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Guia da Construção - Edição 105 (2010-04)

Guia da Construção - Edição 105 (2010-04)

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CUSTOS, SUPRIMENTOS E SOLUÇÕES TÉCNICAS

GUIA DA
CONSTRUÇÃO
GUIA DA CONSTRUÇÃO N
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105
ANO 63 ABRIL 2010 R$ 31,00
www.construcaomercado.com.br
Aditivos e adições
Alojamentos fixos e móvéis
Aquecedores solares
Argamassas de revestimento
Cortes e furos de concreto
Demolições
Escoramentos metálicos
Estacas pré-fabricadas
Fôrmas metálicas
Forros drywall
Fundações com hélice contínua
Gruas
Impermeabilizações rígidas
Lajes treliçadas
Pastilhas de revestimento
Pisos elevados
Telhas metálicas termoisolantes
Terraplenagens
Tubos e conexões de água fria
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ESPECIAL FEICON BATIMAT
PINI ANUÁRIO 2010
E mais: tecnologias, materiais e fornecedores
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S u 1 u u IXXN 1¬A¤-LL7A
ADQUIRA
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MERCADO
NEGÓCIOS DE INCORPORAÇÃO
E CONSTRUÇÃO
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9771519889004
50100
ISSN1519-8898
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CUSTOS, SUPRIMENTOS E SOLUÇÕES TÉCNICAS GUIADA CONSTRUÇÃOGUIA DA CONSTRUÇÃO NO 105 ANO 63 ABRIL 2010 R$ 31,00 www.construcaomercado.com.br
Aditivos e adições Alojamentos fixo e móvel Aquecedores solares Argamassas de revestimento Corte e furo de concreto Demolições Escoramentos metálicos Estacas hélice contínua Estacas pré-fabricadas Fôrmas metálicas Forros drywall Gruas Impermeabilização rígida Lajes treliçadas Pastilhas de revestimento Pisos elevados Telhas metálicas termoisolantes Terraplenagem Tubos e conexões de água fria
ESPECIAL FEICON BATIMAT PINI ANUÁRIO 2010 E mais: tecnologias, materiais e fornecedores
¬ 771¬A¤ LL7uuA S u 1 u u IXXN 1¬A¤-LL7A
Região se diversifica e turismo não concentra mais todos
os projetos. Oportunidades crescem do residencial às
torres de escritórios, das plantas industriais à infraestrutura
A NOVA CARA DO
NORDESTE
DOAÇÃO PARA
CAMPANHAS
O que diz a lei

IMPORTAÇÃO
DE MATERIAIS
Quando vale a pena?
SUMÁRIO
SUMÁRIO
GUIA DA
CONSTRUÇÃO
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 1
Capa: Amatraca
CARTA AO LEI TOR
E
ste número do Guia da Construção marca o surgimento de
uma nova publicação, o Anuário PINI. Para este ano, sele-
cionamos 20 temas sobre os quais preparamos reportagens
técnicas com orientações de projeto, dicas de orçamentação,
especificação, compra e instalação de diversos materiais e
serviços de construção civil. Todo o material foi desenvolvido
a partir da reelaboração de conteúdos publicados pelas revis-
tas da PINI e demandou um cuidadoso trabalho de edição e
revisão técnica. O resultado é a seleção de alguns dos melho-
res conteúdos publicados pela PINI nos últimos anos sobre
os assuntos escolhidos. O Anuário conta também com mais
de 100 notas de materiais e serviços de construção, com
destaque para os participantes da Feicon Batimat 2010, além
de centenas de fornecedores em todo o País. Algo, enfim, que
servirá de referência para diferentes profissionais do setor
durante todo o ano de 2010. São apenas os primeiros passos
de um novo projeto editorial da PINI, que promete avanços e
grandes novidades em 2011. Boa consulta.
Gustavo Mendes
editor
ENTREVISTA
6 > Planejar não é operar software – Opinião é de
Aldo Dórea Mattos
CUSTO COMPARADO
12 > Pré-laje x laje maciça – Comparativo para edifício de
19 pavimentos, com duas torres
PLANEJAMENTO E CONTROLE
14 > O gestor de contratos – A importância de uma função
específica para administrar contratos
ORÇAMENTO REAL
16 > Condomínio horizontal – Confira os custos de um
condomínio com 62 sobrados geminados
PAINEL DE NORMAS
20 > Coordenação modular – Nova norma para edificações
especifica medida de 100 mm
COMO ORÇAR
24 > Instalações de canteiro e serviços técnicos e
administrativos – Veja as principais orientações
para o cálculo
ORÇAMENTO DETALHADO
26 > Construção de supermercado – os custos de uma
obra de 5.176,88 m
2
ANUÁRIO PINI 2010
39 > Orientações para especificação, compra e/ou
instalação de tecnologias e materiais, além de
uma lista variada de fornecedores
LOJAS DE MATERIAIS
188 > Lojas miram construtoras – Como as lojas de
materiais estão adaptando serviços para
ganharem mercado na venda às empresas
de construção
4 GUIA RESPONDE
31 COTAÇÃO ABERTA
33 VARIAÇÃO DE PREÇOS
34 PREÇOS NEGOCIADOS
35 COMPOSIÇÃO DE CUSTOS
176 ÍNDICES & CUSTOS
194 COMO CONSULTAR
196 PREÇOS E FORNECEDORES
321 OFERTAS CLASSIFICADAS
322 ÍNDICE REMISSIVO
pág. 8
CAPA
Visita planejada
Saiba como se programar para
aproveitar ao máximo a Feicon Batimat
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2 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
Fundadores: Roberto L. Pini (1927-1966), Fausto Pini (1894-1967) e Sérgio Pini (1928-2003)
Diretor Geral
Ademir Pautasso Nunes
Diretor de Redação
Eric Cozza eric@pini.com.br

Editor: Gustavo Mendes gustavo@pini.com.br
Editora-assistente: Mirian Blanco Repórteres: Pâmela Reis; Gustavo Nárlir (trainee)
Revisora: Mariza Passos Coordenadora de arte: Lucia Lopes
Diagramadores: Leticia Mantovani e Renato Billa; Elisa Gomes (trainee)
Ilustrador: Sergio Colotto Fotógrafo: Marcelo Scandaroli Produção editorial: Rodrigo Moreira (trainee)
Conselho consultivo: Amedeo Salvatore Ialongo Neto, Celso Ragazzi, Fernando Augusto Correa da Silva,
José Francisco Pontes Assumpção, Luiz Paulo Pompéia, Maçahico Tisaka, Martelene Carvalhaes,
Mauro Tallavasso, Natal José Garrafoli, Paulo Grandiski, Pedro Klumb e Salvador Benevides

ENGENHARIA E CUSTOS: Bernardo Corrêa Neto
Preços e Fornecedores: Juliana Cristina Teixeira Auditoria de Preços: Anderson Vasconcelos Fernandes e
Leonardo Santos de Souza Especificações técnicas: Ana Carolina Ferreira
Índices e Custos: Maria Fernanda Matos Silva Composições de Custos: Mônica de Oliveira Ferreira
SERVIÇOS DE ENGENHARIA: Celso Ragazzi, Luiz Freire de Carvalho e Mário Sérgio Pini
PUBLICIDADE: Luiz Oliveira, Adriano Andrade, Jane Elias, Eduardo Yamashita e Vando Barbosa
Executivos de contas: Anderson Tobias, Daniele Joanoni, Danilo Alegre, Fabiano Araújo, Ricardo Coelho e Wagner Perez
MARKETING E EVENTOS: Ricardo Massaro VENDAS: José Carlos Perez
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS: Mário Sérgio Pini ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS: Durval Bezerra
CIRCULAÇÃO: José Roberto Pini SISTEMAS: José da Cruz Filho e Pedro Paulo Machado
MANUAIS TÉCNICOS E CURSOS: Eric Cozza
ENDEREÇO E TELEFONES
Rua Anhaia, 964 – CEP 01130-900 – São Paulo-SP – Brasil
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Visite nosso site: www.piniweb.com.br
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Alagoas (82) 3338-2290 Amazonas (92) 3646-3113 Bahia (71) 3341-2610
Ceará (85) 3478-1611 Espírito Santo (27) 3242-3531 Maranhão (98) 3088-0528
Pará (91) 3246-5522 Paraíba (83) 3223-1105 Piauí (86) 3223-5336
Rio de Janeiro (21) 2265-7899 Rio Grande do Norte (84) 3613-1222
São Paulo Marília (14) 3417-3099 São José dos Campos (12) 3929-7739 Sorocaba (15) 9718-8337
BANCAS
Guia da Construção: ISSN 1984-6673
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Assinatura bienal R$ 744,00 (24 exemplares)
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Vendas de assinaturas, manuais técnicos,
TCPO e atendimento ao assinante
Segunda a sexta das 9h às 18h
4001-6400
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+Info?
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PINIserviços de engenharia
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REFORMA ORTOGRÁFICA – A partir de janeiro de 2009, as revistas publicadas pela Editora PINI passam a
seguir as novas normas instituídas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, aprovado no Brasil pelo
Decreto Legislativo n
o
54, de 18 de abril de 1995.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 3
4 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
GUIA RESPONDE
>
ARMADURAS
O que é armadura negativa?
AGMAR ESTEVÃO DOS SANTOS, POR EMAIL
Por princípio, elementos estruturais
confeccionados em concreto armado são
dimensionados de forma a tirar o máximo
proveito das características naturais dos dois
materiais: o concreto resiste muito bem aos
esforços de compressão e não resiste bem
aos esforços de tração; já o aço resiste mui-
to bem aos esforços de tração e não resiste
bem aos esforços de compressão.
Armadura negativa é aquela posicio-
nada nos elementos estruturais de con-
creto armado para absorver os esforços
oriundos do momento fletor negativo
(elementos estruturais submetidos a uma
condição de carregamento de flexão), ou
ainda, é a armadura dimensionada para
controlar a fissuração exagerada dos ele-
mentos estruturais que geralmente apa-
rece na proximidade dos apoios, na parte
superior das peças estruturais.
Como exemplo, uma obra apresentou
um nível de fissuras exagerado nas lajes,
nas proximidades das vigas de apoio. A
causa do problema foi detectada somente
após a demolição de um trecho das lajes
já concretadas, quando se verificou que as
armaduras negativas – que deveriam ter
sido posicionadas na parte mais superior
da seção das lajes – haviam sido posicio-
nadas pelos executores da obra na parte
mais inferior da seção da laje, próximo às
armaduras positivas.
Envie sua dúvida para
guiadaconstrucao@pini.com.br
A ABNT (Associação Brasileira de Nor-
mas Técnicas) tem duas normas vigentes que
tratam especificamente de concreto armado:
NBR-6118 – Projeto de Estruturas de Concre-
to – Procedimento e NBR-14.931 – Execução
de Estruturas de Concreto – Procedimento.
Quais as bitolas de ferro utilizadas nas
obras e suas aplicações?
Para armadura em estruturas de con-
creto armado, é necessário dimensionar
cada uma das peças estruturais, bem como
definir um esquema estrutural para toda
a edificação, inclusive fundações. Pilares e
vigas costumam utilizar armaduras longi-
tudinais construídas com vergalhões de aço
CA-50 e estribos de aço CA-50 ou CA-60.
Os cálculos estruturais realizados por um
engenheiro projetista determinam quais as
quantidades e tipos de bitolas que deverão
ser utilizadas em cada uma das peças estru-
turais. Em residências convencionais, es-
truturas pequenas, as bitolas mais comuns
são de 8 mm, 10 mm, 12 mm ou maior que
essas para as armaduras longitudinais de vi-
gas e pilares. Nesse mesmo caso, os estribos
costumam ser dobrados com aço de 5 mm
de seção. Para as lajes, caso sejam maciças,
costuma-se utilizar telas de aço soldadas,
disponíveis em várias bitolas e com diversos
espaçamentos entre barras.
Qual é a distância máxima de um pilar
para outro?
Somente um engenheiro ou um arqui-
teto poderá responder adequadamente a
essa pergunta, considerando as condições
específicas da sua construção. É preciso
levar em conta qual a carga (peso próprio
+ carga de trabalho + sobrecarga) à qual a
estrutura estará submetida. É preciso consi-
derar também o próprio esquema estrutural
dimensionado, que divide as cargas pelos
vários elementos estruturais e considera os
tipos de ligação entre esses vários elemen-
tos. Por exemplo, uma viga pode ser apoiada
ou engastada num pilar ou em outra viga.
O dimensionamento das peças estruturais
dependerá desses diferentes vínculos. Con-
sidere ainda que na maioria dos casos as es-
truturas são dimensionadas não somente
para absorver os pesos e cargas verticais mas
também o que se chama de contraventa-
mento – esforços horizontais causados pelo
vento, torções, excentricidades etc.
WILTON CATELANI, ENGENHARIA E CUSTOS, EDITORA PINI.
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ERRATAS GUIA DA CONSTRUÇÃO
> Na edição de janeiro (n
o
102) do Guia da
Construção, seção Produtos e Técni cas, foi
publicada uma foto incorreta junto à nota
intitulada de “Fôrma”. Em vez de apresentar
imagem do sistema em alumínio para fôrma
de lajes Gridflex, da Peri Fôrmas, conforme
anunciava o texto, a imagem em questão des-
tacou o sistema Vario, da mesma empresa.
> Na seção Custo Comparado da edição
de março (n
o
104) do Guia da Construção,
a última linha da tabela “Muro de arrimo
de gabião” indicava “custo por m
2
”. Em
verdade, o correto é “custo total”.
> A seção Produtos e Técnicas da edição
104 (mar/2010) informou, equivocada-
mente, que os produtos da Linha Técnica
da Incefra são porcelanatos. Na verdade,
eles são revestimentos cerâmicos.
AGOSTO 2009 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 97 – 5
6 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ENTREVISTA
O planejamento deve começar em que
fase do empreendimento?
Quanto mais cedo, melhor! Quando o
engenheiro começa a planejar, vão surgindo
perguntas que ajudam a dirimir proble-
mas futuros. Os ganhos provenientes de um
bom planejamento são tanto maior quanto
mais cedo ele for feito. Isso porque o plane-
jamento ajuda a produção a dimensionar
equipes e distribuir tarefas, e facilita a vida
do suprimento ao gerar programações de
compra mais realistas. É crucial que todas
as áreas da obra participem das discussões
sobre metodologia executiva, tipo de equi-
pamento a ser empregado, grau de impacto
das intempéries nas atividades etc.
No país do improviso, estamos a caminho
de maior planejamento dentro do canteiro?
Durante muito tempo achava-se que pla-
nejamento era um assunto para “construtoras
Planejar não é operar software
ALDO DÓREA MATTOS
Engenheiro civil e advogado, com vasta
experiência em orçamento, planejamento,
gerenciamento de obras e administração
contratual no Brasil, EUA, África do Sul,
Moçambique, Peru, Espanha e Egito. Autor dos
livros “Como Preparar Orçamentos de Obras”
e do recém-lançado “Planejamento e Controle
de Obras” (Editora PINI), além de dezenas de
artigos técnicos.
>
Aldo Dórea Mattos
Segundo o engenheiro civil e advogado, faltam cursos focados na construção
civil e ainda se confunde operador de software de planejamento com planejador
grandes”. Hoje, a figura é outra. A dissemina-
ção das técnicas de gestão parece ter dado fru-
tos. A supervalorização do “tocador de obras”,
embora ainda exista, já não é tão alta como há
20 anos, quando o bom engenheiro de produ-
ção era o sujeito que sabia improvisar bem e
resolver os problemas no campo na base da
intuição e da experiência.
O que o engenheiro deve saber para
dominar o planejamento e o controle de
uma obra?
Primeiro, é preciso ter uma ideia clara
do escopo do projeto, ou seja, o alcance do
empreendimento. A partir daí, é preciso
determinar uma duração realista para cada
atividade, o que requer noção do que é pro-
dutividade e as causas que a governam. E,
por fim, para que o planejamento seja lógico
e exequível, é preciso que a sequência das
atividades tenha sido bem definida, o que
impõe ao engenheiro pensar previamente no
plano de ataque da obra. Os fundamentos o
engenheiro aprende na faculdade em disci-
plinas focadas em orçamento, planejamento
e gestão. O que ele não pode é deixar por
conta do software. É preciso ter em mente
que um software apenas realiza cálculos e
dá forma a um cronograma a partir de um
arcabouço técnico que o planejador defi-
niu previamente. No mercado, costuma-se
confundir o operador de um programa de
planejamento com um planejador. As coi-
sas são distintas. Antes de se matricular em
um curso de software de planejamento, mais
vale que o engenheiro ou arquiteto procure
dominar bem os fundamentos. Tendo noção
plena do que é caminho crítico, folga e nive-
lamento de recursos, por exemplo, a função
de planejar fica mais fácil.
Qual a importância da qualificação de
engenheiros na área de planejamento e
controle de obras?
As faculdades de engenharia, pela pró-
pria extensão do currículo, não submetem
os alunos a muitas disciplinas de orçamen-
to, planejamento e gestão. Esse pessoal sai
relativamente verde e termina tendo de
aprender na prática, o que é bom e ruim
ao mesmo tempo. Bom porque a educação
pelo trabalho ajuda a solidificar ensina-
mentos; e ruim porque muita gente apren-
de de forma errada. Os primeiros anos de
formado não são para ganhar dinheiro, mas
ganhar conhecimento. É a hora de se inves-
tir em aprendizado. Com planejamento de
obras, é assim: o engenheiro recém-forma-
do é contratado, ganha um capacete e vai
preencher planilhas de controle que nem
sempre têm utilidade gerencial. O proble-
ma é que não há tanta oferta no mercado de
cursos de planejamento e gestão aplicados
na construção civil. A maioria é focada em
gestão de empresas.
Quais os principais erros observados no
mercado?
Os cronogramas feitos apenas para
cumprir um requisito contratual ou para
fazer figura junto ao cliente. Também há
empresas que fazem o planejamento no iní-
cio da obra, mas não o atualizam. Planeja-
mento sem controle não adianta nada. Pelo
simples fato de ser um exercício de previsão,
todo cronograma invariavelmente apresen-
ta desvios na prática. Por fim, citaria a falta
de registro das empresas. Produtividades
efetivamente alcançadas em campo consti-
tuem uma informação preciosa para obras
futuras. Tamanho de equipes, rendimento
de equipamentos, dados pluviométricos,
registros de diário de obras e cronogramas
as-built representam uma fonte de dados
relevante. Isso tudo faz parte do que se cha-
ma “lições aprendidas”.
SILVANA MARIA ROSSO
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 7
ENTREVISTA
FEICON BATIMAT 2010
8 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
O
cenário de recuperação dos
investimentos públicos e pri-
vados em 2010, impulsionado
especialmente pelo PAC (Programa
de Aceleração do Crescimento), pelo
plano habitacional Minha Casa, Minha
Vida e pelas obras das Olimpíadas e da
Copa do Mundo, vem estimulando o
segmento da construção civil. Na es-
teira dessa retomada ocorre a Feicon
Batimat 2010 (Feira Internacional da
Indústria da Construção). Junto com
ela será rea lizada a Expolux, feira in-
ternacional que reúne representantes
da indústria da iluminação.
O otimismo é apresentado em nú-
meros: a Abramat (Associação Brasileira
da Indústria de Materiais de Constru-
ção), por exemplo, estima que em 2010
o PIB da construção crescerá 8,8% e a
venda de materiais, 15,7%. Apesar de
os organizadores da Feicon Batimat não
revelarem as projeções para este ano,
sua expectativa é de que os negócios re-
alizados durante o evento ultrapassem
a marca de US$ 1 milhão.
Visita planejada
Para aproveitar ao máximo o tempo de permanência no evento, é preciso
se programar com antecedência e ter cuidado para não se dispersar
O Núcleo de Conteúdo da Semana Internacional da Indústria da
Construção de São Paulo prevê, nesta edição, a realização de
cinco eventos:
> Seminário Brasileiro de Material de Construção
Anamaco 2010
> Seminário Gestão de Custos e Produção de Empreendimentos
Imobiliários, Metodologias de Trabalho para um Novo Ciclo de
Crescimento da Construção Civil
> VI Simpósio Sincomavi
> II Conferência Internacional de Arquitetura Feicon Batimat
> Seminário Green Building Council: Construindo um
Brasil Sustentável
As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3717-0737
ou pelo email: feicon.inscricao@reedalcantara.com.br.
Locais de realização
> Hotel Holiday Inn Parque Anhembi (Sala Kiró) – Rua Prof.
Milton Rodrigues, 100 – Santana | São Paulo
> Hotel e Palácio das Convenções do Anhembi (Auditório Elis
Regina) – Avenida Olavo Fontoura, 1.209 – Santana | São Paulo
Programação paralela
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 9
Além do roteiro para a visita, ter em mãos um mapa de pesquisa desenhado
previamente é fundamental para garantir a qualidade do conteúdo de informações. Por
isso, vale elencar, com antecedência, as informações indispensáveis para subsidiar
decisões de negócios futuros.
1. Listar os aspectos fundamentais para conhecer cada produto ou serviço pesquisado:
aplicação detalhada, diferenciais, vantagens, custo, disponibilidade (prazos);
2. Se o fornecedor de interesse não tiver material de divulgação disponível ou
adequado, tomar nota e/ou fotografar;
3. Registrar referências essenciais para contatos: nome, cargo, telefone, email;
4. Assegurar a disponibilidade de cartões de visita em número suficiente;
5. Ter informações antecipadas sobre a programação paralela e avaliar a viabilidade
da participação em cursos, seminários e workshops, para garantir a vaga e efetuar a
inscrição no prazo.
Pesquisa e networking
Dias 6 e 10 de abril de 2010, das 10h00
às 19h00
Pavilhão de Exposições do Anhembi,
em São Paulo – Av. Olavo Fontoura,
1.209 – São Paulo
Entrada gratuita, com credenciamento
pelo site www.feicon.com.br
Estacionamento: R$ 25,00
Serviços adicionais: praça de
alimentação; transporte gratuito entre
o metrô Tietê/Anhembi e Anhembi/
metrô Tietê
Serviço
O número de visitantes esperados du-
rante os cinco dias do evento, de 6 a 10
de abril, no Pavilhão de Exposições do
Anhembi, em São Paulo, deve superar os
172 mil profissionais da área e consumido-
res, marca registrada na edição de 2009. O
público poderá conferir o grande número
de lançamentos previstos: mais de 2.500
produtos em estandes distribuídos numa
área de 85 mil m
2
.
Entre os suprimentos e soluções téc-
nicas já anunciados por fabricantes e em-
presas de tecnologia, merecem destaque os
sistemas construtivos inteligentes, que pri-
vilegiam a utilização de matérias-primas
sustentáveis e tecnologias que garantem
maior produtividade e controle de perdas.
Vale observar que a presença de um núme-
ro expressivo de produtos com certificação
mento. No entanto, pontua, “os profis-
sionais que atuam no mercado de cons-
trução não podem deixar de ir à Feicon,
porque quem interessa na cadeia de for-
necimento está lá e é uma oportunidade
única para fortalecer relacionamentos
comerciais e prospectar negócios”.
Já o gerente de suprimentos da Sinco
Engenharia, Ícaro Depoli, afirma que o mais
importante numa visita à Feicon é ter poder
de observação aguçado, que deve conjugar
as necessidades que impactam o mercado, a
velocidade das mudanças e a concorrência.
“É uma visita cansativa e um dia só não dá
para ver tudo o que interessa. Ter clareza do
que se quer, entre processos e produtos, e
estar plugado com as novidades é indispen-
sável para orientar o networking.”
VALÉRIA IGNÁCIO
Para começar a programação, uma breve consulta ao site
da Feicon Batimat 2010 pode dimensionar a maratona que
engenheiros, construtores, arquitetos, lojistas e consumidores
interessados em construir e reformar terão pela frente para
percorrer a feira. Para assegurar o melhor aproveitamento da
visita, planejamento e disposição não podem faltar.
Confira algumas dicas essenciais para otimizar os resultados:
1. Definir o tempo disponível para a visita (dias ou períodos);
2. Listar, com antecedência, setores, processos, produtos e
empresas de interesse específico;
3. Diante do mapa da feira, assinalar nível de interesse nos
principais fornecedores para definir um roteiro prévio;
Como guiar sua visita
3. Estar atento, nesse percurso, à inevitável dispersão,
muitas vezes marcada pela repetição de produtos e
serviços oferecidos, concentrando o foco nos diferenciais
de cada estande;
4. Uma breve leitura de folders e materiais de divulgação
deverá determinar a necessidade de mais informações e
esclarecimento de dúvidas (o ideal é guardar os materiais
de divulgação para análise cuidadosa depois da feira);
5. Uma câmera fotográfica pode se revelar boa solução
para a eventual necessidade de um registro mais
detalhado – de sistemas construtivos e demonstrações
de aplicação.
ambiental, tendência das últimas edições,
consolida-se este ano, assim como a auto-
mação de ambientes também promete ser
uma das vedetes do evento.
SEM PERDER O FOCO
A multiplicidade de produtos e servi-
ços disponíveis numa feira desse porte é
sempre razão para dispersão. “Cada siste-
ma ou produto tem características especí-
ficas e, por isso, é fundamental definir seu
roteiro e saber identificar as ofertas repe-
titivas”, assinala o gerente de suprimentos
da Goldfarb Incorporações e Construções,
Júlio César Hornos.
Segundo o executivo, que tem seu
foco na habitação popular, o mercado
oferece hoje eventos voltados para nichos
específicos, o que favorece o direciona-
<
10 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FEICON BATIMAT 2010
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 11
12 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CUSTO COMPARADO
>
Pré-laje X laje maciça
P
ara construir o edifício Brisas Resi-
dence Club, com duas torres de 19
pavimentos cada, a construtora A. Yoshii
comparou a laje moldada in loco – ou ma-
ciça – com o sistema de pré-lajes, em que
parte da laje de concreto é pré-moldada no
próprio canteiro. Em função da industria-
lização do processo, a escolha pelo sistema
pré-moldado resultou em redução de eta-
pas e economia de tempo e dinheiro.
O sistema funciona assim: sobre um
piso de concreto polido, feito no próprio
canteiro, a equipe dispõe uma série de
perfis metálicos delimitando o desenho
da laje. Entre esses perfis, é montada a
armadura e despejado o concreto fres-
co, separado do piso de concreto polido
apenas por uma camada de desmoldante.
Depois de prontas e curadas, as pré-lajes
– no formato exato de cada cômodo – são
posicionadas sobre as vigas e pilares do
edifício com auxílio da grua, e recebem
uma segunda camada de concreto fresco,
que complementará a espessura da laje.
“No início, optamos pela pré-laje para
conseguir um acabamento diferenciado
no teto do apartamento”, explica o enge-
nheiro Leonardo Schibelsky, coordenador
de obras da construtora. Moldada sobre
uma superfície lisa e feita sob medida
para cada cômodo, a pré-laje elimina as
emendas de concreto que normalmente
se formam na junção entre as fôrmas de
uma laje convencional. Consequentemen-
te, não é preciso revestir o teto ou executar
um tratamento para eliminar e nivelar
essas emendas. “Conseguimos um acaba-
mento perfeito [na face inferior]. Resta
apenas aplicar massa corrida e pintura”,
afirma o engenheiro.
A ausência das fôrmas também reduz
consideravelmente a quantidade de escoras
necessárias. A pré-laje funciona como uma
grande fôrma para receber a segunda ca-
mada de concreto. O escoramento é usado
apenas em alguns pontos para evitar que
a laje se flexione com o peso do concreto e
a movimentação das pessoas. Como se vê
na tabela em destaque, o valor gasto com
o escoramento cai de R$ 71,4 mil na laje
maciça para R$ 14 mil na pré-laje.
PRAZOS MAIS CURTOS
Outro ponto a favor do sistema pré-
moldado foi o encurtamento dos prazos.
Segundo Schibelsky, com as pré-lajes
prontas e estocadas, em três ou quatro
horas é possível montar um pavimento
inteiro, restando apenas lançar o com-
plemento de concreto. Além disso, a laje
maciça tem uma etapa extra de execução:
“Gastaríamos ainda mais tempo para tirar
todo o escoramento e desenformar as la-
jes”, garante Schibelsky. “Concretar sobre
o piso é muito mais rápido”. O engenheiro
estima que o uso das pré-lajes reduzirá de
dez para oito meses o tempo de execução
da estrutura de cada torre.
Além da agilidade, as pré-lajes trans-
ferem parte do serviço que seria realizado
em alturas elevadas para o nível do chão,
facilitando o trabalho dos operários. “Fa-
zemos 40% do lançamento do concreto
no térreo, o que aumenta a segurança dos
funcionários. Sobra um volume menor de
serviço para ser feito sobre a laje”, explica
Schibelsky.
Mas o sistema também tem suas des-
vantagens. A grua, por exemplo, é im-
prescindível para o transporte das peças
pré-moldadas, enquanto na execução da
laje maciça esse equipamento pode ser
dispensado. Schibelsky lembra, no en-
tanto, que o uso da grua não é definido
em função de apenas um serviço, e que
o equipamento seria utilizado nessa obra
independente da solução escolhida para
as lajes. Outra ressalva é a necessidade de
espaço livre no canteiro para executar o
piso de concreto polido, onde são molda-
das as pré-lajes.
Com esses requisitos atendidos, a cons-
trutora A. Yoshii conseguiu reduzir em 13%
os custos da pré-laje frente à cotação da laje
maciça. “Dentro da estrutura, que é um
item pesado no orçamento, foi uma eco-
nomia considerável”, finaliza Schibelsky.
PÂMELA REIS
Apoio de engenharia: Fernando Benigno
Comparativo foi realizado para edifício de 19 pavimentos, com duas torres
<
FICHA TÉCNICA
BRISAS RESIDENCE CLUB LAGO IGAPÓ
Localização Rua Weslley César Vanzo,
189 – Gleba Palhano –
Londrina (PR)
Construtora A. Yoshii Engenharia
Engenheiro
responsável
Cleber Sagae
Projeto de
arquitetura
José Carlos Spagnuolo
Apresentação condomínio residencial
com duas torres de 19
pavimentos cada e oito
apartamentos por andar
Área do terreno 8.153 m
2
Área construída 35.307,79 m
2
Início da obra janeiro de 2009
Término da obra julho de 2011
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 13
Esta seção mostra estudos feitos pelas construtoras. As projeções só valem para o caso apresentado. O sistema apontado como mais competitivo pode
mostrar-se inviável em obras com outras características e dimensões. O estudo apresentado não deve ser tomado como padrão estrito para decisões de
orçamento e escolha de materiais ou sistemas. Construtoras poderão enviar estudos comparativos para publicação nesta seção. Fale com a Redação pelo
telefone (11) 2173-2303 ou envie e-mail para construcao@pini.com.br
LAJE MACIÇA MOLDADA NO LOCAL
Laje moldada in
loco exige espaço e
número maior
de etapas de
execução
Laje pré-moldada
eliminou emendas de
concreto entre fôrmas
e reduziu prazo de
concretagem
DESCRIÇÃO UN QUANTIDADE CUSTO UNITÁRIO (R$) CUSTO TOTAL (R$) TOTAL (R$)
MATERIAL MÃO DE OBRA MATERIAL MÃO DE OBRA
Supraestrutura
Fôrma de madeira em chapa compensada plastificada
(espessura: 14 mm)
m² 11.083,84 11,30 18,50 125.247,39 205.051,04
Armadura em aço CA-50 e CA-60 diversas bitolas kg 62.985,00 4,66 1,28 293.510,10 80.620,80
Concreto usinado brita 1 de 25 MPa e abatimento de 5±1 cm m³ 1.108,38 215,22 238.546,40
Lançamento de concreto com grua em supraestrutura m³ 1.108,38 59,00 65.394,66
Escoramento metálico (R$ 3,50/un x 10 meses) un 2.040,00 35,00 71.400,00
Custo total (R$) 728.703,90 351.066,50 1.079.770,39
LAJE PRÉ-MOLDADA
DESCRIÇÃO UN QUANTIDADE CUSTO UNITÁRIO (R$) CUSTO TOTAL (R$) TOTAL (R$)
MATERIAL MÃO DE OBRA MATERIAL MÃO DE OBRA
Piso em concreto para execução das lajes
Regularização e apiloamento m² 165,60 9,15 1.515,24
Lastro de brita 1 espessura de 5,0 cm m³ 165,60 48,00 15,25 7.948,80 2.525,40
Fôrma em tábua de pinus para base em concreto h = 8 cm m² 19,00 10,18 20,80 193,42 395,20
Perfil metálico para fôrma das pré lajes ml 185,00 26,90 4.976,50
Concreto usinado brita 1 de 25 MPa e abatimento de 5±1 cm m³ 13,50 215,22 2.905,47
Lançamento manual de concreto para piso m³ 13,50 34,00 459,00
Serviço de polimento em concreto m² 182,31 6,00 1.093,83
Supraestrutura
Montagem de pré lajes m² 11.083,84 18,50 205.051,04
Armadura em aço CA-50 e CA-60 diversas bitolas kg 68.096,00 4,66 1,28 317.327,36 87.162,88
Concreto usinado brita 1 de 25 MPa e abatimento de 5±1 cm m³ 1.108,38 215,22 238.546,40
Lançamento de concreto em supraestrutura m³ 665,03 59,00 39.236,79
Lançamento de concreto para pré-moldados (térreo) m³ 443,35 34,00 15.074,02
Escoramento metálico (R$ 3,50/un x 8 meses) un 500,00 28,00 14.000,00
Custo total (R$) 585.897,95 352.513,40 938.411,35
Observações: o custo da grua não está discriminado pois foi considerado que já está incluso no valor do lançamento do concreto.
Laje maciça: as fôrmas de chapa compensada para a laje maciça podem ser reutilizadas até dez vezes.
Laje pré-moldada: piso em concreto para execução das lajes: 1 – a fôrma em tábua de pinus foi utilizada para delimitar o piso onde serão feitas as pré-lajes; 2 – de acordo com a empresa, o perfil metálico
utilizado para a fôrma das pré-lajes foi uma cantoneira metálica de 5 cm x 5 cm com chapa 14; 3 – o polimento do piso foi feito por empresa especializada; 4 – a área do piso é aproximadamente 30% maior
que a área das lajes. Supraestrutura: 1– quando a pré-laje é concretada no piso, o lançamento do concreto é manual. Depois de transportada para a laje, o complemento de concreto é lançado com auxílio da
grua; 2 – de acordo com a empresa, o custo do escoramento é menor na pré-laje pois a quantidade de escoras é menor e o tempo de execução da estrutura se reduz de dez para oito meses.
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14 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PLANEJAMENTO E CONTROLE
>
Sheyla M.B. Serra
O gestor de contratos
Grande volume de habilidades gerenciais exigidas na administração de contratos no
canteiro de obras torna premente a criação de uma função específica de gerenciador
D
urante a execução do empreendimento são firmados diversos
contratos entre os agentes participantes do processo de pro-
dução: de trabalho, de prestação de serviços, de fornecimento de
materiais, de aluguel de equipamentos, entre outros. Os contratos
passam a ser um instrumento gerencial que auxilia na execução
da obra, apresentando prazos, preços ou condições que colocam
as partes como corresponsáveis no acordo firmado.
Os processos de coordenação da mão de obra própria, dos
diversos especialistas de serviços e de empresas fornecedoras de
materiais e equipamentos dentro de um canteiro de obras, são
bastante desafiadores para o engenheiro da obra, envolvendo uma
grande quantidade de variáveis a serem processadas.
O planejamento da produção envolve questões, como: li-
beração de áreas de trabalho, programação de equipamentos a
serem compartilhados e localização de áreas para armazenamen-
to de materiais. Apesar desse conhecimento, ainda acontecem
diversos problemas de comunicação, de confusão na liberação
das frentes de trabalho ou pouca ênfase na fase de avaliação dos
serviços prestados.
Normalmente, o que se verifica no canteiro é o engenheiro
responsável pela obra assumindo a função de administrador dos
diversos contratos assumidos e implementados praticamente ao
mesmo tempo. Mas, dada a grande quantidade de informações
a serem processadas, a redução da incerteza e a coordenação de
diversos especialistas, essa função acaba se sobrepondo a outras
de cunho tecnológico igualmente importantes.
Por isso, é interessante que haja uma função específica de
gerenciador dos diversos contratos no canteiro de obras pela em-
presa contratante. Sabe-se que esse cargo já não é uma utopia na
construção civil. Muitas empresas reconhecem sua importância e
possuem um cargo semelhante em seu quadro funcional, às vezes
com denominações diferentes (veja boxe).
Na Suécia, Olsson (1998) afirmava que o fato de ter um ges-
tor de contratos representava uma questão de segurança para a
empresa. Essa devia definir as funções do gestor de maneira que
ele pudesse atuar nas diversas fases do empreendimento, seja na
concepção do produto, durante a execução, ou na fase de uso
e manutenção. Nas fases que antecediam a execução, ele podia
contribuir, por exemplo, nas reuniões de projeto, com seu conhe-
cimento de construtibilidade. Na elaboração do planejamento
inicial da obra, com sua experiência administrativa.
Durante a execução da obra, esse profissional pode fazer a co-
ordenação das diversas empresas fazendo com que elas trabalhem
em cooperação, reduzindo custos devido aos atrasos, replaneja-
mentos, retrabalhos, absenteísmos, entre outros fatos. Sabe-se
> Discutir sobre o menor prazo possível para a realização e
otimização dos serviços, definindo também o prazo de instalação e
de desmobilização no canteiro;
> Determinar a eliminação de restrições ou o cumprimento de
requisitos que devem ser realizados antes do início do trabalho do
subempreiteiro;
> Estabelecer datas de começo e fim das atividades, bem como as
condições para avanço do serviço;
> Determinar as condições e prazos de entrega dos materiais
e componentes, criando um cronograma específico, definindo
quantidades e minimizando possíveis atrasos no fornecimento;
> Prever a utilização de equipamentos bem como desenvolver
cronogramas específicos ou planilhas de uso e operação que
facilitem a organização do trabalho dos diversos contratados;
> Determinar locais para estocagem de materiais e equipamentos;
> Manter uma postura de flexibilidade, procurando visualizar
rapidamente soluções eficientes e alternativas.
Contratos: pontos negociáveis
Durante a fase de negociação e fechamento do contrato,
o gestor pode negociar os seguintes aspectos, segundo
Mincks; Johnston (2004):
que as interações entre atividades diferentes consistem, muitas
vezes, em causa de conflitos entre subempreiteiros e gerência de
obra (veja boxe).
Como já colocado, verifica-se acentuadamente que durante
a negociação podem ser acertados detalhes da execução que vão
conferir ao contrato um caráter de apoio gerencial que procura
cobrir todas as fases de estabelecimento do fornecimento dos
insumos ou serviços.
Na execução, para Tommelein; Ballard (1998), independente
das tarefas que estão sendo executadas no momento, o gestor de
contratos deve desempenhar e melhorar as seguintes tarefas:
> Retransmitir informações sobre atualizações de projeto para os
respectivos subempreiteiros e/ou fornecedores;
> Ajudar a solucionar problemas de ambiguidades de projetos e
especificações, contatando os projetistas e/ou engenheiros res-
ponsáveis;
> Guardar as soluções encontradas na obra e as informações for-
necidas pelos projetistas de modo organizado e registrado;
> Informar a todos os especialistas envolvidos afetados pelas
atualizações dos projetos;
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 15
Prof
a
. Dr
a
. SHEYLA M.B. SERRA, do departamento de Engenharia Civil e do programa de
pós-graduação em Construção Civil da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).
> Providenciar meios de comunicar o progresso dos serviços que
são considerados requisitos de outros;
> Trabalhar com subempreiteiros que tenham capacidade de
planejar sua produção, num nível de detalhamento que alterações
no empreendimento sejam facilmente reprogramáveis;
> Organizar reuniões regulares de planejamento integrado; pro-
gramar reuniões de subempreiteiros de subsistemas relacionados,
detalhando a interdependência do processo e o progresso do
trabalho executado;
> Avaliar continuamente cada subempreiteiro, considerando sua
capacidade e disponibilidade de desempenhar futuros trabalhos,
sua flexibilidade de negociação e sua adaptação às reuniões e
programações acordadas;
> Programar o uso de recursos compartilhados para que não haja
sobreposição de necessidades. Assim, os subempreiteiros poderão pla-
nejar com confiança seu fluxo de materiais e a sequência de trabalho;
> Proceder ao pagamento dos subempreiteiros pontualmente,
conferindo e registrando as documentações legais.
Como se pode observar, o gestor deve buscar desenvolver
habilidades gerenciais e de relacionamento que, aliadas ao conhe-
cimento técnico adquirido em sua formação, vão trazer bons
resultados para a execução da obra.
Mas o trabalho do gestor não se encerra na execução... Tam-
bém durante a entrega da obra, o gestor de contratos pode ser o
responsável por gerenciar os testes dos sistemas prediais, contro-
lar o processo de documentação da obra, apresentar os projetos
e manuais de uso para o síndico ou zelador do edifício, entre
outras. Como ele acompanhou a obra em todas as suas fases,
possui as melhores condições de retransmitir as informações
mais precisas sobre o futuro desempenho da edificação.
Para bem desempenhar as suas funções, o gestor de contratos
deve conhecer as especialidades de trabalho da construção civil,
mas também buscar complementar sua formação com conheci-
mentos de administração, contabilidade, direito e economia. Na
estrutura organizacional formal da empresa, o gestor deve ter um
papel bem definido, com uma descrição de cargos coerente com
suas responsabilidades e expectativas de otimização organiza-
cional. Também deve desenvolver estratégias e ferramentas que
subsidiem a sua decisão como criar mapas e critérios de avaliação
do contrato e de comparação das condições apresentadas por
vários potenciais fornecedores.
Atualmente no Brasil, com a escassez de materiais, equipa-
mentos e mão de obra no mercado, a função do gestor de con-
tratos também pode ter uma visão estrategista – fazer estudos
de análise de viabilidade de aquisições, locações, importações,
busca de novas alternativas tecnológicas, prospecção de futuros
fornecedores e mercados, entre outras atividades.
<
O
lançamento do condomínio Villagio
Florida, localizado na cidade de Su-
zano (SP), inaugurou a entrada da cons-
trutora paulista J. Bianchi no segmento de
empreendimentos residenciais horizon-
tais. “Apostamos nesse tipo de empreen-
dimento porque havia uma demanda na
região e, além disso, a área do terreno era
privilegiada para esse tipo de construção”,
conta Fábio Bianchi, diretor da constru-
tora. Segundo Bianchi, todas as unidades
foram comercializadas antes mesmo da
abertura dos estandes.
O projeto arquitetônico dos 62 sobrados
– geminados quatro a quatro, cinco a cinco
e seis a seis – faz referência ao desenho de
uma vila, na qual a posição das casas varia
ao longo da extensão do terreno. Ou seja,
algumas unidades ficam perpendiculares, e
outras, paralelas à entrada da gleba.
Para as obras, a equipe de engenharia
se deparou com a necessidade de coorde-
nar a logística de operações no canteiro,
bastante singular em empreendimentos
com essas características. As casas deve-
riam ser executadas em sequência, como
uma linha de produção, com equipes es-
pecializadas em cada etapa do processo.
A pedido de clientes, em algumas uni-
dades o espaço destinado ao depósito foi
eliminado e a área de serviço transferida
para os fundos dos imóveis. Mas a inter-
venção mais radical nos desenhos origi-
nais foi a alteração nos projetos de infra-
estrutura, feita para atender às exigências
das concessionárias de água e energia.
Tais mudanças geraram um incre-
mento de 19% no custo total do empre-
endimento e ainda resultou em 40 dias
de atraso no cronograma, que teve de ser
replanejado para atender o prazo de en-
trega da obra. Outro fator que provocou
atrasos foi o clima, um desafio extra a ser
vencido em obras horizontais, executadas
Confira os custos de um condomínio com 62 sobrados geminados
Condomínio horizontal
RESUMO DA OBRA
Construtora: J. Bianchi
Início das obras: dezembro de 2007
Término: julho de 2009
Pavimentos: dois
Total de unidades: 62
Área do terreno: 14.424 m
2
Área construída 5.521 m
2

Fundação: estaca Strauss
Estrutura: alvenaria estrutural
Infraestrutura: tubulações
embutidas,
pavimentação e
paisagismo
a céu aberto. “Programamos executar a
infraestrutura do condomínio durante o
período mais seco. Mas em 2009 ocorreu
uma variação climática que resultou em
grande incidência de chuva em períodos
não usuais, gerando pequenos atrasos em
relação ao planejamento inicial”, conta
Bianchi. Apesar dos contratempos, o cro-
nograma final do empreendimento não
foi afetado. Alguns sistemas construtivos
escolhidos, como as estacas Strauss, as
lajes pré-fabricas e a estrutura metálica
contribuíram para agilizar a execução,
segundo Bianchi.
MATERIAIS E SISTEMAS CONSTRUTIVOS
No tocante aos materiais, a escolha de
alguns itens impactou positivamente o
orçamento. O telhado, por exemplo, foi
executado em estrutura metálica e telhas
cerâmicas, o que, em comparação à estru-
tura de madeira, possibilitou redução de
0,5% no custo. Já a opção pela instalação
de caixas d’águas individuais dispensou a
necessidade de construção de uma central
de distribuição de água. “Considerando
um custo aproximado de R$ 130 mil para
o reservatório elevado versus os R$ 21 mil
gastos na aquisição de caixas d’águas indi-
viduais, podemos dizer que tivemos uma
redução de 84% nesse item e 0,5% nos cus-
tos totais”, completa Bianchi.
O assentamento do revestimento so-
bre os blocos nas áreas molhadas também
proporcionou uma economia de 2%, em
função da eliminação do uso de argamas-
sa. A aquisição dos kits de portas prontas
representou um empate técnico compa-
rado às demais soluções. Embora os ma-
teriais fossem 20% mais caros que os das
demais opções, sua instalação reduziu a
necessidade de mão de obra.
A opção por contar com uma equipe
de operários própria para a execução das
16 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ORÇAMENTO REAL
>
Custo por etapa
Colaborou: Juliana Teixeira
GISELE C.CICHINELLI
estruturas e instalações também resultou
em redução de custos para a construtora.
A decisão, tomada a princípio em virtude
das dificuldades enfrentadas para encon-
trar mão de obra qualificada no mercado,
gerou uma economia de 2,7% no orça-
mento da obra em comparação à tercei-
rização. “A rotatividade de operários na
construção civil é alta e essa alternativa
só se justifica se a construtora planejar a
construção de obras em sequência, uma
após a outra”, salienta o diretor.
Data base: nov/09
SERVIÇOS TOTAL POR ETAPA (R$) PARTICIPAÇÃO (%)
Despesas iniciais 121.035,34 2,27
Instalação do canteiro de obras 184.253,65 3,45
Serviços gerais e administração 234.000,00 4,38
Movimento de terra 70.880,80 1,33
Fundações/infraestrutura 241.365,13 4,52
Estrutura 478.524,69 8,96
Alvenaria 299.571,88 5,61
Cobertura e impermeabilização 359.120,80 6,72
Revestimento interno 223.083,41 4,17
Revestimento externo 120.195,65 2,25
Revestimento cerâmico para parede 99.898,33 1,87
Esquadrias de madeira 106.504,84 1,99
Esquadrias metálicas 487.730,30 9,13
Peitoris, soleiras e rodapés 51.201,16 0,96
Portas e ferragens 29.391,10 0,55
SERVIÇOS TOTAL POR ETAPA (R$) PARTICIPAÇÃO (%)
Tacos 36.519,60 0,68
Ladrilhos e pisos 38.548,01 0,72
Instalações elétricas 191.095,70 3,58
Enfiação e aparelhos 373.013,29 6,98
Instalações hidráulicas 260.501,09 4,87
Aparelhos sanitários 182.787,15 3,42
Pintura 226.438,62 4,24
Vidros 16.556,79 0,31
Muros e grades 390.679,61 7,31
Limpeza 19.840,00 0,37
Serviços complementares e urbanização 403.281,48 7,55
Outros equipamentos 46.350,00 0,87
Diversos 51.243,88 0,96
Total por etapa R$ 5.343.612,30 100,00
Custo (R$/m²) 967,87
20 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PAINEL DE NORMAS
>

Controle de concreto
Coordenação modular
Nova norma para edificações especifica medida de 100 mm
E
ntrou em consulta pública, até 1
o
de
junho, o projeto de norma de coor-
denação modular para edificações, que
especifica como padrão a medida de 100
mm. O conceito de coordenação se aplica
ao projeto e construção de edificações de
todos os tipos e também à produção de
componentes construtivos. Quando pu-
blicada, servirá de parâmetro para o esta-
belecimento de medidas e tolerâncias em
normas de componentes construtivos.
“A coordenação modular traz vanta-
gens para todos os tipos de construção e,
ainda, relaciona-se à redução de perdas”,
explica Sergio Leusin, supervisor dos pro-
jetos derivados do acordo de cooperação
técnica firmado entre o Ministério de
Indústria e Comércio, a ABDI (Agência
Brasileira de Desenvolvimento Indus-
trial) e a Fiesp (Federação das Indústrias
do Estado de São Paulo). A aposta dele,
portanto, é que a difusão da norma ocor-
ra com mais rapidez entre construções
com viés sustentável e preocupadas com
a redução de custos.
Para incentivar a adoção do texto, a
Fiesp, em conjunto com os Ministérios
Saiba, mês a mês, o que há de novo na
normalização da ABNT para a construção civil
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No último dia 1
o
de março, a comissão de estudos para
revisão da NBR 15146 – Controle Tecnológico de Concreto
– Qualificação de Pessoal – Requisitos se reuniu na sede da
ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) para dar
andamento aos trabalhos de atualização do texto.
A normativa especifica requisitos para qualificação de
pessoal responsável pela execução das atividades de controle
da qualidade do concreto e dos materiais que o constituem.
O pedido de reativação da comissão partiu do Ibracon
(Instituto Brasileiro do Concreto), que propôs a revisão com
base no conteúdo das normas de referência. O motivo?
Desde 2004, quando a regulamentação entrou em vigor,
diversas outras normas, que servem de complemento para
a NBR 15146, foram revisadas. “Outro aspecto importante
é adequar o conteúdo à realidade, pois tem se verificado
a necessidade de ajustes, especialmente com relação aos
requisitos de escolaridade e experiência profissional”, explica
a engenheira Inês Battagin, coordenadora do CB-18 – Comitê
Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados.
A demanda remete ao fato de o Ibracon ter sido
credenciado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial) como OCP
(Organismo Certificado de Pessoas) e, para realização desse
trabalho, utilizar a norma. Conforme conta Inês, a previsão
inicial é contar com a publicação até o início de 2011.
“Provavelmente ainda este ano encaminharemos o projeto
para Consulta Nacional, pois a comissão está trabalhando
de forma coesa e construtiva”, afirma.
das Cidades e do Trabalho, está defi-
nindo o formato de um programa de
difusão. “Estamos fazendo trabalho de
divulgação junto a entidades setoriais,
esclarecendo dúvidas, para que a aprova-
ção do texto transcorra tranquilamente”,
pontua Leusin.
Na concepção do supervisor, a arti-
culação do setor público com o privado
é essencial para a ampla aceitação dos
preceitos de coordenação. Isso porque é
necessário estabelecer prazos para adap-
tação dos fabricantes para que, então, o
poder de compra do Estado seja utilizado
na aquisição de produtos modulados. No
entanto, salienta que há consciência de que
alguns segmentos do setor produtivo da
construção têm mais dificuldade para se
adaptar. “Blocos de concreto já são mo-
dulares, mas lajes alveolares, por exemplo,
exigem adequações na linha, o que é caro.
Então a adaptação será mais lenta, eviden-
temente”, diz.
Paralelamente à publicação da nor-
ma, haverá o lançamento de um site com
tutoriais de uso da coordenação modular.
O objetivo, segundo Leusin, é fornecer ins-
trumentos para que contratantes, fornece-
dores e projetistas interessados no tema se
atualizem. “Será didático, porque muita
gente nunca nem ouviu falar de coorde-
nação modular”, resume.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 21
22 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PAINEL DE NORMAS
>
Atualizações ABNT
CONSULTA NACIONAL
PUBLICAÇÕES
NÚMERO NORMA COMITÊ RESPONSÁVEL
02:138.15-001
Data limite: 01/06/2010
Coordenação Modular para
Edificações
ABNT/CB-02 – Comitê Brasileiro de Construção Civil
ABNT NBR 6122
Data limite: 07/05/2010
Projeto e Execução de Fundações ABNT/CB-02 – Comitê Brasileiro de Construção Civil
02:153.19-029 (2
o
projeto)
Data limite: 10/05/2010
Geomembranas e Produtos
Correlatos – Determinação das
Propriedades de Tração
ABNT/CB-02 – Comitê Brasileiro de Construção Civil
02:146.15-002
Data limite: 10/05/2010
Válvula de Descarga para Limpeza
de Bacias Sanitárias – Requisitos e
Métodos de Ensaio
ABNT/CB-02 – Comitê Brasileiro de Construção Civil
02:143.25-017
Data limite: 07/04/2010
Conexões de Ferro Fundido Dúctil
para Tubos de PVC 6,3 e Polietileno
PE – Requisitos
ABNT/CB-02 – Comitê Brasileiro de Construção Civil
18:400.04-011
Data limite: 12/04/2010
Argamassa de Assentamento e
Revestimento de Paredes e Tetos
– Caracterização Reológica pelo
Método Squeeze-flow
ABNT/CB-18 – Cimento, Concreto e Agregados
NÚMERO NORMA DESCRIÇÃO COMITÊ RESPONSÁVEL
ABNT NBR 15805
Válida a partir de:
19/03/2010
Placa de Concreto para Piso –
Requisitos e Métodos de Ensaios
Estabelece requisitos, métodos de
ensaio e condições de recepção
das placas planas de concreto ou
de argamassa à base de cimento
Portland destinadas à execução de
pisos elevados ou assentados
ABNT/CB-18 Cimento, Concreto e Agregados
ABNT NBR 5753
Válida a partir de:
22/03/2010
Cimento Portland - Ensaio de
Pozolanicidade para Cimento
Portland Pozolânico
Prescreve o método de determinação
da pozolanicidade do cimento
Portland pozolânico
ABNT/CB-18 Cimento, Concreto e Agregados
ABNT NBR 15798
Válida a partir de:
03/03/2010
Pisos de Madeira – Terminologia A norma define os termos relativos
aos pisos de madeira maciça
ABNT/CB-31 Madeira
ABNT NBR 15799
Válida a partir de:
08/03/2010
Pisos de Madeira com e sem
Acabamento – Padronização e
Classificação
Estabelece classes de qualidade e
níveis de tolerância de defeitos a
serem analisados para determinação
do padrão de qualidade do piso de
madeira do tipo assoalho
ABNT/CB-31 Madeira
CANCELAMENTOS
NÚMERO NORMA COMITÊ RESPONSÁVEL
ABNT NBR-5748:1993
Publicado em: 11/02/2010
Análise Química de Cimento
Portland – Determinação de Óxido
de Cálcio Livre
ABNT/CB-18 – Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 23
24 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
COMO ORÇAR
>
Pedrinho Goldman
Instalações de canteiro
e serviços técnicos
e administrativos
As orientações para a orçamentação das Instalações de Canteiro
e Serviços Técnicos e Administrativos Operacionais da Obra
N
a elaboração de orçamentos para construção de edificações,
os itens principais de serviços “Instalações de Canteiro” e
“Serviços Técnicos e Administrativos Operacionais da Obra” são
relevantes em relação ao custo total da construção. Seus pesos
percentuais representativos de custos variam de 3% a 5% para
Instalações de Canteiro e de 10% a 20% para os Serviços Técnicos
e Administrativos.
As informações técnicas que subsidiam suas estimativas são
fornecidas pelo setor técnico de produção da construtora, e em
alguns casos também pelos técnicos da incorporadora no que diz
respeito a prazo, qualidade e custo.
INSTALAÇÕES DE CANTEIRO
É fortemente recomendável a realização de projeto para
a implantação do canteiro da obra, que deve contemplar as
quantidades e as medidas de tapume, barracões, silos, equi-
pamentos de produção, andaimes, torres para transportes,
equipamentos de proteção e segurança. Esse projeto deve ser
desenvolvido pelos engenheiros responsáveis pela construção
da edificação, com a participação do mestre e do encarregado
da obra, por se tratar de profissionais com experiência prática
de canteiro para avaliar as questões críticas que possam ocor-
rer no decorrer da construção.
Cabe à equipe técnica, em conjunto com o orçamentista, a
relação custo-benefício na avaliação da compra ou locação de
equipamentos e sistemas do canteiro, considerando o prazo de
execução, as facilidades de deslocamentos, os custos com manu-
tenção, os reaproveitamentos, a possibilidade de revenda após a
sua utilização.
Em relação às instalações provisórias de canteiro, é recomen-
dável sempre que possível projetá-las para que a sua execução seja
para utilização definitiva, reduzindo custos e prazos. Citamos a
execução das instalações de rede de água, luz, esgoto e gás defi-
nitivas em vez das provisórias. A execução de muros de divisas
do terreno definitivas reduz custos com tapumes, assim como os
gradis e muretas de segurança definitivas de projeto nas escadas
e varandas reduzem custos com as proteções provisórias. A exe-
cução das alvenarias de periferia nos pavimentos das edificações
permite a redução dos custos com serviços de proteção de pedes-
tres, beneficiando também o empreendimento.
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 25
A título de exemplo, descrevemos os itens contemplados em
orçamento:
DESCRIÇÃO UNIDADE
Torre com guincho – compra ou aluguel unidade ou mês
Serra de corte de madeira – compra ou
aluguel
unidade ou mês
Betoneira para concreto – compra ou
aluguel
unidade ou mês
Máquina de furar – compra ou aluguel unidade ou mês
Maquina de cortar cerâmica – compra ou
aluguel
unidade ou mês
Relógio de ponto – compra ou aluguel unidade ou mês
Bebedouro – compra ou aluguel unidade ou mês
Martelete – compra ou aluguel unidade ou mês
Máquina de corte e dobra de ferro –
compra ou aluguel
unidade ou mês
Andaime para revestimento de fachada –
aluguel ou compra
mês
Montagem e desmontagem de
equipamentos
unidade
Manutenção de equipamentos mês
Instalações provisórias de água, luz,
esgoto, gás
pontos
Demolição m
2
, m
3
, unidade
Barracões m
2
Tapume m
2
Mobiliário de escritório unidade
Placas de obra unidade
Materiais e equipamentos de segurança unidade, m
2
Ferramentas básicas unidade, m
2
Bandeja de proteção de pedestres m
2
, mês

SERVIÇOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS OPERACIONAIS
Considerando a importância desses serviços pela representa-
tividade dos custos e pelas características dos itens, é necessária
uma análise crítica no dimensionamento da equipe para garantia
de qualidade do empreendimento, assim como para a otimização
dos custos. Seus componentes praticamente não estão associados
à produção dos serviços dos projetos arquitetônicos e comple-
mentares.
As especificações para esses serviços, assim como seu di-
mensionamento, cabem à equipe de produção de construção e
ao orçamentista, com subsídios do mestre e encarregados pela
experiência prática desses profissionais.
Uma grande parcela desses custos está associada ao prazo
da obra. Dessa forma, é relevante que sempre que possível a
construção do empreendimento e desses serviços sejam deter-
minados no seu prazo técnico ótimo. O acréscimo de um ou
mais meses resulta em acréscimo de custos operacionais, não
sendo possível a sua compensação. Por outro lado, a redução
de um mês ou mais resulta em economia dos custos operacio-
nais para o empreendimento.
A título de exemplo descrevemos os itens contemplados em
orçamento:
DESCRIÇÃO UNIDADE
Retirada de entulho m
3
Locação da obra m
2
Impostos e taxas – alvará, ART, ligações provisórias m
2
Despesas com energia elétrica mês
Despesas com água e esgoto mês
Despesas com escritório da obra mês
Despesas com telefone mês
Transportes diversos mês
Seguro de responsabilidade civil e incêndio m
2
Bandeja de proteção de pedestres m
2
Tela de proteção em náilon m
2
Andaimes para revestimentos e pinturas m
2
Elaboração de mapa de riscos unidade
Elaboração de PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente do
Trabalho
unidade
Acompanhamento PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente
do Trabalho
mês
PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional mês
Auxílio alimentação mês
Auxílio transporte mês
Engenheiro mês
Mestre mês
Estagiário mês
Técnico de edificações mês
Apontador mês
Vigia mês
Almoxarife mês
Pedreiro mês
Carpinteiro mês
Servente mês
Guincheiro mês
CONCLUSÃO
As instalações de canteiro e os serviços técnicos e adminis-
trativos operacionais não são obtidos pelos levantamentos dos
projetos arquitetônicos e complementares do empreendimento.
Eles resultam do conhecimento técnico da equipe de produção para
o adequado dimensionamento operacional na implantação do canteiro
da obra, no dimensionamento e definição de equipamentos e ferramen-
tas, assim como da equipe operacional para a execução da obra.
Considerando sua importância técnica e financeira, é fun-
damental que as definições de processos, seleção de pessoal e
dimensionamentos estejam associados à qualidade da obra, ao
prazo de execução, aos seus custos e riscos.
Pedrinho Goldman, engenheiro civil, doutor em engenharia civil pela UFF-RJ (Universidade
Federal Fluminense), diretor da Pekman Engenharia e autor do livro “Introdução ao Planeja-
mento e Controle de Custos na Construção Civil”, da Editora PINI.
<
Características
EMPREENDIMENTO
> Área construída de 5.176,88 m²
> Construção convencional em concreto armado
OBRA
> Limpeza e nivelamento do terreno
> Fundação com estaca de concreto protendido
> Contenção de taludes laterais com arrimo
de concreto
> Estrutura de concreto armado moldado in loco
> Esquadrias em alumínio
> Instalações hidráulicas de água fria e esgoto
em PVC
> Revestimento de piso em granilite em todos os
ambientes exceto na varanda, despensa e lavabo
que são em cerâmica
> Cobertura com estrutura metálica espacial e
telha de aço galvanizada
Observações relativas aos custos apresentados:
> Itens não considerados no orçamento: taxa de BDI (Benefícios e Despesas Indiretas), preço do terreno e os seguintes itens, que devem ser orçados
conforme projeto: cópias de projeto, orçamentos, emolumentos, ar-condicionado, aquecedores.
> O orçamento e os custos apresentados são elaborados pelo departamento de engenharia e custos da Editora PINI.
> Pesquisa de preços de material, mão de obra e equipamentos realizada na região Metropolitana de Recife.
> Data-base da pesquisa de preços: janeiro/2010.
> Encargos Sociais aplicados sobre a mão de obra de 127,95%.
Supermercado
Veja os custos detalhados dessa obra com 5.176,88 m² de área construída
Resumo da obra
DESCRIÇÃO CUSTO POR ETAPA DA OBRA (R$)
PARTICIPAÇÃO POR ETAPA
DA OBRA (%)
Serviços preliminares 576.971,49 10,96
Infraestrutura 584.342,50 11,10
Estrutura 1.823.668,73 34,64
Alvenaria 122.161,67 2,32
Cobertura 778.682,87 14,79
Impermeabilizações 83.092,80 1,58
Esquadrias/ferragens e vidros 79.037,70 1,50
Instalação elétrica/telefone 118.075,54 2,24
Instalação hidrossanitária/gás 123.033,37 2,34
Outras instalações 8.205,96 0,16
Revestimentos internos 496.569,06 9,43
Revestimentos de fachada 217.028,74 4,12
Pinturas 23.129,27 0,44
Pavimentação externa/paisagismo 210.331,72 3,99
Limpeza 20.759,29 0,39
Custo total (R$) 5.265.090,72 100,00
Custo/m² (R$) 1.017,04
26 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ORÇAMENTO DETALHADO
>
Detalhamento dos custos
DATA-BASE: FEVEREIRO/2010 – SÃO PAULO – SP
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
SERVIÇOS PRELIMINARES
DEMOLIÇÕES/LIMPEZA DO TERRENO
Sondagem de reconhecimento do
subsolo com tubo de revestimento
ø 2 1/2"
m 400,00 42,50 0,00 17.000,00
Desmatamento e limpeza
mecanizada de terreno, utilizando
trator sobre esteiras
m² 5.176,88 0,19 0,01 1.035,38
PROJETOS
Projeto arquitetônico de prefeitura un 1,00 16.000,00 16.000,00
Outros custos indiretos mês 6,00 32.770,00 196.620,00
Mão de obra específica mês 6,00 12.715,03 76.290,18
CANTEIRO
Alambrado com tela de arame
galvanizado ou PVC
m 146,18 52,76 15,47 9.973,86
Tapume de chapa de madeira
compensada
m² 124,00 28,30 10,67 4.832,28
Equipamentos e ferramentas mês 6,00 1.250,00 4.450,00 34.200,00
Locação de equipamentos pesados m² 1,00 0,00 178.000,00 178.000,00
Abrigo provisório de madeira m² 64,00 167,11 99,49 17.062,40
Andaime metálico de encaixe m² 248,00 5,18 1,52 1.661,60
Ligação provisória de água un 1,00 984,02 252,07 1.236,09
Ligação provisória de luz e força un 1,00 614,49 320,04 934,53
Locação da obra: execução de
gabarito
m² 3.407,28 3,37 1,73 17.377,13
Abrigo provisório metálico tipo
contêiner

6,00 547,95 46,67 3.567,72
Carga mecanizada de entulho em
caminhão basculante

776,53 1,22 0,30 1.180,33
INFRAESTRUTURA
MOVIMENTO DE TERRA/FUNDAÇÃO
Escavação mecanizada solo de 1
a

categoria, profundidade até 6 m
m² 8.064,00 2,16 0,16 18.708,48
Transp. descarga de terra em caminhão
basculante 6 m³, distância até 10 km
m² 8.064,00 15,51 1,33 135.797,76
Estaca pré-moldada de concreto
protendido cravada carga até 82 t
m 3.408,00 70,74 2,29 248.886,24
MURO DE ARRIMO
Fundação para muro de arrimo
com bloco de concreto articulado
e atirantado
m 208,00 144,62 19,06 34.045,44
Muro de arrimo com bloco de concreto
articulado, incl. perf. injeção de
concreto até 2,50 m
m² 998,40 124,46 22,68 146.904,58
ESTRUTURA
Fôrma com chapa compensada
plastificada, e=12 mm, para
pilares/vigas/lajes
m² 4.900,00 126,15 16,06 696.829,00
Fôrma feita em obra para lajes, com
chapa compensada plastificada,
e=12 mm
m² 3.367,08 55,43 14,69 236.099,65
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
Escora metálica para viga e laje
leve de edificação com pé-direito
variando de 2,00 a 3,00 m
m² 3.724,36 25,52 1,14 99.291,44
Armadura de aço para estruturas
em geral, CA-50, corte e dobra
industrial, fora da obra
kg 75.562,13 5,25 0,80 457.150,89
Concreto estrutural dosado em central,
fck 20 MPa – para aplicação em
estrutura
m³ 755,62 239,75 0,00 181.159,90
Concreto estrutural dosado em
central, fck 20 MPa – para aplicação
em laje
m³ 441,25 239,75 0,00 105.789,69
Transporte, lançamento,
adensamento e acabamento do
concreto em laje
m³ 441,25 0,11 39,45 17.455,85
Transporte, lançamento,
adensamento e acabamento do
concreto em estrutura
m³ 755,62 0,11 39,45 29.892,33
ALVENARIA
Alvenaria de vedação com bloco de
concreto, 19 x 19 x 39 cm, espessura
da parede 19 cm
m² 2.719,73 29,78 10,70 110.094,67
Verga reta moldada no local m³ 1,62 884,90 340,12 1.984,53
Divisória sanitária de granilite
e=3 cm
m² 37,84 266,45 0,00 10.082,47
COBERTURA
TELHADO
Estrutura de aço para cobertura duas
águas sem lanternim, espaçamento
entre tesouras 5 m, vão 25 m
m² 3.000,13 157,48 0,00 472.460,47
Cobertura com telha de alumínio
envernizada ou pintada, perfil
trapezoidal e=0,5 mm
m² 3.000,13 47,44 4,00 154.326,69
Cumeeira de alumínio, perfil
trapezoidal
m 168,00 31,37 1,60 5.538,96
Rufo de chapa de aço galvanizado n
o

26 desenvolvimento 33 cm
m 416,00 8,34 6,67 6.244,16
Calha de chapa galvanizada n
o
26
desenvolvimento 50 cm
m 252,00 15,28 17,34 8.220,24
DOMO DE ACRÍLICO
Domo de acrílico, colocação e
acabamento, individual com ou
sem ventilação
m² 359,87 353,16 13,34 131.892,36
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 27
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
IMPERMEABILIZAÇÕES
Impermeabilização de piso sujeito
à umidade de terra com aditivo
hidrófugo
m² 3.360,00 9,69 15,04 83.092,80
ESQUADRIAS/FERRAGENS E VIDROS
ESQUADRIAS DE MADEIRA (INCLUSIVE FERRAGENS)
Porta externa de madeira, de uma
folha com batente, guarnição e
ferragem, 0,90 x 2,10 m
un 2 521,6 68,68 1.180,56
Porta externa de madeira, de duas
folhas com batente, guarnição e
ferragem, 1,69 x 2,14 m
un 4 2796,83 106,68 11.614,04
Porta de compensado, interna, para
acoplamento em divisórias de painel
pré-fabricado, e=35 mm
un 7 242,41 20,00 1.836,87
Porta interna de madeira, de uma
folha com batente, guarnição e
ferragem, 0,60 x 2,10 m
un 2 272,94 68,68 683,24
Porta interna de madeira, de uma
folha com batente, guarnição e
ferragem, 0,70 x 2,10 m
un 4 281,25 68,68 1.399,72
Porta interna de madeira, de uma
folha com batente, guarnição e
ferragem, 0,90 x 2,10 m
un 2 312,37 68,68 762,10
Porta de aço em chapa ondulada de
enrolar, colocação e acabamento
un 21,09 132,49 13,91 3.087,58
Porta corta-fogo, dimensões 0,80
x 2,10 m
un 2 538,49 53,34 1.183,66
VIDROS
Vidro refletivo colocado em caixilho
com ou sem baguetes, com gaxeta de
neoprene e = 8mm
m² 151,15 253,19 0,00 38.269,67
Vidro temperado, colocado em
caixilho com ou sem baguetes, com
gaxeta de neoprene e = 10 mm
m² 102,79 185,04 0,00 19.020,26
INSTALAÇÃO ELÉTRICA/TELEFONE
ENTRADA DE ENERGIA
Poste particular para edificação com
potência instalada de 25 a 30 kW
un 1,00 1.355,44 240,03 1.595,47
Entrada de energia em caixa de chapa
de aço, dimensões 500 x 600 x 270
mm, potência de 25 a 30 kW
un 1,00 721,17 106,68 827,85
Transformador para cabine primária
de 150 kVA – 15 kV, 60 Hz, alta
tensão 13,2 kV, baixa tensão
220/127 V
un 1,00 7.926,00 1.192,63 9.118,63
Seccionador fusível tipo "nh" tripolar
até 630 A, com porta fusível, em
quadro de distribuição
un 1,00 4.719,88 36,00 4.755,88
Cabo isolado em PVC seção 150 mm²
– 750 V – 70°C – flexível
m 150,00 48,96 7,60 8.484,00
ENTRADA DE ENERGIA
Caixa de ligação de PVC para
eletroduto flexível, retangular,
dimensões 4 x 2"
un 240,00 1,71 2,00 890,40
Caixa de ligação de PVC para
eletroduto flexível, quadrada,
dimensões 4 x 4"
un 80,00 2,78 2,00 382,40
Caixa de ligação de PVC para
eletroduto flexível, octogonal com
fundo móvel, dimensões 4 x 4"
un 60,00 3,52 2,00 331,20
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
Condulete de PVC rígido encaixe para
eletroduto rígido ø 32 mm (1")
un 82,00 7,87 4,00 973,34
Quadro de distribuição de luz até
64 divisões modulares, dimensões
externas 973 x 405 x 95 mm
un 4,00 632,09 66,68 2.795,08
DISTRIBUIÇÃO
Cabo isolado em PVC seção 4 mm² –
750 V – 70°C – flexível
m 700,00 0,86 1,60 1.722,00
Cabo isolado em PVC seção 6 mm² –
750 V – 70°C – flexível
m 500,00 1,26 1,73 1.495,00
Cabo isolado em PVC seção 2,5 mm²
– 750 V – 70°C – flexível
m 3.800,00 0,54 1,47 7.638,00
Eletroduto de PVC rígido roscável,
sem conexões, ø 60 mm (2")
un 250,00 6,57 4,00 2.642,50
Eletroduto de PVC rígido roscável,
sem conexões, ø 32 mm (1")
un 1.800,00 3,03 2,67 10.260,00
Eletroduto de PVC flexível corrugado
ø 25 mm (3/4")
un 170,00 1,79 2,00 644,30
Disjuntor monopolar termomagnético
de 10 A em quadro de distribuição
un 27,00 7,46 4,00 309,42
Disjuntor monopolar termomagnético
de 16 A em quadro de distribuição
un 12,00 7,46 4,00 137,52
Disjuntor bipolar termomagnético de
50 A em quadro de distribuição
un 8,00 8,95 4,00 103,60
Disjuntor bipolar termomagnético de
25 A em quadro de distribuição
un 8,00 41,60 8,00 396,80
Disjuntor monopolar termomagnético
de 16 A em quadro de distribuição
un 8,00 42,90 8,00 407,20
Disjuntor bipolar termomagnético de
50 A em quadro de distribuição
un 3,00 46,10 12,00 174,30
Disjuntor bipolar termomagnético de
25 A em quadro de distribuição
un 3,00 859,31 24,00 2.649,93
INTERRUPTORES E TOMADAS
Interruptor, duas teclas simples 10
A – 250 V
m 15,00 11,96 4,93 253,35
Interruptor, uma tecla simples 10
A – 250 V
m 30,00 6,69 2,80 284,70
Placa (espelho) para caixa,
dimensões 3 x 3"
m 240,00 1,45 0,67 508,80
Placa (espelho) para caixa,
dimensões 4 x 2"
un 80,00 1,57 0,67 179,20
Placa (espelho) para caixa,
dimensões 4 x 4"
un 60,00 3,56 0,80 261,60
Tomada dois pólos mais terra 20
A – 250 V
un 170,00 11,65 3,87 2.638,40
Tomada universal dois pólos 10
A – 250 V
un 40,00 5,21 2,80 320,40
ILUMINAÇÃO INTERNA/EXTERNA
Pendente ou plafonier com globo
leitoso e lâmpada de 60 W
un 30,00 9,45 10,67 603,60
Luminária fluorescente completa
com duas lâmpadas de 40 W, tipo
calha de sobrepor
un 78,00 82,55 14,67 7.583,16
Luminária fluorescente completa
com quatro lâmpadas de 40 W, tipo
calha de sobrepor
un 45,00 143,97 20,00 7.378,65
Luminária para iluminação pública,
lâmpada vapor de mercúrio, duas
pétalas, poste de aço galvanizado
10 m
un 12,00 1.872,07 133,46 24.066,36
28 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ORÇAMENTO DETALHADO
>
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
Tê 90 de PVC branco, ponta bolsa e
virola, ø 50 x 50 mm
un
12,00 5,98 3,87 118,20
Tê 90 de PVC branco, ponta bolsa e
virola, ø 40 x 40 mm
un 12,00 2,36 3,87 74,76
Curva 90 longa de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 150 mm
un 7,00 59,03 7,07 462,70
Curva 90 curta de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 100 mm
un 7,00 23,06 6,00 203,42
Curva 90 curta de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 50 mm
un 6,00 6,10 3,73 58,98
Curva 90 curta de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 40 mm
un 8,00 2,97 3,73 53,60
Junção 45 de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 100 x 100 mm
un 5,00 13,48 6,13 98,05
Junção 45 de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 150 x 150 mm
un 7,00 70,16 6,13 534,03
INSTALAÇÃO DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS
Tubo de aço galvanizado, sem
conexões sem costura ø 65 mm
(2 1/2")
m 180,00 86,60 11,07 17.580,60
Cruzeta de ferro maleável
galvanizado ø 65 mm (2 1/2")
un 5,00 52,06 16,54 343,00
INSTALAÇÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS
Ralo de ferro fundido sifonado para
banheiro, com grelha cromada, ø
150 mm
un 27,00 6,95 5,33 331,56
Ralo de PVC rígido seco, 100 x 100
x 40 mm
un 18,00 112,06 135,20 4.450,68
Caixa de inspeção em alvenaria com
tampa e = 5 cm, dimensões 80 x 80
un
19,00 112,06 135,20 4.697,94
Grelha em ferro fundido para
canaleta, largura=30 cm
m
434,00 45,23 8,93 23.505,44
REGISTROS E BOMBAS
Registro de gaveta com canopla ø 40
mm (1 1/2")
un
27,00 182,95 2,93 5.018,76
Registro de gaveta bruto com
adaptador soldável para cpvc, ø 20
mm (3/4")
un
18,00 6,95 5,33 221,04
Registro de gaveta bruto ø 65 mm
(2 1/2")
un
19,00 112,06 135,20 4.697,94
Conjunto elevatório motor-bomba
(centrífuga) de 2 HP
un
2,00 867,50 106,68 1.948,36
APARELHOS, METAIS E BANCAS
Lavatório de louça de embutir
(cuba), com torneira de pressão e
acessórios
un
11,00 246,13 20,00 2.927,43
Tampo de granito para lavatório,
e=30,00 mm, largura 0,60 m
un
9,60 137,74 26,67 1.578,34
Mictório de louça individual
un
9,00 179,86 38,67 1.966,77
Bacia de louça com caixa acoplada,
com tampa e acessórios
un
13,00 213,69 40,01 3.298,10
Chuveiro elétrico automático, 220
V – 5.400 W
un
7,00 85,73 6,67 646,80
INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
Acionador manual de alarme de
incêndio
un
6,00 24,38 3,87 169,50
Central de alarme de incêndio para
24 pontos
un
1,00 350,50 26,67 377,17
Abrigo para hidrante, com mangueira
de ø 65 mm (2 1/2") x 30 m
un
6,00 1.030,38 62,01 6.554,34
Hidrante com registro globo angular
45O, ø 65 mm (2 1/2")
un
6,00 185,04 15,34 1.202,28
Registro de recalque no passeio, ø
65 mm (2 1/2")
un
1,00 381,09 67,93 449,02
Tubo de aço galvanizado, com
conexões sem costura, ø 65 mm
(2 1/2")
m
187,00 120,02 24,00 26.931,74
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
Projetor externo para lâmpada a vapor
de mercúrio com alojamento para
reator
un 6,00 346,83 26,67 2.241,00
CIRCUITOS DE TELEFONIA
Cabo telefônico CI, ø do condutor 0,50
mm, com 100 pares
m 600,00 18,18 2,80 12.588,00
Tomada para telefone para pino
Jack 1/4
un 50,00 4,80 3,87 433,50
INSTALAÇÃO HIDROSSANITÁRIA/GÁS
INSTALAÇÃO HIDRÁULICA
Abrigo para cavalete em alvenaria,
dimensões 0,65 x 0,85 x 0,30 m
un 1,00 405,65 85,51 491,16
Cavalete com tubo de aço galvanizado
25 mm (1")
un 1,00 244,72 66,68 311,40
INSTALAÇÃO DE AGUA FRIA
Luva soldável de PVC marrom ø
20 mm
un 25,00 0,54 1,20 43,50
Luva soldável de PVC marrom ø
25 mm
un 21,00 0,72 1,20 40,32
Luva soldável de PVC marrom ø
50 mm
un 8,00 2,97 1,87 38,72
Luva soldável de PVC azul com rosca
metálica ø 25 mm x 1/2"
un 21,00 2,97 1,20 87,57
Tubo de PVC soldável, sem conexões
ø 20 mm
m 40,00 1,35 1,20 102,00
Tubo de PVC soldável, sem conexões
ø 25 mm
m 75,00 1,82 1,60 256,50
Tubo de PVC soldável, sem conexões
ø 50 mm
m 75,00 6,74 3,20 745,50
Curva 90 soldável de PVC marrom
ø 20 mm
un 30,00 1,27 2,40 110,10
Curva 90 soldável de PVC marrom
ø 25 mm
un 27,00 1,59 2,40 107,73
Curva 90 soldável de PVC marrom
ø 50 mm
un
30,00 7,40 3,73 333,90
Adaptador soldável de PVC marrom
com flanges livres para caixa d água
ø 50 mm x 1 1/2"
un 3,00 20,07 1,87 65,82
INSTALAÇÃO DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS
Tubo de PVC branco, sem conexões,
ponta bolsa e virola, ø 150 mm
m
210,00 18,62 7,47 5.478,90
Tubo de PVC branco, sem conexões,
ponta bolsa e virola, ø 100 mm
m 120,00 7,12 6,93 1.686,00
Tubo de PVC branco, sem conexões,
ponta bolsa e virola, ø 50 mm
m 60,00 4,67 4,00 520,20
Tubo de PVC branco, sem conexões,
ponta e bolsa soldável, ø 40 mm
m
36,00 2,68 3,20 211,68
Luva simples de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 150 mm
un
20,00 35,32 3,60 778,40
Luva simples de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 100 mm
un
18,00 11,42 3,07 260,82
Luva simples de PVC branco, ponta
bolsa e virola, ø 50 mm
un 25,00 7,45 1,87 233,00
Luva simples de PVC branco, ponta e
bolsa soldável, ø 40 mm
un 18,00 5,19 1,87 127,08
Tê 90 de PVC branco, ponta bolsa e
virola, ø 150 x 150 mm
un
7,00 42,05 7,20 344,75
Tê 90 de PVC branco, ponta bolsa e
virola, ø 100 x 100 mm
un
9,00 11,40 6,13 157,77
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 29
Total da Obra 5.265.090,72
Projeto: RBL Assessoria e Serviços Ltda. – Rui Barbosa Leal
Fone: (0xx11) 7462-0893
No caso de dúvidas, sugestões e/ou esclarecimentos, entre em contato
conosco pelo e-mail engenharia@pini.com.br ou ligue (11) 2173-2370
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
OUTRAS INSTALAÇÕES
SISTEMA DE ATERRAMENTO
Captor de latão cromado, cobre
cromado ou aço inoxidável, tipo
Franklin
un
4,00 31,68 20,00 206,72
Mastro de ferro galvanizado para
para-raios, de 3 m, ø 40 mm (1 1/2")
ou 50 mm (2"), completo
un
4,00 246,91 106,68 1.414,36
Cordoalha de cobre nu e isoladores
para para-raios, seção 35 mm²
m
334,28 10,70 6,67 5.806,44
Proteção da cordoalha do para-raio
com tubo de PVC rígido, ø 50 mm
(2"), comprimento 3,00 m
un
12,00 18,08 20,00 456,96
Aparelho sinalizador de obstáculos
com célula fotoelétrica, simples
un
4,00 60,37 20,00 321,48
REVESTIMENTOS INTERNOS
REVESTIMENTOS DE PISO
Lastro de concreto (contrapiso)
não estrutural impermeabilizado,
e=6 cm

3.677,08 11,14 9,79 76.961,28
Piso de concreto 15 MPa, e = 12
cm, sobre lastro de brita 3 e 4, e
= 5 cm, e armado com tela de aço
CA-60

3.360,00 40,70 13,39 181.742,40
Regularização de base para
revestimento de piso com argamassa,
cimento e areia traço 1:3, e=3 cm

399,19 7,50 5,44 5.165,52
Piso cerâmico esmaltado 30 x 30 cm,
assentado com argamassa pré-
fabricada de cimento colante

399,19 37,24 4,61 16.706,10
Rejuntamento de piso cerâmico com
argamassa pré-fabricada, espessura
da junta: 6 mm

399,19 0,64 1,43 826,32
Granilite para revestimento de piso
moldado in loco

3.140,60 49,10 0,00 154.203,46
REVESTIMENTOS DE PAREDE
Chapisco para parede interna ou
externa com argamassa de cimento
e areia sem peneirar traço 1:3,
e=5 mm

3.164,35 1,28 1,62 9.176,62
Emboço para parede interna com
argamassa de cimento, cal e areia
sem peneirar traço 1:2:8, e = 20 mm

3.164,35 4,30 9,15 42.560,51
Reboco para parede interna ou
externa, com argamassa de cal
hidratada e areia peneirada traço
1:2, e=5 mm

788,37 1,09 6,96 6.346,38
Azulejo assentado com argamassa
pré-fabricada de cimento colante,
juntas a prumo

100,33 16,94 3,89 2.089,87
Rejuntamento de azulejo 15 x 15 cm,
com argamassa pré-fabricada, para
juntas até 3 mm

100,33 1,84 3,05 490,61
Limpeza de superfície revestida com
material cerâmico

100,33 0,70 2,29 299,99
DESCRIÇÃO UN QUANT. CUSTO UNITÁRIO TOTAL
MATERIAIS MÃO DE OBRA
REVESTIMENTOS DE FACHADA
Chapisco para parede externa com
argamasa de cimento e areia sem
peneirar traço 1:3, e=5 mm

2.275,65 1,28 1,62 6.599,39
Reboco para parede interna ou
externa, com argamassa de cal
hidratada e areia peneirada traço
1:2, e=5 mm

2.275,65 1,09 6,96 18.318,98
Pastilha de porcelana, assentada com
argamassa pré-fabricada de cimento
colante, inclusive rejuntamento

2.275,65 75,85 8,57 192.110,37
PINTURAS
PINTURAS INTERNAS
Pintura com tinta látex PVA em
parede interna com duas demãos,
sem massa corrida

3.063,48 2,50 5,05 23.129,27
PAVIMENTAÇÃO EXTERNA/PAISAGISMO
Base de macadame betuminoso para
pavimentação

187,28 323,02 4,51 61.339,82
Camada intermediária (binder)
asfáltica usinada a quente para
pavimentação

78,03 303,95 10,27 24.518,59
Imprimação impermeabilizante
betuminosa para pavimentação

1.560,65 3,20 0,20 5.306,21
Concreto asfáltico para aplicação em
pavimentação usinado a quente –
preparo e aplicação

174,86 435,03 18,86 79.367,21
Guia pré-fabricada de concreto e
execução de sarjeta moldada in loco
(0,15 x 0,30 m)
m
240,00 34,96 13,43 11.613,60
Passeio em concreto, fck = 13,5
MPa, controle tipo "c", incluindo
preparo de caixa, e=7 cm

620,04 21,53 18,53 24.838,80
Plantio de grama preta em mudas em
canteiro de 25 cm de profundidade

