pontos, domínio da função, é uma superfície de R2•

Fig. 1.2.

Quando a função f é de 3 variáveis x, y, z. A cada terno (x, y, z) corresponderá, através da lei f, um valor real w = f (x, y, z). O conjunto de todos os ternos ordenados (x, y, z) de números reais é o espaço R3 = R X R X R. Logo, toda a função real de 3 variáveis reais é definida em um subconjunto D do espaço tridimensional real.

... para x =1= y.y . y) E R21 x =1=y }........ /// 1..../ . Exemplos: /' o domínio de algumas funções..... isto é../ · SeJa a funçao z VX . 2 = -_-_-_-_ yy - 4 ../............ O domínio de z é o conjunto D ~ {(x...... ..../ / .-_... . conjunto dos pontos do plano xOy que não pertencem à bissetriz dos quadrantes ímpares x = y.. Deternúnemos mesmo. construindo um esboço do E1 Seja z = xy x-y A característica da função z é um quociente e ele só é defInido para =1= O......... .. x .

.6xz + 8yz.:R2 xy o domínio D é todq o plano real R2• E4 Seja a função w = 4xy .. y. O valor de w é defmido em todo ponto (x. temos que considerar a raiz quadrada.1. A função z é definida para x-2~O====>x~2 y-4>O===>y>4 D = {(x.2lx ~ 2 y > 4} E3 \~ \ Seja a função z = x2 .fmidapara \Ix e \ty E IR. Esta função é de. z) como domínio da função o espaço real R3• D=R3 E R3• Podemos admitir Es' Seja a função w = J 1- x2 - J4- y2 - 2 J9 - Z2.3 + y2 ... então: D.Além do quociente. y) E IR. .

./ nos coordenados. 2.. y) bastante próximos do ponto (xo.. Denominamos vizinhança circular de raio 6 do ponto (xo.I. Yo) E D.. y./ No Capo 11I do 1Q volume estudamos limite de uma função real de uma variável.Yo)z < 6 (y . . Estendamos tal conceito às funções de duas ou mais variáveis.resulta -1 :S:. 3} D = . z :s:...x:S:.. y) de domínio D C IR" e um ponto (xo.z:S:..Yo)" o < (x XO)2 + < 6" que constitui o disco aberto de centro (x o...J (x - - XO)2 + (y .. 4 .. .y" ~ O e 9 .... yo). 1.. Yo) ao conjunto dos pontos (x. z) E IR31-1 :s:..z" ~ O Resolvendo as desigualdades.. o domínio D é um // paralelepípedo de faces paralelas aos pla.3 o domínio D da função é {(x.. Consideremos a função z = f (x. .2 :s:.. y). ..3 :s:.... y :s:..-Geometricamente. x :s:.2e-3:S:.y:S:. Yo)' .-2:S:. tais que: O < . tais que f seja definida em pontos (x.Para w ser um número real bem definido 1 - x" ~ O.

tão pequeno quanto desejarmos. y) tende para o ponto (xo. quando dado um número E: > O. Levantamos a indeterminação 1irn (l x -+0 y-+l + y2) xy sen 2x = lim sen 2x x-o y-+l X lim 1 + y2 y x-o y-+l .Yo) 1im f(x. quando o ponto variável (x. Exemplos: Calcule lim (1 x-o y-+l + y2) X sen 2 x . y) que satisfaça a demgwildade . Yo). tal que para todo ponto (x. Solução: Se passarmos ao limite. vamos ter uma indeterminação do tipo ~ .y) ~(xo.Diremos que a constante Q E ]R é o limite da função f. for possível determinarmos em correspondência com ele um outro número ô > O. y) Q I < E: 1im f(x. O tenhamos < (x . y) = Q (x. y) = Q x-+xo Y-Yo No cálculo de limites de funções de várias variáveis aplicamos as mesmas propriedades estudadas no volume I.xoi + (y .Yoi < ô2 If(x.

o) - 2y _ 1 +1: x 2y 1+m =-º-= O 1 .inúmeros os caminhos de aproximação do ponto (x. x ~o 1 + m 1+ 1 y~o y~o X y~o 29 Caminho: Segundo a reta y = O (eixo dos x) ====>lim (x. • 1 + 1 1 2x v . 1im (x. Yo) através da reta y = mx ====>. Daí. nas vizinho tin anças d' ongem. portanto.y)-(O. y) tenda a (xo. m = 1.l. y) está próximo da origem. Assim.FUNÇOES DE VÁRIAS VARIÁVEIS lim (l x~o + y2) xy sen 2x = 2 [ lim sen 2X] x~o .o) m = O.y)~(o.y)~(o.L= m x 19 Caminho: Segundo a reta y = x.J Y~l Y~l -1 lim (l x~o Y~l + y2) sçn 2x =2 • 1 • 2 =4 xy Calcule lim x~o y~o X 2'. Solução: Se passarmos ao limite. . SeJa z = x 2xy + y - 2y 1 +L x e a drni' do que.o) 2xy x +y =. Y do tipo ~ .. São . lim (x. _ O ponto (x. y) à origem e sempre através de uma reta. a o ponto (X. lim 2xy = lim 2y = lim 2y = 2 • O = O X ~o x + Y x ~o 1 +. vamos ter uma indeterminação Procuremos levantar a indeterminação.

4 no ponto (2. 1).Y senx é contínua no ponto (O. Nestas condições. Neste caso.o) 1 + m Uma função z lim X-+Xo = [(x. Yo) quando [(x. O O (x. y) diz·se contínua no ponto (xo. Yo) y-+Yo Se esta condição não for satisfeita.y)-+(o.y)-+(o.4) X-+2 =O y-+l ~ Verifique se a função [(x.y)-+(o.o) X +Y _2 y _ _ (x. x g (Deixa de existir o valor da função). Calculemos: lim (2xy . (xo.1 + O 00 O = 49 Caminho: Segundo a reta y. = . y) = f(xo. O) = 2 ~ O sen O == = 2 . O). .o) X 2xy = O (eixo = dos y) ====> m 2y 11' = tg 2" = 00. y) Calculemos: [(O. +Y lim (x.o) 1 +m . Yo)' a função será descontínua no ponto Exemplos: E1 Verifique a continuidade da função z = 2xy .y)-+(o.39 Caminho: Segundo a reta x lirn (x.x ==:> m lim _2_x~y_= lim = - 1.

x .2 y) e faça um esboço gráfico. y) { J . logo o semi-plano é o hachurado.4 <O = {(x.2y) Existirá z real para 4 .e 2 . y) E lR?lx + 2y < O} Vejamos o esboço gráfico.2y D >O ou x .j .4 = O ..4 < <O > O +O - 4 < O. O) satisfaz a inequação.paray = O --> x = 4 para x = 0--> y = 2 Experimentemos o ponto (O. O Ç\ ponto (O. onde deixa de existir o valor da função. ~ + 5x - 4- v' 3 Y - y' e repre- . podemos modificar a definição da função de modo a tomá-Ia contínua. Solução: Examinemos a função z = Qn (4 .x . A desigualdade x + 2 y . mas existe o valor do limite.4 = O e não situados sobre a reta. Determine o domínio da função z = .x' sente-o geometricamente.x .Y tim --senx= x-o X y-o lim (2 -y ) tim--= x sen x-o x-o X y-o y-o 2 • 1=2 Nota: Em casos como este.4 + 2Y . O) na desigualdade x + 2y . Representemos a reta x + 2y :. ~sim: _2_-_y_ senx para x =1=O x z =f(x.:) Determine o domínio da função z = Qn (4 .

x2 4 ~ O =-~--->. y)E R211 ~ x ~ 4 Representemos graficamente O ~y ~ 3} PR3 Calcule o lim (x.-y-2-Y 4 !- Solução: lim x~1 x-o Y-+-2 V + x) (y - 2)2X y2_ 4 = lim (1 + X)l/X x-o Y-2 (y -2)2 y2 . .Y)-+-(O. lim 2:.)y Y .y)-+-(o.sen X lim x-+-o y-+-oo (1 + yl)Y = x-+-o y-+-+oo Calcule lim x x-o Y-2 J (l + x) (- 2)2X .x2 a função. e notamos que z real acontece quando + 5x + 5x - 4 ~ O 3 y . D = {(x.1 ~ x ~ 4 3y_y2~O_~>O~y~3 Então.+oo) _x_ (1 sen x \ + yl )Y lim (x.4 = .y2 ~ O Resolvendo as inequações: .Solução: Examinando ..+oo) x sen x (1 +1.

y)-+(-3.3 lirn (x.cosx] xy sen x X-+O X sen x y-+o [.:Y)-+(-3.Y)-+(-3.3xy2 .3)(y2 .. 2 sen2 x = 1im x-+o X Y-+O 1 .l) (x2 2x .cos xXI + cos x) Qn [ lirn (1 x-+o (senx(1 + cosx) x-+o.PR """J/ Solução: s Calcule lirn (x. = lirn (l .1) (x 2 + 2x xy .cos x Qn [ 1im (1 senx(1 + cosx) x-+o Y-+O + Y)l/Y] _ = 1im senx x-+o y-+o· X 1im X-+O Y-+O n 1 + cos x 1 Qn [ 1im (1 x-+o Y-+O + y)1/Y] _ =1 1 1 + 1 Jt.1) + 3y .3 + = 1) = _ 1im (x..x .cosx] X [Qn (1 X-+O y-+o sen x + y)l/Y] = .1.cosx Qn (1 + y) = lim [1 .cos x Qn (1 x-+o xy senx y-+o + y) Solução: X-+O Y-+O lirn 1 .1) xy . y fln (1 + y)] _ = 1im x-+o y-+o [1 .1Xv ~ + 1XJz--11 = PR6 Calcule 1im 1 .ne ·1 =2" . Y-+O y-+o + Y)l/Y] _ ----------.x + 3Y .1) + _ lim (x.y)-+( -3.1) + 1)(y 3(y .1) (x + 3)(x - 1)(y x(y .(x-l-3J(x .1) .

2) .2 x2 X-+1 Y-+2 2(y 5 xy x 4Y . .5 x (y .2) y-+2 = lim (x2 X-+1 y-+2 - 5x - + (x2 3 4)(. y)] = f(x2 + y2) = Qn (x2 + y2) Esta função é descontínua apenas no ponto (O. y) = f[g(x. Portanto.{(O.(y .x----t)y-+2 - 1 . w = sen(3 a A função w é descontínua semi-planos abertos D1 apenas para [3 = O. Portanto. (3) E R21[3 < O}.2) x -+ 1 x2 (y .2) .2) + 4 (y . podemos considerar a função z = Qn (x2 + y2) como composta de g com f: (fog)(x.4 1 + 1= -2'" Estude a continuidade da função z ::: Qn (x2 + y2).4)(x--t) = _ l~ X-+1 (x + l)(. O). Levantemos a indeternúTIação lim x2 Y .2) . conforme o gráfico.8 = .)z. y) = x2 + y2 e f(w) = Qn w.----21 lim (x .PR 7 Calcule lim x y . é contínua na região R2 . SoluçãÓ: Como g (x.2) + 10 x + = = lim x2 (y . (3) E R21[3 > O} e D2 = {(a. é contínua nos = {(a. O)}.(y .2x x -+ 1 Y-+2 2 2 2 5xy 2x + 2 - lOx + 4y 2 8 xy - y + Solução: ~e passarmos ao linúte chegaremos a ~.

assim: f (x.. a função w é contínua na bola aberta de raio 3.x2 . Solução: Calculemos: f(l. _y_2_-_4_ y .x2 .2) = y . Para torná-Ia contínua teremos que redefini·la. y- é contínua no ponto (1. 2). z) se. y.(l'---'lI:~)(1 :- vx) X~l (y + 2) = I ~ I (2 + 2) = 2 y-2 A função é descontínua no ponto (1. rx --.x vx. y) = I { 1 .z + 2 xyz . l-I 2) = I _ I 1 lim __ . Y) = 1 . Portanto. PR \Verifique ll se a função f(x.2 para x =1= I e y =1= 2 2 para x = 1 ey=2 Determine. y2 l-x y-2X-J Y-2 4-4 2 2 =- O O = lim (1 X-I (1 .x Xl y-2 1 vx)(I vx) + vx) + lim (y X-I + 2)(y . 9 . 2).L-.y2 .J 9 .4 v_ ~. em cada caso. o maior subconjunto de R3 no qual são defmidas as funções: PP2 W =x +y .y2 - Z2 Solução: Existe w = f(x.~1 Y-2 .2 Y-2 = .x ...y 2 .yX 1 . e somente se.PR 10 Estude a continuidade da função w= 4xyz .Z2 > O ou x2 + y2 + Z2 < 9.

7y y esen2X .).y)-(o.y)-(O.o) 2y x +y Resp.o) y [cotg xl ~n (1 + tg x) e2Y - 1 Resp.: Contínua nos pontos {(x.Jx+3y-4 Calcule lim (x.6x 2 + 3 • y2 + 4 +9 Y .1 .2y ~4y _y2 + -J 12 + x .: PPu Calcule (V"X . y) = x .~ .: -2 f (x.1 .2 E Resp. PP12 Calcule 1im ----. x -o sen x cos x 3 + 12 y-3 Resp.: Calcule ~ 1im (X. y) R21x =1= e y =1=} 3 2 .4x x2 .: 2" 1 2 PP 10 Calcule lim y-o 2 x-o x ~ ~2 +Y xy 2 Resp.: -2- V2 y2 .1 + 2y) y-o Resp.pp 4 Z = x .x2 PP5 z = -J Iy I ~2x Ix I z= -y .

.o Sendo f(x. + y . y) E R"ly < O} x-y Descreva o subconjunto de ]R" em que a função [(x. y.~· Semi-planos abertos {(x. : 2 x 1 +. z) = ~ x2 + y2 + Z2 . Resp. y) = x3 - 2xy +3 y2.:---+x3 xy ]2 y2 .9 não é definida.. y) E ]R" Ix #: y}. PP18 Determine o ponto para o qual não é definida a função w = X2y2 fn Izl. y) E]R21y PP16 A função w = Ix = 2n (y . y) = arc sen 2x x X Resp. 1 PP. ~).: É contínua nos semi-planos abertos D" = {(x.x). Resp. y) Resp.: Semi-planos abertos {(x.PP 13 Descreva o subconjunto de ]R'2 em que a função z = cos . PP1S Descreva o subconjunto de ]R" em que a função [(x. y) = x +Y . em ]R2.. Justifique. Resp. 1 4 Resp.: z = O PP19 Dê o domínio de [(x. é contínu.z + 21 é contínua PP17 Determine o conjunto de pontos para os quais a função [(x. Calcule f(.a. > x}.y. Y +y -y! =:.

A variação das variáveis independentes x e y pode ser aferida através da distância fj. socorre. definiria a derivada de z = f(x.x y + fj. Não te perturbes. . Não grites..f1x y) . age.. al ' ". Nada exijas dos outros.2 DERIVADAS PARCIAIS Não te queixes. Y + 6. tais que o ponto (x + b. para fj. y) E D e atribuamos a x o acréscimo 6. silencia. y + fj. y). O acréscimo da função quando passamos do ponto (x.. . y) e (x + fj. Não reclames. y) definida na região D C lR? Tomemos o ponto (x. Conta sempre com Deus. coopera. trabalha.6. y + fj. aceita. Não te irrites.f(x.y). Não provoques. desculpa.z = f(x + fj. ampara.Q + fj.Q seu limite.y) .Q ) Q.y + fj. espera. Não te lastimes. y) e se chama acréscimo total da função.y) é fj. no ponto.x. y) ao ponto (x + b. Seja a função z = f(x.x.y. Não te desculpes. Não condenes.y) .x e a y o acréscimo fj.y) E D.x.x. Não acuses. pondera e explica.z f(x A razao = fj.Q entre os pontos (x. é uma razao mcrement e 6.

I . que estudaremps mais adiante. y) para o ponto (x + ô'x. y) é t1xz = f(x + ô'x. Estas considerações levar-nos':ão ao conceito de derivada direcional. y) I .y) de inúmeras maneiras e o limite vai depender da maneira de aproximação..f(x. y) E D. da direção de aproximação. O acréscimo da função quando passamos do ponto (x. ~~"~"T i z .. (x. Conservemosy constante e atribuamos a x o acréscimo ô'x.Acréscimo parcial em x Seja a função z = f(x. isto é.. tal que o ponto (x + ô'x. y) E D. pois o ponto. y + ô. este limite quase sempre não existe..... y) e o ponto (x. Entretanto.caso o limite existisse. y) . y) poderá aproximar-se do ponto (x + ô'x..

{(x. y) 6x 6x 6y 6x são as razões incrementais da função z em relação a x e a y.. também pertencente a D.. y + 6y) . y + 6y) -{(x. y) e 6yz = = {(x.II .[(x. Assim: 1im 6xz Ax -+0 6x Ax-+o y) - = {(x + lu. y) . Y ) 1im 6yz = {(x. [(x.. são as derivadas parciais da função Z = {(x. de modo a passarmos do ponto (x. y + 6y) ..1 z I 1. y) e 6yz = {(x.. . y ={.Y::i (ill. y Exemplos: E1 Determine a derivada parcial de z = X2y2 - 3 xy + 4 em relação a variável x. Atribuamos a x o acréscimo 6x e façamos y fIxo. -_.. y) ax = az = D {( x x.'!'~ y Vimos no capítulo anterior que 6xz = {(x + 6x. y) ao ponto (x. y + 6y) - {(x. y) conservarmos x constante e dermos a y o acr~scimo 6y. teremos o acréscimo parcial em y.<. "y Z . As razões 6xz = {(x + 6x.{(x. y) são os acréscimos parciais em x e y.{(x. respectivamente. Os limites destas razões para 6x ) O na primeira e 6y ) O na segunda.' ( ) y x. 6yz = {(x. y)= 6)' 6y az =D {(x ) ay y . y ) = -r' ( JX x.. teremos: .Acréscimo parcial em y Se na função z = {(x. y + 6y). caso existam. lu y) . y). y) .:::/{li.

.3xy r_--..xz 2xy26. y) = (x + ÔX)2y2 .3xy . --.x 4 6.x '-----v-----' ôx lim - Ôxz = lim (2xy2 . Assim: z = X2y2 - 3 xy +4 C -=2XY az ax az -= ay 2 -3y 2x Y .y).X) ôz -=2xy"-" 3y Observação: Chegaremos a este resultado de forma mais simples aplicando as regras de derivação estudadas no Cap.x .3y6.xz =X2y2 + 2xy2ôx 6x + y2(ÔX)2 .xz ÔX 2xy2 .3xy Valor acrescido da função: f(x + 4 + Ôx.3y +y2ôx tox-o 6.4 Ôx 6. x constante.Valor inicial da função: f(x..3 (x + 6..(X2y2 ..x)y + 4 ÔxZ == (x + ÔX)2y2 ... N do volume I e considerando y constante quando derivamos parcialmente em relação a x e.X)2 E&t d di·-Ô-x-= ------------'-Ô-x.xz _ [x2 + 2x Ôx Ôx - + (ÔX)2]y2 .3y 6.x + 4 _X2y2 + 3xy 6...•.3y tox-o + y26.3 (x +Ôx)y + 4 _X2y2 + 3xy .--· le uan O a Vlsao--> =>--= 6..x + y2 (6. .3x Z Ez DeterIlÚne as derivadas parciais de z Solução: Apliquemos a regra prática: = sen (x + 3 y) - cos (2 x . r__---A--- ••••••• " + 4) 6. y) = xZy2 ..Valor acrescido Á Valor inicial .3 (x + Ôx)y + 4 .. quando derivamos parcialmente em relação a y..

.y) az ay + 3y) - sen (2x . arco der. sen • der.y) Determine as derivadas parciais de z = Q n U x x2 - +Y yz z~ com ".2 ~ Y ~ :> ().. A r. ~ 2 x -. cos • der...Z C der.' I •.-y:l. ---.x4 2x2y _ y4 . ~ Solução: Preparemos a função: az ax x x XZ = x3 + xy2 = x2 _ _ yZ + y2 _ x3 + xy2 = (x2 _ y2)(X2 + y2) 2xy2 .x4 _"y4 az ay -y = xZ _ y2 y x2 = _x2y + y2 _ y3 _ x2y + y3 _ (x2 _ y2)(X2 + y2) . arco az' __ Á aX = COS(X + 3y) + 2sen(2x = 3 cos (x --.. .

Fixemos x.3 . Yo. com a superfíCie S. paralelo ao plano xOz. zo). z ~ A derivada p~cial -= axo tga nos dá o declive da tangente ti à curva C1 no ponto Yo Po. assim. Se fIZermos y = Yo. y) será unicamente da variável y e representará a curva Cb intersecção do plano x = xo. y) urna função defInida na região D C R 2 tendo por imagem gráfica a superfície S do R3 que se projeta sobre D no plano xOy.2. o ponto Po(xo. A função z = f(xo. fazendo-o igual a Xo. y). intersecção do plano y = Yo. com a superfície S de equação z = f(x. em relação à reta (s) paralela ao eixo dos y aaz I az ayo ~p I . paralelo ao plano yOz. paralela ao eixo dos x. a função z = f (x. zo) da superfície Se intersecção das curvas C1 e C2• A derivada parcial aaz Xo nos dá o declive da tangente t2 à curva· C2 no ponto Po (xo. em relação à reta (7). Yo) será unicamente da variável x e representará a curva C2. Yo.INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA DAS DERIVADAS PARCIAIS Seja z = f(x. Obtemos.

tangentes à superfície S no ponto Po. zo).xo) + B (y .Yo) + C(z .~ e . C)]. C).Yo).~ (x .Yo) B (3) Para y = Yo na (3) ====> z . B. zo).As duas tangentes tI e tz. > z . Yô. terá por equações . sua equação é satisfeita pelas coordenadas do ponto. A normal n ~ ~ = [Po (xo. Vn = (A. B --=tg{3=- az ayo C -Substituindo na (3) . Yo. Portanto.zo) = O. zo). resulta z .Yo) ayo equação do plano (17) tangente à superfície S de equação z =I(x. Yo. portanto paralelo ao vetor normal do plano (17) Vn = (A. . --=tga=C -' A az axo Para x = Xo na (3) ====> z . Yo. ~o).Zo = -C(x A .Zo = . zo) é perpendicular ao plano (n) tangente à superfície no mesmo ponto e conseqüentemente perpendicular às tangentes tI e tz.Zo = . O vetor diretor da reta (n). cuja equação geral é Como ele passa pelo ponto Po (xo. A normal (n) à superfície S no ponto Po (xo. Yo. y). assim: Axo + Byo + CZo + D = O Subtraindo a (2) da (1) Isolandb o termo em z -> (2) > A (x . tangente à S no ponto (xo. normal à superfície S é.Zo = - az axo (x . equação da reta th tangente à S no ponto Po.xo) + -az· (y . Portanto.~ pelos seus respectivos valores. Deduzamos agora as equações canônicas (simétricas) da normal à superfície S no ponto Po (XO. zo). no ponto Po (xo. equação da reta tz. B. determinam um plano tangente à superfície S.xo) -C(y .~ (y .xo). Yo.

=C ôXo' C ôz C e --= -1 resulta ôYo C ' x Xo ôz - Y . . As funções derivadas parciais são z = x2 ~ 4y2 ~.16 Então. 9).Yo B - z .Xo Y . determinando Zo = (5)2 ~ 4 (.2). Yo.Zo C -C A - Y . ---> C - C ~=2X ôx --> -= ôz derivadas ====> no ponto ôy -8y = 10 = 16 ôz 3xo ôYo = 2·5 -ôz = -8(-2) .4 y2 no ponto P~(5.2.Yo -C B - Z . . Po (5.Xo x .2)2 ~ Yo Xo Zo Zo = 25 =9 .x .Yo ôz - z .-. zo).Yo -C--= -C-A B Z .Zo -C C A ôz B Como --= . Solução: Determinemos o ponto Po (xo.Xo A - Y .Zo -1 ôXo ôYo Exemplos: E1 Determine as equações do plano tangente e da normal à superfície z = = x2 .Zo C -C--= x .

9 =O I b)IEquação da normal: x . Podemos querer derivar parcialmente estas derivadas. y) C C ) a (az) a2z 4:" ax ax = ax2 = Jx. obteremos as derivadas parciais de segunda ordem da função inicial.a) Equação do plano tangente: z .S) z .( Y ay a2z = ayax 2 =Jy.xo) + -az (y . y) az ax = Ix (x. 2 a () az z a . Y r' ( ) (az)ay=-=Jyy(x. Se for possível.x (x.9 = 10 (x . as suas derivadas. Partindo de z= 1(x.Zo = - az axo (x .9 = 10x 1 + 16 (y + 2) SO + 16y + 32 16y - 10X + z . parciais são funções das -mesmas variáveis. se existirem. ~: = Ix (x. ay ax = axay = Ix. e assim sucessivamente. constituirão as: derivadas parciais de terceira ordem.x.Xo az axo x-S_y+2_z-9 10 16 -1 Dada a função z = f (x.Yo) ayo z . = I. y) e ~. az = Iy .y) a z r' ay 2 ' . y) a ax (az) ay -a ay . diferenciável. y). (x. y).y (X. As derivadas parciais das derivadas de segunda ordem.~ x. Assim. y).

y Se as derivadas parciais de 2' ordem admitirem derivadas parciais.x e íJ. . conforme os dispositivo abaixo. iremos obter 8 derivadas parciais de 3' ordem. íJ. Já a função derivada parcial axay2 a 3 z indica a derivada obtida após 3 deri·' váveis sucessivas. Ix:y. Consideremos agora a função w = f (x. iremos obter 4 funções derivadas parciais de segunda ordem: h.Ix Notamos no dispositivo acima que as derivadas parciais de primeira ordem são e /y. y. sucessivamente. a segunda vez em relação a y e a terceira vez em relação a y. A função derivada parcial de 2' ordem e assim a~2:yindica a derivada obtida após derivar duas vezes. obteremos 16 derivadas de 4' ordem. a primeira vez em relação a x. Se essas funçõe~ derivadas admitirem derivadas parciais. a primeira vez em relação a x e a segunda vez em relação a y.x. z) e consideremos possível a sua derivação sucessiva. Se for possível continuar derivando.

:~. h..z.y Ix" X." x.. Ix / ' t'x..~.x Et.~.Y.y Íz:x t.y ~" y.:~x Ii. z) Íy tY..y Ix" x.y.X E4~X h.DElUV ADAS PARCIAIS 29 h.y. y.x t.:~.y .y Iz:z E!Y.y t. E E {.z "''' Íz" z.~x Et.y.z !Y.~.X.Z " t'x.x Et.z h.x. h.y . Z.z !Y. ".y h" Y.~z Iz:~.z E4~X E4Y.y.~.x 1J..z t'z" Iz:'y.x w = {(x. Iz:~.X.y Iz" Z.z .y.y 'y.zt.y.x.z .Z.~.

Exemplo: Dada a função z = x4 - 3x3y + 6X2y2 - 4xy3 - 6y4 + 2. .--- . determine as derivadas parciais de 3~ ordem ( te) \ \ '() "I / .

com n inteiro positivo.INVERTIBILIDADE DA ORDEM DE DERIVAÇAO Conforme o exemplo estudado. Ô Ô N otamos que as denva das extremas -3Z e -3Z sao difi erentes.. Assim: ô2f ô2f ÔSz ôxôxôxôxôy .5 . Teorema de Schwarz: Se a função f (x. mostrando-nos a invertibilidade da ordem de derivação: 2. ••• . então: -ô Ôy' =-ô ô emtodoponto~ED x y x Este teorema se estende às derivadas mistas de ordem superior à 2ª. y) admitir todas as derivadas parciais de 2ª. se as derivadas parciais forem contínuas. ordem na região D C R2. enquanto as 3 3 ôx ôy mistas são iguais 3 a 3. notamos que a ordem de derivação é irrelevante. ordem.ôxôxôxôyôx . X3. O número de derivadas parciais distintas de ordem n nos é dado pelas combinações com repetição de m elementos (número de variáveis independentes) tomados n a n.2) .ôxôyôxôxôx asz ôSz - - ôSz ôxôxôyôxôx ôSz ôyôxôxôxôx podendo todas estas derivadas serem representadas unicamente por cando que a função ôx ôy ô:z i. n! em + 2Xm + 1)m Uma função de várias variáveis y = F (x h X2. se e somente se exis- .n .n .. e se estas derivadas forem funções contínuas em D.ndiem relação z deve ser derivada 4 vezes em relação a x ~ ay. xm) dir-se-á de classe Cn em uma região D C Rm.(m - + n - IXm + n .Cm+n-l. (CR)m..

2. Jlyv a) Deternúnação de ~:. 4. Escrevemos F E Cn (classe de diferenciabilidade)... PR2 Z = xy • yX. com x > . Oe y > O. n. Solução: Nos dois fatores figuram x e y. em cada caso. PR1 Deternúne. as derivadas parciais da função: z = (x2 - xy + y2t Solução: Notemos a existência das componentes potência e base.::::. . . teremos então a função produto õz z C õx = õz õy = JlxV + JlVx + JlVy . .=-. ..tirem e forem contínuas em D todas as derivadas parciais de F de ordens 1. Em relação a x Il = xy (potência natural) ====>: Jl~ = yxY-1 V = yX (exponencial) ===. Em relação a y . 3.-~> v~ = yX ~n y b) Detenninação de ~.

a segunda parcela é função produto. Solução: Na última parcela. pois tem x nos dois fatores e. ~z = [2 cos(vx .+ x sen(xy) y PRs z = xex-y + yex+y• Solução: Em relação a x. a primeira parcela é função produto.cos(xy).y)]" _Ir::. quer em x ou y.y) = X3y2 + x22ny . z C ._______ v .y)](-I) az ay PR4 Z = [2 cos (-vfX .y)][-sen(v'X = sen2(v'X . em relação a y. Solução: Notemos a existência das 3 componentes: potência.2 v x .y)][-sen(-vfX x .= 2x3y x +. = xY (exponencial) --> JJ.az = (1 e ax az ay = xe X- X -Y + xex-y • 1) + yex+y • 1 r(-I) + (1 eX+Y + y~+Y • 1) .y) v'X .~ = xY inx v = yX (potência natural) ====:> Vy = xyX-l PR3 Z = cos2(v'X . temos as componentes co-seno e arco z C :: az ay 2 = 3X y2 + 2x 2 2ny +y sen(xy) . co-seno e arco.JJ.y).seno do arco duplo -- sen2(y'X 2 ..

=ÔX ÔW eX eY cos(x . como . Função preparada: z = x2 (~n x + ~n y) z (produto).2z) eX-Y • 1- 1.ao. =-.~ny .+ [cos (x x _1y 2z)] 1 = eX-Y (-1) ôz =- Z + [cos(x . JlV Solução: Notemos que em relação a x a função é do tipo pois tem x nos dois fatores. ' n u = x2 ====:::> u~ = 2x v = ~nx + ~ny ====> v~ > z x = 2 x (~n . = uv -~> Zx .2z) . ~n y) x x + + + x - 2 1 x > -> z~ = 2xQnxy .~nz - Solução: Preparemos a função: w = eX-Y ôw = ôx ôw ôy ÔW + sen(x . Et. PR6 w =.y1 ôy eY ÔW ôw 1 ôz =-z-2cos(x-2z) PR7 Z = x2 ~nxy.z C ~: ÔZ = (l + x)eX-Y + yeX+Y _ xeX-Y ôy = (l + y)eX+Y .2z)](.~nx . -=---. = UxV + UVX.eY eX ~nxyz + sen(x .2) 1 --+ x eX 1 . .2z) .

=y PRs z = f(senxy).).-A--. derivo d . = x [f' (sen xy)] cos xy Solução: Preparemos a função: f(x..1 x ay af = [cosx-1Y]X-1 af y y y 1 +1.. y) C C = af -= ax [cosx -1]( -x-2) Y y-. d e f az z = f(sen xy) z = f(senxy) - C ax = rr (sen xy )][cos xy J rr (senxy)][cosxy]x rr (senxy)] cosxy ---------- ecos . quer em relação a x.----A---y .. = o.. y) f(x.y 1 ax = . y) = senx-1 y + Qny . Solução: Notemos que a derivada da função f é a mesma.Qnx f(x. d env.-= az ay X 2 -=y y 1 x2 z = x2(Qnx + Qny)- C z~ = 2x Qnxy x2 +x zy . Apenas as derivadas do arco são diferentes . quer em relação a y. O mesmo acontece com a derivada do seno.. verifique se x :~ + y :. .. d o arco az ay a = C a: = y ~..x2 cos"X-X" af 1 -=-cos-+ay x x y PR10 Dada a função z f(.- d'env.

y _x t(x) y Y =0 _ PRu Dada a funçao Il = are sen (xyz).(xyz)2]3 > xyz = sen Jl.[.Y (xYZ)2 2. Deternúnemos as derivadas parciais de z x af +yEt=~t(x) ax ay y Sim. verfique se 3x • 3y • all all 31l az = see Il tg 2 Il· Solução: 1.:==1 ==yz 3x all = v' 1 - (XYZ)2 1 xz (XYZ)2 1 3y -= all . • ~~ = see Il tg2 Jl.Solução: 1. Verificação da igualdade ~~ • ~. Montemos o produto das 3 derivadas '" a Il a Il a Il _ yz • xz • xy ax .J 1 v' 1 - az ---""""'X. 3y • ai . De Il = are sen (xyz) .(XYZ)2]3 31l • all • all = (xYzi 3x 3y ax [v' 1 .J 1 . Determinação das derivadas parciais _a Il_ = --.

~ _ -b y'x2 + y2 ".4) 5 5 5z .4.l PR 12 Ache a equação do plano tangente e as equações da reta normal à superfície z" = x2 + y2 no ponto (3. Solução: Vimos que a equação do plano tangente (1T) à superfície z no ponto Po (xo. cos" J. Yo.16 .3) +.-.9 + 4Y . 1 =--= __ [y' 1 . COS J. zo) é z Zo = axo az (x .y => 1 4 16 az ayo = =. a p.sen"p. 5). sen" p.Zo -1 . a p.SubstitUindo em (1) => -- -->_. ""x => az axo = 3=1 S 1 v9 + 16 az ay =.±.5 =l(x .]3 cos3 P.Yo) Determinemos pois as derivadas parciais no ponto. ax ay az ---- sen" p..-= a p.Yo azayo z .L 0_- sen" p.2S = 3x .J az ax 1 = ~y'X2+y2 _ 1 -\. S V9 + Substit]lipdo na equação do plano (1T) z'.!(y .5z = O I 13X + 4y As equações simétricas da normal (n) são: x .Xo az axo - Y .xo) + ayo az (y .l v COS J. De Z2 = x2 + y" > Z = x2 + y2 (z = 5 > O) .

Substituindo na função.xo) az + -ay-o (y - az Yo) =-.j 38 . no ponto que se projeta sobre o plano xOy em (2... (n) x-3_y-4_z-5__ - 3 5 - 4 5 -1 --. Temos Xo = 2 e Yo = 3. vem 4 = + 9 + Z2 = 38 => 1 z 51. zo). Solução: 1... z > O 2.2) - -SÓ' - 3 3) 5z-25=-2x+4-3y+9 \2x + 3y + 5 z . Determinação do ponto Po (xo.. z Zo = -ax-o (x .Então. pois. Determinação da equação do plano tangente.3) e tem z > O. Yo.::=----.> (n) x-3_y-4_z-5 3 4 -5 PR 13 Ache as equações do plano tangente e da reta normal à superfície x2 + + y2 + Z2 = 38. Como (1T) -..x2 _ y2 3.38 = O I .> Z - 5=- "5 (x 2 -.. Determinação das derivadas parciais em Po• Preparemos a função x2 + y2 + Z2 = 38: z = ..

4==:> 2x -4 ÕX õz . (função preparada) z = X-1y2 _ x2y-1 . Determinação das equações canânicas da normal (n).= 2y õy .6 = 0--> Y =3 z=4+9-8-l8+9 z =-4 O ponto procurado é Po (2. PR 15 Determine as derivadas parciais de 2~ ordem da função z=---- x2 Y Solução: Preparemos a função: F.-1 -.P.4).Yo õz z -o Z -1 õYo Substituindo em (n) x-2_y-3_ z-5 2 3 .6 ===>" z C y2 X = 0==> x = 2 2y .-5 5 x-2_y-3_z-5 2 3 5 PR14 Determine o ponto da superfície z = x2 + y2 .Xo - õz õXo - Y . . _õ_z= 2x .4.6y plano tangente é paralelo ao plano cartesiano xOy. + 9 em que o Solução: Se o 'plano tangente à superfície z for paralelo ao plano xOy. Como (n) x . 3.4x . as derivadas parciais de z serão nulas.

calculando as derivadas parciais extremas e delas as mistas. Solução: Preparemos a função F.2x-1 ay a2z - 2x2y-3- 2 ----- 2x2 x y3 PR16 Calcule as derivadas parciais de 2~ ordem da função z = e2Y sen x no ponto Po(rr/6. z[ axoayo -=2 a2z = vf3 a2z ayJ .2 -. O). assim: .P. => z = eX-Y + Qnx + Qny Aplicaremos a invertibilidade da ordem de derivação.. X PR17 Calcule as derivadas parciais de 3~ ordem da função z = e y e + Qn (xy).

A . e h armomcao Solução: "Uma função z = f (x. -= az ay 2x(x2 4X2 .~: = eX-Y z [ az _ +~ +1. ~.y r l 2 x-y ay .> V UxV V .. em re açao a x ==--=--=.2xy .2xy(-2y) (x2 _ y2)2 = - 1 (x2 _ y2)2 + 4X2y2 (x2 _ y2)2 . 2 UVx . a ax2 ay2 a2z a2z então --2 e -2 o ax ay derivo do arctg ~ derivo do quoçj. portanto. (x2 _ y2)2 • 2x _ 1 (x2 _ y2)2 + 4X2y2 (x2 _ y2)2 1 1 y +--(x2 _ y2)2 2 2x2y .ente F . az ax - 1 1 +--(x2 _ y2)2 4X2 2 y 2y (x2 .2z = O"..y2) .. y) diz-se harmônica quando satisfaz à equação de Laplace - Calculemos a2z + .2xy2 + 4xy2 (x2 _ y2)2 Observaçao: X - 2 2xy -y 2 • d t' U 1 _ e o lpO-..4x2y (x2 _ y2)'1.-------- 2x3 .y2) . .-e f PR 18 Ven'f' lque se a unçao z = arc tg 2 xy x -y 2 .2y3 .

2xy 2 .Y ) UyV UVy é do tipo -.2y3 = -2y(x2 + y2) = + y4 + 4X2y2 x4 + 2X2y2 + y4 =_ 2y x2 +y2 2x(x2 + y2) . ~ UV~ > Ux = 2y V 2xy 2 X -y 2 = X2 .> V~ U· V = =--=----> 2y(x2 _ y2) . r A __ -.y2) .y2 ====. UyV r A \ ~ UV' Y --> V U~ ' Vy = 2x = ..4xy 2 2 2 a -a z2 = -2x(x2 2 y + y2)-22y 4xy = =(x 2 + y2l ax ay2 (x2 + y2)2 A função é harmônica.2y = X 2 - Y2 => -->---------(x2 _ y2)2 2x(x2 ..2xy (-2y) az ax -2x2y = x4 _ 2X2y2 = -2y(x2 (x2 . portanto.U~V . em relação a y --> --v-2-. . • 2x I 2 2 2x (X .x4 + 2X2y2 + y4 - + y2) + y2i az ay 2x3 = x4 _ 2X2y2 + 2xy2 + y4 + 4X2y2 = x2 2x = 2x(x2 (x2 + y2) + y2)2 + y2 L az az -+-=---.

2cos(2x + y) 34z ::: sen (x .PR 19 Determine as derivadas parciais de 4~ ordem da função z = sen (x .y) + 2scn(2x + y) -= -cos(x .: -4::: a4z aX sen(x .cos (2 x ay4 + y) .2cos(2x + y) ay = cos(x .y) + cos(2x + y) -3 -3- a3z a4z = -sen(x ay ax a4z .y) .y) .y) .m.cos(2x ay + y) Resp. Solução: Até às derivadas parciais de 3~ ordem determinamos apenas as extremas e a partir delas achalemos as de 4~ np.y) -.y) . m -4= -cos(x a.y) .y) .8sen(2x + y) z = sen(x .sen(2x + y) 4 = sen(x .\" a3 .cos(2x + y) C az -= ax az ay cos(x .16cos(2x ax -- + y) ax3ay = -sen(x - y) .8cos(2x + y) a2z ay = ~sen(x .y) .y) + sen(2x + y) L -2 r -2= 32z ax -sen(x- y) + 4cos(2x + y) C C 4= a4z a4z sen(x .8cos(2x + y) ' 34z -:::sen(x .a 4z 2 ax3y3x a ---::: Z 4 2 3x 3yax -sen(x .y) .y) .cos (2 x + y).y) .y) .4cos(2x 3x23y2 --::: 3 + y) a4z 3y ax -- ax3y3 a4Z= --- ày3xay2 a4Z ----::: a4Z 3y 3x3y 2 -sen(x .16cos(2x + y) 34z --::: ax3ay az --::: 4 ayax 3 --.

determine as derivadas parciais de 2~ ordem no ponto P~ (17/2. a2w a2w a2w az2 aw = 3e ax 3X + 4Y cos S z aw = 4 e ay . y. 3X + 4Y cos Sz a w = _ 5 e3X + 4Y az Façamos a verificação: sen 5 z j a az 2w 2 = -25e3x+4Y cos 5z a2w -ax2 + a2w ay2 + a2w az2 = ge3X+4Y cos 5z + 16e3x+4Y cos 5z 2S e 3X + 4Y cos 5 z = O PRZ1 Dadaafunçãof(x. ay y . y) = eX ~ny + (seny)~nx. 7T). Solução: Derivemos f (x.PRzo Verifique se a função w = e3X + 4Y cos 5 z é harmônica.y) af = eX ~ny + seny x C . z) se. y) ax f(x. Solução: Será harmônica a função w -+-+-=0 ax2 ay2 = f(x. e somente se.

