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Nº 12 - Edição Gratuita Novembro 2009

Passeios Fotográficos
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Reflexos D’Arte Reflexos D’Arte Reflexos D’Arte


Indice

Reflexos D’Arte
Editorial
A televisão passou a ocupar um espaço muito grande no dia das pessoas e, dado o seu grande
poder de atracção e o facilitismo que advém de ser uma actividade passiva, roubou muito do
gosto dos adolescentes pela arte.
Como se não bastasse, muitos pais ocupam as horas de lazer dos filhos com mais e mais
actividades académicas, aprendizagem de línguas, e jogos electrónicos deixando pouco tempo
para as artes.
Muitas escolas felizmente já começam a ter algumas actividades extracurriculares, para lá das
aulas obrigatórias: clubes de pintura, grupos corais, de modelagem, etc. Mas quantos alunos as
frequentam? Os pais deveriam se inteirar do que existe e falarem com os filhos as
possibilidades de eles frequentarem essas actividades, sem os obrigar a fazer o que não
querem ou uma actividade para a qual não têm talento. Que por vezes pode apenas ser
inexperiência e o ainda escasso desenvolvimento das capacidades pessoais.
Será também útil que os pais dialoguem com os professores a possibilidade de ter mais
actividades deste tipo, com a própria colaboração das famílias e dos cidadãos em geral.
Em meios pequenos esta solução será sem dúvida mais fácil até porque as pessoas se conhecem
melhor e não existem tantos problemas de deslocações e de perdas de tempo. Haverá decerto
pessoas na família do aluno que têm talento para determinadas artes pintura, música, teatro,
Escultura.

Porque não identificar essas pessoas e pedir a sua colaboração? Algumas delas estarão
seguramente disponíveis. Muitas talvez já estejam reformadas e disponham de tempo livre. A 2
escola pode organizar concursos, exposições, animações que ponham os alunos mais em
contacto com as artes e os faça desenvolver o gosto pela cultura e pela criatividade, discutindo
com eles as melhores formas de utilizar os tempos de lazer e de organizar com a comunidade
essas actividades. Será certamente interessante se os alunos dialogarem com pessoas de
outras gerações, com experiências pessoais e com trabalhos que, infelizmente, estão
remetidos e confinados às gavetas ou às paredes das casas de cada um, faltando o espaço para
a sua Partilha.
As competências sociais e artísticas são tão importantes como as competências meramente
académicas e chegou a altura de darmos esse grande salto ou qualquer dia os adolescentes
portugueses serão meras máquinas de produzir notas para depois entrarem nesta ou naquela
faculdade, neste ou naquele emprego, e passarem a vida a produzir trabalho, que maior parte
das vezes nem é o que eles gostam.

Esperamos com isto que possam reflectir com o assunto, tanto pais, como alunos, como escolas,
e tentem mudar esta tendência e este pensamento português que a arte não é aplicável à vida
de um jovem que quer ser “alguém na vida”.

Reflexos D’Arte
Entrevista
Entrevista à artista Luísa Couto
www.bikuatasdaisa.blogspot.com
Isaluanda@gmail.com

Como caracterizas o teu trabalho?

Um misto de artes decorativas e pintura.

Quando e como inicias-te a tua actividade artística ?

Desde os tempos de liceu nas aulas de trabalhos manuais.

Qual foi a peça que mais prazer te deu a criar? Porquê?

Qualquer peça que crie me dá imenso prazer mas adorei pintar as “janelas de Lisboa” em placas de porcelana e
actualmente divirto-me bastante a decorar as minhas”Telhas”.

Em que pensas quando crias arte?

Imagino como ficará a peça quando terminada.

Podes participar nesta


rúbrica enviando um mail para :

Entrevista@reflexosdarte.com

Reflexos D’Arte
Entrevista
Quais são os teus materiais preferidos? Porquê?

Para além das tintas, tudo o que me sirva para decorar as peças.

Quais os teus planos futuros?

Gostava muito de ter um espaço meu onde pudesse ensinar e expor as minhas obras!

O que mais gostas de fazer para além de arte?

Gosto de viajar e conhecer outras culturas.

Como evoluiu a tua vida de artista?

Sempre me dediquei às manualidades como hobby, mas após ter-me reformado dedico-me a tempo inteiro às
mesmas. Actualmente faço algumas feiras de artesanato.

O que dizem as pessoas quando vêm e compram os teus trabalhos?

Dizem que sou criativa, que tenho bom gosto e que os meus trabalhos têm algo de diferente o que os torna
atractivos.

Reflexos D’Arte
Ideias

Decorações de interiores

Técnicas com Velaturas


Nesta edição vamos falar das técnicas simples com recurso a velaturas.

Esponjado

A grande vantagem das velaturas face à tinta diluída reside no seu “tempo aberto”, que é muito mais longo. As
velaturas demos tempo a secar, e assim é possivel fazer retoques com mais facilidade. O processo de esponjado
com velaturas executa-se exactamente da mesma forma que com as tintas diluídas que foi explicado na revista
anterior ( Outubro 2009).

Retirar tinta com a esponja

Para a realização deste efeito utiliza-se um trincha, uma camada de velatura, e em seguida esta é parcialmente
removida com uma esponja.

Aplicação da velatura

A primeira etapa consiste en aplicar uma camada homogénea de velatura sobre a parede. Tal como outras
técnicas, esta também requer a correcta preparação da superfície e a aplicação de uma camada de base.
A aplicação de velaturas pode ser efectuado com um rolo ou uma trincha rectangular(Broxa). A única exigência é 5
que a velatura seja aplicada de forma tão regular quanto possível. Mas, mesmo que uma pequena zona não seja
coberta, não entre em pânico, pois, com esta técnica, o produto será parcialmente removido e não se notarão
diferenças.
Tenha o cuidado de trabalhar em pequenas áreas, para evitar que a velatura seque antes de poder retirá-la.
O tamanho certo da superfície em que deverá trabalhar depende de muitos factores, tais como o tempo de
secagem da velatura ( por sua vez, influenciado pela capacidade de absorção da superfície, a humidade do ar e a
temperatura ambiente), ms também da quantidade de produto que desejar remover. Comece, assim, por uma
área relativamente pequena ou, mais prudente ainda, faça um teste num pedaço num pedaço de madeira ou num
cartão.