250,00 11,71 1,68 3.347,50
LIMPEZA
Limpeza geral

5.176,88 0,00 4,01 20.759,29
30 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ORÇAMENTO DETALHADO
>
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 31
COTAÇÃO ABERTA
>
Confira a cotação detalhada realizada pela PINI para 30 insumos relevantes em obras
civis. Os preços obtidos estão ordenados do menor para o maior valor.
Na coluna da direita, apresentamos o percentual de variação entre as extremidades
PORTO ALEGRE (RS)
DESCRIÇÃO UN PREÇOS COTADOS (R$) MAIOR/
MENOR
MENOR MAIOR
Areia lavada tipo média m³ 35,00 36,60 37,00 51,00 56,70 62,00
Arame galvanizado (Ø=14 BWG) kg 7,20 8,50 8,84 9,00 10,00 38,89
Arame recozido (Ø fio=1,25 mm / Ø=18 BWG) kg 5,00 5,12 6,21 7,00 7,28 45,60
Argamassa pré-fabricada de cimento colante para assentamento
de peças cerâmicas (saco 20 kg)
un 6,20 6,99 7,15 7,19 7,50 20,97
Bacia de louça convencional, padrão popular un 93,00 100,00 101,46 105,43 115,92 24,65
Bacia de louça para caixa acoplada – padrão popular un 108,92 110,00 112,00 115,77 124,45 14,26
Barra aço CA-60 (Ø=5 mm / m=0,154 kg/m) kg 3,20 3,58 4,15 4,27 4,37 36,56
Barra de aço CA-50 3/8" (Ø=10 mm / m=0,617 kg/m) kg 3,50 3,76 3,85 4,32 4,71 34,57
Cabo de cobre nu (seção: 35 mm²) m 6,26 7,58 8,35 8,60 8,85 41,37
Caixa estampada em chapa de aço esmaltada de embutir 4 x 2"
(formato da seção transversal=retangular / chapa=18)
un 0,79 0,80 0,81 0,87 0,90 13,92
Cal hidratada CH II (saco 20 kg) un 6,65 7,10 7,20 7,50 10,60 59,40
Eletroduto de PVC rígido de encaixe (Ø=3/4") – barra de 3 m un 10,57 10,70 10,85 12,50 14,50 37,18
Esmalte sintético (acabamento acetinado) – galão de 3,6 l un 54,00 54,00 56,00 56,00 56,10 3,89%
Estrutura para cobertura em aço A36, inclusive montagem kg 9,00 10,00 10,00 10,80 12,00 33,33
Extintor com carga gás carbônico (CO
2
) de 6 kg un 395,00 395,00 430,00 434,00 510,00 29,11
Lâmpadas Compactas Eletrônicas 2U (dupla) de 10 W
(tensão=110 V) base E-27
un 7,00 8,35 8,40 9,20 10,40 48,57
Madeira em bruto (Angelim) m³ 1.680,00 1.750,00 1.950,00 2.000,00 2.000,00 19,05
Madeira em bruto (Garapa) m³ 1.650,00 1.800,00 1.980,00 2.300,00 2.350,00 42,42
Massa corrida base acrílica (lata de 18 l) un 90,00 90,00 92,00 99,00 99,33 10,37
Massa corrida base óleo (galão de 3,6 l) un 30,00 38,00 39,00 40,69 42,70 42,33
Massa corrida base PVA (lata de 18 l) un 44,00 46,00 47,17 48,00 58,00 31,82
Pedra britada 2 m³ 45,00 46,00 47,00 50,00 55,00 22,22
Piso cerâmico esmaltado liso brilhante (esp=8 mm / comp=300
mm / larg=300 mm / resistência à abrasão=3)
m² 22,00 25,40 27,00 27,00 27,11 23,23
Porta lisa de madeira encabeçada com miolo sarrafeado de 0,80 x
2,10 m para receber verniz ou cera
un 58,00 65,00 69,00 75,00 79,90 37,76
Porta lisa de madeira encabeçada de 0,80 x 2,10 m para receber
pintura
un 39,00 43,90 44,00 54,70 58,00 48,72
Registro de pressão com acabamento – padrão popular (Ø=3/4") un 48,00 57,00 59,00 59,60 60,00 25,00
Tê com rosca fêmea central soldável BB de bronze para AF/AQ/
Gás/Incêndio (Ø principal=22 mm / Ø da derivação=3/4")
un 10,00 10,10 10,13 11,50 11,56 15,60
Telha cerâmica portuguesa milheiro 690,00 700,00 750,00 750,00 845,00 22,46
Tubo de PVC branco para esgoto série normal (Ø=100 mm) – barra
de 6 m
un 39,00 39,20 42,00 48,90 49,30 26,41
Tubo soldável de PVC marrom para água fria (Ø=25 mm) – barra
de 6 m
un 9,90 10,60 10,80 12,80 13,40 35,35
Fonte: Preços pesquisados pela PINI em fevereiro/2010
32 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
COTAÇÃO ABERTA
>
Confira a cotação detalhada realizada pela PINI para 30 insumos relevantes em obras
civis. Os preços obtidos estão ordenados do menor para o maior valor.
Na coluna da direita, apresentamos o percentual de variação entre as extremidades
FORTALEZA (CE)
DESCRIÇÃO UN PREÇOS COTADOS (R$) MAIOR/
MENOR
MENOR MAIOR
Arame galvanizado (Ø 14 BWG) kg 6,24 6,42 6,80 7,44 10,09 61,70
Bloco de concreto de vedação para receber revestimento 9 x 19 x
39 cm – resistência 2,0 MPa
un 1,10 1,27 1,30 1,50 1,80 63,64
Cabo isolado em PVC 0,6/1 kV – 70°C – unipolar baixa tensão
(seção transversal=95 mm² / encordoamento classe 2)
m 23,00 23,82 29,19 31,25 34,20 48,70
Caixa de ligação de PVC para eletroduto flexível corrugado de
embutir, com anel deslizante (formato da seção transversal
octogonal) – dimensões 3" x 3" x 53 mm)
un 2,91 3,20 3,22 4,00 4,50 54,64
Caixa de ligação de PVC para eletroduto roscável de embutir –
dimensões 4" x 2" x 40 mm
un 1,05 1,15 1,17 1,35 1,52 44,76
Caixa sifonada de PVC – dimensões 100 mm x 100 mm x 50 mm
/ Ø entrada 40 mm / n
o
de entradas=3 / grelha de alumínio
quadrada)
un 12,31 13,95 14,00 15,85 17,00 38,10
Cimento Portland CP II (posto obra) – saco de 50 kg un 18,50 19,00 19,00 26,00 28,00 51,35
Condulete de PVC rígido de encaixe para eletroduto rígido com
cinco entradas (Ø 3/4")
un 4,42 5,03 5,15 5,30 6,70 51,58
Eletroduto de PVC flexível corrugado amarelo (Ø=20 mm) – rolo
de 25 m
un 30,50 32,25 32,50 37,50 45,00 47,54
Eletroduto de PVC rígido de encaixe (Ø 3/4") – barra de 3 m un 9,35 10,50 10,75 11,48 12,83 37,22
Eletroduto de PVC rígido roscável preto (Ø 3/4") – barra de 3 m un 4,17 4,57 5,50 6,50 6,80 63,07
Fio isolado em PVC 750 V – 70°C – baixa tensão (tensão=750 V /
seção transversal=2,50 mm² / encordoamento classe 1) – rolo
de 100 m
un 61,00 62,00 76,00 95,00 97,00 59,02
Joelho 45 roscável de PVC branco para água fria (Ø 3/4") un 1,65 1,70 1,90 1,94 1,95 18,18
Massa corrida base acrílica (lata de 18 l) un 80,00 80,50 90,00 93,94 94,90 18,63
Massa corrida base óleo (galão de 3,6 l) un 31,05 33,44 33,91 40,00 40,00 28,82
Massa corrida base PVA (lata de 18 l) un 32,00 37,90 39,00 40,00 43,15 34,84
Pedra britada 1 m³ 45,00 45,00 50,00 55,00 60,00 33,33
Pó de pedra m³ 25,00 28,00 28,00 30,00 35,00 40,00
Pontalete (seção transversal 3 x 3" / essência=maçaranduba) m 8,05 9,00 11,20 12,00 12,19 51,43
Porta lisa de madeira encabeçada com miolo sarrafeado de 0,80 x
2,10 m para receber verniz ou cera
un 82,00 83,00 85,00 87,00 95,00 15,85
Porta lisa de madeira encabeçada de 0,80 x 2,10 m para
receber pintura
un 39,50 40,00 40,00 42,00 45,00 13,92
Quadro de distribuição luz em chapa de aço de sobrepor para 12
disjuntores – padrão americano – dimensões 400 mm x 480 mm
x 135 mm
un 79,00 106,00 110,00 111,32 121,19 53,41
Ripa – dimensões 10 mm x 50 mm m 1,30 1,35 1,40 1,40 1,60 23,08
Selador acrílico (lata de 18 l) un 86,33 89,59 89,90 90,00 95,00 10,04
Selador base PVA para pintura látex (lata de 18 l) un 98,00 100,00 115,25 119,00 120,00 22,45
Selador para madeira (galão de 3,6 l) un 33,59 41,80 43,90 49,90 50,00 48,85
Tinta látex acrílica (acabamento fosco) – lata de 18 l un 169,80 189,00 192,00 253,02 260,00 53,12
Tinta látex PVA (acabamento fosco aveludado) – lata de 18 l un 152,15 155,00 168,00 172,00 175,00 15,02
Tubo de aço galvanizado com costura (Ø 3/4") – barra de 6 m un 52,00 53,30 57,00 61,20 65,80 26,54
Tubo roscável de PVC branco para água fria (Ø 3/4") – barra de
6 m
un 21,00 24,40 25,00 27,64 33,00 57,14
Fonte: Preços pesquisados pela PINI em fevereiro/2010
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 33
VARIAÇÃO DE PREÇOS
>
Amazonas 11,83 12,56 12,85 13,22 12,91 13,91 13,98 13,89 13,79 13,79 13,79 11,42 11,93 0,91
Bahia 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,14 13,48 13,51 2,77
Ceará 11,93 11,93 11,93 11,93 12,32 12,18 12,18 12,20 12,28 12,28 12,28 12,44 13,15 10,27
Distrito Federal 13,18 13,30 13,30 12,95 12,95 12,95 12,80 12,84 12,82 12,94 12,94 12,97 13,11 -0,53
Espírito Santo 13,27 13,27 13,46 13,46 13,46 13,28 13,28 13,28 13,28 13,08 13,08 13,26 13,26 -0,11
Goiás 11,77 11,85 11,85 11,85 11,72 11,72 11,68 12,07 11,93 11,93 11,93 11,82 11,82 0,41
Maranhão 11,89 12,52 12,52 12,53 12,53 12,53 12,53 13,40 14,05 14,05 14,05 14,05 13,92 17,09
Mato Grosso 11,67 11,67 11,67 11,67 11,65 11,74 11,74 11,94 11,44 11,44 11,44 11,44 11,44 -1,97
Mato Grosso
do Sul 13,83 12,83 12,83 12,83 12,80 12,80 12,80 12,80 12,80 13,37 13,37 13,37 13,37 -3,37
Minas Gerais 13,13 13,13 12,68 12,93 12,93 12,93 12,93 12,03 12,03 12,03 12,03 12,38 12,38 -5,71
Pará 11,02 11,16 11,27 11,27 11,27 11,27 11,27 11,27 11,27 11,27 11,27 11,42 nd 3,70
Paraíba 12,61 12,61 13,24 13,24 13,25 13,25 13,06 13,06 13,06 13,70 13,70 14,28 14,28 13,24
Paraná 10,75 10,75 10,54 10,66 10,66 10,66 10,66 10,66 10,66 10,66 10,66 10,71 10,83 0,80
Pernambuco 10,32 10,32 10,32 10,32 10,33 10,53 10,53 10,53 10,53 10,53 10,53 10,76 10,69 3,56
Piauí 11,09 11,09 11,09 11,09 10,77 10,77 10,77 10,77 10,77 12,59 12,59 12,59 12,49 12,59
Rio de Janeiro 12,45 12,20 12,12 11,96 11,86 11,44 11,43 11,43 11,47 11,46 11,44 11,15 11,29 -9,27
Rio Grande
do Norte 10,78 10,78 11,04 11,10 11,10 11,10 11,10 11,30 11,40 11,40 11,25 11,25 11,25 4,38
Rio Grande do Sul 11,40 11,25 11,25 11,25 11,32 11,32 11,32 11,32 11,32 11,32 11,32 11,45 11,54 1,23
Santa Catarina 13,11 13,11 13,11 13,11 13,11 13,06 13,17 12,91 12,91 12,91 12,91 9,90 9,90 -24,49
São Paulo 10,91 10,89 10,89 10,87 10,77 10,57 10,62 10,63 10,64 10,69 10,70 10,87 10,87 -0,38
Tubo soldável de PVC
No Maranhão, preço sofre maior alta.
FEV/09 MAR/09 ABR/09 MAI/09 JUN/09 JUL/09 AGO/09 SET/09 OUT/09 NOV/09 DEZ/09 JAN/10 FEV/10
ACUMULADO
12 MESES (%)
15142.3.23.2 – Tubo soldável de PVC marrom para água fria (Ø=25 mm) – Hidráulica.
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
ž
PREÇOS NEGOCIADOS
>
34 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
Cotações PINI X
prática do mercado
Construtoras obtêm descontos com fornecedores em relação aos preços
pesquisados pela PINI. Isso ocorre em função de negociação, quantidades de
compra, frequência, fidelidade, forma de pagamento e programação de entrega
DESCRIÇÃO UNIDADE PREÇO CONSTRUTORAS (R$) PREÇO PINI (R$) DESCONTOS OBTIDOS (%)
Adesivo Otto Baumgart (Binco) – balde 18 kg un 98,99 111,36 12,49
Aditivo Otto Baumgart(Vedacit) – lata = 18 kg un 42,30 48,01 13,49
Arame recozido n
o
18 BWG kg 5,00 5,52 10,40
Areia fina – lavada m³ 75,90 82,50 8,70
Areia média – lavada m³ 75,90 81,67 7,60
Argamassa rejunte azulejos e cerâmics colorida – saco 5 kg un 11,78 12,67 7,53
Azulejo esmaltado liso branco – 15x15 cm m² 14,50 15,97 10,10
Cal hidratada – saco 20 kg un 7,30 7,69 5,40
Massa corrida base PVA – lata 18 l un 40,26 42,74 6,15
Pedra britada n
o
2 m³ 76,00 80,98 6,55
Registro de gaveta bruto – 3/4" (20 mm) un 21,00 25,22 20,10
Ripa – 5 x 10 cm m 1,78 1,97 10,67
Selador base látex PVA – lata 18 l un 123,40 129,75 5,15
SÃO PAULO
DESCRIÇÃO UNIDADE PREÇO CONSTRUTORAS (R$) PREÇO PINI (R$) DESCONTOS OBTIDOS (%)
Aditivo Otto Baumgart (Vedacit) – lata = 18 kg un 50,10 55,28 10,34
Areia fina – lavada m³ 53,00 57,35 8,21
Areia grossa – lavada m³ 53,00 59,98 13,17
Areia média – lavada m³ 54,70 59,67 9,08
Argamassa rejunte de azulejos e cerâmicas brancas – saco 5 kg un 9,10 10,93 20,07
Azulejo esmaltado liso branco – 15 x 15 cm m² 14,30 15,50 8,39
Bacia convencional padrão popular – branco un 89,00 104,99 17,97
Cimento Alta Resistência inicial (ARI) – saco 50 kg un 16,35 18,95 15,87
Pedra britada n
o
1 m³ 43,00 47,62 10,73
Pedra britada n
o
2 m³ 41,00 46,35 13,05
Vidro cristal liso comum – esp.: 4 mm m² 42,50 49,26 15,91
MINAS GERAIS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 35
Atualização mensal de parte das mais de 4.400 composições de custos do livro TCPO 13
a
edição – Tabelas de Composições de Preços para
Orçamentos, publicado pela PINI. Na tabela abaixo, são apresentados os custos de alguns serviços em 11 regiões do País.
Para obter a Tabela de Custos, entre em contato conosco pelo telefone (11) 2173-2333 ou envie um e-mail para orgaospublicos@pini.com.br e
solicite uma proposta.
Custo de Serviços de Edificações
DATA-BASE: janeiro/10
ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
ACABAMENTOS
ARGAMASSAS PARA PAREDES
CHAPISCO para parede interna ou externa com argamasa
de cimento e areia sem peneirar traço 1:3, e=5 mm
m² Material 1,45 1,48 1,26 1,34 1,29 1,17 1,14 1,18 1,26 1,29 1,57
Mão-de-obra 2,16 2,15 1,70 1,59 1,96 1,75 1,56 1,62 1,62 1,50 1,56
Total 3,60 3,62 2,97 2,93 3,25 2,91 2,71 2,79 2,88 2,79 3,13
EMBOÇO/MASSA ÚNICA para parede interna com
argamassa de cal hidratada e areia sem peneirar traço
1:3, e=20 mm
m² Material 3,83 3,57 3,20 4,14 2,78 2,81 2,95 3,30 3,43 3,31 2,87
Mão-de-obra 11,82 11,82 9,44 8,79 10,82 9,68 8,65 8,98 8,92 8,28 8,62
Total 15,65 15,40 12,64 12,93 13,60 12,49 11,61 12,28 12,35 11,59 11,48
REBOCO para parede interna ou externa, com argamassa
de cal hidratada e areia peneirada traço 1:3, e=5 mm
m² Material 0,96 0,90 0,80 1,04 0,70 0,71 0,74 0,83 0,86 0,83 0,72
Mão-de-obra 9,98 9,98 7,96 7,41 9,13 8,16 7,30 7,57 7,53 6,98 7,27
Total 10,95 10,87 8,76 8,45 9,83 8,87 8,04 8,40 8,39 7,82 7,99
ARGAMASSAS PARA TETOS
CHAPISCO em teto com argamassa de cimento e areia
sem peneirar traço 1:3, com adição de adesivo a base de
resina sintética, e=5 mm
m² Material 3,20 3,24 2,98 3,07 3,02 2,87 2,84 2,88 3,67 3,02 3,35
Mão-de-obra 4,87 4,88 3,90 3,63 4,46 3,99 3,57 3,71 3,68 3,42 3,55
Total 8,07 8,12 6,88 6,70 7,48 6,86 6,41 6,59 7,34 6,43 6,90
EMBOÇO em teto com argamassa mista de cimento, cal
hidratada e areia sem peneirar traço 1:2:9, e=20 mm
m² Material 4,48 4,35 3,82 4,54 3,57 3,43 3,49 3,77 3,97 3,93 4,00
Mão-de-obra 13,90 13,89 11,09 10,33 12,72 11,37 10,16 10,55 10,48 9,73 10,12
Total 18,38 18,24 14,90 14,87 16,29 14,79 13,65 14,32 14,45 13,66 14,12
REBOCO em teto com argamassa de cal hidratada e areia
peneirada traço 1:3, e=5 mm
m² Material 0,96 0,90 0,80 1,04 0,70 0,71 0,74 0,83 0,86 0,83 0,72
Mão-de-obra 11,74 11,75 9,39 8,74 10,75 9,62 8,60 8,93 8,86 8,23 8,56
Total 12,70 12,64 10,19 9,78 11,45 10,32 9,34 9,76 9,72 9,06 9,28
FORROS DE MADEIRA
FORRO com tábua de pinho de 10 x 1 cm, fixada em
sarrafos de 10 x 2,5 cm
m² Material 43,49 43,24 42,82 48,20 34,28 40,18 37,70 41,28 43,24 25,64 32,79
Mão-de-obra 22,84 23,61 19,77 18,08 21,84 19,74 18,22 18,14 17,34 17,19 17,48
Total 66,32 66,85 62,58 66,28 56,12 59,92 55,93 59,42 60,58 42,83 50,28
PINTURAS EM SUPERFÍCIES METÁLICAS
PINTURA com tinta a óleo em esquadria de ferro com duas
demãos
m² Material 4,57 4,97 4,62 5,24 3,93 4,05 5,41 4,41 4,42 4,25 4,35
Mão-de-obra 14,05 14,53 12,16 11,12 13,44 12,15 11,22 11,16 10,67 10,58 10,76
Total 18,62 19,50 16,78 16,36 17,37 16,20 16,63 15,57 15,08 14,83 15,11
PINTURA com tinta esmalte em rufo, calha e condutor com
uma demão
m² Material 3,15 3,36 3,14 3,41 3,20 3,30 3,67 3,34 3,04 3,41 3,54
Mão-de-obra 5,27 5,45 4,56 4,17 5,04 4,55 4,21 4,19 4,00 3,97 4,03
Total 8,42 8,81 7,70 7,58 8,24 7,85 7,88 7,53 7,04 7,37 7,57
PISOS CERÂMICOS
PISO CERÂMICO esmaltado 30 x 30 cm, assentado com
argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia sem
peneirar traço 1:0,5:5, e=2,5 cm
m² Material 36,67 36,34 35,37 37,21 35,08 31,70 35,71 35,42 41,30 33,53 48,80
Mão-de-obra 25,15 26,60 20,53 19,12 23,33 21,02 18,73 19,69 19,14 18,00 18,58
Total 61,82 62,94 55,90 56,33 58,41 52,72 54,45 55,11 60,45 51,52 67,38
PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES PARA PINTURA
EMASSAMENTO de esquadria de madeira com massa
corrida com duas demãos, para pintura a óleo ou esmalte
m² Material 2,95 3,23 3,06 3,75 2,73 2,68 3,20 2,93 2,99 2,97 3,05
Mão-de-obra 5,75 5,96 4,99 4,57 5,51 5,00 4,59 4,61 4,38 4,34 4,41
Total 8,69 9,19 8,06 8,32 8,24 7,67 7,79 7,55 7,37 7,31 7,47
EMASSAMENTO de parede interna com massa corrida à
base de PVA com duas demãos, para pintura látex
m² Material 1,20 1,34 1,13 1,50 1,44 1,38 1,32 1,07 0,82 1,04 1,22
Mão-de-obra 4,47 4,65 3,91 3,59 4,31 3,92 3,58 3,65 3,43 3,40 3,44
Total 5,66 5,99 5,03 5,09 5,75 5,30 4,90 4,72 4,25 4,44 4,66
EMASSAMENTO de parede externa com massa acrílica com
duas demãos, para pintura látex
m² Material 2,23 2,47 2,28 2,48 2,10 2,08 2,49 1,94 2,12 2,30 2,55
Mão-de-obra 5,35 5,56 4,67 4,28 5,15 4,68 4,28 4,35 4,10 4,06 4,12
Total 7,58 8,03 6,95 6,76 7,25 6,76 6,77 6,29 6,22 6,36 6,66
REGULARIZAÇÃO DE BASE PARA PISOS
REGULARIZAÇÃO SARRAFEADA de base para revestimento
de piso com argamassa de cimento e areia sem peneirar
traço 1:5, e=3 cm
m² Material 6,40 6,30 5,42 6,05 5,42 4,84 4,74 4,91 5,35 5,18 6,26
Mão-de-obra 6,79 6,68 5,24 4,88 6,09 5,38 4,83 4,92 5,05 4,60 4,85
Total 13,19 12,98 10,66 10,93 11,51 10,21 9,58 9,83 10,40 9,78 11,11
Revestimentos Cerâmicos
AZULEJO assentado com argamassa pré-fabricada de
cimento colante, juntas a prumo
m² Material 19,24 22,84 19,07 20,21 15,55 16,05 20,45 17,23 16,94 21,03 20,48
Mão-de-obra 5,04 5,45 4,24 3,94 4,76 4,33 3,84 4,10 3,89 3,71 3,79
Total 24,28 28,29 23,31 24,15 20,31 20,38 24,29 21,33 20,83 24,74 24,27
Revestimentos Decorativos
TEXTURA acrílica em parede externa com uma demão m² Material 4,26 4,82 4,37 4,55 5,41 4,13 6,01 4,33 4,25 4,70 5,26
Mão-de-obra 4,47 4,65 3,91 3,59 4,31 3,92 3,58 3,65 3,43 3,40 3,44
Total 8,73 9,47 8,28 8,14 9,71 8,04 9,59 7,98 7,68 8,10 8,70
TINTAS E PINTURAS
LÁTEX PVA em parede interna com duas demãos, sem
massa corrida
m² Material 2,38 2,59 2,19 2,72 2,20 2,48 2,37 2,34 2,50 2,38 2,88
Mão-de-obra 6,63 6,87 5,75 5,27 6,35 5,75 5,29 5,31 5,05 5,01 5,08
Total 9,00 9,45 7,95 7,99 8,56 8,24 7,66 7,65 7,55 7,39 7,96
COMPOSIÇÃO DE CUSTOS
>
36 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
LÁTEX ACRÍLICO em parede externa com duas demãos,
sem massa corrida
m² Material 3,07 3,47 3,21 3,44 3,03 3,39 3,70 3,44 3,57 3,62 4,18
Mão-de-obra 6,63 6,87 5,75 5,27 6,35 5,75 5,29 5,31 5,05 5,01 5,08
Total 9,70 10,34 8,97 8,71 9,38 9,14 8,99 8,75 8,62 8,63 9,26
TINTA ESMALTE em esquadria de madeira com duas
demãos, sem massa corrida
m² Material 4,20 4,96 4,87 5,05 4,26 4,65 4,57 5,07 4,27 4,68 5,90
Mão-de-obra 6,63 6,87 5,75 5,27 6,35 5,75 5,29 5,31 5,05 5,01 5,08
Total 10,82 11,82 10,63 10,32 10,62 10,41 9,87 10,38 9,32 9,69 10,98
VERNIZ em esquadria de madeira com três demãos m² Material 3,93 4,23 3,66 3,91 3,09 3,57 3,56 3,80 3,36 3,36 4,26
Mão-de-obra 6,23 6,47 5,43 4,98 5,99 5,44 4,98 5,04 4,76 4,72 4,79
Total 10,16 10,69 9,09 8,89 9,07 9,01 8,54 8,84 8,12 8,08 9,05
CANTEIRO DE OBRA
LIMPEZA DE ÁREA CANTEIRO
DESMATAMENTO e limpeza mecanizada de terreno
com árvores Ø até 15 cm, com enleiramento até 60 m,
utilizando trator sobre esteiras
m² Material 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,25
Mão-de-obra 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Total 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,24 0,25
RASPAGEM e limpeza manual de terreno m² Material 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Mão-de-obra 2,00 1,87 1,40 1,30 1,69 1,44 1,32 1,26 1,43 1,23 1,34
Total 2,00 1,87 1,40 1,30 1,69 1,44 1,32 1,26 1,43 1,23 1,34
LOCAÇÃO DA OBRA
LOCAÇÃO DA OBRA: execução de gabarito m² Material 1,40 1,41 1,35 2,45 1,13 1,28 1,41 2,07 3,42 1,62 1,40
Mão-de-obra 2,28 2,30 1,85 1,72 2,11 1,90 1,69 1,77 1,73 1,62 1,68
Total 3,69 3,72 3,20 4,18 3,24 3,17 3,10 3,84 5,16 3,25 3,08
TAPUME E PORTÕES PARA OBRA
TAPUME de chapa de madeira compensada, inclusive
montagem - madeira compensada resinada e=6 mm
m Material 15,28 15,02 13,84 22,10 15,87 20,02 19,60 22,00 32,58 33,01 15,71
Mão-de-obra 14,05 14,16 11,40 10,61 12,98 11,67 10,41 10,91 10,67 9,99 10,34
Total 29,33 29,18 25,24 32,71 28,85 31,69 30,01 32,91 43,25 43,00 26,05
COBERTURA, IMPERMEABILIZAÇÃO, ISOLAMENTO
IMPERMEABILIZAÇÃO COM MATERIAL BETUMINOSO E ARGAMASSA EM LOCAIS ÚMIDOS
IMPERMEABILIZAÇÃO de alvenaria de embasamento
com argamassa de cimento e areia traço 1:3, com aditivo
impermeabilizante, e=2 cm
m² Material 6,57 6,62 5,82 6,14 6,00 5,61 5,35 5,92 6,28 6,40 6,83
Mão-de-obra 14,78 14,78 11,80 10,99 13,53 12,10 10,82 11,23 11,15 10,35 10,77
Total 21,34 21,40 17,62 17,13 19,53 17,70 16,16 17,15 17,42 16,75 17,60
IMPERMEABILIZAÇÃO de piso com três demãos de
emulsão asfáltica
m² Material 13,85 20,70 17,20 19,11 19,41 14,35 13,85 15,27 16,91 15,80 14,10
Mão-de-obra 3,20 3,00 2,23 2,08 2,71 2,31 2,11 2,02 2,29 1,97 2,15
Total 17,05 23,70 19,44 21,19 22,12 16,66 15,95 17,29 19,19 17,77 16,25
ESTRUTURAS DE MADEIRA
ESTRUTURA de madeira para telha cerâmica ou de
concreto , vão de 3 a 7 m
m² Material 77,83 73,48 77,94 40,99 53,05 41,80 50,12 77,92 77,82 77,79 18,15
Mão-de-obra 21,08 21,80 18,25 16,69 20,16 18,22 16,82 16,74 16,00 15,87 16,14
Total 98,91 95,28 96,19 57,67 73,21 60,01 66,94 94,66 93,82 93,66 34,29
ESTRUTURA de madeira para telha ondulada de
fibrocimento, alumínio ou plástica , vão de 10 m
m² Material 54,50 51,58 54,59 28,11 37,65 29,99 35,68 54,57 54,49 54,47 13,93
Mão-de-obra 17,57 18,16 15,20 13,90 16,80 15,18 14,02 13,95 13,34 13,22 13,45
Total 72,06 69,75 69,80 42,01 54,45 45,17 49,70 68,52 67,82 67,69 27,38
TELHAS
COBERTURA com telha cerâmica tipo francesa, inclinação
35%
m² Material 21,60 18,56 20,48 19,20 11,20 13,44 17,92 26,40 21,60 21,60 21,60
Mão-de-obra 12,79 12,60 9,92 9,23 11,50 10,18 9,14 9,33 9,53 8,71 9,15
Total 34,39 31,16 30,40 28,43 22,70 23,62 27,06 35,73 31,13 30,31 30,75
COBERTURA com telha cerâmica tipo paulista com
argamassa de cimento, cal hidratada e areia sem peneirar,
no traço 1:2:9, inclinação 35%
m² Material 27,18 24,41 24,08 27,19 27,04 27,02 19,28 14,57 28,85 23,09 27,11
Mão-de-obra 30,59 30,53 24,33 22,65 27,93 24,94 22,31 23,12 23,04 21,35 22,24
Total 57,78 54,95 48,41 49,85 54,98 51,96 41,59 37,69 51,89 44,44 49,35
COBERTURA com telha de fibrocimento , uma água, perfil
ondulado, e = 6 mm, altura 51 mm, largura útil 1.050 mm,
largura nominal 1.100 mm, inclinação 27%
m² Material 14,40 15,77 16,68 16,57 12,79 15,20 14,93 18,93 19,91 19,92 22,91
Mão-de-obra 3,86 4,17 3,34 3,06 3,70 3,34 3,08 3,07 2,93 2,91 2,96
Total 18,26 19,93 20,03 19,63 16,48 18,54 18,01 22,00 22,84 22,83 25,87
EMBOÇAMENTO de cumeeira para telha cerâmica com
argamassa de cimento, cal hidratada e areia sem peneirar,
no traço 1:2:9
m Material 5,37 5,36 6,57 6,01 4,32 6,65 5,84 10,16 13,21 13,90 8,50
Mão-de-obra 8,94 9,00 7,24 6,74 8,25 7,41 6,61 6,92 6,78 6,34 6,57
Total 14,32 14,36 13,80 12,75 12,57 14,06 12,46 17,08 19,99 20,24 15,07
CONCRETO E COMPONENTES PARA ESTRUTURA
ARMADURA DE AÇO
ARMADURA de aço para estruturas em geral, CA-50 Ø 8
mm, corte e dobra na obra
kg Material 5,14 5,36 5,56 5,25 4,11 4,53 5,42 4,21 4,55 3,99 3,90
Mão-de-obra 1,41 1,45 1,22 1,11 1,34 1,21 1,12 1,12 1,07 1,06 1,08
Total 6,54 6,82 6,78 6,37 5,45 5,75 6,54 5,33 5,62 5,05 4,97
CONCRETO ESTRUTURAL
CONCRETO estrutural dosado em central , fck 20 MPa m3 Material 221,38 261,12 219,30 257,03 218,18 249,90 220,32 275,91 233,24 232,25 297,84
Mão-de-obra 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Total 221,38 261,12 219,30 257,03 218,18 249,90 220,32 275,91 233,24 232,25 297,84
CONCRETO estrutural virado em obra , controle “B”,
consistência para vibração, brita 1 e 2, fck 18 MPa
m3 Material 262,39 243,21 208,23 238,16 207,64 189,89 192,37 212,13 223,13 212,68 270,91
Mão-de-obra 48,02 45,00 33,51 31,18 40,62 34,60 31,59 30,23 34,33 29,54 32,28
Total 310,41 288,21 241,74 269,35 248,26 224,49 223,96 242,36 257,46 242,22 303,19
CONCRETO estrutural virado em obra , controle “C”,
consistência para vibração, brita 1 e 2, fck 15 MPa
m³ Material 258,83 238,98 204,70 235,18 203,71 186,21 188,80 208,47 219,45 208,17 265,35
Mão-de-obra 48,02 45,00 33,51 31,18 40,62 34,60 31,59 30,23 34,33 29,54 32,28
Total 306,86 283,97 238,21 266,37 244,33 220,81 220,39 238,70 253,78 237,71 297,63
TRANSPORTE, LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E
ACABAMENTO do concreto em estrutura
m³ Material 0,88 0,87 0,76 0,62 0,78 0,69 0,61 0,66 0,69 0,67 0,63
Mão-de-obra 28,46 28,68 23,08 21,49 26,29 23,63 21,09 22,08 21,60 20,24 20,94
Total 29,34 29,55 23,84 22,11 27,07 24,32 21,70 22,74 22,30 20,90 21,57
COMPOSIÇÃO DE CUSTOS
>
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 37
ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
TRANSPORTE, LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E
ACABAMENTO do concreto em fundação
m³ Material 0,88 0,87 0,76 0,62 0,78 0,69 0,61 0,66 0,69 0,67 0,63
Mão-de-obra 67,15 65,41 50,83 47,32 59,54 52,25 47,09 47,41 49,56 44,68 47,37
Total 68,03 66,28 51,60 47,94 60,32 52,93 47,71 48,07 50,25 45,35 48,00
FÔRMAS PARA CONCRETO ESTRUTURAL MOLDADO IN LOCO
FÔRMA de chapa compensada para estruturas em geral,
resinada, e=12 mm, 3 reaproveitamentos
m² Material 18,53 19,25 19,23 29,56 16,22 25,10 21,32 23,38 33,70 40,00 19,27
Mão-de-obra 23,72 24,52 20,53 18,77 22,68 20,49 18,93 18,83 18,00 17,85 18,16
Total 42,25 43,77 39,76 48,33 38,90 45,59 40,24 42,21 51,70 57,85 37,43
FÔRMA de madeira para fundação com tábua de 3ª, 5
reaproveitamentos
m² Material 7,88 8,07 8,59 11,46 6,58 8,93 8,06 8,27 9,28 13,78 8,21
Mão-de-obra 22,84 23,61 19,77 18,08 21,84 19,74 18,22 18,14 17,34 17,19 17,48
Total 30,72 31,68 28,35 29,54 28,42 28,66 26,28 26,40 26,61 30,97 25,70
LAJES PRÉ-FABRICADAS
LAJE PRÉ-FABRICADA comum para forro, intereixo 38 cm,
e=10 cm (capeamento 2 cm e elemento de enchimento
8 cm)
m² Material 42,52 41,19 39,52 49,64 35,14 38,64 42,55 37,95 44,74 51,12 38,05
Mão-de-obra 26,89 26,79 21,31 19,84 24,50 21,85 19,56 20,22 20,22 18,70 19,50
Total 69,41 67,98 60,83 69,48 59,64 60,49 62,11 58,17 64,96 69,82 57,55
LAJE PRÉ-FABRICADA comum para piso ou cobertura,
intereixo 38 cm, e=16 cm (capeamento 4 cm e elemento
de enchimento 12 cm)
m² Material 58,80 56,56 52,80 66,75 48,36 50,95 57,24 51,47 58,07 67,03 53,66
Mão-de-obra 30,48 30,34 24,11 22,45 27,74 24,73 22,14 22,87 22,90 21,16 22,09
Total 89,29 86,90 76,91 89,20 76,11 75,68 79,38 74,34 80,98 88,19 75,75
FUNDAÇÕES E INFRAESTRUTURA
BASES E LASTROS COM LIGANTES
BASE DE MACADAME betuminoso para pavimentação m³ Material 293,01 276,20 289,39 315,94 248,92 257,08 276,88 317,20 319,11 301,46 362,35
Mão-de-obra 3,60 3,37 2,51 2,34 3,05 2,60 2,37 2,27 2,57 2,22 2,42
Total 296,61 279,57 291,91 318,28 251,96 259,68 279,25 319,46 321,69 303,68 364,77
CAMADA intermediária (binder) asfáltica usinada a quente
para pavimentação
m³ Material 345,17 366,06 304,42 367,50 295,28 297,29 307,70 335,10 322,39 301,58 370,96
Mão-de-obra 4,80 4,50 3,35 3,12 4,06 3,46 3,16 3,02 3,43 2,95 3,23
Total 349,98 370,56 307,77 370,62 299,35 300,75 310,86 338,12 325,82 304,53 374,19
IMPRIMADURA impermeabilizante betuminosa para
pavimentação
m² Material 3,09 2,99 3,28 3,50 3,00 3,08 3,10 3,09 3,22 3,19 3,59
Mão-de-obra 0,24 0,22 0,17 0,16 0,20 0,17 0,16 0,15 0,17 0,15 0,16
Total 3,33 3,22 3,44 3,66 3,21 3,25 3,26 3,24 3,39 3,34 3,75
BASES E LASTROS SEM LIGANTES
BASE DE BRITA graduada m³ Material 60,09 60,09 60,05 65,61 47,28 45,34 60,04 51,95 59,01 49,45 60,10
Mão-de-obra 1,62 1,51 1,32 1,05 1,37 1,16 1,06 1,08 1,16 1,14 1,09
Total 61,70 61,60 61,37 66,66 48,65 46,51 61,10 53,03 60,16 50,60 61,19
BASE DE MACADAME hidráulico para pavimentação m³ Material 146,51 107,11 141,03 118,39 99,99 103,67 143,21 132,50 115,75 106,00 145,86
Mão-de-obra 5,12 4,80 3,57 3,33 4,33 3,69 3,37 3,22 3,66 3,15 3,44
Total 151,64 111,91 144,61 121,72 104,33 107,37 146,58 135,73 119,41 109,15 149,31
BRITA GRADUADA - usinagem (produção 120 m³/h) m³ Material 2,91 3,57 3,20 2,90 2,98 3,05 2,77 3,35 3,16 3,06 2,98
Mão-de-obra 0,44 0,41 0,36 0,29 0,37 0,32 0,29 0,30 0,32 0,31 0,30
Total 3,35 3,98 3,56 3,19 3,36 3,37 3,06 3,65 3,47 3,38 3,28
LASTRO DE BRITA 3 e 4 apiloado manualmente com maço
de até 30 kg
m³ Material 90,72 60,67 71,47 75,96 50,70 53,22 77,16 87,36 77,68 62,80 90,72
Mão-de-obra 20,01 18,75 13,96 12,99 16,93 14,42 13,16 12,59 14,30 12,31 13,45
Total 110,73 79,42 85,43 88,95 67,63 67,64 90,32 99,95 91,99 75,11 104,17
DRENOS E COLETORES DE ÁGUAS PLUVIAIS
TUBO DE CONCRETO para dreno , concreto armado, Ø
1200 mm, rejuntado com argamassa de cimento e areia
sem peneirar no traço 1:3
m Material 341,90 437,47 337,90 439,40 344,47 328,58 333,13 516,97 438,16 525,84 328,17
Mão-de-obra 37,14 37,28 29,89 27,83 34,15 30,62 27,35 28,52 28,10 26,21 27,19
Total 379,04 474,75 367,79 467,23 378,63 359,20 360,48 545,49 466,26 552,05 355,36
ESCAVAÇÃO E ATERRO
ESCAVAÇÃO MANUAL de vala em solo de 1ª categoria,
profundidade até 2 m
m³ Material 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Mão-de-obra 32,02 30,00 22,34 20,79 27,08 23,07 21,06 20,15 22,89 19,69 21,52
Total 32,02 30,00 22,34 20,79 27,08 23,07 21,06 20,15 22,89 19,69 21,52
REATERRO MANUAL de vala apiloado m³ Material 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Mão-de-obra 31,36 29,82 22,58 21,01 27,01 23,27 21,14 20,64 22,69 19,88 21,47
Total 31,36 29,82 22,58 21,01 27,01 23,27 21,14 20,64 22,69 19,88 21,47
ESCORAMENTO E CALÇAMENTO
ESCORAMENTO de vala tipo contínuo empregando
pranchas e longarinas de peroba
m² Material 18,86 18,70 18,58 18,53 17,17 13,55 19,14 18,68 19,61 19,96 18,99
Mão-de-obra 35,80 35,29 27,76 25,85 32,20 28,50 25,59 26,14 26,68 24,38 25,63
Total 54,66 53,99 46,34 44,38 49,37 42,05 44,74 44,82 46,29 44,34 44,62
Fundações com Estacas Moldadas In Loco
BROCA DE CONCRETO ARMADO, controle tipo “C”,
fck=13,5 Mpa , Ø 25 cm
m Material 16,67 17,33 14,08 14,90 13,56 13,09 13,56 14,01 14,80 13,96 16,34
Mão-de-obra 18,37 17,21 12,81 11,93 15,53 13,23 12,08 11,56 13,13 11,30 12,34
Total 35,03 34,54 26,89 26,82 29,09 26,33 25,64 25,57 27,93 25,26 28,69
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ-FABRICADAS
ESTACA PRÉ-MOLDADA DE CONCRETO PROTENDIDO
cravada, seção 17x17 cm, carga admissível até 40 t
m Material 51,87 51,87 72,62 59,65 51,87 51,87 51,87 92,88 51,87 51,87 51,87
Mão-de-obra 3,20 3,00 2,62 2,08 2,71 2,31 2,11 2,14 2,29 2,26 2,15
Total 55,07 54,87 75,24 61,73 54,58 54,18 53,98 95,02 54,16 54,13 54,02
PAVIMENTOS FLEXÍVEIS
CONCRETO ASFÁLTICO para aplicação em pavimentação
usinado a quente - preparo e aplicação
m³ Material 520,15 559,58 482,42 578,32 471,48 462,96 474,31 476,68 457,06 439,58 535,28
Mão-de-obra 16,01 15,00 11,17 10,39 13,54 11,53 10,53 10,08 11,44 9,85 10,76
Total 536,15 574,58 493,59 588,71 485,02 474,49 484,84 486,75 468,50 449,42 546,04
SUBGRADE E LEITOS RODOVIÁRIOS
CARGA do material proveniente da raspagem do terreno,
utilizando pá-carregadeira sobre pneus
m² Material 0,40 0,40 0,39 0,39 0,39 0,40 0,39 0,39 0,39 0,39 0,40
Mão-de-obra 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Total 0,40 0,40 0,39 0,39 0,39 0,40 0,39 0,39 0,39 0,39 0,40
38 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
Classificação e Codificação: planilha orçamentária TCPO Leis Sociais: 129,34% para São Paulo e Rio de Janeiro e para as demais regiões 127,95%. BDI –
Benefício e Despesas Indiretas: 0% (zero)
SUPORTE TÉCNICO A Área de Engenharia e Custos da PINI está permanentemente à disposição do assinante com uma equipe especializada para atendê-lo, prestando assessoria técnica e econômica,
esclarecendo dúvidas e registrando sugestões que permitam aprimorar nossos trabalhos. Entre em contato conosco pelo telefone (11) 2173-2374; por fax (11) 2173-2393 ou e-mail: monica@pini.com.
br. Como assinante, você também pode acessar serviços exclusivos da PINI na internet e enviar suas sugestões por meio dos nossos sites: www.piniweb.com e www.construcaomercado.com.br.
ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
ESCARIFICAÇÃO, escavação e remoção de terra até 1 km m³ Material 13,78 13,67 13,59 13,49 13,23 13,67 13,58 13,28 13,72 13,36 13,92
Mão-de-obra 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Total 13,78 13,67 13,59 13,49 13,23 13,67 13,58 13,28 13,72 13,36 13,92
RASPAGEM mecanizada do terreno até 40 cm de
profundidade, utilizando trator sobre esteiras
m² Material 0,69 0,69 0,68 0,68 0,68 0,69 0,68 0,68 0,69 0,68 0,70
Mão-de-obra 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Total 0,69 0,69 0,68 0,68 0,68 0,69 0,68 0,68 0,69 0,68 0,70
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE TELECOMUNICAÇÕES
ELETRODUTOS DE AÇO CARBONO E CONEXÕES
ELETRODUTO de aço carbono com costura galvanizado a
fogo, inclusive conexões, Ø 32 mm (1 1/4”)
m Material 13,05 8,39 26,72 13,92 21,85 23,17 20,35 13,05 27,31 13,05 13,05
Mão-de-obra 13,18 14,21 11,40 10,43 12,60 11,39 10,51 10,46 10,00 9,92 10,09
Total 26,23 22,60 38,13 24,35 34,45 34,56 30,86 23,51 37,31 22,97 23,14
INTERRUPTORES E TOMADAS
INTERRUPTOR , uma tecla simples 10 A - 250 V un Material 3,85 4,37 5,14 6,43 4,01 4,19 3,43 4,61 6,69 3,68 3,85
Mão-de-obra 3,69 3,98 3,19 2,92 3,53 3,19 2,94 2,93 2,80 2,78 2,82
Total 7,54 8,35 8,33 9,35 7,54 7,38 6,37 7,54 9,49 6,46 6,67
TOMADA universal dois pólos 10 A - 250 V un Material 3,90 4,62 3,54 8,55 4,66 3,83 3,93 4,98 5,23 3,88 3,59
Mão-de-obra 3,69 3,98 3,19 2,92 3,53 3,19 2,94 2,93 2,80 2,78 2,82
Total 7,59 8,60 6,73 11,47 8,19 7,02 6,87 7,91 8,03 6,66 6,41
LUMINÁRIAS PARA INTERIORES
PENDENTE OU PLAFONIER com globo leitoso e lâmpada
de 60 W
un Material 9,45 10,17 18,00 11,88 7,90 9,25 12,79 9,45 9,45 9,45 9,45
Mão-de-obra 14,05 15,15 12,16 11,12 13,44 12,15 11,22 11,16 10,67 10,58 10,76
Total 23,50 25,32 30,16 23,00 21,34 21,40 24,01 20,61 20,12 20,03 20,21
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
APARELHOS SANITÁRIOS
BACIA de louça com caixa acoplada, com saída horizontal,
tampa e acessórios
un Material 255,81 250,83 295,52 247,24 251,33 293,67 332,79 295,62 257,02 227,33 295,13
Mão-de-obra 43,92 47,36 38,01 34,76 42,00 37,95 35,05 34,88 33,34 33,05 33,62
Total 299,73 298,19 333,53 282,01 293,33 331,62 367,84 330,50 290,35 260,39 328,76
AQUECEDORES DOMÉSTICOS DE ÁGUA
CHUVEIRO elétrico automático , 220 V - 4400 W un Material 88,54 79,97 81,01 94,59 57,40 58,40 66,78 86,64 85,73 74,16 81,65
Mão-de-obra 8,78 9,47 7,60 6,95 8,40 7,59 7,01 6,98 6,67 6,61 6,72
Total 97,32 89,44 88,61 101,54 65,80 65,99 73,79 93,62 92,40 80,77 88,37
JANELAS, PORTAS E VIDROS
JANELAS DE ALUMÍNIO
JANELA de alumínio sob encomenda, colocação e
acabamento , de correr, com contramarcos
m² Material 468,66 221,18 238,51 468,57 196,03 180,60 216,88 468,44 169,34 221,03 221,25
Mão-de-obra 22,35 22,81 18,58 17,30 20,96 19,00 16,89 17,93 17,14 16,28 16,70
Total 491,01 243,99 257,09 485,87 216,99 199,60 233,77 486,37 186,48 237,31 237,95
Janelas e Grades de Ferro
JANELA de ferro sob encomenda, colocação e acabamento
de correr
m² Material 293,35 293,34 293,09 191,23 154,35 292,93 254,40 292,95 96,55 231,20 126,85
Mão-de-obra 54,26 55,82 45,82 42,67 51,38 46,82 41,53 44,45 41,90 40,12 40,94
Total 347,62 349,17 338,90 233,90 205,73 339,75 295,94 337,40 138,45 271,32 167,79
PORTAS E BATENTES DE MADEIRA
PORTA interna de madeira, colocação e acabamento ,
de uma folha com batente, guarnição e ferragem, 0,80 x
2,10 m
un Material 330,13 364,85 323,75 433,91 334,10 357,14 345,52 329,33 284,71 332,90 284,37
Mão-de-obra 90,47 92,90 76,96 70,72 85,72 77,35 70,79 71,40 68,68 67,07 68,53
Total 420,60 457,75 400,71 504,63 419,82 434,50 416,31 400,72 353,39 399,97 352,90
VIDROS E CRISTAIS
VIDRO cristal comum liso, colocado em caixilho com ou
sem baguetes, duas demãos de massa e = 4 mm
m² Material 44,14 39,45 54,20 78,16 59,26 46,47 46,90 52,11 46,84 69,01 68,81
Mão-de-obra 13,00 13,00 13,00 11,10 15,67 15,67 11,32 13,00 7,80 13,00 13,00
Total 57,14 52,45 67,20 89,26 74,93 62,14 58,22 65,11 54,64 82,01 81,81
VEDAÇÕES, PAREDES E DIVISÓRIAS
ALVENARIA DE PEÇAS DE BARRO E CERÂMICA - VEDAÇÃO
ALVENARIA de vedação com tijolo comum 5,7 x 9 x 19
cm, epessura da parede 9 cm, juntas de 12 mm com
argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia sem
peneirar traço 1:2:8 - tipo 5 -
m² Material 26,15 39,46 26,98 26,22 24,98 33,21 24,90 21,92 25,53 25,54 25,62
Mão-de-obra 30,11 30,20 24,19 22,53 27,66 24,78 22,14 23,07 22,77 21,22 22,02
Total 56,26 69,66 51,17 48,75 52,64 57,99 47,04 44,99 48,29 46,76 47,65
ALVENARIA de vedação com tijolo cerâmico furado 9 x 19
x 19 cm, espessura da parede 9 cm, juntas de 12 mm com
argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia sem
peneirar traço 1:2:8 - tipo 1 -
m² Material 9,62 8,31 9,21 9,91 8,31 8,23 9,27 8,96 7,32 7,33 10,87
Mão-de-obra 18,53 18,60 14,92 13,89 17,04 15,28 13,65 14,24 14,02 13,08 13,57
Total 28,15 26,91 24,13 23,80 25,36 23,51 22,92 23,19 21,35 20,41 24,44
ALVENARIA DE PEÇAS DE CONCRETO - VEDAÇÃO
ALVENARIA de vedação com bloco de concreto, 9 x 19 x
39 cm, espessura da parede 9 cm, juntas de 10 mm com
argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia sem
peneirar traço 1:0,5:8 - tipo 2 -
m² Material 17,41 15,79 12,35 17,65 18,34 16,93 17,71 16,98 17,19 19,10 26,18
Mão-de-obra 12,15 12,21 9,79 9,12 11,19 10,03 8,96 9,35 9,20 8,59 8,91
Total 29,57 28,00 22,14 26,77 29,52 26,96 26,67 26,33 26,40 27,69 35,08
COMPOSIÇÃO DE CUSTOS
>
PINI ANUÁRIO 2010
Confira 20 reportagens de tecnologias e materiais, além de uma lista variada de fornecedores
E mais: andaimes „ aquecedores „ aquecedores de piscina „ balancins „ betoneiras „ blocos de concreto „ brises „ canaletas
aparentes „ coberturas zipadas „ conectores „ desmontes de rocha „ domos „ dutos „ elevadores „ elevadores - acessibilidade „
equipamentos de segurança „ esquadrias metálicas „ estruturas metálicas „ ferragens „ fios e cabos „ fôrmas „ forros „ fundações
„ gabiões „ galpões „ geotêxteis „ geradores „ grades „ gramas „ guindastes „ iluminações „ instalações elétricas „ isolantes
térmicos e acústicos „ lajes „ lajes protendidas „ lajes pré-moldadas „ lojas „ louças e metais „ mangueiras e tubos „ mão de obra
„ máquinas e equipamentos „ materiais hidráulicos „ orçamentos e planejamentos „ pinturas em pó „ piscinas „ pisos esportivos „
pisos industriais „ pisos intertravados „ pisos pré-fabricados de concreto „ pisos pré-moldados de concreto „ projetos „ reservatórios
„ reservatórios de água „ revestimentos para fachada „ saneamento básico „ sistemas de fixação „ steel frame „ telhas „ telhados „
tintas e acessórios „ toldos „ topografias „ tratamentos acústicos „ tubos de concreto „ uniformes „ vidros
Aditivos e adições 40
Alojamentos fixos e móveis 44 e 48
Aquecedores solares 56
Argamassas de revestimento 58
Cortes e furos de concreto 68
Demolições 74
Escoramentos metálicos 80
Estacas pré-fabricadas 86
Fôrmas metálicas 92
Forros drywall 98
Fundações com hélice contínua 102
Gruas 114
Impermeabilizações rígidas 120
Lajes treliçadas 126
Pastilhas de revestimento 138
Pisos elevados 144
Telhas metálicas termoisolantes 158
Terraplenagens 164
Tubos e conexões de água fria 172
Reportagens páginas
40 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ADITIVOS E ADIÇÕES
>
O
s avanços da indústria química nos úl-
timos anos abriram novas possibilida-
des para a modificação das características
do concreto, seja no estado fresco ou en-
durecido, por meio de aditivos. Estratégias
para alterar a fluidez sem interferir na re-
sistência, retardar ou acelerar o tempo de
pega, ou ainda para diminuir a segregação
e o consumo de cimento tornaram-se mais
comuns, tanto em edificações quanto em
obras de infraestrutura.
Atualmente, a NBR 11.578:1997 clas-
sifica nove tipos de aditivos para concretos
pelas suas funções: plastificante, retardador,
acelerador, plastificante retardador, plastifi-
cante acelerador, incorporador de ar, super-
plastificante, superplastificante retardador
e superplastificante acelerador.
De acordo com coordenador-chefe
dos Laboratórios da ABCP (Associação
Brasileira de Cimento Portland), Arnal-
do Battagin, a esse grupo podem se unir,
em breve, os aditivos hiperplastificantes
de última geração, bastante utilizados em
concretos autoadensáveis e em concretos
de altíssimo desempenho, com resistências
superiores a 100 MPa. Também podem ga-
nhar importância nos canteiros nacionais
os redutores de retração, que minimizam
os efeitos da retração promovida pela eva-
poração da água de amassamento. Embora
tenham sido desenvolvidos nos anos 1980
no Japão, esses aditivos ainda são conside-
rados novidade no Brasil.
Tamanha oferta e diversidade fizeram,
contudo, com que empresas se vissem ten-
tadas a utilizar os aditivos de forma indis-
criminada, especialmente com o intuito de
corrigir falhas de dosagem e reduzir custos
de produção. Para os tecnologistas de con-
creto isso é um erro conceitual. Afinal, o
papel dessas adições químicas é conferir
propriedades que não podem ser obtidas
pelo uso correto dos melhores materiais
Concreto modificado
Componentes permitiram a produção de concretos mais
duráveis, resistentes e fluidos
Checklist
disponíveis, adequando o material às exi-
gências da obra e do projeto.
Para Wellington Repette, professor
do Departamento de Engenharia Civil da
Universidade Federal de Santa Catarina,
problemas decorrentes do aproveitamen-
to indevido dos aditivos são indicadores
da necessidade, tanto no meio técnico
como no acadêmico, de maior conheci-
mento dos tipos de aditivos existentes.
“O uso mais racional desses materiais
na produção de concretos, argamassas e
pastas poderia ser impulsionado com a
adequação das normas, de maneira a pro-
porcionar a avaliação dos aditivos com
base no desempenho em misturas com
diferentes tipos de cimento”, explica.
ADIÇÕES SEGURAS
Assim como ocorreu com os aditivos,
o aperfeiçoamento da manipulação das
adições – escórias, pozolanas e fíleres –
> Compatibilidade com o cimento e outros aditivos utilizados no traço.
> Prazo de validade e correto armazenamento dos produtos.
> Definição da dose correta a ser aplicada. Ensaios devem atestar essa condição.
> Aplicação no momento correto. Os aditivos superplastificantes, por exemplo,
normalmente são introduzidos à massa já no canteiro.
> Homogeneização apropriada da mistura.
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O Museu Iberê Camargo, em Porto Alegre, demandou rigoroso controle
tecnológico e uso de aditivo para garantir um concreto branco e sem manchas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 41
<
Aditivos e adições – principais tipos e funções
induziu evoluções no uso do concreto,
acompanhando demandas da construção,
como necessidade por durabilidade, me-
nor exigência de mão de obra e redução
do impacto ambiental.
Hoje os cimentos modificados têm
aplicações e desempenho comparáveis
aos dos cimentos Portland convencionais,
mas há casos em que eles podem agregar
vantagens, segundo Arnaldo Battagin. Ele
conta que, com os cimentos de alto-forno
e pozolânicos, ganhos podem decorrer
da maior estabilidade, durabilidade e im-
permeabilidade conferida ao concreto,
bem como ao calor de hidratação mais
baixo. Outras características que podem
ser aproveitadas são a maior resistência a
ataque por sulfatos, compressão em idades
mais avançadas, tração e flexão.
Os cimentos modificados podem
apresentar uma melhor ou igual durabili-
dade em relação aos convencionais. “Com
o foco dos projetos estruturais voltados
para o aumento da durabilidade do con-
creto, adições de metacaulim micronizado
e de sílica ativa têm encontrado utilização
cada vez maior, sobretudo para prevenir
manifestações patológicas decorrentes da
reação álcali-agregado”, afirma Battagin.
O emprego dos cimentos com escórias
de alto-forno e pozolânicos, contudo, deve
ser cauteloso em pré-moldados com cura
normal. Também é recomendável evitar as
concretagens com esses cimentos em am-
bientes muito secos ou em temperaturas
baixas. “Por conter sulfetos provenientes da
escória, o cimento Portland de alto-forno
precisa ser evitado em caldas de injeção
para bainhas de protensão, embora no
concreto protendido ou armado não haja
restrições de uso. Também deve ser evitado
seu uso em argamassa de assentamento de
pisos e azulejos para não provocar manchas
no revestimento”, alerta Battagin.
Os concretos com adições requerem
também cuidados maiores com a cura.
Além disso, por serem de reatividade
mais lenta que o clínquer, as adições
podem resultar em queda de resistên-
cia inicial quando colocadas em altos
teores. Em algumas situações isso pode
ser solucionado com o uso de aditivos
aceleradores do endurecimento ou por
compensações na dosagem do concreto.
Tudo vai depender de uma análise técni-
ca e de custo-benefício criterioso.
Plastificantes redutores de água – Permitem aumentar
o slump sem adição de água, ou reduzir a água mantendo o
slump, com consequente aumento de resistência inicial e final.
Possibilitam redução mínima de 6% da água de amassamento.
São elaborados a partir de lignosulfonatos, ácidos
hidroxicarboxílicos ou polímeros hidroxilados. Atenção: quando
utilizado em altas dosagens, retarda o início da pega, eleva o
risco de segregação e causa enrijecimento prematuro.
Superplastificantes redutores de água – Conseguem o
mesmo efeito dos plastificantes, mas com menores dosagens e
a confecção de concretos de alta performance. Os de segunda
geração possibilitam redução da relação água–cimento entre
20% e 25% e são elaborados a partir de naftalenos-sulfonados
e melamina-formaldeído. Já os de terceira geração, que são
produzidos a partir de policarboxilatos, podem levar a uma
diminuição da relação água–cimento de 30%. Atenção: risco de
segregação e limitada duração do efeito fluidificante.
Incorporadores de ar – Tornam o concreto mais coeso,
aumentam resistências mecânicas, diminuem segregação,
melhoram o acabamento das faces nas desenformas e
aumentam a resistência ao congelamento sem elevar o consumo de
cimento. Podem ser formulados com várias matérias-primas básicas,
como ácido abiético, alquil-aril-sulfonados, sais de ácidos graxos.
Atenção: é necessário controlar o volume de ar incorporado porque,
sendo excessivo, pode levar a quedas expressivas das resistências.
Aceleradores de pega – Abreviam o tempo de pega com
aumento reativo da resistência inicial. Produzidos com substâncias
como o silicato, o carbonato de cálcio e o aluminato. Indicados para
tamponamentos e para concretos projetados. Atenção: os produtos
com cloretos na composição não são permitidos para utilização em
contato com aço por causa da corrosão. Já os aceleradores à base de
aluminatos podem ter qualquer aplicação.
Retardadores de pega – Retardam a pega do concreto para
facilitar sua aplicação em longas distâncias, o lançamento de concreto
em climas quentes etc. Podem ser constituídos de carboidratos
(monossacarídeos, polissacarídeos, ácidos hidrocarboxílicos), bem
como de produtos inorgânicos (sais de chumbo, fosfatos, boratos).
Atenção: a pega retardada faz o cimento absorver mais água e uma
redução maior pode ocasionar o enrijecimento antecipado, levando à
perda de trabalhabilidade.
Fontes: Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem) e Manual Vedacit de Aditivos.
No edifício E-Tower, em São Paulo, aditivos
superplastificantes permitiram execução de pilares
com resistência à compressão média de 125 MPa
Fonte: Revista Téchne 150 (set/2009), reportagem “Resistência
e plasticidade”.
42 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ADITIVOS E ADIÇÕES
CONCRETO FLUIDO
O Glenium® 160 SCC – aditivo base
éter policarboxilato para concreto – é
indicado para o uso em concretos auto-
adensáveis. Facilita o preenchimento
de fôrmas com alta concentração
de armadura. Segundo o fabricante,
o Glenium permite a elaboração de
concretos SCC com baixo consumo de
cimento, sem nenhuma segregação.
E, mesmo com alta manutenção de
flow, não interfere na resistência inicial,
garante o fabricante.
Basf S.A.
(11) 2718-5507
www.basf-cc.com.br
DESENFORMA FACILITADA
A F. Pinheiro comercializa o Desmol CD,
produto que forma uma fina camada
entre o concreto e as fôrmas, impedindo
a aderência entre essas duas superfícies.
Segundo o revendedor, o uso do
produto facilita a limpeza e a remoção
das fôrmas sem danificar a superfície
e arestas do concreto. Ainda de acordo
com a loja, Desmol CD conserva a
madeira das fôrmas, permitindo maior
reaproveitamento; o produto não mancha
o concreto e não é inflamável nem
agressivo à pele.
F. Pinheiro Material para Construção Civil
(11) 2066-1313
www.fpinheiro.com.br
FIBRA DE VIDRO
A Fibra de Vidro Cem-Fil Álcali Resistente
Anti-Crak HD W70 foi especialmente
desenvolvida para ser usada como reforço
para concreto, argamassas, pré-fabricados,
entre outros. O produto proporciona ao
concreto controle de retração na fase
plástica e endurecida e aumento de
sua resistência à compressão e à tração
na flexão.
Construquímica
(11) 4231-5522
www.construquimica.com.br
ADITIVO
O Sika ViscoCrete é um aditivo
desenvolvido para produção de concreto
auto-adensável fluido e coesivo. Com os
produtos da linha ViscoCrete é possível
produzir, segundo a fabricante, um
concreto de lançamento fácil e rápido,
sem necessidade de vibração. O concreto
passa, sem segregação, através de fôrmas
complexas e densa ferragem.
Sika
(11) 3687-4600
www.sika.com.br
QUÍMICOS PARA CONSTRUÇÃO
Incrementando seu portfólio, a Viapol
lança três novas divisões de produtos.
A primeira, Aditivos para Concreto e
Argamassas, oferece tecnologias para
produção de concreto de alto desempenho
e autonivelantes. A divisão de Pisos
Industriais reúne revestimentos à base
de resinas epóxi, poliuretano, uretano e
poliuréia. Já a divisão de Recuperação
e Reforço Estrutural oferece adesivos,
argamassas, inclusive de alto desempenho
monocomponentes e sistemas de reforço
estrutural à base de fibras de carbono.
Viapol
(11) 2107-3400
www.viapol.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 43
44 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ALOJAMENTOS FIXOS
>
A
lojamentos fixos são edificações tem-
porárias construídas no canteiro para
abrigar os funcionários empregados em
uma obra. Podem ser fabricados em di-
versos materiais e assumem as mais va-
riadas funções: dormitório, vestiário, sa-
nitários, refeitório, escritório etc. No caso
da madeira, o alojamento pode ser feito
pela própria construtora ou comprado
em peças modulares pré-fabricadas de
empresas especializadas. Nas duas situ-
ações, planejamento e projeto são fun-
damentais para garantir uma aquisição
segura e adequada ao uso.
“Um canteiro de obras é uma área de
vivência e de produção que deve atender
aos critérios da NR-18”, afirma Luiz Sér-
gio Coelho, professor de tecnologias da
construção e urbanismo da FEI (Funda-
ção Educacional Inaciana Pe. Sabóia de
Medeiros). Segundo o professor, esse é o
primeiro e mais importante cuidado na
compra ou construção desses ambien-
tes. Coelho destaca que manter a equipe
alojada requer da empresa mais do que
cuidados técnicos: “É preciso gestão inte-
grada para pensar na qualidade, segurança
e responsabilidade social com aqueles que
trabalham para você”.
ESPECIFICAÇÕES
A NR-18, no item 18.3 – PCMAT
(Programa de Condições e Meio Ambien-
te de Trabalho na Indústria da Constru-
ção), estabelece uma série de exigências
para possibilitar condições de confor-
to aos operários – por exemplo, áreas e
alturas mínimas, dimensão dos móveis
internos, requisitos de ventilação e ilumi-
nação, número de camas, regras de utili-
zação, entre outras. Na hora de especificar
o produto, além de seguir esses requisitos,
é essencial saber com precisão quantas
Instalação segura
Planejamento e obediência às normas regulamentadoras garantem
conforto e segurança aos usuários dos alojamentos fixos
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Os alojamentos podem ser montados pela própria construtora ou comprados em peças modulares
pré-fabricadas de empresas especializadas
pessoas utilizarão o espaço ao longo de
todo o período de obras.
“O dimensionamento deve levar em
conta qual será o pico de mão de obra e
qual o prazo de utilização”, explica Coelho.
Esses dados norteiam não apenas a planta
e o cálculo da estrutura, mas também a
escolha do material: obras longas deman-
dam madeiras mais resistentes. Segundo
o professor, fazer um projeto é imperativo
e nele devem constar, além da arquitetura,
a estrutura, o sistema hidráulico e as ins-
talações elétricas.
LOGÍSTICA
A localização do alojamento é outro
ponto crítico a ser observado em pro-
jeto. “O posicionamento deve ser pen-
sado para dar acesso rápido ao local de
trabalho sem dificultar o deslocamento
de pessoal, equipamentos e o trânsito
dos veículos”, alerta Márcio Estefano,
professor de materiais de construção do
Instituto Mauá de Tecnologia. O trans-
porte e montagem podem ser feitos pelo
construtor ou pela equipe do fornecedor,
a depender do projeto e da negociação
entre as partes.
COTAÇÕES DE PREÇOS E FORNECEDORES
Os fornecedores de alojamentos para
canteiro se concentram no Sul e Sudeste
do País, mas é possível contratar o serviço
em todas as regiões. Segundo Luiz Coe-
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 45
<
Checklist
lho, para uma compra bem-sucedida é es-
sencial conhecer o fornecedor ou buscar
referências anteriores. Embora a disponi-
bilidade seja variável, é válido checar com
pelo menos dois meses de antecedência,
para evitar contratempos. A garantia deve
ser exigida e o alojamento deve estar in-
cluído no seguro de responsabilidade civil
do empreendimento.
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO E NO USO
Antes da instalação do alojamento,
a construtora deve providenciar alguns
serviços no local da montagem, seguindo
sempre as orientações do fornecedor. Em
geral, os preparativos envolvem o siste-
ma de água, coleta de esgoto, instalações
elétricas e nivelamento do terreno. No
momento da chegada do material, vale
conferir a qualidade da madeira, a inte-
gridade das peças e, durante a montagem,
se os caixilhos estão bem-feitos e vedam
contra a chuva.
Há também alguns cuidados durante o
uso que ajudam a conservar as edificações
e a evitar acidentes. Por serem construções
> Os alojamentos devem obedecer às exigências da NR-18 com relação às
dimensões, ventilação, iluminação, número de camas, regras de utilização, entre
outras.
> Para evitar erros no dimensionamento, é preciso levar em conta qual será o pico de
mão de obra e o prazo de utilização das instalações.
> O projeto do alojamento deve abranger a arquitetura, a estrutura e os sistemas
hidráulico e elétrico.
> É importante escolher um local versátil, de fácil acesso e que não atrapalhe a
produção e a circulação dentro do canteiro.
> Antes da instalação é necessário providenciar sistema de água, coleta de esgoto,
instalações elétricas e nivelamento do terreno.
de madeira, a precaução contra incêndios
é fundamental. Os funcionários devem
ser orientados a não utilizar material in-
flamável e não acender fogareiros dentro
do alojamento. A integridade da madeira
também deve ser preservada para permitir
reutilizações do material. “A equipe não
deve bater pregos na parede para pendurar
cabides e outros objetos. Normalmente a
empresa fabricante já tem fixadores nos lo-
cais corretos”, completa Márcio Estefano.
Caso o tempo de permanência no
canteiro seja longo, é aconselhável fazer
uma checagem periódica da madeira para
prevenir ataques de cupim e repintar as
paredes quando necessário.
NORMAS TÉCNICAS
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de
Trabalho na Indústria da Construção
NR-24 – Condições Sanitárias e de Con-
forto nos Locais de Trabalho
NR-23 – Proteção Contra Incêndios
NBR-12284:1991 – Áreas de Vivência em
Canteiros de Obras
Fonte: Guia da Construção 101 (nov/2009), seção Como
Comprar; Construção Mercado 87 (out/2008), reportagem
“Segurança do Trabalho”
NR-18 é marco no setor
As edificações de canteiros de obras ganharam atenção
especial a partir da reformulação da Norma Regulamentadora
n
o
18 do Ministério do Trabalho. A mudança passou a orientar
os cuidados de segurança e boas condições de vivência
ao trabalhador e tornou obrigatórias medidas antes vistas
apenas como recomendações.
Entre outras determinações, a NR-18 estabelece as condições
básicas de alojamentos, refeitórios e escritórios provisórios,
como tamanho, número de janelas, pé-direito e distância, por
exemplo, entre mesas. As medidas tiveram grande impacto
nas obras e reforçaram a importância das instalações
provisórias em canteiro.
A norma também previu a criação do Comitê Permanente
Nacional sobre Condições e Meio Ambiente de Trabalho
(CPN), formado por representantes dos trabalhadores, dos
empresários e do governo, que discutem continuamente
novas propostas e os caminhos para sua aplicação adequada.
No plano local, criaram-se os CPR (Comitês Permanentes
Regionais) em cada unidade federativa.
A NR-18 teve influência decisiva na valorização das instalações
provisórias em canteiro
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46 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
Escritórios provisórios, almoxarifados,
sanitários, refeitórios, alojamentos
para operários de obras de grande
porte – ou mesmo em áreas urbanas
para construção de edifícios – são
atendidos pela Canteiro. A empresa
é especializada na construção de
edificações racionalizadas em painéis de
madeira e, afirma, oferece baixos custos
e atendimento a normas ambientais e de
segurança.
Canteiro
(11) 4656-4766
www.canteiro.com.br
ALOJAMENTOS FIXOS
CANTEIRO RÁPIDO
O Modullum, da Marchetti Indústria e
Comércio, é um sistema de edificação
pré-fabricada para canteiros de obras.
É composto por painéis que se acoplam
formando paredes internas e externas
com esquadrias já incorporadas. São
elementos autoportantes que podem
receber as cargas da cobertura.
A empresa conta que segue todos os
padrões e normas técnicas vigentes.
Manoel Marchetti Indústria e Comércio
(47) 3357-8180
e-mail: vendas@marchetti.ind.br
www.marchetti.ind.br
CANTEIROS
A Espaço Certo é especializada
na construção de edificações
racionalizadas de madeira destinadas
ao atendimento de empreendedores
e empreiteiras. A empresa fornece
canteiros de obras completos,
com atendimento rápido, pontual
e de qualidade.
Espaço Certo
(11) 4595-2425
www.espacocerto.com.br
CONTÊINERES
Especializada em todos os tipos
de contêineres, a RR Reefer pode
transformá-los ou adaptá-los de
acordo com as necessidades do
cliente. A empresa oferece manutenção
periódica do produto e disponibiliza
frota própria de veículos para o
transporte das unidades.
RR Reefer
(13) 3232-2914
www.rrreefer.com.br
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48 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ALOJAMENTOS MÓVEIS
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O
s alojamentos móveis para canteiros
de obras são instalações provisórias,
utilizadas para serviços de apoio à cons-
trução dos empreendimentos. Também
conhecidos como módulos habitacionais,
compreendem ambientes como escritó-
rios, depósitos, vestiários, estande de ven-
das, banheiros, cozinha e refeitório, entre
outros. Os módulos móveis têm como ca-
racterísticas o transporte facilitado e ge-
ração de resíduos quase nula. Além disso,
possuem vida útil de até três décadas.
Esses equipamentos podem ser tanto
alugados como comprados. “Cada caso
é um caso e deve ser feita uma compara-
ção levando em consideração a obra e o
retorno do investimento. Para obras es-
porádicas, por exemplo, os equipamentos
podem ser alugados”, explica Ivo Mosca-
telli, professor da Escola de Engenharia da
Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Em se tratando de obras mais exten-
sas, a opção de comprar o módulo, em vez
de alugá-lo, ganha viabilidade financeira.
Isso porque, além de evitar o pagamento
de mensalidades, possibilita que o cons-
trutor obtenha de volta parte do dinhei-
ro investido caso revenda o produto. Nas
obras de longa duração, se o empresário
se decidir pela locação, tem a seu favor a
vigência do contrato para negociar preços
mais atrativos.
ESPECIFICAÇÕES
Existem basicamente dois tipos de alo-
jamentos móveis no mercado. O primeiro
são os módulos metálicos habitacionais,
fabricados exclusivamente para uso de
pessoas, reaproveitáveis e que podem ser
acoplados nos sentidos lateral e longitudi-
nal, formando um único ambiente.
Já o outro tipo são os módulos ma-
rítimos, originalmente utilizados para o
transporte de carga, mas que podem aco-
Praticidade modular
Conheça os principais tipos e os cuidados de segurança
dos alojamentos móveis para canteiro
Checklist
> Os alojamentos móveis se diferenciam por serem desmontáveis e pelo tipo de material
no qual são fabricados.
> Não há normas técnicas que regulamentem a fabricação, porém o uso deve atender à
NR- 18, do Ministério do Trabalho, e às necessidades da administração da obra.
> Dividem-se em áreas operacionais e de vivência (escritórios, refeitórios, vestiários etc.).
> Ao comparar diferentes alojamentos, avalie: tipo de material empregado na fabricação,
espessura da chapa utilizada, tratamento contra ferrugem, pintura, proteção térmica,
qualidade dos acabamentos, instalações elétricas e hidráulicas, entre outros.
> Podem ser transportados montados (uma unidade por caminhão ou duas unidades por
carreta) ou desmontados (sete unidades por caminhão ou 14 unidades por carreta).
> Para receber os alojamentos, o solo do terreno deve estar nivelado e sem riscos de
afundamento ou escorregamento.
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Os alojamentos móveis são regulamentados pelo PCMAT (Programa de Condições
e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), que faz parte da NR-18
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<
modar pessoas se tiverem laudos contra
riscos químicos e biológicos. Esse tipo não
é desmontável e deve ser transportado
apenas em carretas.

NORMAS TÉCNICAS
Os alojamentos móveis são regula-
mentados pelo PCMAT (Programa de
Condições e Meio Ambiente de Trabalho
na Indústria da Construção), que faz parte
da NR-18 e estabelece condições e diretri-
zes de segurança do trabalho para obras e
atividades relacionadas. “Não existe ne-
nhuma norma técnica que regulamente
ou dê parâmetros para dimensionamento
e fabricação de módulos habitacionais no
Brasil”, explica Carlos Arasanz Loeche, di-
retor da Alec (Associação Brasileira das
Empresas Locadoras de Bens Móveis).
Segundo a NR-18, no item 18.3, é
obrigatória a implantação do PCMAT
nos estabelecimentos com mais de 20
trabalhadores, sejam eles empregados
ou terceirizados. “A NR-18 ainda exige
que os alojamentos convencionais de-
vem ter paredes de material resistente e
impermeável, piso adequado, ventilação
de, no mínimo, 1/10 da área do piso, ter
iluminação natural e/ou artificial, ter área
mínima de 3 m² por módulo cama/ar-
mário, ter pé-direito de 2,5 m para cama
simples e 3 m para cama dupla”, lembra
Ivo Moscatelli.
CUIDADOS DURANTE A INSTALAÇÃO
O recomendado é que os alojamentos
sejam instalados antes mesmo dos pro-
fissionais iniciarem as suas atividades no
canteiro. Para isso, é preciso inicialmente
verificar se o terreno está preparado para
receber essas instalações, pois o solo deve
estar nivelado, para não permitir afunda-
mentos e escorregamentos dos módulos, e
em condições de receber o caminhão que
fará a entrega. Também é preciso ficar aten-
to à localização dos alojamentos, que não
devem atrapalhar o fluxo de materiais ou
exigir remoção antes do fim da obra.

LOGÍSTICA
O transporte dos alojamentos móveis
pode ser feito pelos próprios fornecedo-
res do produto, caso isso seja contratado.
Se transportados montados, o ideal é que
seja levada uma unidade por caminhão ou
duas unidades por carreta. Já se estiverem
desmontados, dependendo do caso, podem
ser entregues até sete unidades por cami-
nhão e 14 unidades por carreta. É impor-
tante utilizar cordas ou cintas com catracas
para melhorar o travamento do material na
carroceria, evitando problemas com frena-
gem e curvas. Quando chegar ao canteiro
de obras, deve-se verificar se as dimensões
estão de acordo com o que foi pedido, o
funcionamento das instalações elétricas e
hidráulicas, se há falhas na pintura e como
está o funcionamento da caixilharia dos
alojamentos.

COTAÇÃO DE PREÇOS E FORNECEDORES
Os fabricantes dos módulos habita-
cionais estão mais concentrados nas regi-
ões Sul e Sudeste, porém há distribuido-
res também em outras regiões do Brasil
e até mesmo exportadores. “Na hora da
compra, é preciso verificar e comparar os
seguintes itens: tipo de material empre-
gado na fabricação, a espessura da chapa
utilizada, tratamento contra ferrugem,
pintura, proteção térmica, qualidade
dos acabamentos, instalações elétricas e
hidráulicas, equipamentos de ar-condi-
cionado e mobiliário, se for o caso, entre
outros itens”, indica Moscatelli.
Fonte: Guia da Construção 91 (fev/2009), seção Como Comprar.

ENTREVISTA > MÁRCIO J. ESTEFANO DE OLIVEIRA
Quais cuidados tomar no transporte
dos alojamentos móveis?
A entrega do produto é feita a partir de
uma programação, já que os alojamentos,
dependendo de suas dimensões,
recebem dos órgãos responsáveis pelo
trânsito uma autorização especial para o
deslocamento do veículo transportador,
bem como a indicação do dia, horário
e ruas por onde deve passar até chegar
ao local da obra. É conveniente que o
transporte de mercadorias desse porte
seja feito com a contratação de seguro e
escolta para garantir a segurança nas vias
e rodovias públicas.
Além de um terreno plano e limpo,
quais as outras características ideais
para o local em que os alojamentos serão
instalados?
O local deve ser previamente preparado,
com os serviços de infraestrutura prontos
para serem conectados nos alojamentos.
Também deve-se ficar atento com árvores,
fiações e outros obstáculos que possam
danificá-los e causar acidentes. Aliás, o
operador deve redobrar a atenção nas redes
elétricas, pois o equipamento não é isolado.
O que levar em consideração na escolha
do alojamento móvel?
O recomendado é fazer um estudo
para indicar a melhor solução, pois os
alojamentos móveis disponíveis no mercado
podem ser em fiberglass, painéis de
poliuretano, metal, madeira, fibrocimento,
É conveniente que o
transporte de mercadorias
desse porte seja feito
com a contratação de
seguro e escolta
Transporte e segurança
Márcio J. Estefano de Oliveira
professor do curso de engenharia civil da Escola
de Engenharia Mauá, da Unesp e da Unitau
lona reforçada, placas leves de material
cimentício, entre outros, e dependem
das condições climáticas, tempo de
permanência, custo, números de
pessoas, conforto térmico e acústico.
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50 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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ALOJAMENTOS MÓVEIS
HABITAÇÃO PROVISÓRIA
Destinados a aplicações em escritórios,
dormitórios, depósitos, refeitórios,
cozinhas, ambulatórios, canteiro de obras,
guaritas, estandes de vendas, oficinas,
galpões e eventos, por exemplo, os
módulos habitáveis da Algeco são feitos
com painéis de poliuretano injetado,
termoacústico e retardante de chamas.
Algeco contêineres
(71) 3594-4677
e-mail: algeco@algeco.com.br
www.algeco.com.br
CONTÊINERES
Os contêineres da Soldatopo são
fabricados com chapas de aço zincadas
a fogo, garantidas pelo fabricante
contra qualquer tipo de corrosão. Seu
sistema construtivo modulado permite a
modificação rápida de layouts.
Soldatopo
(11) 3966-7210
www.soldatopo.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 51
52 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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ALOJAMENTOS MÓVEIS
CONTÊINERES HABITÁVEIS
A Embraloc oferece contêineres para
escritórios, almoxarifados e banheiros de
canteiros de obras, estandes de vendas
e laboratórios. Disponíveis em diversas
dimensões, como 12 m x 5 m e 6 m x 5
m, podem ser modulados de acordo com
as necessidades do cliente. A dimensão
mínima é de 6 m x 2,5 m. De acordo com a
empresa, proporcionam conforto térmico,
estético e acústico.
Embraloc
(81) 3471-6641
embraloc@embraloc.com.br
www.embraloc.com.br
ALOJAMENTOS MULTIUSO
Os alojamentos da Delta destinam-se
a usos como almoxarifado, refeitórios,
escritórios e vestiários, dentre outras
aplicações. A empresa também atende
a solicitações específicas, com projetos
sob medida para cada cliente. Além
da montagem e da desmontagem
dos alojamentos, a empresa realiza a
manutenção em canteiros de obras.
Delta Alojamentos
(11) 4991-2777
delta@alojamentos.com.br
www.alojamentos.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 53
ANDAIMES
54 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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ANDAIMES
ANDAIME
Recomendado para diversas aplicações
nas áreas industrial, de mineração e
siderúrgica, o andaime multidirecional
Mecanflex pode ser montado nos mais
diversos formatos, inclusive sem a
utilização do solo como base.
É constituído por uma pinça com chaveta
rápida autobasculante, encaixada em
uma peça de engate chamada estribo.
Esse engate exclusivo, além de travar
o sistema, propicia uma montagem
praticamente automática.
Mecan
www.mecan.com.br
(31) 3629-4000
ANDAIMES
Os equipamentos Orpec são
desenvolvidos, segundo a empresa,
visando qualidade, segurança e
agilidade nas montagens. Além disso,
proporcionam redução de mão de obra
e madeiras utilizadas no canteiro.
Orpec
(41) 3264-3111
www.orpecengenharia.com.br
AQUECEDORES A GÁS
Os aquecedores a gás Lorenzetti
permitem que se escolha a temperatura
por meio do duplo sistema de regulagem.
Pela chama, é possível economizar gás
nos dias quentes, e pela água, economizar
água nos dias frios.
Lorenzetti
0800-0160211
www.lorenzetti.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 55
AQUECEDORES AQUECEDORES DE PISCINA
TEMPERATURA SOB CONTROLE
Capazes de fornecer 25 l, 30 l ou 35 l de
água quente por minuto, a depender do
modelo, os novos aquecedores de água a
gás instantâneos da Rheem operam por
exaustão forçada com controle digital
de temperatura. Eletrônicos, permitem
programação da temperatura ideal do
banho e contam com sistema de segurança
que desliga o aparelho no caso de elevação
no nível de monóxido de carbono ou de
combustão.
Rheem do Brasil
(11) 3021-7055/3025-0707
michele.zocchi@rheem.com.br
www.rheem.com.br
CENTRAL DE
AQUECIMENTO
O evaporador acoplado da
Rheem é composto por
bomba de calor, condensador,
evaporador e reservatório
térmico. Os reservatórios estão disponíveis
em alta pressão (até 40 mca) e baixa pressão
(até 5 mca) e podem ser encomendados na
versão vertical ou horizontal. A peça possui
revestimento externo em alumínio, tanque
interno em aço inoxidável AISI 304 ou 316L
com isolamento térmico em poliuretano
expandido e tampos em ABS com aditivo
contra raios ultravioleta. O equipamento
conta ainda com termostato digital com
regulagem de temperatura e tubos e
conexões em aço inoxidável.
Rheem do Brasil
(11) 3021-7055/3021-5611
michele.zocchi@rheem.com.br
www.rheem.com.br
COLETOR SOLAR
O Chuveiro Solar Popsol da Soletrol é
um sistema integrado, no qual o coletor
solar e o reservatório térmico são uma
peça única ligada diretamente a um
chuveiro elétrico de baixa potência. Em
termoplástico e com capacidade para
125 l de água, toda área do Popsol está
exposta para captação da radiação solar.
Soletrol
0800-112274
www.soletrol.com.br
56 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
AQUECEDORES SOLARES
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D
iversas prefeituras brasileiras sancio-
naram a obrigatoriedade da instalação
de sistemas de aquecimento solar da água
em novos prédios residenciais. Além dis-
so, o programa habitacional do Governo
Federal estipulou o uso de aquecedores
domésticos solares nas habitações para as
famílias com renda entre zero e dez sa-
lários mínimos. Todas essas obrigações
legais impõem desafios técnicos a cons-
trutores e projetistas.
Em condomínios, por exemplo, o de-
safio é conciliar distribuição de água quen-
te e medição individualizada de consumo
de água e gás. Em estruturas muito altas,
surge também a necessidade de calibrar
a pressão da água nas diversas “regiões”
do edifício e nas bombas que viabilizam a
recirculação da água quente do sistema.
O impacto no custo do empreendi-
mento é, naturalmente, um aspecto que
preocupa os construtores. Segundo Hum-
berto Farina, especialista em sistemas pre-
diais hidráulicos da Tesis Engenharia, a
legislação paulistana, por exemplo, deter-
mina que todas as edificações, qualquer
que seja o número de banheiros por uni-
dade, contenham infraestrutura para re-
ceber coletores solares e reservatórios. Ou
seja, em maior ou menor grau, tem havido
aumento de custos, tanto com projetos
de hidráulica, que ficam mais complexos,
como com materiais.
A instalação de sistemas de aqueci-
mento solar também impacta a concepção
dos produtos imobiliários. Se não houver
espaço livre disponível no terreno em que
a construção será erguida – o que é co-
mum em áreas urbanas adensadas –, os co-
letores deverão ser instalados na cobertura
do edifício. E isso tira dos construtores a
possibilidade de explorar um espaço nobre
do imóvel, reduzindo ainda mais a mar-
gem de lucro do empreendimento.
Aquecimento obrigatório
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Novas legislações obrigam instalação de sistemas de aquecimento solar da água em
prédios residenciais. Adaptação impõe desafios técnicos a construtores e projetistas
Fontes: Techne 147 (junho 2009), reportagem; Equipe de
Obra 27 (jan-fev/2007), seção Passo-a-passo.
Farina acredita que se trata de uma
quebra de paradigma para os arquitetos.
“No conceito tradicional, o arquiteto ‘en-
caixa’ o sistema de aquecimento solar no
projeto já concebido. Mas, agora, creio que
essa é uma nova área técnica para a qual
eles precisam de assessoria”, afirma. Ro-
drigo Trindade faz coro: “Se o sistema for
pensado desde o início do empreendimen-
to, poderá haver melhores soluções estéti-
cas para a construção”, complementa.
REDES DE DISTRIBUIÇÃO
Existem quatro tipos de distribuição de
água quente, divididos em duas categorias.
Nos sistemas diretos, a água aquecida é a mes-
ma que sai no ponto de consumo. Nos indi-
retos, a água aquecida funciona apenas como
uma fonte de energia para aquecer a água fria
das próprias unidades – o que ocorre num
dispositivo chamado trocador de calor.
Dentro dessas categorias, pode-se op-
tar pelo aquecimento complementar co-
letivo ou individual da água proveniente
dos coletores solares. A opção pelo melhor
sistema dependerá das características do
edifício – espaço disponível no interior
do apartamento, na cobertura, padrão do
empreendimento etc. Segundo Rodrigo
Trindade, da Agência Energia, nos novos
empreendimentos há uma tendência de
se retirar os reservatórios e aquecedores
auxiliares das áreas comuns dos edifícios.
José Jorge Chaguri, diretor da Caltherm,
concorda. “A prática das construtoras hoje
é fazer a rede com aquecimento de apoio
individual, mas sem entregar os aquece-
dores. Cada morador compra o produto
que achar melhor”, explica Chaguri. “Em
alguns empreendimentos de alto padrão,
ele entrega também o aquecedor, porque
seu custo é pequeno em relação ao valor
do apartamento”, conclui.
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Uso de aquecedor solar já é obrigatório em obras de diversos municípios brasileiros e recomendado nos
projetos do Minha Casa, Minha Vida
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 57
Aquecedor solar com termossifão
Lixe previamente os tubos dos coletores
solares e todas as conexões que serão
utilizadas com uma lixa de ferro n
o
100,
bem resistente. Prepare todas
as partes rosqueáveis do reservatório
térmico (RT) com fita veda-rosca.
Cerca de 28 voltas são suficientes
para uma boa vedação.
Instale as luvas de união nas conexões do
reservatório térmico. Em seguida, solde as
luvas de união nos coletores solares.
Posicione o reservatório térmico na
base construída, que deve ter uma
altura mínima necessária para a
instalação do termossifão.
Depois de escolhida a posição dos coletores
solares de acordo com a altura necessária,
aperte as luvas de união entre os coletores
utilizando duas chaves de cano.
Defina o trajeto da tubulação e corte os
tubos no tamanho adequado, lixando
todas as pontas dos tubos e montando as
conexões. Utilize fio de cobre de 4 mm²
para fixar os coletores ao madeiramento
do telhado. Prenda os coletores solares
sempre pelos tubos inferiores e superiores.
Em seguida, faça o alinhamento do tubo
de retorno dos coletores com a capa da
telha. Ao recolocar a telha, será necessário
desbastá-la com o auxílio de uma
máquina de corte no local onde o tubo irá
passar. Esses mesmos procedimentos de
alinhamento e desbastamento das telhas
deverão ser realizados para instalar o
tubo que alimenta os coletores solares.
E atenção: ao recolocar a telha, aplique
uma manta asfáltica ou borracha de
silicone no local de passagem do tubo
para evitar infiltrações.
Isole a tubulação do aquecedor solar
com isolamento térmico adequado
(geralmente, é usado polietileno
expandido para esse fim). Não se esqueça
de utilizar alguma proteção contra as
ações climáticas – que poderá ser fita
de alumínio ou aplicação de pintura,
por exemplo – para proteger o material
isolante que ficará exposto.
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Confira como instalar sistema de aquecimento de água sem motobomba
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58 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO
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argamassa de revestimento é a mistura
de cimento, areia e água usada para
regularizar, proteger e dar acabamento à
alvenaria e às estruturas das edificações.
Ela ajuda também na impermeabilização
das superfícies e, como todos os tipos de
argamassa, pode ser feita na obra ou in-
dustrializada.
A argamassa industrializada, por ser
dosada na fábrica, confere uniformidade
às várias utilizações e padroniza a quali-
dade final do revestimento. “Ela traz faci-
lidade operacional e minimiza o desper-
dício”, diz Luiz Sérgio Coelho, professor
do Departamento de Engenharia Civil da
FEI (Fundação Educacional Inaciana Pe.
Sabóia de Medeiros).
No entanto, segundo Márcio Estefano,
professor do curso de Engenharia Civil do
Instituto de Tecnologia Mauá, nada impede
que a argamassa virada em obra tenha boa
qualidade, desde que feita com material de
qualidade e dosada por profissional espe-
cializado; de preferência, um engenheiro
tecnologista. “No entanto, nem sempre é
possível ter um profissional tão especiali-
zado no canteiro e, na prática, a mistura é
feita sem os devidos cuidados na escolha
dos insumos e na dosagem”, acrescenta.
ESPECIFICAÇÕES
O traço da argamassa – proporção en-
tre os elementos da mistura – varia para
satisfazer as necessidades de cada aplica-
ção. O traço do chapisco, por exemplo,
é mais rico em cimento e mais fluido do
que o emboço e reboco, pois tem a fun-
ção de criar uma ponte de aderência entre
a superfície e as camadas de argamassa.
Já o revestimento externo deve ter maior
resistência mecânica que o interno, para
enfrentar a ação da chuva, do vento e de
agentes agressivos. O mercado oferece pro-
dutos específicos para cada finalidade.
Revestimento planejado
Planejamento e industrialização do processo são as chaves
para aumentar eficiência na compra e no uso
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Dosadas e aditivadas para aderir melhor ao substrato, as argamassas industrializadas
podem contribuir com a produtividade
LOGÍSTICA
“O projeto executivo deve especificar
os tipos e quantidades de argamassa, para
que o planejamento de compra, entrega e
aplicação seja o mais eficiente possível”,
destaca Luiz Sérgio Coelho. O planeja-
mento torna-se ainda mais importante
para a argamassa industrializada, uma vez
que o material tem um prazo limite de ar-
mazenamento de mais ou menos 90 dias.
Mesmo obedecendo à validade e tomando
todos os cuidados, a resistência e a quali-
dade do material podem sofrer alterações
ao longo do tempo, comprometendo a efi-
cácia do revestimento.
A argamassa pode ser adquirida em
sacos ou a granel, sendo, neste último
caso, armazenada em silos. Para o arma-
zenamento dos sacos, o primeiro cuida-
do é observar o empilhamento máximo
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 59
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permitido, que não deve ultrapassar 15
unidades. Segundo Márcio Estefano, a
compressão das partículas acelera a hi-
dratação e deixa o pó granulado, der-
rubando a qualidade do revestimento.
“Alguns profissionais peneiram o produ-
to para eliminar o empedramento, mas
nesse estágio, mesmo a parte peneirada
já está comprometida”, explica.
Os sacos devem ser mantidos em local
seco, ventilado e protegido da umidade. O
piso deve ser impermeabilizado e as pilhas
devem estar a pelo menos 20 cm do solo.
que não é necessário acrescentar outros
produtos, pois os aditivos já são mistu-
rados na fábrica.
Ler as instruções da embalagem é fun-
damental, bem como respeitar os tempos
de preparo e o prazo de utilização depois
do contato com a água. A superfície do
substrato deve estar limpa e livre de im-
purezas para não interferir na aderência.
(Confira detalhes de aplicação no boxe.)
Fonte: Guia da Construção 98 (set/09), seção Como Comprar;
e Téchne 150 (set/09), seção Melhores Práticas.
Aplicação de revestimento monocapa
Limpeza da superfície – As sobras de
concreto da alvenaria são retiradas com
uma marreta e talhadeira, para manter
a superfície plana. Eventuais falhas nas
bases de alvenaria superiores a 2 cm de
altura, largura ou profundidade, devem ser
preenchidas com argamassa compatível
com a monocapa.
Lixamento e lavagem – A viga deve
ser lixada com uma escova de aço e
lavada para assegurar boa aderência à
monocapa. Em superfícies muito lisas
como o concreto, o ideal é lavar a base
para a retirada de todos os resíduos
de desmoldante das vigas. A área de
aplicação deverá ser umedecida para
aplicação do chapisco com rolo de
textura.
Aplicação – A primeira camada,
de 1 cm, deve ser aplicada com a
desempenadeira e nivelada com o pente.
A segunda camada será assentada com
2 cm de espessura. O passo seguinte é
fazer a raspagem com perfil e limpeza
com vassoura.
Cantos e frisos – Realizados entre
as divisas de laje e nos cantos, os frisos
serão formados com o uso de réguas
metálicas durante o revestimento com a
argamassa. Recomenda-se a utilização
de um friso horizontal a cada pavimento,
coincidindo com a emenda das aplicações.
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Confira passo-a-passo a aplicação do revestimento monocapa, que pode ser aplicado
diretamente sobre a alvenaria.
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É importante não encostá-las nas paredes,
nem deixá-las próximas a objetos pontia-
gudos que possam rasgar a embalagem.
CUIDADOS DURANTE A EXECUÇÃO
É aconselhável que os profissionais
responsáveis pelo preparo e aplicação
da argamassa sejam treinados. No caso
da argamassa virada em obra, essa espe-
cialização é ainda mais necessária. Já no
preparo da argamassa industrializada,
basta adicionar ao pó a quantidade re-
comendada de água limpa, lembrando
60 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO
CIMENTCOLA PARA DRYWALL
A Cimentcola Drywall Quartzolit é uma
argamassa colante específica para
as paredes de drywall. É flexível tipo
ACII, e indicada para assentamento
de cerâmicas de até 60 cm x 60 cm
sobre placas de drywall de áreas
internas. O produto contém aditivos
que reforçam a impermeabilização,
combatendo a umidade.
Weber Quartzolit
0800-709-6979
www.weberquartzolit.com.br
REVESTIMENTO RÁPIDO
A argamassa Reboco Fino, da Hidra, é
indicada para revestimento de paredes de
blocos de concreto. A fornecedora garante
que a adoção desse produto elimina a
etapa do chapisco, reduzindo custos e
diminuindo o tempo de execução da obra.
Além disso, afirma que proporciona um
revestimento já acabado com 4 mm de
espessura. Para o preparo, é necessária
apenas a adição
de água.
Cal Hidra
(41) 3657-1352
www.calhidra.com.br
LINHA DE ARGAMASSAS
A Pav Mix disponibiliza uma linha completa
de argamassas para assentamento e
revestimento, contrapiso, assentamento
estrutural, chapisco colante, chapisco,
impermeabilização, revestimento interno e
graute. São fornecidos em sacos de 20 kg
ou 40 kg ou silos de 10 t e 20 t, que vêm
com misturador acoplado com capacidade
de 30 l a 60 l de produção por minuto.
Pav Mix
(19) 3289-4122
www.pavmix.com.br
ARGAMASSA PARA CONSTRUTORAS
O Sistema Matrix é a linha de argamassas
desenvolvida pela Votorantim Cimentos
para atender às empresas da construção
civil. De acordo com a fabricante, as
construtoras demandam soluções
completas para o seu tipo de obra, com
produtos de alta tecnologia e desempenho,
que resultem em melhoria na produtividade
e na qualidade. Ainda segundo a empresa,
a linha é direcionada para engenheiros
de obras ou equipes de suprimentos das
construtoras, com foco na entrega e na
precisão das informações técnicas e de
desempenho do produto. O material pode
ser fornecido a granel ou ensacado.
suprimentos@votoran.com.br
www.cimentos.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 61
62 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 63
BALANCINS BETONEIRAS
ELEVAÇÃO MODULÁVEL
Equipado com comando paralelo de
subida e descida por meio de cabos
de aço, o balancim elétrico Baram
é capaz de elevar cargas de até
500 kg. Destinado a uso em obras
civis e industriais, suas plataformas
são moduláveis de 1 m a 8 m e o
produto atende, de acordo com a
fabricante, a parâmetros e normas de
proteção. A entrega é acompanhada
de visita técnica para treinamento de
montagem e operação.
Baram Equipamentos
(51) 3033-3133
vendas@baram.com.br
www.baram.com.br
BETONEIRA REFORÇADA
A Betoneira 400l Rental tem estrutura
reforçada e cremalheira segmentada
para, afirma a Menegotti, fabricante do
equipamento, facilitar a troca e regulagem
da peça. Além disso, para melhoria da
segurança contra acidentes, conta também
com proteção da coroa, em chapa de aço
estampado, e da cremalheira, em fibra ou
chapa de aço. A empresa atua também no
segmento de compactação de solos.
Menegotti
(47) 3275-8000
menmaq@menegotti.ind.br
www.menegotti.ind.br
64 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
BLOCOS DE CONCRETO
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 65
BLOCOS DE CONCRETO
BRISES
ESQUADRO PARA ALVENARIA
Dentre os equipamentos fabricados e
fornecidos pela Scanmetal, o esquadro
para construção de paredes de alvenaria é
confeccionado em alumínio e conta com
travamento em solda, garantindo, conforme
a empresa, resistência e precisão. O
produto é fornecido nos ângulos de 90
o
e
de 135
o
. As medidas padrão são 1,20 m x
1 m, 1 m x 0,80 m e 0,80 m x 0,60 m, mas
a empresa aceita encomendas de outras
medidas.
Scanmetal Soluções Construtivas
(11) 2797-7226
www.scanmetal.com.br
66 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
CANALETAS APARENTES
TOMADA RÁPIDA
A tomada padrão NBR 14136, da
Parcus, vem com rabichos para
encaixe de pressão. A instalação
dispensa parafusos de fixação e pode
ser feita em canaletas, caixas de piso,
mobiliário e batentes, por exemplo,
sendo necessária apenas furação
de 26,5 mm x 70 mm. A empresa
fabricante afirma que esse sistema
leva à redução de 30% no tempo de
instalação. O produto é oferecido nas
cores branca e vermelha.
Parcus
(11) 3796-9343
cimadon@parcus.com.br
www.parcus.com.br
FIOS EMBUTIDOS
Com o sistema de dutos de piso da
Valeman é possível embutir fios de
condução de energia, voz e dados.
O produto pode ser especificado
para obras novas ou para reformas
com quebra de piso. A depender do
cliente, os dutos podem ser lisos ou
modulados, com alimentação a partir
de caixas de tomadas ou tomadas
individuais com acabamento de latão
ou cromado.
Valeman
(11) 3382-8222
e-mail: vendas@valeman.com.br
www.valeman.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 67
COBERTURAS ZIPADAS CONECTORES
MADEIRA CONECTADA
Indicados para montagem, fixação e
prolongamento da vida útil de qualquer
tipo de estrutura de madeira, os conectores
Kofar são fabricados totalmente em aço
galvanizado estrutural. A empresa fornece
dois modelos de conectores, o estrutural,
para união de peças e construção de
estruturas para telhados, painéis e casas
pré-fabricadas, e o antirracha, para
extremidades de dormentes e postes de
madeira.
Kofar
(11) 4161-8104
www.kofar.com.br
COBERTURA ZIPADA
A Artserv Engenharia é especializada em
sistemas de coberturas. A cobertura zipada,
executada pela empresa, é composta
por painéis contínuos metálicos, que
são estendidos e conformados de modo
a alcançar até 100 m de comprimento,
por meio da “zipagem”. Esse processo
sobrepõe e dobra as bordas laterais e
impede que emendas sejam formadas.
Dessa forma, o sistema pode ser utilizado
em coberturas de grande porte, como lojas
de varejo e supermercado.
Artserv Engenharia
(11) 3858-9569
www.artservengenharia.com.br
COBERTURAS
As novas telhas TermoRoof Dânica
com núcleo isolante em poliuretano
são indicadas para coberturas de
casas populares. Segundo a empresa,
o produto proporciona conforto
térmico para as residências.
Dânica
(11) 3043-7883
www.danica.com.br
68 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CORTES E FUROS DE CONCRETO
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bras com cronogramas apertados e
prazos enxutos têm se tornado bastan-
te comuns, e esse fenômeno tem refletido
na maior demanda por serviços de corte e
perfuração de estruturas e peças de con-
creto armado – seja em edificações novas,
seja nas já existentes. Ao contrário dos
sistemas manuais convencionais, em que
primeiro se quebra o concreto para depois
cortar a armação, esse tipo de solução, que
utiliza ferramentas diamantadas, permite
que o concreto e a armação sejam cortados
ao mesmo tempo, proporcionando maior
agilidade ao serviço.
Nos últimos anos, equipamentos e
processos de corte e perfuração foram
aperfeiçoados, agregando flexibilidade,
menor emissão de ruídos e alta precisão,
permitindo um acabamento final que dis-
pensa reparos posteriores. Os sistemas wall
saw (serras diamantadas) e wire saw (fio
diamantado), por exemplo, passaram a
contar, em alguns casos, com controle re-
moto eletrônico. Outra inovação é a HTM
(Hot Tapping Machine), uma máquina
que permite perfuração em tubulação com
ou sem pressão e com fluido em movi-
mento, sem a necessidade de interrupção
da instalação ou parada da planta.
O aprimoramento das ferramentas
chegou a tal ponto que já é possível exe-
cutar praticamente todo tipo de corte em
estruturas de concreto, desde a retirada de
bases de todos os tamanhos e demolição
parcial ou total de grandes estruturas, até
aberturas de janelas ou portas em estrutu-
ras pré-moldadas, aberturas de passagem
em parede-diafragma, substituição de pi-
lares de concreto por pilares metálicos,
canaletas para fiação ou drenagem etc.
Em geral, a demolição controlada é
indicada para locais em que a estrutura
a ser cortada ou perfurada não deve so-
frer impactos ou vibrações, como, por
Sem impacto
Corte de concreto é a solução para demolições rápidas
ou que não admitem vibrações
exemplo, em estruturas muito antigas ou
deterioradas, ou ainda locais onde haja
monitoramento de vibrações. “Também é
recomendada em áreas onde haja restrição
de ruído ou de propagação de poeira devi-
do aos processos produtivos, ou restrições
da legislação local”, cita Gilberto Giassetti,
diretor da PS Cortes e Furos.
O mesmo vale para ambientes de di-
fícil acesso para equipamentos de grande
porte, ou mesmo locais inóspitos subme-
tidos a altas ou baixas temperaturas, ou
muito altos que não podem ser atingidos
com equipamentos convencionais. “Pode-
se executar, por exemplo, uma abertura
em laje em um apartamento de um prédio
totalmente habitado sem a necessidade de
desocupação dos moradores do edifício.É
possível, também, executar um desmonte
de viaduto ou ponte sem interromper o
fluxo de veículos que passam sob ele”, afir-
ma Federico Del Villar, diretor comercial
da Ekipe-C.
Nos serviços em que encurtar o cro-
nograma é mais importante que o custo,
a demolição controlada se mostra ainda
mais pertinente. O engenheiro Alberto
do Nascimento Libânio Neto, diretor co-
mercial da Furacon, explica que a velo-
cidade de execução do corte ou do furo
em concreto armado depende de vários
fatores, como a espessura da estrutura a
ser perfurada ou cortada, a quantidade
de ferragem que possui tal estrutura, as
condições do ambiente onde serão exe-
cutados os trabalhos entre outros fatores.
Serras e fios diamantados permitem cortar ao mesmo tempo o concreto e a armadura
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Entenda a técnica
Mas, de forma geral, pode-se considerar
algumas referências. Com serras diaman-
tadas é possível cortar 1,8 a 2,10 m²/h. Já
com fio de diamante, a produtividade fica
entre 0,8 a 1 m² de corte por hora.
Mas quando o critério é estritamente
custo, a demolição controlada não com-
Posição do corte – No processo de
locação, deve-se garantir que o corte
não cause qualquer dano à estrutura ou
às instalações da edificação. Para que
isso não ocorra, é importante consultar
os projetos do edifício. Para o corte em
lajes armadas, pode-se lançar mão do
ensaio de pacometria, de modo a evitar
cortes de vergalhões importantes.
Furo nas extremidades – A realização de
um corte na laje começa pela realização
de um furo nas extremidades da peça a
ser cortada. Ele evita que a serra, que será
utilizada na etapa seguinte, realize um
corte mais extenso que o necessário.
A base da extratora deve estar
corretamente fixada: algumas contam
com sistema de vácuo que confere maior
rigidez ao posicionamento, outras devem
ser travadas por meio de pinos cravados
no piso.
Montagem do trilho – Após a realização
dos furos nas extremidades onde
ocorrerá o corte da laje, deve-se fixar
o trilho por onde irá correr o corpo de
serra circular. Esse posicionamento é
fundamental para que o corte seja feito
na posição correta.
Fixação da placa – Antes de se realizar
o corte com a serra circular é importante
que se tomem os cuidados necessários
para evitar a queda da placa. A fixação
do segmento pode ser feita com um furo
no centro da placa (foto); com a cravação
de pinos no teto e na parte superior da
peça; ou com tripés e cavaletes para a
sustentação do trecho.
Cuidados – No momento do corte, seja
com a serra circular, seja com a serra-
copo, a presença de água em abundância
é importante para minimizar o desgaste
do equipamento. A operação com controle
remoto também é um fator promotor de
segurança nesse tipo de serviço.
Fonte: Téchne 116 (nov/2006), reportagem Desmonte de
Concreto; Téchne 136 (jul/2008), seção Melhores Práticas.
pete com a demolição convencional. O
preço depende das condições da obra, mas
em média, para um corte com disco de
diamante, por exemplo, se paga R$ 850/
m². Esse valor pode ser dobrado quando
a técnica escolhida é a de fio de diamante.
“Por isso, a maioria das empresas ainda
prefere fazer a demolição no método an-
tigo, com marteletes ou rompedores. Só
em último caso recorrem à demolição
controlada”, diz Libânio.
Veja aqui como é feito o corte de uma laje pronta
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70 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CORTES E FUROS
CORTE SIMULTÂNEO
Por trabalhar com até quatro discos
diamantados simultaneamente, a
cortadora de paredes BDN 463, da Baier,
permite a abertura completa de canaletas
em apenas um passo. Com motor de
2.200 W e alto torque, é capaz de realizar
trabalhos em paredes de concreto e
pedra. O produto possibilita utilização
conjugada com aspirador, o que, segundo
a fabricante, elimina a poeira resultante
do processo de corte.
Baier Ferramentas Elétricas
(47) 3366-8333/3366-0155
www.baier.com.br
CORTE RÁPIDO
A máquina de serra de fita S1010 é
o lançamento da Starret. É produzida
em arco rígido de magnésio e tem
velocidade variável, controlada por
gatilho, chegando a 70 m por minuto. O
peso do equipamento é de 6,2 kg, com
capacidade de corte de até 105 mm e
potência de 0,95 HP. Pode ser utilizada
em cortes de tubos de paredes finas,
perfis estruturais, materiais ferrosos de
baixo carbono ou não ferrosos.
Starret
0800-702-1411
www.starrett.com.br
FERRAMENTAS IMPORTADAS
A Viatrade Assessoria é importadora e
distribuidora das ferramentas elétricas da
alemã Baier, como a decapadora de paredes
BFF 222. A ferramenta pode ser utilizada
para remoção de reboco, pintura, restos de
adesivo ou cola, além de outros materiais.
É adequada para trabalhos em áreas
internas e externas, fachadas, concreto,
piso, piso industrial e outros. Pode remover
1 m² de reboco em menos de 2 minutos, de
acordo com a empresa. Ela permite, ainda,
trabalhar com aspirador de pó acoplado,
evitando assim o acúmulo de poeira.
ViaTrade
(47) 3366-0155
www.viatrade.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 71
72 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
CORTES E FUROS
CONCRETO CORTADO
Além de serviços de demolições e
terraplenagem, a Desmontec executa
cortes e furos em estruturas de concreto
com uso de ferramentas diamantadas.
O objetivo da empresa é oferecer
soluções completas aos clientes,
com promoção de desenvolvimento
urbano, reaproveitamento de materiais
e reciclagem de resíduos. A Desmontec
também realiza serviços de compra e
venda de materiais e locação de máquinas.
Desmontec Demolições e Terraplenagem
(11) 3259-9700
e-mail: contato@desmontec.com
www.desmontec.com
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 73
CORTES E FUROS
74 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
DEMOLIÇÕES
>
A
ntes da implantação efetiva do cantei-
ro é comum que o construtor precise
demolir estruturas existentes no terreno.
Quando isso acontece, geralmente é ne-
cessário contratar empresas especializadas
nesse tipo de serviço. A atividade, apesar
de destrutiva, exige a tomada de cuidados
relacionados tanto à segurança e à logísti-
ca, quanto à própria contratação em si.
É direito do contratante, além de exigir
o cumprimento de prazos, estabelecer requi-
sitos de qualidade, pois, segundo Gilberto
Giassetti, consultor da Alec (Associação Bra-
sileira das Empresas Locadoras), “as empre-
sas de demolição devem elaborar instruções
de operação para todos os equipamentos e
manter seus colaboradores treinados”.
O treinamento deve contemplar tam-
bém o tratamento de resíduos. Mesmo que
a responsabilidade pela destinação final seja
da construtora contratante, pode haver ne-
cessidade de, dependendo da situação, a
contratada utilizar equipamentos especiais
para contenção do entulho no canteiro.
Recomenda-se, também, que a cons-
trutora fique atenta à necessidade de adi-
tivos de contrato, frequentes nesse tipo
de serviço, conforme aponta Giassetti.
“As alterações de requisito com relação
ao serviço inicialmente contratado são
corriqueiras, salvo para casos em que foi
feito estudo criterioso, envolvendo ambas
as partes”, diz.
ESPECIFICAÇÕES
É responsabilidade do contratante ofe-
recer à prestadora informações completas
relativas à quantidade do serviço a ser rea-
lizado, bem como a localização exata de
onde eles serão executados. Também deve
prever o tempo necessário para a realização
dos trabalhos e a data de início. Além disso,
à construtora cabe apresentar o alvará de
Demolição segura
Contratação de demolidora regularizada e definição criteriosa de escopo
evitam aditivos de contrato e problemas durante a execução
Normas técnicas
demolição e, junto com a especificação, des-
crever as atividades a serem executadas pela
contratada. Como exemplo, o contratante
deve indicar se a demolição será integral até
o nível do piso, ou não, e se ficará respon-
sável pela remoção e destinação adequadas
dos resíduos.
COTAÇÕES DE PREÇOS E FORNECEDORES
Para comparar os orçamentos forneci-
dos pelas empresas consultadas é necessário
uniformizar, além das medidas de valor, as
condições de pagamento. De acordo com Sil-
va, normalmente as partes combinam preços
globais para execução dos serviços. Ou seja,
podem ser resumidos a coberturas, paredes
e pisos, por exemplo, ou contabilizados de
acordo com a área a ser demolida.
O pagamento costuma ser feito após
o término dos serviços. No entanto, para
trabalhos longos, geralmente há paga-
mentos intermediários. Nesses casos, é
necessário fazer a medição mensal dos
serviços já executados para efetuar pa-
gamento proporcional. “O contratante
deve prestar atenção às retenções e reco-
lhimentos de impostos e taxas relativos
aos tributos e ao pessoal alocado na obra”,
alerta Giassetti.
CUIDADOS GERAIS
Para evitar problemas no decorrer da
execução dos serviços, indicam-se alguns
cuidados adicionais, como informar-se
sobre o tipo de energia a ser utilizada pelos
> NR-18 – Condições e Meio Ambiente
de Trabalho na Indústria da Construção
> NR-33 – Segurança e Saúde no
Trabalho em Espaços Confinados
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Além de segurança, a empresa deve se comprometer com práticas ambientais corretas e respeito aos vizinhos
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 75
<
Métodos de demolição
equipamentos, se combustível ou elétrica.
Também deve atentar para a quantidade
de equipamentos disponíveis.
Outro ponto importante, levantado
por Giassetti, refere-se à regularização da
empresa prestadora junto aos organismos
de classe, como o Crea (Conselho Regional
de Engenharia, Arquitetura e Agronomia).
O registro da demolidora pode ajudar a
evitar problemas relativos à segurança e ao
cumprimento de normas. “A contratante
é responsável solidária pelos funcionários
da contratada dentro da obra, portanto
deve fiscalizar sua atuação e estabelecer
parâmetros para uma execução sem sur-
presas”, recomenda Silva ao lembrar que
EPIs (Equipamentos de Proteção Indivi-
dual) e EPCs (Equipamentos de Proteção
Coletiva) são obrigatórios em qualquer
atividade de demolição. Giassetti conta
que a demolidora deve treinar constante-
mente seus colaboradores para atualização
com relação à segurança.
Demolição convencional
A quebra de concreto estrutural, alvenaria ou revestimentos
é feita por métodos percussivos (impacto, fragmentação).
Indicado para demolição de pequenas construções, é o método
mais antigo e o que requer menor especialização.
Demolição controlada
Permite executar demolições parciais sem abalo das estruturas
remanescentes, com precisão dimensional. É o método utilizado
em adequações estruturais, como em hospitais e indústrias para
recebimento ou remoção de máquinas de grande porte. Entre outras
vantagens, há menor emissão de poeira, o trabalho é silencioso e
rápido. Veja as características dos métodos de demolição controlada.
> Perfuração diamantada: feita com equipamento – elétrico ou
hidráulico – ao qual se acopla a serra-copo. É possível executar
furos que variam de 12 cm até cerca de 1,20 m de diâmetro
com profundidades ilimitadas. O tempo médio para furar uma
laje (100 mm de diâmetro x 20 cm de profundidade) é de
dez minutos. Essa técnica é utilizada em casos que requerem
ancoragem de chumbadores de grande dimensão, passagem de
dutos, entre outros.
> Perfuração percussiva: para furos de pequenos diâmetros
e profundidades. São utilizados equipamentos manuais
retropercussivos com brocas de metal duro.
> Corte de pisos e lajes com serra (flat sawing): são utilizadas
máquinas sobre rodas impulsionadas por motores a combustão
ou elétricos. A potência do equipamento e o diâmetro da serra
são determinados em função da espessura da laje ou do piso a
ser cortado. As máquinas para cortar espessuras maiores do que 15
cm ou 20 cm são autopropulsionadas.
Corte de parede com serra (wall sawing)
Esses equipamentos permitem o corte retilíneo de
aberturas e rasgos em paredes verticais e inclinadas.
Sobre um trilho fixado na superfície a ser cortada
desliza um motor (geralmente hidráulico) que
impulsiona uma serra circular com movimento de
aprofundamento e translação. Pode cortar pisos, lajes
e paredes com até 50 cm de profundidade. O tempo
gasto para cortar uma laje de 20 cm de espessura é de
cerca de dois minutos por metro.