. ~J ~ - rr (sen1T)Qn-= e 1T/2 --- 2 ~ Solução: Determinemos as derivadas parciais de 3a ordem que figuram na expressão cujo valor procuramos.. az -ayax = -sen(x +y) 2 -- 1 x - -- a3z axax2 = -cos(x +y) + y) +-2 x 1 -az =cos (x ay + y) . -2= -scn(x + y) ay C -2- a2z ay ax a3z ay3 = -cos(x -= -cos(x + y) --2 a~ ayax - 2 2 a~ + -3a~= .cos (x + y) + -1 + 2 cos (x + y) 2 ay ax ay x - .2 =-+--=--rr rr 1T 2 e 1T/2 ~ a 2[ - o e 1T/2 =. rr) as derivadas parciais de 2~ ordem assumem os valores: - 1 cos x e 1T/2 .cos(x + y) =""""2 x 1 .No ponto P~ (rr/2.---A---.Q nx a2z.- .

seno e arco xy cos xy ~: = [f' (sen xy)][cos ~. PP3 Determine as derivadas parciais de 1~ ordem da função z = f (tg. Solução: Consideremos as componentes f. = Qn (x + J x2 + y2).-= az aX ·2 xye 2 X2 _. ax ay az' Resp.: az 1. Resp. verifique se x ~~ +Y ~y= 1. .).-- = 4xeX 2 '--v--'I função produto em relação a x PR24 Derive z = f(senxy). ax = y t' [(tg~)] sec2~ y y az = _ ~ t' [(tg X). ) Qn (~).] ay y2 \: y PP 4 Determine as derivadas parciais de 1a ordem da função z = 4 sen (. Calcule a Jl • a Jl • a Jl com Jl = arctg (xyz). = [f' (sen xy)][cos xy]y = y 11' (sen xy)] = x [f' (sen xy)] xy] x cos xy Dada a função Jl Resp.: Sim.: sen2 Jl • cos4 Jl.

4 = O no ponto P~(1.3y .5 = O + y2 + Z2 + xy + PPut Determine a equação do plano tangente e o vetor normal da superfície z = = . ôz Resp. Calcule x ~: + y ~.Resp. + z. = .: O f(~).: ÔZ = Y cos xy ôx 1 + sen2 xy ÔZ xcosxy -=---ôy 1 + sen2 xy = arc tg (sen xy ).=-.-~ny ôx yX-l yX . Resp. Resp.: ôx = yeX y (1 + xy) (l ÔZ = xexy ôy PP 6 + xy) Determine as derivadas parciais de 1~ ordem de z Resp.y2 no ponto P~(5.J x2 .2 z . PPs Resp. 3). ~ Resp. -3. xY Deterriúne as derivadas parciais de 1a ordem de z = y 1 ÔZ xYxY ÔZ -=-~nx--ôy yX PP9 xY xY+1 yX+l Determine a equação do plano tangente à superfície 3 x2 + yz + z . PP. -4) PP 11 Calcule as derivadas parciais de 2a ordem da função z = arc sen Y2' com x ~ .2 Y . quando z .4z = O n = (5.cos ôx y y ôz 4 ·x + -1 x x -=--cos--ôy PP 5 ôz 4x y2 Y 1 y Determine as derivadas parciais de 1~ ordem de z = xyeXY . x.: 5 x .: .: _. -1) de cota negativa.: (7T) 5x .

:: ~ C' -..xy2 cos xy senxy . '''\ .: -= a3z ax3 3 -y 3 cosxy sen xy .: -aX aY = a2z x2 2 X +Y 2.j ayax 2x3 (X4 _ y2)3 Calcule az -ax aY da função z = (x2 _ y2 + y2) arc tg-.j (X4 _ --=--=- y2)3 axay 2 a2Z a2Z . Resp. determine af 4 ax 2 ay 2 Resp. PP13 Verifique a função z = eX seny + eY cos x é harmônica.ordem da função z = Qn. y x . PP16 Determine as derivadas parciais de 2éJ.: - a2z ax2 = .x2y cosxy --a2 z = . y) = ye X 2 .J x2 + y2."'-'. Resp.. ..2y ax ay ay2ax a3z -x3cosxy -= ay3 -- a3z = -2x .. Resp.a2z y ay2 .: Sim Dada a função Resp."'.---(x2 x2 _ y2 + y2)2 a2z ay a2z axay = ayax = i 2xy (x2 + y2)2 a2z x2 _ y2 --= --~2 (x2 + y2 .: O f (x.

y +y x ' entao. ven'folque que ax ay a3z 2 PP20 Verifique se z = -=====tem-se .y ) a2z 2x a2z a2z 2y ãxay = ayax = . x az Resp'-=--.: -2 = '2 2 3/2 ãx (x .' ax -y x2 + v'2 e az x -=--ay x'2 + y2 _ y az Dada a funçao z = e are sen (x . = y o.(x2 _ y2)312 ã2z = _ 2x (x2 .y'2 Resp.y .-axay2 ã3z . x + . Resp.: eY arc sen (x .: -3 a3z = .j x2 .2y senx -.v x . . _/ '2 2 PP22 Determine as derivadas parciais de 2~ ordem da função z = Qn x .j x + y x2 + y2 x ax + y -ay =-2 z .ayaxay a3z = -2xseny + 2cosx a -a z3 = -x2eosy y .Determine as derivadas parciais de H ordem da função z = are tgL.y) PP 19 Se z = e xy ..2 ay ax 3 . az az 3 PP21 Prove que se z = are sen x .y). .y2cosx ax a3z a3z ãx2ay - ã3z a3z . _ x -a x õz +y az -a . calcule ax + az ay' Resp.axayax ayãx2 = 2 cosy ..2y2) ay2 y2 (x2 _ y2)3/2 PP23 Determine as derivadas parciais de 3~ ordem da função z = x2seny + y2 senx..

aZ ax Dado z = f(tg xy).I ax ar ax a<p X para = r cos y i{) { = r sen 'P PP30 Verifique se para w = (x . .: f) :::: 720 11' PP28 Mostre que x az ax + y ay =. 4. 5) do parabolóide hiperbólico 5 xy . ax az.: O .y)(y .PP2S Se z = Qn (x + xy + Y ) verIfique que x 2 2' aZ + y ay = 2. .12 z = O e a esfera x2 + y2 + Z2 = 50.y ay' az PP27 Determine o ângulo no ponto (3. deterrmne x Resp.. Resp.z)(z .xy + z az para z = xy + X6Y'x.x) tem-se W aaxW + aayW + aaz = o.

(x. y)] b:.y b:. y + b:. para a função de uma variável. será b:.o D C 1R2• Atribuamos a x e a y os acréscimos b:. E os companheiros da família mais necessitados de nós são aqueles irmãos sofredores e menos preparados para as lu tas da vida.x + b:.x + 11 b:. Por outro lado. y) o valor + 111b:.X+ 112b:.x e b:. Seja a função z = f(x. y).DIFERENCIAÇÃO Somos uma família só .y = t' (x) b:.y. y)] b:. dz y)] b:./ \~-----v parte principal parte secundária .y + 112t:.x '---v-----' '--y--/ parte principal dy parte secundária Então.a Humanidade.X+ l(.x.f(x. y) definida e contínua na regiâ.y) .x. como Vimos no Capo lI. y + b:. respectivamente. y)] b:. v--_.y /. tiramos para b:. O acréscimo total. vimos que o acréscimo da função b:.x + [f. y = f (x).J (x.f(x.z = f(x b:. no Capo V do Volume I.y) .z = f(x + b:.z = [f~(x.y + 111b:.z = [f~ (x.

Logo a diferencial total da função z = = lf'x (x, y)] ~x + li; (x, y)] ~y ou

f (x,

y) nos é dada por dz -

em que dx e dy são as diferenciais das variáveis livres x e y, respectivamente. Para o caso de função de 3 ou mais variáveis, procedemos da mesma forma. Assim, se

w

= f(x , y ,z)

=>

dw

= aw ax

dx + ôy dy .-

aw + az

rlz

aw

Exemplos: E1 Determine a diferencial total da função
z

= 4x2y

- tg(2x

- y).

Solução: Vimos que dz = ~: dx parciais de 1~ ordem de z.

+ ~;

dy. Determinemos, pois, as derivadas

az ax

= 8xy - 2sec (2x - y)

2

dz

=

[8xy

-

2sec2(2x

- y)]dx

+

[4x2

+ sec2(2x

-

y)]dy

Ez

Determine a diferencial total da função

w

= eXY

-

4 xz

+ yz
dy

Soluçao: dw = -dx

_

ax

aw + -

ax + -

ax

dz

aw az

aw -=ye ax

xy

- 4z

-=-4x+y

aw

az

Então,

dw

= (yexy

-

4z)dx

+ (xexy + z)dy - (4x - y)dz

3.2 - APLICAÇÕES

Seja a barra prismática de dimensões x, y e z fixada num suporte S. Apliquemos à extrenúdade livre uma força F. A barra sofre uma deformação medida pela variação de volume. O volume inicial é xyz. O volume acrescido é

(x + .ôx)(y + b-y)(z + .ôz)
O acréscimo de volume nos é dado por

.ôV

= (x' + b-x)(y + .ôy)(z + .ôz) - xyz .ô V ...;~+ xz!::,.y + yzb-x + z!::"x!::"y xy!::"z + +

+ x.ôy.ôz + y!::,.x!::,.z !::,.x!::,.y.ôz ~ + .ô V = (yz!::"x + xz!::"z + xy.ôz) + + (z.ôx!::,.y + xb-y.ôz + y!::,.x.ôz + !::"x!::,.y!::"z

.ô V :::yz.ôx + xz.ôy + xy.ôz

I CD

-=yz

av
ax

.
e

~; = xz
-=xy

I dV = yz!J.x

+ xz!J.y + xy!J.z

I

@

av
az

Comparando

CD e (3)

-

Na prática fazemos a deformação igual à diferencial. ~-------------

Como vimos no Capo V do Volume I, !J.x na variável x, dx. 1 .. - e o erro re atlvo
sa = -x

= X2

-

Xl

=

dx, erro absoluto

x

e 100 dx é o erro percentual = IDOs, x ..

E1

Deseja-se medir a distância dos pontos A e B separados por um obstáculo. Mediram-se, então, as distâncias x e y com erro de 3% em cada uma. Determine o erro percentual cometido em AB"
AB =

~= f(x,
z

y)

=.J

x2

+ y2
A 1Q) Cálculo do erro absoluto

O erro absoluto é a diferencial dz
Obstáculo

'<:..
7/ ~~

xii'

~

I

L/i;i/ ----B

!IY !

s =dz=-dx+-dy
a

az ax

az ay

~
C

J

x

Calculemos as derivadas parciais de 1~ ordem

_a_z

ax

=

1 2 ~ x2

+ y2

2x =

x ~ x2 + y2

_az_
ay

=

1 2y = 2 ~ x2 + y2

.J x2 + y2

Y

Ea

=

dz = _..=-x..=-dx-=--=== + --;=y=d=O'==v' x2 + y2 .J x2 + y2

29) Cálculo do erro relativo O erro relativo
E

r

=- \..' Z

dz

.QA...!

Dividamos, então, o erro absoluto dz por z

dz _

v'

Z-

xdx x2 + y2 vx2

+

ydy .J x2 + y2 + y2

_d_z = xdx z x2 + y2
39) Cálculo do erro percentual

+ ydy x2 + y2

O erro percentual é o erro relativo multiplicado por 100
Ep

=

100-

dz
z

Portanto,
E

= 100(

p

xdx + ydy \ x2 + y2 x2 + y2)

Como vimos no problema, o erro percentual em x e em y foi de 3%. Logo:
100 dx

x

=

3 =>

dx

=

3x 100

Substituindo fórmula de

Ep

E

-

100(

x ~
2

+
3x

p -

x2 + y2

y x2 + yi)

ifo \
l00(x2 + y2)
3y2
]

Ep

= 100 [

l00(x2 + y2)

+

Ep =

3C.: y' x/; yi)
+
e o ângulo a por eles formado mediu ; rd,

Ep

x2 + y2 = 3--x2 + y2

Ep

= 3%

Ez

Num triângulo os lados x e y mediram 2 dm e 10 cm com erros de 0,0005 cm e 0,0002 cm, respectivamente, com erro de ~

rd. Determine o erro relativo cometido na medida z do

lado oposto ao ângulo a. De acordo com o enunciado do problema,
x

=

2dm=

20 em e dx

=

0,0005 em

B

y = 10 em e dy = 0,0002 em a

= 3rd

1T

e da = 100 rd

v'3

A medida z do lado BC depende das medidas x de AC e y de AB e da medida a do ângulo A. Assim, z = f (x, y, z). Determinamos a lei f pela lei dos eo-senos
, Z2

=

x2

+

y2 -

2xy cosa ==--=--> z

=

.v x

2

+

y2 -

2xy cosa

O erro absoluto cometido em z nos será dado por
dz = ~

ax

dx

+~

d ayY + az aa

da

DIFERENCIAÇÃO

57

oz - ox 2 y'x2 z oz - oy 2 y' x2 oz -oa Tiramos
dz =

+

1 y2 - 2xycosa

(2x - 2y cos a)

1 + y2 - 2xy cosa

(2 y - 2 x cos a)

2 y' x2

+

1 (- 2xyXy2 - 2 xy cos a

sen a)

x - y cos a

dx

+
y' x2

y' x2

+ y2

- 2xy cosa

y - x cos a dy + y2 - 2xy cosa

+

+
vi x"

+ y2

xy sen a .--da - 2 xy cos a

dz

--------

_.J

x2

x - y cos o: d X + y2 - 2xy coso:

-I-

.J x2

-------

z -

J

Y - x cos o: d Y + + y" - 2xy coso:

J

------2
x

xy sen o: d o: + y" - 2 xy coso:

x2 + y2 - 2xy coso:

Z-

dz _ (x - y COS dx + (y - x COS dy 0:) 0:) + y2 - 2xycoso:

x"

+

(xy sen 0:) do:

~

1/2
+ (10 -,
20" + 102

112 ~

../3/2
0,0002

,,-A-..

dz -=

(20 - 10COS-f) 0,0005

2ocosi)
-

+ (20'

10sen~)~

z
_dz _ 15 • 0,0005 + O + 3 400 + 100 - 200 3,0075 1,0025 = 300 100

2 • 20 • 10 cos ;

z
dz -=

z
z

dz= 0010025

'

Vimos no item 3.1 que o acréscimo total da função z !:lz

= f(x,

y) é

= f(x + !:lx, y + .6.y) -

f(x, y)

Então, transpondo f(x, y) --> f(x

+ .6.x, y + .6.y) = f(x,

y)

+ .6.z

CD

.Como ôz = az ax dx + ay az + 17tÔX + 112ÔY dy . a Igualdade az " CD fica: 1 . az dx + ay dy + 1hÔX + 1l2l:iy \ dz v infinitésimo de ordem superior .f(x. 2.002)2. # 3. y) + ax ./ f(x + ôx. y + ôy) -::::. Substituição de f: J(x+ ÔX)3 tt (y + Ôy)2 -::::. Fórmula: J (3. y) + dz f(x. y + ôy) -::::. y) + dz I Calcule o valor aproximado de Solução: 1. Determinação de dz: VY2 + dz . y + ôy) == f(x. y + ôx) = f(x. f(x + Ôx. f(x + Ôx.96)3 •V (8. ) + ax y az dx + ay dy az I f(x Exemples: E1 + Ôx.

J . y) + D...96)3 ~ (8.x = . ~ ::::f(x.002) + ~2 • 22 (..y D. Solução: 1.96)3 ~ (3. 4#(0.24 .y = 8.x + D.J (3.0053 .J ..002)2:::.002)2:::: 23 • 22 + ~4 . 2 0.002 que admite ~~C1JJ?!~ª~xata .96)3 (8.y) + y) + dz dz 2.002)2 Calcule o valor aproxfinado de J 36.0.J E2 (3. Substituindo em CD W +.x.04 + D. Fórmula: f(x + D.96 --> valor mais aproximado de x + D.j43 V (8. ===> = 0.0. 31.002 = 8 =='> valor mais aproximado de y + D.. Determinação de dz: z = f(x.J4 W (-0)04) + .002 (3..~16 .96)3 (8.04) v' (3. y + D. Substituição de f: .x) tg (y 3.5253 V (8.002)2 ::::32 .0..tg 44° 40'. que admite raiz quadrada exata x Subtraindo ==--=----"> y Y =4 D.y) :::: y'.J (x D.002)2 ::::32 .y.48 + 0.96)'!j .x. tg Y + = yX tgy .x = 3.48 + 0.0.

0672 ~ 36.y = .6(.0056 (veja Capo V do Volume I) Substituindo em Q) + + (. . Se as funções derivadas parciais sucessivas de f (x.j 36. y) com dz=-dx+-dy ôx ÔZ ÔZ ôy .y = . 5./36 .0056) ..24 tg 44° 10' .24 + sec2 45°)(-0..24 tg 44° 10' ::: 6 . normalmente é ainda uma função de . ô z = . ôx x e y.~~. Desta forma.24 tg 44° 10' ~ 6 + 0.0..}r)2 0. Ja que as denva d as parcIaIs. y) forem contínuas.. 0.20' ===> b.24 tg 44° 40' ::: .y = 44° 40' = 45° = 1) b./36 tg 45° C~ tg 45°) 0.x = b.24 0.j 36..017 = -0... 1 + 2 ~ 6 1 . poderemos calcular as diferenciais totais de ordem superior. y).02 .. .f'x (x.24 (pois tg 45° = 36 --> e ==> y y + b. y) Ôz e ôy = f' (x.x = 36. 0..x x + b. . y) y que fig uram I nela são funções de x e y.24 .0056 ~ 36. a diferencial de 2~ ordem é a diferencial de dz: d (dz) = d2z A diferencial de 3~ ordem é a diferencial da de 2~ ordem d (d2z) = d3z Tomemos z = f (x.9528 A diferencial de uma função z = f (x.

dx + El. d ( = dJJ.) ] dy '3' =-=> \. ôy' dy (3 ÔZ /i)'- 0 t por ôz ÔX e em (. = . ] dx + .\ 0 JJ.V d (ÔÔyz) = Êôxôy dx + 2 ô ôy2 z d y . por ô y Q) => [ô~ (~~)] ®=>d(~. [d (dy)] CD (diferencial de produto) ôz ôx = t -=JJ. ôz ôy d (ôz) ox = dt = E.V ôz ) ô JJ.dx ôy ÔX SubstItuamos em . + dY) dY) (diferencial de soma) d2z = d (~~ dx) d2z = [ d (.) ] dy + + ~.~) d (~..JJ.!.d (dz) = d (~~ dx + ~.) =[ô~ (~~)] 0=> dG~) d (~~) = (~:) ] dy (~.~ [d (dx)] + [d (. f1\ Ô + .. d f2\ ôx ôy y \.

conseqüentemente. podemos usar o quadrado da soma indicada de 2 parcelas.+ 2 a z 2 d2z = (az d2z ax axay dx d '------v----" quadrado do 19 ---v / + a z (d )2 Y ay2 Y '------v----" quadrado do 29 2 dobro do 19 pelo 29 . são nulas.r a2z axay A dx dy .d2x = d (dx) = d (constante) = O = constante ====>: d2y = d (dy) = d (constante) = O Com esta simplificação a igualdade 0 se reduz a Para facilitar a memorização da fórmula de d2z. d2z = a Z2 2 aX (dx)2 + aZ ayax 2 d dx Y + az d2x aX Para x e y variáveis independentes. dx + az dY) 2 ax ay 2 2 = a z (dx)'. convencionando-se que o índice 2 seja expoente nas diferenciais dx e dy e seja ordem de derivação nas derivadas parciais. dx dy = constante ==~->. suas diferenciais de H ordem são constantes e as de 2~ ordem.

02Z .J + 3 03Z dx (dy)2 oxoy2 I + 03Z (dy)3 oy3 ---v 3 x quadrado do 19 pelo 29 ~--v '---v-------" cubo do 29 3 X 19 pelo quadrado do 29 (o expoente na derivada indica ordem de derivação e na diférencial in~~c3:potência).[sen(2x .y) ox 02Z oxoy 02Z = -4sen(2x . Então: d3z = (_o_z dx ox + _o_zdY) oy 3 ====> d3z = '--y-----/ cubo do 19 _03_Z (dx)3 ox3 + + 3 03Z (dx)2dy 02xoy . resulta d2z = [-4sen(2x . d2z = -2 (dx)2 3x2 +2 _z_ dx d 3x oy y oy~ lY )2 . - oy2 = Substituindo na fórmula de d2z.Y)](dx)2 . 02Z -o oz x = 2cos(2x .y).y)ldxdy - . -2 .y) . vem: 02.:.Podemos determinar d3z da mesma forma que o fizemos para d2z e com a consideração que dx e dy sejam constantes. Exemplos: E1 Determine a diferencial de 2~ ordem da função z = sen (2x . d2x = d3x = O e d2y = d3y = O. -= oz oy oyox -sen(2x .y) .y) -cos(2x . . Solução: A fórmula de d2z na forma sintética é: d2z = (oz 3x dx + oz dY\" oy) 32 0 + --.y)](dYi + [4sen(2x . (d 2 Desenvolvendo.

d3z = (33x z dx + Z 3 3y dY) 3 z = eX cosy C d3z 3z -= eXcosy 3x 3z ay = -e x senYL Substituindo na fórmula de d3z.3 [eX cosy]dx(dy)2 + Para a diferencial de ordem n. resulta: = (eX cosyXdx)3 . podemos tomar a forma sintética e para usá-Ia usamos o desenvolvimento pelo "Binômio de Newton".3 [eX seny](dx)2dy + [eX seny](dy)3 . .~ Determine a diferencial de 3a ordem da função z Solução: A fórmula de d3z é = eX cos y.

4 . Qnz = Qnarctgxy z = arc tgxy .. se t = f (xl> X2..+ -a-dy + -az y y dz aw]n Para mais de 3 variáveis. PR1 z = e2narc1gxy Soluçao: dz = - _ ax dx az + . procedemos da mesma forma: Assim. .y. z) --> dnw aw aw = [ -a.y.3..FUNÇÕES DE 3 OU MAIS VARIÁVEIS w = f(x. dx + ~w y dy + ~: dZ) 2 (quadrado da soma indicada de 3 parcelas) w = f(x. z)--> dw = -a-dx + -a-dy + -a-dz x y z aw aw aw d2w = (~.P. xm)· d t= n [at -dXl+-dx2+-dx3+""+-a-dxm at at aXl aX2 aX3 at]12 Xm Determine as diferenciais totais de 1~ ordem em cada caso.X3.ay dy az F.3.

3z 3x 1 z [ 3z 3y = = 1 + + (xy)2 1 Y => x dz = --_~1 ydx + xdy + X2y2 1 (xy)2 PR2 Z = Qn ---- . 2xy _ Soluçao: dz =3x 3z dx +- 3z 3y dy 1 F.-~y ély + Z -I _ - - - X y2 + --1 _ -xz + y2 Z y2z .y2) .Qn 2 . w = xy-I -=y + yz-I + -I 3w 3x -zx -2 =---= 2 1 Y Z x2_yz x x2y - élw _ ..Qnx .J x2 .y2 .P.P.-yz 3z él w _ -2 + x -I _ -- y Z2 + -1 X _ -xy + Z2 xz2 .Qny dz y = ----2 dx X 2 (x _ y2) Y (x _ y2) x dy ----2 2 y3dx _ x3dy dz=---xy (x2 _ y2) PR3 w =~ y _ +L+-=z x 3w 3x dx Soluçao: dw = - + -dy 3y 3w +zx-I 3w 3z dz F. z =2Qn(x2 .-2 .

x..xy dz XZ2 x PR4 W z = e2n(Qnxyz) Soluçao: dw _ =aX dx aW + - ay + dy aW dz aW aZ F. dh 100-= h t 1% dt 100. com erros de 1%. que é Ep = 100 dg. y PR 5 . g dg = ~ ah dh + ~dt at CD . gt Calcule o erro percentual resultante das medidas de h e t. Qn w = Qn(Qnxyz) w = Qnxyz w = Qnx + Qny + Qnz -=- aw ax 1 x 1 aw -=ay y aw Logo: az + dz z 2• -dw = dx +!!l.= 1% g=f 2h Procuremos o erro percentual em g.dz = x 2 . Na medida da aceleração da gravidade g usou-se a fórmula h = .P.yz dx 2y +y y2 ·2 xz dy +z 2 .

De g ==2 t 2h Substituamos em CD . 2 4h dg == .= -1 t 100 dh == 1 h !00 dg g = 1% . tomamos o erro dt 100 . Solução: Do problema tiramos .2 dh . isto é.3 dt t t dg = dh _ 2 dt g h t g O erro percentual é t.p = 100 d . e g. negativo ou positivo.001 s.2 (. no nosso caso. O período da oscilação mediu 2 segundos com erro de 0. Calcule o erro relativo em Q. aceleração da gravidade mediu 10 m/ç2.2 • 100 dt h t Nota: Os erros cometidos podem ser por falta ou por excesso.1%) == 1 + 2 == 3% PRó No cálculo do comprimento Q de um pêndulo. Para apreciarmos o erro máximo possível. g E:p = 100 g = 100 dh . com erro de 0. usou-se a fórmula T == 211' A. o erro relativo multiplicado por 100..01 cm/ç2. portanto.

dividamos ambos os membros por Q dQ = 0.00001 + 0. de T = 21Th Como queremos d~.01 cm/s-2 Q ~Q = + 1.T = 2s e dT = 0.000 cm/s-2 0.001 s 2s 0.001 s g = 10 m/s-2 = 1.0005 dQ = 000051 Q .000 cm/s-2 e vem: Procuremos dQQ. . então.

da Q) => dA =~ dx + ~ dy ay x 2 Ldx ~dy _dA_ = 2 +_2_ A xy xy 2 2 dA = dx + dy y A x Substituindo pelos valores dados no pro~lema. Solução: Do problema tiramos: --~T __. = X.y)->A =1' ~~=~ De A . [ -=- aA Então._. Calcule o erro percentual cometido na sua área. A = 800 A = 400 100 dA dA 2 3 + + 600 1 200 1 = 400 3 Ep = A' dA logo: .-1. respectivamente. I i I I x = D = 8 m = 800 cm y e dx=2cm dy=3cm -< J = d = 6 m = 600 cm A =f(x.As diagonais de um losango mediram 8 e 6 m com erros de 2 e 3 cm.

003 CD => + (cos 30 cos 60)0.10' ===.0.y + !::J. Solução: 1. 1 10 cos 59 50 :::::.003 .003) 1 y'3" + 2" -2.x= 10 ==--==---->::J.x) os(y + !::J.y=> ôz ôy = -senx => sen(x + !::J.75% PRs Calcule o valor aproximado de (sen 30° 10')(cos 59° 50').(senx seny)!::J.0.y~ .y= 59° 50' y .0. y) = senx cosy cosy dz seny z C ôz a = cosx x=> - = (cosx cosy)!::J.003 sen 30° 10' cos 59° 50' ~ sen 30° cos 60° sen 300' o.y= . Fórmula: f(x + !::J.(senx seny)!::J. Substituição de f: sen (x + !::J.x . 10' = 60° ===> Substituindo na ==:==>" !::J.x c s .y)::::f(x. x + !::J.(sen 30 sen 60)(.y):::: enx cosy + (cosx cosy)!::J. 2" + 22"0. y) + dz 2.x= 60' • 0.017 = 0.x= 30° 10' x = 30° => e !::J.003 2" 1 V3 1 .x. Determinação de dz: z = f(x.x)cos (y + !::J.y .> !::J.Sp = 0.003 ! y + !::J.x)::::sen x cosy + dz 3.

Solução: Temos uma função de 3 variáveis independentes w = f(x.J x3y ysenz 3x2y senz 2.25 + 0.14 6..003 4 VI sen 30° 10' cos 59° 50' :::::0.. Substituição de f: .z ow = f(x.x. y.j (x + 6.z) :::::.74 .86)3 X 36.x =4 y y => + b:.-::.::: .x +- oy b.J x3y senz => . z + 6. Determinação de dW: dv.0026 sen 30° 10' cos 59° 50' :::::0. 6.X)3(y + 6.j x3y senz ow 1 -ox = ---3x 2 .74 sen 150° 10'. Fórmula: f(x + 6.y) sen(z + 6.z) ::::: (x.1 + .y ow + - oz 6.sen 30° 10' cos 59° 50' =.86 x --> 6.y + V X'Y cosz 6 6. z) f + dw 2.. y.. : w 6.X)3(y + 3.~"'Ycosz uZ 3y 2 vx y 2 vx CD = = 36.4 2 • 0.y) sen(z + + + 3 x 2y sen z A + x 3 sen Z A + ~ A ~3 uX ~ uy V . z) 1. z) =.74 36 x + 6.. y. y + 6.x.y = - 0.= V dw = + uX ow r7C: 3 OZ x y cosz + x3senz 2vx~ rr:: ..x = 3.j (x + 6..z) ::::: J x3y senz + dw ow =ox b.z --> .y = 0.j x3y A 2 => -.2526 PR9 Calcule o valor aproximado de J (3.

Solução: A função é do tipo z = xY 1. 0. Determinação de dz: dz az az = -::.74 sen 150010' :::::: 23.= ay x Y Qnx . 36 sen 150 + ~ sen 30° + + 3· 4 • 36sen1S0° 2 .111 PI'it Ul Calcule o valor aproximado do número (0.j 43 . 16 . + 23 • . Substituição de f: (x + 6.x. + •.j 43 . 6 6 .003 3 . (-0.j 43 .86)336.86)336.74 sen 150 10' '" .998)4.003 . Fórmula: f(x + 6.)) :::::: y) f(x. 36 .x az .017 10' .74 2 .1 )(3. . 23 .246 + 0.125 ) (3. _V3_3 0.z + 6z z => Substituindo na => = 150°10' 0 = 150 6z = 10' ==> 6z = 60' • 0.86)336.xY'+6y :::::: xY + dz 3.2 1.6x + -ay 6y ox + ~=YXY_1 De z = xY ax =-==--=--> [ dz = yxY -1 6.. = 0. 2 )(3..86)336.74 sen 150010' :::::: .14) + 2_ ..003..26 24 + 0. 2 • 23 • 6 .1. y + 6.74 sen 150° 10' ::::::3 2 64 • • 6 . + dz 2.003 CD > 0 0 . 36 '36 2 (-O 14) ' + 4 sen150° 074 2 . 36 ' 3 + (v' 43 cos 150°) 0.j (3.

+ + (xY Qnx)b.992 PR 11 Determine a diferencial total.x 4.(8x + 12y)(dyi PR 12 Calcule a diferencial total de 3? ordem da função z =!.x + CD b.x b.0..003 Substituindo na CD + (l4Qn 1)0. Solução: d2z == + 2 x2y - (az ax + az 2 dx + az ayY ) d 2 = a z2 ax 2 (dx)2 + 2 ~ axay dx d Y + ay2 (d .998 = 1 y + b.003 '--.y (xY Qnx)b.2y3.998t.x)Y+6Y :::: xY +.002) = 0.y = .003 '" 0.998)4.008 (0.)2 Y d2z = (6x + 4y)(dx)2 + 2(4x .0.002 + 4 • 13(-0.998)4.4xy2 .003:::: 14 (0.y = 4.8y)dxdy .003 Y --> =4 6.yxY-1b. de 2? ordem da função z == x3 .003 :::: 1 . Adaptação ao exercício: x + = x ====>: 0.-.y ==> (x + b.r-" O (0. y e x .

ax 3.Solução: A fórmula de d3z é: d3z = [az + .x x (1 + xy)2 cos 1 2 '+ y ] d + xy .y)dy _ y2 x+y z~sen-.-1 + xy Resp.J 2x seny + (x cosy .(dx)2d y. + ax2ay 3 axa2y az + az 3 ay3 (dy)3 x ey Determinemos as derivadas de 3~ ordem da função z = e = eX - y . Y . 1 .: dz ... a z .e ax ay r 1 Determine as diferenciais totais de 1~ordem em cada caso: PP1 z = e2n J 2xseny-y2 Resp. dx 3 + az dY] 3 = a z3) (dx ay ax dx (dy)2 3 3 + 3.y2 = [ (1 + xy)2 cos x + Y ] dx 1 + xy +[ 1.: dz = (seny)dx . az _ x-y .

. = 217' Vg' fi.•. .1 m e 100 - da a = 2..xzeY + zeX)dy + + (xyeZ xeY + yeX) dz PPs )Na medida da aceleração da gravidade usou-se a fórmula T .9% . perpendiculares... " .2 y dx .2% PP7 A área de um losango foi medida.002 e a diagonal menor 50 cm com erro de 0. Resp.• ..: dz = 4.: = + yzeX)dx + (xeY .2 x dy z (x + y)2 xzeY (yeZ - esp.. em virtude do obstáculo O.• PP6 Na medida da distância dos pontos A e B. determinando-se as medidas de suas diagonais. " . com erros de 1% e 2% respectivamente..: 0.01 cm.z= R x-y x +Y . tendo o comprimento Q do pêndulo medido 1 m. Calcule o erro percentual cometido em g. foi necessário medir as distâncias AC = 150 m e BC = 200 m. Calcule o erm absoluto cometido na área do losango.004.. Resp.. Determine o erro absoluto em AB = z e o erro percentual em a. e o período da oscilação 2 s com erro de 0. d .•. Resp. com erro de 0.: 15 cm2 . A diagonal maior mediu 100 cm com erro de 0.. pp 4 W = xyeZ dw - + yzeX zeY - Resp..001 s.

PPs

Na determinação da medida do volume de um cone foi cometido um erro em virtude dos erros de 2 • 10-3 e 1 . 10-3 cometidos, respectivamente, nas medidas do raio e da altura. Calcule o erro percentual no volume. Resp.: 0,5%

PP 9

Na medida do pe;íodo de oscilação de um pêndulo

(T

=

2"

A)

cometeu-se

um erro motivado pelos erros cometidos nas medidas do comprimento Q e da aceleração g,que foram de 0,001 e 0,002, respectivamente. Calcule o erro relativo em T. .

PP 1. Calcule o erro relativo cometido na medida do volume de um paralelepípedo
retângulo, sabendo-se que nas medidas de suas dimensões foram cometidos os erros de 0,02; 0,04 e 0,04, respectivamente. Resp.: 0,10 sen 29° 55' 'Pu Calcule o valor aproximado de tg 45° 30' Resp.: 0,4903 PP12 Calcule o valor aproximado de -y!57 cos 59° 50'. Sugestão: O número quadrado perfeito bastante próximo de 57 é 56,25. ' Resp.:· 3,793 24,936 81,082 . Resp. 0,5545

PP14 Calcule o valor aproximado de Sugestão: x Y

.J (4,99)3

- (2,02)2.

+ 6.x = 4,99 + 6.x = 2,02

x=5 y=2

Resp.: 10,96 PP1S Calcule o valor aproximado de sen 290 cos 610• Resp.: 0,235278

j

(I

+ y)(1 + z)

1 +x

Sugestão: Faça corresponder a x + D..x o valor 1 + x, o que dará D.x Proceda da mesma forma para 1 + Y e 1 + z.
Resp.:

=

1.

Ai [1 C - ~ - ~)]
+;

PP17 Calcule o valor aproximado de Resp. : 1,00055

V sen 30° 5'

+

cos 59° 58'.

PP18 Determine a diferencial de 2:(1 ordem da função z Resp.: d2z

= x2seny + y2senx.
+

=

(2 seny - y2 senx)(dx)2 + (2 senx - x2 seny)(dy)2

+
Resp.: d2w

2(2x cosy

+

2y cosx) dxdy

PP19 Determine o diferencial de 2:(1 ordem da função w = eXYz.

=

wy2z2(dx)2

+ 2 w(l

+ X2Z2W(dy)2 + X2y2W(dz)2 + + xyz)(z dx dy + ydxdz + x dydz)

PP20 Determine a diferencial de 3:(1 ordem da função z = Qn~. y Resp.: d3z = 3' (dxY -"3 (dy)3
X

2

2

Y

PP21 Determine a diferencial de 2:(1 ordem da função w = eX Qn xy. Resp.: d2z = ( eX Qnx
__ e
X

2ex eX + -- - 2 +
x x

eX Qny

)

(dx)2

2ex +Y

dxdy

-

(dy)2

y2

,
j '-o
.I
!

I

4

I

FUNÇÕES COMPOSTAS

A esperança e a alegria são remédios preciosos na farmácia da alma.

4.1 -

FUNÇÕES COMPOSTAS DE UMA VARIÃVEL INDEPENDENTE

Neste caso, z depende da única variável t e, para calcular sua derivada :' podemos eliminar as variáveis intermediárias x e y, fazendo z = /111 (t), /2 (t)] = = F(t) e derivar diretamente z em relação à t. Procederemos de outra forma, sem eliminar x e y, estabelecendo uma regra de cadeia. Para tanto, no ponto t, atribuamos à variável t um acréscimo D.t. Corresponderão os acréscimos ~x e D.y às variáveis x e y, e à função z, o acréscimo D.z. Assim: D.x = D.y

/1 (t + D.t) = /2 (t + D.t)

-

/1 (t) /2 (t)

Como z = / (x, y) é diferenciável ==>

->

D.z

= az ax

D.x

az + ay

ó,y

+

771.6.X

+

772D.y

~o ~o -> o ~o
!H-O

" f::.z dZ}" 6.x I1m - = 1m f::.t dX 6.t '----y------"
6t-O

+dZ

dY

6t-"'0

l' 6.y + I' 1m 1m
6.t
6t-o
~-v

T'/l -

6.x

+ 1

6.[
/

6t-o

im

T'/2

f::.y'
A

t

u

'--v---"
dz

'-----v---"
dy dt

'-v-------'
O

dx

O

dt

dt

Esta fórmula se estende para o caso de
Z

=
Xi

l(xI,

X2,

X3,

.•.

,

xn)

onde cada

é função diferenciável da variável t:

-=--+--+ dt dXl dt dXz
dz dt =" Exemplos: E1

dz

dZ dXl

dZ dX2 dt

...

+-dX
n

dZ

dxn
dt

I
I

n

=1

dZ d:xi dX' d;1

Determine a derivada de y = cost. Solução: Notamos que
Z

Z =

x3

-

4x2y

+ xy2 -

y3

+ 1, com x = sent e

=

I (x, y)
=>

e

x

= 11 (t)

e
(t)

z

=

1[11 (t), 12 (t)] = F

Determinamos as derivadas parciais de z em x e y e as derivadas totais de x e y em relação à t

z

C

az ax
-

= 3x

2

-

8xy

+Y

2

dx

dt = cos t

az ay

= - 4x

2

+ 2 xy - 3y 2

dy = -sent

dt

E2

No exercício anterior, calcule a derivada no ponto t Solução: Como ~~ = (3x2 - 8xy calculemos:

= ~.

+ y2)

cos t

+

(4x2

-

2xy

+

3y2) sen t

x = sen"6=2"
1T

1T

1

y=cos-=-6 2

-vf3

'd Sb' StItUlD o em dz vem: u dt' dz = (3 . 1-_ 8 . 1. . ..j3 + cos 1T dt \ 4 2 2 4 6

1)
\

+

+4 .l._ 2 .l.. v'3 + 3 .1-)sen!!. \ 4 2 2 4 6
dz = (~_

2 v'3 + 3) y'3 + (1 _ y'3 +

dt dz dt

\4

.

4

2

2

4

9) . .l2
.

=~. y'3
4 2

-2y'3

. ..j3 +.!i 2 4

.1._ V3 . .l2 2 2

dz = 3 v'3 dt 4

_3+
11

13 _ 8

v'3
4

)

-=---dt 4

dz

2..j3

8
o

_dz = _4 •..•... Y3_3_-_I_I__ dt 8 --.>

dz = dt

_(11 - 84 Y3) \,

F3

Derive w = eXYz, com x = 2 t, Y

=

1 - t2 e z = 1

+ t.