Execução

Após a aplicação da velatura, poderá começar a retirar a tinta. A técnica é idêntica à do esponjado, exigindo que
se passe a esponja sobre o produto húmido, a fim de removê-lo parcialmente. A tinta que ficar na esponja deverá
ser retirada aos poucos com um pano ligeiramente húmido. Quando aquela ficar demasiado saturada, deverá ser
lavada em água corrente e espremida, para que o trabalho possa continuar. Tenha o cuidado de manter uma
pequena faixa de parede com tinta em vez de retirar logo tudo com a esponja. Esta permitir-lhe-á, quando tiver
de aplicar a velatura sobre a zona sequinte, disfarçar as transições entre partes pintadas.
Quando a segunda zona da parede se encontrar coberta pela velatura, repita o processo de acabamento. Não se
esqueça de começar pela zona de velatura que anteriormente deixou livre, pois entretanto esta poderá secar.

Reflexos D’Arte
Ideias

Decorações de interiores

Técnicas com velaturas


Esquinas das paredes

Retirar a tinta nas esquinas das paredes não é tarefa fácil. Não é possível pressionar a esponja duas vezes
seguidas da mesma forma. Por isso, é preferível não aplicar a
velatura nas esquinas, deixando uma faixa livre de 2 cm, em cada lado. Para um maior nível de segurança, poderá
ainda apoiar um cartão rigído sobre o angulo, cobrindo a parede que já tiver sido pintada. A faixa de parede em
torno da esquina, que não foi coberta pela velatura, só deverá ser terminada quando o conjunto tiver secado.
Remova a velatura com um pequeno pedaço de esponja ou um pincel especial para desenhos com stencil.

Acabamento

Se. Depois da secagem, persistirem algumas zonas irregulares, volte a passar a esponja. E, mesmo que o efeito
final não seja o pretendido, nada estará perdido.
- se o aspecto final for demasiado suave e regular, poderá aplicar uma segunda cor, ligeiramente mais escura.
- se, pleo contrário a pintura tiver ficado demasiado agressiva, suavize-a através da aplicação de uma cor
idêntica à de base.

Reflexos D’Arte
Ideias
Pirogravura

Faça o seu Jogo de Ccartas


Esta técnica é conhecida como pirogravura fina, por causa da delicadeza dos entalhes obtidos na gravação.
Nesta técnica usa-se muito os motivos abstratos. Como o trabalho que se segue:

Material:

!Uma caixinha de madeira porta-baralho de cartas


!Pirogravador com a ponta fina
!Lixa d’água 400
!Guache de várias cores
!nanquim
!Pena mosquetinho
!verniz
!Aguarrás
!Betume
!Pinceis
!Retalho de algodão

Passo a passo:

Humedeça levemente a peça de madeira para que as falhas arrepiem e facilitando assim o processo de lixar. 7
Passe a lixa d’água até observar que a textura da madeira fique bem lisa. Retire bem o pó. Transfira o risco ou
desenhe a lápis na própria peça. Neste caso desenhou-se penas que lembram a estampa tipo cashmere são as
mais tradicionais. Faça a pirogravura utilizando a ponta fina. Tenha em atenção que a ponta do pirógrafo tem de
acompanhar cuidadosamente o risco, cortando perfeitamente a superfície da madeira. - Detalhe
característico desta técnica. Terminada a gravação, lixe novamente a peça, mas sem humedecer. Pinte os
motivos com o guache tendo o cuidado de não deixá-lo penetrar nos veios da pirogravura. Com a pena
mosquitinho, faça tracinhos a nanquim detalhando o trabalho. Deixe secar e passe uma demão de verniz. Dilue o
betume em agarrás e aplique-o sobre toda a peça, retirando o excesso com um retalho de algodão macio.
Finalize com uma nova demão de verniz.

Reflexos D’Arte
Ideias
Saché crochet
Trabalho executado por : http://mirian-crochet.blogspot.com

Comece com 6 correntinhas e feche com um ponto baixísimo.

1carr: 18 pontos altos dentro do anel.


2carr:4 correntinhas para subir,pontos altos sobre os pontos altos da carreira anterior,separados por 1
correntinha.
3carr:5 correntinhas para subir,pontos altos sobre os pontos altos da carreira anterior,separados por 2
correntinhas.
4carr:6 correntinhas para subir,pontos altos sobre os pontos altos da carreira anterior,separados por 3
correntinhas.
5carr:7 correntinhas para subir,pontos altos sobre os pontos altos da carreira anterior,separados por 4
correntinhas
6carr:1 ponto alto sobre o ponto alto ca carreira anteiror,2correntinhas,1ponto alto no meio das 4 correntinhas da
carreira anterior,2correntinhas....Ficando 36p.altos.
7carr:* 3 pontos altos no espaço entre os p.altos da carreira anterior,3 pontos altos no espaço seguinte,3
correntinhas
8carr*:Pular o primeiro ponto alto e fazer pontos altos sobre os pontos altos da carreira anterior.Dentro das
correntinhas, faça 3p.altos,3correntinhas,3p.altos.
9carr: Igual a 8carr.
10 carr. Mude a cor da linha e faça como a 8 carr.
11carr.Mude a cor novamente e faça como a 8 carr.
12 carr: Mude a cor da linha e contorne com pontos baixos. O trabalho parece um paninho com as pontas embabadas. 8
Passe uma fita de cetim dentro dos espaços das correntinhas da última carreira,coloque um sabonete e puxe a fita
fazendo um franzido,ajeitar os babadinhos e dar um belo laço.

