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Cálculo Diferencial e Integral II - Armando Righetto e Antonio Sérgio Ferraudo

Cálculo Diferencial e Integral II - Armando Righetto e Antonio Sérgio Ferraudo

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, CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

VOLUME 11

Armando Righetto Antonio Sérgio Ferraado
Professores do Instituto Politécnico de Ribeirão Preto da Instituição Moura Lacerda

IBEC - Instituto Brasileiro de Edições Científicas Ltda. 1982

Sempre que nos decidimos fazer algum trabalho, o fazemos para alcançar certos objetivos. Propusemo-nos a atender as necessidades de estudantes e professores em quase todas as áreas: Social, Humana e principalmente as Tecnológicas. Nosso livro, de forma simples, clara, concisa e lógica trata de assuntos indispensáveis para um bom curso de Engenharia, de Física, de Estatística, de Medicina e de Computação. Os dois volumes são ricos em exercícids resolvidos e propostos. Estes, com respostas e, quando necessário, com sugestões para sua resolução. O primeiro volume deve ser usado na ordem tratada num curso de um ano, com 4 ou 6 'horas aula semanais. ' Cálculo I, no primeiro termo letivo de 6 meses: números reais, funções, limites, derivadas e diferenciais. Cálculo, 11, no segundo termo letivo, com a mesma duração: integrais indefinidas e as técnicas de integração, integrais defrnidas, cálculo de áreas, volumes, comprimento de arcos e geometria das massas. O segundo volume poderá ter alterada a ordem dos assuntos. Sugerimos, para Cálculo III, funções de várias variáveis, derivadas parciais, diferenciais e equações diferenciais, com modelos matemáticos aplicados à Biologia. Para o Cálculo IV: estudo de máximos e mÚlimos, derivadas direcionais, integrais de linha, integrais duplas e triplas e séries. Outros assuntos, como cônicas, quádricas, vetores, números complexos e funções hiperbólicas, são tratados nos livros de Geometria Analítica e Vetores e Números complexos e funções hiperbólicas de autoria do Armando Righetto. Procuramos familiarizar o aluno com o pesnamento matemático e a manipular modelos por métodos matemáticos. Agradecemos e homenageamos aos nossos antigos professores que nos formaram. Dos colegas e estudantes que usarem nosso livro, solicitamos sugestões.
OS AUTORES Ribeirão Preto, maio de 1981

ÍNDICE

Capítulo 1 Funções de Várias Variáveis
Conceitos Básicos. Limites. Propostos.

'. . .

3

Continuidade. Problemas Resolvidos .. Problemas

Capítulo 2 Derivadas Parciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . \ . . . . . . . . . . . ..
Acréscimos. Derivadas Parciais. Interpretação Geométrica das DerivadasParciais. Derivadas Parciais de Ordem Superior. Invertibilidade da Ordem de Derivação. Exercfcios Resolvidos. Exerdctos Propostos.

19

Capítulo 3 Diferenciação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Diferencial Total. Aplicações. Diferenciais de Ordem Supen'or. Problemas Resol· vidos. Problemas Propostos.

51

Capítulo 4 Funções Compostas
Funções Compostas de uma VariávelIndependente. Funções Compostas de duas ou mais VariáveisIndependentes. Diferenciação de Funções Compostas. Funções ImpUcitas. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

79

Capítulo 5 Máximos e Mínimos
Máximos e Minimos Locais. Hessiano. Pontos Extremos de Funções ImpUcitas. Ajustamento de Retas. Máximos e Minimos Condicionados. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

109

Capitulo 6 Derivadas Direcionais
Conceitos. Gradiente - Divergente e Rotacional. Campo Vetorial. Curvas de Nevel. Funções de três Variáveis - Derivada Direcional. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

145

Capitulo 7 Integrais Múltiplas
Integrais Duplos. Integrais Triplos. Aplicações. Transformações das Integrais Múltiplas. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

175

Capítulo 8 Integrais Curvilíneas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Definições. Notação Vetorial das Integrais CurviUneas. Propriedades das Integrais CurviUneas. Teorema de Green no Plono. Teorema de Green no Espaço. Teorema de Stokes. Problemas Resolvidos. Probl~mas Propostos.

223

Capítulo 9 Séries. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Séries. Convergência Absoluta e Condicional. Critérios de Convergência e Divergência. Série~ de Potências. Desenvolvimento em Séries de Potências. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

241

Capítulo 10 Equações Diferenciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
Definiç6es. Solução de uma Equação Diferencial. Equação Diferencial de Primeira Ordem e Primeiro Grau. Aplicações das Equações Diferenciais Lineares. Aplicaç6es das Equações Diferenciais à Biologia. Problemas Resolvidos. Problemas Propostos.

269

1
FUNÇÕES DE vÁRIAS VARIÁVEIS
Reaqueça a confzança nos irmãos que esmorecem ao contato dos problemos do mundo e os ajude a refletir na Bondade Divina que nos' acolhe a todos. ,-

As funções reais de várias variáveisreais aparecem naturalmente em problemas práticos. Quando procuramos a área S de um paralelogramo de base x e altura y, multiplicamos a base pela altura. Então, o valor de S ::::: depende dos valores xy da base e da altura. Dizemos que a área S é função das duas variáveisx e y. Da mesma forma concluímos que o volume de um paralelepípedo, de dimensões x, y e z é uma função de 3 variáveis, pois V = xyz e a cada temo de valores atribuídos a x, y e z corresponde um valor determinado do volume. Inúmeras funções podem ser definidas por fórmulas. Assim, z = x

+ .J Y
x

- 4 é função das variáveis x e y. De fato, a cada

par (x, y) de números reais, com x '* O e y ~ 4,. corresponde um valor bem determinado de z. A Física, através de suas fórDulas, também oferece inúmeros exemplos de funções de várias variáveis. Sejam X, Y e Z, conjuntos de números reais, tais que, a cada x E X e a cada y E Y corresponda, mediante certa lei f, um e um só z E Z.

Y

Diremos que o conjunto Z é função dos conjuntos X e Y. Se a cada x E X e a cada y E Y corresponder mais de um z E Z, diremos que Z é uma relação de X e de Y.

1.1.1 - FUNÇÃO Concluímos do exposto que F

=

{(x, y, z) I x E X, Y E Y, z E Z Iz

= f(x,

y)}

onde X e Y são denominados domínio e Z contradomínio. função apenas pela lei de correspondência:

Usa-se representar a

Façamos uma representação ortogonais 2 a 2.

gráfica mais conveniente. Tomemos 3 eixos A cada par (x, y) corresponde um z. O terno ordenado (x, y, z) tem por imagem gráfica um ponto do espaço. A função de 2 variáveis reais é definida em certos pontos (x, y) do plano real; portanto, o conjunto D destes pontos, domínio da função, é uma superfície de R2•

Fig. 1.2.

Quando a função f é de 3 variáveis x, y, z. A cada terno (x, y, z) corresponderá, através da lei f, um valor real w = f (x, y, z). O conjunto de todos os ternos ordenados (x, y, z) de números reais é o espaço R3 = R X R X R. Logo, toda a função real de 3 variáveis reais é definida em um subconjunto D do espaço tridimensional real.

...-_.. . isto é........... O domínio de z é o conjunto D ~ {(x.. . Exemplos: /' o domínio de algumas funções... para x =1= y.....y ..... Deternúnemos mesmo........./ / ...../ .. /// 1. 2 = -_-_-_-_ yy - 4 .. construindo um esboço do E1 Seja z = xy x-y A característica da função z é um quociente e ele só é defInido para =1= O. y) E R21 x =1=y }....... conjunto dos pontos do plano xOy que não pertencem à bissetriz dos quadrantes ímpares x = y./.. x . ...../ · SeJa a funçao z VX .

A função z é definida para x-2~O====>x~2 y-4>O===>y>4 D = {(x. Esta função é de.Além do quociente.. y. y) E IR. .6xz + 8yz....3 + y2 . z) como domínio da função o espaço real R3• D=R3 E R3• Podemos admitir Es' Seja a função w = J 1- x2 - J4- y2 - 2 J9 - Z2.1. O valor de w é defmido em todo ponto (x. então: D.:R2 xy o domínio D é todq o plano real R2• E4 Seja a função w = 4xy .fmidapara \Ix e \ty E IR.2lx ~ 2 y > 4} E3 \~ \ Seja a função z = x2 . temos que considerar a raiz quadrada.

. y :s:.z" ~ O Resolvendo as desigualdades. z) E IR31-1 :s:./ No Capo 11I do 1Q volume estudamos limite de uma função real de uma variável. . 4 .... 2.. y) de domínio D C IR" e um ponto (xo. z :s:.Yo)" o < (x XO)2 + < 6" que constitui o disco aberto de centro (x o..2e-3:S:.. Consideremos a função z = f (x.y:S:.Para w ser um número real bem definido 1 - x" ~ O../ nos coordenados. y. tais que f seja definida em pontos (x... ..J (x - - XO)2 + (y .-2:S:. y). y) bastante próximos do ponto (xo.z:S:.. .resulta -1 :S:. . 3} D = ...3 o domínio D da função é {(x. Estendamos tal conceito às funções de duas ou mais variáveis. x :s:. tais que: O < . Yo) E D..Yo)z < 6 (y .... o domínio D é um // paralelepípedo de faces paralelas aos pla. yo)..-Geometricamente. Denominamos vizinhança circular de raio 6 do ponto (xo.2 :s:. Yo)' ...3 :s:..x:S:..y" ~ O e 9 .I. Yo) ao conjunto dos pontos (x. 1...

y) tende para o ponto (xo. Levantamos a indeterminação 1irn (l x -+0 y-+l + y2) xy sen 2x = lim sen 2x x-o y-+l X lim 1 + y2 y x-o y-+l .y) ~(xo. y) = Q x-+xo Y-Yo No cálculo de limites de funções de várias variáveis aplicamos as mesmas propriedades estudadas no volume I. vamos ter uma indeterminação do tipo ~ .xoi + (y . Solução: Se passarmos ao limite. tão pequeno quanto desejarmos. y) que satisfaça a demgwildade . quando o ponto variável (x. tal que para todo ponto (x. for possível determinarmos em correspondência com ele um outro número ô > O. quando dado um número E: > O.Yoi < ô2 If(x. O tenhamos < (x . Exemplos: Calcule lim (1 x-o y-+l + y2) X sen 2 x .Diremos que a constante Q E ]R é o limite da função f. Yo).Yo) 1im f(x. y) = Q (x. y) Q I < E: 1im f(x.

nas vizinho tin anças d' ongem.o) - 2y _ 1 +1: x 2y 1+m =-º-= O 1 . vamos ter uma indeterminação Procuremos levantar a indeterminação.J Y~l Y~l -1 lim (l x~o Y~l + y2) sçn 2x =2 • 1 • 2 =4 xy Calcule lim x~o y~o X 2'.y)~(o.y)-(O.l.inúmeros os caminhos de aproximação do ponto (x.L= m x 19 Caminho: Segundo a reta y = x.FUNÇOES DE VÁRIAS VARIÁVEIS lim (l x~o + y2) xy sen 2x = 2 [ lim sen 2X] x~o . Daí.o) m = O. Yo) através da reta y = mx ====>. a o ponto (X. lim (x. Y do tipo ~ .y)~(o. Assim. 1im (x. m = 1. y) à origem e sempre através de uma reta.o) 2xy x +y =. • 1 + 1 1 2x v . portanto. lim 2xy = lim 2y = lim 2y = 2 • O = O X ~o x + Y x ~o 1 +. . São . _ O ponto (x. x ~o 1 + m 1+ 1 y~o y~o X y~o 29 Caminho: Segundo a reta y = O (eixo dos x) ====>lim (x. SeJa z = x 2xy + y - 2y 1 +L x e a drni' do que. Solução: Se passarmos ao limite. y) tenda a (xo.. y) está próximo da origem.

39 Caminho: Segundo a reta x lirn (x.y)-+(o.x ==:> m lim _2_x~y_= lim = - 1. = . O O (x. 1).o) 1 +m .1 + O 00 O = 49 Caminho: Segundo a reta y. Yo) y-+Yo Se esta condição não for satisfeita.y)-+(o. Calculemos: lim (2xy . O) = 2 ~ O sen O == = 2 .y)-+(o. y) = f(xo.o) X 2xy = O (eixo = dos y) ====> m 2y 11' = tg 2" = 00. y) diz·se contínua no ponto (xo.o) 1 + m Uma função z lim X-+Xo = [(x. O).Y senx é contínua no ponto (O. .o) X +Y _2 y _ _ (x. x g (Deixa de existir o valor da função). y) Calculemos: [(O.4 no ponto (2. Nestas condições.y)-+(o.4) X-+2 =O y-+l ~ Verifique se a função [(x. +Y lim (x. (xo. Yo)' a função será descontínua no ponto Exemplos: E1 Verifique a continuidade da função z = 2xy . Neste caso. Yo) quando [(x.

e 2 ..2y) Existirá z real para 4 . ~sim: _2_-_y_ senx para x =1=O x z =f(x.2y D >O ou x . mas existe o valor do limite.paray = O --> x = 4 para x = 0--> y = 2 Experimentemos o ponto (O. Representemos a reta x + 2y :.2 y) e faça um esboço gráfico. ~ + 5x - 4- v' 3 Y - y' e repre- .:) Determine o domínio da função z = Qn (4 .4 = O e não situados sobre a reta.x' sente-o geometricamente. O Ç\ ponto (O.x . logo o semi-plano é o hachurado. Solução: Examinemos a função z = Qn (4 . y) E lR?lx + 2y < O} Vejamos o esboço gráfico.4 <O = {(x. Determine o domínio da função z = . podemos modificar a definição da função de modo a tomá-Ia contínua.x .j .4 + 2Y . y) { J . O) satisfaz a inequação. O) na desigualdade x + 2y .Y tim --senx= x-o X y-o lim (2 -y ) tim--= x sen x-o x-o X y-o y-o 2 • 1=2 Nota: Em casos como este.x .4 < <O > O +O - 4 < O.4 = O . A desigualdade x + 2 y . onde deixa de existir o valor da função.

Solução: Examinando .+oo) x sen x (1 +1.1 ~ x ~ 4 3y_y2~O_~>O~y~3 Então.)y Y .4 = .sen X lim x-+-o y-+-oo (1 + yl)Y = x-+-o y-+-+oo Calcule lim x x-o Y-2 J (l + x) (- 2)2X . e notamos que z real acontece quando + 5x + 5x - 4 ~ O 3 y . D = {(x.-y-2-Y 4 !- Solução: lim x~1 x-o Y-+-2 V + x) (y - 2)2X y2_ 4 = lim (1 + X)l/X x-o Y-2 (y -2)2 y2 .x2 a função.. .y2 ~ O Resolvendo as inequações: .+oo) _x_ (1 sen x \ + yl )Y lim (x. lim 2:.x2 4 ~ O =-~--->.Y)-+-(O. y)E R211 ~ x ~ 4 Representemos graficamente O ~y ~ 3} PR3 Calcule o lim (x.y)-+-(o.

1) .(x-l-3J(x .3)(y2 .cos x Qn (1 x-+o xy senx y-+o + y) Solução: X-+O Y-+O lirn 1 .l) (x2 2x .1) + 1)(y 3(y .y)-+(-3.Y)-+(-3. = lirn (l .1) (x + 3)(x - 1)(y x(y .:Y)-+(-3.1) (x 2 + 2x xy .3 lirn (x. Y-+O y-+o + Y)l/Y] _ ----------.3xy2 . y fln (1 + y)] _ = 1im x-+o y-+o [1 .cosx] xy sen x X-+O X sen x y-+o [.cosx] X [Qn (1 X-+O y-+o sen x + y)l/Y] = .cos x Qn [ 1im (1 senx(1 + cosx) x-+o Y-+O + Y)l/Y] _ = 1im senx x-+o y-+o· X 1im X-+O Y-+O n 1 + cos x 1 Qn [ 1im (1 x-+o Y-+O + y)1/Y] _ =1 1 1 + 1 Jt..1) + _ lim (x.cos xXI + cos x) Qn [ lirn (1 x-+o (senx(1 + cosx) x-+o.y)-+( -3.1) + 3y .ne ·1 =2" .x .1Xv ~ + 1XJz--11 = PR6 Calcule 1im 1 .1.3 + = 1) = _ 1im (x.PR """J/ Solução: s Calcule lirn (x.x + 3Y .cosx Qn (1 + y) = lim [1 .1) xy . 2 sen2 x = 1im x-+o X Y-+O 1 ..

4 1 + 1= -2'" Estude a continuidade da função z ::: Qn (x2 + y2).4)(x--t) = _ l~ X-+1 (x + l)(.2) y-+2 = lim (x2 X-+1 y-+2 - 5x - + (x2 3 4)(.2) . Portanto. y) = f[g(x. O). (3) E R21[3 < O}. é contínua nos = {(a.5 x (y . conforme o gráfico.(y . y) = x2 + y2 e f(w) = Qn w.)z. podemos considerar a função z = Qn (x2 + y2) como composta de g com f: (fog)(x.x----t)y-+2 - 1 . y)] = f(x2 + y2) = Qn (x2 + y2) Esta função é descontínua apenas no ponto (O.2 x2 X-+1 Y-+2 2(y 5 xy x 4Y .2) . Portanto. O)}.----21 lim (x . . é contínua na região R2 . SoluçãÓ: Como g (x.2) + 10 x + = = lim x2 (y .PR 7 Calcule lim x y . (3) E R21[3 > O} e D2 = {(a. Levantemos a indeternúTIação lim x2 Y .8 = . w = sen(3 a A função w é descontínua semi-planos abertos D1 apenas para [3 = O.(y .2) + 4 (y .{(O.2) x -+ 1 x2 (y .2) .2x x -+ 1 Y-+2 2 2 2 5xy 2x + 2 - lOx + 4y 2 8 xy - y + Solução: ~e passarmos ao linúte chegaremos a ~.

x2 . Y) = 1 . _y_2_-_4_ y .. PR \Verifique ll se a função f(x. Portanto. e somente se.PR 10 Estude a continuidade da função w= 4xyz .y2 .J 9 .x vx.4 v_ ~. em cada caso. Para torná-Ia contínua teremos que redefini·la.2 para x =1= I e y =1= 2 2 para x = 1 ey=2 Determine.x2 . y.2) = y .y2 - Z2 Solução: Existe w = f(x.~1 Y-2 . 9 .. y2 l-x y-2X-J Y-2 4-4 2 2 =- O O = lim (1 X-I (1 . rx --. y- é contínua no ponto (1.x Xl y-2 1 vx)(I vx) + vx) + lim (y X-I + 2)(y .y 2 . l-I 2) = I _ I 1 lim __ . 2).Z2 > O ou x2 + y2 + Z2 < 9.. o maior subconjunto de R3 no qual são defmidas as funções: PP2 W =x +y .z + 2 xyz .2 Y-2 = . 2).L-. y) = I { 1 . a função w é contínua na bola aberta de raio 3. Solução: Calculemos: f(l.(l'---'lI:~)(1 :- vx) X~l (y + 2) = I ~ I (2 + 2) = 2 y-2 A função é descontínua no ponto (1. z) se.yX 1 .x . assim: f (x.

y) = x .6x 2 + 3 • y2 + 4 +9 Y .: PPu Calcule (V"X .2y ~4y _y2 + -J 12 + x .pp 4 Z = x .: Contínua nos pontos {(x.2 E Resp.1 .: -2 f (x.o) 2y x +y Resp.1 .: 2" 1 2 PP 10 Calcule lim y-o 2 x-o x ~ ~2 +Y xy 2 Resp.Jx+3y-4 Calcule lim (x.x2 PP5 z = -J Iy I ~2x Ix I z= -y .: Calcule ~ 1im (X.7y y esen2X .4x x2 .y)-(o.~ .1 + 2y) y-o Resp. x -o sen x cos x 3 + 12 y-3 Resp. y) R21x =1= e y =1=} 3 2 .o) y [cotg xl ~n (1 + tg x) e2Y - 1 Resp.).y)-(O. PP12 Calcule 1im ----.: -2- V2 y2 .

1 4 Resp. y) = arc sen 2x x X Resp.a. Justifique. Resp.9 não é definida. PP1S Descreva o subconjunto de ]R" em que a função [(x. : 2 x 1 +. em ]R2. y) E]R21y PP16 A função w = Ix = 2n (y . ~). + y .PP 13 Descreva o subconjunto de ]R'2 em que a função z = cos . Resp. y) Resp. y) E R"ly < O} x-y Descreva o subconjunto de ]R" em que a função [(x.:---+x3 xy ]2 y2 . Resp. y) = x +Y .~· Semi-planos abertos {(x.: É contínua nos semi-planos abertos D" = {(x.o Sendo f(x. é contínu.: Semi-planos abertos {(x.x).z + 21 é contínua PP17 Determine o conjunto de pontos para os quais a função [(x. z) = ~ x2 + y2 + Z2 .. y) = x3 - 2xy +3 y2. y) E ]R" Ix #: y}.: z = O PP19 Dê o domínio de [(x.y.. Calcule f(. y. Y +y -y! =:.. 1 PP. > x}. PP18 Determine o ponto para o qual não é definida a função w = X2y2 fn Izl.

Não reclames. y). Não te perturbes. y) e se chama acréscimo total da função. y + fj. Não acuses. Não provoques. trabalha. pondera e explica. y + fj. O acréscimo da função quando passamos do ponto (x. y) e (x + fj.Q + fj. age. para fj. socorre. no ponto.Q ) Q.x. silencia. tais que o ponto (x + b. desculpa.x e a y o acréscimo fj. y) definida na região D C lR? Tomemos o ponto (x.y) é fj. Não te lastimes. é uma razao mcrement e 6. y) ao ponto (x + b. Conta sempre com Deus.f1x y) .6. .Q seu limite.x. Y + 6. Seja a função z = f(x. al ' ".2 DERIVADAS PARCIAIS Não te queixes..x. Não te irrites.y) . coopera. aceita. Não condenes. y) E D e atribuamos a x o acréscimo 6. Nada exijas dos outros. . espera..y).z = f(x + fj.f(x. Não te desculpes.y + fj.. definiria a derivada de z = f(x.x.z f(x A razao = fj.y) E D. Não grites. A variação das variáveis independentes x e y pode ser aferida através da distância fj.y.x y + fj. ampara.Q entre os pontos (x.y) .

tal que o ponto (x + ô'x.. Entretanto. O acréscimo da função quando passamos do ponto (x. ~~"~"T i z .. y + ô. Conservemosy constante e atribuamos a x o acréscimo ô'x. I . (x. y) E D. y) poderá aproximar-se do ponto (x + ô'x. pois o ponto. Estas considerações levar-nos':ão ao conceito de derivada direcional. y) I .Acréscimo parcial em x Seja a função z = f(x. este limite quase sempre não existe. isto é. da direção de aproximação..y) de inúmeras maneiras e o limite vai depender da maneira de aproximação.. y) E D.... y) e o ponto (x.f(x. que estudaremps mais adiante. y) . y) para o ponto (x + ô'x. y) é t1xz = f(x + ô'x.caso o limite existisse..

'!'~ y Vimos no capítulo anterior que 6xz = {(x + 6x. y + 6y) -{(x. caso existam. y) ..{(x.. y ={. Assim: 1im 6xz Ax -+0 6x Ax-+o y) - = {(x + lu.<. y). Y ) 1im 6yz = {(x. y + 6y) . y) e 6yz = {(x. y) conservarmos x constante e dermos a y o acr~scimo 6y. Os limites destas razões para 6x ) O na primeira e 6y ) O na segunda... y + 6y). y) 6x 6x 6y 6x são as razões incrementais da função z em relação a x e a y.Acréscimo parcial em y Se na função z = {(x.Y::i (ill.:::/{li. y) e 6yz = = {(x. y) ao ponto (x. [(x. y Exemplos: E1 Determine a derivada parcial de z = X2y2 - 3 xy + 4 em relação a variável x. -_. lu y) . "y Z .{(x.. de modo a passarmos do ponto (x. . y + 6y) .' ( ) y x. respectivamente. 6yz = {(x.{(x. y ) = -r' ( JX x.[(x. y) . teremos o acréscimo parcial em y. Atribuamos a x o acréscimo 6x e façamos y fIxo.II . y) são os acréscimos parciais em x e y.1 z I 1. também pertencente a D. teremos: .. são as derivadas parciais da função Z = {(x.. y)= 6)' 6y az =D {(x ) ay y . y + 6y) - {(x. y) ax = az = D {( x x. As razões 6xz = {(x + 6x.

x .x '-----v-----' ôx lim - Ôxz = lim (2xy2 .xz ÔX 2xy2 .x 4 6..(X2y2 .Valor acrescido Á Valor inicial .--· le uan O a Vlsao--> =>--= 6.3x Z Ez DeterIlÚne as derivadas parciais de z Solução: Apliquemos a regra prática: = sen (x + 3 y) - cos (2 x .X)2 E&t d di·-Ô-x-= ------------'-Ô-x.3xy r_--.. quando derivamos parcialmente em relação a y.3y 6.. x constante.3y +y2ôx tox-o 6..x + 4 _X2y2 + 3xy 6.x)y + 4 ÔxZ == (x + ÔX)2y2 .xz _ [x2 + 2x Ôx Ôx - + (ÔX)2]y2 .3y6. y) = (x + ÔX)2y2 .Valor inicial da função: f(x...xz 2xy26.x + y2 (6. Assim: z = X2y2 - 3 xy +4 C -=2XY az ax az -= ay 2 -3y 2x Y .3 (x +Ôx)y + 4 _X2y2 + 3xy . N do volume I e considerando y constante quando derivamos parcialmente em relação a x e.X) ôz -=2xy"-" 3y Observação: Chegaremos a este resultado de forma mais simples aplicando as regras de derivação estudadas no Cap. y) = xZy2 .3 (x + Ôx)y + 4 .4 Ôx 6..•.3xy ...3xy Valor acrescido da função: f(x + 4 + Ôx.3 (x + 6. r__---A--- ••••••• " + 4) 6. .3y tox-o + y26.. --.y)..xz =X2y2 + 2xy2ôx 6x + y2(ÔX)2 ...

..y) az ay + 3y) - sen (2x .2 ~ Y ~ :> (). ~ 2 x -.. A r.x4 _"y4 az ay -y = xZ _ y2 y x2 = _x2y + y2 _ y3 _ x2y + y3 _ (x2 _ y2)(X2 + y2) . cos • der. . ~ Solução: Preparemos a função: az ax x x XZ = x3 + xy2 = x2 _ _ yZ + y2 _ x3 + xy2 = (x2 _ y2)(X2 + y2) 2xy2 .-y:l.' I •.Z C der. sen • der.x4 2x2y _ y4 ...y) Determine as derivadas parciais de z = Q n U x x2 - +Y yz z~ com ". ---. arco az' __ Á aX = COS(X + 3y) + 2sen(2x = 3 cos (x --. arco der.

y) será unicamente da variável y e representará a curva Cb intersecção do plano x = xo. o ponto Po(xo. Yo. Fixemos x. a função z = f (x. paralela ao eixo dos x. zo) da superfície Se intersecção das curvas C1 e C2• A derivada parcial aaz Xo nos dá o declive da tangente t2 à curva· C2 no ponto Po (xo. intersecção do plano y = Yo. paralelo ao plano xOz. Yo.INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA DAS DERIVADAS PARCIAIS Seja z = f(x. y). paralelo ao plano yOz.3 . Se fIZermos y = Yo. em relação à reta (7). A função z = f(xo. em relação à reta (s) paralela ao eixo dos y aaz I az ayo ~p I . assim. com a superfície S de equação z = f(x. com a superfíCie S. Yo) será unicamente da variável x e representará a curva C2. fazendo-o igual a Xo. z ~ A derivada p~cial -= axo tga nos dá o declive da tangente ti à curva C1 no ponto Yo Po. zo).2. y) urna função defInida na região D C R 2 tendo por imagem gráfica a superfície S do R3 que se projeta sobre D no plano xOy. Obtemos.

assim: Axo + Byo + CZo + D = O Subtraindo a (2) da (1) Isolandb o termo em z -> (2) > A (x . portanto paralelo ao vetor normal do plano (17) Vn = (A. > z . normal à superfície S é.As duas tangentes tI e tz. zo) é perpendicular ao plano (n) tangente à superfície no mesmo ponto e conseqüentemente perpendicular às tangentes tI e tz. C).~ (y .~ e . no ponto Po (xo. --=tga=C -' A az axo Para x = Xo na (3) ====> z .Zo = . A normal (n) à superfície S no ponto Po (xo. determinam um plano tangente à superfície S. zo).Yo).Zo = - az axo (x . tangentes à superfície S no ponto Po. Portanto.xo).Zo = -C(x A . terá por equações . Vn = (A. . equação da reta th tangente à S no ponto Po.Yo) ayo equação do plano (17) tangente à superfície S de equação z =I(x.zo) = O. cuja equação geral é Como ele passa pelo ponto Po (xo. B. equação da reta tz. Yo. Yo.xo) + B (y .xo) + -az· (y . tangente à S no ponto (xo. O vetor diretor da reta (n). Yô. B --=tg{3=- az ayo C -Substituindo na (3) . resulta z . ~o).xo) -C(y . A normal n ~ ~ = [Po (xo. zo).~ pelos seus respectivos valores. Yo. Yo. Yo. C)].Yo) + C(z . Deduzamos agora as equações canônicas (simétricas) da normal à superfície S no ponto Po (XO.~ (x . Portanto. B. y).Zo = . sua equação é satisfeita pelas coordenadas do ponto.Yo) B (3) Para y = Yo na (3) ====> z . zo). zo).

Yo ôz - z .Yo B - z .Yo -C B - Z .Zo C -C A - Y .Zo C -C--= x . Po (5. ---> C - C ~=2X ôx --> -= ôz derivadas ====> no ponto ôy -8y = 10 = 16 ôz 3xo ôYo = 2·5 -ôz = -8(-2) .Yo -C--= -C-A B Z . determinando Zo = (5)2 ~ 4 (.=C ôXo' C ôz C e --= -1 resulta ôYo C ' x Xo ôz - Y .2)2 ~ Yo Xo Zo Zo = 25 =9 . As funções derivadas parciais são z = x2 ~ 4y2 ~.-.Zo -1 ôXo ôYo Exemplos: E1 Determine as equações do plano tangente e da normal à superfície z = = x2 .x . 9).Xo x .Xo A - Y . Yo.Zo -C C A ôz B Como --= .16 Então.2. zo). Solução: Determinemos o ponto Po (xo.2). .Xo Y . .4 y2 no ponto P~(5.

9 = 10x 1 + 16 (y + 2) SO + 16y + 32 16y - 10X + z . = I. y).~ x.S) z . y) e ~.9 = 10 (x . Partindo de z= 1(x.x (x. Assim.a) Equação do plano tangente: z . obteremos as derivadas parciais de segunda ordem da função inicial. y) az ax = Ix (x. diferenciável.y (X.Zo = - az axo (x . As derivadas parciais das derivadas de segunda ordem.Xo az axo x-S_y+2_z-9 10 16 -1 Dada a função z = f (x. ay ax = axay = Ix. as suas derivadas. y) C C ) a (az) a2z 4:" ax ax = ax2 = Jx. y) a ax (az) ay -a ay . parciais são funções das -mesmas variáveis. 2 a () az z a .9 =O I b)IEquação da normal: x . (x. e assim sucessivamente.xo) + -az (y .y) a z r' ay 2 ' . az = Iy . Podemos querer derivar parcialmente estas derivadas. ~: = Ix (x.x.Yo) ayo z . constituirão as: derivadas parciais de terceira ordem.( Y ay a2z = ayax 2 =Jy. Y r' ( ) (az)ay=-=Jyy(x. se existirem. Se for possível. y). y).

x. a primeira vez em relação a x e a segunda vez em relação a y. Consideremos agora a função w = f (x. conforme os dispositivo abaixo. z) e consideremos possível a sua derivação sucessiva. A função derivada parcial de 2' ordem e assim a~2:yindica a derivada obtida após derivar duas vezes.y Se as derivadas parciais de 2' ordem admitirem derivadas parciais. Ix:y. a primeira vez em relação a x. Se for possível continuar derivando. iremos obter 4 funções derivadas parciais de segunda ordem: h.Ix Notamos no dispositivo acima que as derivadas parciais de primeira ordem são e /y. sucessivamente. obteremos 16 derivadas de 4' ordem. . y. Se essas funçõe~ derivadas admitirem derivadas parciais. a segunda vez em relação a y e a terceira vez em relação a y.x e íJ. Já a função derivada parcial axay2 a 3 z indica a derivada obtida após 3 deri·' váveis sucessivas. iremos obter 8 derivadas parciais de 3' ordem. íJ.

y.z .y Iz:z E!Y.y h" Y.~.y ~" y.X.Z " t'x.y Íz:x t.~x Et.Z..y Iz" Z.y ..:~.~. E E {.X.~.y.z.z !Y. Ix / ' t'x.y 'y. z) Íy tY.y Ix" x..x. ". Iz:~.x Et..y.:~.~.z !Y.x w = {(x.z .Y.z t'z" Iz:'y.y Ix" X.~.X E4~X h.x." x.x 1J.y.y. y.DElUV ADAS PARCIAIS 29 h.zt. Z.y. h.:~x Ii.z E4~X E4Y.y .~z Iz:~.x t..y t.x Et.z h.z "''' Íz" z. h.

Exemplo: Dada a função z = x4 - 3x3y + 6X2y2 - 4xy3 - 6y4 + 2. . determine as derivadas parciais de 3~ ordem ( te) \ \ '() "I / .--- .

O número de derivadas parciais distintas de ordem n nos é dado pelas combinações com repetição de m elementos (número de variáveis independentes) tomados n a n. com n inteiro positivo. se as derivadas parciais forem contínuas.n .2) . e se estas derivadas forem funções contínuas em D. ••• .ôxôyôxôxôx asz ôSz - - ôSz ôxôxôyôxôx ôSz ôyôxôxôxôx podendo todas estas derivadas serem representadas unicamente por cando que a função ôx ôy ô:z i. Teorema de Schwarz: Se a função f (x.INVERTIBILIDADE DA ORDEM DE DERIVAÇAO Conforme o exemplo estudado.. enquanto as 3 3 ôx ôy mistas são iguais 3 a 3. ordem na região D C R2. X3. Ô Ô N otamos que as denva das extremas -3Z e -3Z sao difi erentes.Cm+n-l.. (CR)m. Assim: ô2f ô2f ÔSz ôxôxôxôxôy .5 . mostrando-nos a invertibilidade da ordem de derivação: 2.ndiem relação z deve ser derivada 4 vezes em relação a x ~ ay.n .. notamos que a ordem de derivação é irrelevante. y) admitir todas as derivadas parciais de 2ª. então: -ô Ôy' =-ô ô emtodoponto~ED x y x Este teorema se estende às derivadas mistas de ordem superior à 2ª. xm) dir-se-á de classe Cn em uma região D C Rm. se e somente se exis- . n! em + 2Xm + 1)m Uma função de várias variáveis y = F (x h X2. ordem.ôxôxôxôyôx .(m - + n - IXm + n .

. as derivadas parciais da função: z = (x2 - xy + y2t Solução: Notemos a existência das componentes potência e base.. Escrevemos F E Cn (classe de diferenciabilidade). Em relação a x Il = xy (potência natural) ====>: Jl~ = yxY-1 V = yX (exponencial) ===. em cada caso.. .tirem e forem contínuas em D todas as derivadas parciais de F de ordens 1. com x > . Jlyv a) Deternúnação de ~:. 3.::::. 4. Oe y > O. Solução: Nos dois fatores figuram x e y. .-~> v~ = yX ~n y b) Detenninação de ~. 2. teremos então a função produto õz z C õx = õz õy = JlxV + JlVx + JlVy .=-. . PR2 Z = xy • yX. PR1 Deternúne. Em relação a y . . n.

y)][-sen(-vfX x .+ x sen(xy) y PRs z = xex-y + yex+y• Solução: Em relação a x. Solução: Notemos a existência das 3 componentes: potência.= 2x3y x +.y) v'X .~ = xY inx v = yX (potência natural) ====:> Vy = xyX-l PR3 Z = cos2(v'X . = xY (exponencial) --> JJ._______ v .y)](-I) az ay PR4 Z = [2 cos (-vfX .y)]" _Ir::.y). a primeira parcela é função produto. quer em x ou y. a segunda parcela é função produto.. z C . co-seno e arco.seno do arco duplo -- sen2(y'X 2 .y) = X3y2 + x22ny . pois tem x nos dois fatores e.y)][-sen(v'X = sen2(v'X . em relação a y.az = (1 e ax az ay = xe X- X -Y + xex-y • 1) + yex+y • 1 r(-I) + (1 eX+Y + y~+Y • 1) . temos as componentes co-seno e arco z C :: az ay 2 = 3X y2 + 2x 2 2ny +y sen(xy) . ~z = [2 cos(vx . Solução: Na última parcela.2 v x .JJ.cos(xy).

=-. ~n y) x x + + + x - 2 1 x > -> z~ = 2xQnxy .y1 ôy eY ÔW ôw 1 ôz =-z-2cos(x-2z) PR7 Z = x2 ~nxy.ao.2z) .eY eX ~nxyz + sen(x .2z) .~nx . = UxV + UVX.2z) eX-Y • 1- 1. Et.2) 1 --+ x eX 1 . Função preparada: z = x2 (~n x + ~n y) z (produto).~ny . ' n u = x2 ====:::> u~ = 2x v = ~nx + ~ny ====> v~ > z x = 2 x (~n . = uv -~> Zx .z C ~: ÔZ = (l + x)eX-Y + yeX+Y _ xeX-Y ôy = (l + y)eX+Y .~nz - Solução: Preparemos a função: w = eX-Y ôw = ôx ôw ôy ÔW + sen(x . JlV Solução: Notemos que em relação a x a função é do tipo pois tem x nos dois fatores.2z)](.+ [cos (x x _1y 2z)] 1 = eX-Y (-1) ôz =- Z + [cos(x .=ÔX ÔW eX eY cos(x . PR6 w =. como . . -=---.

Qnx f(x. =y PRs z = f(senxy). Solução: Notemos que a derivada da função f é a mesma. quer em relação a x.-A--. y) C C = af -= ax [cosx -1]( -x-2) Y y-. y) = senx-1 y + Qny . Apenas as derivadas do arco são diferentes ... verifique se x :~ + y :.-= az ay X 2 -=y y 1 x2 z = x2(Qnx + Qny)- C z~ = 2x Qnxy x2 +x zy . derivo d . y) f(x.). O mesmo acontece com a derivada do seno.x2 cos"X-X" af 1 -=-cos-+ay x x y PR10 Dada a função z f(. quer em relação a y.1 x ay af = [cosx-1Y]X-1 af y y y 1 +1. d o arco az ay a = C a: = y ~. .. = o... d env. d e f az z = f(sen xy) z = f(senxy) - C ax = rr (sen xy )][cos xy J rr (senxy)][cosxy]x rr (senxy)] cosxy ---------- ecos .. = x [f' (sen xy)] cos xy Solução: Preparemos a função: f(x..- d'env.y 1 ax = .----A---y .

y _x t(x) y Y =0 _ PRu Dada a funçao Il = are sen (xyz). Determinação das derivadas parciais _a Il_ = --. Montemos o produto das 3 derivadas '" a Il a Il a Il _ yz • xz • xy ax . Deternúnemos as derivadas parciais de z x af +yEt=~t(x) ax ay y Sim. Verificação da igualdade ~~ • ~.J 1 .J 1 v' 1 - az ---""""'X.:==1 ==yz 3x all = v' 1 - (XYZ)2 1 xz (XYZ)2 1 3y -= all . 3y • ai .[. • ~~ = see Il tg2 Jl.(xyz)2]3 > xyz = sen Jl.Y (xYZ)2 2. verfique se 3x • 3y • all all 31l az = see Il tg 2 Il· Solução: 1.(XYZ)2]3 31l • all • all = (xYzi 3x 3y ax [v' 1 . De Il = are sen (xyz) .Solução: 1.

9 + 4Y .SubstitUindo em (1) => -- -->_.4) 5 5 5z .4. a p.Yo azayo z .J az ax 1 = ~y'X2+y2 _ 1 -\.Zo -1 .±.~ _ -b y'x2 + y2 ". De Z2 = x2 + y" > Z = x2 + y2 (z = 5 > O) . a p.Xo az axo - Y . sen" p. Yo.xo) + ayo az (y .L 0_- sen" p.. S V9 + Substit]lipdo na equação do plano (1T) z'.l PR 12 Ache a equação do plano tangente e as equações da reta normal à superfície z" = x2 + y2 no ponto (3.-= a p.2S = 3x . cos" J.16 .5z = O I 13X + 4y As equações simétricas da normal (n) são: x . ""x => az axo = 3=1 S 1 v9 + 16 az ay =.y => 1 4 16 az ayo = =.Yo) Determinemos pois as derivadas parciais no ponto.3) +.l v COS J. 5). Solução: Vimos que a equação do plano tangente (1T) à superfície z no ponto Po (xo. COS J.!(y .5 =l(x .-. 1 =--= __ [y' 1 .sen"p.]3 cos3 P. ax ay az ---- sen" p. zo) é z Zo = axo az (x .

.. zo)..j 38 .. Solução: 1.> (n) x-3_y-4_z-5 3 4 -5 PR 13 Ache as equações do plano tangente e da reta normal à superfície x2 + + y2 + Z2 = 38..> Z - 5=- "5 (x 2 -.::=----. Determinação do ponto Po (xo. Yo. vem 4 = + 9 + Z2 = 38 => 1 z 51. Substituindo na função. Determinação da equação do plano tangente. (n) x-3_y-4_z-5__ - 3 5 - 4 5 -1 --.xo) az + -ay-o (y - az Yo) =-. z > O 2..38 = O I . pois. Como (1T) -.. Temos Xo = 2 e Yo = 3.3) e tem z > O.2) - -SÓ' - 3 3) 5z-25=-2x+4-3y+9 \2x + 3y + 5 z . Determinação das derivadas parciais em Po• Preparemos a função x2 + y2 + Z2 = 38: z = ..x2 _ y2 3. no ponto que se projeta sobre o plano xOy em (2. z Zo = -ax-o (x .Então.