Solução: Como vemos, w = f (x, y, z) com x = fI (i); y . f2 (t) e z = = f3(t). Então, w = f (fI (t), f2 (t), f3 (t)] ==> w Logo: dw = dt

=

'P (t)

aw ax

dx dt

+ aw

dy ay dt

+ aw

az

dz dt

CD
-=2 dt
dx

-

w

aw' ax aw ay az

= yzexyz = xzexyz
xy

e

!!z = -2t
dt
-=

aw -=xye
Substituindo em
dw ==> -

Z

dz dt

1

CD =>
=
2yzexyz - 2 txzexyz

dt

+ xyeXYz

dw = eXYz (2yz - 2 txz dt

+ xy)

4.2 -

FUNÇÕES COMPOSTAS DE 2 OU MAIS VARIÃVEIS INDEPENDENTES

Seja a função z = f (x, y) uma função diferenciável e suponhamos x = = f1 (s, t) e y = f2 (s, t), também diferenciáveis. Neste caso, z depende das variáveis s e t e,. para calcular suas derivadas

". parcIaIs

az az ., . . a:; e ai' po demos e1" as vanavelS mterme d"' . x e y, lmmar lanas
z

f azen d o

= fft1

(s, t), f2 (s, t)] ==>-

z

=

F(s, t)

e derivar z, parcialmente, em relação à variável s e em relação à t. Procederemos p~la regra de cadeia:

az as az
at

=

=

az ax + az ay ax as ay as az ax + az ay ax at ay at

Y w . .~ = (ycosxy ~..e X-Y C élx= sen e élp y = pcose ÔX C . 0). O). O)] --> = F (p. As d enva d as parCIaiSde w sao aw ap e aw ' ao . (p. Ifl (p.eX-Y)cosO ély= cos e élp ôy ãe=pcose ae= -psene Substituindo nas fórmulas CD --> + eX~Y)senO + (xcosxy + eX-Y)pcosO y. w =f = fi = f2(P. Logo: az ap az ao = = az ax az ax ax + az ay ap ay ap ax + az ay ao ay ao CD Determinemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p e O.=xcosxy .Exemplo: z onde x Solução: = p senxy + eX-Y. = z sen O e y = p cos O. O). z = senxy + eX-Y C ~~ õy X = y cosxy + e -Y x = pscne az . = (ycosxy . O). = f(x. O) --> z = F (p. ul aSSIm cal C a d as: . O).(xcosxy (p.eX-Y)psenO O) e z Admitamos a função w = f(x todas diferenciáveis. z) com x . onde x = fi (p. . f3 (p. y). O) = f3(P.12. O) e y = f2 (p.

y).Já a função z = f (x. Então. O e a.4xy'2 . = 2 x2 . todas diferenz = F (p. suas derivadas parciais Solução: Em última análise.. Exemplo: Determine a~ derivadas parciais de z x = 2x2y . z = F (p. O. . -. mediante esta regra. a).y3. O. a). onde = p2 O sen a e y = pO cos 2 a. (J. O. f2 (p. a)] --> vadas parciais: = f2 (p.. a) e suas deri- az = az ax ao ax ao az aa + az ay ay ao az ay ay aa = az ax + dX aa Como vemos. ap' ao e aa podem ser calculadas pelas formulas az = az ap ax + ax az ay ayap ax ap az = az ao + ax az ay ao ay ao Calculemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p. O. = 4xy .4y ax a . qualquer que seja o número de variáveis independentes. -. a). az az az . y ClavelS==>. onde x = fI (p. O.8 xy ay ax = 2pOsena ap - az 2 3 y2 ay ap = O cos2a - ax ao ax = p sena 2 2 ay ao aa = pcos2a = -2pO -= aa P Ocosa ay sen 2a . podemos estabelecer fórmulas de derivação. z = f ftl (p. a).!.

assun cal cul a d as: . d As d enva d as parCl3. 0). O) e z = /3 (p.eX-Y) cos O eX-Y)psenO ~~= (y cosxy ~~ = (ycosxy . Y = 12(p. z = senxy + eX-y C ~~ ÕZ = y cosxy + eX-Y x = pscn8 õX=sen8 õp ( y = pcose õy =cos8 õp . = sen O e y = p cos O. O) e y = 12(p.e x-y ( õX .p sen e Substituindo nas fórmulas Q) ==> + eX~Y)sen O + (x + eX-Y)pcosO cosxy . 13 (p.Exemplo: z onde x Solução: = senxy p + eX-Y. z) com x todas diferenciáveis. onde x = 11(p.1Se w sao aw ap e aw ' ao . Logo: az = az ax + az ay ap ax ap ay ap az = az ax + az ay ao ax ao ay ao CD Determinemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p e O. w = 11(p..=xcosxy õy . O). O). O) =/ [(1 (p. O) --> z = F(p. O)] ==> w .12 (p. O).(xcosxy:"'- Admitamos a função w = I (x y. .= p cos e õe -õy õe = . z = I(x. y). =F (p. O).

O).4y2)2pOsena • + (2x2 . que dada a função z variáveis livres. x = fI (p.3y2)Ocos2a 4.: OZ dx = OZ OX d OX OX op p + oz ox dO ox 00 ay OZ d ay Y = ay ap p + az ~ ao . sua diferencial oz dz=-dx+-dy ox oz oy = f(x.3 - DIFERENCIAÇÃO DE FUNÇÕES COMP9STAS Vimos.8xy .oz= (4xy p O . O) --> ==> z = f [(1 (p. f2 (p. O) e y = f2 (p. Assim. no capítulo anterior. O)] ===>" Z = F (p. y) com x e y Admitamos que x e y sejam funções diferenciáveis das variáveis independentes p e O. O) Então a diferencial dz = oz d op p + àz dO 00 CD dx = ox d op P + ox dO õ'e dy = oY op dp + oy 00 dO ® Multipliquemos a 0 por az ~ d ~~ e a 0 por dO ~.

/ + (az ax + az ~) ax ae ay ae \ V' j de '---v'---/' dz = az ap dp + az ae de 6l1"\ ~ Exemplo: Determine a diferencial de z = xy . Tomemos um exemplo 2xy3 + y2 + y ~ 4x2 .O F [x.Somanrfo membr-o a membro az ax dx + az d ay lY = (az ax + az ~) ax ap a~ ap v d p . Assim: 2y3 + 2x 3y2 dy dx + 2y dy dx + dy .= . - = p sen ~ e az ax az =y .ax + .= ae ax ae ay de dz = (y .+ .4 - FUNÇÕES IMPLíCITAS Tomemos a função y = f (x) definida implicitamente pela equação F (x.1 dx =O . demos um tratamento prático.= 0' dp ax ap ayap az dz dx dZ ay 8 x) sen () + x 2 p() 2 az az az ay .4 x2 onde x y = p2e.8x .. y) = = O. y3 como função de função. então a parcela 2 xy3 derivamos como produto. f (x)] = O. Podemos escrever tal equação C01l}. Derivamos a função considerando y = f (x).= .x + 2 = O.. portanto o 19 membro da equação dada é uma função de x que é constante (igual a zero). No estudo destas funções no Volume I.8x - ax = sene ap -=x ay -ax = pcos() ae ..8 x) p cos () + xp [0' - 8x)sene + 2pexld~ + [0' - 8x)pcos() + p2X] de 4.

O) --> ==> z = f VI (p. O) Então a diferencial dz = az d ap p + ~dO ao CD dO dx = ax ap d P + ax nO dy = ay ap dp + ay ao dO ® ® por ~. O)] ==> Z = F (p.3y2)Ocos2a 4.8xy .: dO az Multipliquemos a (3) por ~~ e a d az ax dx = az ax ax ap ap + p p ax ax ao ao az d = az ~ ay Y ay d + az ~ ay dO . f2 (p. O).4y2)2pOsena p • + (2x2 .aa z = (4xy . x = fI (p. que dada a função z = f(x. O) e y = f2 (p. y) com x e y variáveis livres. sua diferencial az dz=-dx+-dy az ax ay Admitamos que x e y sejam funções diferenciáveis das variáveis independentes p e O.3 - DIFERENCIAÇÃO DE FUNÇÕES COMP9STAS Vimos. Assim. no capítulo anterior.

demos um tratamento prático.8x)sene + 2p8xlélp + [0' - 8x)pcos8 + p2x]d8 4.8x)pcose dz = [(y .8x -ax = ap ax sen8 -=x - ae = pcose + x 2 pe + xp 2 az az ax az ay . y3 como função de função.4 x2 onde x Exemplo: Determine a diferencial de z y = p 8. Derivamos a função considerando y = f(x). portanto o 19 membro da equação dada é uma função de x que é constante (igual a zero).Somanrio membr-o a membro az ax dx + az V ay d = Y / (az ax + az ~) ax ap a. Tomemos um exemplo 2xy3 + y2 + y ~ 4x2 . Assim: 2 y3 + 2 x 3 y2 dy + 2 y dy dx dx + dy dx .4 - FUNÇÕES IMPLíCITAS Tomemos a função y = f (x) definida implicitamente pela equação F (x.+ . então a parcela 2xy3 derivamos como produto. Podemos escrever tal equação corno F [x.: ap .= . V d J p + (az ax + az ~) ax ae ay ae V / de dz az - ap - az ae dz = - az ap dp az +a8 = de xy .= 0' ap ax ap ayap az ae = 8 x) sen e az ax az ay _ ax ae + ay a8 - (y ..8 x-I =O . No estudo destas funções no Volume I. y) = = O..x + 2 = O. 2 = p sen (j e - az ax az ay =y . f(x)] = O.

. Assim: . d dx F [x.ax aF dy dx aF = _ ax aF ay Tomemos z = f (x. diferenciável. y..2 y dx . y] = O.8 x-I ) dy = _ 2 y3 . esta fórmula a partir do exemplo genérico F [x.. ela admitirá 2 derivadas parcIaIs . y) definida implicitamente por F (x.aF ax ay Com o estudo das funções compostas estamos habilitados a dedüzi. az ax e az ay' D etermmemo-Ias: .Coloquemos : em evidência: (6xy2 + 2y + 1) : + (2y3-_ 8x . y] = aF dx axdx '-v-" 1 + aF dy ay dx= O (lembremo-nos que y = f(x)) ax aF + aF !lJ!. ay = O dx aF dy ay dx = .8 x-I dx 6xy2 + 2y + 1 aF dy _ dx .1) = O (6 xy 2 + 2y (3 + 1) -dy = .. z) = O.. Como z é função de duas variáveis independentes. .

= aFax ax ay O + aF dy + aF az = ay dy az ay '-v-' 1 O ~ aF aF + aF az = O __ ax az ax > _az = __ ax_ ax aF az aF aF + aF az ay az ay = O > az ay = _ ay aF az Exemplo: Derive 2x2yz .4y .y constante em relação ax ~ ~ F (x y z) ax " = aF dx + aF ax dx ~ ay ay + aF az ax az ax '---y--/ = O 1 x constante em relação ay ~ O ~ F (x z) ay .8xy2z + 18xz2 .y.4xy2z2 + 6xz3 - 4 yz + 1 = O.8xy2z v •• - 4z 18xz2 4y + - aF - az ax - ax ---- aF az 4xyz . as 2 outras ax' ay az' variáveis são consideradas constantes.4y2z2 + 6z3 2x2y . S o Iuçao: Determmemos aF aF e aF E m ca da d·envaçao destas. . ay aF = 2x2z _ 8xyz2 ~~ = 2x2y .

oF oz _ õY _ 2x2z . Se pudermos resolver o sistema de modo a exprimir cada uma das duas prime~ variáveis como função da terceira: 11 x = g (z) = g' (z) e y = h (z).8xyz2 . y. Procuremos as derivadas de x e de y em relação a z.oF . aplicamos as derivadas parciais de funções compostas na determinação de : Assim: e: .. Cada equação representa. z) { onde = O 12 (x. z) =O e /2 são funções diferenciáveis. da variável z.4z oy . r 0/1 dx + 011 dy + 0/1 dz = O ox dz oy dz oz dz 1 -1 0/2 ri» 0/2 dy Õ/2 dz --+--+--=0 ox dz oy dz oz E! af1 dx a/1 dy --+---=-ox dz oy dz a/1 az 012 al2 dx + al2 EJ: = _ oy dz ox dz az . y. como vimos. uma superfície do R3 e o sistema representa o lugar geométrico dos pontos de R3 comuns às duas superfícies. dz dx dY=h'(z) dz Se-não pudermos ou não quisermos explícitar as funções x e y.2x2y . a curva intersecção das duas superfícies..8Xy2z + 18xz2 4y õz SISTEMAS DE EQUAÇÕES Seja o sistema formado por duas eauações de três variáveis: f1 (x.

2x2 Facilmente explicitamos x e y em função de z. . - =Z - 74 j~z2 .Sistema de duas equações cujas incógnitas são : e : . . => x = j_z + z + 74 2 + Z2 =Z + 74 2 . 2). > O) Subtraindo ==> . dz -2z + 1 ~2v'-Z2+Z+74 = -16 + 1 4. . 8).z + 2 74 (no ponto considerado y > O) 10) dx = 1. 1.1 _ _ 17 Z + 74 2 2 v' -64 .2 y2 Y _.1 = O no ponto A (2.J-64+8+74 =_ IS 4. membro a membro. dz ·t Determmemos dx e dy no SISema de equaçoes dz X2 { + 4 y2 + Z2 + y2 - - 12 = O x2 2z . 1. -16 . dz = 12 2 v' - 2z - -Z2 1 = 1.J18 20) E!l. (no ponto consIderado x Z2 . Somando as duas equações.8 + 74 4 '\Íf I ~=_17j2 E2 . Calcule as derivadas : e: no ponto P (3.

./2(8)] Então dz àz dx > z àz dy F(O). 1. z Solução: Como z = I(x.= cosO z C àx àz àz = 2xy 2 dO ày =x !!l.> 6 t =.2 '2 ==> I dx dz I PR1 Derive z = xZy . dO = àx dO + ày dO dx .Iz(O) ==>" = = 1[(1(0).1 ==.6 > It dz 1 I >1 ~~ 11 1 Substituindo na 2~ ddzY por .sen O .> 4 _dx ..Apliquemos as derivadas parciais de funções compostas. 1 --+--=-àx dz ày dz à/ dx à/1 dy à/1 õz àlz dx àx dz + àlz ~ ày dz =_ àlz àz 2X: + dx 8y: dz =-2z 2x dz + 2y dy . onde x = /1(0) e y :. 2) 4 dx dz dz + 8 dy = -4 dz 4dx+2El.4.=2 dz Subtraindo . = dO . =2 No ponto A (2. onde x = = senO e y = cosO. y).

= are tg L. h (t)] ==> O = F (t). O) e P(x. y). y) > ==-> O = f fg (t).2 t2 e y = 4 + t2. x tiramos tg O = L ==> X O = Como y = g (t) e x = h (t) e O = f (x. por ser o ângulo descrito na unidade de tempo.-=--+-dt dO ao dx ao ay dy ax dt dt J: 1 W = -4t dy = 2t dt ====>: W = dO = dt w2 x2 4 ty + y2 di + x2 2 tx + y2 _4ty+2tx x X +Y 2 r s No instante t = = -1 1.dz dO = 2 xy cos O . Solução: No instante t = 1 S ====> X=1-2=-1 { y=4+1=S --> P(-l. no instante t = 1 s.x2 sen O ~ PR2 Determine a velocidáde angular do vetar posição OP. sendo O (O.. 5) A velocidade angular do vetar oP é w = ~~' derivada do ângulo O em relação a t. w::. com x = 1 . { y = 5 > . Da figura.

j3 R >h=- 3R . no instante em que o raio da base do volume líquido for igual a 4 cm... 1 • S + 2 .1) 9 rd/s 13 De um funil cônico escoa água à razão de 36 7T cm3/s.>w=--------1 + 2S 18 w = 26 w = - 4 . = 16 3 = 161T -3- .. av aR - 4 • 4 3 . dV = av dR dt aR dt -= aR -=- + av dh ah dt CD (velocidade de variação do volume) av 27TRh 3 av ah 7TR2 3 Do triângulo retângulo ABD tiramos tg a = ~ ou tg30 =h o R >-=3 h ..j3 >h=R. porém R = fI (t) e h = f2 (t). Sabendo-se que a ge~atriz faz com o eixo do cone um ângulo a = 30°. variando a altura e o raio conforme t.j3 No instante em que R 27T • = r 3 = 4 cm ==> h = 4 -J3 cm. B O volume do funil é V = -3-' Logo. Solução: Consideremos um corte ABC do funil. 1 (.j3 = 327T. h). ache a velocidade com que baixa o nível da água no funil. V = 7TR2h = f(R.pois o nível baixa com o. tempo.j3 av e ah 7T..

a velocidade de variação do volume é /'~~ ~----------.-:::.= 2cm/s dt dt e dt = . logo: V = f(x. no instante em que r = 4 cm. substituindo na CD. Solução: V = xyz. y.-- dV ' que nos e d ad a por .Como.-3 V. sabendo-se que as arestas da base crescem à razão de 2 cm/s cada uma e a aresta vertical decresce à razão de 1 cm/s.:J dR === dR 1 dh dt > -dt =-y'3-3 -dt 36rr = 32 rr >p? 1 dh + 3 108rr = 48rr dh dt dh 108 1T dh dt = 48 rr ---> dt ~dt 16rr dh 3 dt = 4" 9 . dt dV = dt a V dx + a V ~ + a V dz ax dt ay dt az dt dz CD - dx dy = . . z) e x = g (t). Y = h (t) e z = i (t) Por outro lado. . no instante t.-:::.v3 dR dt + 16rr dh 3 dt h = R . PR4 Determine a velocidade de variação do volume de um paralelepípedo retângulo. cm/ s. ~~ = 36rrcm3/s. vem: 36rr = 32rr 3 .1 cm/s (velocidade decrescente) . velocIdade com que baixa a altura do líquido no funil. em que as arestas da base mediram 30 cm e 20 cm e a vertical 60 cm.:J dt .-3 ===> dh = V.

600 . y.800 • 2 + 600(-1) c. 40 em e 70 cm.600 = dV dt = 5. C Solução: dx dt = I cm/s-1 e . sendo x. logo a = F(t) Da CD tiramos cosa = x2 + y2 _ Z2 2 xy ==> a = x2 + y2 _ Z2 arccos 2 xy . = 1.= aZt av 30 X 20 = 600 em2 Substituindo na CD c.2xy cosa CD Do problema. z).400 cm3/s PRs Os lados de um triângulo em certo instante mediram 60 cm. no instante considerado.4. Do triângulo ABC. determine a velocidade de variação do ângulo formado pelos 2 primeiros lados. tiramos: Z2 = x2 + y2 .800 em2 av az . através da lei dos eo-senos.= 2 em/s-1 dt dz = . y e z variáveis funções de t. e o 3Q decresce à razão de 2 cm/ç 1. concluímos que a = f (x.-=yz av ax av -=xz ay -=xy aXt av = 20 X 60 = 1. Sabendo-se que os dois primeiros crescem à razão de 1 em/ s -1 e 2 cm/ ç 1.:.200 em2 - av aYt = 30 X 60 = 1.4.:.2 em /-1 dt s d)! Fig. respectivamente.400 + 3. 2.200 • 2 + 1.

Z2) 4_X:y2 u~v .J255 acx a z . 1 - --.::=== j - - 23 60V25S -= a cx ay - . 3. No instante considerado t acx -ax = -) 1 4 • 3.600 1 4. 1.120 Vill .600 • 40 .600 .. 60 1 _ 120 29 • 2 Vill ..1 360 • 64 256 16 4.. 4x2y .24 ~56 .600 .800 576 ..2 • 60' 4 ..600 • 1..J255 70 60 • 40 - 7 15 V25S dcx dt =- 23.} _ (X'+2~~ - zy .58 .uv~ v2 .dcx = acx dx dt ax dt acx + acx dy + acx dz ay dt az dt 1 -ax..J255 16 60 • 1.2y(x2 + y2 .600 300 -- 29 120..112 Vill + 15 7 (_ 2) Vill dcx dt -46 .2 • 40 • 300 _ ( 300)2 4 . 3.

D~ive z = t'tgy. no instante considerado.. P. y).1 X (tgy)1/x-isec2y] 3 (tgy)<1/X)-1 = (tgy)(l-X)/X 1 = (tgy)-(X-1)/X = (tgy) 1 (X-l) _ x V (tgy)(X-l) . Solução: Concluímos que z = f(x.-=----dt da = _ da 216 120. ~z = (tgy)1/X (-~)Qn(tgy) (derivada de função x z \ x sec2y . > Z = (tgy)1/x. decresce à razão de 5 Jm 255 rd ç1.j255 9 rd S-1 dt 5.j255 o ângulo a. onde x = p2 . exponencial de base a) = (tgy)l/X OZ oy =.1 (tgy)(l/X)-l x (derivada de potência da tgy) dx dp = 2p dy = 3 dp Aplicando a fórmula dz = [_ dp CD Qn(tgy)] Vtgy x2 2p + [.. onde x resulta = f1 (p) e y = f2 (p) do que dz = dp dx ox dp oz + oz dy oy dp Achemos as derivadas parciais de z em x e y e as derivadas totais de x e y em p. PR.4 e y = 3p. Preparemos a função: F.

1.1.X~t 19y X.> dJ. então: J.1. _ dx eKx --(Ky .- dz . = eKx (v . z).n (tgy ) _ 2p V o 2 dp + X ~ x 3sec y --(tgy)(X-l) 2 PR7 Derive J.1.1.1. = F(x) dJ. y = y (x) e z = z (x).1.1. = dx a J. dx + a J. dx = --- eKx K2 + 1 (K2senx .K cosx + K cosx + senx) $ dx dJ.. = e~ K 2 + 1 (K senx 2 + senx) = efi K 2 + 1 senx (K2 + 1) dx = eKx senx . dy + a J. y. dz ax dx ay dx az dx a J. = + 1 -= dx dx 1 eKx K2 + 1 ay dy = Kcosx dx dz dx = -senx Aplicando a fórmula de : ====-> dJ. Solução: Derivemos como função composta.z) K 2 ax aJ.z) K 2 + ' 1 onde y = K senx e z = cosx e K constante.1. _ KeKx (v .1.1..1. Numa 1~ análise J.Kz K2 + 1 + K cosx + senx) Substituindo y e z pelos seus respectivos valores --> ==. = [(x. mas x = x (x).

y .y. = =p . ay ap + aw az az ap aw ae aw ax + aw ay + aw az ax ae aB az ae ay x [~~ = e ao = p aw . e). z) Entao.= xze YZ ax ay ap ay ay y C -xz = 1 aw . dp + (p + xy)eYz + az ay = de.PR~ Determine a diferencial de z Solução: z = senx + cosy = F (p) p = cosx com x = 2p e y = 1 _ p2.= az xyeYz z ~. .e e z = 2p + e. y.x) venfique que ax az o. y. c = = 2 az 1 ae = -1 ae Então dw = (e +xz PRlO Se z = f(x + 2xy)eYz . = = aw ax ax ap aw ay. = f (x. . dw aw ap com x = pe. = aw dp ap + + aw de ae CD 1 F (p. y) > z dp dz = (az ax dx + az dY) d ay dp az De z = senx + cosy [ ax -az = -seny ay = xeYz > w dx = 2 dp gz = dp -2p PR9 Determine a diferencial de w Solução: w = f(x.

s) .aF ax ay .y) t=fl(X.s) Então: = t => e Y - x = s. s) ax= e de t = x . s ax az ay 1"' JS ) (t.Façamos x . aF dy _ d:x - . s ) = . s) .y) De z = f(t. s) .y Então.fr (t. [ az a-=fr t az as '( t..y at ~= ay 1 [ -1 Aplicando CD ====> az = fr (t. + fs (t.s) . = fs (t. z=f(t. e S=f2(X.

aF aF ax ay aF = y F .F C =_ -=yXQny aF ax ay aF _ --xy X-I - 1 dy dx =_ dy dx yXQny x--l yX y dy = _ yyX Qny = _ yX + I Qny dx xyX _ Y xyX _ Y dy = yX+IQny dx y _ xyX PRI2 Determine : sendo 1 + xy .xe-xy eXY eXY + e-xy . Solução: Como vimos: dy _ d:x - .ye xy + ye-xy = + xe-xy = 2ye- xy C ax eXY + e-xy _ xexy .xexy eXY + e-xy 2xe-xy eXY + e-xy aF = x ay + e-xy + e-xy Aplicando a fórmula: 2ye-xy dy dx = _ eXY + e-xy = _L 2xe-xy eXY + e-xy x I dy d:x Y x I .Qn (exy + e-xy) = O.ye xy _ ye- xy = yexy + ye-xy = xexy + xe-xy eXY .

2y ~ 1 -2z z .1 aF ay az aF = -2z az 2x ax .1 _ 2y .4x .. aF aF ay e ax F C aF ay aF = 2y dx = _ dy 2y ==> dx = _L 2x dy x -=2x ax . Y.4x . determine ~: e ~.aF Detcrnunemos . determine .2 = 2y . e ~.. Deternunemos -= az .~.:. + y2 = 16 ====> x2 + y2 ..4x .16 = O Procuramos aF dx _ ay ax dy .4y .PR13 Dada a equação x2 + y2 - Z2 - 4xy .aF aF az .. aF aF aF ax' ay e az· poIS aF ax 2x .y = O.2x .4y .aF az _ ay ay .az 2y ay . z) = O temos aF az ax ax .1 -2z 2z PR'4 Dada a equação x2 Solução: De x2 + y2 = 16. Solução: Vimos que dada F (x.- .2 = x .

c + ay aF ax aF = 2X__ 2x x --:> a = .Yl = --(x . tangente (t) y 4 ="4(x .•.!.3" (x = -4x 4 3) :> 3y +_12 = + 12 ==> 4x +3y = O . " = .3) 3 :> 4y + 16 = = 3x .PR1S Determine as equações das retas tangente e normal à curva x2 ponto T(3.3) Então (t) Y e (n) Y + 4 :.Xl) a onde a = :.Xl) 1de (n)Y .Yl ='a(x .y = .9 ==:> 3x ..3) .. ..25 = O normal (n) y + 4 . + y2 = 25 no Solução: Sabemos da geometria analítica que a equação de (t) y .4y .dy a aF Calculemos a = .-2y-= .(x .= --- dx ax aF Partindo de F ==---:. +4 = a (x . -4). ". -=2y ~ =- 3 -4 ="4 3 Substituindo em (t) e (n) a por :.

~~ ay Partindo de F===="> C~~ aF = 6x > dy dx =_~ dy dx -8y 3x ay=-8y >-=2 4y ' . pOIS a equação dada é 3x2 4y2 = 12.4 Y = 12. devemos derivar ~. I I /I Y = UV V2 uv 3 • 4 y . dx2 2 aF' Solução: Calculemos : = .PR16 · 2 Determme d y sen dO 3 x 2 . dx ao dx2 I 3x Como y = 4 y .4y2) 16y3 - .e y 1/ . en t.nos tres ara determmar d y que .-_ 4y 12y -- 9x2 y 16y2 12y2 . como quociente. resulta y" = ~(~~) Lembrando-nos que y é função de x.3 x • 4 • dy /I y = - ----1-6-y-2---' dx dy mas dx =Y = I 4Y 3x 12y - 12x y /I =_ 3x .9x2 16y2 /I Y - - 16y3 12 ~ /I Y =- -3(3x2 . Então. . Se ch amarmos dy de y I .

: dt = 7. PP3 Derive z = x + y2. a J1 J sen J1 (1 + x)(1 e + y) a z = J 1 ..FUNÇÕES COMPOSTAS • 3 -y " _ 3 16 12 --> y I" Y . az p. . az _ ap 2p 2y + p + O Resp. . Resp. Derive z Res J: : .5 cm/s e a menor cresce à razão de 1 em/ s.+ x sen v a v 2 (1 + y) J 1 + Y PP 5 Em certo instante as diagonais de um losango mediram 20 cm e 10 cm. no instante considerado. = 2 onde x = -COSfJ e y = cosv.50 em2/s dA . onde x = p2 + senO e y = Qn(p + O). sabendo-se que a diagonal maior decresce à razão de 0.49 3 y I PP1 Derive z = x tg Y onde x = pef) e y = p2e2f). onde x = J12 + V2 e y = J12 - V2.: [ = az ae = cos O + P 2y O + PP. 2 Derive z = x2 xy + y2 . Determine a velocidade de variação da área do losango.

dz Resp. Calcule a velocidade de variação do volume do cilindro no instante em que foram medidos o raio e a altura.2 V2 e y = + Jl Jl2 .: dt = 400ll'cm3/s PP 9 dV O ângulo A de um triângulo decresce à razão de 2°/ s enquanto os lados AB e AC estão crescendo à razão de 2 cm/s e de 3 em/s. onde x = cos a + sen {3 e y = = sen a + cos {3. Resp.4 t2e 7 Num instante t. 6). ao longo da circunferência do círculo máximo da esfera para a qual x = 2 sen t e y = 7 cos t .2" = 1 . determine dz.y3.~. Calcule a velocidade de variação da área do triângulo no instante em que AB = 8 cm. AC = 5 cm e  = 60°. determine dz no ponto a = . 3V3+9 2 da + 3Y3-9 2 d {3 . A altura decresce à razão de 4 em/s.: w PPs = dO dt =7rd/s 4 A altura de um cilindro circular reto mede 50 cm e o raio da base 20 em. no instante t = 0.36 cm2/s PP 10 No problema anterior. onde t representa o tempo.: dz = xy +2v(Y+x)d xy - v PP12 Dada a função z = x3 . as coordenadas de um ponto móvel P são x y = 6 + 4t2• -+ Ache a velocidade angular do vetor OP. instante considerado. Detemilne a velocidade de ascenção· do ponto no instante em que suas coordenadas são (2.pp 6 Um ponto se desloca sobre a esfera x2 + y2 + Z2 = 49.26 cm/seg PPu Se Z = ~n~.3..: dz = .5 s.: 14. calcule a velocidade de variação do lado BC no Resp. respectivamente. Resp. .3.V2.: dt PP7 = .e {3 = . y onde x = 11. enquanto o raio da base cresce à razão de 1 cm/s. Resp. 2Jl(y-x)d R esp. Resp.x2y + xy2 .: 4.

Z2 . defmida implicitamente por x2 .e yz + ze x õy 1 = O.: : = -3 e!frz = 3 . + z + 2y x . x + y2) = O. O). dx ._.: õx õz x yexy = ---.3z Resp. 3).õz _ y + 2x õy . deternrlne a equação do plano tangente a ela no ponto T (.: 2x .. calcule az ax e ay' az Resp.xy = O. dy _ 2x Resp.x .. Resp._-- pp 15 No exercício anterior deterrnine a equação da normal à curva representada pela equação no ponto T (1. Resp.+ zeX yeYz _ e õz e- xeXY = ----.-x +y + 2y \.y + 2z =O . dada a função z = f (x.3z2 + 4xy x = O. _~.14 2x2 + 3y2 + Z2 - = O 20 = O dx dy dz e dz no ponto P (2.. y).: y = 3. ~j. > ~ .-_ zeX yeYz e Yz Dado arc tg L .3z PP17 Dada a superfície x2 + y2 . 1. Resp.2n (x2 .J3x PP 19 Determine no sistema X2 { +"'6 1T + y2 + Z2 .. O..2ex seny ponto T + 1 = O no (o. õz _ + 2xz + y2 . Resp. calcule dxdY • .1.: z C 1T-3 õx .PP13 Dada a equaçao e _ xy .. --_.1 =O PP 16 Determine as derivadas parciais de z. PP18 Determine a equação da tangente à curva 2xy . 1).: x + 2y .

dx dx = 36 --3 Y ( . .: d2y --2 2 - 36 = O..PP20 Dada a equação x2 + y2 Resp. . \J._..--. ~ '. determine d .

Yo) No gráfico da função f não pode haver ponto mais alto que o ponto M (xo.5 MÁXIMOS E MíNIMOS Trabalharpelo mundo melhor é nosso dever de todos os instantes.xo. Yo) E D se. construindo igualmente santuários de amor e paz. dizemos que a função f assume um valor máximo em Mo(xo. isto é. o valor da função neste ponto é maior que os valores assumidos por ela nos pontos vizinhos dele e pertencentes a V. y) uma função definida e contínua na região D C R2. suficientemente pequena. Yo))· . Yo) > f(xo + b. f(xo. e somente se. f(xo. Yo. Sendo z = f(x. Yo + b. numa vizinhança V de Mo.

qualquer que seja (x. + 2y2. mostrando-nos que f(fJ. pois qualquer que seja (x. zo) será paralelo ao . Yo) <f(xo Exemplos: + 6.x2 .plano xOy e.xo) 3xo az +- 3z 3yo (y . a equação do plano tangente é z . @ E se somarmos 4 a ambos os membros de 4 . . o plano tang~nte à superfície no ponto M(xo. portanto. 2x2 + 2y2 ~ O. O I e I :. O) ==> Zo = O o mínimo valor de z em R2. máximo ou mínimo. O + 6. Yo.O = 4 o máximo valor de z em R2.Yo) = O --> ==>·1 aa:. Se no ponto Mo(xo.De modo análogo. Seja a função z = {(x. y) uma função diferenciável. O) --> Zo = 4 .Yo) Nas funções diferenciáveis. _x2 . 2x2 Solução: No ponto Mo (O.xo. Yo) E D tivermos o valor de f(xo.mo da função. .xo) 3z + 3z 3yo (y . es . as tangentes tI e t2 serão também paralelas e suas declividades nulas: De fato. . teremos x2 ~ O e y2 ~ O --> _x2 ~ O e _y2 ~ O.y2• No ponto Mo(O. Yo + 6. Yo).xo. O) < {(O + 6. logo.Ye) Seja a função z =.x2 Ez . defInimos o mínimo local: f(xo. O) > {(i + 6. pois. podemos estabelecer uma condição necessária para que em determinado ponto ocorra o máximo ou míni.Yo) E1 Seja a função z = 4.0. y) E R2 . resulta 4.Yo) . conseqüentemente. -a 3z Ufi ponto aque 1 cUJas coar denadas anu1am as denva das parCl31S 3z e ~.Zo = (x . ou seja: {(O...y2 ~ + 6. teremos 2 x2 ~ O e 2 y2 ~ O. y) E R 2..y2 ~ O CD (D.xo. Como z = Zo > 3xo (x . O I Xo uYo Chamamos pontos críticos de uma função diferenciável numa região D .

Portanto. E1 Determine os pontos críticos da função z = x3 . az z ax ay = 2x [ az = -2y o ponto Mo(O. E2) com El =1= O e E2 =1= o. Examinemos o comportamento da função nestes 2 pontos. > {(O. geralmente descobrimos os máximos e os mínimos locais de uma função diferenciável procurando seus pontos críticos.E22 = -E{ <: O .y2 12x + 4y + 2 Solução: Determinemos as funções derivadas parciais de 1 ordem ~: = ª 3x2 - 12 z [ -=-2y+4 ay . E2) + 02 = El >O = 02 . O) é o único ponto crítico da função e não corresponde nem a máximo. nem a mínimo local.crítico é também chamado estacionário. x2 = 4 ==» X = ±2 -2y + 4 = 0==>' -2y = -4 ===> Y = 2 ~ Determine os pontos críticos de função z = x2 _ y2. Façamo-Ias iguais a zero 3x2 - az 12 = O ==>. No ponto (O. E2) ==. Concluímos do que foi exposto que os máximos e mínimos locais de uma função diferenciável ocorrem em pontos críticos da função. Solução: Procedemos da mesma forma que em Ei. O) ==> {(Eb O) = E. Numa vizinhança V deste ponto existem pontos tais como (Eb O) e (O. No ponto (El.

y). neste ponto tem o aspecto de sela de montaria Tomemos uma função z = f (x. Como vimos Po é ponto solução do sistema de equações az = O ax (condição az = O ay Como z = necessária) f (x. é diferenciável de classe C2. formemos a função a -z 2 H (x. o ponto (O. y) diferenciável na região D C R2 e seja o ponto Po(xo. = y) ax az -2 ayax a --z 2 axay - a2z ay2 que se chama hessiano da função z = f(x.Assim. a2z a2z a2z -2' -2 ax aye -ax ay 2 = a2z -a ax . por mpótese. ponto crítico. vem: H=------- a2z a2z ax2 ay2 a2z a2z axay ayax . admite derivadas parciais de 2~ ordem. Desenvolvendo o determinante. graficamente. Yo) E D um ponto crítico da função. A função. O). y Com estas derivadas. y). não corresponde nem a máximo nem a mínimo e é chamado pPJ1to de sela.

4 2y . Três resultados podem ocorrer: 2:y.= ay az = 2x .6 2X-4=0 { 2y . = 3 . = x2 + y2 - 4 x . Yo).)2 > O e para (a:. Exemplo: Dada a função z ao máximo e mínimo. há Para o hessiano nulo nada podemos afirmar sobre o ponto crítico. --2 a2z a2z_ axo ayo sao de mesmo sinal. Se Se axo 2 a z2 > 2 O.6y + 5.6 \x=21 = > O I y. . consequentemente esta diferença ser positiva. 3) . 1===> Po(2.. e --2 . há mínimo local no ponto Po máXimo local no ponto Po axo a z2 < O. pesquise quanto Solução: Procuremos o ponto crítico: z C ax az .Como axay a2z = ayax a2Z => H = ax2 a2Z • ay2 a2Z - axay (a2z )2 Determinemos o valor do hessiano no ponto crítico Po (xo.

6 • 3 =-8 + 5 = 4 + 9 .-8) I àw = O Numa função de 3 variáveis. os pontos críticos são deter- àx ' ày àw = O àz àZw àx2' àZw àyz' àZw azw àxay = ayax' àZw à2w àyàz = àzày A matriz hessiana de f é a -w 2 2 àx aw -àyàx 2 a2w àzax H= aw -àxày 2 a -w 2 ay2 2 aw -azay 2 aw -àxàz 2 à --w a2w àzz ayàz .~. z). y.18 + 5 ===:> I Pm (2.2 = 2 àx > O ====> Calculemos o valor mínimo da função z = 2z + 32 ==> Z 4 • 2 .àz àx C à2Z 2 =2 àx à2z à2z ày 2. à z' ày2 2 =4> à2z O e como . w minados da mesma forma: àw = O = f(x.8 .

> O e 6. x y z y2 + Solução: Condição necessária -= aw ax aw ay aw az 1-4x2 y Z'1. .H 1 < O.+-. . 1. 6.a2w aYoazo Então: a2W azoaxo a2w azoayo a2w -azcl local no ponto Po local no ponto Po Calculamos seus determinantes./- aw -axcl 2 a2W aYoaxo e H3= a2W axoayo a2w axoazo aW -aycl 2 . = 2x . > O e 6..H'1. Se > O. y =1= O e z =1= O. Se 6./v. 6.. .H3 < O lnáximo + Exemplo: DeteInÚne os máximos e os mínimos locais da função w = x Z2 2 -4 + .y2 = y2 y- 2z 2 Z2 Z2 -Y __ = O ==>: 2x y2 y3 = 2xz2 ==>y3 = yz2 ==> ==> '-!-Z-=-zz-I ==> I y z 10 > 1_~_3_y_10 _~_z __~ = 0===> 2z3 = 2y .H3> O mínimo 6.H1 2.H'1. onde x =1= O.

~ e P 2 . +-±- az2 y Z3 No ponto PJ(. 1) ==> a2w a2w a2w ---> -=4"-= 3"ax2 ' ay2 ' az2 a2w a2w a2w a2w --=-= Oe -= --=-2 axaz azax ayaz azay . 1.Comparando @ > e ® = da Z > => Z2 Z3 = 1 > z I = ±1 Conseqüentemente: 0 (- --> I y = ± 1 I e da CD====>-1 1.1) " x± ~ I Então: P 1( . - Condição de suficiência: Determinemos as derivadas de 2a ordem: -=-- a2w y2 aw ax ax2 2x3 a2w = _ L 2x2 (j) axay axaz = a2w a2w =_2ayax 2 2x2 2 aw 1 -=-+-.. .. 1..2z a 2 2x y3 y ayaz = .y2 --=0) a2w 2z a2w azax aw az a2w azay =- 2z y2 a2w =1.

72 >O -3 2 'Mínimo local no ponto P2 + 24 + 16 < O -6 ~. Exemplo: Estude quanto ao máximo ou mínimo a função x2 . -1.2 = 72 .!J. O .H 1 = 1-41 < O·' 2 = 12 . 1). -1).4 Y + Z2 .16 6 -2 3 > O -2 Mínimo local no ponto No ponto P2 ==> (- Pl( ~.-. ~.3 - PONTOS EXTREMOS DE FUNÇOES IMPLíCITAS No caso da pesquisa dos máximos e mínimos locais de funções diferenciáveis definidas implicitamente por equações. aplicamos as mesmas considerações.2w a a ax2 ay2 ' az2 ' axay a2w a2w a2w a2w --=--=Oe--=--=2 axaz azax ayaz azay a2w = ayax 2- ' !J. O 2 = . -1) ====>" = -- a2w = -4. Solução: + 2y2 - .-a2w = -6. (- -1.-2w = -3.3 z + 34 = O.H 1 = 141 = 4 > O. 5.4 .12 x .24 .1.