Está pronto o sachet!

*Repetir

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trabalhos para:

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Reflexos D’Arte
Ideias
Flores - Rosas em crochet
Seguindo as imagens deem uma nova cara aos vossos vasos e jarras.

Este botão de rosa é bem fácil de fazer. Utilizei linha Cléa e agulha 1,25 mm. Aqui vai a receitinha.

Botão: Comece com 13 correntes.


1ª carreira: Na 3ª corrente a contar da agulha faça 3 pontos altos. Faça da mesma forma até a 10ª corrente,
totalizando 30 pontos altos. (a essa altura o trabalho estará todo enrolado)
2ª carreira: Suba 3 correntes e faça um ponto alto em cada ponto alto da carreira anterior.
3ª carreira: Suba uma corrente e faça pontos baixos. Dê forma ao botão e prenda com um ponto baixo ou
costurando.

Cálice: Fiz pontos baixos na base do botão, aleatoriamente, dando a forma de um "copinho".

Cabo e folha: Comece com 16 correntes, continuando do cálice.


1ª carreira: Faça 7 pontos baixos nas correntes de base. Na oitava corrente saia para o lado com 6 correntes e
volte formando a folha (1 ponto baixo, 1 meio ponto alto, 1 ponto alto, 1 meio ponto alto e 1 ponto baixo). Continue
fazendo pontos baixos nas 7 correntes de base restantes.
2ª carreira: Faça outra carreira de pontos baixos descendo agora pelo outro lado das correntes de base.
3ª carreira: Volte agora em direção ao cálice, unindo com pontos baixos as 1ª e 2ª carreiras, dando assim firmeza
ao cabinho.

Me inspirei no "Pingente Primavera" do site da "Pinguim" para fazer o botão. Só acrescentei a 3ª carreira.

Reflexos D’Arte
Ideias
Cordão em crochet
Receita do "Cordão p/ Colar da Rose"

Para treinar comece com 1 fio de linha Anne e faça 10 corr. volte fazendo 9 p. baixo, vire do lado avêsso e feche em
círculo, com 1 p. baixo.
Nesta 2ª carr. tente visualizar um V com um tracinho em baixo. É no tracinho que você vai introduzir a agulha para
puxar a laçada e fazer o p. baixo que vai formar o ponto do cordão.
Na 3ª carr. você vai puxar as laçadas entre um ponto e outro. Para a 3ª carr. preste atenção nas informações
abaixo:

Não é no elo que forma em cima da carreira de pontos que você vai trabalhar. Olhe na foto onde coloquei um fio
vermelho, é a laçada que fica como se fosse nas costas do ponto, e é sempre nela que você vai trabalhar as carreiras
sem terminar, circulando até atingir o tamanho desejado, sempre fazendo p. baixo. e sempre no meio de um ponto e
outro.

Não é difícil, é só prestar atenção nos detalhes; olhe se está formando o ponto em diagonal, e olhe também dentro
do cordão, ele fica parecendo recheado de pontos .

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Reflexos D’Arte
Ideias
Estamparia com folhas
Trata-se sem dúvida de um dos processos mais antigos de impressão ou estamparia. Antigamente as tintas não eram
tão resistentes como as de hoje, que não se estragam nem desaparecem com as lavagens. O exemplo que vamos
propor é um trabalho manual simples que requer apenas limpeza durante a sua execução.

Materiais necessários: toalha de banho, tintas especiais de tecido, folhas naturais de diferentes tipos e tamanhos,
papel celofane, pinceis, ferro de engomar, papel de manilha, cartolina branca.

1º Pegamos numa folha e sobre ela aplicamos o branco como cor base
2º Sobre o fundo branco, matizamos com diferentes tons
3º Colocamos a toalha sobre a cartolina para darmos depois início ao processo de estamparia.
4º Escolhido o lugar para a estamparia, colocamos a folha com a cor base bem firme sobre a peça
5º Cobrimos a folha com um pedaço de celofane para que a mão deslize bem sobre a folha sobre a qual vamos
pressionar.
6º Com a mão e os dedos, pressionamos sobre toda a superficie da folha para que a toalha absorva a cor.
7º Retiramos depois a folha num só movimento, tomando cuidado para não manchar o tecido
8º Com um pincel bem fino e tinta numa cor mais escura assinalamos as nervuras da folha
9º Em seguida, completamos a estampariadesenhando o talo da folha
10 º Repete-se os passos anteriores com outras folhas iguais ou de tamanhos diferentes, mudificando também as
tonalidades.
11º Protegendo as zonas estampadas com celofane, vamos prosseguindo a estamparia.
12º Concluida a estamparia, fixamos as cores mediante a passagem do ferro de engomar sobre papel de manilha
posto sobre o tecido.( Este procedimento normalmente não é necessário em maior parte das tintas de tecido
existentes no mercado, mas se o fizermos fixamos melhor a tinta ao tecido, protegendo assim a tinta de
desaparecer mais rápido com as lavagens). 11

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Loja, design, decoração, workshops. artes decorativas

( Nova Morada )

Galerias São Sebastião, lj 26


2655-319 Ericeira
963259339

blog em: http://fabricaarcoiris.blogspot.com

Reflexos D’Arte
Ideias

A planta medicinal
Cálamo-Aromático
Esta planta é proveniente da Ásia e foi introduzida na Europa, no século XIII, pelos Tártaros. Tem um aroma
que lembra a tangerina, mas com sabor amargo.

O rizoma do cálamo contém um óleo essencial amargo, o Oleum calami, a que se devem os seus efeitos
medicinais.