6y plano tangente é paralelo ao plano cartesiano xOy.6 = 0--> Y =3 z=4+9-8-l8+9 z =-4 O ponto procurado é Po (2.= 2y õy .P.Yo õz z -o Z -1 õYo Substituindo em (n) x-2_y-3_ z-5 2 3 .4).-1 -. (função preparada) z = X-1y2 _ x2y-1 . 3.4x .4==:> 2x -4 ÕX õz . Determinação das equações canânicas da normal (n). + 9 em que o Solução: Se o 'plano tangente à superfície z for paralelo ao plano xOy.Xo - õz õXo - Y . Como (n) x . PR 15 Determine as derivadas parciais de 2~ ordem da função z=---- x2 Y Solução: Preparemos a função: F. .4. _õ_z= 2x . as derivadas parciais de z serão nulas.-5 5 x-2_y-3_z-5 2 3 5 PR14 Determine o ponto da superfície z = x2 + y2 .6 ===>" z C y2 X = 0==> x = 2 2y .

O).2x-1 ay a2z - 2x2y-3- 2 ----- 2x2 x y3 PR16 Calcule as derivadas parciais de 2~ ordem da função z = e2Y sen x no ponto Po(rr/6. calculando as derivadas parciais extremas e delas as mistas. X PR17 Calcule as derivadas parciais de 3~ ordem da função z = e y e + Qn (xy).P.2 -. => z = eX-Y + Qnx + Qny Aplicaremos a invertibilidade da ordem de derivação. assim: . Solução: Preparemos a função F. z[ axoayo -=2 a2z = vf3 a2z ayJ ..

A .2y3 . y) diz-se harmônica quando satisfaz à equação de Laplace - Calculemos a2z + .y r l 2 x-y ay .> V UxV V .2xy . portanto.y2) .2xy(-2y) (x2 _ y2)2 = - 1 (x2 _ y2)2 + 4X2y2 (x2 _ y2)2 . ~.. az ax - 1 1 +--(x2 _ y2)2 4X2 2 y 2y (x2 . e h armomcao Solução: "Uma função z = f (x.ente F ..~: = eX-Y z [ az _ +~ +1. (x2 _ y2)2 • 2x _ 1 (x2 _ y2)2 + 4X2y2 (x2 _ y2)2 1 1 y +--(x2 _ y2)2 2 2x2y .. em re açao a x ==--=--=.-------- 2x3 . -= az ay 2x(x2 4X2 .2z = O".. 2 UVx .4x2y (x2 _ y2)'1.y2) .2xy2 + 4xy2 (x2 _ y2)2 Observaçao: X - 2 2xy -y 2 • d t' U 1 _ e o lpO-. .-e f PR 18 Ven'f' lque se a unçao z = arc tg 2 xy x -y 2 . a ax2 ay2 a2z a2z então --2 e -2 o ax ay derivo do arctg ~ derivo do quoçj.

r A __ -.2xy (-2y) az ax -2x2y = x4 _ 2X2y2 = -2y(x2 (x2 . . • 2x I 2 2 2x (X . em relação a y --> --v-2-.2y3 = -2y(x2 + y2) = + y4 + 4X2y2 x4 + 2X2y2 + y4 =_ 2y x2 +y2 2x(x2 + y2) .2xy 2 ..U~V . UyV r A \ ~ UV' Y --> V U~ ' Vy = 2x = .> V~ U· V = =--=----> 2y(x2 _ y2) .y2) .Y ) UyV UVy é do tipo -.y2 ====.4xy 2 2 2 a -a z2 = -2x(x2 2 y + y2)-22y 4xy = =(x 2 + y2l ax ay2 (x2 + y2)2 A função é harmônica. ~ UV~ > Ux = 2y V 2xy 2 X -y 2 = X2 .x4 + 2X2y2 + y4 - + y2) + y2i az ay 2x3 = x4 _ 2X2y2 + 2xy2 + y4 + 4X2y2 = x2 2x = 2x(x2 (x2 + y2) + y2)2 + y2 L az az -+-=---. portanto.2y = X 2 - Y2 => -->---------(x2 _ y2)2 2x(x2 ..

16cos(2x + y) 34z --::: ax3ay az --::: 4 ayax 3 --.2cos(2x + y) 34z ::: sen (x .y) .sen(2x + y) 4 = sen(x .y) .cos (2 x + y). Solução: Até às derivadas parciais de 3~ ordem determinamos apenas as extremas e a partir delas achalemos as de 4~ np.cos (2 x ay4 + y) .: -4::: a4z aX sen(x .PR 19 Determine as derivadas parciais de 4~ ordem da função z = sen (x .y) .8cos(2x + y) ' 34z -:::sen(x .y) .m.2cos(2x + y) ay = cos(x .y) .a 4z 2 ax3y3x a ---::: Z 4 2 3x 3yax -sen(x .y) . m -4= -cos(x a.y) .y) + cos(2x + y) -3 -3- a3z a4z = -sen(x ay ax a4z .y) + 2scn(2x + y) -= -cos(x .cos(2x + y) C az -= ax az ay cos(x .8cos(2x + y) a2z ay = ~sen(x .y) .y) .y) -.y) .y) .4cos(2x 3x23y2 --::: 3 + y) a4z 3y ax -- ax3y3 a4Z= --- ày3xay2 a4Z ----::: a4Z 3y 3x3y 2 -sen(x .\" a3 .cos(2x ay + y) Resp.16cos(2x ax -- + y) ax3ay = -sen(x - y) .8sen(2x + y) z = sen(x .y) + sen(2x + y) L -2 r -2= 32z ax -sen(x- y) + 4cos(2x + y) C C 4= a4z a4z sen(x .

7T). determine as derivadas parciais de 2~ ordem no ponto P~ (17/2. y) = eX ~ny + (seny)~nx. Solução: Será harmônica a função w -+-+-=0 ax2 ay2 = f(x. a2w a2w a2w az2 aw = 3e ax 3X + 4Y cos S z aw = 4 e ay .PRzo Verifique se a função w = e3X + 4Y cos 5 z é harmônica. y.y) af = eX ~ny + seny x C . 3X + 4Y cos Sz a w = _ 5 e3X + 4Y az Façamos a verificação: sen 5 z j a az 2w 2 = -25e3x+4Y cos 5z a2w -ax2 + a2w ay2 + a2w az2 = ge3X+4Y cos 5z + 16e3x+4Y cos 5z 2S e 3X + 4Y cos 5 z = O PRZ1 Dadaafunçãof(x. Solução: Derivemos f (x. e somente se. y) ax f(x. ay y . z) se.

- .---A---.No ponto P~ (rr/2.cos(x + y) =""""2 x 1 . ~J ~ - rr (sen1T)Qn-= e 1T/2 --- 2 ~ Solução: Determinemos as derivadas parciais de 3a ordem que figuram na expressão cujo valor procuramos. -2= -scn(x + y) ay C -2- a2z ay ax a3z ay3 = -cos(x -= -cos(x + y) --2 a~ ayax - 2 2 a~ + -3a~= .2 =-+--=--rr rr 1T 2 e 1T/2 ~ a 2[ - o e 1T/2 =.Q nx a2z.. az -ayax = -sen(x +y) 2 -- 1 x - -- a3z axax2 = -cos(x +y) + y) +-2 x 1 -az =cos (x ay + y) ..cos (x + y) + -1 + 2 cos (x + y) 2 ay ax ay x - . rr) as derivadas parciais de 2~ ordem assumem os valores: - 1 cos x e 1T/2 .

] ay y2 \: y PP 4 Determine as derivadas parciais de 1a ordem da função z = 4 sen (.: Sim. verifique se x ~~ +Y ~y= 1. ax = y t' [(tg~)] sec2~ y y az = _ ~ t' [(tg X).-- = 4xeX 2 '--v--'I função produto em relação a x PR24 Derive z = f(senxy). = Qn (x + J x2 + y2). Resp. ) Qn (~). Calcule a Jl • a Jl • a Jl com Jl = arctg (xyz).: az 1. . seno e arco xy cos xy ~: = [f' (sen xy)][cos ~.-= az aX ·2 xye 2 X2 _.).: sen2 Jl • cos4 Jl. Solução: Consideremos as componentes f. PP3 Determine as derivadas parciais de 1~ ordem da função z = f (tg. ax ay az' Resp. = [f' (sen xy)][cos xy]y = y 11' (sen xy)] = x [f' (sen xy)] xy] x cos xy Dada a função Jl Resp.

3). -3. xY Deterriúne as derivadas parciais de 1a ordem de z = y 1 ÔZ xYxY ÔZ -=-~nx--ôy yX PP9 xY xY+1 yX+l Determine a equação do plano tangente à superfície 3 x2 + yz + z .y2 no ponto P~(5.: ôx = yeX y (1 + xy) (l ÔZ = xexy ôy PP 6 + xy) Determine as derivadas parciais de 1~ ordem de z Resp.2 z .: _.J x2 .5 = O + y2 + Z2 + xy + PPut Determine a equação do plano tangente e o vetor normal da superfície z = = . Resp.: ÔZ = Y cos xy ôx 1 + sen2 xy ÔZ xcosxy -=---ôy 1 + sen2 xy = arc tg (sen xy ).: 5 x . x. quando z . + z.4z = O n = (5.3y .: (7T) 5x . ôz Resp. Resp. Calcule x ~: + y ~. -4) PP 11 Calcule as derivadas parciais de 2a ordem da função z = arc sen Y2' com x ~ .2 Y .: O f(~). PP. ~ Resp. -1) de cota negativa. PPs Resp. = .Resp.: .4 = O no ponto P~(1.-~ny ôx yX-l yX .cos ôx y y ôz 4 ·x + -1 x x -=--cos--ôy PP 5 ôz 4x y2 Y 1 y Determine as derivadas parciais de 1~ ordem de z = xyeXY .=-.

xy2 cos xy senxy .---(x2 x2 _ y2 + y2)2 a2z ay a2z axay = ayax = i 2xy (x2 + y2)2 a2z x2 _ y2 --= --~2 (x2 + y2 .:: ~ C' -. PP16 Determine as derivadas parciais de 2éJ. Resp.j ayax 2x3 (X4 _ y2)3 Calcule az -ax aY da função z = (x2 _ y2 + y2) arc tg-.: - a2z ax2 = . y) = ye X 2 ."'-'.."'.: O f (x.: -aX aY = a2z x2 2 X +Y 2.a2z y ay2 .2y ax ay ay2ax a3z -x3cosxy -= ay3 -- a3z = -2x . '''\ . Resp.x2y cosxy --a2 z = .: Sim Dada a função Resp.J x2 + y2. Resp... y x . .: -= a3z ax3 3 -y 3 cosxy sen xy . PP13 Verifique a função z = eX seny + eY cos x é harmônica.j (X4 _ --=--=- y2)3 axay 2 a2Z a2Z . determine af 4 ax 2 ay 2 Resp..ordem da função z = Qn.

ayaxay a3z = -2xseny + 2cosx a -a z3 = -x2eosy y .(x2 _ y2)312 ã2z = _ 2x (x2 .y ) a2z 2x a2z a2z 2y ãxay = ayax = . _/ '2 2 PP22 Determine as derivadas parciais de 2~ ordem da função z = Qn x .2 ay ax 3 .y'2 Resp.: -2 = '2 2 3/2 ãx (x ..y . x + .-axay2 ã3z . = y o. x az Resp'-=--.y) PP 19 Se z = e xy . calcule ax + az ay' Resp.y2cosx ax a3z a3z ãx2ay - ã3z a3z ..y +y x ' entao.: -3 a3z = .: eY arc sen (x .2y2) ay2 y2 (x2 _ y2)3/2 PP23 Determine as derivadas parciais de 3~ ordem da função z = x2seny + y2 senx. ..2y senx -. az az 3 PP21 Prove que se z = are sen x . _ x -a x õz +y az -a . Resp.' ax -y x2 + v'2 e az x -=--ay x'2 + y2 _ y az Dada a funçao z = e are sen (x .v x .j x2 . .axayax ayãx2 = 2 cosy .j x + y x2 + y2 x ax + y -ay =-2 z .y).Determine as derivadas parciais de H ordem da função z = are tgL. ven'folque que ax ay a3z 2 PP20 Verifique se z = -=====tem-se .

deterrmne x Resp.I ax ar ax a<p X para = r cos y i{) { = r sen 'P PP30 Verifique se para w = (x .12 z = O e a esfera x2 + y2 + Z2 = 50.xy + z az para z = xy + X6Y'x.PP2S Se z = Qn (x + xy + Y ) verIfique que x 2 2' aZ + y ay = 2.: O . 4.y)(y .y ay' az PP27 Determine o ângulo no ponto (3. . ax az. Resp. aZ ax Dado z = f(tg xy)..z)(z .x) tem-se W aaxW + aayW + aaz = o. 5) do parabolóide hiperbólico 5 xy .: f) :::: 720 11' PP28 Mostre que x az ax + y ay =. .

y) definida e contínua na regiâ. vimos que o acréscimo da função b:.X+ 112b:. y)] b:.a Humanidade.y) . respectivamente.y b:. (x.x + b:.y) .x.x + [f.z = [f~ (x.y = t' (x) b:.y. tiramos para b:.X+ l(. O acréscimo total.DIFERENCIAÇÃO Somos uma família só . v--_.y + 112t:. será b:. y + b:. no Capo V do Volume I.J (x.x e b:. y).x.x + 11 b:. dz y)] b:.z = f(x b:. como Vimos no Capo lI. Por outro lado.x '---v-----' '--y--/ parte principal dy parte secundária Então. Seja a função z = f(x. E os companheiros da família mais necessitados de nós são aqueles irmãos sofredores e menos preparados para as lu tas da vida. y + b:. para a função de uma variável./ \~-----v parte principal parte secundária . y)] b:. y) o valor + 111b:.f(x.o D C 1R2• Atribuamos a x e a y os acréscimos b:.f(x.z = f(x + b:. y = f (x).y /.y + 111b:. y)] b:.z = [f~(x.

Logo a diferencial total da função z = = lf'x (x, y)] ~x + li; (x, y)] ~y ou

f (x,

y) nos é dada por dz -

em que dx e dy são as diferenciais das variáveis livres x e y, respectivamente. Para o caso de função de 3 ou mais variáveis, procedemos da mesma forma. Assim, se

w

= f(x , y ,z)

=>

dw

= aw ax

dx + ôy dy .-

aw + az

rlz

aw

Exemplos: E1 Determine a diferencial total da função
z

= 4x2y

- tg(2x

- y).

Solução: Vimos que dz = ~: dx parciais de 1~ ordem de z.

+ ~;

dy. Determinemos, pois, as derivadas

az ax

= 8xy - 2sec (2x - y)

2

dz

=

[8xy

-

2sec2(2x

- y)]dx

+

[4x2

+ sec2(2x

-

y)]dy

Ez

Determine a diferencial total da função

w

= eXY

-

4 xz

+ yz
dy

Soluçao: dw = -dx

_

ax

aw + -

ax + -

ax

dz

aw az

aw -=ye ax

xy

- 4z

-=-4x+y

aw

az

Então,

dw

= (yexy

-

4z)dx

+ (xexy + z)dy - (4x - y)dz

3.2 - APLICAÇÕES

Seja a barra prismática de dimensões x, y e z fixada num suporte S. Apliquemos à extrenúdade livre uma força F. A barra sofre uma deformação medida pela variação de volume. O volume inicial é xyz. O volume acrescido é

(x + .ôx)(y + b-y)(z + .ôz)
O acréscimo de volume nos é dado por

.ôV

= (x' + b-x)(y + .ôy)(z + .ôz) - xyz .ô V ...;~+ xz!::,.y + yzb-x + z!::"x!::"y xy!::"z + +

+ x.ôy.ôz + y!::,.x!::,.z !::,.x!::,.y.ôz ~ + .ô V = (yz!::"x + xz!::"z + xy.ôz) + + (z.ôx!::,.y + xb-y.ôz + y!::,.x.ôz + !::"x!::,.y!::"z

.ô V :::yz.ôx + xz.ôy + xy.ôz

I CD

-=yz

av
ax

.
e

~; = xz
-=xy

I dV = yz!J.x

+ xz!J.y + xy!J.z

I

@

av
az

Comparando

CD e (3)

-

Na prática fazemos a deformação igual à diferencial. ~-------------

Como vimos no Capo V do Volume I, !J.x na variável x, dx. 1 .. - e o erro re atlvo
sa = -x

= X2

-

Xl

=

dx, erro absoluto

x

e 100 dx é o erro percentual = IDOs, x ..

E1

Deseja-se medir a distância dos pontos A e B separados por um obstáculo. Mediram-se, então, as distâncias x e y com erro de 3% em cada uma. Determine o erro percentual cometido em AB"
AB =

~= f(x,
z

y)

=.J

x2

+ y2
A 1Q) Cálculo do erro absoluto

O erro absoluto é a diferencial dz
Obstáculo

'<:..
7/ ~~

xii'

~

I

L/i;i/ ----B

!IY !

s =dz=-dx+-dy
a

az ax

az ay

~
C

J

x

Calculemos as derivadas parciais de 1~ ordem

_a_z

ax

=

1 2 ~ x2

+ y2

2x =

x ~ x2 + y2

_az_
ay

=

1 2y = 2 ~ x2 + y2

.J x2 + y2

Y

Ea

=

dz = _..=-x..=-dx-=--=== + --;=y=d=O'==v' x2 + y2 .J x2 + y2

29) Cálculo do erro relativo O erro relativo
E

r

=- \..' Z

dz

.QA...!

Dividamos, então, o erro absoluto dz por z

dz _

v'

Z-

xdx x2 + y2 vx2

+

ydy .J x2 + y2 + y2

_d_z = xdx z x2 + y2
39) Cálculo do erro percentual

+ ydy x2 + y2

O erro percentual é o erro relativo multiplicado por 100
Ep

=

100-

dz
z

Portanto,
E

= 100(

p

xdx + ydy \ x2 + y2 x2 + y2)

Como vimos no problema, o erro percentual em x e em y foi de 3%. Logo:
100 dx

x

=

3 =>

dx

=

3x 100

Substituindo fórmula de

Ep

E

-

100(

x ~
2

+
3x

p -

x2 + y2

y x2 + yi)

ifo \
l00(x2 + y2)
3y2
]

Ep

= 100 [

l00(x2 + y2)

+

Ep =

3C.: y' x/; yi)
+
e o ângulo a por eles formado mediu ; rd,

Ep

x2 + y2 = 3--x2 + y2

Ep

= 3%

Ez

Num triângulo os lados x e y mediram 2 dm e 10 cm com erros de 0,0005 cm e 0,0002 cm, respectivamente, com erro de ~

rd. Determine o erro relativo cometido na medida z do

lado oposto ao ângulo a. De acordo com o enunciado do problema,
x

=

2dm=

20 em e dx

=

0,0005 em

B

y = 10 em e dy = 0,0002 em a

= 3rd

1T

e da = 100 rd

v'3

A medida z do lado BC depende das medidas x de AC e y de AB e da medida a do ângulo A. Assim, z = f (x, y, z). Determinamos a lei f pela lei dos eo-senos
, Z2

=

x2

+

y2 -

2xy cosa ==--=--> z

=

.v x

2

+

y2 -

2xy cosa

O erro absoluto cometido em z nos será dado por
dz = ~

ax

dx

+~

d ayY + az aa

da

DIFERENCIAÇÃO

57

oz - ox 2 y'x2 z oz - oy 2 y' x2 oz -oa Tiramos
dz =

+

1 y2 - 2xycosa

(2x - 2y cos a)

1 + y2 - 2xy cosa

(2 y - 2 x cos a)

2 y' x2

+

1 (- 2xyXy2 - 2 xy cos a

sen a)

x - y cos a

dx

+
y' x2

y' x2

+ y2

- 2xy cosa

y - x cos a dy + y2 - 2xy cosa

+

+
vi x"

+ y2

xy sen a .--da - 2 xy cos a

dz

--------

_.J

x2

x - y cos o: d X + y2 - 2xy coso:

-I-

.J x2

-------

z -

J

Y - x cos o: d Y + + y" - 2xy coso:

J

------2
x

xy sen o: d o: + y" - 2 xy coso:

x2 + y2 - 2xy coso:

Z-

dz _ (x - y COS dx + (y - x COS dy 0:) 0:) + y2 - 2xycoso:

x"

+

(xy sen 0:) do:

~

1/2
+ (10 -,
20" + 102

112 ~

../3/2
0,0002

,,-A-..

dz -=

(20 - 10COS-f) 0,0005

2ocosi)
-

+ (20'

10sen~)~

z
_dz _ 15 • 0,0005 + O + 3 400 + 100 - 200 3,0075 1,0025 = 300 100

2 • 20 • 10 cos ;

z
dz -=

z
z

dz= 0010025

'

Vimos no item 3.1 que o acréscimo total da função z !:lz

= f(x,

y) é

= f(x + !:lx, y + .6.y) -

f(x, y)

Então, transpondo f(x, y) --> f(x

+ .6.x, y + .6.y) = f(x,

y)

+ .6.z

CD

y) + ax ./ f(x + ôx. y + ôy) -::::.002)2.96)3 •V (8. y + ôy) -::::.f(x.. 2. f(x + Ôx. a Igualdade az " CD fica: 1 . y + ôy) == f(x.Como ôz = az ax dx + ay az + 17tÔX + 112ÔY dy . # 3. y + ôx) = f(x. Fórmula: J (3. f(x + Ôx. y) + dz f(x. Substituição de f: J(x+ ÔX)3 tt (y + Ôy)2 -::::. y) + dz I Calcule o valor aproximado de Solução: 1. az dx + ay dy + 1hÔX + 1l2l:iy \ dz v infinitésimo de ordem superior . Determinação de dz: VY2 + dz . ) + ax y az dx + ay dy az I f(x Exemples: E1 + Ôx.

y = 8. y + D.04 + D.96)3 ~ (3.x + D..0.J (3. Fórmula: f(x + D..5253 V (8.~16 ..48 + 0. Solução: 1.y.J (x D.y) + y) + dz dz 2. y) + D.002)2 ::::32 .96)3 (8.J .x) tg (y 3.0. ===> = 0.48 + 0. tg Y + = yX tgy .tg 44° 40'.96)'!j . Substituição de f: ..y D.002 (3.0.J E2 (3.0.96 --> valor mais aproximado de x + D.x = .y) :::: y'..04) v' (3. 2 0. Substituindo em CD W +.x = 3. 4#(0.002) + ~2 • 22 (.002)2:::..0053 .002)2 ::::32 .96)3 (8. Determinação de dz: z = f(x.002)2:::: 23 • 22 + ~4 .002 = 8 =='> valor mais aproximado de y + D.002)2 Calcule o valor aproxfinado de J 36.j43 V (8.24 ..x. que admite raiz quadrada exata x Subtraindo ==--=----"> y Y =4 D.J .002 que admite ~~C1JJ?!~ª~xata .96)3 ~ (8.J4 W (-0)04) + .x. 31. ~ ::::f(x.

20' ===> b. ..24 (pois tg 45° = 36 --> e ==> y y + b.. normalmente é ainda uma função de .9528 A diferencial de uma função z = f (x. y) Ôz e ôy = f' (x.j 36..y = .24 0.0056 (veja Capo V do Volume I) Substituindo em Q) + + (.f'x (x.. .0056) .6(.24 tg 44° 10' ::: 6 . y) com dz=-dx+-dy ôx ÔZ ÔZ ôy .x = b. a diferencial de 2~ ordem é a diferencial de dz: d (dz) = d2z A diferencial de 3~ ordem é a diferencial da de 2~ ordem d (d2z) = d3z Tomemos z = f (x. ô z = .24 tg 44° 10' ~ 6 + 0. ôx x e y.y = . 0.y = 44° 40' = 45° = 1) b. 5.~~.24 + sec2 45°)(-0.. 1 + 2 ~ 6 1 .02 .j 36. y) forem contínuas.x = 36.0056 ~ 36. y) y que fig uram I nela são funções de x e y.. Ja que as denva d as parcIaIs. y).24 tg 44° 10' ./36 .x x + b.24 .0672 ~ 36.}r)2 0. Se as funções derivadas parciais sucessivas de f (x. .24 tg 44° 40' ::: ... Desta forma./36 tg 45° C~ tg 45°) 0.0.017 = -0. poderemos calcular as diferenciais totais de ordem superior. 0..

dx + El.V ôz ) ô JJ. + dY) dY) (diferencial de soma) d2z = d (~~ dx) d2z = [ d (.) =[ô~ (~~)] 0=> dG~) d (~~) = (~:) ] dy (~.~ [d (dx)] + [d (. ] dx + .) ] dy '3' =-=> \.!.dx ôy ÔX SubstItuamos em . ôy' dy (3 ÔZ /i)'- 0 t por ôz ÔX e em (. d f2\ ôx ôy y \.V d (ÔÔyz) = Êôxôy dx + 2 ô ôy2 z d y . por ô y Q) => [ô~ (~~)] ®=>d(~.d (dz) = d (~~ dx + ~. = .~) d (~. ôz ôy d (ôz) ox = dt = E. [d (dy)] CD (diferencial de produto) ôz ôx = t -=JJ.) ] dy + + ~. d ( = dJJ. f1\ Ô + ..\ 0 JJ..JJ.

r a2z axay A dx dy . dx dy = constante ==~->. suas diferenciais de H ordem são constantes e as de 2~ ordem. dx + az dY) 2 ax ay 2 2 = a z (dx)'. são nulas.+ 2 a z 2 d2z = (az d2z ax axay dx d '------v----" quadrado do 19 ---v / + a z (d )2 Y ay2 Y '------v----" quadrado do 29 2 dobro do 19 pelo 29 . d2z = a Z2 2 aX (dx)2 + aZ ayax 2 d dx Y + az d2x aX Para x e y variáveis independentes. podemos usar o quadrado da soma indicada de 2 parcelas. convencionando-se que o índice 2 seja expoente nas diferenciais dx e dy e seja ordem de derivação nas derivadas parciais. conseqüentemente.d2x = d (dx) = d (constante) = O = constante ====>: d2y = d (dy) = d (constante) = O Com esta simplificação a igualdade 0 se reduz a Para facilitar a memorização da fórmula de d2z.

y)ldxdy - .[sen(2x . vem: 02.y) . . Solução: A fórmula de d2z na forma sintética é: d2z = (oz 3x dx + oz dY\" oy) 32 0 + --. Exemplos: E1 Determine a diferencial de 2~ ordem da função z = sen (2x . (d 2 Desenvolvendo.y)](dYi + [4sen(2x . 02Z -o oz x = 2cos(2x .Podemos determinar d3z da mesma forma que o fizemos para d2z e com a consideração que dx e dy sejam constantes.y) -cos(2x . d2x = d3x = O e d2y = d3y = O. -= oz oy oyox -sen(2x . d2z = -2 (dx)2 3x2 +2 _z_ dx d 3x oy y oy~ lY )2 .J + 3 03Z dx (dy)2 oxoy2 I + 03Z (dy)3 oy3 ---v 3 x quadrado do 19 pelo 29 ~--v '---v-------" cubo do 29 3 X 19 pelo quadrado do 29 (o expoente na derivada indica ordem de derivação e na diférencial in~~c3:potência). -2 . Então: d3z = (_o_z dx ox + _o_zdY) oy 3 ====> d3z = '--y-----/ cubo do 19 _03_Z (dx)3 ox3 + + 3 03Z (dx)2dy 02xoy . 02Z . - oy2 = Substituindo na fórmula de d2z.:.y) ox 02Z oxoy 02Z = -4sen(2x . resulta d2z = [-4sen(2x .Y)](dx)2 .y).y) .

3 [eX seny](dx)2dy + [eX seny](dy)3 . resulta: = (eX cosyXdx)3 . d3z = (33x z dx + Z 3 3y dY) 3 z = eX cosy C d3z 3z -= eXcosy 3x 3z ay = -e x senYL Substituindo na fórmula de d3z. podemos tomar a forma sintética e para usá-Ia usamos o desenvolvimento pelo "Binômio de Newton". .3 [eX cosy]dx(dy)2 + Para a diferencial de ordem n.~ Determine a diferencial de 3a ordem da função z Solução: A fórmula de d3z é = eX cos y.

y.3. Qnz = Qnarctgxy z = arc tgxy . z)--> dw = -a-dx + -a-dy + -a-dz x y z aw aw aw d2w = (~. xm)· d t= n [at -dXl+-dx2+-dx3+""+-a-dxm at at aXl aX2 aX3 at]12 Xm Determine as diferenciais totais de 1~ ordem em cada caso. .. dx + ~w y dy + ~: dZ) 2 (quadrado da soma indicada de 3 parcelas) w = f(x.P.4 ..3.X3.+ -a-dy + -az y y dz aw]n Para mais de 3 variáveis. PR1 z = e2narc1gxy Soluçao: dz = - _ ax dx az + .y..FUNÇÕES DE 3 OU MAIS VARIÁVEIS w = f(x. procedemos da mesma forma: Assim. se t = f (xl> X2. z) --> dnw aw aw = [ -a.ay dy az F.

J x2 .3z 3x 1 z [ 3z 3y = = 1 + + (xy)2 1 Y => x dz = --_~1 ydx + xdy + X2y2 1 (xy)2 PR2 Z = Qn ---- . w = xy-I -=y + yz-I + -I 3w 3x -zx -2 =---= 2 1 Y Z x2_yz x x2y - élw _ ..P.P.-~y ély + Z -I _ - - - X y2 + --1 _ -xz + y2 Z y2z .Qnx .y2 .y2) . z =2Qn(x2 . 2xy _ Soluçao: dz =3x 3z dx +- 3z 3y dy 1 F.Qn 2 .-2 .-yz 3z él w _ -2 + x -I _ -- y Z2 + -1 X _ -xy + Z2 xz2 .Qny dz y = ----2 dx X 2 (x _ y2) Y (x _ y2) x dy ----2 2 y3dx _ x3dy dz=---xy (x2 _ y2) PR3 w =~ y _ +L+-=z x 3w 3x dx Soluçao: dw = - + -dy 3y 3w +zx-I 3w 3z dz F.

y PR 5 . x.xy dz XZ2 x PR4 W z = e2n(Qnxyz) Soluçao: dw _ =aX dx aW + - ay + dy aW dz aW aZ F. dh 100-= h t 1% dt 100. Qn w = Qn(Qnxyz) w = Qnxyz w = Qnx + Qny + Qnz -=- aw ax 1 x 1 aw -=ay y aw Logo: az + dz z 2• -dw = dx +!!l.dz = x 2 . que é Ep = 100 dg. Na medida da aceleração da gravidade g usou-se a fórmula h = . gt Calcule o erro percentual resultante das medidas de h e t. com erros de 1%. g dg = ~ ah dh + ~dt at CD .= 1% g=f 2h Procuremos o erro percentual em g..yz dx 2y +y y2 ·2 xz dy +z 2 .P.

negativo ou positivo. Para apreciarmos o erro máximo possível.1%) == 1 + 2 == 3% PRó No cálculo do comprimento Q de um pêndulo. 2 4h dg == .2 (. isto é. Calcule o erro relativo em Q.01 cm/ç2.p = 100 d . O período da oscilação mediu 2 segundos com erro de 0.= -1 t 100 dh == 1 h !00 dg g = 1% . g E:p = 100 g = 100 dh . no nosso caso.3 dt t t dg = dh _ 2 dt g h t g O erro percentual é t.001 s. Solução: Do problema tiramos . com erro de 0.2 • 100 dt h t Nota: Os erros cometidos podem ser por falta ou por excesso. portanto. e g. tomamos o erro dt 100 .2 dh . aceleração da gravidade mediu 10 m/ç2.De g ==2 t 2h Substituamos em CD . o erro relativo multiplicado por 100.. usou-se a fórmula T == 211' A.

000 cm/s-2 e vem: Procuremos dQQ.001 s 2s 0.00001 + 0. então.001 s g = 10 m/s-2 = 1.T = 2s e dT = 0.0005 dQ = 000051 Q . dividamos ambos os membros por Q dQ = 0.01 cm/s-2 Q ~Q = + 1. .000 cm/s-2 0. de T = 21Th Como queremos d~.

_. respectivamente.-1. I i I I x = D = 8 m = 800 cm y e dx=2cm dy=3cm -< J = d = 6 m = 600 cm A =f(x. A = 800 A = 400 100 dA dA 2 3 + + 600 1 200 1 = 400 3 Ep = A' dA logo: . = X. da Q) => dA =~ dx + ~ dy ay x 2 Ldx ~dy _dA_ = 2 +_2_ A xy xy 2 2 dA = dx + dy y A x Substituindo pelos valores dados no pro~lema. [ -=- aA Então.As diagonais de um losango mediram 8 e 6 m com erros de 2 e 3 cm. Calcule o erro percentual cometido na sua área. Solução: Do problema tiramos: --~T __.y)->A =1' ~~=~ De A .

x= 60' • 0. Substituição de f: sen (x + !::J.75% PRs Calcule o valor aproximado de (sen 30° 10')(cos 59° 50'). x + !::J.10' ===.x)::::sen x cosy + dz 3.003 2" 1 V3 1 .(senx seny)!::J.x= 10 ==--==---->::J.003 ! y + !::J.x c s .017 = 0.0.0.y= 59° 50' y .y . 1 10 cos 59 50 :::::.x)cos (y + !::J.003 sen 30° 10' cos 59° 50' ~ sen 30° cos 60° sen 300' o.(senx seny)!::J. Solução: 1.y)::::f(x. Fórmula: f(x + !::J.y + !::J.x) os(y + !::J. 2" + 22"0.> !::J. Determinação de dz: z = f(x. y) = senx cosy cosy dz seny z C ôz a = cosx x=> - = (cosx cosy)!::J.y~ .y):::: enx cosy + (cosx cosy)!::J.003 .x= 30° 10' x = 30° => e !::J.y=> ôz ôy = -senx => sen(x + !::J. y) + dz 2.0.Sp = 0.x .x.003 CD => + (cos 30 cos 60)0.(sen 30 sen 60)(.003) 1 y'3" + 2" -2. 10' = 60° ===> Substituindo na ==:==>" !::J.y= .

003 4 VI sen 30° 10' cos 59° 50' :::::0. Fórmula: f(x + 6.86)3 X 36.-::..j (x + 6.4 2 • 0.j x3y senz ow 1 -ox = ---3x 2 .~"'Ycosz uZ 3y 2 vx y 2 vx CD = = 36.14 6. 6. Substituição de f: .z ow = f(x.2526 PR9 Calcule o valor aproximado de J (3.y ow + - oz 6.y) sen(z + + + 3 x 2y sen z A + x 3 sen Z A + ~ A ~3 uX ~ uy V .x = 3.74 .y = 0. z) =..::: . y.j (x + 6.y + V X'Y cosz 6 6..X)3(y + 3..j x3y A 2 => -.= V dw = + uX ow r7C: 3 OZ x y cosz + x3senz 2vx~ rr:: ..X)3(y + 6. y. z) 1.z) :::::.1 + .z) ::::: (x.74 sen 150° 10'. Solução: Temos uma função de 3 variáveis independentes w = f(x.86 x --> 6. z + 6.x.J x3y ysenz 3x2y senz 2.x.0026 sen 30° 10' cos 59° 50' :::::0.. z) f + dw 2.z) ::::: J x3y senz + dw ow =ox b.25 + 0.y) sen(z + 6. : w 6.y = - 0.sen 30° 10' cos 59° 50' =.z --> .x +- oy b. Determinação de dW: dv.x =4 y y => + b:. y + 6.J x3y senz => .74 36 x + 6. y..

. 0.2 1.017 10' . _V3_3 0.x az . = 0.86)336.6x + -ay 6y ox + ~=YXY_1 De z = xY ax =-==--=--> [ dz = yxY -1 6. 16 .86)336. .111 PI'it Ul Calcule o valor aproximado do número (0..86)336.74 sen 150 10' '" . 2 • 23 • 6 .)) :::::: y) f(x.74 sen 150010' :::::: 23. 36 ' 3 + (v' 43 cos 150°) 0. 2 )(3. 36 .j 43 .74 sen 150° 10' ::::::3 2 64 • • 6 . 36 sen 150 + ~ sen 30° + + 3· 4 • 36sen1S0° 2 .. + dz 2. + •.14) + 2_ .86)336. (-0.26 24 + 0.003 3 . y + 6.xY'+6y :::::: xY + dz 3.j 43 .= ay x Y Qnx .003 . 6 6 . Substituição de f: (x + 6.003 CD > 0 0 .1 )(3. + 23 • . 23 . Determinação de dz: dz az az = -::.74 sen 150010' :::::: .003. Fórmula: f(x + 6.125 ) (3.x..j (3.246 + 0.1.998)4.j 43 .z + 6z z => Substituindo na => = 150°10' 0 = 150 6z = 10' ==> 6z = 60' • 0.74 2 . Solução: A função é do tipo z = xY 1. 36 '36 2 (-O 14) ' + 4 sen150° 074 2 .

y e x .003 '" 0.r-" O (0.y = .998)4..003:::: 14 (0.998t.0.y = 4. de 2? ordem da função z == x3 .002 + 4 • 13(-0.4xy2 .x)Y+6Y :::: xY +.0.+ + (xY Qnx)b.x b.8y)dxdy .(8x + 12y)(dyi PR 12 Calcule a diferencial total de 3? ordem da função z =!.y (xY Qnx)b.)2 Y d2z = (6x + 4y)(dx)2 + 2(4x .-.2y3.992 PR 11 Determine a diferencial total.998 = 1 y + b.998)4.002) = 0.yxY-1b.003 '--.y ==> (x + b.x + CD b.003 Substituindo na CD + (l4Qn 1)0.003 :::: 1 . Adaptação ao exercício: x + = x ====>: 0.003 Y --> =4 6. Solução: d2z == + 2 x2y - (az ax + az 2 dx + az ayY ) d 2 = a z2 ax 2 (dx)2 + 2 ~ axay dx d Y + ay2 (d .x 4.008 (0.

Y . + ax2ay 3 axa2y az + az 3 ay3 (dy)3 x ey Determinemos as derivadas de 3~ ordem da função z = e = eX - y .(dx)2d y. dx 3 + az dY] 3 = a z3) (dx ay ax dx (dy)2 3 3 + 3.: dz . ax 3. az _ x-y . a z ..-1 + xy Resp.Solução: A fórmula de d3z é: d3z = [az + ..x x (1 + xy)2 cos 1 2 '+ y ] d + xy .e ax ay r 1 Determine as diferenciais totais de 1~ordem em cada caso: PP1 z = e2n J 2xseny-y2 Resp.J 2x seny + (x cosy .y)dy _ y2 x+y z~sen-.: dz = (seny)dx .y2 = [ (1 + xy)2 cos x + Y ] dx 1 + xy +[ 1. 1 .

: dz = 4. " ...•.•. . pp 4 W = xyeZ dw - + yzeX zeY - Resp.004.....• PP6 Na medida da distância dos pontos A e B.: 0. com erro de 0..01 cm. A diagonal maior mediu 100 cm com erro de 0.2 y dx . " .: 15 cm2 . d .001 s.1 m e 100 - da a = 2.9% .. Resp.z= R x-y x +Y ..002 e a diagonal menor 50 cm com erro de 0. tendo o comprimento Q do pêndulo medido 1 m. Determine o erro absoluto em AB = z e o erro percentual em a. Calcule o erro percentual cometido em g. com erros de 1% e 2% respectivamente. = 217' Vg' fi.xzeY + zeX)dy + + (xyeZ xeY + yeX) dz PPs )Na medida da aceleração da gravidade usou-se a fórmula T .• . em virtude do obstáculo O. foi necessário medir as distâncias AC = 150 m e BC = 200 m.2% PP7 A área de um losango foi medida. e o período da oscilação 2 s com erro de 0.. Resp. . determinando-se as medidas de suas diagonais.2 x dy z (x + y)2 xzeY (yeZ - esp. Calcule o erm absoluto cometido na área do losango. perpendiculares. Resp.: = + yzeX)dx + (xeY .

PPs

Na determinação da medida do volume de um cone foi cometido um erro em virtude dos erros de 2 • 10-3 e 1 . 10-3 cometidos, respectivamente, nas medidas do raio e da altura. Calcule o erro percentual no volume. Resp.: 0,5%

PP 9

Na medida do pe;íodo de oscilação de um pêndulo

(T

=

2"

A)

cometeu-se

um erro motivado pelos erros cometidos nas medidas do comprimento Q e da aceleração g,que foram de 0,001 e 0,002, respectivamente. Calcule o erro relativo em T. .

PP 1. Calcule o erro relativo cometido na medida do volume de um paralelepípedo
retângulo, sabendo-se que nas medidas de suas dimensões foram cometidos os erros de 0,02; 0,04 e 0,04, respectivamente. Resp.: 0,10 sen 29° 55' 'Pu Calcule o valor aproximado de tg 45° 30' Resp.: 0,4903 PP12 Calcule o valor aproximado de -y!57 cos 59° 50'. Sugestão: O número quadrado perfeito bastante próximo de 57 é 56,25. ' Resp.:· 3,793 24,936 81,082 . Resp. 0,5545

PP14 Calcule o valor aproximado de Sugestão: x Y

.J (4,99)3

- (2,02)2.

+ 6.x = 4,99 + 6.x = 2,02

x=5 y=2

Resp.: 10,96 PP1S Calcule o valor aproximado de sen 290 cos 610• Resp.: 0,235278

j

(I

+ y)(1 + z)

1 +x

Sugestão: Faça corresponder a x + D..x o valor 1 + x, o que dará D.x Proceda da mesma forma para 1 + Y e 1 + z.
Resp.:

=

1.