12 2z .3 -4y .4 2-2' '.2z - a2z a (az) ax2 = ax ax = ax 12) 3 2(2z .72 .12 = O > x >y = 6 1 = O --'> 4 y ..12 = 0--"> 2z .ay ay ..ay 2z.3 aF az ax =- aF az aF az _ ay _ 4y ..(4y .4) • 2 ~ (2z .3) .3)2 .necessana: Procuremos lçao az ax ax =- e az ay· 2x .3 -------.- 3 4) ay 4(2z . Cond· .(2x .3 az .4 + Z2 - 3z + 34 = O > =-==--=-_> 3z _4 = O =-~_-_>{z= 4 z =-1 a 2x ( .aF .3) .2x .4 ay .4 = O = Para x = 6 ey Z2 _ = 1 =--=-----> 36 +2 .12) • 2 (2z .- 2z ./ 2x .3)2 az ax a2z _ a (az) _ a 4y( ay2 .

..3)2 .3 = _o OX (-(4y _ 4)(2z _ 3)-1] 02Z -2 OZ -ox-o-y= (4y .3) _ (2 .necessana ) __ ox2 02Z _ _ 2 (2 • 4 . 2 _ 2 .3 = __2 5 = _ i. 4) existe máximo local de valor 4.3) (2 • 4 .3) _ 4 _ 4 (2 .3)2 '.5 . 4) oz ãX 02Z OZ d' .5 ox 2 _ - - 2 (. no ponto (6. 1.3)2 4 (2 • 4 .3)2 .3) • 2 -ox No ponto FI (6.5 -"5 02Z --=0 oxoy . 5 oy2 02Z --=0 oxoy 2 5 H= O >0 O 4 5 e como -2 o"z OX 2 = . -1) OZ OZ ~ = ãY = 02Z O ( con lçao.2 .-5 < O. 1.4X2z . 2 8 .- 02Z 3y2 - 4 (-2 . No ponto F" (6._0_2Z_ oxoy = _o (_OZ) OX oy = _o OX (__4Y_-_4) 2z .necessana ) d" . . 1. " = ãY = O ( con lçao.3) _ (2 • 4 .

.e como ax 2 a z > O.. .... y = ax + b Observemos que os pontos estão aproximadamente alinhados. cada um dos pares (x. Nos problemas práticos sabemos de antemão se eles são de máximo ou de mínimo. Para cada um dos x observados correspondem dois valores de y: 1Q) Y observado 29) y calculado Denominamos desvio à diferença d = Yobs..... Loquemos estes n pontos.. a reta MELHOR I . As variáveis x e y estão relacionadas por dados experimentais conforme a tabela.l.. AJUSTADA . no 2 ponto (6.. Vejamos o problema do ajustamento de retas.. ..axi . dispensando-se a verificação de suficiência..(ax + b) I di = Y.b I .. y) determina um ponto do plano cartesiano xOy..... ......Yca1c. Desejamos ajustar ao conjunto dos n desvio pontos uma reta.... 1. -1) existe mínimo local de valor ... = Y .

2bYi n + 2abxi) n n W = 2: Yl + 2: a xl + í=1 b i=1 2axiYí -.necessana'"' e õ w lçao õa = O e Õw õb = O.b)=w Nestas considerações. --> W = 2: (Yl í=1 n n + a2x? + b2 n 2 - 2axiYi .2 n n 2: Yi + 2a i=1 Xi 2: i=1 2a 2: xli=1 I i=1 n n 2 2: XiYi i=1 + 2a n + n 2b L Xi = O i=1 n 2nb . Desenvolvamos a função w: -->.2: i=1 n d2 = L (Yi-flXii=1 n b)2=f(a. A con d" .2 Yi I Xi i=1 =O . a e b serão os valores que tornam w mínimo. 2: 2 bYi + i=1 2abxi 2: 2: 2: í=1 í=1 i=1 2 - n W = I Y? + a I xl 2 n n + nb 2 - 2a I Xi Yi i=1 n 2b I i=1 n Yi + i=1 i=1 2ab + L Xi i=1 n n 2b ~ Xi Z=1 n õ W n õ~ = 2a ~ xl Z=1 -'2 ~ Z=1 XiYí + [ - õw õb = 2nb .

= 19 -14 . 1 Xi 2 x·y· 1 1 1 2 3 4 5 6 n=6 -2 -1 O 1 2 3 ~Xi = 3 7 6 6 4 3 1 ~Yi = 27 4 1 O 1 4 9 ~x. Loquemos dispersão) os pontos (diagrama de 2. Construamos a tabela abaixo de acordo com o sistema de equações normais a L xl i=1 i=1 n +b + nb L Xi = L XiYi i=1 i=1 = n n a L n Xi L n Yi i=1 N9 de pontos Xi y. X Exemplo: As variáveis mentais: e y estão relacionadas pelos seguintes dados experi- -2 7 -1 6 O 6 1 4 2 3 determine a equação da reta mais ajustada. Solução: 1.a L xl i=1 n i=1 n + b L Xi = L XiYi i=1 n i=1 i=1 da Reta n n a L Xi + nb = L Yi y = ax Sistema chamado Sistema de Equações Nonnais do Ajustamento Melhor Ajustada + b. Loquemos a reta mais ajustada 3.6 O 4 6 3 ~xiYi =-7 .

y). Diferenciando a função auxiliar dv = av ax dx + ~ dY ay À onde av ax = af + ax aI() e ax av = af + ay À a"P ay_ ay' . sendo f e diferenciáveis.. resultará. xn) e a restrição (Xb X2.. aplicamos. y = fI (x). . por exemplo. . X3.19a + 3b =-7~> {19a + 3b = -7 a + 2b = 9 > b = 5.. ambas funções diferenciáveis ==> v = z + À"P ou v = f (x.086 { 3 a + 6 b = 27 H-2~X19 ====:> . xn) sob a restrição (Xb X2. . sendo f e funções diferenciáveis. teremos p~oblemas de Programação linear.. Estudemos o método dos multiplicadores de Lagrange. Consideremos a função de 2 variáveis z = f (x.35 b = -178 de máximos e mínimos condicionados consiste em determinar os máximos e mínimos locais da função z = f(Xb X2. . X3. Se pudermos resolver a equação (x. z = F (x). xn) = Oforem lineares. chamada função auxiliar. Se a função z = f(Xb Xz. y) = O. y) = O em refação à uma das variáveis. então. z = f[x. . y) = O. Teremos que examinar o problema de outra forma. A função resultante é de uma única variável. y) e admitamos que as variáveis x e y devam satisfazer à equação (x. a resolução de I() (x. sujeita à restrição (vínculo) I() (x. "P "P "P "P "P "P o problema Método dos Multiplicadores de Lagrange Seja a função z = f(x. y) + ÀI() (x. fI (x)]. y) = O é muito difícil ou mesmo impossível. X3. aplicável também a funções não lineares. y). xn) = O. Formemos a combinação linear entre z e I(). Queremos achar os extremos locais da função f. X3. . a técnica estudada no Volume L Às vezes.

dv = O. No nosso caso a área total: r e o vínculo /' )-------------.y) = o Exemplo: De todos os paralelepípedos de área total mínima? Solução: Estabeleçamos a função retângulos de volume dado. nos permitirá ar + À a'P = o ay ay ~(x. qual o ~. nem decresce.K = O A I = 2xy + 2xz + 2yz (função) { xyz . Logo sua diferencial é nula. Então: (ar + a~)dx ax ax À a'P)d 0=="> ay Y =ay A estas equações juntamos o vínculo. o volume é que deve ser constante (dado): V = xyz = K ====> xyz . A função f é a que admite o ponto extremo.-- I I I I I Z IA = 2 xy + 2 xz + 2 yz I I O vínculo é a restrição.dv = (ar + ax À a~)axdx + (ar + (ar + À + À ay a~) dy ay Num ponto extremo. No nosso caso.K = O (vínculo) . No nosso caso. a função nem cresce. O sistema assim obtido resolver o problema proposto.

az -À + 2y xy ® Comparemos Q) 2y com ® e Q) com 0: = 2x CD com 0 Q) com Yf 2y + 2z xl + 2z _> 2xy + 2xz= > x = 2xy + 2yz --> + 2y __ 2 xz = 2yz I y I ® jz + 2z _ 2x - xl --> 2xy -->.z)--> > dv=-dx +-dy +-dz av ax av ay av az av ax = O ~=o ay av = O az av . + 2xz = 2xz + 2yz ==>.2y + 2 z + yzÀ ax av ay 2x = O > > -À = = = 2y 2x 2x + 2z yz Q) @ + 2 z + xz À = O -À + 2z xz av .K) V > ==>: = F(x.2x + 2y + xYÀ = O --> .v = 2 xy + 2 xz + 2 yz + À (xyz . z --> 2xy = 2yz --> Ix I .y.

= PR1 Z = xy 27 + -x + 27 y Solwção: Determinemos os pontos críticos da função z C 27 az ax =y az -=x-ay 27 x 2 27 y2 y--=O x 2 x2y ==> O = 27 >x2y = xy2 x --= 27 y2 xy2 = 27 Resolvendo x2y = xy2 ==> X =Y Levando à uma equação x2y = 27 > x2 • x = 27 ====>. Po (3. x3 = 27 ====> x = 3 e como x = y ==>. Então.= VK. Do vínculo xyz .K = O ====> =·K --> xxx x3 A aresta do cubo de volume K e área total mínima é x = K ==>. Y = 3.3). Estudemos sua natureza. Determinemos as derivadas de 2a ordem -=2 a2z ax 54 x3 az ax C a2z -=- a2z 54 y3 ay a2z ay2 . X = VK.

6y . resulta 6x .6 y = O > 4x3 + 4y3 = 0====>: 4x3 = _4y3 ====. Solução: Siga.6x 12x = O 3x - = O = O (x2 3) = O = ± x=O x2 - 3 = O ===> X V3 . 3. 27) I PR2 Z 27 27 + -3 + . + 6x .> Substituindo em 4x3 4 x3 4x3 x3 X - - 6x + 6y = O. = 2 > O correspon d" a mmuno.TI1oSs mesmos passos o z C 4X3 - az ax az ay 6x = 4x = 4y3 3 .= 3 9 + 9 + 9 = 27 = x4 + y4 . e O valor mínimo da função é Zm = 3 • 3 I Pm (3.3y2.a2z = aX6- 54 27 = 2 a2z axoayo ---= a2z aYoaxo 1 1 a2z E como --2 2 axo .6x + 6y . + 6y = O somando membro { a membro ==> 4 y3 + 6x .3x2 + 6xy .

pon to d e mmuno.3)2 P2. M'axImo ou mlmmo. O) -a z = 12 axo2 2 • O .. O)..3) e P3 (-.j3..3 (V?. .3) Z = 9 + 9 . az ax ay C -= a2z ax2 a2z 12x2- 6 a2z a 2 ay2 z = 12y2 _ 6 Pesquisemos o ponto P1(O. Determinemos as derivadas de 2ª ordem V3)..3. z = (. O).3) az axoayo 6 2 axl 2 az 2 = 12 (.9 z = -18 (...3t + (..6 aYo2 az 2 = = -6 Nada podemos afIrmar sobre o ponto P1(O..m ...... = 6 ayo2 -a z = 12 (.6 = -6' -' axoayo az = 2 6 e = 12 • O .... e como Valor mínimo da função: --2 axo a z > O ===="> 2 ... -18) 3 (- .. .)2+ 6 V3 (-...3)2 _ 6 = 30.3)4 ..Temos os pontos P1 (O. .3)2 - = 30 ..(3......9 .. P2 (VJ.18 . Pesquisemos o ponto P2 (v'3: ..

sen(x .Pesquisemos.) para x = ~ ==>~ y = ~ ====> P2(~' ~) . agora o ponto P3 (- ..sen (x y + y) . De cos x . y'3.sen(x cos x .2senx = O --> senx ="2--> =6 1r para x =.= + y) + y) = = .y'3. ==>Ix I .2 senx. z r t'-- az 3x = cosx .sen (x =--=----> { cosy . .' .J?" V3) -a 2 = 12(. ==> P1(..> 'cos X . -> cosx . o -> cos x = cós y > + y) o .~--= a2z axoayo 6 -a z = aYo2 12 (y'3)2 .. -11) .> x =1r > 2 1 x 1 .~ > cosx (l .sen 2x = O .m (3 Z = -18 I com x e y arcos do 10 quadrante.vJXV3) - 3 (y'3)2 I P .2 serix) = 0==> cosx = 0==.vJ)2 + 6 (.sen (x + y) = O para x =y ==.y'3)2 . ==> Y =.6 Xo a2z 2 = 30..3)4 + (v'3t y'3.vJ) = 864 > o ==> 3 (- P3 mínimo z = (- . ==> az ay cosy . 11ft 3 z = sen x Solução: + sen y + cos (x + y). .:cosX = O .6 = 30 H (.

cos(x + y) No pontoPb temos: - ax2 a2z = .1 + 1= O - a2z = -sen--7T COS7T ay2 2 a2z = -COS7T = 1 -axay =O o pontode selaé (~'%' ).sen.1 7T -axay 3 2 ----=-1 DeterIlÚnemos (~. 1 1 1 ----=-1 2 2 1 2 1 2 NopontoP2. -= -sen-cos~= 2 ax 6 3 a2z = -cos-=-.7T2 COS 7T = .aZ ax Z .2 = -senx aX [ -- a2z COS(X + y) a2Z [ aZ ay axay =--= a2Z ayax -COS(X +y) [ a2z = -seny -a 2 y .7T cos-=7T ax2 6 3 a2z 7T 7T -. temos: - a2z = -sen-. ~): H .

.1 3 =1--=->0 4 4 e como -::-~ = ..ay . y. 2 . O. z E [ O. y.~ Condição suficiente: àw . ~). ]} Solução: aw _ aw _ aw . D ={ (x. .O ax . máximo local eIP ~~.az aw -ax = cosx w aw -ay = -seny cosx = O >x=O Ti 2 > -seny cosz = = O >y=O >z=1r -az = cosz Temos o ponto crÚico A (. . z) E R31 x.1 Calculemos z: I < O ==>.

2 ô2w --=0 ôyôz -1 H1.ô2w .A = [ O O] -1 = 1 > O.= -senx ÔX2 ôw ôx --=0 Ô2W ôxôy Ô2W ÔXÔZ = O ô2w --=0 ôyôx Ô2W ôw ôy --= Ôy2 -cosy Ô2W -=0 ÔYÔZ ôw ôz No ponto A ==> ===> - ô2w ax2 ôz = -sen-= -1· 1T 2 ô2w .A = [ ~ O -1 O -1 ~]=-I<O . ôxôz = O ô2w 1T -=-sen-=-1 2 . H2. -1 H3.A = 1-11 = -1 < O.= -cosO = -1· ' ' ôy2 ô2w ô2w e ôxôy = O.

No ponto A (. PRs x2 2y2 6x O.aF .3)' Condição suficiente: Calculemos as derivadas parciais de 2~ ordem em cada um dos pontos.2 Z2 18 + 4 + Z2 - 2 = O = 9 ====> Z = ± 3 Ternos 2 pontos críticos: B (3... .3 az _ ay _ -4y + 4 ay . Solução: az = O ax aF -=--=- az ax az ax aF 2x .x( -z 3) ax ax =- .6 ---2z x . -2y + 2 = 0==> = - y = 1 = 3 ey 1 2 • 12 > - > 32 6 • 3 + 4 • 1 + Z2 - 2 = O 9 .(x .3)- az a z2 ax 2 = axa (az) = ax a.2z az aF = _ -2y + z 2 ---=0==>x-3=0 x-3 z >x=3 _ -2y Para x z + 2 = 0==>. 1.) existe máximo local. - - + 4y + Z2 - 2 = O sendo z =1= O. z . ..

.9 1974 4.1 1973 3.. 3) há sela No ponto B (3. + 2) = 2y 3x z 3z -i.3) 32z -3 ==> -= --=-" 2 3x 9 32z --=0 3x3y > -== --=-- 1 3' 32z 3y2 6 9 2 3 = --< 9 2 O ===> PR6 A tabela abaixo traduz as vendas das lojas A • A nos anos de 1970 a 1974 em bilhões de cruzeiros t (ano) Y (venda) 1970 2 1971 2. .8 .5 1972 3. 1... [_(_ 2 ax y = (_ 2y + 2)Z-2 3x =-"9<0 2 2 > 3 ==> No ponto A (3.(-2y Z2 + 2) ãY + 2) Z-l] == az 3y 3x3y a 2Z == ~ 3x 3y a( z) = ~ (_ .a2Z = ~(az) ay 3y y2 a == ~ (_-2y + 2) z == _ -2z . 1.

9 4. PR7 Determine a equação do plano que passa pelo ponto P(1. 2.6 ~xiYi = 7 n =5 a L xl i=1 n + b L Xi = L XiYi i=1 i=1 = n n a I i=1 n Xi + nb = I:fi = e 0.8) ~ Pontos 1 2 3 4 5 X· I Yi xi x·y·I I -2 -1 O 1 2 ~Xi = O 2 2. (1.8 ~Yi = 16. a estimativa de venda é y = 0.5).9 1974 2 4. .7 x + 3.7 . 3 + 3. Solução: Organizemos a tabela tomando 1972 c·omo referência t (ano) 1970 -2 2 1971 -1 2.3 b --> { 5b = = a reta mais ajustada é y = 0.2. 3. 3. 4. O ano de 1975 corresponde a x = 3.26 -->.9 9. o tetraedro de volume mínimo.9) e (2.1). então. 2.3 4 1 O 1 4 ~xt = 10 -4 -2.8 x Y (venda) Detterminemos a reta y = ax + b.5 O 3. com os planos coordenados.y = 5. (O.26. 1) e que determina. (-1.5 1972 O 3.7 3.1 1973 1 3. 2).5 3. Determine este volume.1 3.26 10a 7 ---> a 16.Estime as vendas para 1975.36 bilhões de cruzeiros. reta mais ajustada aos pares de pontos (.

(3.V f3\ 1 2 1 -+-+-a {3 "I . Achemos a equação auxiliar v.1) => Notamos que a função f é V = f(a.. mas B = i eh = "I.-) "I 1 dv = -da av aa av + -d(3 a(3 +-d"l av a"l av 1 {3"1 aa 6 a v 1. Então. combinando linearmente f e 4{): v = -1 aç"l 6 (1 2 1 + À -a + -(3 + . "I) e o vínculo é dado pela equação 4(J (a.1 A função é o volume V = 3" Bh. ~. IV ~ a~r I A equação do plano ABe é ~ + L(3 + ~ = 1 (equação segmentária) a "I Como o suporte do plano é o ponto P (1.2. "I) == O tirada da equação do plano.a"l a{3 6 a"l _ a2 ~ =o =o > > À =a = 2 {3"1 6 CD f2\ 2 _ 2À À a{32"1 (32 "12 12 \V À = av 1 a{3 _ 6 vínculo ~ == o ===> 1=O a{3"1 6 \.

y ~ x y S = (x + z)w w ~: I~ '(I ! ···!························r····· ! ' y I x I . 6 3 • 6 . Qual deve ser a largura da base e a inclinação das faces para que a capacidade da calha seja máxima? Solução: A função é a capacidade da calha e o vínculo é a largura da A capacidade da calha será máxima se a secção transversal for máxima chapa. 3 = 9u3 e a equação do plano é [ 1.+ í+ 1- = 11· PRs Uma calha deve ser construída com uma chapa de 120 cm de largura.121 -+-+--1=0 a 2a a o volume do tetraedro é V =. S=x+2z+xw 2 .l. 120 cm. Dá-se à secção transversal da calha a forma de um trapézio isósceles.

120 = O Combinemos linearmente v f e r.• x2 .y cos a.2y cos a por cos a (possível porque a =1= . --> cos a =1=0) resulta sen a = ---e -x + 2y => 2y cos2a = 1 - (2Y 2~ X)2 Substituindo na equação y( ® ====> y2 [ => -x -x 2: 2Y) + 1 .120) av ax av ay y cos a x cos a -xysena + À = O CD 1 + 2À = O = O +y sen 2 a ~ 0 av aa vínculo + y2cos2a ~ ~ 0 cos2 a: . Substituindo na equação @ = O.2xy + 2 2 __ -> Y [1 _ y24 .4 xy 4y2 + x2 ] = O ==>_ .44xy y 2 + x2 _ _ 4y2 .eY2~ x)' .120 = O 0 = Da ====>: À = .p: À = xy cos a + y2 sen a cos a + +"2 y2 sen 2 a + 1 À (x + 2y .120) v = xy cos a (x + 2y .sen2 a: x + 2 y .(2Y2~ xJ] = = O > .'---y---/ largura x + 2 Y = 120 -->.x + 2Y . Dividindo CD > x cos a + 2 y sen a cos a .

x2-2xy+ --> 2 > x2 - y 2[4y2_8y2+8XY-2X2]_0 4y2 > --> 2 2xy + _2y2 O + 4xy . sen a 0 >3x = _-_x_+_2 y2y > sen a = _-_4_0_+_80_ l =='> a = 30° = 80 2 Logo. Do ABDO==> 2 = R sen"2 b a e h = a R cos 2' .120 = 120 ==> x = 40 cm e y = 40 cm. Solução: A função é a área. PR9 Inscreva em um círculo de raio R. a = 30° . as dimensões da calha de volume máximo são x = Y = 40 cm e a inclinação das faces.x2 2 > =0 > 2xy .2y2 -->x-y=O = >jx yl = O Substituindo na equação ====> X + 2x . o triângulo de área máxima. A = A1 + A2 + A3 e o vínculo o raio dado R.

Montemos o sistema resolutivo - õv R2 -cosa: õo: 2 + À = O = O = > -À =À R2 cosa: 2 Q) õv R2 õ{3 2" cos{3+ õv õr -cos 2 À > > = 2 cos{3 0 R2 R2 R2 r + À o -À = -cosr 2 ® vínculo o:+{3+r-21f=O Notamos a igualdade Q) = "2 cosa: = 0 À. > A3 = 2" 2 sen 2" cos "2 -->~2 R2 a: a: A3 =""2 sen a: R2 De modo análogo. tiramos AI = área nos é dada por sen {3e A:! = ~2 sen "I. Q) = ® = R2 Então. v = R 2" (sen a: + sen {3+ sen r) + 2 À (a: + {3+ r .r A . De A = R 2" (sen a: + sen {3+ senr) resulta. R2 2" cos{3= 2" cosr R2 > Da 0) 2 > 3 a: = 2 1f> a: = 2 3 1f e o lado do triângulo Q =R fi. a: + {3+ r = 2 1f e a equação auxiliar.2 1f). . Logo a função A ="2 (sena: + sen{3+ sen r) R2 A equação do vínculo é.

com xy = 1.x2 2 ª 3x --= 1 x2 1 O 3 x4 - = O > x = ± _1_ V3 Temos 2 pontos críticos. para x = -4- 1 yr3 . eXiste mlnImO . V33 2 portanto. z = x3 + xy2 1 Do vínculo xy = 1 => Y =X 1 x2 --> --> z = x3 +x 1 função da única variável x Neste caso aplicamos o método estudado no Volu~e L Derivada 1 ==>' dz = 3 x2 __ 1_ dx . . Determinemos a derivada 2ª Experimentemos na derivada 2ª os valores de x: para x = --4- 1 V3 => --> -2 d2z = 6 dx V3 + -4-.0-- V3 2 PR 10 Estudemos os máximos e os mínimos da função z = x3 Sqlução: A função é + xy2. .> O.

: P (2. -4.) -> > tr27=='>~ para x = - ~ W .--- V3 W --2 < O.--- 1 I Estude quanto ao máximo ou mínimo as funções: PP1 z = x2 + y3 ...2.1 +4M" v.~ yr3 existe máximo local.: P (. 6) 8 8 z=xy+-+x y Resp. 2. para x = --1 V3 ===>Z 1+3 . 1.12y + 6 Resp.para x = . W ~ = -. . . portanto.: P (3.~ --===> 1 Z = . 2.: P (2.--===> - 1 d2z dx 2 V3 = 6 . para x = = . 18) ponto de sela PP2 Z = x2 .y4 - 6x + 4y - 1 Resp..7) ponto de sela z=xy---x 1 8 y Resp.14) mínimo local P (2. .4x . 12) mínimo local .V"J--+'M = .

4). B (. C (.y2 .: Ps (l. .2) ponto de sela PPs w = senx + seny + sen z na região D = local e Wmáx {(x.: P0(. 2.: (1. z) E R31 x. em (1. 2.: y = 0. (O.2..2 valor mínimo da função PP6 x2 .43 x + 2.3x .2.2x + 4y + Z3 + 5 = O Resp.1. 2.1) há sela PP12 Determine a equação da reta que mais se ajusta aos pontos A (-4. 1) há mínimo local e em (1.' PPn 2x3 + y3 .: em (O.tiva de faturamento em 1981? Resp. D (0.: 3. 108) ponto de máximo local. . 2.2 = O Resp.9 Qual a estima.3 2..2x + 4y + Z . Resp. . 1) ponto crítico .2) máximo local e (. (1.3).3x2 - 3y .3.1.3) ponto de sela. y. 3) e F(2.1.)m~mo + 4y = 3 - + Z2 + z . z E ]0. . D = {(x. E (1.15 !:ilhões de Cr$. z) E R~J Resp. 2) ponto de sela.93 1977 1978 1979 1980 - 1.PPs x2 y2 Z2 xy w=""2+2+2"-2""+2"x-z 3 Resp.: (3. 1T[} Resp. y.2). 1) mínimo local PP10 Z = 6X3y2. 1) há sela. . (.2). y. aproximadamente .1) ponto de sela PP7 xt2 - y2 .: PP9 x3 P (. - X4 2 y - X3 3 y .z +1 = O Resp.3 2.8 2. . 1).: Ps (l' 2.8 =O Resp. y2 . -1) máximo local. 2. . 2.

PP16 Dentre os triângulos que têm o mesmo perímetro. b 2 2 c = -y'3-3. -1) ela assume o valor mínimo -S PP IS Estude quanto ao máximo e ao mínimo a função z = xy havendo entre x e y a restrição x + 4y - 8 = O.: No ponto (2.: 4x . Y = -y'3-3 e z = -y'3-3 e o volume e -3-y-f-3e forma com os três planos .< Resp. 1) a função z assume o valor máximo absoluto 4. = 2x + y sobre o círculo Resp.3y + 12z . Resp.PP14 Determine o máximo e o mínimo da função z x 2 + y2 = s. 8 abc PP18 Ache o plano que passa pelo ponto P(3. 1) a função z assume o valor máximo 5 e no ponto (-2. -4.1) coordenados o tetraedro de volume mínimo.: No ponto (4.: O triângulo é equilátero de lado x = 2: PP17 Calcule as dimensões do paralelepípedo retângulo de volume máximo que 2 se pode inscrever no elipsóide de equação x 2 a .'i$x 2a 2b 2c + ~ + z 2 = 1. Resp. qual o de área mínima? Resp.36 =O .

y + ~y) . Consideremos a direção orientada no plano 1T. b + ~y) E D.fi DERIVADAS DIRECI8NAIS É na palma de espinhos que o Céu instala as rosas. quando passamos de P para Q. b) E D. diferenciável numa região D C R2. b) .f(a. e o ponto P(a. Então. é + ~x. Tomemos o ponto Q (a + ~x. y). O acréscimo da função ~z = f(a ~ ~ ~ ~ f. u é versor do vetor PQ. que o 1 1 vetor PQ tenha a mesma direção e sentido do vetor u. próximo de P e tal. Portanto. de ângulos diretores a e {3. 11 = cos a + cos {3. Sejam a função z = f(x. definida pelo vetor unitário tt.

I::::.z > I::::. no ponto p(..~). . Solução: Preparemos a função: F. 1hl::::.x 1"/2 + :~ (P) I::::.P: z -+ -+ -+ = Qn .s= 0 ==> + ay ax aI (P) cos a aI (P) cos [3 + 111COS a + 112 COS [3 e 1im ~z M~O uS = lim M~O (aaI X (P) coso a + aal (P) cos [3 + Y 111 .y + ) I::::.y + I::::. [3\ ') O O o liro ~z quando existir e for tinito será chamado derivada da função Lis~O uS I.4 j .::.j.s aI (P\ ay ) I::::.z = aI (P\ I::::.s ax ) I::::.J f2\ I::::.z = onde 111 :~ (P) I::::.x + 112l::::.s .x + I::::. na direção do vetor Assim: z: e a indicaremos = pelo símbolo a~ (P). cos a + 112 COS .Qny .s \.s = cos[3 Substitum'do estes valores na I::::. PRQ - > I::::. au au a~ (P) aal (P) cos a + aal (P) cos [3 x y 0 Exemplo: Determine a derivada de z direção v = 3 i . CD ) Oe O quando I::::.s Dividamos a CD por s => __ > I::::.x + I::::.&.y ) O.y 1"/2 I::::.j. na = Qn x .s = cos a x - Lly I::::. no pontoP.s 111 I::::.

pelo seu módulo (ver Vetores e Geometria Analítica de Righetto. = f (x. . divergente e o rotacional. z). é chamado gradiente da função f no ponto P. cujas coorde- ~ . ~ -: (3..). y. af (P) = = 2 af ay (p) 3 Por outro lado o versor lt é a razão do vetor -. .4 5 au a~ (P) ===='> Para defmirmos o gradiente.-4) (3 u = = v' 9 + 16 = \5' '-:1 -"5 3 e 4) ==>' > cosa Aplicando a defmição de =5" cos {3= -.No ponto p(. A..) ax ==>. usaremos o operador ~ ~a~a \l=i -+j ax -+k- ay ~a az 01 GRADIENTE: Consideremos a função w região S. ª (P) j ~ + ay af (P) k.:Z af af df O vetor V f(P) = ax af (P) i ~ + ay af nadas são as derivadas parciais de 1 ordem da função no ponto origem do vetor. portanto. Admitindo. definida derivadas parciais de 1 ª e contínua na ordem em S: ax' ay e azo -. Então.

O) e na direção da reta tangente à circunferência x2 + y2 = 4 no ponto (l. cos 11)." a~ (P) = Vf(P) au X Z! ~ A derivada direcional é o produto escalar do vetor gradiente pelo vetor u.. :f (P) = (1~~ + 1:: (P») X (1cos" (P) (P) = + 1 (3) --> cos ==> a! au aai (P) x cos a + af (P) cos J3 ay o que concorda com 0. De fato. ~: (P)]. poderemos imaginar . alr ai (P) como produto escalar do versor . x3 Solzlção: Z C :~ = 3x 2 .ai alt e sendo o versor 1J' (P) = ai (P) ax cos a + ai ay cos J3 = (cos a.2y3 + 1 no ponto (1.4xy 2xy + y2 _ 6y2 ay ai = _ 2x2 + . ~). Lembrete: "O produto escalar de dois vetores é a soma dos produtos das coordenadas homônimas. pelo vetor V f(P) = [~~ (P). Exemplo: Determine o gradiente e a derivada direcional de z = = 2x2y + xy2 .

2) X (_ . -2). A reta (t) Ax + Ry + C = O.O = = (1. 2~) Determinação de ferência x2 lt O vetar lt é o versar do veter diretor da reta (t).2 • 12 + 2 • 1 • O .No ponto P (1.J3 + 2 2 alt .(O. y3). y3) Podemos tomar o vetar normal n -+ ~ = (A.. y'3) e como n = -+ V = (-R.2] 2 ' 2 e u = . O). tIramos 3 y'3" af = (3 . tangente à circun+ y2 = 4. no ponto (1.J 3 + 1 -7 1-) 1 Com V f(P) = -+ -+ 3 i . R) ==> -+ -+ = OT = 1) ---+ (1. v'3 ~) = - 2= _ + au -+ (P) = 2 af (P) = _ 3 . y'3).2 3 y'3 _ 222 y'3" -7 + 1 -7.y'3". ~ V tem por vetar normal um vetar paralelo ao vetar OT = T . 2 ' 2 lt=~=(-y'3. A) = (. vf(P) = 3i - -+ -+ 2j ou Vf(P) -+ = (3.6 • 02 = . 2 ] . O) estas derivadas assumem os valores: C '::t ax af ay af (p) = 3 • 12 - 4 • 1 (P) = .I)=(_y'3" IVi -+ .2 Logo. OT = (1..

2xk . Assim: div A ~ ~ ~ ~ ~ = ~ X A = (~a ax + ~a + ~ az x (A ~ + A2i~ + A3k) ~ i a) ~ \J j ay k i I = =-+-+.2x2zyi .ay XZ 2 2 (X Z Y)-7 ---1 a (X2z2y) + ax 2 ~ k + 2xy x2z2y + ~~-] a (2xy) az ~ -7 - a (2xy) ay ~ - a az - --I ~ a (xz) 7' _ ax + xzy 2 ~k ~ - .az ax ay aA I aA2 aA3 03 ~ ~ ~ ~. O produto ~ ~ ~ escalar do vetor operador \J pelo vetor A é chamado divergente do vetor A.2x)k .zj = . O produto vetorial do vetor operador ~ V ~ pelo vetor à é chamado de ROTACIONAL ~ DO VETOR A.az A3 a CA.zi (2xz2y ._ a (xz) az . _ àA )! + ay az 2 + (aAI az _ aA3) ax] "7 + (aA2 ax _ aA k ay I) -7 1 ~ ~ i - k -7 1 0 9Aà = a - ax a ay ~k ~ a .2x2zyi ~ .DIVERGENTE: Consideremos o vetor A = AI i + A2j + A3k. ROTACIONAL: Consideremos o vetor A = AI i + A2i + A3k. Assim -7 1 i ~ k Rot A = ~ ~ A A ~ = ax AI a ay A2 a .

::t~~~ V X (A ~~ + B) = v X A '.INTERPRETAÇÃO Consideremos tridimensional : dois FíSICA.2. F (V A A) ~ -+ V X (A A B) = B X (v A A) . z). tipos de funções em um domínio S no espaço i) as funções escalares F (x.::t~~~ + + + V X B V AB ~~~ V A (A ~ I + ~ B) = '. O.V2A -+ ~~ 6. z) 7 + h (x. os vetares velocidade dos pontos formàID um campo vetorial enquanto que a temperatura forma um campo escalar F. 9(F ~ então: + G) = 9F + 9G '.~ ~ Consideremos F. podemos obter um campo vetorial V F (vetar gradiente de F). = o movimento diz-se irrotacional. G.:7. No movimento de um fluido.:7. Já o divergente de t é uma função escalar ou um campo escalar construído a . y. Estes campos aparecem em várias aplicações.:7. Este campo recebe o nome de campo gradiente. Um outro campo vetorial é o formado pelo rotacional de . Se rot -. V AA ~ V X (FA) = (vF) X A V A (FA) ~ ~ F(VX ~ ~ ~ A) ~ ~ = (v F) A A ~ ~ '. A e B tendo derivadas primeiras contínuas. y.A X (V A B) ~ ~ ~ ® ® @ ~ V A (VF) ~ ~ ~ = -+ ~ ~ O -+ -+ VX(VAA)=O VA (VA A) = v(VX ::%~ A) . ti) as funções vetoriais = f(x.3 . y. Estas funções em física são chamadas de campos: campos escalares ou vetoriais. -+ Através de um campo escalar F. Podemos imaginá-Io como medindo a extensão em que um movimento é como uma rotação em torno de um eixo préfixado. y. z) k. z) t l' + g (x.. ~ + '. t.

-+ -+ através da definição de produto escalar de 2 vetores. na direção do vetor Z:. (P) au = Resultado que nos mostra ser a derivada de I. = O e cos O = 1. Em um campo de velocidades -:.> au ~I aUmáx (P) = I~I (P)I . Quando div -: = O. no ponto P. au -+ atingindo: 19) Seu máximo valor. Seja I{) -+ o ângulo que o gradiente \lI (P) forma com o vetor u . a~ (P) variará. COS (3) (variando 0:). que -+ -+ -+ (p)1 lu I cos I{) e como lu I a~ (P) = ~I (P) X t au 1\lI(P)1 cos I{) • = = I\lI = 1 a/-+ > --:. valor máximo do co-seno "P ===>. pois. Desta forma. Recordemos. tal fluido diz-se incompressível e o campo vetorial 1" diz-se solenoidal. existe um vetor \l I (P). a projeção do gradiente de I em P sobre a direção de Se fixarmos o ponto P e fizermos variar a derivada direcional z: = (cos t. temos na região D. quando u tiver a direção e o sentido do gradiente. a~ (P) = I~ I (P)I cos O ==. 0:. o que nos induz a considerar o seu gradiente defmido em cada ponto de D. o quanto um certo fluido se expande. por exemplo. y) foi suposta diferenciável na região D C R2. div -: mede.partir de 1". pois associado a cada ponto P E D. um campo vetorial. A função z = I (x.

4. 'P = ecos 1r = . 39) O valor zero.6. 2. 'P = 2" ecos .6. 1r 2" = O. 1r 11' tiver direção perpendicular à direção do gradiente. 2 > aZ: _a r_ (P) = O aZ: ar (P) = -IVf(P)1 = derivada direcional mínima .) Seu mínimo valor. valor mínimo do co-seno. - aZ: ar (P) = lV'f(P)\ -+ cos . porém. quando pOIS.5. pois. quando z: tiver a mesma direção..1. au a~ (P) = I"vf (P)\ cos 1r ===> (P) = -1V'f(P)1 -+ Fig.===> 1r - ar 2 aZ: (P) = O para 'P = O para para > af (P) = IVf(P)1 = derivada direcional máxima aZ: l() = 1r ==> l() =!!. sentido contrário 1r ao do gradiente.Fig.

.Qn y No ponto p(.) ----> +3 ax ay af af (p) =1. .= (4 '3) ==> 5' 5 cosa ="5 4 5' 3 por- A velocidade atinge o valor máximo na direção a = arc tg ~ . o gradiente e em seguida seu módulo. Vf(P} => ~ u = (4 3) -5.Exemplo: Determine o valor máximo da derivada direcional da função Z x = x'n y' no ponto n 2 ( 1 1) 2' . . z: tem a mesma direção e o mesmo sentido de V f (P). Preparemos a função: z = 2 Qn x . = = = IVf(P)1 tanto. e sena então. lIeçao . Nestas condições..= 1 2 4 (P) =_ = -1 1 = 3 3 ====>: Vf(P) = 41 r ==..> ~ IVf(P)1 v' 4 2 + 32 = 5 af aumáx = 5 Vejamos em que direção a derivada atinge seu valor máximo. pois...3" e em que d" _ Isto acontece. Solução: Vimos que ~f (P) aUmáx = IVf(P)\ Determinemos.

nas proximidades =C de Po (a. b).Chama-se curva de nível ou de contorno de uma função ao lugar geométrico dos pontos nas quais a função I tem valor constante. as equações paramétricas considerações ====> ===> da curva C3. Destas I (fI (8). /2 (8)] ===> ax ai dx dO + ai ay dy = dO o .

cos (3. (P~ x . (0 v h (00»" = o --_/-+ V f U (P) =õ gradiente = vetor tangen te à curva de nível no pontoPo Como o produto escalar dos 2 vetores.(f~ 0). A derivada direcional de f no ponto P e na direção do vetor z: é: a[ ar: (p):: ou aa[ x (P) cos a + aa[ (P) cos (3 y + aa[ z (P) cos ')' a~ (p) = V[(p) x au z: . :. y.===> (:~ (P). cos ')').5-FUNÇOES DE TReS VARIAvEIS- DERIVADA DIRECIONAL Tudo que foi estudado sobre derivada direcional para funções de duas variáveis se estende para funções de mais de duas variáveis. concluímos que o vetor gradiente de t' é normal à curva de nível desta função que passa por Po." 6. é nulo. "Na direção das curvas de nível a derivada direcional em qualquer ponto é nula. e o vetor unitário lt = (cos a. z). -. V[(P) e lt. . função diferenciável na região S C R3. V'". Sejam w = [(x.

k 1 e IE I = I 'VV (P)I = ~ 4 +4 + = 3u Se if> ~ ~ = xy3z4 e A ~ ~ ~ = xzi ~ . c) 'V ~ d) div (l/JA ). ~ 2] .. 1 -1 E = 'VV (P) = 2 + -.y3xj ~ + 3xy2zk. 1.. 1. Solução: a)'Vl/J=-'I-' i +_'1-'j +-k ox oy õz ~ oA.. logo IE I = I'VV (P) I ~ -=2x oV ox oV . ~). e) rot (l/JA) b) 'VX A.2 oy - y av -= oz -4z a V (P) ox = 2 No ponto (1. ~ eletrostático. ~ oA. ~) ==> a V (P) = oy oz 2 a v (P) = ' ~ ~ ~ ~ -. determine a intensidade do campo no ponto Solução: A intensidade do campo é o módulo do gradiente.Exemplo: Sendo V = X2 + y2 - 2z2 a função potencial de um certo campo ~. ~ ol/J ~ =y3z i +3xyzj 4~ 2 4~ +4xyzk.. ~ calcular: ~ ~ a) 'Vl/J. 3 3~ . 1\ A.