Serras portáteis
São usadas para fazer pequenas aberturas, rasgos e cortes em
paredes finas (5 cm a 10 cm de espessura). Possuem grande
versatilidade para serviços em locais confinados ou de difícil acesso.

Solução explosiva
Demolição com explosivos é recomendada para construções de médio
e grande porte. A implosão é viável em edifícios com mais de três
pavimentos. O custo de uma implosão varia de R$ 50 mil a
R$ 120 mil e estão inclusos os gastos com mão de obra especializada,
responsabilidades, autorizações, explosivos, equipamentos e material de
proteção. Não estão consideradas nessa conta as despesas com remoção
de entulho.
Fontes: Guia da Construção 102 (jan/2010), seção Como
Comprar; Téchne 90 (set/2004), seção Solução Técnica;
Téchne 62 (maio/2002), reportagem.
Serras circulares e perfuratrizes fazem a demolição controlada. Quando a estrutura é de grande
porte e se quer rapidez, o mais indicado é a implosão
Perfuração diamantada: demolição controlada por perfuração diamantada
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76 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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DEMOLIÇÕES
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 77
DEMOLIÇÕES
78 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
DEMOLIÇÕES
DESMONTES DE ROCHA DOMOS
DUTOS
ELEVADORES
DESMONTAGEM E DEMOLIÇÃO
A demolidora Ferreira Santos executa
serviços de demolição de estruturas
diversas, tais como edificações, estruturas
em concreto armado, chaminés, silos
de armazenagem, indústrias e prédios.
Também realiza desmontagem de
estruturas metálicas ou pré-moldadas;
de rochas com uso de explosivos ou
massa expansiva.
Ferreira Santos – Demolição e Implosão
(11) 3399-2666
ferreira_santos@uol.com.br
www.demolidorasantos.com.br
DEMOLIÇÕES VARIADAS
Os serviços da Desmontec Demolições
e Terraplenagem podem ser contratados
para demolição de chaminés, edifícios
de pequeno e grande porte, estádios de
futebol, estruturas de concreto armado
em geral, altos-fornos gusa e refratários,
indústrias e prédios, pontes, viadutos e
outras obras de arte, dentre outras. Para
tanto, a empresa conta com linha completa
de equipamentos leves e pesados.
Desmontec Demolições e Terraplenagem
(11) 3259-9700
e-mail: contato@desmontec.com
www.desmontec.com
DESMONTE A FOGO
Contando com linha completa de
equipamentos, a Desmontec realiza
serviços de demolição, terraplenagem e
desmonte de rocha. Segundo a empresa,
que tem mais de 40 anos de existência,
os funcionários são treinados e trabalham
de acordo com os padrões de segurança e
qualidade vigentes no setor. A empresa é
capacitada para fazer desmonte de rocha
com uso de explosivos.
Desmontec Demolições e Terraplenagem
(11) 3259-9700
e-mail: contato@desmontec.com
www.desmontec.com
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 79
ELEVADORES ELEVADORES - ACESSIBILIDADE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
PLATAFORMA HIDRÁULICA
A Plataforma hidráulica para pessoas
com necessidades especiais da Bass
Elevadores permite ao usuário ter acesso
a níveis superiores com conforto e
segurança. O equipamento é fabricado de
acordo com as normas técnicas vigentes
e pode ser utilizado em edificações
comerciais, residenciais e industriais,
com percurso máximo de 4 m. Pode
ser instalado em vãos de escadas ou
externamente à edificação.
Bass Elevadores
(11) 3936-3663
basselevadores@terra.com.br
www.basselevadores.com.br
MOBILIDADE ELEVATÓRIA
Os elevadores e plataformas elevatórias
da Daiken são adequados para propiciar
mobilidade a edificações públicas e
particulares. Os equipamentos são
capazes de atender desníveis de até
4 m de altura. Segundo a empresa,
o processo de fabricação conta
com certificação ISO 9001:2000 e o
atendimento é feito com prazos de
entrega reduzidos devido à facilidade de
instalação das soluções.
Daiken Elevadores
(41) 3621-8417/3621-8422/3621-8074
www.daiken.com.br
80 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ESCORAMENTOS METÁLICOS
>
O
sistema de escoramento metálico é
composto por elementos de aço ou
alumínio que servem de apoio às fôrmas
para concreto com a função de sustentar as
cargas e sobrecargas da estrutura e trans-
feri-las ao chão ou ao pavimento inferior.
Os principais componentes do sistema de
escoramento são as escoras pontuais, as
torres e as vigas. As peças são distribuídas
conforme projeto e dimensionamento es-
pecíficos, e sua combinação pode variar
para atender às particularidades de cada
aplicação, seja um edifício ou uma obra de
construção pesada.
Como as peças exigem manutenção
(repintura, engraxe, troca de peças, desa-
massamento etc.), é mais comum que as
construtoras as loquem dos fornecedores.
Segundo o projetista Nilton Nazar, sócio-
diretor da Hold Engenharia, a compra dos
escoramentos pode ser viável em alguns
casos: “É um investimento alto que leva
anos para ser diluído e implica manter um
galpão para fazer manutenção, repintar, en-
graxar, trocar peças, desamassar etc. Esse
custo tem que ser levado em conta. Em
compensação, a vida útil é muito longa”.
Haroldo Miller Júnior, presidente da
Abrasfe (Associação Brasileira das Empre-
sas de Fôrmas e Escoramentos), comple-
menta: “Na locação, estão embutidos ainda
os custos de projeto, assistência técnica e
administração dos materiais. Comprar ou
locar dependerá do tipo de obra, do prazo
de utilização e da estrutura da empresa”.
COTAÇÕES DE PREÇOS E FORNECEDORES
Geralmente, o projeto de escoramen-
to é feito pelo próprio locador, portanto,
é aconselhável contratar o sistema de dez
a 15 dias antes da data prevista para o uso.
No caso de obras de grande porte, esse
prazo pode se estender para até um mês.
Deve-se exigir do fornecedor a garantia
Locação sem susto
Cuidados no recebimento e devolução das peças evitam
impasses entre locador e locatário
Normas técnicas
> NBR 15696:2009 – Fôrmas e Escoramentos para Estruturas de Concreto – Projeto,
Dimensionamento e Procedimentos Executivos
> NBR 8800:2008 – Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e
Concreto de Edifícios
> NBR 14931:2004 – Execução de Estruturas de Concreto – Procedimento
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A combinação das peças do sistema de escoramento metálico varia conforme as peculiaridades
da aplicação
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 81
<
dos equipamentos e o recolhimento da
ART (Anotação de Responsabilidade Téc-
nica) do projeto.
Segundo Nilton Nazar, no contrato de lo-
cação é importante dar atenção aos custos de
reposição de peças eventualmente danificadas
ou extraviadas. Esses valores podem ser muito
superiores ao custo de aquisição, pois levam
em conta o lucro cessante – ou seja, o extravio
ou dano do material impede a empresa loca-
dora de lucrar com outros aluguéis.
LOGÍSTICA
Embora os fornecedores de escoramentos
estejam mais concentrados nas regiões Sul
e Sudeste do País, há filiais e representantes
que atendem a todo o território nacional. Na
escolha, é importante “optar por uma em-
presa com comprovada capacitação técnica
e fornecer todos os projetos [da estrutura]
e os cronogramas de utilização de material”,
aconselha Haroldo Miller, da Abrasfe.
No transporte, os componentes de-
vem estar organizados, de preferência,
em paletes. As peças menores, de fácil
extravio e alto custo de reposição, de-
vem ser transportadas e armazenadas
em caixas ou sacos e, após a execução
de cada pavimento, recolhidas de volta
ao recipiente para prevenir perdas ao
longo da obra.
O armazenamento deve ser feito em
local fechado, com acesso controlado por
uma só pessoa – normalmente, o almoxa-
rife da obra – a fim de se evitarem furtos.
Após o uso, recomenda-se lavar as peças
para eliminar restos de concreto e arga-
massa. Engraxar as roscas é outra medida
preventiva que pode ser adotada.
RECEBIMENTO
O equipamento geralmente é reti-
rado pelo locatário no depósito do for-
necedor e deve ser contado e conferido
no ato da entrega. “Os fornecedores têm
pedido que um fiscal da construtora vá
até o depósito e acompanhe o material
até o canteiro. Se isso não for possível, o
material deverá ser conferido minucio-
samente no local da obra, com a fiscali-
zação da construtora e do fornecedor”,
adverte Nazar.
Caso haja alguma irregularidade nas
peças entregues, o fornecedor deve ser
contatado imediatamente, para que o
locatário não seja obrigado a pagar in-
devidamente por mau uso. O material
não pode apresentar soldas trincadas
nem corrosão; a pintura ou galvaniza-
ção devem estar conservadas; as roscas,
lubrificadas, e as peças não podem estar
deformadas, empenadas ou apresentar
resíduos de argamassa ou concreto.
Garantia de boa estrutura
O primeiro passo para a correta execução de estruturas de edifícios é seguir à risca o projeto de escoramento. O ajuste e
o posicionamento adequados das escoras evitam a sobrecarga de lajes e vigas nas idades mais jovens e a consequente
microfissuração do concreto. Veja, a seguir, as principais orientações:
As escoras devem estar rigorosamente
aprumadas nos pavimentos escorados.
Essa disposição evita a sobrecarga e a
deformação da laje.
Deve-se verificar se o alinhamento e o
espaçamento entre as peças estão de
acordo com o previsto em projeto.
A imobilidade das escoras e a fixação
nos painéis, longarinas e transversinas
também devem ser checadas.
Fonte: Guia da Construção 102 (jan/2010), Seção como
Comprar; Téchne 115 (out/2006), Reportagem de capa.
82 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ESCORAMENTOS
DECKS MODULARES
Segundo a Mills, o sistema tipo deck
proporciona economia de mão de
obra devido à menor quantidade de
peças por metro quadrado. Composto
por painéis modulares estruturados
em alumínio e revestidos com chapa
compensada plastificada, o sistema é
sustentado por escoras com cabeças
especiais, que permitem desenforma
sem retirada do escoramento. O peso
médio dos painéis é de 15 kg/m
2
.
Mills Engenharia
(11) 3787-4142
www.mills.com.br
MONTAGEM VOADORA
Com 40 kg/m
2
, as mesas voadoras
da Mills demandam 0,20 hh/m
2
para
montagem e desmontagem. Isso
significa que, segundo a empresa, em
uma hora, uma equipe de seis operários
desenforma, transporta e posiciona, de
forma alinhada e nivelada, até 30 m
2
de
fôrmas. O sistema é adequado para obras
repetitivas e indicado para construção
de edifícios comerciais e residenciais,
shoppings e instalações industriais.
Mills Engenharia
(11) 3787-4142
www.mills.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 83
84 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
ESCORAMENTOS ESQUADRIAS METÁLICAS
LINHA DE ESCORA
Os escoramentos da Mecan contam com
painéis com alturas e larguras variadas,
vigas metálicas e quatro opções de
escora, sendo adaptável a qualquer
projeto ou geometria de lajes, maciças
ou nervuradas. Podem ser usados em
obras prediais, construção de galerias,
grandes vãos, pontes e viadutos. A
empresa afirma que fornece memória
de cálculo e que as torres modulares
dispensam mão de obra especializada.
Mecan
(31) 3629-4000
www.mecan.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 85
86 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ESTACAS PRÉ-FABRICADAS
>
E
ntre os tipos de estacas existentes, como
as de madeira e metálicas, as pré-fabri-
cadas de concreto se destacam por serem
indicadas para grandes profundidades e
para solos moles ou com lençóis freáticos
próximos à superfície.
As estacas suportam as cargas da es-
trutura e as transferem, de forma equili-
brada, para as camadas mais profundas e
consistentes do solo.
As estacas são especificadas de acordo
com a resistência e formato, sendo obser-
vados aspectos como a carga de suporte,
seção transversal, área de ponta ou pe-
rímetro das estacas. Em relação à seção
transversal, as formas geométricas mais
empregadas são as circulares, quadradas,
hexagonais e octogonais, podendo ter área
de ponta vazada ou maciça.
As estacas também se diferenciam pelo
processo de produção – podendo ser vi-
bradas, centrifugadas, extrudadas, entre
outros tipos –, e pela armação protendida
ou passiva.
Para cargas de baixa magnitude, as
estacas vibradas protendidas maciças são,
normalmente, mais econômicas. Nos de-
mais níveis, as soluções são competitivas,
sendo importante o processo de vazamento
da estaca.
NORMAS TÉCNICAS
A NBR 6122 é a responsável pela re-
gulamentação de todos os tipos de fun-
dação, inclusive as feitas com estacas pré-
fabricadas de concreto. De acordo com a
norma, as dimensões do produto podem
ir de 15 cm a 70 cm. Porém, o compri-
mento máximo das estacas de concreto
limita-se a 12 m, para se adequar ao ta-
manho das carretas que fazem o trans-
porte das fábricas até o canteiro.
Se for preciso utilizar estacas numa pro-
fundidade maior do que 12 m, a alternativa
Fundação profunda
As estacas se diferenciam pela armação, formatos,
resistência e processo de produção
encontrada por construtores e aceita pela
NBR 6122 é emendar as peças com solda.
As antigas emendas que eram feitas por
anéis metálicos ou por luvas de encaixe tipo
macho-e-fêmea só são permitidas quando
não existem esforços de tração.
CUIDADOS DURANTE A INSTALAÇÃO
Na maioria dos projetos, a cravação das
estacas é feita pelo processo de percussão,
utilizando-se pilões de queda livre e que
tem como principal desvantagem provocar
um alto nível de vibração, podendo não
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A cravação das estacas pré-fabricadas de concreto é feita por pilões de queda livre. A vibração em
construções vizinhas deve ser avaliada
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 87
Fonte: Guia da Construção 84 (jul/2008) seção Como
Comprar; Guia da Construção 94 (maio/2009), seção Como
Orçar (Bernardo Corrêa Neto).
só perturbar a vizinhança, como também
danificar edificações do entorno.
Normalmente, por requererem mais
cuidados e técnicas específicas, as estacas
pré-fabricadas são instaladas por empresas
especializadas nesse tipo de atividade.
COTAÇÃO DE PREÇOS E FORNECEDORES
Muito mais do que escolher entre um
ou outro fabricante, o imprescindível, na
compra das estacas, é saber quais são as ca-
racterísticas e necessidades da obra, de forma
que seja adquirido o produto ideal para cada
projeto. Uma dica importante é comparar as
seções transversais das estacas ofertadas, nos
aspectos área e perímetro, antes da verifica-
ção das cargas de trabalho.
LOGÍSTICA
As estacas pré-fabricadas de concreto
são transportadas em pequenos lotes nas
carretas. O ideal é que o utilitário tam-
bém já possua guindaste para efetuar a
descarga. Não há nenhuma restrição em
relação ao seu armazenamento. No en-
tanto, o recomendado é que as datas de
entrega sejam compatíveis com o início
dos trabalhos de cravação. No recebimen-
to do material, deve ser feita uma inspeção
visual, observando-se o aspecto do concre-
to e a magnitude de possíveis fissuras no
produto. É preciso solicitar o Relatório dos
Ensaios dos Corpos de Prova referentes
ao lote das estacas fornecidas. A data de
fabricação também deve ser verificada. As
estacas só podem ser cravadas no mínimo
sete dias após a sua concretagem, para que
tenham resistência adequada aos esforços
de cravação/escavação. <
Como orçar
Saiba como estimar a quantidade de estacas pré-
moldadas de concreto armado para fundações profundas

Como estimar as quantidades de estacas de concreto,
quando as informações dos projetos ainda não estão
disponíveis? Inicialmente, é importante verificar se há
estudo de sondagem, ou pelo menos de terrenos na região.
Mas como nem sempre isso é possível, segue aqui um
roteiro prático para cálculo das quantidades dos serviços,
possibilitando uma estimativa com boa precisão.
Como em qualquer fundação, é preciso estimar o peso total da
edificação. Considerando-se 2.500 kg/m³ (peso específico do
concreto armado) x 0,2 (espessura média da laje) + sobrecarga
adotada + peso de alvenarias e revestimentos, o peso total
chega perto de 1 t/m². Ou seja, o peso da edificação, em
toneladas, é igual a sua área construída.
É necessário, também, saber a quantidade de pilares. Retirado
do projeto ou por área de influência, adote 25 m
2
, ou seja, um
pilar a cada 5 m.
n
o
de pilares =
área média
(
área média = área total
)
25 n
o
de pavimentos
Carga do pilar (Cp) =
peso da edificação
n
o
de pilares
Para fundações profundas (estacas), é importante observar os
seguintes procedimentos:
Escolha uma estaca que atenda a carga do pilar (por exemplo:
estaca f = 25 cm pré-moldada de concreto armado maciça,
cravada, com carga de 30 t a 35 t)
Vamos adotar para o cálculo blocos de 1 m x 1 m x 1 m por estaca
e considerar para escavação uma folga de 30 cm para cada lado
1 m
1

m
h = 1 m
Assim podemos calcular:
> escavação (m³) = (1,6 x 1,6 x 1,1) x (n
o
de pilares)
> lastro (m³) = 1,6 x 1,6 x 0,05 x (n
o
de pilares)
> concreto (m³) = (n
o
de pilares)
> fôrma (m²) = 4 x (n
o
de pilares)
> armação (kg) = 70 x (n
o
de pilares)
> reaterro (m³) = (escavação - lastro - concreto)
> bota-fora (m³) = (concreto + lastro) x 1,3
TABELA DE RESISTÊNCIA DO SOLO
S (KGF/CM
2
)
Rocha viva, maciça sem laminação, fissuras ou sinal de
decomposição
100
Rochas laminadas com pequenas fissuras estratificadas,
tais como: xistos e ardósias
35
Depósitos compactos e contínuos de matacões e pedras de
várias rochas
10
Solo concrecionado 8
Pedregulhos compactos e mistura de areia e pedregulho 5
Pedregulhos soltos e mistura de areia e pedregulho. Areia
grossa compacta
3
Areia grossa fofa e areia fina compacta 2
Areia fina fofa 1
Argila dura 3
Argila rija 2
Argila média 1
Argila mole, argila muito mole, aterro *
Bernardo Corrêa Neto, engenheiro civil e gerente de engenharia da PINI
88 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
ESTACAS PRÉ-FABRICADAS DE CONCRETO
ESTACAS E OUTROS
A Protendit fornece peças pré-fabricadas
utilizadas na construção industrializada,
incluindo a infraestrutura,
superestrutura, cobertura e painéis de
fechamento. A empresa possui mais de
20 modelos de peças que atendem a
variados projetos. Também desenvolve
peças projetadas de acordo com a
solicitação, que podem ser de concreto
armado ou protendido.
Telefones: (11) 2997-2133 / (17) 3214-7200
www.protendit.com.br
PRÉ-MOLDADOS
Sediada em Belo Horizonte, mas com filiais
em Candeias (MG) e Feira de Santana (BA),
a Prefaz atende o mercado da construção
civil em todo o País, produzindo, entre
outros itens, estacas para fundação.
Prefaz
(31) 3241-4111
www.prefaz.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 89
ESTRUTURAS METÁLICAS
ESTRUTURAS METÁLICAS
Há mais de 40 anos a Bandeirantes
Estruturas Metálicas disponibiliza ao
mercado opções para construções de
galpões comerciais e industriais. A empresa
possui experiência no trabalho com aço
para coberturas, mezaninos, escadas
e ambientes em projetos inovadores e
personalizados.
Bandeirantes Estruturas Metálicas
(14) 3203-1021
www.bandeirantesestruturas.com.br
90 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>FERRAGENS FIOS E CABOS
CONDUTOR FLEXÍVEL
Fornecido em rolos de 100 m ou em
bobinas, o cabo flexível de potência
0,6 da Corfio atende às especificações
da NBR 7288 – Cabos de Potência
com Isolação Sólida Extrudada
de Cloreto de Polivinila (PVC) ou
Polietileno (PE) para tensões de 1 kV a
6 kV. Trata-se de um condutor flexível
de cobre nu, têmpera mole e isolação
de PVC/A 70ºC. Tem características de
não propagação e autoextinção
do fogo.
Corfio
(49) 3561-3777
www.corfio.com.br
POTÊNCIA ECONÔMICA
As fechaduras da linha Classic 3300
Stratus, da Stam, são fornecidas em
dois tipos de acabamentos: cromado e
acetinado. Os modelos espelho, roseta
redonda e roseta quadrada contam com
versões para utilização externa, interna e
em banheiros. As chaves para os modelos
externos contam com 3.100 segredos
possíveis. A empresa é integrante do
PSQ (Programa Setorial da Qualidade) de
fechaduras.
Stam Metalúrgica
0800-024-1020
info@stam.com.br
www.stam.com
MAÇANETA PREMIADA
O design da maçaneta Infinity 901, da
La Fonte, recebeu, em janeiro de 2010, o
prêmio americano Good Design Award,
do Chicago Athenaeum. De acordo com
a fornecedora, o produto apresenta
ergonomia melhorada, com maior área de
contato, o que permite abertura mais fácil.
Além disso, devido ao formato em U, não
prende em roupas, cabos ou mangueiras.
La Fonte
0800-772-2000
e-mail: falecom@yalelafonte.com.br
www.yalelafonte.com.br
DESIGN RETRÔ
A nova linha EcoInox da Pado apresenta o
modelo Retro, em aço escovado. O design
com linhas retas vem acompanhado,
segundo a fabricante, do conceito de
ecologia que inclui processo de fabricação
sustentável, sem uso de cromo para o
tratamento de superfície. A Pado afirma
que os produtos são resistentes a fungos
e antialérgicos, adequados para regiões
litorâneas e hospitais.
Pado
0800-701-4224
www.pado.com.br
CABO
A Nambei Fios e Cabos apresenta
o Cabo Nambeinax Flex HEPR
90°C 1 kV. Condutor formado por
fios de cobre nu, têmpera mole,
encordoamento com formação
classes 4 e 5, o condutor conta com
isolação termofixa que lhe permite
operar com maior capacidade de
corrente.
Nambei
0800-161819
www.nambei.com.br
MAÇANETAS
A Altero, empresa com 25 anos
de mercado, desenvolve diversos
produtos para residências. Dentre
eles, suas maçanetas passam por um
tratamento diferenciado, recebendo
camadas extras de proteção contra
corrosão que asseguram a durabilidade
do produto.
Altero
(51) 2108-1000
www.altero.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 91
92 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FÔRMAS METÁLICAS
>
P
razos curtos e alta repetitividade de
elementos são algumas das condicio-
nantes que justificam o uso das fôrmas e
cimbramentos metálicos em obras prediais.
A julgar pelas características próprias da
solução – painéis com medidas padroni-
zadas, de fácil montagem e com alto índice
de reutilização –, o crescimento do merca-
do de habitações econômicas pode ser um
importante filão para esse produto.
Pelo menos é essa a expectativa do
setor, sobretudo para o mercado de fôr-
mas de alumínio para moldar paredes de
concreto. Embora a especificação desses
equipamentos não seja limitada a empre-
endimentos destinados à baixa renda, sua
rapidez de execução e produtividade dão
pistas do seu potencial frente aos sistemas
já consagrados nessa faixa de renda, como
a alvenaria estrutural, por exemplo.
Seja para moldar paredes de concreto
ou outros elementos estruturais, vale res-
saltar que o uso das fôrmas metálicas, de
um modo geral, deve ser previsto no proje-
to executivo. Do contrário, a alta produti-
vidade de montagem pode ser seriamente
comprometida em função da necessidade
de arremates desnecessários.
De acordo com Jefferson Dias de
Souza, diretor da Abece (Associação Bra-
sileira de Engenharia e Consultoria Es-
trutural), as fôrmas metálicas são menos
flexíveis que as de madeira, permitindo
poucos ajustes na obra. “Por essa caracte-
rística, exigem um estudo mais detalhado
do projeto”, explica. No caso do uso para
execução de paredes de concreto, é im-
portante que a arquitetura preveja vãos
padronizados, garantindo assim uma alta
velocidade de execução.
Outra etapa que exige atenção é a
Como comprar e utilizar
fôrmas metálicas
Produtividade e grande número de reutilizações são algumas das vantagens
das fôrmas metálicas. Confira as dicas para contratação e utilização
escolha do fornecedor. Antes de fechar
com a locadora, a primeira recomenda-
ção é que o construtor tenha uma visão
sistêmica da contratação que será feita.
A hipótese de escolher pelo menor custo
deve ser ponderada, sob pena de com-
prometer o desempenho estrutural da
edificação. Como destacam os especia-
listas, mais de 50% dos colapsos estru-
turais que ocorrem durante o processo
construtivo são consequências de erros
na montagem e execução das fôrmas.
Portanto, é imprescindível que a escolha
da locadora leve em conta a disponibili-
dade de equipamentos e de profissionais
habilitados para orientar e treinar a mão
de obra no canteiro.
CONTRATOS TRANSPARENTES
Uma vez que as fôrmas são alugadas,
salvo exceções, e podem não chegar ao can-
teiro em perfeito estado, é imprescindível
incluir cláusulas de indenização total e par-
cial no contrato, além de verificar e anotar
no canhoto de recebimento qual a condição
das peças recebidas. A depender da aplica-
ção, o cliente tem o direito de exigir fôrmas
em melhores condições. “Para peças apa-
rentes e fundos de laje, dou preferência para
materiais novos ou com pouco uso”, conta
Menos flexíveis que as fôrmas de madeira, as metálicas exigem um ajuste fino e preciso. A perda ou
avaria de peças também é multada pelo fornecedor
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 93
<
Conheça alguns sistemas de fôrmas para paredes de concreto
Sistema metálico com contato em madeira
Nesse sistema, os painéis metálicos são combinados a uma
chapa de compensado plastificado e estão disponíveis em
diversas medidas, permitindo a combinação geométrica em
função das mais variadas medidas de cada projeto.
Sua montagem é feita a partir do uso de escoras prumadoras,
peças para alinhamento e barras de ancoragem. Na baixa
renda, o sistema apresenta boa performance na construção de
unidades habitacionais térreas, sejam individuais ou geminadas.
Já nas edificações acima de três pavimentos, quando acoplados
a peças de enrijecimento, os painéis podem ser içados em
conjunto, permitindo maior produtividade ao sistema.
Na hora de avaliar o custo, deve-se levar em conta o grau de
repetitividade dos empreendimentos, reaproveitamento dos
painéis e equipamentos envolvidos no transporte do sistema.
Vale ressaltar que, quando usadas em edificações térreas, as
fôrmas de madeira são facilmente transportadas manualmente.
Mas, na execução de edificações mais altas, o transporte
vertical e horizontal exigirá o uso de grua ou de guindaste.
De acordo com os fabricantes, quando bem conservadas, as
chapas de compensado podem ser reutilizadas até 60 vezes.
Fôrmas de alumínio
Compostas por painéis leves de alumínio soldados nas uniões, as
dimensões dessas fôrmas são bem flexíveis e permitem diferentes
combinações geométricas.
Diferentemente dos outros sistemas (nos quais parede e laje são
concretadas em duas fases distintas), uma das maiores vantagens
desse sistema é permitir que a concretagem das paredes e das lajes
seja feita em apenas uma única etapa, agilizando consideravelmente o
processo construtivo.
A sua utilização é recomendada para unidades habitacionais de
diversas alturas (térreas, assobradadas e em edifícios verticais de até
25 pavimentos). Disponíveis no mercado apenas na opção de compra,
o uso das fôrmas metálicas se justifica, sobretudo em situações de
construções em grande escala. A aquisição nesses casos pode ser um
bom negócio, pois, de acordo com os fabricantes, as fôrmas metálicas
de alumínio podem ser reutilizadas até 1,5 mil vezes.
Os painéis, mais rígidos e mais duráveis, também permitem um
acabamento perfeito. A leveza do sistema é outro ponto que deve ser
levado em consideração na hora de avaliar a viabilidade da compra.
Graças a essa característica, dispensam gruas e guindastes, sendo
transportadas manualmente em qualquer situação de uso.
Fonte: engenheiro Ary Fonseca Jr., diretor da Signo Engenharia de Processo e consultor técnico da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).
Fontes: Construção Mercado 97 (ago/2009), seção Mesa-
redonda; Téchne 118 (jan/2007), reportagem; Téchne 155
(fev/2010), reportagem.
o engenheiro Ruy Guimarães, gerente da
Racional Engenharia, explicando que isso
evita retrabalhos, retoques e preocupação
quando da devolução. Essa preocupação é
menor quando se trata de peças revestidas
ou ocultas, como caixas d’água, por exem-
plo. Nesses casos, a aceitação de uma peça
bastante usada pode resultar em negociação
por preços mais baixos sob a alegação de
imperfeições na estrutura.
CUSTOS X PRAZO DE UTILIZAÇÃO
O custo dos sistemas metálicos em
função do prazo de utilização ainda é o
maior complicador para a sua escolha.
Mais duráveis que materiais concorren-
tes, as fôrmas metálicas suportam entre
40 e 60 reutilizações, enquanto a madei-
ra, se bem conservada, atinge 25 ciclos
de concretagem. Logo, a conta ideal para
viabilizar os sistemas metálicos – espe-
cialmente escoramentos – deve repre-
sentar um equilíbrio entre prazo e custo
ou extrapolar um desses fatores, con-
ta o projetista de fôrmas Nilton Nazar,
que afirma ser frequentemente viável
lançar mão de cimbramento metálico
em andares atípicos e nas periferias das
edificações. Nesses casos, um projeto
bem elaborado e um cronograma acer-
tado permitem locar, concretar, desen-
formar e devolver os equipamentos em
poucos dias. A conta correta envolve de-
sembolso, produtividade, qualidade do
acabamento, estabilidade dimensional,
versatilidade e eventuais incrementos
na produtividade que permitam reduzir
mão de obra.
NORMA TÉCNICA
NBR 15696:2009 – Fôrmas e Escora-
mentos para Estrutura de Concreto – Pro-
jeto, Dimensionamento e Procedimentos
Executivos (válida desde maio de 2009).
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94 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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FÔRMAS
COMPENSADO DE
REFLORESTAMENTO
A Sudati fornece o compensado
plastificado fabricado totalmente com
Pinus spp, madeira de reflorestamento
de florestas próprias da empresa. É
fornecido com as seguintes dimensões:
2,440 x 1,220 mm. Com relação à
espessura, as opções possíveis são
12, 15, 18 e 21 mm. As chapas são
revestidas com 180 g de filme fenólico
importado, o mesmo utilizado para
fôrmas de concreto.
Sudati
(46) 3263-8435
e-mail: mito@sudati.com.br
www.sudati.com.br
FÔRMAS PRÉ-FABRICADAS
A Madewal System, empresa fabricante
de fôrmas para concreto, tem em seu
portfólio a execução do marco inaugural
do trecho sul do Rodoanel Mário Covas,
em São Paulo. Para desenvolver as fôrmas
pré-fabricadas utilizadas nessa obra, a
empresa lançou mão de tecnologia 3-D de
projeto e construção de fôrmas. As chapas
do sistema da Madewal são plastificadas e
resistentes à água.
Madewal System
(19) 3441-1981
madewal@madewal.com.br
www.madewal.com.br
PAREDES COM NICHOS
Capaz de proporcionar, de acordo com
a fabricante, a execução de uma casa
por dia, o sistema construtivo Megasci é
composto por fôrmas de aço com painéis
externos e internos removíveis. A empresa
assegura, ainda, que o produto reduz em
até 25% o consumo de concreto por criar
nichos no interior das paredes. Outro
benefício do sistema seria a melhoria do
conforto térmico.
Megasci
(11) 5852-5646/9970-8668
www.megasci.com.br
FÔRMA MODULAR
Fabricadas no Brasil, as fôrmas
modulares leves da Mills suportam
entre 40 e 60 KN/m². O peso é de 33
kg/m² e os módulos têm 25,5 ou 75 cm
de largura e 75 ou 150 cm de altura. De
acordo com a empresa, a montagem
demanda 0,19 hh/m² e a desmontagem
0,11 hh/m². Ainda segundo a empresa,
a chapa de compensado de 12 mm
atinge 70 reaproveitamentos, enquanto
a estrutura metálica pode ser utilizada
300 vezes.
Mills
www.mills.com.br
PAREDES DE CONCRETO
Lumiform é o novo sistema para
construções habitacionais em paredes
de concreto em substituição à alvenaria.
A solução é composta por fôrmas em
alumínio leves, de fácil montagem, que
dispensam emendas ou rebites. Pode ser
utilizada na construção de casas, sobrados
e edifícios.
0800-282-2125
www.shformas.com.br
FÔRMA REAPROVEITÁVEL
A Atex traz com exclusividade sua linha
de fôrmas plásticas para lajes nervuradas
disponíveis em variadas dimensões, para
atender até aos vãos mais amplos. Apoiadas
diretamente sobre os escoramentos
dispensam o uso de assoalhos, reduzindo o
uso de madeira na construção.
(11) 2438-6001
www.atex.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 95
96 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FÔRMAS
FÔRMAS METÁLICAS
O sistema Rohr HF de fôrmas
metálicas para concreto apresenta
montagem simples, com poucas
peças. Segundo a fabricante, o
produto garante melhor nivelamento
e alinhamento nas juntas e emendas,
implicando um melhor acabamento.
Rohr
(11) 2185-1333
www.rohr.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 97
FÔRMAS
98 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FORROS DRYWALL
PASSO-A-PASSO > FORRO DRYWALL ESTRUTURADO
O
s forros drywall são constituídos de
chapas de gesso acartonado parafu-
sadas em perfis de aço galvanizado ou em
peças metálicas. São utilizados no acaba-
mento de ambientes e podem embutir
instalações, rebaixar tetos, além de permi-
tirem a criação de elementos decorativos.
A diferença básica entre os diversos tipos
de forros drywall está na estrutura de supor-
te às chapas e se estas são removíveis ou não.
Os forros podem ser classificados em quatro
tipos: estruturados, perfurados, armados e
removíveis. Os três primeiros são fixos, for-
mam superfícies monolíticas e são executa-
dos com chapas com bordas longitudinais
rebaixadas, que devem receber tratamento
de juntas para uniformização da superfície.
O quarto tipo, o removível, é constituído por
chapas com bordas quadradas ou tegulares.
A utilização dos forros precisa ter como
base um projeto que leve em consideração
todas as exigências e limitações da arquite-
tura, sua segurança, o grau de exposição a
que as vedações externas estarão submeti-
das e a localização de portas e janelas. Um
projeto bem-feito reduz custos e futuras
manifestações patológicas, como fissuras.
O passo-a-passo a seguir mostra a instala-
ção de um forro drywall estruturado. O forro
é montado com perfis metálicos (tabicas) fi-
xados na parede por meio de parafusos e de
tirantes chumbados no teto, onde são acopla-
dos os reguladores (ou niveladores). O perfil
metálico usado nesse caso é a tabica lisa.
A estrutura é fixada na laje superior
e nas paredes laterais por meio de guias,
perfis, tirantes e suportes niveladores. O
acabamento final e vedação das juntas são
feitos com fitas apropriadas e massa espe-
cial para esse fim. Depois, basta pintar.
As ferramentas necessárias para o ser-
viço são: martelo, alicate, trena, nível laser,
furadeira, parafusadeira, linha de marca-
ção de nível, estilete, lápis de carpinteiro,
tesoura de corte de perfis metálicos.
Instalação de forro drywall
Confira como instalar um forro drywall do tipo estruturado
Passo 1
Use a trena, o nível laser ou nível de bolha para marcar
o alinhamento da parede, determinando a localização
correta da estrutura periférica (perfis metálicos) e dos
pontos de referência, que devem estar definidos no
projeto. Corte as chapas de gesso de acordo com as
medidas especificadas em projeto. Com o auxílio de uma
mangueira de nível (foto),marque nas paredes a altura
em que o forro deve ficar. Faça também a marcação dos
cantos das paredes.
1 2
3 3
Passo 2
Marque todo o perímetro das paredes com o fio
traçante (ou de marcação) na altura em que o
forro será instalado. Depois, use a trena para
medir o comprimento da parede (foto) que
servirá para a tabica lisa (perfil metálico) a ser
fixada na parede para suporte da placa do forro.
Passo 3
Use a tesoura para corte de perfis metálicos para cortar a tabica na mesma medida das paredes. Será
necessário fazer um corte no mesmo ângulo que o do encontro das paredes, neste caso, a 45º (foto).
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 99
Passo 4
Inicie a colocação dos perfis perimetrais. Posicione a
tabica de acordo com a marcação e comece a fixá-la
com a parafusadeira na parede em todo o perímetro
marcado. Fixe as guias na parede com espaçamento
máximo de 60 cm. Em seguida, faça a marcação
para a colocação dos tirantes que sustentarão os
reguladores na laje do teto com espaçamento a cada
60 cm, em linha reta. Esses serão os suportes das
guias na laje superior. Observe o correto alinhamento
da guia superior (laje) com a guia inferior (piso).
Fonte: Equipe de Obra 21 (jan-fev/2009), seção Passo-a-Passo Orçado; Construção Mercado
83 (jun/2008), seção Como Comprar.
Passo 5
Os tirantes devem ter a mesma altura que foi marcada nas paredes com o fio de
giz ou linha traçante, ou seja, no comprimento do rebaixamento do teto. Após a
fixação dos tirantes na laje, faça a dobra do tirante e pendure o regulador na ponta.
4
5 6
7 8
Passo 6
Meça e corte as tabicas. Encaixe-as no suporte nivelador de maneira
que fiquem firmes. Ajuste o nível dos perfis na altura correta do
rebaixo do teto (foto).
Passo 7
Use a parafusadeira para unir perpendicularmente as tabicas do teto com as
tabicas fixadas nas paredes. Os parafusos devem estar distanciados a 20 cm
entre si e a 10 mm da borda. Coloque a placa de gesso e comece a parafusá-la
nas tabicas perpendiculares.
As instalações elétricas e de incêndio ficarão embutidas dentro do forro. Numa
segunda etapa, os instaladores de elétrica e de incêndio farão os cortes na
placa de gesso para puxar os fios e instalar as lâmpadas e sprinklers.
Passo 8
Aplique uma primeira camada de massa ao longo das juntas entre as chapas
de gesso. Depois coloque a fita especial para drywall sobre o eixo da junta,
pressionando com uma espátula. Aplique outra camada de massa com
desempenadeira, para um acabamento uniforme.
100 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FORROS
PRATICIDADE OCULTA
A porta de correr embutida para drywall
é o lançamento da Ananda Metais para
uso comercial e residencial. Dentre as
vantagens salientadas pela fabricante
estão a otimização de espaço e os ganhos
estéticos na integração com os projetos
de arquitetura, pois a peça fica totalmente
oculta na parede quando aberta. Seu uso é
indicado também para closets e armários.
Ananda Metais
(31) 3451-1953
www.anandametais.com.br
FIXAÇÃO SEGURA
Em PVC, o Plastilon, da Tigre, é um
sistema de fixação de estruturas de
forro que promete maior durabilidade
e resistência à ação do tempo. De
acordo com o fabricante, o material
não propaga fogo, não conduz
energia elétrica e segue as normas
de Instalação NBR 14371 – Forros de
PVC Rígido para Instalação em Obra
– Procedimento; e de Fabricação
NBR 14285 – Perfil de PVC Rígido
para Forros – Requisitos.
Tigre
0800-707-4700
e-mail: teletigre@tigre.com
www.tigre.com.br
DRYWALL
As fitas JT, da Lafarge Gypsum,
combinadas com as Massas de Rejunte
Gypsum, são utilizadas no tratamento das
juntas entre chapas em todos os sistemas
Gypsum Drywall. Fabricadas com papel
especial microperfurado, proporcionam,
segundo a fabricante, maior aderência e
praticidade ao instalador.
Lafarge Gypsum
(21) 2262-2396
www.gypsum.com.br
DRYWALL
A Placo ampliou o portfolio da linha
de placas de drywal perfuradas com o
lançamento do Rigitone Air, para utilização
em paredes e forros fixos. Seu principal
diferencial é a efetiva redução de odores
indesejáveis e substâncias prejudiciais em
ambientes internos. O efeito é obtido com
a combinação de componentes ativos de
minerais naturais.
Placo
0800-0192-540
www.placo.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 101
FORROS
102 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FUNDAÇÕES COM
HÉLICE CONTÍNUA
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ápida, silenciosa e com pouca vibra-
ção. Quando o assunto é estaca hélice
contínua, essas três características são as
mais citadas por executores, projetistas,
consultores e construtores. E é por conta
desses diferenciais que a tecnologia tem
sido largamente utilizada no Brasil.
A tecnologia também se distingue pela
disponibilidade de equipamentos de dife-
rentes torques (que permitem a execução
de estacas em terrenos com características
distintas de resistência e com profundida-
des elevadas); possibilidade de execução de
estacas de grandes diâmetros e existência
de sistemas de monitoramento e controle
de execução acoplados ao próprio equipa-
mento de escavação.
DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA
Trazida da Europa no final dos anos 80,
nos últimos anos a tecnologia se firmou no
mercado brasileiro após a importação de
máquinas, principalmente italianas, cons-
truídas especialmente para execução desse
tipo de fundação, com torque variando de
90 kN.m a mais de 200 kN.m e com capa-
cidade para executar estacas de até 32 m.
Indicada para obras de médio porte,
onde normalmente se incluem constru-
ções residenciais, comerciais e industriais,
um atrativo da hélice contínua é na pro-
dutividade. A velocidade de perfuração
pode produzir de 200 m a 400 m por dia,
dependendo do diâmetro da hélice, da pro-
fundidade e da resistência do terreno. Isso
porque após a escavação do solo – processo
executado com pouca vibração – o trado
helicoidal é retirado na medida em que o
concreto é injetado, evitando desconfina-
mento do solo.
Para monitorar a execução, o sistema
dispõe de medidor digital instalado na
Sem ruído
Conheça os principais
cuidados de contratação
e execução das estacas
hélice contínua
cabine de operação do equi-
pamento. Esse computador de
bordo, embora não exclua os
ensaios de verificação exigidos
pela norma técnica, permite
acompanhar, por exemplo, o
volume de concreto injetado, o
torque e a velocidade de esca-
vação, estabelecendo um con-
trole da qualidade adicional.
CUIDADOS OPERACIONAIS
Outra característica da hélice
contínua é permitir a execução
em terrenos coesivos e arenosos,
na presença ou não do lençol
freático, e atravessar camadas de
solos resistentes com índices de
SPT acima de 50, dependendo
do tipo de equipamento. Porém,
segundo conta Gisleine Coelho de Campos,
engenheira do IPT (Instituto de Pesquisas
Tecnológicas do Estado de São Paulo), o sis-
tema deve ser utilizado com cautela em solos
de baixa consistência abaixo do nível d’água,
como argilas moles e areias fofas.
Nessas situações, o controle do ope-
rador torna-se ainda mais fundamental,
porque se ele puxa o trado antes que o
concreto tenha ocupado todo o espaço,
podem ocorrer desmoronamentos par-
ciais na parede da perfuração e esses
Um diferencial da hélica contínua são os sistemas de monitoramento
acoplados ao próprio equipamento de escavação
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 103
<
Checklist
Cuidados na contratação
> Contrate empresas de serviços de concretagem especializadas e
indicadas pelas entidades competentes, como a Abesc (Associação
Brasileira das Empresas de Concretagem)
> Envolva o engenheiro da obra e o consultor na contratação.
> Na escolha da empresa, avalie aspectos como sondagem, fornecimento
de concreto, condições de acesso aos canteiros, etapas de execução,
equipamento ideal e suas características, capacidade de produção e
capacitação técnica da equipe de operação.
Cuidados na execução
> O uso das estacas hélice contínua deve ser previsto em projeto.
> Avalie a correta adequação do equipamento às condições do
terreno e ao perfil e porte da edificação.
> Faça corpo de prova para ruptura a fim de avaliar a perfeita
adequação do concreto.
> Porte e capacidade da bomba de concretagem devem estar de
acordo com os diâmetros das estacas.
> Informe-se sobre os traços de concreto para fundações,
elaborado por entidades especializadas (veja boxe).
Mais informações estão disponíveis em:
www.abesc.org.br/banDir_eTra.htm
Controle de qualidade
> Prova de carga estática.
> Ensaios de carregamento dinâmico.
> PIT (Pile Integrity Test), que oferece dados sobre a integridade da
estaca executada.
Normas Técnicas
NBR 6122:1996 – Projeto e Execução de Fundações (em processo
avançado de revisão)
Fonte: Construção Mercado 96 (jun/2009),
reportagem Estacas in loco; e Téchne 116 (nov/2006),
reportagem Estacas moldadas in loco.
ENTREVISTA > ARCINDO VAQUERO Y MAYOR
Os serviços de concretagem
apresentavam problemas associados
às estacas hélices. A entidade atuou
contra isso?
Identificamos, juntamente com a Abeg
(Associação Brasileira de Empresas de
Projeto e Consultoria em Engenharia
Geotécnica) e a Abef (Associação
Brasileira de Empresas de Engenharia de
Fundações e Geotecnia), a necessidade
de padronizar as especificações dos
concretos usados em determinadas
estruturas de concreto armado, aplicadas
em fundações. Disso surgiram dois novos
traços de concreto: um traço padrão
para estacas hélice contínua, conhecido no
mercado como HC, e outro para parede-
diafragma e estacas escavadas com lama
bentonítica, conhecido como SB.
Quais as vantagens dos novos traços?
Com as especificações claras e codificadas,
ficou muito mais fácil às prestadoras
de serviço de concretagem entenderem
exatamente quais eram as necessidades
dos projetistas. A criação dos novos traços
também facilitou a cotação de preços, já
que todos orçam o mesmo serviço. Com
as novas especificações, a probabilidade de
haver problemas é muito remota.
A criação dos novos
traços também facilitou
a cotação de preços
Traços de concreto para fundações
Arcindo Vaquero y Mayor
engenheiro e consultor técnico da
Abesc (Associação Brasileira das
Empresas de Concretagem)
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solos podem se misturar ao concreto. O
resultado dessa mistura é a perda total da
capacidade de suporte da estaca.
Atenção especial também deve ser
dada para a trabalhabilidade do concre-
to, que não pode entupir a bomba, muito
menos perder suas características, mesmo
após percorrer uma longa distância ao
longo do trado.
As estacas hélice contínua devem
ter especificações previstas em proje-
to que levam em conta uma série de
variáveis como a natureza, resistência
e profundidade do terreno. O dimen-
sionamento correto do equipamento e
aspectos como logística de recebimento
de concreto na obra também são itens
a serem analisados. “A execução dessas
estacas é muito rápida e demanda um
fornecimento contínuo de concreto. A
bomba de concretagem, cujo porte e ca-
pacidade devem estar de acordo com os
diâmetros das estacas, também é outro
fator a ser considerado”, explica Efraim
Zaclis, associado da ABMS (Associação
Brasileira de Mecânica dos Solos e Enge-
nharia Geotécnica) e da Zaclis, Falconi e
Engenheiros Associados.
104 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FUNDAÇÕES
TRABALHOS EM SOLO
Serviços de fundações com estacas tipo
raiz e tipo Strauss são executados pela ABC
Fundações e Geotecnia, que realiza também
ensaios de desempenho de diversos tipos,
inclusive de passivos ambientais, de
sondagem a percussão e de infiltração. De
acordo com a empresa, todas as normas
técnicas pertinentes são seguidas na
execução dos serviços.
ABC Fundações e Geotecnia
(11) 4475-7777
www.abcfundacoes.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 105
106 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
FUNDAÇÕES
EXPERIÊNCIA EM FUNDAÇÕES
A Geoesp, empresa de Americana, interior
paulista, fundada em 1979, é especializada
em geotecnia e fundações. Dentre os
serviços prestados estão estacas hélice
contínua, estaca raiz e escavada, além
de cortinas atirantadas, solo grampeado,
cravação de drenos fibroquímicos e
sondagens em solo e rocha. Conforme
afirma a Geoesp, os trabalhos prestados
procuram aliar tecnologia à experiência.
Geoesp Geotecnia e Fundações
(19) 3478-2401/3478-6607
www.geoesp.com.br
FUNDAÇÕES
A Balbino Fundações trabalha com solo
grampeado, perfuração e instalação de
chumbadores e concreto projetado via
úmida ou seca. A empresa possui
29 anos de experiência prestando
serviço especializado.
Balbino Fundações
www.balbino.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 107
108 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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FUNDAÇÕES
MONITORAMENTO DE HÉLICE
O SIMEhC é um equipamento desenvolvido
pela Compugeo para monitorar estacas do
tipo hélice contínua e segmentada. Dispõe
de tela gráfica de alta resolução; apresenta,
em tempo real, seis parâmetros gráficos
e 11 numéricos; conta com transmissão
de dados por acesso remoto, via estação
GSM/GPRS (ou por meio de pen-drive).
Compugeo
(11) 3751-0744/9115
compugeo@compugeo.com.br
www.compugeo.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 109
FUNDAÇÕES
110 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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FUNDAÇÕES
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 111
GABIÕES GALPÕES
ADMINISTRAÇÃO PREDIAL
A Retha atua no segmento de
administração, locação e venda
de galpões e áreas industriais,
trabalhando também com o conceito
de built to suit. A empresa, que presta
serviços de manutenção, vigilância,
telecomunicação e informática e
terceirização de mão de obra, afirma
que um de seus diferenciais é o foco
na redução de custos e no aumento
da qualidade de vida no ambiente de
trabalho.
Retha Imóveis e Serviços
(11) 4777-9800
retha@retha.com.br
www.retha.com.br
SOLO TRADICIONAL
Desde 1974 no Brasil, a Maccaferri,
empresa italiana com 130 anos
de existência, atua em obras de
contenção e engenharia de solos.
A empresa afirma que atua pautada
pela responsabilidade ambiental,
com respeito à técnica do setor de
engenharia ambiental. A Maccaferri
produz geossintéticos e fibras, além de
gabiões, arames e alambrados.
Maccaferri
www.maccaferri.com.br
112 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
GERADORES
ENERGIA A DIESEL
A família 6C de geradores da Cummins
Power Generation conta com modelos a
diesel, abertos ou carenados. A potência
varia entre 212 kVA e 218 kVA. São
indicados para aplicações de emergência
ou em horários de pico de consumo em
empreendimentos de portes variados. A
empresa afirma que seus geradores são
capazes de assumir cargas em menos de
10 segundos e que atingem carga nominal
em um único passo.
Cummins Power Generation
0800-701-4701
falecom@cumminspower.com.br
www.cumminspower.com.br
GALPÕES
GEOTÊXTEIS
GALPÃO SOB MEDIDA
Os galpões montados pela Projeart
têm estrutura metálica, projetadas
para serem soldadas em fábrica e
aparafusadas in loco. De acordo
com a empresa, a montagem de
um galpão de 10 mil m² leva cerca
de 100 dias, desde o projeto até a
entrega. A empresa, que atua na
região Nordeste, em Belém, Manaus
e São Paulo, atua nos segmentos
industrial e comercial.
Projeart Estruturas Metálicas
(85) 3275-1220/3250 2234
www.projeart.ind.br
GEOTÊXTEIS
Os Geossintéticos TenCate Mirafi Série
HP são geotêxteis tecidos compostos
por filamentos de polipropileno de alta
resistência. Segundo o fabricante, o alto
módulo de rigidez, a elevada resistência à
tração e a alta capacidade de confinamento
possibilitam a aplicação do produto como
reforço, filtro e na separação de materiais,
sendo ideais para o reforço de aterros
sobre solo mole.
Allonda Geossintéticos Ambientais
(11) 5501-9201
www.allonda.com
GEOTÊXTIL
Nonteck DRT, da Santa Fé, é um geotêxtil
com valores de resistência necessários
para o dimensionamento de aterros em
solo envelopado, promovendo estabilidade
em contenções com muro de arrimo, muro
a flexão e gabiões.
Santa Fé
11 6487-5700
www.feltrossantafe.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 113
GERADORES
GRADES
GRAMAS
ENERGIA ALTERNATIVA
Os grupos geradores fornecidos pela
Embraloc são destinados ao atendimento
das necessidades de empresas de
construção, do segmento de metal/
mecânica e eventos. Os equipamentos são
cabinados e silenciados com potência a
partir de 50 kVa. Segundo a fornecedora,
os equipamentos são novos, testados
e aprovados por técnicos habilitados
a partir de exigências das normas de
segurança do trabalho.
Embraloc
(81) 3471-6641
embraloc@embraloc.com.br
www.embraloc.com.br
GRADE E GRADIL
A Novo Rumo fabrica grades, projetadas
sob encomenda, para aplicação em pisos,
degraus, passarelas, mezaninos, canaletas
e estrados para operação de máquinas,
entre outras finalidades. A empresa
também fornece gradis, brises e forros. Os
produtos estão disponíveis em acabamento
pintado ou galvanizado.
Novo Rumo
(19) 3443-1405
novorumo@nrumo.com.br
www.nrumo.com.br
GRADIL
Nilofor 3D, da Belgo, são painéis e postes
galvanizados e revestidos em poliéster
por pintura eletrostática que, segundo o
fabricante, garantem excelente acabamento
e elevada durabilidade. Disponíveis nas
cores verde, branca e preta.
Belgo
0800-7272000
www.belgobekaert.com.br
GRAMA
O Maxi Rolo Itograss é um tapete natural
de grama fornecido em rolos. Ideal para
gramados esportivos, o produto é oferecido
nas dimensões 0,75 m x 40 m e, segundo a
empresa, permite reduzir o custo da mão-
de-obra e ganhar tempo no estabelecimento
do gramado.
Itograss
(11) 3534-8200
informações@itograss.com.br
www.itograss.com.br
114 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
GRUAS
>
A
grua é um equipamento de transporte
vertical de cargas usado desde a fase de
estrutura da obra até o término do fecha-
mento. Versátil, ela transporta diversos ti-
pos de materiais – aço, blocos de alvenaria,
caçambas de concreto etc. – e rivaliza com
outros aparelhos como o elevador de obra,
a minigrua e o bombeamento de concreto.
“A grua tem maior capacidade de carga e
não tem limitação de volume. O elevador,
por exemplo, não pode transportar ma-
teriais maiores do que sua cabine”, diz o
engenheiro civil Gilbert Kenj.
Outra vantagem é a possibilidade de des-
carregar o material diretamente no local de
utilização, dispensando boa parte do transpor-
te horizontal necessário em outros sistemas.
Por outro lado, o uso da grua não dispensa o
elevador, imprescindível para o transporte de
pessoas, e no caso do concreto, o bombeamen-
to ainda é a solução mais rápida. As variáveis
são muitas e a escolha do sistema de transporte
deve estar calcada no estudo criterioso da lo-
gística do canteiro, visando alcançar a melhor
combinação de equipamentos.
ESPECIFICAÇÕES
Há três tipos principais de grua: a fixa,
chumbada no solo sobre uma base de con-
creto ou um chassi metálico; a móvel, mon-
tada sobre trilhos; e a ascensional, instalada
no edifício com um mecanismo que lhe
permite subir os andares conforme os pavi-
mentos são construídos. A torre é montada
progressivamente, acompanhando a altura
do edifício, mas o tamanho final deve ser
estipulado desde a contratação.
O comprimento da lança – braço hori-
zontal – deve ser suficiente para que todos
os pontos de carga e descarga estejam sob
seu raio de ação. A capacidade de carga
varia ao longo da lança e deve ser avaliada
em conjunto com a velocidade de içamen-
to do motor. É necessário verificar ainda se
Locação de gruas
As principais orientações para especificar o equipamento,
selecionar o fornecedor e utilizá-lo em canteiro
as instalações elétricas do canteiro são su-
ficientes para alimentar a grua, levando em
conta os demais instrumentos elétricos.
COTAÇÕES DE PREÇOS E FORNECEDORES
O mercado de gruas se concentra nas
grandes capitais do País, mas é possível
contratar o fornecimento para todas as
regiões brasileiras. Como regra geral, a lo-
cação deve ser feita pelo menos três meses
antes do uso, mas a disponibilidade varia
em função da demanda.
Antes de escolher um fornecedor é
preciso verificar a situação da empresa e
do equipamento perante órgãos de fisca-
lização e pesquisar junto aos clientes da
locadora se o desempenho foi satisfatório
nas contratações anteriores. É fundamen-
tal que a construtora exija do fornecedor
a ART (Anotação de Responsabilidade
Técnica) do equipamento, da montagem
e da operação, além de incluir a grua no
seguro da obra.
CUIDADOS DURANTE A INSTALAÇÃO
O transporte da grua até o canteiro,
bem como a montagem, desmontagem e
a operação, devem ficar sob responsabili-
dade do fornecedor, ainda que ele opte por
terceirizar esses serviços. Não se aconselha
armazenar a grua para uso posterior, mas
caso a estocagem seja necessária, os cuida-
dos devem se concentrar na proteção con-
tra umidade e no empilhamento correto
das peças, levando em conta a sequência
de montagem.
Antes de efetivar a locação, é de suma im-
portância fazer um estudo logístico conside-
rando os materiais que serão transportados,
o cronograma de fornecimento, a velocidade
e capacidade do equipamento e os aparelhos
de apoio que estarão na obra.
O local de montagem deve ser estudado
no projeto do canteiro para assegurar o abas-
tecimento de todos os pontos sem interferir
em outros sist emas da obra ou em edifícios
vizinhos. O estaiamento da torre na estrutura
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 115
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Cuidados em canteiro
Checklist
3.100 kg
3.000 kg
1.100 kg
1.000 kg
Não Não
Não
Não
Não

Não deixar cargas supensas (exceto
nos casos previstos) quando a grua
não está em operação
Não passar com a carga suspensa
sobre as pessoas
Não levantar carga com área de
superfície que possa causar, ao ser
exposta ao vento, problemas de arrasto
e esforços não previstos
do prédio é um fator crítico de segurança e
merece atenção especial durante a execução.
Outro ponto chave é a manutenção
preventiva e corretiva, que deve ser inserida
no contrato de locação e tem importância
vital para o bom funcionamento não só da
grua, mas da obra com um todo. “A logís-
tica passa a ser pensada contando com o
suporte da grua, apostando em paletes e
em conjuntos de maior dimensão. Ficar um
dia sem ela vira um enorme transtorno”,
conclui Ubiraci Lemes de Sousa, professor
de engenharia civil da Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo.
Não levantar carga superior à
capacidade da grua e não ultrapassar a
velocidade indicada para a operação
Não efetuar levantamento inclinado
nem operação de arrasto de carga
Não balançar a carga suspensa para
depositá-la fora do raio de ação da grua
> O transporte, a mobilização e a operação da grua devem ficar a cargo do fornecedor ou
de equipe habilitada por ele.
> A construtora deve exigir da locadora a ART do equipamento, da montagem e da operação.
> O planejamento deve contemplar os ciclos de trabalho, a velocidade de içamento e a
capacidade de carga para evitar erros de dimensionamento.
> A posição da grua deve ser estudada para atender todas as áreas de carga e descarga
sem interferir em outros sistemas e edifícios.
> A manutenção preventiva e corretiva é fundamental e deve ser incluída no contrato de locação.
NORMAS TÉCNICAS
NR 18.14.24 – Condições e Meio Ambien-
te do Trabalho na Indústria da Construção
- Movimentação e Transporte de Materiais
e Pessoas – Gruas.
NBR 4309:2009 – Equipamentos de movi-
mentação de carga – Cabos de aço – Cui-
dados, manutenção, instalação, inspeção
e descarte.
NBR 8400:1984 - Cálculo de equipamento para
levantamento e movimentação de cargas.
NBR 11436:1988 - Sinalização manual
para movimentação de carga por meio de
equipamento mecânico de elevação.
NBR 13129:1994 - Cálculo da carga do
vento em guindaste.
Fontes: Construção Mercado 99 (out/2009), seção Como
Comprar; Construção Mercado 81 (abr/2008), reportagem
“Planejamento de peso”.
116 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
GUINDASTES
LOCAÇÃO DE GUINDASTES
A Embraloc oferece soluções para a
movimentação de cargas, como a locação
de guindastes e carretas e caminhões
Munck. Segundo a locadora, a frota é 100%
nacional, tem menos de quatro anos de uso
e é monitorada por rastreamento. Outras
linhas de produto incluem contêineres
modulados acoplados e grupos geradores
cabinados e silenciados a partir de 50 kVA.
Embraloc
(81) 3471-6641
embraloc@embraloc.com.br
www.embraloc.com.br
GUINDASTES
A Orientador Alfandegário disponibiliza
ao mercado brasileiro guindastes de
variadas capacidades de carga. Os
produtos contam com certificado de
garantia e são oferecidos em regime de
pronta entrega.
Orientador Alfandegário
(47) 3433-1720
www.orientadoralfandegário.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 117
ILUMINAÇÕES
LUMINÁRIA NATURAL
Parte da nova coleção de luminárias do
ateliê Paleolítico Arte da Terra, o abajour
artesanal Seiko reaproveita, como matéria-
prima, partes do tronco de bananeira que
costumam ser descartadas. De acordo
com a fabricante, o design dos produtos
é inspirado nas formas e nas cores da
natureza, resultando em acabamentos
rústicos e com apelo sustentável.
Paleolítico Arte da Terra
(11) 3085-1861
www.paleolitico.com.br
REFLETOR RECICLÁVEL
A versão UL15 do refletor de LED da
Refletores Universo é, afirma a empresa,
totalmente reciclável e economiza
energia, além de ter vida útil superior a
35 mil horas. Para tensões entre 100
V e 240 V, é fornecida nas cores de luz
Branco quente e Branco frio. Além disso,
o ângulo de facho é de 30
o
. A fornecedora
assegura que o produto substitui
refletores de 150 W de potência.
Refletores Universo
(11) 2589-7959/2589-7951
e-mail: vendas@universoled.com.br
www.universoled.com
FOCO CONCENTRADO
O Led de alta potência AR111, da
American General, é adequado para
iluminação de destaque e efeito para
valorização de objetos, segundo a
fabricante. Além disso, a empresa informa
que o produto, cujo ângulo do facho
é de 24
o
, apresenta baixa emissão de
calor e baixo consumo de energia. Com
potência de 10 W e tensão de 12 V, tem
temperatura de cor de 2.700 K, na cor
amarela, e de 5.500 K, na cor branca.
American General Lâmpadas Eficientes
(44) 3344-2000
e-mail: vendas@americangeneral.com.br
www.americangeneral.com.br
GUINDASTES
118 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
LUZ VERSÁTIL
Corpo em ABS resistente a impactos,
lâmpada de gás krypton – capaz de,
segundo a fabricante, aumentar o brilho em
até 70% –, resistência à água e pedestal
que permite o uso em cinco diferentes
posições. Essas são as características
da nova linha de lanternas plásticas da
Tramontina, oferecidas nos tamanhos
compacto e médio, alimentadas,
respectivamente, por duas baterias AA e
duas baterias D.
Tramontina
(11) 4197-1266
www.tramontina.com.br
LUZ ESFÉRICA
A Accord Iluminação apresenta seu
pendente Sfera duplo, em madeira. Ele
conta com duas esferas compostas de
vidro leitoso e alumínio polido. Cada
uma das esferas tem 35 cm de diâmetro
e é sustentado por cabo de aço. Essa
luminária utiliza lâmpada 2XE27 e, como
toda a linha empresa, está disponível
nos acabamentos pinus natural, café,
tabaco, marfim, imbuia, laca branca e
louro Freijó.
Accord Iluminação
(46) 3536-2342
e-mail: accord@accordiluminacao.com.br
www.accordiluminacao.com.br
MINIMALISMO FLEXÍVEL
A Femarte, fabricante da arandela
para área externa Smile, conta que
a concepção do produto obedeceu a
tendências minimalistas de design.
Assim, ela é menor em relação aos
demais disponíveis no mercado.
Permite alternar entre dois ou três
focos de luz com um único movimento.
Possui acabamento em pintura epóxi
e resistente ao tempo. Tem 7,5 cm de
largura e altura regulável entre 28,5 cm
e 31 cm.
Lustres Femarte
(11) 4016-5410/4016-5411
www.femarte.com.br
VENTILADOR E LUMINÁRIA
O Viva Oggi integra as funções de
ventilador de teto e luminária. Oferece
duas opções de iluminação e três
velocidades de iluminação, acionadas
por teclas. Conta ainda com timer para
desligamento de 30, 60 e 120 minutos.
O produto, totalmente nacional, é
fabricado em plásticos recicláveis ABS,
PP e OS e é um retângulo de 65 cm de
lado e 37 cm de altura.
Viva Vento
e-mail: vivavento@vivavento.com.br
www.vivavento.com.br
LED PARA USO GERAL
O modelo PAR 20 da linha Superled, da
Ourolux, tem 4 W de potência e pode
ser utilizado em redes com tensões de
127 V e 220 V. A fabricante informa que
seus produtos não têm mercúrio e nem
produzem luz ultravioleta. Dessa forma,
não geram calor e podem ser usados para
iluminação de objetos sensíveis. O PAR
20 é indicado para uso geral, incluindo
residências, escritórios e vitrines.
Ourolux
(11) 2172-1050
e-mail: sac@ourolux.com.br
www.ourolux.com.br
VIDROS EXCLUSIVOS
Em comemoração ao seu aniversário de 25
anos, completados em 2009, a Madelustre
traz para a Expolux o Pendente 25 anos.
Com design italiano, o produto explora a
transparência do cristal que sobrepõe vidro
de cor âmbar no mesmo formato. Os vidros
são de fabricação própria, o que permitiu a
recriação do vidro artístico de Murano, que
tem três camadas sobrepostas, permitindo
a obtenção do efeito desejado.
Madelustre Industrial Ltda.
(54) 3462-9500
e-mail: madelustre@madelustre.com.br
www. madelustre.com.br
ILUMINAÇÕES
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 119
COBERTURA TOTAL
A Exatron apresenta o sensor de presença
de teto microcontrolado SPTØNI, que pode
comandar todos os tipos de lâmpadas e,
conforme a fabricante, possui comutação
próxima de zero, o que aumenta a vida útil
dos componentes da instalação. Propicia
cobertura de 360o, com alcance de 7 m a
uma altura de 2,4 m. Permite regulagem de
tempo e conta com proteção por fusível.
Exatron Indústria Eletrônica Ltda.
(51) 3357-5050
e-mail: jonathan@exatron.com.br
www.exatron.com.br
LUMINÁRIA DE JARDIM
Para uso em jardins, a luminária Trancoso
é composta por argila, cerâmica e posta em
madeira de eucalipto tratado. A altura é de 1
m e o diâmetro de 14,5 cm. Utiliza lâmpada
PL eletrônica com 20 W de potência ou
soft com 60 W de potência. O produto
é fornecido na cor branca e, conforme a
fabricante, procura agregar valor decorativo
por meio do design.
Eliana Saliba Atelie de Cerâmica
(19) 3433-1137
e-mail: elianasaliba@terra.com.br
www.elianasaliba.com.br
ILUMINAÇÕES
120 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
IMPERMEABILIZAÇÕES RÍGIDAS
>
A
impermeabilização rígida é aquela em que
o componente, concreto ou argamassa
torna-se impermeável pela inclusão de aditi-
vos químicos, aliado à correta granulometria
dos agregados, baixa relação água/cimento
e consequente redução da porosidade do
elemento. Esse tipo de impermeabilização é
especialmente indicado para elementos não
sujeitos a trincas ou fissuras. As aplicações
mais comuns são em cortinas de contenção,
reservatórios enterrados (incluindo piscinas),
cisternas, baldrames, rodapés e subsolos, além
de áreas frias, como banheiros, lavabos, cozi-
nhas e áreas de serviço.
Há diferentes tipos de impermeabi-
lizadores rígidos. Os mais utilizados pela
construção brasileira são os cimentícios
modificados com polímeros acrílicos e os
cimentícios aditivados com substâncias
cristalizantes, que reagem com o cimento
formando cristais de silicatos que “ento-
pem” a estrutura porosa do concreto. Me-
nos utilizadas, há também as membranas
epóxi modificadas com adições, os crista-
lizantes à base de silicatos, os acrilatos de
baixa massa molecular e os novos políme-
ros bioquimicamente modificados.
ESPECIFICAÇÃO
A composição do produto tem, em
geral, o cimento como elemento determi-
nante. A impermeabilização rígida pode
ser feita com um aditivo impermeabilizante
adicionado à argamassa e que reage com
o cimento, ou, ainda, ser realizada com
produtos bicomponentes que, aplicados
na forma de pintura, formam um revesti-
mento impermeável. São compostos por
um pó (que é um cimento modificado) e
um líquido (que é um polímero). Os pro-
dutos existentes no mercado se diferenciam
quanto ao preparo do substrato, mistura e
forma de adicionar à argamassa, forma de
aplicação, cura, entre outros.
Contenção estanque
A comparação de fornecedores de serviços de impermeabilização deve
considerar idoneidade do fabricante, consumo e serviços agregados
PREÇOS E FORNECEDORES
A comparação de cotações de dife-
rentes fornecedores deve levar em conta
a idoneidade do fabricante, consumo e
prestação de serviço agregado ao preço,
como, por exemplo, a assistência técnica.
Devem estar inclusos no serviço de aplica-
ção do produto o projeto e a fiscalização,
um memorial descritivo com partes im-
permeabilizadas para que o usuário tenha
ciência e não perfure a impermeabilização.
As condições de pagamento dependem do
fabricante e/ou fornecedor e o prazo de
entrega também varia muito. É fundamen-
tal o planejamento na obra.
CUIDADOS DURANTE A INSTALAÇÃO
Os cuidados para garantir o melhor de-
sempenho do produto começam no proje-
to, que deve prever todas as interferências.
O sistema rígido tem sua principal apli-
cação na fundação, pisos em contato com
solo (umidade do solo), paredes de encos-
ta (pressão unilateral) e piscina enterrada
(pressão bilateral). É necessário preparar a
superfície conforme solicitação do produto
e seguir a especificação do fabricante, prin-
cipalmente quanto ao consumo, tempo de
secagem e proteção mecânica. Sobretudo
em reservatórios e piscinas, um ponto críti-
co são as juntas frias, junção entre piso e pa-
rede. Cantos e arestas, pontos de concentra-
ção de tensões que favorecem o surgimento
de fissuras, devem ser arredondados com
um raio máximo de 8 cm. O traço da arga-
massa é outro ponto que merece atenção. A
granulometria precisa ser bem distribuída,
o diâmetro máximo do agregado deve ser
de 3 mm e, em geral, utiliza-se a proporção
1:2 ou 1:3 de cimento-areia. O desempe-
nho do produto depende da mão de obra,
portanto é preciso verificar a experiência
do aplicador.
Todos os produtos que fazem a im-
permeabilização rígida são fáceis de
aplicar, vêm prontos ou semiprontos de
fábrica e demandam a mesma mão de
obra que normalmente seria empregada
no preparo de uma argamassa conven-
cional. Projetos de impermeabilização
desenvolvidos em compatibilização com
os demais projetos também são desejá-
veis, sobretudo para evitar improvisações
e desperdícios durante a obra.
REQUISITOS DE QUALIDADE
A argamassa que receberá o aditivo
deve ser composta de cimento novo e areia
média, sem materiais orgânicos. A água
deve ser de qualidade conforme norma
vigente. A embalagem do produto deve
conter a denominação comercial, tipo e
efeitos principais, identificação do lote do
fabricante, dosagem recomendada, modo
F
O
T
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S
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O

S
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A
R
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I
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 121
<
Argamassa impermeável
de adição à argamassa, condições e prazo
máximo de armazenamento, cuidados no
manuseio, primeiros socorros e composi-
ção básica.
LOGÍSTICA
Cada produto possui uma ficha chamada
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança
de Produtos Químicos), além do manual téc-
nico. Ao receber o material, deve-se conferir
na nota fiscal os dados da empresa, descrição
do produto e quantidade.
Verificadas essas informações, o produto
pode ser destinado ao armazenamento,
que deve ser feito em local coberto, fresco,
seco e ventilado.
NORMAS TÉCNICAS
A norma que rege a seleção e projeto
da impermeabilização é a NBR 9575/2003.
Os procedimentos para execução e imper-
meabilização são normatizados pela NBR
9574:2008 – Execução de Impermeabiliza-
ção. Há também outra importante norma
técnica: a NBR 11905 – Sistema de Im-
permeabilização Composto por Cimento
Impermeabilizante e Polímeros.
Em uma superfície limpa, isenta de graxas,
óleos, nata de cimento e partículas soltas, aplicar
chapisco de cimento e areia grossa. A espessura
da camada vai depender do método empregado
para aplicação (colher ou rolo). Nessa etapa
pode ser acrescido à massa do chapisco
um aditivo polimérico para prover maior
aderência e plasticidade.
Preparar o impermeabilizante de acordo com as
instruções do fabricante (em geral, misturando
com água potável e homogeneizando)
e adicionar a solução à argamassa de
revestimento. Fazer a mistura
em betoneira.
Depois de 24 horas da aplicação do chapisco,
aplicar a argamassa impermeável preparada de
acordo com o traço indicado pelo fabricante.
Deverão ser aplicadas de duas a três camadas
de revestimento com 1,0 a 1,5 cm de
espessura cada. A aplicação deve ser feita
com desempenadeira de madeira ou colher de
pedreiro. A segunda camada deverá ser
aplicada após a anterior ter “puxado” (intervalo
máximo de seis horas).
A última camada deve ser realizada com
desempenadeira de madeira. Para evitar a retração
da argamassa, realizar cura úmida por no mínimo
72 horas após o endurecimento da argamassa.
Dica: Como se trata de um sistema de
impermeabilização rígido, eventuais fissuras não
poderão ser absorvidas elasticamente. Portanto,
não é recomendada a aplicação da argamassa
impermeável imediatamente após a desenforma,
mas apenas sobre o concreto lançado há, no
mínimo, duas a três semanas.
Fontes: Téchne 115 (out/2006), seção impermeabilização;
Construção Mercado 66 (jan/2007), seção Como comprar.
Saiba como impermeabilizar fachadas e muros com sistema formado por aditivos de ação
hidrofugante para concreto e argamassa (estearatos, silicatos etc.)
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1
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122 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
IMPERMEABILIZAÇÕES
IMPERMEABILIZANTE SINTÉTICO
A Bianco, da Vedacit, é uma resina
sintética que visa proporcionar aderência
das argamassas a diversos substratos.
Além disso, segundo a fabricante,
aumenta a impermeabilidade e evita
retração dos materiais, podendo ser
aplicado em áreas internas e externas
sujeitas à umidade. É fornecida em
baldes de 18 kg, galões de 3,6 kg, potes
de 1 kg ou tambores de 200 kg.
Vedacit
(11) 2902-5555
www.vedacit.com.br
PROTEÇÃO INVISÍVEL
O Sikalastic 490 T proporciona proteção a
pisos sem alteração da aparência, segundo
o fabricante. Trata-se de uma camada
de poliuretano que forma uma película
protetora elástica que, sem emendas,
protege, restaura e impermeabiliza
varandas, terraços e espaços abertos. A
película é resistente aos raios UV e, de
acordo com a empresa fornecedora, não
amarela nem trinca. Adere a diversos tipos
de piso e é de fácil aplicação.
Sika
(11) 3687-4600
e-mail: consumidor.atendimento@br.sika.com
www.sika.com.br
IMPERMEABILIZAÇÃO A FRIO
O Anchorflex Max, da Anchortec, é
uma manta líquida elastomérica para
impermeabilização de coberturas. O
produto tem base em resina acrílica e é
aplicado a frio. Quando curado, forma
uma membrana elástica. De acordo com
a fabricante, apresenta alta durabilidade e
resistência a intempéries, além de baixa
retenção à fuligem. É fornecido em várias
cores e pode ser utilizado em coberturas
sem trânsito.
Anchortec Industrial e Comercial Ltda.
(11) 4791-9900
www.anchortec.com.br
APLICAÇÃO A FRIO
A Denver Impermeabilizantes apresenta
a solução asfáltica de alta performance
à base de asfalto oxidado diluído em
solventes apropriados para aplicação a
frio. Trata-se da Denvermanta Primer,
recomendada para aderência de mantas
asfálticas em diversos substratos. A
fabricante afirma que o produto atende
à NBR 9686:2006 – Solução e Emulsão
Asfálticas Empregadas como Material de
Imprimação na Impermeabilização.
Denver Impermeabilizantes
(11) 4741-6000
www.denverimper.com.br
MANTAS E OUTROS
A Betumat atende ao mercado técnico da
construção civil desde 1968, produzindo
diversos tipos de impermeabilizantes como
mantas asfálticas, soluções asfálticas
e elastoméricas, asfaltos oxidados e
elastoméricos, argamassas poliméricas,
resinas termoplásticas, fitas anticorrosivas,
fitas aluminizadas e autoadesivas. A
empresa inaugurou recentemente um novo
centro de distribuição em São Paulo.
Betumat
(71) 3118-2000
comercial@betumat.com.br
www.betumat.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 123
IMPERMEABILIZAÇÕES
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
SEGURANÇA INTEGRADA
A função do VitaWatt é proporcionar
segurança a instalações elétricas por meio
de proteção contra sobrecargas e curtos-
circuitos. Tem oito saídas para circuitos
parciais e destina-se a habitações de
pequeno e médio porte, com cerca de 60
m², ou a comércios e flats. Tem cinco anos
de garantia e integra disjuntor de entrada,
do dispositivo DR, das saídas de circuito e
do quadro num único equipamento.
Schneider Electric Brasil
0800-728-9110
www.schneider-electric.com.br
CONTROLE TOTAL
Acessório do sistema de automação
residencial MyWay, da Domótica, o
interruptor eletrônico tem LEDs indicadores
de acionamento e botões em alto-relevo.
Permite ajuste das intensidades luminosas,
posição de persianas e acionamento de
dispositivos. A instalação utiliza dutos
convencionais de instalações elétricas e
é fornecida nas dimensões padrões de
caixas, nos formatos 2 x 4 e 4 x 4, com
até seis circuitos.
Domótica
(11) 3285-4629
www.sistemamyway.com.br
FIOS E CABOS
A Sil obtém seus fios e cabos para
instalações elétricas com tensões de até 1
kV por meio da transformação do cobre de
alto grau de pureza e do cloreto de polivinila
(PVC). Todos os produtos isolados são
submetidos a um teste contínuo de alta
tensão (5.000 V a 17.500 V), com o intuito
de assegurar uma isolação isenta de falhas,
ainda que invisíveis a olho nu.
Sil
(11) 3377-3333
www.sil.com.br
124 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
ISOLANTES TÉRMICOS E ACÚSTICOS
ISOLAMENTO LEVE
A Knauf do Brasil lança a chapa de
gesso com aditivos especiais Safeboard,
desenvolvida para blindagem antirradiação
e indicada para uso em áreas de
diagnóstico por raio-X e salas de radiologia.
A fabricante informa que o produto
apresenta também resistência ao fogo e
isolamento acústico, além de proporcionar
economia na construção por eliminar os
resíduos de chumbo dos isolamentos
convencionais.
Knauf do Brasil
www.knauf.com.br
ISOLANTE DE PET
O Isosoft é um isolante termoacústico
que pode ser aplicado em pisos, paredes,
coberturas e telhados. O diferencial,
segundo o fabricante, é a sua composição
em lã de PET, material obtido pela
reciclagem de garrafas de plástico.
Trisoft
(11) 4143-7900
www.trisoft.com.br
ISOLAMENTO ACÚSTICO
Sonex Nova Fórmula, da Illbruck-
Sonex, é uma placa perfilada de espuma
de poliuretano autoextinguível que
proporciona grande absorção acústica.
Disponível em placas de 1 m x 1 m
de 20 cm a 75 cm de espessura.
Illbruck-Sonex
(11) 4072-8210
illbruck@illbruck.com.br
www.illbruck.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 125
LAJES LAJES PRÉ-MOLDADAS LAJES PROTENDIDAS
LAJE PROTENDIDA
As lajes protendidas da Tatu Pré-
moldados, de acordo com a fabricante,
proporcionam maior facilidade de
montagem e ganhos de produtividade,
pois o sistema reduz e pode até eliminar
o uso de escoramentos, reduzindo
também os gastos com cimbramento
e mão de obra. Ainda segundo a
fabricante, as lajes são produzidas
sob um rígido controle de qualidade
e o consumo de concreto para seu
capeamento é de 15% a 20% menor que
o das lajes tradicionais.
Tatu Premoldados
(19) 3446-9000
www.tatu.com.br
LAJE PRÉ-MOLDADA
A pré-laje, também classificada como
laje pré-moldada comum, possui
largura de 25 cm ou 31 cm e
suporta sobrecarga máxima de
500 kg/m
2
. Oferece, segundo o
fabricante, rapidez na montagem e
economia de mão de obra devido
à sua superfície acabada. Não
necessita de revestimento, é treliçada
e pode ser maciça ou nervurada,
aliviada com EPS (isopor).
Premac
(91) 3204-5678
www.premac.com.br
126 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LAJES TRELIÇADAS
>
L
ajes treliçadas são placas pré-moldadas
de concreto armado compostas por ar-
mações de treliça de aço corrugado. Usadas
como reforço e suporte para lajes, descar-
tam a necessidade da montagem de tabla-
dos de madeira sobre os quais convencio-
nalmente se faz a concretagem, reduzindo
o consumo de fôrmas – que, nesse caso, são
usadas apenas para o posicionamento das
escoras. Com isso, o sistema aumenta a fra-
ção de industrialização da obra e o desem-
penho em termos de velocidade executiva,
geometria e custos de mão de obra.
ESPECIFICAÇÕES
A especificação técnica do produto de-
pende da capacidade de suporte da laje a
ser executada. Quanto maior a resistência
almejada, maior será a altura da treliça e o
diâmetro dos fios inferiores das placas. Exis-
tem lajes treliçadas por vigotas e por painéis.
As primeiras possuem uma sapata de con-
creto – em geral de 10 cm de largura por 3
cm de altura – onde é posicionada a armação
treliçada. Essas vigotas são complementadas
por enchimentos (blocos de EPS, cerâmicos
ou de concreto) que formam o piso da laje –
uni ou bidirecional. Já as lajes treliçadas por
painéis possuem uma sapata de concreto a
partir de 25 cm. Os painéis são colocados
lado a lado e a configuração final é similar a
uma laje de concreto maciça.
Como todo produto técnico, a compra
das lajes treliçadas deve ser objeto de especi-
ficação por profissional especializado, nesse
caso o projetista estrutural. Segundo o pre-
sidente da Abece (Associação Brasileira de
Engenharia e Consultoria Estrutural), Mar-
cos Monteiro, um erro comum é especificar
apenas a altura da laje, deixando a cargo
do fornecedor a definição do dimensiona-
mento das placas. Porém, como o desem-
penho da estrutura depende do conjunto
de elementos que a compõe e não de itens
Pré-laje prática
Especificações do aço, bitolas da barra e da treliça
dependem da capacidade desejada para a laje
Checklist
> Há lajes com faixas de pequena largura, incorporando apenas uma linha de treliças,
e placas mais largas que podem tomar até toda a largura da laje projetada.
> Existem dois tipos de laje treliçada: aquelas compostas por vigotas treliçadas e as
compostas por painéis treliçados.
> Lajes treliçadas podem ser encontradas em todo território nacional, devido à
produção das armações treliçadas pelas grandes siderúrgicas.
> O desempenho das lajes depende de um projeto adequadamente dimensionado
e detalhado.
> No descarregamento deve-se cuidar para que as peças sejam transportadas por
meio dos pontos de apoio recomendados pelo fabricante.
isolados, é necessário que o projetista espe-
cifique também o tipo de treliça desejado
e, se necessário, armaduras adicionais para
compor a vigota ou painel treliçado. Além
disso, o projeto deve conter as armaduras
complementares que garantem a ancora-
gem, armaduras negativas e, quando for o
caso, armadura de capeamento.
Na compra, Francisco Graziano, mestre
em engenharia de estruturas pela Poli-USP
(Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo), recomenda também checar se o co-
brimento cumpre as normas e especificações
de durabilidade (cobrimento, f
ck
, resistência
do concreto, fator água/cimento, deformabi-
lidade etc.); se a capacidade da laje é adequada
às solicitações de projeto e se os arranques
previstos na produção são compatíveis ao
bom funcionamento da estrutura. Ou seja:
“uma boa dose de conversa entre projetista
e fabricante, detalhando o que é importante
para aquela obra específica, é condição”, diz.
COTAÇÃO DE PREÇOS E FORNECEDORES
Um projeto detalhadamente especifi-
cado não apenas facilita a compra de laje
treliçada pela área de suprimentos, como
também torna mais transparente a compa-
ração de preços entre diferentes fornece-
dores, já que todos deverão orçar a mesma
especificação. O mesmo não ocorre quan-
do os dimensionamentos são feitos pelos
fornecedores e critérios não adequados
de projeto são utilizados. Para situações
como essas, a dica é comparar o que cada
fornecedor está propondo como solução,
e não apenas o preço. “Deve-se analisar,
M
A
R
C
O
S