Ai [1 C - ~ - ~)]
+;

PP17 Calcule o valor aproximado de Resp. : 1,00055

V sen 30° 5'

+

cos 59° 58'.

PP18 Determine a diferencial de 2:(1 ordem da função z Resp.: d2z

= x2seny + y2senx.
+

=

(2 seny - y2 senx)(dx)2 + (2 senx - x2 seny)(dy)2

+
Resp.: d2w

2(2x cosy

+

2y cosx) dxdy

PP19 Determine o diferencial de 2:(1 ordem da função w = eXYz.

=

wy2z2(dx)2

+ 2 w(l

+ X2Z2W(dy)2 + X2y2W(dz)2 + + xyz)(z dx dy + ydxdz + x dydz)

PP20 Determine a diferencial de 3:(1 ordem da função z = Qn~. y Resp.: d3z = 3' (dxY -"3 (dy)3
X

2

2

Y

PP21 Determine a diferencial de 2:(1 ordem da função w = eX Qn xy. Resp.: d2z = ( eX Qnx
__ e
X

2ex eX + -- - 2 +
x x

eX Qny

)

(dx)2

2ex +Y

dxdy

-

(dy)2

y2

,
j '-o
.I
!

I

4

I

FUNÇÕES COMPOSTAS

A esperança e a alegria são remédios preciosos na farmácia da alma.

4.1 -

FUNÇÕES COMPOSTAS DE UMA VARIÃVEL INDEPENDENTE

Neste caso, z depende da única variável t e, para calcular sua derivada :' podemos eliminar as variáveis intermediárias x e y, fazendo z = /111 (t), /2 (t)] = = F(t) e derivar diretamente z em relação à t. Procederemos de outra forma, sem eliminar x e y, estabelecendo uma regra de cadeia. Para tanto, no ponto t, atribuamos à variável t um acréscimo D.t. Corresponderão os acréscimos ~x e D.y às variáveis x e y, e à função z, o acréscimo D.z. Assim: D.x = D.y

/1 (t + D.t) = /2 (t + D.t)

-

/1 (t) /2 (t)

Como z = / (x, y) é diferenciável ==>

->

D.z

= az ax

D.x

az + ay

ó,y

+

771.6.X

+

772D.y

~o ~o -> o ~o
!H-O

" f::.z dZ}" 6.x I1m - = 1m f::.t dX 6.t '----y------"
6t-O

+dZ

dY

6t-"'0

l' 6.y + I' 1m 1m
6.t
6t-o
~-v

T'/l -

6.x

+ 1

6.[
/

6t-o

im

T'/2

f::.y'
A

t

u

'--v---"
dz

'-----v---"
dy dt

'-v-------'
O

dx

O

dt

dt

Esta fórmula se estende para o caso de
Z

=
Xi

l(xI,

X2,

X3,

.•.

,

xn)

onde cada

é função diferenciável da variável t:

-=--+--+ dt dXl dt dXz
dz dt =" Exemplos: E1

dz

dZ dXl

dZ dX2 dt

...

+-dX
n

dZ

dxn
dt

I
I

n

=1

dZ d:xi dX' d;1

Determine a derivada de y = cost. Solução: Notamos que
Z

Z =

x3

-

4x2y

+ xy2 -

y3

+ 1, com x = sent e

=

I (x, y)
=>

e

x

= 11 (t)

e
(t)

z

=

1[11 (t), 12 (t)] = F

Determinamos as derivadas parciais de z em x e y e as derivadas totais de x e y em relação à t

z

C

az ax
-

= 3x

2

-

8xy

+Y

2

dx

dt = cos t

az ay

= - 4x

2

+ 2 xy - 3y 2

dy = -sent

dt

E2

No exercício anterior, calcule a derivada no ponto t Solução: Como ~~ = (3x2 - 8xy calculemos:

= ~.

+ y2)

cos t

+

(4x2

-

2xy

+

3y2) sen t

x = sen"6=2"
1T

1T

1

y=cos-=-6 2

-vf3

'd Sb' StItUlD o em dz vem: u dt' dz = (3 . 1-_ 8 . 1. . ..j3 + cos 1T dt \ 4 2 2 4 6

1)
\

+

+4 .l._ 2 .l.. v'3 + 3 .1-)sen!!. \ 4 2 2 4 6
dz = (~_

2 v'3 + 3) y'3 + (1 _ y'3 +

dt dz dt

\4

.

4

2

2

4

9) . .l2
.

=~. y'3
4 2

-2y'3

. ..j3 +.!i 2 4

.1._ V3 . .l2 2 2

dz = 3 v'3 dt 4

_3+
11

13 _ 8

v'3
4

)

-=---dt 4

dz

2..j3

8
o

_dz = _4 •..•... Y3_3_-_I_I__ dt 8 --.>

dz = dt

_(11 - 84 Y3) \,

F3

Derive w = eXYz, com x = 2 t, Y

=

1 - t2 e z = 1

+ t.

Solução: Como vemos, w = f (x, y, z) com x = fI (i); y . f2 (t) e z = = f3(t). Então, w = f (fI (t), f2 (t), f3 (t)] ==> w Logo: dw = dt

=

'P (t)

aw ax

dx dt

+ aw

dy ay dt

+ aw

az

dz dt

CD
-=2 dt
dx

-

w

aw' ax aw ay az

= yzexyz = xzexyz
xy

e

!!z = -2t
dt
-=

aw -=xye
Substituindo em
dw ==> -

Z

dz dt

1

CD =>
=
2yzexyz - 2 txzexyz

dt

+ xyeXYz

dw = eXYz (2yz - 2 txz dt

+ xy)

4.2 -

FUNÇÕES COMPOSTAS DE 2 OU MAIS VARIÃVEIS INDEPENDENTES

Seja a função z = f (x, y) uma função diferenciável e suponhamos x = = f1 (s, t) e y = f2 (s, t), também diferenciáveis. Neste caso, z depende das variáveis s e t e,. para calcular suas derivadas

". parcIaIs

az az ., . . a:; e ai' po demos e1" as vanavelS mterme d"' . x e y, lmmar lanas
z

f azen d o

= fft1

(s, t), f2 (s, t)] ==>-

z

=

F(s, t)

e derivar z, parcialmente, em relação à variável s e em relação à t. Procederemos p~la regra de cadeia:

az as az
at

=

=

az ax + az ay ax as ay as az ax + az ay ax at ay at

e X-Y C élx= sen e élp y = pcose ÔX C . onde x = fi (p. . O)] --> = F (p..=xcosxy .12. O). Logo: az ap az ao = = az ax az ax ax + az ay ap ay ap ax + az ay ao ay ao CD Determinemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p e O. Ifl (p. O) = f3(P. ul aSSIm cal C a d as: . (p. = z sen O e y = p cos O.~ = (ycosxy ~. O). = f(x.(xcosxy (p. 0). y).eX-Y)cosO ély= cos e élp ôy ãe=pcose ae= -psene Substituindo nas fórmulas CD --> + eX~Y)senO + (xcosxy + eX-Y)pcosO y. z = senxy + eX-Y C ~~ õy X = y cosxy + e -Y x = pscne az . w =f = fi = f2(P.eX-Y)psenO O) e z Admitamos a função w = f(x todas diferenciáveis. . z) com x . O) e y = f2 (p. = (ycosxy . As d enva d as parCIaiSde w sao aw ap e aw ' ao .Exemplo: z onde x Solução: = p senxy + eX-Y. O). O) --> z = F (p. O). f3 (p. Y w .

Então. -. podemos estabelecer fórmulas de derivação. y). onde = p2 O sen a e y = pO cos 2 a.. a). O. suas derivadas parciais Solução: Em última análise. O. = 2 x2 . y ClavelS==>. O e a.Já a função z = f (x. todas diferenz = F (p. mediante esta regra. O. a).4y ax a .y3. qualquer que seja o número de variáveis independentes. ap' ao e aa podem ser calculadas pelas formulas az = az ap ax + ax az ay ayap ax ap az = az ao + ax az ay ao ay ao Calculemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p. a). az az az . -. a)] --> vadas parciais: = f2 (p. z = f ftl (p.!. (J. O. Exemplo: Determine a~ derivadas parciais de z x = 2x2y . a). a) e suas deri- az = az ax ao ax ao az aa + az ay ay ao az ay ay aa = az ax + dX aa Como vemos. O. onde x = fI (p. = 4xy .. .8 xy ay ax = 2pOsena ap - az 2 3 y2 ay ap = O cos2a - ax ao ax = p sena 2 2 ay ao aa = pcos2a = -2pO -= aa P Ocosa ay sen 2a . f2 (p.4xy'2 . z = F (p.

assun cal cul a d as: . w = 11(p. . z = senxy + eX-y C ~~ ÕZ = y cosxy + eX-Y x = pscn8 õX=sen8 õp ( y = pcose õy =cos8 õp . O). z = I(x.(xcosxy:"'- Admitamos a função w = I (x y. O) --> z = F(p.p sen e Substituindo nas fórmulas Q) ==> + eX~Y)sen O + (x + eX-Y)pcosO cosxy . 13 (p. O) e y = 12(p. O).eX-Y) cos O eX-Y)psenO ~~= (y cosxy ~~ = (ycosxy . Y = 12(p. O).e x-y ( õX . z) com x todas diferenciáveis.= p cos e õe -õy õe = . O)] ==> w . O). Logo: az = az ax + az ay ap ax ap ay ap az = az ax + az ay ao ax ao ay ao CD Determinemos as derivadas parciais de z em relação às variáveis x e y e as derivadas parciais de x e y em relação às variáveis p e O.=xcosxy õy . =F (p.12 (p.. O) =/ [(1 (p. d As d enva d as parCl3. = sen O e y = p cos O. onde x = 11(p.1Se w sao aw ap e aw ' ao . y). 0). O) e z = /3 (p.Exemplo: z onde x Solução: = senxy p + eX-Y.

3y2)Ocos2a 4. sua diferencial oz dz=-dx+-dy ox oz oy = f(x. O)] ===>" Z = F (p. O) Então a diferencial dz = oz d op p + àz dO 00 CD dx = ox d op P + ox dO õ'e dy = oY op dp + oy 00 dO ® Multipliquemos a 0 por az ~ d ~~ e a 0 por dO ~. x = fI (p. que dada a função z variáveis livres.: OZ dx = OZ OX d OX OX op p + oz ox dO ox 00 ay OZ d ay Y = ay ap p + az ~ ao . O) --> ==> z = f [(1 (p. O) e y = f2 (p. y) com x e y Admitamos que x e y sejam funções diferenciáveis das variáveis independentes p e O. f2 (p.3 - DIFERENCIAÇÃO DE FUNÇÕES COMP9STAS Vimos.4y2)2pOsena • + (2x2 . O). no capítulo anterior.oz= (4xy p O .8xy . Assim.

4 - FUNÇÕES IMPLíCITAS Tomemos a função y = f (x) definida implicitamente pela equação F (x.= .8 x) p cos () + xp [0' - 8x)sene + 2pexld~ + [0' - 8x)pcos() + p2X] de 4.ax + . então a parcela 2 xy3 derivamos como produto.8x .4 x2 onde x y = p2e. - = p sen ~ e az ax az =y . Derivamos a função considerando y = f (x).1 dx =O . portanto o 19 membro da equação dada é uma função de x que é constante (igual a zero).= ae ax ae ay de dz = (y .= 0' dp ax ap ayap az dz dx dZ ay 8 x) sen () + x 2 p() 2 az az az ay . Tomemos um exemplo 2xy3 + y2 + y ~ 4x2 ./ + (az ax + az ~) ax ae ay ae \ V' j de '---v'---/' dz = az ap dp + az ae de 6l1"\ ~ Exemplo: Determine a diferencial de z = xy . Assim: 2y3 + 2x 3y2 dy dx + 2y dy dx + dy .... Podemos escrever tal equação C01l}.O F [x.8x - ax = sene ap -=x ay -ax = pcos() ae .Somanrfo membr-o a membro az ax dx + az d ay lY = (az ax + az ~) ax ap a~ ap v d p . f (x)] = O. No estudo destas funções no Volume I.+ .= . demos um tratamento prático. y3 como função de função. y) = = O.x + 2 = O.

O) --> ==> z = f VI (p.3y2)Ocos2a 4.4y2)2pOsena p • + (2x2 .3 - DIFERENCIAÇÃO DE FUNÇÕES COMP9STAS Vimos. O).aa z = (4xy . x = fI (p. f2 (p. O) e y = f2 (p.: dO az Multipliquemos a (3) por ~~ e a d az ax dx = az ax ax ap ap + p p ax ax ao ao az d = az ~ ay Y ay d + az ~ ay dO . O) Então a diferencial dz = az d ap p + ~dO ao CD dO dx = ax ap d P + ax nO dy = ay ap dp + ay ao dO ® ® por ~. y) com x e y variáveis livres.8xy . O)] ==> Z = F (p. no capítulo anterior. que dada a função z = f(x. sua diferencial az dz=-dx+-dy az ax ay Admitamos que x e y sejam funções diferenciáveis das variáveis independentes p e O. Assim.

Derivamos a função considerando y = f(x). 2 = p sen (j e - az ax az ay =y . V d J p + (az ax + az ~) ax ae ay ae V / de dz az - ap - az ae dz = - az ap dp az +a8 = de xy . No estudo destas funções no Volume I.8x -ax = ap ax sen8 -=x - ae = pcose + x 2 pe + xp 2 az az ax az ay .: ap . y3 como função de função.8 x-I =O . portanto o 19 membro da equação dada é uma função de x que é constante (igual a zero). demos um tratamento prático.. Podemos escrever tal equação corno F [x.4 x2 onde x Exemplo: Determine a diferencial de z y = p 8.= 0' ap ax ap ayap az ae = 8 x) sen e az ax az ay _ ax ae + ay a8 - (y .8x)sene + 2p8xlélp + [0' - 8x)pcos8 + p2x]d8 4. Assim: 2 y3 + 2 x 3 y2 dy + 2 y dy dx dx + dy dx .= .Somanrio membr-o a membro az ax dx + az V ay d = Y / (az ax + az ~) ax ap a. f(x)] = O. y) = = O.+ .8x)pcose dz = [(y .4 - FUNÇÕES IMPLíCITAS Tomemos a função y = f (x) definida implicitamente pela equação F (x.. Tomemos um exemplo 2xy3 + y2 + y ~ 4x2 . então a parcela 2xy3 derivamos como produto.x + 2 = O.

aF ax ay Com o estudo das funções compostas estamos habilitados a dedüzi. d dx F [x. y] = O. ay = O dx aF dy ay dx = . Assim: . ela admitirá 2 derivadas parcIaIs .2 y dx . esta fórmula a partir do exemplo genérico F [x.. . Como z é função de duas variáveis independentes. z) = O. az ax e az ay' D etermmemo-Ias: .1) = O (6 xy 2 + 2y (3 + 1) -dy = .Coloquemos : em evidência: (6xy2 + 2y + 1) : + (2y3-_ 8x . y) definida implicitamente por F (x.8 x-I ) dy = _ 2 y3 . y] = aF dx axdx '-v-" 1 + aF dy ay dx= O (lembremo-nos que y = f(x)) ax aF + aF !lJ!.8 x-I dx 6xy2 + 2y + 1 aF dy _ dx . y..ax aF dy dx aF = _ ax aF ay Tomemos z = f (x. diferenciável....

8xy2z v •• - 4z 18xz2 4y + - aF - az ax - ax ---- aF az 4xyz .y constante em relação ax ~ ~ F (x y z) ax " = aF dx + aF ax dx ~ ay ay + aF az ax az ax '---y--/ = O 1 x constante em relação ay ~ O ~ F (x z) ay .y. as 2 outras ax' ay az' variáveis são consideradas constantes. ay aF = 2x2z _ 8xyz2 ~~ = 2x2y .4xy2z2 + 6xz3 - 4 yz + 1 = O. = aFax ax ay O + aF dy + aF az = ay dy az ay '-v-' 1 O ~ aF aF + aF az = O __ ax az ax > _az = __ ax_ ax aF az aF aF + aF az ay az ay = O > az ay = _ ay aF az Exemplo: Derive 2x2yz .4y .8xy2z + 18xz2 . .4y2z2 + 6z3 2x2y . S o Iuçao: Determmemos aF aF e aF E m ca da d·envaçao destas.

8xyz2 . z) =O e /2 são funções diferenciáveis. z) { onde = O 12 (x. Se pudermos resolver o sistema de modo a exprimir cada uma das duas prime~ variáveis como função da terceira: 11 x = g (z) = g' (z) e y = h (z).oF .oF oz _ õY _ 2x2z .. r 0/1 dx + 011 dy + 0/1 dz = O ox dz oy dz oz dz 1 -1 0/2 ri» 0/2 dy Õ/2 dz --+--+--=0 ox dz oy dz oz E! af1 dx a/1 dy --+---=-ox dz oy dz a/1 az 012 al2 dx + al2 EJ: = _ oy dz ox dz az . y.8Xy2z + 18xz2 4y õz SISTEMAS DE EQUAÇÕES Seja o sistema formado por duas eauações de três variáveis: f1 (x. dz dx dY=h'(z) dz Se-não pudermos ou não quisermos explícitar as funções x e y. y. a curva intersecção das duas superfícies. Cada equação representa. da variável z. aplicamos as derivadas parciais de funções compostas na determinação de : Assim: e: .2x2y .. como vimos. uma superfície do R3 e o sistema representa o lugar geométrico dos pontos de R3 comuns às duas superfícies.4z oy . Procuremos as derivadas de x e de y em relação a z.

8 + 74 4 '\Íf I ~=_17j2 E2 . membro a membro. - =Z - 74 j~z2 .z + 2 74 (no ponto considerado y > O) 10) dx = 1. > O) Subtraindo ==> . 2x2 Facilmente explicitamos x e y em função de z.J18 20) E!l. . 1. dz -2z + 1 ~2v'-Z2+Z+74 = -16 + 1 4. (no ponto consIderado x Z2 .1 _ _ 17 Z + 74 2 2 v' -64 . . -16 .J-64+8+74 =_ IS 4. 8). 2). Calcule as derivadas : e: no ponto P (3. dz = 12 2 v' - 2z - -Z2 1 = 1.2 y2 Y _.1 = O no ponto A (2. Somando as duas equações. => x = j_z + z + 74 2 + Z2 =Z + 74 2 . . dz ·t Determmemos dx e dy no SISema de equaçoes dz X2 { + 4 y2 + Z2 + y2 - - 12 = O x2 2z . 1.Sistema de duas equações cujas incógnitas são : e : .

onde x = = senO e y = cosO. z Solução: Como z = I(x.sen O ..> 4 _dx . 1. y). onde x = /1(0) e y :./2(8)] Então dz àz dx > z àz dy F(O). 2) 4 dx dz dz + 8 dy = -4 dz 4dx+2El.. 1 --+--=-àx dz ày dz à/ dx à/1 dy à/1 õz àlz dx àx dz + àlz ~ ày dz =_ àlz àz 2X: + dx 8y: dz =-2z 2x dz + 2y dy . dO = àx dO + ày dO dx .= cosO z C àx àz àz = 2xy 2 dO ày =x !!l.4.=2 dz Subtraindo .2 '2 ==> I dx dz I PR1 Derive z = xZy . = dO .> 6 t =.6 > It dz 1 I >1 ~~ 11 1 Substituindo na 2~ ddzY por .Iz(O) ==>" = = 1[(1(0).1 ==. =2 No ponto A (2.Apliquemos as derivadas parciais de funções compostas.

w::. por ser o ângulo descrito na unidade de tempo. Da figura. 5) A velocidade angular do vetar oP é w = ~~' derivada do ângulo O em relação a t. y) > ==-> O = f fg (t). sendo O (O. { y = 5 > .2 t2 e y = 4 + t2.. Solução: No instante t = 1 S ====> X=1-2=-1 { y=4+1=S --> P(-l. = are tg L.-=--+-dt dO ao dx ao ay dy ax dt dt J: 1 W = -4t dy = 2t dt ====>: W = dO = dt w2 x2 4 ty + y2 di + x2 2 tx + y2 _4ty+2tx x X +Y 2 r s No instante t = = -1 1. O) e P(x. h (t)] ==> O = F (t). y). no instante t = 1 s.dz dO = 2 xy cos O .x2 sen O ~ PR2 Determine a velocidáde angular do vetar posição OP. x tiramos tg O = L ==> X O = Como y = g (t) e x = h (t) e O = f (x. com x = 1 .

. 1 • S + 2 . Sabendo-se que a ge~atriz faz com o eixo do cone um ângulo a = 30°.j3 av e ah 7T. h)..1) 9 rd/s 13 De um funil cônico escoa água à razão de 36 7T cm3/s.>w=--------1 + 2S 18 w = 26 w = - 4 . no instante em que o raio da base do volume líquido for igual a 4 cm. tempo.j3 R >h=- 3R .. V = 7TR2h = f(R.. 1 (. ache a velocidade com que baixa o nível da água no funil. = 16 3 = 161T -3- .j3 = 327T.pois o nível baixa com o. variando a altura e o raio conforme t. dV = av dR dt aR dt -= aR -=- + av dh ah dt CD (velocidade de variação do volume) av 27TRh 3 av ah 7TR2 3 Do triângulo retângulo ABD tiramos tg a = ~ ou tg30 =h o R >-=3 h . av aR - 4 • 4 3 .j3 No instante em que R 27T • = r 3 = 4 cm ==> h = 4 -J3 cm. B O volume do funil é V = -3-' Logo. porém R = fI (t) e h = f2 (t). Solução: Consideremos um corte ABC do funil..j3 >h=R.

1 cm/s (velocidade decrescente) .:J dR === dR 1 dh dt > -dt =-y'3-3 -dt 36rr = 32 rr >p? 1 dh + 3 108rr = 48rr dh dt dh 108 1T dh dt = 48 rr ---> dt ~dt 16rr dh 3 dt = 4" 9 . substituindo na CD. Solução: V = xyz. . velocIdade com que baixa a altura do líquido no funil. dt dV = dt a V dx + a V ~ + a V dz ax dt ay dt az dt dz CD - dx dy = . . ~~ = 36rrcm3/s. cm/ s. Y = h (t) e z = i (t) Por outro lado.-:::.v3 dR dt + 16rr dh 3 dt h = R .-:::. logo: V = f(x.Como. y.= 2cm/s dt dt e dt = . z) e x = g (t). no instante em que r = 4 cm. no instante t.:J dt . PR4 Determine a velocidade de variação do volume de um paralelepípedo retângulo.-3 V. sabendo-se que as arestas da base crescem à razão de 2 cm/s cada uma e a aresta vertical decresce à razão de 1 cm/s.-3 ===> dh = V. a velocidade de variação do volume é /'~~ ~----------. vem: 36rr = 32rr 3 . em que as arestas da base mediram 30 cm e 20 cm e a vertical 60 cm.-- dV ' que nos e d ad a por .

2 em /-1 dt s d)! Fig. através da lei dos eo-senos. z). e o 3Q decresce à razão de 2 cm/ç 1. concluímos que a = f (x. no instante considerado.800 • 2 + 600(-1) c. y e z variáveis funções de t. 40 em e 70 cm.600 .800 em2 av az .-=yz av ax av -=xz ay -=xy aXt av = 20 X 60 = 1.4. 2. C Solução: dx dt = I cm/s-1 e .200 em2 - av aYt = 30 X 60 = 1. = 1. determine a velocidade de variação do ângulo formado pelos 2 primeiros lados.400 + 3.4.:.:. respectivamente.= aZt av 30 X 20 = 600 em2 Substituindo na CD c. sendo x. tiramos: Z2 = x2 + y2 .2xy cosa CD Do problema. y. logo a = F(t) Da CD tiramos cosa = x2 + y2 _ Z2 2 xy ==> a = x2 + y2 _ Z2 arccos 2 xy .= 2 em/s-1 dt dz = . Sabendo-se que os dois primeiros crescem à razão de 1 em/ s -1 e 2 cm/ ç 1.400 cm3/s PRs Os lados de um triângulo em certo instante mediram 60 cm. Do triângulo ABC.600 = dV dt = 5.200 • 2 + 1.

uv~ v2 .24 ~56 .1 360 • 64 256 16 4. No instante considerado t acx -ax = -) 1 4 • 3. 1.58 .} _ (X'+2~~ - zy .600 300 -- 29 120.2 • 60' 4 .600 • 40 .::=== j - - 23 60V25S -= a cx ay - . 1 - --.800 576 . 3.dcx = acx dx dt ax dt acx + acx dy + acx dz ay dt az dt 1 -ax. 60 1 _ 120 29 • 2 Vill .2 • 40 • 300 _ ( 300)2 4 .120 Vill .Z2) 4_X:y2 u~v .2y(x2 + y2 .. 3..J255 16 60 • 1. 4x2y .600 ..600 ..600 • 1...J255 70 60 • 40 - 7 15 V25S dcx dt =- 23.600 1 4.J255 acx a z ...112 Vill + 15 7 (_ 2) Vill dcx dt -46 .

-=----dt da = _ da 216 120. D~ive z = t'tgy. y). ~z = (tgy)1/X (-~)Qn(tgy) (derivada de função x z \ x sec2y . > Z = (tgy)1/x. no instante considerado. Preparemos a função: F.1 (tgy)(l/X)-l x (derivada de potência da tgy) dx dp = 2p dy = 3 dp Aplicando a fórmula dz = [_ dp CD Qn(tgy)] Vtgy x2 2p + [.4 e y = 3p. decresce à razão de 5 Jm 255 rd ç1.1 X (tgy)1/x-isec2y] 3 (tgy)<1/X)-1 = (tgy)(l-X)/X 1 = (tgy)-(X-1)/X = (tgy) 1 (X-l) _ x V (tgy)(X-l) . P. exponencial de base a) = (tgy)l/X OZ oy =.j255 9 rd S-1 dt 5.j255 o ângulo a. PR. Solução: Concluímos que z = f(x. onde x = p2 . onde x resulta = f1 (p) e y = f2 (p) do que dz = dp dx ox dp oz + oz dy oy dp Achemos as derivadas parciais de z em x e y e as derivadas totais de x e y em p...

.1.1. então: J. Numa 1~ análise J.1. = e~ K 2 + 1 (K senx 2 + senx) = efi K 2 + 1 senx (K2 + 1) dx = eKx senx . dy + a J..1.z) K 2 + ' 1 onde y = K senx e z = cosx e K constante.1.1. _ dx eKx --(Ky . = + 1 -= dx dx 1 eKx K2 + 1 ay dy = Kcosx dx dz dx = -senx Aplicando a fórmula de : ====-> dJ.1.1.n (tgy ) _ 2p V o 2 dp + X ~ x 3sec y --(tgy)(X-l) 2 PR7 Derive J. dx = --- eKx K2 + 1 (K2senx . = dx a J. z). y = y (x) e z = z (x). = [(x. Solução: Derivemos como função composta.X~t 19y X.1.1. = F(x) dJ.K cosx + K cosx + senx) $ dx dJ.> dJ. dx + a J.- dz .1.1. dz ax dx ay dx az dx a J. _ KeKx (v .Kz K2 + 1 + K cosx + senx) Substituindo y e z pelos seus respectivos valores --> ==.z) K 2 ax aJ. mas x = x (x). = eKx (v . y.

. dp + (p + xy)eYz + az ay = de.= az xyeYz z ~. y.= xze YZ ax ay ap ay ay y C -xz = 1 aw . y . dw aw ap com x = pe. = =p . ay ap + aw az az ap aw ae aw ax + aw ay + aw az ax ae aB az ae ay x [~~ = e ao = p aw . y.x) venfique que ax az o. = aw dp ap + + aw de ae CD 1 F (p.PR~ Determine a diferencial de z Solução: z = senx + cosy = F (p) p = cosx com x = 2p e y = 1 _ p2. y) > z dp dz = (az ax dx + az dY) d ay dp az De z = senx + cosy [ ax -az = -seny ay = xeYz > w dx = 2 dp gz = dp -2p PR9 Determine a diferencial de w Solução: w = f(x. c = = 2 az 1 ae = -1 ae Então dw = (e +xz PRlO Se z = f(x + 2xy)eYz . = f (x. .y. e). z) Entao.e e z = 2p + e. = = aw ax ax ap aw ay.

z=f(t..y at ~= ay 1 [ -1 Aplicando CD ====> az = fr (t.fr (t.y Então.y) t=fl(X.aF ax ay . s) . e S=f2(X. [ az a-=fr t az as '( t. aF dy _ d:x - .Façamos x .s) . s) . s ax az ay 1"' JS ) (t. = fs (t. s) .s) Então: = t => e Y - x = s. s ) = . s) ax= e de t = x . + fs (t.y) De z = f(t.

xe-xy eXY eXY + e-xy .xexy eXY + e-xy 2xe-xy eXY + e-xy aF = x ay + e-xy + e-xy Aplicando a fórmula: 2ye-xy dy dx = _ eXY + e-xy = _L 2xe-xy eXY + e-xy x I dy d:x Y x I .aF aF ax ay aF = y F .Qn (exy + e-xy) = O.F C =_ -=yXQny aF ax ay aF _ --xy X-I - 1 dy dx =_ dy dx yXQny x--l yX y dy = _ yyX Qny = _ yX + I Qny dx xyX _ Y xyX _ Y dy = yX+IQny dx y _ xyX PRI2 Determine : sendo 1 + xy .ye xy _ ye- xy = yexy + ye-xy = xexy + xe-xy eXY .ye xy + ye-xy = + xe-xy = 2ye- xy C ax eXY + e-xy _ xexy . Solução: Como vimos: dy _ d:x - .

2x .y = O. Solução: Vimos que dada F (x. + y2 = 16 ====> x2 + y2 .2 = 2y . determine ~: e ~.1 -2z 2z PR'4 Dada a equação x2 Solução: De x2 + y2 = 16. Deternunemos -= az . e ~.1 _ 2y ..16 = O Procuramos aF dx _ ay ax dy .2y ~ 1 -2z z . aF aF ay e ax F C aF ay aF = 2y dx = _ dy 2y ==> dx = _L 2x dy x -=2x ax . aF aF aF ax' ay e az· poIS aF ax 2x .PR13 Dada a equação x2 + y2 - Z2 - 4xy ..2 = x .4x .aF Detcrnunemos .4x .4x .aF aF az . determine . z) = O temos aF az ax ax .4y .~.:.1 aF ay az aF = -2z az 2x ax .. Y.4y ..az 2y ay .aF az _ ay ay .- .

3) .•. -4).3) Então (t) Y e (n) Y + 4 :.9 ==:> 3x .= --- dx ax aF Partindo de F ==---:.-2y-= .c + ay aF ax aF = 2X__ 2x x --:> a = . tangente (t) y 4 ="4(x .25 = O normal (n) y + 4 . + y2 = 25 no Solução: Sabemos da geometria analítica que a equação de (t) y .4y .y = .Xl) a onde a = :. ". .Yl = --(x .Xl) 1de (n)Y .dy a aF Calculemos a = .3) 3 :> 4y + 16 = = 3x .PR1S Determine as equações das retas tangente e normal à curva x2 ponto T(3.3" (x = -4x 4 3) :> 3y +_12 = + 12 ==> 4x +3y = O . " = . -=2y ~ =- 3 -4 ="4 3 Substituindo em (t) e (n) a por :.!.(x .Yl ='a(x . +4 = a (x ....

4 Y = 12.PR16 · 2 Determme d y sen dO 3 x 2 .3 x • 4 • dy /I y = - ----1-6-y-2---' dx dy mas dx =Y = I 4Y 3x 12y - 12x y /I =_ 3x . . Se ch amarmos dy de y I . Então.nos tres ara determmar d y que . en t. resulta y" = ~(~~) Lembrando-nos que y é função de x. como quociente. dx2 2 aF' Solução: Calculemos : = .~~ ay Partindo de F===="> C~~ aF = 6x > dy dx =_~ dy dx -8y 3x ay=-8y >-=2 4y ' . I I /I Y = UV V2 uv 3 • 4 y .-_ 4y 12y -- 9x2 y 16y2 12y2 .e y 1/ . devemos derivar ~.9x2 16y2 /I Y - - 16y3 12 ~ /I Y =- -3(3x2 . pOIS a equação dada é 3x2 4y2 = 12. dx ao dx2 I 3x Como y = 4 y .4y2) 16y3 - .

. sabendo-se que a diagonal maior decresce à razão de 0. no instante considerado.5 cm/s e a menor cresce à razão de 1 em/ s. . az _ ap 2p 2y + p + O Resp.: [ = az ae = cos O + P 2y O + PP. az p. PP3 Derive z = x + y2. Derive z Res J: : . . = 2 onde x = -COSfJ e y = cosv.+ x sen v a v 2 (1 + y) J 1 + Y PP 5 Em certo instante as diagonais de um losango mediram 20 cm e 10 cm. onde x = p2 + senO e y = Qn(p + O). a J1 J sen J1 (1 + x)(1 e + y) a z = J 1 . 2 Derive z = x2 xy + y2 .: dt = 7. Resp. onde x = J12 + V2 e y = J12 - V2. Determine a velocidade de variação da área do losango.49 3 y I PP1 Derive z = x tg Y onde x = pef) e y = p2e2f).50 em2/s dA .FUNÇÕES COMPOSTAS • 3 -y " _ 3 16 12 --> y I" Y .

as coordenadas de um ponto móvel P são x y = 6 + 4t2• -+ Ache a velocidade angular do vetor OP.~. AC = 5 cm e  = 60°.: dt PP7 = . no instante t = 0.: dz = . determine dz no ponto a = .36 cm2/s PP 10 No problema anterior.3. onde t representa o tempo. . dz Resp.e {3 = .: w PPs = dO dt =7rd/s 4 A altura de um cilindro circular reto mede 50 cm e o raio da base 20 em.2 V2 e y = + Jl Jl2 .: 4.pp 6 Um ponto se desloca sobre a esfera x2 + y2 + Z2 = 49.: 14. Resp.y3.3. A altura decresce à razão de 4 em/s.V2. calcule a velocidade de variação do lado BC no Resp.4 t2e 7 Num instante t. respectivamente. instante considerado. y onde x = 11. 3V3+9 2 da + 3Y3-9 2 d {3 . ao longo da circunferência do círculo máximo da esfera para a qual x = 2 sen t e y = 7 cos t . 6).26 cm/seg PPu Se Z = ~n~. Resp. Calcule a velocidade de variação do volume do cilindro no instante em que foram medidos o raio e a altura.: dt = 400ll'cm3/s PP 9 dV O ângulo A de um triângulo decresce à razão de 2°/ s enquanto os lados AB e AC estão crescendo à razão de 2 cm/s e de 3 em/s.x2y + xy2 ..: dz = xy +2v(Y+x)d xy - v PP12 Dada a função z = x3 .2" = 1 . Resp. determine dz. Calcule a velocidade de variação da área do triângulo no instante em que AB = 8 cm. Resp. Detemilne a velocidade de ascenção· do ponto no instante em que suas coordenadas são (2.5 s. onde x = cos a + sen {3 e y = = sen a + cos {3. 2Jl(y-x)d R esp. enquanto o raio da base cresce à razão de 1 cm/s.

: õx õz x yexy = ---.: z C 1T-3 õx .. dada a função z = f (x. PP18 Determine a equação da tangente à curva 2xy . ~j. + z + 2y x .2n (x2 ._-- pp 15 No exercício anterior deterrnine a equação da normal à curva representada pela equação no ponto T (1.PP13 Dada a equaçao e _ xy . dx .Z2 .-x +y + 2y \.. Resp.y + 2z =O .õz _ y + 2x õy . deternrlne a equação do plano tangente a ela no ponto T (.: x + 2y .xy = O.1. Resp.2ex seny ponto T + 1 = O no (o. O). > ~ . defmida implicitamente por x2 .3z2 + 4xy x = O.J3x PP 19 Determine no sistema X2 { +"'6 1T + y2 + Z2 .: y = 3. dy _ 2x Resp. Resp. O. calcule dxdY • .: : = -3 e!frz = 3 .1 =O PP 16 Determine as derivadas parciais de z.e yz + ze x õy 1 = O. õz _ + 2xz + y2 . Resp.. x + y2) = O.x . _~. 3). y).: 2x .. --_.14 2x2 + 3y2 + Z2 - = O 20 = O dx dy dz e dz no ponto P (2. 1)..3z Resp. 1..3z PP17 Dada a superfície x2 + y2 ._. calcule az ax e ay' az Resp.+ zeX yeYz _ e õz e- xeXY = ----.-_ zeX yeYz e Yz Dado arc tg L .

\J. ~ '.PP20 Dada a equação x2 + y2 Resp.. determine d ._. .: d2y --2 2 - 36 = O.--.. . dx dx = 36 --3 Y ( .

o valor da função neste ponto é maior que os valores assumidos por ela nos pontos vizinhos dele e pertencentes a V. Yo. suficientemente pequena. f(xo. isto é. numa vizinhança V de Mo. Yo) > f(xo + b.xo. Yo) E D se. Yo))· . y) uma função definida e contínua na região D C R2. e somente se. construindo igualmente santuários de amor e paz.5 MÁXIMOS E MíNIMOS Trabalharpelo mundo melhor é nosso dever de todos os instantes.Yo) No gráfico da função f não pode haver ponto mais alto que o ponto M (xo. Yo + b. f(xo. Sendo z = f(x. dizemos que a função f assume um valor máximo em Mo(xo.

Se no ponto Mo(xo.. 2x2 Solução: No ponto Mo (O.x2 . Seja a função z = {(x.xo. pois qualquer que seja (x. o plano tang~nte à superfície no ponto M(xo. máximo ou mínimo. y) uma função diferenciável. y) E R2 . O I e I :. logo.Yo) = O --> ==>·1 aa:. podemos estabelecer uma condição necessária para que em determinado ponto ocorra o máximo ou míni.plano xOy e.xo. -a 3z Ufi ponto aque 1 cUJas coar denadas anu1am as denva das parCl31S 3z e ~.0.. qualquer que seja (x.y2 ~ + 6.x2 Ez . Yo) <f(xo Exemplos: + 6.y2 ~ O CD (D. O I Xo uYo Chamamos pontos críticos de uma função diferenciável numa região D . Yo) E D tivermos o valor de f(xo. resulta 4. ou seja: {(O. . conseqüentemente. as tangentes tI e t2 serão também paralelas e suas declividades nulas: De fato.mo da função. Yo).Yo) .Ye) Seja a função z =. O) ==> Zo = O o mínimo valor de z em R2.De modo análogo. O + 6.O = 4 o máximo valor de z em R2. @ E se somarmos 4 a ambos os membros de 4 . defInimos o mínimo local: f(xo. . Yo + 6.xo) 3xo az +- 3z 3yo (y . pois.Yo) Nas funções diferenciáveis. O) > {(i + 6.Yo) E1 Seja a função z = 4. Como z = Zo > 3xo (x . y) E R 2. 2x2 + 2y2 ~ O. mostrando-nos que f(fJ. .. Yo. a equação do plano tangente é z . teremos x2 ~ O e y2 ~ O --> _x2 ~ O e _y2 ~ O. teremos 2 x2 ~ O e 2 y2 ~ O. es . O) < {(O + 6. zo) será paralelo ao .xo) 3z + 3z 3yo (y .y2• No ponto Mo(O. + 2y2.xo. _x2 . O) --> Zo = 4 .Zo = (x . portanto.

E2) ==. nem a mínimo local.y2 12x + 4y + 2 Solução: Determinemos as funções derivadas parciais de 1 ordem ~: = ª 3x2 - 12 z [ -=-2y+4 ay . No ponto (O. E1 Determine os pontos críticos da função z = x3 . Solução: Procedemos da mesma forma que em Ei. Concluímos do que foi exposto que os máximos e mínimos locais de uma função diferenciável ocorrem em pontos críticos da função. x2 = 4 ==» X = ±2 -2y + 4 = 0==>' -2y = -4 ===> Y = 2 ~ Determine os pontos críticos de função z = x2 _ y2.E22 = -E{ <: O . > {(O. Façamo-Ias iguais a zero 3x2 - az 12 = O ==>. O) é o único ponto crítico da função e não corresponde nem a máximo. O) ==> {(Eb O) = E. Numa vizinhança V deste ponto existem pontos tais como (Eb O) e (O. Examinemos o comportamento da função nestes 2 pontos. E2) + 02 = El >O = 02 . Portanto. az z ax ay = 2x [ az = -2y o ponto Mo(O. No ponto (El.crítico é também chamado estacionário. geralmente descobrimos os máximos e os mínimos locais de uma função diferenciável procurando seus pontos críticos. E2) com El =1= O e E2 =1= o.

Como vimos Po é ponto solução do sistema de equações az = O ax (condição az = O ay Como z = necessária) f (x. Yo) E D um ponto crítico da função. A função. y). neste ponto tem o aspecto de sela de montaria Tomemos uma função z = f (x. formemos a função a -z 2 H (x. o ponto (O. graficamente. é diferenciável de classe C2.Assim. y). O). Desenvolvendo o determinante. y) diferenciável na região D C R2 e seja o ponto Po(xo. não corresponde nem a máximo nem a mínimo e é chamado pPJ1to de sela. por mpótese. a2z a2z a2z -2' -2 ax aye -ax ay 2 = a2z -a ax . = y) ax az -2 ayax a --z 2 axay - a2z ay2 que se chama hessiano da função z = f(x. ponto crítico. y Com estas derivadas. admite derivadas parciais de 2~ ordem. vem: H=------- a2z a2z ax2 ay2 a2z a2z axay ayax .