Tem as seguintes propriedades:


!Aumenta o apetite
!Facilita a digestão.
!Elimina os gases do tubo digestivo
!Relaxante muscular e sedativo suave do sistema nervoso, quando se aplica externamente, acrescentando a
decocção à água de um banho quente.
!Alivia a dor dos reumáticos, e ajuda a conciliar o sono.
!Calmante do prurido da pele no caso de erupções e urticária. Um banho com decocção de raiz de cálamo
acalma o prurido e suaviza a pele.

Uso Interno : Decocção ou infusão com uma colher de sopa de rizoma triturado(uns 15g) por chávena de água.
Tomar 2 ou 3 chávenas por dia, sem adoçar.
Uso externo : Banhos - acrescenta-se à água do banho uma decocção feita com 500 g de rizoma triturado num
litro de água. 12

Precauções: O uso continuo de cis-isoasarona ( um dos componentes do óleo essencial do cálamo) pode produzir
efeitos tóxicos do tipo mutagénico. Por prudência, recomenda-se evitar o uso interno do cálamo ( durante mais
de um mês).

Reflexos D’Arte
Ideias
Dois pontos no mesmo lugar
Passo a passo
Seguindo as imagens efectuamos o ponto grande dupla, que serve para fazermos malas em
trapilho, camisolas de lã, e de algodão, e outros acessórios de moda.

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Reflexos D’Arte
Velho Vira Novo
Pulseira de tecido da Quiane
http://arte-com-quiane.blogspot.com/

Vamos aprender a fazer?

Material:

!embalagem de batatas Pringles ou embalagem das batatas nacionais mesmo, ou ainda se não tiver estes pacotes
você pode utilizar pedaços de cano de PVC, eu já utilizei e deu certo...Como a idéia é reciclar, nada de sair
comprando o cano de PVC hein!!!
!Tecidos diversos
!cola quente

Passo a passo:

(Recorte o pacote da largura que vc deseja fazer as suas pulseiras, 1 pacote dá para +- 7 pulseiras largas)

A idéia é simples...corte o pacote de batata da largura que você desejar e encape com tiras de tecido. Tudo colado
com cola quente.
Fica bem resistente pois o papelão utilizado é de excelente qualidade, porém se desejar a sua mais firme ainda, 14
pode utilizar uma tira por cima da outra ou ainda revestir as tiras do pote com fita crepe (eu não faço isso, pois o
trabalho é de reciclagem e utilizar a fita crepe na minha opinião não é reciclagem. Tente utilizar a maioria dos
materiais usados, para que a função da reciclagem prevaleça!)
Gostaram da minha idéia?Mais fácil impossível!!

Na hora de vender:

Nunca deixe de dizer que é um trabalho de reciclagem. Existe um público específico que gosta desse tipo de
artesanato e existe um público que não gosta. Para não haver mal entendidos e perder clientes, faça que nem eu,
crie uma etiqueta e anexe no produto. Eu criei a minha assim: "Quiane linha Eco"

Podes enviar os teus


Reciclar é tudo de bom!!! trabalhos para:

Bjus Quiane Reciclagem@reflexosdarte.com

Reflexos D’Arte
Divagações

Deu a capa a um mendigo


São Martinho bondoso
Da chuva se fez Sol
Pôs-se um dia radioso

Nesta data a celebrar


com castanhas e vinho
Vamos para o magusto
Viva! Viva o São Martinho

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Para participares nesta
rúbrica basta enviares um mail para :

Poemas@reflexosdarte.com

Reflexos D’Arte
Passeios Fotográficos

Nesta rubrica damos algumas sugestões


para belos passeios onde se conjuga o gosto
pela natureza, arquitectura, etc com o gosto
pela fotografia. Não é preciso ser um grande
fotógrafo ou ter uma grande máquina
fotográfica, basta a ideia de querer passar
um dia diferente dos outros, apreciar o que
há de bonito e brincar com a máquina
fotográfica!

Palácio e Quinta da Regaleira


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é
designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro
proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa
distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde
2002.
Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio,
rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam
significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em
traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina
Localizada em pleno Centro Histórico de Sintra e bem perto do Palácio de Seteais, a quinta beneficia do 16
micro-clima da serra de Sintra, que muito contribui para os luxuriantes jardins e os nevoeiros constantes
que adensam a sua aura de mistério.

História

A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por
Carvalho Monteiro. Sabe-se que, em 1697, José Leite era o proprietário de uma vasta propriedade nos arredores da
vila de Sintra, que hoje integra a Quinta.
Francisco Albertino Guimarães de Castro comprou a propriedade (conhecida como Quinta da Torre ou do Castro em
1715), em hasta pública, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte aí existente.
Em 1830, na posse de Manuel Bernardo, a Quinta toma a actual designação. Em 1840, a Quinta da Regaleira é
adquirida pela filha de uma negociante do Porto, de apelido Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de
Baronesa da Regaleira. Data deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas
representações iconográficas de finais do século XIX.

Reflexos D’Arte
Passeios Fotográficos
Quinta da Regaleira
A história da Regaleira actual principia em 1892, ano em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António
Augusto Carvalho Monteiro por 25 contos de réis. A maior parte da construção actual da quinta teve início em 1904 e estava
terminada em 1910.
A quinta foi vendida a Waldemar d'Orey em 1942 que, sem ter desvirtuado o que tinha sido concebido, procedeu a pequenas
obras de modo a acolher a sua grande família e profundíssimas obras de restauro, já que a casinha não era cuidada há muito. Em
1987 a Quinta da Regaleira é adquirida pela empresa japonesa Aoki Corporation e deixa de servir como habitação, sendo
entregue ao cuidado de caseiros e permanece fechada ao público.
Em 1997, a Câmara Municipal de Sintra adquire este valioso património, iniciando pouco depois um exaustivo trabalho de
recuperação do património edificado e dos jardins. Actualmente, a Quinta da Regaleira está aberta ao público e é anfitriã de
diversas actividades culturais.

