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CURSO DE EVAPORAÇAO DE CALDO

CURSO DE EVAPORAÇAO DE CALDO Reunion Conteúdo Objetivos Evaporação Tipos de evaporadores Elementos de
CURSO DE EVAPORAÇAO DE CALDO Reunion Conteúdo Objetivos Evaporação Tipos de evaporadores Elementos de

Reunion

CURSO DE EVAPORAÇAO DE CALDO Reunion Conteúdo Objetivos Evaporação Tipos de evaporadores Elementos de
CURSO DE EVAPORAÇAO DE CALDO Reunion Conteúdo Objetivos Evaporação Tipos de evaporadores Elementos de

Conteúdo

Objetivos Evaporação Tipos de evaporadores Elementos de evaporadores Operação da evaporação Controle operacional Cálculo de um conjunto de evaporação

Objetivos

Objetivos ReunionReunion Os sólidos solúveis se dividem em: açúcares (que são de nosso interesse recuperar); e,
Objetivos ReunionReunion Os sólidos solúveis se dividem em: açúcares (que são de nosso interesse recuperar); e,

ReunionReunion

Objetivos ReunionReunion Os sólidos solúveis se dividem em: açúcares (que são de nosso interesse recuperar); e,
Objetivos ReunionReunion Os sólidos solúveis se dividem em: açúcares (que são de nosso interesse recuperar); e,

Os sólidos solúveis se dividem em:

açúcares (que são de nosso interesse recuperar); e,

não açúcares (compostos orgânicos e inorgânicos - sais).

Uma análise de caldo misto pode mostrar:

Brix = 14,1 %

Pol = 12,1 % (total de sólidos solúveis açúcares) Pureza = 85,8 %

(total de sólidos solúveis)

Água = 85,9 %

(100 - Brix)

O objetivo da operação de evaporação é a remoção da maior parcela possível da água contida no caldo clarificado, sem incorrer na cristalização da sacarose. Ou seja, objetiva a máxima concentração sem o aparecimento de cristais de sacarose.

Evaporação

Evaporação ReunionReunion O caldo é geralmente concentrado até 60 a 65 o Bx, necessitando para tanto
Evaporação ReunionReunion O caldo é geralmente concentrado até 60 a 65 o Bx, necessitando para tanto

ReunionReunion

Evaporação ReunionReunion O caldo é geralmente concentrado até 60 a 65 o Bx, necessitando para tanto
Evaporação ReunionReunion O caldo é geralmente concentrado até 60 a 65 o Bx, necessitando para tanto

O caldo é geralmente concentrado até 60 a 65 o Bx, necessitando para

tanto que cerca de 75 % de seu conteúdo de água seja removido. A evaporação pode ser feita em:

um único efeito:

tachos usados antigamente para produção de

múltiplo efeito:

açúcar mascavo (inicialmente com fogo direto e posteriormente com vapor). sistema empregado pelas usinas e que promove

economia de vapor de aquecimento (e bagaço). O múltiplo efeito, além de promover economia de vapor de aquecimento, gera vapor (chamado vegetal) para uso no aquecimento de caldo e no aquecimento dos cozedores a vácuo.

A condensação de vapor no múltiplo efeito gera condensado, utilizado como água de alimentação de caldeira, atendendo a maior parte desta necessidade.

ReunionReunion
ReunionReunion

ReunionReunion

ReunionReunion

Múltiplo Efeito

Múltiplo Efeito ReunionReunion Para que o vapor gerado por uma caixa (corpo) possa aquecer e levar
Múltiplo Efeito ReunionReunion Para que o vapor gerado por uma caixa (corpo) possa aquecer e levar

ReunionReunion

Múltiplo Efeito ReunionReunion Para que o vapor gerado por uma caixa (corpo) possa aquecer e levar
Múltiplo Efeito ReunionReunion Para que o vapor gerado por uma caixa (corpo) possa aquecer e levar

Para que o vapor gerado por uma caixa (corpo) possa aquecer e levar o caldo da caixa seguinte à ebulição é necessário que haja uma diferença de temperaturas que permita o transporte do calor do vapor ao caldo. Este efeito pode ser conseguido pela diminuição da pressão no topo da caixa seguinte.

Num múltiplo efeito este efeito é conseguido pela diminuição da pressão no topo da última caixa.

Tab. 1 - Relação entre pressão e temperatura de ebulição

Reunion

entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   P r essão   T e m
entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   P r essão   T e m

Reunion

entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   P r essão   T e m
entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   P r essão   T e m
 

P r essão

 

T e m p e r a tu r a

k g f/c m 2 (a )

p .s .i.g

 

( o C )

2

,7

24,1 8

 

129,3 4

2

,6

22,7 6

 

128,0 8

2

,5

21,3 3

 

126,7 9

2

,4

19,9 1

 

125,4 6

2

,3

18,4 9

 

124,0 8

2

,2

17,0 7

 

122,6 5

2

,1

15,6 4

 

121,1 6

2

,0

14,2 2

 

119,6 2

1

,9

12,8 0

 

118,0 1

1

,8

11,3 8

 

116,3 3

1

,7

9

,9 6

1

14,5 7

1

,6

8

,5 3

1

12,7 3

1

,5

7

,1 1

 

1 10,7 9

1

,4

5

,6 9

 

1 08,7 4

1

,3

4

,2 7

 

1 06,5 6

1

,2

2

,8 4

 

1 04,2 5

1

,1

1

,4 2

1

01,7 6

1 ,033

0

,4 7

 

100,0 0

Tab. 2 - Relação entre pressão e temperatura de ebulição

Reunion

entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   V ácu o k g f/c m
entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   V ácu o k g f/c m

Reunion

entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   V ácu o k g f/c m
entre pressão e temperatura de ebulição Reunion Reunion   V ácu o k g f/c m
 

V ácu o

k g f/c m 2 (a )

“ H g

(vácu o )

( o C )

0

,895

 

4

96,0

0

,833

 

5

95,0

0

,800

 

6

93,9

0

,767

 

7

92,7

0

,733

 

8

91,5

0

,567

 

1

3

84,8

0

,533

 

1

4

83,3

0

,500

 

1

5

81,6

0

,467

 

1

6

79,9

0

,433

 

1

7

78,1

0

,267

 

2

2

66,5

0

,200

 

2

4

60,2

0

,167

 

2

5

55,8

0

,136

 

2

6

51,5

0

,101

 

2

7

45,5

ReunionReunion Príncipio de Rillieux Num múltiplo efeito o prin cípio de Rillieux diz que: “Um
ReunionReunion Príncipio de Rillieux Num múltiplo efeito o prin cípio de Rillieux diz que: “Um

ReunionReunion

Príncipio de Rillieux

ReunionReunion Príncipio de Rillieux Num múltiplo efeito o prin cípio de Rillieux diz que: “Um quilograma
ReunionReunion Príncipio de Rillieux Num múltiplo efeito o prin cípio de Rillieux diz que: “Um quilograma

Num múltiplo efeito o princípio de Rillieux diz que:

“Um quilograma de vapor evaporará um número de quilogramas de água do caldo igual ao número de corpos do múltiplo efeito”.

Portanto:

- num quádruplo efeito, um quilo de vapor evaporará quatro quilos de água;

- num quíntuplo efeito, um quilo de vapor evaporará cinco quilos de água.

Vantagens do uso do múltiplo efeito

Vantagens do uso do múltiplo efeito ReunionReunion Exemplo: Qual seria o consumo de vapor de escape
Vantagens do uso do múltiplo efeito ReunionReunion Exemplo: Qual seria o consumo de vapor de escape

ReunionReunion

Vantagens do uso do múltiplo efeito ReunionReunion Exemplo: Qual seria o consumo de vapor de escape
Vantagens do uso do múltiplo efeito ReunionReunion Exemplo: Qual seria o consumo de vapor de escape

Exemplo: Qual seria o consumo de vapor de escape para se concentrar 100 toneladas de caldo por hora de 15 o Bx até 60 o Bx, num triplo, num quádruplo e num quíntuplo

Economia de vapor = Princípio de Rillieux descrito acima.

efeito?

   

Água

Consumo de

 

Tipo

N o de efeitos

Evaporada

Vapor de

Economia

(t/h)

Escape (t/h)

(%)

Simples

1

75

75

0

efeito

Triplo

3

75

25,00

67

Quádruplo

4

75

18,75

75

Quíntuplo

5

75

15,00

80

Aumento da diferença de temperaturas para evaporação. Maior diferença de temperaturas entre o vapor de aquecimento e o caldo, correspondente à diferença entre as temperaturas de ebulição do caldo no primeiro e no último efeito. Diminui o tempo de exposição do caldo a altas temperaturas. Desta forma se evita a inversão, a caramelização da sacarose e portanto a formação de cor, que é maior à medida em que o caldo se torna mais concentrado.

ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura Superior : Existe uma temperatura crítica acima da qual o
ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura Superior : Existe uma temperatura crítica acima da qual o

ReunionReunion

Limites de temperaturas

ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura Superior : Existe uma temperatura crítica acima da qual o aç
ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura Superior : Existe uma temperatura crítica acima da qual o aç

Temperatura Superior:

Existe uma temperatura crítica acima da qual o açúcar contido no caldo tende a caramelizar, causando ao mesmo tempo a perda de sacarose e a formação de cor. A cor persistirá até a formação do cristal no cozimento, comprometendo sua qualidade. Na literatura, para caldo de cana, há várias recomendações, que variam de 118 a 125 o C, como temperaturas máximas a serem atingidas pelo caldo em evaporadores comuns (“Robert”) operando como primeira caixa (pré-evaporador), onde o tempo de contato pode ser de alguns minutos (3 a 4 minutos).

Por segurança não se deve exceder o valor de 120 o C, a uma pressão relativa de 1,0 kgf/cm 2

Evaporadores de passagem rápida permitem o uso de temperaturas maiores. O

quadro abaixo

Tipo

mostra as condições para primeira caixa (pré-evaporador).

Caldo

Vapor de aquecimento

 

T máx ( o C)

P

(kgf/cm 2 r)

T máx ( o C)

P (kgf/cm 2 r)

Robert

120

 

1,0

125

a 130

1,3 a 1,7

Kestner

125

 

1,3

130

a 135

1,7 a 2,2

No caso de evaporadores de filme-descendente, onde a passagem de caldo é muito rápida, se permitem temperaturas de até 130 o C.

ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura inferior: O limite da temperatura inferior é dada por: Aumento
ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura inferior: O limite da temperatura inferior é dada por: Aumento

ReunionReunion

Limites de temperaturas

ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura inferior: O limite da temperatura inferior é dada por: Aumento da
ReunionReunion Limites de temperaturas Temperatura inferior: O limite da temperatura inferior é dada por: Aumento da

Temperatura inferior:

O limite da temperatura inferior é dada por:

Aumento da viscosidade do xarope dificultando a transmissão de calor; Arraste

Em evaporadores tipo Roberts, a temperatura no último efeito deve ser mantida ao redor de 55,8 o C, que corresponde a um vácuo de 25 “Hg. Não se deve operar a evaporação com um vácuo na última caixa inferior a 24 “Hg (60,2 o C) e nem superior a 26 “Hg (51,5 o C).

ReunionReunion Diferença total de temperaturas Diferença total de temperatura disponível para operação:
ReunionReunion Diferença total de temperaturas Diferença total de temperatura disponível para operação:

ReunionReunion

Diferença total de temperaturas

ReunionReunion Diferença total de temperaturas Diferença total de temperatura disponível para operação:
ReunionReunion Diferença total de temperaturas Diferença total de temperatura disponível para operação:

Diferença total de temperatura disponível para operação:

Respeitando-se os limites apresentados se obtém esta diferença:

Vapor de aquecimento = 127 o C Vapor do último efeito = 56 o C Diferença disponível = 71 o C

ReunionReunion Limite de concentração A concentração na qual o açúcar conti do no xarope começa
ReunionReunion Limite de concentração A concentração na qual o açúcar conti do no xarope começa

ReunionReunion

Limite de concentração

ReunionReunion Limite de concentração A concentração na qual o açúcar conti do no xarope começa a
ReunionReunion Limite de concentração A concentração na qual o açúcar conti do no xarope começa a

A concentração na qual o açúcar contido no xarope começa a cristalizar está ao redor de 78 a 80 o Bx. Por segurança, para se evitar que ocorra a cristalização de açúcar, deve-se evitar a elevação da concentração do xarope acima de 70 a 72 o Bx

Deve ser meta da estação de evaporação a produção de xarope com concentração de 65 o Bx.

Vantagens do uso de xarope com esta concentração:

Economia de vapor no cozimento.

Menor tempo envolvido nas operações de cozimento.

ReunionReunion Tipos de Evaporadores Os equipamentos de evaporação mais encontrados nas usinas de açúcar no
ReunionReunion Tipos de Evaporadores Os equipamentos de evaporação mais encontrados nas usinas de açúcar no

ReunionReunion

Tipos de Evaporadores

ReunionReunion Tipos de Evaporadores Os equipamentos de evaporação mais encontrados nas usinas de açúcar no Brasil
ReunionReunion Tipos de Evaporadores Os equipamentos de evaporação mais encontrados nas usinas de açúcar no Brasil

Os equipamentos de evaporação mais encontrados nas usinas de açúcar no Brasil são do tipo “Robert”. Além deste há outros tipos no mercado mundial, alguns já instalados no Brasil, como os a placas e os de filme descendente.

ReunionReunion Evaporador Robert É o equipamento de evaporação de construção mais simples e de fácil
ReunionReunion Evaporador Robert É o equipamento de evaporação de construção mais simples e de fácil

ReunionReunion

Evaporador Robert

ReunionReunion Evaporador Robert É o equipamento de evaporação de construção mais simples e de fácil instalação
ReunionReunion Evaporador Robert É o equipamento de evaporação de construção mais simples e de fácil instalação

É o equipamento de evaporação de construção mais simples e de fácil instalação e operação. É constituído de um feixe tubular, um domo superior para separação de arraste e coleta de vapor e um fundo para circulação de caldo.

Aspectos construtivos:

O feixe tubular, também chamado de calandra, é formado por dois espelhos perfurados, onde são fixados os tubos por mandrilhamento. Geralmente são utilizados tubos com diâmetro de 38,1 mm (1 ½ “), de aço carbono, cobre ou aço inox. O comprimento dos tubos varia de 2,0 a 4,0 m dependendo de sua posição no múltiplo efeito. Com a finalidade de se diminuir o risco de arraste de gotículas de caldo pelo vapor de água que deixa o evaporador, a altura do domo superior deve ser igual a 2 a 2,5 vezes o comprimento dos tubos. A literatura chega a citar um mínimo de 1,5 vezes o comprimento dos tubos, mas o ideal é que não seja inferior a duas vezes este comprimento. Lembrar que “o melhor separador de arraste é a altura do espaço vapor acima do espelho”. Vantagens deste equipamento:

-Equipamento de construção simples; Fácil instalação e operação; Múltiplo efeito é auto-regulável;Menor custo; Fácil automação; Bom para separação de arraste. Desvantagens:

- Capacidade limitada de troca térmica;

- Maior tempo de retenção do caldo em temperaturas mais altas.

VAPOR

VEGETAL

VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo

Reunion

SEPARADOR DE

ARRASTE

CENTRÍFUGO

VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo
VAPOR VEGETAL Reunion SEPARADOR DE ARRASTE CENTRÍFUGO VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Fig. 1 - Evaporador tipo

VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS

Fig. 1 - Evaporador tipo Robert

VAPOR DE AQUECIMENTO

Fig. 1 - Evaporador tipo Robert VAPOR DE AQUECIMENTO ENTRADA DE CALDO CONDENSADO SAÍDA DE CALDO
Fig. 1 - Evaporador tipo Robert VAPOR DE AQUECIMENTO ENTRADA DE CALDO CONDENSADO SAÍDA DE CALDO
Fig. 1 - Evaporador tipo Robert VAPOR DE AQUECIMENTO ENTRADA DE CALDO CONDENSADO SAÍDA DE CALDO

ENTRADA DE CALDO

Fig. 1 - Evaporador tipo Robert VAPOR DE AQUECIMENTO ENTRADA DE CALDO CONDENSADO SAÍDA DE CALDO

CONDENSADO

SAÍDA DE CALDO CONCENTRADO

Múltiplo Efeito

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion

ReunionReunion

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion

Múltiplo Efeito

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion

ReunionReunion

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion
ReunionReunion
ReunionReunion

Múltiplo Efeito

ReunionReunion Múltiplo Efeito
ReunionReunion Múltiplo Efeito

ReunionReunion

ReunionReunion Múltiplo Efeito
ReunionReunion Múltiplo Efeito
ReunionReunion Múltiplo Efeito

Múltiplo Efeito

ReunionReunion Evaporador Kestner Nos evaporadores Kestner ( ver figura 3 ), como nos Robert, o
ReunionReunion Evaporador Kestner Nos evaporadores Kestner ( ver figura 3 ), como nos Robert, o

ReunionReunion

Evaporador Kestner

ReunionReunion Evaporador Kestner Nos evaporadores Kestner ( ver figura 3 ), como nos Robert, o caldo
ReunionReunion Evaporador Kestner Nos evaporadores Kestner ( ver figura 3 ), como nos Robert, o caldo

Nos evaporadores Kestner (ver figura 3), como nos Robert, o caldo sobe pelo interior dos tubos devido ao

aquecimento. A diferença reside no fato de que os Kestner usam tubos muito longos (7 metros). Quando o caldo é aquecido num tubo vertical muito longo, as bolhas que se formam na base aumentam em tamanho à medida que sobem e seu diâmetro rapidamente atinge o diâmetro do tubo. Daí em diante a parte superior dos tubos é percorrida por, primeiro, uma corrente de bolhas e, depois, por um filme de caldo, arrastado pela fricção da corrente ascendente de vapor. Estes aspectos favorecem a transmissão de calor pela:

- diminuição da distância média entre as partículas de caldo e a superfície dos tubos;

- elevada velocidade do líquido.

Desta maneira, o coeficiente de troca térmica é cerca de 30 % maior que nos evaporadores comuns. Nos evaporadores Kestner o nível de caldo deve ser mantido a 20 % da altura dos tubos, de forma a permitir seu rápido aquecimento e formação de bolhas, o que garantirá sua aceleração vertical. Portanto, nos Kestner é muito importante que o caldo entre com temperatura próxima a seu ponto de ebulição, se tornando obrigatório o pré-aquecimento do caldo.

Devido ao fato do caldo a baixa concentração formar um filme ascendente com facilidade, o que já não ocorreria com o xarope ou caldos mais concentrados, e, também devido ao fato do vapor de escape causar uma ebulição mais violenta que o vapor vegetal sob vácuo, os Kestner geralmente são usados como pré- evaporador ou primeiro efeito.

ReunionReunion Evaporador Kestner Vantagens de uso dos Kestner: - ocupa menor área projetada pa ra
ReunionReunion Evaporador Kestner Vantagens de uso dos Kestner: - ocupa menor área projetada pa ra

ReunionReunion

Evaporador Kestner

ReunionReunion Evaporador Kestner Vantagens de uso dos Kestner: - ocupa menor área projetada pa ra capacidades
ReunionReunion Evaporador Kestner Vantagens de uso dos Kestner: - ocupa menor área projetada pa ra capacidades

Vantagens de uso dos Kestner:

- ocupa menor área projetada para capacidades iguais aos Robert

correspondentes;

- permite a construção de prés e primeiros efeitos com dimensões

reduzidas, quando a superfície de evaporação necessária é muito grande em função das sangrias de vapor necessárias.

Desvantagens:

- submete o caldo a temperaturas mais elevadas (não tão prejudicial por ser por pouco tempo, minimizando a inversão);

- grande sensibilidade às variações de nível e de vazão de caldo;

- automação obrigatória;

- pode apresentar consumo de energia de bombeamento, se operar com circulação forçada.