6y + 5.4 2y . Se Se axo 2 a z2 > 2 O. e --2 . .. há Para o hessiano nulo nada podemos afirmar sobre o ponto crítico. Exemplo: Dada a função z ao máximo e mínimo. há mínimo local no ponto Po máXimo local no ponto Po axo a z2 < O. --2 a2z a2z_ axo ayo sao de mesmo sinal. Três resultados podem ocorrer: 2:y. consequentemente esta diferença ser positiva.6 \x=21 = > O I y. = x2 + y2 - 4 x . 3) . = 3 . pesquise quanto Solução: Procuremos o ponto crítico: z C ax az .)2 > O e para (a:.Como axay a2z = ayax a2Z => H = ax2 a2Z • ay2 a2Z - axay (a2z )2 Determinemos o valor do hessiano no ponto crítico Po (xo.6 2X-4=0 { 2y .= ay az = 2x . 1===> Po(2. Yo).

y.8 .6 • 3 =-8 + 5 = 4 + 9 .2 = 2 àx > O ====> Calculemos o valor mínimo da função z = 2z + 32 ==> Z 4 • 2 .18 + 5 ===:> I Pm (2. à z' ày2 2 =4> à2z O e como . os pontos críticos são deter- àx ' ày àw = O àz àZw àx2' àZw àyz' àZw azw àxay = ayax' àZw à2w àyàz = àzày A matriz hessiana de f é a -w 2 2 àx aw -àyàx 2 a2w àzax H= aw -àxày 2 a -w 2 ay2 2 aw -azay 2 aw -àxàz 2 à --w a2w àzz ayàz . z).-8) I àw = O Numa função de 3 variáveis.~. w minados da mesma forma: àw = O = f(x.àz àx C à2Z 2 =2 àx à2z à2z ày 2.

H 1 < O. y =1= O e z =1= O. Se 6.a2w aYoazo Então: a2W azoaxo a2w azoayo a2w -azcl local no ponto Po local no ponto Po Calculamos seus determinantes. Se > O.+-.H1 2. > O e 6. onde x =1= O. > O e 6. . 6.H'1.. 1.H3> O mínimo 6.H3 < O lnáximo + Exemplo: DeteInÚne os máximos e os mínimos locais da função w = x Z2 2 -4 + ..H'1. x y z y2 + Solução: Condição necessária -= aw ax aw ay aw az 1-4x2 y Z'1.y2 = y2 y- 2z 2 Z2 Z2 -Y __ = O ==>: 2x y2 y3 = 2xz2 ==>y3 = yz2 ==> ==> '-!-Z-=-zz-I ==> I y z 10 > 1_~_3_y_10 _~_z __~ = 0===> 2z3 = 2y ./v. = 2x ./- aw -axcl 2 a2W aYoaxo e H3= a2W axoayo a2w axoazo aW -aycl 2 . 6. . .

1) " x± ~ I Então: P 1( . ~ e P 2 . +-±- az2 y Z3 No ponto PJ(. 1.2z a 2 2x y3 y ayaz = . 1) ==> a2w a2w a2w ---> -=4"-= 3"ax2 ' ay2 ' az2 a2w a2w a2w a2w --=-= Oe -= --=-2 axaz azax ayaz azay .... - Condição de suficiência: Determinemos as derivadas de 2a ordem: -=-- a2w y2 aw ax ax2 2x3 a2w = _ L 2x2 (j) axay axaz = a2w a2w =_2ayax 2 2x2 2 aw 1 -=-+-. . 1.Comparando @ > e ® = da Z > => Z2 Z3 = 1 > z I = ±1 Conseqüentemente: 0 (- --> I y = ± 1 I e da CD====>-1 1.y2 --=0) a2w 2z a2w azax aw az a2w azay =- 2z y2 a2w =1.

~.-.4 . -1). O 2 = .12 x . aplicamos as mesmas considerações. -1) ====>" = -- a2w = -4.3 - PONTOS EXTREMOS DE FUNÇOES IMPLíCITAS No caso da pesquisa dos máximos e mínimos locais de funções diferenciáveis definidas implicitamente por equações. Exemplo: Estude quanto ao máximo ou mínimo a função x2 .!J.-2w = -3.24 . Solução: + 2y2 - . -1.1. 1).H 1 = 1-41 < O·' 2 = 12 .2 = 72 .2w a a ax2 ay2 ' az2 ' axay a2w a2w a2w a2w --=--=Oe--=--=2 axaz azax ayaz azay a2w = ayax 2- ' !J.3 z + 34 = O.16 6 -2 3 > O -2 Mínimo local no ponto No ponto P2 ==> (- Pl( ~. 5.-a2w = -6.4 Y + Z2 . O .H 1 = 141 = 4 > O.72 >O -3 2 'Mínimo local no ponto P2 + 24 + 16 < O -6 ~. (- -1.

4 ay .3)2 .- 3 4) ay 4(2z .72 .12) • 2 (2z .2z - a2z a (az) ax2 = ax ax = ax 12) 3 2(2z .3 aF az ax =- aF az aF az _ ay _ 4y .ay 2z....2x .- 2z .3)2 az ax a2z _ a (az) _ a 4y( ay2 .3 az .aF .3) .ay ay .4 2-2' '.(4y .12 = 0--"> 2z .3 -4y .4) • 2 ~ (2z .necessana: Procuremos lçao az ax ax =- e az ay· 2x .3) .4 + Z2 - 3z + 34 = O > =-==--=-_> 3z _4 = O =-~_-_>{z= 4 z =-1 a 2x ( . Cond· .12 2z .3 -------./ 2x .(2x .12 = O > x >y = 6 1 = O --'> 4 y .4 = O = Para x = 6 ey Z2 _ = 1 =--=-----> 36 +2 .

- 02Z 3y2 - 4 (-2 .3) • 2 -ox No ponto FI (6.3) (2 • 4 . 1. 5 oy2 02Z --=0 oxoy 2 5 H= O >0 O 4 5 e como -2 o"z OX 2 = .3) _ (2 .5 .3)2 '. .3)2 . 1.3 = _o OX (-(4y _ 4)(2z _ 3)-1] 02Z -2 OZ -ox-o-y= (4y .3)2 4 (2 • 4 .4X2z ..3) _ (2 • 4 .necessana ) d" . 1.3 = __2 5 = _ i._0_2Z_ oxoy = _o (_OZ) OX oy = _o OX (__4Y_-_4) 2z . 4) existe máximo local de valor 4. -1) OZ OZ ~ = ãY = 02Z O ( con lçao. 4) oz ãX 02Z OZ d' . " = ãY = O ( con lçao.3)2 .2 .3) _ 4 _ 4 (2 . No ponto F" (6.5 ox 2 _ - - 2 (. no ponto (6.necessana ) __ ox2 02Z _ _ 2 (2 • 4 . 2 8 . 2 _ 2 .-5 < O..5 -"5 02Z --=0 oxoy .

As variáveis x e y estão relacionadas por dados experimentais conforme a tabela.... no 2 ponto (6.. = Y ...... y) determina um ponto do plano cartesiano xOy. a reta MELHOR I . AJUSTADA ... ...... Desejamos ajustar ao conjunto dos n desvio pontos uma reta.b I . Loquemos estes n pontos. dispensando-se a verificação de suficiência.. 1. Nos problemas práticos sabemos de antemão se eles são de máximo ou de mínimo..... cada um dos pares (x.(ax + b) I di = Y. .... y = ax + b Observemos que os pontos estão aproximadamente alinhados.Yca1c.l..e como ax 2 a z > O. Vejamos o problema do ajustamento de retas.. -1) existe mínimo local de valor . ... Para cada um dos x observados correspondem dois valores de y: 1Q) Y observado 29) y calculado Denominamos desvio à diferença d = Yobs..axi ..

a e b serão os valores que tornam w mínimo.2 Yi I Xi i=1 =O . --> W = 2: (Yl í=1 n n + a2x? + b2 n 2 - 2axiYi .necessana'"' e õ w lçao õa = O e Õw õb = O. A con d" .2: i=1 n d2 = L (Yi-flXii=1 n b)2=f(a. Desenvolvamos a função w: -->. 2: 2 bYi + i=1 2abxi 2: 2: 2: í=1 í=1 i=1 2 - n W = I Y? + a I xl 2 n n + nb 2 - 2a I Xi Yi i=1 n 2b I i=1 n Yi + i=1 i=1 2ab + L Xi i=1 n n 2b ~ Xi Z=1 n õ W n õ~ = 2a ~ xl Z=1 -'2 ~ Z=1 XiYí + [ - õw õb = 2nb .2bYi n + 2abxi) n n W = 2: Yl + 2: a xl + í=1 b i=1 2axiYí -.2 n n 2: Yi + 2a i=1 Xi 2: i=1 2a 2: xli=1 I i=1 n n 2 2: XiYi i=1 + 2a n + n 2b L Xi = O i=1 n 2nb .b)=w Nestas considerações.

6 O 4 6 3 ~xiYi =-7 . X Exemplo: As variáveis mentais: e y estão relacionadas pelos seguintes dados experi- -2 7 -1 6 O 6 1 4 2 3 determine a equação da reta mais ajustada.a L xl i=1 n i=1 n + b L Xi = L XiYi i=1 n i=1 i=1 da Reta n n a L Xi + nb = L Yi y = ax Sistema chamado Sistema de Equações Nonnais do Ajustamento Melhor Ajustada + b. 1 Xi 2 x·y· 1 1 1 2 3 4 5 6 n=6 -2 -1 O 1 2 3 ~Xi = 3 7 6 6 4 3 1 ~Yi = 27 4 1 O 1 4 9 ~x.= 19 -14 . Loquemos dispersão) os pontos (diagrama de 2. Solução: 1. Construamos a tabela abaixo de acordo com o sistema de equações normais a L xl i=1 i=1 n +b + nb L Xi = L XiYi i=1 i=1 = n n a L n Xi L n Yi i=1 N9 de pontos Xi y. Loquemos a reta mais ajustada 3.

. y). y) = O em refação à uma das variáveis. Queremos achar os extremos locais da função f. resultará. y) = O.086 { 3 a + 6 b = 27 H-2~X19 ====:> .. .. y) = O é muito difícil ou mesmo impossível. xn) = O. xn) = Oforem lineares. y) e admitamos que as variáveis x e y devam satisfazer à equação (x. fI (x)]. . . a resolução de I() (x. "P "P "P "P "P "P o problema Método dos Multiplicadores de Lagrange Seja a função z = f(x. aplicável também a funções não lineares. Se pudermos resolver a equação (x. a técnica estudada no Volume L Às vezes. y) = O. Se a função z = f(Xb Xz. y = fI (x). A função resultante é de uma única variável. aplicamos. z = F (x). X3. xn) e a restrição (Xb X2. ambas funções diferenciáveis ==> v = z + À"P ou v = f (x. xn) sob a restrição (Xb X2. Consideremos a função de 2 variáveis z = f (x. então. sujeita à restrição (vínculo) I() (x.35 b = -178 de máximos e mínimos condicionados consiste em determinar os máximos e mínimos locais da função z = f(Xb X2. por exemplo. sendo f e diferenciáveis. X3. y) + ÀI() (x.19a + 3b =-7~> {19a + 3b = -7 a + 2b = 9 > b = 5. . teremos p~oblemas de Programação linear. X3. Estudemos o método dos multiplicadores de Lagrange. Formemos a combinação linear entre z e I(). Diferenciando a função auxiliar dv = av ax dx + ~ dY ay À onde av ax = af + ax aI() e ax av = af + ay À a"P ay_ ay' . y). chamada função auxiliar. sendo f e funções diferenciáveis. Teremos que examinar o problema de outra forma.. z = f[x.. . X3.

-- I I I I I Z IA = 2 xy + 2 xz + 2 yz I I O vínculo é a restrição. No nosso caso.dv = (ar + ax À a~)axdx + (ar + (ar + À + À ay a~) dy ay Num ponto extremo. A função f é a que admite o ponto extremo. a função nem cresce. No nosso caso a área total: r e o vínculo /' )-------------. O sistema assim obtido resolver o problema proposto. o volume é que deve ser constante (dado): V = xyz = K ====> xyz .K = O A I = 2xy + 2xz + 2yz (função) { xyz . dv = O. Logo sua diferencial é nula. nos permitirá ar + À a'P = o ay ay ~(x. nem decresce. qual o ~.K = O (vínculo) .y) = o Exemplo: De todos os paralelepípedos de área total mínima? Solução: Estabeleçamos a função retângulos de volume dado. No nosso caso. Então: (ar + a~)dx ax ax À a'P)d 0=="> ay Y =ay A estas equações juntamos o vínculo.

y.2y + 2 z + yzÀ ax av ay 2x = O > > -À = = = 2y 2x 2x + 2z yz Q) @ + 2 z + xz À = O -À + 2z xz av .K) V > ==>: = F(x.v = 2 xy + 2 xz + 2 yz + À (xyz . az -À + 2y xy ® Comparemos Q) 2y com ® e Q) com 0: = 2x CD com 0 Q) com Yf 2y + 2z xl + 2z _> 2xy + 2xz= > x = 2xy + 2yz --> + 2y __ 2 xz = 2yz I y I ® jz + 2z _ 2x - xl --> 2xy -->. + 2xz = 2xz + 2yz ==>.2x + 2y + xYÀ = O --> .z)--> > dv=-dx +-dy +-dz av ax av ay av az av ax = O ~=o ay av = O az av . z --> 2xy = 2yz --> Ix I .

Y = 3. Po (3. x3 = 27 ====> x = 3 e como x = y ==>.3). = PR1 Z = xy 27 + -x + 27 y Solwção: Determinemos os pontos críticos da função z C 27 az ax =y az -=x-ay 27 x 2 27 y2 y--=O x 2 x2y ==> O = 27 >x2y = xy2 x --= 27 y2 xy2 = 27 Resolvendo x2y = xy2 ==> X =Y Levando à uma equação x2y = 27 > x2 • x = 27 ====>. Do vínculo xyz .= VK.K = O ====> =·K --> xxx x3 A aresta do cubo de volume K e área total mínima é x = K ==>. Estudemos sua natureza. X = VK. Determinemos as derivadas de 2a ordem -=2 a2z ax 54 x3 az ax C a2z -=- a2z 54 y3 ay a2z ay2 . Então.

a2z = aX6- 54 27 = 2 a2z axoayo ---= a2z aYoaxo 1 1 a2z E como --2 2 axo . + 6y = O somando membro { a membro ==> 4 y3 + 6x .6y . = 2 > O correspon d" a mmuno. 3.3x2 + 6xy . e O valor mínimo da função é Zm = 3 • 3 I Pm (3. Solução: Siga. 27) I PR2 Z 27 27 + -3 + . + 6x .6 y = O > 4x3 + 4y3 = 0====>: 4x3 = _4y3 ====.= 3 9 + 9 + 9 = 27 = x4 + y4 .6x + 6y .6x 12x = O 3x - = O = O (x2 3) = O = ± x=O x2 - 3 = O ===> X V3 .TI1oSs mesmos passos o z C 4X3 - az ax az ay 6x = 4x = 4y3 3 . resulta 6x .3y2.> Substituindo em 4x3 4 x3 4x3 x3 X - - 6x + 6y = O.

)2+ 6 V3 (-...3) Z = 9 + 9 . z = (.3)2 - = 30 .Temos os pontos P1 (O.j3.. ..3)4 ..3t + (....3) e P3 (-. -18) 3 (- .3) az axoayo 6 2 axl 2 az 2 = 12 (.3.... e como Valor mínimo da função: --2 axo a z > O ===="> 2 . M'axImo ou mlmmo. = 6 ayo2 -a z = 12 (....6 aYo2 az 2 = = -6 Nada podemos afIrmar sobre o ponto P1(O.m ..3)2 _ 6 = 30. .9 .6 = -6' -' axoayo az = 2 6 e = 12 • O ...... Determinemos as derivadas de 2ª ordem V3). pon to d e mmuno.. O).(3...18 . az ax ay C -= a2z ax2 a2z 12x2- 6 a2z a 2 ay2 z = 12y2 _ 6 Pesquisemos o ponto P1(O.3)2 P2.3 (V?... Pesquisemos o ponto P2 (v'3: . .. O). P2 (VJ...9 z = -18 (.. O) -a z = 12 axo2 2 • O ..

sen(x .. y'3.m (3 Z = -18 I com x e y arcos do 10 quadrante.:cosX = O .' .sen (x =--=----> { cosy . -11) .sen (x + y) = O para x =y ==.6 Xo a2z 2 = 30. z r t'-- az 3x = cosx . ==>Ix I .sen 2x = O .vJ)2 + 6 (. 11ft 3 z = sen x Solução: + sen y + cos (x + y).y'3)2 . ==> az ay cosy .~ > cosx (l .sen(x cos x . agora o ponto P3 (- .> x =1r > 2 1 x 1 .Pesquisemos. .= + y) + y) = = . ==> Y =. o -> cos x = cós y > + y) o .6 = 30 H (. De cos x ..> 'cos X .sen (x y + y) .2 senx..~--= a2z axoayo 6 -a z = aYo2 12 (y'3)2 .J?" V3) -a 2 = 12(.2 serix) = 0==> cosx = 0==..2senx = O --> senx ="2--> =6 1r para x =. ==> P1(.y'3.3)4 + (v'3t y'3.) para x = ~ ==>~ y = ~ ====> P2(~' ~) . .vJXV3) - 3 (y'3)2 I P . -> cosx .vJ) = 864 > o ==> 3 (- P3 mínimo z = (- .

cos(x + y) No pontoPb temos: - ax2 a2z = . temos: - a2z = -sen-.1 7T -axay 3 2 ----=-1 DeterIlÚnemos (~. 1 1 1 ----=-1 2 2 1 2 1 2 NopontoP2.1 + 1= O - a2z = -sen--7T COS7T ay2 2 a2z = -COS7T = 1 -axay =O o pontode selaé (~'%' ).sen. ~): H . -= -sen-cos~= 2 ax 6 3 a2z = -cos-=-.7T cos-=7T ax2 6 3 a2z 7T 7T -.7T2 COS 7T = .2 = -senx aX [ -- a2z COS(X + y) a2Z [ aZ ay axay =--= a2Z ayax -COS(X +y) [ a2z = -seny -a 2 y .aZ ax Z .

. z E [ O. 2 . y. . z) E R31 x.O ax . O.1 3 =1--=->0 4 4 e como -::-~ = . D ={ (x. . ]} Solução: aw _ aw _ aw . máximo local eIP ~~. ~). y.az aw -ax = cosx w aw -ay = -seny cosx = O >x=O Ti 2 > -seny cosz = = O >y=O >z=1r -az = cosz Temos o ponto crÚico A (.~ Condição suficiente: àw . .ay .1 Calculemos z: I < O ==>.

A = 1-11 = -1 < O. -1 H3. H2. 2 ô2w --=0 ôyôz -1 H1.A = [ O O] -1 = 1 > O. ôxôz = O ô2w 1T -=-sen-=-1 2 .= -senx ÔX2 ôw ôx --=0 Ô2W ôxôy Ô2W ÔXÔZ = O ô2w --=0 ôyôx Ô2W ôw ôy --= Ôy2 -cosy Ô2W -=0 ÔYÔZ ôw ôz No ponto A ==> ===> - ô2w ax2 ôz = -sen-= -1· 1T 2 ô2w .A = [ ~ O -1 O -1 ~]=-I<O .ô2w .= -cosO = -1· ' ' ôy2 ô2w ô2w e ôxôy = O.

1. ..(x . PRs x2 2y2 6x O. ..x( -z 3) ax ax =- .) existe máximo local. - - + 4y + Z2 - 2 = O sendo z =1= O.2 Z2 18 + 4 + Z2 - 2 = O = 9 ====> Z = ± 3 Ternos 2 pontos críticos: B (3. -2y + 2 = 0==> = - y = 1 = 3 ey 1 2 • 12 > - > 32 6 • 3 + 4 • 1 + Z2 - 2 = O 9 . Solução: az = O ax aF -=--=- az ax az ax aF 2x . z .No ponto A (.aF .3 az _ ay _ -4y + 4 ay .2z az aF = _ -2y + z 2 ---=0==>x-3=0 x-3 z >x=3 _ -2y Para x z + 2 = 0==>.3)' Condição suficiente: Calculemos as derivadas parciais de 2~ ordem em cada um dos pontos..3)- az a z2 ax 2 = axa (az) = ax a.6 ---2z x .

9 1974 4..a2Z = ~(az) ay 3y y2 a == ~ (_-2y + 2) z == _ -2z .8 .. [_(_ 2 ax y = (_ 2y + 2)Z-2 3x =-"9<0 2 2 > 3 ==> No ponto A (3.3) 32z -3 ==> -= --=-" 2 3x 9 32z --=0 3x3y > -== --=-- 1 3' 32z 3y2 6 9 2 3 = --< 9 2 O ===> PR6 A tabela abaixo traduz as vendas das lojas A • A nos anos de 1970 a 1974 em bilhões de cruzeiros t (ano) Y (venda) 1970 2 1971 2. 1.. 3) há sela No ponto B (3.5 1972 3. + 2) = 2y 3x z 3z -i. ..1 1973 3.(-2y Z2 + 2) ãY + 2) Z-l] == az 3y 3x3y a 2Z == ~ 3x 3y a( z) = ~ (_ . 1.

26 10a 7 ---> a 16.26 -->. (1.7 x + 3.9 9. O ano de 1975 corresponde a x = 3.5). Solução: Organizemos a tabela tomando 1972 c·omo referência t (ano) 1970 -2 2 1971 -1 2.1 1973 1 3. (-1.9 1974 2 4. . 3 + 3.9) e (2. 1) e que determina.7 3.1).36 bilhões de cruzeiros.8) ~ Pontos 1 2 3 4 5 X· I Yi xi x·y·I I -2 -1 O 1 2 ~Xi = O 2 2.5 1972 O 3.7 .8 ~Yi = 16. PR7 Determine a equação do plano que passa pelo ponto P(1. com os planos coordenados.5 3.2.9 4. 2). então.8 x Y (venda) Detterminemos a reta y = ax + b. 3. 3.5 O 3.Estime as vendas para 1975. 4.1 3. Determine este volume.y = 5. o tetraedro de volume mínimo. (O.6 ~xiYi = 7 n =5 a L xl i=1 n + b L Xi = L XiYi i=1 i=1 = n n a I i=1 n Xi + nb = I:fi = e 0. reta mais ajustada aos pares de pontos (.3 b --> { 5b = = a reta mais ajustada é y = 0.3 4 1 O 1 4 ~xt = 10 -4 -2. 2. a estimativa de venda é y = 0.26. 2.

2.a"l a{3 6 a"l _ a2 ~ =o =o > > À =a = 2 {3"1 6 CD f2\ 2 _ 2À À a{32"1 (32 "12 12 \V À = av 1 a{3 _ 6 vínculo ~ == o ===> 1=O a{3"1 6 \.1 A função é o volume V = 3" Bh.V f3\ 1 2 1 -+-+-a {3 "I . Achemos a equação auxiliar v. Então. mas B = i eh = "I. "I) e o vínculo é dado pela equação 4(J (a. (3.1) => Notamos que a função f é V = f(a. IV ~ a~r I A equação do plano ABe é ~ + L(3 + ~ = 1 (equação segmentária) a "I Como o suporte do plano é o ponto P (1.. "I) == O tirada da equação do plano.-) "I 1 dv = -da av aa av + -d(3 a(3 +-d"l av a"l av 1 {3"1 aa 6 a v 1. combinando linearmente f e 4{): v = -1 aç"l 6 (1 2 1 + À -a + -(3 + . ~.

3 = 9u3 e a equação do plano é [ 1.l. y ~ x y S = (x + z)w w ~: I~ '(I ! ···!························r····· ! ' y I x I . S=x+2z+xw 2 . 120 cm. 6 3 • 6 .121 -+-+--1=0 a 2a a o volume do tetraedro é V =.+ í+ 1- = 11· PRs Uma calha deve ser construída com uma chapa de 120 cm de largura. Qual deve ser a largura da base e a inclinação das faces para que a capacidade da calha seja máxima? Solução: A função é a capacidade da calha e o vínculo é a largura da A capacidade da calha será máxima se a secção transversal for máxima chapa. Dá-se à secção transversal da calha a forma de um trapézio isósceles.

2y cos a por cos a (possível porque a =1= .44xy y 2 + x2 _ _ 4y2 .• x2 . Substituindo na equação @ = O.120) v = xy cos a (x + 2y .x + 2Y .y cos a.p: À = xy cos a + y2 sen a cos a + +"2 y2 sen 2 a + 1 À (x + 2y .120) av ax av ay y cos a x cos a -xysena + À = O CD 1 + 2À = O = O +y sen 2 a ~ 0 av aa vínculo + y2cos2a ~ ~ 0 cos2 a: .120 = O 0 = Da ====>: À = .eY2~ x)' .2xy + 2 2 __ -> Y [1 _ y24 .(2Y2~ xJ] = = O > .sen2 a: x + 2 y .4 xy 4y2 + x2 ] = O ==>_ .'---y---/ largura x + 2 Y = 120 -->. --> cos a =1=0) resulta sen a = ---e -x + 2y => 2y cos2a = 1 - (2Y 2~ X)2 Substituindo na equação y( ® ====> y2 [ => -x -x 2: 2Y) + 1 .120 = O Combinemos linearmente v f e r. Dividindo CD > x cos a + 2 y sen a cos a .

o triângulo de área máxima. a = 30° . A = A1 + A2 + A3 e o vínculo o raio dado R. PR9 Inscreva em um círculo de raio R.x2-2xy+ --> 2 > x2 - y 2[4y2_8y2+8XY-2X2]_0 4y2 > --> 2 2xy + _2y2 O + 4xy . Solução: A função é a área. Do ABDO==> 2 = R sen"2 b a e h = a R cos 2' . sen a 0 >3x = _-_x_+_2 y2y > sen a = _-_4_0_+_80_ l =='> a = 30° = 80 2 Logo.120 = 120 ==> x = 40 cm e y = 40 cm. as dimensões da calha de volume máximo são x = Y = 40 cm e a inclinação das faces.2y2 -->x-y=O = >jx yl = O Substituindo na equação ====> X + 2x .x2 2 > =0 > 2xy .

a: + {3+ r = 2 1f e a equação auxiliar. tiramos AI = área nos é dada por sen {3e A:! = ~2 sen "I. > A3 = 2" 2 sen 2" cos "2 -->~2 R2 a: a: A3 =""2 sen a: R2 De modo análogo. v = R 2" (sen a: + sen {3+ sen r) + 2 À (a: + {3+ r . De A = R 2" (sen a: + sen {3+ senr) resulta. .2 1f). Q) = ® = R2 Então.r A . Montemos o sistema resolutivo - õv R2 -cosa: õo: 2 + À = O = O = > -À =À R2 cosa: 2 Q) õv R2 õ{3 2" cos{3+ õv õr -cos 2 À > > = 2 cos{3 0 R2 R2 R2 r + À o -À = -cosr 2 ® vínculo o:+{3+r-21f=O Notamos a igualdade Q) = "2 cosa: = 0 À. R2 2" cos{3= 2" cosr R2 > Da 0) 2 > 3 a: = 2 1f> a: = 2 3 1f e o lado do triângulo Q =R fi. Logo a função A ="2 (sena: + sen{3+ sen r) R2 A equação do vínculo é.

.0-- V3 2 PR 10 Estudemos os máximos e os mínimos da função z = x3 Sqlução: A função é + xy2. z = x3 + xy2 1 Do vínculo xy = 1 => Y =X 1 x2 --> --> z = x3 +x 1 função da única variável x Neste caso aplicamos o método estudado no Volu~e L Derivada 1 ==>' dz = 3 x2 __ 1_ dx . . V33 2 portanto. com xy = 1.> O. Determinemos a derivada 2ª Experimentemos na derivada 2ª os valores de x: para x = --4- 1 V3 => --> -2 d2z = 6 dx V3 + -4-. para x = -4- 1 yr3 .x2 2 ª 3x --= 1 x2 1 O 3 x4 - = O > x = ± _1_ V3 Temos 2 pontos críticos. eXiste mlnImO .

2.. para x = --1 V3 ===>Z 1+3 . 1. . 18) ponto de sela PP2 Z = x2 . .7) ponto de sela z=xy---x 1 8 y Resp.~ --===> 1 Z = .1 +4M" v.--- 1 I Estude quanto ao máximo ou mínimo as funções: PP1 z = x2 + y3 .: P (.: P (2..~ yr3 existe máximo local. -4. .: P (3.14) mínimo local P (2..2.4x .) -> > tr27=='>~ para x = - ~ W .--- V3 W --2 < O. portanto. para x = = .V"J--+'M = . 6) 8 8 z=xy+-+x y Resp.: P (2. W ~ = -.12y + 6 Resp. 2.para x = .y4 - 6x + 4y - 1 Resp.--===> - 1 d2z dx 2 V3 = 6 . 12) mínimo local .

3 2. 1T[} Resp. . .43 x + 2. y.: (3.: P0(. B (. 1) mínimo local PP10 Z = 6X3y2. .8 2.z +1 = O Resp. 1) há mínimo local e em (1. 1).2.8 =O Resp. 2.1.)m~mo + 4y = 3 - + Z2 + z .1.: (1.2 valor mínimo da função PP6 x2 . y. (.' PPn 2x3 + y3 . y2 . 2. D (0.3) ponto de sela. E (1. D = {(x. .2) ponto de sela PPs w = senx + seny + sen z na região D = local e Wmáx {(x. 4). 2) ponto de sela. 1) há sela.. (1.tiva de faturamento em 1981? Resp.1. z E ]0. (O. -1) máximo local. 2. C (. z) E R~J Resp.2 = O Resp. . - X4 2 y - X3 3 y . .2) máximo local e (. .93 1977 1978 1979 1980 - 1.9 Qual a estima. 2.: PP9 x3 P (.PPs x2 y2 Z2 xy w=""2+2+2"-2""+2"x-z 3 Resp.3 2.3x . 2. 1) ponto crítico .2x + 4y + Z .: Ps (l. 3) e F(2.: 3.: y = 0.2x + 4y + Z3 + 5 = O Resp. aproximadamente .. em (1. Resp.1) ponto de sela PP7 xt2 - y2 . 2.15 !:ilhões de Cr$. 108) ponto de máximo local.1) há sela PP12 Determine a equação da reta que mais se ajusta aos pontos A (-4.2). z) E R31 x.2.3x2 - 3y .: em (O.3).y2 .3.: Ps (l' 2.2). y.

1) coordenados o tetraedro de volume mínimo. qual o de área mínima? Resp. -4.PP14 Determine o máximo e o mínimo da função z x 2 + y2 = s.< Resp.: O triângulo é equilátero de lado x = 2: PP17 Calcule as dimensões do paralelepípedo retângulo de volume máximo que 2 se pode inscrever no elipsóide de equação x 2 a . 8 abc PP18 Ache o plano que passa pelo ponto P(3. PP16 Dentre os triângulos que têm o mesmo perímetro.: No ponto (2.: 4x . Y = -y'3-3 e z = -y'3-3 e o volume e -3-y-f-3e forma com os três planos . Resp. Resp.36 =O .: No ponto (4. 1) a função z assume o valor máximo 5 e no ponto (-2. = 2x + y sobre o círculo Resp.'i$x 2a 2b 2c + ~ + z 2 = 1. 1) a função z assume o valor máximo absoluto 4.3y + 12z . -1) ela assume o valor mínimo -S PP IS Estude quanto ao máximo e ao mínimo a função z = xy havendo entre x e y a restrição x + 4y - 8 = O. b 2 2 c = -y'3-3.

11 = cos a + cos {3. quando passamos de P para Q. b + ~y) E D. diferenciável numa região D C R2. b) E D. que o 1 1 vetor PQ tenha a mesma direção e sentido do vetor u. definida pelo vetor unitário tt. y). Tomemos o ponto Q (a + ~x. Portanto. próximo de P e tal. b) . y + ~y) . de ângulos diretores a e {3. u é versor do vetor PQ.f(a. Consideremos a direção orientada no plano 1T. e o ponto P(a. Sejam a função z = f(x. O acréscimo da função ~z = f(a ~ ~ ~ ~ f. é + ~x. Então.fi DERIVADAS DIRECI8NAIS É na palma de espinhos que o Céu instala as rosas.

::.x 1"/2 + :~ (P) I::::.s \. au au a~ (P) aal (P) cos a + aal (P) cos [3 x y 0 Exemplo: Determine a derivada de z direção v = 3 i .j.s ax ) I::::.&.s = cos a x - Lly I::::. .s 111 I::::. cos a + 112 COS . PRQ - > I::::. no pontoP. 1hl::::.z = onde 111 :~ (P) I::::.y + ) I::::.x + I::::. no ponto p(.P: z -+ -+ -+ = Qn .x + 112l::::. CD ) Oe O quando I::::. [3\ ') O O o liro ~z quando existir e for tinito será chamado derivada da função Lis~O uS I.y 1"/2 I::::. na = Qn x .s .x + I::::.y ) O. na direção do vetor Assim: z: e a indicaremos = pelo símbolo a~ (P).J f2\ I::::.4 j .y + I::::.Qny . Solução: Preparemos a função: F.z > I::::.s = cos[3 Substitum'do estes valores na I::::..j.s aI (P\ ay ) I::::.s= 0 ==> + ay ax aI (P) cos a aI (P) cos [3 + 111COS a + 112 COS [3 e 1im ~z M~O uS = lim M~O (aaI X (P) coso a + aal (P) cos [3 + Y 111 .I::::.s Dividamos a CD por s => __ > I::::.~).z = aI (P\ I::::.

y.No ponto p(.:Z af af df O vetor V f(P) = ax af (P) i ~ + ay af nadas são as derivadas parciais de 1 ordem da função no ponto origem do vetor. = f (x.4 5 au a~ (P) ===='> Para defmirmos o gradiente.-4) (3 u = = v' 9 + 16 = \5' '-:1 -"5 3 e 4) ==>' > cosa Aplicando a defmição de =5" cos {3= -. pelo seu módulo (ver Vetores e Geometria Analítica de Righetto. definida derivadas parciais de 1 ª e contínua na ordem em S: ax' ay e azo -. cujas coorde- ~ . ª (P) j ~ + ay af (P) k. é chamado gradiente da função f no ponto P. Então.) ax ==>.. divergente e o rotacional. Admitindo. . A. usaremos o operador ~ ~a~a \l=i -+j ax -+k- ay ~a az 01 GRADIENTE: Consideremos a função w região S. .. ~ -: (3.). portanto. af (P) = = 2 af ay (p) 3 Por outro lado o versor lt é a razão do vetor -. z).

pelo vetor V f(P) = [~~ (P). x3 Solzlção: Z C :~ = 3x 2 . O) e na direção da reta tangente à circunferência x2 + y2 = 4 no ponto (l. De fato." a~ (P) = Vf(P) au X Z! ~ A derivada direcional é o produto escalar do vetor gradiente pelo vetor u. ~). poderemos imaginar . cos 11).ai alt e sendo o versor 1J' (P) = ai (P) ax cos a + ai ay cos J3 = (cos a.4xy 2xy + y2 _ 6y2 ay ai = _ 2x2 + . :f (P) = (1~~ + 1:: (P») X (1cos" (P) (P) = + 1 (3) --> cos ==> a! au aai (P) x cos a + af (P) cos J3 ay o que concorda com 0. ~: (P)]. Lembrete: "O produto escalar de dois vetores é a soma dos produtos das coordenadas homônimas. alr ai (P) como produto escalar do versor . Exemplo: Determine o gradiente e a derivada direcional de z = = 2x2y + xy2 ..2y3 + 1 no ponto (1.

A reta (t) Ax + Ry + C = O. 2~) Determinação de ferência x2 lt O vetar lt é o versar do veter diretor da reta (t). vf(P) = 3i - -+ -+ 2j ou Vf(P) -+ = (3. y'3) e como n = -+ V = (-R. y3) Podemos tomar o vetar normal n -+ ~ = (A.6 • 02 = . -2).. y'3).(O. tangente à circun+ y2 = 4. O) estas derivadas assumem os valores: C '::t ax af ay af (p) = 3 • 12 - 4 • 1 (P) = .No ponto P (1.y'3". tIramos 3 y'3" af = (3 .2 3 y'3 _ 222 y'3" -7 + 1 -7. 2 ' 2 lt=~=(-y'3. O).J 3 + 1 -7 1-) 1 Com V f(P) = -+ -+ 3 i .2] 2 ' 2 e u = .2 Logo. no ponto (1. v'3 ~) = - 2= _ + au -+ (P) = 2 af (P) = _ 3 ..I)=(_y'3" IVi -+ .J3 + 2 2 alt . OT = (1. y3).2) X (_ .O = = (1. 2 ] .2 • 12 + 2 • 1 • O . A) = (. ~ V tem por vetar normal um vetar paralelo ao vetar OT = T . R) ==> -+ -+ = OT = 1) ---+ (1.

az A3 a CA.ay XZ 2 2 (X Z Y)-7 ---1 a (X2z2y) + ax 2 ~ k + 2xy x2z2y + ~~-] a (2xy) az ~ -7 - a (2xy) ay ~ - a az - --I ~ a (xz) 7' _ ax + xzy 2 ~k ~ - .2x2zyi . O produto vetorial do vetor operador ~ V ~ pelo vetor à é chamado de ROTACIONAL ~ DO VETOR A.az ax ay aA I aA2 aA3 03 ~ ~ ~ ~.DIVERGENTE: Consideremos o vetor A = AI i + A2j + A3k.2x)k . Assim -7 1 i ~ k Rot A = ~ ~ A A ~ = ax AI a ay A2 a .2x2zyi ~ . ROTACIONAL: Consideremos o vetor A = AI i + A2i + A3k. Assim: div A ~ ~ ~ ~ ~ = ~ X A = (~a ax + ~a + ~ az x (A ~ + A2i~ + A3k) ~ i a) ~ \J j ay k i I = =-+-+. O produto ~ ~ ~ escalar do vetor operador \J pelo vetor A é chamado divergente do vetor A.zi (2xz2y ._ a (xz) az . _ àA )! + ay az 2 + (aAI az _ aA3) ax] "7 + (aA2 ax _ aA k ay I) -7 1 ~ ~ i - k -7 1 0 9Aà = a - ax a ay ~k ~ a .2xk .zj = .

Estes campos aparecem em várias aplicações.:7.::t~~~ V X (A ~~ + B) = v X A '. Já o divergente de t é uma função escalar ou um campo escalar construído a . Estas funções em física são chamadas de campos: campos escalares ou vetoriais. Se rot -. = o movimento diz-se irrotacional. G.3 . y.. podemos obter um campo vetorial V F (vetar gradiente de F). y.::t~~~ + + + V X B V AB ~~~ V A (A ~ I + ~ B) = '.INTERPRETAÇÃO Consideremos tridimensional : dois FíSICA. os vetares velocidade dos pontos formàID um campo vetorial enquanto que a temperatura forma um campo escalar F.V2A -+ ~~ 6. A e B tendo derivadas primeiras contínuas. z). ~ + '.:7.~ ~ Consideremos F. Um outro campo vetorial é o formado pelo rotacional de . z) t l' + g (x. F (V A A) ~ -+ V X (A A B) = B X (v A A) .:7. z) 7 + h (x.2. y. ti) as funções vetoriais = f(x. O. z) k. No movimento de um fluido. 9(F ~ então: + G) = 9F + 9G '.A X (V A B) ~ ~ ~ ® ® @ ~ V A (VF) ~ ~ ~ = -+ ~ ~ O -+ -+ VX(VAA)=O VA (VA A) = v(VX ::%~ A) . tipos de funções em um domínio S no espaço i) as funções escalares F (x. t. y. Este campo recebe o nome de campo gradiente. Podemos imaginá-Io como medindo a extensão em que um movimento é como uma rotação em torno de um eixo préfixado. V AA ~ V X (FA) = (vF) X A V A (FA) ~ ~ F(VX ~ ~ ~ A) ~ ~ = (v F) A A ~ ~ '. -+ Através de um campo escalar F.

na direção do vetor Z:. no ponto P. Em um campo de velocidades -:. valor máximo do co-seno "P ===>. 0:. o que nos induz a considerar o seu gradiente defmido em cada ponto de D. Desta forma. Seja I{) -+ o ângulo que o gradiente \lI (P) forma com o vetor u . div -: mede. au -+ atingindo: 19) Seu máximo valor. A função z = I (x. a~ (P) = I~ I (P)I cos O ==. COS (3) (variando 0:). pois associado a cada ponto P E D. quando u tiver a direção e o sentido do gradiente. = O e cos O = 1. Quando div -: = O. que -+ -+ -+ (p)1 lu I cos I{) e como lu I a~ (P) = ~I (P) X t au 1\lI(P)1 cos I{) • = = I\lI = 1 a/-+ > --:. a projeção do gradiente de I em P sobre a direção de Se fixarmos o ponto P e fizermos variar a derivada direcional z: = (cos t.> au ~I aUmáx (P) = I~I (P)I . existe um vetor \l I (P). Recordemos. tal fluido diz-se incompressível e o campo vetorial 1" diz-se solenoidal. um campo vetorial. temos na região D. por exemplo. pois. y) foi suposta diferenciável na região D C R2. -+ -+ através da definição de produto escalar de 2 vetores.partir de 1". (P) au = Resultado que nos mostra ser a derivada de I. o quanto um certo fluido se expande. a~ (P) variará.

- aZ: ar (P) = lV'f(P)\ -+ cos .Fig. porém.) Seu mínimo valor. valor mínimo do co-seno. pois.6. quando pOIS..6. 'P = 2" ecos . 39) O valor zero.5. au a~ (P) = I"vf (P)\ cos 1r ===> (P) = -1V'f(P)1 -+ Fig.1. 2. 1r 11' tiver direção perpendicular à direção do gradiente. 1r 2" = O. 2 > aZ: _a r_ (P) = O aZ: ar (P) = -IVf(P)1 = derivada direcional mínima .4. quando z: tiver a mesma direção.===> 1r - ar 2 aZ: (P) = O para 'P = O para para > af (P) = IVf(P)1 = derivada direcional máxima aZ: l() = 1r ==> l() =!!. sentido contrário 1r ao do gradiente. 'P = ecos 1r = .