L
I
M
A
Os painéis treliçados com preenchimento de
blocos de EPS são alternativa para redução do
consumo de fôrma
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 127
Fontes: Guia da Construção 96 (jun/2009), seção Como Comprar;
e Téchne 149 (ago/2009), reportagem “Meio a meio”.
<
Tipologias comuns
Normas técnicas
em especial, a armação treliçada que está
sendo proposta por cada concorrente e, no
caso de diferenças de especificação, ques-
tionar como aquele dimensionamento foi
mensurado”, diz Monteiro. Segundo ele,
é comum encontrar diferenças de preço
em painéis treliçados, cuja largura (25
cm, 30 cm, 35 cm etc.) varia conforme
o fabricante. Em geral, como os painéis
são vendidos por metro quadrado, fa-
bricantes que comercializam produtos
com larguras maiores oferecem preços
> NBR 14862:2002 – Armaduras Treliçadas Eletrossoldadas – Requisitos
> NBR 14859-1:2002 – Laje Pré-Fabricada – Requisitos – Parte 1 – Lajes Unidirecionais
> NBR 14859-2:2002 – Laje Pré-Fabricada – Requisitos – Parte 2 – Lajes Bidirecionais
> NBR 14860-1:2002 – Laje Pré-Fabricada – Pré-Laje – Requisitos – Parte 1 – Lajes Unidirecionais
> NBR 14860-2:2002 – Laje Pré-Fabricada – Pré-Laje – Requisitos – Parte 2 – Lajes Bidirecionais
> NBR 15522:2007 – Laje Pré-fabricada – Avaliação do Desempenho de Vigotas e Pré-
lajes sob Carga de Trabalho
melhores, pois contabilizam menos aço
por metro quadrado de laje.
Na hora de comparar preços também é
importante levar em conta a necessidade de
escoramento e a quantidade especificada; a
deformabilidade do produto; o cobrimento
da armadura e classe do concreto utilizado
e, por fim, a largura da régua de concreto.
LOGÍSTICA
Quando o produto é entregue na obra, é
importante verificar se as dimensões da base
de concreto e a armação treliçada seguem as
especificações contratadas. No descarrega-
mento, deve-se cuidar para que as peças sejam
transportadas por meio dos pontos de apoio
recomendados pelo fabricante.
A atenção às bases das lajes também
se ajusta ao armazenamento. As placas
devem ser armazenadas sobre calços, nas
distâncias recomendadas. Por serem feitas
com fios trefilados, as treliças sofrem um
processo de oxidação mais acelerado que o
aço de construção, o que não é prejudicial
em períodos curtos de armazenagem.
CUIDADOS DURANTE A EXECUÇÃO
Na execução das lajes, os principais cui-
dados se voltam para o posicionamento das
escoras (com espaçamentos adequados para
a laje que será concretada), das armaduras
complementares e a vibração adequada
da concretagem. Para algumas ocasiões,
Graziano pondera que a aplicação das lajes
pode ser postergada à etapa de execução
da estrutura. Segundo ele, “o bom desem-
penho da execução do serviço depende do
cumprimento das especificações de projeto,
do manuseio e da consolidação do elemen-
to pré-fabricado aos moldados in loco, de
forma a obter-se monolitização das ligações
especificadas para dar apoio à laje”.
A adequada resistência e durabili-
dade do elemento estrutural, bem como
deformações e vibrações conformes, de-
pendem, segundo especialistas, de um
projeto adequadamente dimensionado
e detalhado, um posicionamento de es-
coras compatível com os elementos pré-
moldados que estão sendo utilizados e,
tão importante quanto os anteriores, uma
cura cuidadosa do concreto.
Painel treliçado produzido em canteiro
> Essas pré-lajes são produzidas em
usinas montadas no próprio canteiro de
obra (canteiro remoto).
> Podem ser parte integrante de um
sistema de paredes portantes.
> Recebem armadura interior e apresentam
a superfície rugosa para garantir aderência
total da concretagem superior.
> De acordo com o projeto, podem
incorporar nichos para a passagem de
tubulações e dutos.
> Funcionam na fase transitória
de montagem como fôrma para o
capeamento de consolidação.
> Principais campos de aplicação:
edifícios residenciais com maior grau
de repetição.
Elemento de
enchimento
b
v
b
w
H
h
f
Treliça
Armadura
de reforço
Armadura
com tela
eletrossoldada
Laje pré-fabricada
de concreto
1
2
5
c
m
C
o
m
p
r
i
m
e
n
t
o

v
a
r
i
á
v
e
l
3 a 4 cm
Fonte: www.abntcatalogo.com.br
Painel treliçado com EPS
> Assim como as lajes treliçadas
tradicionais, essas pré-lajes
permitem reduzir a quantidade de
pilares e vigas
> Como principal vantagem tem a
leveza, em função do uso do EPS,
utilizado como enchimento e com
baixa densidade (cerca de
18 kg/m³). Com isso, diminuem-
se as cargas da fundação, pilares
e vigas de apoio
> Parte inferior contínua,
podendo eliminar revestimentos
convencionais, como chapisco,
emboço e reboco
> Suportam cargas de até
1.000 kgf/m
2
> Principais campos de aplicação:
edifícios residenciais, comerciais
e industriais
128 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
LAJES TRELIÇADAS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 129
LAJES TRELIÇADAS
ARMAÇÕES
A Mediterrânea atende a todas as
etapas de construção de lajes treliçadas,
fornecendo desde o software de cálculo
desses elementos estruturais até o
fornecimento das peças. A empresa
apresenta a MD-616, máquina de
fabricação de armações treliçadas.
De acordo com a empresa, o produto
apresenta alta produtividade e baixa
manutenção, com agilidade nas
mudanças de altura.
Mediterrânea
(19) 3729-6600
www.mediterranea.com.br
130 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
LOJAS
CÂMERA ANALÓGICA
A Carmehil oferece a câmera analógica
HM-480 (foto) para uso externo, com
zoom óptico de 22 x e zoom digital
de 10 x. O equipamento tem ajuste de
foco automático, rotação de 360º, 128
posições de preset, DDS Digital Slow
Shutter, Day & Night (ICR) e protocolo
de comunicação (RS-485): Pelco-D,
Pelco-P. A empresa comercializa
também a câmera LP WV-NP244,
com CCD de 1,3”, sensibilidade 1.1
lux (color) F 1.2 e resolução 640 x
480 e 320 x 240. Aceita cartão SD
para armazenamento de imagem.
Alimentação 12Vdc e POE.
Carmehil
(85) 4008-6666
www.carmehil.com.br
MADEIRA PARA CONSTRUÇÃO
CIVIL
A Atlanta fornece diversos tipos de
materiais para construção, entre
eles, os tabuados de cedrinho
com certificação do Ibama (DOF).
De acordo com a empresa, o
produto pode ser utilizado na
construção civil desde as fundações
até a última laje, e pode ser
aplicado em diversos sistemas
– por exemplo, na confecção de
caixarias, bandejas, andaimes e
escoramentos.
Atlanta Materiais para Construção
(11) 3648-3388
www.atlantanet.com.br
ADESIVO PARA CHAPISCO
A F. Pinheiro comercializa o adesivo
para chapisco Bianco. Trata-se de uma
resina sintética de alto desempenho que,
de acordo com o revendedor, garante
a aderência das argamassas a diversos
substratos, aumenta a impermeabilidade,
evita a retração e ainda confere maior
elasticidade, resultando em maior
resistência ao desgaste e aos choques.
Pode ser usado em áreas externas e
internas, inclusive nos espaços sujeitos à
umidade.
F. Pinheiro Material para Construção Civil
(11) 2066-1313
www.fpinheiro.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 131
LOJAS
132 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
LOUÇAS E METAIS MANGUEIRAS E TUBOS
LINHA CLÁSSICA
A torneira de metal para lavatório 1198, da
Real Metal, apresenta sete diferentes tipos
de acabamento para o registro. O produto,
que faz parte do catálogo tradicional e que
está na Feicon, é uma bica móvel acetinada.
Possui, ainda, acessórios cromados em
metal com cruzeta c-31.
Real Metais
(44) 3425-8800
www.realmetais.com.br
PIA DUPLA
A Ghel’Plus apresenta a pia Dubai
Full, disponível nos comprimentos
de 1,80 m e 2,00 m. O produto, que
tem forração em concreto celular,
tem duas cubas com 135 mm de
profundidade e furo de 35 mm
para torneira. Além disso, o design
do escorredor é novo e o espelho
traseiro é quadrado. A pia é fornecida
com tapa-furo de torneira. A empresa
é certificada com ISO 9001/2000.
Ghel’Plus
(46) 3547-8300
www.ghelplus.com.br
BANHO CONTROLADO
Dentre as características da Ducha Spot
8T está a regulagem de temperatura ao
alcance das mãos do usuário, possibilitada
por haste extensora. Conforme a
ThermoSystem, empresa que fabrica o
chuveiro, é possível selecionar dentre as
oito temperaturas disponíveis com a ducha
em funcionamento. A Baby Ducha que
acompanha o aparelho tem jato obediente
que pode ser regulado de acordo com a
altura da criança.
ThermoSystem
(48) 3621 0500/0800-648-0500
e-mail: sac@thermosystem.com.br
www.thermosystem.com.br
BACIAS E LAVATÓRIOS
Uma das novidades da Eternit em 2009
é a entrada no segmento de louças
sanitárias, ampliando sua atuação no
mercado da construção civil. A linha
Alina é composta por bacia, caixa
acoplada, lavatório e coluna.
Eternit
(11) 3038-3838
www.eternit.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 133
MÃO DE OBRA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
PERFURATRIZ MULTIUSO
A perfuratriz hidráulica SM-14 possui
engenharia modular e foi produzida
especialmente para a execução de estaca
raiz, poços artesianos, sondagens,
“Jet Grouting” e ancoragens. Segundo
a Soilmec, empresa fabricante, o
equipamento pode acoplar diferentes
acessórios e se adaptar a inúmeras
condições geológicas, utilizando cabeças
de rotação, com câmbio, além de martelo
“vibro-rotary”, “top hammer”
e dupla cabeça.
Soilmec
(11) 4082-2849
soilmec@soilmec.com.br
www.soilmec.com.br
CENTRAL DE CONCRETO
Com um sistema de pesagem de
agregados e cimento, a central de
concreto da Weiler garante controle
de umidade, transporte e escoamento
de concreto e maior tempo útil de
pás e engrenagens, de acordo com o
fabricante. Os modelos contam com
automatização avançada e capacidade
de 750 a 4.500 l de volume.
WHC - Weiler C. Holzberger
(19) 3522-5903/4
weiler@weiler.com.br
www.weiler.com.br
REGISTRO PRECISO
Em conformidade com a Portaria 1.510
do Ministério do Trabalho, o relógio
de ponto Printpoint II possui sistema
de impressão em papel térmico, com
capacidade de imprimir até seis mil
tickets com uma bobina. Conta com
sistema de guilhotina opcional, entrada
para pendrive e memória permanente
de dados capaz de armazenar mais de
dois milhões de marcações. Pode ser
fornecido em versão biométrica.
Dimep
(11) 3646-4000
www.dimep.com.br
134 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
TRABALHO ELEVADO
Trabalhos de instalação, manutenção
e decoração em alturas elevadas
podem ser realizados com os produtos
comercializados pela NewMaq Locadora.
A novidade é a plataforma de trabalho
aéreo do tipo tesoura, que, de acordo com
informações fornecidas pela empresa,
dá mais estabilidade e segurança aos
trabalhadores. A New Maq fornece o
produto para locação ou compra.
New Maq Locadora
(11) 2943-9465/2943-7443/2943-0352
e-mail: newmaq@newmaqlocadora.com.br
www.newmaqlocadora.com.br
TRANSPORTE EM CANTEIRO
Com formato quadrado, alternativo às
giricas convencionais para a construção
civil, a girikinha da Scanmetal tem
capacidade para transportar até 100 l.
Possui, ainda, eixo maciço, roda em
chapa de aço com rolamento blindado,
pneu industrial e é confeccionada em
chapa 1,5 mm. A empresa fabrica, ainda,
o carrinho para carregamento de blocos
com capacidade para 250 kg e o girikão
multiuso.
Scanmetal Soluções Construtivas
(11) 2797-7226
www.scanmetal.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 135
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
136 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
MATERIAIS HIDRÁULICOS
VEDAÇÃO TRANSPARENTE
Indicado para vedação de boxes, pias,
esquadrias, colagem de espelhos
e policarbonato, o adesivo selante
Brascoved Neutro tem composição
à base de silicone. O selante é
transparente, contém fungicida e,
afirma a fabricante, não é corrosivo.
Lançamento da Brascola, o produto
faz parte da linha Brascoved,
que é fornecida em embalagens
biodegradáveis.
Brascola
0800-770-2660/(11) 4176-2069
e-mail: info@brascola.com.br
www. brascola.com.br
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
REGISTRO TOTAL
Com revestimento em pó epóxi
eletrostático e passagem integral
sem cavidade de encunhamento,
a válvula de gaveta Euro 20, da
Saint-Gobain Canalização, segue os
requisitos da NBR 14968 – gaveta
de ferro fundido nodular com
cunha emborrachada. Os produtos
contam com cunha revestida de
borracha que, segundo a empresa,
proporciona eliminação de perdas de
água com menor torque de manobra.
Saint-Gobain Canalização
0800-026-8826
www.saint-gobain-canalizacao.com.br
RECICLAGEM EM CANTEIRO
Com 1,5 m de largura, 2 m de altura
e 7 m de comprimento, a trituradora
Verbam é capaz de processar de 4 t/h
a 10 t/h de entulho com granulometria
de 6 mm a 50 mm. De acordo com a
empresa, o equipamento tritura todo
tipo de pedra e resto de obra, incluindo
concreto com armação de ferro. Com
o uso de peneiras, a Verbam afirma ser
possível produzir pedras de diversos
tamanhos.
Verbam
(51) 3033-3133
www.verbam.com.br
ACABADORA DE PISO
A Weber MT apresenta a acabadora
de piso PG90, equipada com motor
quatro tempos Honda de 9 HP, movido
a gasolina. O equipamento, que
pesa 85 kg, conta com quatro pás
e funciona em regimes de 60 a 121
rotações por minuto. O consumo de
combustível, indica a fornecedora, é
de 1,5 l/h. Como opcionais é possível
escolher o disco de acabamento e o
motor elétrico trifásico de 5 cv.
Weber MT
(51) 3587-3044
www.webermt.com.br
TRANSPORTE SEGURO
Os serviços de içamento, movimentação
e transporte de cargas prestados pela
Embraloc são realizados com frota
totalmente nacional, composta por carretas
e caminhões Munck, além de guindastes de
médio porte. Os equipamentos da empresa
têm menos de quatro anos de uso e são
monitorados e rastreados. A Embraloc
fornece, também, apoio operacional com
equipe especializada.
Embraloc
(81) 3471-6641
embraloc@embraloc.com.br
www.embraloc.com.br
KITS HIDRÁULICOS
Com o envio de kits hidráulicos
empacotados para gás e hidráulica,
a Merc Distribuidora promete até
50% de economia no tempo de
execução de instalações. Isso porque
a empresa se compromete, junto à
contratante, a enviar o material ao
canteiro conforme o cronograma
estabelecido. Com 20 anos de
atuação, a Merc procura desenvolver
soluções para reduzir custos para
construtoras.
Merc Distribuidora
www.merc.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 137
MATERIAIS HIDRÁULICOS
ORÇAMENTOS E PLANEJAMENTOS
PROJETOS ORGANIZADOS
A TQS apresenta a versão 15 do
software de projeto de estruturas
de concreto armado, protendido,
pré-moldado e alvenaria estrutural,
o CAD TQS 15. A versão tem novo
visual, permite visualização em 3D
e realiza plotagem completa em
PDF. Dentre os novos recursos, a
empresa destaca as ferramentas
de organização de tarefas, de
cálculo de estimativa de custos e
de verificação de risco de incêndio.
TQS
(11) 3883-2722
e-mail: comercial@tqs.com.br
www.tqs.com.br
138 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PASTILHAS DE REVESTIMENTO
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tilizadas como detalhes ou revestin-
do fachadas, pisos, piscinas e paredes
inteiras, as pastilhas de revestimento ga-
nharam o status de material sofisticado. O
momento do setor se caracteriza pela di-
versidade de opções, com placas em múlti-
plas dimensões e diferentes padrões de cor,
textura e brilho. Exemplos nesse sentido
são as pastilhas de porcelana com aca-
bamentos metalizados que imitam ouro,
inox e bronze, estampados e texturizados,
bem como as peças com maior resistência
a manchas, com maior estabilidade de tons
Estética e desempenho
Especificação de pastilhas demanda equilíbrio entre requisitos
plásticos e de desempenho do material
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e em formatos que facilitam a paginação.
Outra característica em consolidação
são os materiais mais sustentáveis produ-
zidos a partir do aproveitamento de insu-
mos. Já há, por exemplo, opções que incor-
poram cinzas provenientes da queima da
madeira das olarias no esmalte cerâmico,
bem como as placas confeccionadas com
vidro 100% reciclado e que resultam de
processos produtivos com menor geração
de resíduos e consumo de água e energia.
“A evolução é tanto técnica quan-
to estética”, acredita a engenheira Lilian
Lima Dias, gerente de certificação do CCB
(Centro Cerâmico Brasileiro), referindo-
se principalmente às pastilhas cerâmicas
e de porcelana. Entre os progressos, ela
cita a publicação, em 2007, da ABNT NBR
15.463, norma que estabeleceu parâmetros
técnicos mais rigorosos para a fabricação
de porcelanatos e pastilhas de porcelana.
Avanços ocorreram também com o
desenvolvimento das pastilhas de vidro
com bordas arredondadas, que dão maior
segurança aos usuários. “Há de se ressaltar,
ainda, a melhora no atendimento pelos
A produção de porcelanatos e pastilhas de porcelana tem norma específica desde 2007
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 139
<
Matérias-primas
fornecedores aos arquitetos e o salto de
qualidade das pastilhas cerâmicas, que
antes não faziam frente às pastilhas de
vidro, mas que agora já podem ser uti-
lizadas como material substituto com
resultado bastante parecido”, aponta o
arquiteto Olivo Gomes.
QUESITOS TÉCNICOS
Não há como negar o apelo estético
das pastilhas e mosaicos para aplicações
em ambientes internos ou externos.
Mas problemas podem ocorrer quan-
do tal atrativo se sobrepõe aos quesitos
técnicos no momento da especificação.
Em outras palavras, perante peças relu-
zentes e coloridas, muitas vezes se deixa
de lado a análise criteriosa de caracte-
rísticas como taxa de absorção de água
– fator decisivo para a incidência ou não
de manchas –, a resistência à abrasão e o
coeficiente de atrito, fundamental em apli-
cações em pisos.
“O aspecto plástico é um ingrediente
importante na hora da especificação, mas,
na prática, o grande peso encontra-se na
alta tecnologia agregada na produção des-
se tipo de revestimento”, diz o arquiteto
Roberto Simon.
Eduardo Quinteiro, gerente de proje-
tos do CCB, ressalta que os revestimentos
para ambientes externos precisam respon-
der a demandas mais exigentes do que os
assentados em áreas internas. “Em aplica-
ções sujeitas à exposição de intempéries, o
material precisa apresentar baixa absorção
de água (inferior a 6%) e baixa expansão
por umidade. Se o revestimento estiver
CERÂMICA
De custo mais baixo, as pastilhas
cerâmicas podem apresentar taxa de
absorção de água variável em função
do seu processo de fabricação.
Alguns produtos são classificados
como BIIa, o que significa que podem
chegar a uma taxa de absorção de
até 6%. Como todo revestimento
cerâmico, deve ter sua aplicação
atrelada à resistência à abrasão.
Com ampla variedade de dimensões,
podem apresentar superfície fosca
ou vitrificada. Também podem
apresentar variações de tonalidade.
sujeito a baixas temperaturas é importante
que seja resistente ao congelamento”, alerta
o engenheiro do CCB.
Também é importante conhecer a fun-
do as particularidades de desempenho das
pastilhas de diferentes materiais. As taxas de
absorção de água, para ficar em apenas um
critério de comparação, evidenciam isso.
Enquanto nas pastilhas de vidro esse índice
costuma ser menor que 0,05%, ou seja, são
praticamente impermeáveis, nas pastilhas
cerâmicas a taxa de absorção pode ser até
dez vezes maior, o que torna a aplicação
desse tipo de revestimento mais crítica em
situações sujeitas à absorção de líquidos,
como piscinas, e de umidade.
Fonte: AU 187 (out/2009), seção Como especificar.
PORCELANA
Da mesma forma que ocorre com os
porcelanatos, as pastilhas de porcelana
são placas cerâmicas para revestimento
constituídas por argilas, feldspatos e outras
matérias-primas inorgânicas. Podem revestir
pisos, paredes e fachadas, podendo ser
conformadas por prensagem, extrusão ou
por outros processos. Costumam apresentar
taxa de absorção de água inferior a 0,5%.
Em função do uso de materiais mais nobres
em sua composição, apresentam resistência
mecânica superior às pastilhas cerâmicas e
expansão por umidade praticamente nula.
Podem apresentar variações de tonalidades.
VIDRO
Com grande resistência a produtos
alcalinos e também aos ácidos,
dispõem de ótimo aspecto visual que
não se altera com o passar do tempo,
permanecendo com seu brilho e
cores originais. São aplicáveis em
ambientes internos e externos,
secos e molhados, em superfícies
planas ou curvas. Por apresentarem
baixo coeficiente de condutividade
térmica, podem ser utilizados em
fachadas para promover um eficiente
isolamento térmico. Disponível em
cores cristalinas.
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140 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
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PASTILHAS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 141
142 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
PASTILHAS
PASTILHAS VERSÁTEIS
As pastilhas de porcelana e
revestimento cerâmico da Atlas são
indicadas para ambientes internos e
externos, para aplicação em pisos e
paredes. Fornecidas nos formatos 5
cm x 5 cm, 10 cm x 10 cm e 20 cm x
20 cm, as pastilhas, indica a fabricante,
têm alta resistência e expansão zero.
Além disso, a empresa conta que o
produto reaproveita 65% dos resíduos
de produção.
Atlas
(19) 3673-9600
www.ceratlas.com.br
SIMULAÇÃO DE ÁGUA
A pastilha de Murano, da Sibrape, procura
reproduzir o efeito visual cristalino da água
e as bolhas formadas após o mergulho.
O modelo, em vinil, é oferecido em duas
versões: com barras aplicadas em fundo
branco e totalmente estampadas.
Lançadas em fevereiro, são fornecidas
em espessura de 0,6 mm. Indicadas para
piscinas residenciais.
Sibrape
0800-727-3737
www.sibrape.com.br
PRODUTO IMPORTADO
No que depender da Hestia Import, o
construtor não precisa trabalhar apenas
com material nacional. A empresa faz
importação de materiais de construção e
acabamento, incluindo escoras metálicas,
porcelanatos para uso interno e externo
e pastilhas vitrificadas. A empresa
afirma que procura firmar parcerias com
arquitetos e incorporadoras para atuação
em conjunto.
Hestia Import
(41) 3244-0919
sonia@hestiaimport.com.br
www.hestiaimport.com.br
PASTILHAS RESISTENTES
Por utilizarem recomposição de aparas
de primeira reciclagem, as tecnopastilhas
da Rossi Revestimentos são totalmente
recicláveis. O produto é fornecido em
dimensões a partir de 316 mm de largura.
As pastilhas podem ser aplicadas em
grandes obras, pois são feitas de manta de
pastilha de termoplástico de engenharia.
Por isso, apresentam resistência mecânica
e às ações do tempo.
Rossi Revestimentos
(41) 225-1070
e-mail: rossicon@terra.com.br
www.rossirevestimentos.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 143
PISCINAS
PASTILHAS PINTURAS EM PÓ
ACABAMENTO COMPOSTO
O Mármore Composto, fabricado pela
Orim, é a combinação entre a estética
natural das pedras e as propriedades de
materiais como alumínio ou porcelanato.
O produto conta com uma fina camada
de mármore, associada a uma base de
alumínio em forma de colmeia ou a uma
base de porcelanato. Essa combinação, de
acordo com o fabricante, proporciona alta
resistência mecânica, permitindo o uso
em pisos de embarcações e elevadores,
fachadas, paredes internas e externas.
Orim
(11) 3031-7184/30317406
www.orim.com.br
PISOS ELEVADO
FACHADA NOVA
O lançamento da Italit é a Base Reparadora
para Fachadas, produto destinado à
recuperação de fachadas com pintura
desgastada pelo tempo. De base
cimentícia, ele repara e regulariza as
superfícies, viabilizando o recebimento
de nova camada de pintura. A empresa
assegura que tanto o preparo quanto a
aplicação são fáceis e rápidos e que o
produto apresenta bom rendimento.
Italit
0800-170-885
www.italit.com.br
144 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PISOS ELEVADOS
>
O
s sistemas de pisos elevados surgiram
no Brasil há mais de 20 anos para aten-
der a demanda por acesso ao cabeamento
em pequenos centros de processamento de
dados. Porém, logo conquistaram espaço
nos edifícios comerciais pela agilidade de
execução e flexibilidade de alteração do
layout que proporcionam aos escritórios.
Por acomodarem sistemas de cabeamentos
elétricos, comunicação, dados e até cli-
matização, os pisos elevados facilitam a
manutenção e liberam os forros somente
para instalações como iluminação e rede
de sprinklers.
Mas, para garantir as vantagens es-
peradas do sistema de pisos elevados, a
especificação deve ser pautada na análise
crítica de alguns itens. O primeiro deles é
a necessidade do usuário em relação à in-
fraestrutura de cabeamento. A robustez da
rede de voz e dados é bastante diferente em
um pequeno escritório e em uma grande
sala de gerenciamento de redes. Além dis-
so, em determinadas situações, o piso pode
ter que abrigar apenas cabos de elétrica,
telefonia e informática, enquanto que em
outros casos pode ser necessário acrescen-
tar tubulações de hidráulica e de ar condi-
cionado, que são mais volumosas.
O estudo sobre a aplicação do cabea-
mento causa impactos diretos na defini-
ção da altura do vão criado entre a laje
e a chapa do piso. Essa medida também
deve ser compatível com o pé-direito
do ambiente em questão. Em edifícios
novos, o padrão comumente empregado
é de 15 cm, mas em retrofits, quando os
pavimentos não foram pensados para
receber piso elevado, essa altura pode ser
menor, chegando a 7 e 5 cm.
A resistência a cargas fixas, como mo-
biliários, e móveis (tráfego de pessoas) é
outro critério a ser levado em conta. Ao
caminhar sobre a superfície elevada, o
Base flutuante
Cabeamento, pé-direito e resistência a cargas são fatores
determinantes para uma boa especificação de pisos elevados
usuá rio precisa ter a sensação de estabili-
dade e firmeza. Daí a importância de que,
tanto as placas quanto os suportes e encai-
xes sejam capazes de evitar movimentos,
desnivelamentos e emissão de rangidos.
De modo geral, os pisos são projetados
para absorver as mesmas cargas da laje
onde estão instalados. Mas há casos de
áreas sujeitas a grandes cargas pontuais,
como cofres ou equipamentos pesados,
que podem exigir reforços.
Com base no conhecimento sobre as
demandas por infraestrutura do usuário,
define-se, ainda, como os cabos de voz e
dados serão alocados e organizados – se
confinados em eletrocalhas ou não. Essa
decisão deve se basear na quantidade
e tipo de cabeamento utilizado, assim
como a previsão de troca da tecnologia
de cabeamento estruturado.
“Facilidade de remoção e reinstalação,
além de facilidade para realizar aberturas
nos pontos desejados são também pontos
a serem observados”, destaca o arquiteto
Silvio Heilbut, autor de diversos projetos
corporativos. Ele ressalta a necessidade de
se administrar o espaço gerado pelo uso
dos pisos elevados. “Se os cabos que não
são mais usados permanecerem sob o piso
elevado, à medida que se realizem as mu-
danças de layout ou alterações de pontos,
em pouco tempo o piso elevado vira um
depósito de cabos velhos sem serventia”,
alerta. Uma das recomendações para evitar
esse tipo de problema é organizar a dispo-
sição das instalações sob o piso, preferen-
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A altura dos pisos elevados varia conforme as características do edifício. Quando o pé-direito do imóvel
limita a instalação do sistema, podem ser usados pisos de 5 cm a 7 cm. Nas construções que preveem a
instalação do sistema, o padrão normalmente empregado é o de 15 cm
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 145
Passo-a-passo
5

Colocação das placas – Seguir
sempre apenas uma direção de
colocação, alinhando as placas
no suporte e evitando
deslocamentos horizontais.
Fonte: AU 192 (mar/2010), seção Tecnologia e Materiais;
Téchne 145 (abr/2009), seção Melhores Práticas.
Veja dicas de execução de pisos elevados para ambientes internos
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Marcação e locação – Os eixos de locação dos suportes e a altura acabada do piso
são marcados no substrato com o auxílio de uma trena, régua ou laser. Um fio traçante
determina a posição dos suportes.
2

Colagem – Com os suportes nas posições marcadas, aderi-los ao
substrato com cola apropriada verificando o prumo de cada um. Atentar
para a utilização de suportes compatíveis com o piso elevado.
3

Perfil de transição – Colocar a
moldura da tampa de inspeção sobre
os suportes já colados no substrato.
A altura e os espaçamentos corretos
dos suportes devem ser observados.
4

Primeira fiada – Os trabalhos são
iniciados com a montagem da primeira
fiada das placas junto à parede. Cortar
a parte “macho” do encaixe da placa,
que deverá ficar encostada na parede.
A parte fêmea, oposta, ficará voltada
para o ambiente.
6

Acabamento do piso – Colar os encaixes
macho-e-fêmea das placas não
removíveis. Dependendo da geometria do
piso, pode ser necessário aplicar uma
junta de dilatação a cada 15 m. Após a
secagem da cola – cerca de 24 horas –
já é possível andar sobre o piso.
cialmente adotando alturas diferentes para
cada tipo de cabo.
As particularidades do ambiente e da
aplicação vão influenciar, ainda, a escolha
do revestimento, que além de aspectos es-
téticos deve considerar requisitos técnicos,
como o desempenho termoacústico de
cada opção. Em aplicações, como em data
centers, que exigem estabilidade máxima
para o funcionamento de equipamentos
sensíveis, a recomendação recai sobre pisos
de alta resistência, cobertos com materiais
como laminado melanímico antiestático,
por exemplo. Além disso, o revestimento
escolhido jamais deve servir de obstáculo
às instalações, sob o risco de comprometer
a acessibilidade. Por essa razão, os revesti-
mentos em rolo devem ser sempre prete-
ridos aos acabamentos em placas. <
146 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>PISOS ELEVADOS PISOS ESPORTIVOS
MOLDADO A VÁCUO
Os pisos cimentícios Ecopietra são
produzidos com concreto de alto
desempenho moldado a vácuo, o que
possibilita, segundo a fabricante, obter
pisos elevados com menores espessuras.
Além disso, são fornecidos com
acabamento brilhante, fosco, escovado ou
fresado, com cores diversas e granilhas
selecionadas de pedras naturais, vidros e
quartzos, nas dimensões 40 x 40 cm, 60 x
60 cm e 150 x 60 cm.
EcoPietra
(19) 3833-4000
falecom@ecopietra.com.br
www.ecopietra.com.br

ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 147
PISOS ESPORTIVOS PISOS INDUSTRIAIS
PISO TRATADO
Para execução de pisos de concreto, a
construtora GNP utiliza equipamentos
diversos, como níveis a laser e ópticos,
rodos regularizadores, réguas vibratórias
simples e treliçadas, acabadoras simples
e duplas, além de realizar cortes de juntas
serradas. A durabilidade é incrementada,
explica a empresa, por meio de tratamento
químico com tintas e resinas, revestimentos
em epóxi, uretano e poliureia.
GNP Construtora
(19) 3267-1016/3229-2054
www.gnp.com.br

PROJETO E EXECUÇÃO
Especializada em pisos de concreto, a
Trima Engenharia atua tanto na fase de
projeto quanto de execução desse tipo de
obra. A empresa trabalha nas seguintes
áreas: pisos industriais de concreto e
pavimentos rígidos, pavimentos flexíveis
e pavimentos de blocos pré-moldados –
intertravados – de concreto, tecnologia
de concreto e auditoria de qualidade.
Trima Engenharia e Consultoria
(19) 3212-2799
contato@trima.com.br
www.trima.com.br
148 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
PISOS INDUSTRIAIS PISOS INTERTRAVADOS
PISOS DE 50 MPa
Os pisos intertravados da Renger são
fabricados em concreto e, mesmo com
capacidade drenante, atingem resistência
de 50 MPa, conforme assegura a empresa.
Podem ser aplicados inclusive em pátios de
logística. A empresa, que também fabrica
blocos de concreto de alta resistência para
alvenaria estrutural, fornece os pisos de
concreto em diversas cores e formatos, a
depender das necessidades do cliente.
Blocos Renger
(19) 3246-0522
blocorenger@br.int.net
www.blocorenger.com.br
PISOS INTERTRAVADOS
A Glasser, empresa especializada em
soluções de alvenaria e pavimentação,
conta com capacidade instalada de
100 mil m²/mês de pisos de concreto
para pavimentação intertravada. A
empresa conquistou certificação de
qualidade ISO 9001.
Glasser
(11) 2488-9199
glasser@glasser.com.br
www.glasser.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 149
PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO
PASSAGEM SOB MEDIDA
Os mais de dez modelos de tampas e caixas
de passagem pré-moldadas fornecidos
pela Agretal podem vir perfurados de
fábrica e, uma vez que o fundo é opcional,
podem ser sobrepostas para alcançar
maiores profundidades. É possível
incluir complementos ao projeto, como
impermeabilização, armadura de reforço e
para aumento da resistência. A instalação
pode ser manual ou mecânica,
conforme projeto.
Agretal Pré Moldados Especiais
(19) 3541-1010
comercial@agretal.com.br
www.agretal.com.br
PISOS INTERTRAVADOS PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO
150 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO
PROJETOS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 151
RESERVATÓRIOS DE ÁGUA RESERVATÓRIOS
FILTRO DE ENTRADA
Lançamento da Eternit, o filtro para caixas
d’água Eterclean é equipado com refil que
não requer troca. A manutenção é feita
por meio de lavagem periódica. Indicado
para uso em áreas rurais, sistemas de
abastecimento com poço artesiano ou usos
industriais, pode ser instalado na entrada
da caixa d’água ou em qualquer ponto do
encanamento entre a saída da caixa e o
ponto de uso.
Eternit
(11) 3038-3838
e-mail: sac@eternit.com.br
www.eternit.com.br
ARMAZENAGEM VOLUMOSA
O modelo cilíndrico de reservatório de água
da RPL pode ter capacidade entre 150 mil
l e 5 milhões de l. Podem ser usados para
abastecimento público ou no setor privado,
em reservas industriais, frigoríficos e
outros locais. Segundo a empresa, a
principal característica desse reservatório
é a rapidez de montagem in loco. A
empresa oferece, ainda, outros modelos de
reservatórios de água.
RPL Reservatórios
(16) 3287-1372
www.rplreservatorios.com.br
152 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
REVESTIMENTOS PARA FACHADA
SANEAMENTO BÁSICO
FULGET VERSÁTIL
O revestimento fulget da Conspem pode
ser aplicado em áreas comuns, rampas,
pisos de piscinas, dentre outros locais.
A empresa disponibiliza diversas cores e
granulometrias e, na aplicação, prevê a
aplicação prévia de emboço com massa
grossa apropriada ao recebimento do
fulget. De acordo com a Conspem, é
possível executar panos de fachada com
mais de uma cor.
Revestimentos Conspem
(11) 2094-4742
www.conspem.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 153
STEEL FRAME SISTEMAS DE FIXAÇÃO
SONDAGENS
FIXAÇÃO ADESIVA
As fitas VHB 4970, lançamento da 3M,
são indicadas para fixação de painéis
de policarbonato, placas de aço inox
ou ACM em perfis e estruturas de
alumínio. Substituem os fixadores
mecânicos, os rebites ou os parafusos.
A 3M afirma que, além de garantir
segurança, essas fitas melhoram a
produtividade na execução de fachadas,
especialmente quando se tratam de
construções rápidas.
3M
0800-013-2333
e-mail: faleconosco@mmm.com
www.3mconstrucaocivil.com.br
PERFIS ESTRUTURAIS
O sistema construtivo em steel frame
da Kofar é formado por perfis metálicos
conectados por parafusos especiais
autobrocantes. As paredes formadas pelos
perfis suportam os esforços estruturais
da edificação. O sistema é indicado para
construção de casas, hotéis e restaurantes,
por exemplo.
Kofar
(11) 4161-1000
www.kofar.com.br
FIXAÇÃO
Visando facilitar o trabalho dos
instaladores, a Fixtil criou embalagens
especiais no formato kit que agregam
conjuntos de broca, bucha e parafuso
num único pacote. Destaque para os kits
de broca para concreto com parafuso
atarraxante e bucha, com parafusos e
buchas para tijolo oco, e kit broca pra
concreto sextavado e buchas com anel.
Fixtil Comercial
(11) 5034-1436
www.fixtil.com.br
154 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TELHAS
PRODUTOS EM AÇO
O Grupo Pizzinatto, no mercado há 28
anos, possui três linhas de produtos em
aço galvanizado: Telhaço (coberturas
e fechamentos laterais); Perfix (perfis
para drywall); e Calhas Pizzinatto (calhas
industrias e residenciais).
(19) 2106-7233
www.grupopizzinatto.com.br
TELHADO QUASE PLANO
O telhado cerâmico do sistema Taguá de
cobertura trabalha com inclinação mínima
de 3% e dispensa o uso de madeiramento,
utilizando como apoio apenas alvenaria
sobre laje e minicalhas metálicas em aço
galvanizado, alumínio ou galvalume. Essas
calhas podem ter acabamento natural
ou em pintura eletrostática na cor de
preferência do cliente. O dimensionamento
das peças é feito sob medida para cada
projeto.
Cerâmica Taguá
(19) 3461-5652
atendimento@ceramicatagua.com.br
www.ceramicatagua.com.br
TELHAS COLORIDAS
A Costa Lion fornece as telhas
Gravicolor em duas versões: a
gravilhada, com cores mais sóbrias
e escuras, e a colorida, com cores
mais claras e brilhantes. As telhas
são fabricadas pela Brasilit e
aceitam instalação em telhados de
estrutura metálica. Segundo a Costa
Lion, o produto chega ao mercado
mesclando o estilo rústico com
design inovador e proporcionando
conforto e proteção à obra.
Costa Lion
(11) 5572-8483
www.costalion.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 155
156 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TELHAS
COBERTURA TRANSLÚCIDA
A Esaf traz sua linha de telhas
translúcidas que apresentam
transmissão de 70% de luz. Segundo
a empresa, o produto não amarela,
tem proteção antimofo e contra raios
UV, além de ter resistência térmica e
mecânica. Em polipropileno, as telhas
apresentam texturização em sua parte
inferior que favorecem a difusão de
luz, assegura a Esaf, que conta com
certificação ISO 9001:2000.
Esaf
(48) 3441-2100
www.esaf.ind.br
TELHA TRANSLÚCIDA
As Telhas Translúcidas produzidas pela
Cersan aproveitam, de acordo com a
empresa, 90% da luminosidade natural,
o que permite a economia de energia
elétrica. Por serem leves, dispensam o
uso de estruturas pesadas para suporte.
Sua instalação, de acordo com o
fabricante, é feita por meio de fixadores
simples. As telhas podem ser instaladas
na horizontal ou vertical.
(11) 4156-9100
cersan@cersan.com.br
www.cersan.com.br
TELHAS
A Onduline produz telhas com fibras de
celulose extraídas de papel reciclado e
impermeabilizadas com betume. Dentre
seus produtos, destaque para a Linha
Clássica, que conta com dois modelos
de telhas com formatos maiores. Essas
características, segundo o fabricante,
proporcionam praticidade e economia
na montagem.
Onduline
0800-245-260
www.onduline.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 157
158 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TELHAS METÁLICAS TERMOISOLANTES
A
s telhas metálicas termoisolantes, ou
tipo sanduíche, são compostas por
duas chapas de aço ou alumínio e um
material isolante (poliuretano, polies-
tireno expandido ou lãs de rocha ou de
vidro). Elas têm como características o
peso reduzido, agilidade e facilidade de
montagem, além de dispensar a execução
de forros ou de lajes adicionais.
Os fabricantes nesse segmento são
bastante pulverizados, o que exige aten-
ção e pesquisa para uma compra ade-
quada. Isso porque há empresas que
oferecem produtos com preços (e quali-
dade) muito inferiores à média do mer-
cado. E, nesse segmento, não há mágica:
o custo do sistema tem relação direta
com a qualidade do insumo usado (aço,
pintura e isolante). Isso porque são três
as empresas nacionais fornecedoras das
Compra estudada
Ampla diversidade de fabricantes exige atenção na seleção
dos fornecedores das telhas tipo sanduíche
Compre corretamente
chapas de aço galvanizado para os fa-
bricantes das telhas, e todas têm preços
similares. Os sistemas de pintura e iso-
lantes também não apresentam variação
brusca de custo. Ou seja, se a telha for
muito barata, desconfie: a pintura pode
ser precária e pouco resistente, a camada
de isolante e/ou a chapa podem ser de
baixa espessura. “Algumas variações são
imperceptíveis visualmente. O compra-
dor pode adquirir uma chapa de aço de
0,43 mm achando que está comprando
uma de 0,50 mm”, alerta o projetista es-
trutural Carlos Freire.
A economia inicial na compra de pro-
dutos de qualidade inferior sai caro quan-
do instalado o sistema. Um problema que
pode ocorrer é a rápida degradação da
camada protetora (no caso de haver ma-
terial jateado sobre o telhado) pela ação
da radiação solar, acarretando a perda da
capacidade de isolação térmica, tanto por
conta da absorção de água como pela sua
própria degradação. “Nesse caso, deve-se
observar a qualidade do material utiliza-
do na camada protetora quanto à sua re-
sistência, principalmente contra a ação da
radiação ultravioleta”, recomenda Maria
Akutsu, física pesquisadora responsável
pelo Laboratório de Conforto Ambiental
e Sustentabilidade dos Edifícios, do IPT
(Instituto de Pesquisas Tecnológicas do
Estado de São Paulo).
PROJETO NECESSÁRIO
Para garantir o desempenho do siste-
ma instalado, é imprescindível contar com
um bom projeto e critérios técnicos para
a compra. Certificar-se da idoneidade do
fornecedor também é fundamental.
ESPECIFICAÇÕES
As telhas metálicas termoisolantes
se diferenciam de acordo com o
tipo de isolante empregado, como
o poliestireno ou a lã de vidro; as
espessuras desse material, que
proporcionam diferentes classes de
conforto térmico e acústico, e a própria
chapa metálica usada no sistema, como
as de aço ou de alumínio.
Em relação ao formato, os produtos
que possuem perfis ondulados ou
trapezoidais são recomendados para
coberturas em forma de arco ou que
exigem sobrecargas concentradas.
Já para cobertura de forma curva
aconselha-se usar telha metálica
ondulada com lã de vidro.
COTAÇÃO DE PREÇOS
E FORNECEDORES
Os fabricantes de telhas metálicas
termoisolantes estão localizados
principalmente nas regiões Sul e
Sudeste, mas possuem distribuidores
por todo o Brasil. Para escolher entre
uma determinada empresa, é preciso
levar em conta se o material oferecido
atende às exigências da legislação e se
tem facilidade de manutenção, além
de identificar qual é a capacidade de
fornecimento do fabricante e quais são as
suas garantias de assistência técnica.
Além disso, é preciso fazer por escrito
a descrição detalhada dos materiais
empregados e do desempenho
esperado para o produto, especificando
as características tanto do isolante
(densidade, uniformidade, coeficiente
de condutibilidade térmica e espessura),
quanto das chapas metálicas (espessura,
revestimento de zinco no caso de telhas
de aço, qualidade e especificação da
pintura das telhas, entre outros).
PROJETO
Conte sempre com o auxílio de um
profissional capacitado na hora da compra.
Uma vez certificada a qualidade do
produto, alguns fatores que podem ajudar
no desempenho são: projeto detalhado de
sistema construtivo com atenção à técnica
do material, mão de obra qualificada e
treinada para a instalação e a manutenção
periódica após a execução da obra.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 159
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LOGÍSTICA
As telhas são transportadas paletizadas
ou em lotes firmemente amarrados, de
forma a evitar danos e fortes impactos.
Os produtos também devem estar
cobertos com lonas ou plásticos para
não entrarem em contato com a chuva
ou danificar o acabamento superficial da
telha, principalmente se for pintada.
No recebimento do material, deve-
se verificar se as telhas entregues
correspondem às especificações
solicitadas e se houve algum dano ao
produto durante o transporte.
Deve-se evitar flexão ou torção das
telhas durante a descarga e não colocá-
las em contato direto com o solo. Caso
o local de estocagem seja descoberto, é
preciso proteger os materiais
contra intempéries.
INSTALAÇÃO
A aplicação das telhas metálicas
temoisolantes deve ser feita após a
execução da estrutura do edifício e da
subestrutura da cobertura.
Não é recomendado que o produto
fique estocado no canteiro de obras
por muito tempo, já que as telhas
duplas são frágeis ao impacto e
às intempéries, além de altamente
inflamáveis no caso de produtos
compostos por poliuretano. Programe
o fornecimento de acordo com o
cronograma físico da obra, pouco
tempo antes da execução da cobertura.
NORMAS TÉCNICAS
Ainda não existem normas técnicas
específicas que orientem a
fabricação, transporte e instalação
de telhas metálicas termoisolantes.
No entanto, existem normas para
alguns materiais que compõem o
sistema, tais como: NBR 7823:2007
– Alumínio e Suas Ligas – Chapas
– Propriedades Mecânicas; NBR
14513:2008 – Telhas de Aço
Revestido de Seção Ondulada –
Requisitos; e NBR 14514:2008 –
Telhas de Aço Revestido
de Seção Trapezoidal – Requisitos.
Cada isolante também possui uma
legislação específica para a
sua utilização.
A escolha do material isolante merece
atenção especial e sua definição deverá ser
feita a partir do projeto. “Entre as opções
existentes no mercado, a mais cara e mais
complexa de ser executada é a lã de rocha”,
comenta Carlos Freire.
Entre as patologias recorrentes, as
infiltrações de água pelas juntas e pelos
parafusos usados para a fixação são as
mais comuns. Para evitá-las, recomen-
da-se que sejam seguidas à risca todas as
boas práticas de instalação desse tipo de
telhado. “Alguns fornecedores oferecem o
diagrama de montagem da telha, indican-
do como deve ser feita a montagem peça
por peça, inclusive numerando as telhas”,
lembra Freire.
Fonte: Construção Mercado 102 (jan/2010), reportagem
“Qualidade tem preço”; Guia da Construçã0 92 (fev/2009),
seção Como Comprar.
160 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TELHAS TERMOISOLANTES
TELHAS TÉRMICAS
As novas telhas térmicas Dânica em
PUR ou PIR são produzidas com
a tecnologia de Linha de Produção
Contínua e automática de painéis
termoisolantes. De acordo com o
fabricante, a tecnologia assegura a
homogeneidade na distribuição do
PUR ou PIR, qualidade, durabilidade
e maior eficiência no isolamento
térmico. Ainda de acordo com a
Dânica, as telhas são fabricadas com
utilização de matérias-primas que não
emitem gases prejudiciais à camada
de ozônio.
www.danicacorporation.com
CONFORTO TÉRMICO
A Isoeste, empresa especializada na
fabricação de painéis isotérmicos e
telhas térmicas para a construção civil,
inaugura uma nova fábrica em Vitória de
Santo Antão (PE). Segundo a empresa, os
produtos possuem alto nível de isolação
térmica e acústica, têm largura padrão e
comprimento de acordo com o projeto,
oferecendo agilidade na instalação e
evitando desperdícios em obra. Os
elementos são revestidos em aço pré-
pintado ou alumínio e dispensam pintura ou
outro tipo de acabamento.
Isoeste Construtivos Isotérmicos
(62) 4015-1122
isoeste@isoeste.com.br
www.isoeste.com.br
ISOLAMENTO RECICLÁVEL
Ao substituir as lãs de vidro e rocha
por lã de PET, a Trisoft procura agregar
comprometimento sócio-ambiental ao
seu isolante térmico e acústico Isosoft. O
material é produzido a partir da reciclagem
de garrafas e pode ser aplicado no
isolamento acústico de pisos e paredes e na
melhora do conforto térmico em telhados,
galpões, tubulações de ar condicionado,
dentre outras finalidades.
Trisoft
(11) 4143-7900
www.trisoft.com.br
TELHADO GALVANIZADO
Os perfis de aço galvanizado para
construção e reforma de telhados da Kofar
são adaptáveis a qualquer projeto ou tipo
de telha, além de proporcionar, segundo a
empresa, fácil acesso para manutenção de
caixa d’água e vida útil acima de 50 anos.
A Kofar afirma, ainda, que o sistema tem
montagem rápida e simples. Além disso,
por ser em aço, não sofre ataque de cupins
nem propaga chamas.
Kofar
(11) 4161-1000
www.kofar.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 161
162 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TELHAS TERMOISOLANTES
TELHADOS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 163
164 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TERRAPLENAGENS
P
raticamente em todas as obras de
construção civil realizadas no solo,
seja um edifício residencial ou uma
rodovia, é necessário que se faça a ter-
raplenagem para preparar o terreno de
acordo com o empreendimento que será
implantado, retirando o excesso de ter-
ra para locais onde esteja em falta ou
para simples descarte. O procedimento
compreende basicamente quatro etapas:
escavação, carregamento, espalhamento
e transporte do excesso de terra.
Cada uma dessas fases possui tipos
de equipamentos próprios para sua exe-
cução. Por isso, é importante que o pro-
fissional de suprimentos seja capacitado
para realizar a contratação do serviço.
“Os diversos equipamentos e processos
são analisados caso a caso, em função do
solo a ser escavado e a partir do projeto a
ser implantado”, afirma Flavio Henrique
Rosa Tatit, professor de engenharia civil
da Escola de Engenharia Mauá.
Quanto à forma de contratação com
a empresa prestadora de serviço, pode ser
solicitada tanto a execução dos procedi-
mentos, como serem alugados apenas os
equipamentos de terraplenagem.
O ideal é que se tenha um profissional
capacitado não só para a contratação dos
serviços ou equipamentos, como também
para fiscalizar a execução, a fim de julgar
se os equipamentos e procedimentos uti-
lizados pela empresa de terraplenagem
são os mais adequados (veja boxe com os
principais cuidados de execução).
ESPECIFICAÇÕES
Em obras de pequeno porte, a terraple-
nagem pode ser feita com equipamentos ma-
nuais. Em projetos de médio e grande porte,
os mecanizados são os mais indicados.
Os equipamentos são divididos em
grupos de acordo com sua principal fun-
Terreno preparado
Saiba como contratar serviços de terraplenagem
e conheça os principais cuidados de execução
ção. Para a escavação, por exemplo, reco-
menda-se utilizar tratores com lâminas,
motoscraper, carregadeiras, escavadeiras
e motoniveladoras. Para o transporte do
material escavado, usa-se caminhão bas-
culante, caminhões fora de estrada, dum-
pers, vagões e até mesmo os carrinhos
de mão. Por fim, para a compactação do
excesso do material, são utilizados rolo pé
de carneiro, rolo vibratório, rolo pneu-
mático, rolo de grade, entre outros.
LOGÍSTICA
Os equipamentos de terraplenagem são
transportados em caminhões ou carretas
até o canteiro de obras. Em obras de médio
e grande porte, como as máquinas são maio-
res e mais pesadas, os veículos transitam len-
tamente, tornando necessário um esquema
especial de sinalização e segurança, além do
estudo do trajeto de modo a evitar vias ou
pontes estreitas e curvas acentuadas.
Ao receber a equipe contratada na obra,
deve-se verificar se os locais estão livres e de-
simpedidos para o início dos trabalhos e se
os equipamentos trazidos pela empresa são
os adequados para o serviço. Outro ponto
importante é notar se foram providenciados
equipamentos de segurança, estadia e ali-
mentação para os operadores; se foi previsto
o abastecimento de combustível e lubrificante
nas máquinas; e, finalmente, se há local para
o estacionamento das máquinas para reparos,
montagens e substituição de peças. <
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Os equipamentos de terraplenagem são divididos em grupos de acordo com sua função
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 165
Cuidados de execução
Avaliação do solo – O material local
deve ser analisado para a definição de
suas propriedades físicas e geológicas,
além de classificação quanto ao tipo:
argilas, siltes, areias ou combinações.
Preparação do solo – Cada tipo de
solo e de equipamento conta com uma
faixa de umidade apropriada. Se estiver
seco demais, deve ser molhado. Caso
contrário, exposto ao sol para secagem.
Após esse processo, é importante
homogeneizar o material a ser aplicado
para terraplenagem.
Compactação – Ao atingir a chamada
umidade ótima, inicia-se a compactação
da camada espalhada. A energia a
ser aplicada é definida pelo peso do
compressor, quantidade de passadas,
velocidade de operação, espessura da
camada de solo solta, se vibratória ou
estática e pela superfície do equipamento.
Deve-se respeitar o grau de compactação
especificada em projeto e a inclinação
dos taludes deve ser definida conforme
as características do material.
Controle tecnológico – Uma equipe
de controle tecnológico deve coletar
amostras para garantir que o solo
apresenta as características mínimas
de suporte exigidas pelo projetista. O
controle deve ser de caráter preventivo,
buscando calibrar em laboratório os
parâmetros de compactação. Essas
diretrizes definem o desvio de umidade e
o grau de compactação.
Memória técnica – Para seguir
o exemplo europeu, em que a
compactação de determinados tipos de
solo baseia-se em tabelas de referência,
é importante criar registros do processo
de compactação. Deve-se atentar para
o registro da classificação do solo,
seleção, coleta, transporte, lançamento,
homogeneização e tipo de compactação.
Fonte: Guia da Construção 93 (abr/2009), seção
Como Comprar; Téchne 133 (abr/2008), seção
Melhores Práticas.
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Confira as principais orientações para um serviço de terraplenagem adequado
2
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166 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TERRAPLENAGENS TINTAS E ACESSÓRIOS
PROTEÇÃO OCULTA
Com o objetivo de proteger a madeira
sem perder suas características
naturais, a Montana Química
desenvolveu o Osmocolor Incolor UV
Glass. De acordo com a empresa, o
produto realça os veios e desenhos
naturais da madeira. Pode ser utilizado
em ambientes externos ou internos,
em estruturas de madeira em geral,
aplainadas, lixadas ou rústicas, como
decks, portas, estruturas de telhado,
dentre outros.
Montana Química
(11) 3201-0200
www.montana.com.br
TERRAPLENAGEM E LOCAÇÃO
A Impakto Engenharia e Construções
presta serviços de terraplenagem
em geral e oferece locação de
retroescavadeira, escavadeira
hidráulica e caminhão caçamba.
Segundo a empresa, todos os
serviços são executados por uma
equipe especializada e sempre com
a orientação de engenheiros. A
empresa executa também a retirada
de terra e entulho.
Impakto Engenharia e Construções
(11) 3739-3345
im-pakto@im-pakto.com
www.im-pakto.com
TRABALHOS NO SOLO
A Tercel realiza, há mais de 20 anos,
serviços de terraplenagem e de locação
de máquinas para engenharia civil
para todo o território nacional nas
áreas de engenharia civil, elétrica e
hidráulica. Além desses serviços, a
empresa também realiza construção de
biodigestores, de gabiões, faz aterros,
drenagem, escavação, demolição,
pavimentação e transporte.
Tercel Terraplenagem
(11) 3901-2098/7866-3351
www.tercel.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 167
TOPOGRAFIAS TOLDOS
TOLDO REGULÁVEL
Os braços retráteis do toldo Select
permitem regulagem da área de cobertura.
O produto, da empresa suíça Stobag,
que tem fábrica na cidade paranaense
de São José dos Pinhais, faz parte da
família Select, que permite a combinação
de diferentes componentes, como
engrenagens que permitem regulagem de
inclinação do toldo, ou sistema na barra
frontal que torna a franja enrolável.
Stobag
0800-709-9080
stobag@stobag.com.br
www.stobag.com.br
SERVIÇOS DE TOPOGRAFIA
A Topografia.com presta serviços de
levantamento topográfico, fornecimento
de mão de obra e equipamentos para
topografia, locação para obras, demarcação
de áreas e cálculo de volume de
terraplenagem. A empresa afirma que atua
de forma alinhada aos regulamentos de
construção e às leis trabalhistas vigentes e
a partir de sistemas de gestão da qualidade,
de meio ambiente e de segurança e saúde
ocupacional.
Topografia.com
(11) 4437-3678
www.topografiacom.eng.br
168 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TOPOGRAFIAS TRATAMENTOS ACÚSTICO
MEDIÇÃO A LASER
Com alcance de até 60 m, a trena eletrônica
a laser Disto D2, da Leica Geosystems,
conta com funções de cálculo de área
e volume e é indicada para medições
realizadas em ambientes internos. O
produto tem dois anos de garantia e teclas
de atalho para as funções mais acessadas.
A trena funciona com pilhas comuns, tem
memória para dez registros e proteção
contra poeira e respingos d’água.
Leica Geosystems
contato@disto.com.br
www.leica-geosystems.com.br

TRANSMISSOR LASER
O laser L3 Ultra da Anvi é uma ferramenta
para construções exteriores e interiores.
Apresenta uma ampla variedade de
aplicações como: nível, esquadro,
alinhamento, transferência de pontos e
planos inclinados.
O controle remoto oferece
as funções de escaneamento, controle
de velocidade, controle de nivelamento,
controle de alinhamento e instalações
rápidas por somente uma pessoa.
0800-6041818
www.anvi.com.br
MANTA DE ISOLAMENTO
A AGS Soluções Ambientais chega
a São Paulo oferecendo tecnologia
de isolamento termoacústico. As
mantas Isoten à base de fibras de
polipropileno possuem, segundo
o fabricante, maior coeficiente de
isolamento térmico e são atóxicas e
antialérgicas.
AGS
(51) 3264-5777
www.agsambiental.com.br
ISOLAMENTO ACÚSTICO
As mantas Sais, da Caça Ruídos, são
produzidas em microfibra de elastômero
reciclável. Com espessuras de 3 mm e
5 mm, são projetadas para uso sob piso
laminado para absorver os ruídos causados
pela circulação de pessoas ou quedas
de objetos.
Caça Ruídos
(41) 3024-8629
www.cacaruidos.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 169
TRATAMENTOS ACÚSTICOS
PAINÉIS RESISTENTES
A Epex fabrica os painéis cimentícios de
madeira mineralizada de alta resistência
Cimatex. De acordo com o fabricante,
o produto não deforma, deteriora com
umidade e/ou variações de temperatura.
É resistente ao fogo, fungos, cupim
e umidade. São indicados para obras
de forro e tratamento termoacústico
em igrejas, teatros, casas de show,
auditórios, indústrias, casas de
máquinas, divisórias etc.
(47) 3331-1300
vendas@epexind.com.br
www.epexind.com.br
ISOLAMENTO ACÚSTICO
Sonique Décor é o revestimento acústico da
Vibrasom para ambientes que necessitem
da diminuição de ruídos internos ou
externos. Aplicável em escritórios,
auditórios, ginásios de esportes, estúdios,
indústrias, entre outros.
Vibrasom
11 4393-7900
www.vibrasom.ind.br
170 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TUBOS DE CONCRETO TUBOS E CONEXÕES
CONDUÇÃO DE GÁS
Produzido por meio de sistema de extrusão
de capas de polietileno com reforço
em alumínio e solda a topo, o sistema
Multicapa Gás Nicoll é indicado para
condução de gás em instalações prediais.
A empresa afirma que o produto apresenta
alta durabilidade e que é resistente à
corrosão. Isso porque a união longitudinal
da capa de alumínio é feita por fusão, sem
sobreposição.
Nicoll
(41) 3208-1900
www.nicoll.com.br
TUBOS E CONEXÕES
A Amanco Brasil produz tubos e conexões
em cinco unidades fabris, localizadas
em SC, SP, GO e PE, além de sua sede em
São Paulo, capital.
A empresa tem tripla certificação em suas
fábricas: ISO 9001 (Gestão de Qualidade),
ISO 14001 (Gestão Ambiental) e Ohsas
18001 (Gestão de Saúde Ocupacional e
Segurança dos colaboradores).
Amanco
0800-701-8770
www.amanco.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 171
172 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TUBOS E CONEXÕES DE ÁGUA FRIA
>
T
ubos e conexões compõem o sistema
hidráulico de uma edificação e são
responsáveis por conduzir a água fria
até os pontos de consumo ou descar-
ga. O sistema é instalado em três fases
na obra: as prumadas ligam a fonte de
água da edificação do seu nível superior
aos inferiores; a distribuição conecta as
prumadas aos ambientes; e os ramais
e sub-ramais fazem a água chegar aos
pontos de consumo.
Os produtos podem ser fabricados em
aço-carbono, cobre, PVC (policloreto de
vinila), PEX (polietileno reticulado) e PPR
(polipropileno randômico). “A utilização
de cada sistema depende do projeto desen-
volvido, pois os preços dos materiais va-
riam. De acordo com o empreendimento,
viabiliza-se um ou outro sistema”, explica
Marta Tomaz, engenheira hidráulica.
Independentemente do sistema esco-
lhido, sempre haverá pequenas perdas do
material, pois, eventualmente, os produtos
são danificados ou não são evitadas sobras
de pontas ao cortar o tubo para que se faça
cada parte do encanamento. Por isso, é
importante elaborar um projeto detalhado
para orientar a execução do sistema e até
mesmo fazer um protótipo para servir de
referência e reduzir as perdas.
ESPECIFICAÇÕES
Além do material no qual são fabri-
cados, os tubos e conexões se diferenciam
de acordo com sua resistência à pressão e
temperaturas. Por isso, os produtos fei-
tos em PVC, polipropileno, sistema PEX
e cobre são os mais usados para sistemas
hidráulicos de água fria, pois suportam
somente temperaturas de 20
o
C, no pri-
meiro caso, ou até 80
o
C, nos outros três.
Já os tubos e conexões fabricados em aço-
carbono são capazes de conduzir água com
até 200
o
C.
Passagem segura
Dimensionamento deve considerar vazão e pressão adequadas,
além das particularidades das matérias-primas
M
A
R
C
E
L
O

S
C
A
N
D
A
R
O
L
I
Antes da instalação, é importante que a quantidade de conexões por metro de tubulação seja checada
Devido a essas diferenças, para garan-
tir o bom desempenho das tubulações de
água fria, o dimensionamento dos pro-
dutos deve ser feito por um profissional
capaz de identificar qual material possui
vazão e pressão confortável e econômica
para os aparelhos hidráulicos de determi-
nado empreendimento.
CUIDADOS DE EXECUÇÃO
A instalação dos tubos e conexões
de água fria é iniciada pelas prumadas e,
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 173
<
Checklist
Tubos terão norma única
> O sistema hidráulico pode ser subdividido em três partes: prumadas, distribuição e
ramais e sub-ramais.
> Os tubos e conexões variam de acordo com o material no qual são fabricados, sua
resistência à pressão e temperaturas suportadas.
> Os produtos podem ser feitos em aço-carbono, cobre, PVC, PEX e PPR.
> A NBR 5626:1998 – fixa a maneira e os critérios pelos quais devem ser projetadas as
instalações prediais de água fria.
> Além disso, cada tipo de tubo e conexão possui normas próprias para a fabricação.
> É importante que se faça um projeto detalhado para a execução e até mesmo um
protótipo para servir de referência e evitar desperdícios excessivos de material.
> Os produtos só podem ser armazenados para uso posterior se forem estocados da
maneira correta.
Está previsto para este ano a criação da comissão de estudos da norma de projeto de
sistemas de água fria e água quente, que pretende unificar as normas atualmente em
vigor, a NBR 5626:1998 – Instalação Predial de Água Fria e a NBR 7198:1993 – Projeto e
Execução de Instalações Prediais de Água Quente.
O objetivo é atualizar os textos que, sem revisão há mais de dez anos, não atendem às
inovações disponíveis no mercado, como a medição individualizada. “Há uma grande
intersecção entre o sistema de água fria e o de água quente, o que sugere que devem
ser tratados de forma unificada”, afirma a arquiteta Diana Csillag, diretora do CBCS
(Conselho Brasileiro de Construção Sustentável).
Ela conta que outras questões podem ser consideradas, como a evolução e complexidade
dos sistemas, o risco de contaminação da água quando se trabalha com sistemas
prediais de água não potável e a gestão de facilidades do sistema predial. “É uma ótima
oportunidade para revisar as normas e incluir conceitos de sustentabilidade como
conservação de água e insumos; desempenho, qualidade e inovação”, diz.
A elaboração do texto será feita a partir do envolvimento de todos os elos da cadeia,
que serão representados na Comissão, assegura Diana. Depois disso, será submetido à
consulta nacional. Apesar de a Comissão ainda não ter sido criada, “o setor já realizou
algumas oficinas e seminários para discutir o assunto da revisão da norma ao longo de
2009”, conta Diana.
Os trabalhos começaram a ser articulados em outubro, durante o 6
o
Seminário Tecnologia
de Sistemas Prediais, realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Estado de São Paulo). Estiveram presentes Carlos Barbara, membro do CTQ
(Comitê de Tecnologia e Qualidade) e coordenador do painel que debateu as normas
existentes de instalações de água fria e quente; Renato Soffiatti Mesquita, membro do
CTQ; Marina de Oliveira Ilha, professora da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp
(Universidade Estadual de Campinas); e Orestes Gonçalves, diretor da consultoria Tesis,
dentre outros.
se o equipamento utilizado para quebrar
a parede ou o piso está disponível. Mas
se o procedimento for difícil, uma boa
dica é fazer o embutimento em paredes
ocas ou usar carenagens ou shafts (peças
para cobrir a tubulação).
No entanto, para isso, é preciso de-
terminar previamente a posição predo-
minante das tubulações (na parede, no
teto, no piso etc.) e contratar uma equi-
pe capacitada para a execução do servi-
ço. Outra dica importante é não deixar
faltar material no local da instalação
para que não se perca tempo com novas
compras. Também é válido observar se
a quantidade de conexões por metro de
tubulação é suficiente, pois o número
maior ou menor do material aumenta a
dificuldade de acoplamento.
LOGÍSTICA
Os tubos devem ser transportados
em feixes devidamente amarrados e as
conexões embaladas em caixas ou sacos
plásticos. Antes de recebê-los, o recomen-
dado é conferir se o material corresponde
às especificações definidas e se não apre-
sentam defeitos.
No descarregamento, os tubos preci-
sam ser manuseados com cuidado para
não sofrerem trincas, amassados ou que-
bras. Os produtos podem ser armazena-
dos para uso posterior desde que sejam
devidamente identificados e colocados
em locais apropriados, como baias com
alturas definidas ou em gavetas, no caso
das conexões.

COTAÇÃO DE PREÇOS E FORNECEDORES
Os fornecedores de tubos e conexões
são encontrados em todo o Brasil, prin-
cipalmente nas regiões Sul e Sudeste. Para
selecionar o fabricante, o ideal é verificar
sua capacidade de fornecimento, o prazo
a ser cumprido e facilidades no caso de
manutenções futuras. Outro ponto im-
portante é encomendar materiais que si-
gam as especificações do projeto da obra,
verificando se os tubos e conexões estão
compatíveis quanto à pressão de trabalho,
acabamento e limpeza.
Fontes: Guia da Construção 102 (jan/10), seção Painel
de normas; e Guia da Construção 94 (mai/09), seção
Como Comprar.
posteriormente, assim que executadas
as alvenarias. Alguns pontos devem ser
analisados com cuidado para que se evite
o desperdício exagerado de materiais de
construção. É importante verificar, por
exemplo, se há a necessidade de quebrar
a base para fazer o embutimento da tu-
bulação, como em paredes de blocos, e
qual o nível de dificuldade para esse pro-
cedimento, já que podem existir pontos
de concreto. Caso não haja dificuldades
relevantes, o próximo passo é constatar
174 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
>
TUBOS E CONEXÕES
LINHA HIDRÁULICA
A Epex, empresa instalada em Blumenau
(SC), fabrica tubos flexíveis PEX, uma
tubulação que permite instalações ponto
a ponto. A linha hidráulica é completa por
tubos PPR, PN12 e PN20, da argentina
IPS. O portfólio de produtos da Epex
inclui ainda espumas elastoméricas e
mantas atenuadoras de ruído para tubos e
contrapisos de lajes; e a manta Fonpex, que
reduz ruídos de impacto entre pavimentos.
Epex
(47) 3331-1300
vendas@epexind.com.br
www.epexind.com.br
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 175
VIDROS
TUBOS E CONEXÕES UNIFORMES
PRUMADA SEM EMENDAS
A novidade da Termomecanica é o tubo
de cobre flexível de 15 mm a 28 mm de
diâmetro sem costura. A empresa afirma
que com esse produto é possível realizar
a instalação de prumadas em edifícios
com mais de 20 andares sem necessitar
de emendas, aumentando a velocidade de
execução e reduzindo custos e problemas
com vazamentos. É recomendado para
instalações de água e gás.
Termomecanica São Paulo
(11) 4366-9777
www.termomecanica.com.br
TRANSPARÊNCIA COLORIDA
Fornecidos em diversas opções de cores, a
depender das especificações de arquitetura,
os vidros laminados ou temperados da
Lamitemper podem ser aplicados em
ambientes internos ou externos. Dentre as
especificações possíveis, estão coberturas,
fachadas, sacadas, guarda-corpos, portas,
janelas, divisórias, vitrines, prateleiras e
portas de armários, por exemplo.
Lamitemper
(11) 3392-3366
e-mail: vendas@lamitemper.com.br
www.lamitemper.com.br
176 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
Análise IPCE – São Paulo – fevereiro de 2010
O índice global do IPCE (Índice PINI de Custos de Edificações) encerrou no mês de fevereiro
registrando alta de 0,09%, percentual abaixo da inflação de 1,18% apresentada pelo índice IGP-M
(Índice Geral de Preços de Mercado) da Fundação Getúlio Vargas.
Após registrar queda nos preços nos últimos meses, a barra de aço CA-50 3/8” (Ø = 10 mm / m
= 0,617 kg/m) apresentou discreta alta de 0,45% neste mês, passando de R$ 4,00 para R$ 4,02 o
quilo. Também apresentaram inflação materiais como areia lavada média e perfil de alumínio para
caixilho anodizado. Com reajuste de 2,94%, a areia lavada média passou de R$ 79,33 para R$ 81,67/
m
3
, já o perfil alterou seu valor de R$ 18,06/kg para R$ 18,12/kg com reajuste de 0,33%.
Entre os insumos que apresentaram deflação, o cimento Portland registrou variação de -
0,15%, alterando o preço do saco de 50 kg de R$ 19,39 para R$ 19,36, e a chapa compensada
resinada e o tubo de ferro fundido PP para esgotos e águas pluviais registraram queda de
0,16% e 3,50%, respectivamente.
Contudo, construir em São Paulo nesses últimos 12 meses está em média 2,27% mais caro, percentual
superior ao IGP-M, que registra o acumulado de 0,24% sobre o mesmo período.
Análise IPCE – Rio de Janeiro – fevereiro de 2010
Em fevereiro, o índice global IPCE (Índice PINI de Custos de Edificações) encerrou o mês
registrando deflação de 0,06%, percentual inferior à alta de 1,18% apresentada pelo IGP-M
(Índice Geral de Preços de Mercado) da fundação Getúlio Vargas.
Contrario ao mês anterior, o cimento Portland CPII, registrou neste mês queda de 0,82%,
passando o saco de 50 kg de R$ 22,26 para R$ 22,07. Insumos como perfil de alumínio para
caixilho anodizado fosco e pedra britada n
o
registraram em fevereiro deflação de 1,24% e
1,42% respectivamente. O perfil de alumínio passou de R$ 17,56/kg para R$ 17,35/kg, já a
pedra britada alterou de R$ 54,57/m³ para R$ 53,80/m³.
Entre os insumos que apresentaram inflação, a areia lavada tipo média e o azulejo esmaltado
liso (comp.= 150 mm/larg. = 150 mm), registraram alta de 1,52% e 1,46%, respectivamente.
Manteve-se com o preço estável a barra de aço CA-50 3/8” (Ø = 10 mm / m = 0,617 kg/m).
Portanto, construir no Rio de Janeiro nos últimos 12 meses está em média 4,11% mais caro,
percentual superior ao IGP-M, que registra o acumulado de 0,24%, sobre o mesmo período.
MÊS E ANO
IPCE - SÃO PAULO
GLOBAL MATERIAIS MÃO DE OBRA
Fev/09 132.808,22 66.233,59 66.574,62
mar 132.622,55 66.047,92 66.574,62
abr 131.886,29 65.311,67 66.574,62
mai 136.555,32 64.832,01 71.723,31
jun 136.412,60 64.689,29 71.723,31
jul 136.268,78 64.545,47 71.723,31
ago 136.071,11 64.347,80 71.723,31
set 135.845,67 64.122,36 71.723,31
out 135.857,90 64.134,60 71.723,31
nov 135.816,66 64.093,35 71.723,31
dez 135.664,24 63.940,93 71.723,31
jan 135.703,03 63.979,72 71.723,31
Fev/10 135.825,89 64.102,58 71.723,31
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,09 0,19 0,00
acumulado no ano 0,12 0,25 0,00
acumulado em 12 meses 2,27 -3,22 7,73

Data-base: mar/86 dez/92 = 100
Índice PINI de Custos de Edificações
Edificações
MÊS E ANO
IPCE - RIO DE JANEIRO
GLOBAL MATERIAIS MÃO DE OBRA
Fev/09 115.386,59 56.624,56 58.762,04
mar 121.058,24 56.927,11 64.131,13
abr 120.654,99 56.523,87 64.131,13
mai 119.679,53 55.548,40 64.131,13
jun 119.805,63 55.674,50 64.131,13
jul 119.709,49 55.578,36 64.131,13
ago 119.891,56 55.760,43 64.131,13
set 120.256,64 56.125,51 64.131,13
out 120.211,17 56.080,04 64.131,13
nov 120.238,81 56.107,68 64.131,13
dez 120.136,02 56.004,89 64.131,13
jan 120.190,20 56.059,07 64.131,13
Fev/10 120.123,49 55.992,37 64.131,13
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês -0,06 -0,12 0,00
acumulado no ano -0,01 -0,02 0,00
acumulado em 12 meses 4,11 -1,12 9,14
Data-base: mar/86 dez/92 = 100
Índice PINI de Custos de Edificações
Metodologia: O Índice PINI de Custos de Edificações é composto a partir das variações dos
preços de um lote básico de insumos. O número índice é atualizado por meio de pesquisa
realizada em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ. Período de coleta: a cada
30 dias com pesquisa na última semana do mês de referência.
Fonte: PINI
ÍNDICE PINI DE CUSTOS DE EDIFICAÇÕES-SP
V
A
R
I
A
Ç
Ã
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(
%
)

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M

R
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L
A
Ç
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I
O
R
F
O
N
T
E
:

P
I
N
I
IPCE GLOBAL IPCE MATERIAIS IPCE MÃO DE OBRA
20
15
10
5
0
-5
14,45 14,21 13,51 10,36 9,69 7,74 5,48 4,56 3,95 3,06
19,29 18,78 17,32 11,28 9,87 5,80 1,29 -0,50 -1,65 -3,35
10,01 10,01 10,01 9,54 9,54 9,54 9,54 9,54 9,54
3,73
-2,08
9,54
3,18
-3,12
9,54 9,54
7,73
2,27
-3,22
FEV/09 ABR JUN AGO OUT DEZ JAN/10
-1,12
9,14
4,11
ÍNDICE PINI DE CUSTOS DE EDIFICAÇÕES-RJ
V
A
R
I
A
Ç
Ã
O

(
%
)

E
M

R
E
L
A
Ç
Ã
O
M
E
S
M
O

P
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R
Í
O
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A
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O
A
N
T
E
R
I
O
R

F
O
N
T
E
:

P
I
N
I
35
30
25
20
15
10
5
0
-5
IPCE GLOBAL IPCE MATERIAIS IPCE MÃO DE OBRA
11,25 10,96 10,96 10,96 10,96 10,96 10,96
14,18 13,77 12,50 9,86 9,90 8,71 7,81
17,40 17,11 14,29 8,61 8,70 6,22 4,41
10,96 10,96
6,99 6,02
2,79 0,88
10,96
5,58
0,04
10,96
5,08
-0,94
FEV/09 ABR JUN AGO OUT DEZ FEV/10
10,96
4,99
-1,10
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 177
Índice PINI de Custos da Construção Industrializada
Data-base: ago/94 = 100
Índice Setorial da Construção Civil CUB - São Paulo
Data-base: mar/07 = 100
IPCI – MÊS E ANO
PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO ARMADO E PROTENDIDO
SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BELO HORIZONTE BRASÍLIA
Fev/09 464,77 458,17 482,54 439,81
mar 464,40 473,59 485,06 440,99
abr 459,80 470,32 483,52 439,57
mai 466,83 466,77 482,50 438,55
jun 466,26 463,73 481,01 442,99
jul 461,89 462,76 481,22 439,80
ago 460,62 461,74 480,83 436,74
set 458,84 461,39 480,91 434,27
out 459,58 460,63 481,39 433,76
nov 459,47 460,34 480,84 433,87
dez 456,54 460,00 485,58 431,21
jan 457,99 460,10 485,69 431,28
Fev/10 458,51 458,56 486,26 432,99
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,11 -0,33 0,12 0,40
acumulado no ano 0,43 -0,31 0,14 0,41
acumulado em 12 meses -1,35 0,09 0,77 -1,55

PADRÃO R8 – N R16-N R8-N
MÊS E ANO RIO DE JANEIRO MINAS GERAIS PARANÁ
NORTE DO
PARANÁ
MATO GROSSO
DO SUL
MATO GROSSO BAHIA PERNAMBUCO SERGIPE
Fev/09 841,74 826,35 806,48 801,65 708,14 731,69 834,44 771,88 708,65
mar 875,90 826,48 804,96 800,50 707,67 734,93 841,86 769,71 710,7
abr 874,64 820,25 804,22 800,46 701,46 732,00 855,78 769,33 703,58
mai 871,72 818,43 804,38 800,35 720,33 731,95 852,83 775,71 692,2
jun 871,48 814,87 804,65 800,54 718,27 730,59 856,77 776,80 717,27
jul 871,74 812,82 837,31 828,96 719,65 744,65 856,07 773,92 709,46
ago 872,14 813,31 837,80 829,47 720,36 745,07 851,85 756,85 752,00
set 873,55 813,70 840,77 830,32 721,1 745,73 848,76 751,28 709,35
out 873,92 814,33 842,20 830,95 720,21 745,61 851,63 771,20 715,52
nov 874,33 814,82 844,62 831,91 720,99 747,43 849,28 775,66 704,04
dez 874,99 842,49 845,70 832,57 722,26 749,05 846,73 775,48 694,31
jan 875,18 843,49 847,37 833,31 721,65 746,00 849,79 773,49 703,54
Fev/10 875,47 844,93 848,86 834,18 722,76 747,08 855,07 773,92 700,69
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,03 0,17 0,18 0,10 0,15 0,14 0,62 0,06 -0,41
acumulado no ano 0,05 0,29 0,37 0,19 0,07 -0,26 0,98 -0,20 0,92
acumulado em 12 meses 4,01 2,25 5,25 4,06 2,06 2,10 2,47 0,26 -1,12
MÊS E ANO
RESIDENCIAL
GLOBAL MATERIAIS MÃO DE OBRA
Fev/09 119,58 119,98 119,36
mar 119,47 119,77 119,33
abr 119,33 119,47 119,33
mai 121,17 119,56 122,67
jun 122,43 119,46 125,18
jul 122,89 119,43 126,11
ago 122,76 119,15 126,11
set 122,96 119,12 126,54
out 122,94 118,98 126,64
nov 123,07 118,95 126,91
dez 123,07 118,94 126,91
jan 123,25 118,80 127,41
Fev/10 123,43 119,11 127,45
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,15 0,26 0,03
acumulado no ano 0,29 0,14 0,43
acumulado em 12 meses 3,22 -0,73 6,78
Metodologia: CUB (Custo Unitário Básico) residencial corresponde ao Projeto H8-2N até
janeiro de 2007. A partir de fevereiro de 2007, entrou em vigor o Projeto R8-N.
Período de Coleta: a cada 30 dias com preço médio em torno do dia 20.
Fonte: SindusCon/SP
Fonte: SindusCon-SP
NBR 12.721:2006
Custo Setorial da Construção Residencial
Metodologia: Índice PINI de Custos da Construção Industrializada – itens pré-fabricados – foi
elaborado com apoio da ABCI (Associação Brasileira de Construção Industrializada) a partir das
variações dos preços de um lote básico de insumos, integrantes dos serviços de projeto, fabrica-
ção, transporte e montagem, atualizado por pesquisa realizada nas cidades de São Paulo, Rio de
Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.
Período de Coleta: a cada 30 dias com pesquisa na última semana do mês de referência.
Fonte: PINI
178 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
ETAPAS
CONSTRUTIVAS
HABITACIONAL COMERCIAL INDUSTRIAL
RESIDENCIAL
PRÉDIO COM
ELEVADOR
PRÉDIO SEM ELEVADOR
PRÉDIO COM
ELEVADOR
PRÉDIO SEM
ELEVADOR
GALPÃO
FINO (1) MÉDIO(2) POPULAR (3) FINO(4) MÉDIO (5) POPULAR (6) FINO(7) MÉDIO(8) MÉDIO (9)
Serviços preliminares 2,3 a 3,2 2,4 a 3,8 0,6 a 1,2 0,2 a 0,3 0,3 a 0,7 1,0 a 2,0 0 a 0,9 0,4 a 0,8 1,0 a 1,9
Movimento de terra 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0 0 a 1,0
Fundações especiais - - - 3,0 a 4,0 3,0 a 4,0 3,0 a 4,0 3,0 a 4,0 3,0 a 4,0 4,5 a 5,0
Infraestrutura 7,2 a 7,8 4,0 a 4,7 2,4 a 4,3 2,0 a 2,6 3,8 a 4,4 4,5 a 5,0 3,0 a 3,6 4,4 a 5,4 3,3 a 4,2
Superestrutura 16,0 a 18,7 12,7 a 17,6 10,9 a 13,8 28,8 a 35,2 24,7 a 30,9 21,3 a 26,6 25,8 a 30,9 21,5 a 25,8 6,2 a 8,3
Vedação 4,1 a 6,8 6,6 a 10,3 7,3 a 13,1 2,6 a 3,7 4,3 a 8,6 8,1 a 13,8 2,8 a 3,9 4,2 a 6,6 2,0 a 3,5
Esquadrias 3,0 a 5,9 7,3 a 13,6 8,3 a 13,9 7,1 a 13,2 4,5 a 8,0 3,3 a 5,8 7,3 a 14,4 8,3 a 15,5 10,3 a 19,5
Cobertura 0 a 0,4 4,4 a 9,6 9,9 a 19,7 - 0,7 a 2,1 - - - 21,7 a 32,6
Instalações hidráulicas 11,2 a 13,2 11,2 a 13,1 11,1 a 12,0 10,4 a 12,3 9,7 a 11,4 9,5 a 10,5 9,4 a 10,4 7,3 a 8,3 4,5 a 5,3
Instalações elétricas 3,8 a 4,8 3,8 a 4,8 3,8 a 4,8 4,5 a 5,4 3,7 a 4,6 3,8 a 4,8 3,7 a 4,6 3,8 a 4,7 5,0 a 6,0
Impermeabilização e isolação térmica 10,2 a 13,3 0,4 a 0,7 0,4 a 0,7 1,4 a 2,9 1,3 a 2,0 5,2 a 6,6 2,1 a 2,8 6,9 a 8,4 1,1 a 1,7
Revestimento (pisos, paredes e forros) 20,7 a 26,0 23,7 a 29,5 20,9 a 28,8 18,9 a 24,5 23,7 a 30,2 21,8 a 30,7 15,1 a 21,3 16,5 a 19,6 6,6 a 9,1
Vidros 1,6 a 3,0 0,4 a 0,8 0,7 a 1,3 1,2 a 2,3 0,4 a 0,7 0,3 a 0,7 1,6 a 2,8 1,2 a 2,3 0 a 0,3
Pintura 3,6 a 5,1 5,6 a 7,2 3,5 a 4,4 3,0 a 3,9 4,5 a 6,1 2,4 a 3,2 6,1 a 9,2 5,8 a 7,4 4,6 a 6,9
Serviços complementares 2,1 a 3,2 0,5 a 0,6 0,5 a 0,9 0,2 a 0,8 0 a 1,1 0,5 a 1,0 0 a 1,0 0 a 7,4 9,9 a 14,2
Elevadores - - - 2,2 a 2,7 - - 4,4 a 5,4 - -
MÊS E ANO GERAL
DELEGACIAS
E CADEIAS
FÓRUNS
CENTROS
DE SAÚDE
ESCOLAS
Jan/09 402,207 391,713 408,396 364,601 412,549
fev 401,713 391,342 407,572 365,532 411,543
mar 401,120 390,665 407,005 364,367 410,683
abr 400,634 389,811 407,183 366,394 409,720
mai 412,839 402,082 419,536 374,004 419,320
jun 412,472 402,113 419,086 373,893 418,331
jul 411,899 401,655 418,565 373,847 417,917
ago 410,731 400,812 417,015 373,315 416,829
set 411,476 401,783 417,667 374,132 417,839
out 411,493 401,728 417,358 374,047 417,252
nov 411,073 401,450 416,866 374,484 417,229
dez 411,448 401,841 417,250 374,946 417,546
Jan/10 413,028 403,989 418,512 376,427 418,172
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,38 0,53 0,30 0,39 0,15
acumulado no ano 0,38 0,53 0,30 0,39 0,15
acumulado em 12 meses 2,69 3,13 2,48 3,24 1,36
ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTO MÉDIO
(R$/M
2
)
N. ÍNDICE
(DEZ/98 = 100)
VARIAÇÃO %
MÊS ANO 12 MESES
BRASIL 722,47 255,43 0,43 0,86 6,00
REGIÃO NORTE 734,67 255,47 2,01 2,67 7,88
RONDÔNIA 738,32 280,25 10,64 11,38 16,10
ACRE 761,54 279,47 0,14 0,89 9,46
AMAZONAS 761,41 242,12 0,08 0,76 6,61
RORAIMA 815,37 244,10 0,06 0,27 4,86
PARÁ 706,19 252,20 0,91 1,13 6,34
AMAPÁ 703,30 258,75 0,26 3,56 5,48
TOCANTINS 740,54 257,86 0,25 1,16 5,45
REGIÃO NORDESTE 680,67 265,93 0,63 1,40 6,64
MARANHÃO 722,81 278,88 3,25 4,22 8,84
PIAUÍ 673,78 293,82 0,70 5,62 9,23
CEARÁ 669,09 264,58 0,68 1,65 8,19
RIO GRANDE DO NORTE 644,44 255,28 0,28 1,01 6,16
PARAÍBA 672,81 272,78 0,38 1,04 8,66
PERNAMBUCO 675,28 277,19 0,22 0,31 5,55
ALAGOAS 699,96 247,00 0,22 0,88 5,06
SERGIPE 649,22 282,87 0,29 1,25 6,98
BAHIA 690,28 255,34 0,27 0,50 5,12
REGIÃO SUDESTE 761,66 254,01 0,16 0,37 5,59
MINAS GERAIS 690,28 278,27 0,23 0,45 5,13
ESPÍRITO SANTO 643,69 286,11 0,32 0,52 6,12
RIO DE JANEIRO 796,22 256,14 0,21 0,36 6,15
SÃO PAULO 791,51 244,17 0,11 0,33 5,56
REGIÃO SUL 705,29 239,06 0,10 0,40 5,02
PARANÁ 717,60 243,28 0,11 0,27 5,30
SANTA CATARINA 704,69 238,96 0,07 0,36 5,42
RIO GRANDE DO SUL 693,52 234,96 0,11 0,55 4,50
REGIÃO CENTRO-OESTE 689,14 262,07 0,19 0,65 5,96
MATO GROSSO DO SUL 694,29 257,01 0,17 0,68 6,49
MATO GROSSO 693,38 273,18 0,11 0,24 6,28
GOIÁS 666,14 260,89 0,31 1,10 5,76
DISTRITO FEDERAL 742,60 250,22 0,09 0,25 5,21
Metodologia (Sinapi): O custo médio de cada município é resultado da média ponderada dos custos
de 21 projetos residenciais com 1 a 18 pavimentos, 2, 3 e 4 dormitórios, considerando-se sempre
o padrão normal de acabamento. Qualquer informação relativa à metodologia ou resultados do
Sinapi poderá ser obtida no DEATI/CDDI – Divisão de Atendimento do Centro de Documentação e
Dissiminação de Informação do IBGE – Rua General Canabarro, 706 – 1
o
andar – Maracanã – Rio
de Janeiro – CEP 20271-201 – Fone: 0800-218-181 ou na unidade do IBGE, na sua capital. Para
informações detalhadas sobre os arquivos técnicos de engenharia do Sinapi – contato com a Caixa
Econômica Federal por meio da Gerência Nacional de Desenvolvimento Urbano, em Brasília – Fone:
(61) 3414-8609 ou (61) 3414-8624.
Fonte: IBGE
Resultado do Sinapi
Mês de referência: fev/10
Índice FIPE de Construção Civil
e Obras Públicas - Edificações - São Paulo
Data-base: mar/94 = 100
Estimativas de Gastos por Etapa de Obra (%)
Veja as informações relativas às tipologias construtivas na tabela do Cupe (Custo Unitário PINI de Edificações).
Mês de referência: jan/10
Observação: Os Índices de Preços da Construção Civil e dos Serviços Gerais de Mão de obra são
utilizados para o reajustes de contratos de obras públicas e dos serviços gerais com predominância
de mão de obra, no âmbito da Administração do Governo do Estado de São Paulo. Os índices de preços
são calculados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). São 22 índices de preços
específicos para cada tipo de obra ou serviço.
Fonte: Fipe
Até o fechamento desta edição,os resultados referentes ao índice Sinapi não haviam sidos
divulgados.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 179
Custos Unitários PINI de Edificações (R$/m
2
)
A partir da edição n
o
32, todos os orçamentos participantes do cálculo do Custo Unitário PINI foram reformulados de acordo
com a base de dados do livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamento, edição n
o
12
USO DE EDIFICAÇÃO
GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA
SÃO PAULO - R$/M
2
RIO DE JANEIRO - R$/M
2
ESPÍRITO SANTO - R$/M
2
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.361,61 877,35 484,27 1.361,53 867,17 494,36 1.218,05 858,65 359,41
Sobrado padrão médio (2) 995,69 587,11 408,58 985,93 568,56 417,37 880,78 578,57 302,22
Residência térrea padrão popular (3) 784,97 481,33 303,64 793,37 485,36 308,00 686,74 463,12 223,62
Sobrado padrão popular (11) 898,35 533,31 365,04 899,40 529,83 369,57 784,58 522,48 262,10
Prédio com elevador fino (4) 1.123,81 738,67 385,14 1.099,66 704,90 394,76 1.005,94 711,39 294,55
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 1.031,83 728,08 303,75 1.073,38 762,90 310,48 1.006,22 785,40 220,82
Prédio com elevador médio (10) 946,89 599,55 347,34 1.015,99 659,55 356,44 919,91 665,96 253,95
Prédio sem elevador médio (5) 1.060,84 596,41 464,42 1.075,63 599,62 476,01 967,33 617,15 350,18
Prédio sem elevador popular (6) 770,14 421,89 348,24 789,31 434,79 354,53 688,60 432,73 255,87
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.163,73 786,43 377,30 1.135,96 749,11 386,85 1.033,95 747,68 286,27
Prédio sem elevador médio (8) 1.140,24 694,57 445,67 1.171,51 715,59 455,92 1.072,67 738,29 334,37
Clínica veterinária (14) 1.115,34 748,37 366,97 1.119,18 748,48 370,70 1.010,51 751,81 258,70
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 1.022,05 755,52 266,52 1.023,35 757,13 266,22 947,20 748,85 198,35
USO DE EDIFICAÇÃO MINAS GERAIS - R$/M
2
DISTRITO FEDERAL - R$/M
2
GOIÁS - R$/M
2
(*)
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.226,72 825,21 401,51 1.266,53 890,68 375,85 1.210,25 871,04 339,21
Sobrado padrão médio (2) 895,66 557,96 337,70 916,10 601,54 314,56 848,28 562,65 285,63
Residência térrea padrão popular (3) 706,48 456,55 249,93 711,66 478,24 233,42 655,57 443,69 211,88
Sobrado padrão popular (11) 786,72 488,57 298,15 841,66 565,58 276,08 764,44 513,30 251,14
Prédio com elevador fino (4) 1.019,72 692,73 327,00 1.103,38 795,30 308,08 1.036,40 761,26 275,14
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 994,59 740,75 253,84 1.084,89 849,34 235,55 1.033,37 824,61 208,76
Prédio com elevador médio (10) 925,91 635,41 290,50 975,39 707,77 267,62 925,60 686,17 239,43
Prédio sem elevador médio (5) 959,85 573,37 386,48 1.023,51 660,04 363,47 948,29 620,97 327,32
Prédio sem elevador popular (6) 684,67 399,29 285,38 745,99 477,35 268,64 683,98 439,48 244,49
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.057,85 739,23 318,61 1.129,42 831,36 298,06 1.056,75 790,55 266,20
Prédio sem elevador médio (8) 1.072,37 698,91 373,46 1.064,86 715,35 349,50 1.003,92 688,92 315,00
Clínica veterinária (14) 1.023,84 730,12 293,72 1.039,67 767,52 272,15 991,44 739,47 251,97
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 879,70 661,67 218,04 960,66 751,55 209,11 930,85 738,65 192,20
USO DE EDIFICAÇÃO MATO GROSSO DO SUL - R$/M
2
MATO GROSSO - R$/M
2
PARANÁ - R$/M
2
(*)
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.205,37 872,93 332,44 1.254,51 907,29 347,23 1.250,44 803,13 447,32
Sobrado padrão médio (2) 876,92 598,75 278,17 920,26 630,05 290,21 874,02 496,85 377,17
Residência térrea padrão popular (3) 684,01 477,87 206,14 709,25 492,60 216,65 695,45 414,71 280,74
Sobrado padrão popular (11) 778,69 536,32 242,37 807,34 553,62 253,72 807,79 469,70 338,09
Prédio com elevador fino (4) 1.041,48 768,72 272,76 1.068,78 782,96 285,82 990,33 631,77 358,57
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 1.012,08 811,40 200,68 1.040,54 826,86 213,68 967,19 683,28 283,91
Prédio com elevador médio (10) 920,09 688,68 231,41 962,67 714,98 247,69 908,26 582,40 325,86
Prédio sem elevador médio (5) 968,92 648,37 320,55 1.002,01 666,53 335,48 956,53 526,12 430,42
Prédio sem elevador popular (6) 681,88 443,99 237,89 700,88 453,57 247,31 709,51 387,67 321,84
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.064,17 801,05 263,12 1.093,11 817,12 276,00 1.022,23 671,19 351,04
Prédio sem elevador médio (8) 1.066,64 759,11 307,54 1.099,28 777,73 321,56 1.010,37 597,35 413,02
Clínica veterinária (14) 1.004,52 761,50 243,02 1.040,36 785,92 254,44 1.036,61 697,91 338,70
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 956,02 768,89 187,14 972,65 775,43 197,22 936,44 693,68 242,75