ReunionReunion Evaporador Kestner
ReunionReunion
Evaporador Kestner
ReunionReunion Evaporador a Placas Estes evaporadores foram desenv olvidos a partir dos trocad ores de
ReunionReunion Evaporador a Placas Estes evaporadores foram desenv olvidos a partir dos trocad ores de

ReunionReunion

Evaporador a Placas

ReunionReunion Evaporador a Placas Estes evaporadores foram desenv olvidos a partir dos trocad ores de calor
ReunionReunion Evaporador a Placas Estes evaporadores foram desenv olvidos a partir dos trocad ores de calor

Estes evaporadores foram desenvolvidos a partir dos trocadores de calor a placas, com

adaptações para circulação do caldo em fluxo vertical ascendente. Necessitam de grandes vasos separadores de vapor, podendo ser instalados em paralelo a

caixas “Robert” existentes como “boosters”. Podem ser instalados dentro de vasos “Robert”, com remoção da antiga calandra. Sua taxa de evaporação chega a ser o dobro das taxas normalmente encontradas nos

“Robert”. Vantagens deste equipamento:

- ocupa pequena área projetada em comparação com Robert de mesma capacidade;

- capacidade pode ser aumentada com facilidade, pela inclusão de mais placas;

- pode ser instalado como “booster” com investimentos reduzidos;

- pode ser instalado no interior de caixas Robert, com remoção da antiga calandra.

Desvantagens:

- automação é obrigatória;

- requer recirculação, levando a custos extras de bombeamento;

- unidades muito grandes podem apresentar problemas de circulação levando a incrustações severas, sendo fundamental um sistema de CIP.

Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas

Reunion Reunion

Fig. 4 - Evaporador a Placas

Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas

Reunion Reunion

Fig. 4 - Evaporador a Placas

Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion Fig. 4 - Evaporador a Placas
Reunion Reunion
Fig. 4 - Evaporador a Placas

Evaporador de Filme Descendente (Falling Film)

Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Este tipo de evaporador se caracteriza por ter o
Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Este tipo de evaporador se caracteriza por ter o

ReunionReunion

de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Este tipo de evaporador se caracteriza por ter o caldo
de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Este tipo de evaporador se caracteriza por ter o caldo

Este tipo de evaporador se caracteriza por ter o caldo circulando pelos tubos verticalmente, de cima para baixo. Desta forma não há acúmulo de caldo nos tubos formando uma coluna hidrostática, não existindo, portanto, aumento da temperatura de ebulição. Nos “Robert” este fato diminui a diferença de temperatura efetiva na caixa. O vapor que se desprende do caldo, que circula verticalmente, de cima para baixo, impulsiona o líquido para baixo, formando um filme descendente que molha totalmente a supefície interna dos tubos. Portanto, este equipamento apresenta as vantagens dos “Kestner”, sem o superaquecimento na parte inferior, mencionado acima. Os evaporadores de filme descendente, por poderem trabalhar com diferenças menores de temperatura, permitem o uso de um número maior de efeitos. Com isso as sangrias para aquecedores e cozedores podem ser feitas de efeitos mais próximos do condensador, aumentando a economia de vapor de escape utilizado na evaporação. Este equipamento permite também o uso de temperaturas (pressões) maiores no vapor de aquecimento, uma vez que a permanência do caldo nesta condição é minimizada pela alta velocidade de circulação.

Evaporador de Filme Descendente (Falling Film)

Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Vantagens deste equipamento: - trabalha com pequenas
Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Vantagens deste equipamento: - trabalha com pequenas

ReunionReunion

de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Vantagens deste equipamento: - trabalha com pequenas
de Filme Descendente (Falling Film) ReunionReunion Vantagens deste equipamento: - trabalha com pequenas

Vantagens deste equipamento:

- trabalha com pequenas diferenças de temperatura;

- coeficiente de transferência de calor maior que dos “Robert”;

- ocupa pequena área projetada.

Desvantagens:

- necessita dispositivo especial e eficaz que garanta perfeita

distribuição de caldo nos tubos, de forma a garantir superfície

de aquecimento permanentemente molhada;

- apresenta custo de bombeamento, com maior consumo de

energia, pois necessita de bombas de recirculação para todos os efeitos;

- pode apresentar problemas severos de incrustação, sendo fundamental um sistema CIP.

Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion

Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion

Reunion

Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Fig. 5 - Evaporador de Filme Descendente (Falling Film) Reunion Reunion
Reunion Reunion
Reunion Reunion

Reunion

Reunion Reunion
Reunion Reunion

Reunion

Reunion Reunion
Reunion Reunion
Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS
Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS

Reunion

Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS
Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS

Reunion

Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS
Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS
Reunion Reunion Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS

Sistema de distribuição SPRAY SYSTEMS

Múltiplo Efeito

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion

ReunionReunion

Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion
Múltiplo Efeito ReunionReunion
ReunionReunion Múltiplo Efeito
ReunionReunion
Múltiplo Efeito
ReunionReunion
ReunionReunion

ReunionReunion

ReunionReunion
ReunionReunion
ReunionReunion
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Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente

Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente ReunionReunion Este equipamento te m seu princípio de funcioname nto
Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente ReunionReunion Este equipamento te m seu princípio de funcioname nto

ReunionReunion

Híbrido Placas / Filme Descendente ReunionReunion Este equipamento te m seu princípio de funcioname nto
Híbrido Placas / Filme Descendente ReunionReunion Este equipamento te m seu princípio de funcioname nto

Este equipamento tem seu princípio de funcionamento baseado na combinação dos princípios do evaporador a placas e do de filme descendente. Sua superfície de aquecimento é formada por um pacote de placas que permite que o caldo circule na vertical descendente, na forma de filme, em canais com a forma de tubos, com o vapor circulando pelo lado de fora, na parte corrugada das placas.

Vantagens deste equipamento:

- segundo o fabricante, apresenta o maior coeficiente de troca térmica

- pode trabalhar com pequenas diferenças de temperatura;

- pode ser montado no interior de Robert existente, após remoção da calandra;

- baixo tempo de residência do caldo (preserva o caldo).

Desvantagens:

- difícil limpeza em caso de incrustação do pacote de placas, por ser todo soldado. Absolutamente indispensável um sistema CIP

Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente

Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion

Reunion

Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion

Reunion

Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
Fig. 6 - Evaporador Híbrido Placas / Filme Descendente Reunion Reunion
ReunionReunion Reboilers
ReunionReunion
Reboilers
ReunionReunion Circulação do caldo Deve ser uniforme e adequada. Falta de caldo: aumento nas incrustações
ReunionReunion Circulação do caldo Deve ser uniforme e adequada. Falta de caldo: aumento nas incrustações

ReunionReunion

Circulação do caldo

ReunionReunion Circulação do caldo Deve ser uniforme e adequada. Falta de caldo: aumento nas incrustações
ReunionReunion Circulação do caldo Deve ser uniforme e adequada. Falta de caldo: aumento nas incrustações

Deve ser uniforme e adequada.

Falta de caldo: aumento nas incrustações Excesso de caldo: redução da capacidade Num múltiplo efeito tipo Roberts, o que faz com que o caldo circule de uma caixa para a outra é a diferença de pressões existente entre elas.

As pressões de operação das caixas num múltiplo efeito podem se distribuir como apresentado na tabela abaixo:

Distribuição de pressões num múltiplo efeito (bar)

Caixa

Pré

1 o

2 o

3 o

4 o

Quádruplo

1,70

1,19

0,68

0,167

Quíntuplo

1,90

1,47

1,03

0,60

0,167

Distribuição de temperaturas do vapor num múltiplo efeito ( o C)

Caixa

Pré

1 o

2 o

3 o

4 o

Quádruplo

115

104

88,5

55,8

Quíntuplo

118

110

100

85,5

55,8

ReunionReunion CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO POR VÁLVULA Neste sistema a tubulaçã o de
ReunionReunion CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO POR VÁLVULA Neste sistema a tubulaçã o de

ReunionReunion

ReunionReunion CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO POR VÁLVULA Neste sistema a tubulaçã o de caldo
ReunionReunion CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO POR VÁLVULA Neste sistema a tubulaçã o de caldo

CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO POR VÁLVULA

Neste sistema a tubulação de caldo é retilínea e pequena, entrando pelo fundo do evaporador. O caldo pode ser distribuído por vários métodos: flange cônico ou serpentina com furos ou fendas, que dirigirão o caldo em direção aos tubos da periferia da calandra.

O caldo é forçado pela pressão e, particularmente, pelo seu “flash” em direção aos tubos e na direção oposta daquela do caldo concentrado que está saindo do evaporador. O caldo irá, no mínimo uma vez, subir pelos tubos de aquecimento, se evaporando, antes de descer pelo tubo central.

Reunion Reunion CIRCULAÇÃO DO CALDO FUNDO A FUNDO COM SIFÃO
Reunion
Reunion
CIRCULAÇÃO DO CALDO
FUNDO A FUNDO COM
SIFÃO
Reunion Reunion Circulação do caldo Chapman Consiste no fechamento da parte inferior do tubo central
Reunion
Reunion
Circulação do
caldo Chapman
Consiste no fechamento da parte inferior do
tubo central por um funil, que forma o ponto
de saída do caldo que passa à caixa
seguinte. Este sistema obriga o caldo a
passar pelo menos uma vez através dos
tubos, não havendo curto-circuito. Esta
modificação é fácil de ser implantada, mas
deve-se lembrar que ela elimina a
possibilidade de garantia de recirculação de
caldo em caso de necessidade.
ReunionReunion VAPOR VEGETAL VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS Similar ao sistema anterior, com o funil instalado
ReunionReunion
VAPOR
VEGETAL
VAPOR + GASES INCONDENSÁVEIS
Similar ao sistema anterior, com o
funil instalado no interior do tubo
central. A borda superior do funil
ocupa apenas parte da área de
passagem do tubo central e esta
localizada a cerca de 30 % da
altura dos tubos. Em caso de
necessidade este sistema permite
a recirculação de caldo.
Circulação
ENTRADA DE
CALDO
CONDENSADO
“Webre”
SAÍDA DE
CALDO CONCENTRADO

Fundo a Fundo com controle de nível

Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion Para perfeito funcionamento de um evaporador é muito
Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion Para perfeito funcionamento de um evaporador é muito

ReunionReunion

Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion Para perfeito funcionamento de um evaporador é muito
Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion Para perfeito funcionamento de um evaporador é muito

Para perfeito funcionamento de um evaporador é muito importante a manutenção do nível de caldo em seu interior em seu ponto ótimo, pois sua eficiência cai rapidamente para valores abaixo ou acima deste ponto.

Geralmente as válvulas disponíveis para controle do caldo são manuais e atuadas pelos operadores. Como é muito difícil para os operadores controlarem o nível de caldo dentro de limites muito estreitos, pode se fazer uso de sistemas automáticos de controle de nível, que mantém o nível praticamente constante.