+ k ~) ax ay az + 3X2y5z5k) -+ x (X2y3 5 z7 - X2y6 4 z 7 + = = = a (X2y3Z5) + a (_X2y6Z4) + a (3X2y5Z5) ax ay az _ = 2xy3z5 e) rot (epA) = \J -+ -+ 1\ 6X2y5t4 + 15x2y5z4 -+ (epA) = = (i - -+ a -+ a -+ a\ ax + i .+ k -) ay az -+ 1\ (X 2 y3z5i -+ - X 2 y6z4i -+ -+ + -+ i i k + 3X2y5zsk) -+ = a ax X2y3z5 a ay _X2y6z4 az 3X2y5z5 a - .y3k + xi -+ .3y2Z)i = .= a (xz) + a (.y3k.3 y2x -+ 3 xy2 -+ i c) j k a ~ 1\1 = ax xz - a ay _y3x a azy3X) -+ -+ a (xz) az ~ 3xy2z "7 _ a (3xy2Z) ay "7 1 + -+ a (- ax k + J -+ - a (xz) ay -+ k = a (- y3X) "7 az l' - a (3xy2Z) 'ax -+ i = 6xyzi -+-+ .y3X) + a (3xy2Z) ax ay az + -+ = = z ..3y2zi = 6xyzi + (x .y3xj + = = (1~ + 7 1. x d) div(epA) = vx(ep1) (1 aa -+ +7 -+ :y + k :z) x 3 xy2zk)] -+ X [xy3z4 (xzi .

(2xy6z4 ~ ~ + PR2 Prove que 'VX( 'V 1\ A) = O onde A = Ali Prova: + A2j + A3k.2Xy6Z4k ~ + ~ ~ 5x'y3z4j ~ _ 3X2y2Z5k ~ + ~ + 4X2y6z3 i .6xy5z5 j = (15 X2y4z5 + 4X2y6Z3) 3X2y2Z5)k ~ ~ i + + ~~~ (5x2y3z4 _ 6xy5Z5)j ~ . ~ = ax af (P) i ~ + ay af (P) j . Calculemos primeiramente ~ 'V 1\ A ~ ~ k a az A3 =-i aA3 ay ~ +-k+-j aA2 ax ~ aAl az ~ PR3 Determine o gradiente da função z = Solução: O 'Vf(P) V x2 ~ + y2 no ponto P (.= 15x2y4z5i ~ ~ . pois. O). as derivadas parciais de f no ponto P.1. Determinemos. .

J x x2 Y + y2 + y2 ay ai = . Determine a derivada direcional da função z = eX cos y.eO sen O = O Então: 'Vf (P) = (1. O) > C ax ai (P) = eO cos O = 1 ay af (P) = .1 =1" = O O Então: 'Vf(P) = (-1.z C ~ ai = ax 2 2 . cos (3) = (cos 60 o .J 1 x2 1 2x + y2 + y2 2y = = af . O) =- i.Jx2 . O) = C . Como ~ ait af (P) = Vf(P) X 11 ==> . no ponto P (O. ~ -ax ay af -1 (P) = v' 1 + (P) o = .Jx2 ="> No ponto P(-I. então: ~ a = 60 0 {3 = 30 0 Logo. O). cos 30 o ) = ="21 17+V37 2}' Determinemos o vetor gradiente: z = eX cosy C ax af = eX cosy af ay = _ex seny No ponto P (O. ~ u = ( cos a. O) e na direção em que faz com o eixo dos x um ângulo de 600• Solução: O vetor diretor V faz com Ox o ângulo 0 de 60 .

j2 = 1 2 fi ueçao u = -::....3 2 2 Determine a derivada direcional da função z = 1'_ no ponto (1.> lL (P) au -+ = (1 O) X ' (lv'3) 2' 2 = 1 • 1. gr) = (-B. + 2 O • .. -+ Vr = (ir. ~) x da elipse 2x2 + y2 = 4 e na direção da normal a esta elipse no mesmo ponto. Solução: Representemos graficamente a elipse. o gradiente: No ponto P (l.. 2 vI2).2.. . Ivl V .2) ==> C -+ -=--=-2 ax 1 af 2 ay Então: '\Jf(P) = (. A) Procuremos au ar (P) = -+f (P) X -+ Calculemos -+ '\J u. De t enmnemos a OdO -+ -+ af = 2 .-.

. determinemos os dois z = sen (2 x - y) C a[ ax = 2cos(2x . 1) e B(2. então. no ponto p(. B) = (gt.= -"'.2x2 e y' = / YV'4 - /' -/~ No ponto P(1.2. 1 2 V2 -~-------= . 1) a[ (p) = O aít PR6 Determine a derivada direcional da função z = sen (2x . A dec1ividade da reta (t) é yp = ~.ft).1 . diretor da normal (n).y) No ponto p(. e na direção do vetor AB. . v 2) =--=-----> yp = -2 . ..y).) [ a[ ax a[ ay (P) = 2 COS (1f - 1f) = 2 (P) = _ cos (7T - 1f) = .. X Solução: Sabemos que a[ (p) = ~f(P) aít 1. Determinação de 'iJ [(P) ~ ít. é igual ao vetor normal da reta tangente ~t) ~ V= = (A...y) ay > a[ = _ cos (2 x .o vetor (t): V.[t) = ~ ~ (.. .. sendo A(5. V = nt = (gt. r. = 4 . -3). 1f) vetores. 2x2 gt =[t" Da equação 2x2 + y2 . > y = vi 4 .4-2 y'2 -1 Logo. .

mas AB = B .2. v' x 2 y2 - af alt (P) =-- PR7 Calcule a derivada direcional máxima da função z .. - :)= -~ 2 5 +: = -. -1) X (- ~. 4) = C af 5 . IABI :~ (1') = (2.y2 ay = 2 v' x"2 => No ponto P (5.= (5.3 . ay - y'25._ 16 .1) = (-3.A = (2. Solução: Como vimos: no ponto aUmáx ~ af (p) = l~f(P)1 af z [ 2x = 2 ax af v' x2 - y2 -2y . Determinação de ~ lt ~ u = AB ~ ~.i.16 5 ax = '1'25 af _ =3 -4 -. -4). 4) e a direção em que ela acontece. -3) .(5.

determine o ângulo formado pelos vetores VI (A) e VI (B). ~) e a função z = Qn ~. 1. .2 e aI ay (B) Logo. Solução: Achemos cada vetor. Determinação de VI (A) ~ z [:~ =~ aI ay = - 1 y Por definição.2.Qny. .4).~) e B (.~ (A~ ===> V/(A) = (1.~ 57 V I (P) = . porém. = -4. 2) VI (B) dx As funções derivadas parciais são as mesmas. Vf(A) = 2. . preparando a função z --> z ~ ~ = Qnx . ~I (B) = . .~. Determinação de ~ G (A).l 47 - 3 3 J IVf(P)1 = )25 + 16= v'4i 993 aI ~ aUmáx Achemos a direção do vetor (P) = y'4T 3 II 4 tg a = sen a cos a = cos {3 cos a = 0IT =_~ 5 5 0IT PRs Dados A (1. I (B) = (.

1.!Q = _ 1 10 y'1õO () = PR9 Calcule a derivada direcional da função z = x4 .8 = _ . vem cos () I \7f(A)1 = (l.4) v' 1 + 4 v' 4 + 16 arc cos (.12 = O. Substituindo. Solução: Da definição de derivada direcional =--=----> Determinemos os dois vetores. ~ ax af (P) i ~ + ay af (P) j f ~ . ---r-- l\7f(B)1 (o co-seno do ângulo de 2 vetores é o produto escalar de seus versores). no ponto (O. Determinação de \7f (P) = a11 af (P) = ~ f (P) X 11.1) =- 2 .2) e na direção perpendicular à direção da reta 3x + 4y . 2) X (.2.~ ~ 3. . .y3 + 4 xy .:f(A) X ---r--- ~f(B).2. O ângulo () dos 2 vetores nos é dado por cos () = .2 X2y2 .

4..8 7' .j x2 + y2.12 71 2.===> af (P) = 4(-2) ax = -8 e af (p) = -3(-2)2 = -12 ay I vf (P) = . B) da reta 3 x +4Y - 12 = O. aUmín Pois bem: Da função z = . Determinação de af alI (P) af au ~ (P) = (-8 . ~ n Logo u =- ~ _ .. . Determinação de u O vetor u é versor do vetor normal n ~ ~ ~ = (A. ..4) + 16 lI=(~±)5 5' 3. -12) X (~ 4) = _ 24 _ 48 = _ 72 5' 5 5 5 5 af (p) =_ alt PR 10 Determine 72 5 a derivada direcional mínima da função z = ponto P (. no Solução: ~ (p) = -IVf(P)1 e 'P = Tr.3) e a direção em que isto acontece.j x2 af _ 2x 2 ~ x2 + y2 ====>_ af [ ax -->z + y2 => ax ay af _ 4 (p) . lril - ~9 --- (3.5 3 [ af ay 2y = 2 ~ x2 + y2 (p) = -5 .

sen(x :~ = af ay = :~ = + z) -cos(2x -y) + sec2(y . neste ponto. = af ax (p)7 + af (p)7 + af (P)k ay J ax 2cos(2x . apenas com sentido contrário.2z) . + e a direção em que sua derivada.. Como nos interessa a direção.= ~ ====> 5 I Q = are tg tI = sen (2 x .I \7f (P)I e derivada máxima ou ~ .4 5 3 sen a = -5 > 3 tg a = -~.y) . o) 7T. no ponto p(. neste V zr. l\7f(P)1 ' cosa = -.2sec2(y . podemos tirá-Ia de que. ~ caso. Solução: Sabemos que af ~ aUmín (P) = .2z) -sen(x + z) . nos é dada por Assim lf = ~f(P).y) PR 11 Determine a derivada direcional mínima da função w + cos(x + z) + tg(y . se torna máxima. mínima quando lf paralelo ao determinemos o gradiente: Vf(P) .2z).===> -1\7f(P)1 ~ = - )16 + -25 9 -25 = -1 ==> ~ aUmín (P) = -1 A direção do vetor lf é a mesma do vetor f (P).

n. ~f(P) l~f(P)1 cos a ====> cos f3 ~ U que tem a mesma direção do = (1. =-1-2=-3 ~ \lf(P) = (1. O.> --~ af (P) = -1\7f(P)1 ~ = aUmín =-v'1+0+9=-v'TQ ~ aUmín af (P) = _ y'iO Determinemos a direção determinando gradiente.2.J x2 + y2 + Z2 no ponto P (. ~ 1. portanto. Determinação de \l f (P) .af ax (P) = 2 cos O ..2. O. 2.-3) ===. . -1). sendo A (1.1 -coso 1 = 1 0 --> . ser o seu versor. -3) = (v'lO. Solução: - af alf (P) = \lf (P) ~ -+ X u. _ 10 3 v'lO\=> 10 ") y"TIf = v'lO 10 = O cos'Y = -3y'1O 10 PR 12 Calcule a derivada da função w = ---+ . 2 .1) e B (2. .sen 2" = n = No ponto P (.O. O.1) e na direção do vetor AB.~ (P) = + sec2n = 1)2 = O = - + (2 az af (P) = _ sen ~ _ 2 sec2 n .

Solução: - aI alt (P) = ~ I (p) x ~ 'iJ u. .--3 -.l) x (1. 4 + 2 4 _ 2 1 3 af . .. Determinação de aZ: aI (P) aI ~ au (P) = (_ ~ ~ 3' 3' _. Determinação de ~ _ AB ~ z: (1.2) _ -J 1 + 4 + 4 - _ B .2 ~-X-2 -+-y-2-+-Z-2 2z az - af _ 2 "'..IÃÊI - L4B1 - \3' 3"' . .. 4 (P) _ + -2 4 + + 2 1 .4 e 2.ax ay af 2x = 2 ~~X-2-+-y-2-+-Z-2 af _ 2y .----- - -1 1 y-4-+-4-+-1 3 2.3) 3.2. na direção cujos parâmetros diretores são 4.A _ (1 2 2\ u .. 1).. 2.= _ 2 + i + ~ = 3 9 9 9 PR13 Calcule a derivada da função w = xy + yz + zx. no ponto (1.. 2 3 3' 3' _ 2).-x--+-y-2-+-Z-2 2 ax ay az af af (P) = .(P) . .

=-.=-. cos 1) São dados os parâmetros diretores. 2.-1 ai ay (PJ = 07. portanto cos a 442 = -.1...= VI6+J6+4 6 3 221 cos 1 = -Y-I-6-+-16 3. Determinação de \J f (P) af = y -7 ax af -=x+z ay az +z ai = y + x ~~ (P) =.=--=--=--== = . + 2 (- t) = 1 • += .-1) I Lt = (cos a. Determinação de +4 = 6" = "3 (P) aLt aI :i (P) =- 1 ' ...t 7 I II -(P) a~ I U aI --I 3 . cos (3.~ .=-. 2 ai (P) = -1 [Vf(P) 2.. Determinação de = (-I. ..=-.=-..

1) ai (P) aZ: =-- 5 VIT .y2zj + (x2 + z) -+ -+ k.1. -+ Prove que v -+ X (A + B) = v -+ -+ -+ XA + -+ -+ \l X B. com A (3.3..: a) 36 b) 42 -+ c) .1). Resps.4) e na x - . -')o. (d) div (epA). PP6 Prove que \l2F = - -+ a2F ax2 +- a2F +-.J x2 + y2 direção do vetor AB. 1) e na direção da reta normal à circunferência x2 + y2 = 25 no ponto (. 2) e B (7. -+ + 2j -+ + 3k. (b) vXA.9 i -+ -+ -+ + 18 j -+ PP3 Sendo A Respr: = 3x2zi .. Resp.:=--= no ponto (3. -+ -+ -+ -+ (c) V 1\ A. (6x + -+ 2 . -+ d) 1. Resp.y2 j + 3x2y2k achar: (a) vep. calcule rot [rot (A)]. -1). -+ ~ -+ PP 4 PP 5 Prove que V 1\ (v F) = O. calcular: -+ -+ -+ -+ -+ -+ (a)AX vep. (b) epvX A.: -+ = Qn (x2 + y2) no ponto P (1. a2F ay2 az2 . PP2 -+ -+ -+ -+ Sendo ep = x2y + yz2 + zxy e A = xy2 i + yzj + z2xk. (e) rot (epA ).3 -+ -+ -+ -+ -+-~ Se ep = X3y2z e A = x2zi . todos no ponto P 1. = Qn PP7 Determine a derivada de z -+ 1 x + vx2 + y2 ---~-_-_--=-.0. (c) (vep) 1\ A no ponto P(1. e) 15 i --.: a) 3 i b) O. 2.2y) k. Resps.1).: aZ: ai (P) = 2 PPs Ache a derivada direcional da função z = 4x2 + 9 y2 no ponto P (2. 11 j -+ -+ - 5k -+ c )6~ J l - 5~ J. ai (P) = 24 alr PP9 5 -+ -+ Ache a derivada direcional da função z e na direção do vetor v = 2 i + 3 j .4).

Resp. no ponto gené- respectivamente.3. na direção do vetor 12 -* -* 5 i + 2j .erivada no ponto P (2. . O) e na direção do -* vetor que forma com o vetor i o ângulo de 60°. no ponto p(.1) e B (.. 2 y'3). i = r (x. 1). Resp. (x/y) no ponto P (2. maXlma da função w O.J x 2 + y2. ar (P) ax ay (P). 1). ar Calcule a derivada direcional da função z = x2 + xy + y2 no ponto P (3.J3 + 92 -* = v Qn PR 12 Dada a função z = . 5 -J29 PP 13 Calcule a derivada direcional + cos (y + 2 z~.: al! ar (P) = 5 .. no ponto dado..2xy + 2y2 = 5. .: V6 PP 14 Calcule a derivada de z eX y + xeY. e Qn PP1S Ache a derivada da função z = .~) e na direção ~ do vetor AB. . sen (x + y) + Resp.~). naquele ponto. no ponto P (O. •. na direção da tangente à curva x2 . 23 9v03 . . onde A (9. y). I = +~ . calcule a r.: 64 13 x 2 PP 16 Ache a derivada da função z = + 2y 2 x + y + 1 ' no ponto P (. y) e nas direções dos vetores e PPu -* e j-* são..pp 10 Mostre que as derivadas direcionais da função z rico P (x.6).1. . na direção da tangente à parábola y2 = 4x.

a concórdia e o serviço e Jesus fará o resto. y). . y) contínua numa reglao compacta D C R2• Consideremos o sólido limitado superiormente pela superfície z = f (x.7 INTEGRAIS MÚLTIPLAS Ofereçamos de nós mesmos a confiança e a diligência. Seja a função z = f (x. inferiormente pela superfície D C R2 e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela curva fronteira da região D.

(x. com planos paralelos ao plano xOz. y)dxdy = D -oID fr (fI (x.J f(x. onde DI e D2 são regiões também compactas. b] em m partes. teremos: e {2. Tomemos o prisma elementar de base !:iix!:ijY. A soma dos volumes dos m X n prismas elementares será: . De forma análoga. partindo o intervalo fechado [a. j=1 i=1 n m Yj) !:iix!:ijY = rr '. y)dxdy = fJ~ f. 00 00. y) + f2 (x. com m ---) será chamado Integral Dupla. em n partes. j=1 i=1 n m Yj) !:iix !:ijY e n ---) Se existir e for tinito o linúte desta sorna.y)dxdy + J -D t r {2 (x. então: . d].L L {(Xi. sem pontos interiores comuns. Tomemos o retângulo elementar de área !:iix!:ijY. do intervalo fechado [C. Yi) !:iix!:ijY. contínuas na região rr ". cujo volume é !:i V = = {(Xi. y)]dxdy = f t ft(x. y)dxdy = D fI K· D {I (x.Tracemos planos paralelos ao plano yOz. y)dxdy Se D = DI U Dz. o sólido S fica decomposto em m X n prismas elementares. ele lim m~oo n~oo L L {(Xi."'D zdxdy = (r c a zdxdy N1 Se a função f for a soma de duas funções fI compacta D. A região D fica dividida em m X n retângulos elementares. Por outro lado. y)dxdy ff N3 f(x. façamos a partição.

n_ y)dxdy Esta consideração se estende à decomposição de D em regiões compactas. onde V1 é limitado superiormente pela superfície fI (X. y). V. = (x. superiormente pela f2 (x. calcularemos o volume através de De fato: Consideremos o sólido limitado superiormente pela superfície fI (X. duas a duas. = fL I. y). y)dxdy + ff f(x. Seu volume é a diferença entre os volumes V1 e V2. Assim. y)dxdy e v. (x. y) e inferiormente pela região D e V2. Se o sólido for limitado superiormente por ZI = fI (x.fL N4 I(x. sem pontos interiores comuns.V2 . = qüentemente V f L f. y) e inferiormente pela D. y)dxdy e conse· VI . y) e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela fronteira da região D. inferiormente pela f2 (x. y) e interiormente por Z2 = f2 (x.y)dxdy = ff DI f(x.

ff D z dx dy é o volume exato do sólido limitado superiormente .INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA Podemos dar à integral dupla uma interessante e importante interpretação geométrica. De fato: R2 portanto. inferiormente pela superfície D C e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela curva fronteira da região D.f2 (X. pela superfície z = f(x. a integral dupla é o limite de soma dos volumes dos m X n paralelepípedos.2 .1. y)] dxdy 7.1.v = ff ff! (x. 7. e seu número tendendo ao infinito. e os referidos paralelepípedos vão se tornando mais delgados. tendendo a zero.3 . y) D .INTEGRAL DUPLA APLICADA AO CÁLCULO DE ÁREA fJ zdxdy = V D z = 1 ====>: Jf D dxdy = AD Para z = I a integral dupla JJ D dx dy é numericamente igual à área da . y). As áreas dos retângulos bases vão' se diminuindo.

f. os números que exprimem o volume e a área da base são iguais.região D.4 xy dy = x . - Sqlução: Inicialmente. como vimos na geometria V = B e h e para h = 1 =:-=> V isto é. x = O e x + y . integramos.3 Solução: Representemos graficamente a região D e determinemos os limites de integração. . 11 1 • 2 .2) = 6 x .. .4 1 ydy = x ~ [ 2]4 2 = x (8 .4 xydydx. o 1 1 3 x2ydxdy. = B. a integral interior. ydxdy l' = O.t. 1= r o 3 2 3 f 1 ~ o y\! -"3)dY =3 ~ 1\ 26[ 2] 1 o 26 1 [= __ e_=_13 J sendo D a região limitada pelas retas y rJ· D -Jx + = O. ~ Calcule f. pois.

+ @ .-x ydy @ .Tomemos o retângulo elementar na posição da figura 7.4.Jx+1 d~ y=o 3 Limites de x: O e 3 Linútes dey: Oe (3 -x) (De x +y .3 =O >j= 3 -.y) (de x + y . dy 1 exterior por ser a base do retângulo elementar. o . II ydxdy = D .J X.Jx+l '" D.J x + 1 r 133 "0 t Y ydx ..Y) .y).3 = O > x = 3 . conforme a figura 7. Nesta posição os limites relativos a y são O e 3 e os relativos a x O e (3 . teríamos fI ydxdy = f o 3 13.3. Se tomássemos o retângulo elementar com base no eixo Ox. Então.

2 f o 3 ydy B '---y--/ 19) A = 2 1v 3 4 .1. t(4-t )(-2tdt) 1 A = -4 r "'2 (4t 1.0 r 3 f o dx 3-y y dxdy- Vx + - 1 f.1= ...t1.2 tdt I I· = = 2 1 Os limites. t ===='> Iy = 4 . tiramos dy = .Y ydy o Façamos .3 >t Substituind~ na integral A. - t4)dt .t 2.+ 1)-1/2d(x + 1) = = (x +11)1/2]3-Y --- =2V4-y-2 l= r o 2 e (2 v' 4 - Y . 4 .x + 1- 1 [ 3-Y (x 0 .y = t ====>: 4 .y = 1.2)y<u> = 2 r o v' 4 ~ y Y<u> .0====> t . o 3-y ". De y = 4 . de integração para a nova variável são: para y para y = = O ==> t t 3 --> = V4 = V4 . vem: 1 A=21 2 1.

JX B x + dx+ 1 ~~---v----.64 --> A 15 -- IA 1881 15 29) B = -2 f 3 ydy o I = J' o 3 ro .o +. d dx Vx + y Y = 1 3-X Jo ----Vx fO 3 1 + 1 (3 x)2dx I = Jo 3 --.3 3 x2 dx Vx + 1 A = 9 Jo 1 -.6x + x2)dx o 2vx+1 3 __ f. 2 1 __ 2V-x-+-1 A dx _i 2 f 3 o .9 V x + 1 15 = 188 .10 y ydxdy = 188 .!.==-~~dx 2vx+1 = 9 [Vx --3 + 1] o = 9(Y4 ..~x-+-1 2" fO o dx - f...96) 15 15 -4 • 17 .3 _ 160 .135 = i 53 1 15 15 Resolvamos na ordem da segunda escolha I = './ '"-----v r "0 . 3 --- 1 o 2 "'. .1 [2] Y "'.0 I • 3 3-x .1) = .-x-+-l - f 3 1 (9 .A = = -4 (20 .

2 Substituindo em B.10 15 C = i~.o 3 X dx 1 v'x + v'x + 1 = t==> para x para x x + 1 = t2 ===>1 x = t 2 - 1 lei dx = 2tdt I Os limites de integração para a nova variável são: =3 =O ===> 3 > = v' 3 + 1 = 2 t = v' O + 1 = 1 t 2t1. + .80 + 3q _ 3 . 2 (t 1 ~ + 1)2 2tdt= f + 15 2 (t4-2t2+1)dt 1 C = [~_ 5 2t 3 15 3 t] 2 1 = (32 _ 16 + 2) _ (1. _1 5 3 \5 3 + 1) C = 96 . ===> I x = t 1. - 1 e dx = 2tdtl II C="2 1 f.-1 ".) = -6 .1 5 = i~ I C i~ I 8 ==> . ~= -8 c Façamos =. r xx: v' I B = -81 1dx v' x + 1 = t ==>: 2 X + 1=t 1.f. vem: B =- 1 1 t 2 tdt =- 6 J (t 2 - 1) dt 1 B = -6(.

integrais duplas e para funções de 3 variáveis seremos levados às integrais triplas. O e 4 e para x. para funções de uma variável. no primeiro quadrante do plano cartesiano. Como tomamos o retângulo elementar com a base no eixo dos y. . •4 3n = . • 8 = 136 IA=!fuzl Dos estudos feitos sobre integral. D Façamos a representação gráfica de D.1o 3 13-X o Vx + ydydx = 1 9 . Solução: A área da região D é A = ff dxdy. a ordem de integração será ff D dx @ e os limites serão para y.8 + 38 = 1 + 38 = 53 15 15 15 II E4 53 15 1 Calcule a área da superfície limitada pela curva y = x2. te~nos integrais simples. O A = r ((Y dx)dy 1 o 4 en A = [x][y dy = f 4 yydy = A = [f[ o =. para funções de duas variáveis.. pelo eixo dos y e pela reta y = 4. podemos concluir que.

se fIzermos / (x.Consideremos em R3. f. Salvo por orientação do problema. limitada pela superfície cilíndrica defInida pela fronteira da região D. D ft(x. lateralmente.y) D .da integral f ft (. f.x. um sólido limitado superiormente pela superfície /1 (X. a integral tripla f 'J J . inferiormente pela superfície f-J. z) defInida e contínua na região S. z) dz fz(x.y) E1 Calcule 1= f f f 123 (2x . y) e. y. O produto dxdydz representa um volume elementar. o o o Solução: Seguimos a ordem de integração na ordem dada no problema: I = i f 1 2 [x 2 - 4xy . Seja a função w = / (x. A integral tripla pode ser considerada como a integral dupla .y.z)dxdydz. f2(x. y).y) JJ Fig. z) = I. começa·se a integral tripla pela integral da diferencial dz. referida no referencial cartesiano. (x.6. dz dx dy dar-nos-á o volume fz(.4y .xz]~dydz = o o J J 1 2 (9 .y) f(x. z)dzdxdy Concluímos que a integral tripla consiste em três integrais simples.y) / (x. portanto. uma região compacta S.3z)dydz . y.(x.12y - o o .7. y.x.y)' .

1 D Y dx y=O x x Fig.6z)dz o f 1 (-6 .6y2 - 3yz]~dz I = f (18 . x = O e x = 1.1 1= f o 1 f 2 (9 .12y . bem como a região D. inferiormente por z = 2 e lateralmente pelos planos y = O.3) E2 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 5. Representemo-Iograficarnente.7. f f 1 3 r dzdxdy 5 dzdy o o ® 2 1 3 [z]~dydx = o o f i 1 3 (5 .3Z2]~ = (-6 .2)dydx o o . y = 3.6z)dz o 1= [-6z .24 . Solução: Trata-se de um paralelepípedo. f.3z)clft= o = jo • 1 [9y . 7. v= V = V = ft f f.

+ miYi + .. y).. ... "'. . Tomemos um referenciàl cartesiano no plano considerado: Seja o ponto Pi mb = (Xi..Yi). + + mnXn = L i=1 n mixi· De modo análogo definimos -o momento estático dos n pontos em relação ao eixo dos x: miYl + m2Y2 + m3Y3 + ..+ m3X3 + . n... . + mixi + . respectivamente.... Pn do plano. ou centro de gravidade.. Chama-se Momento Estático do sistema dos n pontos materiais em relação ao eixo dos Y à soma dos produtos mlxl + m1. + mn = L mi i=1 n Baricentro.3 . . + mnYn = 2 miYi i=1 n M = ml + m2 + m3 + .APLICAÇÕES Sejam os pontos materiais Pb P1" P3. 3. 2.X1.V = J O 1 [3y]:dx = J O 1 9dx = [9x]~ 7... tal que M' x = L mixi i=1 n M· Y = L miYi. ou centro de massa do sistema dos m pontos é o ponto G (x. mn.. i = 1.. de massas m1" m3. + mi + . i=1 n .

· sendo A (. porém de massa M. i=l L n miYi M =- 12 7 o baricentro Ez 1/). y) a densidade no ponto genérico P(x.2) 1 • 1 2 • 4 = -8 + 1 + 8 - 1 L mixi i=l n y= é G (. em geral. B (1.6 - 12 L i=l n mixi 4 (. Tomemos um elemento da ~uperfície contendo o ponto P de área dA = = dxdy. Determine o baricentro de uma região compacta Dcontida no plano cartesiano.. y)dxdy . . região D C R2. de espessura desprezível. y)dA = 5 (x.2) e Solução: A massa total é M=4+1+2=7 L i=l n miYi = = 4 • 4 + + 1 • 2 + + 2 (-3) = 16 + 2 . é variável.4). compacta.3) de massas respectivas mA = 4. y) ED. mB = 1 e me = 2. A massa por unidade de área diz-se densidade da distribuição de massa que.L mixi x= i=l n M y= i=l L miYi M n Exemplos: E1 Determine o baricentro do triângulo ABC.2. C (4. Suponhamos Uffig. Seja 5 (x. produto da densidade pela área elementar dM = [j (x. A massa deste elemento é dM (massa elementar).

ry M .y)dxdy D Multiplicando a massa elementar dM pela abscissa do ponto P e somando todos os produtos assim encontrados. y)xdxdy >x= ô (X.M = ff dM = D ff 8 (x. D momento estático da região D em relação ao eixo dos x. y) D @ dxdy ' ff (8 dM= D ff ô (x. obteremos o momento estático da região D em relação ao eixo dos y ff @ dM = D Jf ô (x. y). y)xdxdy M D D e Mj= f D ft ô (x. y)ydx. da região D. y)ydxdy >y= 8 (x. G (x. y) 0 dx dy. tal é tal que MX= ff f ff ô (x. O baricentro.

y)ydxdy 8 (x. y)dxdy y= Jt ff 6 (x. y)dxdy. M = ff D 8 (x. f f x= D 8 (x. y)xdxdy fJ D 6 (x. y)dxdy D .Como vimos.

Solução: Representemos graficamente a região D. y = 2x2 x y y=8 reta paralela ao eixo dos x -2 -1 O 1 8 2 O 2 2 8 A área da região D é . O I 2 A= L L2 2 8 dY ® A = f · 2 (8 -2 2x2)dx = [28x - .ff Observação: E3 ydxdy ft ff D D dxdy dxdy = área da região D. Determine o baricentro da superfície D limitada pela curva y = 2 x2 e a reta y = 8.2t-l dx ff D dxdy. . supondo-a de material homogêneo. 3]2 -2 .

y2] 8 2[ -2 2X2 ·'-2 2x 2 2 2x4)dx = [32X .2x2)dx = I o 2 (8x .(16 - 8) = O fI xdydx = I ff ff IYdYdx D = ydydx = D I f I (322 8 ydydx = r .33 3 2 I A ~U21 II D xdydx = II It D xdydx = I 2 x(8 .2x')dx -2 -2 xdydx = [ 4x2 - ~4 L= D (16 .A = (16 - 1 6) 3 (.8) . 2tL -2 ydydx = (64 .16 + 1 6) = 32 .~)D (-64 + ~) = 128 _ 1~8 .II D 512 ydydx =-5 x=-º--=o 64 3 512 Y =_5_= 24 = 48 64 3 5 ' .

+ mnrn2 = L mirl i~l n le= L mir{ i~l Iy = L mix{ i~l n (Xi distância do ponto Pi ao eixo dos y) Ix = L miY{ i~l n (Yi distância do ponto Pi ao eixo dos x) Chamamos momento de inércia do sistema de pontos em relação à origem. chamaremos a soma dos produtos das massas mi pelos quadrados de suas distâncias ri à reta (e) de momento de inércia do sistema de pontos em relação ao eixo (e). Se (e). Yi) referido no referencia! cartesiano que estamos usando.3. Isto acontece para todas as figuras planas que têm eixo de simetria..1.cc:= o baricentro (O. le = mlr12 + m2r22 + m3r32 + n .8) I pertence ao eixo de simetria da região D. for uma reta (eixo) do plano e se ri for a distância do ponto Pi a esta reta (e). à soma Ix + Iy e o indicamos por 10 10 = Ix + Iy = n i~l L mi n X{ + i~l L miY{ X{ + y{ o quadrado da distância do n 10 - L mi (x7 + Y.. 4. Consideremos o sistema de n pontos materiais já considerado no 7.) i~l sendo . Tomembs o ponto Pi = (Xi.

y)dxdy i 10 = + Iy - 10= 01 rf (X2+y2)Ô(X. respectivamente. Os momentos de inércia da região D em relação aos eixos dos x e dos y são. contendo P. y) no ponto genérico P (x. y)dxdy D e Iy 2 x dM D ff D x2 Ô (x.Consideremos uma região compacta D do plano. de espessura desprezível. terá a área dA = dxdy e a massa dM = ô (x.1 y2ô (x.y}dxdy D ff 2 y dxdy D ff Kx2dxdy = K D Iy = f f D x2dxdy . Já vimos que um elemento de superfície. com densidade ô (x. y) dx dy. y). Ix = = ff ff Ix 2 y dM = = ff D .

De acordo com o problema.. o eixo dos y é paralelo à altura... o momento de inércia em relação ao eixo dos y. b/2 x . então.~ :: : 1: -p : (x. y h/2 ~ ..Exercício: Calcule o momento de inércia de um retângulo em relação ao eixo paralelo ao suporte de sua altura e conduzido pelo centro do retângulo.b/2 O dx Solução: Seja o retângulo de base b e altura h..h/2 I y = h (b + 8 b3) 3 8 3 Se calcularmos Ix.. Calculemos.. y) i! i .. acharemos 12· bh3 . Tomemos o referencial xOy.

Estes resultados generalizam-se a outras dimensões. v. w). y. limitado por x2 X { ff R .TRANSFORMAÇÕES DAS INTEGRAIS MÚLTIPLAS Muitas vezes ao calcularmos o valor de uma integral múltipla sebre um domínio R é conveniente usarmos outros referenciais. coordenadas curvilíneas em 3 dimensões e as funções x = I(u. ()) = p. onde R é + y2 = 1 e x2 + y2 = 9. ff t. y e z em relação a u. w). A igualdade ff t Nota: F(x. y) a (p.j x' + y' dxdy. w). w. Calcule. usando coordenadas polares. E. v. v. aw ay G(u. ()) ap a (p cos ()) a() - cos () - a (p sen ()) ap = P cos2() a (p sen ()) a() = p sen () + p sen2() > a (x.a (x. v. w) e z = h(u. z)dxdydz = .4 . v. y) a (p. w) _ au ay av ay av ax aw az az av ax au - az au - aw é o jacobiano de x. y = g(u. . v.7. sabendo-se que: = P cos () Y = P sen () (coordenadas polares) a (p cos ()) a (x. v.y. w) : ~~ ~ dudvdw ax . Sejam (u. z) a (u.

usando coordenadas região cilíndrica dada por x2 cilíndricas.ff R . R 8xydv onde R é a r + y2 ~ 1.z) - (P cos O) ap a (p cos O) ao !fp sen O) a (p cos O) az.J X 2 + y2 dxdy = ff RI . o r 21r f f 1 1 p3sen 20dzdpdO o = 4 o f 21r I p3sen20dpdO o o f = . y. a (p sen O) az a (z) az O O =p 1 - a (p sen O) ap a (z) ap cos O sen O O ao a (z) ao -p sen O p cos O O - fff = 4 8xydv R = f 21r I o o f J. O ~ z ~ 1 e . z) a (p. fff .J p2COS2O + p2sen20 • 521T =-3- ~ Calcule.r 1 8 (p cos O)(p sen O)p dz dp dO = o J.sabendo-se que: = pcos8 y = p sen (coordenadas cilíndricas) o z =z Solução: Ojacobiano neste caso é: Ia a (x. O.

7.- [1 2 cos 2 e ]27T o =-- 2 1 + . a (p. y e z em relação a p.1o 2 = Determine o volume da esfera de raio R.11. Solução: Representemos graficamente dX~ . Fig.. encontramos: a (x. y=o x=o a região D para constatarmos a ordem de integração mais conveniente. z) e) .=. y = O e pela curva y = 2 ~. I{) e e.. A figura indica a melhor ordem de integração. sabendo-se que = y = { . = p"'sen I I{).0 f sen 2 e de = . os limites de integração são 1 e 4 para x e Oe 2 ~ para y..z = X P sen p I{) sen I{) e sen e ( oordenadas c cos esféricas) p cos I{) Solução: Calculando jacobiano de x.y. I{). teríamos que fazer duas integrações duplas: uma entre os limite~ 1 e 2 e outra entre 2 e 4 para y. . ff xydxdy. 1 4 4 27T . sendo D a região D limitada pelas retas x = 4. x = 1. na ordem indicada. Portanto. se tomássemos o retângulo elementar com a base na reta x = 1. pois.

JX O xydy @J = f4 = 1 X O ( 2. y=o-_·- °1 x=o 1 y=o x=l f 1=1 3 1 1 o 1 + [3]1 x2 ~ o dx fo l dx 1 + x2 . =1 Solução: Façamos a representação gráfica da região D. Neste caso as duas ordens de integração oferecem a mesma conveniência. 1 4 dx = 2 f4 1 1= 2 [X 3 3 ]4 1 = 2 (64 _ 333 42 1-) = 2 • 63 = 42 xydxdy = y2 1 sendo D = {(x.f 4 1 f2.. y) E R21 O ~ x ~ 1 e O ~ y ~ y + x2 dxdy.JX dx 2] 1 O f 4 X.JX f ydy ) dx x2 dx f ff D 4 X [~ 2. n.

f.seno) dx 6 1= v. .2 1f cosxdx "6 1= - .J r "2 !!'. 6 cosx [seny]o 1f/3 dx 1f 1= J.. 3 t y2 y dx dy representando graficamente a região de mte- ..are tg O) o ~ -~ 1f 1f PR3 Calcule f1f2 "6 f"'3osx e o eosydydx 1f I = .sen- 1r) 6 I=V.j3 [senx]1f/2 2 1f/6 = -2 ~ (1r sen- 2 ..1 1 I = 3" [are tg x ]1 = 3 (are tg 1 .(l-D===>!I PR4 '71 Integre gração..2 cosx (sen . J.

I= I r 119 12 (y' . Analisando os limites da integração. notamos que D = {(x.y2)dy = [~4_ ~']: 3 135 _ ~ 12 12 = (81 . y) E R211 ~ x ~ 2 1\ X ~ Y ~ 2x} . D = {(x._ 3 27) 4 (16 _~) _ = 4 1 I Então: I- Interpretamos a região D. y) E R21y ~x ~y21\ 2 ~y ~ 3} y y=3 ff D (x + l)dxdy.

1 dx x=l 2 x=2 x I = ff 1 2 (x + l)dx dy D X = f.x)dx I = J . 1 x) d)dx= (X 1 + 1)LY1:1® I = (x + lX2x . Notamos que o retângulo elementar deve ter eixo vertical.Solução: Representemos graficamente a região D.2 1 f2X X (x + l)dy ® [= j"(X+l)(f f.• 2 (x2 1 + x)dx .

limitada pelas retas y = O. usando integral dupla. . limitada por y ff D x2 dx dy. a área da superfície D. A=2 .Y . nas duas ordens de integração. A = 2 [3y . Solução: Representemos D. y = x.-YdY' o 3 A =2 f' (3 .y 1: = 2(. tomando o dobro da área de um dos dois triângulos.2y)dy o .3 = O.~( f 3 2 r12 y dx) dy A=2 [xl. IA PR7 u'l Calcule.f. grafi- camente. onde D é a região =x ey = x2• . Calculemos a área de D. o Y - 3 3-Y dx@ A =2 f.PR6 Calcule.f. y = 3 e x + y .y)dy = 2 o 2 f 3 1"(3 .2.:) 2 · : = . do plano xOy.

JY ..1= f 1 x X2 o f x dy 2 ® 1= J.~l 1=1-_1.x4)dx = [~4-.' 4 (x' . 5 1 I io I dy x=.

. _ J(y3/2 1= . Na ordem dada.6 = O. devemos tomar o retângulo ele- mentar com eixo vertical. ff D (x .~) II 2~ I PRs Calcule.y) dy @ . a região D será diviéJjdaem duas..y) dy dx.8-5 3 20 1 3 1=-·. 3 20 -~l 3 dy y3) = . [Yi 1=1. ff D (x .1= r[~3]~ --3 o 2 1 dy 1. Então. na ordem dada.(. sendo D a região de xOy limitada pelo eixo dos x e pelas retas y = x e x Solução: Representemos D. graficamente: + 2y . .