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A Maçonaria e a Quinta da Regaleira

Chama-se esotérico a um conhecimento oculto, seja doutrina ou técnica de expressão simbólica, reservado aos iniciados:. O
esoterismo é, pois, o conjunto de práticas e de ensinamentos esotéricos, no contexto de uma tradição multifacetada que abrange
diferentes épocas, lugares e culturas. A Alquimia, a Maçonaria e os Templários, por exemplo, incorporam teorias, rituais e
procedimentos herméticos que se integram no âmbito do esoterismo:.
Na tipologia do misticismo judaico, firmado na procura de Deus e na experiência da divindade, o esoterismo baseia-se,
fundamentalmente, na lei das correspondências, que visa encontrar, através do recurso à analogia, relações simbólicas entre o
divino e o terreno, entre o transcendente e o imanente, entre o visível e o invisível, entre o homem e o universo:. A passagem de
uma a outra dimensão opera-se em cerimónias de iniciação, por meio de encenações e rituais de carácter mágico, nos quais o
neófito recebe o segredo da transmutação, aceita a filiação no grupo de companheiros e acede a um nível espiritual superior:.
A Franco-Maçonaria antiga, dita operativa, deriva das confrarias, das corporações, dos agrupamentos profissionais de pedreiros
livres e dos construtores das catedrais medievais:. À defesa dos interesses profissionais, juntavam os franco-maçons,
preocupações de carácter filantrópico, moral e religioso:. Os grupos maçónicos, organizados em sociedades secretas e reunindo
em lojas, foram perdendo o carácter exclusivamente operativo e começaram a aceitar membros estranhos à profissão mas que
perfilhavam os mesmos ideais iniciáticos:.
O declínio das confrarias origina, por filiação directa, o aparecimento em 1717, em Inglaterra, da Maçonaria moderna, dita
especulativa, uma vez que já não existe ligação à prática do oficio de construção, tendo utensílios como o esquadro e o compasso
adquirido um valor eminentemente simbólico:.
A Maçonaria provocou, praticamente desde o início, a oposição da Igreja Católica, embora muitos dos ensinamentos maçónicos,
de inspiração cristã, preconizem a crença nas virtudes da caridade, na imortalidade da alma e na existência de um princípio
espiritual superior denominado Grande Arquitecto do Universo:. Grande parte da simbologia maçónica, sobretudo a dos altos
graus, inspira-se em correntes esotéricas tais como a alquimia, o templarismo e o rosacrucianismo, inscritas em diversos locais
da Regaleira:

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Quinta da Regaleira
A alquimia tem por objectivo a transmutação real ou simbólica dos metais em ouro e por fim último a salvação da alma:. As
operações alquímicas são realizadas num Atanor, ou seja, num forno alquímico de combustão lenta, com um cadinho e um balão
nos quais se pretende espiritualizar a matéria e materializar o espírito:. Este propósito essencial da Alquimia operativa,
executada em laboratório, é a obtenção da Pedra Filosofal, simbiose entre matéria e espírito, da qual poderia resultar, segundo
os alquimistas, além da transmutação dos metais em ouro, a realização de um dos desejos ancestrais da humanidade: o elixir da
longa vida, capaz de proporcionar saúde e eterna juventude:. Neste sentido, há quem considere a procura alquímica como uma
metáfora da condição humana:. A Alquimia assumiu, depois do século XVIII, um carácter manifestamente religioso, dedicando-
se sobretudo ao estudo das relações espirituais e energéticas entre o homem (microcosmo) e o universo (macrocosmo):. A partir
de um trabalho erudito de equivalências e analogias, aceita-se que o universo nos engloba e nos interpela num só movimento
existencial - ele é ao mesmo tempo transcendência (Outro) e nós próprios:.
Parece evidente que a concepção religiosa do mundo que preside à Regaleira assenta no Cristianismo, mas num Cristianismo
escatológico, que tem a ver com o fim dos tempos:. Quer recorramos à lição da escatologia cósmica, que prenuncia o fim do
universo e da humanidade, quer nos atenhamos à escatologia individual, que assenta na crença da sobrevivência da alma depois da
morte, é a mesma ideia obsessiva que encontramos:. É também um Cristianismo gnóstico, apoiado em discursos míticos e em
conhecimentos sagrados que prometem a salvação dos fiéis e o retorno dos espíritos:. É, enfim, um Cristianismo imbuído de
ideais neotemplários, associados ao Culto do Espírito Santo, que encontramos na tradição mítica portuguesa.
Os templários foram monges-soldados, cuja ordem militar, fundada no período das Cruzadas em 1119, visava proteger os lugares
santos da Palestina contra o perigo dos infiéis:. Os votos de pobreza e castidade não impediram os Cavaleiros da Milícia do
Templo de enriquecer e de desempenhar um importante papel económico e político, tanto no Oriente como na Europa, a ponto de
criarem poderosos inimigos, como o rei Filipe IV de França e o Papa Clemente V, que levaram à perseguição e à extinção da ordem
em 1314, sob acusações, porventura falsas, de blasfémia e imoralidade:. Em 1317, D. Dinis de Portugal afectou os bens dos
templários à Ordem de Cristo, que muitos aceitaram como sua sucessora:.
Desaparecidos os templários não desapareceu o templarismo, cujo espírito, resumido na defesa dos lugares sagrados e na luta
contra o mal, renasceu em várias correntes e organizações iniciáticas como sendo a afirmação simbólica da sobrevivência da
Ordem do Templo:. A cruz templária no fundo do poço iniciático, a cruz da Ordem de Cristo no pavimento da Capela, bem como
todas as outras cruzes dispostas na Capela, testemunham a influência do templarismo no ideário sincrético de Carvalho
Monteiro:.
Há ainda, na Regaleira, referências rosacrucianas, em alusão à corrente esotérica iniciada no séc. XVII, de tendência cristã, 18
utilizando os símbolos conjuntos da rosa e da cruz:. O movimento Rosa-Cruz propunha reformas sociais e religiosas, exaltava a
humildade, a justiça, a verdade e a castidade, apelando à cura de todas as doenças do corpo e da alma:. Tornou-se também grau
maçónico de várias Ordens e, ainda hoje, existem algumas escolas esotéricas e sociedades secretas que pretendem assumir-se
como reaparições da Ordem Rosa-Cruz.