Recomendação: Prever a instalação de amostradores em todos os pontos de entrada e saída de caldo de cada caixa, para avaliação periódica de seu desempenho. Desta forma se pode, rapidamente, identificar alguma caixa problemática para inspeção e reparos.

Fundo a Fundo com controle de nível

Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion
Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion

ReunionReunion

Fundo a Fundo com controle de nível ReunionReunion

CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA

CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA ReunionReunion
CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA ReunionReunion

ReunionReunion

CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA ReunionReunion
CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA ReunionReunion
CONTROLE AUTOMÁTICO PELA ENTRADA ReunionReunion
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO PELA SAÍDA ÁGUA PCV 01 PC 01 LC LC LC 01 LCV
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO PELA SAÍDA ÁGUA PCV 01 PC 01 LC LC LC 01 LCV

ReunionReunion

CONTROLE AUTOMÁTICO PELA SAÍDA

ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO PELA SAÍDA ÁGUA PCV 01 PC 01 LC LC LC 01 LCV 02
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO PELA SAÍDA ÁGUA PCV 01 PC 01 LC LC LC 01 LCV 02
ÁGUA
ÁGUA
PCV 01 PC 01 LC LC LC 01 LCV 02 LCV 03 LCV 01 02
PCV
01
PC
01
LC
LC
LC
01 LCV
02 LCV
03 LCV
01
02
03
HLA LLA CALDO 01 01 CLARIFICADO VAPOR FC 01 FCV 01
HLA
LLA
CALDO
01
01
CLARIFICADO
VAPOR
FC
01
FCV
01

XAROPE01 PC 01 LC LC LC 01 LCV 02 LCV 03 LCV 01 02 03 HLA

ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF

ReunionReunion

CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF

ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF
ReunionReunion CONTROLE AUTOMÁTICO LTFF

Nível de caldo

Nível de caldo ReunionReunion   ligado à performance do equipamento. O nível de caldo nos evaporad
Nível de caldo ReunionReunion   ligado à performance do equipamento. O nível de caldo nos evaporad

ReunionReunion

 

ligado à performance do equipamento.

O nível de caldo nos evaporadores está diretamente

Se o nível estiver muito baixo, o caldo em ebulição não atingirá o topo dos tubos, podendo secar e levar à queima de açúcar.

Se o nível estiver muito alto, os tubos estarão submersos desaparecendo o efeito de filme

ascendente comprometendo a evaporação. Experimentos feitos por Kerr resultaram no gráfico apresentado na figura 8. Este gráfico mostra a variação da taxa de evaporação (coeficiente de transmissão de calor) em função do nível hidrostático de caldo na calandra. O gráfico mostra claramente o máximo de taxa de evaporação para o nível de caldo a 35 % da altura dos tubos a partir do espelho inferior. Pode-se considerar que a taxa é máxima para níveis de caldo entre 30 e 40 % da altura dos tubos.

Geralmente se diz que o nível de caldo deve ser mantido a 1/3 (33 %) da altura dos

tubos, no entanto a prática mostra que este valor pode variar de 20 a 35 %. Por isso, o funil interno para coleta de caldo deve ser instalado a 1/3 da altura dos

tubos. Quando a operação da evaporação é feita manualmente, é necessária a instalação de

garrafas com indicadores de nível em todas as caixas de evaporação. Desta forma o operador pode visualizar o nível de caldo, melhorando suas ações de controle. Em operação manual deve-se preferir a interligação entre caixas através de sifão invertido. Facilita-se o controle de nível e garante-se que não haverá passagem de vapor de uma caixa para a outra.

Reunion Nível de caldo Reunion
Reunion
Nível de caldo
Reunion

Remoção de xarope do último efeito

Remoção de xarope do último efeito ReunionReunion O último efeito opera sob vácuo (25 “Hg) e
Remoção de xarope do último efeito ReunionReunion O último efeito opera sob vácuo (25 “Hg) e

ReunionReunion

Remoção de xarope do último efeito ReunionReunion O último efeito opera sob vácuo (25 “Hg) e
Remoção de xarope do último efeito ReunionReunion O último efeito opera sob vácuo (25 “Hg) e

O último efeito opera sob vácuo (25 “Hg) e portanto a remoção de xarope de seu

interior só pode ser feita por coluna barométrica ou por bomba. A retirada por coluna barométrica é simples e eficaz, mas só pode ser praticada

se a altura geométrica disponível for da ordem de 10 metros. A retirada por bombas pode ser feita diretamente na tubulação ou através de tanque situado no piso inferior da fábrica, que serve de selo hidráulico para a coluna que conduz o xarope desde o evaporador. Havendo altura suficiente, esta última solução deve ser a preferida. Se o selo for atmosférico, melhor ainda, pois a bomba não terá sua sucção trabalhando sob vácuo (sujeita a vazamentos de ar, necessitando de checagens freqüentes). As bombas utilizadas para esta operação são do tipo centrífugas. Neste caso, lembrar que concentrações elevadas (brix muito alto) dificultam o bombeamento. O controle da remoção de xarope deve ser feita pela válvula da descarga da bomba e nunca pela da sucção, que deve permanecer sempre totalmente aberta. Desta forma evita-se a cavitação, protegendo-se o rotor.

Decantador de xarope e caixa de xarope

Decantador de xarope e caixa de xarope Reunion Reunion A instalação de decantador de xarope é
Decantador de xarope e caixa de xarope Reunion Reunion A instalação de decantador de xarope é

Reunion

Reunion

Decantador de xarope e caixa de xarope Reunion Reunion A instalação de decantador de xarope é
Decantador de xarope e caixa de xarope Reunion Reunion A instalação de decantador de xarope é

A instalação de decantador de xarope é altamente benéfica, pois promove a retenção de uma grande quantidade de partículas que, de outra forma, seriam enviadas ao cozimento.

Além do decantador de xarope, a usina deve dispor de uma caixa pulmão de xarope com tempo de acumulação mínimo de 1 hora, para absorver as variações de processo. Esta caixa assume primordial importância caso a usina opere flotação de xarope.

ReunionReunion O Vapor de Aquecimento O aquecimento do pré-evapora dor é feito com vapor de
ReunionReunion O Vapor de Aquecimento O aquecimento do pré-evapora dor é feito com vapor de

ReunionReunion

O Vapor de Aquecimento

O aquecimento do pré-evaporador é feito com vapor de escape. A capacidade de projeto de um conjunto de evaporação é definida em função da pressão e temperatura escolhidas para trabalho. Se a pressão do vapor de escape cai, esta diferença diminui, caindo a capacidade do conjunto de evaporação. Hugot (1), na página 574, mostra os ganhos em taxas de evaporação para um aumento de 1 o C na temperatura do vapor de escape e para a diminuição de 1 o C na temperatura do vapor no último efeito:

Aumento de 1 o C na temperatura do escape resulta em

aumento de 3% na taxa média de evaporação . Diminuição de 1 o C na temperatura do vapor do último efeito resulta em aumento de 0,9% na taxa média de evaporação .

Destes fatos decorre a importância da manutenção da pressão (temperatura) do vapor de

escape em seu valor de projeto, com a menor flutuação possível. Por outro lado é também muito importante que o vapor de aquecimento chegue à evaporação saturado ou muito próximo da saturação, senão o vapor, ao entrar no equipamento, precisará primeiro se resfriar até a temperatura de saturação para então condensar, cedendo seu maior conteúdo de calor ao caldo.

Destes fatos decorre a importância da instalação de um dessuperaquecedor na linha de vapor de escape que alimenta a evaporação, para controle de sua temperatura.

Sangrias

Sangrias ReunionReunion Antigamente os conjuntos de evaporação eram construído s com todos os corpos do múltiplo
Sangrias ReunionReunion Antigamente os conjuntos de evaporação eram construído s com todos os corpos do múltiplo

ReunionReunion

Sangrias ReunionReunion Antigamente os conjuntos de evaporação eram construído s com todos os corpos do múltiplo
Sangrias ReunionReunion Antigamente os conjuntos de evaporação eram construído s com todos os corpos do múltiplo

Antigamente os conjuntos de evaporação eram construídos com todos os corpos do

múltiplo efeito de igual tamanho e cada um fornecia vapor ao corpo seguinte. Mesmo nestas condições, é possível se retirar uma parte do vapor que se dirige a qualquer uma das caixas para utilização em aquecimentos.

A este vapor vegetal retirado para outros usos se dá o nome de “sangria”. Ver figura 9. Estas quantidades de vapor a serem sangradas devem ser consideradas já quando do projeto da estação de evaporação, para que as áreas de troca térmica dos corpos sejam adequadas.

A operação de sangria é muito vantajosa sob o ponto de vista de otimização do balanço

térmico. Sempre que se utiliza vapor vegetal sangrado de uma caixa de evaporação se economiza vapor de escape, melhorando o balanço térmico e propiciando economia de bagaço. Esta economia é maior à medida que a sangria é feita de caixas mais próximas da última. O múltiplo efeito oferece uma ampla gama de temperaturas de vapor, por meio das quais pode ser concebido um sistema de aquecimento em degraus do caldo frio até a temperatura usada na decantação. Se em cada etapa se procurar utilizar o máximo possível de vapores de baixa temperatura a economia de vapor obtida será maximizada.

.

Sangrias

Sangrias ReunionReunion Exemplos de sangrias normalmente praticadas: Efeito de origem do vapor de sangria 1 a
Sangrias ReunionReunion Exemplos de sangrias normalmente praticadas: Efeito de origem do vapor de sangria 1 a

ReunionReunion

Sangrias ReunionReunion Exemplos de sangrias normalmente praticadas: Efeito de origem do vapor de sangria 1 a
Sangrias ReunionReunion Exemplos de sangrias normalmente praticadas: Efeito de origem do vapor de sangria 1 a

Exemplos de sangrias normalmente praticadas:

Efeito de origem do vapor de sangria 1 a Caixa - Pré-evaporador

Uso Aquecimento de caldo para “flash” Aquecimento de caldo clarificado Cozedores a vácuo Destilaria

2 a Caixa

Aquecimento de caldo a sulfitar Cozedores a vácuo

3 a Caixa

Aquecimento de caldo a sulfitar

Recomendação:

Evitar a interligação de vapores vegetais de pressões diferentes para fornecimento alternativo a um mesmo equipamento. Exemplo: conexão de vapor de 2 a e de 3 a caixas num mesmo aquecedor de caldo. As válvulas podem não vedar adequadamente e se promoveria o vazamento e mistura de vapores, eventualmente atrapalhando a circulação de caldo no múltiplo efeito pela equalização de pressões

Sangrias

Sangrias ReunionReunion
Sangrias ReunionReunion

ReunionReunion

Sangrias ReunionReunion
Sangrias ReunionReunion
Sangrias ReunionReunion

Condensados

Condensados ReunionReunion Todo vapor que entra na calandra de qualquer evaporador se condensa nos tubos para
Condensados ReunionReunion Todo vapor que entra na calandra de qualquer evaporador se condensa nos tubos para

ReunionReunion

Condensados ReunionReunion Todo vapor que entra na calandra de qualquer evaporador se condensa nos tubos para
Condensados ReunionReunion Todo vapor que entra na calandra de qualquer evaporador se condensa nos tubos para

Todo vapor que entra na calandra de qualquer evaporador se condensa nos tubos para ceder seu calor latente ao caldo, permitindo sua ebulição e concentração.