Y)dY) dx = r r xY _ y.X 36)dx +X 2 )dx 2 - II = 8" J 1 2 (36x - 5x 2 - = "8 [18x 1 3 5x3 - 36x]2 6 II = ~ [(648 .)dx = J 2 2 ~dx o 2 = r 2 (6X ~x2 6 _ 36 - l.216) '.y)dydx O 1= f o 2 ( = r (x O r o - (x .]X o dx = o ~ 2 x.~2 - ~o- 7~ 1 II =1 8 (72 +340) = 9 3+ ~ 3= 32 .360 .y)dydx = D f + 2 O r O 6 (x . 2"" (X 6-X . 2 f.y)dydx + f.ff (X .

integremos na outra ordem.6 =O f 1= I (x .12y + 2y2 - 6y + 2y2 2 _~ + y2)dy .Então. fI D (x .y)dydx =±+ 3 32 3 = 36 3 = 12 I ft (x -y)dydx = 121 A fIm de melhor compreendermos qual a ordem mais conveniente.Y)dx) dy Y ff D (x .y) dx dy = D f f 2( 6-2Y \ o y (x . ff (x -y)dx D ff @ 2 Y 6-2 (X - y)dxdy o y x x +2y.y)dxdy = r[~2_X ]6-2 y dy o y 1= J2 o (18 .

2 . V = J 2 fx X2_4 2 [2x + y + 4) .18y + 18 + 18y ) dy o 3 I = [. graficamente. limitada pelas curvasy = x2 - 4 e y = ~ .2 x x2 2 2 2 x2 y =-.y + 2 e lateralmente pela superfície defmida .2. inferiormente por z = -x . a região D para a escolha da ordem de integração mais conveniente.y + 2)]dy @ -2 "2-2 y =-. - 3 9y2 ]2o = 12 - 36 + 36 I 1= 121 PR9 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 2 x + y + 4.I = J '" 2 (9 2 . 2 pelo contorno da região D. Representemos.(-x .

4)] dx V = f 2(3X4 -2 5 4 + T3x 4 _ 5x 3 3x3 5x2 - 6x + 8)dx) \ V= [3X + _ 3x2 + 8x]2 -2 20 V = (254 8 3 + 6 . O). usando integral tripla. o volume do tetraedroABCD. O)e D (O. 6).~O 5 V = (72 . 2.8x2 + 16 + 2x2 2x2 - 8) '- 3X . com A (4.16) V = (2 4 .(2 - 6x X4 +""4 - + 4+ x2 . B (O. C (O. O). O.~4 +6 + *- 12 . O.~ - = 22 + 202 15 V =1SU 224 3 PR10 Calcule.4)] - [(3X3 - 12x + x' .2~~ V + 10) _ (_ 2 4 + 5 150) _ (-~72 ~ - 22) 330) + + .v= V = f fx: 2 -2 2 -' (3x + 2y + 2)dydx '2-2 f 2 [3xy -2 + y2 + 2yl::2/:>_2- v= v= t:{ t: 3 [3 x (X 2 - 4) + (X 2 - 4)2 + 2 (x2 . O. .(.~O .12 + 16) .

. 2 .~ tirado de ~ 3 +~ = 1 v= f 4 2-- o o f f 2 x 6--X-3Y 2 dzdy @ o .+!.A equação segmentária do plano ABe é ~+Z.=1 p z 3 = 6 --x 2 .-- ~ +L= 4 2 1 e para y > O e y.=l 426 I 3x + 6y + 2z 3 = 12 I z=6-2"x-3y x .3y q r ~+Z+!..

Y = x e 3x + 2y '. O). [Z]:-(3/2)X-3Y dydx V= f 4[ o 3 3 ]2-<XI2)dx y2 6Y-"2xY-T o PRu Calcule J J Js x dx dy dz. 2. B (4. onde A (O.V= f. inferiormente pelo plano ABC. limitada por y = O. O. Y I .18 = O.e lateralmente pela superfície defInida pelo contorno da região D. sendo S a superfície compacta limitada supe- riormente por z = xy. Solução: Determinemos a equação do plano ABC que nos dará o limite de integração inferior Z2. x 1fABC y O O 2 z O O 3 1 1 1 1 z 3 =0 > O 4 > 1 x __ > (_1)6 4 1 -(3y . O. O) e C (1. 3) .2z) = O Y O 2 z O = O 3 > (_1)3 Y 2 =0 > -3y + 2z = O --> I Z . t 4 x 2-.

fff De { y dxdydz = S ff f D xy .Y fXY ~y y 6-~ 3 2 dzdx @ 2 1= rf 18 [Z~~12 dxdy y 6-~ 1= 5 S f y 3 (XY . 18 1= fo : o f 6-.!y 2 dzdxdy =X 3x + 2y - 18 = O .3J)dxdy xy 2· o s 1= 1'8 [2 y _ 3 x o 2 ry 2Y13 dy . 18 ==>: 5y .18 = O =-=--=-> Y =-5 x = 6 --y 2 3 Então.

8y2 + 4~3 + 2y2 _y3 + 3y2)dY 1=.458 _ 2.458 _ 4.374 25 125 I I 1 PR 12 Calcule o volume do sólido contido no primeiro octante.. r [(6 . .916) = 1.I =. 125 = 1. I = 12 r o 18 ~8Y-3y2_5ndy 5 36 o [9 y2 _ y3 _ 5y4] 25 25 125 125 1 8 I = 1-(9 • 324 _ 5.916 _ 1.!(2.832 _ 18 • 18 • 18 • 18) 2 2 I 36 • 125: 125 I = .832_ 2.458 25 125 125 916 2.YY 18 y - 3 (6 -2J)y _ 18y .9 e o cilindro parabólico x2 + 2 z = 9.916 _ 5.y2 y + y • y] dy 3 1= ~ 1 o 18 5 (36Y . compreendido entre o cilindro circular x2 + y2 :.

v= J JJs dxdydz S.x2)(9 o X2)112 dx . inferiormente é limitada pelo plano xOy de equação z = O. (9 . + 2z = 9. superior- mente pelo cilindro parabólico x2 Então.-~) 2 dzdy d:x o V =~ f 3 .x2). que nos dá z = ~ (9 . JJ 3 D o ~ ~ J (9-X2) dzdxdy 1( f rl'-~o o f"2 .

= 81 2 r 1T 1 + 2cos 2a 4 + cos22a da o .. . J r 3 (9 .J 9 . 1T V = 8 1 f"2 cos4ada 2 o 1T 1T V V = 81 2 f o 2 2 81 (cos a)2 da = 2" f"2 o (1 + ~os 2a)2dnJ.x2 = 3 cos a I .7..26.V =. J (3 cosa)33cosada I = 81 f = cos4ada para· x 3 > 3 = 3 sena > sena = 1 > a =...x 2 l/2 dx o J9 ====> I dx = 3cosada I -x2 Fig.

x Para determinarmos G (x.V = 8. n f"2 o 2 cosz2ada V = 81 [a ]nl'2 8 o + 81 [sen 2 a ]n12 + ~ 8 o 8 '--y---/ n + cos4a da v = 811T + ~ 16 16 f '2 da f"2 + 16 81 o cos4ada o ]nl'2 v = 811T + ~ [ 16 16 V 16 a o 32 = 811T + 811T = 2431T 32 PR 13 Determine o centróide (baricentro) da área plana limitada se curva y = 4x . f"2 o n da + 81 O n n f o Z cos 2 ada + 8.x'2 y 4x . y) deveremos aplicar as fórmulas: ff x = xdxdy f f D ydxdy D ff dxdy D ff dxdy D . y = 4x .x = O x (4 .27.7.x) 2 -1 -5 ~ = O O 2 O 4 x=O x=4 d~ 4 5 O -5 y=o Fig.x 2 e pelo eixo dos x.

J o 3 4 - [4X'34 _ 0 xT (4x .rr o xx 2 xdy 2 4X-X @ J x = 4 J o dydx o (4x2 4 o x3)dx J ..x2)dx o 4 [2X 2 2 - :'f - o 256 --. 512 64 15 EIJ y=- .024) 5 = 2.024 64 3 5 _ 512 + 1. 2 fJf[-X 32 ' dx J4X-X o 2 dy 3 3 1 y =-- 32 2 y = 2.(1.256 _ =~= 32 3 - 256 32 _ 64 3 Ix y= 21 rJ r o o 4X-X2 ydy o ® @ .

Solução: Representemos graficamente a região D.x )dx = 4 [3X' + 2~3) ~l - Iy = (81 _ 2~3) _ (-81 I y = 162 _ 486 5 = 324 5 [y 3~41 . y y =9 9 - X X Z Z x =O -3 O x=±V9 x = ±3 3 Y O 9 O I ( Fig.XZ e pela reta y = O.28.7.PR 14 Determine o momento de inércia em relação ao eixo dos y da área limitada pela curva y = 9 . A fórmula do momento pedido é Iy = ff D xZdxdy Iy - f 3 -3 jo " 9-X2 x dy 2 @ Iy = C (9x' .

.. .. \ d " . y2 =x x +4 y -4 I O 2 3 O O -4... II D ydxdY=2 1 I -4 o (x+4)dx="2 1 [2~ +4x o -4 1 -2"(8-16) ] Resp..... 5 ...PR 15 Determine o momento estático em relação ao eixo dos x da área plana limitada pela curva y2 = X + 4. Calculemos o momento da área D através da fórmula II D y dx dy.. ---.......: 3" 86 ..•.....• = O x1.2 .•...•... no 29 quadrante..•.....•...... Solução: Representemos graficamente a área D....•..........

y) E R211 . y) E R211 ~ x ~ Resp.1.J x2 y pela superfície - D = {(x. inferiormente por z = O e lateralmente pela superfície defInida pela região limitada por y = x.767 u3 . a área da região D.: 2.: 640 PP 4 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 1 + x2.: SU PPs 3 Calcule. aplicando integral dupla.f.J5 A 2 ~ y ~ 3} ff D ~dxdY2 sendo: D x +Y ~ x ~ 2 A O ~ Y ~ I} = {(x. inferiormente pelo plano z = O e lateralmente pela superfície cilíndrica defInida por D = {(x. inferiormente por z = O e lateralmente 1 defInida pelo contorno da região x. Resp.x e x = O. y) E R21_ 1 ~ x ~ 1 A x2 ~ 1 Y ~ I} 8 Resp.: 3U PP7 1 3 Calcule o volume do sólido limitado - superiormente pela superfície z = . o f 2 2X-4X xydydx. X-I xdydx. y = 2 .: 6" U 71 2 PP 6 Determine o volume do sólido limitado superiormente por z = x +y . o I f. Resp. 1 PP3 Calcule f . . limitada pela curva y = x3 + 2x2 e pela reta y = 3x.X-2X2 Resp.

: -5- + y2 ~ 9} 864 PP 1S Calcule Y II D cos (x -+.y) dy dx. sendo D a região do primeiro quadrante.3 x para ..x2 2x2 . sendo D o triângulo de lados x - 1T. limitada por y = 4 ..J9 - y2 dydx. limiY tada pelas retas x Resp. Resp.1 ~ x ~ O.x + y + 3. y) E R213 ~ x ~ 4 e 1 ~ Y ~ 2} 25 Resp. = O ey = x.: = 2. sendo D = {(x.11x ey = 2 4 Resp.pp9 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z =. y) E R21 x2 Resp. D fI x: dx dy.: Qn 24 PP 12 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 4 x.D rI x2 . Resp.x2. inferiormente pelo plano xOy e lateralmente pelo cilindro circular x2 + y2 = 16.: -2 . 4 9 II to d dx • D (x y + y) 2' sendo: D = {(x. inferiormente por z = 2 e lateralmente pela superfície definida pelo contorno da região D.Y = 3x para O ~ x ~ 1 e y = .: PP14 Calcule ""8 125 U .: 512 TU3 PP 13 Calcule a área da região do plano xOy. x = y e a curva xy = 1.: 223 15 U 3 PPlO Calcule . limitada pelas duas 4x . para -1 ~ x ~ 1. Resp.

O) e D (1. O). V B (1. O. O.: 24 PP 19 Calcule o volume do sólido situado no triedro formado pelas semi-retas Ox. z = Oe z = 8. da área limitada pela curva y = sen x. onde V é o tetraedro de vértices A (O. no 29 quadrante. 3) e D (O. f Jf z dx dy dz. 1).: 9 PP 18 Calcule (x +y + z) dx dy dz.: 480 = O. Resp. O). onde S é o paralelepípedo retângulo limitado pelos planos x Resp. . da área limitada pela curva y2 = X + 4.: Ix Iy = 7T 2 - 4 . O. Resp. ~) 4 ="ge =~ 2 e pela retay = x. y = z e x = 1 e o cilindro parabólico y2 = X. em relação ao eixo dos y. PP23 Determine o momento de inércia. 1 Resp. f f fs Resp. O. B (O. 1.: -15 128 PP21 Determine os momentos estáticos em relação aos eixos coordenados da área plana limitada pela curva y = 4x . O. y = O. no 10 quadrante. O). y = 5.: Mx = 15 256 e My ="3 64 PP22 Determine o baricentro da área limitada pela curva y Resp.PP 16 Calcule fff S (x2 + 2y - z) dx dy dz..13 "4u PP20 Calcule o momento estático. 4.x2. em relação a cada um dos eixos coordenados. O. desde x = O a x = 7T.: G 0. C (O. Oy e Oz e compreendido entre os planos z = O. Resp . Resp. O). C(1. O). sendo S o tetraedro A (2. x = 3.

á) conforme Fig.1 DEFINIÇêES Consideremos no plano xOy. b) e N (c. Jesus fará o resto. 8.8 INTEGRAIS CURVILÍNEAS Ofereçamos de nós mesmos a confiança e a diligência. . y) dy] (c. b) + Qdy) No espaço tridimensional esta. y) funções definidas e contínuas em todos os pontos de C.ei) J (Pdx (a. y) dx + Q (x.integral é dada por J (' (A1dx C + A2dy + A3dz). A integral curvilínea ao longo da curva C é dada por Jc f [P (x. a concórdia e o serviço. wna y curva C que une os pontos M (a. 1. y) e Q (x. Sejam P (x.

8. y)dx C + f Q (x. P2 f f [P(x. o trabalho total desen- volvido para o referido objeto ser deslocado ao longo da curva C. a integral ~ f F X df C representará. p. b) + Qdy) =' f +f (m.n) (Pdx (a.d) (Pdx (a. y.d) f P(x. b) (c. y)dy C (Pdx ~~ + Qdy) = - f (a. Tais formas vetoriais são mais convenientes nas interpretações físicas ou geométricas.b) Pdx ~d) + Qdy f (c. y)dy] = C (c.2 - NeDTAÇAtI VET(f)RIAL DAS INTEGRAIS CURVILíNEAS J = (AIdx + A2dy + A3 dz) = c f à Xdf C -* -* ~ -* ~ ~ ~ -* onde A = AI i + A2j + A3k e dr = (dx)i + (dy)j + (dz) k. y)dx + Q (x. z) associarmos urna força F que atua sobre um objeto. Exemplo: Se a cada ponto (x.n) Qdy) . ou mesmo a simplificação da notação.d) + + Qdy) + (Pcix (m.

3).4y2 + 8y]: = = (18 .3) [(x2 .2)2 - y2] dy + fy2 + (y .-16 = -2 333 Chama-se curva fechada simples uma curva fechada que não intercepta ela própria em nenhum ponto.2)21dy = = s: (2y2 . 2) e (1. 3) é L Diferenciando temos dy = dx e a integral é assim calculada: dy .8y + 8) dy = [ . Sejam as funções P (x.36 .(16 .x2 . Então.2) + 0'2 + x2)dy] a0 ICDngod0 segmente de reta de extremes (m.16 + 16) = 6 . 2) e (1. + 24) .Exemplo: Calculemos f (1. - ou [0' . Solução: A equação da reta definida pelos pontqs «. Q (x.4 + x2 + 4x + 4 + x2)dx = o 2x dx = 2 1 o [2 ~'J:.(x + 2)2] dx + [(x + 2)2 + x2]} dx = x=o 1 (x2 -f -f f.4x . 2 3 . y). ~~ e ~~ uniformes e contínuas num domínio limitado por uma curva fechada simples C. .). y). I" f {[x2 . y3 .y2)dx (0.

. se ôy . Logo. se F representa um campo de força que age em -+ -+ um objeto ao se deslocar de um ponto a outro e se 'V fi F = O. C r (Pdx + Qdy) independe do 1= percurso C que liga dois pontos quaisquer do domínio R. Quando ~yP= ~. isto é.t(Pdx C + Qdy) = 55 ( ôx ôQ R - ôy ÔP)dxd Y.para que pax ôx lçao + Q dy seja uma diferencial exata.ôx entao + Qdy = ôP _ ôQ _ f C (P dx + Q dy) = O Podemos fazer uma extensão dizendo que para a f C -+ (A1dx + Azdy + + A 3 dz) ser independente do percurso C. y) tal que P ax =dF.Defrnição -+ - de Rotacional) o rotacional de A é nulo. . ôy = ôx' ôx = = ôy' sendo as derivadas az' az parciais contínuas em R. A· 19uald ad e ÔP ôy = ô Q. a integral curvilínea . diremos que o trabalho aí efetuado não dependerá do percurso e tal campo de força dir-se-á -+ "CONSERVATIVO". Podemos usar também a notação: 1 -+ 'fAX C dr -+ = O onde C é fechada e 'V fi à = Õ. sendo o símbolo f C usado para indicar que a curva é fechada e que é percorrida no sentido anti-horário (positivo). ou seja. Mas quando isto acontece (ver Capo VI . que exista uma função F (x. que liga dois pontos quaisquer de um ôA1 ôAz ôA3 ôA1 ôAz ôA3 domínio R. sendo esta uma condição para independência do percurso adotado na integral curvilínea. 'V fi A = O. é que. Em física. e tam b'em con d" . por exemplo.

2. . tendo no domínio V derivadas parciais também contínuas. então pelo teorema de Green: P 1 ~ Q -1C -1- 1 2 2 (-ydx+xdy)=- ff ff (1 R + l)dxdy = 2dA = R .. Se A1. Solução: dx dy = dA (elemento de área). Consideremos uma superfície fechada S.K+2 .y dx + x dy). Az e Ag são funções contínuas..ff 1 K+2 1 ~ C dA = A (área de R) R 0 8 ax+ P Q dy - . então: fff ( ax aAl V -+-+- aAz aA3) ay az dV= ffs (A1cosa + Azcosf3 + Agcos-y)dS . K = O.E1 Calcule. ~ C (. fronteira de um Volume V.K+2 1 ff xK (K R + 2)dA (momento MKx). 1.

também chamado Teorema da Divergência.e A X n = AI cosa + Azcos{3 + A3cos-y. ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ Como A =Ali +Azj +A3K.Ali '\7 J\ A = ~ ~ aAI) cos-y] dS + i cos{3 + ~ + Azj ~ + AgK.+ -. ~ ~ (aA3 aA2\~ ay i + az) (aA .-y são os ângulos diretores da normal à superfície S. VI) e Â) X -.aAg)~ az ax I + + ('\7 J\ (aa~2_ a~l) K =( (Cap. traçada exteriormente.z - aAg) ax cos{3+ + (aA . Assim. {3. ~ aA I aA z aA 3 ~ ~ 'VX A = + -.onde a. aA 3 _ aAZ) cosa ay az + (aAI az _ aA3)cos{3 ax + + (aAz _ ax aAI)cos-Y ay ~ ~ r C A X dr = " .ay ax Como A . Sejam Ab Az e A3 contínuas tendo derivadas parciais de primeira ordem também contínuas em um domínio do espaço. n = icosa+jcos{3+Kcos-y. Logo: I (Aldx C + Azdy + A3dz) = II [( s + aAg aAz) ay cos a + az aAI ( a. ~~ n = ~ i cosa j K cos-y. ax ay az fII CvXÃ)dV= V que traduz o Teorema de Green no Espaço.

4t > dy = -4dt. Assim: = [_ X6]3 6 -2 = _ ~ + (-2/ 6 = _ 665 6 6 . ~1 f (3ydx C .9) (xy2 dx .4t)dt 1 + 5(2 + t)4dt] = . ao longo da parábola y = x2 (-2.4) Solução: y = x2 ====>' dy = 2xdx.yx2 dy). O ~ t ~ 1 Solução: = l + t > dx = dt Assim: { Y = 2 . Y = 2 .j (6 .4 t.5 x dy).lC Ã X df = O o que era de se PR 1 C'}1cule o valor das integrais: a) f X (3 Y dx .Particularmente se 'iJ A Ã =Õ então ~ . C: x C = 2 + t.12 t + 40 + .20 t) dt = o -f b) \46 o + 8t)dt = [46t + 4t2l~ = 50 f (3.5xdy) = J o 4 [3 (2 .

= cost > dx = -sen tdt dy = cos t dt. . 1) é x = 1 --> dx = O. O) e (1. Assim: . Assim: f Cl (y2dx + xydy) = O > A equação da reta que passa pelos pontos (1. O). J o 21T - cos t sen ~dt COS + + t se~ t cos t dt sen t = O f C (y2dx C: o caminho triangular de (1. Y = sen t. O) para (1. O) para (1. 1) (l.c) f X { xdx 2 C X + ydy 2' +Y C: X = cos t. Assim: y = X sen t --> dx f C d) + y dy = x2 + y2 + xydy). O) e (1. O ~ t ~ 217'. O) é y = 0=> =>dy=O. 1) A equação da reta que passa pelos pontos (O.1) para (O. Solução: y (O.

O) a (1.Sdy) f C1 (2dx .2) C3 (2.A equação da reta que possa pelos pontos (1.5dx) = [-3x]~ = -3 f C2 (2dx . dados: F ~ ~ = 2 i . o 2x2dx 2 = [.2) a (2. Y 2 (1. O) é y =x > =>dy=dx.5dy) = f 1 2 -5dy = [-5y]~ = -5 . x'J: = =-3" PR2 Ache o trabalho realizado pela força F dada. 1) a (1. e C: caminho poligonal de (O.5 j ) X [(dx) i + ~ ~ ~ + (dy)11 = f C (2dx . sobre uma partícula movendo-se em C.2).2) T= f F C X df = ' = f C (2 i .5dy) = J' o (2dx .5j ~ ~ . 1) e (O. Assim: f c (y2dx + xydy) 3 = {O x2dx + x2dx = f.

1) ao longo de C: x = t2.f C3 (2dx .5 dy) -l- =(2 y 3 . O) a (1. Y = t. 1. (8t + 2t + 7 6 t' + 9tlZ)dt = = [t 8 61 + t2 + 2 t3 + -9 t13 ] 1 = 13 o 13 . O. J Ã C X dt = J [(4x3 C - 2yz)t -l- + (2y + 4xz)j -l- + -l-l- + (2 + 3xy2Z2) k] X [(dx) i + (dy)j + (dz)k)] = = J [(4x3 C - 2yz)dx + (2y + 4xz)dy + + (2 + 3xy2Z2)dz] x Como = = t2 ==>" t3 dx = 2tdt y=t z ==>dy=dt > dz = 3 t2dt f C Ã X di = f + 1 (4t' .5dy) = f' 1 2dx = (2x]~ = 2. T -l- = J C (2 dx . calcule JÃ C X dt de (O. z = t3• .2t4)2tdt + (21 + 4t')dt + o (2 + 3 t1o)3 t2dtl = _ fI o = 1 (8t7 - 4t' + 2t + 4t' + 6t' + 9tlZ)dt = J.5 + 2 -l- =(2 6 -l- PR 3 Se A = (4 x3 - 2 yz) i + + 4 xz) j + + 3 xy2 Z2) k.

.x3) dx + + (x2 + y2) dy).8... + 1. r(x dy .R sen OdO = R cos O dO = '2 1 Área = '2 1 J. = = R cos O R sen O > dx > dy = . sendo C a curva fechada do domínio limitado entre y = x2 e y 1 (1.PR4 Achar a área do círculo x Solução: X { y = R cos O e y · = R sen O. 3 o S 4 3 60 . 1 [(3X2x2 O + (x2 + x4) 2xdx) = f \S 1 (3x4 o 4 + x3 + 2x5)dx = = (} x5 + x4 + X6)1 = 1 + 1. = 2!. Ao longo de y = x2 - temos dy x3)dx = 2xdx e J = . Solução: Fig.4.ydx) r "O 21T (R cosO· R cosO dO + PRs Verifique o teorema de Green no plano para f [(3 x2y C . 1) y =x.

x')dx + (X 2 + x2)dx] = (~4+ . X'X 2 3 = _~ 1[ C (3 x y .3x2)(x .5) [(2xy (1. = o [3x' .2) + y2)dx + (x2 + 2xy .y ==>. y) = 2xy + y2 ===> -ay + ap = 2x + 2y 1 Q(x. Solução: p(x.-7 = -1 ~ 6 ~ f O 1 (2x .x2)dx = -f O 1 (2x2 - 2x3 - 3x3 + 3x4)dx = 3 5 =---+-= 5 4 2 3 -1 60 PR6 Verifique se f (3..y)dy] é ind~pendente do percurso e calcule o valor dessa integral.x )dx + (x 2 71 + Y 2) dy ] = .y) = x2 2xy . aQ ax = 2x + 2y .f.

5) e (3.5) é x = 1 onde dx = O e a reta que passa pelos pontos (1. Solução: Como f • [(2xy + y2)dx + + 2xy .Então.5) [(2xy + y2)dx + (x2 + 2xy .5) ········PJ C2 : (3.y)dyf = = f 1 3 (lOx 25)dx = (5x2 + 25x)~ = 90 • (1. calcule ao longo de y = x2 e y2 = X.y) dy] aap y = 2x + 2y . Usemos o da figura: y (1.y)dy] = O (T. de Green) ~ [(2xy + y2)dx + + . (x2 = Q aax então 2xy . 2 5 (1 + y)dy = = y ( +L 222 2)5 =_ 27 + y2)dx + + (x2 f C2 [(2xy + 2xy . Calculemos o seu valor. 2) e (1. ~~ = ~~ e a integral dada é independente do percurso. Então: 2 .y)dy] = f.2) r (3.5) é y = 5 onde dy = O.2) I I I f Cl [(2xy + y2)dx+ (x2 + 2xy .y)dy] =""2 + 90 = "2" (x2 27 207 PR7 No problema anterior. Como ela não depende do caminho escolhamos um qualquer. 5) C1 : A reta que passa pelos pontos (1. (1.

x = 1.2z) i -+ + (y2Z) -'}--'}- j + zK e . O) y A (1. x z = O.1) F(1. x / Fig. pois S é superfície do cubo. z = 1. -'}- 1) Face ABGF: n '---v---' SI = i . Então A -'}- = (3 . através do domínio limitado por x = O. 8. y = O. 1.6 Jr f (A X S -'}- ti) dS -'}- calcularemos face por face. Solução: -'}- -'}- + -'}- + (xy2Z) -'}- j + = 1.PRs V~rifique o teorema da divergência para A = (3x .2z) i (x2z) k. y = 1 e fff V (ílXÃ)dV= Jl Jl o o fl(3+2XYZ+X2)dzdYdx= o I -f f I (3 o + xy + x2) dy dx = o 1.

y = 1.2) i ~ + (xy2) ~ j + S5 + (x2)K e 6) Face OCDE: n '----v--' S6 ~ = - ~ i e x = 1 O. Então A ~ = (3x .2 z) dy dz = f 1 (3 .2z) i + (xz) i + (x2z)K ~ ~ e ff (Ã S2 X rl)dS = rf o e z ~2 dxdz = o f i 1 "2zdz = o = (~): = ~ 3) Face OABC: n '---y--/ 83 ~ = -K ~ = O.ff SI 1 1 (1 x ti) dS = f o f o Z2)~ (3 . Então A = (3x . Então A ~ = (3 x) i e ~ JJ 83 (Ã X ri) dS = ~ O 4) Face OEFA: n '----v--' S4 = - j ~ e y = O.2z)dz = o = (3z ~ ~ '--y--/ S2 =2 ~ ~ 2) Face BCDG: n = j . =O ~ ~ 5) Face DEFG: n '----v--' ~ = K e z - 1.2z) i ~ + x2zK ~ e Jf (Ã X ri) dS 84 ~ . Então A = (3 x . Então A ~ = (- 2z) i e ~ ff S6 (1' X ti) dS = f f o 1 2 z dz dy = o f 1 dy o = 1 .

3y2dy]. c) 8.9) [(x (1. 1 ~ t ~ 2. f [(5y +x)dx + (3y .1) + 2y)dx + (2y . ao longo da parábola y = x2• (-2.: 5 64 .4) Resp. (1. 2) e (5.: -152 b) . c) dos segmentos de reta desde (1.2y . Resp. 2). Y = 4 + 3 t.y = 10 -2t.: 150 c) f (2.rf J S (A X n) dS -+ -+ = 2 + -1 + 4 O + O + -1 + 3 1 = 43 - 12 PP1 Calcular f (3.4) [xZydx .4xdy]. PP2 Calcular t [(3x . O). a) f C [2y2dx . 1) e de (3. C:x = 4 + 2t. C O ~ t ~ 3. 9). 1) a (3.4)dx + (6y . 1) a (3. b) 88. Resp.t.3x + 4)dy] ao longo do triângulo de vértices (O. C: x = 2 . b) de uma reta.4)dy]. a) 84.x)dy] ao longo a) da parábola y = x2.

: 7 1 C [(x2 . C: caminho poligonal de (1.: .8) (1. Resp.2)dx + (3y + 2x .0). O ~ t ~ 2rr.xy2)dx + 0'2 . Resp.' C: x = cos t. Resp.: -12 b) F ~ ~ ~ ~ ~ ~ = i + 2 j .4). 3). dx .699 aproximadamente " xdx .6)dy] ao longo de um círculo de raio 4 e centro em (O. atuando sobre uma partícula que se move na trajetória C dada por: a) F = 2 i . Y = sen t.2) para (-1. C: o caminho triangul~r de (1. Resp.6 j .3rr g) f C [y2xdx + 2x2ydy].2) a (1.. 2).: para (1. 1) a (1. O) para (2.3) Resp.~ dY] ao longo da reta y y = 2 + 3 x. (3. O) a (1. Resp. O) usando o teorema do Green.3) a (3.: SOrr . O ~ t ~ 2 rr • f) f C [2ydx + Sxdy].2xy)dy] onde C é o retângulo de vértices (O. 2) e (O.: 3. O).ydy +Y 2. (3.3y . C: caminho poligonal de (O. y = cost. O).5) . 12 ~ 77 PP 4 Ache o trabalho realizado pela força F dada. Resp.: 6 PP6 Calcular ~ [(2x .d) f [~ (2. ' x 2 e) .3) a (3. C: x = sent.4) a (4.

1).: 6 . x = z) i ~ ~ O.: 27 PP14 Sendo F = (2xy + 3) i + (x2 . . 2) e (5.1). (2.y4 + 3)dx + (x2 - 4xy3)]dy independe do caminho entre (1. y = 4 sen 8.4z) j . (1. Resp. (4. Resp. ~ ~ ~ + 2y + y2 j + z = 6. z = O.4 yK calcule o trabalho realizado por uma partícula sujeita a essa força ao se deslocar de (3. O) e (2. z = 2.1) PP7 Prove que f. 1). . 1) e a seguir calcule o valor dessa integral.(x ~ ~ = (2xy + + 3y)K tomado no domínio limitado por 2x y =O ez = o.3).0) [(2xy .1.: 3 PP12 Verifique o teorema da divergência para A = (3 x .: 6 PP15 Calcule novamente o problema anterior tomando outro caminho. 1) e (5. O). x = 2. Resp. 1. Y = O.xzK através do domínio limitado por x = O.(2. Y = 2.: 8 PPll Calcule a área do trapézio isósceles de vértices (1. (5.: 5 PPs Calcule a área do círculo de raio 3 com centro em (O. de vértices (1. ~ Resp. Resp. Resp.: PP9 91T Calcule a área da elípse x = 6 cos 8. Resp.: 32 PP13 Verifique o teorema da divergência para A .z) i + xy2 j . 2) a (2. (1. 1). ~ ~ ~ ~ Resp.: 241T PPlO Calcule a área do retângulo Resp.3).2).

. a qual é chamada série de termos an.. 2.. 3.. Assim: S1'= ai e Sn = ai + a2 + = S3 = S2 ai ai + a2 + a2 + a3 Temos então uma outra seqüência de números S b S2.. a2. tal que lim Sn = S. . a3. é conver- ..9 SÉRIES Nada como compor um poema alegre ao som da verdade e à luz do Infinito. + a3 + . Cada Sn é chamada de soma parcial da série. a qual indicaremos por "'Ean... . •. + an onde n = 1.. Consideremos a sequencia de números a}. diremos que a série n-+oo I n=l an = ai + a2 + a3 + . S3.

1 + 1 ...gente e tem soma S. não é convergente pois se n é par Sn = O e se n é ímpar Sn = 1.. Portanto não existe lim Sn e a n-oo . quando existir o limite. Sn = '2 +"6+ Sn 1 1 1 1· 12 + 20 + . =~ 00 ~ = n-oo n lim 11 - 1 diremos que a série n=l L n (n 1+ 1) é E2 A série L n=l (_l)n-l = 1. Quando tal limite não existir (ou for infinito). n n-oo j=l 00 E1 Consideremos a série 00 L n (n 1+ 1)· Temos: n=l " n=l ~ n (n + 1) 1 = 111 1 1 2 + 6 + 12 + 20 + 30 + ..1 + . diremos que a série é divergente. Podemos com isso escrever L an = n=l 00 lim L aj...

An converge 2 (an ± bn) = A n=l ± B. = (aI ==>.Se I n=l an e I n=l bn são convergentes com somas A e B. Retirando ou acrescentando um número fmito de termos a uma série. por hipótese. Propriedades . + bn) = bl) + (a2 ± b2) + (a3 ± b3) + . então a) I n=l (an ± bn) = A ± B b) I n=l (K an) =K I an n=l . a série continua convergente ou divergente... + (an ± bn) Logo. lim Sn n-"oo = n-.oo lim (An ± Bn) =A ± B pois. respectivamente. esta permanecerá convergente ou divergente. Sn = An = (aI ± (bl + a2 + a3 + . + an) ± + b2 + b3 + . P2 .... .PI Multiplicando cada termo de uma sene por uma constante não nula.. KA a) I n=l (an ± bn) =A ±B Consideremos as somas parciais An Bn = = aI bl + + a2 b2 + a3 + + b3 + ± Bn ± . e K é uma constante..

a série não pode convergir. Toda série absolutamente convergente é convergente.3 . 00 2 E1 + .A série L an é absolutamente I n=l convergente quando I lan I converge. Se conver- I n=l an converge. então I n=l an é condicionalmente gente. quando lim an n-oo = O. lvergente pOIS " A'"" sene L 4 n 2 1 e d" n=l n . 9. a série n=l I an pode ser tanto convergente como diver.Sn) = Um Sn+l n-oo - n-+oo Um Sn = S . sendo an = Sn+ 1- De fato se lim Sn = S temos lim Sn+ 1=Se Sn lim an = 1im (Sn+l n-+-oo n-+oo . sendo portanto divergente. se an não converge para O. mas lanl diverge. Este critério só pode ser usado para provar divergências e.S = Logo. também.CRITÉRIOS DE CONVERGÊNCIA E DIVERGÊNCIA Se não tivermos n-oo lim n-oo an = O então n_oo L an n=l é uma série divergente.

1 tim 3n . E3 A série I ~chamada é n=1 a seguir.l. onde C é arbitrário. monótona decrescente para x crescente.. conforme a integral imprópria J. 1 2 " ~. lim f(x) = O e f(n) = ano x-+oo A série L n=1 an convergirá ou divergirá. p + li + P + . 8n . C 00 f(x)dx convergir ou divergir. x = 1 vem: f oo _1 dx = lim 1 xP K-+oo f [ K 1 - 1 xP dx = lim K-+oo fK 1 x -P dx = = = lim _ K-+oo 1 Xl-P ]K p 1 - = 1 1 . Veremos. contínua. L li ií=1 1 =. apesar de lim n-+Q 1.-1- 1) . n Seja y = f (x) uma função definida.00 E2 A'·" sene L n=1 3n + 5 tam b'em diverge pOIS . 00 .f(x) 3 = ~ 1 1 1 conVt::rge .= O.1 n-+oo 00 8n + =~ 5 8 *O "série harmônica de ordem ]". Logo. 1 e dIverge quando n p<. que ela diverge.. - P K-+oo lim [X1-P]1 K 1 lim (K1-P .quando p > .1) = 1 -P K-+oo 1 ~ lim P K-+oo ( K = . De fato: f(n) C \·n x e ~ é decrescente quando x cresce.

nada se poderá afirmar. ~ e a sene L n=l -p 1 n . 00 •. (n + (n + I)! (n + 2)(n + 1)! = lim .8$C4 . A série L an n=l a) Converge (absolutamente). 1 x Seja lim n. A série L an n=l a) Converge (absolutamente). n-+oo I n + 2 1=0<1 1 Oitério da raiz ou de C'rZchy Seja lim ~ n_oo = L. se L se L < 1 >1 c) Se L = 1. se L c) Se L se L < 1 > 1 = 1.f. nada se poderá afirmar. sera conver· f 00 ~ dx = 00 a série será divergente. . b) Diverge. . 2 Se p ~ 1 ====> oo 1 dx Xp 1 - - 1 P 1 •. A sene L (n + 1)! converge. b) Diverge. POIS: n=l 2 [(n + 1) 2 +' 1]! 1)! (n (n + + 1)! 2)! . " 2 ._ OO = L..

. = L (_l)n-lan n=l tal que al ~ ~ a2 ~ a3 ~ ..O 1..::: . an Sejam as séries L n=l" an e L n=l bn tais que O ~ an ~ bn para qualquer n.. n-4oo A série an + 1 2n L C. então L bn. então L n=l an. Se: a) L n=l n=l bn converge.j /1(logn) n I = 1 lim _1_ n_oo logn = O< 1 A série alternada al . n=l 00 também diverge.. e lim an = O é convergente.-nl~ 1 00 n+l é convergente pois: Qn - n=l = 2 (n + 1 1 1) _ 1 = 2 n + 1 e 2n - 1 2 n _ l' concluindo-se que 1 '----v--' an+l + ~ 1 I' 1 -.A série n=2 i 1 n é convergente pois: (logn) lim n n-H'" '.. também converge b) L an diverge. '" Qn(n) - L 2n4 n=l Como Qnn 1· 1 1 ~ < n e '-4-- 2n 1 4' temos n Qn(n) 2n .1 4 n ~ - n 4 = 3' Mas n 1 .1 e n~ 2n 1 ~ .a4 + .az + a3 .

A série L n=l 00 -1 ogn _1_ é divergente pois: n donde > logn n ogn n=o n l. chama-se "sé- Toda série de potências tem um raio de convergência R. Quando R = O a série converge somente em x = a e quando R = 00 a série converge para todo valor de x. + an (x ar n=o .1 é convergente n3 n=l L 00 conforme exemplo do critério da integral.ai < R e diverge quando Ix . Toda série da forma L an (x . < -1 _1_ e a série i l. com possível inclusão dos pontos extremos. onde ao.1) 2 • 2n (3n + 2) n(x ..a) + a2 (x .. .R < x < a + R. 1).." P ara quals valores de x a sene L -'n (x .ai < R ou a .a)n = ao + aI (x . rie de potências" em (x .1)n 2n (3 n .l)n(x . 00 n ... diverge (série harmônica de ordem 1). são constantes. a série converge quando Ix ..ai > R (Fig. + . n=12 (3n-1) (n + l)(x . ab a2. .? converge. O intervalo Ix .1) . tal que.a)2 + + . chama-se "intervalo de convergência". •.1) n .a). .

b) Para x = 3 ==> I n=l 3n~ l' também diverge pelo mesmo motivo. então: 1 => X < Ixl => Ixl > > 1 ou x <- 1 ._ lim n-oo I (n + 1)(3 n .) o a) Para x = . pois.11 0 - 6n 2n .1) 2n(3n + 2) 3n + ----.2 2 I= = Ix .1 + 4n 1 2 2 C orno Ix . a série dada converge para .1 > n=l I o n(-2)n (-lt n -----n 2 (3n -1) .l' Ixl n_oo 10g e Ixl n_oo n n + 2 Mas I~I 1 < 1 (critério da razão). 00 ~ xn lOg~n + 1) Solução: Aplicando o critério da razão temos: 1 x •x n 10g(n 1 + 2) _ lim 110g(n + 1) n_oo x1og(n+2) _ xn log(n + 1) + 2 =_1 + 1 Ixl 10g e 1 1m n + 1 = _1_ lim n =.n=l 3n -1' 1 = 3 1 I"" Diverge.l)(x .1 < x < 3.11 <1 ( con dOlçao para convergencla temos ~ . Portanto. lim 3 ~ n n -+00 00 * O.