Nestas condições. pois. . Preparemos a função: z = 2 Qn x . Vf(P} => ~ u = (4 3) -5. o gradiente e em seguida seu módulo.> ~ IVf(P)1 v' 4 2 + 32 = 5 af aumáx = 5 Vejamos em que direção a derivada atinge seu valor máximo.3" e em que d" _ Isto acontece.= 1 2 4 (P) =_ = -1 1 = 3 3 ====>: Vf(P) = 41 r ==.. e sena então. Solução: Vimos que ~f (P) aUmáx = IVf(P)\ Determinemos.Qn y No ponto p(. .) ----> +3 ax ay af af (p) =1. lIeçao .Exemplo: Determine o valor máximo da derivada direcional da função Z x = x'n y' no ponto n 2 ( 1 1) 2' ... = = = IVf(P)1 tanto..= (4 '3) ==> 5' 5 cosa ="5 4 5' 3 por- A velocidade atinge o valor máximo na direção a = arc tg ~ . . z: tem a mesma direção e o mesmo sentido de V f (P).

/2 (8)] ===> ax ai dx dO + ai ay dy = dO o . nas proximidades =C de Po (a. Destas I (fI (8). b). as equações paramétricas considerações ====> ===> da curva C3.Chama-se curva de nível ou de contorno de uma função ao lugar geométrico dos pontos nas quais a função I tem valor constante.

y. cos (3. z). . :. (0 v h (00»" = o --_/-+ V f U (P) =õ gradiente = vetor tangen te à curva de nível no pontoPo Como o produto escalar dos 2 vetores. "Na direção das curvas de nível a derivada direcional em qualquer ponto é nula. função diferenciável na região S C R3. (P~ x . é nulo. A derivada direcional de f no ponto P e na direção do vetor z: é: a[ ar: (p):: ou aa[ x (P) cos a + aa[ (P) cos (3 y + aa[ z (P) cos ')' a~ (p) = V[(p) x au z: . V'". cos ')'). Sejam w = [(x.(f~ 0). concluímos que o vetor gradiente de t' é normal à curva de nível desta função que passa por Po. V[(P) e lt." 6.5-FUNÇOES DE TReS VARIAvEIS- DERIVADA DIRECIONAL Tudo que foi estudado sobre derivada direcional para funções de duas variáveis se estende para funções de mais de duas variáveis. -.===> (:~ (P). e o vetor unitário lt = (cos a.

3 3~ . ~ oA. Solução: a)'Vl/J=-'I-' i +_'1-'j +-k ox oy õz ~ oA.k 1 e IE I = I 'VV (P)I = ~ 4 +4 + = 3u Se if> ~ ~ = xy3z4 e A ~ ~ ~ = xzi ~ .. 1\ A. 1.Exemplo: Sendo V = X2 + y2 - 2z2 a função potencial de um certo campo ~. ~ calcular: ~ ~ a) 'Vl/J..y3xj ~ + 3xy2zk. c) 'V ~ d) div (l/JA ). ~). 1 -1 E = 'VV (P) = 2 + -. determine a intensidade do campo no ponto Solução: A intensidade do campo é o módulo do gradiente.2 oy - y av -= oz -4z a V (P) ox = 2 No ponto (1. ~ eletrostático... ~ ol/J ~ =y3z i +3xyzj 4~ 2 4~ +4xyzk. ~) ==> a V (P) = oy oz 2 a v (P) = ' ~ ~ ~ ~ -. 1. ~ 2] . logo IE I = I'VV (P) I ~ -=2x oV ox oV . e) rot (l/JA) b) 'VX A.

3y2Z)i = . x d) div(epA) = vx(ep1) (1 aa -+ +7 -+ :y + k :z) x 3 xy2zk)] -+ X [xy3z4 (xzi .= a (xz) + a (.3 y2x -+ 3 xy2 -+ i c) j k a ~ 1\1 = ax xz - a ay _y3x a azy3X) -+ -+ a (xz) az ~ 3xy2z "7 _ a (3xy2Z) ay "7 1 + -+ a (- ax k + J -+ - a (xz) ay -+ k = a (- y3X) "7 az l' - a (3xy2Z) 'ax -+ i = 6xyzi -+-+ .y3k.y3k + xi -+ .3y2zi = 6xyzi + (x .y3X) + a (3xy2Z) ax ay az + -+ = = z .+ k ~) ax ay az + 3X2y5z5k) -+ x (X2y3 5 z7 - X2y6 4 z 7 + = = = a (X2y3Z5) + a (_X2y6Z4) + a (3X2y5Z5) ax ay az _ = 2xy3z5 e) rot (epA) = \J -+ -+ 1\ 6X2y5t4 + 15x2y5z4 -+ (epA) = = (i - -+ a -+ a -+ a\ ax + i .y3xj + = = (1~ + 7 1..+ k -) ay az -+ 1\ (X 2 y3z5i -+ - X 2 y6z4i -+ -+ + -+ i i k + 3X2y5zsk) -+ = a ax X2y3z5 a ay _X2y6z4 az 3X2y5z5 a - .

6xy5z5 j = (15 X2y4z5 + 4X2y6Z3) 3X2y2Z5)k ~ ~ i + + ~~~ (5x2y3z4 _ 6xy5Z5)j ~ .2Xy6Z4k ~ + ~ ~ 5x'y3z4j ~ _ 3X2y2Z5k ~ + ~ + 4X2y6z3 i . Calculemos primeiramente ~ 'V 1\ A ~ ~ k a az A3 =-i aA3 ay ~ +-k+-j aA2 ax ~ aAl az ~ PR3 Determine o gradiente da função z = Solução: O 'Vf(P) V x2 ~ + y2 no ponto P (.= 15x2y4z5i ~ ~ .1. Determinemos. ~ = ax af (P) i ~ + ay af (P) j .(2xy6z4 ~ ~ + PR2 Prove que 'VX( 'V 1\ A) = O onde A = Ali Prova: + A2j + A3k. O). pois. as derivadas parciais de f no ponto P. .

~ u = ( cos a.Jx2 ="> No ponto P(-I.eO sen O = O Então: 'Vf (P) = (1. cos 30 o ) = ="21 17+V37 2}' Determinemos o vetor gradiente: z = eX cosy C ax af = eX cosy af ay = _ex seny No ponto P (O. O) e na direção em que faz com o eixo dos x um ângulo de 600• Solução: O vetor diretor V faz com Ox o ângulo 0 de 60 . Como ~ ait af (P) = Vf(P) X 11 ==> .J x x2 Y + y2 + y2 ay ai = . O). O) =- i.J 1 x2 1 2x + y2 + y2 2y = = af .z C ~ ai = ax 2 2 . O) = C .Jx2 . cos (3) = (cos 60 o . ~ -ax ay af -1 (P) = v' 1 + (P) o = . O) > C ax ai (P) = eO cos O = 1 ay af (P) = . no ponto P (O. então: ~ a = 60 0 {3 = 30 0 Logo.1 =1" = O O Então: 'Vf(P) = (-1. Determine a derivada direcional da função z = eX cos y.

2. . -+ Vr = (ir. 2 vI2).. ~) x da elipse 2x2 + y2 = 4 e na direção da normal a esta elipse no mesmo ponto.... o gradiente: No ponto P (l.> lL (P) au -+ = (1 O) X ' (lv'3) 2' 2 = 1 • 1. + 2 O • . gr) = (-B..2) ==> C -+ -=--=-2 ax 1 af 2 ay Então: '\Jf(P) = (. De t enmnemos a OdO -+ -+ af = 2 .-. Ivl V . Solução: Representemos graficamente a elipse. A) Procuremos au ar (P) = -+f (P) X -+ Calculemos -+ '\J u..j2 = 1 2 fi ueçao u = -::.3 2 2 Determine a derivada direcional da função z = 1'_ no ponto (1.

X Solução: Sabemos que a[ (p) = ~f(P) aít 1. .y) ay > a[ = _ cos (2 x . e na direção do vetor AB.1 . B) = (gt.) [ a[ ax a[ ay (P) = 2 COS (1f - 1f) = 2 (P) = _ cos (7T - 1f) = . sendo A(5. é igual ao vetor normal da reta tangente ~t) ~ V= = (A. r. 1 2 V2 -~-------= .y) No ponto p(.. > y = vi 4 . V = nt = (gt.= -"'. A dec1ividade da reta (t) é yp = ~.o vetor (t): V.4-2 y'2 -1 Logo.. determinemos os dois z = sen (2 x - y) C a[ ax = 2cos(2x . -3). .y).. . 1) a[ (p) = O aít PR6 Determine a derivada direcional da função z = sen (2x ..2.. . 2x2 gt =[t" Da equação 2x2 + y2 . então.. diretor da normal (n).[t) = ~ ~ (. 1) e B(2.ft).2x2 e y' = / YV'4 - /' -/~ No ponto P(1. no ponto p(. Determinação de 'iJ [(P) ~ ít. = 4 . 1f) vetores.. v 2) =--=-----> yp = -2 .

2.A = (2. 4) e a direção em que ela acontece. IABI :~ (1') = (2. 4) = C af 5 .= (5.3 . -3) ..(5.y2 ay = 2 v' x"2 => No ponto P (5. v' x 2 y2 - af alt (P) =-- PR7 Calcule a derivada direcional máxima da função z . - :)= -~ 2 5 +: = -. mas AB = B .1) = (-3.i._ 16 . ay - y'25. -4).16 5 ax = '1'25 af _ =3 -4 -. Solução: Como vimos: no ponto aUmáx ~ af (p) = l~f(P)1 af z [ 2x = 2 ax af v' x2 - y2 -2y . -1) X (- ~. Determinação de ~ lt ~ u = AB ~ ~.

Qny. porém.4). I (B) = (.~) e B (.2 e aI ay (B) Logo. 1.2. . Solução: Achemos cada vetor. 2) VI (B) dx As funções derivadas parciais são as mesmas.l 47 - 3 3 J IVf(P)1 = )25 + 16= v'4i 993 aI ~ aUmáx Achemos a direção do vetor (P) = y'4T 3 II 4 tg a = sen a cos a = cos {3 cos a = 0IT =_~ 5 5 0IT PRs Dados A (1. Vf(A) = 2. . preparando a função z --> z ~ ~ = Qnx . = -4. determine o ângulo formado pelos vetores VI (A) e VI (B). ~) e a função z = Qn ~. .~. Determinação de VI (A) ~ z [:~ =~ aI ay = - 1 y Por definição. ~I (B) = . .~ 57 V I (P) = .~ (A~ ===> V/(A) = (1. Determinação de ~ G (A).

8 = _ . 2) X (.~ ~ 3. vem cos () I \7f(A)1 = (l.2 X2y2 .2. 1. Substituindo.12 = O.1) =- 2 .y3 + 4 xy .:f(A) X ---r--- ~f(B). . no ponto (O. O ângulo () dos 2 vetores nos é dado por cos () = .4) v' 1 + 4 v' 4 + 16 arc cos (. Solução: Da definição de derivada direcional =--=----> Determinemos os dois vetores. ---r-- l\7f(B)1 (o co-seno do ângulo de 2 vetores é o produto escalar de seus versores).2.!Q = _ 1 10 y'1õO () = PR9 Calcule a derivada direcional da função z = x4 . Determinação de \7f (P) = a11 af (P) = ~ f (P) X 11.2) e na direção perpendicular à direção da reta 3x + 4y . . ~ ax af (P) i ~ + ay af (P) j f ~ .

j x2 + y2.. lril - ~9 --- (3. Determinação de u O vetor u é versor do vetor normal n ~ ~ ~ = (A. aUmín Pois bem: Da função z = . . ~ n Logo u =- ~ _ .===> af (P) = 4(-2) ax = -8 e af (p) = -3(-2)2 = -12 ay I vf (P) = ..8 7' ..4) + 16 lI=(~±)5 5' 3.3) e a direção em que isto acontece. -12) X (~ 4) = _ 24 _ 48 = _ 72 5' 5 5 5 5 af (p) =_ alt PR 10 Determine 72 5 a derivada direcional mínima da função z = ponto P (.12 71 2.4.j x2 af _ 2x 2 ~ x2 + y2 ====>_ af [ ax -->z + y2 => ax ay af _ 4 (p) .5 3 [ af ay 2y = 2 ~ x2 + y2 (p) = -5 . Determinação de af alI (P) af au ~ (P) = (-8 . no Solução: ~ (p) = -IVf(P)1 e 'P = Tr. B) da reta 3 x +4Y - 12 = O. .

2z).y) PR 11 Determine a derivada direcional mínima da função w + cos(x + z) + tg(y . Como nos interessa a direção. mínima quando lf paralelo ao determinemos o gradiente: Vf(P) . se torna máxima.===> -1\7f(P)1 ~ = - )16 + -25 9 -25 = -1 ==> ~ aUmín (P) = -1 A direção do vetor lf é a mesma do vetor f (P). o) 7T.2z) -sen(x + z) .2sec2(y .. no ponto p(. nos é dada por Assim lf = ~f(P). ~ caso. + e a direção em que sua derivada. l\7f(P)1 ' cosa = -.= ~ ====> 5 I Q = are tg tI = sen (2 x .y) .2z) .I \7f (P)I e derivada máxima ou ~ .sen(x :~ = af ay = :~ = + z) -cos(2x -y) + sec2(y . Solução: Sabemos que af ~ aUmín (P) = . neste ponto. podemos tirá-Ia de que.4 5 3 sen a = -5 > 3 tg a = -~. apenas com sentido contrário. = af ax (p)7 + af (p)7 + af (P)k ay J ax 2cos(2x . neste V zr.

=-1-2=-3 ~ \lf(P) = (1.O.1) e B (2.1) e na direção do vetor AB. O. sendo A (1. Solução: - af alf (P) = \lf (P) ~ -+ X u. . O. 2.> --~ af (P) = -1\7f(P)1 ~ = aUmín =-v'1+0+9=-v'TQ ~ aUmín af (P) = _ y'iO Determinemos a direção determinando gradiente. ser o seu versor. _ 10 3 v'lO\=> 10 ") y"TIf = v'lO 10 = O cos'Y = -3y'1O 10 PR 12 Calcule a derivada da função w = ---+ . portanto. n.2.af ax (P) = 2 cos O ..~ (P) = + sec2n = 1)2 = O = - + (2 az af (P) = _ sen ~ _ 2 sec2 n . .sen 2" = n = No ponto P (.2. -1). ~ 1. O. -3) = (v'lO.-3) ===. ~f(P) l~f(P)1 cos a ====> cos f3 ~ U que tem a mesma direção do = (1.1 -coso 1 = 1 0 --> . 2 . Determinação de \l f (P) .J x2 + y2 + Z2 no ponto P (.

4 e 2. 4 (P) _ + -2 4 + + 2 1 . Solução: - aI alt (P) = ~ I (p) x ~ 'iJ u. 4 + 2 4 _ 2 1 3 af ..IÃÊI - L4B1 - \3' 3"' .ax ay af 2x = 2 ~~X-2-+-y-2-+-Z-2 af _ 2y .--3 -. Determinação de ~ _ AB ~ z: (1.... .(P) .2.2 ~-X-2 -+-y-2-+-Z-2 2z az - af _ 2 "'.----- - -1 1 y-4-+-4-+-1 3 2. no ponto (1.A _ (1 2 2\ u . Determinação de aZ: aI (P) aI ~ au (P) = (_ ~ ~ 3' 3' _.3) 3. na direção cujos parâmetros diretores são 4.. 2 3 3' 3' _ 2)..2) _ -J 1 + 4 + 4 - _ B . . 2.l) x (1. .-x--+-y-2-+-Z-2 2 ax ay az af af (P) = . .= _ 2 + i + ~ = 3 9 9 9 PR13 Calcule a derivada da função w = xy + yz + zx. 1).

Determinação de +4 = 6" = "3 (P) aLt aI :i (P) =- 1 ' ...-1 ai ay (PJ = 07. portanto cos a 442 = -.. Determinação de \J f (P) af = y -7 ax af -=x+z ay az +z ai = y + x ~~ (P) =.=-..=-.-1) I Lt = (cos a.~ .=-.1.=-. . cos (3.. Determinação de = (-I.t 7 I II -(P) a~ I U aI --I 3 .. cos 1) São dados os parâmetros diretores. + 2 (- t) = 1 • += .= VI6+J6+4 6 3 221 cos 1 = -Y-I-6-+-16 3. 2 ai (P) = -1 [Vf(P) 2.=--=--=--== = . 2.=-..

4).:=--= no ponto (3.: -+ = Qn (x2 + y2) no ponto P (1. -+ Prove que v -+ X (A + B) = v -+ -+ -+ XA + -+ -+ \l X B. -+ + 2j -+ + 3k. Resp.J x2 + y2 direção do vetor AB.. 11 j -+ -+ - 5k -+ c )6~ J l - 5~ J.: aZ: ai (P) = 2 PPs Ache a derivada direcional da função z = 4x2 + 9 y2 no ponto P (2.4) e na x - . 2) e B (7. PP2 -+ -+ -+ -+ Sendo ep = x2y + yz2 + zxy e A = xy2 i + yzj + z2xk. calcular: -+ -+ -+ -+ -+ -+ (a)AX vep. -+ d) 1. calcule rot [rot (A)]. -')o. Resps.. (6x + -+ 2 .0. Resps. com A (3. e) 15 i --. ai (P) = 24 alr PP9 5 -+ -+ Ache a derivada direcional da função z e na direção do vetor v = 2 i + 3 j .3 -+ -+ -+ -+ -+-~ Se ep = X3y2z e A = x2zi . -+ ~ -+ PP 4 PP 5 Prove que V 1\ (v F) = O. (b) vXA. -1). (d) div (epA).3. = Qn PP7 Determine a derivada de z -+ 1 x + vx2 + y2 ---~-_-_--=-.9 i -+ -+ -+ + 18 j -+ PP3 Sendo A Respr: = 3x2zi . 1) ai (P) aZ: =-- 5 VIT . Resp.2y) k.y2 j + 3x2y2k achar: (a) vep.: a) 36 b) 42 -+ c) . 2. 1) e na direção da reta normal à circunferência x2 + y2 = 25 no ponto (. (e) rot (epA ). (b) epvX A. -+ -+ -+ -+ (c) V 1\ A. (c) (vep) 1\ A no ponto P(1.1.y2zj + (x2 + z) -+ -+ k. a2F ay2 az2 . PP6 Prove que \l2F = - -+ a2F ax2 +- a2F +-. todos no ponto P 1.1).: a) 3 i b) O.1).

2 y'3). (x/y) no ponto P (2. ar (P) ax ay (P). O) e na direção do -* vetor que forma com o vetor i o ângulo de 60°.J x 2 + y2.: V6 PP 14 Calcule a derivada de z eX y + xeY. . naquele ponto. na direção da tangente à parábola y2 = 4x.. . ar Calcule a derivada direcional da função z = x2 + xy + y2 no ponto P (3. e Qn PP1S Ache a derivada da função z = .erivada no ponto P (2. . I = +~ . •. maXlma da função w O.~). sen (x + y) + Resp. no ponto p(.~) e na direção ~ do vetor AB.pp 10 Mostre que as derivadas direcionais da função z rico P (x. y).1) e B (.. 5 -J29 PP 13 Calcule a derivada direcional + cos (y + 2 z~. onde A (9. . na direção da tangente à curva x2 . Resp.3. no ponto dado.: al! ar (P) = 5 . 1). na direção do vetor 12 -* -* 5 i + 2j .2xy + 2y2 = 5. Resp.: 64 13 x 2 PP 16 Ache a derivada da função z = + 2y 2 x + y + 1 ' no ponto P (. .1. y) e nas direções dos vetores e PPu -* e j-* são. 1).. calcule a r.6). 23 9v03 . no ponto P (O. i = r (x.J3 + 92 -* = v Qn PR 12 Dada a função z = . no ponto gené- respectivamente..

y). . inferiormente pela superfície D C R2 e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela curva fronteira da região D.7 INTEGRAIS MÚLTIPLAS Ofereçamos de nós mesmos a confiança e a diligência. a concórdia e o serviço e Jesus fará o resto. y) contínua numa reglao compacta D C R2• Consideremos o sólido limitado superiormente pela superfície z = f (x. Seja a função z = f (x.

Tomemos o prisma elementar de base !:iix!:ijY. y)dxdy Se D = DI U Dz. Tomemos o retângulo elementar de área !:iix!:ijY. então: .y)dxdy + J -D t r {2 (x. y) + f2 (x. b] em m partes. com planos paralelos ao plano xOz. onde DI e D2 são regiões também compactas. y)]dxdy = f t ft(x. em n partes. partindo o intervalo fechado [a. o sólido S fica decomposto em m X n prismas elementares. com m ---) será chamado Integral Dupla. cujo volume é !:i V = = {(Xi. j=1 i=1 n m Yj) !:iix !:ijY e n ---) Se existir e for tinito o linúte desta sorna. y)dxdy = D -oID fr (fI (x.L L {(Xi. d]. façamos a partição. A região D fica dividida em m X n retângulos elementares. A soma dos volumes dos m X n prismas elementares será: . y)dxdy ff N3 f(x. ele lim m~oo n~oo L L {(Xi.Tracemos planos paralelos ao plano yOz. teremos: e {2. De forma análoga. (x.J f(x. Por outro lado. Yi) !:iix!:ijY. y)dxdy = D fI K· D {I (x. sem pontos interiores comuns. y)dxdy = fJ~ f. j=1 i=1 n m Yj) !:iix!:ijY = rr '. do intervalo fechado [C."'D zdxdy = (r c a zdxdy N1 Se a função f for a soma de duas funções fI compacta D. contínuas na região rr ". 00 00.

y) e interiormente por Z2 = f2 (x.y)dxdy = ff DI f(x. y)dxdy + ff f(x. onde V1 é limitado superiormente pela superfície fI (X. Assim. V. = fL I.V2 . superiormente pela f2 (x. Seu volume é a diferença entre os volumes V1 e V2. y). duas a duas. calcularemos o volume através de De fato: Consideremos o sólido limitado superiormente pela superfície fI (X. sem pontos interiores comuns. = qüentemente V f L f.fL N4 I(x. n_ y)dxdy Esta consideração se estende à decomposição de D em regiões compactas. y) e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela fronteira da região D. (x. inferiormente pela f2 (x. Se o sólido for limitado superiormente por ZI = fI (x. y) e inferiormente pela D. y)dxdy e v. y) e inferiormente pela região D e V2. y). y)dxdy e conse· VI . = (x.

1. y)] dxdy 7.INTEGRAL DUPLA APLICADA AO CÁLCULO DE ÁREA fJ zdxdy = V D z = 1 ====>: Jf D dxdy = AD Para z = I a integral dupla JJ D dx dy é numericamente igual à área da .v = ff ff! (x.3 .2 . ff D z dx dy é o volume exato do sólido limitado superiormente . e os referidos paralelepípedos vão se tornando mais delgados. pela superfície z = f(x. y). y) D . a integral dupla é o limite de soma dos volumes dos m X n paralelepípedos. De fato: R2 portanto. tendendo a zero.1.INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA Podemos dar à integral dupla uma interessante e importante interpretação geométrica.f2 (X. inferiormente pela superfície D C e lateralmente pela superfície cilíndrica definida pela curva fronteira da região D. e seu número tendendo ao infinito. As áreas dos retângulos bases vão' se diminuindo. 7.

integramos. pois. ~ Calcule f.t.4 xy dy = x . a integral interior..4 1 ydy = x ~ [ 2]4 2 = x (8 . . - Sqlução: Inicialmente. 1= r o 3 2 3 f 1 ~ o y\! -"3)dY =3 ~ 1\ 26[ 2] 1 o 26 1 [= __ e_=_13 J sendo D a região limitada pelas retas y rJ· D -Jx + = O. 11 1 • 2 . x = O e x + y .região D.2) = 6 x . os números que exprimem o volume e a área da base são iguais. . o 1 1 3 x2ydxdy. f. como vimos na geometria V = B e h e para h = 1 =:-=> V isto é.4 xydydx.3 Solução: Representemos graficamente a região D e determinemos os limites de integração. = B. ydxdy l' = O.

4.Tomemos o retângulo elementar na posição da figura 7.3.Y) . + @ . o . Então. Se tomássemos o retângulo elementar com base no eixo Ox. II ydxdy = D .Jx+l '" D. Nesta posição os limites relativos a y são O e 3 e os relativos a x O e (3 ..3 =O >j= 3 -.y) (de x + y .3 = O > x = 3 .J X. teríamos fI ydxdy = f o 3 13. conforme a figura 7.J x + 1 r 133 "0 t Y ydx .-x ydy @ .Jx+1 d~ y=o 3 Limites de x: O e 3 Linútes dey: Oe (3 -x) (De x +y . dy 1 exterior por ser a base do retângulo elementar.y).

x + 1- 1 [ 3-Y (x 0 . t ===='> Iy = 4 .Y ydy o Façamos ..t 2..y = 1.1.0====> t .y = t ====>: 4 .3 >t Substituind~ na integral A.0 r 3 f o dx 3-y y dxdy- Vx + - 1 f. t(4-t )(-2tdt) 1 A = -4 r "'2 (4t 1. de integração para a nova variável são: para y para y = = O ==> t t 3 --> = V4 = V4 .+ 1)-1/2d(x + 1) = = (x +11)1/2]3-Y --- =2V4-y-2 l= r o 2 e (2 v' 4 - Y .1= .2)y<u> = 2 r o v' 4 ~ y Y<u> .t1. tiramos dy = .2 tdt I I· = = 2 1 Os limites. De y = 4 . vem: 1 A=21 2 1.2 f o 3 ydy B '---y--/ 19) A = 2 1v 3 4 . o 3-y ". 4 . - t4)dt .

10 y ydxdy = 188 ..96) 15 15 -4 • 17 .~x-+-1 2" fO o dx - f.1 [2] Y "'.3 3 x2 dx Vx + 1 A = 9 Jo 1 -.-x-+-l - f 3 1 (9 .!..6x + x2)dx o 2vx+1 3 __ f. d dx Vx + y Y = 1 3-X Jo ----Vx fO 3 1 + 1 (3 x)2dx I = Jo 3 --./ '"-----v r "0 .A = = -4 (20 .0 I • 3 3-x .JX B x + dx+ 1 ~~---v----.3 _ 160 .9 V x + 1 15 = 188 .. 3 --- 1 o 2 "'.64 --> A 15 -- IA 1881 15 29) B = -2 f 3 ydy o I = J' o 3 ro . 2 1 __ 2V-x-+-1 A dx _i 2 f 3 o .==-~~dx 2vx+1 = 9 [Vx --3 + 1] o = 9(Y4 . .135 = i 53 1 15 15 Resolvamos na ordem da segunda escolha I = '.1) = .o +.

o 3 X dx 1 v'x + v'x + 1 = t==> para x para x x + 1 = t2 ===>1 x = t 2 - 1 lei dx = 2tdt I Os limites de integração para a nova variável são: =3 =O ===> 3 > = v' 3 + 1 = 2 t = v' O + 1 = 1 t 2t1.10 15 C = i~. - 1 e dx = 2tdtl II C="2 1 f.) = -6 .-1 ". vem: B =- 1 1 t 2 tdt =- 6 J (t 2 - 1) dt 1 B = -6(. ~= -8 c Façamos =. _1 5 3 \5 3 + 1) C = 96 .2 Substituindo em B.80 + 3q _ 3 . + . r xx: v' I B = -81 1dx v' x + 1 = t ==>: 2 X + 1=t 1. 2 (t 1 ~ + 1)2 2tdt= f + 15 2 (t4-2t2+1)dt 1 C = [~_ 5 2t 3 15 3 t] 2 1 = (32 _ 16 + 2) _ (1.1 5 = i~ I C i~ I 8 ==> .f. ===> I x = t 1.

D Façamos a representação gráfica de D. podemos concluir que. O e 4 e para x.8 + 38 = 1 + 38 = 53 15 15 15 II E4 53 15 1 Calcule a área da superfície limitada pela curva y = x2. •4 3n = . Como tomamos o retângulo elementar com a base no eixo dos y. . • 8 = 136 IA=!fuzl Dos estudos feitos sobre integral. te~nos integrais simples. para funções de uma variável. no primeiro quadrante do plano cartesiano. a ordem de integração será ff D dx @ e os limites serão para y. integrais duplas e para funções de 3 variáveis seremos levados às integrais triplas.1o 3 13-X o Vx + ydydx = 1 9 . Solução: A área da região D é A = ff dxdy. O A = r ((Y dx)dy 1 o 4 en A = [x][y dy = f 4 yydy = A = [f[ o =. pelo eixo dos y e pela reta y = 4. para funções de duas variáveis..

y. lateralmente.xz]~dydz = o o J J 1 2 (9 . f. z) defInida e contínua na região S. y) e. A integral tripla pode ser considerada como a integral dupla .y)' .Consideremos em R3.z)dxdydz.y) D . O produto dxdydz representa um volume elementar.y) JJ Fig.12y - o o .x.y) f(x. z)dzdxdy Concluímos que a integral tripla consiste em três integrais simples. o o o Solução: Seguimos a ordem de integração na ordem dada no problema: I = i f 1 2 [x 2 - 4xy . dz dx dy dar-nos-á o volume fz(. f2(x. referida no referencial cartesiano. uma região compacta S.x. y. portanto. Seja a função w = / (x. (x.7. se fIzermos / (x. Salvo por orientação do problema.3z)dydz . z) dz fz(x. D ft(x.y) / (x.6. começa·se a integral tripla pela integral da diferencial dz. y.da integral f ft (. y. y). z) = I. a integral tripla f 'J J . inferiormente pela superfície f-J.(x.4y .y) E1 Calcule 1= f f f 123 (2x . f. um sólido limitado superiormente pela superfície /1 (X. limitada pela superfície cilíndrica defInida pela fronteira da região D.

f. bem como a região D. 7.7.12y .1 1= f o 1 f 2 (9 . Solução: Trata-se de um paralelepípedo. Representemo-Iograficarnente.6z)dz o f 1 (-6 . f f 1 3 r dzdxdy 5 dzdy o o ® 2 1 3 [z]~dydx = o o f i 1 3 (5 . inferiormente por z = 2 e lateralmente pelos planos y = O.6y2 - 3yz]~dz I = f (18 . y = 3.2)dydx o o .3) E2 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 5. v= V = V = ft f f.6z)dz o 1= [-6z . 1 D Y dx y=O x x Fig. x = O e x = 1.24 .3Z2]~ = (-6 .3z)clft= o = jo • 1 [9y .

. tal que M' x = L mixi i=1 n M· Y = L miYi. . + mi + . i = 1.. mn.. + mn = L mi i=1 n Baricentro.. + mnYn = 2 miYi i=1 n M = ml + m2 + m3 + .. Chama-se Momento Estático do sistema dos n pontos materiais em relação ao eixo dos Y à soma dos produtos mlxl + m1.X1. de massas m1" m3.3 .. Pn do plano. ou centro de gravidade. n. 3.Yi). .. ou centro de massa do sistema dos m pontos é o ponto G (x.APLICAÇÕES Sejam os pontos materiais Pb P1" P3...V = J O 1 [3y]:dx = J O 1 9dx = [9x]~ 7.. "'.+ m3X3 + ... respectivamente. 2.. + miYi + . y).. . Tomemos um referenciàl cartesiano no plano considerado: Seja o ponto Pi mb = (Xi.. + + mnXn = L i=1 n mixi· De modo análogo definimos -o momento estático dos n pontos em relação ao eixo dos x: miYl + m2Y2 + m3Y3 + .. + mixi + . . i=1 n .

. i=l L n miYi M =- 12 7 o baricentro Ez 1/). região D C R2. C (4. Suponhamos Uffig. y) ED. y)dA = 5 (x. Determine o baricentro de uma região compacta Dcontida no plano cartesiano. Seja 5 (x. é variável. y)dxdy . y) a densidade no ponto genérico P(x. mB = 1 e me = 2.L mixi x= i=l n M y= i=l L miYi M n Exemplos: E1 Determine o baricentro do triângulo ABC.2. A massa por unidade de área diz-se densidade da distribuição de massa que. em geral. B (1. A massa deste elemento é dM (massa elementar). Tomemos um elemento da ~uperfície contendo o ponto P de área dA = = dxdy. compacta. porém de massa M.· sendo A (.2) 1 • 1 2 • 4 = -8 + 1 + 8 - 1 L mixi i=l n y= é G (.4).. produto da densidade pela área elementar dM = [j (x. de espessura desprezível.6 - 12 L i=l n mixi 4 (.2) e Solução: A massa total é M=4+1+2=7 L i=l n miYi = = 4 • 4 + + 1 • 2 + + 2 (-3) = 16 + 2 .3) de massas respectivas mA = 4.

y)ydx. da região D. y)xdxdy M D D e Mj= f D ft ô (x. y)xdxdy >x= ô (X. y) D @ dxdy ' ff (8 dM= D ff ô (x. tal é tal que MX= ff f ff ô (x.ry M .y)dxdy D Multiplicando a massa elementar dM pela abscissa do ponto P e somando todos os produtos assim encontrados. G (x. D momento estático da região D em relação ao eixo dos x. O baricentro. y)ydxdy >y= 8 (x.M = ff dM = D ff 8 (x. obteremos o momento estático da região D em relação ao eixo dos y ff @ dM = D Jf ô (x. y). y) 0 dx dy.

y)dxdy D .Como vimos. f f x= D 8 (x. y)dxdy y= Jt ff 6 (x. M = ff D 8 (x. y)ydxdy 8 (x. y)xdxdy fJ D 6 (x. y)dxdy.

supondo-a de material homogêneo.ff Observação: E3 ydxdy ft ff D D dxdy dxdy = área da região D. . O I 2 A= L L2 2 8 dY ® A = f · 2 (8 -2 2x2)dx = [28x - . y = 2x2 x y y=8 reta paralela ao eixo dos x -2 -1 O 1 8 2 O 2 2 8 A área da região D é .2t-l dx ff D dxdy. Determine o baricentro da superfície D limitada pela curva y = 2 x2 e a reta y = 8. 3]2 -2 . Solução: Representemos graficamente a região D.

16 + 1 6) = 32 .~)D (-64 + ~) = 128 _ 1~8 .33 3 2 I A ~U21 II D xdydx = II It D xdydx = I 2 x(8 .A = (16 - 1 6) 3 (.(16 - 8) = O fI xdydx = I ff ff IYdYdx D = ydydx = D I f I (322 8 ydydx = r . 2tL -2 ydydx = (64 .II D 512 ydydx =-5 x=-º--=o 64 3 512 Y =_5_= 24 = 48 64 3 5 ' .8) .y2] 8 2[ -2 2X2 ·'-2 2x 2 2 2x4)dx = [32X .2x')dx -2 -2 xdydx = [ 4x2 - ~4 L= D (16 .2x2)dx = I o 2 (8x .

cc:= o baricentro (O.. chamaremos a soma dos produtos das massas mi pelos quadrados de suas distâncias ri à reta (e) de momento de inércia do sistema de pontos em relação ao eixo (e). for uma reta (eixo) do plano e se ri for a distância do ponto Pi a esta reta (e). Se (e). Consideremos o sistema de n pontos materiais já considerado no 7. Isto acontece para todas as figuras planas que têm eixo de simetria. à soma Ix + Iy e o indicamos por 10 10 = Ix + Iy = n i~l L mi n X{ + i~l L miY{ X{ + y{ o quadrado da distância do n 10 - L mi (x7 + Y. Yi) referido no referencia! cartesiano que estamos usando.1. 4.3.) i~l sendo ..8) I pertence ao eixo de simetria da região D. + mnrn2 = L mirl i~l n le= L mir{ i~l Iy = L mix{ i~l n (Xi distância do ponto Pi ao eixo dos y) Ix = L miY{ i~l n (Yi distância do ponto Pi ao eixo dos x) Chamamos momento de inércia do sistema de pontos em relação à origem. le = mlr12 + m2r22 + m3r32 + n . Tomembs o ponto Pi = (Xi.

Já vimos que um elemento de superfície. com densidade ô (x. Os momentos de inércia da região D em relação aos eixos dos x e dos y são.1 y2ô (x. y)dxdy D e Iy 2 x dM D ff D x2 Ô (x.y}dxdy D ff 2 y dxdy D ff Kx2dxdy = K D Iy = f f D x2dxdy . y). contendo P. terá a área dA = dxdy e a massa dM = ô (x.Consideremos uma região compacta D do plano. de espessura desprezível. y)dxdy i 10 = + Iy - 10= 01 rf (X2+y2)Ô(X. y) no ponto genérico P (x. respectivamente. y) dx dy. Ix = = ff ff Ix 2 y dM = = ff D .

b/2 x ... então. De acordo com o problema... y h/2 ~ . acharemos 12· bh3 .Exercício: Calcule o momento de inércia de um retângulo em relação ao eixo paralelo ao suporte de sua altura e conduzido pelo centro do retângulo. Calculemos.~ :: : 1: -p : (x.h/2 I y = h (b + 8 b3) 3 8 3 Se calcularmos Ix.b/2 O dx Solução: Seja o retângulo de base b e altura h. o momento de inércia em relação ao eixo dos y.. y) i! i . Tomemos o referencial xOy.... o eixo dos y é paralelo à altura.

Calcule. A igualdade ff t Nota: F(x. y) a (p.y. w). ()) = p. v. limitado por x2 X { ff R . v. y e z em relação a u. w. y.j x' + y' dxdy. v. Estes resultados generalizam-se a outras dimensões. w) : ~~ ~ dudvdw ax . w). sabendo-se que: = P cos () Y = P sen () (coordenadas polares) a (p cos ()) a (x. v. v.a (x. ()) ap a (p cos ()) a() - cos () - a (p sen ()) ap = P cos2() a (p sen ()) a() = p sen () + p sen2() > a (x. Sejam (u. w) e z = h(u. E. y = g(u. usando coordenadas polares. y) a (p. ff t.7. onde R é + y2 = 1 e x2 + y2 = 9. z) a (u.4 . w) _ au ay av ay av ax aw az az av ax au - az au - aw é o jacobiano de x. z)dxdydz = . aw ay G(u. coordenadas curvilíneas em 3 dimensões e as funções x = I(u. v. .TRANSFORMAÇÕES DAS INTEGRAIS MÚLTIPLAS Muitas vezes ao calcularmos o valor de uma integral múltipla sebre um domínio R é conveniente usarmos outros referenciais. w). v.

usando coordenadas região cilíndrica dada por x2 cilíndricas. z) a (p.z) - (P cos O) ap a (p cos O) ao !fp sen O) a (p cos O) az.sabendo-se que: = pcos8 y = p sen (coordenadas cilíndricas) o z =z Solução: Ojacobiano neste caso é: Ia a (x. R 8xydv onde R é a r + y2 ~ 1. a (p sen O) az a (z) az O O =p 1 - a (p sen O) ap a (z) ap cos O sen O O ao a (z) ao -p sen O p cos O O - fff = 4 8xydv R = f 21r I o o f J.ff R . y.r 1 8 (p cos O)(p sen O)p dz dp dO = o J.J X 2 + y2 dxdy = ff RI . o r 21r f f 1 1 p3sen 20dzdpdO o = 4 o f 21r I p3sen20dpdO o o f = . O. O ~ z ~ 1 e . fff .J p2COS2O + p2sen20 • 521T =-3- ~ Calcule.

I{).1o 2 = Determine o volume da esfera de raio R... os limites de integração são 1 e 4 para x e Oe 2 ~ para y. y = O e pela curva y = 2 ~.- [1 2 cos 2 e ]27T o =-- 2 1 + . sabendo-se que = y = { .. y e z em relação a p. z) e) . I{) e e. sendo D a região D limitada pelas retas x = 4.11.0 f sen 2 e de = . se tomássemos o retângulo elementar com a base na reta x = 1. ff xydxdy.z = X P sen p I{) sen I{) e sen e ( oordenadas c cos esféricas) p cos I{) Solução: Calculando jacobiano de x. teríamos que fazer duas integrações duplas: uma entre os limite~ 1 e 2 e outra entre 2 e 4 para y. Solução: Representemos graficamente dX~ .=.y. Portanto. x = 1. pois. 1 4 4 27T . y=o x=o a região D para constatarmos a ordem de integração mais conveniente. A figura indica a melhor ordem de integração. encontramos: a (x. . = p"'sen I I{). na ordem indicada. Fig.7. a (p.

y=o-_·- °1 x=o 1 y=o x=l f 1=1 3 1 1 o 1 + [3]1 x2 ~ o dx fo l dx 1 + x2 . =1 Solução: Façamos a representação gráfica da região D. y) E R21 O ~ x ~ 1 e O ~ y ~ y + x2 dxdy.JX dx 2] 1 O f 4 X. Neste caso as duas ordens de integração oferecem a mesma conveniência.JX O xydy @J = f4 = 1 X O ( 2.f 4 1 f2. 1 4 dx = 2 f4 1 1= 2 [X 3 3 ]4 1 = 2 (64 _ 333 42 1-) = 2 • 63 = 42 xydxdy = y2 1 sendo D = {(x..JX f ydy ) dx x2 dx f ff D 4 X [~ 2. n.

j3 [senx]1f/2 2 1f/6 = -2 ~ (1r sen- 2 .2 1f cosxdx "6 1= - .1 1 I = 3" [are tg x ]1 = 3 (are tg 1 ...sen- 1r) 6 I=V. 6 cosx [seny]o 1f/3 dx 1f 1= J.2 cosx (sen . J. 3 t y2 y dx dy representando graficamente a região de mte- .J r "2 !!'. f..are tg O) o ~ -~ 1f 1f PR3 Calcule f1f2 "6 f"'3osx e o eosydydx 1f I = .seno) dx 6 1= v.. .(l-D===>!I PR4 '71 Integre gração.