O vapor ao se condensar se transforma em água, chamada de condensado, que deve ser removido da calandra o mais rápido possível, para não inundar a calandra cobrindo os tubos, ou parte dos tubos, diminuindo a capacidade do evaporador.

A remoção deste condensado é feita através de drenos localizados na parte inferior da calandra, nivelados ao espelho inferior.

Os drenos de condensados devem ser amplos e instalados junto a calandra na forma de caixas. Estas caixas são excelentes pontos para instalação de sistemas de retirada de gases incondensáveis. A conexão dos tubos com as caixas de drenagem deve ser feita através de uma redução, a fim de que a captação dos condensados não sofra interferência de gases e vapores

Sistemas para Retirada de Condensados

Sistemas para Retirada de Condensados Reunion Reunion Calandra sob pressão positiva: - purgador; - tanque de
Sistemas para Retirada de Condensados Reunion Reunion Calandra sob pressão positiva: - purgador; - tanque de

Reunion

Reunion

Sistemas para Retirada de Condensados Reunion Reunion Calandra sob pressão positiva: - purgador; - tanque de
Sistemas para Retirada de Condensados Reunion Reunion Calandra sob pressão positiva: - purgador; - tanque de

Calandra sob pressão positiva:

- purgador;

- tanque de coleta, com controle de nível.

Calandra sob vácuo:

- coluna barométrica com caixa selada;

- sifão com balões de “flash”.

Purgadores

Purgadores ReunionReunion Se trata de sistema mecânico cujo prin cípio de funcionamento se baseia na diferença
Purgadores ReunionReunion Se trata de sistema mecânico cujo prin cípio de funcionamento se baseia na diferença

ReunionReunion

Purgadores ReunionReunion Se trata de sistema mecânico cujo prin cípio de funcionamento se baseia na diferença
Purgadores ReunionReunion Se trata de sistema mecânico cujo prin cípio de funcionamento se baseia na diferença

Se trata de sistema mecânico cujo princípio de funcionamento se baseia na diferença de densidade entre vapor e condensado. Dentre os vários tipos e modelos existentes no mercado, o termostático de bóia tem funcionado bem, permitindo, inclusive, a eliminação de ar e gases incondensáveis. Apresenta fragilidade a golpes de ariete.

Outro tipo também bastante utilizado e o térmico, que também funciona por

diferença de temperaturas. Seu sistema consiste de fole metálico ou membranas, que sofrem dilatação acionando a haste da abertura de descarga. Este purgador apresenta dimensões reduzidas, grande capacidade de descarga e pode operar sob vácuo. Também apresenta fragilidade a golpes de ariete. Precisa ser instalado em local que garanta coluna de condensado a montante do purgador.

Os purgadores apresentam a desvantagem de serem caros e apresentarem manutenção onerosa.

Tanque de Coleta de Controle de Nível

Reunion

Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion Trata-se de solução alternativa ao u so
Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion Trata-se de solução alternativa ao u so

Reunion

Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion Trata-se de solução alternativa ao u so
Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion Trata-se de solução alternativa ao u so

Trata-se de solução alternativa ao uso de purgadores para caixas sob pressão positiva, relativamente barata, eficiente e de fácil manutenção. As tubulações de drenagem da calandra do pré-evaporador são encaminhadas a um tanque pressurizado, localizado no piso inferior à evaporação. Este tanque dispõe de uma malha de controle de nível de forma a manter um nível de segurança e selagem, liberando o condensado, à medida em que é formado, para envio ao tanque de água de alimentação das caldeiras ou ao sistema de “flash”.

Tanque de Coleta de Controle de Nível

Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion
Tanque de Coleta de Controle de Nível Reunion Reunion

Reunion

Reunion
Reunion

Coluna Barométrica com caixa

de Selo

Reunion

Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior
Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior

Reunion

Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior
Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior

Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior esta conectada aos drenos de coleta de condensado do fundo da calandra de um evaporador e a extremidade inferior fica mergulhada num poço de selagem. É um sistema eficiente, de baixíssimo custo, praticamente sem manutenção, exigindo apenas a disponibilidade de desnível vertical adequado. Apresenta uma única desvantagem que não permitir o aproveitamento do “flash” do condensado.

Todas as colunas barométricas da evaporação podem se dirigir a uma única caixa, compartimentada, centralizando a coleta. Neste caso o fluxo de condensado sempre deve ser do mais frio para o mais quente, para se evitar a auto evaporação do selo hidráulico que quebrará o vácuo.

Coluna Barométrica com caixa

de Selo

Reunion

Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior
Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior

Reunion

Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior
Coluna Barométrica com caixa de Selo Reunion Reunion Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior

Trata-se de uma tubulação vertical, cuja extremidade superior esta conectada aos drenos de coleta de condensado do fundo da calandra de um evaporador e a extremidade inferior fica mergulhada num poço de selagem. É um sistema eficiente, de baixíssimo custo, praticamente sem manutenção, exigindo apenas a disponibilidade de desnível vertical adequado. Apresenta uma única desvantagem que não permitir o aproveitamento do “flash” do condensado.

Todas as colunas barométricas da evaporação podem se dirigir a uma única caixa, compartimentada, centralizando a coleta. Neste caso o fluxo de condensado sempre deve ser do mais frio para o mais quente, para se evitar a auto evaporação do selo hidráulico que quebrará o vácuo.

Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados

Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion Sifões com balões de “flash”: trata-se de sistema
Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion Sifões com balões de “flash”: trata-se de sistema

ReunionReunion

do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion Sifões com balões de “flash”: trata-se de sistema de
do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion Sifões com balões de “flash”: trata-se de sistema de

Sifões com balões de “flash”: trata-se de sistema de coleta de condensados que permite o aproveitamento de parte de seu conteúdo de energia, pelo uso do vapor de flash obtido pela exposição do condensado de uma caixa à pressão menor da caixa seguinte

Vantagens deste sistema:

- economiza energia;

- apresenta pequeno investimento inicial;

- baixíssimos custos de manutenção.

Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados

Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion
Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion

ReunionReunion

Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion
Recuperação do Vapor de Flash dos Condensados ReunionReunion
Reunion
Reunion
ReunionReunion Utilização de Condensados O condensado do pré-evaporador deve ser reservado para utilização como
ReunionReunion Utilização de Condensados O condensado do pré-evaporador deve ser reservado para utilização como

ReunionReunion

Utilização de Condensados

ReunionReunion Utilização de Condensados O condensado do pré-evaporador deve ser reservado para utilização como
ReunionReunion Utilização de Condensados O condensado do pré-evaporador deve ser reservado para utilização como

O condensado do pré-evaporador deve ser reservado para utilização como água de alimentação de caldeira.

O condensado dos demais efeitos deve ser utilizado para:

- Embebição de cana;

- Lavagem de torta de filtro;

- Lavagem de açúcar nas centrífugas;

- Diluição de méis;

- Queima de cal;

- Lavagem de pisos e equipamentos;

- Reposição de água de lavagem de cana.

Deve-se procurar fazer o máximo uso desta água com a finalidade de se diminuir ou eliminar a necessidade de captação de água bruta para as mesmas finalidades.

Incondensáveis

Incondensáveis ReunionReunion que precisam ser re movidos continuamente. Seu acúm ulo na calandra compromete o
Incondensáveis ReunionReunion que precisam ser re movidos continuamente. Seu acúm ulo na calandra compromete o

ReunionReunion

Incondensáveis ReunionReunion que precisam ser re movidos continuamente. Seu acúm ulo na calandra compromete o
Incondensáveis ReunionReunion que precisam ser re movidos continuamente. Seu acúm ulo na calandra compromete o

que precisam ser removidos continuamente. Seu acúmulo na calandra compromete o processo de transferência de calor impedindo o perfeito funcionamento da caixa, podendo interromper a evaporação. Os incondensáveis se originam de:

O vapor que chega às calandra de qualquer evaporador traz consigo gases incondensáveis

- ar contido no vapor de escape. Seu teor não é muito elevado, sendo maior durante as partidas;

- gases dissolvidos no caldo e liberados durante a ebulição;

- vazamentos de ar para o interior dos corpos sob vácuo, através de juntas, válvulas visores.

A maior parte destes gases é formada por ar. As quantidades destes gases presentes nos vapores é pequena para os corpos aquecidos com vapor de escape, mas é bem maior para os corpos aquecidos com vapor vegetal, principalmente para aqueles sob vácuo (mais sujeitos a vazamentos de ar para seu interior). Uma pequena proporção de gases incondensáveis é suficiente para fazer com que a temperatura de condensação do vapor na calandra caia abaixo da temperatura do caldo que deveria aquecer. Por isso sua remoção deve ser eficaz e contínua.

ReunionReunion Retirada de Gases Geralmente os corpos de evaporação tê m tubulações para re tirada
ReunionReunion Retirada de Gases Geralmente os corpos de evaporação tê m tubulações para re tirada

ReunionReunion

Retirada de Gases

ReunionReunion Retirada de Gases Geralmente os corpos de evaporação tê m tubulações para re tirada de
ReunionReunion Retirada de Gases Geralmente os corpos de evaporação tê m tubulações para re tirada de

Geralmente os corpos de evaporação têm tubulações para retirada de gases na parte superior e na parte inferior das calandras. Testes mostraram que a proporção de gases incondensáveis é maior na parte inferior da calandra. Portanto, durante a operação pode-se praticamente operar com as retiradas superiores de incondensáveis fechadas, mas nunca com as inferiores, que sempre deverão estar purgando gases.