USO DE EDIFICAÇÃO SANTA CATARINA - R$/M
2
RIO GRANDE DO SUL - R$/M
2
AMAZONAS - R$/M
2
(*)
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.223,76 824,31 399,45 1.194,08 824,15 369,93 1.312,89 923,02 389,87
Sobrado padrão médio (2) 856,31 520,96 335,35 837,31 525,13 312,18 863,13 533,80 329,33
Residência térrea padrão popular (3) 669,73 424,37 245,36 666,78 434,89 231,89 666,65 420,96 245,69
Sobrado padrão popular (11) 764,36 461,32 303,04 761,40 487,42 273,98 819,02 528,30 290,72
Prédio com elevador fino (4) 998,95 672,93 326,06 990,52 683,52 307,00 1.058,59 742,64 315,95
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 983,02 728,59 255,43 973,59 741,00 232,59 1.060,34 818,49 241,85
Prédio com elevador médio (10) 918,47 625,02 293,45 924,51 657,77 266,74 976,73 697,03 279,70
Prédio sem elevador médio (5) 954,19 567,56 386,63 927,58 564,70 362,88 1.023,28 644,69 378,59
Prédio sem elevador popular (6) 687,16 400,35 286,81 680,84 413,51 267,34 762,95 477,77 285,18
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.017,00 700,88 316,12 1.066,76 769,94 296,82 1.098,17 791,35 306,81
Prédio sem elevador médio (8) 1.059,39 689,58 369,80 1.022,57 676,73 345,85 1.063,64 702,05 361,59
Clínica veterinária (14) 987,11 684,25 302,86 967,51 693,91 273,60 1.021,56 729,78 291,78
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 906,14 690,13 216,00 856,75 651,84 204,92 1.016,01 800,33 215,68
Mês de referência: fevereiro/10
180 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
Observação: O cálculo mensal dos Custos Unitários PINI de Edificações ocorre por meio da atualização do orçamento
global do projeto padrão de cada tipo de obra. Ou seja, mensalmente são atualizados os preços de todos os insumos
que participam do cálculo, entre materiais, mão de obra, equipamentos e Taxas de Leis Sociais e Risco do Trabalho
125,58% – para a regiões de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo e 124,19% – para as demais regiões, não sendo
considerada a Taxa de BDI (Benefício e Despesas Indiretas) e os seguintes itens, que devem ser orçados conforme
o projeto: projetos cópias, orçamentos, emolumentos, movimentos de terra, fundações especiais, ar condicionado,
aquecedores e paisagismo. Na etapa de Infraestrutura foram considerados somente os serviços referentes à execução
de vigas baldrames, travamentos e blocos de apoio. Para se estimar o preço de prédios, os custos devem ser aplicados
ao total de área construída, que engloba áreas privativas e comuns (garagens, hall, escadas, etc.). As estimativas
foram levantadas com base nos orçamentos de cada obra nas principais capitais brasileiras. Tipos de construção e
padrões de acabamento considerados nas estimativas foram baseados nos Custos Unitários PINI de Edificações com
as seguintes tipologias: (1) residência térrea (250 m²), executada com alvenaria de tijolos cerâmico/comum, caixilhos
de alumínio e vidros temperados com ferragens (fechaduras e dobradiças), fachada com pintura látex acrílica sobre
massa fina e silicone e sobre concreto aparente (nesse projeto ocorre a substituição da cobertura convencional de
telhas pela laje impermeabilizada); (2) sobrado padrão médio (215 m²), executada com alvenaria de tijolos cerâmicos,
vidros comuns em caixilhos de alumínio e madeira com pintura em verniz, cobertura com telhas cerâmicas e fachada
com pintura látex PVA sobre massa fina; (3) residência térrea padrão popular (63 m²), executada com alvenaria de
blocos de concreto, vidros comuns em caixilhos de alumínio, pintura interna e externa com caiação sobre massa
grossa desempenada e cobertura com telhas de fibrocimento; (4) edifício residencial com 29 pavimentos (18.900 m²),
executado com alvenaria de tijolos cerâmicos, vidros comuns em caixilhos de alumínio e temperados com ferragens,
piso das áreas comuns revestido com granilite, hall social, entrada e salão de festas com piso em placas de mármore,
fachada em argamassa pré-fabricada imitação Travertino, cobertura com laje impermeabilizada e proteção térmica;
(5) edifício residencial com quatro pavimentos (1.662,50 m²), executado com alvenaria de blocos de concreto, caixilhos
de alumínio, piso das áreas comuns revestidos com granilite, fachada com pastilhas de porcelana e cobertura com
telhas de fibrocimento; (6) edifício residencial de quatro pavimentos (638 m²), executado com alvenaria de blocos de
concreto, caixilhos de alumínio, pintura interna e externa com caiação sobre massa grossa desempenada, cobertura
com laje impermeabilizada e proteção térmica; (7) edifício comercial de 13 pavimentos (5.800 m²), executado com
alvenaria de tijolos cerâmicos, vidros temperados em caixilhos de alumínio, fachada com pintura látex acrílico sobre
massa corrida e silicone sobre concreto aparente e cobertura com laje impermeabilizada e proteção térmica; (8)
edifício comercial com três pavimentos (1.426 m²), executado com alvenaria de tijolos cerâmicos, caixilhos de ferro com
pintura esmalte, fachada com pintura látex acrílico sobre massa grossa desempenada e placas cerâmicas e cobertura
com laje impermeabilizada e proteção térmica; (9) galpão industrial (1.553,50 m²), com setor administrativo acoplado,
executado com fechamento lateral em blocos de concreto e estrutura metálica com telhas de fibrocimento, piso de
alta resistência e cobertura com telhas de fibrocimento. (10) Edifício Residencial de 19 pavimentos (7.373,66 m²),
executado com alvenaria de blocos de concreto, caixilhos de alumínio, fachada com argamassa, pintura látex e textura
e laje com cobertura de telha em fibrocimento. (11) Sobrado Padrão Popular (79,40 m²), executado com alvenaria de
blocos de concreto, janelas de alumínio e portas de madeira, revestimento de azulejo (áreas molháveis) e argamassa
e pintura látex (áreas secas), cobertura com estrutura de madeira e telha cerâmica. 12) Prédio com elevador Padrão
Médio Alto (13.478,64 m²), executado com alvenaria de blocos de concreto, janelas de alumínio e portas de madeira,
fachada revestida com placas cerâmicas, cobertura da laje com telha de fibrocimento. 14) Clínica Veterinária (450
m²), executada com estrutura de concreto armado, fundações com broca de concreto, laje pré-fabricada convencional,
janelas e portas de PVC, cobertura com estrutura de madeira e telha cerâmica.
Período de Coleta: a cada 30 dias com pesquisa na última semana do mês de referência.
(*) Custos calculados com base nos preços de insumos básicos pesquisados na região e demais insumos pesquisados nas capitais repre-
sentativas mais próximas.
Fonte: PINI
USO DE EDIFICAÇÃO
GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA GLOBAL MATERIAL MÃO DE OBRA
PARÁ - R$/M
2
BAHIA - R$/M
2
PERNAMBUCO - R$/M
2
(*)
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.224,17 859,29 364,88 1.193,31 817,20 376,12 1.237,58 865,85 371,73
Sobrado padrão médio (2) 828,69 520,88 307,81 871,44 553,82 317,62 868,96 555,62 313,34
Residência térrea padrão popular (3) 646,03 417,98 228,05 693,93 457,32 236,61 680,27 446,92 233,35
Sobrado padrão popular (11) 775,33 505,45 269,88 799,34 519,15 280,19 807,27 531,39 275,88
Prédio com elevador fino (4) 985,06 687,91 297,16 1.016,92 708,45 308,47 991,66 693,35 298,31
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 981,27 754,65 226,62 999,38 765,18 234,20 997,04 767,33 229,71
Prédio com elevador médio (10) 921,75 661,38 260,37 927,86 656,78 271,08 916,75 653,85 262,90
Prédio sem elevador médio (5) 945,06 592,54 352,52 957,01 590,53 366,48 961,51 603,43 358,08
Prédio sem elevador popular (6) 701,72 438,88 262,83 678,38 405,45 272,93 695,88 428,69 267,20
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.015,76 725,58 290,18 1.087,80 787,51 300,30 993,00 700,90 292,10
Prédio sem elevador médio (8) 979,42 641,29 338,12 1.019,24 668,70 350,54 951,10 608,19 342,91
Clínica veterinária (14) 988,32 718,23 270,09 1.017,18 737,71 279,47 1.006,07 729,22 276,85
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 980,86 776,39 204,47 975,83 770,09 205,74 957,11 751,69 205,42
USO DE EDIFICAÇÃO CEARÁ - R$/M
2
MARANHÃO - R$/M
2
PIAUÍ - R$/M
2
(*)
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.211,72 858,58 353,13 1.295,05 927,06 367,98 1.208,86 842,21 366,65
Sobrado padrão médio (2) 876,24 579,87 296,37 943,06 633,76 309,30 864,10 556,68 307,42
Residência térrea padrão popular (3) 712,14 491,91 220,23 766,60 536,88 229,72 700,91 472,03 228,88
Sobrado padrão popular (11) 801,63 540,61 261,02 878,95 608,66 270,29 784,00 515,07 268,93
Prédio com elevador fino (4) 986,17 698,76 287,41 1.061,80 762,79 299,01 1.009,71 709,41 300,30
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 1.003,99 783,32 220,67 1.084,26 858,44 225,82 1.000,11 774,03 226,08
Prédio com elevador médio (10) 919,97 666,34 253,63 993,79 734,86 258,93 917,19 657,27 259,92
Prédio sem elevador médio (5) 969,06 626,60 342,45 1.060,91 703,21 357,70 960,77 604,13 356,64
Prédio sem elevador popular (6) 702,40 448,51 253,89 777,46 510,74 266,72 707,68 442,87 264,81
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.103,77 822,06 281,71 1.183,25 890,71 292,55 1.128,73 834,83 293,90
Prédio sem elevador médio (8) 1.017,94 689,88 328,06 1.097,42 755,70 341,72 1.007,13 666,49 340,63
Clínica veterinária (14) 998,21 737,69 260,52 1.069,28 798,39 270,89 987,12 718,00 269,12
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 907,41 715,46 191,95 952,84 750,41 202,43 916,89 714,09 202,80
USO DE EDIFICAÇÃO RIO GRANDE DO NORTE - R$/M
2
PARAÍBA - R$/M
2
HABITACIONAL
Residência padrão fino (1) 1.235,59 904,34 331,25 1.218,54 889,63 328,91
Sobrado padrão médio (2) 867,36 588,23 279,13 873,11 599,31 276,90
Residência térrea padrão popular (3) 653,29 446,38 206,91 662,77 457,72 205,05
Sobrado padrão popular (11) 787,05 545,47 241,58 823,26 584,59 238,67
Prédio com elevador fino (4) 1.007,78 739,00 268,78 990,64 723,14 267,50
Prédio com elevador padrão médio alto (12) 998,51 798,62 199,89 999,50 801,26 198,24
Prédio com elevador médio (10) 914,74 685,35 229,39 921,99 694,21 227,78
Prédio sem elevador médio (5) 957,79 637,24 320,55 982,18 663,58 318,60
Prédio sem elevador popular (6) 674,74 435,69 239,05 702,88 465,73 237,15
COMERCIAL
Prédio com elevador fino (7) 1.004,71 742,15 262,56 982,12 721,28 260,84
Prédio sem elevador médio (8) 959,23 653,41 305,82 957,88 654,23 303,64
Clínica veterinária (14) 998,20 755,25 242,95 1.004,85 763,77 241,08
INDUSTRIAL
Galpão de uso geral médio (9) 952,62 768,52 184,09 950,61 767,91 182,70
Custos Unitários PINI de Edificações (R$/m
2
)
Mês de referência: fevereiro/10
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 181
Custos Unitários Básicos de Edificações (R$/m
2
)
Observação: A tabela de custos por metro quadrado de construção elaborada mensalmente
pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de cada Estado cumpre o que dispõe na Lei n
o

4.591/64 e está de acordo com o determinado pela Norma NBR – 12.721:2006 da ABNT. Os cálculos
do custo por m² não incluem alguns itens extras. São eles: fundações, submuramentos, paredes-
diafragma, tirantes, rebaixamento de lençol freático; elevador(es); equipamentos e instalações,
tais como: fogões, aquecedores, bombas de recalque, incineração, ar condicionado, calefação,
ventilação e exaustão, outros; playground (quando não classificado como área construída); obras
e serviços complementares; urbanização, recreação (piscina, campos de esporte), ajardinamento,
instalação e regulamentação do condomínio; e outros serviço (que devem ser discriminados em
anexo); impostos, taxas e emolumentos cartoriais, projetos (projetos arquitetônicos, projeto
estrutural, projeto de instalação, projetos especiais); remuneração do construtor; remuneração
do incorporador.
Fonte: SindusCon
USO DE EDIFICAÇÃO
PAV.
BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO
SÃO PAULO – FEVEREIRO/10 RIO DE JANEIRO – FEVEREIRO/10 MINAS GERAIS – FEVEREIRO/10 MATO GROSSO – FEVEREIRO/10
Residência unifamiliar 1 847,47 1.027,56 1.261,89 886,28 1.051,66 1.328,01 847,82 1.020,68 1.261,57 766,95 870,24 1.103,97
Residência multifamiliar
8 770,38 857,85 1.028,84 791,67 875,47 1.070,42 753,75 844,93 1.031,55 702,36 747,08 933,90
16 - 834,29 1.094,56 - 852,23 1.119,46 - 818,04 1.067,07 - 725,90 981,31
Prédio popular 4 807,54 979,23 - 832,34 1.006,03 - 787,79 972,17 - 729,20 866,40 -
Comercial - andares livres 8 - 992,40 1.065,13 - 1.029,20 1.108,40 - 972,75 1.052,20 - 891,79 966,40
Comercial - salas e lojas
8 - 853,77 934,03 - 870,15 950,66 - 840,02 921,70 - 758,71 842,66
16 - 1.140,30 1.245,34 - 1.161,67 1.268,64 - 1.119,54 1.227,42 - 1.013,03 1.122,09
Galpão industrial 1 - 485,89 - - 486,37 - - 458,98 - - 418,29 -
Projeto de interesse social 4 593,21 - - 604,03 - - 554,16 - - 520,21 - -
Residência popular 1 909,82 - - 893,28 - - 829,03 - - 699,32 - -
USO DE EDIFICAÇÃO
PAV.
BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO
DISTRITO FEDERAL – FEVEREIRO/10 GOIÁS – FEVEREIRO/10 PARANÁ – FEVEREIRO/10 SANTA CATARINA – FEVEREIRO/10
Residência unifamiliar 1 815,40 950,58 1.164,35 720,37 864,93 1.060,32 859,85 1.029,41 1.283,62 885,80 1.027,85 1.268,32
Residência multifamiliar
8 680,75 774,98 943,31 638,21 720,94 861,27 766,31 848,86 1.047,90 816,27 875,67 1.046,14
16 - 745,76 987,80 - 698,17 923,35 - 822,45 1.057,02 - 846,23 1.121,30
Prédio popular 4 712,92 923,09 - 667,81 829,17 - 802,94 981,74 - 850,56 985,18 -
Comercial - andares livres 8 - 903,39 968,25 - 832,95 887,31 - 960,20 1.045,19 - 1.014,70 1.079,71
Comercial - salas e lojas
8 - 775,46 848,06 - 723,77 786,02 - 837,01 951,77 - 887,56 973,54
16 - 1.026,08 1.121,23 - 967,16 1.049,08 - 1.113,41 1.260,85 - 1.188,83 1.296,43
Galpão industrial 1 - 416,60 - - 398,60 - - 470,26 - - 506,27 -
Projeto de interesse social 4 518,00 - - 476,21 - - 592,86 - - 626,28 - -
Residência popular 1 735,14 - - 715,89 - - 850,22 - - 912,28 - -
USO DE EDIFICAÇÃO
PAV.
BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO
RIO GRANDE DO SUL – FEVEREIRO/10 BAHIA – FEVEREIRO/10 PERNAMBUCO – FEVEREIRO/10 CEARÁ –FEVEREIRO/10
Residência unifamiliar
1 801,92 977,58 1.242,88 913,53 1.052,59 1.309,70 794,80 960,47 1.222,45 724,33 831,79 1.050,65
Residência multifamiliar
8 721,56 826,60 1.027,49 778,42 855,07 1.062,84 706,85 791,51 993,08 637,22 684,09 848,53
16 - 802,55 1.059,21 - 824,57 1.082,80 - 773,92 1.009,50 - 658,22 884,57
Prédio popular
4 754,38 944,38 - 816,55 1.013,37 - 741,66 914,26 - 669,16 773,60 -
Comercial - andares livres
8 - 977,75 1.075,25 - 984,13 1.060,95 - 907,97 987,23 - 795,08 848,79
Comercial - salas e lojas
8 - 825,66 946,43 - 845,36 929,70 - 775,61 862,14 - 690,88 752,25
16 - 1.104,67 1.262,71 - 1.119,52 1.232,62 - 1.032,24 1.147,75 - 923,40 1.006,56
Galpão industrial
1 - 447,52 - - 467,63 - - 439,88 - - 414,49 -
Projeto de interesse social
4 563,06 - - 578,75 - - 533,18 - - 477,32 - -
Residência popular
1 801,56 - - 808,87 - - 765,52 - - 705,36 - -
USO DE EDIFICAÇÃO
PAV.
BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO BAIXO NORMAL ALTO
MATO GROSSO DO SUL – FEVEREIRO/10 NORTE DO PARANÁ – FEVEREIRO/10 SERGIPE – FEVEREIRO/10 ESPÍRITO SANTO – FEVEREIRO/10
Residência unifamiliar 1 753,56 843,44 1.092,80 839,17 992,12 1.229,65 732,71 830,62 1.072,37 798,56 917,35 1.148,14
Residência multifamiliar
8 709,10 722,76 911,86 756,85 834,18 1.013,47 654,08 700,69 870,88 692,06 753,55 930,30
16 - 703,64 926,05 - 807,52 1.064,45 - 680,55 918,49 - 729,68 948,78
Prédio popular 4 737,35 829,17 - 789,44 963,68 - 680,66 801,76 - 725,22 886,68 -
Comercial - andares livres 8 - 850,10 934,72 - 965,88 1.039,12 - 830,65 887,07 - 874,32 942,75
Comercial - salas e lojas
8 - 716,79 803,41 - 837,30 940,94 - 713,77 776,51 - 750,72 829,75
16 - 958,89 1.069,52 - 1.115,88 1.250,44 - 949,03 1.028,96 - 994,27 1.097,87
Galpão industrial 1 - 400,22 - - 466,48 - - 408,55 - - 416,53 -
Projeto de interesse social 4 522,72 - - 580,34 - - 484,06 - - 523,94 - -
Residência popular 1 692,33 - - 846,97 - - 674,20 - - 739,26 - -
182 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
Observações: 1) Self-contained a ar: unidade compacta resfriada a ar. Na instalação completa
estão inclusos os condicionadores de ar, rede de dutos, isolamento térmico da rede de dutos,
bocas de ar, ligações elétricas partindo de um ponto de força e mão de obra de instalação. 2)
Self-contained a água: unidade compacta resfriada a água. Na instalação completa estão inclusos,
além dos mesmos equipamentos especificados no self-contained a ar, torres de resfriamento de
água, bombas de água e rede hidráulica de condensação e a mão de obra de instalação. 3) Água
gelada: sistema de condicionamento de ar por resfriamento indireto que utiliza a água gelada
Índice de Instalação e Manutenção de Sistemas de Ar-Condicionado Central
e condicionadores com ventiladores e serpentinas (fancoils). Na instalação completa estão
inclusos os resfriadores de água, condicionadores “fancoil”, torres de resfriamento de água,
bombas de água gelada e de condensação, quadros elétricos, rede de dutos isolados, redes
hidráulicas de condensação e água gelada (isolada) e controles e ligações elétricas partindo
de um ponto de força e a mão de obra de instalação. 4) Mão de obra: relativa a serviços que
utilizam exclusivamente a mão de obra.
Fonte: Abrava
CUB – Padrões de projeto
SIGLA, NOME E DESCRIÇÃO DORMITÓRIOS
UNIDADE
PAVIMENTO
ÁREA REAL
(M
2
)
R1-B Residência unifamiliar padrão baixo: 1 pavimento com 2 dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área para tanque. 2 1 58,64
R1-N
Residência unifamiliar padrão normal: 1 pavimento com 3 dormitórios, sendo um com suíte, banheiro social, sala, circulação, cozinha, área de serviço com banheiro e
varanda (abrigo para automóvel).
3 1 106,44
R1-A
Residência unifamiliar padrão alto: 1 pavimento com 4 dormitórios, sendo um com suíte e closet, outro com banheiro, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e sala
íntima, circulação, cozinha, área de serviço completa e varanda (abrigo para automóvel).
4 1 224,82
RP1Q Residência unifamiliar popular: 1 pavimento com 1 dormitório, sala, banheiro e cozinha. 1 1 39,56
PIS
Residência multifamiliar – Projeto de interesse social: térreo e 4 pavimentos-tipo. Térreo: hall, escada, 4 apartamentos/andar com 2 dormitórios, sala, banheiro, cozinha
e área de serviço Na área externa estão localizados o cômodo da guarita, com banheiro e central de medição. Pavimento-tipo: hall, escada e 4 apartamentos/andar com 2
dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área de serviço.
2 4 991,45
PP-B
Residência multifamiliar – Projeto popular padrão baixo: térreo e 3 pavimentos-tipo. Térreo: hall de entrada, escada e 4 apartamentos/andar com 2 dormitórios, sala,
banheiro, cozinha e área de serviço. Na área externa estão localizados o cômodo de lixo, guarita, central de gás, depósito com banheiro, 16 vagas descobertas e área de
serviço. Pavimento-tipo: hall, escada e 4 apartamentos/andar com 2 dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área de serviço.
2 4 1415,07
PP-N
Residência multifamiliar – Prédio popular padrão normal: garagem, pilotis e 4 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 32 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo,
depósito e instalação sanitária. Pilotis: escada, elevador, hall de entrada, salão de festas, copa, 2 banheiros, central de gás e guarita. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e
quatro apartamentos por andar com três dormitórios, sendo uma suíte, sala de estar/jantar, banheiro social, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda.
3 4 2590,35
R8-B
Residência multifamiliar padrão baixo: pavimento térreo e 7 pavimentos-tipo. Térreo: hall de entrada, elevador, escada e 4 apartamentos/andar, com 2 dormitórios, sala,
banheiro, cozinha e área para tanque. Na área externa estão localizados o cômodo de lixo e 32 vagas descobertas e área de serviço. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada
e 4 apartamentos/andar, com 2 dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área para tanque.
2 4 2801,64
R8-N
Residência multifamiliar padrão normal: garagem, pilotis e 8 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 64 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo, depósito e instalação
sanitária. Pilotis: escada, elevador, hall de entrada, salão de festas, copa, 2 banheiros, central de gás e guarita. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e 4 apartamentos/andar
com 3 dormitórios, sendo um com suíte, sala de estar/jantar, banheiro social, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda.
3 4 5998,73
R8-A
Residência multifamiliar padrão alto: garagem, pilotis e 8 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 48 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo, depósito e instalação
sanitária. Pilotis: escada, elevador, hall de entrada, salão de festas, salão de jogos, copa, 2 banheiros, central de gás e guarita. Pavimento-tipo: halls de circulação, escada, elevador e 2
apartamentos/andar, com 4 dormitórios, sendo um com suíte e closet, banheiro social, sala estar/jantar e sala íntima, circulação, cozinha, área de serviço completa e varanda.
4 2 5917,79
R16-N
Residência multifamiliar padrão alto: garagem, pilotis e 16 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 128 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo, depósito e instalação
sanitária. Pilotis: escada, elevador, hall de entrada, salão de festas, copa, 2 banheiros, central de gás e guarita. Pavimento-tipo: halls de circulação, escada, elevador e 4 apartamentos/
andar, com 3 dormitórios, sendo um com suíte, sala de estar/jantar, banheiro social, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda.
3 4 10562,07
R16-A
Residência multifamiliar padrão alto: garagem, pilotis e 16 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 48 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo, depósito e instalação sanitária.
Pilotis: escada, elevador, hall de entrada, salão de festas, salão de jogos, copa, 2 banheiro, central de gás e guarita. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e 2 apartamentos/andar, com
4 dormitórios, sendo um com suíte e closet, outro com banheiro, banheiro social, sala estar/jantar e sala íntima, circulação, cozinha, área de serviço completa e varanda.
4 2 10461,85
CSL-8
Edifício comercial com lojas e salas: garagem, pavimento térreo e 8 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 64 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo,
depósito e instalação sanitária. Pavimento térreo: escada, elevador, hall de entrada, loja e área de serviço. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e 8 salas com
sanitário privativo por andar.
- 8 5942,94
CSL-16
Edifício comercial com lojas e salas: garagem, pavimento térreo e 16 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 128 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo,
depósito e instalação sanitária. Pavimento térreo: escada, elevador, hall de entrada, loja e área de serviço. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e 8 salas com
sanitário privativo por andar.
- 8 9140,57
CAL-8
Edifício comercial – andares livres: garagem, pavimento térreo e 8 pavimentos-tipo. Garagem: escada, elevador, 64 vagas de garagem cobertas, cômodo de lixo, depósito e instalação
sanitária. Pavimento térreo: escada, elevador, hall de entrada, loja e área de serviço. Pavimento-tipo: hall de circulação, escada, elevador e 8 andares corridos com sanitário privativo por andar.
- 1 5290,62
GI Galpão industrial: área composta de um galpão com área administrativa, 2 banheiros, um vestiário e um depósito. - 1 1.000,00

MÊS E ANO
SELF A AR SELF A ÁGUA ÁGUA GELADA
MÃO DE OBRA (7)
COMPLETA
(1)
EXCLUSIVE
CONDICIONADORES
DE AR (2)
COMPLETA (3)
EXCLUSIVE
CONDICIONADORES
DE AR (4)
COMPLETA (5)
EXCLUSIVE
CONDICIONADORES
DE AR (6)
Jul/08 271,91 335,43 271,61 307,57 276,65 320,53 367,32
ago 274,74 342,71 273,74 311,16 278,95 324,20 371,21
set 277,91 349,72 277,60 318,06 286,56 335,38 374,14
out 279,40 351,07 279,03 320,12 288,76 338,34 377,06
nov 280,16 351,77 280,02 320,84 289,60 339,42 379,31
dez 280,42 352,03 281,02 322,00 290,94 341,31 380,20
jan 281,07 353,16 282,07 323,26 292,03 342,82 381,47
fev 282,04 355,36 282,70 324,39 292,97 343,96 383,03
mar 282,04 355,35 283,10 325,11 293,24 344,35 383,70
abr 282,62 356,38 283,72 325,67 293,61 344,89 384,10
mai 282,79 356,77 283,89 325,97 293,41 344,60 385,33
jun 283,33 357,96 284,55 327,16 293,78 345,14 390,37
Jul/09 283,94 359,33 285,03 328,02 294,16 345,70 391,70
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,22 0,38 0,17 0,26 0,13 0,16 0,34
acumulado no ano 1,26 2,07 1,43 1,87 1,11 1,29 3,02
acumulado em 12 meses 4,42 7,13 4,94 6,65 6,33 7,85 6,64
Data-base: jun/94 = 100

Os projetos arquitetônicos acima relacionados podem ser consultados na cartilha do CUB “Custo unitário básico (CUB/m
2
): Principais aspectos”, disponível para download em www.cub.org.br.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 183
Obras de infraestrutura
Observação: Os Índices de Preços da Construção Civil e dos Serviços Gerais de Mão de obra são utilizados para os reajustes de contratos de obras públicas e dos serviços gerais com predominância
de mão de obra, no âmbito da Administração do Governo do Estado de São Paulo. Os índices de preços são calculados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). São 22 índices de
preços específicos para cada tipo de obra ou serviço.
Fonte: Fipe
Índice FIPE de Construção Civil e Obras Públicas – São Paulo
Observação: Os Índices de Preços da Construção Civil e dos Serviços Gerais de Mão de obra são utilizados para os reajustes de contratos de obras públicas e dos serviços gerais com predominância
de mão de obra, no âmbito da Administração do Governo do Estado de São Paulo. Os índices de preços são calculados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). São 22 índices de
preços específicos para cada tipo de obra ou serviço.
Fonte: Fipe
Índice FIPE de Construção Civil e Obras Públicas - São Paulo
Data-base: mar/94 = 100
MÊS E ANO TERRAPLENAGEM
SERVIÇOS
GERAIS COM
PREDOMINÂNCIA
DE MÃO DE OBRA
ESTRUTURAS E OBRAS DE ARTE EM CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS E
OBRAS DE ARTE METÁLICAS
GERAL REDE DE ÁGUA REDE DE ESGOTO
PONTES E
VIADUTOS
RESERVATÓRIOS
LINHAS E REDES DE
DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA
ASSENTAMENTO
DE TUBULAÇÕES
ADUTORAS
Jan/09 365,621 428,352 400,319 512,415 395,239 431,572 427,309 379,820 418,856
fev 367,855 428,066 401,681 514,181 396,192 431,888 426,579 377,907 420,446
mar 366,555 427,698 400,893 513,849 396,220 425,918 421,222 377,236 421,150
abr 361,936 427,227 400,095 513,320 395,731 423,494 419,447 377,157 420,165
mai 357,971 446,037 408,627 527,464 408,241 435,599 425,723 381,490 428,241
jun 348,620 446,101 408,746 524,749 406,931 434,830 424,333 378,994 425,439
jul 345,158 445,882 407,920 522,468 405,940 434,147 422,812 378,450 423,671
ago 341,961 444,854 407,834 521,530 406,365 434,108 421,196 379,499 422,675
set 341,381 445,337 407,912 522,337 407,903 434,288 420,643 378,821 425,036
out 338,027 445,317 407,750 521,838 407,564 434,220 420,044 379,639 423,986
nov 336,775 445,284 407,915 522,172 408,094 434,573 420,019 381,368 423,112
dez 337,845 445,633 408,358 521,967 407,855 434,376 419,576 381,543 423,217
Jan/10 339,122 446,921 410,442 524,783 409,317 435,658 418,656 383,896 426,353
VARIAÇÕES % REFERENTES AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,38 0,29 0,51 0,54 0,36 0,30 -0,22 0,62 0,74
acumulado no ano 0,38 0,29 0,51 0,54 0,36 0,30 -0,22 0,62 0,74
acumulado em 12 meses -7,25 4,33 2,53 2,41 3,56 0,95 -2,02 1,07 1,79
MÊS E ANO
PAVIMENTAÇÃO
GERAL
MELHORIA E REFORÇO
DO SUBLEITO,
SUB-BASE, OU BASE
COM MATERIAL
IN NATURA
TRANSPORTE DE
MATERIAL PARA
REFORÇO OU BASE
SUB-BASE
OU BASE DE
SOLO-CIMENTO
SUB-BASE OU
BASE DE SOLO-BRITA,
BRITA GRADUADA
E MACADAME
HIDRÁULICO
IMPRIMADURAS
BETUMINOSAS
MACADAME
BETUMINOSO E
TRATAMENTOS
SUPERFICIAIS
CAMADA
BETUMINOSA
USINADA
Jan/09 557,110 380,640 380,137 370,647 428,825 881,151 608,099 701,010
fev 562,462 389,029 386,340 366,163 436,459 881,108 613,684 707,032
mar 563,657 389,344 387,105 363,758 447,271 881,501 614,553 706,426
abr 564,301 392,079 386,711 349,355 453,929 878,593 613,970 709,145
mai 566,360 396,853 387,710 349,716 455,838 877,657 615,034 711,726
jun 563,547 395,138 377,794 346,679 456,730 874,636 611,822 711,685
jul 563,710 394,016 374,138 345,025 455,312 876,302 612,703 714,041
ago 564,286 395,880 373,975 343,873 457,271 875,704 613,300 714,414
set 564,793 394,693 373,829 343,847 457,646 874,940 612,409 717,141
out 565,745 395,368 373,736 344,405 458,731 875,837 612,887 719,061
nov 565,656 395,168 373,105 345,411 459,146 875,431 612,795 719,269
dez 567,153 396,783 373,288 343,943 464,661 875,475 614,288 721,039
Jan/10 572,370 403,750 377,473 344,252 475,234 878,855 620,345 725,732
VARIAÇÕES % REFERENTE AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,92 1,76 1,12 0,09 2,28 0,39 0,99 0,65
acumulado no ano 0,92 1,76 1,12 0,09 2,28 0,39 0,99 0,65
acumulado em 12 meses 2,74 6,07 -0,70 -7,12 10,82 -0,26 2,01 3,53
Data-base: mar/94 = 100
184 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
Avaliação de Glebas
Observação: Os custos de urbanização apresentados foram dimensionados para um módulo de mil m² de área útil (área de lotes), e foram calculados com base no trabalho “Avaliação de Glebas
– Subsídios para Pré-Planos” da empresa Guilherme Martins Engenharia de Avaliações S/C Ltda. e faz parte da 3
a
edição (1980) do livro “Construções. Terrenos” – Editora PINI. Os valores são
atualizados mensalmente por pesquisa em São Paulo, Capital.
MÊS E ANO
CUSTO DE URBANIZAÇÃO (R$ POR 1000 M
2
DE ÁREA ÚTIL)
SERVIÇOS DE
TOPOGRAFIA
TERRAPLENAGEM
REDE DE ÁGUA
POTÁVEL
REDE DE
ESGOTO
DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
PAVIMENTAÇÃO
REDE DE
ILUMINAÇÃO
PÚBLICA
TOTAL
LEVE MÉDIO PESADO GALERIAS
GUIAS E
SARJETAS
Fev/09 1.280,21 848,38 2.818,14 7.742,65 4.208,47 9.014,28 3.906,04 3.545,76 11.369,73 1.616,99 46.350,64
mar 1.278,42 848,38 2.818,14 7.742,65 4.206,18 8.999,97 3.883,60 3.552,48 11.404,55 1.616,99 46.351,35
abr 1.271,32 848,38 2.818,14 7.742,65 4.207,94 9.002,50 3.915,54 3.514,25 11.433,39 1.614,42 46.368,53
mai 1.316,33 875,84 2.845,60 7.770,11 4.326,66 9.375,96 4.034,45 3.576,89 11.535,06 1.642,79 47.299,69
jun 1.314,95 875,84 2.845,60 7.770,11 4.307,34 9.350,12 4.039,61 3.624,27 11.621,04 1.642,79 47.391,68
jul 1.313,57 875,84 2.845,60 7.770,11 4.265,56 9.300,09 4.037,39 3.615,36 11.505,06 1.626,00 47.154,57
ago 1.311,66 875,84 2.845,60 7.770,11 4.282,81 9.284,27 4.035,38 3.616,03 11.514,50 1.628,57 47.164,77
set 1.309,49 875,84 2.845,60 7.770,11 4.283,27 9.377,46 4.081,72 3.638,71 11.527,95 1.623,43 47.333,58
out 1.309,61 875,84 2.845,60 7.770,11 4.246,81 9.342,25 4.078,33 3.638,30 11.541,66 1.593,27 47.241,78
nov 1.309,21 875,84 2.845,60 7.770,11 4.255,14 9.277,30 4.040,40 3.637,57 11.515,15 1.590,70 47.117,02
dez 1.307,74 875,84 2.845,60 7.770,11 4.256,66 9.277,01 4.060,34 3.657,64 11.515,57 1.590,70 47.157,21
jan 1.308,11 875,84 2.845,60 7.770,11 4.286,62 9.265,71 4.066,77 3.677,42 11.518,34 1.590,70 47.205,23
Fev/10 1.309,30 875,84 2.845,60 7.770,11 4.286,62 9.282,95 4.071,39 3.703,83 11.573,58 1.590,70 47.309,93
VARIAÇÕES % REFERENTES AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,09 0,00 0,00 0,00 0,00 0,19 0,11 0,72 0,48 0,00 0,22
acumulado no ano 0,12 0,00 0,00 0,00 0,70 0,06 0,27 1,26 0,50 0,00 0,32
acumulado em 12 meses 2,27 3,24 0,97 0,35 1,86 2,98 4,23 4,46 1,79 -1,63 2,07
Indicadores gerais
Observações:
1) INPC/IBGE: baseado em famílias com renda de 1 a 8 salários mínimos em 11 regiões metropo-
litanas. Período de coleta: mês completo (dias 1
o
a 30 do mês de referência).
2) IPC/FIPE: baseado em famílias com renda de 1 a 20 salários mínimos em São Paulo e Rio de
Janeiro. Período de coleta: quadrissemanas e mês completo.
3) IGP-DI/FGV: baseado em famílias com renda de 1 a 33 salários mínimos em São Paulo e Rio de
Janeiro (30%), preços no atacado (60%) e da construção (10%) em outras 10 regiões. Período de
coleta: mês completo (dias 1º a 30 do mês de referência).
4) IGP-M/FGV: baseado em famílias com renda de 1 a 33 salários mínimos em São Paulo e Rio de
Janeiro (30%), preços no atacado (60%) e da construção (10%) em outras 10 regiões. Período de
coleta: dias 21 do mês anterior a 20 do mês de referência. Fontes: IBGE e Fipe.
Índices Gerais de Preços
Índice PINI de Custos de Terraplenagem,
Pavimentação e Obras de arte e Drenagem -
São Paulo
Metodologia: Os Índices PINI de Custos de Terraplenagem, Pavimentação, Obras de arte e
Drenagem foram compostos a partir de uma obra “padrão” selecionada pelo Sinicesp (Sindicato
da Indústria de Construção Pesada no Estado de São Paulo). A obra possui 5.500 m de extensão
classe A, inclui dispositivos de acesso, não considera serviços preliminares e complementares e
é atualizada por pesquisa realizada em São Paulo, capital. Período de coleta: a cada 30 dias com
pesquisa na última semana do mês de referência.
Fonte: PINI
Data-base: dez/92 =100
MÊS E ANO IPCT IPCP IPCD
Fev/09 74.708,02 117.267,44 130.383,64
mar 74.664,41 117.864,86 128.362,65
abr 74.753,14 118.137,43 127.086,43
mai 74.831,10 118.716,24 129.652,48
jun 74.835,98 120.380,06 128.665,88
jul 74.163,74 118.194,08 128.301,72
ago 74.227,90 118.314,98 127.587,57
set 74.159,05 118.601,98 126.978,85
out 74.176,01 118.885,99 127.235,65
nov 74.178,33 118.338,41 126.935,08
dez 74.183,18 118.526,21 127.066,06
jan 74.158,38 118.499,81 127.027,68
Fev/10 74.158,38 119.176,07 127.457,15
VARIAÇÕES % REFERENTES AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,00 0,57 0,34
acumulado no ano -0,03 0,55 0,31
acumulado em 12 meses -0,74 1,63 -2,24
MÊS E ANO INPC
IPC
(FIPE)
IPC - RJ
(FGV)
IGP - DI IGP-M
Fev/09 3.003,43 303,9727 339,541 403,737 410,849
mar 3.009,44 305,1916 342,902 400,353 407,808
abr 3.025,99 306,1435 343,434 400,530 407,181
mai 3.044,15 307,1624 344,119 401,232 406,885
jun 3.056,93 307,5479 345,127 399,966 406,486
jul 3.063,96 308,5671 346,284 397,393 404,718
ago 3.066,41 310,0349 347,108 397,758 403,253
set 3.071,32 310,5369 346,617 398,738 404,945
out 3.078,69 311,3247 346,789 398,575 405,129
nov 3.090,08 312,2145 347,110 398,857 405,548
dez 3.097,50 312,7615 347,671 398,407 404,499
jan 3.124,76 316,9384 348,920 402,425 407,049
Fev/10 3.146,63 319,2882 350,604 406,826 411,843
VARIAÇÕES % REFERENTES AO ÚLTIMO MÊS
mês 0,70 0,74 0,48 1,09 1,18
acumulado no ano 1,59 2,09 3,26 2,11 1,82
acumulado em 12 meses 4,77 5,04 3,26 0,77 0,24
* A série IPC-RJ foi descontinuada em dezembro de 2009, sendo substituída pela série IPC/
DI – Rio de Janeiro – Média Geral
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 185
Volume de chuva nas capitais
Indicadores do clima
Data-base: fevereiro/10
Conjuntura setorial
Emprego na Construção Civil por Segmentos - Brasil
Estoque de empregados – Data-base: dez/06=100
CIDADE TOTAL MÊS MÉDIA HISTÓRICA
Aracaju 69,5 77,7
Belém 332,8 417,5
Belo Horizonte 85,9 188,4
Boa Vista 69,3 121,2
Brasília 36,8 214,7
Campo Grande 255,8 187,1
Cuiabá 341,1 199,0
Curitiba 201,7 142,1
Florianópolis 174,4 197,7
Fortaleza 74,8 215,6
Goiânia 200,2 213,3
João Pessoa 67,1 137,5
Macapá 206,9 347,0
Maceió 174,8 111,0
CIDADE TOTAL MÊS MÉDIA HISTÓRICA
Manaus 359,2 288,3
Natal 81,2 129,4
Palmas 211,9 267,1
Porto Alegre 116,6 108,6
Porto Velho 148,6 295,7
Recife 43,1 144,2
Rio Branco 185,3 285,9
Rio de Janeiro 87,3 113,2
Salvador 18,4 121,2
São Luís 112,7 381,9
São Paulo 296,5 234,0
Teresina 96,1 261,0
Vitória 57,1 82,4
MÊS E ANO
OBRAS SERVIÇOS
TOTAL GERAL
PREPARAÇÃO
DE TERRENO
EDIFICAÇÕES
INFRA-
ESTRUTURA
OBRAS DE
INSTALAÇÕES
OBRAS DE
ACABAMENTO
SUBTOTAL
INCORPORAÇÃO
DE IMÓVEIS
ENGENHARIA E
ARQUITETURA
SUBTOTAL
Dez/08 88.770 1.270.627 120.538 206.132 82.002 1.768.069 128.977 187.911 316.888 2.084.957
jan 88.442 1.276.909 121.523 209.226 83.293 1.779.393 130.858 188.984 319.842 2.099.235
fev 88.967 1.278.885 122.216 208.782 83.385 1.782.235 132.713 188.401 321.114 2.103.349
mar 90.147 1.288.860 122.823 212.484 84.044 1.798.358 133.836 189.496 323.332 2.121.690
abr 90.719 1.302.976 122.480 210.054 85.507 1.811.736 136.355 191.627 327.982 2.139.718
mai 91.936 1.318.306 121.556 210.514 86.832 1.829.144 137.601 192.420 330.021 2.159.165
jun 93.739 1.334.765 121.018 210.218 87.725 1.847.465 139.765 192.307 332.072 2.179.537
jul 95.852 1.362.524 120.883 210.686 89.696 1.879.641 142.260 194.135 336.395 2.216.036
ago 97.799 1.395.093 120.681 214.193 91.834 1.919.600 144.805 196.553 341.358 2.260.958
set 98.734 1.420.491 121.904 217.576 93.567 1.952.272 146.509 198.118 344.627 2.296.899
out 99.208 1.442.273 122.163 219.467 95.317 1.978.428 147.784 201.354 349.138 2.327.566
nov 98.996 1.454.534 124.155 222.595 95.940 1.996.220 150.669 204.448 355.117 2.351.337
Dez/09 95.309 1.411.450 124.269 220.862 93.364 1.945.254 149.094 203.464 352.558 2.297.812
VARIAÇÕES % REFERENTES AO ÚLTIMO MÊS
mês -3,72 -2,96 0,09 -0,78 -2,69 -2,55 -1,05 -0,48 -0,72 -2,28
acumulado em 12 meses. 7,37 11,08 3,10 7,15 13,86 10,02 15,60 8,28 11,26 10,21
Fontes: Ministério do Trabalho e Emprego e SindusCon/SP
Obs.: Alteração da data base em dezembro/05 para dezembro/06 = 100
nd: não disponível
186 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICES E CUSTOS
>
Encargos Sociais
Nas cidades onde não existe ambulatório Seconci (item A. 9), a Taxa de Leis Sociais é 127,95% para
horistas e 77,25% para mensalistas (exclui-se A.9, alterando a reincidência em D.1)
(*) adotado
(**) Itens que devem ser calculados segundo o critério de cada empresa. As fórmulas consideram
os seguintes itens: C = Custo médio de condução (un) ou refeição (un) ou seguro (custo mensal);
N = Número médio de conduções ou refeições (mês); S = Salário médio nominal (mês). Vale
Transporte: considerada dedução de 6% sobre o salário mês, pois os empregadores obrigam-se
a custear apenas o excedente a esse percentual; Refeição mínima: considera dedução de 1%
sobre o salário/hora por dia útil trabalhado, relativo ao custeio da refeição mínima por parte do
Trabalhador; Refeições: considerado um limite mínimo de 95% para os custos subsidiados pelos
empregadores; Dias úteis: foram considerados 22 dias por mês.
(***) Conforme o decreto 6.727, de 12-01-2009, que altera o regulamento da Previdência Social,
revogando a não incidência da contribuição previdênciária sobre o valor pago a título de aviso prévio
indenizado.
Observações: 1) As taxas de Leis Sociais e Riscos do Trabalho para horistas estão consideradas e
calculadas de modo a exprimir as incidências e reincidências dos encargos sociais e a percentagem
total é a adotada em nossas Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos (TCPO), ou seja,
é a taxa que incide sobre as horas normais trabalhadas (de produção). 2) As taxas de leis sociais
e riscos do trabalho para mensalistas estão consideradas e calculadas de modo a exprimir as
incidências e reincidências dos encargos sociais e a percentagem total adotada incide sobre a
folha de pagamento. 3) Após o cálculo dos custos diretos, há necessidade de uma previsão dos
custos indiretos envolvidos na administração do negócio da empresa executante. Tal previsão
geralmente é feita com base na aplicação da Taxa de BDI-Benefício e Despesas Indiretas. 4) Os
itens abaixo não são considerados em nosso estudo de Leis Sociais e devem ser incluídos nas
Despesas Indiretas:
- lIS/lasec, ce|a sua s|a||ar|cace cca ua |accstc, uaa ºe. cue |rc|ce sc|re as rece|tas
operacionais.
- tctrs, uaa ºe. cue |rc|ce sc|re a kece|ta bruta.
Caso você tenha necessidade do detalhamento das Taxas de Leis Sociais e Riscos do Trabalho, solicite
pelo fone: (11) 2173-2375, pelo fax: (11) 2173-2393 ou pelo e-mail: economia@pini.com.br.
HORISTA (1) MENSALISTA (2)
A1 Previdência Social 20,00 20,00
A2 Fundo de Garantia por Tempo de Serviço 8,00 8,00
A3 Salário Educação 2,50 2,50
A4 Serviço Social da Indústria (Sesi) 1,50 1,50
A5 Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) 1,00 1,00
A6 Serviço de Apoio a Pequena e Média Empresa (Sebrae) 0,60 0,60
A7 Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) 0,20 0,20
A8 Seguro contra os acidentes de trabalho (INSS) 3,00 3,00
A9 Seconci Serviço Social da Indústria da Construção e do Mobiliário (aplicável a todas as empresas conatantes do III grupo da CLT - art. 577) 1,00 1,00
A Total dos Encargos Sociais Básicos 37,80 37,80
B1 Repouso semanal e feriados 22,90
B2 Auxílio-enfermidade (*) 0,79
B3 Licença-paternidade (*) 0,34
B4 13º Salário 10,57 8,22
B5 Dias de chuva / faltas justificadas na obra / outras dificuldades / acidentes de trabalho / greves / falta ou atraso na entrega de materiais ou serviços (*) 4,57
B Total dos Encargos Sociais que recebem as incidências de A 39,17 8,22
C1 Depósito por despedida injusta 50% sobre [A2 + (A2 x B)] 5,56 4,32
C2 Férias (indenizadas) 14,06 10,93
C3 Aviso-prévio (indenizado) (***) (*) 13,12 10,20
C Total dos Encargos Sociais que não recebem as incidências globais de A 32,74 25,45
D1 Reincidência de A sobre B 14,81 3,11
D2 Reincidência de (A - A9) sobre C3 4,83 3,75
D Total das taxas das reincidências 19,63 6,86
Total de encargos sociais 129,34 78,33
Taxas de leis sociais e riscos do trabalho (%)
Complementos Taxas
Vale transporte (**) [(C x N – (S x 0,06)) / S] x 100 22,65%
Refeição Miníma (café da manhã) (**)
{(C x N) – [(S / 30) x 22 x 0,01] / S} x 100
7,29%
Refeições (**) [(C x N x 0,95) / S] x 100 23,14%
Seguro de vida e acidentes em grupo (**) (C / S) x 100 1,51%
EPI (Equipamento de Proteção Individual) (**) (C / S) x 100 1,88 %
Total 56,47%
Valores Custos médios
2,50 ( C ) custo médio (un) da condução
88 ( NC ) número de conduções mês- 4 por dia x 22 dias
2,80 ( F) custo médio (un) do café da manhã
8,50 ( R ) custo médio (un) da refeição
22 ( NR ) número de refeições mês
11,57 ( G ) custo médio (un) do seguro
14,42 ( K ) custo médio do EPI (mês) - 1/3 de calçado + 1/10 capacete + 1/10 cinturão
767,80 ( S ) salário médio nominal (mês)
Total geral (encargos sociais com complementos) 129,34% + 56,47% = 185,81%
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 187
Salário-de-contribuição na Construção Civil - INSS
O enquadramento na tabela do CUB é função do tipo de construção, conforme tabela abaixo:
TIPOS DE CONSTRUÇÃO ENQUADRAMENTO NA TABELA CUB
1 Residência unifamiliar: casas, sobrados; edifício residencial; hotel, motel, spa e hospital. Residencial
2
Imóveis cujo pavimento-tipo seja composto de hall de circulação, escada,elevador, e andar corrido sem a existência de pilares ou qualquer elemento de
sustentação no vão, com sanitários privativos por andar
Comercial (andares livres)
3
Imóveis cujo pavimento-tipo seja composto de hall de circulação, escada, elevador, andar com pilares ou paredes divisórias de alvenaria e sanitários
privativos por andar ou por sala; posto de gasolina que contenha instalações para lanchonete, restaurante, loja de conveniência, serviço de lava-
rápido; serviço de alinhamento e balanceamento de rodas, entre outras
Comercial (salas e lojas
4
Imóveis compostos de galpão com ou sem área administrativa, banheiros, vestiário e depósito, tais como: pavilhão industrial; oficina mecânica; posto
de gasolina apenas com as instalações especificadas neste item; pavilhão para feiras, eventos ou exposições; depósito fechado; telheiro; silo, tanque
ou reservatório; barracão; hangar; ginásio de esportes e estádio de futebol; estacionamento térreo e estábulo.
Galpão Industrial
5 Imóveis que se destinem a: casa popular e conjunto habitacional popular Projeto de Interesse Social
6
O enquadramento da obra não prevista na tabela deverá ser feito com aquela que mais se aproxime de suas características, seja pela destinação do
imóvel ou por sua semelhança com as construções constantes do rol das mencionadas tabelas.
Observações: 1) A tabela acima é adotada para fixação do valor das contribuições adminis-
tradas e fiscalizadas pela Receita Federal do Brasil, devido por pessoas físicas ou jurídicas
sem escrituração contábil regular, quando da regularização da obra para fins de obtenção da
respectiva Certidão Negativa de Débito – CND do INSS; 2) O cálculo do chamado “salário de
contribuição” (base de cálculo da contribuição previdenciária) da mão de obra empregada na
construção civil adota como indicador o CUB – Custo Unitário Básico de Edificações, calculado
pelo Sinduscon de cada região, referente ao mês da emissão da DISO – Declaração e Infor-
mação sobre Obra de acordo com a norma técnica 12.721 da ABNT; 3) O CUB aplicável à obra
é obtido a partir do enquadramento efetuado pelo INSS de acordo com a destinação do imóvel,
o número de pavimentos e o padrão da obra; 4) O enquadramento da obra quanto ao padrão
Baixo, Normal e Alto leva em conta a quantidade de banheiros da unidade. As edificações
residenciais com até 2 banheiros – padrão baixo; com 3 banheiros – padrão normal; com
4 banheiros ou mais – padrão alto. As edificações comerciais, tanto as enquadradas como
salas e lojas como andares livres – padrão normal; 5) Quanto à tabela de mão de obra, as
edificações poderão ser tipo 11 se de alvenaria e tipo 12 de madeira ou mista. Também são
tipo 12 as obras que utilizam estrutura metálica ou pré-fabricada ou que tenha pelo menos
50% das paredes externas em pré-moldados ou pré-fabricados; 6) Havendo num mesmo
projeto construções com destinação diferente ou com 2 e 3 banheiros o enquadramento é
feito pela construção que prevalecer, se forem iguais a construção residencial prevalece
sobre a comercial; 7) A área que serve de base para apuração da RMT – Remuneração da
Mão de obra Total é aquela constante no projeto arquitetônico com a aplicação de redutores
de 50% para áreas cobertas e 70% para áreas descobertas, desde que discriminadas no
projeto (áreas de quintal, playgraund, quadra esportiva, garagens, pilotis, quiosque, chur-
rasqueiras, varandas, jardins e piscinas pré-fabricadas, estacionamento térreo e terraços,
etc. ); 8) Em reformas, o salário de contribuição calculado a partir da tabela de edificação
nova sofre redução de 65% e a demolição redução de 90%. Em ambos os casos observa-se
a área original do imóvel para efeito do enquadramento; 9) Nenhuma contribuição é devida
ao INSS no caso de construção residencial unifamiliar do tipo econômica ou popular com
área total não superior a 70 m
2
, destinada a uso próprio, executada sem mão de obra remu-
nerada, cujo proprietário ou dono da obra seja pessoa física e não tenha outro imóvel; 10)
No caso de pessoa jurídica com escrituração contábil regular que apresentar recolhimentos
no valor equivalente a 70% do salário de contribuição calculado pelo INSS a CND da obra
deverá ser emitida de imediato. No caso de recolhimentos inferiores a 70% o INSS tem 10
(dez) dias para providenciar a auditoria fiscal relativa à obra no livro Diário da empresa e
emitir a CND da obra; 11) Os valores recolhidos durante a obra são comprovados pelas notas
fiscais emitidas com vinculação inequívoca à obra e pela GFIP – Guia do Fundo de Garantia e
Informação à Previdência Identificada na RE-Relação de Empregados pela matrícula CEI da
obra; 12) Será ainda convertido em área a regularizar a remuneração equivalente a 5% do
valor da nota fiscal ou fatura de concreto usinado, massa asfáltica ou argamassa usinada,
independente da apresentação de qualquer recolhimento para a previdência social ou GFIP.
(Não se aplica à argamassa em pó adquirida para a obra.)
Instrução Normativa : IN MPS/SRP n
o
03 de 14 de julho de 2005 com as modificações introduzidas
pela IN MPS/SRP n
o
24 de 30 de abril de 2007.
Martelene Carvalhaes
Tipo 12, se ocorrer uma ou mais das seguintes circunstâncias:
a) No mínimo 50% das paredes externas for de madeira, de metal,
pré-moldada ou pré-fabricada; b) a estrutura for pré-fabricada ou pré-moldada.
II - TIPO DE CONSTRUÇÃO – NÚMERO DE PAVIMENTOS
R1 – Residencial unifamiliar
R8 – Edifício residencial com até 10 pavimentos, incluindo garagens e pilotis
R16 – Edifício residencial com mais de 10 pavimentos
CAL-8 – Comercial – andares livres, qualquer número de pavimentos
CSL-8 – Comercial – salas e lojas com até 10 pavimentos
CSL-16 – Comercial – salas e lojas com mais de 10 pavimentos
GI – Galpão Industrial
PIS – Casa Popular e Conjunto habitacional Popular
III - TIPO DE CONSTRUÇÃO – PADRÃO DA OBRA
Residenciais: Baixo – até 2 banheiros
Normal – até 3 banheiros
Alto – 4 banheiros ou mais
Comercial – Andares Livres = Padrão Normal
Comercial – Salas e Lojas = Padrão Normal
EXEMPLO: Construção de uma residência com 180m
2
, em alvenaria , com 3
dormitórios e 3 banheiros. Portanto, a obra será enquadrada no CUB R1 Normal.
Assim para o mês de fev/10 o CUB de São Paulo é de R$ 1.027,56 e o valor devido
ao INSS em São Paulo, será de:
100 m
2
x R$ 1.027,56 (CUB fev/10 projeto R1 Normal.) x 4%= R$ 4.110,24
80 m
2
x R$ 1.027,56 (CUB fev/10 projeto R1 Normal.) x 8%= R$ 6.576,38
Estimativa de Salário na construção civil do INSS R$ 10.686,62
Valor de recolhimento INSS – R$ 10.686,62 x 0,3780 (encargos sociais básicos) =
R$ 4.039,54
PERCENTUAIS APLICADOS ESCALONADAMENTE
SOBRE A ÁREA MULTIPLICADA PELO CUB PARA
OS ITENS 1, 2, 3 E 4 DA TABELA ACIMA
ALVENARIA MADEIRA/MISTA
Até 100 m
2
4% 2%
Acima de 100 m
2
a 200 m
2
8% 5%
Acima de 200 m
2
a 300 m
2
14% 11%
Acima de 300 m
2
20% 15%
Projeto de Interesse Social – PIS 12% 7%
NO CASO CONJUNTO HABITACIONAL POPULAR
INDEPENDENTEMENTE DA ÁREA CONSTRUÍDA UTILIZAR-SE-Á
ALVENARIA MADEIRA/MISTA
12% 7%
188 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LOJAS DE MATERIAIS
A
s redes de lojas de materiais de cons-
trução, antes especializadas em varejo,
hoje já têm departamentos específicos para
atender as construtoras. O filão começou a
se tornar atrativo quando o aquecimento
da construção civil se mostrou vigoroso.
Vislumbrando boas oportunidades, as lo-
jas entraram no nicho apostando em pre-
ços atrativos, oferta variada de produtos,
pagamentos parcelados e prazos de entrega
reduzidos, além de logística sincronizada
com as obras.
Para as lojas, entre as vantagens de
vender às construtoras estão a rentabili-
zação dos estoques, aumento do giro de
mercadorias, ganho de escala e maior pro-
dutividade nas vendas.
NICHO EM CRESCIMENTO
Cláudio Conz, presidente da Anamaco
(Associação Nacional dos Comerciantes
de Material de Construção), conta que as
vendas para as construtoras sempre exis-
tiram nas redes de materiais, mas numa
escala mínima. Para ele, o aquecimento
veio com as medidas governamentais de
incentivo à construção. Assim, os negócios
foram ampliados e o comércio percebeu
que poderia explorar mais esse nicho de
mercado.
Segundo o engenheiro Eduardo Luis
Isatto, coordenador do Norie (Núcleo
Orientado para Inovação da Edificação), da
UFRGS (Universidade Federal do Rio Gran-
de do Sul), o volume dos pedidos é fator de-
Lojas miram construtoras
Saiba como as lojas de materiais estão adaptando seus serviços para
ganharem mercado na venda às empresas de construção
terminante para as construtoras optarem
por compras diretamente nos fabricantes
ou nas revendas de materiais de construção.
“Os fabricantes geralmente adotam volumes
mínimos de pedidos que não são viáveis para
todas as empresas, especialmente as peque-
nas, que geralmente optam pelas revendas.
Mas essa é uma característica do Brasil. No
Chile, por exemplo, as empresas construtoras
raramente compram de fabricantes, mas sim
de gigantescas empresas que atuam como
intermediárias,” diz Isatto.
O QUE ELAS OFERECEM?
Entre as conveniências de comprar
nos departamentos especializados das
lojas está a exposição dos produtos em
minishowrooms, o que permite a visua-
lização do material assentado e acabado.
Outra característica das redes é o curto
prazo de entrega. As que têm estoques bem
abastecidos conseguem fornecer os produ-
tos em no máximo 48 horas.
“Existem serviços que só o varejo pode
oferecer. Nas grandes lojas, geralmente a
oferta é de, no mínimo, 30 mil itens entre
revestimentos cerâmicos, louças e metais
sanitários, tintas, argamassas, materiais
elétricos e hidráulicos, esquadrias etc.”,
defende Conz.
Fonte: Guia da Construção 89 (dez/2008), reportagem “Compra
em rede”.
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D
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 189
ALAGOAS
Maceió
CARAJAS HOME CENTER Avenida Durval Goes Monteiro, 1896 – Tabuleiro
Martins
Fone (82) 3324-4466
CASA LEMOS Rua Fernandes Lima, 2468 – Farol
Fone (82) 3221-6443
AMAZONAS
Manaus
ALBERTO TSUJI & CIA. LTDA. Rua Castelo Branco, 2.090/2.098 – Cachoeirinha
Fone (92) 3611-5018
ALADIN Rua Comércio, 1, 49D – Parque 10 de Novembro
Fone (92) 3236-9962
BAHIA
Salvador
AVAL MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Rua Madalena Paraguaçu, 103 – Pau Miudo
Fone (71) 3234-1688

BAHIA ELETRICIDADE Rua Barão de Cotegipe, 130 – Mares
Fone (71) 3312-8900
CASA POPULAR Estradas Barreiras, 157 – Cabula
Fone (71) 3405-3000
COMERCIAL RAMOS Avenida Antonio Carlos Magalhães, 2.423 – Brotas
Fone (71) 2102-7199

CEARÁ
Fortaleza
ACAL FORTALEZA Rua Padre Cícero, 400 – Rodolfo Teófilo
Fone (85) 3194-7800
APIGUANA Avenida Duque de Caxias, 901 – Centro
Fone (85) 3255-4111
CARMEHIL Avenida Bezerra de Menezes, 170 – Farias Brito
Fone (85) 4008-6666
NORMATEL Avenida Antonio Sales, 3.410 – Dionísio
Fone (85) 4006-1111
DISTRITO FEDERAL
Brasília
CASA DOS PARAFUSOS Sia Trecho 03 Lote 520 – Sia
Fone (61) 3403-6800
CECIN SARKIS Sia Sul Q5 Loja 225 – Sia
Fone (61) 3361-8900
CONDOR Sia Trecho 4 Lote 1220 – Sia
Fone (61) 2107.8800
DISTRIBUIDORA LÍDER Sia Trecho 02 Lote 575 Loja 01 – Sia
Fone (61) 3354-3222
FERCON Shin Ca 7 Bloco B-1 Loja térreo 54 – Asa Norte
Fone (61) 3322-1770/3347-0770/3468-3553
PISORAMA Saan Q 2 Lt 1185 – Asa Norte
Fone (61) 3362-7080
REZENDE CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO Aei Lt 03 Br 020 – Sobradinho
Fone (61) 3591-1702
SO REPAROS Sia Trecho 1 Lote 1010 Zona – Asa Norte
Fone (61) 3403-7000
SEBBA Sia Trecho 03 Lotes 250/280 Sia
Fone (61) 3233-2211
VIDROENGE Scia, Quadra 14, Conjunto 11, Lote 03 – Zona Industrial
Fone (61) 3036-5000
ESPÍRITO SANTO
Vila Velha

ALVOMAC Avenida Carlos Lindenberg, 2.053 – Alvorada
Fone (27) 3399-3131
CONSTRULAR Rua Joaquim Nabuco, 480 – Ilha dos Aires
Fone (27) 3219-4922
DOCE LAR Avenida Professora Francelina C. Setubal, 1.418 – Praia de Itapoã
Fone (27) 3320-0507
Vitória
BOZI Rua Pedro Carlos de Souza, 84 – Ilha de Santa Maria
Fone (27) 2122-4770
D&D HOME CENTER Avenida Presidente Florentino Avidos, 269 – Centro
Fone (27) 3331-3800
DALLA BERNARDINA Avenida Nossa da Penha, 3583 – Santa Lucia
Fone (27) 3212-8874
EMIDIO PAIS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Avenida Leitão da Silva, 600 –
Santa Lucia
Fone (27) 3325-0707
GOIÁS
Goiânia
TEND TUDO Rua Itapuã S/N, Quadra 02, Lote 06 E, Sala 02 – Vila Brasília
Fone (62) 4012-5100
UNITINTAS Avenida 24 de Outubro c/ Avenida Anhanguera – St. Campinas
Fone (62) 3235-7000
MARANHÃO
São Luís
COMERCIAL GUSMÃO Rua José Sarney, 23 – Centro
Fone (98) 3242-7554
LUSITANA Avenida Daniel de Latuschi, 2.800 – Coama
Fone (98) 2106-5150
MINAS GERAIS
Belo Horizonte

MEDEIROS ALVIM MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Rua Ursula Paulino, 892
– Helena
Fone (31) 33741807
Confira relação de lojas de materiais em diversas regiões
190 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LOJAS DE MATERIAIS
MERCADO VERDE Avenida Portugal, 1.770 – Jardim Atlântico
Fone (31) 3492-6844
SANTA CRUZ ACABAMENTOS Avenida Presidente Carlos Luz, 2.000 – Aparecida
Fone (31) 2126-1000
Uberlândia
METAL NOBRE Rua Vasconcelos Costa, 405 – Martins
Fone (34) 3221-6000
MATO GROSSO DO SUL
Campo Grande

SÃO LUIZ MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Rua Santa Quitéria, 918 – Aero
Rancho
Fone (67) 3346-2397
Dourados

SERCICAL COMÉRCIO MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Rua Joaquim Teixeira
Alves, 878 – Centro
Fone (67) 3420-2300
Cuiabá
BIGOLIM MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Rua Carmindo de Campos, 1.000 –
Jardim Petrópolis
Fone (65) 3615-9000
MATO GROSSO
Sinop
TODIMO Rua João Pedro Moreira de Carvalho, 2.100 – St Industrial
Fone (66) 3511-5000
PARÁ
Belém
NORTE CONSTRUÇÃO Rodovia Augusto Montenegro, 3.002 – Pq Guajara
Fone (91) 3227-5856
OPLIMA Rua Municipalidade, 1.157 – Umarizal
Fone (91) 3181-8000
PARAÍBA
João Pessoa
NORDIFE Rua Maximiano Figueiredo, 153 – Centro
Fone (83) 3222-6500
NORMAC NORDESTE Rua Feliciano Dourado, 652 – Torre
Fone (83) 3224-4337
PERNAMBUCO
Recife
ARMAZEM CORAL Rua das Calçadas, 174 – São José
Fone (81) 3117-8866
FERREIRA COSTA Avenida Mascarenhas de Morais, 2.967 – Imbiribeira
Fone (81) 3338-8333
MEGANORDESTE Avenida Mascarenhas de Moraes, 4.762 – Imbiribeira
Fone (81) 3878-4502
TUPAN Avenida Mascarenhas de Moraes, 3.963 – Imbiribeira
Fone (81) 2126-1000
PIAUÍ
Teresina
JUNIOR CONSTRUÇÕES Rua Rui Barbosa Norte, 4.050 – Parque Alvorada
Fone (86) 3217-4437
K V MATERIAIS Rua Miguel Rosa Sul, 3.779 – Centro
Fone (86) 3222-3614
PARANÁ
Curitiba
BALAROTI Rua Waldemar Kost, 701 – Vl Hauer
Fone (41) 3027-9000
BRENNY MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Rodovia dos Minérios, 308 – Abranches
Fone (41) 3354-1344
Foz do Iguaçu
C PRODUTEL Avenida Juscelino Kubitscheck, 3.544 – Vila Pérola
Fone (45) 3528-9420
Londrina
BRUTTUS Rua Bento Munhoz Rocha Neto, 1.111 – Vitória
Fone (43) 3328-4000
Maringá
CARAMURU MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Rua Colombo, 4.864 – Zona 7
Fone (44) 3026-4733
RIO DE JANEIRO
Campos Do Goytacazes
CENTRO ELÉTRICO Rua Barão Amazonas, 08/20 – Centro
Fone (22) 2733-2800
Macaé
CENTELHA Rua Teixeira de Gouveia, 1.917 – Cajueiros
Fone (22) 2105-9008
Rio de Janeiro
AMOEDO Rua Barata Ribeiro, 693 – Copacabana
Fone (21) 2257-4444
CHATUBA Estrada Getúlio de Moura, 2.563 – Centro
Fone (21) 2691-4075
CENTER TELHAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÕES Avenida dos Bandeirantes,
8.933 – Camorim
Fone (21) 2442-2202
CENTRAL DE CONSTRUÇÃO Avenida das Américas, 700 – Barra da Tijuca
Fone (21) 2494-6915
CENTRAL VILA NOVA Estrada Santa Maria, 752 – Campo Grande
Fone (21) 3384-3696
RIO GRANDE DO NORTE
Natal
AGAÉ Avenida Sen. Salgado Filho, 1.961 – Candelária
Fone (84) 4005-4125
ARMAZÉM PARA Avenida Antônio Basílio, 1.788 – Dix-Sept Rosado
Fone (84) 4009-8300
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 191
CONJOL Rua Presidente Bandeira, 882 – Alecrim
Fone (84) 3616-6000
LAMPADINHA Avenida Dão Silveira, 3.740 – Centro
Fone (84) 3615-4030
REDECON Rua Elói de Souza, 168 – Centro
Fone (84) 3291-2544
RIO GRANDE DO SUL
Caxias do Sul
ARTECASA Avenida Itália, 118 – São Pelegrino
Fone (54) 3221-1737
PORTO ALEGRE

AVALANCHE Rua Juca Batista, 5843 – Ipanema
Fone (51) 3241-4319
CONSTRUVATTI MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Avenida Protásio Alves, 5801 –
Petrópolis
Fone (51) 3383-0310

GAUDÉRIO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Avenida Bernardino Silveira Amorim,
1419 – Rubem Berta
Fone (51) 3397-0305
TUMELEIRO Avenida Assis Brasil, 5577 – Sarandi
Fone (51) 3349-2200
SANTA CATARINA
Blumenau
AGREMIX Rua Professor Max Humpl, 639 – Salto Norte
Fone (47) 3327-1840
Florianópolis
AGUÁ CLARAS Rodovia SC 401 Km 11,5 – Ratones
Fone (48) 246-6969
CASSOL Avenida Presidente Kennedy, 1953 – São José
Fone (48) 3035-8000
Joinville
AGROFLORA Rua XV de Novembro, 2.215 – Glória
Fone (47) 3453-2493
SERGIPE

Aracaju
CASA DAS TINTAS Rua Ministro Geraldo Barreto Sobral, 100 – Jardins
Fone (79) 3217-7447
MISTÃO Avenida Augusto Franco, 3.150 – Ponto Novo
Fone (79) 3234-0600
MUNDO DA CONSTRUÇÃO Avenida Chanceler Osvaldo Aranha, 2.000 – José
Conrado Araújo
Fone (79) 21073400
PISOLAR Rua Zaqueu Brandão, 490 – São José
Fone (79) 32056667
SERPAF Avenida Carlos Burlamarqui, 101 – Centro
Fone (79) 2107-0250
SÃO PAULO
Barueri
REMAT Alameda Araguaia, 851 – Centro
Fone (11) 21031445
Guarulhos
DUTRA MÁQUINAS Avenida Santos Dumont, 2.500 – Cumbica
Fone (11) 2795-8800
FF GUARULHOS Avenida Sete de Setembro, 2.018 – Vila Galvão
Fone (11) 2453-6014
LDF COMERCIAL ELETRICA Avenida Conego Valadão, 1.291 – Vila Augusta
Fone (11) 2422-6088
RICASA GUARULHOS Avenida Bom Clima, 38 – Jardim Bom Clima
Fone (11) 2441-4400
Mogi das Cruzes
DUTRA MÁQUINAS Avenida Francisco Ferreira Lopes, 70 – Vila Lavínia
Fone (11) 2795-8800
192 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ITAIPU Rua Jose Meloni, 295 – Vila Mogilar
Fone (11) 4791-9000
Osasco
CASA FERNANDES Avenida João Ventura dos Santos, 589 – Jardim Baronesa
Fone (11) 3687-6000
CASA SÃO PEDRO Rua Antonio B Coutinho 139 – Centro
Fone (11) 3682-2544
VILLAGE Avenida Joao Batista, 400 – Jardim Osasco
Fone (11) 36810777
Santana de Parnaíba
BRAMA MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Avenida Tenente Marques, 1.850 –
Polvilho
Fone (11) 4448-5755
Santo André
COPAFER Avenida dos Estados, 4.555 – Santa Terezinha
Fone (11) 4996-6000
MAZUCO Avenida dos Estados, 5.911 – Santa Terezinha
Fone (11) 4479-1000
São Bernardo do Campo
A CASA DA PINTURA Avenida Piraporinha, 1.111 – Planalto
Fone (11) 2596-6666
CASA NOVA Avenida do Taboão, 4.003 – Taboão
Fone (11) 4173-4455
São Caetano Do Sul

IRIGAR Avenida dos Estados, 3.400 – Fundação
Fone (11) 4225-7000
São Paulo
ALPHA MAT Avenida Maria Coelho de Aguiar, 866 – Jardim São Luiz
Fone (11) 5851-4766
ATACADÃO GUARUJÁ Estrada Vovó Carolina, 777 – Terceira Divisão
Fone (11) 2732-2007
ATLANTA Rua Fortunato Ferraz, 1.267 – Vila Anastácio
Fone (11) 3648-3388
BRASILIA MÁQUINAS Rua Bresser, 548 – Hipódromo
Fone (11) 2797-8500
CASA MIMOSA Avenida Dezenove de Janeiro, 391 – Carrãozinho
Fone (11) 2781-0500
CASA TOGNINI Rua Lavapés, 538 – Cambuci
Fone (11) 3208-7900
CENTER CASTILHO Avenida Rotary, 825 – Centro
Fone (11) 2122-9801
LOJAS DE MATERIAIS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 193
CENTER MARQUES Rua Padre Machado, 1.099 – Saúde
Fone (11) 5571-2173
COLUMBIA TELHAS Rua Djalma Pinheiro Franco, 197 – Aeroporto
Fone (11) 5670-7070
CONIBASE Avenida Eliseu de Almeida, 3.100 – Jardim Peri Peri
Fone (11) 2141-2222
C&C CASA E CONSTRUÇÃO Avenida Miguel Estéfano, 2.394 – Água Funda
Fone (11) 5592-5233
DEPÓSITO ZONA SUL Avenida Interlagos,1.386 – Jardim Marajoara
Fone (11) 5545-1900
DICICO Rua dos Patriotas, 1213 – Vila Independência
Fone (11) 2065-2564
DUTRA MÁQUINAS Avenida Professor Carlos Alberto Carvalho Pinto, 538 –
Alvinópolis
Fone (11) 2795-8840
DUTRA MÁQUINAS Rua Amazonas da Silva, 22 – Vila Guilherme
Fone (11) 2795-8850
DUTRA MÁQUINAS Avenida Sefarim Gonçalves Pereira, 340 – Pq Novo Mundo
Fone (11) 2795-8800
ELETROLESTE Avenida Aricanduva, 5200 – Jardim Aricanduva
Fone (11) 2723-5000
F PINHEIRO Avenida dos Sorocabanos, 259 – Ipiranga
Fone (11) 2066-1315
FERRAGENS ANHANGUERA Rua Anhanguera, 310 – Barra Funda
Fone (11) 33925651
FORMIGÃO Rua Gal Jerônimo Furtado, 1.111 – Jaçanã
Fone (11) 2241-0190
HIDRÁULICA VITÓRIA Avenida Nossa Senhora do Sabará, 1.200 – Sto Amaro
Fone (11) 5632-0022
JMC ELÉTRICA Rua Aurora, 525 – Centro
Fone (11) 3358-8000
LEROY MERLIN Rua Domingas Galletera Blotta 315 – Vila Campo Grande
Fone (11) 5670-8794
LONDON TELHAS Rua dos Cafezais, 96 – Aeroporto
Fone (11) 5563-8966
NICOM MATERAIS PARA CONSTRUÇÃO Rua Atica, 42 – Campo Belo
Fone (11) 5033-2000
PINGO D’AGUA Avenida Sapopemba, 1.603 – Água Rasa
Fone (11) 2965-1755
RAMALHO Rua do Manifesto, 2.082 – Ipiranga
Fone (11) 20670011
SANTIL MATERIAIS ELÉTRICOS Avenida Otaviano Alves de Lima, 6800 –
Piqueri
Fone (11) 3998-3000
SOEDRAL Rua Córrego do Bom Jesus, 307 – Cidade Centenário
Fone (11) 3299-5700
TELHANORTE Rodovia Presidente Castelo Branco, 6.201 – Água Branca
Fone (11) 3868-6300
TUMKUS E TUMKUS Avenida Oratório, 3.330 – Jardim Independência
Fone (11) 2024-6555
PREÇOS E FORNECEDORES
>
> A pesquisa de preços é realizada mensalmente, com
fechamento no mês anterior à data de capa da edição da
revista
> Os preços pesquisados referem-se à média praticada pelo
mercado. Os itens acompanhados da marca apresentam preços
exclusivos do fabricante ou fornecedor
> Qualidade: os itens pesquisados consideram materiais e
serviços de primeira qualidade
> Impostos (IPI e ICMS): fretes e descontos, quando
aplicáveis, estão inclusos nos preços
> A PINI mantém atualmente a pesquisa completa de insumos em
11 praças Confira:
Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR);
Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife
(PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP)
> Nas demais capitais brasileiras, são pesquisados os itens de
maior representatividade na construção civil, ou seja, insumos
básicos, totalizando aproximadamente 100 itens. Confira: Campo
Grande (MS), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB),
Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), São Luís
(MA), Teresina (PI) e Vitória (ES)
ORDEM ALFABÉTICA
As cotações estão estruturadas em
ordem alfabética
AGRUPAMENTOS DOS ITENS
Grupos de materiais ou serviços
organizados em ordem alfabética
OBSERVAÇÕES
Informações comerciais e
técnicas referentes aos itens
apresentados nas tabelas
Como consultar os preços
VEJA TAMBÉM
Informações sobre a localização de outros itens
relacionados à cotação (materiais, serviços ou
equipamentos) ou indicação da seção Como
comprar; apresentando número e página em
que o assunto foi abordado
VEJA COMO CONSULTAR os preços médios de materiais, mão de obra,
serviços e equipamentos praticados pelo mercado na sua região:
IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA
194 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PREÇOS E FORNECEDORES
>
Os preços apresentados são pesquisados pela PINI a partir de valores praticados pelo mercado e servem como parâmetro para orçamento,
planejamento e controle de obras e não devem ser tomados como padrão estrito.
Dúvidas, sugestões e/ou esclarecimentos, entre em contato conosco pelo e-mail engenharia@pini.com.br ou ligue (11) 2173-2462
PRAÇAS DE PESQUISA
Estados onde a pesquisa é realizada, com
base no levantamento de preços das regiões
metropolitanas das capitais
TIPOS DE ITEM
As cotações se dividem em seis tipos:
Mão de obra: são apresentados os valores médios
praticados pelo mercado, pesquisados em empresas
construtoras e firmas empreiteiras
Material: o preço apresentado na tabela refere-se ao
material especificado
Serviço: refere-se ao valor da mão de obra para execução
do serviço. Pode incluir materiais e equipamentos,
conforme observação contida no rodapé
Serviço – TCPO: o preço baseia-se no cálculo das
composições do livro TCPO (Tabelas de Composições de
Preços para Orçamentos)
Venda: refere-se ao preço de aquisição do
equipamento, componente ou sistema
Locação: os valores são para a locação do equipamento,
componente ou sistema, de acordo com a unidade
especificada
Nordeste
Sudeste
Sul
1.012
906
530
Norte
A seção de Preços e Fornecedores possui
levantamento de cerca de 23.000 preços de
materiais, mão-de-obra, serviços e equi-
pamentos. Confira ao lado a quantidade de
atualizações realizadas por região, de acor-
do com o levantamento da PINI.
Alterações de preços
687
Centro-oeste
284
Data de fechamento: março de 2010.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 195
ADITIVOS
A
196 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ACABADORAS DE SUPERFÍCIE – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ACELERADORES IMPERMEABILIZANTES – Veja: Impermeabilização rígida
AÇOS – Veja: Vergalhões
ADITIVOS
Aditivos adesivos epóxi MATERIAL
TIPO USO DESCRIÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Adesivo Estrutural À base de epóxi kg 34,09 34,30 28,98 39,30 29,17 33,40 40,48 37,25 37,61 32,93 -
Argamassa Emulsão adesiva lata 18 kg 111,36 127,13 131,69 152,50 136,95 117,50 - 129,43 132,20 126,21 -
Argamassa À base de resina sintética balde 18 kg 88,00 - - - - - - - 129,28 - -
Impermeabilizante Estrutural ou argamassa Hidrófugo lata 18 kg 48,01 51,20 55,28 57,48 43,37 42,86 68,37 55,78 61,44 59,71 -
Plastificante Estrutural Líquido para concreto balde 20 kg 91,72 - - - - - - - - - -
Condições de pagamento: faturado.
AGREGADOS – Veja: Areias e Pedras britadas