.a) +f~~a) (x .a) + r 2\~ "~ (x I ) _ a)2 + ['" (a)~ . b] e que n + 1) (x) exista em (a. 1) pois.00 a) Para x = 1 temos a série I n=1 ·iog(~ 1+ 1)' Portanto.... o intervalo de convergência da série dada é x n _00 elim > 1 V x ~ -1. !) n=1 b) Para x = -1 temos a série L 00 n (-1) 1 log(n + .. contínuas num dado intervalo [a.a)2 + . uma ampla variedade de funções.r [(x) = [(a) + [' n! (a)(x . + + n) (a) (x _ a)n + R onde Rn (resto) é dado pela forma: r n Rn rn + I)! (x = (n )(Xl) . Portanto.. de Righetto.aJ \12+1 (resto de Lagrange) [(x) = [(a) + [' (aXx . Suponhamos a existência de [(x) e suas derivadas[' (x)..[" (x). Assim r . o qual é chamado desenvolvimento em série de Taylor de [(x). é divergente (omparar \ com n=1 i ~\.a) 3 + .). . n) (x). agora como representar através de uma série de potências. A. . b).. Veremos. é uma série alternada onde seus termos decrescem em valor absoluto 1 =0 log (n + 1) . o qual é chamado desenvolvimento em série de Mac-Laurin de [(x) (veja a dedução no livro Números Complexos e Funções Hiperbólicas. de a = O podemos simplificar [(x) obtendo [(x) = [(O) Ainda no caso + [' (O)x + ['~~O) x2 + r'~~o)x3 + . a qual é convergente.

.Exemplos: EI Desenvolver [(x) = eX segundo série de potências: eXl. [u (x) =- senx..fV (x) = cosx.. {IV (x) = senx. ex = eO + eOx eO 2 +. Para a = O. . fI (x) = cosx. {m (x) = . = O e conseqüentemente n_oo = O. = ~ Desenvolver segundo o desenvolvimento de Taylor a função [(x) = senx.x 21 eO 3 + -3! x eO 4 +-4! x + ... Solução: [(x) = senx. fn) (Xl) = eXl. .cosx. para a = O temos: senx = senO x5 + xcosO + x2 2! (-senO) +3T (-cosO) + 4! x3 x4 (senO) + .+ 5T cos O + .. i' (Xd = = eXl.. Con- c1uímos que eX pode ser representado por urna série de Taylor. . •. X > O e O < Xl <X temos: 00 x n+l Mas a série ~ n=l (~ : 1)1 é convergente para todo 1)' X (aplicar o critério da lim Rn razão) onde lim n-oo t: n x n+l . f' (Xl) Solução:: [(Xl) = eXI.

converge para S = 1 se Irl <1e . arn-1 = a + ar + ar'.+ ar3 a -r + diverge onde a e r são constantes.n "1)1 = .!~oo~l(1K .n+l = A (n + 1) + Bn = (A + B)n + A n(n+l) n(n+l) A+B=O donde n n(n+l) { A=l->B=-l 111 n(n+l) 00 =---- n n+l ~ 1+ 1) = {. 1) n (n li + 00 n =lim(ln -+00 n + 1 )=1 1 ' I se Irl ~ 1.PR 1 O primeiro deste capítulo pode também ser resolvido assim: _ 1 Devemos transformar a fraçao n (n + 1) em uma soma algébrica de outras frações ou seja: 1 =A exemplo + .K + 1 = .-!!.l(1 .

. portanto. ..r 1 a . + (2)n 5" "5 Sn ="5 Multipliquemos ambos os membros por ~ ====.r lim (l . a sene em estu do e convergente com soma 3' . PR 3 Prove que "5 + 2 (25)2 + (25)3 -i ( .. Y n=l converge e ache sua Sn 2 (2)2 5" = 5 +"5 + (2)3 + .> -> 2 (2)2 +"5 + .rn) 1 1m n-'>oo 1.lim Sn= n-'>oo · a (l . A' sene convergirá para -1-- -r 2 Se Ir I ~ 1 o termo geral da série não convergirá para zero. ' 2 e. + (2)n + (2)n+l (2)3 "5' "5 . e a série será divergente.. .1 a n-'>oo -r .rn) n-'>oo Se Ir I < 1 ==> a lim (l .rn) n-'>oo = 1 e lim Sn .

então az + a3 + a4 + . e _x2 2 ] 1 '----y---/ -2xdx = . Se M-+oo f(x)dx não existe então i n=l n2 an diverge..2.. assim an+l. f(n + 1) ~f(x) ~f(n) 1 vem: = an..3. vem: f 00 f(x)dx = = f 1 00 xe-x2 dx = l~ K f d(-x) K 1 xe-x2 dx = 1 K -+ 11m 00 ... Tomando C = 1. [ K - - 1 2 J. + Supondo que exista M-+oo lim f f M f(x)dx 1 = S. Para esta prova tomaremos C = 1.. + + aM é monótona crescente sendo limitada superiormente por S e portanto lim M 1 i n-+l PRó an converge. .. + aM ~ f M f(x)dx 1 ~ ai + az + a3 + . Por hipótese f(x) é monótona decrescente. Investigue pelo critério da integral o caráter da série Solução: f(n) = ne-n 2 L nen=l 00 e f(x) = xe-x 2 . n = 1. PRs Provemos o critério da integral. Integrando de x =n ax =n + az + a3 + a4 + .Como lim n -+00 n : 1 = 1 =1= O. a série em estudo é divergente..

1 1· (_K2 1m e 1 2 -e -1) = K-+oc " L ne. L Qnn e divergente. . < 1. e convergente. Escolhamos um número inteiro M tão grande que. n=2 n Prova: Seja 1im a + 1 n-+oc I n an I = L. Provemos a convergência para L .n . n=l I 2 I oc n=l Qnn n f(n) = Qnn n f(x) = Qn~ x f 00 f(x)dx = f oc Qnx dx = liro K-+oc 222 x f K Qnx dx = X = lim K-+oc fK 2 Qnxd(Qn~) ~ = 'lim K-+oc 2 [Qn 2 x]K _ 2 dx x oc " ._ --- 1 lim [_x2)K e 2 K-+oc =-.

(2n + 3) ~ b) L (n n=l + I)! n2 (_l)(n+ü-13n+1 a) lim n-4OCl (-lf3 (n • 3n (n + li (_l)n-13n + n2 1)2 (_1)n(_1)-13n n2 .3+ . De maneira análoga..aM+l aM+2 aM+3 < raM < raM+l < r2aM < raM+2 < r3aM e assim por diante. ) = CD A série com O < r < 1 é convergente (série geométrica). No caso de variar o sinal dos termos. logo a série dada converge... < raM + r2aM + r3aM + . c) L 0Cl n=l n! 3 • 5 . provamos as partes (b) e (c) do critério da razão. teremos CD e a série L n=l an conv~rge absolutamente.....l... Por soma teremos: aM+l + aM+2 + aM.. = aM (r + r2 + r3 + .

. b) lim n n~oo -.n ) =hm = n~oo ...n)n n + 1 n .b) lim n~oo (n (n (n + + n 2 1)2 2)! (n (n + + 1i(n 2)(n + 1)! + I)! n2 + I)! + 1)2 (n + 2)n2 2n + 2 3n2 + 4n (n 2 6n +4 = O < 1 c) lim n~oo + I)! 3 • 5 . . ( -. (2 n (n 3 • 5 .. + + 3) + (2 n l)n! 3)(2 n + 5) 1- n! 3 • 5 " . [2 (n + 1) + 3] (n n! 3 • 5 .. (2 n + 3) n+1 2n + 5 =1<1 2 Solução: a) lim n~oo n I( 1 + n 3)n I = n~oo n lim I( n + 1 1 n2 -~ 1 +n = O< 1. =hm n~oo (n -- + n l)-n = 1. l)n]-l [ lim (1 +n~oo 1 = e-I =-< e .

PR 11 Pr ove que L.. . o que nos leva a concluir que a série dada é divergente...are sen 1 + are sen "2 - are sen "3 + 1 + arcsen '4 1 are sen 1 "5 + . . = . ..J n! e uma sene convergente. n=l n n lim n-cc (n + I)! (n + l)n+l n! nn (n - 1im n-cc (n + l)n! l)n(n + 1) n! nn lim n-cc ( n + = liro __ n_n __ n"""cc (n + l)n + n )n _ 1/ =[n~ cc a) n=l L (_l)n+ln 4n-3 . b) L (_l)n n=l cc 1 arcsen- n 1~-~-~-~-~-~ 5 3 13 17 2 1 4 5 2 7 . b) 1 1 L (-1) n are sen -.CC " . = ..

. concluímos que a série Como a série harmônica L 00 .l é n n=1 L 00 1 ynlogn é divergente..11..47° - . .= O.n 1 > yn 1 log n >1- n· divergente. n n A série L~ n=1 00 é convergente conforme exemplo do critério da integral n .sen n .= ~ 1 n 2n ~ 1 . 1 e lim arc sen ...53° + .= _90° + 30° . --2- sen n ~ 1 ::::::2'... .. ..47° + 14.. n=1 n logn<y'n===>_1_>_1_==> log n y'n . . n a) n n=1 n 2 L 00 1 c) n=2 i 1 y'nlogn 00 a)Corno -. e aSSIm ~ -2. 1. concluímos que a séri~ L~ n=1 00 n2 também é convergente.. b) Como senn ~ 1 =='> 00 ..::: e a sene ~ e uma sene geometnca on e r 2 n=1 2 n ---ri = .19. • < 1 e conforme PR2 convergente. d -..e convergente.n 1 n log > > y'n .. conn~oo Como vemos: a1 ~ a2 ~ a3 ~ a4 ~ .

nl~ I (x - 2) n : 1 = I = Ix . Como bn ~ an. _ (x . = o.2)3 3 + ..21 lim Para a convergência devemos impor Ix . Portanto a série I n=l an con- (x .21 n_oo n + n 1 = Ix . n > série convergente.. Se ela for divergente.2)(x . 2. Aplicando o critério da razão temos: (x 2Xx .2) 1 + (x .21 da razão)...Prova: A série 2 n=l an ou é convergente ou é divergente. .2)n an+l para n = 1. 3.2)n n + 1 n + 1 (x .2)2 2 + (x . lim n_oo L K=l 00. teríamos lim n-oo L K=l n bK = donde concluiríamos que a série 2 n=l 00 bn divergiria. n aK - 00. . o que estaria em contradição com a lúpótese. seus termos decrescem em valor absoluto e lim n-oo n 1. donde: < 1 (critério --> n=l ~ (_l)n ~ --.. por hipótese. pois.2)n n .

= x3 xS PR 17 Determine o intervalo de convergência para a função Solução: Conforme problema anterior temos: f (x) = arc tg x..arc tg x =x .b) Para x p = 1).3! x 2 3 + 24 S! X S - ••• =x - 3"" + "5 ... . f(lV) (O) = O 2 = 120x 4 240x (1 + x2)s - + 24 > f(V) (O) = 24 . PR16 Desenvolver f(x) a = O. = 3 ==>' n=1 L~ n 00 > divergente (série harmônica de ordem Portanto.24x (1 + X2)4 f(V) (x) ===>. Solução: - arc tg x segundo o desenvolvimento de Taylor para f(x) fI (x) = = arc tgx > f(O) = O 1 fO (x) + x2 (1 1 ===> fI (O) = 1 = O = - + X2)2 - 2x ==> fII (O) f III (x) = (1 6x2 + x2i ===> f (O) =-2 3 2 III f(lV) (x) = 24x . o intervalo de convergência da série em estudo é 1 ~ x < 3.

. trocando x por .x2 vem: e -x 2 = 1 _ x 2 2 + ( ... ==> ---> e-x = 1 .4!2)4 + x x x 2 .2!2)2 + ( . x4 x6 x8 .3!2)3 + ( .. 1 Para x = 1 ====> i 2 2(~ n=l 00 n 1 (série alternada convergente) (_1)3n+ 1 2 Para x = -1 ====> " ---~ 2n n=o + 1 (série alternada convergente) 1-1~x~11 Assim.(_l)n+lX2(n+Ü+1 2(n + 1) + 2n 1 -x2(2n 2n + 1) +3 ( _1)nX2n+l +1 Devemos ter pelo teste da razao Ix21 Assim < 1 (convergência).x +"2 -"6 + 24 + .

Portanto f. (4n '---. .: 12 .1) 0'• •. d) ~.: 12 5 c) n=l L n(n 1+ 2) 3 Resp':4 co .~==~"" + 3)~4n . uma série de potências. PP 1 Prove que as séries seguintes convergem e ache sua soma a) G3 + 3:s + ~+"7"=9 + .: co 1 1 1 1 "2 1 1 b) n=o L co (n + 2)(n + 4) Resp. ATENÇÃO: Só podemos integrar ou. \. diferenciar.---..747.-Resp. termo a termo.----r .. Resp.. . o 1 e-X' dx '" 0. dentro do intervalo no qual a série é convergente.

· ~ a) L n=l -2-- 1 1 n + n + Sn 1 3n 2 + + 2 c) L n=l 00 2 nn 2 00 earctgn n2 n e) n=l 00 L + 1 f) n=l L~ n h) ~ n=l 00 (_l)n+l L 2n-1 i) n=l 00 L n! (n + 2)! j) n=l 00 L L (n!)2 (2n)! n k) a n n=l 00 :! (a > 1) n 1) " n=l L n! !!- .

1 1 L n=2 00 [f(n + 1) .. . 00 r) n=l L log n : 1 t) 4' + 1 1 16 + 36 + 64 + .f(n . 00 b) ~ n=l (x .00 m)L n=l .1)] = lim [f(n) + f(n + 1)] n-+oo .2) 2 n n ...

1) xn (2n) (x n=l e) x + 1+ 1 + 1? + y'2 2 fi 3 + 1? + . para a = 1 n=l O d) e X = n=o I C e (x n!' l)n - 00 <x < 00 .3)3 ) g x + 1 3 (x + 3? + y'2 x3 (x fi + 3)3 .... Ix .. + (_l)n-l = O x6 X2n-2 (2 n .... f) x . segundo Taylor: e seus respectivos a) cosx = 1 00 2T + 4! 00. .. x2 x4 - 6T + .. <x < = CO para a b) logx L .c) L n=o "'" n!xn d) L co 1 • 3 • 5 2 • 4 • 6 (x (2 n . x2 PPs Prove os seguintes desenvolvimentos em séries de potências intervalos de.l)n + n ( l(X l)n .3 1 + + (x . para a = 1 ..11 < 1. h) 1 + x + 2! + 3T + . + + . convergência..3)2 + (x . .2)! + .

386 e) 0.706 c) 0.1) + 2! (x e .903 Resp..1)4 3! + 4! + . Qual dos dois desenvolvimentos se aproxima mais rápido do valor real? r o a) sen 36° b) cos 45° c) tg 18° 1 -e -x~ 2 dx x PPs' Calcular.1) ~ + e (x .eX = e + e(x .323 . Calcule aproximadamente o valor de e3 nos dois casos e compare a diferença verificando que ela é mínima quando o número de termos é muito grande. erro inferior a 0.001: d) Qn 4 e) log 8 d) 1.1)3 e (x .: a) 0..586 b) 0.

uma única variável independente (E1 e E2 acima)' Equações diferenciais parciais: Só possuem derivadas parciais.18 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS É na palma de espinhos que o Céu instala as rosas. ou seja. ou seja. possuem duas ou mais variáveis independentes (E3 acima) . Exemplos: dy dx2 2 +Y dy = O dx As equações diferenciais podem ser ordinárias ou parciais: :'.1 - DEFINiÇÕES Toda equação que envolve derivadas ou diferenciais é chamada equação diferencial. Equações diferenciais ordinárias: Só possuem derivadas ordinárias. 10..

SOlUÇÃO DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL Diz-se que uma função y = f(x) é solução de uma equação diferencial se tal. Estudaremos apenas as equações diferenciais ordinárias. Nos exemplos E1 e E3 as equações são do primeiro grau e no exemplo E2 do segundo grau. equação· é identicamente satisfeita ao se substituir y e suas derivadas por f (x) e suas derivadas correspondentes.A ordem de uma equação diferencial é a ordem da mais alta derivada que nela aparece. eX (x + 2) . a função y = xex é solução dessa equação. Consideremos a equação diferencial ordinária (x .2 eX Como vemos.O e a função y = xex. Exemplos: 'd 'al d ConSl eremos a equaçao di&' J. 10. Portanto. dx e d2~ na equação temos: d'y dx2 _ 2 dy +y = .erenCl or din á'na -2y dx 2 2 dy dx + X y . a equação diferencial dada é identicamente satisfeita ao substituir y e suas respectivas derivadas. Nos exemplos E1. dy Calculando dx e dx2 a partir de y d2~ = eX (x dx d2y = dx xe x dy temos: dx = e (x + 1) e + 2).x ddxY+ y = O 2 dx2 e a função y = C1x Temos: + C2ex• . dx dy Substituindo y.1) d y .2 . O grau de uma equação diferencial é o valor do expoente da derivada de maior ordem que nela aparece.2 eX + 2 eX - (x + 1) + xex = + xex = O = xex 2 xex . E2 e E3 as equações são de segunda ordem.

a solução é chamada "solução gerar' pois admite uma infinidade de soluções.x (C1 + C2eX) + + x C1x + C2e = = C2xex . segundo condições dadas. y = C1x + C2ex é solução da equação diferencial dada.C2xex + C1x + C ex = O + 2 Portanto. a solução y = C1x + C2ex depende das constantes arbitrárias C1 e C2• Neste caso. dada pela solução geral (Fig.C2ex .EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (X - 1) Z- X : +y = (x - 1) C2ex .3 - EQUAÇÃO DIFERENCIAL E PRIMEI RO GRAU DE PRIMEIRA ORDEM É toda equação da forma: M (x. y)dy = O . as soluções passam a ser chamadas soluções particulares.C1x . O gráfico da solução geral é uma faml1ia de curvas e o gráfico da solução particular é uma curva da família. 1). /' uma solução particular 10. Quando os valores das constantes assumem valores calculados. y)dx +N (x. Observação: Neste último exemplo.

= X C dy = eXeY ===. Neste exemplo.EQUAÇÃO DIFERENCIAL DE VARIÁVEIS SEPARÁVEIS ~ a equação M (x.> _dy dx dx' onde P (x) e_ x e-Y -->" eXdx - e-Y dy = O..x 2 + (y + Y x)dy = O. = eX e Q (y) =- e-Y.3.y) = y2 e N(x. (y2 -x)dx .!... y) dy = O puder ser colocada na forma P(x)dx + Q (y)dy = O. cuja solução é dada por: .y) =y +x 10.1 . X x = O pode ser escrita como . y) dx + N (x. Exemplo: A equação diferencial dxdY + y . a equação é chamada equação diferencial de variáveis separáveis e sua solução é dada por: Exemplos: dy 1 + y2 -=--dx x2 onde P(x) =-- 1 1 e Q(y) =-x2 1 + y2' Sua solução é dada por: f dy 1 + y2 f dx = C ===> (are tgy) x2 +. M(x.

y)dx : como uma função F(~).3y)dx + + 3x)dy = O Dividindo todos os termos da equação diferencial por dx resulta: (9x .v) sec = -- 2 y tgy cuja solução é dada por f f Qn 5 + eX + f f = 2 sec y d = C tgy Y 1 d(5 5 + eX + eX) + d(tgy) tgy =C 1 (5 + eX) + Qn + eX) tgy] (tgy) = C2 ou Qn [(5 C2 ou (5 + eX) tgy = eC2 e fazendo eC2 = C tem-se I (5 + êX) tgy = C I 11. Vejamos alguns exemplos: E1 (9x .3y) + (y + 3x) : = O .3.EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E3 eX tgy dx + (5 ~ eX) sec2y dy = O Poderemos separar as variáveis) se dividirmos toda a equação pelo produto dos termos mal situados: onde P (x) = eX eX 5 +e dx x e Q (. y)dy = O pudermos escrever a equação diferencial diz-se homogênea. (y + N (x.EQUACÃCDDIFERENCIAL H8M8GÊNEA DE 1êll . Sua solução é obtida através da substituição v = y que a transforma em x equação diferencial de variáveis separáveis.2 .RDEM Se na equação diferencial M (x.

onde :

= 3;

+9

;Xx, sendo o segundo membro uma função F(~), pois
(\ logo é homogênea.

dy _
dx -

3(L) x (:)

= F :),

+ 3
x

A sua solução é obtida fazendo y

=

v.

Sa-= v => x

y

y

=

vx ====> dy

=

vdx

+ xdv===='>

~ dx

=

v +x-

~ dx

dy 3v-9 , e eorr.o dx = v + 3 eonclUlmos que:

v

+

xdx=

dv

3v - 9

v+3

que é uma equação diferencial de variáveis separáveis. Multiplieando-a por dx obtemos: 3v - 9 vdx + xdv = v + 3 dx =>

=>
->

> (v V2 V

3v v + 3 dx

9)

dx

+

x dv

=

O

>

+9 +3

+
9

xdv = O

>

-

dx
X

+ --V2

v+3

+

dv = O ====>

f
> =>

_dxx+

f
J

_v_+_3 dv = C =>
V2

+9
v

1

J~
Qn

f"dx

+

V2

+

9

dv

+ +

3

J

dv
V2

+

9

= C1

====>
>

Ixl + ;
V2

Qn (V2

+

9)

are tg ; = C1

> (Qnx (~
=>
Qnx (~

+ +

9)] -I- are tg ; = C2 -->
. V

V2

9) = - are tg"3
e-arctgvI3+C2

+

C2 =--=---->

>

x

vi V2 + 9 =

====>

_>

v'y2
> I y2

+ +

9x2 =

C3e-arCtgYI3X

=--=--_-'>

9 x2

=

Ce-2arc

tgYI3X

I (x

:1=O)

~

xy dy = (x2

+ y2)dx + y2

. dy AqUI dx

= --- xy

x2

-

~=

V

==>

:

=v

+x

:.

(exemplo anterior).

V

+

x dv = 1 + V2 => dx v

(v _ 1

+ v

V2)

dx

+ x dv

= O =='>

-->

(- ~)dx

+ xdv

= O-->

-a;- -

vdv = 0-->

==>
=>

f~- f
2Qn Ixl V2

vdv = Cl==>

(Qn Ixl]

- ~ = Cl

>

= 2el ::::===> = C =>

2 ====> (Qnx ) _ ::

I y2

= x2Qnx2

+

Cx21 ~ : ~

A equação diferencial M (x, y) dx + N (x, y) dy = O é exata se M (x, y) dx + + N (x, y)dy = du [eu = u (x, y)], ou seja, o primeiro membro é a diferencial total de uma função u (x, y). Assim:
M(x,y)dx au

+N
au ay

(x, y)dy

=

du

= ax =
O.

au

dx

+ ay

au

dy

onde

ax = M(x,y);

= N(x,y)

e du

A condição necessária e suficiente para que a equação diferencial seja uma equação diferencial exata é que:

IaM 3y
Exemplos:
E1

aN
3x

I

Resolva a equação diferencial (x3 + X2y3) dx + (X3y2 + y3) dy. Verifiquemos inicialmente se esta equação diferencial é exata.

3u
3x

.. = M(x,

y)

= x 3 + x 2Y 3
=""4 +
x4
X3y3

, Integrando'esta expressão em relação a x, obtemos u

3

+! (y)

onde !(Y) é~uma constante arbitrária que depende de y. Logo ,', 3u 3y
=,'X

.3 , y2

+f

(y)

=N

(x, y) ou

Assim: X3y2

+ f' (y) =
4

X3y2

+ y3

f' (y)

= y3.

Integrando esta última expressão em relação a y obtemos:
!(Y) =L 4

(não somamos constante, pois esta constante será absorvida pela constante final). , x4 X3y3 L Então: u (x, y) = 4 + 3 + 4 e como du = O temos:

d-+ (

x4 x3y3 434

+L- =0

v4)

E2

(seny

+ y cosx)dx + (x cosy + senx + y)dy

=

O

M (x, y) = seny

+y +

cosx =>

aM

ay =

cosy

+

cosx

N (x, y) = x cosy

senx

+y

-->

aN ax

= cosy

+

cosx

====> -ay = -ax
ax

aM

aN,

(e exata) cesx => u

au = seny + y
au ay

=x

seny

+y

senx

+ f(y)

==> --)

->

= x cosy

+ sen x + f

, (y)
2

= x cosy

+ sen x + y

> t' (y)
Logo u Então: d (x seny

=y

==="> f(y)
2

=L
2

=x

seny

+ y'senx +~ .

+y

sen x

+

~2)=

O,

I x seny + y senx + f = C I
Se a equação diferencial M (x, y)dx + N (x, y)dy = O não for exata, deveremos encontrar um fator chamado fator integrante, que introduzido na equação diferencial a torne exata. A seguir, alguns critérios que determinam o fator integrante:

aM aN --I Se ay N ax

= f(x)

função 'somente de x, então

eJ!(x)dx

é um fator de
= O, não exata.

integração da equação diferencial M (x, y)dx é1Jl aN a y M-- a x _

+N

(x, y)dy

2

Se ----

- g (y), então ef g(y)dy é um fator de integração da refe-

rida equação. 3 Se M (x, y) dx

+

N (x, y) dy

=

O for homogênea e Mx

+

Ny

=f=

O, então

Mx ~ Ny será um fator de integração.

Exemplos: E1 A equação diferencial x dy - y dx = O não é exata pois M(x,y) N(x,y) àM
= -y

àM > ày =-1 àM àN onde =1=ày àx

= x ===> àN = 1

àx

'1 Mas ày N àx - - 1 - 1 = - -2 (f unçao so (e x ) entao:

---

àN

x

x

-2 1 F.1.= ef - 2 IX dX = e- 2 Qn X = e l2n X = x - 2 =_

x2
Logo, se multiplicarmos a equação diferencial dada por~, rencial tornar-se-á exata. De fato: _xd_y __y dx_·= 0====·> 1- dy _ -y dx = O. x2 x2 X x2 M(x,y)=-1 x Y àM >-=-1

x

a equação dife·

x
=-=>

2

ày

x2

N(x,y) àM onde ày

-

àN 1 =-àx x2

=

àN àx' portanto, exata.

E2

2xy Qnydx M(x,y)

+

(x2

+ y2

y'y2

+

l)dy

= O

= =

2xyQny x2

=>
---

àM

ày = 2x

+

2xQny

N (x, y)

+ Y 2 y' Y 2 +

àN 1 =--=-=> àx

=

2x

=> àM àY

àM -/- àN (_' ) ày T àx nao e exata àN àx _ 2 x

--M

-

+

2

2 x Qny - 2 x

xy

Q

ny

-.1 (funçao 'y

so

'd

ey .

)

f.I.

=

e-

J lIY dy

=

e-2ny

_

1
y

Multiplicando-se

a equação diferencial dada por

1.., y

ela tornar-se-á exat~.

(2XYy2ny)dx
=>

+

(Xl + yl fY'
+

+

1

)dY
2x

= O =>

2 x Qnydx

(;2 +
->
..jy2
~--

y

.J y2
-a y

+

1) dy
y

=

O
==>

M(x,y)

= 2xQny

aM

=-

aM
ay

N(x,y)

=-y

x2

+Y

+
O

1 =>

aN 2x - =-

aN ax

ax

y

E3

(x2 - 3xy)dx M(x,y)

+
x2
-

(y2 + x2)dy

=

= =

3xy =='> -

aM

ay =
2x

-3x

N(x,y)

y2

+ x2

~>

aN

ax = .)

-->

aM -r- aN (-' ay ax nao
-J-

e exata

Mas esta equação diferencial é homogênea pois:
2 dy _ 3 xy - x _ dx - -y2 + x2 - (-;

3(L) X

t+

1
_

F(L)
x

1 -

Mx

+ Ny =

(x2 - 3xy)x = x3 _ 3 x2y

+

(y2

+ x2)y

=

+ y3 + x2y

= x'"

+

y'" - 2 x2y =1= O

F.I. =

1 x3

+ y3

2

- 2x y

xy Es' (x2 + y2 + (x2 x) dx +y dy =O + ydy = = -(xdx + y2)dx + xdx O => => => (x2 + y2)dx dx = _ xdx + ydy) => + ydy =--=> x2 + y2 => I dx = .dx. também será constante. x cuja solução geral é QnL = c.. Se Qn L é a constante C. y) - _ X 3 X2 .3xy +y y2 3 ..3X2y2 2x y) N(x. x. a razãoL= eC x x = K.descobrir um fator integrante conforme exemplos a seguir: Como sabemos d (Qn y) \: x = dy . 1. Logo y = Kx.3 X2y2 --3--3---2-- .y dx = O pode ser multiplicada por xdy xy dy y _ydx xy dx l.M (x.2x y onde -=-. -a-= x aN _ x4 x + 6 xy3 .2x y x2 2 2 ====> -a - aM Y _X4 = --3 (x --3---2--2- + 6Xy3 +y +y . a equação diferencial x dy - y x .d {2" Qn(x2 + y2) " J .y) I = + 3 X 3' +y . Assim. Neste caso e um ator mtegrante.2x y ==>. aM ax aN ax Nota: Conhecendo-se a diferencial exata de uma certa função pode-se . f .resultando: xy =O ---=0 x ou d (QnL] = O.

: + P (x)y = º (x) . = P(x)dx . o segundo membro se tornará :x (uy). As equações lineares de I? ordem ou ordem superior são de grande importância. Então: u : + uP(x)y = uQ(x) Impondo-se a condição. etc. Determinação da solução geral Encontremos a função u = u (x) tal que se multiplicarmos a equação dife- rencial por u. u : + uP(x)y = :x (uy) tem-se: dy . r C ® .+ uP(x)y = u + Y -dx dx dx du du onde uP(x) = dx ou -:ç.ão aplicadas. Mas:X (uy) de integração pois a mesma será absorvida pela cons---> d(uy) = uQ(x) = uQ(x)dx + e por integração obtemos: uy = "' I uQ(x)dx . na resolução de problemas de eletricidade. química. é chamada equação diferencial de I? ordem linear. biologia. dy du u . mecânica. e aSSIm: Qnu = f P(x)dx Iu = eIP(x)dx I CD (não somamos constante tante fInal). pois s.

conforme @ = + temos:· (x + 2)y j (O (x + 2)cosxcix + C --> => (x 2)y = = J x cosx cix + 2 J + cosx dx + C C > .X+2) = X + 2 Assim. + 2xy cix cix dy = 2xe-x 2 cix :-.f x cosx cix = x senx .Usando e obtemos a súlução de primeira ordem e primeiro gi·a'. CD ® geral da equação diferencial linear Achar a solução a seguir: a) - geral das equações diferenciais de pl imeira ordem linear dy cix + ---x+2 I 1 Y = cosx b)dy + 2xycix = 2xe-x 2 dx dy a) cix + x + 1 2 Y = cos x P(x) Usando u = ef x + 1 2 CD = [1/(. Temos: + 2xy = 2xe-x 2x 2xex2 l u r P (x) = Q (x) = = ef2Xdx = ex2 . > [(x + 2)y xsenx + + cosx + 2senx + Observação: b) dy .l.x+2)ldx = e2n (. cosx C (Voi. I) .

2y =y2 dx y2 dz 2 3 2 --y = x dx x x dz x3 I ~ .2y =dx y2 ---y=dx 3x dy 2 x2 3y2 dy 2 ---y=-xy dx 3x 1 3 2-2 Assim: z = _1_ = y3 ====> _dz = 3y2 _dy y-2-1 dx dx dy dx 1 dz = 3y2 dx Substituindo na equação diferencial dada tem-se: -.~ z = X'! (equação diferencial 1~ ordem linear) ..Como uy = f uQ (x) dx + C @ vem: É toda equação que assume a forma dy dx + P (x)y = ynQ (x) onde n =1= O e 1. Esta equação se reduz à linear fazendo a transformação z = _1_ yn-l Exemplo: Resolver a equação de Bemoulli: dy x3 3x.

Então.. a2. sua solução geral é dada por: + + C2er2x + C3er3x + .. a I.. + Cnernx = y rz =1= r3 =1= ••• =1= rn• Então..CX2 X2 = y3 x + C --> = X3 + ou I = X3 + ex2 I 10... a equação (1) pode ser escrita como: equação característica A •••••• I ri =1= r2 =1= r3 =1= ••• y = Clerlx II a) ri =1= rn.. Mostra-se que.. sua solução geral é dada por: = Cle'lx Czxe'zx + C3e'3X + .@1-Z=f_1X2dx+C X2 X2 ==> Z > . Z= D2y. . an são constantes. . é chamado operador D que atue sobre y. dizem-se equações diferenciais lineares homogêneas com coeficientes constantes. + anY = O onde ao =1= O. em geral. transformando + .!. + Cne'nx .. ..3....6 - EQUAÇÕES DI FERENCIAIS LINEARES COEFICIENTES CONSTANTES HOMOGÊNEAS COM Todas as equações da forma: ao dny dxn + ai dn-Iy dxn- I + a2 dn-2y 2 dxn- + .. +an)y = O :x . . Podemos usar a seguinte notação : (1) em: (aoDn +aIDn-1 onde D = +a2Dn-2 = Dy..

y dy dx 8y= O Solução: Podemos escrever a equação dada sob a forma (3 D ou 3 1.e4x pois r1 = ~ =1= r1. Então: y = C1emx III C1. - 14 D + 8) y = O 4)y = O 0..xemx + C3x1. Então. E3 = O cuja solução geral é dada por y = C1e + C1.emx Se os coeficientes de (1) forem reais e a .. dx dx Solução: Podemos escrever a equação dada na forma (D2 ..4D d y dy ou (D . cuja solução geral é dada por y= C1e(2/3)X + c1.y r1 = r2 = 2.b) r1 = r1. = 4. dx d1.bi também o será..xe 2X + 4)y = 2X O pois Resolver a equação diferencial linear homogênea d y _ 2 dy dx2 dx 2 + 5y = O Solução: Podemos escrever a equação dada na forma (D2 - 2D + 5) y = O cujas raízes são (1 ± 2 i) e sua solução geral é y = eX (C1 cos 2x + C2 sen 2x) pois a = 1 e b = 2. . = eox (C1 cosbx + C2 senbx) Exemplos: E1 Resolver a equação diferencial linear homogênea: 3--14-+ 1.2)1.~1(D1. = + rn = m. = r3 = . + Cnxn-1emx se a + bi for uma raiz complexa. --4-+4y=O 1. a solução geral para n = 2 é: y + .

. + Ao) + eax cos ax(Bnxn = Anxn ••• ......10. An-1. em análise através da identificação dos respectivos coeficientes.3.. levando-se a suposta solução particular na equação diferencial. Estas são calculadas em seguida. + . + Ao = eax (Anxn + An_1xn-1 + . a menos de constantes arbitrárias multiplicativas. Resolver as equações diferenciais seguintes: d"y -.. + Ao) = eox sen ax(Atxn + . Este método é aplicado supondo conhecida a forma da solução particular yp. Formas gerais de yp: CD Yp @ Yp ® yp + An_1xn-1 + . Exemplos: Ao são coeficientes a determinar.dy . + Bo) onde An.2y = 5x " dx" dx A equação dada tem solução homogênea: Yh = Cte-X A forma de yp + C2e"x deverá ser: Y = A2x" + A IX + Ao ./ - EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES NÃO HOMOGÊNEAS DE SEGUNDA ORDEM COM COEFICIENTES CONSTANTES É toda equação da forma: d"y ao dx" + aI dy dx + ai)J = F(x) 19 MÉTODO DOS COEFlaENTES INDETERMINADOS A solução de uma equação diferencia1linear é dada por Y = Yh + Yp onde Yh é a solução homogênea e Yp é uma solução particular.

.: e Y na equação diferencial obtemos: .B)eX cosx dx + (A .AI .A I . : = Aex cosx + Bex cosx + Aex senx . a solução geral da equação diferencial deve ser: v--_/ Yh '"-----v.2(A2x2 + A1x + Ao) = 5x2 (2A2 + 2AI)x + (2A2 .Bex senx + Bex cosx I t = (A + (A B)eX senx + (A + B)eX cosx I senx . Yp = - 5 5 2" x 2 + 2" x - 15 4" e.2Ao) = 5 x2 Assim: (-2A2=5 ~-(2A2+2Al)=O 2 .(A d2 ~ = (A .5 _'J_ dx2 dx + 6y = eX sen x Esta equação tem solução geral Yh = C1e2X tem a forma geral: + C2e3X• A solução particular Yp = Aex senx Então.B)eX + B)eX senx + + B)eX cosx Substituindo Z. portanto.2A2x2 + Al) .----/ Yp d2y.Substituamos Y. d1J -' . :' Z na equação diferencial dada 2A2 ou - (2A2x - .2Ao = O l2A > d'de~ ~~ ~ logo.

. =O = F(x) Exemplo: Resolver a equação diferencial linear: d y _ dy _ 2 Y dx2 dx 2 = 3 e3X Solução: Esta equação diferencial tem Yh = C1 e-x + C2 e2X Y2 • Resolvendo o sistema de equações lineares. Uma solução particular para esta equação diferencial tem a forma: Yp = VtYI + V2Y2 onde VI e ~ineares: V2 são funções de x determinadas resolvendo-se o sistema de equações V. a solução geral da equação diferencial deve ser: 2X Y = C1e + C2e3X + 1 10 eX senx + 3 10 eX cosx 29 VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS Este método é mais geral do que o anterior.Y2 + v.-2Bex senx + 2Aex cosx .B)eX senx + eX senx + ou (A (A + B)eX cosx] + 6 (AeX senx + Bex cosx) = + 3B)eX senx + (B . Yl . pois não é necessário supormos conhecida a forma de Yp.5 [(A . portanto.3A)eX senx A + 3 B = 1 ===> { B . a solução homogênea de uma equação diferencial linear de segunda ordem é dada por Yh = C1YI (x) + C2Y2 (x). daremos o método apenas para as equações diferenciais lineares de segunda ordem.'l { v~~ + V. Método: Como. podendo ser aplicado a todas as equações diferenciais lineares. vimos.Y. Yp = 1 10 e senx x 3 + 10 e cosx e.3A = O IA x I 10 I e IB :6J logo. Aqui.

perda de rádio etc. -x = _ e3X V. 1.4 . .'. tais como: queda de luminosidade de uma lâmpada quando se desliga a corrente. resfriamento de um termômetro. Daremos a seguir algumas de suas aplicações. Não somamos constante de integração pelo fato de que estamos interessados apenas na solução particular. Substituindo @ em Q).1.- e4X VI 1 = . conhecidos como decréscimo exponencial.APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DI FERENCIAIS LINEARES As equações diferenciais lineares possuem um campo vasto de aplicações. vem: Vle . A reta x = K representa onde tais sistemas se equilibram. 2) ilustram fenômenos muito comuns. Equação Diferencial Linear de 1~ Ordem Supondo t (tempo) variável independente temos: I a~+x =F(t) I ~ Se F (t) = K (constante).-e 4X 4 e assim: 10. a solução geral é dada por x = K + Ce-tla• As curvas desta solução (Fig.

Se a <O. etc. Equação Diferencial Linear de 2~ Ordem 2. + Fa + F (t) tem-se: .1 ~ Aplicação à Mecânica Conforme figura temos: Fr Fa =- K2x (força de restauração) 2c dx (força de atrito) (C> O) td = . o crescimento de dinheiro a juros compostos. as soluções crescerão em valor absoluto quando o tempo crescer. Isto acontece também em inúmeros problemas práticos: o crescimento de população.. 2.2c V = - Segundo lei de Newton a força resultante do sistema é dada por F R = ma = d2x = m dt2 e como FR = F. o crescimento de bactérias.

d2x m - 2 = -2c dt

- 2- K x dt

dx_

+ F(t)

2.2. Aplicação a Circuitos Elétricos Simples

Em um circuito fechado (Fig. 3) a soma das quedas de tensão que ocorrem nos elementos que o formam é igual à força eletromatriz E que o alimenta.

Fig.3.

As quedas de tensão são dadas por:

R • i queda num resistor de resistência R ohms L ddi queda numa bobina de .indutância L henries t

'2 queda num condensador
Assim L ~~ + R • i

de capacidade C farads

+ ~ = E (t)

CD
2

"d dq d ConSl eremos R , C e L cons t antes e como -d = I" e -2q = di a expressao dt

CD fica:
L dq dt2
Derivando
2

t

dt

+ R dq +iL= E(t)@I
dt C

CD temos:
L di dt2
2

+ R di + ~ = E' (t)
dt C

@)

As equações diferenciais

@

e

@

determinam

respectivamente

q -

= q (t)

e i = i (t).

10.5 - APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS À BIOLOGIA
A matemática e principalmente as equações diferenciais muito contribuem na compreensão dos fenômenos biológicos. Acreditamos que, com o desenvolvimento' das pesquisas científicas e tecnológicas, esta contribuição será ainda bem maior. Os modelos matemáticos a seguir são bem elementares e valem somente com certas restrições, pois, caso contrário surgiriam dificuldades que fogem do âmbito deste livro. 1. Modelo para crescimento de células Seja mo a massa inicial de uma célula e m (t) a massa num instante . '1 ' . qu alquer. Se a taxa de crescunento dm d a ce u 1a e proporclon al' a sua massa a dt cada instante, tem-se:

I dm dt
_~m_t Km ==> =

Km

I

onde K é uma constante positiva de proporcionalidade. Resolvendo esta equação diferencial temos:

-a;- = Kdt
Kt

-->

f
=

d:

=

f

Kdt

+

C1 ==>

====>Qnm

=

+

C1 ====>m

eKt+C1 ====>

Mas para t

= =

O --> m

=

mo e assim: C

mo
e portanto

CeK-o====">

=

mo

[ m = moeKt

I (crescimento

exponencial)

Observação: É claro que após certo tempo o crescimento se limitará, pois a célula se divide.