O método para verificar se a remoção está sendo eficiente ou não faz uso da medição da temperatura do vapor de aquecimento da calandra e do vapor retirado através da tubulação de degasagem, antes da válvula de regulagem. O vapor saindo pela degasagem deverá apresentar uma temperatura de cerca de 2 a 3 o C abaixo do vapor de aquecimento da calandra.

ReunionReunion Retirada de Gases
ReunionReunion Retirada de Gases

ReunionReunion

Retirada de Gases

ReunionReunion Retirada de Gases

Vácuo

Vácuo ReunionReunion O sistema de evaporação em múltiplo efei to só funciona porque é possível se
Vácuo ReunionReunion O sistema de evaporação em múltiplo efei to só funciona porque é possível se

ReunionReunion

Vácuo ReunionReunion O sistema de evaporação em múltiplo efei to só funciona porque é possível se
Vácuo ReunionReunion O sistema de evaporação em múltiplo efei to só funciona porque é possível se

O sistema de evaporação em múltiplo efeito só funciona porque é possível se estabelecer uma diferença de temperatura de cerca de 70 o C, entre o vapor de aquecimento (escape - 127 o C) e o vapor que sai do último corpo (vegetal - 57

o C).

Para obtenção desta temperatura de 57 o C no último efeito, se faz uso da geração de vácuo em seu espaço vapor, que deve ser mantido a cerca de 25 a 26 “Hg. O trabalho sob vácuo apresenta as seguintes vantagens:

- reduz a temperatura de ebulição, permitindo a evaporação da água (concentração) a baixas temperaturas;

- diminui a temperatura de operação, evitando a destruição de açúcar e a formação de cor. O vácuo é um dos extremos que garante a capacidade do multiplo efeito, portanto deve ser mantido alto (25 - 26 “Hg) e estável, evitando-se flutuações.

Para manutenção eficiente de vácuo alto e estável é através da instalação de sistema automático de controle de pressão no último corpo, atuando na válvula de alimentação de água ao condensador.

Condensadores

Condensadores ReunionReunion Nos sistemas de evaporação se aproveita a condensação do vapor que deixa o último
Condensadores ReunionReunion Nos sistemas de evaporação se aproveita a condensação do vapor que deixa o último

ReunionReunion

Condensadores ReunionReunion Nos sistemas de evaporação se aproveita a condensação do vapor que deixa o último
Condensadores ReunionReunion Nos sistemas de evaporação se aproveita a condensação do vapor que deixa o último

Nos sistemas de evaporação se aproveita a condensação do vapor que deixa o último efeito para geração do vácuo. Os equipamentos utilizados para este fim são os condensadores barométricos.

Nos condensadores o vapor que chega do evaporador é colocado em contato direto com a água de condensação. São, portanto, trocadores de calor de contato direto.

Existem dois tipos de condensadores :

- as colunas barométricas, e;

- os multijatos .

ReunionReunion Colunas Barométricas São equipamentos que permitem o contato íntimo do vapor com a água,
ReunionReunion Colunas Barométricas São equipamentos que permitem o contato íntimo do vapor com a água,

ReunionReunion

Colunas Barométricas

ReunionReunion Colunas Barométricas São equipamentos que permitem o contato íntimo do vapor com a água, facilitando
ReunionReunion Colunas Barométricas São equipamentos que permitem o contato íntimo do vapor com a água, facilitando

São equipamentos que permitem o contato íntimo do vapor com a água, facilitando a condensação. Dispositivos internos fazem com que a água se apresente sob a forma de gotas, cortina, filme etc, aumentando sua área exposta ao vapor.

Podem ser concorrente (água e vapor fluem de cima para baixo) ou contracorrente (vapor entra por baixo e sob através da água).

Este equipamento necessita de bomba de vácuo, ou ejetor, para remoção dos gases incondensáveis.

Condensadores contra corrente com saída de ar pelo topo fornecem gases com temperatura mais baixa, diminuindo o consumo de potência na bomba de vácuo.

Multijatos

Multijatos ReunionReunion São equipamentos que também permitem o contato íntimo água/vapor, só que através de
Multijatos ReunionReunion São equipamentos que também permitem o contato íntimo água/vapor, só que através de

ReunionReunion

Multijatos ReunionReunion São equipamentos que também permitem o contato íntimo água/vapor, só que através de
Multijatos ReunionReunion São equipamentos que também permitem o contato íntimo água/vapor, só que através de

São equipamentos que também permitem o contato íntimo água/vapor, só que através de jatos de água formados por bicos especiais, instalados em um espelho.

O vapor entra abaixo do espelho e os jatos de água são responsáveis pela condensação e pela remoção dos gases incondensáveis do interior do equipamento.

O multijato apresenta a vantagem de não necessitar do sistema de retirada de gases incondensáveis.

Importante A diferença entre as temperaturas do vapor que entra e da água que deixa o condensador mede a eficiência do equipamento. Quanto menor esta diferença maior a eficiência do equipamento. Na prática esta diferença chega a valores da ordem de 12 a 14 o C, mostrando equipamentos funcionando de forma ineficiente. Existem equipamentos bem projetados onde esta diferença chega a atingir 3 o C, significando grande economia de água.

Ar Ar ReunionReunion Água Água fria Vapor a Vapor a Condensar Condensar Condensador Barométrico Água
Ar
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ReunionReunion
Água
Água
fria
Vapor a
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Condensar
Condensar
Condensador
Barométrico
Água
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Quente
Quente
Água
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Condensadores
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Multijato
Água
Quente

Figura 13. Geração de vácuo. Condensadores

Reunion Reunion Recomendações e Cuidados Uma boa distribuição de água é fundamental para uma boa
Reunion Reunion Recomendações e Cuidados Uma boa distribuição de água é fundamental para uma boa

Reunion

Reunion

Recomendações e Cuidados

Reunion Reunion Recomendações e Cuidados Uma boa distribuição de água é fundamental para uma boa performance
Reunion Reunion Recomendações e Cuidados Uma boa distribuição de água é fundamental para uma boa performance

Uma boa distribuição de água é fundamental para uma boa performance do condensador, portanto bandejas e bicos devem ser mantidos conforme projeto.

Vazamentos de ar comprometem o desempenho do condensador e do múltiplo efeito, portanto verificações periódicas são necessárias em acessórios de tubulação, flanges, visores, etc

Alimentação constante de água na vazão, pressão e temperatura adequadas.

A temperatura da água deverá ser a menor possível, pois, quanto maior a diferença de temperatura entre a água e o vapor menor será o consumo de água.

Instalar termômetros confiáveis para medição da temperatura do vapor que deixa o último efeito e na perna de descarga do condensador, para avaliação periódica de sua eficiência.

A coluna de água que deve ser mantida para garantia de selo entre a pressão exterior e o vácuo no interior do condensador deve ter, no mínimo, 11 m de altura.

Arraste

Arraste ReunionReunion Durante todo o processo de evaporação, o caldo é submetido à ebulição, que se
Arraste ReunionReunion Durante todo o processo de evaporação, o caldo é submetido à ebulição, que se

ReunionReunion

Arraste ReunionReunion Durante todo o processo de evaporação, o caldo é submetido à ebulição, que se
Arraste ReunionReunion Durante todo o processo de evaporação, o caldo é submetido à ebulição, que se

Durante todo o processo de evaporação, o caldo é submetido à ebulição, que se caracteriza pela liberação tumultuosa de vapor, com formação de bolhas e espuma.

Este fenômeno lança no espaço vapor do corpo de evaporação uma quantidade enorme de gotas e gotículas, algumas realmente muito pequenas, sempre encapsuladas num filme de caldo, como uma bolha de sabão. Por serem muito levas, estas bolhas são facilmente transportadas (arrastadas) pelo vapor que está saindo do caldo e se dirigindo ao corpo seguinte ou ao condensador. O risco da ocorrência de arraste aumenta com o aumento do vácuo, portanto muito cuidado deve ser tomado com os últimos efeitos. No entanto, sem razão aparente, em muitas instalações se encontram últimas caixas com altura de espaço vapor muito baixa.

Quanto menor o tamanho da bolha maior o risco dela ser arrastada. Deve-se cuidar para que o arraste seja minimizado e aquele que vier a existir seja coletado, pois arraste é sinônimo de perda de açúcar.

As perdas por arraste podem chegar a 3% do peso do caldo. Em trabalho efetuado em uma usina de açúcar do Estado de São Paulo encontrou-se, no condensador da evaporação, uma perda de 200 kg/h de açúcar para uma moagem de 120 t cana/h, ou seja, cerca de 1,3% do conteúdo de açúcar do caldo. Já em outra usina, com sistema adequado de separação de arraste, encontrou-se uma perda de 172 kg/h de açúcar para 720 t cana/h, ou seja, apenas

Arraste

Arraste ReunionReunion Para se diminuir a quantidade de caldo arra stada, dois cuidados in iciais podem
Arraste ReunionReunion Para se diminuir a quantidade de caldo arra stada, dois cuidados in iciais podem

ReunionReunion

Arraste ReunionReunion Para se diminuir a quantidade de caldo arra stada, dois cuidados in iciais podem
Arraste ReunionReunion Para se diminuir a quantidade de caldo arra stada, dois cuidados in iciais podem

Para se diminuir a quantidade de caldo arrastada, dois cuidados iniciais podem ser tomados durante a fase de projeto do evaporador:

1. Limitar a velocidade do vapor no domo acima do espelho a 5,0 m/s;

2. Aumentar a altura do espaço vapor acima do espelho.

Mesmo assim, como para instalações existentes nem sempre é possível a aplicação

dos critérios acima e visando a garantia de uma diminuição expressiva do arraste, foram criados os separadores de arraste. Existem vários modelos de separadores de arraste:

Centrífugo;

De selas ou de anéis;

De impacto, instalados na tubulação de vapor;

Mais recentemente:

Demister;

De impacto, de venezianas.