ALICATES HIDRÁULICOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ALIMENTAÇÃO NO CANTEIRO DE OBRAS
SERVIÇO
TIPO UN SP MG
Refeições individuais (refeição, suco e sobremesa) un 8,40 5,30
ALOJAMENTOS PARA OBRAS – Veja: Instalações provisórias
ALUGUEL DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ALVENARIAS
Blocos cerâmicos MATERIAL
TIPO DE
BLOCO
DIMENSÕES (MM) ESPESSURA DA
PAREDE (CM)
RENDIMENTO/
CONSUMO (UN/M²)
RESISTÊNCIA
(MPA)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Estrutural 140 x 190 x 390 15 13 3 milheiro 1370,70 1424,50 1222,50 - - - 1860,00 1360,00 1050,00 1340,00 -
190 x 190 x 390 20 13 3 milheiro 1804,44 2059,00 1648,00 - - - - 1950,00 - - -
Vedação 90 x 90 x 190 10 49 3 milheiro 350,48 309,74 - - - 381,24 453,19 - - - -
90 x 190 x 190 10 25 3 milheiro 362,00 342,50 - 391,00 380,00 344,68 408,33 312,50 296,25 300,00 -
90 x 190 x 290 10 17 3 milheiro 543,57 480,49 - - - 578,94 1253,07 361,52 449,27 - -
90 x 190 x 390 10 13 3 milheiro 803,00 699,00 785,67 - - - - 530,00 1215,00 - -
140 x 190 x 390 15 13 3 milheiro 1174,91 1045,49 1162,17 - - - - - 1500,00 - -
190 x 190 x 390 20 13 3 milheiro 1480,33 1641,50 - - - - - - - - -
TIPO DE
BLOCO
DIMENSÕES (MM) ESPESSURA DA
PAREDE (CM)
RENDIMENTO/
CONSUMO (UN/M²)
RESISTÊNCIA
(MPA)
UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Vedação 90 x 140 x 190 10 33 3 milheiro - - - - 390,00 228,91 - 175,70 245,26 177,51 -
90 x 190 x190 10 25 3 milheiro 360,00 380,00 353,33 251,67 441,00 325,00 - 269,00 284,14 252,00 444,33
Condições de pagamento: faturado 28 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: milheiro. Normas técnicas: NBR 8545, NBR
8949, NBR 14321, NBR 14322, NBR 15270-1, NBR 15270-2 e NBR 15270-3. Especificação: foram considerados blocos assentados com furos na vertical. No caso de blocos de vedação assentados com
furos na horizontal, a resistência é de 1,5 MPa.
A
ALVENARIAS
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 197
198 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ALVENARIAS
A
Blocos de concreto MATERIAL
TIPO DE
BLOCO
DIMENSÕES (MM) RENDIMENTO/
CONSUMO (UN/M²)
RESISTÊNCIA
(MPA)
ACABAMENTO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Vedação 90 x 190 x 390 13 2 Aparente un 1,33 1,13 0,95 1,24 1,34 1,17 1,19 1,17 1,21 1,30 -
90 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 1,23 1,11 0,86 1,25 1,32 1,22 1,28 1,22 1,23 1,38 -
140 x 190 x 390 13 2 Aparente un 1,45 1,43 1,24 2,00 1,67 1,32 1,50 1,49 1,69 1,59 -
140 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 1,51 1,50 1,14 2,06 1,65 1,41 1,50 1,55 1,75 1,78 -
190 x 190 x 390 13 2 Aparente un 2,00 1,79 1,46 2,48 2,15 2,02 1,89 1,98 2,11 1,97 -
190 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 1,98 1,81 1,34 2,53 2,14 2,05 1,87 2,04 2,18 1,98 -
190 x 190 x 190 25 2 Aparente un 1,23 1,11 0,96 1,37 1,16 1,45 1,31 1,02 1,04 1,36 -
190 x 190 x 190 25 2 para receber revestimento un 1,25 1,18 0,87 1,36 1,14 1,35 1,28 1,11 1,10 1,47 -
Estrutural 140 x 190 x 390 13 5 Aparente un 1,70 1,77 1,42 2,17 1,93 1,84 1,64 1,76 2,05 2,06 -
140 x 190 x 390 13 5 Para receber revestimento un 1,77 1,83 1,38 2,22 1,95 1,76 1,66 1,83 2,05 1,94 -
190 x 190 x 390 13 5 Aparente un 2,25 2,35 1,63 2,96 2,51 2,68 2,05 2,53 2,30 2,17 -
190 x 190 x 390 13 5 Para receber revestimento un 2,33 2,42 1,65 2,89 2,53 2,78 2,08 2,53 2,40 2,09 -
190 x 190 x 190 25 5 Aparente un 1,33 1,18 1,05 1,72 1,23 1,45 1,33 1,08 1,22 1,46 -
190 x 190 x 190 25 5 Para receber revestimento un 1,40 1,26 1,06 1,86 1,30 1,65 1,34 1,21 1,35 1,59 -
TIPO DE
BLOCO
DIMENSÕES (MM) RENDIMENTO/
CONSUMO (UN/M²)
RESISTÊNCIA
(MPA)
ACABAMENTO UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Vedação 90 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 0,92 0,99 0,89 0,97 1,98 1,78 - 1,19 1,45 1,03 1,01
140 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 1,36 1,45 1,18 1,38 2,66 2,35 2,50 1,57 1,95 1,39 1,44
190 x 190 x 390 13 2 Para receber revestimento un 1,54 1,65 1,48 1,62 3,39 2,97 - 1,98 2,42 1,72 1,68
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 10 dias (DF), 15 dias (PA) e imediato nas demais regiões. Lote básico de comercialização:
milheiro. Normas técnicas: NBR 6136, NBR 8215, NBR 8798, NBR 8949, NBR 10837, NBR 12118, NBR 14321 e NBR 14322.
Blocos de concreto celular autoclavado MATERIAL
TIPO DE BLOCO LARGURA (MM) ALTURA (MM) COMPRIMENTO (MM) UN SP RJ MG PR
Vedação 100 300 600 un 5,27 4,73 4,20 5,52
150 300 600 un 8,64 6,42 6,30 8,32
200 300 600 un 11,80 8,44 7,58 11,56
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: viagem com 25 m³. Especificações: bloco de
vedação tem resistência de 2,5 MPa, sua modulação é de 2,5 cm em 2,5 cm até no máximo 60,0 cm. Normas técnicas: NBR 8949, NBR 13438, NBR 13439, NBR 13440, NBR 14322, NBR 14956-1 e NBR
14956-2.
Blocos sílico-calcários MATERIAL
TIPO DE BLOCO USO DIMENSÕES (CM) UN SP
Estrutural para alvenaria não armada Para receber revestimento ou aparente 7,10 x 11,30 x 24,00 un -
Vedação ou estrutural para alvenaria armada Para receber revestimento ou aparente 9,00 x 19,00 x 39,00 un 1,39
14,00 x 19,00 x 39,00 un 1,67
19,00 x 19,00 x 39,00 un 2,10
Condições de pagamento: faturado 14 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: 12 toneladas. Normas técnicas: NBR 8949,
NBR 14321, NBR 14322, NBR 14974-1 e NBR 14974-2.
Blocos de vidro – Incolor MATERIAL
DIMENSÕES (MM) TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
80 x 190 x 190 Ondulado incolor un 7,40 8,87 11,13 9,90 9,00 9,15 8,80 11,62 8,81 11,63 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem. Rendimento/Consumo: 25 un/m².
Especificação: tijolo de vidro supertemperado e duplo. Normas técnicas: NBR 14899-1.
VEJA TAMBÉM Argamassas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 199
ALVENARIAS
A
Tijolos MATERIAL
TIPO DIMENSÕES (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cerâmico laminado 55 x 110 x 235 milheiro 1116,67 720,00 740,00 - 510,00 - 330,00 642,00 - 423,33 -
Maciço comum 90 x 57 x 190 milheiro 240,00 400,00 262,50 237,50 - 344,70 - 200,87 - - -
Maciço para alvenaria à vista 100 x 50 x 200 milheiro 698,17 580,00 421,50 380,00 - - - 448,50 325,00 530,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: milheiro. Obs.: na BA o tijolo cerâmico laminado tem
dimensões de 6 x 10 x 23 cm. Normas técnicas: NBR 5711, NBR 6460, NBR 7170, NBR 8041, NBR 8491, NBR 8492, NBR 8545, NBR 10832 e NBR 10833.
Tijolos refratários MATERIAL
LARGURA (MM) ALTURA (MM) COMPRIMENTO (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
114 25 229 un 1,52 1,90 1,78 1,96 1,60 1,65 - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Argamassas e Mão de obra para Serviços de Construção Civil
ANCORAGEM – Veja: Protensão
ANDAIMES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ANÉIS PARA POÇOS – Veja: Poços artesianos
APARELHOS SANITÁRIOS
Banheira de hidromassagem de fiberglass MATERIAL
LARGURA (M) ALTURA (M) COMPRIMENTO (M) POTÊNCIA (CV) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
0,81 0,53 1,50 1/2 un 2753,00 2379,50 2898,33 2544,50 2422,50 2428,33 2857,00 3035,53 4013,00 4010,35 -
Condições de pagamento: 3 parcelas (PE) e 2 parcelas nas demais regiões. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: unidade.
Especificações: 3 dispositivos, potência de 0,5 CV – 370 W.
Cubas de aço inoxidável MATERIAL
TIPO DIMENSÕES INTERNAS (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Retangular dupla 820 x 340 x 150 un 224,99 277,86 330,85 - 306,06 290,01 368,09 - - 290,63 -
Retangular simples 460 x 300 x 140 un 138,21 149,05 193,59 203,70 158,50 92,17 179,87 163,09 112,36 160,80 -
560 x 330 x 140 un 178,40 156,22 202,89 213,49 166,12 96,60 188,51 210,50 145,02 168,53 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Lavatório coletivo de aço inoxidável tipo AISI 304 e chapa USG 18 e 19 comprimento MATERIAL
ALTURA (MM) COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) UN SP RJ CE PA
240 3000 390 m 876,38 1187,76 1226,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 30 dias.
Louças sanitárias – Branco MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bacia convencional – 38 x 55 cm un 98,08 107,96 104,99 98,33 90,30 89,26 103,69 115,67 102,14 99,05 -
Bacia de louça convencional infantil un 152,60 155,96 131,56 129,38 124,49 125,75 154,45 167,02 120,34 141,96 -
Bacia para caixa acoplada – 38 x 65,5 cm, com caixa
acoplada 40 x 36,6 x 14,7 cm
un 95,48 94,35 109,71 108,70 90,82 95,70 114,07 100,62 83,05 83,66 -
Coluna para lavatório un 37,57 40,40 37,44 34,31 35,75 29,64 40,91 37,52 30,00 24,56 -
Lavatório para coluna – 56 x 46 cm un 50,27 55,90 50,97 43,59 49,80 46,45 54,18 55,36 51,43 32,78 -
200 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
A
APARELHOS SANITÁRIOS
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Bacia convencional – 38,5 x 54 cm un 114,75 104,67 114,50 106,90 90,55 107,80 112,10 115,00 100,43 117,80 114,33
Coluna para lavatório un 43,70 38,16 40,85 31,54 37,83 34,50 40,11 30,00 31,99 36,13 38,67
Lavatório para coluna – 45,5 x 57,5 cm un 60,23 57,50 58,99 52,26 52,77 57,82 53,42 47,05 46,99 47,24 49,28
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: unidade.
Louças sanitárias para deficientes físicos – Branco MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bacia de louça un 330,23 312,97 360,43 288,72 257,62 265,47 343,85 338,05 290,72 273,80 -
Coluna para lavatório suspensa un 74,85 99,33 91,00 91,49 66,96 69,37 - - - - -
Lavatório com semiencaixe un 137,67 148,55 145,02 134,43 126,88 113,53 - - - - -
Lavatório para coluna un 141,86 123,40 157,78 114,85 111,12 112,12 - 136,48 125,10 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 15097, NBR 15098
e NBR 15099.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 47 (página 40)
Mictórios MATERIAL
TIPO ALTURA
(MM)
LARGURA
(MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Coletivo de aço inoxidável tipo AISI 304, chapa USG 18 e 19 350 290 m 544,94 735,67 - - - 570,00 626,00 - - 705,00 -
Individual de louça com sifão de porcelana integrado 550 330 un 123,49 135,55 111,50 139,24 130,17 130,70 140,17 151,14 116,31 144,05 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 30 dias.
Pias com cuba de aço inoxidável MATERIAL
TIPO DIMENSÕES INTERNAS (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Simples 1.600 x 540 un 184,14 154,33 163,30 179,50 215,42 433,97 313,16 165,50 175,21 294,00 -
1.800 x 600 un 300,88 189,80 200,89 220,51 264,58 533,32 384,60 203,46 215,24 480,71 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: unidade. Prazo de entrega: imediata.
Tanques de louça MATERIAL
LARGURA (MM) PROFUNDIDADE (MM) VOLUME (L) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
575 510 22 un 173,01 171,96 177,48 174,05 181,32 154,11 170,00 153,93 132,30 172,50 -
655 560 30 un 183,84 237,29 244,66 240,02 250,03 212,57 234,49 191,67 182,29 237,94 -
Coluna para tanque MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Coluna para tanque de 22 litros un 48,73 48,94 44,98 50,10 39,50 36,22 57,64 45,54 42,96 38,45 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
VEJA TAMBÉM Boxes para Banheiros e Mão de obra para Serviços de Construção Civil
AQUECEDORES
Aquecedores centrais a gás por acumulação MATERIAL
TIPO VOLUME (LITROS) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Inoxidável 150 un 3300,00 3557,18 - - 3121,50 2944,33 2744,66 2600,00 2073,23 - -
Vitrificado 150 un 2527,17 2453,97 - - 1941,07 2495,00 1808,91 2040,70 2572,00 1908,38 -
Condições de pagamento: à vista. Prazo de entrega: imediata. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Normas técnicas: NBR 15203.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 201
AQUECEDORES
A
Aquecedores elétricos com cilindro de cobre MATERIAL
TIPO CAPACIDADE (LITROS) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Horizontal 200 un 2705,00 1820,09 2395,00 2300,00 3015,50 3364,13 2845,00 2185,50 3175,00 2445,33 -
Vertical 150 un 2300,00 1631,25 1811,00 1845,00 2518,17 2500,00 - 1966,67 2547,50 2039,62 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: unidade.
Aquecedores solares MATERIAL
ÁREA DA PLACA (M²) CAPACIDADE DO RESERVATÓRIO (LITROS) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
4 400 un 1781,69 1413,48 1021,27 - 1974,83 2271,94 1960,00 1901,93 2290,00 1994,54 -
6 600 un 2672,53 2120,21 1531,91 - 2962,24 3407,90 2940,00 2852,89 3435,00 2991,80 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Lote básico de comercialização: unidade. Especificações: aquecedor solar em cobre.
AR-CONDICIONADO
Aparelhos de ar-condicionado compactos MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO (BTU/H) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
18.000 un 1702,00 - - - - 1850,00 1572,33 2840,00 2077,00 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: unidade. Obs.: o número de aparelhos necessários para o ambiente é em
função da área, número de pessoas, características do pavimento (último andar ou intermediário) e orientação das fachadas. Conversão: 1 kcal/h = 4 BTU/h. Normas técnicas: NBR 5858, NBR 5882,
NBR 6401, NBR 6675, NBR 9318, NBR 9327, NBR 12010, NBR 12967, NBR 14679 e EB 269.
ARAMES
MATERIAL
TIPO BITOLA ESPAÇAMENTO
ENTRE FARPAS (CM)
PESO
(KG/UN)
DIÂMETRO
(MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Farpado No 16 BWG – rolo com 500 m 12 x 12 23,50 – un 153,92 120,00 185,09 190,75 199,00 195,14 222,67 186,00 179,17 177,08 -
Galvanizado No 16 BWG – 0,02 1,65 kg 7,86 7,86 6,97 9,50 8,20 7,02 9,11 8,24 7,26 8,51 -
Recozido No 16 BWG – 0,01 1,65 kg 5,29 - 6,36 5,47 4,19 4,90 5,65 4,66 5,57 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
ARBUSTOS – Veja: Paisagismo
ARDÓSIA – Veja: Pedras naturais
AREIAS
MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Fina – lavada m³ 82,50 67,50 57,35 83,09 52,08 48,25 47,92 46,11 49,65 32,17 -
Média – lavada m³ 81,67 67,00 59,67 84,25 52,43 43,67 43,54 45,74 55,32 36,25 -
Grossa – lavada m³ 83,97 67,31 59,98 87,53 52,67 43,86 43,78 46,01 55,59 36,44 -
ESPECIFICAÇÕES ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Média – lavada m³ 37,83 25,67 45,00 45,58 49,49 48,06 36,73 39,33 35,00 40,75 42,31
Grossa – lavada m³ 38,04 25,76 45,23 45,75 49,82 48,12 36,85 39,41 35,10 40,97 42,55
Condições de pagamento: faturado 30 dias (MG) e nas demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem
de 8 m³ (SP, MG, DF, PR, SC, RS e PA), 10 m³ (BA e CE), 13 m³ (RJ), 14 m³ (PE), 4 m³ (PI), 6 m³ (MA e PB) e nas demais regiões 5 m³. Especificações: para concreto, pavimentação, drenagem, contrapiso,
chapisco e construção civil em geral. Normas técnicas: NBR 6467, NBR 7211, NBR 7214, NBR 7221, NBR 7225, NBR 7251, NBR 9773, NBR 9774, NBR 9775, NBR 9917, NBR 9936, NBR 9992, NBR NM 2,
NBR NM 26, NBR NM 28, NBR NM 30, NBR NM 46, NBR NM 49, NBR NM 52, NBR NM 66 e NBR NM 248.
202 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
A
ARGAMASSAS
ARGAMASSAS
Argamassas MATERIAL
TIPO DESCRIÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Ancoragem Argamassa polimérica bicomponente à base de poliéster para a
ancoragem de barras, parafusos e chumbadores em geral.
kg 28,63 25,00 – – – – – – – – –
Blocos de vidro Assentar e rejuntar blocos de vidro saco 20 kg 27,94 35,57 36,00 31,00 27,80 27,70 33,00 41,00 32,90 27,08 33,00
Chapisco Chapisco para aplicação com rolo em concreto, blocos
cerâmicos/concreto e lajes pré-moldadas
saco 25 kg 34,60 41,20 34,00 – – – – – – – –
Chapisco adesivo para concreto saco 20 kg 7,16 – – – – – – – – – –
Colante Ardósia saco 20 kg 11,97 11,91 15,89 15,43 13,96 15,65 17,54 11,67 – – –
Áreas de grande trânsito saco 20 kg 32,15 34,11 36,52 28,28 20,31 21,81 33,54 38,47 41,61 39,69 –
Granito / Mármore saco 20 kg 32,20 39,76 34,74 31,86 25,65 27,96 26,08 28,08 27,34 34,13 –
Pastilha de porcelana saco 20 kg 25,17 36,33 – 29,45 32,94 25,13 33,40 – – – –
Pastilha de vidro saco 20 kg 57,35 68,18 57,35 64,45 51,46 55,33 45,91 60,53 52,89 54,40 –
Peças cerâmicas saco 20 kg 7,63 8,38 9,16 7,97 6,86 7,23 7,01 8,38 7,55 8,89 9,60
Porcelanato saco 20 kg 26,03 27,41 31,23 28,22 25,08 24,99 33,35 39,55 24,67 44,48 –
Encunhamento Auxiliar de injeções e expansor para argamassa de
encunhamento
balde 16 kg 68,75 68,75 68,75 68,75 68,75 68,75 68,75 218,89 218,89 218,89 –
Gesso Revestimento saco de 40 kg 14,00 13,81 13,20 12,53 15,73 16,69 17,33 9,65 9,60 10,28 11,57
Molduras e sancas saco de 40 kg 13,25 13,40 12,79 12,12 15,32 16,28 16,92 9,24 9,19 9,87 11,20
Rejunte Branco saco de 5 kg 9,06 10,81 10,93 11,12 10,72 8,87 11,43 12,10 7,30 8,70 9,10
Colorido saco de 5 kg 12,67 14,81 16,57 – 14,81 11,23 15,97 14,32 10,60 12,46 10,22
Reparo Argamassa tixotrópica à base de cimento com polimeros e fibras
bicomponente
caixa 18 kg 35,50 41,00 – – – – – – – – –
Revestimento Reboco - Acabamento fino saco 25 kg 7,45 10,83 – – – – – 7,78 – – –
Reboco - Uso interno saco 50 kg 13,57 15,83 19,44 16,47 6,14 – – 9,90 7,27 8,50 –
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 14081, NBR 14083, NBR 14084 e NBR 14086.
VEJA TAMBÉM Aditivos para Argamassas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 203
A–B
ARGILA EXPANDIDA
ARGILA EXPANDIDA
MATERIAL
REFERÊNCIAS UN SP
1506 m³ 194,50
Condições de pagamento: faturado 30 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: 15 m³. Especificação: para concreto
estrutural, enchimento de rebaixo de lajes e isolação térmica.
ARMADURAS – Veja: Vergalhões
ÁRVORES – Veja: Paisagismo
ASFALTOS – Veja: Pavimentos flexíveis
ASSOALHOS DE MADEIRA – Veja: Revestimentos para pisos
AUTOMÓVEIS – VENDA – Veja: Veículos em Máquinas, equipamentos e ferramentas
AZULEJOS – Veja: Revestimentos para paredes
BACIAS SANITÁRIAS – Veja: Aparelhos sanitários
BAINHAS – Veja: Protensão
BALANCINS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
BANCOS PARA JARDIM – Veja: Paisagismo
204 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
BANDEJA SALVA-VIDAS
A–B
BANDEJA SALVA-VIDAS
MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bandeja salva-vidas de madeira, primária – largura 2,50 m m 44,70 46,53 39,07 35,88 34,28 39,18 35,79 36,49 - 34,01 34,44
Preço: mão de obra inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição nº 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos , 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da
obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos
necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para
início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição de alvenaria e concreto – medição pelos volumes efetivos; cobertura – medição pela área de projeção horizontal;
forros e revestimentos – medição pelas áreas efetivas, exceção para revestimentos com argamassa, onde se consideram vãos de até 1,00 m², como cheios; esquadrias – medição pelas áreas efetivas;
aparelhos sanitários – medição por unidade. Normas técnicas: NBR 7195
BANHEIRAS – Veja: Aparelhos sanitários
BANHEIROS – Veja: Sanitários em instalações provisórias
BARRAS DE AÇO – Veja: Vergalhões
BARRAS DE APOIO
Barras de apoio em aço inoxidável MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Barra de 800 mm un 134,60
Barra de 400 mm un 114,10
Protetor de lavatório em U un 334,60
Suporte de apoio fixo 700 mm un 252,70
Norma técnica: 9050/2004 PNE
Barras de apoio em alumínio pintura de epóxi branca MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Barra de 800 mm un 106,40
Barra de 400 mm un 92,40
Protetor de lavatório em U un 303,60
Suporte de apoio fixo 700 mm un 217,00
Norma técnica: 9050/2004 PNE
BARRAS DE TRANFERÊNCIA
Barras de transferência MATERIAL
DIÂMETRO (MM) UN SP
12,5 un 1,85
16 un 2,87
20 un 4,74
25 un 7,52
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Prazo de entrega: imediata posto SP. Especificações: barras de 500 mm.
BASES ELÉTRICAS
Armação secundária MATERIAL
QUANTIDADE DE ISOLADORES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3 un 24,15 23,93 17,92 27,07 30,17 21,47 29,50 23,82 29,52 31,78 -
Bases Diazed unipolares MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Fixação para parafuso Até 25 un 10,24 8,19 7,49 9,55 7,73 5,32 8,43 8,33 7,31 - -
Fixação rápida – aço Até 63 un 17,71 13,63 16,65 10,75 11,92 10,21 12,67 13,42 14,21 - -
Fixação rápida – plástico Até 25 un 6,20 8,42 10,35 9,50 10,18 10,10 - 9,94 10,91 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 5354, NBR 5410, IEC 60439-3, IEC 60947-2, IEC 60947-
7-1, IEC 60947-7-2, NM 60898 e IEC 60998-1.
Bases NH – Fixação com engate sobre trilhos DIN 35 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
NH 1 Até 250 un 40,42 48,01 50,47 51,64 43,50 48,00 42,00 43,44 48,00 53,82 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Press-bow com chapa de 12 MATERIAL
QUANTIDADE DE ISOLADORES UN SP
2 un 10,78
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 205
B–C
BOXES PARA BANHEIROS
BATENTES DE MADEIRA – Veja: Portas
BETONEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
BIDÊS – Veja: Aparelhos sanitários
BLOCOS – Veja: Alvenarias
BLOCOS PARA PAVIMENTOS – Veja: Pavimentos rígidos
BOCA-DE-LOBO – Veja: Guias e sarjetas
BOILERS – Veja: Aquecedores
BOMBAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
BOMBEAMENTO DE CONCRETO – Veja: Concretos
BOXES PARA BANHEIROS
Boxes de canto com 1,90 m de altura, vidro incolor de 8 mm e ferragens de alumínio fosco MATERIAL
DIMENSÕES (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
0,75 x 0,75 un 1001,80 680,00 638,67 575,00 521,50 520,00 683,79 635,75 524,67 536,25 -
1,20 x 1,20 un 942,14 - 1055,67 907,08 822,66 820,24 1078,60 1002,90 859,74 845,93 -
Boxes frontais com 2 folhas (1 fixa e 1 de correr), 1,90 m de altura, vidro incolor de 8 mm e ferragens de alumínio fosco MATERIAL
VÃO (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
0,90 un 630,00 457,33 535,00 510,00 467,00 440,00 562,40 565,33 529,00 278,33 -
1,50 un 827,12 - - 839,07 768,27 723,76 925,34 930,16 694,65 458,16 -
Condições de pagamento: 2 parcelas. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica (PE) e posto revendedor nas demais regiões. Prazo de entrega: 5 dias (PE). Lote básico de comercialização:
unidade. Norma técnica: NBR 14207.
BRAQUETES – Veja: Bases elétricas
BRITAS – Veja: Pedras britadas
CABOS E FIOS ELÉTRICOS
Cabos de cobre isolados com PVC 450/750V – 70°C – baixa tensão (encordoamento: classe 2) MATERIAL
SEÇÃO (MM²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
16 m 4,57 4,22 3,75 4,90 4,77 4,78 5,50 6,43 5,53 6,23 -
50 m 12,41 13,08 10,92 14,68 13,59 15,16 16,41 19,40 16,81 16,77 -
120 m 32,28 30,94 27,00 36,70 30,67 41,02 40,79 43,19 42,24 45,03 -
500 m 146,67 149,14 - 140,78 195,73 - - 349,64 180,60 169,11 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: rolo de 100 metros. Especificações: Cores
padrão – neutro = azul-claro, terra = verde, fase = preta, branca, vermelha ou cinza.
Fios isolados com PVC 750V – 70°C – baixa tensão (encordoamento: Classe 1) MATERIAL
SEÇÃO (MM²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2,50 un 68,38 108,21 78,00 81,33 67,20 90,07 77,75 82,28 80,68 81,29 -
SEÇÃO (MM²) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
2,50 un 70,73 58,36 67,50 59,67 83,15 69,00 63,50 61,00 69,03 80,86 62,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: rolo de 100 metros.
VEJA TAMBÉM Canaletas, Conduletes e Eletrodutos em Passagem de Fios e Cabos
CAÇAMBAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CAIBROS – Veja: Madeiras
CAIXAS DE ENTRADA PARA ENERGIA – Veja: Quadros e caixas de distribuição
206 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CAL
C
CAIXAS D’ÁGUA – Veja: Reservatórios de água potável
CAIXAS DE DESCARGA – Veja: Aparelhos sanitários
CAIXAS DE INSPEÇÃO – Veja: Esgotos sanitários
CAIXAS DE PASSAGEM – Veja: Quadros e caixas de distribuição
CAIXAS DE TELEFONIA – Veja: Telefonia
CAIXAS ESTAMPADAS – Veja: Quadros e caixas de distribuição
CAIXILHOS – Veja: Janelas
CAL
MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Hidratada – saco de 20 kg un 7,69 8,07 7,20 8,56 6,21 7,17 7,81 8,96 8,54 9,90 -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Hidratada – saco de 20 kg un 8,23 8,54 6,80 8,91 - 12,53 3,40 5,18 8,00 9,63 10,96
Condições de pagamento: faturado 30 dias (PB) e nas demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (BA) e nas demais regiões posto obra. Prazo de entrega: 2 dias
(PB) e nas demais regiões imediata. Lote básico de comercialização: viagem de 50 sacos. Normas técnicas: NBR 6453 e NBR 7175.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição nº 42 (página 18)
CALHAS
Calhas de chapa galvanizada MATERIAL
TIPO DE CHAPA CORTE (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Chapa 24 com espessura de 0,65 mm 33 m 14,56 - 16,56 - 25,75 - 41,67 - 12,18 - -
Chapa 26 com espessura de 0,5 mm 33 m 9,24 - 9,80 11,91 21,33 - 29,75 - 8,10 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: metro. Obs.: as calhas tanto de moldura quanto
de platibanda e água-furtada, os condutores circulares ou retangulares e ainda os rufos obedecem aos mesmos preços por serem cotados pelos mesmos cortes e número de chapas.
Calhas de fibra de vidro MATERIAL
ESPESSURA (MM) CORTE (MM) UN SP
2 400/499 m 29,40
3 500/599 m 51,45
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 30 dias. Lote básico de comercialização: metro.
CALHAS DE LÃ DE VIDRO – Veja: Isolamentos térmicos
CAMINHÕES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CANALETAS DE CONCRETO
MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO
(MM)
COMPRIMENTO (M) PESO (KG/M) QUANTIDADE POR VIAGEM
(M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
400 1,25 87 110 un 19,70 17,30 18,55 20,21 14,90 11,50 13,78 15,33 14,50 30,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: viagem.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 207
CHAPAS DE POLICARBONATO
C
CANALETAS ELÉTRICAS APARENTES – Veja: Passagem de fios e cabos
CANTEIROS PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO – Veja: Instalações provisórias
CARPETES – Veja: Revestimentos para pisos
CARRINHO PALETEIRO – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CAVALOS MECÂNICOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CENTRAL DE INJEÇÃO DE RESINA – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CERÂMICAS ESMALTADAS – Veja: Revestimentos para pisos
CHAPAS DE GESSO – Veja: Painéis de vedação
CHAPAS DE MADEIRA COMPENSADA – Veja: Fôrmas
CHAPAS DE POLICARBONATO
Chapas de policarbonato alveolar MATERIAL
DIMENSÕES (MM) ESPESSURA (MM) UN SP
600 x 6.000 4 m² 88,58
650 x 12.000 6 m² 95,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: cor cristal.
VEJA TAMBÉM Telhas
CHAPAS E PERFIS METÁLICOS
Chapas de aço ASTM A36 MATERIAL
ESPESSURA (MM) LARGURA (MM) COMPRIMENTO MÁXIMO (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1” 2.440 12 t 3950,00 4,68 4583,33 5030,00 4021,67 4976,67 4233,33 5637,50 4473,33 4476,67 -
Condições de pagamento: faturado 30 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto grande São Paulo. Prazo de entrega: conforme cronograma. Lote básico de comercialização: tonelada.
Perfis eletrossoldados de aço MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CAPACIDADE (KG) UN SP
Perfil H tipo coluna 43 a 79 kg 3,47
Perfil I tipo viga Até 19 kg 3,89
20 a 39 kg 3,43
Condições de pagamento: à vista. Entrega: preço dos materiais posto São Paulo e grande São Paulo. Prazo de entrega: imediata.
Perfis laminados de aço MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ALTURA NOMINAL
(POLEGADAS)
MASSA LINEAR (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Perfil H 6 37,12 kg 4,02 - - - - - - - - - -
Perfil I 6 18,50 kg 4,26 - - 5,27 - - 5,26 - - - -
10 37,80 kg 4,12 - - 5,11 3,48 - 4,96 - - - -
Perfil U 6 12,50 kg 4,17 5,93 - - - - 7,15 - - - -
10 22,70 kg 4,36 5,82 - - 6,00 - 7,00 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: 2 toneladas. Normas técnicas: NBR 5884, NBR
9971, NBR 14762, NBR 15217 e NBR 6901.
Perfis laminados de aço – Tipo W MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CARACTERÍSTICAS UN SP
Perfil I tipo viga

Até 40 kg/m kg 3,43
De 40 a 80 kg/m kg 3,20
Acima de 80 kg/m kg 3,15
Perfil H tipo coluna Até 40 kg/m kg 3,43
De 40 a 80 kg/m kg 3,20
Acima de 80 kg/m kg 3,10
Condições de pagamento: à vista. Entrega: preço dos materiais posto São Paulo e grande São Paulo. Prazo de entrega: imediata.
CHAPAS PARA PROTEÇÃO TÉRMICA – Veja: Isolamentos térmicos
CHAVES E SECCIONADORAS ELÉTRICAS
Seccionadoras sob carga com porta-fusíveis tipo NH – Tripolares MATERIAL
CAPACIDADE (A) UN SP
250 un 2107,79
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: abertura em carga, inclusive fusíveis.
Chaves tipo faca com porta-fusíveis tipo cartucho – Tensão de 250 V MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP
Bipolar 100 un 33,45
Tripolar 100 un 65,61
Especificações: base de mármore para voltagem de 250 V. Obs.: o preço não inclui fusíveis.
208 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CHAVES E SECCIONADORAS ELÉTRICAS
C
Chaves tipo faca seca sem porta-fusíveis – Tensão de 250 V MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CAPACIDADE (A) UN SP
Bipolar 100 un 35,41
Tripolar 100 un 54,22
CIMBRAMENTOS – Veja: Escoramentos
CIMENTOS
Cimento alta resistência inicial (ARI) MATERIAL
SACOS DE 50 KG UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Posto obra un 17,38 15,67 18,95 16,40 27,90 19,66 20,17 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem de 50 sacos.
Cimento branco MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Posto obra kg 1,44 2,08 1,80 2,00 1,95 - 2,01 1,77 1,28 2,43 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata.
Cimento Portland MATERIAL
SACOS DE 50 KG UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Posto distribuidor un 17,30 17,70 18,28 16,83 16,77 18,47 17,60 19,19 18,36 21,29 -
Posto obra un 19,36 22,07 18,72 16,78 19,77 18,50 17,93 18,38 18,90 22,11 -
SACOS DE 50 KG UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Posto obra un 20,17 20,50 21,40 19,06 24,71 26,25 21,59 21,06 19,75 18,80 21,21
Condições de pagamento: à vista. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem de 300 sacos (RS) e nas demais regiões viagem de 50 sacos. Especificações: cimentos tipo CP II E 32 (SP, RJ, MG,
DF, PR, SC, RS, BA, PE, CE e PA), CP II F 32 (AM, GO, MS e MT), CP II Z 32 (AL, MA, PB, PI e RN), CP II Z 32 RS (TO) e CP III 40 RS (ES) . Obs.: no AM é usual o saco de 42,50 kg. Normas técnicas: NBR 5733 e NBR 12654.
CLAM-SHELL – Veja: Escavadeiras mecânicas sobre esteiras em Máquinas, equipamentos e ferramentas
COBERTURAS METÁLICAS
Tesouras em arcos SERVIÇO – TCPO
VÃO
(M)
DISTÂNCIA
ENTRE
TESOURAS (M)
PESO DA ESTRUTURA PARA COBERTURA COM
TELHAS DE CIMENTO REFORÇADO COM FIBRAS
TOTALMENTE ADERIDAS OU METÁLICA (KGF/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 5 10,30 m² 115,05 113,30 105,37 105,58 127,72 109,90 106,91 118,45 - 115,36 123,60
30 6 11,40 m² 127,34 125,40 116,62 116,85 141,36 121,64 118,33 131,10 - 127,68 136,80
Tesouras em 2 águas SERVIÇO – TCPO
VÃO
(M)
DISTÂNCIA
ENTRE
TESOURAS (M)
PESO DA ESTRUTURA PARA COBERTURA COM
TELHAS DE CIMENTO REFORÇADO COM FIBRAS
TOTALMENTE ADERIDAS OU METÁLICA (KGF/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 5 11,10 m² 123,99 122,10 113,55 113,78 137,64 118,44 115,22 127,65 - 124,32 133,20
30 5 13,20 m² 147,44 145,20 135,04 135,30 163,68 140,84 137,02 151,80 - 147,84 158,40
Preço: material e mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da
empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução
dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme
cronograma. Lote básico de comercialização: faturamento mínimo de 2.000 m². Sistema de medição de praxe: medição por quilograma de estrutura montada. Os preços incluem projeto conforme NBR-8800,
fornecimento, fabricação conforme normas AISC, ASTM, AWS, montagem. Tratamento da superfície com jato de areia tipo brushoff e uma demão de tinta óxido de ferro com 25 micra de espessura. Ficam excluídos
dos preços: colunas e fechamentos metálicos, serviços gerais em alvenaria e concreto, telhas de cobertura, acessórios de fixação, pintura de acabamento, licenças e alvarás relativos à obra. Obs.: para se calcular
o preço da estrutura por m², basta multiplicar o peso da estrutura pelo preço por quilograma. Normas técnicas: NBR 5884, NBR 8800, NBR 9971, NBR 14762 e ISO 6892.
VEJA TAMBÉM Estruturas Metálicas
COMBATE A INCÊNDIO
Abrigos e suportes para mangueiras externos ou de embutir MATERIAL
ALTURA (M) LARGURA (M) PROFUNDIDADE (M) ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
0,75 0,45 0,17 Externo un 146,78 105,67 97,67 138,00 148,34 114,60 158,00 140,00 169,77 173,33 -
0,90 0,60 0,17 Externo un 173,57 187,33 139,33 159,00 190,00 146,60 172,50 166,25 282,13 197,67 -
0,80 0,30 Externo un 345,00 167,67 150,00 179,33 287,83 125,70 190,00 273,75 345,80 180,00 -
1,20 0,90 0,17 Embutir un 360,05 297,50 382,33 306,00 381,07 431,50 - 498,50 280,60 480,00 -
Componentes para abrigos de mangueiras MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Mangueira de 1 1/2”

Adaptador de 2 1/2” x 1 1/2” un 28,82 32,15 30,05 37,50 28,10 36,75 36,60 45,00 57,30 45,00 -
Esguicho de 1 1/2” un 102,28 154,00 171,00 136,50 142,28 164,00 158,33 - 147,25 168,15 -
Registro globo angular 45º 2 1/2” un 89,68 100,75 105,41 - 97,80 80,60 91,56 83,50 - 118,33 -
Mangueira de 2 1/2” Adaptador de 2 1/2” x 2 1/2” un 36,00 55,67 40,22 60,00 53,00 42,50 51,15 50,12 49,95 61,63 -
Esguicho de 2 1/2” un 144,15 161,67 163,65 310,00 151,34 - 177,50 135,03 196,33 184,33 -
Registro globo angular 45º 2 1/2” un 89,68 100,75 105,41 - 97,80 80,60 91,56 83,50 - 118,33 -
Condições de pagamento: 35 dias (RJ) e nas demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediato. Lote básico de comercialização: unidade.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 209
C
COMBATE A INCÊNDIO
Extintores MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Água pressurizada 10 litros un 85,00 93,00 94,75 99,07 93,80 104,40 106,25 96,67 104,72 110,00 -
CO2 – gás carbônico 6 kg un 288,26 282,50 378,77 370,00 360,17 344,55 432,80 370,00 373,33 381,43 -
Pó químico 6 kg un 69,19 85,64 100,41 97,96 103,58 100,35 118,45 104,09 118,83 120,18 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 12693.
Hidrantes MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Chave de engate rápido para conexões tipo stortz – para conexões
de 1 1/2 e 2 1/2”
un 8,90 16,00 12,85 18,00 10,83 8,83 14,00 - - 15,68 -
Hidrante de coluna armário de chapa de aço embutido na parede –
espessura: 170 mm / largura: 600 mm / altura: 900 mm
un 173,64 271,50 - 180,00 187,00 127,10 - 170,00 - 171,00 -
Hidrante de coluna de 4” com 2 saídas de 2 1/2” un 615,00 746,00 528,67 351,62 463,50 - - - - - -
2 Adaptadores para mangueira de incêndio de latão – diâmetro do
lado storz: 2 1/2” / diâmetro do lado fêmea: 2 1/2”
par 36,00 55,67 40,22 60,00 53,00 42,50 51,15 50,12 49,95 61,63 -
2 Registros de globo angular 45º para hidrante – diâmetro da seção: 2 1/2” par 89,68 100,75 105,41 - 97,80 80,60 91,56 83,50 - 118,33 -
2 Tampões cegos com corrente para hidrante de latão – diâmetro da
seção: 2 1/2”
par 45,28 45,50 43,92 55,00 58,20 51,33 64,13 53,00 - 64,47 -
Normas técnicas: NBR 13714.
Mangueiras de poliéster e borracha, completas com uniões MATERIAL
COMPRIMENTO (M) DIÂMETRO (POL.) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
15 1 1/2” un 210,98 149,67 190,00 156,00 165,25 150,67 182,50 237,68 151,12 168,46 -
20 1 1/2” un 258,79 174,33 257,00 205,00 207,25 215,63 - 308,33 - - -
Condições de pagamento: 35 dias (RJ) e nas demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias (RJ) e imediata nas demais regiões. Lote básico
de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 12779, NBR 6479, NBR 9077, NBR 9441, NBR 11711, NBR 11742, NBR 11785, NBR 11836, NBR 13434-1, NBR 13434-2, NBR 13434-3, NBR 13792, NBR
14432, NBR 14880, NBR 15219, NBR 15281 e NBR 12615.
COMBUSTÍVEIS, LUBRIFICANTES E ENERGIA ELÉTRICA
MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Álcool comum l 1,50 1,87 1,81 1,97 1,69 1,75 1,95 1,83 1,68 1,79 -
Energia elétrica comercial (excluso ICMS) kW 0,27 0,52 0,45 0,34 0,41 0,43 0,28 0,53 0,52 0,39 -
Gasolina comum l 2,48 2,67 2,52 2,73 2,46 2,50 2,62 2,66 2,57 2,73 -
Gás natural veicular (GNV) m³ 1,47 1,73 1,77 - 1,57 1,59 1,75 1,71 1,70 1,69 -
Gás liquefeito de petróleo butijão 13 kg 41,33 38,00 40,33 39,90 40,67 41,40 38,73 35,17 39,20 37,67 -
Graxa multipurpose balde 20 kg 232,58 241,00 229,00 265,00 186,00 183,71 174,49 227,60 365,00 190,17 -
Óleo diesel l 2,02 2,03 1,99 1,98 1,90 2,07 2,04 1,92 2,07 1,99 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor São Paulo, SP. Prazo de entrega: imediata.
COMPACTADORES DE SOLOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
COMPENSADOS – Veja: Fôrmas
COMPRESSORES DE AR – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CONCRETOS
Bombeamento SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bombeamento pneumático de concreto m³ 27,00 31,25 25,00 25,00 33,33 25,00 30,00 29,25 31,25 26,67 -
Preços: inclusive mão de obra e equipamentos para bombeamento do concreto. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de comercialização:
30 m³. Sistema de medição de praxe: medição por metro cúbico de concreto bombeado.
Concretos bombeáveis dosados em central – Abatimento 8 ± 1 cm – Brita 1 MATERIAL
RESISTÊNCIA FCK (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 m³ 255,00 281,67 235,00 250,00 212,63 220,00 227,81 275,10 234,00 235,67 -
25 m³ 279,36 308,71 257,63 274,20 232,92 241,19 249,74 301,56 256,51 258,27 -
30 m³ 302,34 334,08 278,80 296,73 252,06 261,01 270,27 326,34 277,60 279,49 -
45 m³ 348,08 384,63 320,99 341,63 290,20 300,50 311,16 375,72 319,60 321,78 -
Concretos bombeáveis dosados em central – Abatimento 8 ± 1 cm – Brita 1 e 2 MATERIAL
RESISTÊNCIA FCK (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 m³ 251,00 277,50 208,33 245,00 213,67 220,00 213,07 281,47 234,00 225,00 -
25 m³ 275,03 304,13 228,38 268,60 234,12 241,14 233,55 308,57 256,49 246,62 -
30 m³ 284,40 329,07 247,12 290,63 253,32 260,92 252,70 333,87 277,52 266,85 -
45 m³ 357,67 395,50 297,00 349,29 304,46 313,59 303,71 401,27 333,54 320,72 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 7 dias. Lote básico de comercialização: 6 m³. Obs.: no PA o concreto é preparado com seixo em
substituição à brita e em MG e CE o concreto de brita 1 é preparado com brita 0 e 1. Os concretos com fck = 7,5 MPa, 9, 13,5, 16, 18, 21 e 24 MPa, embora não constem da classificação da norma, ainda
são utilizados e, por tal motivo, figuram na tabela acima. Observamos que a norma técnica NBR 8953 (Concreto para fins estruturais – Classificação por grupos de resistências) determina a utilização de
concretos a partir de 10 MPa para fins não estruturais, enquanto em estruturas devem ser utilizadas resistências a partir de 20 MPa.
210 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CONCRETO
C
Concretos celulares MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Para contrapisos – espessura de 10 cm m² 28,00
Para enchimentos – espessura variável m³ 280,00
Preço: serviço de bombeamento de concreto celular, inclusive material, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado 10 dias. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma.
Lote básico de contratação: 30 m³ em SP.
Concretos convencionais dosados em central – Abatimento 5 ± 1 cm – Brita 1 MATERIAL
RESISTÊNCIA FCK (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 m³ 262,95 280,68 230,20 273,63 232,91 268,63 251,73 282,98 246,67 245,96 -
25 m³ 284,50 303,69 249,08 296,07 252,01 290,66 272,37 306,18 266,90 266,13 -
30 m³ 321,23 342,88 281,22 334,28 284,54 328,17 307,52 345,69 301,34 300,48 -
40 m³ 321,23 342,88 281,22 334,28 284,54 328,17 307,52 345,69 301,34 300,48 -
Concretos convencionais dosados em central – Abatimento 5 ± 1 cm – Brita 1 e 2 MATERIAL
RESISTÊNCIA FCK (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 m³ 217,04 256,00 215,00 251,99 213,90 245,00 216,00 270,50 228,67 227,70 -
25 m³ 237,82 280,59 235,67 260,91 234,46 268,60 236,76 296,51 250,72 249,58 -
30 m³ 257,26 303,53 254,93 271,50 253,62 290,55 256,11 320,75 271,21 269,98 -
40 m³ 290,49 342,74 287,87 284,88 286,39 328,09 289,20 362,19 306,25 304,86 -
RESISTÊNCIA FCK (MPA) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
25 m³ 255,00 272,50 257,50 231,67 460,00 330,00 274,00 239,33 243,33 268,00 289,71
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 7 dias. Lote básico de comercialização: 6 m³. Obs.: no PA o concreto é preparado com seixo em
substituição à brita e em MG e CE o concreto de brita 1 é preparado com brita 0 e 1. Os concretos com fck = 7,5 MPa, 9, 13,5, 16, 18, 21 e 24 MPa, embora não constem da classificação da norma, ainda
são utilizados e, por tal motivo, figuram na tabela acima. Observamos que a norma técnica NBR 8953 (Concreto para fins estruturais – Classificação por grupos de resistências) determina a utilização de
concretos a partir de 10 MPa para fins não estruturais, enquanto em estruturas devem ser utilizadas resistências a partir de 20 MPa. Normas técnicas: NBR 6118, NBR 9607 e NBR 14931.
VEJA TAMBÉM Aditivos, Argila Expandida, Controle Tecnológico, Cortes e Furos em Concreto, Estruturas de Concreto, Fibras para Reforço do Concreto, Juntas de Dilatação,
Poliestireno Expandido e Pré-fabricados de Concreto.
CONCRETOS PROTENDIDOS – Veja: Protensão
CONDULETES – Veja: Passagem de fios e cabos
CONDUTORES DE ENERGIA – Veja: Passagem de fios e cabos
CONSULTORIAS – Veja: Projetos e serviços técnicos
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 211
C
CONTROLES TECNOLÓGICOS
CONTÊINERES PARA CANTEIROS DE OBRA – Veja: Instalações provisórias
CONTENÇÕES DE TALUDES – Veja: Muros de arrimo ou Gabiões
CONTROLES TECNOLÓGICOS
Controles tecnológicos de agregados SERVIÇO
TIPO DE ENSAIO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Abrasão “Los Angeles” conforme NBR NM51 un 371,47 500,00 - 108,50 368,80 - 363,20 - 320,00 - -
Absorção de agregado (miúdo/graúdo), conforme NBR NM30 e NBR NM53 un 79,76 63,22 - 54,25 59,33 - 46,80 - 59,00 - -
Análise granulométrica conforme NBR NM248 un 110,74 63,22 - 56,42 90,35 - 46,80 - - - -
Avaliação de impurezas orgânicas un 78,11 63,22 - 43,40 67,60 - 37,06 54,00 - - -
Determinação da forma do grão un 284,47 142,45 - - 187,13 - 138,93 - - - -
Determinação da massa específica aparente de agregado (miúdo/graúdo)
conforme NBR NM52 e NBR NM53
un 81,53 107,15 - 32,55 56,55 - 90,00 - 46,50 - -
Determinação da massa específica real do agregado (miúdo/graúdo)
conforme NBR NM52 e NBR NM53
un 80,84 63,22 - 32,55 41,40 - 52,13 - 55,00 - -
Determinação do teor de material pulverulento conforme NBR 7219 un 111,86 63,22 - 32,55 62,23 - 89,25 - - - -
Determinação da massa unitária – agregado em estado solto conforme
NBR NM46
un 81,34 52,69 - 32,55 64,63 - 90,00 38,00 - - -
Determinação da qualidade do agregado miúdo conforme NBR 7221 un 571,86 368,83 - - 260,00 - 179,09 270,00 - - -
Determinação da durabilidade sob ação de solução de sulfato de sódio un 584,53 221,29 - - 475,00 - 249,60 175,00 - - -
Determinação do teor de argila em torrões conforme NBR 7218 un 112,12 113,46 - 32,55 61,73 - 176,68 - - - -
Controles tecnológicos de agregados SERVIÇO
HORAS TÉCNICAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Engenheiro coordenador h 250,50 140,00 - 86,80 230,00 - 38,25 - - - -
Engenheiro júnior h 111,77 120,59 - - 150,00 - 120,93 - - - -
Engenheiro sênior h 176,01 189,58 - - 250,00 - 185,92 - - - -
Taxa de transporte do engenheiro até a obra vez 98,73 100,00 - - 108,00 - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Normas técnicas: NBR 6457, NBR 6502, NBR 12069, NBR 12102 e NBR 13441.
Controles tecnológicos dos aços – Ensaios SERVIÇO
TIPO DE ENSAIO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Amostragem na obra ou fornecedor vez 101,23 153,23 - 160,00 129,00 - - - - - -
Cisalhamento em telas un 128,49 113,37 - - 108,00 - - - - - -
Dobramento un 8,23 11,51 21,00 37,28 60,25 - 16,53 - - - -
Módulo de elasticidade un 34,30 40,96 - - 32,40 - - - - - -
Tração de cordoalha com limite de escoamento e diagrama un 146,48 149,75 - - 145,00 - 75,00 - - - -
Tração para aço classe A com limite de escoamento un 28,27 30,60 41,00 40,00 72,95 - 31,61 - - - -
Tração para aço classe B ou CA-60 un 28,27 30,60 38,50 41,70 52,30 - 33,57 - - - -
Verificação da bitola un 8,38 8,61 - 16,14 20,40 - 10,20 - - - -
Poderão ser efetuadas amostragens do aço no pátio de fornecedores, bem como a liberação e acompanhamento do embarque do material para a obra. Normas técnicas: NBR 5916, NBR 6349, NBR
7477, NBR 7480, NBR 7481, NBR 7482, NBR 7483, NBR 7484, NBR 8548 e NBR 11919.
212 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
CONTROLES TECNOLÓGICOS
C
Controles tecnológicos dos concretos – Acompanhamento do preparo dos concretos na central,
incluindo a verificação da pesagem e início da mistura SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Mobilização e desmobilização de fiscal de central, dependendo da distância – taxa mínima vez 100,70 - - - 146,00 - 40,00 - - - -
Controles tecnológicos dos concretos – Análise da água SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Análise química da água para concreto un 859,10 632,28 - - 216,00 - 921,60 - - - -
Ensaio de qualidade da água para concreto un 367,17 - - - 270,00 - - - - - -
Controles tecnológicos dos concretos – Avaliação de resistência à compressão do concreto, em elementos estruturais, por
processo não-destrutivo (esclerômetro) SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Até 10 (dez) pontos insp 486,17 600,00 - - 486,00 - 569,77 - - - -
Por determinação excedente det 33,60 60,00 - - 48,50 - 40,30 - - - -
Normas técnicas: NBR 5738, NBR 5739, NBR 7584, NBR 7680, NBR 8045, NBR 8224, NBR 9607, NBR 9833, NBR 10342, NBR 10786, NBR 10787, NBR 12654, NBR 12815, NBR 12816, NBR 12817, NBR
12818, NBR 12819, NBR 12820, NBR 15146, NM 8, NM 9, NM 33, NM 55 e eNM 67.
CORDÃO PARALELO – Veja: Cabos e fios elétricos
CORDOALHAS PARA PROTENSÃO – Veja: Protensão
CORTADORAS DE FERRO – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CORTADORAS DE PISOS E ASFALTOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
CORTES E FUROS EM CONCRETOS
Corte de estruturas de concreto, utilizando o sistema “wire saw” e fio diamantado SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP MG PR
Qualquer dimensão m² 2269,18 1772,40 2128,50
Corte em paredes ou muros de concreto, utilizando o sistema “wall saw” e disco diamantado SERVIÇO
ESPESSURA (CM) UN SP MG PR
Até 68 m² 1116,96 1004,36 1201,50
Cortes em pisos ou lajes de concreto, utilizando cortadora de piso e discos diamantados SERVIÇO
PROFUNDIDADE DO CORTE (CM) UN SP MG PR
1 a 13 m 31,55 23,63 24,58
14 a 20 m 55,29 35,44 47,49
21 a 50 m 211,24 431,78 240,08
Furos de 15 cm de profundidade, com martelete elétrico utilizando brocas de vídea SERVIÇO
DIÂMETRO UN SP MG PR
1/2” un 5,04 6,49 5,79
3/4” un 7,39 5,66 6,45
1” un 10,27 9,45 8,75
1 1/2” un 14,42 17,72 14,68
Furos de 40 cm de profundidade, com perfuratriz elétrica utilizando coroas diamantadas SERVIÇO
DIÂMETRO UN SP MG PR
3/8” a 3/4” un 62,87 94,52 77,26
2” a 2 1/4” un 58,08 47,26 49,31
6” a 6 1/4” un 92,58 76,80 78,20
Preço: mão de obra, material e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Obs.: preços considerando condições normais de trabalho,
sendo: horário administrativo, altura de até 2 metros do nível do solo, condições atmosféricas normais e sem necessidade de dispositivos adicionais ou especiais para os equipamentos de corte e/ou
perfuração, armação com ferros de até 1/2” diâmetro. Preços sugeridos para todo o Brasil, exclusos os custos de mobilização da equipe.
CRISTAIS – Veja: Vidros
CUBAS DE AÇO INOX – Veja: Aparelhos sanitários
CUSTO HORÁRIO DE EQUIPAMENTOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
Curas químicas MATERIAL
USO ESPECIFICAÇÕES UN SP
Cura do concreto em pavimentos rígidos, aspergido sobre
o concreto fresco
Base solvente, retarda a perda de água l 23,06
Base água, secagem rápida l 17,82
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Prazo de entrega: imediata posto SP. Obs.: Base solvente, rendimento médio considerado é de 14 m²/l. Base água, rendimento médio considerado é de 4 m²/l.
Embalagens: 20 litros.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 213
C
CORTES E FUROS EM CONCRETOS
214 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
DESMOLDANTES
D
DEMOLIÇÕES – Veja: Mão de obra para serviços de construção civil
DESCARGAS – Veja: Aparelhos sanitários
DESMOLDANTES
Base vegetal MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Balde de 18 litros un 105,13 98,79 107,08 124,92 109,97 104,67 129,16 117,35 119,13 105,20 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 6502 e NBR 13441.
DESMONTE DE ROCHAS
Desmonte de rochas com explosivos SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
A céu aberto m³ 18,86
Cuidadoso m³ 66,65
Cuidadoso e controlado m³ 119,13
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 215
D
DESMONTE DE ROCHAS
Desmonte de rochas a frio SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Rocha confinada m³ 691,67
Rocha não confinada m³ 300,00
Taxa de mobilização un 5450,00
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: volume
medido in loco através de levantamento topográfico. Especificações: o desmonte de rocha a frio é executado utilizando-se equipamentos como cunha hidráulica ou rompedor hidráulico. Obs.: os preços
variam em função da região, volume, geologia da rocha e grau de restrição do desmonte.
VEJA TAMBÉM Explosivos e Acessórios
DINAMITES E ACESSÓRIOS – Veja: Explosivos e acessórios
DISCOS PARA SERRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
DISJUNTORES
Tipo americano MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Monopolar – 110/220 V 30 un 6,00 7,75 7,53 6,49 6,49 6,88 7,03 5,73 6,44 5,35 -
80 un 15,77 16,83 14,00 16,46 14,93 13,90 16,51 15,67 15,50 13,50 -
Bipolar – 110/220 V 60 un 54,54 62,32 51,73 45,39 45,52 48,34 62,00 54,17 61,72 37,59 -
Tripolar – 110/220 V 50 un 41,60 44,78 40,30 46,81 39,71 42,25 45,20 41,48 43,90 40,27 -
Tipo europeu MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Monopolar – 110/220 V

50 un 8,90 9,73 9,60 11,33 9,73 8,39 9,43 9,57 9,14 10,61 -
80 un 13,37 16,60 14,48 14,00 14,73 14,66 15,38 17,85 14,76 14,28 -
Bipolar – 110/220 V 50 un 38,67 46,23 34,80 40,54 42,52 34,72 37,37 37,87 41,98 42,50 -
Tripolar – 110/220 V 50 un 43,66 47,47 77,00 60,28 41,56 38,84 45,93 51,25 46,10 46,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Fusíveis
DISTANCIADORES E ESPAÇADORES PARA ARMADURAS
Distanciadores ou espaçadores plásticos para armadura MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO COBRIMENTO (MM) UN SP
Distanciador circular para pilares e laterais de viga 15 milheiro 59,35
20 milheiro 68,23
Distanciador tipo pino para lajes e fundos de vigas 15/20 milheiro 70,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor
DIVISÓRIAS – Veja: Painéis de vedação
DOBRADIÇAS – Veja: Ferragens para portas e janelas
DOCAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
DOMOS
Domos MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES LARGURA (M) COMPRIMENTO (M) ESPESSURA (MM) UN SP RS CE
Acrílico – individual 1,25 1,25 2,40 m² 330,06 405,00 -
Fibra de vidro – individual 1,00 1,00 2,00 m² 150,00 - 191,84
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 5 dias. Especificações: as peças são feitas sob encomenda e podem ser encontradas em várias
dimensões. Normas técnicas: NBR 14116.
DRAG-LINE – Veja: Escavadeiras mecânicas em máquinas, equipamentos e ferramentas
DRENAGENS – Veja: Canaletas de concreto
DRYWALL – Veja: Chapas de gesso
DUCHAS – Veja: Chuveiros
216 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
DUTOS ESCAVADOS
D–E
DUTOS ESCAVADOS
Dutos escavados por método não destrutivo (MND) SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN SP BA
Túneis para dutos de águas pluviais ou esgoto 110 m 241,33 300,00
225 m 471,67 300,00
315 m 658,33 500,00
Túneis para dutos de água sob pressão, eletricidade, gás, produtos
de petróleo e telecomunicações
110 m 168,33 300,00
225 m 367,33 350,00
315 m 501,67 500,00
Preço: inclusive mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de contratação: extensão mínima
considerada de 30 metros para travessia. Sistema de medição de praxe: medição por metro de duto instalado. Especificações: tubo de PEAD classe de pressão PN 6.
ELEMENTOS VAZADOS
Elementos Vazados (Cobogós) MATERIAL
ALTURA (MM) COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) UN SP RS PE
200 200 100 un 2,05 - 1,40
290 290 90 un 4,21 - -
390 390 70 un 6,07 10,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Rendimento/Consumo: para vidro 29 x 29 x 10 = 12 un/m². Veneziana 39 x 39 x 8
= 7 un/m². Quadrado 39 x 39 x 10 = 7 un/m². Quadrado 29,5 x 29,5 x 9 = 11 un/m². Quadrado 39 x 39 x 7= 7 un/m². Obs.: em PE algumas dimensões dos elementos vazados são diferentes das que
constam nas especificações acima, podendo variar de 0,5 cm a 5 cm.
ELETRODUTOS – Veja: Passagem de fios e cabos
EMULSÕES ASFÁLTICAS – Veja: Pavimentos flexíveis
ENCERADEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ENCUNHAMENTOS – Veja: Argamassas
ENERGIA ELÉTRICA – Veja: Combustíveis, lubrificantes e energia elétrica
EPI’S
Equipamentos de Proteção Individual MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG
Bota de borracha sem forro e com cano curto (no 40) par 16,05 29,85 26,10
Calçado de segurança de raspa, com solado de poliuretano, com elástico, com biqueira e sem palmilha de aço (no 40) par - - -
Calçado de segurança de raspa, com solado de poliuretano, com elástico, sem biqueira e sem palmilha de aço (no 40) par 25,51 28,60 26,10
Capacete de segurança aba frontal com suspensão de polietileno un 4,47 6,62 8,25
Cinturão de segurança tipo pára-quedista un 31,96 44,77 36,50
Luva de PVC forrada e com palma áspera (comprimento: 36 cm) par 6,21 7,80 6,98
Luva de raspa sem reforço (punho: 7 cm) par 4,30 5,66 4,20
Máscara descartável contra poeiras un 0,81 - 0,48
Óculos de segurança contra impacto com armação preta e lente incolor un 7,24 5,10 5,30
Óculos de segurança panorâmico (ampla visão) com lente incolor un 4,74 8,64 7,00
Protetor auricular de silicone tipo plug de inserção un 0,77 - -
Protetor auricular tipo concha (abafador de ruídos), com conchas de plástico e bordas almofadadas de espuma un 6,29 13,53 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 217
E
ESCORAMENTOS
ESCAVADEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ESCORAMENTOS
Cimbramentos metálicos LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Estrutura metálica para escoramento de laje com perfis metálicos
para cimbramento até 3 m
m² / mês 6,50 7,00 8,85 7,45 4,00 6,00 6,00 6,00 6,80 8,75 -
ESGOTOS SANITÁRIOS
Caixas de inspeção MATERIAL
UTILIZAÇÃO DIMENSÕES DA BASE (CM) ALTURA (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Esgoto 40 x 40 30 un 44,75 22,00 38,50 28,00 26,50 - - 38,50 24,17 34,95 -
Gordura diâmetro de 35 47 un 59,50 52,33 46,00 - 32,30 - - 53,00 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 9814.
Caixa seca com grelha redonda simples MATERIAL
DIMENSÕES (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 x 100 x 40 un 5,18 6,73 5,46 - 6,41 5,84 6,00 6,13 6,48 - -
Preço: inclusive corpo de caixa, porta-grelha e grelha. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de
comercialização: unidade.
Caixas sifonadas MATERIAL
TIPO DIMENSÕES (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Caixa sifonada com grelha quadrada – alumínio 100 x 100 x 50 un 10,15 14,59 13,47 11,95 11,54 11,55 13,84 12,81 12,85 14,69 -
Caixa sifonada com grelha redonda – alumínio 100 x 100 x 50 un 10,33 12,18 12,39 13,72 11,69 12,93 13,13 11,35 10,99 15,33 -
150 x 150 x 50 un 19,27 30,49 26,55 31,42 27,42 27,29 29,36 26,90 21,90 43,29 -
Preço: inclusive corpo de caixa, porta-grelha e grelha. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de
comercialização: unidade.
218 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ESGOTOS SANITÁRIOS
E
Fossas sépticas de concreto armado MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (M) ALTURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1,50 1,50 un 474,63 755,75 440,00 - 1380,00 525,00 361,67 - - 505,33 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem na região RJ e unidade nas regiões PR, SC e RS.
Fossas sépticas de polietileno MATERIAL
CAPACIDADE (L) ALTURA (MM) DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN PR
1.400 1.500 1.250 un 732,00
2.100 1.950 1.250 un 1130,81
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica Curitiba, PR. Lote básico de comercialização: unidade.
Ralos sifonados com grelhas cromadas e dimensões de 100 x 40 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cônico un 12,28 7,20 7,90 7,36 8,01 7,04 - 8,35 8,24 7,98 -
Redondo un 6,95 10,06 7,80 9,28 5,91 4,71 4,93 - 5,79 - -
Quadrado un 9,91 16,60 14,16 20,48 - 10,43 - - - - -
Preço: inclusive corpo de ralo, porta-grelha e grelha. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de
comercialização: unidade.
ESMALTES SINTÉTICOS – Veja: Tintas e acessórios para pintura
ESTACAS – Veja: Fundações moldadas in loco
ESTACAS PRÉ-FABRICADAS – Veja: Fundações com estacas pré-fabricadas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 219
E
ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO
Estrutura de concreto armado SERVIÇO – TCPO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Concreto fck 25 MPa preparado com betoneira m³ 324,94 305,53 256,18 281,53 264,32 239,52 238,55 257,31 272,51 260,68 325,93
Armadura CA-50 (100 kg/m³ de concreto) m³ 654,13 681,64 677,55 636,58 545,37 574,72 653,77 532,62 562,14 504,75 497,34
Fôrmas de chapa de madeira compensada (12 m²/m³ de concreto) m³ 506,95 525,28 477,11 579,96 466,76 547,10 482,94 506,51 620,41 694,15 449,16
Lançamento e aplicação do concreto m³ 29,34 29,55 23,84 22,11 27,07 24,32 21,70 22,74 22,30 20,90 21,57
Preço total m³ 1.515,36 1.542,00 1.434,69 1.520,18 1.303,53 1.385,66 1.396,96 1.319,19 1.477,36 1.480,49 1.294,00
Preço: material, mão de obra e equipamentos dependendo da composição, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais
regiões). Até a edição no 25 o BDI considerado era de 15%, a partir da edição no 26 adotamos BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços
para Orçamentos, 12
a
edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração
central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta
da firma empreiteira. Até a edição no 46 o fck considerado era de 15 MPa, a partir da edição no 47 adotamos fck 25 MPa conforme orientação da norma NBR 6118. Condições de pagamento: à vista,
mediante medições quinzenais. Produtividade: 67 Hh/m³. Obs.: em casos de construções com pés-direitos altos ou duplos ou ainda em obras-de-arte, considerar ainda a incidência dos andaimes no
custo da estrutura. Além dos itens acima devem ser considerados também os custos com bandejas salva-vidas e guarda-corpos, conforme exigência da NR-18, bem como os serviços de reescoramento.
ESTRUTURAS METÁLICAS
Estruturas metálicas SERVIÇO
VÃO (M) SOBRECARGA ÚTIL (KGF/M²) PESO DA ESTRUTURA (KGF/M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
6 a 8 300 a 400 40 a 50 kg 11,00 10,77 10,67 10,50 9,63 10,67 11,30 15,20 14,25 11,67 -
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de comercialização:
faturamento mínimo de 2.000 m². Sistema de medição de praxe: medição por quilograma de estrutura montada. Obs.: para se calcular o preço da estrutura por m², basta multiplicar o peso da estrutura
pelo preço por quilograma. Normas técnicas: NBR 5884, NBR 9971, NBR 14762, NBR 15217 e ISO 6892.
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220 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FERRAGENS PARA PORTAS E JANELAS
E–F
ESTRUTURAS MODULARES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ESTRUTURAS TUBULARES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas

EXTINTORES – Veja: Combate a incêndio
EXTRUSORAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
FACHADAS – Veja: Revestimentos para fachadas
FERRAGENS PARA PORTAS E JANELAS
Fechaduras MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Portas de
banheiro
Tarjeta livre-ocupado de latão – largura: 0,65 m / altura:
0,60 m / tipo de acabamento: cromado
un 50,63 46,00 47,10 60,65 47,25 57,75 61,67 - 43,50 42,70 -
Portas
externas
Latão – encaixe: 40,00 mm / tipo de fechadura: cilindro /
tipo de guarnição: espelho / tipo de maçaneta: alavanca /
extremidades testa e contratesta: retas
un 149,20 173,83 169,22 173,97 149,50 175,50 149,47 170,19 105,75 158,00 -
Portas
internas
Latão – encaixe: 40,00 mm / tipo de fechadura: gorge /
tipo de maçaneta: alavanca / tipo de guarnição: espelho /
extremidades testa e contratesta: retas
un 130,06 147,42 151,22 152,30 125,00 127,50 128,00 145,25 93,40 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 13052 e NBR 14913.
FERRAMENTAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
FIBRAS PARA REFORÇO DO CONCRETO
Fibra de aço trefilado MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) USO UN SP
50 Para reforço de pisos industriais e calçadas, atua como uma armadura tridimensional que distribui as tensões aplicadas sobre o elemento estrutural kg 4,50
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Prazo de entrega: imediata.
Fibra de polipropileno MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) USO UN SP
6 Microfibra sintética monofilamento para reforço de concretos e argamassas kg 12,00
12 Microfibra sintética monofilamento para reforço de concretos e argamassas kg 12,00
25 Fibra sintética de polipropileno multifilamento para reforço de concreto, pisos e argamassas. kg 14,00
50 Macrofibra sintética estrutural para concreto kg 29,00
Condições de pagamento: faturado 30 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica São Paulo, SP. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: embalagem com 9 kg.
Fibra de vidro MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) USO UN SP
12 Reforço para concreto e demais materiais cimentícios. Atua como controle das micro fissurações na fase plástica do concreto kg 24,80
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Prazo de entrega: imediata posto SP. Comercialização: embalagem com 600 g e caixas com 15 kg. Quantidade mínima: 15 kg.
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FIOS ELÉTRICOS – Veja: Cabos e fios elétricos
FIOS PARA PROTENSÃO – Veja: Protensão
FÔRMAS
Fôrmas de madeira – Chapa plastificada MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
10 un 41,01 45,54 - 39,22 30,69 36,57 43,91 45,57 37,50 - -
15 un 54,81 49,68 39,71 53,06 40,79 44,58 55,00 61,36 48,21 88,32 -
18 un 71,35 62,92 54,78 70,52 49,40 52,85 63,49 73,17 55,45 102,54 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: 2,44 x 1,20 m (AM e CE) e 2,20 x 1,10 m nas
demais regiões. Obs.: as espessuras das chapas podem variar em mais ou menos 1 mm, dependendo do fabricante.
Fôrmas de madeira – Chapa resinada MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
10 un 19,41 18,70 15,86 23,55 18,15 22,28 23,65 24,40 23,19 22,82 -
15 un 28,94 26,96 24,49 36,62 25,46 30,62 33,40 38,53 36,33 36,93 -
18 un 35,28 33,16 30,20 48,08 29,10 36,29 39,76 46,40 43,64 47,66 -
ESPESSURA (MM) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
10 un 24,91 18,78 25,40 21,87 42,28 26,80 25,17 24,10 26,37 27,62 29,28
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: 2,44 x 1,20 m (AM) e 2,20 x 1,10 m nas demais regiões.
Obs.: as espessuras das chapas podem variar em mais ou menos 1 mm, dependendo do fabricante. Normas técnicas: NBR 9531, NBR 9532, NBR 9490, NBR 10024, NBR 14810-1, NBR 14810-2 e NBR 14810-3.

ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 221
F
FÔRMAS
Fôrmas de madeira – Chapa tipo naval MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP
10 un 157,39
20 un 243,78
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedro (SP). Especificações: chapa de 2,20 x 1,60 m.
Fôrmas metálicas LOCAÇÃO
DIMENSÕES DISPONÍVEIS (CM) UTILIZAÇÃO UN SP
30 x 90, 60 x 90 ou 90 x 90 Paredes, pilares e vigas m²/dia 1,10
75 x 75, 75 x 100, 100 x 100, 200 x 75 ou 200 x 100 Lajes m²/dia 1,00
120 x 45, 120 x 60, 120 x 75, 270 x 45, 270 x 60 ou 270 x 75 Paredes e pilares de 20 até 60 cm m²/dia 1,32
Normas técnicas: ISO 6892.
222 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FÔRMAS
F
Fôrmas de papelão cilíndricas MATERIAL
DIÂMETRO (MM) PESO (KG) ESPESSURA (MM) UN SP
200 2,01 4,00 m 30,43
500 6,41 5,50 m 104,98
800 13,58 7,50 m 232,10
Condições de pagamento: à vista ou faturado. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 5 dias úteis. Especificações: comprimentos disponíveis de 3.000 e 3.500 mm.
Comprimentos maiores apenas sob encomenda com no máximo 7.500 mm.
Fôrmas de poliestireno expandido MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO UN SP MG PE
Tipo caixão perdido, para lajes nervuradas em grelha m³ 178,25 172,50 141,25
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica (SP) e nas demais regiões posto obra. Prazo de entrega: imediata. Obs.: densidade: 7 a 11 kg/m³
Fôrmas de polipropileno para lajes nervuradas MATERIAL
LARGURA (MM) COMPRIMENTO (MM) ALTURA (MM) UN SP MG
600 570 150 un 65,00 65,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 10 dias.
Fôrmas de polipropileno para lajes nervuradas LOCAÇÃO
DIMENSÃO (MM) ALTURA (MM) PESO (KG) UN SP DF RS
749 x 799 200 9,60 un / dia 0,54 0,54 0,54
300 11,40 un / dia 0,60 0,60 0,60
400 12,50 un / dia 0,68 0,68 0,68
400 x 799 200 4,90 un / dia 0,38 0,38 0,38
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FORROS
Forros de alumínio e acessórios de fixação MATERIAL
SISTEMA LARGURA (MM) UN SP
Aberto vertical com lâminas fixadas sob pressão 100 m² 180,00
Aberto vertical constituído de 2 lâminas justapostas 100 m² 340,00
Forros de chapa de gesso monolítico SERVIÇO
ESPESSURA (MM) ESPECIFICAÇÕES UN SP BA CE
12,50 Painel para ser suspenso com arame galvanizado no 18 m² 39,28 36,54 30,53
Painel para ser instalado por aparafusamento em perfilados metálicos, suspenso por pendurais rígidos m² 53,83 44,17 35,30
Condições de pagamento: faturado 15 dias. Lote básico de comercialização: 1.000 m².
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 223
F
FORROS
Forros de fibra mineral – Placas com borda reta MATERIAL
DIMENSÕES DA PLACA (MM) ESPESSURA (MM) COR ABSORÇÃO SONORA (NRC) ATENUAÇÃO SONORA (DB) UN SP
625 x 625 15 Branca 0,65 34 m² 38,90
625 x 1.250 15 Branca 0,65 34 m² 34,71
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: placas de forros removíveis produzidas a partir de fibras minerais (orgânicas
e inorgânicas). Refletância luminosa (RL): de 80% a 90%. Resistência ao fogo: Classe A, não inflamável. Resistência à umidade (RH): 90% ou mais. Normas técnicas: NBR 8572, NBR 10151, NBR 10152 e NBR 12179.
Forros de madeira MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Lâmina de 10 x 1 cm seca em estufa m² 32,20 30,57 31,40 37,20 23,13 26,58 25,88 - - 13,30 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedrinho (SP, RJ, DF, RS e PA).
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 34 (página 202)
Forros de PVC – Lâminas MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
6.000 100 8 m² 11,12 13,58 16,00 15,01 12,31 11,16 16,74 15,32 12,35 17,90 -
200 10 m² 14,68 15,74 16,93 15,80 12,99 13,30 19,33 20,99 17,39 19,17 -
Condições de pagamento: à vista. Prazo de entrega: 15 dias.Normas técnicas: NBR 14285 e NBR 14371.
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FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ-FABRICADAS
Estacas de reação para reforço de fundações tipo Mega SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES CARGA (TF) UN SP
Comprimento acima de 5 m 20 m 107,50
30 m 135,14
40 m 159,71
Comprimento até 5 m (residências) 20 un 690,00
30 un 774,49
40 un 915,31
Preço: mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 7 dias. Sistema de medição de praxe: medição por unidade até 5 metros de comprimento e por metro além de 5 metros.
224 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ-FABRICADAS
F
Estacas metálicas SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÃO
DO SERVIÇO
ALTURA
NOMINAL
(MM)
ESPESSURA
(MM)
LARGURA
NOMINAL
(MM)
MASSA
LINEAR
(KG/M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Perfil I de 10” Cravação 254,0 7,9 118,4 37,8 m 29,60 38,83 43,00 39,10 29,00 35,00 50,00 40,50 48,75 50,00 -
Corte 254,0 7,9 118,4 37,8 un 54,60 32,25 80,00 53,00 47,25 - 36,67 38,00 44,00 48,50 -
Emenda de topo 254,0 7,9 118,4 37,8 un 192,80 - 226,00 - - 144,00 - - - - -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 225
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
F
226 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
F
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÃO
DO SERVIÇO
ALTURA
NOMINAL
(MM)
ESPESSURA
(MM)
LARGURA
NOMINAL
(MM)
MASSA
LINEAR
(KG/M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Perfil I de 12” Cravação 304,8 11,7 133,4 60,7 m 34,93 40,77 43,00 48,88 31,87 43,26 58,80 47,82 51,32 50,00 -
Corte 304,8 11,7 133,4 60,7 un 74,19 41,46 80,00 65,23 55,82 - 36,57 37,98 44,00 48,50 -
Emenda de topo 304,8 11,7 133,4 60,7 un 220,00 - 280,00 - - 175,00 - - - - -
Mobilização de equipe
e equipamento para
execução de estacas
cravadas - perfil metálico
– – – – – un 5225,00 - - - - - - 4225,00 - - -
Preço: mão de obra e equipamento. Condições de pagamento: faturado 5 dias, mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de contratação:
faturamento mínimo de 300 m. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca cravada. Normas técnicas: NBR 5884, NBR 14762 e ISO 6892.
Estacas Ômega SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) UN SP RJ
350 60 m 51,25 50,46
400 80 m 57,40 56,52
450 100 m 61,50 60,55
500 130 m 71,75 70,64
600 170 m 92,25 90,83
Mobilização de equipe e equipamento para execução de estaca
ômega
– un 19500,00 27000,00
Preço: materiais, mão de obra e equipamentos no RJ e apenas mão de obra e equipamentos em SP. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais e pagamento 5 a 10 dias fora a quinzena.
Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca cravada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 227
F
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
228 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
F
Estacas pré-fabricadas de concreto centrifugado seção circular vazada SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) MASSA LINEAR (KG/M) UN SP RJ
260 50 94 m 70,10 91,37
330 75 143 m 98,60 113,35
380 90 170 m 115,90 127,22
420 115 214 m 137,10 155,00
500 170 290 m 182,70 -
600 230 393 m 195,00 260,26
Preço: fornecimento e cravação das estacas em terrenos nivelados, desimpedidos e desobstruídos. Condições de pagamento: à vista. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca
cravada. Obs.: em função das características e volume da obra prever verba para transporte, instalação e remanejamento interno dos equipamentos.
Estacas pré-fabricadas de concreto protendido vibrado seção quadrada SERVIÇO
SEÇÃO TRANSVERSAL (CM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) MASSA LINEAR (KG/M) UN PR SC
16 x 16 25 64 m 54,13 47,85
18 x 18 45 81 m 58,00 55,83
20 x 20 50 100 m 67,13 62,93
30 x 30 110 225 m 118,58 115,00
Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: por metro de estaca cravada. Obs.: comprimentos 6, 8, 10 e 12 m. Tensão de
ruptura de concreto 35 MPa. Armadura protendida: cp 150 RN.

ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 229
F
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
230 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES COM ESTACAS PRÉ–FABRICADAS
F
Estacas pré-fabricadas de concreto seção estrela SERVIÇO
DIÂMETRO (MM) CARGA DE TRABALHO (TF) UN SP
200 20 m 50,20
229 30 m 53,30
269 40 m 66,60
298 55 m 82,70
406 85 m 118,60
525 120 m 192,90
605 160 m 240,60
Preço: fornecimento e cravação das estacas em terrenos nivelados, desimpedidos e desobstruídos. Condições de pagamento: faturado 10 dias, mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme
cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca levantada. Obs.: em função das características e volume da obra, prever verba para transporte, instalação e remanejamento interno dos equipamentos.
Estacas pré-fabricadas de concreto vibrado seção octogonal SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) TIPO CARGA ADMISSÍVEL (TF) MASSA LINEAS (KG/M) UN RJ
184 Maciça 25 60 m 70,00
216 Maciça 40 83 m 75,00
281 Maciça 60 140 m 117,50
357 Vazada 75 155 m 130,00
455 Vazada 100 245 m 165,00
Preço: fornecimento e cravação das estacas em terrenos nivelados, desimpedidos e desobstruídos. Com luvas de emendas, comprimentos variados até 10 m, acima deste comprimento, emendas com solda. Condições de
pagamento: faturado 20 dias. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca levantada. Normas técnicas: NBR 6122, NBR 6489, NBR 12131 e NBR 13208.
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
Estacas escavadas SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) UN SP
250 20 m 10,72
300 28 m 12,33
400 50 m 14,66
500 80 m 18,88
600 113 m 24,05
700 154 m 33,54
800 200 m 39,82
900 254 m 52,34
Preço: mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado 5 dias, mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de contratação:
faturamento mínimo de 300 m. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca escavada. Obs.: preços para execução dos serviços em terrenos planos com fácil acesso à perfuratriz.
Normas técnicas: NBR 6122, NBR 6489, NBR 12131 e NBR 13208.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 231
F
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
232 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
F
Estacas Franki SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (CM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
350 55 m 128,33 180,36 - - - - 175,00 - 140,00 - -
400 75 m 138,68 195,11 - - - - - - 151,50 - -
450 95 m 158,20 221,34 - - - - - - 171,86 - -
520 130 m 175,22 245,94 - - - - - - 190,96 - -
600 170 m 199,32 278,73 - - - - - - 216,42 - -
700 260 m 206,59 295,12 - - - - - - 229,15 - -
Taxa de mobilização de bate-estacas – un 19500,00 22680,00 - - - - 18000,00 - 16716,67 - -
Preço: mão de obra, material e equipamentos região SP, mão de obra e equipamentos demais regiões. Condições de pagamento: à vista, mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços:
conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca cravada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 233
F
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
234 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
F
Estacas hélice contínua SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) UN SP RJ
400 80 m 60,75 67,08
500 130 m 74,24 -
600 160 m 92,80 -
700 220 m 109,68 -
900 360 m 151,86 -
Mobilização de equipe e equipamento para execução de estaca
hélice contínua
– un 20100,00 32400,00
Preço: mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais e pagamento 5 a 10 dias fora a quinzena. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema
de medição de praxe: medição por metro de estaca cravada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 235
F
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
236 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
F
Estacas Raiz SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO DA
SEÇÃO (MM)
CARGA
ADMISSÍVEL (TF)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Estaca raiz com
cravação em solo
100 10 m 138,40 84,00 106,08 - 94,61 - 122,78 - 124,00 - -
120 15 m 125,81 108,00 112,51 - 110,52 - - - 130,00 - -
150 25 m 139,59 132,00 125,37 - 129,35 128,33 132,22 - 110,00 - -
160 35 m 144,24 150,00 131,80 100,00 131,17 - - - 120,00 - -
200 50 m 155,50 156,00 135,00 130,00 143,00 165,00 170,00 167,50 150,00 103,33 -
250 80 m 173,00 180,00 158,59 162,50 168,12 201,67 198,33 185,32 177,00 139,47 -
310 100 m 191,87 216,00 205,73 195,00 204,29 238,33 226,67 229,87 205,00 170,46 -
400 130 m 285,33 - 218,59 - 246,98 - - 267,29 250,00 247,95 -
Estaca raiz com
cravação em rocha
100 10 equipe 360,16 293,75 524,20 - 562,22 - 273,73 405,97 376,38 - -
120 15 m 476,13 352,50 556,08 - - - - 415,63 395,85 - -
150 25 m 565,14 376,00 619,84 - 323,93 346,15 394,49 441,18 447,77 - -
160 35 m 506,27 411,25 651,71 - 323,93 - - 445,72 506,17 - -
200 50 m 564,00 446,50 623,33 415,00 441,25 375,00 475,00 502,50 610,00 410,00 -
250 80 m 649,82 470,00 722,55 461,91 530,58 432,69 523,31 584,83 713,83 606,80 -
310 100 m 731,56 528,75 897,29 555,74 577,12 461,54 - 647,29 934,47 754,40 -
400 130 m 980,35 611,00 1119,24 - 1172,85 - - 624,58 - 951,20 -
Mobilização
de equipe e
equipamento para
execução de estaca
raiz em rocha
– – m 10400,00 8000,00 7250,00 4500,00 7166,67 8000,00 11000,00 5500,00 9500,00 5475,00 -
Preço: mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista, mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por
metro de estaca cravada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 237
F
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
238 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
F
Estacas Strauss SERVIÇO
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) CARGA ADMISSÍVEL (TF) UN SP PR
250 20 m 24,83 24,00
320 30 m 28,97 28,00
380 40 m 37,07 35,83
450 60 m 55,68 53,82
Mobilização de equipe e equipamento para execução de estaca strauss - até 50 km – un 1450,00 335,00
Mobilização de equipe e equipamento para execução de estaca strauss - adicional por km acima de 50 km – km 5,40 -
Mudança de patamar na obra para execução de estaca strauss – un 500,00 -
Preço: mão de obra e equipamento. Condições de pagamento: faturado 5 dias, mediante medições semanais. Prazo para início dos serviços: 15 dias. Lote básico de comercialização: faturamento mínimo
de 300 metros. Sistema de medição de praxe: medição por metro de estaca executada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 239
F
FUNDAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
Tubulões MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN SP
Escavação do fuste 800 m 70,00
900 m 88,47
1.000 m 109,23
1.100 m 132,16
1.200 m 157,28
Preço: somente mão de obra. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: imediato. Sistema de medição de praxe: medição por metro de fuste implantado
ou por metro cúbico de base executada. Obs.: escavação de tubulão a céu aberto, em terreno normal, escarificável por meio de picaretas, acima do lençol freático. Base cônica.
240 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
FUNDAÇÕES RASAS
F–G
FUNDAÇÕES RASAS
Mão de obra para execução de fundações rasas SERVIÇO - TCPO
ESPECIFICAÇÃO CONCRETO (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Fundação em radier com espessura de 10 cm 20 m² 84,19 81,55 70,73 71,27 69,64 65,37 66,76 64,00 68,30 62,52 70,39
Fundação em sapata corrida com 45 cm de base e
20 cm de altura
20 m 84,46 82,00 70,29 71,59 71,11 66,69 66,03 64,81 68,73 65,49 71,04
Fundação em sapata isolada com 140 cm de base
maior, 90 cm de base menor e 60 cm de altura
20 un 545,93 526,64 446,03 461,07 459,50 426,81 417,25 420,06 444,56 427,33 470,72
Preço: material, mão de obra e equipamentos inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (125,58% para São Paulo/Rio de Janeiro e 124,52% para as demais regiões). A partir da edição nº 26
desta revista adotamos BDI = zero nos serviços acima para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do
canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais
dentro da obra são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: imediato.
FUSÍVEIS
Diazed retardados MATERIAL
CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
63 un 1,98 2,00 2,15 2,95 2,11 1,79 - 3,27 2,74 2,29 -
Diazed ultrarrápidos MATERIAL
CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
30 un 9,20 - 11,80 6,73 9,50 9,31 7,67 - - 6,40 -
NH retardados com indicadores de topo MATERIAL
TIPO CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
NH 1 250 un 18,81 21,94 20,85 25,86 24,18 20,00 22,03 20,34 27,84 27,50 -
NH ultrarrápidos MATERIAL
CORRENTE ELÉTRICA (A) TAMANHO DO FUSÍVEL UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
160 T1 un 79,90 - 45,00 26,91 26,57 31,92 22,74 37,17 - 33,50 -
500 T2 un 270,00 - 228,80 - 188,00 - 219,00 - - 52,56 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificação: para proteção dos condutores das redes de energia elétrica e
circuitos de comando.
Tipo faca – Tensão de 250 V MATERIAL
CORRENTE ELÉTRICA (A) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 un 6,70 7,91 10,44 - 5,76 10,10 - 12,00 - 7,20 -
600 un 51,88 45,62 - - - - - 113,11 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Disjuntores

GABIÕES
Contenção de taludes com gabiões SERVIÇO
TIPO ALTURA (M) ESPESSURA (M) REVESTIMENTO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Caixa 1,00 – Liga zinco – 5% alumínio m³ 287,89 272,31 - - 477,44 - - - - - -
0,50 – Liga zinco – 5% alumínio m³ 338,33 316,75 - - 524,64 - - - - - -
0,50 – PVC m³ 370,00 348,68 - - 582,11 - 303,00 - - - -
1,00 – PVC m³ 310,64 286,41 - - 514,00 - 265,55 - - - -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 241
G
GABIÕES
242 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
GABIÕES
G
TIPO ALTURA (M) ESPESSURA (M) REVESTIMENTO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Colchão – 170 PVC m² 237,33 349,45 - - - - 246,00 - - - -
– 230 PVC m² 273,93 393,67 - - - - 291,35 - - - -
– 300 PVC m² 316,13 445,34 - - - - 349,00 - - - -
Saco – – PVC m³ 331,67 396,11 - - 404,90 - 234,50 - - - -
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista mediante medições quinzenais. Sistema de medição de praxe: medição pelo volume de contenção executado.
Normas técnicas: NBR 11682.
Tipo Caixa MATERIAL
MALHA DIMENSÕES DA MALHA (MM) DIÂMETRO DO ARAME (MM) ALTURA (M) REVESTIMENTO UN SP
Hexagonal 80 x 100 2,40 0,50 PVC m³ 185,64
80 x 100 2,40 1,00 PVC m³ 129,78
Hexagonal 80 x 100 2,70 0,50 liga zinco - 5% alumínio m³ 147,42
80 x 100 2,70 1,00 liga zinco - 5% alumínio m³ 107,94
Condições de pagamento: Acrescer 5% de IPI. Característica do material: espessura do revestimento em PVC + 1mm.
Tipo Colchão MATERIAL
ESPESSURA (MM) MALHA DIMENSÕES DA MALHA (MM) DIÂMETRO DO ARAME (MM) REVESTIMENTO UN SP
300 Hexagonal 60 x 80 2,00 PVC m² 60,06
Condições de pagamento: Acrescer 5% de IPI. Característica do material: espessura do revestimento em PVC + 1mm.
Tipo Saco MATERIAL
DIÂMETRO (M) MALHA DIMENSÕES DA MALHA (MM) DIÂMETRO DO ARAME (MM) REVESTIMENTO UN SP
0,65 Hexagonal 80 x 100 2,40 PVC m³ 125,42
Condições de pagamento: Acrescer 5% de IPI. Característica do material: espessura do revestimento em PVC + 1mm.
GEODÉSIOS – Veja: Topografia
GEOSSINTÉTICOS
Geocompostos para drenagem MATERIAL
TIPO LARGURA (M) COMPRIMENTO (M) ÁREA (M²) DIÂMETRO MÉDIO (M) PESO (KG) UN SP
1L 1,00 ou 2,00 10,00 ou 30,00 10,00 ou 60,00 0,40 ou 0,70 7,00 ou 37,00 m² 16,90
2L 1,00 ou 2,00 10,00 ou 30,00 10,00 ou 60,00 0,40 ou 0,70 7,00 ou 45,00 m² 17,90
1S 2,00 30,00 60,00 0,80 46,00 m² 25,50
2S 2,00 30,00 60,00 0,80 56,00 m² 29,50
1J - Jardim 1,00 10,00 10,00 0,43 5,00 m² 14,00
2,00 30,00 60,00 0,70 30,00 m² 14,00
2L FP - Fôrma Perdida 1,00 10,00 ou 30,00 - 0,40 ou 0,70 7,00 ou 21,00 m² 21,20
2S FP - Fôrma Perdida 1,00 10,00 ou 30,00 - 0,40 ou 0,70 7,00 ou 21,00 m² 32,80
2L TD - Trincheira Drenante 0,90 20,00 - 0,60 14,00 m² 19,40
Condições de pagamento: 28 dias. A vista 5% de desconto. Retirada: Jundiaí (SP). Impostos: ICMS 18% incluso e IPI insento.
Geomantas MATERIAL
DENSIDADE (G/M²) ESPESSURA (MM) UN SP
500 10,00 m² 11,00
Geogrelhas MATERIAL
RESISTÊNCIA LONGITUDINAL (KN/M) RESISTÊNCIA TRANSVERSAL (KN/M) UN SP
40,00 30,00 m² 17,64
60,00 30,00 m² 26,88
120,00 30,00 m² 33,60
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.