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Passeios Fotográficos
Quinta da Regaleira
A Quinta e pontos de interesse

Carvalho Monteiro tinha o desejo de construir um espaço grandioso, em que vivesse rodeado de todos os símbolos que
espelhassem os seus interesses e ideologias. Conservador, monárquico e cristão gnóstico, Carvalho Monteiro quis
ressuscitar o passado mais glorioso de Portugal, daí a predominância do estilo neomanuelino com a sua ligação aos
descobrimentos. Esta evocação do passado passa também pela arte gótica e alguns elementos clássicos. A diversidade da
quinta da Regaleira é enriquecida com simbolismo de temas esotéricos relacionados com a alquimia, Maçonaria, Templários e
Rosa-cruz.

Bosque
O bosque ou mata que ocupa a maioria do espaço da Quinta, não está disposta ao acaso. Começando mais ordenada e cuidada
na parte mais baixa da quinta, mas, sendo progressivamente mais selvagem até chegarmos ao topo. Este disposição reflecte
a crença no primitivismo de Carvalho Monteiro.

Patamar dos Deuses

O Patamar dos Deuses é composto por 9 estátuas dos deuses greco-romanos.

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Fotografias por: Dias dos Reis

Reflexos D’Arte
Passeios Fotográficos
Quinta da Regaleira

A mitologia Poço Iniciático

Uma galeria subterrânea com uma escadaria em espiral, sustentada por colunas esculpidas, por onde se desce até ao fundo do
poço. A escadaria é constituída por nove patamares separados por lanços de 15 degraus cada um, invocando referências à Divina
Comédia de Dante e que podem representar os 9 círculos do inferno, do paraíso, ou do purgatório. Segundo os conceituados
ocultistas Albert Pike, René Guénon e Manly Palmer Hall é na obra 'A Divina Comédia' que se encontra pela primeira vez exposta a
Ordem Rosacruz. No fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou
cardeais, 4 menores ou colaterais) sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e,
simultaneamente, indicativo da Ordem Rosa-cruz.
O poço diz-se iniciático porque se acredita que era usado em rituais de iniciação à maçonaria e a explicação do simbolismo dos
mesmos nove patamares diz-se que poderá ser encontrada na obra Conceito Rosacruz do Cosmos.
A simbologia do local está relacionada com a crença que a terra é o útero materno de onde provém a vida, mas também a sepultura
para onde voltará. Muitos ritos de iniciação aludem a aspectos do nascimento e morte ligados à terra, ou renascimento.
O poço está ligado por várias galerias ou túneis a outros pontos da quinta, a Entrada dos Guardiães, o Lago da Cascata e o Poço
Imperfeito. Estes túneis, outrora habitados por morcegos afastados pelos muitos turistas que visitam o local, estão cobertos
com pedra importada da orla marítima da região de Peniche, pedra que dá a sugestão de um mundo submerso

Capela da Santíssima Trindade

Uma magnífica fachada que aposta no revivalismo gótico e manuelino. Nela estão representados Santa Teresa d'Ávila e Santo
António. No meio, a encimar a entrada está representado o Mistério da Anunciação - o anjo Gabriel desce à terra para dizer a
Maria que ela vai ter um filho do Senhor - e Deus Pai entronizado.
No interior, no altar-mor vê-se Jesus depois de ressuscitar a coroar uma mulher que pode ser Maria ou Madalena (de uma maneira
mais contraditória). Do lado direito Santa Teresa e Santo António repetem-se, desta vez em painéis de mosaico. Do lado oposto
um vitral com a representação do milagre de Nossa Senhora da Nazaré a D. Fuas Roupinho. No chão estão representados a Esfera
Armilar ou Globo Celeste e a Cruz da Ordem de Cristo, rodeados de pentagramas (estrelas de cinco pontas).
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A Torre da Regaleira

Foi construída para dar a quem a sobe a ilusão de se encontrar no eixo do mundo.

O Palácio

O edifício principal da quinta é marcado pela presença de uma torre octogonal. Toda a exuberante decoração esteve a cargo do
escultor José da Fonseca.

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Gastronomia

Somos o Maggie's Tea Spot um novo espaço em Sintra, situado no pátio do antigo "Hotel
Victor" em plena vila velha.
O nosso conceito surgiu da ideia de partilhar um chá com os amigos num ambiente calmo
e descontraido.

Trabalhamos com a marca de chás "Mariage Frères" dos quais destacamos o tão 21
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apreciado "Marco Polo", um chá preto aromatizado com frutos e flores da China e do
Tibete, ou, o "Bourbon", um chá roibos proveniente da África do Sul e, aromatizado com
baunilha de Bourbon e 100% livre de teína.

Ao visitar-nos pode apreciar qualquer das nossas 16 variedades de chá acompanhado


com as famosas bolachas, ou mesmo uma fatia de bolo, artesanais da Casafina.

E, porque não experimentar o nosso "Tea & Scones" com 8 variedades de compotas à
escolha, todas elas artesanais?

Se vier à hora do almoço pode aproveitar para saborear as nossas saladas ou tostas
Maggie's.

Temos também uma série de artigos gourmet relacionados com o chá para apreciar e, se
quiser, levar para casa.