Reunion Centrífugo as. As partículas coletadas voltam por gravidade para o caldo. Quando bem dimensionado
Reunion
Centrífugo
as. As partículas coletadas voltam por gravidade para o caldo.
Quando bem dimensionado é um dos melhores separadores de
arraste. Se possível deve ser construído em aço inox.
MUNTERS. Desenho especial que “segura”as gotículas

CENTRÍFUGO Este separador é montado no interior do evaporador

e oferece superfícies curvas e de área de passagem decrescente,

que acelera as partículas de caldo contra suas paredes, coletando-

SELAS OU ANÉIS DE PALL. Consiste de uma camada de selas de

porcelana ou de anéis de “Pall”, montada no interior do evaporador, entre duas superfícies construídas com chapas perfuradas. É um bom sistema de separação, mas precisa ser dotado de sistema de limpeza com acionamento externo, se possível com circulação da mesma solução utilizada para limpeza dos tubos.

IMPACTO Consiste de um pacote de chapas, dobradas em perfíl conveniente e instaladas alternadamente, de forma que o vapor que passe entre duas chapas se choque com outra colocada à frente. Estes separadores trabalham com baixas velocidades de vapor e por isso apresentam grandes dimensões. Este fato faz com que só possam ser instalados externamente aos evaporadores, sendo utilizados apenas entre o último efeito e o condensador.

DEMISTER Este separador é idêntico ao de selas ou de anéis, sendo estes elementos substituídos por uma espécie de lã metálica. Requer muito cuidado na instalação, não devendo receber projeção direta de caldo. Requer muita atenção com os expedientes de limpeza. Incrusta com muita facilidade e é de difícil limpeza

CENTRÍFUGOS DE VENEZIANA Idêntico aos antigos separadores de impacto, sendo seus elementos internos construídos em perfil especial, com tecnologia desenvolvida por alguns fabricantes.

Recomendações e cuidados a

Recomendações e cuidados a Reunion Reunion serem tomados para se evitar o arraste 1- Evitar a
Recomendações e cuidados a Reunion Reunion serem tomados para se evitar o arraste 1- Evitar a

Reunion

Reunion

serem tomados para se evitar o arraste

a Reunion Reunion serem tomados para se evitar o arraste 1- Evitar a elevação do vácuo
a Reunion Reunion serem tomados para se evitar o arraste 1- Evitar a elevação do vácuo

1- Evitar a elevação do vácuo na última caixa a valores desnecessários. A operação a 25 - 26 “Hg é satisfatória.

2- Alimentar o caldo pelo fundo da calandra, com defletores.

3- Evitar a operação do múltiplo efeito acima de sua capacidade normal.

4- Manter o nível de caldo a 1/3 da altura dos tubos, evitando variações e, se possível, instalando controle automático.

5- Equipar o evaporador com um separador eficiente.

6- Manter uniforme a alimentação do múltiplo efeito, evitando variações bruscas.

7- Além de tudo isto, não se deve esquecer que o melhor separador de arraste é a altura do espaço vapor. O corpo superior deve ter uma altura igual a 2 a 2,5 vezes a altura da calandra.

Atenção

Atenção ReunionReunion Todo separador de arraste deve dispor de sistema para limpeza freqüente com água, vapor
Atenção ReunionReunion Todo separador de arraste deve dispor de sistema para limpeza freqüente com água, vapor

ReunionReunion

Atenção ReunionReunion Todo separador de arraste deve dispor de sistema para limpeza freqüente com água, vapor
Atenção ReunionReunion Todo separador de arraste deve dispor de sistema para limpeza freqüente com água, vapor

Todo separador de arraste deve dispor de sistema para limpeza

freqüente com

água, vapor ou solução de limpeza. Manter as tubulações de retorno de arraste desobstruídas.

Deve ser feita rotineiramente a quantificação do arraste apresentado pelos evaporadores. Desta forma se administra as perdas e se identifica equipamentos com problemas para programação de reparos. Evita-se também a contaminação dos circuitos de condensado e de água das colunas barométricas.

Reunion Reunion Perdas por Inversão de Açúcar Quanto maior a temperatura e quanto menor o
Reunion Reunion Perdas por Inversão de Açúcar Quanto maior a temperatura e quanto menor o

Reunion

Reunion

Perdas por Inversão de Açúcar

Reunion Reunion Perdas por Inversão de Açúcar Quanto maior a temperatura e quanto menor o pH,
Reunion Reunion Perdas por Inversão de Açúcar Quanto maior a temperatura e quanto menor o pH,

Quanto maior a temperatura e quanto menor o pH, maiores as perdas por inversão. Acima

de 100 o C a taxa de inversão aumenta rapidamente. Quanto ao pH, as perdas são maiores abaixo de 6,5. A estes dois fatores soma-se o tempo de exposição do caldo a determinada temperatura. Portanto, pH baixo de caldo clarificado, temperatura alta na evaporação e alto tempo de retenção nos evaporadores aumentam as perdas de sacarose por inversão. Não se deve ficar acumulando caldo nos evaporadores, melhor compatibilizar as vazões e os volumes dos tanques de caldo clarificado e xarope. De acordo com Honig, a queda normal de pH entre o caldo clarificado e o xarope é de 0,3 e não devendo exceder 0,5.

De acordo com Honig, a queda n ormal de pH entre o caldo cl arificado e
De acordo com Honig, a queda n ormal de pH entre o caldo cl arificado e
De acordo com Honig, a queda n ormal de pH entre o caldo cl arificado e
ReunionReunion Pureza do Xarope Geralmente a pureza praticamente não varia do caldo clarificado ao xarope.
ReunionReunion Pureza do Xarope Geralmente a pureza praticamente não varia do caldo clarificado ao xarope.

ReunionReunion

Pureza do Xarope

ReunionReunion Pureza do Xarope Geralmente a pureza praticamente não varia do caldo clarificado ao xarope. Pode
ReunionReunion Pureza do Xarope Geralmente a pureza praticamente não varia do caldo clarificado ao xarope. Pode

Geralmente a pureza praticamente não varia do caldo clarificado ao xarope. Pode apresentar pequenas variações para mais e para menos. No entanto, como esta geralmente é uma determinação de rotina do laboratório, grandes variações devem ser cuidadosamente analisadas, pois podem estar indicando destruição de açúcares ou inversão de sacarose.

Formação de Cor

Formação de Cor ReunionReunion A maior temperatura à qual o ca ldo estará submetido é aquela
Formação de Cor ReunionReunion A maior temperatura à qual o ca ldo estará submetido é aquela

ReunionReunion

Formação de Cor ReunionReunion A maior temperatura à qual o ca ldo estará submetido é aquela
Formação de Cor ReunionReunion A maior temperatura à qual o ca ldo estará submetido é aquela

A maior temperatura à qual o caldo estará submetido é aquela reinante no primeiro efeito (pré-evaporador). Portanto, é neste vaso onde pode haver a maior formação de cor.

Deficiência de circulação de caldo e altos tempos de retenção também concorrem para o aumento de cor.

Vácuo baixo no último efeito é sinônimo de temperaturas altas em todos os efeitos, aumentando a possibilidade de formação de cor.

Sistemas de evaporação bem projetados e bem operados geralmente não apresentam acréscimos significativos de cor.

Perda de Calor

Perda de Calor ReunionReunion Cada vez mais se vê ref orçada a necessidade de economia de
Perda de Calor ReunionReunion Cada vez mais se vê ref orçada a necessidade de economia de

ReunionReunion

Perda de Calor ReunionReunion Cada vez mais se vê ref orçada a necessidade de economia de
Perda de Calor ReunionReunion Cada vez mais se vê ref orçada a necessidade de economia de

Cada vez mais se vê reforçada a necessidade de economia de energia, por questões ambientais e mesmo de uso racional, que possa permitir rendimentos adicionais (economia de bagaço; geração de energia elétrica).

Sob esse aspecto assume grande importância o isolamento de equipamentos e linhas, principalmente na evaporação onde a superfície exposta geralmente é muito grande.

Recomenda-se que todas as superfícies sejam isoladas e que o sistema de isolamento seja estanque à entrada de água, principalmente se os equipamentos estiverem montados a céu aberto.

Kerr estima que as perdas num quádruplo efeito, em porcentagem do vapor fornecido ao primeiro efeito (pré), sejam:

9,8% para instalação não isolada; 5,0% para instalação parcialmente isolada; 2,7% para instalação completamente isolada.

ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Durante a operação os tubos dos evaporadores podem se incr ustar
ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Durante a operação os tubos dos evaporadores podem se incr ustar

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Incrustrações e Limpeza

ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Durante a operação os tubos dos evaporadores podem se incr ustar tanto
ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Durante a operação os tubos dos evaporadores podem se incr ustar tanto

Durante a operação os tubos dos evaporadores podem se incrustar tanto interna como externamente.

Lado Externo

com óleo, através de vapor contaminado, no pré, sendo hoje uma ocorrência mais rara;

com lipídios e materiais gordurosos oriundos do caldo, nas caixas que recebem vapor vegetal;

com óxidos de ferro ou cobre, formados por ataque do vapor às superfícies de troca térmica (vapor vegetal com pH baixo);

com sais de cálcio, magnésio e sílica trazidos pela água de alimentação de caldeiras ou arrastados do próprio caldo.

Este depósito interfere na eficiência de transmissão de calor, devendo ser praticada, na entressafra, uma operação de limpeza das calandras. Esta operação poderia ser efetuada

por:

1. Circulação de soda cáustica concentrada ou 2. Detergentes especiais.

ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Para se minimizar a ocorrência des te tipo de incrustação, deve-se:
ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Para se minimizar a ocorrência des te tipo de incrustação, deve-se:

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Incrustrações e Limpeza

ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Para se minimizar a ocorrência des te tipo de incrustação, deve-se: 1.
ReunionReunion Incrustrações e Limpeza Para se minimizar a ocorrência des te tipo de incrustação, deve-se: 1.

Para se minimizar a ocorrência deste tipo de incrustação, deve-se:

1. Garantir flash adequado do caldo a ser clarificado;

2. Instalar separadores de arraste eficientes;

3. Fazer tratamento do vapor vegetal (cuidado: produtos à base de amônea não devem ser usados com tubos de cobre - lembrar dos aquecedores).

Há casos de evaporadores que apresentam camadas de 20 a 50 cm, no fundo das calandras, de flocos de material oriundo de corrosão. Este depósito bloqueia parte da área de troca térmica, dificultando o escoamento de condensado. Infelizmente muitas situações deste tipo só são resolvidas quando da troca dos tubos do vaso.

Esta camada de depósitos pode acelerar a corrosão da tubulação em sua parte inferior.