I= I r 119 12 (y' ._ 3 27) 4 (16 _~) _ = 4 1 I Então: I- Interpretamos a região D. y) E R21y ~x ~y21\ 2 ~y ~ 3} y y=3 ff D (x + l)dxdy.y2)dy = [~4_ ~']: 3 135 _ ~ 12 12 = (81 . notamos que D = {(x. y) E R211 ~ x ~ 2 1\ X ~ Y ~ 2x} . Analisando os limites da integração. D = {(x.

1 dx x=l 2 x=2 x I = ff 1 2 (x + l)dx dy D X = f.Solução: Representemos graficamente a região D.x)dx I = J . Notamos que o retângulo elementar deve ter eixo vertical.• 2 (x2 1 + x)dx . 1 x) d)dx= (X 1 + 1)LY1:1® I = (x + lX2x .2 1 f2X X (x + l)dy ® [= j"(X+l)(f f.

Solução: Representemos D. limitada pelas retas y = O.-YdY' o 3 A =2 f' (3 .y)dy = 2 o 2 f 3 1"(3 . tomando o dobro da área de um dos dois triângulos.y 1: = 2(.f.:) 2 · : = .~( f 3 2 r12 y dx) dy A=2 [xl.3 = O. nas duas ordens de integração. do plano xOy. grafi- camente. limitada por y ff D x2 dx dy. y = 3 e x + y . IA PR7 u'l Calcule. usando integral dupla. a área da superfície D. onde D é a região =x ey = x2• .f.Y .2. Calculemos a área de D. y = x. o Y - 3 3-Y dx@ A =2 f. A = 2 [3y .PR6 Calcule. .2y)dy o . A=2 .

5 1 I io I dy x=.JY .x4)dx = [~4-.' 4 (x' .~l 1=1-_1.1= f 1 x X2 o f x dy 2 ® 1= J..

devemos tomar o retângulo ele- mentar com eixo vertical.(. ff D (x .y) dy @ .y) dy dx.8-5 3 20 1 3 1=-·. ff D (x . a região D será diviéJjdaem duas. graficamente: + 2y .~) II 2~ I PRs Calcule. . Na ordem dada. sendo D a região de xOy limitada pelo eixo dos x e pelas retas y = x e x Solução: Representemos D. [Yi 1=1.6 = O. Então. na ordem dada. ..1= r[~3]~ --3 o 2 1 dy 1. 3 20 -~l 3 dy y3) = . _ J(y3/2 1= .

ff (X .]X o dx = o ~ 2 x.)dx = J 2 2 ~dx o 2 = r 2 (6X ~x2 6 _ 36 - l.X 36)dx +X 2 )dx 2 - II = 8" J 1 2 (36x - 5x 2 - = "8 [18x 1 3 5x3 - 36x]2 6 II = ~ [(648 .y)dydx O 1= f o 2 ( = r (x O r o - (x .y)dydx + f.~2 - ~o- 7~ 1 II =1 8 (72 +340) = 9 3+ ~ 3= 32 .Y)dY) dx = r r xY _ y. 2"" (X 6-X .y)dydx = D f + 2 O r O 6 (x . 2 f.216) '.360 .

Y)dx) dy Y ff D (x . fI D (x .y)dydx =±+ 3 32 3 = 36 3 = 12 I ft (x -y)dydx = 121 A fIm de melhor compreendermos qual a ordem mais conveniente. integremos na outra ordem. ff (x -y)dx D ff @ 2 Y 6-2 (X - y)dxdy o y x x +2y.12y + 2y2 - 6y + 2y2 2 _~ + y2)dy .Então.y)dxdy = r[~2_X ]6-2 y dy o y 1= J2 o (18 .y) dx dy = D f f 2( 6-2Y \ o y (x .6 =O f 1= I (x .

2.(-x .y + 2 e lateralmente pela superfície defmida . V = J 2 fx X2_4 2 [2x + y + 4) . - 3 9y2 ]2o = 12 - 36 + 36 I 1= 121 PR9 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 2 x + y + 4.2 .2 x x2 2 2 2 x2 y =-. 2 pelo contorno da região D. limitada pelas curvasy = x2 - 4 e y = ~ . a região D para a escolha da ordem de integração mais conveniente. inferiormente por z = -x .I = J '" 2 (9 2 . Representemos.18y + 18 + 18y ) dy o 3 I = [.y + 2)]dy @ -2 "2-2 y =-. graficamente.

(2 - 6x X4 +""4 - + 4+ x2 .v= V = f fx: 2 -2 2 -' (3x + 2y + 2)dydx '2-2 f 2 [3xy -2 + y2 + 2yl::2/:>_2- v= v= t:{ t: 3 [3 x (X 2 - 4) + (X 2 - 4)2 + 2 (x2 . O).~O . O. com A (4.4)] - [(3X3 - 12x + x' . O. O.16) V = (2 4 . usando integral tripla. C (O.2~~ V + 10) _ (_ 2 4 + 5 150) _ (-~72 ~ - 22) 330) + + . O)e D (O. .4)] dx V = f 2(3X4 -2 5 4 + T3x 4 _ 5x 3 3x3 5x2 - 6x + 8)dx) \ V= [3X + _ 3x2 + 8x]2 -2 20 V = (254 8 3 + 6 . 2.~4 +6 + *- 12 . O).12 + 16) .~O 5 V = (72 .8x2 + 16 + 2x2 2x2 - 8) '- 3X .(. 6). B (O.~ - = 22 + 202 15 V =1SU 224 3 PR10 Calcule. o volume do tetraedroABCD.

.~ tirado de ~ 3 +~ = 1 v= f 4 2-- o o f f 2 x 6--X-3Y 2 dzdy @ o . 2 ..A equação segmentária do plano ABe é ~+Z.+!.=1 p z 3 = 6 --x 2 .3y q r ~+Z+!.=l 426 I 3x + 6y + 2z 3 = 12 I z=6-2"x-3y x .-- ~ +L= 4 2 1 e para y > O e y.

2. O. sendo S a superfície compacta limitada supe- riormente por z = xy.18 = O.2z) = O Y O 2 z O = O 3 > (_1)3 Y 2 =0 > -3y + 2z = O --> I Z . O) e C (1. O). B (4. onde A (O. inferiormente pelo plano ABC. O. Solução: Determinemos a equação do plano ABC que nos dará o limite de integração inferior Z2.V= f. x 1fABC y O O 2 z O O 3 1 1 1 1 z 3 =0 > O 4 > 1 x __ > (_1)6 4 1 -(3y . Y = x e 3x + 2y '. limitada por y = O. 3) . [Z]:-(3/2)X-3Y dydx V= f 4[ o 3 3 ]2-<XI2)dx y2 6Y-"2xY-T o PRu Calcule J J Js x dx dy dz. t 4 x 2-.e lateralmente pela superfície defInida pelo contorno da região D. Y I .

!y 2 dzdxdy =X 3x + 2y - 18 = O .3J)dxdy xy 2· o s 1= 1'8 [2 y _ 3 x o 2 ry 2Y13 dy . 18 1= fo : o f 6-. 18 ==>: 5y .Y fXY ~y y 6-~ 3 2 dzdx @ 2 1= rf 18 [Z~~12 dxdy y 6-~ 1= 5 S f y 3 (XY .fff De { y dxdydz = S ff f D xy .18 = O =-=--=-> Y =-5 x = 6 --y 2 3 Então.

y2 y + y • y] dy 3 1= ~ 1 o 18 5 (36Y .. 125 = 1. compreendido entre o cilindro circular x2 + y2 :.8y2 + 4~3 + 2y2 _y3 + 3y2)dY 1=.I =.916 _ 5.916 _ 1. .832_ 2.916) = 1. r [(6 .458 _ 2.!(2.374 25 125 I I 1 PR 12 Calcule o volume do sólido contido no primeiro octante.832 _ 18 • 18 • 18 • 18) 2 2 I 36 • 125: 125 I = .YY 18 y - 3 (6 -2J)y _ 18y .9 e o cilindro parabólico x2 + 2 z = 9.458 25 125 125 916 2.458 _ 4. I = 12 r o 18 ~8Y-3y2_5ndy 5 36 o [9 y2 _ y3 _ 5y4] 25 25 125 125 1 8 I = 1-(9 • 324 _ 5.

(9 .v= J JJs dxdydz S. superior- mente pelo cilindro parabólico x2 Então. que nos dá z = ~ (9 . + 2z = 9.x2)(9 o X2)112 dx .-~) 2 dzdy d:x o V =~ f 3 . inferiormente é limitada pelo plano xOy de equação z = O. JJ 3 D o ~ ~ J (9-X2) dzdxdy 1( f rl'-~o o f"2 .x2).

7. J r 3 (9 .J 9 .. .. = 81 2 r 1T 1 + 2cos 2a 4 + cos22a da o ..x2 = 3 cos a I . 1T V = 8 1 f"2 cos4ada 2 o 1T 1T V V = 81 2 f o 2 2 81 (cos a)2 da = 2" f"2 o (1 + ~os 2a)2dnJ.x 2 l/2 dx o J9 ====> I dx = 3cosada I -x2 Fig..V =. J (3 cosa)33cosada I = 81 f = cos4ada para· x 3 > 3 = 3 sena > sena = 1 > a =.26.

n f"2 o 2 cosz2ada V = 81 [a ]nl'2 8 o + 81 [sen 2 a ]n12 + ~ 8 o 8 '--y---/ n + cos4a da v = 811T + ~ 16 16 f '2 da f"2 + 16 81 o cos4ada o ]nl'2 v = 811T + ~ [ 16 16 V 16 a o 32 = 811T + 811T = 2431T 32 PR 13 Determine o centróide (baricentro) da área plana limitada se curva y = 4x .27. y = 4x .7.V = 8.x 2 e pelo eixo dos x.x = O x (4 . f"2 o n da + 81 O n n f o Z cos 2 ada + 8. x Para determinarmos G (x.x'2 y 4x . y) deveremos aplicar as fórmulas: ff x = xdxdy f f D ydxdy D ff dxdy D ff dxdy D .x) 2 -1 -5 ~ = O O 2 O 4 x=O x=4 d~ 4 5 O -5 y=o Fig.

J o 3 4 - [4X'34 _ 0 xT (4x ..256 _ =~= 32 3 - 256 32 _ 64 3 Ix y= 21 rJ r o o 4X-X2 ydy o ® @ .024 64 3 5 _ 512 + 1. 2 fJf[-X 32 ' dx J4X-X o 2 dy 3 3 1 y =-- 32 2 y = 2.024) 5 = 2. 512 64 15 EIJ y=- .x2)dx o 4 [2X 2 2 - :'f - o 256 --.rr o xx 2 xdy 2 4X-X @ J x = 4 J o dydx o (4x2 4 o x3)dx J .(1.

XZ e pela reta y = O. Solução: Representemos graficamente a região D.7.PR 14 Determine o momento de inércia em relação ao eixo dos y da área limitada pela curva y = 9 .28. y y =9 9 - X X Z Z x =O -3 O x=±V9 x = ±3 3 Y O 9 O I ( Fig.x )dx = 4 [3X' + 2~3) ~l - Iy = (81 _ 2~3) _ (-81 I y = 162 _ 486 5 = 324 5 [y 3~41 . A fórmula do momento pedido é Iy = ff D xZdxdy Iy - f 3 -3 jo " 9-X2 x dy 2 @ Iy = C (9x' .

.......•. ...... Solução: Representemos graficamente a área D....•.... y2 =x x +4 y -4 I O 2 3 O O -4..: 3" 86 .. Calculemos o momento da área D através da fórmula II D y dx dy..2 ......PR 15 Determine o momento estático em relação ao eixo dos x da área plana limitada pela curva y2 = X + 4..•. no 29 quadrante. II D ydxdY=2 1 I -4 o (x+4)dx="2 1 [2~ +4x o -4 1 -2"(8-16) ] Resp.. ---...• = O x1....•....•.. 5 . \ d " ......•........

f. inferiormente por z = O e lateralmente pela superfície defInida pela região limitada por y = x.: 6" U 71 2 PP 6 Determine o volume do sólido limitado superiormente por z = x +y . Resp. aplicando integral dupla.: 640 PP 4 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 1 + x2. o f 2 2X-4X xydydx.1. 1 PP3 Calcule f . y = 2 . a área da região D.767 u3 .: 2. y) E R21_ 1 ~ x ~ 1 A x2 ~ 1 Y ~ I} 8 Resp. Resp. y) E R211 . .x e x = O. X-I xdydx. y) E R211 ~ x ~ Resp.: 3U PP7 1 3 Calcule o volume do sólido limitado - superiormente pela superfície z = . limitada pela curva y = x3 + 2x2 e pela reta y = 3x. inferiormente pelo plano z = O e lateralmente pela superfície cilíndrica defInida por D = {(x.: SU PPs 3 Calcule. o I f.X-2X2 Resp. inferiormente por z = O e lateralmente 1 defInida pelo contorno da região x.J x2 y pela superfície - D = {(x.J5 A 2 ~ y ~ 3} ff D ~dxdY2 sendo: D x +Y ~ x ~ 2 A O ~ Y ~ I} = {(x.

inferiormente por z = 2 e lateralmente pela superfície definida pelo contorno da região D.x + y + 3. para -1 ~ x ~ 1. sendo D a região do primeiro quadrante.: -2 . inferiormente pelo plano xOy e lateralmente pelo cilindro circular x2 + y2 = 16.x2.Y = 3x para O ~ x ~ 1 e y = ..pp9 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z =.: = 2.: 223 15 U 3 PPlO Calcule .: -5- + y2 ~ 9} 864 PP 1S Calcule Y II D cos (x -+.D rI x2 ..: 512 TU3 PP 13 Calcule a área da região do plano xOy. limitada pelas duas 4x . sendo D = {(x. Resp.1 ~ x ~ O.J9 - y2 dydx.: PP14 Calcule ""8 125 U .: Qn 24 PP 12 Calcule o volume do sólido limitado superiormente por z = 4 x.3 x para . D fI x: dx dy. = O ey = x. Resp. Resp. y) E R213 ~ x ~ 4 e 1 ~ Y ~ 2} 25 Resp. x = y e a curva xy = 1. limitada por y = 4 .y) dy dx.x2 2x2 . limiY tada pelas retas x Resp. sendo D o triângulo de lados x - 1T. y) E R21 x2 Resp.11x ey = 2 4 Resp. 4 9 II to d dx • D (x y + y) 2' sendo: D = {(x.

O. z = Oe z = 8. Resp. onde S é o paralelepípedo retângulo limitado pelos planos x Resp. 1). O. y = z e x = 1 e o cilindro parabólico y2 = X. em relação ao eixo dos y. O.: 24 PP 19 Calcule o volume do sólido situado no triedro formado pelas semi-retas Ox. Oy e Oz e compreendido entre os planos z = O. no 10 quadrante. da área limitada pela curva y2 = X + 4. O) e D (1. O).: 480 = O. no 29 quadrante.: G 0. y = O. C (O. 1. O). O. f f fs Resp. V B (1. em relação a cada um dos eixos coordenados. 3) e D (O. O). O. y = 5.: -15 128 PP21 Determine os momentos estáticos em relação aos eixos coordenados da área plana limitada pela curva y = 4x . 1 Resp.PP 16 Calcule fff S (x2 + 2y - z) dx dy dz. Resp . Resp. 4. sendo S o tetraedro A (2. ~) 4 ="ge =~ 2 e pela retay = x. desde x = O a x = 7T.: Ix Iy = 7T 2 - 4 . . O).x2.: Mx = 15 256 e My ="3 64 PP22 Determine o baricentro da área limitada pela curva y Resp. Resp. onde V é o tetraedro de vértices A (O.: 9 PP 18 Calcule (x +y + z) dx dy dz. x = 3. da área limitada pela curva y = sen x. C(1.. f Jf z dx dy dz. PP23 Determine o momento de inércia. B (O.13 "4u PP20 Calcule o momento estático. O. O).

b) + Qdy) No espaço tridimensional esta.ei) J (Pdx (a. b) e N (c. wna y curva C que une os pontos M (a. Jesus fará o resto.integral é dada por J (' (A1dx C + A2dy + A3dz). 1. a concórdia e o serviço. 8. . y) dy] (c. y) e Q (x.1 DEFINIÇêES Consideremos no plano xOy. y) dx + Q (x. Sejam P (x. á) conforme Fig.8 INTEGRAIS CURVILÍNEAS Ofereçamos de nós mesmos a confiança e a diligência. y) funções definidas e contínuas em todos os pontos de C. A integral curvilínea ao longo da curva C é dada por Jc f [P (x.

b) + Qdy) =' f +f (m. Exemplo: Se a cada ponto (x.n) (Pdx (a. y)dx + Q (x.d) + + Qdy) + (Pcix (m. o trabalho total desen- volvido para o referido objeto ser deslocado ao longo da curva C.d) f P(x. y)dy] = C (c. ou mesmo a simplificação da notação. b) (c. Tais formas vetoriais são mais convenientes nas interpretações físicas ou geométricas. y.n) Qdy) . z) associarmos urna força F que atua sobre um objeto. y)dy C (Pdx ~~ + Qdy) = - f (a.d) (Pdx (a.2 - NeDTAÇAtI VET(f)RIAL DAS INTEGRAIS CURVILíNEAS J = (AIdx + A2dy + A3 dz) = c f à Xdf C -* -* ~ -* ~ ~ ~ -* onde A = AI i + A2j + A3k e dr = (dx)i + (dy)j + (dz) k.8. p. a integral ~ f F X df C representará. y)dx C + f Q (x.b) Pdx ~d) + Qdy f (c. P2 f f [P(x.

Solução: A equação da reta definida pelos pontqs «.4x . Sejam as funções P (x. 2) e (1. Q (x.2) + 0'2 + x2)dy] a0 ICDngod0 segmente de reta de extremes (m.Exemplo: Calculemos f (1.y2)dx (0. 3). 3) é L Diferenciando temos dy = dx e a integral é assim calculada: dy .2)2 - y2] dy + fy2 + (y . y3 . y).16 + 16) = 6 . . y).2)21dy = = s: (2y2 .36 .). ~~ e ~~ uniformes e contínuas num domínio limitado por uma curva fechada simples C.-16 = -2 333 Chama-se curva fechada simples uma curva fechada que não intercepta ela própria em nenhum ponto. I" f {[x2 . - ou [0' .8y + 8) dy = [ .3) [(x2 . 2 3 .(16 .4 + x2 + 4x + 4 + x2)dx = o 2x dx = 2 1 o [2 ~'J:.(x + 2)2] dx + [(x + 2)2 + x2]} dx = x=o 1 (x2 -f -f f. 2) e (1. + 24) . Então.4y2 + 8y]: = = (18 .x2 .

a integral curvilínea . se F representa um campo de força que age em -+ -+ um objeto ao se deslocar de um ponto a outro e se 'V fi F = O. Quando ~yP= ~.Defrnição -+ - de Rotacional) o rotacional de A é nulo.t(Pdx C + Qdy) = 55 ( ôx ôQ R - ôy ÔP)dxd Y. ou seja. Podemos usar também a notação: 1 -+ 'fAX C dr -+ = O onde C é fechada e 'V fi à = Õ. é que. Em física. que liga dois pontos quaisquer de um ôA1 ôAz ôA3 ôA1 ôAz ôA3 domínio R. que exista uma função F (x. sendo esta uma condição para independência do percurso adotado na integral curvilínea. ôy = ôx' ôx = = ôy' sendo as derivadas az' az parciais contínuas em R. y) tal que P ax =dF. A· 19uald ad e ÔP ôy = ô Q. C r (Pdx + Qdy) independe do 1= percurso C que liga dois pontos quaisquer do domínio R. Mas quando isto acontece (ver Capo VI . . 'V fi A = O. sendo o símbolo f C usado para indicar que a curva é fechada e que é percorrida no sentido anti-horário (positivo). se ôy . diremos que o trabalho aí efetuado não dependerá do percurso e tal campo de força dir-se-á -+ "CONSERVATIVO". isto é.para que pax ôx lçao + Q dy seja uma diferencial exata. por exemplo. e tam b'em con d" ..ôx entao + Qdy = ôP _ ôQ _ f C (P dx + Q dy) = O Podemos fazer uma extensão dizendo que para a f C -+ (A1dx + Azdy + + A 3 dz) ser independente do percurso C. Logo.

Az e Ag são funções contínuas. K = O. 1. ~ C (. então: fff ( ax aAl V -+-+- aAz aA3) ay az dV= ffs (A1cosa + Azcosf3 + Agcos-y)dS .K+2 1 ff xK (K R + 2)dA (momento MKx). fronteira de um Volume V. Se A1.y dx + x dy). então pelo teorema de Green: P 1 ~ Q -1C -1- 1 2 2 (-ydx+xdy)=- ff ff (1 R + l)dxdy = 2dA = R . tendo no domínio V derivadas parciais também contínuas. Consideremos uma superfície fechada S..ff 1 K+2 1 ~ C dA = A (área de R) R 0 8 ax+ P Q dy - . Solução: dx dy = dA (elemento de área). 2.E1 Calcule.K+2 .. .

aAg)~ az ax I + + ('\7 J\ (aa~2_ a~l) K =( (Cap.z - aAg) ax cos{3+ + (aA . ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ Como A =Ali +Azj +A3K.+ -.onde a. ax ay az fII CvXÃ)dV= V que traduz o Teorema de Green no Espaço.-y são os ângulos diretores da normal à superfície S. ~ ~ (aA3 aA2\~ ay i + az) (aA . ~~ n = ~ i cosa j K cos-y.e A X n = AI cosa + Azcos{3 + A3cos-y.ay ax Como A . traçada exteriormente. {3. n = icosa+jcos{3+Kcos-y. também chamado Teorema da Divergência. Logo: I (Aldx C + Azdy + A3dz) = II [( s + aAg aAz) ay cos a + az aAI ( a. Sejam Ab Az e A3 contínuas tendo derivadas parciais de primeira ordem também contínuas em um domínio do espaço. ~ aA I aA z aA 3 ~ ~ 'VX A = + -. VI) e Â) X -. Assim. aA 3 _ aAZ) cosa ay az + (aAI az _ aA3)cos{3 ax + + (aAz _ ax aAI)cos-Y ay ~ ~ r C A X dr = " .Ali '\7 J\ A = ~ ~ aAI) cos-y] dS + i cos{3 + ~ + Azj ~ + AgK.

4 t.9) (xy2 dx . ao longo da parábola y = x2 (-2. O ~ t ~ 1 Solução: = l + t > dx = dt Assim: { Y = 2 .yx2 dy).Particularmente se 'iJ A Ã =Õ então ~ .4t)dt 1 + 5(2 + t)4dt] = .12 t + 40 + .5 x dy).lC Ã X df = O o que era de se PR 1 C'}1cule o valor das integrais: a) f X (3 Y dx .5xdy) = J o 4 [3 (2 . Assim: = [_ X6]3 6 -2 = _ ~ + (-2/ 6 = _ 665 6 6 .20 t) dt = o -f b) \46 o + 8t)dt = [46t + 4t2l~ = 50 f (3.j (6 . C: x C = 2 + t. Y = 2 .4) Solução: y = x2 ====>' dy = 2xdx. ~1 f (3ydx C .4t > dy = -4dt.

1) (l. Assim: f Cl (y2dx + xydy) = O > A equação da reta que passa pelos pontos (1. . O) e (1. Y = sen t.c) f X { xdx 2 C X + ydy 2' +Y C: X = cos t. J o 21T - cos t sen ~dt COS + + t se~ t cos t dt sen t = O f C (y2dx C: o caminho triangular de (1. O) para (1. O) é y = 0=> =>dy=O. Solução: y (O.1) para (O. 1) é x = 1 --> dx = O. Assim: y = X sen t --> dx f C d) + y dy = x2 + y2 + xydy). O) e (1. Assim: .= cost > dx = -sen tdt dy = cos t dt. O) para (1. O ~ t ~ 217'. O). 1) A equação da reta que passa pelos pontos (O.

Sdy) f C1 (2dx . O) é y =x > =>dy=dx. e C: caminho poligonal de (O. dados: F ~ ~ = 2 i .5 j ) X [(dx) i + ~ ~ ~ + (dy)11 = f C (2dx .2) a (2. O) a (1. 1) e (O.5j ~ ~ . sobre uma partícula movendo-se em C.5dy) = J' o (2dx . o 2x2dx 2 = [.5dy) = f 1 2 -5dy = [-5y]~ = -5 . 1) a (1. Y 2 (1.5dx) = [-3x]~ = -3 f C2 (2dx .2) T= f F C X df = ' = f C (2 i .2) C3 (2. x'J: = =-3" PR2 Ache o trabalho realizado pela força F dada.2).A equação da reta que possa pelos pontos (1. Assim: f c (y2dx + xydy) 3 = {O x2dx + x2dx = f.

1) ao longo de C: x = t2.5 + 2 -l- =(2 6 -l- PR 3 Se A = (4 x3 - 2 yz) i + + 4 xz) j + + 3 xy2 Z2) k.2t4)2tdt + (21 + 4t')dt + o (2 + 3 t1o)3 t2dtl = _ fI o = 1 (8t7 - 4t' + 2t + 4t' + 6t' + 9tlZ)dt = J.5dy) = f' 1 2dx = (2x]~ = 2. 1. (8t + 2t + 7 6 t' + 9tlZ)dt = = [t 8 61 + t2 + 2 t3 + -9 t13 ] 1 = 13 o 13 . calcule JÃ C X dt de (O. O. T -l- = J C (2 dx .5 dy) -l- =(2 y 3 . O) a (1. Y = t. J Ã C X dt = J [(4x3 C - 2yz)t -l- + (2y + 4xz)j -l- + -l-l- + (2 + 3xy2Z2) k] X [(dx) i + (dy)j + (dz)k)] = = J [(4x3 C - 2yz)dx + (2y + 4xz)dy + + (2 + 3xy2Z2)dz] x Como = = t2 ==>" t3 dx = 2tdt y=t z ==>dy=dt > dz = 3 t2dt f C Ã X di = f + 1 (4t' .f C3 (2dx . z = t3• .

4. + 1. = = R cos O R sen O > dx > dy = .. r(x dy . 1 [(3X2x2 O + (x2 + x4) 2xdx) = f \S 1 (3x4 o 4 + x3 + 2x5)dx = = (} x5 + x4 + X6)1 = 1 + 1. Solução: Fig.8. 1) y =x. Ao longo de y = x2 - temos dy x3)dx = 2xdx e J = .PR4 Achar a área do círculo x Solução: X { y = R cos O e y · = R sen O.x3) dx + + (x2 + y2) dy).R sen OdO = R cos O dO = '2 1 Área = '2 1 J.ydx) r "O 21T (R cosO· R cosO dO + PRs Verifique o teorema de Green no plano para f [(3 x2y C .. 3 o S 4 3 60 .. sendo C a curva fechada do domínio limitado entre y = x2 e y 1 (1. = 2!.

aQ ax = 2x + 2y .3x2)(x .5) [(2xy (1. Solução: p(x.y) = x2 2xy . X'X 2 3 = _~ 1[ C (3 x y ..x2)dx = -f O 1 (2x2 - 2x3 - 3x3 + 3x4)dx = 3 5 =---+-= 5 4 2 3 -1 60 PR6 Verifique se f (3.x )dx + (x 2 71 + Y 2) dy ] = .-7 = -1 ~ 6 ~ f O 1 (2x . = o [3x' .2) + y2)dx + (x2 + 2xy .y ==>.f.y)dy] é ind~pendente do percurso e calcule o valor dessa integral.x')dx + (X 2 + x2)dx] = (~4+ . y) = 2xy + y2 ===> -ay + ap = 2x + 2y 1 Q(x.

calcule ao longo de y = x2 e y2 = X. Como ela não depende do caminho escolhamos um qualquer.5) é y = 5 onde dy = O.5) é x = 1 onde dx = O e a reta que passa pelos pontos (1. Solução: Como f • [(2xy + y2)dx + + 2xy . 2 5 (1 + y)dy = = y ( +L 222 2)5 =_ 27 + y2)dx + + (x2 f C2 [(2xy + 2xy . Então: 2 . Usemos o da figura: y (1. ~~ = ~~ e a integral dada é independente do percurso.y)dy] =""2 + 90 = "2" (x2 27 207 PR7 No problema anterior. (x2 = Q aax então 2xy .y)dy] = f.5) [(2xy + y2)dx + (x2 + 2xy . 2) e (1.y)dyf = = f 1 3 (lOx 25)dx = (5x2 + 25x)~ = 90 • (1.Então.5) ········PJ C2 : (3. Calculemos o seu valor.5) e (3.y)dy] = O (T. 5) C1 : A reta que passa pelos pontos (1.y) dy] aap y = 2x + 2y .2) I I I f Cl [(2xy + y2)dx+ (x2 + 2xy . (1.2) r (3. de Green) ~ [(2xy + y2)dx + + .

Solução: -'}- -'}- + -'}- + (xy2Z) -'}- j + = 1. -'}- 1) Face ABGF: n '---v---' SI = i . 8. y = 1 e fff V (ílXÃ)dV= Jl Jl o o fl(3+2XYZ+X2)dzdYdx= o I -f f I (3 o + xy + x2) dy dx = o 1.PRs V~rifique o teorema da divergência para A = (3x . x = 1. x / Fig.2z) i -+ + (y2Z) -'}--'}- j + zK e .6 Jr f (A X S -'}- ti) dS -'}- calcularemos face por face. x z = O. Então A -'}- = (3 . z = 1.2z) i (x2z) k. O) y A (1. y = O. através do domínio limitado por x = O.1) F(1. pois S é superfície do cubo. 1.

Então A = (3x .2z) i ~ + x2zK ~ e Jf (Ã X ri) dS 84 ~ . =O ~ ~ 5) Face DEFG: n '----v--' ~ = K e z - 1.2) i ~ + (xy2) ~ j + S5 + (x2)K e 6) Face OCDE: n '----v--' S6 ~ = - ~ i e x = 1 O.ff SI 1 1 (1 x ti) dS = f o f o Z2)~ (3 .2z)dz = o = (3z ~ ~ '--y--/ S2 =2 ~ ~ 2) Face BCDG: n = j .2 z) dy dz = f 1 (3 . Então A = (3 x . Então A ~ = (3 x) i e ~ JJ 83 (Ã X ri) dS = ~ O 4) Face OEFA: n '----v--' S4 = - j ~ e y = O. Então A ~ = (- 2z) i e ~ ff S6 (1' X ti) dS = f f o 1 2 z dz dy = o f 1 dy o = 1 .y = 1.2z) i + (xz) i + (x2z)K ~ ~ e ff (Ã S2 X rl)dS = rf o e z ~2 dxdz = o f i 1 "2zdz = o = (~): = ~ 3) Face OABC: n '---y--/ 83 ~ = -K ~ = O. Então A ~ = (3x .

3x + 4)dy] ao longo do triângulo de vértices (O. C:x = 4 + 2t. 2).4)dx + (6y .: 5 64 . c) dos segmentos de reta desde (1. 1 ~ t ~ 2. a) 84.: -152 b) . 2) e (5. ao longo da parábola y = x2• (-2. 9). C O ~ t ~ 3. a) f C [2y2dx . c) 8.4xdy].3y2dy].: 150 c) f (2. Resp. 1) a (3. 1) e de (3. 1) a (3. f [(5y +x)dx + (3y . Resp. b) de uma reta.1) + 2y)dx + (2y .y = 10 -2t. Y = 4 + 3 t.rf J S (A X n) dS -+ -+ = 2 + -1 + 4 O + O + -1 + 3 1 = 43 - 12 PP1 Calcular f (3. C: x = 2 . (1.x)dy] ao longo a) da parábola y = x2.9) [(x (1.2y .t.4) Resp. b) 88. O). PP2 Calcular t [(3x .4) [xZydx .4)dy].

O) a (1. C: caminho poligonal de (1.' C: x = cos t. (3. C: o caminho triangul~r de (1.. Resp. Resp.~ dY] ao longo da reta y y = 2 + 3 x.d) f [~ (2.2)dx + (3y + 2x . C: caminho poligonal de (O.6 j .4).8) (1. O ~ t ~ 2rr. Resp.3rr g) f C [y2xdx + 2x2ydy]. 3).5) .699 aproximadamente " xdx .0). Y = sen t. atuando sobre uma partícula que se move na trajetória C dada por: a) F = 2 i . Resp. O) para (2.4) a (4.: SOrr . O). 2).: 6 PP6 Calcular ~ [(2x . y = cost.: para (1. Resp. ' x 2 e) .3) a (3. Resp.: -12 b) F ~ ~ ~ ~ ~ ~ = i + 2 j .3) Resp. 1) a (1. C: x = sent.: 3.xy2)dx + 0'2 .ydy +Y 2.3) a (3. dx .2) a (1.: . (3. O) usando o teorema do Green. 2) e (O.2xy)dy] onde C é o retângulo de vértices (O. O).3y .2) para (-1.: 7 1 C [(x2 . 12 ~ 77 PP 4 Ache o trabalho realizado pela força F dada.6)dy] ao longo de um círculo de raio 4 e centro em (O. O ~ t ~ 2 rr • f) f C [2ydx + Sxdy].

z = 2.: 32 PP13 Verifique o teorema da divergência para A . 2) a (2. Resp.(x ~ ~ = (2xy + + 3y)K tomado no domínio limitado por 2x y =O ez = o. . de vértices (1.2). Resp. O). 1). x = z) i ~ ~ O. ~ ~ ~ ~ Resp. (1.: 27 PP14 Sendo F = (2xy + 3) i + (x2 . 2) e (5. Y = 2. (2. ~ ~ ~ + 2y + y2 j + z = 6.1).: 6 PP15 Calcule novamente o problema anterior tomando outro caminho.1). Y = O.4 yK calcule o trabalho realizado por uma partícula sujeita a essa força ao se deslocar de (3.3).z) i + xy2 j .: 5 PPs Calcule a área do círculo de raio 3 com centro em (O. (1. Resp.: PP9 91T Calcule a área da elípse x = 6 cos 8.: 8 PPll Calcule a área do trapézio isósceles de vértices (1.3). 1.: 3 PP12 Verifique o teorema da divergência para A = (3 x . 1) e a seguir calcule o valor dessa integral.: 241T PPlO Calcule a área do retângulo Resp. (5. (4.1) PP7 Prove que f. Resp.: 6 .4z) j . 1). 1) e (5. x = 2. Resp.(2. .1.xzK através do domínio limitado por x = O. z = O. O) e (2. ~ Resp.y4 + 3)dx + (x2 - 4xy3)]dy independe do caminho entre (1.0) [(2xy . Resp. y = 4 sen 8.

+ a3 + ... Cada Sn é chamada de soma parcial da série.... 3. Consideremos a sequencia de números a}. a qual é chamada série de termos an.. a qual indicaremos por "'Ean. é conver- . + an onde n = 1. tal que lim Sn = S. Assim: S1'= ai e Sn = ai + a2 + = S3 = S2 ai ai + a2 + a2 + a3 Temos então uma outra seqüência de números S b S2. •. diremos que a série n-+oo I n=l an = ai + a2 + a3 + . .. . a2. 2. a3..9 SÉRIES Nada como compor um poema alegre ao som da verdade e à luz do Infinito. S3..

.gente e tem soma S. Sn = '2 +"6+ Sn 1 1 1 1· 12 + 20 + ..1 + .... Quando tal limite não existir (ou for infinito).1 + 1 . n n-oo j=l 00 E1 Consideremos a série 00 L n (n 1+ 1)· Temos: n=l " n=l ~ n (n + 1) 1 = 111 1 1 2 + 6 + 12 + 20 + 30 + . =~ 00 ~ = n-oo n lim 11 - 1 diremos que a série n=l L n (n 1+ 1) é E2 A série L n=l (_l)n-l = 1. não é convergente pois se n é par Sn = O e se n é ímpar Sn = 1. quando existir o limite.. diremos que a série é divergente. Podemos com isso escrever L an = n=l 00 lim L aj. Portanto não existe lim Sn e a n-oo .

+ (an ± bn) Logo. = (aI ==>... a série continua convergente ou divergente. KA a) I n=l (an ± bn) =A ±B Consideremos as somas parciais An Bn = = aI bl + + a2 b2 + a3 + + b3 + ± Bn ± . lim Sn n-"oo = n-. Sn = An = (aI ± (bl + a2 + a3 + . Retirando ou acrescentando um número fmito de termos a uma série. Propriedades .. P2 . respectivamente.. .PI Multiplicando cada termo de uma sene por uma constante não nula. esta permanecerá convergente ou divergente.Se I n=l an e I n=l bn são convergentes com somas A e B.. An converge 2 (an ± bn) = A n=l ± B. + an) ± + b2 + b3 + . por hipótese. + bn) = bl) + (a2 ± b2) + (a3 ± b3) + .. e K é uma constante.oo lim (An ± Bn) =A ± B pois.. então a) I n=l (an ± bn) = A ± B b) I n=l (K an) =K I an n=l .

Toda série absolutamente convergente é convergente.S = Logo. Este critério só pode ser usado para provar divergências e. quando lim an n-oo = O. também. lvergente pOIS " A'"" sene L 4 n 2 1 e d" n=l n . a série não pode convergir. se an não converge para O.A série L an é absolutamente I n=l convergente quando I lan I converge. mas lanl diverge. 9. sendo an = Sn+ 1- De fato se lim Sn = S temos lim Sn+ 1=Se Sn lim an = 1im (Sn+l n-+-oo n-+oo . sendo portanto divergente.Sn) = Um Sn+l n-oo - n-+oo Um Sn = S . a série n=l I an pode ser tanto convergente como diver. 00 2 E1 + . então I n=l an é condicionalmente gente.CRITÉRIOS DE CONVERGÊNCIA E DIVERGÊNCIA Se não tivermos n-oo lim n-oo an = O então n_oo L an n=l é uma série divergente. Se conver- I n=l an converge.3 .

que ela diverge.1) = 1 -P K-+oo 1 ~ lim P K-+oo ( K = .l. E3 A série I ~chamada é n=1 a seguir.. De fato: f(n) C \·n x e ~ é decrescente quando x cresce.= O. n Seja y = f (x) uma função definida. - P K-+oo lim [X1-P]1 K 1 lim (K1-P . L li ií=1 1 =. Logo. apesar de lim n-+Q 1. 1 2 " ~.-1- 1) . contínua. 8n .. 1 e dIverge quando n p<.quando p > .1 tim 3n . conforme a integral imprópria J. C 00 f(x)dx convergir ou divergir. monótona decrescente para x crescente. lim f(x) = O e f(n) = ano x-+oo A série L n=1 an convergirá ou divergirá. x = 1 vem: f oo _1 dx = lim 1 xP K-+oo f [ K 1 - 1 xP dx = lim K-+oo fK 1 x -P dx = = = lim _ K-+oo 1 Xl-P ]K p 1 - = 1 1 .00 E2 A'·" sene L n=1 3n + 5 tam b'em diverge pOIS . Veremos. 00 . onde C é arbitrário.f(x) 3 = ~ 1 1 1 conVt::rge . p + li + P + .1 n-+oo 00 8n + =~ 5 8 *O "série harmônica de ordem ]".

8$C4 . 2 Se p ~ 1 ====> oo 1 dx Xp 1 - - 1 P 1 •. se L c) Se L se L < 1 > 1 = 1._ OO = L. " 2 . b) Diverge. A série L an n=l a) Converge (absolutamente). ~ e a sene L n=l -p 1 n . n-+oo I n + 2 1=0<1 1 Oitério da raiz ou de C'rZchy Seja lim ~ n_oo = L.f. A série L an n=l a) Converge (absolutamente). . se L se L < 1 >1 c) Se L = 1. (n + (n + I)! (n + 2)(n + 1)! = lim . nada se poderá afirmar.. POIS: n=l 2 [(n + 1) 2 +' 1]! 1)! (n (n + + 1)! 2)! . A sene L (n + 1)! converge. 00 •. . sera conver· f 00 ~ dx = 00 a série será divergente. 1 x Seja lim n. nada se poderá afirmar. b) Diverge.

-nl~ 1 00 n+l é convergente pois: Qn - n=l = 2 (n + 1 1 1) _ 1 = 2 n + 1 e 2n - 1 2 n _ l' concluindo-se que 1 '----v--' an+l + ~ 1 I' 1 -. Se: a) L n=l n=l bn converge. também converge b) L an diverge.. an Sejam as séries L n=l" an e L n=l bn tais que O ~ an ~ bn para qualquer n. então L bn.az + a3 .. então L n=l an.O 1. '" Qn(n) - L 2n4 n=l Como Qnn 1· 1 1 ~ < n e '-4-- 2n 1 4' temos n Qn(n) 2n .1 e n~ 2n 1 ~ .. e lim an = O é convergente.::: .a4 + .j /1(logn) n I = 1 lim _1_ n_oo logn = O< 1 A série alternada al ..1 4 n ~ - n 4 = 3' Mas n 1 .A série n=2 i 1 n é convergente pois: (logn) lim n n-H'" '. = L (_l)n-lan n=l tal que al ~ ~ a2 ~ a3 ~ . n=l 00 também diverge. n-4oo A série an + 1 2n L C...

ai < R e diverge quando Ix . ab a2.ai < R ou a . A série L n=l 00 -1 ogn _1_ é divergente pois: n donde > logn n ogn n=o n l.ai > R (Fig.1)n 2n (3 n . a série converge quando Ix . ." P ara quals valores de x a sene L -'n (x . com possível inclusão dos pontos extremos.1) .1 é convergente n3 n=l L 00 conforme exemplo do critério da integral. diverge (série harmônica de ordem 1).a).? converge.a)2 + + . 00 n .1) 2 • 2n (3n + 2) n(x . chama-se "sé- Toda série de potências tem um raio de convergência R. tal que. Toda série da forma L an (x . n=12 (3n-1) (n + l)(x . •.1) n . onde ao...R < x < a + R..a) + a2 (x . rie de potências" em (x ...l)n(x . . < -1 _1_ e a série i l. O intervalo Ix . + an (x ar n=o . são constantes. chama-se "intervalo de convergência".a)n = ao + aI (x . Quando R = O a série converge somente em x = a e quando R = 00 a série converge para todo valor de x. + . .. 1).