Maggie's Tea Spot


Rua Costa do Castelo, nº 1 - Sintra

Todos os dias das 10h às 20h

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Gastronomia
Castanhas em licor

Ingredientes:

!2 kg de castanhas
!2 folhas de louro
!6 cravos de cabecinha
!600 g de açúcar
!1 copo de rum ou brandy

Retire a pele exterior às castanhas sem as rasgar nem as deformar. Depois leve-as e meta-as a cozer em
água com as folhas de louro e os cravinhos, devendo cozer 30 m em lume moderado; depois escorra-as e
deixe-as arrefecer. Com muito cuidado e utilizando a ponta de uma faquinha retire-lhes a pele interior .
Num tacho de esmalte, deite 600 g de açúcar e 1 litro de água, tape leve ao lume para levantar fervura,
depois retire a tampa e deixe ferver durante 6 minutos exactos; junte-lhe então as castanhas com cuidado e
deixe-as ferver em lume moderado durante 5 minutos e com o tacho tapado. Ao fim deste tempo retire o
tacho do lume e com cuidado vá retirando as castanhas que estão inteiras e deite-as em frascos de boca
larga. Passe o xarope por um passador e faça-o ferver; 3 minutos. Junte-lhe depois o brandy ou rum e retire
do lume. Quando este xarope estiver frio deite-o sobre as castanhas até encher os frascos; limpe-os
cuidadosamente em volta e feche-os.
Guarde-os em lugar fresco e arejado e esperem 2 ou 3 semanas. Depois, utilize as castanhas como sobremesa
delicada. 22
Nota importante: se ao abrir o frasco o produto estiver gaseificado e com cheiro desagradável o que só
dificilmente pode acontecer, terá de ser rejeitado.

Para participares nesta


rúbrica tens de enviar um email para:

Gastronomia@reflexosdarte.com

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Feiras e Workshops
Http://feiradeartesanato-psi.blogspot.com/

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23

Http://tralhitas.blogspot.com
Http://armadaemartista.blogspot.com
Http://www.flickr.com/photos/alexis7218/

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Feiras e Workshops

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Incasparque - Parque de Diversões


Estrada do Seixalinho, City Park FracÇÃo G
2870-419 Montijo
Tel. 960 237 248

Www.incasparque.com

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Feiras e Workshops

WORKSHOPS
Todos os meses
Http://bluecraft.blogspot.com

Centro Comercial Drugs


Av. Chaby Pinheiro, 25 R/C loja 11
2725 - 265 Mem Martins

25

WORKSHOPS
Visitem o nosso site

Se souberes de algum
workshop ou feira e quizeres expôr
aqui envia um email para :

feirasw@reflexosdarte.com

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Feiras e Workshops
Feira de Artesanato - Volta do Duche - Sintra

O GAVE (Grupo de Artistas Vale de Eureka) está na Volta no Duche de Abril de 2009 até Setembro
de 2009 ao 2º Domingo de cada mês

Http://gave2004.blogspot.com

Visitem-nos !!!!

Feira de Artesanato - Ericeira - Na rua principal

O GAVE (Grupo de Artistas Vale de Eureka) está na Ericeira de Março de 2009 até Outubro de 2009
ao 1º e 3º fim de semana de cada mês

Http://gave2004.blogspot.com

Visitem-nos !!!!

!Estrada de Mem Martins, 276


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!Estrada de Mem Martins
C.C. Galáxia, lj 8 B
2725 Mem Martins
Retrosaria.maio@sapo.pt
219 203 479

Aulas de Bordados

!Castelo Branco
!Ponto Cruz
!Ponto Grilhão
!Bainhas abertas
!Tricôt
!Macramé
!Arraiolos
!Trapilho, etc...

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Feiras e Workshops

Feira de Artesanato em Azeitão


De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Azeitão, Rossio, Portugal 2º Domindos de cada mês
Para mais informações: saolourencodel@sapo.pt

Feira de Velharias e Artesanato Urbano em Vila


Franca de Xira
De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Vila Franca de Xira, Rua do Chave D'ouro, Portugal
1ºs sábados de cada mês na Rua Almirante Cândido dos Reis, mais conhecida por cá como a Rua do Chave
D'ouro.
O horário é das 9h às 18h.
Para mais informações: mailto:freguesia@jf-vfxira.pt

A 32ª Feira Nacional de Artesanato de Vila do


Conde
Realiza-se de 25 de Julho a 9 de Agosto de 2009
Av. Júlio Graça, Vila do Conde, Portugal
Para mais informações : http://fna.vconde.org/index.php 27

Site de Feiras de Artesanato Internacionais


Https://www.querofeiras.com/viagens%5Ffeiras/

Feira de Artesanato - Queluz - Parque Conde de


Almeida Araujo

O GAVE (Grupo de Artistas Vale de Eureka) está em Queluz de Março de 2009 até Outubro de 2009 ao
último sábado de cada mês. O parque fica em frente à junta de freguesia.

Http://gave2004.blogspot.com

Visitem-nos !!!!

Reflexos D’Arte
Feiras e Workshops
Casa Animada - Massamá

O GAVE (Grupo de Artistas Vale de Eureka) tem um espaço de exposição e venda de Artesanato e
Artes Plásticas no espaço " Casa Animada " em Massamá.

Este espaço tem o nome de Oficina de Artesanato e Artes Plásticas.

A Direcção da GAVE espera com o apoio de todos na divulgação do espaço , bem como espera também
estar a conseguir dar mais um passo em frente na divulgação do Artesanato e dos trabalhos dos seus
associados.

Horário da Casa Animada - Massáma

Terça a Sexta das 10h00 às 17h00 - encerrado 13h00 às 14h00


Domingos das 10h00 às 17h00 - encerrado 13h00 às 14h00

Http://gave2004.blogspot.com

Visitem-nos !!!!