Lado Interno

Lado Interno ReunionReunion O depósito mais problemático é aque le que ocorre internamente aos tubos dos
Lado Interno ReunionReunion O depósito mais problemático é aque le que ocorre internamente aos tubos dos

ReunionReunion

Lado Interno ReunionReunion O depósito mais problemático é aque le que ocorre internamente aos tubos dos
Lado Interno ReunionReunion O depósito mais problemático é aque le que ocorre internamente aos tubos dos

O depósito mais problemático é aquele que ocorre internamente aos tubos dos evaporadores. Estes depósitos têm origem nos:

materiais em suspensão no caldo, principalmente se o caldo tiver sido submetido a uma decantação ineficiente. Este material se deposita principalmente no primeiro efeito. sais minerais e outros não-açúcares, que, à medida que o caldo vai se concentrando, vão se tornando insolúveis, precipitando nas paredes internas dos tubos. O aumento da concentração e a diminuição da temperatura ao longo do múltiplo efeito faz com que as incrustações se tornem mais problemáticas nos últimos efeitos.

A ocorrência de incrustações é facilitada por:

deficiência de circulação de caldo nos tubos (falta de caldo leva à queima

de açúcar); irregularidade de fornecimento de caldo à evaporação.

Lado Interno

Lado Interno ReunionReunion O material depositado cons iste principalmente de: - Sais de cálcio: fosfatos, sulfatos,
Lado Interno ReunionReunion O material depositado cons iste principalmente de: - Sais de cálcio: fosfatos, sulfatos,

ReunionReunion

Lado Interno ReunionReunion O material depositado cons iste principalmente de: - Sais de cálcio: fosfatos, sulfatos,
Lado Interno ReunionReunion O material depositado cons iste principalmente de: - Sais de cálcio: fosfatos, sulfatos,

O material depositado consiste principalmente de:

- Sais de cálcio: fosfatos, sulfatos, sulfitos, oxalatos e carbonato de cálcio;

- Sílica e silicatos. A sílica forma grande parte dos depósitos do último efeito;

- Matéria orgânica: principalmente no primeiro efeito (pré).

Uma conseqüência imediata da incrustação dos tubos dos evaporadores é a redução da capacidade do múltiplo efeito. A incrustação reduz o coeficiente de troca térmica, tendo como conseqüências:

- a diminuição da capacidade de evaporação do conjunto;

- a redução da concentração (brix) do xarope;

- pressão se elevando (vácuo menor) em algumas calandras.

Medidas para Diminuição da Formação de Incrustração

Medidas para Diminuição da Formação de Incrustração Reunion As ações para diminuição da ocorrência de incr
Medidas para Diminuição da Formação de Incrustração Reunion As ações para diminuição da ocorrência de incr

Reunion

para Diminuição da Formação de Incrustração Reunion As ações para diminuição da ocorrência de incr
para Diminuição da Formação de Incrustração Reunion As ações para diminuição da ocorrência de incr

As ações para diminuição da ocorrência de incrustações se iniciam na lavagem de cana, que contribui para a diminuição da precipitação de sílica e silicatos.

Em seguida, se o tratamento de caldo for conduzido de forma eficiente, se diminui de forma importante os teores de matéria orgânica e de sais, orgânicos e inorgânicos, no caldo clarificado, diminuindo as incrustações.

Deve-se garantir a operação da evaporação em regime uniforme, com alimentação de caldo e retirada de xarope constantes.

A circulação adequada de caldo é importantíssima para a redução das incrustações. Regiões mais incrustadas indicam deficiência de circulação.

O nível de caldo nos tubos deve ser mantido próximo a seu ótimo (1/3 da altura dos tubos), garantindo boa circulação de caldo.

Lembrar que num tubo bem limpo se torna mais difícil a deposição das incrustações. Portanto, a limpeza deve ser esmerada, com conferência via calibre, para garantia de remoção efetiva dos depósitos.

Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações A remoção das incrustações se faz de duas formas: 1-
Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações A remoção das incrustações se faz de duas formas: 1-

Reunion

Reunion

Limpeza das Incrustrações

Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações A remoção das incrustações se faz de duas formas: 1- Mecanicamente,
Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações A remoção das incrustações se faz de duas formas: 1- Mecanicamente,

A remoção das incrustações se faz de duas formas:

1- Mecanicamente, utilizando-se hidrojateamento ou raspadores (rosetas). 2- Quimicamente, através de banhos em ebulição ou sprays a quente, usando soluções de soda cáustica ou soluções especiais.

Também se pratica a conjugação de ambos os métodos, pela fervura prévia de solução de soda antes da remoção mecânica.

Pré-evaporadores geralmente são limpos adequadamente com raspadores do tipo roseta, ou pela fervura prévia de soda (8 a 10%, durante 4 a 6 horas), com posterior uso de hidrojateamento.

Nos efeitos, a 4 a caixa é que geralmente apresenta a incrustação mais difícil de ser removida. Incrustações mais duras geralmente são melhor retiradas pelas rosetas, mas a combinação de fervura de soda com o hidrojateamento pode também ser eficaz.

Não há uma solução única a ser recomendada como regra geral para todas as usinas, pois as incrustações dependem de particularidades que começam na lavoura, como por exemplo, tipo de solo. Portanto, cada usina deve experimentar até desenvolver a melhor programação e a melhor seqüência de operações para remoção de suas incrustações.

Reunion
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Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações Uma vez limpos os evaporadores, deve-se cuidar para que: 1-
Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações Uma vez limpos os evaporadores, deve-se cuidar para que: 1-

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Limpeza das Incrustrações

Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações Uma vez limpos os evaporadores, deve-se cuidar para que: 1- os
Reunion Reunion Limpeza das Incrustrações Uma vez limpos os evaporadores, deve-se cuidar para que: 1- os

Uma vez limpos os evaporadores, deve-se cuidar para que:

1- os equipamentos estejam isentos de partículas oriundas das operações de limpeza, para não comprometer a qualidade do açúcar;

2- as portas de visita inferiores sejam abertas para descarga de material particulado acumulado;

3- aproveitar a abertura destas portas e inspecionar a parte inferior dos tubos, confirmando a eficiência de limpeza com cálibres, usinados de acordo com as dimensões internas dos tubos utilizados;

4- se possível testar as calandras na busca de vazamentos, tubos soltos ou perfurados. Estas ocorrências fazem com que durante a operação o vapor escape para o lado do caldo, diminuindo o brix e, durante as paradas, o caldo fluirá para o lado do vapor, podendo contaminar a água de alimentação das caldeiras.

Reunion Reunion Avaliação de Performance A disponibilidade da medição da vazão de caldo alim entada
Reunion Reunion Avaliação de Performance A disponibilidade da medição da vazão de caldo alim entada

Reunion

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Avaliação de Performance

Reunion Reunion Avaliação de Performance A disponibilidade da medição da vazão de caldo alim entada ao
Reunion Reunion Avaliação de Performance A disponibilidade da medição da vazão de caldo alim entada ao

A disponibilidade da medição da vazão de caldo alimentada ao múltiplo efeito, mais a instalação de pontos de amostragem ao longo de todo o conjunto, permite a determinação da taxa de evaporação apresentada por cada um dos efeitos.

Este expediente deve fazer parte da rotina do laboratório para execução diária. Os resultados indicarão claramente caixas que estejam apresentando problemas.

Causas de Mal Funcionamento da Evaporação

Causas de Mal Funcionamento da Evaporação Reunion Causas possíveis de mal funcionamento da evaporação: 1-
Causas de Mal Funcionamento da Evaporação Reunion Causas possíveis de mal funcionamento da evaporação: 1-

Reunion

Causas de Mal Funcionamento da Evaporação Reunion Causas possíveis de mal funcionamento da evaporação: 1-
Causas de Mal Funcionamento da Evaporação Reunion Causas possíveis de mal funcionamento da evaporação: 1-

Causas possíveis de mal funcionamento da evaporação:

1- Temperatura muito baixa do caldo clarificado entrando nos prés; 2- Vazão de caldo acima do considerado para projeto da evaporação (moagem elevada, taxa de embebição elevada, maior vazão de água de lavagem de torta); 3- Variações na vazão de caldo; 4- Partidas e paradas freqüentes; 5- Baixa pressão do vapor de escape; 6- Baixo vácuo na última caixa; 7- Deficiência na circulação de caldo; 8- Curto circuito na circulação de caldo; 9- Calandras operando com nível incorreto de caldo; 10- Deficiência na remoção de gases incondensáveis; 11- Deficiência na remoção de condensados; 12- Tubos incrustados; 13- Tubos soltos, furados ou quebrados.

CÁLCULO EVAPORAÇÃO

CÁLCULO EVAPORAÇÃO Reunion Transmissão de calor em um evaporador Q = U.A. DT Q = Quantidade
CÁLCULO EVAPORAÇÃO Reunion Transmissão de calor em um evaporador Q = U.A. DT Q = Quantidade

Reunion

CÁLCULO EVAPORAÇÃO Reunion Transmissão de calor em um evaporador Q = U.A. DT Q = Quantidade
CÁLCULO EVAPORAÇÃO Reunion Transmissão de calor em um evaporador Q = U.A. DT Q = Quantidade

Transmissão de calor em um evaporador

Q = U.A. DT

Q = Quantidade de calor trocada U = coeficiente de troca térmica A = superfície de aquecimento DT = Diferença de temperaturas

Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO 1 U =   + + e tubo + e incrustaçã o
Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO 1 U =   + + e tubo + e incrustaçã o

Reunion

CÁLCULO EVAPORAÇÃO

Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO 1 U =   + + e tubo + e incrustaçã o h
Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO 1 U =   + + e tubo + e incrustaçã o h

1

U

=

 

+

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e

tubo

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h

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k

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1

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U coeficiente global h coeficiente de película e espessura

k

condutividade térmica do material

Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO Ponto de ebulição Depende da pressão Pressão da fase vapor (tabela de
Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO Ponto de ebulição Depende da pressão Pressão da fase vapor (tabela de

Reunion

CÁLCULO EVAPORAÇÃO

Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO Ponto de ebulição Depende da pressão Pressão da fase vapor (tabela de vapor)
Reunion CÁLCULO EVAPORAÇÃO Ponto de ebulição Depende da pressão Pressão da fase vapor (tabela de vapor)

Ponto de ebulição

Depende da pressão

Pressão da fase vapor (tabela de vapor) Pressão hidrostática

Depende do teor e tipo de sólidos dissolvidos

Ebulioscopia

epe = 2B/(100-B)