2. Modelo para nascimento e morte
Seja N = N (t) o número de indivíduos de uma população animal ou vegetal. Esta função N (t) assume somente valores inteiros não sendo, por isso contínua. Porém se tomarmos a população com número de indivíduos suficientemente grande N (t) pode ser tomada como contínua e diferenciável. Em um intervalo de tempo 6. t temos: 'Tamanho da população _ tamanho da população existente de nascimentos tamanho da população de mortes

6.N 6.t

=

DoP _ DoQ 6.t Dot

" DoN I" 6.P I1m-=lmDot /::,.t-+o Dot /::"t-+o
dN

. DoQ -11m
/::,.t-+o

Dot

dt

=

dP _dQ

dt

dt

CD

(onde P(t) e Q(t) são consideradas contínuas e diferenciáveis). Concluímos que a taxa de variação da população é igual à taxa de nascimentos menos a taxa de morte. Supondo que as taxas de nascimento e morte são proporcionais ao número de indivíduos N (t) temos:

onde K 1 e K2 são constantes de propOicionalidade. Substituindo estes valores em

CD tem-se:

I~

= (K1

-

Kz)N

I

se K1

>K

2

a população cresce

se K 1 = K2 a população permanece constante se K 1 < K2 a população diminui Este modelo se chama não-estocástico pois não leva em consideração flutuações aleatórias. 3. Modelo de crescimento sazonal A equação diferencial :

=

rN(t) cos t, onde r

> O, pode

ser interpretado
é alterna-

como um modelo de crescimento sazonal. Quando t cresce, a taxa : damente positiva e negativa e conseqüentemente a população N(t) decresce. Isto pode acontecer, por exemplo, na alimentação. Resolução desta equação diferencial

cresce e

:

=

rN(t) cos t (equação diferencial linear de Iª, ordem em N)

dN dt - r costN(t)

=

O

e-rrent N(t) para t

=

C => N(t)

=

Cerrent

=

O

> N(O)

I

=

C e portanto

I

I N(t)

=

N(O)errent

I

••••
I

apresenta:

f ,.

maXImo em .2'
37T

,.

7T

T'
77T

57T

97T

.2 ....
117T

l

mll1lmO em

2' 2' ~ ....,

Neste modelo a população oscila entre N(O)e-r e N(O)er com período 2Ti'. Os tempos t = O. 27T, 47T .•.• podem ser interpretados como pontos médios das estações de maior disponibilidade de alimentos (verão) e t = 7T. 3 7T. 511 •... pontos médios das estações de maior carência de alimentos (inverno). O comprimento do ano é 27T unidades de h'mpo.
4. Alimen fação de glicose illfrarenosa

A infusão de glicosc no sangue é uma importante técnica médica. Se a infusão da glicosc é fcita a uma taxa constante K gramas por minuto e sendo Q(t) a quantidade dc glicosc no sangue do paciente no instante t tem-se:

r--.-····.---3
I dQ
!

L .... _ __ ..
onde a glicose é convertida e removida do sangue à taxa proporcional de glicose presente c a. uma constante positiva.
Resolução:

c/t

=

K - aQ . à quantidade

. -'."C:"_7.>

Q (t) = l\. + Ce-ar
a

r-n(o) = l\. :.:: a

+ (' ..-,-....> - . __

I

('

- Q(O) -

l\. QU) = -;

+

r

lQ(O)

.- - e a

--l\.-] '--:l
I

I
I

Com t crescendo

Q (t) se aproxima

d~ -

/\.

a

(ponto

de equil íbrio da glicose

no sangue) pois [ Q (O) - ~ ] e-ar se aproxima 5. Modelo para propagação de infecção

de zero.

Consideremos uma população de indivíduos igüalmente suscetlvels. Nesta. popuiação introduzimos um indivíduo infectante. Através do contato a doença se espalhará lentamente no início e depoIs o processo se acelerará até sc nivelar o númerO de indivíduos suscetíveis e infectantes. Considerando que o indivíduo infectante assim permaneccrá durante o processo c nenhum indivíduo será removido tem-se:

onde j = 1(t) é o número de indivíduos infectados. víduos suscetíveis e 11 o tamanho da população. Supondo I (t) e S (t) cont ínuas. diferenciáveis

S

=--=

S (I) o número de india
j

c dI proporcional c/r

dI = KIS (K é constante dt
Como I

positiva)

+

S =

11

+

1, d/I = K1(n
((

+
de variáveis separáveis)

~~~~~~~~-

~ dI

J
(A

(equação diferencial

CD

Resolução:

___
J (1-

l.__ _
II --

=

1)

_A 1

+ __
1-

B
11 -

_ A (1__ Jl 1(1 (-11 .-

-

1)
11 -

+ BI
1)

_
-

= -

-------,-----

+ B)I +

I)A

I(1-n-l)

A +B

=

O :=---=--'> IL- =.. A _ B -. I
=

(-n - l)A

I ==>

IA
I

=
__

-

111+
L.---

1

1

I

1 1 (I -11 -

1)
=

___ 1_ 1 (11 + 1)

+

1 (1 - n - 1)(11

+

1)

(1 - }~--

1 - ~)

(11 ~

l~

podemos escrever a equação CD sob a forma n + 1 1.1 + :e-ÀBt onde y = y (t) é o número de indivíduos em uma população no instante t.Desse modo.n . n + 1 Qn ( 1 ( Qn (1.1) .n . O) e finalmente diminui.1 1 = e-K(n+l)t+C2 n + 1 1 = 1 + Ce-K (n+ I) t n+1 Ce-K(n+l)t 1= 1 Como para t 1 + O = > 1 (O) > = 1 tem-se: = ~~ ~ I C = n ·1 1= 1 + n+1 ne-K(n+ 1) t o processo de infecção começa lentamente. Achemos o ponto de inflexâo.Qn 1] = .Kt + C1 1. é mais rápido no ponto de = inflexão da curva (~:. .~ .n .1- J f] f = -Kdt + C.n 1 1) = - K (n + 1) t + C2 1. Este processo da propagação como y = da infecção segue a lei chamada logística a qual é conhecida .1 - 1 (1 T dI 1) = .K dt n ~ 1 [f I .

f)] n + 1 . dI Como dt = Kl (n + 1 .f) -dI ] I dt dt K ~ [-I + (n + I . Modelo de espécies competitivas Sejam x (t) e y (t) populações sistema linear homogêneo =n .21 = O I=n+l 2 = O Concluímos então que o processo de infecção é mais rápido quando I 6.-dI) + (n + 1 .f) tem-se: -d I = 2 dt 2 K [( . O dy = mx dt + ny@I descreve a influência de populações de duas espécies competitivas em seu crescimento. 1 de espécies em um mesmo ambiente. Resolução deste sistema linear d x = a dx 2 + b dy => dt2 --> dt -2 dt dt d2x = a- dx dt + b (mx + ny) .n+l 2 .

conforme as raízes da sua equação característica sejam reais e distintas.4 (4X . Exemplo: Dado o sistema linear homogêneo.:) ~ y d2x _ 8 dx dt2 dt + 15 x = O (equaç~o diferencial linear de 2éJ ordem homogenea) Sua equação característica possui raízes 3 e 5 (ver seção 10.3. reais e iguai~ ou imaginárias. encontrar a população de ambas espécies nos tempos futuros onde x (O) = 200 e y (O) = 400 dx CD para dt = 4x . Vejamos um exemplo para melhor compreensão.dt = 4 dt .x + 4 y) > -> ~:: 4 : = +x .ax ] - d2x dt2 = a- dx dt + bmx + n ..y \V tí' d.x = adt2 dt - ) + bmx + bn [-1 (dx .6 deste capítulo). ordem homogênea) Conforme vimos neste capítulo.dx + (an-mx= dx d2x --a (+) dt2 dt O (equação diferencial linear de 2:i}. Após termos encontrado x (t).(. Assim.Mas conforme 2 CD y = ~ (: - ax) e assim b dt d dx . De = -x + 4y ® dx CD vem d2x dx dy dt2 = 4 dt . a substituimos em encontrar y (t). sua solução geral é dada por . esta equação diferencial apresenta solução.anx dt b) n.

dt tem-se yJt) = 4 C1e3t dx + 4 C2est . se findará quando t = 0.549 unidade de tempo. Resolva os problemas propostos de PP22 a PP2S• . C2 -> IC 1 = 300 I = I C2 = + -100 C1·- A solução geral fica x (t) = 300e3t 100est Y (t) = 300e3t 100est A primeira espécie se findará quando x (t) = O ou 300 e3t - 100 est = O ou 3 . após a extinção da primeira espécie. isto é.3 C1e3t .e2t = O ou e2t = 3 ou t = Q~ 3 :::: 0.549.549 e y (to) = 300e3to + 100esto dá o desenvolvimento da 2~ espécie. Após este instante a segunda espécie y (t) continuará crescendo de acordo com a equação seguir: dy dt @ tendo x (t) = O ou seja d. Y (t) = Y (to) tem-se y (to) = Ce4to onde C =y (to)e-4to e assim y (t) = y (to) e-4toe4t ou I y (t) = Y (to)e4U-tO) I (solução geral) Esta solução com to '" 0.5 C2est = C1e3l - ou Como x (O) I y (t) = 200 e y (O) C2est = 400 tem-se 200 = C 1 { 400 + C.Como y (t) = 4x . = 4 y cuja solução damos a = 4y -> dy y = 4dt =--=-_-_> Qny = 4t + C1 ====> Y = Ce4t Como para t = to.

eX 10 + cosx) X = = = (.y2 = d:x 2 + 9 C2e3X sen x 2 - senx - 5 eX 1 cosx + 5e + x cos x 3 1 "5 e x senx + 5 e x cosx 4C1e2X 9 C2e3X - Substituindo na equação diferencial tem-se: 3 19 membro = (4C1e2X + 9C2e3X -Sexsenx . = cosx => dy = cosxd:x .10 e sen x dy = 2 C1e2X d:x + 3 x 10 e cos x eX cosx + 3 C e3X + 2 255 2 5e X _1.. d:x equaçao di&' lerenCla 1 d y 2 2 - 5 dy d:x + 6Y = e x senx..eX senx) senx + + (6 C e2X 1 6 C e3X + ~ eX 10 + .!.ª.(lOC1e2X 1 +Sexcosx)- + + + 15 C2e3X 2 + 2ex cosx .. Temos: : = 2 C1e2X + 3 C2e3X + /0 eX cosx + 110 eX senx - 3 x .~ + 1 to) e X sen x + (~ - 2 1~) e cos x PR2 Ache uma solução particular zendo à condição inicial y Solução: dy d:x da equação diferencial : 2 para x = cosx satisfa- = = . e X senx d7 d:x2 = 4 C1e2X 1 .5" ex d -.

.~ = 2 satisfazendo às condições de fronteira y = 1 para x = O e y = 3 para x = 2.x + 1 I O + Y x2)dy - 2x(1 + eY)dx = Separando as variáveis temos: e 1 dy _ eY 1 2x dx _ O x 2 + + . Solução: -~-~ = 2 ===> :x (:) = 2 para y = 1 e x = O ====> I C2.2 = sen - 1r 2 + C 2=1+C==>IC=11 I PR3 y = 1 + senx I dx A-ehe uma solução particular da equação diferencial d2. 1 = para y I 1 -->" ~ -1 = 3 e x = 2 => 3 = 4 + 2 C1 + I Iy a) eY (1 = x2.

f J dO + eY) 1 _ _2_X_2 dx = C1 1+x Jd(l 1 + x2) = C 1 + eY + X2 Qn 1 + e 1 + x2 Y = C 1 1 + eY --=C 1 + x2 b) X2(y2 + 2 l)dx + 2y .Jx3 + 3 dy 2y dy = O = O .J x3 + 3 x dx + y2 + 1 ~#+3 ou + Qn(y2+ 1)=C1 Qn (y2 8 dx x3 + 3 + + 1)3 = C I PRs Resolva as equações diferenciais de 1~ ordem homogêneas: a) x dy = y + .J y2 .x2 .

.ydy_ xcix O dy = ycos- cix y y .jv~v_ 1 -> ~nx f ~ f .cos- y y .) do 29 membro por x) .J V2 - 1 = Cx =---~-> + ....J y2 .senx x cosL x rj'\ (dividiu-se todos os termos \.x2 = CX2 ==~> Cy = C2X2 2 + 1 b) (x sen y .!:.ycosx x + xcos.JV2 1 x 1) + C1 -> - v + JV2 > ~n ----=> v => Y = C2 > + .y cos y) cix x x + x cos L dy = x O xsen- y y .jv~v_ = - 1 +C. >y = vx > dy = v cix + x dv ====> >lt=v+x~I® Igualando CD com @ tem-se: 1= v v + J V2 - +x > : => ~ .--> = ~n(v + .xsenx x xcosL x y dy = x dx .L= v X .

3x2y + ['(y) .y2)dy = O é exata pois: Esta equação diferencial M(x.f > Qnx cotgvdv -Qnsenv + C1 ---> + C1 ====> Qn(xse~v) = C1--> = PR6 Resolva a equação diferencial (x3 - 3 xy2 + 2)dx .y) = x3 ax => 4 3xy2 2.(3x2y .y) = x 3 - 3xy2 +2 ===='> aM > ay = -6xy = -3x2y + y2 - aN + ==> [[]] aM ax = ay = aN -6xy em relação a x ax au = M(x.Como vemos é homogênea Fazendo a transformação pois : = F~~).3-y2 2 + 2x + f(y) ===> au -a y = .y) N(x.. Integrando ==> x4 x2 u =. @ Substituindo @ em CD e igualando + x _dv_ dx a @ tem-se: _v _co_s_v_-_s_e_n_v v = cosv sen v ---=xcosv dv dx x dx = -cotgvdv f~=.

= e-Idy/y = e-2ny _ 1 y Se multiplicarmos a equação 1 dada por .Mas ~~ = N(x.2x 2xyQny =y 1 F.ãX M aM aN 2x = + 2x Qny .ela y 2x~nyd< +(~2 + y Vy2 + l)dY = O .Jy2 + 1 ==> ) _aN_ 2x = ax => aM =1= aN (-' ay ax nao e exata ay .y) + y2 . Logo 4 ====> d(_x_ _ 423 i X2y2 + 2x + y3) = O PR7 Resolva a equação diferencial: 2xy Qnydx M (x. y) então -3x2y 3 + t' (y) = -3x2y + y2 ou t' (y) = y2 e assim f(y) = ~ .I. y) + (x2 + y2 V y2 aM + l)dy = O = = 2xy Qny ==> x2 ay = 2x (1 + Qny) ====> N(x.

y2 + > t(y) onde u (x.> exata) => 2~ y ax = =------> - aN. y) =aM Y aN + Y .Jy2 + 1 y y ====> t' (y) => = y ..Jy2 + 1 = x2 Qny + t (y2· + 1) .Jy2 + 1 e como du = O I x Rny 2 +t(y2 + 1) y'y2+ 1 = C I a) (x + l)dy - (2y + (x + 1)4]dx = O Multiplicando esta equação toda por (x + 11)dx tem-se: dy _ [ 2y + (x + dx _"/ ...y) a ax = 2xQny => u = x2Qny + t(y) => au =y + ['(y) x2 >ay = N(x. y) = ~ (y2 + 1) . = -ax (e ay u(x..+ ['(y) =..-dl) x+1 2 1)4] = O + 1)3 ou dx x + 1 Y = (x .y2 + 1 > 1 dy ===> t(y) = J y .M(x..+ Y .Jy2 + 1 ===.y) = 2xQny x2 => --- aM -a· = Y 2Y x N (x.y) --> > x2 x2 ===> .

y) x2 -y +Y .vy2+1 => f(y) = f y J y2 + 1 dy ===> onde u (x.T (x x+1 + 1)4] = O + 1)3 ou d1J 2 x dx + Y 1 = (x .J y2 + > 1 -> >['(y)=y. y) = x2 Qny + t (y2' + 1) J y2 + 1 e como du = O I x2 Rny PRs + t (y2 + I) -fy2 + I = C I Resolver as equações diferenciais de 1~ ordem linear: a) (x + l)dy - (2y + (x + 1)4]dx = O Multiplicando esta equação toda por (x + 11)dx tem-se: dy _ [ 2y + dx _'.y) = = aM ay 2xQny => aM -a· = Y x 2Y N (x. = -ax (e exata) ax u(x.y) a = 2xQny I => (y) u = x2Qny + f(y) => > > au = y + f x2 ay x2 Y = N (x.M(x. y) ===> __ + t' (y) =- x2 Y +Y .J y2 --- + 1 ==='> aN = ax => 2~ y =------> - aN.

(xy I = O + y2)dx + 2y + y3)dy Esta equação diferencial é linear considerando Multiplicando-a por (2 dx _ (xy dy x como função de y.. R. A equação dada pode ser escrita assim: . E são constantes e i = O para t = O.J 2 x+ y2 ou 1 x_r= J J 2 1+ y2 Y d+C Y + y2 + C ou J2 I L di dt x = 2 + y2 + C .J 2 + y2 .2 + y2 x dx y =Y I e como ux = f uQ(y)dy + C resulta .x ! 11 u Q (x) = (x + 1)3 ==="> = e-2! dx/(x +1) = e-22n(x + 1) = (x + 1)2 1 (x 11)2 y = f (X 11)' (x 2 + 1)3 + C -> dx __ b) (2 > I ---=-+X+C Y (X + 1)2 X2 .j 2 +y2 +R •i = E sen 2 t onde L.P(X) ... +Y 12 )dy tem-se: + 2 2 y + y3) + y2 = O ou I di .

R E -di + . Assim: O = R2 C= + E 4 L 2 [R sen (2 • O) .2 cos 2 L R2 -+4 t) + C ou ' L2 i = R 2 + 4L E 2 (R sen2t .2L cos 2t + 2Le-Rt/L) ddxY + 1.2 L cos (2 • O)] + C 2EL R2 + 4L2 i = R 2 + 4L E 2 (R sen 2t .2L cos 2t) + Ce-Rt/L A constante C pode aqui ser determinada pois é dada uma condição inicial i = O para t = O.y x = y2 Qn (equação de Bernoulli) x .i = .sen 2 t dt L L P(t) = ~ => E Q (t) = T sen 2 t U = e fP(t)dt = ef(R/L)dt = eRt/L e como u • i = f f u Q(t)dt + C temos: eRt/Li = E L e Rt/L 1 sen 2 tdt +C > eR t/L i = e R t/L ( R sen 2t .

1 dy dy -.2XD . 235 ~ !.l x Q(x) =-- Ver resolução Volume I.. dy + _1 = y2 dx xy Qnx x CD Fazendo a transformação z =.J.3)y = O . pág.!.--------> dx y2 dx dx e Iassim CD fica dZ) +..l temos: y = .= x f Qnx dx x2 + C 1 ou I Y = I + ex + Qnx I l í Utilizando (D3 - O operador D podemos escrever a equação dada na forma 4 D2 + D + 6) y = O ou (D + l)(D ..z dx x Qnx _1 (_y2 = Qnx ou y2 \ x dz 1 ---z=--dx x P(x) = -- x 1 x Qnx x =====> u = ef(-lIx)dx =.y 2 -dz dx dz .

Pergunta-se: . Logo. .3 e 3. I y = C 1eX + C2 cos 3 x + C3 sen 3 x I PR1S Uma barra de metal à temperatura de 60°C foi colocada em uma sala com temperatura constante e igual a 5°C.8) y = O é 2. Após 10 minutos mediu-se a temperatura da barra acusando 40°C. Como as raízes são distintas.9) y = O (D .D2 + 9 D . Iy = C1e- 3X C~e3X + c3éx + C4xe 2X PR 13 Resolva a equação diferencial (D3 - 6 D2 + 12 D . temos: Iy d:x4 d:x3 = C1e- x + C2e 2X + C3e3X I O PR12 Resolver a equação diferencial 4 3 2 . C2xe 2X A raiz da equação característica I y= dy _ dy dx3 d:x2 3 2 C1e 2X + + C3x2e2X I PR14 Resolva a equação diferencial: + 9 dy _ 9 y dx = O Solução: (D3 .d y _ 4 d y _ 5 d y + 36 dy _ 36 d:x Y d:x2 = Esta equação pode ser escrita na forma: (D4 ou - 4D3 - 5 D2 + 36D .3)(D + + As raízes da equação característica são: 2 (raiz dupla). 2 e 3.1.36)y 3)y = O = O (D .2)2(D .1)(D2 + 9)y = O As raízes da equação característica são 1 e ± 3 i.As raízes da equação característica são . Logo. Logo. porém com multiplicidade 3.

60°C.\ t == 53 minutos I . T a) para T 60 para t 40 + Ce-Kt I = = 5 + Ce-Kt.a) qual o tempo necessário para a barra chegar à temperatura b) qual a temperatura da barra após 22 minutos? Solução: A lei de Newton para variação da temperatura diz: de 10°C? "a taxa de variação de temperatura de um corpo é proporcional à diferença de temperatura entre o corpo e o meio ambiente".0451t = 55 e-1oK = 0.Tm) > O e K é uma constante de proporcionalidade.045lt • + 55 e-O. t 5 = O segue-se que ==> = = + Ce-K•o IC= 35 55° I => K 10 minutos.0451 Quando T = 100e tem-se: ====>. T 5 = 40° C onde = = e assim T 10 5 + 55 e-lOK ====> = 5 + 55 e-O. positiva. A expressão ® pode ser escrita assim: I dT +KT=KT . dt m T = Tm Assim. T a temperatura do corpo Tm a temperatura do meio ambiente ~~ a taxa de variação da temperatura do corpo onde (T . O sinal negativo na frente de K aparece a fim de tornar ~~ negativa· em um processo de resfriamento.

Após 20 anos sua população triplica e após 6 anos é de 80.0549 > e20K = 3 ====>_1K = ==> I > para t = 6 ====> 1'1 = 80. 0.000 = Noeo.T = 5 + 55 e-O. Assim. Solução: Seja 1'1 a população no instante t. b) A população após 50 anos. c) A posição do corpo após 3 segundos. . dN dt a taxa = KN --> dN 1'1 = K dt > > QnN = Kt + C 1 ====> I 1'1 = Ce K t I = C a) para t = O ====> 1'1 = No > I No 1-> 1'1 = Noe Kt para t = 20 ====> --> 1'1 = 31'10==>: 31'10 = Noe20K. Determine: a) A população inicial.000 80. No a população inicial e ~ populacional. b) Uma expressão para a posição do corpo no instante t.4°C I PR16 Uma certa cidade tem crescimento populacional a uma taxa proporcional ao número de habitantes existentes.0451 <22 ====> I T == 25.054906 ====> i No == 57.000 habitantes.548 habitantes I PR17 Um corpo de 64 Newtons de peso cai de uma altura de 400 metros com velocidade inicial de 5 m/sego Supondo a resistência do ar proporcional à velocidade do corpo e sabendo-se que a velocidade limite é de 140 m/seg determine: a) Uma expressão para a velocidade do corpo no instante t.

(F é a força resultante que atua sobre o corpo).4571 . é a velocidade limite do corpo para K >mg = 64N - = 64 => I m = 6.Solução: a) Consideremos a massa e a gravidade constantes. Conforme lei de Newton F = m c:.Kv e P = mg =-> => dv m dt = -Kv dv + Kv dt + . Assim: F = Fa + P e como Fa = ..53 kg I I Vi = 140 m/seg => "Jt = 140 ====>I K = 0. mg > dv dt ==">m - = mg => + Kv m __ g I v =~ onde Vi = ~ Para P + Ce- Kt1m I > O. Duas forças atuam no corpo: a força de atrito e a força peso.

+ -[ dt dt L E =-=> L => I· l = EL = li + Ce -Rt/L C I solução EL geral .o7t - 1.o7t I ou = v ---> dy dt = 140 .135 e-O. corpo no mstante t c) Após 3 segundos.928. Solução: E di di R.Para t = O => -->- V = 5 m/seg => 135.07°0 +C I . sendo a corrente inicial nula.07°3 - 1.PR 18 Um circuito RL tem força eletromatriz de· 10 volts. uma resistência de 5 n e indutância de 10 henrys. y = 140 t + 1. .7 metros. EL EL z=-R---R-e -Rt/L --> Iz.o7t dy = 140dt .928.57 onde y = 54. Como i = O para t O -> = - R e aSSIm . temos y = 140 o 3 + 1.928.57 e-O.57 e-O. --.928 57l expressão . = Ri + L -====>-.135e-o.928.da posição do ' _.928.o7tdt I para t = O -> y = 140 t + 1. = É:-R'L1 ( _ e-Rt/L) . 5 = 140 + C => C =- Logo a expressão procurada é: Iv= b) Como dy dt 140 .57 e-O. Determine a corrente no circuito no instante t = 3 segundos.135 e-o.57 e-O.o7t O = 140 o + O C I + y = O => + 1.

0471 a) para t = 12 horas tem-se: N = 80 e-O. Achar a equação da curva elástica e a deflexão máxima da viga sendo a carga w kg por unidade de comprimento. .7 horas I PR20 Uma viga horizont3.--> ===> ~ -0.5 -->.8 miligramas ====> 72. t = QnO.5 miligramas I e-O. a quantidade de material é de 80 miligramas e após duas horas perde-se 9% da massa original.047-12 -> I N = 45.80 = CeK-o ====>I C = 80 I I N = 72. Inicialmente.o47t = 0. b) O tempo necessário para que a massa inicial fique reduzida à metade (half-life ).5 Ampêres PR19 Uma certa substância radioativa diminui a uma taxa proporcional à quantidade presente.047 I t == 14. Determine: a) A massa restante após 12 horas.5 0.i = 10 ~ 10 (1 _ e-S-3IlO) => I i == 15.047t => ==:> -0.\ para t = O => Assim I N = 80e Kt = Ce Kr [ N = 80 ====>.l possui comprimento igual a 4 Q e está livremente suportada por suas extremidades.8 = 80 e2K => = para t = 2 h· .5 ====> b) para N = 8 0 = 40 miligramas tem-se: 2 40 = 80 e-O. I Solução: Seja N a quantidade de substância presente no instante t e como a substância diminui a uma taxa proporcional à quantidade presente tem-se: dN dt=KN dN >/i=Kdt>QnN=Kt+C1--> N ===-=>.047 ====> t = Qn 0.

x metros de P. b) Uma força. assim. 2 wQ. tem-se: = wl(21)2 _ w(21)3+ 6 C1--> -- = __ 8 3 w13 @ fica: . I® C1 Como no meio da viga x El' O e a 21 e : = O. de wx kg. x = 2w/x'- . Da mecânica temos: E = módulo da elasticidade do material da viga I = momento de inércia da seção transversal R = raio de curvatux:a da curva elástica. isto é.o y=o x=o - 1 --x2 ----1 y=o = x 2 wl R 41 As forças externas que agem no segmento OP são: a) A reação do apoio em O. no ponto P M = momento fletor em P Mas M = 2w/x . a x metros de P. admitida como concentrada no meio de OP e. orientada para baixo. a . wx2 e assim: Integrando CD temos: EI * = = wlx 2 ~ + C.wx . e igual à metade da carga.

-(1.fu (8lx (x 3 - x' . sendo que a. conforme ®' temos: w J4 -Ymáx =- 24EI(64t .x .x . está sujeita a uma carga uniformemente distribuída de w kg por unidade de comprimento. distante x unidades de O.y.wl x + C2 24 3 w 4 8 3 e a expressão EI y ® wl 3 fica: = 3" x . deflexão máxima ocorre no meio = 2l) e. é dada por .Integrando @ temos: wl = -3 x 3 EI Y ...1281 ) 4 4 = 80 w14 24EI = 10 w14 3EI PR21 Uma viga horizontal engastada em uma extremidade e com a outra em balanço. Ache a curva elástica e a deflexão máxima.64Z3x) I @) A deflexão ou afundamento da viga em um ponto qualquer.161 .24 x - w 4 3" wl x 8 3 I y = z.x) 1 2 dy = O d.

~ w(l. x) = _.24 EI (.x) no me.31 = 8 EI wZ4 .O) + C1 ==>: C 1 CD toma dx dv EI ::::L.. y) um ponto qualquer da curva._1 w(l - " ~ xt _ ."wI x 6 3 + _1 ~ wZ4 ou I y = 2iirr [-(I _Y' max X)4 - 4l"x + 1411 "curva elástica" =- w [-(1-1)4-4-[3-1+14]= 24EI W 4 ) .Seja P (x.lO de PR.!..w(z2 X)2 d2y e EI dx2 = -"2 w (l Integrando esta expressão > y Eld = -1 w (Z - dx 6 - x) 3 + C1 CD 1 = .6" wl 3 Como em O x EI • O A = O e : = 3 O temos: 1 = 6" w (l a forma ..(l2 X)2. M = -w(l1 x).!. A única força agindo é a carga w (l . = -1 W (l - 6 X)3 - -1 6 wz3 ® II Integrando a@=="> ==>·1 Ely = .X)4 -t Wl3x +C2 1@) e a @ Ely fica = ..!. Então.

O + 250 • O + 156.. dt2 2 = O Logo.0088 (solução particular) I 0.0088 I Como q qp = 0. substituindo em Q).250)q = O .375 q = 11O ~~ + 250 ~ + 156.250q = Solução homogênea CD (D2 [D + 250D + 156.(-125 .A equação diferencial é O08 ~ .375 > A = 0.0088 = qh + qp q = e12st > (C1 cos 375 t ==> + C2 sen 375 t) + ® (solução geral) . + dt 80 X 10-6 1. dt2 + 20 E9.(-125 + 375 z)][D .375 z)]q = O I qh = e- 12st (C1 cos 375 t + C2 sen 375 t) (solução homogênea) I Solução particular q =A > dq dt = O tem-se: > dq .250A = 1.

003 sen 375 t) + 0.003 q = e-125t (- 0.0088 I i = e-125t (3.0088 cos 375 t .4 Y = 6 c) PP 2 j: + y = 5y2 Mostre que: a) y = C1 b) Y COS 2x + C2 sen 2x + senx é solução de d2~ dx + 4 y = 3 senx = Cle x + C2e 2X + C3e-x' e + 3 1 d dy souçao d e . + C2x . vem ® ==> @ ---> C1 = -0.y .0088 375 C2 - 125 C1 = 0=> C2 '" -0.Como q = O e i = O.2 ..J = +(a.dy 3 2 dx dx dx 2 + 2y = O c) Y = xe2X d) y eX é solução de d y _ 4 dy dx2 dx + 4 Y = eX I = C.025 cos 375 t I a) (d 3y dx3 )2 + 4 dy _ 2 = O dx b) y (ddx)3 + 3 d2y dx 2 ..y .675 sen 375 t . para t = O.0.2 -.seu (x + Ci) é solução de (~.0.

.y2 dx ..: 8 3(2y2 + 5)2 .-vi 4 .3x + 1 = C Resp.: y = arcsen (C .e-X) .y2 = C dx = O 5)y e) (3x + 1)2dy + (2y2 + Resp.2x2 + C + C2x + C3 PP 4 Resolva as equações diferenciais de variáveis separáveis: a) (l + y2)dx + (1 + x2)dy = O b) (1 + y2)dx .J 1 + x2 =O = C sen x dy = O Resp.J 1 + y2 vi 1 +Y + Resp.l)e2X - 4e-Y = C = eX cosy Resp.J 1 + y2 + Y !!:l.xdy =O c) x . : -vi 1 + x2 + d) cos x vi 4 .: 2 -vi 1 + senx .a) dy = e3X dx 3 - 4x b) d y dx3 = O 1 Resp.: g) dx dy (2x . dx .: a)y =3ej~ b) y . Cl2" x2 .

J y2 ..: )'2 = _x2 (1 + Qn 1Cx ) 2 g) x cos.ydx Resp.2xy dy = dx PP 5 Resolva as equações diferenciais de 1~ ordem homogêneas.3xy 2x2 = C b) x dy = y dx + .h) .x2 c) dy dx = 2xy 3x2 _ y2 Resp.3y Resp.ydx) Resp.: xy cosL x = C PP 6 Verifique se as equações diferenciais propostas são exatas. .. Em caso atirmativo.l. (ydx x + xdy) = y sen y (xdy x .. a) 4x .: y2 = x2 .: + ~ (2y + 3x) = O y2 .: = xeY/xdx + Qn x e-Y/x = C Resp. resolva-as.Cx e) xdy ..

xexy 2x Resp.y(~ny) e) _dy= _2_+_y_e_x_y_ dx + y + 4x =C 2y .2xydy CeYz/x = O Resp.: + eYx - y2 =C g) Lx cos (x + y) + sen (x + y)] Resp.4 ~nx)dx + (x3 - ~ny)dy = O .: eX + 2xy + 4eY =C d) (3x2y .: = .ydx Resp.y)dx + xdy = O c) (x + y2)dx x . Resp. + + x3dx = O x3 = Cx b) (x2 + x .: 2y usando um fator integrante conveniente.c) (eX + 2y)dx + (4eY + 2x)dy = o Resp.: x3y .4x ~nx .: x sen (x dx + x cos (x + y) dy = O + y) = C PP7 Resolva as equações propostas a) xdy .

+ x~ - 1 dx + -. y = Ce Y _X2 .d) (x + 3 y) dx + x dy = C a) dy dx + 8y = eX Y = 1.l)dx + (y3 - Y + 2x)dy =O f) tg x ~ +y = sec x g) (y2 + l)dx + (2xy + l)dy C-y =O Resp.1 x+l (x = cosx Resp.::L..: x =-1 + y2 h)~ dx + Y cotgx = 5eoosx .tgxdy = O e) (y2 ...: + l)y = (x + 1) senx + cosx + C d) (sen2x . eX 9 Resp'.y)dx .: dv c). + Ce-8X Resp.

: dv -"4 + Ce2X b).condições dadas: a) t J20 2 + 4 dt + O .cular para as equações diferen.che uma solução parti.(1 .: + 3) 2 + 4 (x + . ['(1) = 2.- dy Y + x 3 .[(0) = -2] .c) y2 : Resp.4 x) y6 5 Resp.J t2 = O (O = O para t = 2) = 8 Resp. 1) Resp.ciais propostas.xy3 - X = O y3 = -1 + Ce(312)X 2 dx x d) 2 ..yx)dx (y = 2 para x = 3) d) Z = 2x [f'(2) = 3.J t2 + 5 dO 2.cosy = O PP 10 A.: b) (x + 5 + J 2 02 + 4 + 3)3dy + (x + 3)2ydx = y =1 (x dx (y 33 3) = 2 para x .=L dx + -1 Y 5 1 = .3 + Cex .conforme 'as .: ~ y5 = -4x .c) (x2 . .xy)dy = (y2 .a) 2 dy dx + 4xy + xy3 "2 = y 1 1 =O 2 Resp.: .

y.8y = O e)3--2--5y=0 2 dx d2y dy dx f) d y _ 10 d y dx4 dx3 4 3 + 36 d y _ 54 dx2 2 El.v3 + .4 .e) 3xydx + x2dy = -2xdx (y = 1 para x = -1) = O 2 Resp·.•.x3 .. + 27y dx = O Resp. 3 5 + -3 PP 11 Resolva as equações diferenciais lineares de 2~ ordem homogêneas (coeficientes constantes).: y = e2X (C1 cos 2x + C2 sen 2x) ...6y = O dx dx d) - d3y dx3 .6- d'2y dx2 + 12 - dy dx .2 . a) d y dx2 2 + dy dx _ 12y = O d2y dy c) ..

4dx2 d:x d2y + 3Y = d2 d) 2 ~ +y = 2 (x2 +x + 1) Resp.1) 2 c) . + 3y dx =O PP13 Resolva as equações diferenciais de 2~ ordem lineares (coeficientes constantes) não homogêneas pelo método dos coeficientes a determinar: .: y = ( C1 dy + C2x ) e cosx Kx +.h) d y dx2 2 + 2 !JE. x)+ c sen(V.6 + c. a) d y _ 2 dy dx2 d:x 2 +y = x3 Resp. ~ 2 . e X (K .: y = 2r + 2x .cos(V.

Pergunta-se: a) qual o tempo para a barra atingir a temperatura de 65°C? b) após 50 minutos qual a temperatura da barra? Resp. com temperatura de 120°C em um ambiente cuja temperatura é constante e vale 8°C.: a) 74. b) o tempo necessário para o corpo atingir 43°C. Resp. Pergunta-se: a) a temperatura do corpo após 40 minutos.4°C aproximadamente b) 16. Verificou-se que após 10 minutos a temperatura do corpo atingiu 32°C.8°C aproximadamente.EQUAÇÕES DIFERENCIAIS d2 e) ---2.2 minutos aproximadamente .: a) 34 minutos aproximadamente b) 49. Colocou-se este corpo em um recipiente cuja temperatura constante era de 120°C. pelo método "VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS" a) d y _ dy _ 2y = 5x2 dx2 dx 2 Colocou-se uma barra de metal. Um corpo estava inicialmente com temperatura de 10°C. dx2 - d 22 dx + 2 y = x2eX 1) ~ d2 dx2 + 2~ d dx + 2y = x2 + senx PP14 Idem. Após 30 minutos mediu-se a temperatura da barra encontrando o valor de 70°C.

Qual a sua população após 20 anos da data inicial? Resp.3 horas PP20 A população de uma determinada cidade cresce a uma taxa que é proporcional ao número de habitantes existentes. b) o tempo necessário para que a massa se reduza à metade.. determine: a) a massa que resta após 6 horas.000 habitantes.4e-O.PP 17 No circuito ao lado determine a corrente no instante t supondo a corrente inicial igual a 4 amperes. c) a velocidade e a posição do corpo depois de 10 segundos.098t - 1020.: a) b) 51. l-I . 100 m/seg e 5 kg. e sabendo-se que a velocidade limite e sua massa valem. E= 3 cos 3tVolts ~ Resp.100 t + 1 020. Resp. Sendo a quantidade de material 80 miligramas e verificando-se que 3 horas depois sua massa original diminui em 20%. .100e-o.3 miligramas 9. determine a distância percorrida no tempo t supondo que tal paraquedista parte do repouso para t = O. . determine: a) uma expressão para a velocidade do corpo no instante t._ 200 609 cos 3 t + ~ I 609 sen 3 t + 6 236 -40t 1 609 e PP18 Um corpo é abandonado de uma altura de 800 metros. Supondo a resistência doar proporcional à velocidade do corpo. respectivamente.: v = 100 .098t y =. Após 7 anos a sua população aumenta em 28% e após 10 anos é de 60. Resp. b) uma expressão para a posição do corpo no instante t. Se a resistência doar é proporcional à velocidade da queda.4 PP19 Uma substância radioativa diminui a taxa proporcional à quantidade presente.: 85.144 habitantes aproximadamente PP21 Um paraquedista cai no espaço sob a ação da gravidade.

PP24 Urna população de bactérias cresce de um tamanho inicial de 200 para um limite de 400..000 bactérias e após 8 horas cresceu para 180. a população cresce até 800. a) o tempo necessário para que a metade da população esteja totalmente infectada. b) o número de infectados após 3 meses e 8 dias.700 bactérias aproximadamente b) 3 horas aproximadamente PPZ5 Em urna população de 10. Pergunta-se: a) o número de bactérias após 4 horas. Resp. na primeira hora.000. Resp.Resp. b) o número de dias para que seu peso alcançasse 80 kg. o peso de um indivíduo caiu de 95 kg para 78 kg em 27 dias.: y = m ![Kt + e-Ktm _ onde m é a massa.: a) 3 mese~ e 14 dias aproximadamente b) 3. g a aceleração da K m J gravidade e K o fator de proporcionalidade na resistência do ar. Após 2 horas a população cresceu para 10. PP22 Urna população de bactérias cresce a urna taxa proporcional à popu· lação. Assumindo que o crescimento é governado pela lei logística pergunta-se: a) a população de bactérias após 6 horas. já Pergunta-se. Considerando que o indivíduo infectante assim permanecerá durante todo o processo de transmissão.000 indivíduos igualmente suscetíveis é introduzido um indivíduo infectante. b) o tempc necessário para que a população inicial de bactérias cresça para 13. b) o tempo necessário para o número de bactérias chegar a 650.: a) 26.207 aproximadamente b) 10 noras e 40 minutos aproximadamente PP23 Num estudo de jejum.000 bactérias.803 aproximadamente .: a) 269.000.: a) 87 kg aproximadamente b) 24 dias aproximadamente 2 1]. Suponhamos que. Supondo que a perda foi proporcional ao péso do indivíduo pergunta-se: a) o peso do indivíduo após 12 dias.240. Resp. nenhum indivíduo será removido e que após 20 dias 6 indi'V1d'UOS se apresentavam infectados. Resp.