1 > n=l I o n(-2)n (-lt n -----n 2 (3n -1) . então: 1 => X < Ixl => Ixl > > 1 ou x <- 1 .) o a) Para x = . 00 ~ xn lOg~n + 1) Solução: Aplicando o critério da razão temos: 1 x •x n 10g(n 1 + 2) _ lim 110g(n + 1) n_oo x1og(n+2) _ xn log(n + 1) + 2 =_1 + 1 Ixl 10g e 1 1m n + 1 = _1_ lim n =. lim 3 ~ n n -+00 00 * O.11 0 - 6n 2n . b) Para x = 3 ==> I n=l 3n~ l' também diverge pelo mesmo motivo._ lim n-oo I (n + 1)(3 n .l)(x .2 2 I= = Ix .1) 2n(3n + 2) 3n + ----.1 + 4n 1 2 2 C orno Ix .n=l 3n -1' 1 = 3 1 I"" Diverge.11 <1 ( con dOlçao para convergencla temos ~ .1 < x < 3.l' Ixl n_oo 10g e Ixl n_oo n n + 2 Mas I~I 1 < 1 (critério da razão). Portanto. pois. a série dada converge para .

aJ \12+1 (resto de Lagrange) [(x) = [(a) + [' (aXx .. agora como representar através de uma série de potências.a) +f~~a) (x . 1) pois. é divergente (omparar \ com n=1 i ~\. A. de Righetto. a qual é convergente. o qual é chamado desenvolvimento em série de Taylor de [(x). de a = O podemos simplificar [(x) obtendo [(x) = [(O) Ainda no caso + [' (O)x + ['~~O) x2 + r'~~o)x3 + . b] e que n + 1) (x) exista em (a. Suponhamos a existência de [(x) e suas derivadas[' (x). b). Assim r .r [(x) = [(a) + [' n! (a)(x . o qual é chamado desenvolvimento em série de Mac-Laurin de [(x) (veja a dedução no livro Números Complexos e Funções Hiperbólicas. + + n) (a) (x _ a)n + R onde Rn (resto) é dado pela forma: r n Rn rn + I)! (x = (n )(Xl) ... é uma série alternada onde seus termos decrescem em valor absoluto 1 =0 log (n + 1) ..). Veremos. . . !) n=1 b) Para x = -1 temos a série L 00 n (-1) 1 log(n + .a) + r 2\~ "~ (x I ) _ a)2 + ['" (a)~ ... o intervalo de convergência da série dada é x n _00 elim > 1 V x ~ -1.00 a) Para x = 1 temos a série I n=1 ·iog(~ 1+ 1)' Portanto..a) 3 + .. contínuas num dado intervalo [a. Portanto. uma ampla variedade de funções.[" (x).a)2 + . n) (x).

[u (x) =- senx. Para a = O. ex = eO + eOx eO 2 +. fn) (Xl) = eXl. {m (x) = ..+ 5T cos O + . {IV (x) = senx. Solução: [(x) = senx.... i' (Xd = = eXl.cosx. para a = O temos: senx = senO x5 + xcosO + x2 2! (-senO) +3T (-cosO) + 4! x3 x4 (senO) + .Exemplos: EI Desenvolver [(x) = eX segundo série de potências: eXl. ... = O e conseqüentemente n_oo = O.fV (x) = cosx. . . Con- c1uímos que eX pode ser representado por urna série de Taylor. = ~ Desenvolver segundo o desenvolvimento de Taylor a função [(x) = senx. •. f' (Xl) Solução:: [(Xl) = eXI. fI (x) = cosx..x 21 eO 3 + -3! x eO 4 +-4! x + . X > O e O < Xl <X temos: 00 x n+l Mas a série ~ n=l (~ : 1)1 é convergente para todo 1)' X (aplicar o critério da lim Rn razão) onde lim n-oo t: n x n+l .

1) n (n li + 00 n =lim(ln -+00 n + 1 )=1 1 ' I se Irl ~ 1.-!!.+ ar3 a -r + diverge onde a e r são constantes.n "1)1 = . converge para S = 1 se Irl <1e .l(1 .PR 1 O primeiro deste capítulo pode também ser resolvido assim: _ 1 Devemos transformar a fraçao n (n + 1) em uma soma algébrica de outras frações ou seja: 1 =A exemplo + .n+l = A (n + 1) + Bn = (A + B)n + A n(n+l) n(n+l) A+B=O donde n n(n+l) { A=l->B=-l 111 n(n+l) 00 =---- n n+l ~ 1+ 1) = {. arn-1 = a + ar + ar'.!~oo~l(1K .K + 1 = .

. a sene em estu do e convergente com soma 3' . . A' sene convergirá para -1-- -r 2 Se Ir I ~ 1 o termo geral da série não convergirá para zero. + (2)n 5" "5 Sn ="5 Multipliquemos ambos os membros por ~ ====.rn) n-'>oo Se Ir I < 1 ==> a lim (l .r 1 a .rn) 1 1m n-'>oo 1. + (2)n + (2)n+l (2)3 "5' "5 .1 a n-'>oo -r .> -> 2 (2)2 +"5 + ...lim Sn= n-'>oo · a (l .. Y n=l converge e ache sua Sn 2 (2)2 5" = 5 +"5 + (2)3 + . ' 2 e. PR 3 Prove que "5 + 2 (25)2 + (25)3 -i ( . portanto.r lim (l .rn) n-'>oo = 1 e lim Sn . e a série será divergente..

Se M-+oo f(x)dx não existe então i n=l n2 an diverge. assim an+l. Investigue pelo critério da integral o caráter da série Solução: f(n) = ne-n 2 L nen=l 00 e f(x) = xe-x 2 . e _x2 2 ] 1 '----y---/ -2xdx = . + aM ~ f M f(x)dx 1 ~ ai + az + a3 + . PRs Provemos o critério da integral... a série em estudo é divergente. + Supondo que exista M-+oo lim f f M f(x)dx 1 = S.3. vem: f 00 f(x)dx = = f 1 00 xe-x2 dx = l~ K f d(-x) K 1 xe-x2 dx = 1 K -+ 11m 00 . . [ K - - 1 2 J. Tomando C = 1. então az + a3 + a4 + . + + aM é monótona crescente sendo limitada superiormente por S e portanto lim M 1 i n-+l PRó an converge. Para esta prova tomaremos C = 1..Como lim n -+00 n : 1 = 1 =1= O.... Integrando de x =n ax =n + az + a3 + a4 + ..2. n = 1. f(n + 1) ~f(x) ~f(n) 1 vem: = an. Por hipótese f(x) é monótona decrescente..

e convergente. Provemos a convergência para L . n=l I 2 I oc n=l Qnn n f(n) = Qnn n f(x) = Qn~ x f 00 f(x)dx = f oc Qnx dx = liro K-+oc 222 x f K Qnx dx = X = lim K-+oc fK 2 Qnxd(Qn~) ~ = 'lim K-+oc 2 [Qn 2 x]K _ 2 dx x oc " . Escolhamos um número inteiro M tão grande que. n=2 n Prova: Seja 1im a + 1 n-+oc I n an I = L. L Qnn e divergente. < 1. ._ --- 1 lim [_x2)K e 2 K-+oc =-.1 1· (_K2 1m e 1 2 -e -1) = K-+oc " L ne.n .

< raM + r2aM + r3aM + .. provamos as partes (b) e (c) do critério da razão.. Por soma teremos: aM+l + aM+2 + aM..aM+l aM+2 aM+3 < raM < raM+l < r2aM < raM+2 < r3aM e assim por diante. ) = CD A série com O < r < 1 é convergente (série geométrica). De maneira análoga.. logo a série dada converge. = aM (r + r2 + r3 + ..l.3+ . (2n + 3) ~ b) L (n n=l + I)! n2 (_l)(n+ü-13n+1 a) lim n-4OCl (-lf3 (n • 3n (n + li (_l)n-13n + n2 1)2 (_1)n(_1)-13n n2 .... No caso de variar o sinal dos termos.. teremos CD e a série L n=l an conv~rge absolutamente. c) L 0Cl n=l n! 3 • 5 ..

=hm n~oo (n -- + n l)-n = 1.. ( -...n ) =hm = n~oo . l)n]-l [ lim (1 +n~oo 1 = e-I =-< e . (2 n + 3) n+1 2n + 5 =1<1 2 Solução: a) lim n~oo n I( 1 + n 3)n I = n~oo n lim I( n + 1 1 n2 -~ 1 +n = O< 1. [2 (n + 1) + 3] (n n! 3 • 5 .. + + 3) + (2 n l)n! 3)(2 n + 5) 1- n! 3 • 5 " .n)n n + 1 n .. (2 n (n 3 • 5 . b) lim n n~oo -.b) lim n~oo (n (n (n + + n 2 1)2 2)! (n (n + + 1i(n 2)(n + 1)! + I)! n2 + I)! + 1)2 (n + 2)n2 2n + 2 3n2 + 4n (n 2 6n +4 = O < 1 c) lim n~oo + I)! 3 • 5 . .

.are sen 1 + are sen "2 - are sen "3 + 1 + arcsen '4 1 are sen 1 "5 + .. b) L (_l)n n=l cc 1 arcsen- n 1~-~-~-~-~-~ 5 3 13 17 2 1 4 5 2 7 . . b) 1 1 L (-1) n are sen -. = .. . = .CC " . n=l n n lim n-cc (n + I)! (n + l)n+l n! nn (n - 1im n-cc (n + l)n! l)n(n + 1) n! nn lim n-cc ( n + = liro __ n_n __ n"""cc (n + l)n + n )n _ 1/ =[n~ cc a) n=l L (_l)n+ln 4n-3 .J n! e uma sene convergente.. PR 11 Pr ove que L. . o que nos leva a concluir que a série dada é divergente..

.11.47° + 14.= _90° + 30° . 1.= O... n n A série L~ n=1 00 é convergente conforme exemplo do critério da integral n ...= ~ 1 n 2n ~ 1 . b) Como senn ~ 1 =='> 00 .. d -..e convergente.. --2- sen n ~ 1 ::::::2'.l é n n=1 L 00 1 ynlogn é divergente. n a) n n=1 n 2 L 00 1 c) n=2 i 1 y'nlogn 00 a)Corno -. 1 e lim arc sen .47° - .. e aSSIm ~ -2. n=1 n logn<y'n===>_1_>_1_==> log n y'n .. .n 1 > yn 1 log n >1- n· divergente.::: e a sene ~ e uma sene geometnca on e r 2 n=1 2 n ---ri = .19.. .. .sen n . • < 1 e conforme PR2 convergente.n 1 n log > > y'n . .53° + . concluímos que a série Como a série harmônica L 00 ... concluímos que a séri~ L~ n=1 00 n2 também é convergente. conn~oo Como vemos: a1 ~ a2 ~ a3 ~ a4 ~ .

21 lim Para a convergência devemos impor Ix . por hipótese. seus termos decrescem em valor absoluto e lim n-oo n 1..Prova: A série 2 n=l an ou é convergente ou é divergente. lim n_oo L K=l 00.21 n_oo n + n 1 = Ix .2)n n + 1 n + 1 (x .2)n n . Portanto a série I n=l an con- (x . Aplicando o critério da razão temos: (x 2Xx . Se ela for divergente. . 3.. n > série convergente.2)n an+l para n = 1. pois. n aK - 00.2)(x .. donde: < 1 (critério --> n=l ~ (_l)n ~ --. teríamos lim n-oo L K=l n bK = donde concluiríamos que a série 2 n=l 00 bn divergiria.21 da razão). 2. Como bn ~ an. o que estaria em contradição com a lúpótese. = o..2)3 3 + .2)2 2 + (x .nl~ I (x - 2) n : 1 = I = Ix .2) 1 + (x . _ (x . ..

= x3 xS PR 17 Determine o intervalo de convergência para a função Solução: Conforme problema anterior temos: f (x) = arc tg x..3! x 2 3 + 24 S! X S - ••• =x - 3"" + "5 ..arc tg x =x . . f(lV) (O) = O 2 = 120x 4 240x (1 + x2)s - + 24 > f(V) (O) = 24 . o intervalo de convergência da série em estudo é 1 ~ x < 3.b) Para x p = 1). Solução: - arc tg x segundo o desenvolvimento de Taylor para f(x) fI (x) = = arc tgx > f(O) = O 1 fO (x) + x2 (1 1 ===> fI (O) = 1 = O = - + X2)2 - 2x ==> fII (O) f III (x) = (1 6x2 + x2i ===> f (O) =-2 3 2 III f(lV) (x) = 24x .24x (1 + X2)4 f(V) (x) ===>.. = 3 ==>' n=1 L~ n 00 > divergente (série harmônica de ordem Portanto. PR16 Desenvolver f(x) a = O.

. trocando x por ..4!2)4 + x x x 2 .. 1 Para x = 1 ====> i 2 2(~ n=l 00 n 1 (série alternada convergente) (_1)3n+ 1 2 Para x = -1 ====> " ---~ 2n n=o + 1 (série alternada convergente) 1-1~x~11 Assim.x +"2 -"6 + 24 + ..2!2)2 + ( .(_l)n+lX2(n+Ü+1 2(n + 1) + 2n 1 -x2(2n 2n + 1) +3 ( _1)nX2n+l +1 Devemos ter pelo teste da razao Ix21 Assim < 1 (convergência). ==> ---> e-x = 1 .x2 vem: e -x 2 = 1 _ x 2 2 + ( . x4 x6 x8 .3!2)3 + ( .

. d) ~..1) 0'• •. uma série de potências. dentro do intervalo no qual a série é convergente. o 1 e-X' dx '" 0. PP 1 Prove que as séries seguintes convergem e ache sua soma a) G3 + 3:s + ~+"7"=9 + .: co 1 1 1 1 "2 1 1 b) n=o L co (n + 2)(n + 4) Resp. Resp. (4n '---.Portanto f. \.: 12 5 c) n=l L n(n 1+ 2) 3 Resp':4 co . . . ATENÇÃO: Só podemos integrar ou.~==~"" + 3)~4n ..747.-Resp. diferenciar.---. termo a termo.: 12 .----r .

· ~ a) L n=l -2-- 1 1 n + n + Sn 1 3n 2 + + 2 c) L n=l 00 2 nn 2 00 earctgn n2 n e) n=l 00 L + 1 f) n=l L~ n h) ~ n=l 00 (_l)n+l L 2n-1 i) n=l 00 L n! (n + 2)! j) n=l 00 L L (n!)2 (2n)! n k) a n n=l 00 :! (a > 1) n 1) " n=l L n! !!- .

00 r) n=l L log n : 1 t) 4' + 1 1 16 + 36 + 64 + .f(n .2) 2 n n ...00 m)L n=l . 1 1 L n=2 00 [f(n + 1) . .1)] = lim [f(n) + f(n + 1)] n-+oo . 00 b) ~ n=l (x ..

.11 < 1. h) 1 + x + 2! + 3T + .c) L n=o "'" n!xn d) L co 1 • 3 • 5 2 • 4 • 6 (x (2 n . + + .3 1 + + (x .2)! + . para a = 1 ...l)n + n ( l(X l)n . para a = 1 n=l O d) e X = n=o I C e (x n!' l)n - 00 <x < 00 .. x2 PPs Prove os seguintes desenvolvimentos em séries de potências intervalos de.3)3 ) g x + 1 3 (x + 3? + y'2 x3 (x fi + 3)3 . <x < = CO para a b) logx L . . + (_l)n-l = O x6 X2n-2 (2 n ... .. convergência.1) xn (2n) (x n=l e) x + 1+ 1 + 1? + y'2 2 fi 3 + 1? + ..... x2 x4 - 6T + . segundo Taylor: e seus respectivos a) cosx = 1 00 2T + 4! 00.3)2 + (x . Ix . f) x .

586 b) 0.386 e) 0. Qual dos dois desenvolvimentos se aproxima mais rápido do valor real? r o a) sen 36° b) cos 45° c) tg 18° 1 -e -x~ 2 dx x PPs' Calcular.323 .1) ~ + e (x .1)4 3! + 4! + .: a) 0..1) + 2! (x e .903 Resp. erro inferior a 0.706 c) 0. Calcule aproximadamente o valor de e3 nos dois casos e compare a diferença verificando que ela é mínima quando o número de termos é muito grande.1)3 e (x .001: d) Qn 4 e) log 8 d) 1..eX = e + e(x .

possuem duas ou mais variáveis independentes (E3 acima) .. Equações diferenciais ordinárias: Só possuem derivadas ordinárias. 10. uma única variável independente (E1 e E2 acima)' Equações diferenciais parciais: Só possuem derivadas parciais. ou seja.18 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS É na palma de espinhos que o Céu instala as rosas. Exemplos: dy dx2 2 +Y dy = O dx As equações diferenciais podem ser ordinárias ou parciais: :'.1 - DEFINiÇÕES Toda equação que envolve derivadas ou diferenciais é chamada equação diferencial. ou seja.

SOlUÇÃO DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL Diz-se que uma função y = f(x) é solução de uma equação diferencial se tal. Nos exemplos E1 e E3 as equações são do primeiro grau e no exemplo E2 do segundo grau. dx e d2~ na equação temos: d'y dx2 _ 2 dy +y = . a equação diferencial dada é identicamente satisfeita ao substituir y e suas respectivas derivadas. dx dy Substituindo y.2 eX Como vemos.O e a função y = xex. Consideremos a equação diferencial ordinária (x . Estudaremos apenas as equações diferenciais ordinárias. a função y = xex é solução dessa equação. Exemplos: 'd 'al d ConSl eremos a equaçao di&' J.1) d y . O grau de uma equação diferencial é o valor do expoente da derivada de maior ordem que nela aparece.A ordem de uma equação diferencial é a ordem da mais alta derivada que nela aparece. dy Calculando dx e dx2 a partir de y d2~ = eX (x dx d2y = dx xe x dy temos: dx = e (x + 1) e + 2).2 eX + 2 eX - (x + 1) + xex = + xex = O = xex 2 xex . equação· é identicamente satisfeita ao se substituir y e suas derivadas por f (x) e suas derivadas correspondentes. 10.erenCl or din á'na -2y dx 2 2 dy dx + X y . Nos exemplos E1.2 . Portanto. E2 e E3 as equações são de segunda ordem. eX (x + 2) .x ddxY+ y = O 2 dx2 e a função y = C1x Temos: + C2ex• .

as soluções passam a ser chamadas soluções particulares. Quando os valores das constantes assumem valores calculados. O gráfico da solução geral é uma faml1ia de curvas e o gráfico da solução particular é uma curva da família.C1x . y)dy = O .C2ex .x (C1 + C2eX) + + x C1x + C2e = = C2xex . a solução é chamada "solução gerar' pois admite uma infinidade de soluções. dada pela solução geral (Fig.3 - EQUAÇÃO DIFERENCIAL E PRIMEI RO GRAU DE PRIMEIRA ORDEM É toda equação da forma: M (x.C2xex + C1x + C ex = O + 2 Portanto. y = C1x + C2ex é solução da equação diferencial dada. Observação: Neste último exemplo. 1). segundo condições dadas.EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (X - 1) Z- X : +y = (x - 1) C2ex . y)dx +N (x. /' uma solução particular 10. a solução y = C1x + C2ex depende das constantes arbitrárias C1 e C2• Neste caso.

cuja solução é dada por: . X x = O pode ser escrita como . Neste exemplo. a equação é chamada equação diferencial de variáveis separáveis e sua solução é dada por: Exemplos: dy 1 + y2 -=--dx x2 onde P(x) =-- 1 1 e Q(y) =-x2 1 + y2' Sua solução é dada por: f dy 1 + y2 f dx = C ===> (are tgy) x2 +. y) dy = O puder ser colocada na forma P(x)dx + Q (y)dy = O.x 2 + (y + Y x)dy = O. M(x..3.!.y) =y +x 10.1 . = X C dy = eXeY ===.y) = y2 e N(x. Exemplo: A equação diferencial dxdY + y . (y2 -x)dx . = eX e Q (y) =- e-Y. y) dx + N (x..EQUAÇÃO DIFERENCIAL DE VARIÁVEIS SEPARÁVEIS ~ a equação M (x..> _dy dx dx' onde P (x) e_ x e-Y -->" eXdx - e-Y dy = O.

y)dx : como uma função F(~). (y + N (x. Sua solução é obtida através da substituição v = y que a transforma em x equação diferencial de variáveis separáveis. y)dy = O pudermos escrever a equação diferencial diz-se homogênea.v) sec = -- 2 y tgy cuja solução é dada por f f Qn 5 + eX + f f = 2 sec y d = C tgy Y 1 d(5 5 + eX + eX) + d(tgy) tgy =C 1 (5 + eX) + Qn + eX) tgy] (tgy) = C2 ou Qn [(5 C2 ou (5 + eX) tgy = eC2 e fazendo eC2 = C tem-se I (5 + êX) tgy = C I 11.3y) + (y + 3x) : = O .3.2 .EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E3 eX tgy dx + (5 ~ eX) sec2y dy = O Poderemos separar as variáveis) se dividirmos toda a equação pelo produto dos termos mal situados: onde P (x) = eX eX 5 +e dx x e Q (. Vejamos alguns exemplos: E1 (9x .RDEM Se na equação diferencial M (x.EQUACÃCDDIFERENCIAL H8M8GÊNEA DE 1êll .3y)dx + + 3x)dy = O Dividindo todos os termos da equação diferencial por dx resulta: (9x .

onde :

= 3;

+9

;Xx, sendo o segundo membro uma função F(~), pois
(\ logo é homogênea.

dy _
dx -

3(L) x (:)

= F :),

+ 3
x

A sua solução é obtida fazendo y

=

v.

Sa-= v => x

y

y

=

vx ====> dy

=

vdx

+ xdv===='>

~ dx

=

v +x-

~ dx

dy 3v-9 , e eorr.o dx = v + 3 eonclUlmos que:

v

+

xdx=

dv

3v - 9

v+3

que é uma equação diferencial de variáveis separáveis. Multiplieando-a por dx obtemos: 3v - 9 vdx + xdv = v + 3 dx =>

=>
->

> (v V2 V

3v v + 3 dx

9)

dx

+

x dv

=

O

>

+9 +3

+
9

xdv = O

>

-

dx
X

+ --V2

v+3

+

dv = O ====>

f
> =>

_dxx+

f
J

_v_+_3 dv = C =>
V2

+9
v

1

J~
Qn

f"dx

+

V2

+

9

dv

+ +

3

J

dv
V2

+

9

= C1

====>
>

Ixl + ;
V2

Qn (V2

+

9)

are tg ; = C1

> (Qnx (~
=>
Qnx (~

+ +

9)] -I- are tg ; = C2 -->
. V

V2

9) = - are tg"3
e-arctgvI3+C2

+

C2 =--=---->

>

x

vi V2 + 9 =

====>

_>

v'y2
> I y2

+ +

9x2 =

C3e-arCtgYI3X

=--=--_-'>

9 x2

=

Ce-2arc

tgYI3X

I (x

:1=O)

~

xy dy = (x2

+ y2)dx + y2

. dy AqUI dx

= --- xy

x2

-

~=

V

==>

:

=v

+x

:.

(exemplo anterior).

V

+

x dv = 1 + V2 => dx v

(v _ 1

+ v

V2)

dx

+ x dv

= O =='>

-->

(- ~)dx

+ xdv

= O-->

-a;- -

vdv = 0-->

==>
=>

f~- f
2Qn Ixl V2

vdv = Cl==>

(Qn Ixl]

- ~ = Cl

>

= 2el ::::===> = C =>

2 ====> (Qnx ) _ ::

I y2

= x2Qnx2

+

Cx21 ~ : ~

A equação diferencial M (x, y) dx + N (x, y) dy = O é exata se M (x, y) dx + + N (x, y)dy = du [eu = u (x, y)], ou seja, o primeiro membro é a diferencial total de uma função u (x, y). Assim:
M(x,y)dx au

+N
au ay

(x, y)dy

=

du

= ax =
O.

au

dx

+ ay

au

dy

onde

ax = M(x,y);

= N(x,y)

e du

A condição necessária e suficiente para que a equação diferencial seja uma equação diferencial exata é que:

IaM 3y
Exemplos:
E1

aN
3x

I

Resolva a equação diferencial (x3 + X2y3) dx + (X3y2 + y3) dy. Verifiquemos inicialmente se esta equação diferencial é exata.

3u
3x

.. = M(x,

y)

= x 3 + x 2Y 3
=""4 +
x4
X3y3

, Integrando'esta expressão em relação a x, obtemos u

3

+! (y)

onde !(Y) é~uma constante arbitrária que depende de y. Logo ,', 3u 3y
=,'X

.3 , y2

+f

(y)

=N

(x, y) ou

Assim: X3y2

+ f' (y) =
4

X3y2

+ y3

f' (y)

= y3.

Integrando esta última expressão em relação a y obtemos:
!(Y) =L 4

(não somamos constante, pois esta constante será absorvida pela constante final). , x4 X3y3 L Então: u (x, y) = 4 + 3 + 4 e como du = O temos:

d-+ (

x4 x3y3 434

+L- =0

v4)

E2

(seny

+ y cosx)dx + (x cosy + senx + y)dy

=

O

M (x, y) = seny

+y +

cosx =>

aM

ay =

cosy

+

cosx

N (x, y) = x cosy

senx

+y

-->

aN ax

= cosy

+

cosx

====> -ay = -ax
ax

aM

aN,

(e exata) cesx => u

au = seny + y
au ay

=x

seny

+y

senx

+ f(y)

==> --)

->

= x cosy

+ sen x + f

, (y)
2

= x cosy

+ sen x + y

> t' (y)
Logo u Então: d (x seny

=y

==="> f(y)
2

=L
2

=x

seny

+ y'senx +~ .

+y

sen x

+

~2)=

O,

I x seny + y senx + f = C I
Se a equação diferencial M (x, y)dx + N (x, y)dy = O não for exata, deveremos encontrar um fator chamado fator integrante, que introduzido na equação diferencial a torne exata. A seguir, alguns critérios que determinam o fator integrante:

aM aN --I Se ay N ax

= f(x)

função 'somente de x, então

eJ!(x)dx

é um fator de
= O, não exata.

integração da equação diferencial M (x, y)dx é1Jl aN a y M-- a x _

+N

(x, y)dy

2

Se ----

- g (y), então ef g(y)dy é um fator de integração da refe-

rida equação. 3 Se M (x, y) dx

+

N (x, y) dy

=

O for homogênea e Mx

+

Ny

=f=

O, então

Mx ~ Ny será um fator de integração.

Exemplos: E1 A equação diferencial x dy - y dx = O não é exata pois M(x,y) N(x,y) àM
= -y

àM > ày =-1 àM àN onde =1=ày àx

= x ===> àN = 1

àx

'1 Mas ày N àx - - 1 - 1 = - -2 (f unçao so (e x ) entao:

---

àN

x

x

-2 1 F.1.= ef - 2 IX dX = e- 2 Qn X = e l2n X = x - 2 =_

x2
Logo, se multiplicarmos a equação diferencial dada por~, rencial tornar-se-á exata. De fato: _xd_y __y dx_·= 0====·> 1- dy _ -y dx = O. x2 x2 X x2 M(x,y)=-1 x Y àM >-=-1

x

a equação dife·

x
=-=>

2

ày

x2

N(x,y) àM onde ày

-

àN 1 =-àx x2

=

àN àx' portanto, exata.

E2

2xy Qnydx M(x,y)

+

(x2

+ y2

y'y2

+

l)dy

= O

= =

2xyQny x2

=>
---

àM

ày = 2x

+

2xQny

N (x, y)

+ Y 2 y' Y 2 +

àN 1 =--=-=> àx

=

2x

=> àM àY

àM -/- àN (_' ) ày T àx nao e exata àN àx _ 2 x

--M

-

+

2

2 x Qny - 2 x

xy

Q

ny

-.1 (funçao 'y

so

'd

ey .

)

f.I.

=

e-

J lIY dy

=

e-2ny

_

1
y

Multiplicando-se

a equação diferencial dada por

1.., y

ela tornar-se-á exat~.

(2XYy2ny)dx
=>

+

(Xl + yl fY'
+

+

1

)dY
2x

= O =>

2 x Qnydx

(;2 +
->
..jy2
~--

y

.J y2
-a y

+

1) dy
y

=

O
==>

M(x,y)

= 2xQny

aM

=-

aM
ay

N(x,y)

=-y

x2

+Y

+
O

1 =>

aN 2x - =-

aN ax

ax

y

E3

(x2 - 3xy)dx M(x,y)

+
x2
-

(y2 + x2)dy

=

= =

3xy =='> -

aM

ay =
2x

-3x

N(x,y)

y2

+ x2

~>

aN

ax = .)

-->

aM -r- aN (-' ay ax nao
-J-

e exata

Mas esta equação diferencial é homogênea pois:
2 dy _ 3 xy - x _ dx - -y2 + x2 - (-;

3(L) X

t+

1
_

F(L)
x

1 -

Mx

+ Ny =

(x2 - 3xy)x = x3 _ 3 x2y

+

(y2

+ x2)y

=

+ y3 + x2y

= x'"

+

y'" - 2 x2y =1= O

F.I. =

1 x3

+ y3

2

- 2x y

a equação diferencial x dy - y x .3 X2y2 --3--3---2-- . também será constante. xy Es' (x2 + y2 + (x2 x) dx +y dy =O + ydy = = -(xdx + y2)dx + xdx O => => => (x2 + y2)dx dx = _ xdx + ydy) => + ydy =--=> x2 + y2 => I dx = .2x y ==>.y) I = + 3 X 3' +y .d {2" Qn(x2 + y2) " J .descobrir um fator integrante conforme exemplos a seguir: Como sabemos d (Qn y) \: x = dy . x.2x y x2 2 2 ====> -a - aM Y _X4 = --3 (x --3---2--2- + 6Xy3 +y +y . Assim. Neste caso e um ator mtegrante..3X2y2 2x y) N(x. Se Qn L é a constante C.y dx = O pode ser multiplicada por xdy xy dy y _ydx xy dx l.dx. y) - _ X 3 X2 .2x y onde -=-. Logo y = Kx. a razãoL= eC x x = K.resultando: xy =O ---=0 x ou d (QnL] = O.3xy +y y2 3 ..M (x. x cuja solução geral é QnL = c. f . 1. -a-= x aN _ x4 x + 6 xy3 . aM ax aN ax Nota: Conhecendo-se a diferencial exata de uma certa função pode-se .

mecânica. u : + uP(x)y = :x (uy) tem-se: dy . o segundo membro se tornará :x (uy). r C ® . Mas:X (uy) de integração pois a mesma será absorvida pela cons---> d(uy) = uQ(x) = uQ(x)dx + e por integração obtemos: uy = "' I uQ(x)dx . pois s.: + P (x)y = º (x) . dy du u . Determinação da solução geral Encontremos a função u = u (x) tal que se multiplicarmos a equação dife- rencial por u. é chamada equação diferencial de I? ordem linear.+ uP(x)y = u + Y -dx dx dx du du onde uP(x) = dx ou -:ç.ão aplicadas. na resolução de problemas de eletricidade. e aSSIm: Qnu = f P(x)dx Iu = eIP(x)dx I CD (não somamos constante tante fInal). biologia. química. = P(x)dx . As equações lineares de I? ordem ou ordem superior são de grande importância. Então: u : + uP(x)y = uQ(x) Impondo-se a condição. etc.

x+2)ldx = e2n (.X+2) = X + 2 Assim. Temos: + 2xy = 2xe-x 2x 2xex2 l u r P (x) = Q (x) = = ef2Xdx = ex2 . > [(x + 2)y xsenx + + cosx + 2senx + Observação: b) dy . conforme @ = + temos:· (x + 2)y j (O (x + 2)cosxcix + C --> => (x 2)y = = J x cosx cix + 2 J + cosx dx + C C > .Usando e obtemos a súlução de primeira ordem e primeiro gi·a'.l. cosx C (Voi. CD ® geral da equação diferencial linear Achar a solução a seguir: a) - geral das equações diferenciais de pl imeira ordem linear dy cix + ---x+2 I 1 Y = cosx b)dy + 2xycix = 2xe-x 2 dx dy a) cix + x + 1 2 Y = cos x P(x) Usando u = ef x + 1 2 CD = [1/(.f x cosx cix = x senx . + 2xy cix cix dy = 2xe-x 2 cix :-. I) .

Como uy = f uQ (x) dx + C @ vem: É toda equação que assume a forma dy dx + P (x)y = ynQ (x) onde n =1= O e 1.~ z = X'! (equação diferencial 1~ ordem linear) .2y =dx y2 ---y=dx 3x dy 2 x2 3y2 dy 2 ---y=-xy dx 3x 1 3 2-2 Assim: z = _1_ = y3 ====> _dz = 3y2 _dy y-2-1 dx dx dy dx 1 dz = 3y2 dx Substituindo na equação diferencial dada tem-se: -.2y =y2 dx y2 dz 2 3 2 --y = x dx x x dz x3 I ~ . Esta equação se reduz à linear fazendo a transformação z = _1_ yn-l Exemplo: Resolver a equação de Bemoulli: dy x3 3x..

@1-Z=f_1X2dx+C X2 X2 ==> Z > . transformando + ... . + anY = O onde ao =1= O. . sua solução geral é dada por: = Cle'lx Czxe'zx + C3e'3X + .3.6 - EQUAÇÕES DI FERENCIAIS LINEARES COEFICIENTES CONSTANTES HOMOGÊNEAS COM Todas as equações da forma: ao dny dxn + ai dn-Iy dxn- I + a2 dn-2y 2 dxn- + ... + Cne'nx .. sua solução geral é dada por: + + C2er2x + C3er3x + . dizem-se equações diferenciais lineares homogêneas com coeficientes constantes.. a equação (1) pode ser escrita como: equação característica A •••••• I ri =1= r2 =1= r3 =1= ••• y = Clerlx II a) ri =1= rn.. . é chamado operador D que atue sobre y. +an)y = O :x . Z= D2y..... Então... Podemos usar a seguinte notação : (1) em: (aoDn +aIDn-1 onde D = +a2Dn-2 = Dy. a2. a I. + Cnernx = y rz =1= r3 =1= ••• =1= rn• Então. Mostra-se que. .!.. an são constantes. em geral..CX2 X2 = y3 x + C --> = X3 + ou I = X3 + ex2 I 10.

.emx Se os coeficientes de (1) forem reais e a .y r1 = r2 = 2. + Cnxn-1emx se a + bi for uma raiz complexa. --4-+4y=O 1. E3 = O cuja solução geral é dada por y = C1e + C1.bi também o será.xe 2X + 4)y = 2X O pois Resolver a equação diferencial linear homogênea d y _ 2 dy dx2 dx 2 + 5y = O Solução: Podemos escrever a equação dada na forma (D2 - 2D + 5) y = O cujas raízes são (1 ± 2 i) e sua solução geral é y = eX (C1 cos 2x + C2 sen 2x) pois a = 1 e b = 2. = + rn = m. dx d1.4D d y dy ou (D ..~1(D1. cuja solução geral é dada por y= C1e(2/3)X + c1.b) r1 = r1.2)1. - 14 D + 8) y = O 4)y = O 0..e4x pois r1 = ~ =1= r1. a solução geral para n = 2 é: y + .xemx + C3x1. = eox (C1 cosbx + C2 senbx) Exemplos: E1 Resolver a equação diferencial linear homogênea: 3--14-+ 1. Então.y dy dx 8y= O Solução: Podemos escrever a equação dada sob a forma (3 D ou 3 1.. Então: y = C1emx III C1. = 4.. = r3 = . dx dx Solução: Podemos escrever a equação dada na forma (D2 .

+ Bo) onde An. Este método é aplicado supondo conhecida a forma da solução particular yp.. em análise através da identificação dos respectivos coeficientes.. Exemplos: Ao são coeficientes a determinar.. a menos de constantes arbitrárias multiplicativas. + Ao) + eax cos ax(Bnxn = Anxn ••• . + Ao) = eox sen ax(Atxn + .. An-1.. Resolver as equações diferenciais seguintes: d"y -../ - EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES NÃO HOMOGÊNEAS DE SEGUNDA ORDEM COM COEFICIENTES CONSTANTES É toda equação da forma: d"y ao dx" + aI dy dx + ai)J = F(x) 19 MÉTODO DOS COEFlaENTES INDETERMINADOS A solução de uma equação diferencia1linear é dada por Y = Yh + Yp onde Yh é a solução homogênea e Yp é uma solução particular.2y = 5x " dx" dx A equação dada tem solução homogênea: Yh = Cte-X A forma de yp + C2e"x deverá ser: Y = A2x" + A IX + Ao .10.. + Ao = eax (Anxn + An_1xn-1 + .3. + . Estas são calculadas em seguida. Formas gerais de yp: CD Yp @ Yp ® yp + An_1xn-1 + .dy . levando-se a suposta solução particular na equação diferencial..

Bex senx + Bex cosx I t = (A + (A B)eX senx + (A + B)eX cosx I senx .(A d2 ~ = (A .2A2x2 + Al) .Substituamos Y.B)eX cosx dx + (A . Yp = - 5 5 2" x 2 + 2" x - 15 4" e.. a solução geral da equação diferencial deve ser: v--_/ Yh '"-----v.B)eX + B)eX senx + + B)eX cosx Substituindo Z. portanto.2Ao = O l2A > d'de~ ~~ ~ logo. : = Aex cosx + Bex cosx + Aex senx .2(A2x2 + A1x + Ao) = 5x2 (2A2 + 2AI)x + (2A2 . :' Z na equação diferencial dada 2A2 ou - (2A2x - . d1J -' .2Ao) = 5 x2 Assim: (-2A2=5 ~-(2A2+2Al)=O 2 .----/ Yp d2y.AI .A I .5 _'J_ dx2 dx + 6y = eX sen x Esta equação tem solução geral Yh = C1e2X tem a forma geral: + C2e3X• A solução particular Yp = Aex senx Então.: e Y na equação diferencial obtemos: .

Yl . daremos o método apenas para as equações diferenciais lineares de segunda ordem.Y.Y2 + v.3A)eX senx A + 3 B = 1 ===> { B . =O = F(x) Exemplo: Resolver a equação diferencial linear: d y _ dy _ 2 Y dx2 dx 2 = 3 e3X Solução: Esta equação diferencial tem Yh = C1 e-x + C2 e2X Y2 • Resolvendo o sistema de equações lineares.'l { v~~ + V. podendo ser aplicado a todas as equações diferenciais lineares.B)eX senx + eX senx + ou (A (A + B)eX cosx] + 6 (AeX senx + Bex cosx) = + 3B)eX senx + (B .-2Bex senx + 2Aex cosx . pois não é necessário supormos conhecida a forma de Yp. a solução geral da equação diferencial deve ser: 2X Y = C1e + C2e3X + 1 10 eX senx + 3 10 eX cosx 29 VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS Este método é mais geral do que o anterior..5 [(A .3A = O IA x I 10 I e IB :6J logo. Uma solução particular para esta equação diferencial tem a forma: Yp = VtYI + V2Y2 onde VI e ~ineares: V2 são funções de x determinadas resolvendo-se o sistema de equações V. Yp = 1 10 e senx x 3 + 10 e cosx e. Método: Como. Aqui. vimos. a solução homogênea de uma equação diferencial linear de segunda ordem é dada por Yh = C1YI (x) + C2Y2 (x). portanto.

.- e4X VI 1 = . 2) ilustram fenômenos muito comuns. perda de rádio etc. Equação Diferencial Linear de 1~ Ordem Supondo t (tempo) variável independente temos: I a~+x =F(t) I ~ Se F (t) = K (constante). vem: Vle . Substituindo @ em Q). conhecidos como decréscimo exponencial.4 .1. -x = _ e3X V.APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DI FERENCIAIS LINEARES As equações diferenciais lineares possuem um campo vasto de aplicações. Daremos a seguir algumas de suas aplicações. a solução geral é dada por x = K + Ce-tla• As curvas desta solução (Fig. tais como: queda de luminosidade de uma lâmpada quando se desliga a corrente.-e 4X 4 e assim: 10. A reta x = K representa onde tais sistemas se equilibram.'. Não somamos constante de integração pelo fato de que estamos interessados apenas na solução particular. resfriamento de um termômetro. 1.

Equação Diferencial Linear de 2~ Ordem 2.Se a <O. etc. o crescimento de dinheiro a juros compostos. 2.2c V = - Segundo lei de Newton a força resultante do sistema é dada por F R = ma = d2x = m dt2 e como FR = F.. o crescimento de bactérias. Isto acontece também em inúmeros problemas práticos: o crescimento de população. + Fa + F (t) tem-se: .1 ~ Aplicação à Mecânica Conforme figura temos: Fr Fa =- K2x (força de restauração) 2c dx (força de atrito) (C> O) td = . as soluções crescerão em valor absoluto quando o tempo crescer.

d2x m - 2 = -2c dt

- 2- K x dt

dx_

+ F(t)

2.2. Aplicação a Circuitos Elétricos Simples

Em um circuito fechado (Fig. 3) a soma das quedas de tensão que ocorrem nos elementos que o formam é igual à força eletromatriz E que o alimenta.

Fig.3.

As quedas de tensão são dadas por:

R • i queda num resistor de resistência R ohms L ddi queda numa bobina de .indutância L henries t

'2 queda num condensador
Assim L ~~ + R • i

de capacidade C farads

+ ~ = E (t)

CD
2

"d dq d ConSl eremos R , C e L cons t antes e como -d = I" e -2q = di a expressao dt

CD fica:
L dq dt2
Derivando
2

t

dt

+ R dq +iL= E(t)@I
dt C

CD temos:
L di dt2
2

+ R di + ~ = E' (t)
dt C

@)

As equações diferenciais

@

e

@

determinam

respectivamente

q -

= q (t)

e i = i (t).