Fabrica do Arco-Íris

loja, design, decoração, workshops. artes decorativas


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Workshops:

Pintura em tecido, pintura em madeira, bijutaria, pintura acrílica, feltro com Agulha,
feltro com sabão, pasta fimo, desenho á vista, découpage, velas artesanais, flores de
sabonete, scrapbooking, biscuit, flores de papel, pintura com espátula

Galerias S. Sebastião, lj. 26


2655-319 ERICEIRA

visite o nosso blog em: http://fabricaarcoiris.blogspot.com/

Se souberes de algum
workshop ou feira e quizeres expôr
aqui envia um email para :

feirasw@reflexosdarte.com

Reflexos D’Arte
Feiras e Workshops
Feiras de Artesanato de Aveiro

De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Aveiro, Portugal 2º Domingo de cada mês.


Organização: Barrica (Ass. de Artesãos de Aveiro) Contacto: 234 424 014.

Crafts & Design


Até 31-12-2009 em Lisboa, Jardim da Estrela, Portugal
Uma mostra de artesanato e design que já conquistou um espaço muito seu. Ao primeiro domingo de
cada mês no Jardim da Estrela.

Zimbr'ARTE - Feira das Artes e do Artesanato


De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Sesimbra, Portugal 4.º Domingo do mês.
Para mais informações: gdae_ggfm@cm-sesimbra.pt

Feira de Velharias e Artesanato Urbano em


Sintra
De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Sintra,no Jardim do Soldado Desconhecido, perto da estação de
comboios de Sintra, Portugal. 1ºs e 3ºs sábados de cada mês 29
O horário é das 9h às 19h.
Para mais informações: 219236101

Feira de Artesanato de Cascais


De 01-01-2009 até 31-12-2009 em Cascais, Portugal, 2º Sábado de cada mês, no Largo Visconde da
Luz
Horário: das 9:00 até ás 19 horas
Organização: Grupo Ecológico de Cascais
Contacto: 214 847 136 email: gec@sapo.pt

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Feiras e Workshops
Artesanato na Vila Alda - Sintra

Primeiros fins de semana de cada mês exposições de artesanato e pintura em Vila Alda em Sintra,
perto do museu Olga Cadaval e no início do comboio que vai para a praia das maçãs.

Feira Alegria - Artesanato Urbano


Até 31-12-2009 em Lisboa, na praça da Alegria
1º e 3º fim de semana de cada mês, Sábado e Domingo.

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Podes enviar os teus


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Penso logo Digo
O Magusto é uma festa popular, as formas de celebração divergem um pouco consoante as
tradições regionais. Grupos de amigos e famílias juntam-se à volta de uma fogueira onde se
assam castanhas ou bolotas para comer, bebe-se a jeropiga ou vinho novo, fazem-se
brincadeiras , as pessoas enfarruscam-se com as cinzas, cantam-se cantigas. O magusto
realiza-se em datas festivas: no dia de São Simão, no dia de Todos-os-Santos ou no dia
São Martinho. Inúmeras celebrações ocorrem não só por Portugal inteiro mas também na
Galiza e nas Astúrias.
Na Aldeia Viçosa o "Magusto da Velha" é uma tradição local.
Leite de Vasconcelos considerava o magusto como o vestígio dum antigo sacrifício em honra
dos mortos e refere que em Barqueiros era tradição preparar, à meia-noite, uma mesa com
castanhas para os mortos da família irem comer; ninguém mais tocava nas castanhas porque
se dizia que estavam “babada dos defuntos”.
A celebração do magusto está associada a uma lenda a qual dizia que um soldado romano,
mais tarde conhecido por Martinho de Tours, ao passar a cavalo por um mendigo quase nu,
como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua espada; estava um
dia chuvoso e diz que neste preciso momento parou de chover daí a expressão: "Verão de
São Martinho".

Lenda de São Martinho


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Martinho nasceu no ano de 316, em Sabária ( actual Hungria ). O seu pai era soldado do
exército romano e deu-lhe uma educação cristã. Aos 15 anos Martinho foi para Itália e
alistou-se no exército Romano, tornando-se mais tarde num general rico e poderoso.
Um dia de regresso a casa, cavalgava debaixo de forte tormenta. A chuva e o granizo
caíam copiosamente, o vento, furioso, uivava e o frio parecia esmagar os ossos... Numa
curva do caminho, deparou com um mendigo que, quase nu, se confundia com os troncos
mirrados e enegrecidos da beira da estrada. Este, estendia um braço descarnado em
busca de algum auxílio que o salvasse de uma morte certa.
O general, de coração apertado por tamanha desgraça, apeou-se do cavalo e passou a
sua mão carinhosamente pela do pobre. Em seguida, desprendeu a espessa e quente capa
que o protegia e, com um golpe seguro de espada, dividiu-a em duas partes. Estendeu
uma das metades ao mendigo e agasalhou-se o melhor que pode com a restante...
Apesar de mal agasalhado e a chover torrencialmente, Martinho continuou o seu caminho,
cheio de felicidade... Então, o bom Deus , ao presenciar este gesto, fez desaparecer a
tempestade. O céu ficou límpido e surgiu um sol de estio, cheio de luz e calor. Nos três dias
que ainda durou a viagem, um Sol radioso acompanhou o general .
É assim que todos os anos, em Novembro, somos presenteados com, pelo menos, três
magníficos dias de Sol , para que a memória dos homens, tantas vezes curta não se esqueça
do desinteresse do gesto que salvou a vida ao mendigo. - É o Verão de S. Martinho.

Reflexos D’Arte
Participa
Como devem calcular uma revista não é uma coisa fácil
de se organizar e isso requer trabalho e empenho da
nossa parte e agradecemos a vossa participação.
Neste momento somos poucos a ter esta
responsabilidade, e como tal, pedimos-te que te juntes
a nós participando com ideias, pensamentos e trabalhos
enviando-nos até ao final de cada mês para sair no
próximo.

Se quiseres participar na
revista com os teus trabalhos envia um
mail com fotografias e descrição do passo a
passo para :

Participa@reflexosdarte.com

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Este espaço
pode ser seu!!!!
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