10.5 - APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS À BIOLOGIA
A matemática e principalmente as equações diferenciais muito contribuem na compreensão dos fenômenos biológicos. Acreditamos que, com o desenvolvimento' das pesquisas científicas e tecnológicas, esta contribuição será ainda bem maior. Os modelos matemáticos a seguir são bem elementares e valem somente com certas restrições, pois, caso contrário surgiriam dificuldades que fogem do âmbito deste livro. 1. Modelo para crescimento de células Seja mo a massa inicial de uma célula e m (t) a massa num instante . '1 ' . qu alquer. Se a taxa de crescunento dm d a ce u 1a e proporclon al' a sua massa a dt cada instante, tem-se:

I dm dt
_~m_t Km ==> =

Km

I

onde K é uma constante positiva de proporcionalidade. Resolvendo esta equação diferencial temos:

-a;- = Kdt
Kt

-->

f
=

d:

=

f

Kdt

+

C1 ==>

====>Qnm

=

+

C1 ====>m

eKt+C1 ====>

Mas para t

= =

O --> m

=

mo e assim: C

mo
e portanto

CeK-o====">

=

mo

[ m = moeKt

I (crescimento

exponencial)

Observação: É claro que após certo tempo o crescimento se limitará, pois a célula se divide.

2. Modelo para nascimento e morte
Seja N = N (t) o número de indivíduos de uma população animal ou vegetal. Esta função N (t) assume somente valores inteiros não sendo, por isso contínua. Porém se tomarmos a população com número de indivíduos suficientemente grande N (t) pode ser tomada como contínua e diferenciável. Em um intervalo de tempo 6. t temos: 'Tamanho da população _ tamanho da população existente de nascimentos tamanho da população de mortes

6.N 6.t

=

DoP _ DoQ 6.t Dot

" DoN I" 6.P I1m-=lmDot /::,.t-+o Dot /::"t-+o
dN

. DoQ -11m
/::,.t-+o

Dot

dt

=

dP _dQ

dt

dt

CD

(onde P(t) e Q(t) são consideradas contínuas e diferenciáveis). Concluímos que a taxa de variação da população é igual à taxa de nascimentos menos a taxa de morte. Supondo que as taxas de nascimento e morte são proporcionais ao número de indivíduos N (t) temos:

onde K 1 e K2 são constantes de propOicionalidade. Substituindo estes valores em

CD tem-se:

I~

= (K1

-

Kz)N

I

se K1

>K

2

a população cresce

se K 1 = K2 a população permanece constante se K 1 < K2 a população diminui Este modelo se chama não-estocástico pois não leva em consideração flutuações aleatórias. 3. Modelo de crescimento sazonal A equação diferencial :

=

rN(t) cos t, onde r

> O, pode

ser interpretado
é alterna-

como um modelo de crescimento sazonal. Quando t cresce, a taxa : damente positiva e negativa e conseqüentemente a população N(t) decresce. Isto pode acontecer, por exemplo, na alimentação. Resolução desta equação diferencial

cresce e

:

=

rN(t) cos t (equação diferencial linear de Iª, ordem em N)

dN dt - r costN(t)

=

O

e-rrent N(t) para t

=

C => N(t)

=

Cerrent

=

O

> N(O)

I

=

C e portanto

I

I N(t)

=

N(O)errent

I

••••
I

apresenta:

f ,.

maXImo em .2'
37T

,.

7T

T'
77T

57T

97T

.2 ....
117T

l

mll1lmO em

2' 2' ~ ....,

Neste modelo a população oscila entre N(O)e-r e N(O)er com período 2Ti'. Os tempos t = O. 27T, 47T .•.• podem ser interpretados como pontos médios das estações de maior disponibilidade de alimentos (verão) e t = 7T. 3 7T. 511 •... pontos médios das estações de maior carência de alimentos (inverno). O comprimento do ano é 27T unidades de h'mpo.
4. Alimen fação de glicose illfrarenosa

A infusão de glicosc no sangue é uma importante técnica médica. Se a infusão da glicosc é fcita a uma taxa constante K gramas por minuto e sendo Q(t) a quantidade dc glicosc no sangue do paciente no instante t tem-se:

r--.-····.---3
I dQ
!

L .... _ __ ..
onde a glicose é convertida e removida do sangue à taxa proporcional de glicose presente c a. uma constante positiva.
Resolução:

c/t

=

K - aQ . à quantidade

. -'."C:"_7.>

Q (t) = l\. + Ce-ar
a

r-n(o) = l\. :.:: a

+ (' ..-,-....> - . __

I

('

- Q(O) -

l\. QU) = -;

+

r

lQ(O)

.- - e a

--l\.-] '--:l
I

I
I

Com t crescendo

Q (t) se aproxima

d~ -

/\.

a

(ponto

de equil íbrio da glicose

no sangue) pois [ Q (O) - ~ ] e-ar se aproxima 5. Modelo para propagação de infecção

de zero.

Consideremos uma população de indivíduos igüalmente suscetlvels. Nesta. popuiação introduzimos um indivíduo infectante. Através do contato a doença se espalhará lentamente no início e depoIs o processo se acelerará até sc nivelar o númerO de indivíduos suscetíveis e infectantes. Considerando que o indivíduo infectante assim permaneccrá durante o processo c nenhum indivíduo será removido tem-se:

onde j = 1(t) é o número de indivíduos infectados. víduos suscetíveis e 11 o tamanho da população. Supondo I (t) e S (t) cont ínuas. diferenciáveis

S

=--=

S (I) o número de india
j

c dI proporcional c/r

dI = KIS (K é constante dt
Como I

positiva)

+

S =

11

+

1, d/I = K1(n
((

+
de variáveis separáveis)

~~~~~~~~-

~ dI

J
(A

(equação diferencial

CD

Resolução:

___
J (1-

l.__ _
II --

=

1)

_A 1

+ __
1-

B
11 -

_ A (1__ Jl 1(1 (-11 .-

-

1)
11 -

+ BI
1)

_
-

= -

-------,-----

+ B)I +

I)A

I(1-n-l)

A +B

=

O :=---=--'> IL- =.. A _ B -. I
=

(-n - l)A

I ==>

IA
I

=
__

-

111+
L.---

1

1

I

1 1 (I -11 -

1)
=

___ 1_ 1 (11 + 1)

+

1 (1 - n - 1)(11

+

1)

(1 - }~--

1 - ~)

(11 ~

l~

1 1 = e-K(n+l)t+C2 n + 1 1 = 1 + Ce-K (n+ I) t n+1 Ce-K(n+l)t 1= 1 Como para t 1 + O = > 1 (O) > = 1 tem-se: = ~~ ~ I C = n ·1 1= 1 + n+1 ne-K(n+ 1) t o processo de infecção começa lentamente. Achemos o ponto de inflexâo.1 - 1 (1 T dI 1) = .1) .n 1 1) = - K (n + 1) t + C2 1.n . .n .1 + :e-ÀBt onde y = y (t) é o número de indivíduos em uma população no instante t. é mais rápido no ponto de = inflexão da curva (~:.K dt n ~ 1 [f I .Desse modo. Este processo da propagação como y = da infecção segue a lei chamada logística a qual é conhecida .~ .n .Kt + C1 1.Qn 1] = . O) e finalmente diminui.1- J f] f = -Kdt + C. n + 1 Qn ( 1 ( Qn (1. podemos escrever a equação CD sob a forma n + 1 1.

Resolução deste sistema linear d x = a dx 2 + b dy => dt2 --> dt -2 dt dt d2x = a- dx dt + b (mx + ny) .f)] n + 1 . O dy = mx dt + ny@I descreve a influência de populações de duas espécies competitivas em seu crescimento.n+l 2 .f) tem-se: -d I = 2 dt 2 K [( . 1 de espécies em um mesmo ambiente. Modelo de espécies competitivas Sejam x (t) e y (t) populações sistema linear homogêneo =n .21 = O I=n+l 2 = O Concluímos então que o processo de infecção é mais rápido quando I 6. dI Como dt = Kl (n + 1 .-dI) + (n + 1 .f) -dI ] I dt dt K ~ [-I + (n + I .

esta equação diferencial apresenta solução. sua solução geral é dada por .y \V tí' d.dx + (an-mx= dx d2x --a (+) dt2 dt O (equação diferencial linear de 2:i}.4 (4X . Após termos encontrado x (t).x = adt2 dt - ) + bmx + bn [-1 (dx ..anx dt b) n. a substituimos em encontrar y (t). De = -x + 4y ® dx CD vem d2x dx dy dt2 = 4 dt .dt = 4 dt .ax ] - d2x dt2 = a- dx dt + bmx + n .3. Exemplo: Dado o sistema linear homogêneo.(. reais e iguai~ ou imaginárias. conforme as raízes da sua equação característica sejam reais e distintas.:) ~ y d2x _ 8 dx dt2 dt + 15 x = O (equaç~o diferencial linear de 2éJ ordem homogenea) Sua equação característica possui raízes 3 e 5 (ver seção 10. encontrar a população de ambas espécies nos tempos futuros onde x (O) = 200 e y (O) = 400 dx CD para dt = 4x . ordem homogênea) Conforme vimos neste capítulo.6 deste capítulo).Mas conforme 2 CD y = ~ (: - ax) e assim b dt d dx .x + 4 y) > -> ~:: 4 : = +x . Vejamos um exemplo para melhor compreensão. Assim.

3 C1e3t .e2t = O ou e2t = 3 ou t = Q~ 3 :::: 0. Após este instante a segunda espécie y (t) continuará crescendo de acordo com a equação seguir: dy dt @ tendo x (t) = O ou seja d.549 e y (to) = 300e3to + 100esto dá o desenvolvimento da 2~ espécie.dt tem-se yJt) = 4 C1e3t dx + 4 C2est .549 unidade de tempo. = 4 y cuja solução damos a = 4y -> dy y = 4dt =--=-_-_> Qny = 4t + C1 ====> Y = Ce4t Como para t = to. isto é.Como y (t) = 4x . Resolva os problemas propostos de PP22 a PP2S• . se findará quando t = 0.5 C2est = C1e3l - ou Como x (O) I y (t) = 200 e y (O) C2est = 400 tem-se 200 = C 1 { 400 + C. Y (t) = Y (to) tem-se y (to) = Ce4to onde C =y (to)e-4to e assim y (t) = y (to) e-4toe4t ou I y (t) = Y (to)e4U-tO) I (solução geral) Esta solução com to '" 0. após a extinção da primeira espécie.549. C2 -> IC 1 = 300 I = I C2 = + -100 C1·- A solução geral fica x (t) = 300e3t 100est Y (t) = 300e3t 100est A primeira espécie se findará quando x (t) = O ou 300 e3t - 100 est = O ou 3 .

ª. e X senx d7 d:x2 = 4 C1e2X 1 . Temos: : = 2 C1e2X + 3 C2e3X + /0 eX cosx + 110 eX senx - 3 x . d:x equaçao di&' lerenCla 1 d y 2 2 - 5 dy d:x + 6Y = e x senx...!.5" ex d -. = cosx => dy = cosxd:x .~ + 1 to) e X sen x + (~ - 2 1~) e cos x PR2 Ache uma solução particular zendo à condição inicial y Solução: dy d:x da equação diferencial : 2 para x = cosx satisfa- = = .eX 10 + cosx) X = = = (.eX senx) senx + + (6 C e2X 1 6 C e3X + ~ eX 10 + .(lOC1e2X 1 +Sexcosx)- + + + 15 C2e3X 2 + 2ex cosx .10 e sen x dy = 2 C1e2X d:x + 3 x 10 e cos x eX cosx + 3 C e3X + 2 255 2 5e X _1..y2 = d:x 2 + 9 C2e3X sen x 2 - senx - 5 eX 1 cosx + 5e + x cos x 3 1 "5 e x senx + 5 e x cosx 4C1e2X 9 C2e3X - Substituindo na equação diferencial tem-se: 3 19 membro = (4C1e2X + 9C2e3X -Sexsenx .

. 1 = para y I 1 -->" ~ -1 = 3 e x = 2 => 3 = 4 + 2 C1 + I Iy a) eY (1 = x2. Solução: -~-~ = 2 ===> :x (:) = 2 para y = 1 e x = O ====> I C2.2 = sen - 1r 2 + C 2=1+C==>IC=11 I PR3 y = 1 + senx I dx A-ehe uma solução particular da equação diferencial d2.x + 1 I O + Y x2)dy - 2x(1 + eY)dx = Separando as variáveis temos: e 1 dy _ eY 1 2x dx _ O x 2 + + .~ = 2 satisfazendo às condições de fronteira y = 1 para x = O e y = 3 para x = 2.

J y2 .Jx3 + 3 dy 2y dy = O = O .f J dO + eY) 1 _ _2_X_2 dx = C1 1+x Jd(l 1 + x2) = C 1 + eY + X2 Qn 1 + e 1 + x2 Y = C 1 1 + eY --=C 1 + x2 b) X2(y2 + 2 l)dx + 2y .x2 .J x3 + 3 x dx + y2 + 1 ~#+3 ou + Qn(y2+ 1)=C1 Qn (y2 8 dx x3 + 3 + + 1)3 = C I PRs Resolva as equações diferenciais de 1~ ordem homogêneas: a) x dy = y + .

ycosx x + xcos. >y = vx > dy = v cix + x dv ====> >lt=v+x~I® Igualando CD com @ tem-se: 1= v v + J V2 - +x > : => ~ .) do 29 membro por x) .J y2 .cos- y y .ydy_ xcix O dy = ycos- cix y y .jv~v_ 1 -> ~nx f ~ f .J V2 - 1 = Cx =---~-> + .x2 = CX2 ==~> Cy = C2X2 2 + 1 b) (x sen y .--> = ~n(v + ..JV2 1 x 1) + C1 -> - v + JV2 > ~n ----=> v => Y = C2 > + ...L= v X .senx x cosL x rj'\ (dividiu-se todos os termos \.jv~v_ = - 1 +C.xsenx x xcosL x y dy = x dx .!:.y cos y) cix x x + x cos L dy = x O xsen- y y ..

Integrando ==> x4 x2 u =.f > Qnx cotgvdv -Qnsenv + C1 ---> + C1 ====> Qn(xse~v) = C1--> = PR6 Resolva a equação diferencial (x3 - 3 xy2 + 2)dx .y) = x 3 - 3xy2 +2 ===='> aM > ay = -6xy = -3x2y + y2 - aN + ==> [[]] aM ax = ay = aN -6xy em relação a x ax au = M(x.Como vemos é homogênea Fazendo a transformação pois : = F~~).y2)dy = O é exata pois: Esta equação diferencial M(x.3x2y + ['(y) .(3x2y .y) = x3 ax => 4 3xy2 2. @ Substituindo @ em CD e igualando + x _dv_ dx a @ tem-se: _v _co_s_v_-_s_e_n_v v = cosv sen v ---=xcosv dv dx x dx = -cotgvdv f~=.y) N(x.3-y2 2 + 2x + f(y) ===> au -a y = ..

I.2x 2xyQny =y 1 F. Logo 4 ====> d(_x_ _ 423 i X2y2 + 2x + y3) = O PR7 Resolva a equação diferencial: 2xy Qnydx M (x.ãX M aM aN 2x = + 2x Qny .Jy2 + 1 ==> ) _aN_ 2x = ax => aM =1= aN (-' ay ax nao e exata ay .ela y 2x~nyd< +(~2 + y Vy2 + l)dY = O . = e-Idy/y = e-2ny _ 1 y Se multiplicarmos a equação 1 dada por . y) + (x2 + y2 V y2 aM + l)dy = O = = 2xy Qny ==> x2 ay = 2x (1 + Qny) ====> N(x. y) então -3x2y 3 + t' (y) = -3x2y + y2 ou t' (y) = y2 e assim f(y) = ~ .y) + y2 .Mas ~~ = N(x.

.y2 + 1 > 1 dy ===> t(y) = J y .+ ['(y) =...-dl) x+1 2 1)4] = O + 1)3 ou dx x + 1 Y = (x .Jy2 + 1 y y ====> t' (y) => = y . y) = ~ (y2 + 1) . y) =aM Y aN + Y .y2 + > t(y) onde u (x.M(x.Jy2 + 1 e como du = O I x Rny 2 +t(y2 + 1) y'y2+ 1 = C I a) (x + l)dy - (2y + (x + 1)4]dx = O Multiplicando esta equação toda por (x + 11)dx tem-se: dy _ [ 2y + (x + dx _"/ . = -ax (e ay u(x.Jy2 + 1 = x2 Qny + t (y2· + 1) ..y) a ax = 2xQny => u = x2Qny + t(y) => au =y + ['(y) x2 >ay = N(x..+ Y .y) = 2xQny x2 => --- aM -a· = Y 2Y x N (x.y) --> > x2 x2 ===> .Jy2 + 1 ===..> exata) => 2~ y ax = =------> - aN.

M(x.vy2+1 => f(y) = f y J y2 + 1 dy ===> onde u (x. = -ax (e exata) ax u(x.J y2 --- + 1 ==='> aN = ax => 2~ y =------> - aN.J y2 + > 1 -> >['(y)=y.y) a = 2xQny I => (y) u = x2Qny + f(y) => > > au = y + f x2 ay x2 Y = N (x. y) = x2 Qny + t (y2' + 1) J y2 + 1 e como du = O I x2 Rny PRs + t (y2 + I) -fy2 + I = C I Resolver as equações diferenciais de 1~ ordem linear: a) (x + l)dy - (2y + (x + 1)4]dx = O Multiplicando esta equação toda por (x + 11)dx tem-se: dy _ [ 2y + dx _'. y) x2 -y +Y .y) = = aM ay 2xQny => aM -a· = Y x 2Y N (x.T (x x+1 + 1)4] = O + 1)3 ou d1J 2 x dx + Y 1 = (x . y) ===> __ + t' (y) =- x2 Y +Y .

J 2 x+ y2 ou 1 x_r= J J 2 1+ y2 Y d+C Y + y2 + C ou J2 I L di dt x = 2 + y2 + C .j 2 +y2 +R •i = E sen 2 t onde L.. E são constantes e i = O para t = O.x ! 11 u Q (x) = (x + 1)3 ==="> = e-2! dx/(x +1) = e-22n(x + 1) = (x + 1)2 1 (x 11)2 y = f (X 11)' (x 2 + 1)3 + C -> dx __ b) (2 > I ---=-+X+C Y (X + 1)2 X2 . R.2 + y2 x dx y =Y I e como ux = f uQ(y)dy + C resulta .P(X) .J 2 + y2 . A equação dada pode ser escrita assim: .(xy I = O + y2)dx + 2y + y3)dy Esta equação diferencial é linear considerando Multiplicando-a por (2 dx _ (xy dy x como função de y. +Y 12 )dy tem-se: + 2 2 y + y3) + y2 = O ou I di ...

y x = y2 Qn (equação de Bernoulli) x .2 L cos (2 • O)] + C 2EL R2 + 4L2 i = R 2 + 4L E 2 (R sen 2t .sen 2 t dt L L P(t) = ~ => E Q (t) = T sen 2 t U = e fP(t)dt = ef(R/L)dt = eRt/L e como u • i = f f u Q(t)dt + C temos: eRt/Li = E L e Rt/L 1 sen 2 tdt +C > eR t/L i = e R t/L ( R sen 2t . Assim: O = R2 C= + E 4 L 2 [R sen (2 • O) .R E -di + .2L cos 2t + 2Le-Rt/L) ddxY + 1.2 cos 2 L R2 -+4 t) + C ou ' L2 i = R 2 + 4L E 2 (R sen2t .i = .2L cos 2t) + Ce-Rt/L A constante C pode aqui ser determinada pois é dada uma condição inicial i = O para t = O.

.!..2XD .= x f Qnx dx x2 + C 1 ou I Y = I + ex + Qnx I l í Utilizando (D3 - O operador D podemos escrever a equação dada na forma 4 D2 + D + 6) y = O ou (D + l)(D .3)y = O .l x Q(x) =-- Ver resolução Volume I.. pág.l temos: y = .z dx x Qnx _1 (_y2 = Qnx ou y2 \ x dz 1 ---z=--dx x P(x) = -- x 1 x Qnx x =====> u = ef(-lIx)dx =.1 dy dy -. dy + _1 = y2 dx xy Qnx x CD Fazendo a transformação z =.y 2 -dz dx dz .J.--------> dx y2 dx dx e Iassim CD fica dZ) +. 235 ~ !.

36)y 3)y = O = O (D .D2 + 9 D . temos: Iy d:x4 d:x3 = C1e- x + C2e 2X + C3e3X I O PR12 Resolver a equação diferencial 4 3 2 .2)2(D .1)(D2 + 9)y = O As raízes da equação característica são 1 e ± 3 i.1. Logo. Logo. porém com multiplicidade 3. Após 10 minutos mediu-se a temperatura da barra acusando 40°C.9) y = O (D .8) y = O é 2. .3)(D + + As raízes da equação característica são: 2 (raiz dupla). Logo.3 e 3. Pergunta-se: . Como as raízes são distintas.As raízes da equação característica são . 2 e 3. I y = C 1eX + C2 cos 3 x + C3 sen 3 x I PR1S Uma barra de metal à temperatura de 60°C foi colocada em uma sala com temperatura constante e igual a 5°C. C2xe 2X A raiz da equação característica I y= dy _ dy dx3 d:x2 3 2 C1e 2X + + C3x2e2X I PR14 Resolva a equação diferencial: + 9 dy _ 9 y dx = O Solução: (D3 .d y _ 4 d y _ 5 d y + 36 dy _ 36 d:x Y d:x2 = Esta equação pode ser escrita na forma: (D4 ou - 4D3 - 5 D2 + 36D . Iy = C1e- 3X C~e3X + c3éx + C4xe 2X PR 13 Resolva a equação diferencial (D3 - 6 D2 + 12 D .

T 5 = 40° C onde = = e assim T 10 5 + 55 e-lOK ====> = 5 + 55 e-O.a) qual o tempo necessário para a barra chegar à temperatura b) qual a temperatura da barra após 22 minutos? Solução: A lei de Newton para variação da temperatura diz: de 10°C? "a taxa de variação de temperatura de um corpo é proporcional à diferença de temperatura entre o corpo e o meio ambiente". T a) para T 60 para t 40 + Ce-Kt I = = 5 + Ce-Kt. positiva. t 5 = O segue-se que ==> = = + Ce-K•o IC= 35 55° I => K 10 minutos.0451 Quando T = 100e tem-se: ====>.045lt • + 55 e-O. O sinal negativo na frente de K aparece a fim de tornar ~~ negativa· em um processo de resfriamento.Tm) > O e K é uma constante de proporcionalidade. 60°C.\ t == 53 minutos I .0451t = 55 e-1oK = 0. A expressão ® pode ser escrita assim: I dT +KT=KT . T a temperatura do corpo Tm a temperatura do meio ambiente ~~ a taxa de variação da temperatura do corpo onde (T . dt m T = Tm Assim.

0. b) A população após 50 anos. b) Uma expressão para a posição do corpo no instante t.0549 > e20K = 3 ====>_1K = ==> I > para t = 6 ====> 1'1 = 80.000 80.0451 <22 ====> I T == 25.000 = Noeo.054906 ====> i No == 57. No a população inicial e ~ populacional. c) A posição do corpo após 3 segundos. Solução: Seja 1'1 a população no instante t. Assim. .T = 5 + 55 e-O. Determine: a) A população inicial.4°C I PR16 Uma certa cidade tem crescimento populacional a uma taxa proporcional ao número de habitantes existentes.000 habitantes.548 habitantes I PR17 Um corpo de 64 Newtons de peso cai de uma altura de 400 metros com velocidade inicial de 5 m/sego Supondo a resistência do ar proporcional à velocidade do corpo e sabendo-se que a velocidade limite é de 140 m/seg determine: a) Uma expressão para a velocidade do corpo no instante t. dN dt a taxa = KN --> dN 1'1 = K dt > > QnN = Kt + C 1 ====> I 1'1 = Ce K t I = C a) para t = O ====> 1'1 = No > I No 1-> 1'1 = Noe Kt para t = 20 ====> --> 1'1 = 31'10==>: 31'10 = Noe20K. Após 20 anos sua população triplica e após 6 anos é de 80.

Duas forças atuam no corpo: a força de atrito e a força peso. é a velocidade limite do corpo para K >mg = 64N - = 64 => I m = 6.Kv e P = mg =-> => dv m dt = -Kv dv + Kv dt + . Conforme lei de Newton F = m c:.Solução: a) Consideremos a massa e a gravidade constantes. mg > dv dt ==">m - = mg => + Kv m __ g I v =~ onde Vi = ~ Para P + Ce- Kt1m I > O. (F é a força resultante que atua sobre o corpo)..4571 .53 kg I I Vi = 140 m/seg => "Jt = 140 ====>I K = 0. Assim: F = Fa + P e como Fa = .

57 e-O. --.57 e-O.928. Determine a corrente no circuito no instante t = 3 segundos.928 57l expressão .57 e-O. = É:-R'L1 ( _ e-Rt/L) . corpo no mstante t c) Após 3 segundos.o7t I ou = v ---> dy dt = 140 .+ -[ dt dt L E =-=> L => I· l = EL = li + Ce -Rt/L C I solução EL geral .928.PR 18 Um circuito RL tem força eletromatriz de· 10 volts.da posição do ' _.07°0 +C I .928.57 onde y = 54.Para t = O => -->- V = 5 m/seg => 135. EL EL z=-R---R-e -Rt/L --> Iz.o7t dy = 140dt .135e-o.07°3 - 1.o7tdt I para t = O -> y = 140 t + 1.928. sendo a corrente inicial nula.7 metros. = Ri + L -====>-.928. temos y = 140 o 3 + 1.o7t - 1. uma resistência de 5 n e indutância de 10 henrys. y = 140 t + 1.57 e-O.135 e-o. Como i = O para t O -> = - R e aSSIm .135 e-O. Solução: E di di R.o7t O = 140 o + O C I + y = O => + 1. 5 = 140 + C => C =- Logo a expressão procurada é: Iv= b) Como dy dt 140 . .

Determine: a) A massa restante após 12 horas.l possui comprimento igual a 4 Q e está livremente suportada por suas extremidades.047 ====> t = Qn 0.047t => ==:> -0.5 miligramas I e-O.5 0. I Solução: Seja N a quantidade de substância presente no instante t e como a substância diminui a uma taxa proporcional à quantidade presente tem-se: dN dt=KN dN >/i=Kdt>QnN=Kt+C1--> N ===-=>. b) O tempo necessário para que a massa inicial fique reduzida à metade (half-life ).047-12 -> I N = 45.047 I t == 14.0471 a) para t = 12 horas tem-se: N = 80 e-O.--> ===> ~ -0.\ para t = O => Assim I N = 80e Kt = Ce Kr [ N = 80 ====>.5 ====> b) para N = 8 0 = 40 miligramas tem-se: 2 40 = 80 e-O.80 = CeK-o ====>I C = 80 I I N = 72.i = 10 ~ 10 (1 _ e-S-3IlO) => I i == 15.7 horas I PR20 Uma viga horizont3.8 = 80 e2K => = para t = 2 h· . a quantidade de material é de 80 miligramas e após duas horas perde-se 9% da massa original. Inicialmente.5 Ampêres PR19 Uma certa substância radioativa diminui a uma taxa proporcional à quantidade presente.8 miligramas ====> 72. t = QnO. .5 -->. Achar a equação da curva elástica e a deflexão máxima da viga sendo a carga w kg por unidade de comprimento.o47t = 0.

x metros de P. e igual à metade da carga. admitida como concentrada no meio de OP e. assim. Da mecânica temos: E = módulo da elasticidade do material da viga I = momento de inércia da seção transversal R = raio de curvatux:a da curva elástica. b) Uma força. I® C1 Como no meio da viga x El' O e a 21 e : = O. a x metros de P. 2 wQ.o y=o x=o - 1 --x2 ----1 y=o = x 2 wl R 41 As forças externas que agem no segmento OP são: a) A reação do apoio em O. isto é. no ponto P M = momento fletor em P Mas M = 2w/x . tem-se: = wl(21)2 _ w(21)3+ 6 C1--> -- = __ 8 3 w13 @ fica: . x = 2w/x'- .wx . wx2 e assim: Integrando CD temos: EI * = = wlx 2 ~ + C. orientada para baixo. a . de wx kg.

é dada por .x) 1 2 dy = O d.1281 ) 4 4 = 80 w14 24EI = 10 w14 3EI PR21 Uma viga horizontal engastada em uma extremidade e com a outra em balanço. sendo que a. está sujeita a uma carga uniformemente distribuída de w kg por unidade de comprimento.y. Ache a curva elástica e a deflexão máxima. -(1. deflexão máxima ocorre no meio = 2l) e.fu (8lx (x 3 - x' .24 x - w 4 3" wl x 8 3 I y = z.x .. conforme ®' temos: w J4 -Ymáx =- 24EI(64t ..x .64Z3x) I @) A deflexão ou afundamento da viga em um ponto qualquer.161 .Integrando @ temos: wl = -3 x 3 EI Y . distante x unidades de O.wl x + C2 24 3 w 4 8 3 e a expressão EI y ® wl 3 fica: = 3" x .

Seja P (x..O) + C1 ==>: C 1 CD toma dx dv EI ::::L.lO de PR.!. A única força agindo é a carga w (l ."wI x 6 3 + _1 ~ wZ4 ou I y = 2iirr [-(I _Y' max X)4 - 4l"x + 1411 "curva elástica" =- w [-(1-1)4-4-[3-1+14]= 24EI W 4 ) .(l2 X)2.X)4 -t Wl3x +C2 1@) e a @ Ely fica = . Então.x) no me.31 = 8 EI wZ4 .w(z2 X)2 d2y e EI dx2 = -"2 w (l Integrando esta expressão > y Eld = -1 w (Z - dx 6 - x) 3 + C1 CD 1 = . = -1 W (l - 6 X)3 - -1 6 wz3 ® II Integrando a@=="> ==>·1 Ely = . y) um ponto qualquer da curva.~ w(l.!.. x) = _. M = -w(l1 x)...24 EI (.!._1 w(l - " ~ xt _ .6" wl 3 Como em O x EI • O A = O e : = 3 O temos: 1 = 6" w (l a forma .

dt2 2 = O Logo. substituindo em Q).(-125 .250)q = O .375 z)]q = O I qh = e- 12st (C1 cos 375 t + C2 sen 375 t) (solução homogênea) I Solução particular q =A > dq dt = O tem-se: > dq .0088 = qh + qp q = e12st > (C1 cos 375 t ==> + C2 sen 375 t) + ® (solução geral) .250A = 1.250q = Solução homogênea CD (D2 [D + 250D + 156. + dt 80 X 10-6 1.0088 (solução particular) I 0.375 q = 11O ~~ + 250 ~ + 156. O + 250 • O + 156.0088 I Como q qp = 0..(-125 + 375 z)][D .A equação diferencial é O08 ~ .375 > A = 0. dt2 + 20 E9.

0088 375 C2 - 125 C1 = 0=> C2 '" -0.y .003 sen 375 t) + 0. + C2x .0088 I i = e-125t (3.Como q = O e i = O..0. para t = O.025 cos 375 t I a) (d 3y dx3 )2 + 4 dy _ 2 = O dx b) y (ddx)3 + 3 d2y dx 2 .0088 cos 375 t .2 -.y .0.2 .seu (x + Ci) é solução de (~.4 Y = 6 c) PP 2 j: + y = 5y2 Mostre que: a) y = C1 b) Y COS 2x + C2 sen 2x + senx é solução de d2~ dx + 4 y = 3 senx = Cle x + C2e 2X + C3e-x' e + 3 1 d dy souçao d e ..675 sen 375 t . vem ® ==> @ ---> C1 = -0.J = +(a.003 q = e-125t (- 0.dy 3 2 dx dx dx 2 + 2y = O c) Y = xe2X d) y eX é solução de d y _ 4 dy dx2 dx + 4 Y = eX I = C.

: -vi 1 + x2 + d) cos x vi 4 .y2 = C dx = O 5)y e) (3x + 1)2dy + (2y2 + Resp.xdy =O c) x .: y = arcsen (C .l)e2X - 4e-Y = C = eX cosy Resp.-vi 4 .: 8 3(2y2 + 5)2 .e-X) .a) dy = e3X dx 3 - 4x b) d y dx3 = O 1 Resp.. Cl2" x2 .3x + 1 = C Resp.: g) dx dy (2x . dx .y2 dx ..: a)y =3ej~ b) y .J 1 + x2 =O = C sen x dy = O Resp.: 2 -vi 1 + senx .J 1 + y2 vi 1 +Y + Resp.2x2 + C + C2x + C3 PP 4 Resolva as equações diferenciais de variáveis separáveis: a) (l + y2)dx + (1 + x2)dy = O b) (1 + y2)dx .J 1 + y2 + Y !!:l.

.J y2 .: )'2 = _x2 (1 + Qn 1Cx ) 2 g) x cos.l.: + ~ (2y + 3x) = O y2 .x2 c) dy dx = 2xy 3x2 _ y2 Resp.Cx e) xdy ..: y2 = x2 . resolva-as.. .ydx Resp.. a) 4x .3y Resp.2xy dy = dx PP 5 Resolva as equações diferenciais de 1~ ordem homogêneas.: = xeY/xdx + Qn x e-Y/x = C Resp. Em caso atirmativo.h) .3xy 2x2 = C b) x dy = y dx + .ydx) Resp. (ydx x + xdy) = y sen y (xdy x .: xy cosL x = C PP 6 Verifique se as equações diferenciais propostas são exatas.

y(~ny) e) _dy= _2_+_y_e_x_y_ dx + y + 4x =C 2y .: x sen (x dx + x cos (x + y) dy = O + y) = C PP7 Resolva as equações propostas a) xdy .4 ~nx)dx + (x3 - ~ny)dy = O .xexy 2x Resp.: + eYx - y2 =C g) Lx cos (x + y) + sen (x + y)] Resp.: = .: 2y usando um fator integrante conveniente.c) (eX + 2y)dx + (4eY + 2x)dy = o Resp.4x ~nx .ydx Resp.: x3y . Resp. + + x3dx = O x3 = Cx b) (x2 + x .2xydy CeYz/x = O Resp.y)dx + xdy = O c) (x + y2)dx x .: eX + 2xy + 4eY =C d) (3x2y .

: dv c)..y)dx .l)dx + (y3 - Y + 2x)dy =O f) tg x ~ +y = sec x g) (y2 + l)dx + (2xy + l)dy C-y =O Resp.d) (x + 3 y) dx + x dy = C a) dy dx + 8y = eX Y = 1.: x =-1 + y2 h)~ dx + Y cotgx = 5eoosx . + Ce-8X Resp. eX 9 Resp'.::L.: + l)y = (x + 1) senx + cosx + C d) (sen2x . + x~ - 1 dx + -. y = Ce Y _X2 .tgxdy = O e) (y2 ..1 x+l (x = cosx Resp..

conforme 'as .4 x) y6 5 Resp.: ~ y5 = -4x .cular para as equações diferen. .c) y2 : Resp.J t2 = O (O = O para t = 2) = 8 Resp.J t2 + 5 dO 2.c) (x2 .: + 3) 2 + 4 (x + .: .: dv -"4 + Ce2X b)..(1 .: b) (x + 5 + J 2 02 + 4 + 3)3dy + (x + 3)2ydx = y =1 (x dx (y 33 3) = 2 para x .3 + Cex .yx)dx (y = 2 para x = 3) d) Z = 2x [f'(2) = 3.ciais propostas.cosy = O PP 10 A.[(0) = -2] .=L dx + -1 Y 5 1 = .condições dadas: a) t J20 2 + 4 dt + O .- dy Y + x 3 . 1) Resp.xy)dy = (y2 . ['(1) = 2.xy3 - X = O y3 = -1 + Ce(312)X 2 dx x d) 2 .a) 2 dy dx + 4xy + xy3 "2 = y 1 1 =O 2 Resp.che uma solução parti.

y.6y = O dx dx d) - d3y dx3 .: y = e2X (C1 cos 2x + C2 sen 2x) ..e) 3xydx + x2dy = -2xdx (y = 1 para x = -1) = O 2 Resp·. 3 5 + -3 PP 11 Resolva as equações diferenciais lineares de 2~ ordem homogêneas (coeficientes constantes). a) d y dx2 2 + dy dx _ 12y = O d2y dy c) ..•..4 .6- d'2y dx2 + 12 - dy dx .v3 + .x3 .8y = O e)3--2--5y=0 2 dx d2y dy dx f) d y _ 10 d y dx4 dx3 4 3 + 36 d y _ 54 dx2 2 El. + 27y dx = O Resp.2 ..

1) 2 c) . ~ 2 .h) d y dx2 2 + 2 !JE.4dx2 d:x d2y + 3Y = d2 d) 2 ~ +y = 2 (x2 +x + 1) Resp.: y = ( C1 dy + C2x ) e cosx Kx +. e X (K .: y = 2r + 2x .6 + c. + 3y dx =O PP13 Resolva as equações diferenciais de 2~ ordem lineares (coeficientes constantes) não homogêneas pelo método dos coeficientes a determinar: . x)+ c sen(V. a) d y _ 2 dy dx2 d:x 2 +y = x3 Resp.cos(V.

Verificou-se que após 10 minutos a temperatura do corpo atingiu 32°C.: a) 34 minutos aproximadamente b) 49.2 minutos aproximadamente .: a) 74.8°C aproximadamente. Pergunta-se: a) qual o tempo para a barra atingir a temperatura de 65°C? b) após 50 minutos qual a temperatura da barra? Resp. Um corpo estava inicialmente com temperatura de 10°C. Resp. com temperatura de 120°C em um ambiente cuja temperatura é constante e vale 8°C. Colocou-se este corpo em um recipiente cuja temperatura constante era de 120°C.4°C aproximadamente b) 16. Pergunta-se: a) a temperatura do corpo após 40 minutos. b) o tempo necessário para o corpo atingir 43°C. dx2 - d 22 dx + 2 y = x2eX 1) ~ d2 dx2 + 2~ d dx + 2y = x2 + senx PP14 Idem.EQUAÇÕES DIFERENCIAIS d2 e) ---2. pelo método "VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS" a) d y _ dy _ 2y = 5x2 dx2 dx 2 Colocou-se uma barra de metal. Após 30 minutos mediu-se a temperatura da barra encontrando o valor de 70°C.

b) uma expressão para a posição do corpo no instante t.3 miligramas 9._ 200 609 cos 3 t + ~ I 609 sen 3 t + 6 236 -40t 1 609 e PP18 Um corpo é abandonado de uma altura de 800 metros.4e-O.144 habitantes aproximadamente PP21 Um paraquedista cai no espaço sob a ação da gravidade. Resp.100e-o. E= 3 cos 3tVolts ~ Resp.100 t + 1 020.4 PP19 Uma substância radioativa diminui a taxa proporcional à quantidade presente.: 85.: v = 100 . Qual a sua população após 20 anos da data inicial? Resp. Se a resistência doar é proporcional à velocidade da queda. b) o tempo necessário para que a massa se reduza à metade. l-I . .PP 17 No circuito ao lado determine a corrente no instante t supondo a corrente inicial igual a 4 amperes. 100 m/seg e 5 kg. e sabendo-se que a velocidade limite e sua massa valem. c) a velocidade e a posição do corpo depois de 10 segundos.: a) b) 51. determine a distância percorrida no tempo t supondo que tal paraquedista parte do repouso para t = O. respectivamente. Sendo a quantidade de material 80 miligramas e verificando-se que 3 horas depois sua massa original diminui em 20%. Supondo a resistência doar proporcional à velocidade do corpo. Após 7 anos a sua população aumenta em 28% e após 10 anos é de 60. Resp.3 horas PP20 A população de uma determinada cidade cresce a uma taxa que é proporcional ao número de habitantes existentes.098t y =. determine: a) uma expressão para a velocidade do corpo no instante t.098t - 1020. determine: a) a massa que resta após 6 horas.000 habitantes.. .

700 bactérias aproximadamente b) 3 horas aproximadamente PPZ5 Em urna população de 10.: a) 87 kg aproximadamente b) 24 dias aproximadamente 2 1]. PP24 Urna população de bactérias cresce de um tamanho inicial de 200 para um limite de 400. g a aceleração da K m J gravidade e K o fator de proporcionalidade na resistência do ar. Considerando que o indivíduo infectante assim permanecerá durante todo o processo de transmissão.: a) 26.: y = m ![Kt + e-Ktm _ onde m é a massa. a) o tempo necessário para que a metade da população esteja totalmente infectada.: a) 3 mese~ e 14 dias aproximadamente b) 3. Após 2 horas a população cresceu para 10. Supondo que a perda foi proporcional ao péso do indivíduo pergunta-se: a) o peso do indivíduo após 12 dias. nenhum indivíduo será removido e que após 20 dias 6 indi'V1d'UOS se apresentavam infectados. Resp.207 aproximadamente b) 10 noras e 40 minutos aproximadamente PP23 Num estudo de jejum.: a) 269. Assumindo que o crescimento é governado pela lei logística pergunta-se: a) a população de bactérias após 6 horas. Resp.000 indivíduos igualmente suscetíveis é introduzido um indivíduo infectante. a população cresce até 800.000 bactérias e após 8 horas cresceu para 180. Pergunta-se: a) o número de bactérias após 4 horas. já Pergunta-se. Resp. b) o número de infectados após 3 meses e 8 dias. Resp.803 aproximadamente .240.. b) o tempo necessário para o número de bactérias chegar a 650. b) o tempc necessário para que a população inicial de bactérias cresça para 13.000 bactérias. na primeira hora.000. PP22 Urna população de bactérias cresce a urna taxa proporcional à popu· lação. Suponhamos que.000.Resp. b) o número de dias para que seu peso alcançasse 80 kg. o peso de um indivíduo caiu de 95 kg para 78 kg em 27 dias.

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