Geotêxtil MATERIAL
DENSIDADE
(G/M²)
ESPESSURA
(MM)
RESISTÊNCIA
BIDIRECIONAL (KN/M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
200 2,30 10 m² 2,63 3,80 3,35 4,00 2,90 - 2,77 - - - -
300 2,30 16 m² 4,46 5,35 4,90 7,50 4,85 - 4,86 - - - -
500 2,30 26 m² 6,58 9,51 8,93 11,00 8,27 - 8,24 - - - -
600 2,30 31 m² 7,90 11,28 11,76 - 12,00 - 11,95 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica (SP) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 12553, NBR 12592 e NBR 12593.
GERADORES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
GERICA – Veja: Carrinhos em Máquinas, equipamentos e ferramentas
GESSO – Veja: Argamassas
GESSO ACARTONADO – Veja: Chapa de gesso
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 243
G
GRADES
GRADES
Gradis eletrofundidos MATERIAL
TIPO DE GRADIL MALHA (MM) ALTURA (MM) LARGURA (MM) DIMENSÕES DA BARRA
VERTICAL (MM)
DIÂMETRO DA BARRA
HORIZONTAL (MM)
PESO (KG/M) UN SP
Gradil eletrofundido
aramado e enrijecido
65 x 132 926 2.015 4,80 4,80 7,26 un 202,86
65 x 132 1.660 2.015 4,80 4,80 11,94 un 411,98
65 x 132 2.400 2.015 4,80 4,80 16,84 un 599,50
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 25 a 30 dias. Lote básico de comercialização: metro. Especificações: gradis aramados
são fornecidos com montante tubular de 0,40 x 0,60 x 1,90 m e os demais com montante de ferro chato de 76 x 8 mm. Aço carbono SAE-1010/20. Tratamento superficial opcional de galvanização a fogo.
Acabamento opcional de pintura eletrostática em poliéster pó. Obs.: os preços apresentados são para as cores catalogadas. Mudanças de tonalidade estarão sujeitas a reajuste.
VEJA TAMBÉM Mourões e Muros
GRAMAS – Veja: Paisagismo
GRAMAS SINTÉTICAS – Veja: Paisagismo
GRANILITES – Veja: Painéis de vedação
GRANITOS – Veja: Pedras naturais
244 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
GRAUTES
G–H
GRAUTES
MATERIAL
TIPO/USO UN SP PR
Graute à base de epóxi com alta fluidez Saco 15 kg 553,20 590,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Recuperação e Reforço Estrutural
GRAXAS – Veja: Combustíveis, lubrificantes e energia elétrica
GRELHAS
Grelha de concreto pré-fabricado MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) UN SP
100 19 un 28,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.
Grelha de ferro fundido MATERIAL
DIÂMETRO TIPO UN SP
4” Hemisférica un 10,48
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Grelha de PVC MATERIAL
DIÂMETRO (MM) TIPO ACABAMENTO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 Redonda Cromado un 5,18 6,73 5,46 - 6,41 5,84 6,00 6,13 6,48 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
GRUAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
GUARNIÇÕES – Veja: Portas
GUIAS E SARJETAS DE CONCRETO
Boca-de-lobo de concreto MATERIAL
TIPO DIMENSÕES (M) UN
Guia de concreto (chapéu) padrão PMSP 1,20 x 0,30 x 0,15 x 0,12 un 22,00
Laje de concreto padrão PMSP 1,10 x 0,70 x 0,07 un 60,00
Condições de pagamento: faturado 25 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: 120 unidades.
Guia de concreto curva MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ALTURA (MM) LARGURA DA BASE (MM) LARGURA DO TOPO (MM) COMPRIMENTO (M) UN SP
Raio de curvatura de 2, 4, 6 ou 9 m 300 150 130 1 un 20,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 3 dias. Lote básico de comercialização: 100 peças.
Guias de concreto (meio-fio) – Retas MATERIAL
ALTURA (MM) LARGURA DA BASE (MM) LARGURA DO TOPO (MM) COMPRIMENTO (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
300 140 120 0,80 un 17,00 11,53 10,63 13,23 - 8,18 - 10,65 14,23 8,50 -
150 130 1,00 un 18,27 18,00 11,74 14,61 - 11,25 13,00 12,49 13,83 9,83 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 9062.
Guia de concreto moldada no local com extrusora SERVIÇO
ALTURA (MM) LARGURA DA BASE (MM) LARGURA DO TOPO (MM) UN SP
Execução de guia e sarjeta moldadas por processo de extrusão – “in loco” 300 150 130 m 12,65
Preço: inclusive mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 7 dias. Sistema de medição de praxe: medição por metro de guia executada.
Mão de obra para execução de guias e sarjetas de concreto MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Assentamento de guias de concreto em vala de até
30 cm de profundidade
m 9,22 9,01 7,04 6,54 6,82 7,22 6,50 6,58 - 6,18 6,53
Execução de sarjeta moldada no local, inclusive
preparo de caixa: com preparo de concreto no local
m³ 143,28 149,81 125,13 116,28 112,14 127,38 112,50 122,46 - 109,43 110,27
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição nº 26 desta revista adotamos BDI
= zero nos serviços acima para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central,
riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma
empreiteira. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: imediato. Sistema de medição de praxe: medição por metro de guia assentada e pelo volume de sarjeta executada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 245
I
IMPERMEABILIZAÇÕES COM MANTAS
GUINCHOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
GUINDASTES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
HIDRANTES – Veja: Combate a incêndio
IMPERMEABILIZAÇÕES COM MANTAS
Maçarico para impermeabilização MATERIAL
MODELO QUANTIDADE POR CAIXA (UN) UN SP
Maçarico italiano (completo) 1 un 640,80
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Mantas asfálticas MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Manta asfáltica com armadura filme polietileno 3 rolo de 10 m² 117,60 - 135,50 131,00 135,14 116,13 - - 128,02 - -
Manta asfáltica polimérica estruturada sem
tecido de poliéster
3 rolo de 10 m² 152,56 - 146,97 169,57 149,67 135,00 - - 106,70 137,39 -
Manta asfáltica de poliéster 4 rolo de 10 m² 209,00 260,82 201,33 176,67 185,25 160,00 - - 181,67 - -
Condições de pagamento: faturado. Norma técnica: NBR 9952.
Serviços de impermeabilizações com mantas asfálticas a maçarico SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) UN SP
Alumínio 4 m² 63,55
Ardosiada 3 m² 68,58
Tipo 3 3 m² 52,83
4 m² 61,56
Tipo 3 – Antirraiz 4 m² 78,00
Tipo 3 – Dupla 3 + 4 m² 109,42
Serviços de impermeabilizações com mantas asfálticas aderidas com asfalto a quente SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) UN SP
Alumínio 4 m² 74,09
Tipo 3 – Antirraiz 4 m² 89,22
Tipo 3 – Dupla 3 + 4 m² 120,48
Ardosiada 3 m² 76,70
Tipo 3 3 m² 67,60
4 m² 66,70
Serviços de impermeabilizações com mantas de borracha sintética – EPDM SERVIÇO
TIPO (MM) ESPESSURA (MM) UN SP
Convencional 0,80 m² 88,95
Aderida 1,00 m² 102,04
1,20 m² 118,42
Preço: material e mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos de Trabalho, BDI – Benefício e Despesas Indiretas da firma empreiteira, bem como primer e material impermeabilizante. Prazo
para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição pela área real desenvolvida, não descontando vãos de lajes até 2 m². Faixas até 50 cm de largura são medidas
por metro linear e cobradas à razão de 50% do preço do metro quadrado; acima de 51 cm de largura, cobrar 100%. Ralos ou tubos emergentes são medidos por unidade e cobrados ao preço de 1 m²/
un. Obs.: os preços não incluem limpeza, corte de rodapés, cimento, areia e tela de proteção. Normas técnicas: NBR 9952, NBR 9574 e NBR 9575.
246 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
IMPERMEABILIZAÇÕES COM MANTAS
I
Serviços auxiliares para impermeabilizações SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (CM) UN SP
Camada drenante, inclusa emulsão asfáltica 2 m² 9,68
Corte de rodapés h=20 cm 3 m 14,58
Preenchimento de juntas com mastique hidroasfáltico 2,00 x 2,50 cm – m 4,25
Preparação de reservatórios > 100 m² – m² 12,82
Proteção desempenada armada em quadros 2,00 x 2,00 m 4 a 5 m² 19,89
Proteção desempenada em quadros 2,00 x 2,00 m 3 a 4 m² 15,32
Proteção sarrafeada 3 m² 11,36
Proteção simples 2 m² 10,42
Regularização até 5 m² 13,57
Solução antirraiz alcatrão – consumo de 0,5 l/m² – m² -
Preço: material e mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos de Trabalho, BDI – Benefício e Despesas Indiretas da firma empreiteira, bem como primer e material impermeabilizante. Prazo
para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição pela área real desenvolvida, não descontando vãos de lajes até 2 m². Faixas até 50 cm de largura são medidas
por metro linear e cobradas à razão de 50% do preço do metro quadrado; acima de 51 cm de largura, cobrar 100%. Ralos ou tubos emergentes são medidos por unidade e cobrados ao preço de 1 m²/
un. Obs.: os preços não incluem limpeza, corte de rodapés, cimento, areia e tela de proteção.
IMPERMEABILIZAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
Pinturas asfálticas MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Tinta asfáltica lata 18 l 101,88 116,67 111,00 - 89,60 85,00 130,00 111,22 121,67 - -
Tinta betuminosa lata 18 l 135,31 187,28 158,33 197,30 167,89 153,70 200,10 189,58 182,19 200,00 -
Condições de pagamento: faturado.
Proteções superficiais MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Silicone à base de água balde 20 l 74,92 - - - 68,22 57,50 64,07 - - - -
Silicone à base de solvente lata 18 l 240,88 272,58 251,71 229,00 285,00 230,00 - 245,91 271,03 243,38 -
Tinta mineral em pó impermeável balde 18 kg 60,50 60,00 67,67 - 65,89 3,40 - 83,62 - 60,21 -
Condições de pagamento: faturado.
Revestimentos impermeáveis semiflexíveis MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Asfalto preparado para encanamentos balde 18 kg 97,67 111,27 103,51 119,68 123,67 119,00 136,50 106,53 115,86 112,83 -
Emulsão acrílica balde 18 kg 164,29 191,36 194,96 204,74 202,67 191,85 217,23 201,92 211,31 215,42 -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 247
I
IMPERMEABILIZAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
248 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
IMPERMEABILIZAÇÕES MOLDADAS IN LOCO
I
Serviços de impermeabilizações com borracha clorada SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES QUANTIDADE DE DEMÃOS CONSUMO (KG/M²) UN SP
Hypalon > 100 m² 6 + 2 4 m² 227,24
Neoprene/Hypalon > 100 m² 6 + 2 4 m² 246,82
Serviços de impermeabilizações com membranas moldadas no local SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES QUANTIDADE DE DEMÃOS CONSUMO (KG/M²) UN SP
Asfalto a quente com um estruturante 3 4 m² 46,45
Asfalto a quente com dois estruturantes 4 6 m² 64,18
Preço: material e mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos de Trabalho, BDI – Benefício e Despesas Indiretas da firma empreiteira, bem como primer e material impermeabilizante. Prazo
para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição pela área real desenvolvida, não descontando vãos de lajes até 2 m². Faixas até 50 cm de largura são medidas
por metro linear e cobradas à razão de 50% do preço do metro quadrado; acima de 51 cm de largura, cobrar 100%. Ralos ou tubos emergentes são medidos por unidade e cobrados ao preço de 1 m²/
un. Obs.: os preços não incluem limpeza, corte de rodapés, cimento, areia e tela de proteção. Normas técnicas: NBR 9396, NBR 9574 e NBR 9575.
IMPERMEABILIZAÇÕES RÍGIDAS
Aceleradores impermeabilizantes MATERIAL
USO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aditivo impermeabilizante de pega ultrarrápida balde 20 kg 80,19 88,08 100,34 152,00 149,33 139,27 131,00 107,82 123,86 115,82 -
Impermeabilizante de pega ultrarrápida para tamponamentos balde 17 kg 173,72 - 171,87 - - - - - - - -
Condições de pagamento: faturado.
VEJA TAMBÉM Aditivos Impermeabilizantes em Aditivos
Argamassas para impermeabilizações de áreas enterradas MATERIAL
USO UN SP
Argamassa polimérica, bicomponente à base de cimentos, polímeros acrílicos e aditivos para impermeabilização caixa 18 kg 29,63
Condições de pagamento: faturado.
IMUNIZANTES PARA MADEIRAS – Veja: Madeiras
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
Canteiro pré-fabricado de concreto SERVIÇO
UN MG
Edificação de concreto celular m² 275,00
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: conforme medições de serviços realizados. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de
contratação: 500 m². Especificação: edificação completa com paredes de concreto celular autoclavado, telhamento, pintura, instalações hidrossanitárias e elétricas e piso cimentado. Revestimento
à base de textura microssílica. Compatível para escritórios, refeitórios, alojamentos, sanitários coletivos, etc. Obs.: preço sugerido para todo o Brasil, que pode variar dependendo do número de
banheiros, índices de paredes, acabamentos e tamanho do empreendimento.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 249
I
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
250 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
I
Contêineres metálicos com dimensões de 2,30 x 6,00 x 2,30 m LOCAÇÃO
MODELO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Básico un/mês 250,33 350,00 305,00 - 280,00 280,00 - 410,00 - - -
Escritório com sanitário interno un/mês 312,33 528,50 440,00 - 380,00 380,00 - 490,00 - - -
Módulo com 8 sanitários un/mês 338,00 736,50 652,50 - 550,00 520,00 - - - - -
Módulo com 8 chuveiros un/mês 409,33 736,50 - - 550,00 520,00 - 685,00 - - -
Transporte de contêiner até o local da obra un/mês 433,33 - - - 180,00 - - - - - -
Preço: posto fábrica. Condições de pagamento: faturado 30 dias (SP) e à vista para as demais regiões. Prazo para início dos serviços: imediato. Lote básico de contratação: locação mínima 30 dias.
Obs.: no RJ o Módulo tem dimensões de 2,40 x 6,00 x 2,55 m e os preços considerados acima são para os módulos de 7 sanitários, 7 chuveiros e 5 chuveiros e 3 sanitários, respectivamente, frete com
caminhão munck R$ 65,00/ hora.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 251
I
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
Contêineres metálicos com dimensões de 2,30 x 6,00 x 2,50 m VENDA
MODELO TIPO UN SP
Depósito Sem janela e chapa simples un 5303,00
Duas salas Com janela e chapa simples un 6210,00
Com janela e chapa térmica un 10441,00
Escritórios com WC Com janela e chapa simples un 6264,00
Com janelas e chapa térmica un 10361,00
Para uso livre Com janela e chapa simples un 5303,00
Com janela e chapa térmica un 9225,00
Sanitário/ Vestiário (2 vasos e 4 chuveiros) Com janela e chapa simples un 9735,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto fábrica. Prazo de entrega: 6 a 10 dias. Lote básico de comercialização: módulo de 2,30 m (largura) x 6,00 m (comprimento) x 2,50 m
(altura interna).
Sanitário químico LOCAÇÃO
MODELO LARGURA
(M)
COMPRIMENTO
(M)
ALTURA
(M)
CAPACIDADE DO
TANQUE (L)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Standard 1 1 2 227 un/mês 419,00 - 410,00 - 631,67 865,00 - 515,00 - - -
Condições de pagamento: à vista. Prazo de entrega: imediato. Obs.: instalação no local da obra com equipamentos e uma limpeza por semana.
INTERFONES – Veja: Porteiros eletrônicos
252 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
INTERRUPTORES E TOMADAS ELÉTRICAS
I
INTERRUPTORES E TOMADAS ELÉTRICAS
Interruptores de embutir sem placas MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1 tecla simples un 3,85 4,37 5,14 6,43 4,01 4,19 3,43 4,61 6,69 3,68 -
1 simples e 1 paralela un 9,40 10,42 10,99 12,84 11,37 9,89 7,47 7,06 8,70 6,49 -
1 tecla simples 1 tomada 2 pólos universal un 10,23 10,97 11,86 14,56 10,36 13,66 7,78 11,60 12,33 9,47 -
2 teclas simples e 1 paralela un 14,11 14,16 16,64 19,11 15,05 16,51 11,21 16,01 16,54 9,09 -
2 teclas simples 1 tomada 2 pólos universal un 11,70 12,96 13,94 15,04 12,28 15,30 9,33 12,01 15,42 7,66 -
1 tecla paralela un 5,40 6,16 7,59 9,28 5,77 5,62 4,56 5,85 9,07 3,86 -
Interruptor 1 tecla campainha un 4,61 4,67 3,56 5,68 5,03 4,54 3,75 6,99 6,28 5,77 -
Especificação: corrente: 10 A e tensão: 250 V. Normas técnicas: IEC 61058-1, IEC 61058-2-1, NBRIEC 60309-1, NM 60669-1, NM 606692-2-4, NM 606692-3 e NM 60884-1.
Interruptores e tomadas para sistema aparente – Acessórios MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Campainha cigarra 127 V un 24,38 24,39 31,14 19,37 19,10 19,21 27,11 30,21 23,17 26,65 -
Simples un 6,73 7,99 7,55 8,79 6,18 7,27 9,43 8,12 8,35 8,30 -
1 simples + 1 tomada 2 P universal un 16,20 16,70 18,23 17,15 14,68 17,67 19,90 19,11 17,13 19,07 -
2 simples un 16,16 18,44 18,35 16,97 14,69 17,35 21,32 19,62 16,95 19,13 -
Paralelo un 10,27 11,56 11,52 9,09 9,52 11,10 15,06 12,08 7,89 12,01 -
2 paralelo un 24,64 26,37 28,59 19,55 22,12 23,88 33,79 20,52 25,26 27,64 -
Tomada para telefone 4 P – Padrão Telebrás un 10,88 13,02 12,22 11,78 9,98 11,83 15,61 13,26 12,63 13,04 -
Tomada RJ11 para caixa de 75 x 75 x 42 cm un 16,29 19,76 18,30 16,62 14,65 17,64 24,25 19,86 18,96 20,26 -
Tomada 2 P – Universal un 6,85 7,96 7,68 7,62 6,25 7,43 10,11 8,23 7,89 8,09 -
Obs.: o sistema aparente também é conhecido como sistema “X”.
ISOLAMENTOS ACÚSTICOS
Revestimentos acústicos MATERIAL
MODELO ESPESSURA (MM) UN GRAFITE
25/10 25 m² 24,57
35/10 35 m² 31,24
50/10 50 m² 41,69
75/30 75 m² 73,22
Condições de pagamento: 28 dias (faturamento mínimo R$ 300,00). Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Especificações: fabricado com espuma flexível de poliuretano poliéster auto
extinguível de acordo com as normas NBR 9178 e NBR 9442.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 39 (página 209)
ISOLAMENTOS TÉRMICOS
Calhas de lã de vidro MATERIAL
DIÂMETRO ESPESSURA (MM) UN SP RJ
1” 25,00 m 8,87 10,00
2 1/2” 25,00 m 14,91 16,81
2” 40,00 m 18,96 21,65
5” 63,50 m 55,86 67,68
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica (SP) e posto revendedor (RJ). Prazo de entrega: imediata. Especificações: condutibilidade térmica de 0,029 kcal.m/m².h.°C.
Linha normal de fabricação: diâmetro até 14” e espessura até 100 mm. Densidade: 60 kg/m³.
Mantas de lã de vidro MATERIAL
DENSIDADE (KG/M³) ESPESSURA (MM) UN
40 50,00 m² 39,69
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica São Paulo, SP. Prazo de entrega: imediata.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 253
I
ISOLAMENTOS TÉRMICOS
254 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ISOLAMENTOS TÉRMICOS
I–J
Painéis de lã de vidro MATERIAL
DENSIDADE (KG/M³) ESPESSURA (MM) UN SP
20 50,00 m² 13,03
40 50,00 m² 25,86
100 25,00 m² 37,25
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica (SP) e posto revendedor (RJ). Prazo de entrega: imediata. Especificações: painéis rígidos e semi-rígidos.
Modulação 1.200 x 600 mm. Condutibilidade térmica: 0,025 a 0,036 kcal.m/m².h.°C.
Placas de poliestireno expandido – P1 com dimensões de 1,00 x 0,50 m MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
5 m² 1,60 - 1,38 1,75 - - - - 1,25 - -
20 m² 5,04 - 5,52 7,01 - - - - 4,99 - -
50 m² 10,60 - 14,25 18,00 - - - - 13,03 - -
100 m² 25,19 - 27,52 34,96 - - - - 24,88 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 10 dias. Especificações: Condutibilidade térmica: 0,029 kcal.m/m².h.°C. Densidade: 13 a 16 kg/m³.
Normas técnicas: NBR 15220/1, NBR 15220/2, NBR 15220/3, NBR 15220/4 e NBR 15220/5 e NBR NM 45.
Vermiculitas – Agregados para enchimentos MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO DENSIDADE (KG/M³) UN SP RJ
Fina 100 m³ 143,12 233,49
Condições de pagamento: faturado 28 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 3 dias. Lote básico de comercialização: 20 m³. Normas técnicas: NBR 9230.
VEJA TAMBÉM Poliestireno Expandido e Subcobertura
JANELAS

Janelas de alumínio padronizadas MATERIAL
TIPO DE CAIXILHO QUANTIDADE
DE SEÇÕES
QUANTIDADE DE
BASCULANTES
ALTURA
(M)
LARGURA
(M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Vitrôs basculantes
com vidro canelado
1 2 0,60 0,80 un 149,60 162,55 153,33 296,00 229,00 - 221,67 141,00 158,47 125,00 -
2 6 0,80 1,50 un 423,61 457,55 434,72 838,80 645,28 - 624,66 397,28 449,10 352,24 -
2 10 1,20 1,20 un 468,62 745,89 480,91 927,91 1051,93 - 1018,32 647,64 496,82 574,22 -
TIPO DE CAIXILHO FOLHAS FIXAS FOLHAS DE CORRER ALTURA
(M)
LARGURA UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Vitrô de sala com vidro – 2 1,20 1,20 un 364,82 345,58 325,33 270,10 347,59 - 359,16 342,14 286,44 267,78 -
Vitrô de sala com vidro –
com bandeira
2 2 1,20 2,00 un 735,73 821,15 501,67 811,77 696,00 - 969,00 678,33 - 957,50 -
Vitrô de sala com vidro –
sem bandeira
2 2 1,20 2,00 un 797,08 604,58 710,65 590,00 608,00 - 628,25 598,33 625,70 468,33 -
TIPO DE CAIXILHO QUANTIDADE
DE SEÇÕES
QUANTIDADE DE
BANDEIRAS MÓVEIS
ALTURA
(M)
LARGURA
(M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Maxim-Air com
vidro miniboreal
1 1 0,80 0,80 un 266,35 277,70 320,53 264,62 244,00 - 257,50 229,18 189,47 182,53 -
2 2 0,80 1,20 un 463,45 393,38 557,62 460,38 345,70 - 364,67 398,83 329,60 258,45 -
TIPO DE CAIXILHO QUANTIDADE
DE SEÇÕES
QUANTIDADE DE
BANDEIRAS MÓVEIS
ALTURA
(M)
LARGURA
(M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Venezianas
para quartos
– 2 1,00 1,20 un 586,13 644,90 458,75 725,44 589,00 - 538,00 - 467,06 270,00 -
– 2 1,20 1,50 un 910,58 1452,55 712,61 1126,97 1326,72 - 1211,85 - 725,32 608,18 -
– 4 1,20 2,00 un 1312,84 1632,79 1027,41 1624,83 1491,35 - 1362,23 - 1045,74 683,64 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 10820, NBR 10821, NBR 10829, NBR 10830 e NBR 10831.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 46 (página 18)

Janelas de aço padronizadas MATERIAL
TIPO DE JANELA ALTURA (M) LARGURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Basculante 0,60 1,00 un 77,98 - - 116,14 - - - - - - -
1,00 1,20 un 143,45 - - 154,67 - - - - - - -
1,50 1,20 un 174,80 - 247,60 180,71 - - - - - 223,70 -
Correr 1,20 1,20 un 228,70 269,90 265,63 258,40 168,70 226,15 512,00 - - 221,67 -
1,50 1,20 un 349,45 319,15 300,00 300,59 - - - - - 427,45 -
2,00 1,20 un 258,88 - - 265,34 - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preços dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Janelas de madeira – Venezianas de correr MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO ALTURA (M) LARGURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
6 folhas, sendo 2 venezianas fixas,
2 venezianas de correr e 2 folhas
de correr sem vidro
1,20 1,40 un 388,33 - - - - 333,33 472,00 - - - -
1,20 1,60 un 441,54 - - - - 370,27 524,26 - - - -
1,20 1,80 un 506,58 - - - - 405,14 573,63 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: completa e montada.Essências consideradas: Cedro e Imbuia

ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 255
JANELAS
J–L
Janelas de PVC MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG
Correr 2 folhas de vidro 4 mm m² 356,60 - -
3 folhas, sendo 1 de vidro 4 mm e 2 venezianas m² 963,54 860,42 1039,61
Maxim-Air ou Tombar Vidro 4 mm m² 1074,63 - -

JARDINS – Veja: Paisagismo

JUNTAS DE DILATAÇÃO
Juntas elásticas de dilatação MATERIAL
ABERTURA (CM) UN SP
2,00 m 79,75
2,50 m 173,65
Preços: inclusive material e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma.
LADRILHOS – Veja: Revestimentos para pisos
256 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LAJES
Lajes alveolares MATERIAL
ALTURA (CM) VÃO LIVRE (M) SOBRECARGA (KGF/M²) UN SP
12 5 500 m² 59,06
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: conforme cronograma.
Lajes nervuradas – Blocos de concreto celulares autoclavados MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) ALTURA (MM) UN SP MG
600 300 100 m² 13,20 16,92
LAJES
L
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 257
L
LAJES
258 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LAJES
L
Lajes nervuradas – Painéis de concreto celulares autoclavados MATERIAL
ESPESSURA (MM) SOBRECARGA (KGF/M²) VÃO LIVRE (M) UN SP
75 200 2,40 m³ 600,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: viagem com 25 m³.
Laje tipo painel unidirecional MATERIAL
TIPO / ACABADA (CM) LINHA DE ESCORA POR VÃO LIVRE SOBRECARGA (KFG/M²) CONSUMO DE CONCRETO (L/M²) VÃO LIVRE (M) CONSUMO DE AÇO (KG/M²) PESO PRÓPRIO (KGF/M²) UN SP
PPN 20 (16 + 04) – 750 52 6 2,55 310 m² 63,48
PPN 28 (23 + 05) 1,00 500 68 10 4,80 360 m² 72,88
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Obs.: o preço total do m² compreende o fornecimento das vigotas e as fôrmas removíveis para o sistema construtivo.
Lajes pré-fabricadas convencionais MATERIAL
ESPESSURA
(CM)
USO PESO PRÓPRIO
(KG/M²)
SOBRECARGA
(KG/M²)
VÃO LIVRE
(M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
8 Forro 155 50 3 m² 18,32 16,90 15,68 20,44 15,21 13,09 19,00 14,11 11,67 17,91 -
12 Piso 215 150 3 m² 25,84 24,13 21,87 29,00 21,50 18,63 27,00 20,23 16,56 25,53 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: 15 m². Normas técnicas: NBR 6118, NBR 9062,
NBR 14859-1, NBR 14859-2, NBR 14860-1, NBR 14860-2 e NBR 14861.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 48 (página 40)
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 259
L
LAJES
260 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
LAJES
L–M
Lajes treliçadas MATERIAL
DESCRIÇÃO ARMAÇÃO DA TRELIÇA CAPEAMENTO (CM) ALTURA DO EPS (CM) SOBRECARGA (KGF/M²) VÃO LIVRE (M) PESO PRÓPRIO (KGF/M²) UN SP
Forros TR 08644 4 8 100 4 145 m² 21,73
Pisos TR 08644 4 8 200 4 145 m² 23,40
T 08644 3 – 200 2,80 200 m² 24,20
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica Campinas, SP. Prazo de Entrega: 10 dias. Especificações: Condição de vínculo: apoio simples, Intereixo: 50 cm, Concreto de
capeamento: fck 20 MPa. Obs.: o preço total do m² compreende o fornecimento das vigotas treliçadas e dos blocos EPS (ISOPOR®). Podem ser vendidos separadamente as lajes treliçadas e os blocos de EPS.
LAMBRIS
MATERIAL
ESSÊNCIAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Lambri 10 x 1 cm – seco em estufa m² 25,56 33,05 31,90 - - - - 26,72 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Essência: Angelim.
LÂMPADAS
Lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas 2U – Dupla – Base E27 MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO POTÊNCIA (W) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
110 V 10 un 12,90 8,56 10,87 8,15 8,33 8,97 8,67 11,01 11,03 7,65 -
20 un 3,42 4,82 3,68 4,10 3,52 4,00 4,33 4,50 4,01 4,05 -
220V 10 un 11,35 8,70 10,87 8,85 8,33 8,74 8,28 11,01 10,18 7,95 -
Normas técnicas: NBR 5354, NBR 5382, NBR 5410, NBR 5413, NBR 15215-1, NBR 15215-2, NBR 15215-3 e NBR 15215-4
Lâmpadas tubulares e halógenas MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO POTÊNCIA (W) COMPRIMENTO (MM) PAR UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
110 V – base R7S 100 78 – un 3,40 4,26 4,46 4,15 4,17 5,80 4,87 5,43 5,59 5,70 -
110 V – base E27 100 – 30,00 un 15,54 22,09 21,76 - 14,37 32,45 26,76 - 26,82 28,45 -
300 – 38,00 un 22,88 24,67 28,27 26,00 16,72 25,76 28,61 28,50 31,08 26,45 -
220 V – base E27 50 – 20,00 un 12,21 19,24 15,40 16,90 10,80 12,04 11,54 25,44 14,19 12,34 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.

Lâmpadas incandescentes – 127 V ou 220 V – Base E27 MATERIAL
POTÊNCIA (W) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 un 1,63 2,32 1,47 1,82 1,40 1,55 1,53 1,72 1,45 1,58 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Lâmpadas luz mista – 110 V / 220 V MATERIAL
POTÊNCIA (W) BASE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
250 E40 un 21,57 20,52 15,15 18,06 17,92 13,70 21,34 18,09 17,27 19,94 -
Especificações: para iluminação pública. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata
Lâmpadas de vapor de mercúrio – 220 V MATERIAL
POTÊNCIA (W) BASE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
125 E27 un 10,34 13,40 11,49 14,02 - 12,53 13,13 10,30 11,52 14,65 -
Especificações: para iluminação pública. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Lâmpadas de vapor metálico MATERIAL
TIPO POTÊNCIA (W) BASE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Ovóide 175 E40 un 152,44 134,87 155,00 - - - 148,00 - - - -
Tubular 250 – un 57,31 87,79 66,57 66,18 80,67 68,00 77,06 80,00 86,00 69,60 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Lâmpadas de vapor de sódio – 220 V para iluminação pública ou comercial MATERIAL
POTÊNCIA (W) TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
50 Ovóide un 27,00 27,05 16,78 - 19,97 19,02 24,40 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
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LAVATÓRIOS – Veja: Aparelhos sanitários
MADEIRAS
MATERIAL
ESSÊNCIAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Angelim m³ 2054,96 2285,00 1956,60 2016,67 1966,67 2150,00 1876,00 2870,00 2700,00 2200,00 -
Cedrinho m³ 1437,60 1589,93 1415,00 - 1605,00 1552,50 1523,75 - - - -
Garapa m³ 2403,23 2420,00 2085,00 - 2150,00 - 2016,00 - - - -
Ipê m³ 3174,34 3133,33 3367,00 3700,00 3000,00 3500,00 2850,00 3575,00 3300,00 3100,00 -
Jatobá m³ 2650,00 2313,00 2165,50 - 2200,00 2533,33 1994,00 - 2965,00 2400,00 -
Maçaranduba m³ 2814,00 2028,33 1983,00 - - - - 2462,56 2560,00 2575,00 -
Peroba-rosa m³ 2990,09 2805,00 - 1600,00 2000,00 1550,00 1875,00 - - - -
Pinus m³ 520,35 535,33 469,88 610,00 365,63 633,33 467,00 - - - -
Sucupira m³ - 1798,60 2097,00 2635,00 - - - 2250,00 - 2200,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 7190, NBR 11700 e NBR 12297.
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ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 261
M
MADEIRAS
Caibro MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Com base de 4,40 m de comprimento m 7,63 6,18 4,69 4,94 3,64 7,08 5,86 6,95 10,83 6,16 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Peroba-Rosa (SP), Maçaranduba (CE), Peroba (SC), Cedrinho (RS) e
Angelim (PA). Especificações: dimensões de 5 x 6 cm (SP), 5 x 5 cm (SC, RS e CE) e 5 x 7,5 cm (PA).
Pontalete MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Com base de 4,20 m de comprimento m 1,90 2,10 1,98 3,90 2,09 3,00 3,20 3,55 7,28 7,13 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedrinho (SP), Pinus (RJ) e Madeira Mista (BA, PE, CE e PA).
Especificações: 7 x 7 cm (SP e RJ) e 3 x 3” (BA, PE, CE e PA).
Ripa MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Com base de 4,40 m de comprimento m 1,97 1,42 1,36 1,91 1,17 1,85 - 2,05 1,39 1,41 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Peroba Rosa (SP e PR) e Maçaranduba (CE). Especificações: 2,5 x 5
cm (SP e PR) e 1,5 x 4 cm (CE),
Sarrafos MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aparelhado com base de 4,20 m de comprimento m 1,79 - - 1,66 1,83 2,13 2,07 - - 2,63 -
Com base de 4,20 m de comprimento m 0,72 0,73 0,70 1,32 0,49 2,12 0,63 - - 1,87 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedrinho (SP, PR, SC e RS), Pinus (RJ e MG) e Virola (PA).
Especificações: 2,5 x 5 cm (SP, RJ, MG, PR, SC e RS) e 1 x 2” (PA).
Sarrafos de 1 x 4’’ (2,5 x 10) cm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aparelhado com base de 4,20 m de comprimento m 3,31 3,85 - 2,85 3,63 4,64 3,72 2,32 - 4,65 -
Com base de 4,20 m de comprimento m 1,25 1,24 1,42 2,44 1,01 4,52 1,15 - 3,44 2,42 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedrinho (PR, SC, RS), Pinus (RJ e MG), Madeira Mista (BA, PE), Virola (CE e
PA para os sarrafos não aparelhados), Maçaranduba (CE para o sarrafo aparelhado) e Angelim (PA para o sarrafo aparelhado). Especificações: 2,5 x 10 cm (RJ, MG, PR, SC) e 1 x 4” (BA, PE, CE e PA).
Tábuas MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2,5 x 15 m 1,98 2,09 2,34 3,63 1,36 1,57 1,68 3,31 4,67 - -
2,5 x 25 m 3,09 3,02 2,95 5,63 2,29 2,67 2,83 4,70 8,13 - -
2,5 x 30 m 4,18 4,16 4,61 6,48 2,92 3,64 3,66 - - 9,54 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Cedrinho (SP, SC e RS), Pinus (RJ e MG) e Madeira Mista (DF).
Viga MATERIAL
ESSÊNCIAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Com base de 4,00 m de comprimento m 17,39 17,15 16,27 9,40 9,66 8,68 - 16,68 24,15 15,93 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essências: Peroba-Rosa (SP), Peroba (PR), Peroba Vermelha (SC), Angelim (BA e
PA) e Maçaranduba (PE e CE). Especificações: 6 x 12 cm (SP, PR, SC, BA e CE), 7 x 12 cm (PE) e 5 x 10 cm (PA).
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MÃO DE OBRA PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Alvenarias MÃO DE OBRA
TIPO DE TIJOLO ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bloco de concreto
(vedação) para receber
acabamento em massa
Parede de 0,20 m m² 14,16 14,19 11,35 10,57 10,70 11,63 10,40 10,82 - 9,96 10,34
Parede de 0,15 m m² 13,15 13,20 10,57 9,84 9,95 10,83 9,67 10,08 - 9,27 9,62
Parede de 0,10 m m² 12,15 12,20 9,79 9,11 9,20 10,03 8,95 9,34 - 8,58 8,90
Tijolo cerâmico
furado (baiano)
Parede de 0,20 m m² 29,07 29,11 23,27 21,67 21,95 23,84 21,31 22,16 - 20,41 21,22
Parede de 0,10 m m² 18,53 18,60 14,92 13,89 14,02 15,28 13,65 14,24 - 13,08 13,57
Tijolo comum Parede de 0,20 m (1 tijolo) m² 48,48 48,54 38,80 36,13 36,60 39,76 35,54 36,95 - 34,04 35,38
Parede de 0,10 m (1/2 tijolo) m² 30,11 30,20 24,19 22,53 22,77 24,78 22,14 23,07 - 21,22 22,02
Parede de 0,05 m (1/4 tijolo) m² 16,48 16,56 13,29 12,37 12,48 13,61 12,15 12,69 - 11,65 12,08
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da
obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos
necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medição quinzenal. Sistema de
medição de praxe: medição por área de alvenaria executada, não descontar vãos até 2 m².
262 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÃO DE OBRA PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
M
Demolições MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES PRODUTIVIDADE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Alvenaria de tijolos sem reaproveitamento 3,30 Hh/m³ m³ 26,88 25,56 19,35 18,01 19,45 19,95 18,12 17,69 - 17,04 18,40
Cobertura com telhas cerâmicas e estrutura de
madeira
2,09 Hh/m² m² 5,38 5,11 3,87 3,60 3,89 3,99 3,62 3,54 - 3,41 3,68
Coberturas com telhas de cimento reforçado com
fibras totalmente aderidas e estrutura de madeira
1,70 Hh/m² m² 2,24 2,15 1,61 1,50 1,62 1,66 1,51 1,47 - 1,42 1,53
Concreto armado com uso de martelete pneumático 6,50 Hh/m³ m³ 134,40 127,80 111,13 90,06 97,24 99,74 90,61 93,24 - 96,15 92,01
Concreto simples 14,30 Hh/m³ m³ 116,48 110,76 83,86 78,05 84,28 86,44 78,53 76,66 - 73,85 79,74
Forro de tábuas 0,33 Hh/m² m² 2,69 2,69 2,22 1,99 1,94 2,17 2,11 1,86 - 1,92 2,00
Piso cerâmico 0,77 Hh/m² m² 6,27 5,96 4,52 4,20 4,54 4,65 4,23 4,13 - 3,98 4,29
Retirada de esquadrias metálicas 0,55 Hh/m² m² 4,48 4,26 3,23 3,00 3,24 3,32 3,02 2,95 - 2,84 3,07
Revestimento com argamassa 0,55 Hh/m² m² 4,48 4,26 3,23 3,00 3,24 3,32 3,02 2,95 - 2,84 3,07
Revestimento com azulejos ou pedras 2,75 Hh/m² m² 22,40 21,30 16,13 15,01 16,21 16,62 15,10 14,74 - 14,20 15,34
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabela de Composições de Preços para Orçamento , 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da
obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos
necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para
início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição de alvenaria e concreto – medição pelos volumes efetivos; cobertura – medição pela área de projeção horizontal;
forros e revestimentos – medição pelas áreas efetivas, exceção para revestimentos com argamassa, onde se consideram vãos de até 1,00 m², como cheios; esquadrias – medição pelas áreas efetivas;
aparelhos sanitários – medição por unidade. Normas técnicas: NBR 5682.
Forros MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aplicação de chapisco m² 4,79 4,80 3,84 3,58 3,62 3,94 3,52 3,66 - 3,37 3,50
Aplicação de emboço m² - - - - - - - - - - -
Aplicação de reboco m² 10,95 11,01 7,41 6,90 6,96 7,59 6,78 7,07 - 6,50 6,74
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da
obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos
necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Sistema de
medição de praxe: chapisco medição pela área efetiva, descontando vãos; emboço e reboco descontar apenas a área que exceder, em cada vão, a 2,5 m².
Paredes MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aplicação de chapisco m² 2,16 2,15 1,70 1,59 1,62 1,75 1,56 1,62 - 1,50 1,56
Aplicação de emboço m² 12,14 12,12 9,67 9,00 9,15 9,91 8,86 9,19 - 8,48 8,83
Aplicação de gesso sobre bloco de concreto m² 4,53 4,73 3,94 3,67 3,54 4,02 3,55 3,86 - 3,44 3,48
Aplicação de reboco m² 9,19 9,24 7,41 6,90 6,96 7,59 6,78 7,07 - 6,50 6,74
Assentamento de azulejo 15 x 15 cm com argamassa pré-
fabricada
m² 5,04 5,45 4,24 3,94 3,89 4,33 3,84 4,10 - 3,71 3,79
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 263
M
MÃO DE OBRA PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
264 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÃO DE OBRA PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
M
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Assentamento de pastilha cerâmica ou porcelana com
argamassa mista
m² 11,34 11,84 9,11 8,48 8,57 9,33 8,34 8,68 - 7,99 8,29
Cantoneira de alumínio para proteção de cantos e azulejos m 8,94 9,59 7,43 6,92 6,86 7,60 6,76 7,17 - 6,51 6,68
Execução de massa raspada sobre emboço já pronto, em fachada m² 35,15 35,42 28,50 26,54 26,68 29,19 26,04 27,27 - 24,99 25,86
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (125,58% para São Paulo/Rio de Janeiro e 124,52% para as demais regiões). A partir da edição nº 26 desta revista adotamos BDI = zero nos
serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12ª edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora,
dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como
a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Sistema de medição de praxe: Chapisco – medição pela área efetiva,
descontando vãos; emboço e reboco – descontar apenas a área que exceder, em cada vão a 2,5 m²; azulejo e pastilha – medição pela área efetiva, desenvolvendo as áreas de espaletas, faixas etc. Obs.: os preços para
assentamento de pastilhas não incluem servente, andaime (balancim), régua e argamassa, que são fornecidos pela obra. Assentamento em superfícies curvas acréscimos de 20% a 25%. Normas técnicas: NBR 13867.
Pavimentos MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Assentamento de blocos articulados de concreto, inclusive preparo
de caixa e rejuntamento
m² 6,12 6,02 4,76 4,40 4,55 4,85 4,36 4,45 - 4,18 4,37
Execução de passeio em concreto rústico, inclusive preparo de caixa m² 24,61 24,56 19,58 18,21 18,53 20,05 17,94 18,59 - 17,18 17,88
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos
BDI = zero nos serviços acima para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração
central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta
da firma empreiteira. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição pela área efetiva de piso, descontando vãos.
Pinturas MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Emassamento para parede externa Acrílico, 2 demãos m² 5,35 5,56 4,67 4,28 4,10 4,68 4,28 4,35 - 4,06 4,12
Emassamento para parede interna PVA, 2 demãos m² 4,47 4,65 3,91 3,59 3,43 3,92 3,58 3,65 - 3,40 3,44
Pintura com esmalte em superíficies metálicas Calhas, 1 demão m 5,27 5,45 4,56 4,17 4,00 4,55 4,21 4,19 - 3,97 4,03
Esquadrias de ferro, 2 demãos m² 14,05 14,53 12,16 11,12 10,67 12,15 11,22 11,16 - 10,58 10,76
Pintura com silicone em concreto ou alvenaria 2 demãos m² 4,88 5,11 4,30 3,96 3,77 4,32 3,92 4,06 - 3,74 3,78
Pintura com tinta impermeável para paredes
externas
Sobre emboço, concreto ou bloco
à vista , 2 demãos
m² 4,15 4,37 3,69 3,41 3,24 3,72 3,34 3,54 - 3,21 3,23
Pintura com verniz em madeira Sintético, 3 demãos m² 6,23 6,47 5,43 4,98 4,76 5,44 4,98 5,04 - 4,72 4,79
Pintura com verniz poliuretânico em concreto
ou alvenaria
2 demãos m² 8,07 8,49 7,16 6,61 6,28 7,22 6,49 6,85 - 6,24 6,28
Pintura em látex acrílica para paredes externas Sobre revestimento, 2 demãos
(sem emassamento)
m² 6,63 6,87 5,75 5,27 5,05 5,75 5,29 5,31 - 5,01 5,08
Pintura em látex PVA para forros e paredes
internas
Sobre revestimento, 2 demãos
(sem emassamento)
m² 6,63 6,87 5,75 5,27 5,05 5,75 5,29 5,31 - 5,01 5,08
Revestimento texturizado em paredes Acrílica, 1 demão m² 4,47 4,65 3,91 3,59 3,43 3,92 3,58 3,65 - 3,40 3,44
Preço: mão de obra, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos BDI = zero
nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa
construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos
serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: à vista. Sistema de medição de praxe: Látex: não descontar vãos até 2,00 m². Para
vãos superiores a 2,00 m², deduzir apenas o que exceder a essa área; espaletas, faixas, vigas e molduras isoladas, com largura até 40 cm, são medidas por metro linear e cobradas à razão de 50% dos preços
unitários por metro quadrado. Elementos vazados: multiplicar a área por 5. Esquadrias de madeira, portas ou janelas-guilhotina com batente; multiplicar a área do vão-luz por 3. Portas ou janelas-guilhotina sem
batente: multiplicar a área do vão-luz por 2. Caixilhos com venezianas: multiplicar a área do vão-luz por 5. Estruturas de madeira em arco: aumenta-se em 30% a área de projeção horizontal e multiplica-se por 2.
Terças e elementos de sustentação de telhas: multiplicar a área de projeção horizontal por 2. Estruturas metálicas planas: multiplicar a área de projeção horizontal por 2. Estruturas metálicas em arco: aumenta-se
em 30% a área de projeção horizontal e multiplica-se por 2. Esquadrias metálicas: multiplicar a área do vão-luz por 2. Normas técnicas: NBR 11702, NBR 13245, NBR 14847, NBR 14951 e NBR 15079.
Tubulações: serão considerados os seguintes coeficientes a serem aplicados aos preços unitários por metro quadrado de área real pintada, estando especificados segundo o diâmetro e o
correspondente coeficiente.
DIÂMETRO COEFICIENTE DIÂMETRO COEFICIENTE
até 2” 2,54 de 8 a 9” 1,69
de 2 a 3” 2,42 de 9 a 10” 1,57
de 3 a 4” 2,29 de 10 a 11” 1,45
de 4 a 5” 2,17 de 11 a 12” 1,33
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 265
M
MÃO DE OBRA PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
DIÂMETRO COEFICIENTE DIÂMETRO COEFICIENTE
de 5 a 6” 2,05 de 12 a 13” 1,21
de 6 a 7” 1,93 de 13 a 14” 1,10
de 7 a 8” 1,81 de 14 em diante Área desenvolvida
Especificações: faixas de identificação em tubulações – cada faixa será considerada como 0,50 m da tubulação correspondente, acrescida do respectivo coeficiente. Válvulas, flanges, registros e
conexões: cada unidade será considerada como um metro linear de tubulação correspondente, acrescida do respectivo coeficiente. Obs.: ferramentas e equipamentos necessários à execução dos
serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira.
Pisos MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Assentamento de cerâmica esmaltada m² 25,15 26,60 20,53 19,12 19,14 21,02 18,73 19,69 - 18,00 18,58
Assentamento de taco de madeira m² 20,51 20,46 16,30 15,18 15,44 16,71 14,95 15,48 - 14,30 14,90
Lastro de concreto não estrutural sob pisos, espessura 8 cm m² 16,82 16,39 12,76 11,85 12,41 13,09 11,80 11,88 - 11,21 11,87
Mão de obra para execução de cimentado liso m² 18,77 18,83 15,08 14,05 14,19 15,45 13,81 14,39 - 13,23 13,73
Raspagem comercial e calafetagem de tacos m² 10,04 10,72 9,10 8,47 7,99 9,26 8,14 9,02 - 7,95 7,92
Regularização de base para assentamento de pisos m² 6,79 6,68 5,24 4,88 5,05 5,38 4,83 4,92 - 4,60 4,85
Preço: mão de obra e equipamentos dependendo da composição, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A
partir da edição no 26 desta revista adotamos BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para que a taxa
seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras
contingências. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Sistema de medição de praxe: medição pela área efetiva, descontando vãos. Obs.: ferramentas e equipamentos necessários à
execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Normas técnicas: NBR 6451 e NBR 13753.
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MÁQUINAS DE POLIR – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Acabadoras de superfícies LOCAÇÃO
TIPO ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA UN SP
Simples Gasolina 8 HP un/mês 600,00
Elétrica/trifásica 2,5 CV un/mês 350,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Acabadoras de superfícies VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) UN SP
Elétrica 3 un 7000,00
A gasolina 4 un 6150,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Acessórios para andaimes e balancins MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) USO UN SP
Corda de náilon trançada 12 Trava-quedas e cadeiras suspensas m 1,50
Condições de pagamento: à vista. Norma técnica: NR 18
Alicate hidráulico LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Alicate hidráulico un/mês 600,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
266 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
M
Andaimes metálicos LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES ALTURA (M) LARGURA (M) DIÂMETRO DA SEÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Andaime metálico fachadeiro
comprimento de 1,00 m
2 1 1 1/2” locação/m²/mês 3,37 3,80 5,13 3,67 3,18 5,83 4,40 2,50 5,03 4,08 -
Andaime metálico tubular 1 2 1 1/2” locação/m/mês 12,51 11,62 11,62 9,67 10,88 12,00 11,75 8,70 8,23 8,45 -
Escora metálica de 2 a 3 – 57 mm locação/un/mês 4,60 8,77 5,73 - 4,00 - 4,60 - 8,50 5,28 -
Tubo metálico equipado para
cimbramento
– – 1 1/2” locação/m/mês 2,15 - 2,45 - - - 2,40 - 2,00 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Norma técnica: NBR 6494.
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Balancins LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN BA
Balancim leve locação/un/dia 8,40
Balancim pesado locação/un/dia 3,85
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 267
M
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Betoneiras LOCAÇÃO
CAPACIDADE (LITROS) ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA (HP) TENSÃO (V) UN SP MG
320 Motor monofásico 3 220 un/mês 191,25 180,00
Motor trifásico 3 220 un/mês 200,00 166,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Betoneiras VENDA
ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (L) UN SP
Bimotor 6 600 un 13830,00
Motor monofásico 2 400 un 2710,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: a combinar.
Bombas de argamassa VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (M³/H) UN SP
Elétrica, tipo helicoidal 5,40 0,40 a 2,40 un 31520,60
Elétrica, para projetar pasta de gesso 7,40 2,00 un 38035,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: a combinar.
Bombas de concreto rebocáveis VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (M³/H) UN SP
Diesel 154 53 un 205886,00
Elétrica 154 53 un 236860,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto fábrica. Prazo de entrega: a combinar.
Bombas centrífugas para drenagens – Trifásica VENDA
DIÂMETRO UN SP
2” un 950,00
Especificações: de recalque para água limpa, sucção até 6 m.
Bombas submersas LOCAÇÃO
DIÂMETRO (POL) ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA (CV) ALTURA ELEVAÇÃO (MCA) VAZÃO (L/MIN) UN SP
2” Trifásica 1,60 10 350 un/mês 950,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Bombas submersas VENDA
TIPO POTÊNCIA (KW) CAPACIDADE (L/S) UN SP
Diesel 3,70 16,60 un 4000,00
Elétrica 5,20 27,00 un 10643,33
Gasolina 4,10 16,60 un 2832,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Caçambas LOCAÇÃO
TIPO DE COLETA CAPACIDADE DA CAÇAMBA (M³) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Caçambas estacionárias 5 un 200,00 120,00 107,50 93,33 91,67 73,33 75,00 123,33 93,33 78,33 -
7 un 380,26 180,01 161,25 140,11 137,34 110,16 112,49 185,03 139,99 117,67 -
Condições de pagamento: à vista. Especificação do serviço: a locação compreende a entrega da caçamba no local da obra e retirada da mesma após sete dias em SP e nas demais regiões após três dias
com o entulho. Obs.: conforme orientação das prefeituras, a caçamba de 7 m³ não pode ser estacionada no passeio.
268 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
M
Carrinho paleteiro LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES CAPACIDADE (KG) UN SP
Carrinho paleteiro 2.000 un/mês 300,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Central de injeção de resina LOCAÇÃO
TIPO UN SP
Com tanque regulador de pressão e compressão un/h 3,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Compactadores de solos – Tipo sapo LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA UN SP
Elétrico 220 W un/mês 533,00
Gasolina 3 HP un/mês 637,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Compressores de ar – Elétrico LOCAÇÃO
TAXA DE COMPRESSÃO (PCM) PRESSÃO (BAR) UN SP
300 7 un/mês 2400,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Compressores de ar portáteis – Diesel LOCAÇÃO
TAXA DE COMPRESSÃO (PCM) PRESSÃO (BAR) UN SP
264/350 10 un/mês 3600,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Cortadoras de ferro LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Sogkort 500 un/mês 2000,00
Sogkort HD un/mês 2000,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Custo horário de equipamentos CHE
ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E INSUMOS UN CUSTO DE PROPRIEDADE,
MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO
CUSTO DA MÃO DE
OBRA (R$)
CUSTO TOTAL
(R$)
Betoneira, elétrica, potência 2 HP (1,5 kW), capacidade 350 l – vida útil 5.000 h Hora produtiva 1,34 8,00 9,34
Bomba de concreto rebocável, diesel, potência 154 HP (115 kW), capacidade 53 m³/h – vida útil 8.000 h Hora produtiva 132,93 9,56 142,49
Caminhão basculante, diesel, potência 160 HP (119 kW), capacidade carga útil 7,6 t, caçamba 5 m³- vida útil 10.000 h Hora produtiva 79,78 12,09 91,87
Caminhão betoneira, diesel, potência 228 HP (170 kW), capacidade da betoneira 5 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 149,73 12,09 161,82
Caminhão carroceria de madeira, diesel, potência 160 HP (119 kW), capacidade útil 7,6 t, carroceria 5,8 m –
vida útil 10.000 h
Hora produtiva 78,40 12,09 90,48
Caminhão espargidor com bomba, diesel, potência 160 HP (119 kW), capacidade 6000 l – vida útil 10.000 h Hora produtiva 141,05 12,09 153,14
Compactador de placa vibratória, gasolina, potência 6 HP (4,5 kW) – vida útil 10.000 h Hora produtiva 4,73 8,00 12,73
Compressor de ar portátil rebocável, diesel, potência 78 HP (58 kW), capacidade 5,7 m³/min (200 pcm) – vida útil
10.000 h
Hora produtiva 36,35 0,00 36,35
Distribuidor de betume com aquecedor rebocável, descarga por bomba, potência 3,4 HP (2,5 kW), capacidade 1200
l – vida útil 10.000 h
Hora produtiva 45,57 8,00 53,57
Escavadeira hidráulica sobre esteiras, diesel, potência 99 HP (74 kW), capacidade 0,84 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 82,66 10,11 92,77
Guindaste hidráulico autopropelido sobre pneus, diesel, potência 124 HP (92 kW), capacidade 10 t – vida útil 10.000 h Hora produtiva 172,44 9,56 182,01
Martelo rompedor, pneumático, capacidade para furos ø até 32 mm – vida útil 3.000 h Hora produtiva 4,47 8,00 12,48
Motoescreiper sobre pneus, diesel, potência 265 HP (198 kW), capacidade 13 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 369,05 10,11 379,16
Motoniveladora sobre pneus, diesel, potência 125 HP (93 kW) – vida útil 10.000 h Hora produtiva 157,28 10,11 167,40
Pá-carregadeira sobre pneus, diesel, potência 114 HP (85 kW) , capacidade 2,1 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 101,21 10,11 111,32
Pick-up, diesel, potência 133 HP (97 kW), capacidade carga útil 1 t – vida útil 10.000 h Hora produtiva 24,11 12,09 36,19
Retroescavadeira sobre pneus, diesel, potência 85 HP (63 kW), capacidade 0,24 e 0,88 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 64,24 10,11 74,35
Rolo compactador autopropelido estático de pneus, diesel, potência 133 HP (99 kW), peso operacional 8,5 t –
vida útil 12.000 h
Hora produtiva 81,13 9,56 90,70
Rolo compactador autopropelido vibratório com pneus de tração, cilindro liso de aço, diesel, potência
145 HP (108 kW), peso operacional 9,3 t – vida útil 12.000 h
Hora produtiva 100,43 9,56 109,99
Trator de lâmina sobre esteiras , diesel, potência 90 HP (67 kW), capacidade 2 m³ – vida útil 10.000 h Hora produtiva 38,44 9,56 48,00
Trator sobre pneus, diesel, potência 74 HP (55 kW) – vida útil 10.000 h Hora produtiva 38,44 9,56 48,00
Usina de concreto, elétrica, potência 62 HP (46 kW), capacidade 75 m³/h – vida útil 20.000 h Hora produtiva 56,70 17,57 74,27
Vibrador de imersão, elétrico, potência 2 HP (1,5 kW) – vida útil 4.500 h Hora produtiva 0,94 8,00 8,95
Vibroacabadora sobre esteiras, diesel, potência 77 HP (57 kW) – vida útil 10.000 h Hora produtiva 151,03 9,56 160,59
Preço: mão de obra inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). No cálculo não considerou-se a incidência do BDI,
para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do
capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma empreiteira.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 269
M
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Discos de corte diamantados anel contínuo VENDA
TIPO UTILIZAÇÃO DIÂMETRO (MM) UN SP
Corte refrigerado a água Para tijolo, telha, azulejo, concreto e pedra 110 un 20,95
Discos diamantados para serras VENDA
DIÂMETRO (MM) UTILIZAÇÃO UN SP
350 Concreto un 350,00
Condições de pagamento: à vista. Prazo de entrega: a combinar.
Discos de vídia para máquinas manuais VENDA
ESPECIFICAÇÕES UTILIZAÇÃO DIÂMETRO (MM) UN SP
Disco com 24 Dentes Madeira 110 un 14,50
Dumpers VENDA
ESPECIFICAÇÃO VOLUME DA
CAÇAMBA (L)
UN SP
Autocarregável, com caçamba basculante hidráulica, para descarga lateral, com pá carregadora, motor diesel Agrale M90, 13 HP, com partida elétrica 850 un 39.842,00
Com caçamba basculante hidráulica, para descarga frontal, com motor diesel Agrale M90, 13 HP, com partida elétrica 850 un 36.333,00
Opcional: teto e iluminação para trabalho noturno – un 3.245,00
Condições de pagamento: 30% com a confirmação do pedido e 70% contra aviso de entrega do equipamento. Prazo de entrega: hora estipulada.
Elevador de Passageiro VENDA
TIPO PARADAS UN SP
Comercial 2,00 un 49.000,00
3,00 un 54.000,00
Residencial 2,00 un 50.000,00
3,00 un 56.000,00
Elevador de Cremalheira VENDA
ALTURA (M) VELOCIDADE (M/MIN) UN SP
60 33,50 un 70.000,00
Norma técnica: – NR18
Enceradeiras LOCAÇÃO
POTÊNCIA (HP) DIÂMETRO DA ESCOVA (MM) PESO (KG) MODELO UN SP
3,4 350 40 Crismar un/mês 220,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, escovas, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Escavadeiras mecânicas sobre esteiras LOCAÇÃO
MODELO CAPACIDADE UN SP
Com clam-shell – un/h 134,65
Com drag-line 3/4 j.3 un/h 112,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, escovas, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Estruturas modulares LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Tubo metálico equipado para cimbramento locação/ un/mês 2,15 - 2,45 - - - 2,40 - 2,00 - -
Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor.
270 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
M
Extrusoras VENDA
POTÊNCIA (CV) COMBUSTÍVEL UN SP
10 Diesel un 21800,00
Condições de pagamento: entrada à vista e saldo faturado em 30 e 60 dias. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto fábrica. Prazo de entrega: 10 dias.
Ferramentas e acessórios VENDA
ESPECIFICAÇÕES ALTURA (M) COMPRIMENTO (M) LARGURA (M) CAPACIDADE UN SP
Cabide de aço para pendurar baldes de plástico – – – Suporta 3 baldes de 25 litros cada un 237,28
Caçambas para massa reforçada, tipo cônica – – – 30 litros un 427,00
– – – 70 litros un 386,00
Cantoneira para cantos internos e externos – – – – un 31,59
Carrinho carga pesada (chassi) 1,20 – 0,65 1 tonelada un 2.039,38
Carrinho carga rápida para blocos 1,35 – 0,65 – un 865,63
Carrinho hidráulico para transporte de paletes 1,20 1,80 0,53 2 toneladas un 2.034,38
Cesta de aço para blocos – – – 20 blocos un 303,91
Colher meia-cana – 0,40 – – un 36,00
Colher tipo palheta de alumínio – 0,50 – – un 29,25
Desempenadeira para concreto – – – – un 29,25
Escantilhão 2,80 0,40 0,40 – un 201,40
Esquadro de alumínio – 0,80 0,60 – un 185,00
Porta-baldes de aço para apoio 0,70 0,60 0,60 Suporta 3 baldes de 25 litros cada un 288,00
Giricão multiuso – – – – un 616,00
Plataforma para descarga – – – 1,3 toneladas un 11.779,74
Régua de alumínio 3,00 – – – m 60,84
Régua prumo nível 48”, com comprimento de 1.220 mm, 3 bolhas e
magnético (dourada)
– – – – un 243,41
Viga balanço telescópica em tubo de aço com polia – – – 500 kg un 584,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica.
Fresadora e escarificadora mecânica LOCAÇÃO
MODELO UN SP
Fresadora e escarificadora mecânica un/h 570,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Furadeiras LOCAÇÃO
MODELO ROTAÇÕES POR MINUTO UN SP
1/2” 1.300 un/mês 101,25
5/8” 1.500 un/mês 155,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Geradores – Chaves reversoras para geradores LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO UN SP
400 A a 600 A dia 20,00
1.200 A dia 30,00
Condições de pagamento: faturado em 30 dias. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de contratação: locação mínima de 7 dias.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 271
M
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Geradores – Convencionais LOCAÇÃO
POTÊNCIA (KVA) UN SP
16/18 dia 82,00
280 dia 251,00
440 dia 368,00
Condições de pagamento: faturado em 30 dias. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de contratação: locação mínima de 7 dias.
Geradores – Silenciados LOCAÇÃO
POTÊNCIA (KVA) UN SP
50 dia 494,00
280/310 dia 366,00
425/450 dia 110,00
Condições de pagamento: faturado em 30 dias. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de contratação: locação mínima de 7 dias.
Gruas fixas com 25 metros de lança e 1.500 kg de carga na ponta LOCAÇÃO
DESCRIÇÃO UN SP
Locação do equipamento mês 10500,00
Hora suplementar da máquina e do operador hora 57,00
Operador e manutenção mês 7500,00
Condições de pagamento: faturado 30 dias (locação do equipamento, operador e manutenção) e 15 dias (montagem, desmontagem e transporte). Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto obra.
Prazo de entrega: 20 dias.
Gruas VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (T) TIPO UN SP
Elétrica 15 3 Móvel un 338950,00
33 5 Fixa un 658080,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto fábrica. Prazo de entrega: 30 dias.
VEJA TAMBÉM neste grupo as Minigruas
Guinchos automáticos VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (T) UN SP
Elétrico 10 1 un 15200,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: a combinar.
272 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
M
Mangotes vibradores LOCAÇÃO
COMPRIMENTO (M) UN SP
45 un/mês 155,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Máquina de polir LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES ROTAÇÕES POR MINUTO POTÊNCIA (HP) UN SP
Eletrolux modelo Euro Clean 1.500 1,50 un/mês 420,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Máquinas lava-jato LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES PRESSÃO (PSI) UN SP
Água quente/fria 1.700 un/h 1,88
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Marteletes VENDA
TIPO POTÊNCIA (KW) DIÂMETRO DOS FUROS (MM) UN SP
Elétrico 2 28 un 3750,50
Gasolina 2 32 un 19606,00
Pneumático – 32 un 5310,52
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto fábrica. Prazo de entrega: a combinar.
Miniescavadeira LOCAÇÃO
CAPACIDADE DA CAÇAMBA (M³) UN SP
0,03 h -
Minigruas LOCAÇÃO
CARGA NO CABO (KG) CABO (M) TENSÃO (V) UN SP
300 40 220 un/mês 478,00
450 60 220 un/mês 594,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor. Especificações: motores para acionamento (elétrico monofásico)
Minigruas 360 graus VENDA
CARGA NO CABO (KG) CABO (M) TENSÃO (V) UN SP
300 40 220 un 4652,00
450 60 220 un 6574,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor. Especificações: motores para acionamento (elétrico monofásico)
VEJA TAMBÉM neste grupo as Gruas
Misturador de argamassa VENDA
CAPACIDADE (M³/H) TIPO POTÊNCIA (HP) UN SP
1,5 Elétrica 3 un 7200,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor.
Motoniveladoras LOCAÇÃO
POTÊNCIA (HP) UN SP
140 h 130,00
155 h 130,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Motoniveladoras sobre pneus VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) UN SP
Diesel 125 un 552479,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto fábrica. Prazo de entrega: a combinar.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 273
M
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Níveis a laser VENDA
ESPECIFICAÇÕES FUNÇÕES PESO TOTAL (G) UN SP
Autonivelamento automático Executa nível, prumo, alinhamento e esquadro e é recomendado para pequenas áreas internas 400 un 3.454,50
Autonivelamento automático – "Padrão
profissional americano"
Executa nível e prumo 330 un 3.139,50
Executa nível, prumo, alinhamento e esquadro 770 un 5.134,50
Autocompensador automático Executa nível, prumo, alinhamento (planos horizontal e vertical) e nivela superfícies de 608 m de diâmetro 1.500 un 4.996,50
Autocompensador automático. Raio visível Executa nível, prumo, alinhamento e esquadro (planos horizontal, vertical e eixo ortogonal) e nivela
superfícies de 608 m de diâmetro
2.000 un 6.048,00
Condições de pagamento: 5 parcelas. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Níveis óticos LOCAÇÃO
TIPO PRECISÃO (MM / KM) DISTÂNCIA (M) PRECISÃO (SEGUNDOS) UN SP
Automáticos 2,50 – – mês 270,00
1,50 – – mês 360,00
Não automáticos 2,50 – – mês 230,00
2,00 – – mês 270,00
0,20 – – mês 840,00
Distanciômetro eletrônico – Até 5.000 – mês 890,00
– Até 2.000 – mês 1100,00
Estação total – – 3” mês 2700,00
– – 5” mês 2000,00
Condições de pagamento: faturado 30 dias. Locação até 10 dias, acréscimo de 50% e locação entre 11 e 25 dias, acréscimo de 25%. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediata.
Lote básico de contratação: preço para período de locação superior a 30 dias. Especificação: precisão em 1 km de duplo nivelamento. Obs.: procedência sueca.
Níveis óticos automáticos VENDA
PRECISÃO (MM/KM) UN SP
0,2 un 29.000,00
0,7 un 12.000,00
2,5 un 2.900,00
Especificações: seguindo orientações e critérios da DIN 18723. Condições de pagamento: faturado em 28 dias. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor.
Pás-carregadeiras sobre esteiras LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE DA CAÇAMBA (M³) UN SP
Bob Cat 853 155 0,50 h 40,00
CAT 953 120 1,80 h 65,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Placas vibratórias VENDA
TIPO POTÊNCIA (CV) MOTOR UN SP
PV 40 B 3 Trifásico un 6200,00
PV 55 B 3 Trifásico un 6023,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Plataformas elevatórias para deficientes VENDA
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Até 4 metros un/mês 366,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço do equipamento posto revendedor.
274 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
M
Régua vibratória para concreto LOCAÇÃO
TIPO MOTOR UN SP
15 BRE-20 2 m Monofásico un/mês 366,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor.
Réguas vibratórias para concreto VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) FAIXA DE TRABALHO (M) UN SP
Elétrica dupla 1,00 3,00 un 2919,00
1,00 4,00 un 4674,00
Elétrica simples 0,50 2,80 un 2050,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Retroescavadeira com caçamba frontal LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES POTÊNCIA (HP) CAPACIDADE (M³) UN SP
MASSEY FERGUSON – MF86 85 0,76 h -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Retroescavadeira com rompedor hidráulico LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES MODELO POTÊNCIA (CV) PESO (KG) UN SP
FIATALLIS FB 80.2 KRUPP HM 185 85 250 h 44,18
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição incluí-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Serras LOCAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Circular 7” un/mês 106,67
Circular 9” un/mês 148,33
Para mármore 4” un/mês 72,50
Para mármore 7” un/mês 200,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
Teodolito LOCAÇÃO
PRECISÃO (SEGUNDOS) UN SP
20” mês 420,00
Obs.: procedência japonesa.
Teodolitos – Estação total com acessórios básicos VENDA
PRECISÃO (SEGUNDOS) UN SP
1,5” un 60.000,00
3” un 40.000,00
Especificações: seguindo orientações e critérios da DIN 18723.
Tirfors LOCAÇÃO
CAPACIDADE VERTICAL (KG) UN SP
1.600 un/mês 250,00
3.200 un/mês 400,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto locadora. Prazo de entrega: imediato. Sistema de medição de praxe: na medição inclui-se o dia da entrega e devolução na sede da
locadora. Obs.: energia elétrica, lubrificantes, filtros, operadores, seguro e transporte estão excluídos do preço.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 275
M
MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Vibrador para concreto LOCAÇÃO
TIPO MOTOR DIÂMETRO (MM) PESO (KG) UN SP
11VE5 Monofásico 40 5 un/dia 13,50
Especificações: motores para acionamento (elétrico monofásico). Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor.
Vibradores para concreto VENDA
TIPO POTÊNCIA (HP) UN SP
Elétrico 2 un 658,33
Gasolina 5 un 676,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos equipamentos posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
MÁRMORES – Veja: Pedras naturais
MARTELETES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
MASSAS CORRIDAS – Veja: Tintas e acessórios para pintura
MELAMÍNICOS – Veja: Revestimentos para pisos melamínicos
METAIS SANITÁRIOS
Metais – Banheiro MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Metais para chuveiro –
acabamento cromado
Misturador indicado para
banheiro com acesso de
deficientes físicos
un 486,52 469,40 469,81 - 496,24 456,19 549,00 - - - -
Metais para lavatório – Jogo padrão popular un 222,36 237,89 215,93 229,45 208,47 195,64 244,00 314,27 207,13 242,16 -
Acabamento cromado Jogo padrão fino un 282,49 392,01 355,95 378,02 343,55 322,37 401,95 517,80 341,28 403,11 -
Jogo padrão médio un 249,67 254,81 231,37 245,71 223,31 209,54 261,27 336,57 221,83 274,33 -
Misturador indicado para
banheiro com acesso de
deficientes físicos
un 250,98 258,43 238,42 - 257,40 209,72 369,00 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Especificações: aparelho misturador
com válvula simples e arejador. Obs.: jogo tipo mesa. Normas técnicas: NBR 15267, NBR 10281 e NBR 14390.
Metais – Cozinha MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Aparelho misturador –
acabamento cromado
Tipo mesa padrão popular un 291,06 297,81 319,00 323,19 301,69 283,00 333,17 394,23 259,63 312,81 -
Tipo mesa padrão fino un 388,92 419,43 359,00 457,35 373,18 325,00 418,70 - - - -
Tipo mesa padrão médio un 349,63 307,24 329,05 333,38 311,09 291,89 343,67 416,90 267,78 330,89 -
Válvula americana 3 1/2’’ un 23,48 18,56 11,97 27,23 18,21 24,21 22,75 28,05 23,99 20,51 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Especificações: aparelho bica móvel e
arejador articulável.
Torneira elétrica com acabamento plástico MATERIAL
TENSÃO (V) POTÊNCIA (W) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
220 5.400 un 103,40 107,45 103,37 102,88 108,97 104,07 113,13 100,75 - 105,10 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Torneiras de pressão com acabamento cromado MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Padrão popular de 1/2” un 87,64 89,17 88,47 84,45 76,27 94,61 78,37 105,67 83,47 85,50 -
Padrão médio de 1/2” un 98,60 100,35 102,35 107,99 85,81 91,10 115,40 127,77 144,33 143,97 -
Padrão fino de 1/2” un 124,26 137,05 123,53 152,96 133,81 156,99 125,00 182,84 - 162,44 -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Padrão médio de 1/2” un 119,20 100,00 117,21 112,00 173,06 101,95 - 110,43 153,67 112,17 109,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
VEJA TAMBÉM Mão de obra para Serviços de Construção Civil e Registros
MICROCONCRETOS
Microconcretos MATERIAL
TIPO/USO UN SP
Microconcreto fluido de alto desempenho, para reparos que requerem alta fluidez e rápida resistência, com espessuras de 30 a 300 mm saco de 25 kg 26,32
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Recuperação e Reforço Estrutural
MICTÓRIOS – Veja: Aparelhos sanitários
MINIESCAVADEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
MINIGRUAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
276 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
MOURÕES
M–N–P
MISTURADORES DE ARGAMASSA – Veja: Máquinas, equipamentos
e ferramentas
MONOCAMADA – Veja: Argamassa de revestimento para fachada
MOSAICOS DE VIDRO – Veja: Revestimentos para paredes
MOTOESCREIPER – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
MOTONIVELADORAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
MOURÕES
MATERIAL
SEÇÃO ALTURA (MM) LARGURA (MM) COMPRIMENTO (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE
“L” 250 200 200 un 19,35 - - 19,00 - - - 31,76 - -
Quadrado com encaixe
para 4 placas
120 120 260 un 23,50 - - - 15,20 20,80 - 36,50 35,80 -
Quadrado com encaixe
para 4 placas furos para
arame farpado e ponta
inclinada de 0,45 m com
120 120 260 un 35,00 - - - 15,00 - - 33,00 - -
Triangular 200 110 (*) 110 (*) un 72,99 59,19 29,56 - - - - 52,21 58,66 71,14
220 130 (*) 130 (*) un 80,24 - - - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: 1 unidade. Especificações: para cercas com tela
ou arame farpado. (*) Lados do triângulo.
Placas pré-fabricadas de concreto para mourão MATERIAL
ALTURA (M) ESPESSURA (MM) LARGURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
0,50 35 1,50 un 12,00 - - - - - - - 16,36 - -
35 2,00 un 16,25 - - - - - - - 22,00 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: unidade.
VEJA TAMBÉM Grades
MUROS
Muros de arrimo SERVIÇO
TIPO ALTURA UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Muro de arrimo de solo reforçado
com paramento de gabião contínuo
3,00 m² 291,13 - - - - - - - - - -
5,00 m² 295,13 - - - - - - - - - -
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado 28 dias. Sistema de medição de praxe: área de face executada (m²).
Muros pré-fabricados de concreto armado MATERIAL
ALTURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1,8 m 35,00 - 39,00 - - - - 46,60 - - -
2 m 40,00 - 44,53 - - - - 53,12 - - -
2,4 m 45,00 - 50,10 - - - - 59,76 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: metro. Normas técnicas: NBR 9062.
NÍVEIS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
PAINÉIS DE ALUMÍNIO – Veja: Revestimentos para fachadas
PAINÉIS ELÉTRICOS – Veja: Quadros e caixas de distribuição
PAINÉIS DE VEDAÇÃO
Chapas de gesso MATERIAL
TIPO ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Para local úmido 125 m² 41,17 36,50 36,73 39,00 34,04 32,31 33,98 35,64 - 34,35 -
95 m² 8,15 9,55 - 27,98 24,23 22,24 23,56 - - - -
Condições de pagamento: faturado 15 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: 1.000 m². Especificações: formadas pelo aparafusamento de 4
painéis de 12,5 mm de espessura em perfilados de aço galvanizado de 75 mm espaçados a cada 60 cm. Normas técnicas: NBR 14715, NBR 14716 e NBR 14717.
Chapas de gesso – Acessórios MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP
Cola para painel Para colagem direta de painéis na alvenaria un 43,00
Cola para peças decorativas Para colagem de molduras, sancas de gesso fundido e para arremate de peças decorativas un 32,82
Fita Para junta de painéis un 25,76
Massa para rejunte – 90 Ideal para pequenas obras, permite a aplicação de até 3 demãos no mesmo dia, com intervalo de 90 minutos entre elas un 22,14
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: saco com 20 kg.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 277
P
PAINÉIS DE VEDAÇÃO
Chapas de gesso – Mão de obra para execução de paredes internas (drywall) MÃO DE OBRA
TIPO ESPESSURA FINAL (MM) PÉ-DIREITO MÁXIMO (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Para local úmido 100 3,15 m² 69,17 - - - - - - - - - -
Simples 100 3,15 m² 58,50 - - - - - - - - - -
125 3,75 m² 77,67 - - - - - - - - - -
Preço: mão de obra de instalação. Condições de pagamento: faturado 15 dias. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de contratação: 1.000 m².
Chapas de gesso – Mão de obra para execução de revestimento com gesso MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Revestimento com argamassa - Desempenado m² 9,00 9,00 9,00 9,00 9,50 9,50 9,50 8,10 8,10 8,10 8,10
Revestimento com argamassa - Sarrafeado m² 11,00 11,00 11,00 11,00 11,60 11,60 11,60 9,80 9,80 9,80 9,80
Preço: mão de obra. Condições de pagamento: faturado mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Lote básico de contratação: 1.000 m². Sistema de medição
de praxe: revestimento com chapa: medição por área de revestimento instalado. Revestimento com argamassa de gesso: medição pela área de revestimento, considerando vãos até 3 m² como cheios.
Faixas e requadrações são medidas por metro e cobradas na mesma base de preço do m². Especificações: o revestimento com chapa de gesso é formado pela colagem de 1 painel de gesso de 12,5 mm
de espessura diretamente em alvenaria de tijolo cerâmico ou bloco de concreto.
Divisórias desmontáveis com miolo semiacústico e incombustíveis, revestidas de laminado melamínico SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Perfil de aço pintado duplo m² 198,00
Perfil de alumínio anodizado duplo m² 209,50
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Prazo para início dos serviços: 30 dias.
Divisórias revestidas de laminado melamínico, miolo colmeia, sem vidro SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Perfil de aço pintado duplo m² 77,60 81,55 86,16 83,00 85,20 87,43 113,73 97,01 78,83 100,43 -
Perfil de alumínio anodizado duplo m² 92,92 107,70 95,50 83,93 110,00 88,00 96,29 99,04 89,17 103,42 -
Divisórias sanitárias de granilite pré-fabricadas MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Placa pré-fabricada, branca ou bege m² 102,00
Placa pré-fabricada, cinza m² 83,00
Batente de alumínio - tipo cadeirinha m 19,00
Porta de madeira para receber pintura un 120,00
Porta de madeira revestida de laminado un 256,00
Porta de laminado melamínico estrutural un 286,00
Condição de pagamento: faturado 21 dias. Especificação: placa pré-fabricada com espessura de 3 a 4 cm, polida nas duas faces.
Divisórias sanitárias de granilite pré-fabricadas MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Instalação de placas pré-fabricadas m² 37,00
Instalação de portas m² 38,00
Preço: mão de obra de instalação. Taxa mínima de instalação: 20 m². Condição de pagamento: faturado 15 dias da conclusão da montagem. Produtividade: 15 a 20 m²/dia. Especificações: placa pré-
fabricada com espessura de 3 a 4 cm, polida nas duas faces.
278 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PAINÉIS DE VEDAÇÃO
P
Placa cimentícia MATERIAL
DIMENSÕES (MM) UN SP
2.400 x 1.200 x 12,5 m² 83,14
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica, Jundiaí, SP. Prazo de entrega: conforme cronograma do cliente. Especificação: placas delgadas compostas de
fibra de celulose, fibras de PP, resina, cimento e areia. Utilização: para fechamento interno e externo do sistema Drywall e Steel Frame.
PAISAGISMO
Acessórios para jardinagem MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Adubo orgânico curtido – esterco m³ 121,25 - 135,00 244,45 - - - 91,44 - - -
Terra comum vegetal preta m³ 70,00 - 60,00 - 26,50 98,00 - 54,00 65,00 - -
Arbustos – Altura entre 0,50 e 0,70 m MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Acalifa (Acalypha wilkesiana) un 15,50 - - 10,00 - 8,90 - - - - -
Azaleia (Rododendron indicum) un 17,00 - - 20,00 - 8,50 - 14,00 - - -
Hibisco (Hibiscus rosa sinesis) un 4,67 - - - - 7,60 - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Árvores ornamentais – Altura entre 1,50 e 2,0 m MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Chapéu de sol (Terminalia catappa) un 30,67 - 16,00 - - - - - - - -
Ipê amarelo/roxo (Tabebuia chrysotrichia / impetiginosa) un 19,00 - 24,00 - - - - 20,88 - - -
Jasmim manga (fragipani) (Plumeria acutitolia) un 19,33 - 29,00 - - - - - - - -
Paineira rosa (Chorisia speciosa) un 36,75 - 12,53 - - - - - - - -
Pata-de-vaca rosa/branca (Bauhinia variegata / candida) un 27,38 - 15,75 - - - - - - - -
Salgueiro chorão (Salix babylonica) un 18,67 - 19,55 - - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Bancos pré-moldados de concreto para jardim MATERIAL
TIPO ALTURA (M) COMPRIMENTO (M) LARGURA (M) UN SP RJ
Com encosto, monobloco 0,89 1,80 0,64 un 255,78 369,51
Sem encosto, com assento reto 0,40 1,80 0,45 un 183,93 189,16
Sem encosto, com assento ondulado para 4 pessoas 0,55 2,00 0,50 un 194,90 237,55
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Forrações MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Lírio amarelo (Hemerocallis flava) m² 15,60 - 15,00 - - 10,90 - - - - -
Maria-sem-vergonha (Impatiens sultani) m² 12,70 - - - - 14,50 - - - - -
Onze horas (Portulaca grandiflora) m² 10,38 - - - - 9,50 - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: metro quadrado.
Gramas naturais em placas MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Batatais (Paspalum notatum) m² 2,15 - 3,85 3,50 - - - - - - -
São Carlos (Axonopus obtusifolius) m² 4,25 - 6,60 - 2,05 2,38 4,10 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: 600 m² (SP) e 200 m² (CE). Especificações: fornecidas em
placas de 1,25 x 0,40 m, excetuando-se no CE onde as placas possuem dimensões de 0,40 x 0,60 m.
Gramas naturais em placas MÃO DE OBRA
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Batatais (Paspalum notatum) m² 1,08 1,42 1,14 1,06 1,07 1,17 1,04 1,09 - 0,74 0,90
São Carlos (Axonopus obtusifolius) m² 1,08 1,42 1,14 1,06 1,07 1,17 1,04 1,09 - 0,74 0,90
Preço: inclusive mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Lote básico de comercialização: 500 m². Sistema de medição de praxe: medição por área plantada.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 279
P
PAISAGISMO
Gramas sintéticas MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) UN SP
Grama sintética decorativa 12 m² 23,60
Grama sintética esportiva 20 m² 29,63
50 m² 55,00
Condições de pagamento: 3 parcelas. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
PARALELEPÍPEDOS – Veja: Pavimentos rígidos
PARA-RAIOS E ACESSÓRIOS
Cabos de cobre nu MATERIAL
SEÇÃO NOMINAL (MM²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
35 m 6,89 7,79 7,42 6,90 6,56 7,81 8,02 7,95 8,45 9,42 -
Captor tipo Franklin MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO DIÂMETRO (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Captor cromado com 4 pontas e 1 descida 350 un 24,60 26,58 25,73 29,50 29,77 29,29 31,43 46,13 31,99 36,53 -
Hastes de aterramento tipo Copperweld MATERIAL
BITOLA (POL) COMPRIMENTO (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
5/8” 2,44 un 18,66 20,32 21,07 20,68 17,90 16,48 21,40 27,67 21,72 19,12 -
3/4” 3,05 un 30,38 35,00 51,50 41,47 36,67 26,54 35,11 40,33 40,10 31,21 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 5419 e NBR 13571.
PARQUETES – Veja: Revestimentos para pisos
PÁS-CARREGADEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
PASSAGEM DE FIOS E CABOS
Acessórios MATERIAL
DIMENSÕES (MM) ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Acessórios com largura de
10 mm e comprimento de
20 mm
Cotovelo 90º un 0,78 1,02 0,64 1,00 0,80 0,71 0,61 0,80 0,81 0,73 -
Cotovelo interno un 0,88 0,94 0,74 1,15 0,89 0,79 0,86 0,92 0,88 0,86 -
Cotovelo externo un 0,87 0,82 0,65 0,99 0,78 0,68 0,74 0,84 0,76 0,74 -
Derivação T un 0,86 1,01 0,95 1,10 0,84 0,90 0,87 0,73 0,97 - -
Luva un 0,88 0,71 0,59 0,68 0,62 0,58 0,63 0,44 0,69 - -
Acessórios com largura de
20 mm e comprimento de
50 mm
Tampa de extremidade un 3,15 3,31 3,25 3,22 3,34 2,79 3,49 3,50 3,08 3,29 -
Cotovelo interno un 4,61 4,39 3,45 5,19 4,18 3,70 4,09 4,24 4,09 4,09 -
Cotovelo externo un 4,61 4,39 3,49 5,19 4,18 3,62 4,09 4,50 4,09 4,09 -
Derivação T un 12,88 11,88 11,17 12,87 9,91 10,57 10,17 8,49 11,41 13,50 -
Luva un 3,45 3,38 2,85 3,31 2,96 2,80 3,06 2,07 3,37 3,46 -
Acessórios com largura de
20 mm e comprimento de
110 mm
Tampa de extremidade un 5,06 4,83 4,73 4,69 4,98 4,03 4,94 5,04 4,49 - -
Cotovelo interno un 6,43 6,92 5,49 8,48 6,60 5,87 6,33 6,81 6,50 6,38 -
Cotovelo externo un 6,35 6,06 4,79 7,29 5,76 4,98 5,43 6,18 5,63 5,45 -
Derivação T un 18,82 22,49 21,19 24,55 18,83 20,14 19,38 16,19 21,59 - -
Luva un 5,09 4,25 3,53 4,07 3,74 3,47 3,79 2,64 4,15 - -
Obs.: o sistema aparente também é conhecido como sistema “X”. Normas técnicas: NBR 5354, NBR 5410 e NBR 6689.
280 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PASSAGEM DE FIOS E CABOS
P
Canaletas MATERIAL
DIMENSÕES (MM) ESPECIFICAÇÕES TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 x 10 x 2.100 Sem divisória X un 3,16 3,48 2,70 3,54 3,27 2,94 2,61 3,43 3,32 3,28 -
50 x 20 x 2.100 – X un 22,99 23,92 18,63 24,32 22,58 20,20 17,98 23,67 22,95 22,51 -
55 x 20 x 2.000 Com 03 divisões ARC un 24,60 24,60 24,60 - 24,90 25,90 24,60 26,08 25,00 26,57 -
55 x 35 x 2.000 Com 03 divisões ARC un 39,17 39,17 39,17 - 39,85 41,12 39,17 41,52 39,17 42,30 -
85 x 35 x 2.000 Com 04 divisões ARC un 48,70 48,70 48,70 - 49,10 51,25 48,70 51,62 48,00 52,60 -
110 x 20 x 2.100 – X un 50,68 62,80 48,80 63,92 59,07 53,05 47,05 61,92 59,95 59,29 -
120 x 35 x 2.000 Com 04 divisões ARC un 92,00 92,00 96,00 - 96,00 96,80 92,00 97,52 92,00 99,36 -
160 x 35 x 2.000 Com 05 divisões ARC un 117,00 117,00 117,00 - 120,00 123,15 117,00 124,02 117,00 126,36 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: barra de 2,10 metros. Especificações: cor –
bege. Obs.: o sistema aparente também é conhecido como sistema “X”.
Conduletes com tampa MATERIAL
TIPO TIPO BITOLA UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Alumínio “C” 1/2” un 4,56 4,79 4,51 7,59 5,87 6,14 5,97 7,06 4,56 5,91 -
“T” 1/2” un 7,05 4,57 5,81 8,37 5,66 5,92 6,03 7,19 4,58 5,53 -
PVC “C” 3/4” un 4,39 5,35 5,53 4,94 4,18 4,78 7,70 6,34 5,29 6,14 -
“T” 3/4” un 4,66 5,53 5,99 5,10 4,10 5,00 7,65 7,57 5,05 6,53 -
“X” 3/4” un 5,02 6,79 6,53 5,65 4,27 5,28 7,31 7,35 6,01 6,86 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 30 (página 264)
Eletrodutos de aço galvanizados MATERIAL
TIPO DIÂMETRO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Galvanizado a fogo pesado com costura 3/4’’ un 22,70 16,25 38,06 25,72 34,12 41,54 27,32 - 41,81 39,00 -
Galvanizado eletrolítico leve com costura 3/4’’ un 13,00 8,70 8,58 12,75 13,80 11,82 13,78 13,82 12,79 15,01 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: barra de 3 metros. Normas técnicas: NBR 5597,
NBR 5598, NBR 5624 e NBR 13057.
Eletrodutos de polietileno flexíveis corrugados – Amarelo MATERIAL
DIÂMETRO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1/2” un 27,46 29,21 29,87 30,98 27,53 30,25 34,10 42,17 30,95 35,04 -
3/4” un 33,29 36,03 35,88 37,03 37,28 40,40 45,42 59,68 41,08 47,54 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: em rolo com 25 metros.
Eletrodutos de PVC MATERIAL
DIÂMETRO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3/4’’ un 6,03 6,23 6,12 6,33 6,43 5,67 6,10 6,07 6,12 5,68 -
1’’ un 8,86 9,79 9,95 8,71 9,65 8,43 9,26 9,09 9,14 8,70 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: barra de 3 metros. Especificações: roscável.
Normas técnicas: NBR 6150 e NBR 6233.
PASTILHAS – Veja: Revestimentos para paredes
PAVIMENTOS FLEXÍVEIS
Asfaltos para pavimentação – Diluído a frio MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
CM-30 t 2020,07 1953,00 2160,37 2331,50 1972,02 2014,40 2028,77 2033,66 2108,84 2104,83 -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 281
P
PAVIMENTOS RÍGIDOS
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
CR-250 t 1912,98 1967,00 1858,96 1967,00 1848,59 1898,46 1906,46 2116,63 2048,67 1983,21 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: tonelada. Normas técnicas: NBR 11171.
Cimento asfáltico de petróleo – Diluído a quente MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
CAP 20 t 1265,61 1850,00 1299,00 1588,50 1256,63 1276,32 1279,46 1507,94 1410,08 1305,52 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem de carreta com tanque de 23 t (PR) e
tonelada nas demais regiões. Normas técnicas: NBR 11171.
Emulsões asfálticas catiônicas MATERIAL
TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
RL-1C t 992,59 1207,50 1262,63 1359,00 1043,52 993,54 1012,80 1220,22 1315,11 1257,53 -
RM-1C t 1096,10 1288,00 1391,08 1429,00 1150,65 1064,46 1107,11 1185,43 1388,97 1335,29 -
RR-1C t 1037,24 1119,00 1150,87 1196,40 977,78 1047,09 1014,39 1149,34 1243,28 1187,78 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 11171.
VEJA TAMBÉM Mão de obra para Serviços de Construção Civil
PAVIMENTOS RÍGIDOS
Blocos de pavimentação articulada de concreto MATERIAL
COMPRIMENTO DOS LADOS (MM) ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
300 50 m² 23,22 20,31 18,59 29,29 25,13 - - - - 18,50 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Rendimento/Consumo: 11,50 un/m². Normas técnicas: NBR 6137, NBR 9780, NBR
9781 e NBR 11171.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição nº 37 (página 134)
282 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PAVIMENTOS RÍGIDOS
P
Blocos de pavimentação intertravada de concreto MATERIAL
USO ESPESSURA
(MM)
COMPRIMENTO
(MM)
LARGURA
(MM)
CONSUMO
(UN/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Tráfego médio 60 110 220 39 m² 21,94 - 30,01 - 30,33 26,14 26,45 - - - -
Tráfego pesado 80 110 220 39 m² 29,25 31,20 33,53 - 36,50 33,30 33,40 - - - -
Tráfego superpesado 100 110 220 39 m² 41,03 - 34,97 - 41,07 - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 6137, NBR 7207, NBR 9780 e NBR 9781.
Paralelepípedos MATERIAL
COMPRIMENTO
(MM)
LARGURA
(MM)
ALTURA
(MM)
RENDIMENTO
(UN/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
120 120 120 60 milheiro - - - - - - - - 265,00 - -
240 120 120 30 milheiro 800,00 600,00 - - 0,95 - 1100,00 - 550,00 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: milheiro. Normas técnicas: NBR 6137, NBR 7207
e NBR 11171.
VEJA TAMBÉM Mão de obra para Serviços de Construção Civil e Piso de Concreto Estampado
PEDRAS BRITADAS
MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
No 2 ou B38 m³ 80,98 53,80 46,35 66,75 42,17 41,75 48,60 66,67 67,25 52,33 -
No 3 ou B50 m³ 75,60 50,56 43,51 - 43,00 43,37 53,00 70,00 69,80 52,33 -
Pó de pedra m³ 62,37 37,00 46,96 71,10 52,10 45,60 52,00 22,50 34,33 29,33 -
Rachão ou pedra de mão m³ 55,55 50,86 49,37 65,00 38,33 40,72 50,60 - 51,67 37,00 -
Seixo rolado ou cascalho rolado – fino m³ - - - - - - - - - - 76,00
Seixo rolado ou cascalho rolado – médio m³ - - - 98,00 - - - - - - -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
No 2 ou B19 m³ 49,12 42,78 80,50 41,88 205,00 160,00 61,67 101,75 85,00 77,86 57,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra (SP, MG, DF, PR, SC, RS, BA, PE, CE e PA) e pedreira (RJ). Prazo de entrega: imediata. Obs.: frete para entrega na
obra R$ 0,25/m³/km (RJ) e frete de 30 km incluso no preço (DF), no estado do Pará, foi verificado que o seixo rolado é mais usual que a pedra britada. Normas técnicas: NBR 7211, NBR 7225, NBR 7251,
NBR 7809, NBR 9773, NBR 9774, NBR 9917, NBR 9935, NBR 9938, NBR 9939, NBR 9992, NBR 15115, NBR 15116, NBR NM 2, NBR NM 26, NBR NM 28, NBR NM 32, NBR NM 45, NBR NM 51, NBR NM 53,
NBR NM 66 e NBR NM 248.
VEJA TAMBÉM Areia, Agregado Leve e Argila Expandida
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 283
P
PEDRAS NATURAIS
PEDRAS NATURAIS
Pedras naturais padronizadas para pisos ou revestimento de paredes – Placas de 40 x 40 cm, com espessura de 2 cm MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Granito Cinza Andorinha m² 156,54 - 103,33 - 136,67 - - - 150,00 - -
Juparaná m² 144,61 173,88 - - 121,38 - 245,00 - - - -
Preto Tijuca m² 143,00 - 150,00 - 121,38 - - 175,00 - - -
Mármore Branco Clássico ou Branco Espírito Santo m² 180,75 - 177,50 - - - - 225,77 228,75 178,33 -
Travertino Nacional m² - - - - - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto revendedor. Prazo de entrega: imediato.
Colocações de pedras naturais em paredes – Espessura de 2 cm SERVIÇO
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Granito Cinza Andorinha m² 200,83 127,00 - 141,67 130,00 184,80 272,50 - - - -
Juparaná m² 183,02 192,00 - 198,33 275,40 180,00 270,00 - 301,11 - -
Preto Tijuca m² 312,50 364,00 - 185,71 174,42 309,75 400,00 - 260,00 - -
Mármore Branco Clássico ou Branco Espírito Santo m² 364,91 137,50 - 129,57 336,00 - 235,00 - 150,00 - -
Travertino Nacional m² 262,81 160,00 - 175,00 324,00 274,67 345,00 - 210,00 176,67 -
Pedras Arenito ou Granito Irregular m² 55,80 - - - - - - - - - -
Pedra Itacolomi – em cacos m² 98,55 - - - - - - - - - -
Pedra Itacolomi – serrada m² 126,70 - - - - - - - - - -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Obs.: o preparo do local, fornecimento da argamassa e toda a serventia necessária ficam a cargo da obra. As faixas,
rodapés, capeamentos, requadrações, soleiras e demais medidas iguais ou inferiores a 50 cm serão medidos por metro linear e cobrados na mesma base de preço do metro quadrado. Normas técnicas:
NBR 12763, NBR 12764, NBR 12765, NBR 12766, NBR 12767, NBR 12768, NBR 12769, NBR 13707, NBR 13708 e NBR 15012.
Colocações de pedras naturais em pisos SERVIÇO
TIPO DE PEDRA ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Ardósia Cinza
Sete Lagoas
Em placas com espessura de 1,5 cm m² 53,40 - - - - - - - 38,80 - -
Irregular m² 21,83 - - - 21,50 - - - - - -
Granito Cinza Andorinha m² 172,14 137,33 120,00 103,00 197,00 176,80 230,00 155,00 119,67 95,00 -
Preto Tijuca m² 317,50 - - - - - - - 231,33 - -
Juparaná, Juparaná Palha ou Laranjeira m² 250,00 230,00 - - - 180,00 - - 196,00 - -
Itacolomy Serrada m² 98,55 - - - - - - - - - -
Esquadrejada m² 126,70 - - - - - - - - - -
Luminária –
Sobradinho
Serrada m² 117,82 - - - - - - - - - -
Esquadrejada m² 168,94 - - - - - - - - - -
Mármore Branco Clássico m² 278,29 110,00 - - 316,00 - - - 211,48 - -
Travertino Nacional m² 216,73 251,50 - 200,00 314,00 - - - 181,40 - -
Mineira São Tomé das Letras ou Caxambu – serrada m² 73,90 - - - 45,90 - - - - - -
Alpinópolis – serrada m² 83,98 - - - 45,90 - - - - - -
Mosaico
Português
Branco e preto m² 37,97 - - - - - - 24,25 - - -
Paralelepípedo Comum m² 45,33 - - - - - - - - - -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Obs.: o preparo do local, fornecimento da argamassa e toda a serventia necessária ficam a cargo da obra. As faixas,
rodapés, capeamentos, requadrações, soleiras e demais medidas iguais ou inferiores a 50 cm serão medidos por metro linear e cobrados na mesma base de preço do metro quadrado. Especificações: o
granito e o mármore possuem espessura de 2 cm. Normas técnicas: NBR 7206.
VEJA TAMBÉM Revestimentos para Paredes, Revestimentos para Pisos e Seção Como Comprar na edição nº 51 (página 50)
PEDRISCOS – Veja: Pedras britadas
284 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PISCINAS
P
PERFIS DE AÇO – Veja: Chapas e perfis metálicos
PERFURAÇÕES EM CONCRETO – Veja: Cortes e furos em concreto
PERFURATRIZES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
PIAS – Veja: Aparelhos sanitários
PILARES PRÉ-FABRICADOS – Veja: Pré-fabricados de concreto
PINTURAS – Veja: Tintas e acessórios para pintura
PINTURAS ASFÁLTICAS – Veja: Impermeabilizações moldadas “IN LOCO”
PISCINAS
Piscina de concreto SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Revestimento com azulejo e profundidade de até 1,50 m m² 843,33 880,00 - - 906,25 800,00 - - 322,92 - -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: conforme cronograma físico e financeiro. Lote básico de comercialização: faturamento mínimo de 50 m². Obs.: serviços de
construção civil, incluindo escavação, remoção de terra, concretagem, impermeabilização, azulejamento, borda de pedra mineira, casa de máquinas, equipamentos e tubulações. Normas técnicas: NBR
9816, NBR 9818, NBR 9819, NBR 10339, NBR 10819 e NBR 11238.
Piscinas de fibra de vidro SERVIÇO
LARGURA (M) COMPRIMENTO (M) PROFUNDIDADE (M) UN SP MG DF PR RS BA PE PA
3,5 8 1,30 a 1,50 un 10550,00 11833,33 11967,33 13251,50 9942,00 12447,00 11223,80 -
Piscina de fibra de vidro SERVIÇO
TIPO DIÂMETRO (M) PROFUNDIDADE (M) ESPECIFICAÇÕES UN SP MG DF PR RS BA PE PA
Circular 3 0,90 com degraus un 4720,96 5523,83 5586,39 6185,80 4640,93 5810,29 5239,26 -
Preço: inclusive fornecimento de mão de obra para escavação, execução da caixa de contenção e preparação para recebimento da piscina, execução da rede hidráulica até a casa de máquinas, kit de
aspiração com dispositivos e filtro compatível com o volume da piscina. Condições de pagamento: conforme cronograma físico-financeiro. Obs.: a obra deve fornecer os materiais para execução da caixa
de contenção (areia, pedra, blocos, cimento, tijolos, aço CA-50, arame recozido, rede hidráulica e elétrica), local para alojamento do pessoal durante a execução da piscina e água para abastecimento. O
volume de terra resultante da escavação deve ser retirado pela obra.
PISOS – Veja: Revestimentos para pisos
PISOS DE ALTA RESISTÊNCIA – Veja: Revestimentos para pisos
PISOS ESPORTIVOS – Veja: Quadras e pisos esportivos
PLACAS CIMENTÍCIAS – Veja: Painéis de vedação
PLACAS VIBRATÓRIAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
PLASTIFICANTES PARA ARGAMASSAS – Veja: Aditivos
POÇOS ARTESIANOS
Perfurações em rochas sedimentares – DTM – Desmontagem, transporte e montagem SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP DF
Deslocamento de equipamentos, distância de até 300 km km 25,98 9,25
Instalação e desmontagem dos equipamentos un 542,50 -
Perfurações em rochas sedimentares – Ensaio de vazão SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP DF
Ensaio de vazão máxima, escalonada e recuperação de nível feita com conjunto motor-bomba submersível de até 30 HP h 67,81 71,00
Gerador de 100 kVA, na ausência de energia elétrica h 110,00 97,97
Instalação e remoção do conjunto de bombeamento un 1627,50 980,00
Perfurações em rochas sedimentares – Fornecimento de fluido de perfuração SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP DF
CMC kg 73,26 -
Lama bentonítica kg 6,82 3,25
Perfurações em rochas sedimentares – Fornecimento e colocação de pré-filtro SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO (MM) UN SP
Areia selecionada tipo Jacareí 1,50 a 3,00 m³ 924,00
Areia selecionada tipo Pérola 1,50 a 3,00 m³ 2062,00
Perfurações em rochas sedimentares – Fornecimento e instalação da coluna de revestimento SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA DIÂMETRO UN SP MG DF
Tubo liso de aço galvanizado com pontas lisas DIN 2440 6” m 325,57 172,10 144,50
Tubo liso de aço preto com pontas lisas DIN 2440 6” m 258,40 139,71 180,63
Tubo de proteção sanitária (tubo de boca) liso, de aço preto com pontas lisas 3/16” 14” m 401,45 636,00 -
Tubo de PVC geomecânico – 6” m - - -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 285
P
POÇOS ARTESIANOS
Perfurações em rochas sedimentares – Fornecimento e instalação de filtro SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO UN SP MG DF
Filtro espiralado, galvanizado e com pontas lisas 6” m 485,68 525,00 -
Filtro de PVC geomecânico 6” m 136,71 217,32 255,00
Filtro tipo “Nold” com pontas lisas 6” m 268,90 253,50 186,00
Perfurações em rochas sedimentares – Limpeza e Desenvolvimento SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP DF
Compressor de ar comprimido de 150 pcm/175 psi h - -
Desenvolvimento do poço com sonda percussora h 250,00 110,00
Desenvolvimento do poço com torre ou guincho un 200,00 -
Deslocamento e retirada de sonda percussora, distância de até 300 km km 24,00 5,80
Deslocamento e retirada de torre ou guincho, distância de até 300 km km - 4,90
Gerador de 100 kVA, na ausência de energia elétrica h 110,00 97,97
Instalação e retirada de tubulação de compressor/equipamentos de bombeamento un 1000,00 780,00
Perfurações em rochas sedimentares – Profundidade até 150 m SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO UN SP MG DF
Instalação em canteiro-de-obras – un 514,17 297,47 625,00
Perfuração em aluvião e camadas inconsistentes 12 1/4” m 119,35 102,55 -
Perfurações em rochas sedimentares – Serviços complementares SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP MG DF
Análise físico-química da água un 313,75 396,68 341,63
Cimentação do espaço anelar m³ 347,75 344,32 365,63
Desinfecção com produtos químicos (NTA 60 – Análise de Potabilidade) un 395,00 500,00 782,50
Documentação técnica final incluindo perfil geológico un 825,00 51,95 427,00
Fornecimento e instalação de tapumes m - - -
Laje de proteção sanitária conforme norma do DAEE un 375,17 180,00 337,10
Licença de perfuração junto ao DAEE un 1085,00 1710,00 2326,67
Outorga de uso junto ao DAEE – portaria 518 un 4500,00 3708,88 3450,00
Utilização de caçamba para acúmulo da lama e detritos de perfuração loc/un/dia 380,26 161,25 140,11
Utilização de limpa-fossa para remoção do material fluido de perfuração, distância de até 300 km km 1400,00 - -
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Sistema de medição de praxe: medição por metro de
poço executado. Normas técnicas: NBR 12212.
POLIESTIRENO EXPANDIDO
MATERIAL
REFERÊNCIA DENSIDADE (KG/M³) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Pérolas de P-300 10 kg 17,85 - - - - - 9,60 - 16,02 28,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Isolamentos Térmicos e Subcoberturas
PONTALETES – Veja: Madeiras
PORCELANATO – Veja: Revestimentos para pisos
PORTAS
Batentes de madeira MATERIAL
LARGURA (MM) ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
130 30 un 7,70 11,16 - 43,33 - 9,80 10,72 - - 4,06 -
140 35 un 15,55 15,71 - - - 13,79 15,08 - - 5,71 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (MG) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Especificações: montado para receber
pintura – altura 2.100 mm – largura de até 900 mm. Produto manufaturado em quatro camadas: duas contracapas e duas capas. Essências consideradas: Imbuia (SP e RJ), Angelim (MG, RJ, SC, RS, BA,
PE e PA), Ipê (DF, BA e CE), Itaúba (PR, RS e CE), Mista (SC e PE) e Muiracatiara (PA). Obs.: em PE o preço dos marcos inclui as guarnições.
Guarnições de madeira – 5,0 x 1,0 cm MATERIAL
ESSÊNCIAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Para uma folha vão de até 900 x 2.100 mm un 7,70 11,16 - 43,33 - 9,80 10,72 - - 4,06 -
Para duas folhas vão de até 1.800 x 2.100 mm un 15,55 15,71 - - - 13,79 15,08 - - 5,71 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (MG) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Especificações: montado para receber
pintura – altura 2.100 mm – largura de até 900 mm. Essências consideradas: Imbuia (SP), Peroba (RJ), Angelim (SC, RS e PA), Ipê (CE e PA), Muiracatiara (CE e PA) e Itaúba (CE).
Portas acústicas MATERIAL
DESCRIÇÃO LARGURA (M) ALTURA (M) ISOLAÇÃO ACÚSTICA (DB) UN SP
Aço carbono com
miolo de lã de
rocha mineral
0,80 2,10 40 un 3046,00
0,80 2,10 50 un 3623,00
0,80 2,10 30 un 2742,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 30 dias. Lote básico de comercialização: unidade. Especificações: medida padrão 800 x 2.100
mm, inclui folha batente e pintura de fundo. Normas técnicas: NBR 8572, NBR 10151, NBR 10152 e NBR 12179.
Portas corta-fogo tipo leve SERVIÇO
PERÍODO DE ISOLAÇÃO (MIN) ALTURA (M) LARGURA (M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
90’ 2,10 0,80 un 533,00 375,00 595,00 826,67 396,50 420,00 520,00 - - - -
286 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PORTAS
P
Portas corta-fogo industriais automáticas SERVIÇO
TIPO ÁREA (M²) UN SP
Abrir 1,00 a 2,50 m² 895,00
Correr 1,00 a 2,50 m² 750,00
Preço: inclusive mão de obra de instalação e caixa de contrapeso. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: a combinar. Especificações: acrescer
nas dimensões da folha 200 mm a mais na largura e 100 mm na altura. Obs.: no serviço não inclui o acabamento da alvenaria do vão. Normas técnicas: NBR 6479, NBR 11711, NBR 11742 e NBR 13768.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 32 (página 195)
Portas de alumínio padronizadas MATERIAL
ALTURA (MM) LARGURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2100 700 un 584,41 - 823,21 - - - 455,76 - 431,74 379,80 -
800 un 666,88 - 939,28 - 959,23 - 524,33 - 492,83 437,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: com palhetas fixas. Norma técnica: NBR 12609.
Portas de ferro padronizadas MATERIAL
TIPO DE PORTA ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Abrir 800 x 2.100 mm Padrão médio (chapa no 18), veneziana un 370,55 - 399,75 415,44 300,00 - 262,50 - - 455,00 -
Padrão superior (chapa no 16), com postigo un 691,32 - 745,68 775,39 416,79 - 364,69 - - 632,16 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: conforme cronograma.
Portas de madeira MATERIAL
TIPO DE PORTA LARGURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Para receber pintura 700 un 59,04 47,95 43,65 41,38 39,44 52,01 47,57 43,01 39,01 40,28 -
800 un 57,10 48,04 44,15 41,43 39,50 69,17 47,79 43,06 39,83 41,50 -
Para receber verniz ou cera 800 un 77,09 72,29 65,29 73,46 76,86 75,21 70,25 69,18 60,34 73,34 -
900 un 75,90 83,25 71,45 73,45 76,97 77,00 70,32 70,26 64,03 86,40 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (MG) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Especificações: espessura de 35 mm, altura
2.100 mm e encabeçada, com miolo sarrafeado. Essências consideradas para lâmina de madeira re revestimento: Imbuia (SP e RJ), Angelim (MG, RJ, SC, RS, BA, PE e PA) Ipê (DF, BA e CE), Itaúba (PR, RS e
CE), Mista (SC, PE e PA). Normas técnicas: NBR 8037, NBR 8052 e NBR 8542.
Portas de madeira – Almofadadas MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES LARGURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1 lado almofadado 800 un 255,00 239,50 - - - 223,90 364,00 - - 233,50 -
900 un 283,17 270,68 - - - 253,05 411,24 - - 263,87 -
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 287
P
PORTAS
ESPECIFICAÇÕES LARGURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2 lados almofadados 800 un 354,00 356,90 - - - 294,12 472,34 - 321,64 200,74 -
900 un 392,56 320,00 - - 422,33 263,75 423,67 - 288,33 180,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (MG) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Especificações: montado para receber
verniz – altura 2.100 mm – largura 800 mm. Essências consideradas: Imbuia (SP), Angelim (RJ, SC, RS, PE e PA), Ipê (PA), Itaúba (RS), Muiracatiara (CE e PA). Obs.: folhas de portas maciças.
Portas de madeira – Tipo Calha ou Mexicana MATERIAL
LARGURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
700 un 218,71 - - - - 225,02 252,94 235,34 186,10 - -
800 un 207,01 - - - - 235,75 265,00 246,56 195,00 - -
900 un 229,39 - - - - 251,64 282,86 263,18 208,11 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor (MG) e posto obra nas demais regiões. Prazo de entrega: imediata. Essências consideradas: Imbuia (SP) e
Angelim (SC, RS, BA e PE). Obs: folhas de portas maciças.
Portas de PVC MATERIAL
TIPO DE PORTA ESPECIFICAÇÃO UN SP
Abrir Vidro de 6 mm m² 488,27
Vidro de 6 mm com pinázios m² 567,27
Vidro de 4 mm e painel ou veneziana m² 510,21
Painel – cor madeira m² 493,76
Vidro acústico m² 745,02
Balcão 2 folhas de vidro 6 mm m² 367,57
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Lote básico de comercialização: m². Especificações: porta em PVC, com
alma de aço galvanizado, acessórios em aço zincado com pintura eletrostática, ferragens em aço inoxidável e proteção contra raios ultravioleta. Fôrma de instalação: com ou sem contramarco ou grapa.
PORTEIROS ELETRÔNICOS
Acessórios para porteiros eletrônicos MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1 ponto un 200,96 196,33 292,92 309,25 255,36 212,00 272,50 250,00 209,40 217,50 -
52 pontos un 2601,76 402,50 600,68 633,90 523,32 434,65 558,67 512,50 429,26 445,88 -
Acessórios para porteiros eletrônicos MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Fechadura para porteiro eletrônico un 158,70 118,63 167,33 152,79 125,00 125,35 144,11 221,13 178,60 151,60 -
Fecho eletromagnético un 147,57 144,95 69,00 129,87 61,00 67,60 48,33 111,00 97,75 63,50 -
Fonte de alimentação un 40,07 45,69 46,41 73,83 45,70 46,39 49,00 36,67 44,50 52,67 -
Interfone un 40,86 45,79 44,33 - 50,51 39,59 54,00 39,77 43,25 41,60 -
Mola hidráulica un 380,00 315,00 577,52 - 488,50 535,00 454,13 - - 400,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preços dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 10 dias.
SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1 ponto un 200,96 196,33 292,92 309,25 255,36 212,00 272,50 250,00 209,40 217,50 -
52 pontos un 2601,76 402,50 600,68 633,90 523,32 434,65 558,67 512,50 429,26 445,88 -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Especificações: inclui placa externa, interfone, fecho eletromagnético, fonte de
alimentação, mola hidráulica e fechadura.
SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Instalação de videoporteiro eletrônico un 200,00 140,00 80,00 220,00 124,25 130,00 150,00 75,00 118,33 67,80 -
Preço: inclusive mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias.
PORTÕES
Automação de portas e cancelas SERVIÇO
TIPO UN SP BA PA
Conjunto automático de correr horizontal para portão com controle remoto un 725,00 740,00 -
Portão de elevação para garagem SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Portão de ferro galvanizado basculante com revestimento
de lambris de jatobá
m² 285,00 - - - 264,14 - 412,99 - - - -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 30 dias.
POSTES DE CONCRETO ARMADO
Postes de concreto armado vibrado – Seção circular MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ALTURA (M) DIÂMETRO DA BASE (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Carga de 200 kg 10 350 un 448,50 478,67 480,00 - 405,00 500,00 527,00 - - 552,50 -
Carga de 400 kg 9 350 un 470,90 - - - 597,04 746,30 657,18 - - - -
Carga de 600 kg 10 400 un 703,13 894,00 1100,00 - 865,00 1090,00 1048,50 - - 550,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço posto fábrica. Prazo de entrega: 20 dias. Normas técnicas: NBR 5354, NBR 5410, NBR 8451, NBR 8452 e NBR 14744.
288 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO
P
PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO
Escadas em caracol com patamar, executadas em concreto liso com altura de até 3,00 m,
capacidade de carga do degrau de 200 kg e diâmetro da coluna de 20 cm MATERIAL
DIÂMETRO (M) UN SP
1,6 un 1380,00
Preços: não incluem corrimão. Condições de pagamento: 3 parcelas (ato, 30 e 60 dias). Entrega/Retirada: preço do material posto revendedor. Prazo de entrega: 5 a 10 dias. Lote básico de
comercialização: unidade.
Pilares e vigas pré-fabricados de concreto MATERIAL
TIPO DE PEÇA UN SP
Pilares m³ 1877,00
Vigas retangulares m³ 1500,00
Condições de pagamento: 3 parcelas. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: conforme cronograma. Normas técnicas: NBR 9062.
PREGOS
MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
18 x 27 kg 4,93 7,27 5,90 6,56 4,77 4,70 6,34 5,70 4,86 4,64 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: quilograma.
PREPARADORES LÍQUIDOS PARA PAREDES – Veja: Tintas e acessórios para pintura
PRESS-BOW – Veja: Bases elétricas
PROTEÇÃO INDIVIDUAL – Veja: EPLs
PROTEÇÃO E SINALIZAÇÕES – Veja: Bandeja salva-vidas e telas
PROTEÇÃO SUPERFICIAIS – Veja: Impermeabilização moldadas “IN LOCO”
PROTEÇÕES CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS – Veja: Para-raios e acessórios

ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 289
PROTENSÃO
Ancoragens MATERIAL
DIÂMETRO DO CABO ANCORADO QUANTIDADE DE CORDOALHAS UN SP
1/2” 1 un 92,21
6 un 427,14
5/8” 1 un 183,84
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 7 dias. Obs.: Preços de SP sugeridos para todo o Brasil.
Bainhas MATERIAL
DIÂMETRO (MM) QUANTIDADE DE CORDOALHAS UN SP
12,7 1 m 21,72
15,2 1 m 21,72
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 7 dias. Obs.: Preços sugeridos para todo o Brasil.
Cordoalhas – Acessórios para cordoalhas engraxadas MATERIAL
DIÂMETRO (MM) UN SP
Adaptador un 1,89
Cunha un 15,67
Fôrma para nicho un 6,87
Placa de ancoragem un 33,97
Tubo un 4,58
Obs.: Preços sugeridos para todo o Brasil. Preço posto SP. Normas técnicas: NBR 6349, NBR 7482, NBR 7483, NBR 7484 e NBR 9607.
Cordoalhas de aço engraxadas para protensão – CP 190–RB MATERIAL
DIÂMETRO (MM) UN SP BA
12,7 t 5759,19 5588,67
15,2 t 5852,59 5675,29
Cordoalhas de aço para concreto protendido – CP 190–RB MATERIAL
QUANTIDADE DE FIOS DIÂMETRO (MM) CARGA DE
RUPTURA (KN)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3 3,00 40,80 t 6554,62 6554,62 6474,76 6419,95 6599,61 7589,55 7371,81 6360,55 - - -
4,50 87,70 t 5350,75 5350,75 5853,75 5240,83 7752,91 6195,05 6017,86 - - - -
7 9,50 104,30 t 5757,61 5757,61 5687,47 5639,32 6460,50 5967,54 5873,41 5587,15 - 5741,51 -
12,70 187,30 t 5240,35 5240,35 5212,04 5372,26 5880,00 5758,61 5382,44 5085,18 - 5225,65 -
Condições de pagamento: 21 dias (RJ) e demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 7 dias.
P
PROTENSÃO
290 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
Fios de aço para protensão MATERIAL
DIÂMETRO (MM) TIPO CARGA DE RUPTURA (MPA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
5 CP 175 – RB entalhado 1.750 t 5717,44 5717,44 - 5410,03 6688,01 6332,35 6430,25 - - - -
8 CP 150 – RB liso 1.500 t 4972,44 4972,44 4911,85 4705,10 6695,62 5607,35 5592,35 - - - -
VEJA TAMBÉM Argamassas
QUADRAS E PISOS ESPORTIVOS
Quadras para tênis 18 x 36 m SERVIÇO
UN SP
Acessórios: rede, postes, esticadores, pino central, cabo central e faixa central un 1.200,00
Alambrado com estrutura galvanizada de 2" e tela revestida de PVC verde, malha 2" fio 14 un 13.755,00
Iluminação com 4 postes de 9 m e 16 projetores de 400 W com lâmpada de vapor metálico un 13.125,00
Piso Saibro un 18.100,00
Piso Una-Rebound Tênis un 31.500,00
Piso Unacourt Tênis un 27.153,00
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: 3 parcelas. Prazo para início dos serviços: 10 dias.
Quadras poliesportivas 18 x 30 m SERVIÇO
UN SP
Acessórios: redes, traves, postes, cabos, tabelas em compensado naval e aros (vôlei, basquete e futebol de salão) un 4.850,00
Alambrado com estrutura galvanizada de 2" e tela revestida de PVC verde, malha 3", fio 12 un 15.200,00
Iluminação com 4 postes de 9 m e 12 projetores de 400 W com lâmpada de vapor metálico un 12.390,00
Piso Concreto un 24.600,00
Piso Madeira Flutuante m² 115,50
Piso Poliuretano un 42.840,00
Piso de Poliuretano (espessura final 3,00 mm) m² 80,85
Piso Unacourt un 26.050,00
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: 3 parcelas. Prazo para início dos serviços: 10 dias.
QUADROS E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO
Caixa de entrada de energia para 2 medidores – Tipo K MATERIAL
ALTURA (MM) LARGURA (MM) PROFUNDIDADE (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
500 600 200 un 112,60 - 75,50 - - 72,63 - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Obs.: as caixas obedecem ao padrão das concessionárias: COELBA – Cia. Elétrica
do Estado da Bahia; CELPE – Cia. Eletricidade do Estado de Pernambuco; COELCE – Cia. Eletricidade do Ceará; CELPA – Centrais Elétricas do Estado do Pará; COPEL – Cia. Paranaense de Energia
Elétrica, CELESC – Centrais Elétricas de Santa Catarina e ELETROSUL – Centrais Elétricas do Sul. Normas técnicas: NBR 5410.
PROTENSÃO
P–Q
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 291
Q-R
QUADROS E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO
Caixas de passagem de embutir em chapa de aço com tampa aparafusada MATERIAL
ALTURA (MM) LARGURA (MM) PROFUNDIDADE (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
150 150 80 un 8,76 8,61 7,83 12,75 8,59 - - 11,42 12,00 10,42 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.
Caixas estampadas esmaltadas MATERIAL
DIMENSÕES FORMATO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
4 x 2’’ Quadrada un 0,63 1,10 0,50 0,93 0,74 0,68 0,83 - 2,03 0,80 -
FM 2’’ Octogonal un 1,66 1,37 1,25 1,60 1,51 1,65 1,89 - - 1,36 -
FM 4’’ Octogonal un 1,94 2,60 1,95 2,56 2,20 1,58 2,28 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: em chapa 16 MGS.
Quadros de distribuição padrão americano MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO ALTURA
(MM)
LARGURA
(MM)
PROFUNDIDADE
(MM)
NÚMERO DE
DISJUNTORES
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Embutir 450 360 100 até 12 un 119,01 117,57 126,74 125,62 113,51 127,77 124,62 141,52 - 122,58 -
360 600 120 até 20 un 141,67 150,24 162,04 163,00 145,08 163,30 159,19 180,78 - 156,50 -
Sobrepor 480 400 135 até 12 un 132,00 123,24 - - 100,00 95,88 130,00 - - 105,50 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Especificações: residencial, com chave faca seca e com barramento.
QUILOMETRAGEM – Veja: Veículos para Fiscalização de Obras
RALOS – Veja: Esgotos sanitários
REATORES
Reatores eletrônicos para lâmpadas fluorescentes MATERIAL
VOLTAGEM (V) POTÊNCIA (W) NÚMERO DE LÂMPADAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
110 32 2 un 27,50 25,59 23,42 24,80 19,65 22,08 25,63 32,95 26,34 20,70 -
220 32 2 un 27,44 28,93 23,42 24,57 19,65 19,98 24,52 32,95 26,30 20,77 -
Reatores para lâmpadas fluorescentes MATERIAL
VOLTAGEM (V) POTÊNCIA (W) NÚMERO DE LÂMPADAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Partida rápida
AFP – 110 V
20 2 un 26,76 32,33 28,82 20,97 31,50 30,10 31,83 27,83 25,45 29,50 -
40 2 un 28,13 31,47 32,51 18,00 27,32 29,00 28,00 28,88 29,84 32,50 -
Partida rápida
AFP – 220 V
20 2 un 27,63 29,33 28,82 20,78 31,90 29,20 23,75 27,83 25,30 28,39 -
40 2 un 28,09 30,30 32,51 32,70 23,00 29,50 25,00 30,00 30,30 31,81 -
VEJA TAMBÉM Lâmpadas e Luminárias
REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO
SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Instalação de ponteiras para rebaixamento de lençol freático un 208,53
Mobilização de equipe e equipamento para rebaixamento de lençol freático un 2950,00
Preço: mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: faturado 30 dias. Lote básico de contratação: faturamento mínimo 30 dias de operação e 40 ponteiras instaladas. Prazo para início dos
serviços: imediato. Sistema de medição de praxe: medição pelo número de ponteiras instaladas e quantidade de conjuntos de bombeamento operando por dia.
292 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
RECUPERAÇÃO E REFORÇO ESTRUTURAL
R
RECUPERAÇÃO E REFORÇO ESTRUTURAL
Limpeza do concreto SERVIÇO – TCPO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Escarificação manual do concreto, com corte até 3,0 cm de profundidade m² 80,04 74,99 55,85 51,97 57,22 57,67 52,66 50,38 - 49,24 53,80
Escarificação mecânica do concreto, com corte até 3,0 cm de profundidade m² 30,01 28,75 23,96 22,99 24,30 24,42 23,16 22,59 - 22,31 23,45
Limpeza do substrato com aplicação de jato de água fria m² 9,18 9,12 8,91 10,51 8,93 9,47 8,88 8,85 - 8,84 8,89
Limpeza do substrato com jato de areia seca m² 38,57 38,62 36,91 27,44 37,13 37,54 36,74 36,20 - 36,21 37,65
Preço: material, mão de obra e equipamentos dependendo da composição, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais
regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição para que
a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas ás várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital
e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições
de pagamento: mediante medições quinzenais. Sistema de medição de praxe: para definição e demarcação da área de reparo – será medido por metro de corte executado, considerando o perímetro
da figura utilizada na área dos serviços. A menor área considerada é a de um retângulo de 10 x 20 cm, cujo perímetro é de 0,60 m. Para escarificação manual do concreto: será medido pela área da
superfície escarificada. A menor área a ser considerada é a de um retângulo de 10 x 20 cm, compreendendo uma área de 0,02 m².
Para os serviços de escarificação mecânica do concreto, limpeza do substrato com jato de areia seca e aplicação de solvente em substrato impregnado, a medição será feita pela área da superfície
tratada. Para limpeza do substrato com aplicação de jato de água fria e limpeza do substrato com lavagem à base de soluções ácidas, serão medidos pela área da superfície lavada, não descontando
vãos de janelas que efetivamente tenham sido lavadas.
Reparo do concreto SERVIÇO – TCPO
ESPECIFICAÇÃO ESPESSURA UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Reparo superficial localizado com argamassa de cimento com
polímeros
Entre 1,0 cm e 3,0 cm m² 196,32 197,49 189,99 187,63 187,05 190,74 186,77 188,96 - 185,71 186,33
Reparo superficial localizado com argamassa polimérica base epóxi Entre 0,5 cm e 1,5 cm m² 238,49 240,57 230,68 203,23 226,57 231,00 227,00 229,16 - 224,92 226,17
Reparo superficial em grandes áreas com argamassa base
cimento com polímeros
Entre 1,0 cm e 5,0 cm m² 294,23 295,24 288,74 286,70 286,19 289,39 285,96 287,85 - 285,04 285,57
Reparo superficial em grandes áreas com estucamento
corretivo, utilizando argamassa polimérica
Até 0,5 cm m² 24,78 24,85 23,12 22,63 22,67 23,29 22,51 22,82 - 22,25 22,46
Reparo estrutural por injeção de resina base epóxi em fissura Entre 0,3 mm e 0,9 mm m 168,62 169,34 163,52 161,71 161,69 163,65 161,74 162,42 - 160,41 161,39
Reparo estrutural com aplicação de graute base epóxi em trincas Entre 1,0 cm e 4,0 cm m 146,24 147,17 144,12 143,39 143,03 144,25 143,53 144,07 - 142,79 143,08
Preço: material, mão de obra e equipamentos dependendo da composição, inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais
regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos BDI = zero nos serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, 12a edição, para
que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora, dadas ás várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital
e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como a movimentação de materiais dentro da obra, são por conta da firma empreiteira. Condições
de pagamento: mediante medições quinzenais. Sistema de medição de praxe: reparo superficial localizado – será medido pela área da superfície tratada. A menor área a ser considerada é a de um
retângulo de 10 x 20 cm, compreendendo uma área de 0,02 m². Para reparo superficial em grandes áreas será medido pela área da superfície tratada. Para reparo estrutural por injeção de resina base
epóxi, reparo estrutural com aplicação de graute base epóxi serão medidos por metro de fissura ou trinca tratada.
VEJA TAMBÉM, Argamassas Bicomponentes, Fibras para Reforço do Concreto, Grautes e Microconcretos
REFEIÇÕES – Veja: Alimentação no canteiro de obras
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 293
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REFLETORES
REFLETORES
Refletores convencionais circulares MATERIAL
DIÂMETRO
(MM)
COMPRIMENTO
(MM)
ALTURA
(MM)
POTÊNCIA
(W)
LÂMPADA BASE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
180 250 150 300-500 Halógena AL-401 un 34,90 26,86 35,53 - 20,02 24,70 26,94 - 23,10 20,78 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Refletores convencionais retangulares MATERIAL
DIÂMETRO
(MM)
COMPRIMENTO
(MM)
ALTURA
(MM)
POTÊNCIA
(W)
LÂMPADA BASE UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
230 176 192 300-500 Halógena AL-401 un 141,06 42,47 39,75 - 28,54 42,45 39,25 - - 29,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Obs.: as potências estão dispostas em ordem, com suas respectivas lâmpadas.
Refletores com sensores de presença, inclusive lâmpadas halógenas MATERIAL
LARGURA
(MM)
ALTURA
(MM)
PROFUNDIDADE
(MM)
ALCANCE
(M)
ÂNGULO POTÊNCIA
(W)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
525 445 315 9 180º 100 / 150 un 89,70 53,30 38,00 - 60,50 96,25 61,98 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
REGISTROS
Registros de gaveta brutos MATERIAL
DIÂMETRO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 (3/4”) un 25,22 23,43 23,83 25,30 22,40 19,87 23,61 27,63 17,12 22,88 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 10071, NBR
10072, NBR 14120, NBR 14121, NBR 14150, NBR 14151 e NBR 14580.
Registros de gaveta cromados com canopla MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Padrão popular 20 (3/4”) un 49,51 50,30 53,43 53,77 49,88 52,00 58,50 62,58 48,22 52,33 -
Padrão médio 20 (3/4”) un 55,02 51,00 56,77 51,41 56,73 51,88 65,55 - 54,03 50,09 -
Padrão fino 15 (1/2”) un 51,91 51,21 52,92 54,36 49,66 46,82 56,43 55,12 51,25 58,24 -
20 (3/4”) un 69,49 68,30 73,50 68,50 60,50 63,45 71,96 67,52 74,72 68,04 -
40 (1 1/2”) un 92,18 105,72 115,89 106,28 108,83 108,17 101,08 92,16 107,75 102,54 -
Condições de pagamento: a :à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
294 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
REGISTROS
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Registros de pressão cromados MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Padrão popular 20 (3/4”) un 52,62 51,50 53,13 54,65 49,89 47,00 56,72 55,41 51,45 58,50 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Registros esfera de PVC MATERIAL
DIÂMETRO (MM) UN
20 un 1,62
25 un 2,39
50 un 6,95
75 un 37,50
85 un 73,00
110 un 115,00
Condições de pagamento: à vista. Preço válido para todos os estados. Obs.: consultar valor do frete.
VEJA TAMBÉM Metais Sanitários
RÉGUAS VIBRATÓRIAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
REJUNTES – Veja: Argamassas
REPARO DO CONCRETO – Veja: Recuperação e reforço estrutural
RESERVATÓRIOS DE ÁGUA
Caixas d’água de cimento reforçado com fibras totalmente aderidas cilíndricas MATERIAL
VOLUME (LITROS) PESO (KG) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
500 82 un 107,13 98,30 103,64 136,50 121,00 111,69 102,24 - 99,43 130,65 -
1.000 168 un 222,02 215,00 226,67 225,56 264,65 244,30 223,73 - 217,50 285,73 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 5649, NBR 5650
e NBR 13194.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 295
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RESERVATÓRIOS DE ÁGUA
296 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
RESERVATÓRIOS DE ÁGUA
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Caixas d’água de fibra de vidro cilíndricas MATERIAL
VOLUME (LITROS) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1.000 un 218,94 242,67 235,00 272,33 246,49 230,00 206,39 243,30 244,83 264,13 -
6.000 un 1073,92 1084,47 1050,53 1217,33 1101,62 1028,07 922,27 1087,34 1094,21 1180,89 -
15.000 un 2675,87 2905,92 2814,97 3261,95 2951,88 2754,79 2471,30 2913,62 2932,04 3164,29 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 8 dias. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 8220, NBR 10355 e
NBR 13210.
Caixas d’água de polietileno cilíndricas MATERIAL
VOLUME (LITROS) PESO (KG) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
500 23,80 un 190,22 181,03 173,97 216,33 174,49 160,40 212,57 - 168,74 189,22 -
1.000 45,20 un 322,17 348,88 335,30 417,06 336,30 309,19 409,80 - 325,44 364,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Caixas d’água metálicas de aço inoxidável cilíndricas MATERIAL
VOLUME (LITROS) PESO (KG) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
1.000 24 un 963,50 500,00 - - - 1200,00 - - - - -
2.000 38,5 un 1586,33 - - - - - - - - - -
5.000 98 un 5956,32 - - - - - - - - - -
10.000 190 un 11962,70 - - - - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
Cisternas de concreto armado MATERIAL
VOLUME (LITROS) UN PR
2.600 un 1540,00
4.800 un 2800,00
6.450 un 3750,00
10.300 un 6130,00
12.700 un 7380,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 38 (página 251)
RETROESCAVADEIRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
REVESTIMENTOS ACÚSTICOS – Veja: Isolamentos acústicos
REVESTIMENTOS COM PAINÉIS DE ALUMÍNIO – Veja: Revestimentos para fachadas
REVESTIMENTOS IMPERMEÁVEIS – Veja: Impermeabilizações moldadas “IN LOCO”
REVESTIMENTOS MONOLÍTICOS – Veja: Revestimentos para fachadas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 297
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REVESTIMENTOS PARA FACHADAS
REVESTIMENTOS PARA FACHADAS
Revestimentos de fachadas com painéis de alumínio SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Calandragem m² 28,50
Instalação m² 153,33
Material composto de alumínio – ACM m² 113,20
Usinagem m² 18,50
Preço: material (chapa), mão de obra e equipamentos (instalação, calandragem e usinagem). Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma. Especificações: painéis
constituídos por 2 chapas de alumínio de espessura de 0,5 mm, com núcleo de polietileno e espessura total de 4 mm, pintadas com sistema de pintura resistente ao intemperismo à base de resina PVDF.
Utilização: construção de fachadas, marquises e revestimentos. Sistema: a Calandragem é um processo de usinagem para fabricação de painéis curvos. Obs.: os custos variam de acordo com o sistema de
instalação, aproveitamento da chapa, complexidade do projeto, modulação, cor, espessura e sistema de juntas. Para obtenção do custo correto é necessário a avaliação de um técnico especialista.
298 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
REVESTIMENTOS PARA FACHADAS
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Revestimentos de fachadas monolíticos SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP
Natural Revestimento acrílico várias cores para fachadas – 3 a 4 mm de espessura m² 32,00
Tradicional Cor branca (pigmentado) m² 40,00
Cor cinza m² 38,00
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Obs.: a variação dos preços é em função da coloração do material e área a revestir.
REVESTIMENTOS PARA PAREDES
Azulejos MATERIAL
15 X 15 CM UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Branco extra – “A” m² 15,97 19,08 15,50 16,77 12,78 13,15 17,19 13,98 13,88 17,36 -
Colorido extra – “A” m² 14,80 15,55 17,00 - 15,41 - 17,65 - 15,17 18,75 -
15 X 15 CM UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Branco extra – “A” m² 21,10 16,45 17,92 - 13,85 23,95 16,40 16,05 24,39 14,37 20,75
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Rendimento/Consumo: caixas com 2,0 m². Normas técnicas: NBR 13816, NBR
13817, NBR 13818 e NBR 13754.
Laminados melamínicos MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP
Liso STD (portas e divisórias) Brilhante m² 11,61
Texturizado m² 25,18
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediato. Especificações: chapa para revestimento de substratos rígidos. Laminado decorativo
de alta pressão, dimensões 1,25 x 3,08 m e espessura 0,8 mm.
Pastilhas de porcelana MATERIAL
TIPO DE ACABAMENTO DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Esmaltada 2,50 x 2,50 m² 65,42 55,50 63,42 65,50 72,45 - 79,67 58,07 - - -
4,00 x 4,00 m² 66,77 - - - 71,71 - 100,80 - - - -
Fosca 2,00 x 2,00 m² 75,83 57,50 - - 76,63 - - - - - -
Reta e boleada 2,50 x 2,50 m² 79,83 - - - 77,90 - - - - - -
5,00 x 5,00 m² 97,68 65,55 - - 87,36 - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediato.
Pastilha de vidro MATERIAL
TIPO DIMENSÕES (CM) UN SP MG
Quadrada 2,00 x 2,00 m² 39,64 35,15
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.
REVESTIMENTOS PARA PISOS
Acabamentos para pisos de madeira – Cascolac ou Super-Synteko SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP SC
Brilhante m² 21,33 15,00
Super-Synteko fosco m² 21,32 16,15
Preço: inclusive materiais e mão de obra, compreendendo raspagem, calafetação e aplicação. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 15 dias. Lote básico de contratação: 50 m².
Acessórios para pisos de madeira MATERIAL
TIPO ALTURA (CM) DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cordão – 1,50 x 1,50 m 2,15 - - 4,33 3,60 3,00 - 2,74 3,33 2,67 -
Rodapé 5 – m 7,72 9,33 4,41 5,65 3,38 2,86 5,32 4,71 - 11,25 -
7 – m 8,20 10,15 5,20 6,42 8,27 4,08 7,20 6,00 10,00 11,68 -
Espessura do rodapé: 2 cm. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Essências para o rodapé: Angelim (SC), Maçaranduba
(PE) e Ipê nas demais regiões.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 299
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REVESTIMENTOS PARA PISOS
Assoalhos de madeira MATERIAL
LARGURA (CM) ESPESSURA (CM) UN SP RJ MG
15 2 m² 116,08 88,86 85,92
20 2 m² 123,40 110,68 94,13
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Essência: Ipê. Normas técnicas: NBR 6137.
VEJA TAMBÉM Laminado Melamínico e neste grupo Tacos
Cerâmicas esmaltadas MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
20 x 20 m² 18,78 19,41 - - 21,46 15,54 23,68 - - - -
30 x 30 m² 25,33 25,03 24,97 26,00 24,77 22,30 25,70 25,23 29,89 23,30 -
40 x 40 m² 28,00 24,45 27,47 28,60 25,65 25,20 32,58 32,48 31,79 27,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: m². Obs.: lisas, em várias cores. Normas técnicas:
NBR 6137, NBR 13753, NBR 13816, NBR 13817 e NBR 13818.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 49 (página 46)
Ladrilhos de vidro MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RS
20 x 20 un 22,88 35,39
30 x 30 un 36,28 39,48
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: ladrilho de vidro cristalino supertemperado com espessura de
2,5 cm. Normas técnicas: NBR 6137.
Ladrilhos hidráulicos de cimento para calçadas com espessura de 2 cm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Copacabana m² 23,67
Mapa de São Paulo m² 25,40
25 dados branco m² 26,73
64 dados branco m² 36,10
Condições de pagamento: faturado em 15 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: 100 m². Normas técnicas: NBR 6137.
Pastilha de porcelana antiderrapante MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RS
5 x 5 m² 83,26 49,00
Condições de pagamento: faturado 28 dias (SP) e nas demais regiões à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediato. Obs.: várias cores para revestimento
de pisos e piscinas. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos cerâmicos série industrial MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Extrudado de alta resistência com garras de fixação m² 32,95
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 5 dias. Especificações: resistência à compressão: 1.859 e 1.866 kg/cm². Resistência à tração
na flexão: 256 a 320 kg/cm². Desgaste no percurso de 1.000 m: 0,71 a 0,95 mm. Dureza mohs: entre 8 e 9. Absorção de água: 0,2 a 0,3%.
300 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
REVESTIMENTOS PARA PISOS
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Pisos de alta resistência MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Agregado de alta resistência para piso industrial – 8 mm saco 16,00 8,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: saco de 40 kg em SP e saco de 25 kg em RS. Normas
técnicas: NBR 6137.
Pisos de alta resistência SERVIÇO
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP
Sistema seco/úmido Espargimento (semeadura) de agregados de alta resistência com espessura de 8 mm e acabamento liso m² 36,00
Sistema úmido/seco Revestimento com agregados de alta resistência sobre laje existente m² 30,00
Sistema úmido/úmido Concreto com espessura de 5 a 15 cm revestido com agregados de alta resistência com espessura de 8 a 15 mm m² 38,00
Lançamento e desempenamento do revestimento – m² 10,00
Preço: mão de obra, equipamentos e fôrmas metálicas. Condições de pagamento: à vista até 2.000 m², acima com medições semanais e faturamento a 7 dias. Prazo para início dos serviços: conforme
cronograma. Lote básico de contratação: 2.000 m². Obs.: o fornecimento de materiais e mão de obra com serventia ficam a cargo do contratante. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos de borracha em manta MATERIAL
COR ESPESSURA (MM) UN SP
Colorido 3 m² 64,54
4 m² 94,77
Preto 3 m² 46,74
4 m² 65,90
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos de borracha em placas de 500 x 500 mm MATERIAL
COR ESPESSURA (MM) UN SP
Colorido 3,50 m² 72,30
7,00 m² 145,39
Preto 3,50 m² 20,57
7,00 m² 62,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos de carpete MATERIAL
TIPO DE TRÁFEGO ESPESSURA (MM) DIMENSÕES (M) COR UN SP PR SC PA
Leve 3,20 2,00 x 60,00 Cinza, grafite ou preto m² 9,70 12,50 7,90 -
Médio 3,60 2,00 x 60,00 – m² 12,13 - 14,50 -
Pesado – 2,00 x 30,00 – m² 27,47 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Normas técnicas: NBR 6137 e NBR 7686.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 301
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REVESTIMENTOS PARA PISOS
Pisos de carpete – Colocação SERVIÇO
ESPESSURA (MM) TIPO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
4 Em mantas – forração m² 20,00 19,80 - - - - 15,00 - - 25,00 -
6 Em mantas 100% náilon m² 35,00 - - - - - - - - 34,20 -
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Lote básico de contratação: faturamento mínimo de 50 m². Produtividade: 0,20 Hh/m².
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 33 (página 137)
Piso de concreto estampado SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Estampagem em todos os modelos e cores m² 30,05 25,00 24,00 24,00 24,00 25,00 25,00 25,00 25,00 25,00 -
Faixas circulares e retilíneas m 21,00 21,00 21,00 21,00 22,00 21,00 22,00 22,00 22,00 22,00 -
Preço: inclusive materiais, mão de obra e equipamentos (exceto concreto). Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: imediato. Lote mínimo de contratação: 150 m². Obs.: os
valores acima foram considerados para áreas em torno de 500 m².
Pisos de granilite SERVIÇO
TIPO ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) UN SP
Corrimão Reto – m 11,00
Degrau – – m 13,00
Peitoril Interno com até 15 cm de largura – m 11,00
Piso Com granulometria no 0 8 m² 73,80
Com granulometria no 1 8 m² 49,20
Soleira Interna – m 10,00
Externa com vista – m 11,00
Rodapé – – m 17,00
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: faturado 15 dias. Prazo para início dos serviços: 15 dias. Lote básico de contratação: 100 m². Rendimento/Consumo: agregado e
cimento: 14 kg/m² e 10 kg/m², respectivamente. Sistema de medição de praxe: medição pela área de piso executada. Obs.: cimento e serventia são por conta da obra. As espessuras do rodapé, degrau,
corrimão e peitoril seguem as mesmas do piso em questão. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos drenantes de concreto MATERIAL
COMPRIMENTO (MM) LARGURA (MM) ALTURA (MM) RENDIMENTO (UN/M²) UN SP
500 500 100 4,00 m² 63,07
450 75 3,70 m² 34,30
600 450 95 3,70 m² 54,67
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 6137.
Pisos eletrofundidos – Grades eletrofundidas MATERIAL
TIPO MALHA (MM) DIMENSÕES DAS BARRAS
PRINCIPAIS (MM)
DIÂMETRO DAS BARRAS
SECUNDÁRIAS (MM)
PESO TEÓRICO (KG/M²) CARGA UNIFORMEMENTE DISTRIBUÍDA NO VÃO (KGF/M²) UN SP
1.000 MM 1.500 MM 2.000 MM GALVANIZAÇÃO
Leve 35 x 100 25 x 2 4,00 14,28 790 – – m² 177,00
Média 30 x 100 35 x 3 4,80 32,11 2.690 1.210 – m² 329,00
Pesada 25 x 100 50 x 4,8 4,80 84,93 10.410 4.680 2.670 m² 841,50
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 25 a 30 dias. Lote básico de comercialização: metro quadrado. Especificações:
aço carbono SAE-1010/20. Tratamento superficial opcional de galvanização a fogo.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 45 (página 16)
Pisos elevados com pedras naturais estruturadas de granito – 530 x 530 x 20 mm, altura até 20 cm SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Branco Arabesco, Dallas e semelhantes m² 210,00
Cinza Andorinha, Corumbá e semelhantes m² 190,00
Vermelho Capão Bonito, Brasília e semelhantes m² 210,00
Norma técnica: NBR 6137.
Pisos elevados com pedras naturais estruturadas de granito – 550 x 550 x 20 mm, altura até 20 cm SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Branco Arabesco, Dallas e semelhantes m² 199,00
Cinza Andorinha, Corumbá e semelhantes m² 191,00
Especificações: carga distribuída de 2.023 kgf/m² e carga concentrada no centro da placa de 612 kgf. Norma técnica: NBR 11.802.
Pisos elevados com placas pétreas metamórficas calibradas – 600 x 600 x 25 mm, altura até 20 cm SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Sem revestimento – sem polimento) m² 150,00
Sem revestimento – polida m² 155,00
Com laminado melamínico 2 mm m² 230,00
Especificações: carga distribuída de 3.152 kgf/m² e carga concentrada no centro da placa de 1.135 kgf. Norma técnica: NBR 11802.
Pisos elevados com placas de aço – 625 x 625 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Revestida com forração 5 mm – 1 linha m² 125,77
Revestida com laminado melamínico texturizado m² 130,00
Revestida com material vinílico 30 x 30 cm – 1 linha m² 157,21
Revestida com material vinílico 60 x 60 cm – 1 linha m² 180,79
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 15 dias. Especificações: carga distribuída de 1.200 kgf/m². Altura até 20 cm.
302 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
REVESTIMENTOS PARA PISOS
R
Pisos elevados com placas de aço e enchimentos com argamassas – 600 x 600 mm – Medida nominal MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Sem revestimento m² 160,00
Com laminado melamínico 2 mm, antiestático m² 262,32
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor, São Paulo, SP. Prazo de entrega: 5 dias. Especificações: cargas máximas de segurança: 1.452 kg a 2.315 kg.
Cargas rolantes: 10.000 passes: 272 kg a 454 kg. Altura acabada: 10 cm a 40 cm. Norma técnica: NBR 6137.
Pisos elevados com placas de madeira – 28 x 600 x 600 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Para ar-condicionado un 130,00
Para tomadas un 15,00
Proteção adicional de lâmina de alumínio na face inferior m² 3,50
Revestida com forração 5 mm – 1 linha m² 71,47
Revestida com laminado melamínico texturizado m² 76,97
Revestida com material vinílico 30 x 30 cm – 1 linha m² 138,00
Revestida com material vinílico 60 x 60 cm – 1 linha m² 147,90
Especificações: carga distribuída de 465 kgf/m². Altura até 20 cm. Norma técnica: NBR 6137.
Pisos elevados com placas de madeira aglomerada – 38 x 600 x 600 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Para ar-condicionado un 130,00
Para tomadas un 15,00
Revestida com forração 5 mm – 1 linha m² 195,73
Revestida com laminado melamínico texturizado m² 159,99
Revestida com material vinílico 30 x 30 cm – 1 linha m² 153,39
Revestida com material vinílico 60 x 60 cm – 1 linha m² 163,29
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: 15 dias. Normas técnicas: NBR 6137, NBR 11802, NBR 12516 e NBR 12544.
Pisos de laminados melamínicos MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES UN SP
Madeira/Fantasia Brilhante m² 26,99
Texturizado m² 28,57
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediato. Especificações: chapa para revestimento de substratos rígidos. Laminado decorativo
de alta pressão, dimensões 1,25 x 3,08 m e espessura 0,8 mm.
Pisos metálicos estruturados em chapa de aço no 14 de 250 x 250 MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP
Fosfatizado m² 140,00
Galvanizado a fogo m² 184,80
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 15 dias. Lote básico de comercialização: m². Rendimento/Consumo: 16 un/m². Especificações:
antiderrapante. Norma técnica: NBR 6137.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição no 28 (página 262)
Pisos podotáteis MATERIAL
DIMENSÕES (CM) ESPECIFICAÇÕES COR USO UN
40 x 40 x 3 Alerta Vermelho Área externa un 32,00
Direcional Vermelho Área externa m 32,00
Piso vinílico acústico com dimensões de 2,00 x 20,00 m MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP
3 m² 64,80
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Normas técnicas: NBR 6137, NBR 7374, NBR 14917-1 e NBR 14917-2.
Piso vinílico condutivo MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES TIPO DE TRÁFEGO ESPESSURA (MM) UN
Traffic Médio e intenso 2 m² 140,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Obs.: preços sugeridos para todo o Brasil.
Piso vinílico em manta com dimensões de 2,00 x 20,00 m MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP
2 m² 64,69
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Norma técnica: NBR 6137.
Pisos vinílicos em placas com espessura de 2,00 mm MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
30 x 30 m² 29,42 33,63 - 34,20 - - 27,55 - - 36,00 -
60 x 60 m² 31,95 41,41 - - - - 33,96 - - 44,26 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: conforme cronograma. Norma técnica: NBR 6137.
Porcelanato MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
40 x 40 m² 65,81 58,90 - 72,63 - - - 90,09 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: m². Obs.: em várias cores lisas. Norma técnica: NBR 6137.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 303
R-S
REVESTIMENTOS PARA PISOS
Taco MATERIAL
DIMENSÕES (CM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
10 x 40 m² 63,98 - 46,03 57,60 79,50 - - - - - -
Especificações: taco para fixação com cola. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 10 dias. Lote básico de comercialização: m².
Essência: Ipê. Normas técnicas: NBR 6137, NBR 6451 e NBR 6471.
VEJA TAMBÉM Juntas de Dilatação e Mão de obra para Serviços de Construção Civil
SAIBRO
MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Barro m³ 55,00 63,25 47,08 33,66 32,50 45,00 29,25 - 39,04 - -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Barro m³ - 30,00 22,50 31,00 28,75 - - 44,17 34,63 30,00 42,50
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Obs.: a “Areia de goma” possui características similares às do Saibro. Normas
técnicas: NBR 7211, NBR 9935, NBR 9992 e NBR NM 45.
SALÁRIOS DOS PROFISSIONAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Entre as categorias profissionais estão incluídas algumas que não fazem parte dos quadros normais de empresas construtoras. Trata-se de profissionais mais especializados como azulejistas, pastilheiros, encanadores e
eletricistas que normalmente são contratados por empreitadas e não por salário/hora. Para tanto, foram feitos os cálculos de conversão. No salário/hora não foi considerada a taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho.
MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Ajudante de carpinteiro h 3,49 3,47 2,87 2,56 3,22 2,79 2,75 2,35 2,51 2,48 2,59
Ajudante de pintor h 3,49 3,47 2,87 2,56 3,22 2,79 2,75 2,35 2,51 2,48 2,59
Ajudante geral h 3,49 3,27 2,87 2,28 2,97 2,53 2,31 2,35 2,51 2,48 2,36
Apontador mês 917,40 1.126,40 836,00 778,80 913,00 614,00 897,53 812,93 734,80 547,00 730,00
Azulejista h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Carpinteiro h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Eletricista h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Eletricista meio-oficial h 3,49 3,47 2,87 2,56 3,22 2,79 2,75 2,35 2,51 2,48 2,59
Encanador ou funileiro ou bombeiro hidráulico h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Encanador ou funileiro ou bombeiro hidráulico - meio-oficial h 3,49 3,47 2,87 2,56 3,22 2,79 2,75 2,35 2,51 2,48 2,59
Encarregado de obra h 7,81 7,61 8,20 6,16 4,58 – 5,66 5,93 – 4,04 3,84
Ferreiro ou Armador h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Ferreiro ou Armador - meio-oficial h 3,49 3,47 2,87 2,56 3,22 2,79 2,75 2,35 2,51 2,48 2,59
Graniteiro ou Marmorista h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Ladrilhista h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Maquinista (operador para elevador) h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Mestre-de-obra h 12,79 10,33 11,89 12,80 6,10 8,73 7,91 6,61 – 5,91 10,00
Motorista para caminhão h 5,27 3,87 4,68 4,28 3,54 3,75 3,94 3,73 4,39 3,32 3,31
Operador de betoneira h 3,49 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Operador de compressor h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Operador de guincho h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Operador de martelete pneumático h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,84
Pastilheiro h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Pedreiro h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Pintor h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Poceiro h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Servente h 3,49 3,27 2,45 2,28 2,97 2,53 2,31 2,21 2,51 2,16 2,36
Soldador h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,46
Taqueiro h 4,17 4,45 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Telhadista h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,31
Tratorista - para serviços de terraplenagem h 4,17 4,79 3,80 3,54 4,15 3,87 3,40 3,77 3,34 3,32 3,84
Vigia mês 767,80 763,40 565,40 501,60 708,40 557,00 511,29 516,67 662,64 547,00 570,00
Obs.: data-base dos profissionais da construção civil, segundo pesquisa realizada nas principais construtoras e empreiteiras de cada estado: Janeiro (BA), Março (CE e RJ), Maio (DF, SC e SP), Junho
(PR e RS), Agosto (PA), Outubro (PE) e Novembro (MG). Data-base: fevereiro de 2010.
MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Ajudante de carpinteiro h 2,64 2,19 2,50 2,39 2,60 2,48 2,64 2,35 2,32 2,34 2,89
Ajudante de pintor h 2,64 2,19 2,50 2,39 2,60 2,48 2,64 2,35 2,32 2,34 2,89
Ajudante geral h 2,64 2,11 2,28 2,31 2,60 2,41 2,64 2,35 2,32 2,34 2,32
Carpinteiro h 3,12 2,95 3,00 2,98 3,51 3,31 3,27 2,74 2,73 3,34 3,64
Eletricista h 3,12 2,95 3,86 2,98 4,29 3,31 3,27 2,74 2,73 4,22 4,11
Eletricista meio-oficial h 2,64 2,19 2,50 2,39 2,60 2,48 2,64 2,35 2,32 2,34 2,89
Encanador ou funileiro ou bombeiro hidráulico h 3,12 2,95 3,10 2,98 3,51 3,31 3,27 2,74 2,73 4,22 4,11
Encanador ou funileiro ou bombeiro hidráulico – meio-oficial h 2,64 2,19 2,50 2,39 2,60 2,48 2,64 2,35 2,32 2,34 2,89
Ferreiro ou Armador h 3,12 2,95 3,00 2,98 3,51 3,31 3,27 2,74 2,73 3,34 3,64
Ferreiro ou Armador – meio-oficial h 2,64 2,19 2,50 2,39 2,60 2,48 2,64 2,35 2,32 2,34 2,89
Pedreiro h 3,12 2,95 3,00 2,98 3,51 3,31 3,27 2,74 2,73 3,34 3,64
Pintor h 3,12 2,95 3,00 2,98 3,51 3,31 3,27 2,74 2,73 3,34 4,11
Servente h 2,31 2,19 2,28 2,31 2,60 2,41 2,36 2,34 2,32 2,32 2,32
Obs.: data-base dos profissionais da construção civil, segundo pesquisa realizada nas principais construtoras e empreiteiras de cada estado: Março (MS), Maio (AL, ES, GO e MT), Julho (AM e TO),
Outubro (RN) e Novembro (MA, PB e PI). Data-base: fevereiro de 2010.
VEJA TAMBÉM Custo da Mão de obra por m² em Mão de obra para Serviços de Construção Civil e Custos de Projetos e Serviços Técnicos.
304 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
SONDAGENS
S
SANITÁRIOS – Veja: Instalações provisórias
SARJETAS – Veja: Guias e sarjetas de concreto
SARRAFOS – Veja: Madeiras
SECCIONADORAS – Veja: Chaves e seccionadoras elétricas
SEGURANÇA INDIVIDUAL – Veja: EPIs
SERRAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
SIFÕES – Veja: Esgoto sanitário
SONDAGENS
Sondagem a percussão SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Mobilização de equipe e equipamento para execução
de sondagem a percussão – região metropolitana
equipe 758,89 896,42 575,00 592,50 421,43 515,00 502,50 625,00 430,00 672,50 -
Serviço de sondagem m 62,59 54,76 54,17 45,50 38,71 59,50 42,50 54,33 42,50 75,00 -
Preço: incluindo mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Lote básico de contratação: faturamento mínimo 30 metros. Sistema de medição
de praxe: medição por metro de sondagem executada.
Sondagens rotativas ou mistas SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Execução em solo com ensaio SPT BW m 171,31 121,90 180,00 135,00 166,25 130,00 165,00 140,00 - 150,00 -
Execução em solo com medida de SPT e Torque BW m 199,42 199,44 230,00 - 163,33 153,33 125,00 97,50 - 180,00 -
Execução em solo sem medida de SPT BW m 119,91 92,22 132,96 - 117,29 129,33 - - - 113,68 -
Mobilização de equipe e equipamento para execução
de sondagem rotativa – região metropolitana
– equipe 2780,00 1698,17 2775,00 - 1700,00 1205,00 2166,67 2532,00 - 1800,00 -
Sondagens rotativas ou mistas SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Perfuração em rocha alterada NW m 364,74 331,92 279,62 218,77 354,50 335,57 - 216,18 - 359,34 -
BW m 266,40 265,57 288,33 180,00 281,67 288,50 250,00 263,33 - 320,00 -
AW m 249,64 185,87 284,02 155,77 293,21 216,38 - - - 301,64 -
Perfuração em rocha de natureza equivalente
ao arenito, siltito, folhelho e calcário (rochas
sedimentares)
NW m 404,94 414,69 437,38 346,62 435,82 379,46 - 438,21 - 364,39 -
BW m 378,00 352,49 402,50 290,00 395,00 356,38 332,50 313,33 - 325,00 -
AW m 323,95 306,24 465,80 258,93 359,78 319,30 - - - 305,30 -
Perfuração em rocha de natureza equivalente ao
basalto, diabásio, xistos (rochas magmáticas e
metamórficas)
NW m 459,36 434,48 465,95 355,93 433,11 465,28 - 450,97 - 472,06 -
BW m 388,50 370,48 450,00 310,00 400,00 418,75 425,00 384,00 - 430,00 -
AW m 362,01 312,58 499,68 264,07 354,36 449,77 - - - 405,65 -
Perfuração em rocha de natureza equivalente ao
gnaisse, granito e nigmatito (rochas magmáticas e
metamórficas)
NW m 498,61 456,64 534,30 617,50 516,14 546,32 - 511,10 - 457,21 -
BW m 440,17 384,91 495,00 520,00 461,67 487,50 466,67 440,00 - 407,50 -
AW m 412,00 299,23 556,99 455,00 415,49 447,37 - - - 389,90 -
Preço: incluindo mão de obra e equipamentos. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: 10 dias. Lote básico de contratação: faturamento mínimo 30 metros. Sistema de medição
de praxe: medição por metro de sondagem executada. Especificações: o diâmetro de NW corresponde a 7,56 m, BW a 5,99 m e o AW de 4,80 m.
STEEL DECK – Veja: Lajes compostas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 305
S
SONDAGENS
306 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
SUBCOBERTURAS
S-T
SUBCOBERTURAS
Subcoberturas MATERIAL
TIPO EMBALAGEM UN SP
Massa asfáltica polimerizada à base de elastrômeros, estruturada com véu fibra de vidro especial rolo de 15 m rolo -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
SUPORTES PARA FIXAÇÃO DE BACIAS SANITÁRIAS – Veja: Aparelhos sanitários
TÁBUAS – Veja: Madeiras
TACOS – Veja: Revestimentos para pisos
TALHAS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
TAMPÕES
Tampões de ferro fundido para poços de visitas simples MATERIAL
MODELO RESISTÊNCIA
(TF)
DIÂMETRO
EXTERNO (MM)
DIÂMETRO
INTERNO (MM)
DIÂMETRO DO
TAMPÃO (MM)
ALTURA DO
TELAR (MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
TD-600 30 850 600 660 95 un 305,67 248,33 206,00 - - - 229,50 290,00 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Obs.: o modelo TD-600 é padrão
recomendado pela SABESP.
TANQUES SÉPTICOS – Veja: Esgotos sanitários
TANQUES – Veja: Aparelhos sanitários
TAPA-TRINCAS – Veja: Tintas e acessórios para pintura
TAXAS – Veja: Projetos e serviços técnicos
TELAS
Telas de aço CA-60 soldadas quadrangulares MATERIAL
DIÂMETRO DO FIO (MM) DIMENSÕES DA TRAMA (MM) PESO (KG/M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3,40 150 x 150 0,97 rolo 1202,19 1476,65 1452,32 1265,80 1175,32 1241,70 1368,33 1794,99 1255,34 1166,14 -
4,20 100 x 100 2,20 painel 133,75 163,28 160,05 146,00 127,97 134,02 149,48 203,68 149,68 139,00 -
5,60 100 x 100 2,13 painel 229,14 277,36 286,05 259,53 236,90 228,37 268,62 339,99 240,54 - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: rolo. Especificações: rolos de 2,45 x 120,00 m e painéis
de 2,45 x 6,00 m. Normas técnicas: NBR 5916 e NBR 7481.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 307
T
TELAS
Telas de arame galvanizado – Malhas quadrangulares MATERIAL
NÚMERO DO FIO MALHA (POL) ESPECIFICAÇÃO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2,20 2”x 2” 14 BWG – zincado m² 10,37 13,34 12,74 12,05 11,79 - 14,32 10,99 - - -
2 1/2”x 2 1/2” 14 BWG – zincado m² 9,12 10,96 10,47 9,90 9,69 - 11,76 9,03 - - -
2”x 2” 14 BWG – revestido de PVC m² 17,17 24,79 20,87 14,67 20,07 - 21,33 13,05 - - -
2 1/2”x 2 1/2” 14 BWG – revestido de PVC m² 15,25 21,46 18,06 12,70 17,37 - 18,47 11,29 - - -
2,70 2”x 2” 12 BWG – zincado m² 15,10 18,37 17,37 16,50 16,16 - 19,54 15,15 - - -
2 1/2”x 2 1/2” 12 BWG – zincado m² 13,21 15,06 14,43 13,62 13,35 - 16,24 12,41 - - -
2” x 2” 12 BWG – revestido de PVC m² 29,50 33,08 27,73 19,50 26,83 - 28,40 17,35 - - -
2 1/2”x 2 1/2” 12 BWG – revestido de PVC m² 21,38 28,51 23,99 16,87 23,08 - 24,53 15,00 - - -
3,40 2”x 2” 10 BWG – zincado m² 22,02 28,66 27,37 25,89 25,33 - 30,75 23,60 - - -
2 1/2”x 2 1/2” 10 BWG – zincado m² 19,17 24,75 23,64 22,36 21,87 - 26,56 20,38 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: rolo com 10 e 25 m de comprimento e larguras de 1,5 m,
1,8 m e 2,00 m. Especificação: tela para alambrados e cercas.
Telas de polietileno para tapumes e sinalizações MATERIAL
TIPO TIPO DA MALHA LARGURA (M) MALHAS UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cercamento Hexagonal 1,00 1/2” m² 2,17 - - - - - - - 2,66 - -
Losangular 1,50 1” m² 2,08 - - - - - - - 2,55 - -
Contenção Quadrangular 1,20 10 x 10 mm m² 10,85 - - - - - - - 13,29 - -
Proteção – 1,50 – m² 1,86 - - - - - - - - - -
– 3,00 – m² 1,77 - - - - - - - - - -
Tapume – 1,20 – m² 2,33 - 3,49 3,71 - - - - - 3,90 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: bobinas 50 ou 100 metros. Especificações: para
demarcação de obras, torre de elevador, proteção contra reboco, sinalizações, etc. Lote básico de comercialização: bobinas de 50 ou 100 metros.
Telas soldadas galvanizadas – Malhas retangulares MATERIAL
DIÂMETRO
(MM)
MALHA
(MM)
ESPECIFICAÇÃO ALTURA
(M)
PESO MÉDIO
(KG/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
2,70 100 x 50 12 BWG 1,50 1,41 rolo 578,76 - 465,92 - 436,42 402,21 - 541,63 474,78 - -
150 x 50 12 BWG 1,50 1,29 rolo 515,60 392,09 412,32 482,25 423,92 366,01 446,80 520,73 438,26 487,00 -
150 x 50 12 BWG 2,00 1,26 rolo 649,38 537,84 520,84 707,34 540,00 487,92 578,04 708,21 493,03 628,50 -
3 150 x 50 12 BWG 1,50 1,59 rolo 450,90 404,86 543,18 - - 468,28 418,99 629,10 361,13 - -
150 x 50 12 BWG 2,00 1,56 rolo 738,28 576,24 609,06 817,55 593,50 623,84 599,82 840,10 544,64 716,49 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 5 dias. Lote básico de comercialização: rolo com 25 m. Especificações: para alambrados.
308 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TELEFONIA
T
TELEFONIA
Caixas padrão Telebrás com fecho triângulo MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO ALTURA
(MM)
LARGURA
(MM)
PROFUNDIDADE
(MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Embutir 600 600 120 un 88,67 - - - 133,38 - - - - 100,52 -
Sobrepor 600 600 120 un 127,49 167,95 - - - 139,35 153,00 153,72 162,50 123,37 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata.
TELHAS
Telha acrílica MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN PR
Telha de acrílico plana un 60,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor.
Telhas cerâmicas MATERIAL
TIPO CONSUMO (UN/M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Colonial 25 milheiro 1328,57 1600,00 - 754,13 - 893,33 750,00 752,85 223,33 305,00 -
Cumeeira 3 un 1,64 1,64 2,06 1,85 1,32 2,10 1,83 3,26 4,27 4,50 -
Francesa 16 milheiro 1348,75 1160,00 1283,33 1200,00 704,29 842,50 1121,50 1652,00 - - -
Paulista 25 milheiro 1058,43 950,00 935,83 - - - 750,00 560,00 1125,00 900,00 -
Plan 24 milheiro 1037,38 1025,00 900,00 596,00 860,00 705,00 650,00 796,25 1010,00 745,00 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem. Normas técnicas: NBR 15310, NBR 8039.
Telhas de aço MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA
(MM)
LARGURA
ÚTIL (MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Ondulada Galvanizada 0,43 912,00 m² 17,90 18,28 17,80 18,31 15,33 16,50 18,31 18,94 21,88 18,50 -
Galvanizada 0,50 912,00 m² 21,34 19,38 - - 16,39 18,94 21,13 25,25 23,77 20,97 -
Galvanizada 0,65 988,00 m² 27,21 - - - 23,27 - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 7 dias.
Telhas de aço térmicas MATERIAL
TIPO ESPECIFICAÇÕES ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Sanduíche
poliuretano
Pré-pintado 0,43 m² 80,73 - - - - - - - - - -
Pré-pintado 0,50 m² 80,50 - - - - - - - - - -
Pré-pintado 0,65 m² 85,50 - - - - - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: 7 dias.
Telhas de alumínio térmicas MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES LARGURA
ÚTIL (MM)
LARGURA
NOMINAL (MM)
ESPESSURA
(MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cumeeira normal – – 30 un 37,74 - - - 31,93 - - - - - -
Termoacústica 1.000 1.056 30 m² 85,29 102,12 83,00 - - - - - - - -
Condições de pagamento: faturado 30 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Especificações: comprimento 1,30 m.
Telhas de cimento reforçado com fibras totalmente aderidas (fibrocimento) – Estruturais MATERIAL
PERFIL ESPESSURA
(MM)
LARGURA
NOMINAL (MM)
LARGURA
ÚTIL (MM)
COMPRIMENTO
(MM)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Canalete 49 8 510 490 3.600 un 62,42 96,03 103,39 110,00 94,12 99,74 79,75 157,27 110,60 142,00 -
Canalete 90/
Kalhetão 90
8 1.008 908 3.000 un 73,12 69,92 75,24 80,06 68,54 72,54 57,93 114,44 80,41 103,27 -
Etermax/Maxiplac 6 1.064 1.020 4.100 un 84,66 57,81 62,20 66,20 56,66 59,98 47,89 94,62 66,48 85,38 -
Kalheta 44 8 468 440 3.000 un 46,53 69,11 74,37 79,14 67,75 71,71 57,26 113,13 79,49 102,08 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 30 dias.
Telhas de cimento reforçado com fibras totalmente aderidas (fibrocimento) moduladas ou onda 50 com largura útil de 50 cm
e largura total 60,5 cm MATERIAL
ESPESSURA (MM) COMPRIMENTO (MM) PESO (KG/UN) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
8 1.850 18 un 30,73 40,13 - 49,26 35,09 - 31,27 79,48 - 60,99 -
3.200 31 un 59,98 80,85 - 99,37 70,72 - 62,99 160,10 - 122,88 -
4.100 40 un 74,03 110,39 - 135,51 96,54 - 86,03 218,64 - 167,79 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Peças complementares para telhas moduladas ou onda 50 MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cumeeira articulada (aba superior + aba inferior) cj 25,99 40,19 61,00 44,56 26,53 30,59 26,99 69,35 - 34,48 -
Cumeeira normal inclinação de 10º un 20,54 26,42 38,80 27,28 20,26 26,11 19,90 55,75 - 30,00 -
Massa para calafetação kg 15,63 - 5,60 6,23 - 3,60 13,72 5,50 - 3,35 -
Rufo direito ou esquerdo un 12,88 23,40 28,00 - - 15,74 12,30 29,84 22,75 22,70 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 309
T
TELHAS
Telhas de cimento reforçado com fibras totalmente aderidas (fibrocimento) onduladas com largura útil de 105 cm, largura
total de 110 cm e altura da onda = 51 mm + espessura MATERIAL
ESPESSURA (MM) COMPRIMENTO (MM) PESO (KG/UN) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
5 1.220 13,50 un 12,94 21,69 20,38 22,23 19,27 21,37 21,37 27,61 29,20 30,44 -
1.830 20,30 un 20,25 20,72 19,49 21,38 18,50 20,39 20,43 26,45 27,92 29,03 -
6 1.830 24,40 un 23,61 26,00 27,89 27,43 20,80 25,02 24,54 31,55 33,26 33,65 -
2.440 32,50 un 32,67 44,03 47,12 38,65 35,34 42,36 41,45 53,52 56,39 56,95 -
8 1.830 32,50 un 32,68 40,97 - 47,30 28,76 - 33,27 44,76 33,57 41,73 -
2.440 43,40 un 44,11 54,95 - - 38,58 - 44,68 60,06 45,10 56,32 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 5640, NBR 7196, NBR 7581, NBR 8055, NBR 9066, NBR
12800, NBR12825, NBR 15210-1, NBR 15210-2 e NBR 15210-3.
Peças complementares para telhas onduladas com espessura de 8 mm MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Clarabóia 1,83 x 1,10 m un 64,40 - - - 75,39 - - 147,07 105,98 32,00 -
Cumeeira articulada (aba superior/aba inferior) cj 24,24 37,32 25,00 56,00 24,70 36,34 28,17 67,21 42,15 70,00 -
Cumeeira normal inclinação de 10º e aba de 300 mm un 20,93 25,00 25,17 22,23 16,83 23,36 21,02 35,29 - 21,16 -
Cumeeira shed inclinação mínima de 5º un 17,55 22,42 26,90 37,38 16,58 26,52 20,11 43,10 28,59 18,25 -
Cumeeira universal inclinação de 10º a 30º un 17,33 22,88 28,13 27,40 17,09 29,29 20,82 38,47 27,52 26,76 -
Espigão universal un 16,75 25,50 34,00 - 15,46 - - 47,22 28,68 - -
Rufo direito ou esquerdo un 14,46 24,00 25,95 20,45 13,94 24,68 19,58 29,65 21,78 33,90 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Telhas de concreto MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES LARGURA
NOMINAL (MM)
LARGURA
ÚTIL (MM)
COMPRIMENTO
(MM)
INCLINAÇÃO
(%)
PESO/ CONSUMO
(KG/M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Cumeeira – – – – 49,35 un 6,95 7,15 7,29 6,13 6,75 5,63 4,27 4,80 2,00 5,55 -
Pérola 330 320 419 30 49,35 un 1,89 2,52 2,59 1,95 1,95 1,71 1,70 1,83 4,50 2,40 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: viagem. Especificações: dimensões de 419 x 330 mm.
Normas técnicas: NBR 13858-1 e NBR 13858-2.
310 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TELHAS
T
Telha de policarbonato MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN PR
Telha de policarbonato un 40,00
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra.
Telhas de fibra vidro (fiberglass) MATERIAL
PERFIL ESPESSURA (MM) LARGURA NOMINAL (MM) LARGURA ÚTIL (MM) COMPRIMENTO MÁXIMO (MM) UN SP RJ MG CE
Trapezoidal 1,00 1032 e 1070 980 e 1020 1.000 m² 18,57 18,57 18,57 18,57
Ondulada al17 1,00 1.100 1.000 1.000 m² 18,57 18,57 18,57 18,57
Trapezoidal 1,50 1032 e 1070 980 e 1020 1.000 m² 27,85 27,85 27,85 27,85
Ondulada al17 1,50 1.100 1.000 1.000 m² 27,85 27,85 27,85 27,85
Trapezoidal 2,00 1032 e 1070 980 e 1070 1.000 m² 37,15 37,15 37,15 37,15
Ondulada al17 2,00 1.100 1.000 1.000 m² 37,15 37,15 37,15 37,15
Condições de pagamento: faturado 30 DDI, com desconto a vista de 3%. Entrega/Retirada: com entrega na grande São Paulo até o comprimento de 8 m. Prazo de entrega: 7 dias úteis. Especificações:
telhas PRFV translúcidas em fiberglass, fabricadas em todos os modelos de telhas galvanizadas, alumínio e zipadas, nas cores incolor, branca leitosa, azul, verde e amarela e em várias espessuras.
TENSOR
LOCAÇÃO
UN RS
Tensor metálico un/mês 0,47
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica, no PR e posto revendedor para as demais regiões. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Distanciadores Plásticos e Fôrmas
TEODOLITOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
TERRAPLENAGEM
Escavações e aterros MÃO DE OBRA
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Apiloamento com nivelamento de terreno m² 12,01 11,25 8,38 7,80 8,58 8,65 7,90 7,56 - 7,39 8,07
Compactação de aterro m³ 0,48 0,48 0,40 0,38 0,38 0,40 0,36 0,38 - 0,34 0,37
Escarificação, escavação e remoção de terra até 1 km m³ - - - - - - - - - - -
Espalhamento de terra em camadas no aterro
utilizando trator sobre esteiras, distância até 30 m
m³ 0,05 0,06 0,05 0,04 0,04 0,05 0,04 0,05 - 0,04 0,05
Preço: mão de obra inclusive Taxa de Leis Sociais e Riscos do Trabalho (129,34% para São Paulo/Rio de Janeiro e 127,95% para as demais regiões). A partir da edição no 26 desta revista adotamos BDI = zero nos
serviços acima calculados com base no livro TCPO – Tabela de Composições de Preços para Orçamento, 12a edição, para que a taxa seja adotada em função das especificidades da obra e da empresa construtora,
dadas as várias situações de administração do canteiro, administração central, riscos, remuneração do capital e outras contingências. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços,
bem como a movimentação de materiais dentro da obra são por conta da firma empreiteira. Condições de pagamento: mediante medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma.
Produtividade: escavação, reaterro apiloado e nivelamento – 8,60 h/m³. Sistema de medição de praxe: escavação – volume medido na vala e apiloamento – área de terreno apiloada. Norma técnica: NBR 5681.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 311
T
TINTAS E ACESSÓRIOS PARA PINTURAS
TEXTURAS – Veja: Tintas e acessórios para pintura
TIJOLOS – Veja: Alvenarias
TINTAS E ACESSÓRIOS PARA PINTURA
Esmalte sintético MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/CONSUMO (M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Esmalte sintético para interiores e
exteriores – galão de 3,60 l
30 un 47,91 54,74 53,95 58,33 58,06 63,48 55,22 61,79 50,13 60,50 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Fundo nivelador para madeira MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/CONSUMO (M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Galão de 3,60 l 18 un 45,24 54,86 56,00 54,75 34,75 38,50 45,83 52,41 45,20 44,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Látex MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Látex acrílico semibrilho, para interiores e exteriores – lata de 18,00 l un 177,35 204,63 190,70 194,33 186,39 207,65 238,33 200,40 212,89 213,26 -
Látex PVA, para interiores e exteriores – lata 18,00 l un 146,13 165,10 153,09 164,30 153,61 195,30 146,67 146,93 174,11 165,19 -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Látex PVA, para interiores e exteriores – lata 18,00 l un 176,60 165,80 165,00 168,28 154,17 171,20 167,38 184,35 186,25 202,18 198,66
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Rendimento/Consumo: galão/30 m². Normas técnicas: NBR 11702, NBR 13245 e NBR 15079.
Massa corrida para madeira MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/CONSUMO (M²) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Base óleo – galão de 3,60 l 6 un 34,61 37,76 36,03 43,95 32,30 31,74 38,08 35,64 35,85 35,99 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Massas corridas para paredes MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Base acrílica – lata 18 l un 82,49 91,06 84,22 89,76 78,83 78,33 94,07 74,18 80,51 88,91 -
Base PVA – lata 18 l un 42,74 47,34 39,29 53,27 54,75 52,34 48,63 40,33 28,56 38,84 -
ESPECIFICAÇÕES UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
Base PVA – lata 18 l un 60,28 56,23 56,90 50,37 55,26 48,99 48,42 27,04 28,57 32,73 47,25
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Rendimento/Consumo médio: galão/8 m², galão/9 m² e lata/45 m².
312 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TINTAS E ACESSÓRIOS PARA PINTURA
T
Preparadores líquidos para paredes MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/
CONSUMO MÍNIMO (M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Preparador base água – lata de 18,00 l – un 148,04 151,60 147,67 176,27 125,83 147,87 - 163,77 172,05 183,30 -
Selador base acrílica – lata de 18,00 l 75 un 81,92 97,84 75,90 94,97 98,92 83,23 101,33 87,92 90,66 90,16 -
Selador base látex PVA – lata de 18,00 l 175 un 129,75 131,50 91,67 150,00 96,38 79,37 - - 113,55 110,45 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Tapa-trincas – Autoadesivos MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES LARGURA (MM) UN SP
Fita Rolo de 25 m 50 un 20,12
Rolo de 40 m 100/30/40 un 44,70
Rolo de 10 m 150/50/40 un 16,76
Selatrinca – Massa MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Galão de 3,60 l un 128,80 142,50 115,00 140,00 100,00 133,50 63,46 155,50 - 159,51 -
Condições de pagamento: faturado 28 dias. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 7 dias. Especificações: fita auto-adesiva: extra-fina, antimofo e impermeável. Tela
auto-adesiva: elástica, antimofo, 100% poliéster com bandagem central. Para o tratamento e prevenção de fissuras, trincas e junta de dilatação. Massa: à base de resina acrílica com fibras, para tapar
e calafetar buracos e trincas em paredes.
Texturas SERVIÇO
TIPO ESPECIFICAÇÕES ÁREA UN SP
Graffiato Revestimento nobre acrílico com aparência arranhada NP* m² 22,00
Granilha Revestimento à base de resina acrílica e pedras naturais NP* m² 28,00
Quartzo Revestimento à base de resina acrílica e areia de quartzo colorida interna m² 10,00
Revestimento à base de resina acrílica e areia de quartzo colorida externa m² 10,50
Quartzwave Revestimento nobre acrílico jateado NP* m² 16,50
Terracota Revestimento nobre acrílico com efeitos de manchas e envelhecimento NP* m² 16,00
Preço: inclusive materiais e mão de obra. Condições de pagamento: parcelado ou medições quinzenais. Prazo para início dos serviços: 5 a 10 dias. Lote básico de comercialização: faturamento mínimo
de 50 m². Obs.: a variação dos preços é em função da coloração do material. Ferramentas e equipamentos necessários à execução dos serviços, bem como à movimentação de materiais dentro da obra
são por conta da firma empreiteira.
Tintas anticorrosivas MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/
CONSUMO (M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Antióxido cromato de zinco – galão de 3,60 l 20 un 61,80 51,52 - 62,50 - - - - 51,53 53,76 -
Sintética fosca, grafite – galão de 3,60 l 30 un 47,85 55,59 49,85 51,23 54,40 50,20 45,51 53,55 45,88 59,50 -
Zarcão – galão de 3,60 l 30 un 60,26 59,53 53,85 59,63 51,32 49,16 70,85 51,82 53,80 56,71 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Normas técnicas: NBR 14847 e NBR 14951.
Tinta óleo MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/
CONSUMO (M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Óleo, para interiores – galão de 3,60 l 30 un 41,37 47,60 45,60 54,90 34,62 33,02 49,67 42,92 45,18 38,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Verniz MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES RENDIMENTO/
CONSUMO (M²)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Poliuretano para interiores e exteriores –
galão de 3,60 l
35 un 84,03 86,85 - 69,50 54,00 71,67 36,45 - - 75,33 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VEJA TAMBÉM Mão de obra para Serviços de Construção Civil
TIRFORS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
TOMADAS ELÉTRICAS – Veja: Interruptores e tomadas elétricas
TOPOGRAFIA
Aberturas de picadas SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Em terreno com vegetação que possibilite o uso apenas de facão e foice km 1533,33 976,53
Em terreno que exija além do uso da foice e facão também machado e motosserra km 1900,00 1930,60
Alocações de equipes SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Fornecimento de equipe de cadastro de interferência subterrânea composta por 1 encarregado, 1 técnico detectorista, 3 ajudantes, 1 detector
eletromagnético, 1 veículo, inclusive coordenação, cálculo e desenhos
dia 2134,86 1393,67
Fornecimento de equipe de topografia composta de 1 técnico, 2 auxiliares, 1 teodolito classe 2, 1 nível classe 2, trena, demais acessórios usuais, veículo,
inclusive cálculo e desenho executados pela equipe na obra
dia 1413,63 1265,12
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 313
T
TOPOGRAFIA
Cadastro SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RS
PV (águas pluviais e esgotos) e B1 un 135,00 94,60
Levantamentos planialtimétricos e cadastrais SERVIÇO
TIPO DE ÁREA ÁREAS (M²) UN SP RS
Área rural Até 1 ha un 2020,00 1676,82
Acima de 1 ha ha 1735,00 1374,85
Favelas Até 2.000 m² m² 1,72 1,70
Acima de 2.000 m² m² 0,93 0,96
Seções transversais, a partir do eixo básico existente Com nivelamento geométrico m 2,66 2,47
Com nivelamento estaqueométrico/trigonométrico m 1,93 1,50
Especificações: levantamento planialtimético de área rural é destinado a projetos de estradas adutoras, irrigação, canalização e assemelhados com representação na escala entre 1:100 e 1:250 sobre
papel milimetrado vegetal. Levantamento planialtimétrico de seções transversais, a partir do eixo básico existente, é destinado a projetos viários, de saneamento, oleodutos, gasodutos, linhas de
transmissão etc., executados no mínimo como II PAC, compreendendo cálculos e desenhos na escala de 1:200 até 1:500. Normas técnicas: NBR 6497, NBR 7201, NBR 13133 e NBR 14645-1.
Levantamentos planialtimétricos e cadastrais de áreas urbanas ou suburbanas SERVIÇO
TIPO DE ÁREA ÁREAS (M²) UN SP RS
Áreas densamente ocupadas (acima de 50% das quadras) Até 2.000 un 2035,11 1500,52
De 2.001 até 10.000 m² 0,81 0,76
Acima de 10.000 m² 0,66 0,61
Áreas medianamente ocupadas (até 50% das quadras) Até 3.000 un 2284,71 1822,00
De 3.001 até 10.000 m² 0,59 0,84
Acima de 1 ha m² 0,52 0,45
Obs.: voltado para a regularização fundiária, projetos viários e de infra-estrutura, urbanização e assemelhados, executados no mínimo como classe II PAC compreendendo o detalhamento de divisas de gleba
principal, sistema viário, quadras, áreas livres e institucionais, lotes, edificações, postes de rede pública de eletrificação, tampões com as respectivas identificações (exceto o cadastro interno), guias, sarjetas,
muros de arrimo, taludes, desenho na escala variando de 1:250 a 1:100, cálculo analítico (ângulo, distâncias e áreas) dos lotes, quadras, sistema viário, áreas verdes e institucionais e gleba principal.
314 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TOPOGRAFIA
T
Levantamentos topográficos planialtimétricos cadastrais SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RS
Classe I PAC ha 2413,78 2363,31
Classe II PAC ha 4423,53 4135,04
Classe III PA ha 1046,41 974,18
Classe IV PA ha 1307,72 1240,65
Utilizando metodologia I PAC ha 1894,79 1778,23
Utilizando metodologia II PAC ha 3317,36 3102,78
Levantamentos topográficos planimétricos de perímetros SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Poligonal classe II P km 1298,20 1222,38
Poligonal classe III P km 937,66 872,85
Poligonal classe IV P km 862,66 818,20
Poligonal classe V P km 718,14 699,61
Levantamentos topográficos planimétricos SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RS
Poligonal classe I P km 1139,42 534,82
Poligonal classe II P km 1020,28 1110,15
Poligonal classe III P km 761,67 741,83
Poligonal classe IV P km 761,67 741,83
Poligonal classe V P km 553,08 494,96
Nivelamentos geométricos SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN SP RS
Classe I N km 808,07 631,34
Classe II N km 600,92 379,40
4 mm Vk km 1272,80 1209,94
Locações SERVIÇO
TIPO DE LOCAÇÃO ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Locação de linhas estaqueadas de 20 em 20 m Sem nivelamento m 2,56 2,46
Com nivelamento geométrico m 3,57 3,70
Locação e nivelamento de furos de sondagem – un 120,00 94,35
Lotes individuais Até 3.000 m² un 2005,81 1416,73
Mobilizações e desmobilizações SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES UN SP RS
Assessoria técnica em serviço de agrimensura com no mínimo 4 horas de atividade do profissional h - 157,00
Distância de 35 a 150 km equipe 477,23 492,59
Distância de 150 a 300 km equipe 867,13 690,79
Distância de 300 a 600 km equipe 1124,92 914,84
Estadia e alimentação considerando pernoite, café da manhã, almoço e jantar para equipe de 4 pessoas dia 269,51 273,89
Poligonações com GPS geodésios SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES UN SP
Ajuste pelo método dos mínimos quadrados Até 2 pontos dia 2753,73
Acima de 2 pontos un 1376,85
Método “Semicinemático-Contínuo” – ha 21,00
Método “Stop and Go” – ha 27,52
Sem ajuste vetores irradiados Até 3 pontos dia 2753,73
Acima de 3 pontos un 917,51
Condições de pagamento: à vista. Sistema de medição de praxe: medições mensais para trabalhos com duração acima de 30 dias.
SP – “APEAESP/AETESP” (Associação Profissional dos Engenheiros Agrimensores do Estado de São Paulo / Associação das Empresas de Topografia do Estado de São Paulo).Tabela de preços registrada
no CREA, conforme 91a reunião da Câmara Especializada de Engenharia de Agrimensura. Preços unitários referenciais de serviços de topografia de acordo com a NBR 13.133/94. RS – “AGETOC”
(Associação Gaúcha de Empresas de Topografia e Cartografia).

TORNEIRAS – Veja: Metais sanitários
TORNEIRAS DE BÓIA – Veja: Válvulas
TRANSFORMADORES
Transformadores – 3.200 Volts – Trifásicos – Óleo mineral MATERIAL
POTÊNCIA (KVA) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
150 un 7926,00 11750,00 13700,00 10337,50 11000,00 8800,00 9903,33 14090,00 - 9479,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 30 dias. Especificações: tensão primária de 13,20 kV, tensão monofásica de 127 V e tensão trifásica 220 V.
TRATORES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 315
T
TUBOS
TUBOS
Tubos de aço água fria MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (POL/MM) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3/4’’ (26,90 mm) 1,69 un 83,12 83,51 73,23 78,02 73,25 72,50 65,07 66,13 64,33 57,86 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 6 m. Normas técnicas: NBR 5626 e NBR 6493.
Tubos de cerâmica – Esgoto sanitário MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 un 7,36 - 9,73 9,90 8,00 - 10,95 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: unidade. Normas técnicas: NBR 5645, NBR 8160, NBR 9814 e NBR 14208.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição nº 29 (página 253)
Tubos de cobre – Água quente MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO NOMINAL (MM/POL) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Classe “A” 35 (1 1/4”) 1,05 un 199,30 255,46 221,16 167,00 219,08 186,50 164,52 275,80 226,83 - -
Classe “E” 22 (3/4”) 0,36 un 65,22 75,52 79,42 111,44 75,00 70,97 81,06 109,03 99,03 81,75 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 5 metros. Normas técnicas: NBR 7198, NBR 7542, NBR
13206 e NBR 15345.
316 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
TUBOS
T
Tubos de concreto para águas pluviais MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO DA
SEÇÃO (MM)
QUANTIDADE POR
VIAGEM (M) – CARRETA
QUANTIDADE POR
VIAGEM (M) – TRUCK
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Tubo armado – Classe PA-1 1.000 22 12 m 164,38 208,27 - 202,87 150,17 - - - - - -
Tubo armado – Classe PA-2 1.000 22 12 m 189,49 230,10 202,48 257,80 181,13 180,04 188,13 255,06 225,50 247,63 -
Tubo armado – Classe PA-3 1.000 22 12 m 253,50 - - 410,83 260,00 - - - - - -
Tubo armado – Classe PA-4 1.000 22 12 m 316,75 - - - 367,40 - - - - - -
Tubo simples – Classe PS-1 500 75 45 m 43,19 38,82 41,40 43,58 30,89 25,60 32,40 47,00 38,86 73,40 -
Tubo simples – Classe PS-2 500 75 45 m 46,25 - - - 31,03 - - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: viagem. Especificações: seção circular para
galerias de águas pluviais, tipo ponta e bolsa.
Tubos de concreto para esgoto sanitário MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO
(MM)
QUANTIDADE POR
VIAGEM (M) – CARRETA
QUANTIDADE POR
VIAGEM (M) – TRUCK
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Tubo armado – Classe EA-2 1.000 25 12,5 m 347,00 366,00 257,00 304,00 276,50 - 240,00 243,50 - - -
Tubo armado – Classe EA-3 1.000 25 12,5 m 360,00 460,00 349,44 287,00 325,00 - - 281,67 - - -
Tubo armado – Classe EA-4 1.000 25 12,5 m 402,33 - - - 455,00 - - - - - -
Tubo simples – Classe ES 500 100 55 m 86,00 - - - 58,00 31,76 - - - 71,45 -
Condições de pagamento: faturado 21 dias. Entrega/Retirada: preços posto fábrica. Prazo de entrega: conforme cronograma. Lote básico de comercialização: viagem. Especificações: com junta elástica,
para esgoto sanitário. Norma técnica: NBR 15319.
Tubos de CPVC soldáveis – Água quente MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
22 (3/4’’) un 26,39 28,38 28,95 28,59 26,83 28,47 27,36 34,68 26,81 35,61 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 3 metros. Especificações: cor – bege-claro, fornecido em
barras de 3 metros. Norma técnica: NBR 7198.
Tubos dreno de concreto MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO
(MM)
PESO
(KG/M)
QUANTIDADE POR
VIAGEM (M)
UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
200 55 100 m 26,26 16,87 - 13,26 15,81 10,12 10,95 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto fábrica, sendo cobrada a taxa de R$ 90,00 em PE. Prazo de entrega: 20 a 30 dias. Lote básico de comercialização: viagem.
Normas técnicas: NBR 8160, NBR 8161, NBR 9651 e NBR 9814.
Tubos de ferro fundido, ponta ponta MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 8,10 un 375,32 410,79 308,00 - 392,50 322,32 353,14 418,94 - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 3 metros.
Tubos de polietileno reticulados – PEX MATERIAL
DIÂMETRO EXTERNO (MM) UN SP
20 m 3,23
Especificação: fornecido em rolos de 100 a 240 metros ou barras de 5,80 m. Normas técnicas: NBR 5626, NBR 8417 e NBR 14301.
Acessórios para sistema PEX – Distribuidor MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN SP
2 conex 3/4” un 18,59
3 conex 3/4” un 26,75
4 conex 3/4” un 35,55
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra.
Tubos de polipropileno MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO (MM/POL) PESO (KG/M) UN
Água fria 110 (4”) 2,06 m -
Água quente 110 (4”) 2,06 m 350,84
Condições de pagamento: à vista. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 4 metros. Especificações: cor – verde com listras vermelhas para água quente e listras azuis para água fria.
Tubos de PVC – Esgoto série normal MATERIAL
DIÂMETRO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 (4’’) un 36,62 42,63 39,13 38,10 38,50 39,82 43,76 45,56 38,93 45,53 -
DIÂMETRO MM/POL UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
100 (4’’) un 45,04 45,39 41,15 41,06 47,70 47,20 41,05 46,72 52,28 46,99 44,95
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 6 metros. Especificações: cor – branco. Normas técnicas:
NBR 5647-1, NBR 5647-2, NBR 5647-3, NBR 5647-4, NBR 5688, NBR 7362-1, NBR 7362-2, NBR 7362-3, NBR 7362-4, NBR 7367, NBR 8160, NBR 9814, NBR 10570 e NBR 14486.
Tubos de PVC – Esgoto série reforçada MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
100 un 65,98 66,33 67,62 73,11 65,67 66,01 73,53 93,82 68,40 79,88 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 6 metros. Especificações: cor – bege-pérola.
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 317
T–U–V
TUBOS
Tubos de PVC – Soldável água fria MATERIAL
DIÂMETRO (MM/POL) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
25 (3/4’’) 0,21 un 10,87 11,29 12,38 13,11 10,83 9,90 11,54 13,51 10,69 13,15 -
DIÂMETRO (MM/POL) PESO (KG/M) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
25 (3/4’’) 0,21 un 13,26 13,37 11,44 11,82 11,93 13,92 12,49 11,25 14,28 12,41 12,08
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Lote básico de comercialização: tubos em barras de 6 metros. Especificações: cor – marrom, pressão de
serviço: 7,5 kgf/cm² ou 75 MCA. Norma técnica: NBR 5626.
UNIFORMES PROFISSIONAIS
Uniformes MATERIAL
MODELO UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Calça un 22,40 24,33 21,80 24,17 26,27 - 23,00 - 21,95 - -
Camisa com logotipo – Tecido Santanense un 22,50 - 20,50 26,50 22,77 - 24,93 - 18,00 - -
Camisa fechada com logotipo – Tecido Santanense un 15,00 25,50 12,27 - 14,27 13,17 9,93 - - - -
Condições de pagamento: à vista. Normas técnicas: NBR 7678 e NBR 12543.
VEJA TAMBÉM Seção Como Comprar na edição nº 50 (página 44)
VÁLVULAS HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS
Torneiras de bóia de polietileno – Alta densidade MATERIAL
DIÂMETRO DA SEÇÃO (POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
3/4’’ un 30,14 36,48 - - 30,41 32,13 - - - - -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Norma técnica: NBR 14535.
Válvulas de descarga com registro MATERIAL
ESPECIFICAÇÃO DIÂMETRO DA SEÇÃO (POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Metálica 1 1/2” un 116,47 124,48 135,93 136,83 114,08 131,13 131,46 139,62 135,28 139,30 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade. Norma técnica: NBR 12904.
Válvulas de retenção de bronze MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES DIÂMETRO (MM/POL) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Horizontal 20 (3/4”) un 37,50 36,67 45,28 - 42,50 40,97 35,32 - 45,23 29,61 -
Vertical 40 (1 1/2’’) un 57,04 52,41 46,87 85,50 33,00 40,40 53,89 58,00 58,67 42,67 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: unidade.
VEÍCULOS – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
VEÍCULOS PARA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS
Comerciais leves SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN DEZEMBRO/2009 JANEIRO/2010 FEVEREIRO/2010
Até 0,50 t (gasolina ) km 0,76 0,76 0,74
Até 1,20 t (diesel) km 1,56 1,56 1,50
Até 1,20 t (gasolina) km 1,22 1,22 1,23
De passeio SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO UN DEZEMBRO/2009 JANEIRO/2010 FEVEREIRO/2010
Pequeno (gasolina) km 0,62 0,62 0,60
Médio (gasolina) km 0,81 0,81 0,79
Grande (gasolina) km 0,94 0,94 0,92
Obs.: os custos acima referem-se ao valor para reembolso de quilometragem rodada em serviços de fiscalização de obras, com a utilização do veículo de propriedade do profissional. Estão incluídos
os Custos de Propriedade (depreciação, juros de capital, manutenção, licenciamento, IPVA, seguro obrigatório e facultativo) e Custos de Operação (combustível, lubrificantes, pneus, filtros e lavagens).
Veículo de passeio: pequeno (Corsa, Gol e Pálio); médio (Fiesta, Pálio Weekend e Parati); grande (Marea, Santana e Vectra). Veículo comercial leve até 0,5 t (Saveiro, Strada e Fiorino); até 1,2 t gasolina
(Kombi, Ranger e S-10) e até 1,2 t diesel (Hilux, Ranger e S-10).
VENEZIANAS – Veja: Janelas
318 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
VERGALHÕES
V
VERGALHÕES
Aço CA-25 MATERIAL
BITOLA – (MM) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
8,00 (5/16’’) 0,395 kg 3,92 5,74 4,02 3,89 3,52 - 4,39 3,77 3,84 3,98 -
10,00 (3/8’’) 0,617 kg 3,60 4,48 3,68 3,41 3,38 - 3,47 3,46 3,42 3,27 -
12,50 (1/2’’) 0,963 kg 3,32 4,73 3,47 3,52 3,03 - 3,54 3,25 3,10 3,34 -
BITOLA – (MM) PESO (KG/M) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
8,00 (5/16’’) 0,395 kg 3,99 4,25 5,05 3,85 3,64 4,40 4,01 5,00 4,16 4,41 4,89
10,00 (3/8’’) 0,617 kg 2,96 - 4,38 3,38 3,25 3,80 3,78 4,02 3,49 3,85 4,10
12,50 (1/2’’) 0,963 kg 3,26 3,52 4,38 3,23 3,06 3,68 3,62 4,09 3,54 3,75 4,09
Especificações: tensão de escoamento mínima (fyk) – 250 MPa. Normas técnicas: NBR 7477, NBR 7478, NBR 7480, NBR 8548 e NBR 11919.
Aço CA-50 MATERIAL
BITOLA – (MM) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
8,00 (5/16’’) 0,395 kg 4,37 4,55 4,72 4,46 3,49 3,85 4,60 3,58 3,86 3,38 -
10,00 (3/8’’) 0,617 kg 3,86 4,21 4,35 3,84 3,30 3,59 4,03 3,44 3,51 3,14 -
12,50 (1/2’’) 0,963 kg 3,62 3,96 4,25 3,59 2,98 3,31 3,56 3,08 3,21 3,11 -
BITOLA – (MM) PESO (KG/M) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
8,00 (5/16’’) 0,395 kg 4,27 4,90 4,92 5,01 3,84 3,97 3,91 4,64 3,83 4,36 4,79
10,00 (3/8’’) 0,617 kg 4,27 4,59 4,57 4,64 3,41 3,65 3,70 4,13 3,38 3,94 4,27
12,50 (1/2’’) 0,963 kg 3,68 4,30 4,46 4,31 3,23 3,44 3,53 3,90 3,25 3,84 4,04
Especificações: tensão de escoamento mínima (fyk) – 500 MPa. Normas técnicas: NBR 7477, NBR 7478, NBR 7480, NBR 8548 e NBR 11919.
Aço CA-60 MATERIAL
BITOLA (MM) PESO (KG/M) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
4,20 0,109 kg 3,97 4,47 4,45 3,64 3,03 3,33 3,68 3,45 3,80 3,39 -
5,00 0,154 kg 4,07 4,54 4,57 3,79 3,19 3,39 3,91 3,40 3,84 3,48 -
6,00 0,222 kg 4,04 4,87 4,85 4,33 3,32 3,57 4,09 3,62 4,22 3,39 -
BITOLA (MM) PESO (KG/M) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
4,20 0,109 kg 3,36 4,49 4,41 3,36 3,81 3,90 3,61 3,87 3,84 4,19 4,49
5,00 0,154 kg 3,33 4,25 4,14 3,36 3,77 3,88 3,63 4,02 3,84 4,24 4,39
Especificações: tensão de escoamento mínima (fyk) – 600 MPa. Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto obra. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de
comercialização: viagem de 0,5 t. Normas técnicas: NBR 7477, NBR 7478, NBR 7480, NBR 8548 e NBR 11919.
VERMICULITAS – Veja: Isolamentos térmicos
VERNIZES – Veja: Tintas e acessórios para pintura
VENTILADORES – Veja: Exaustores e ventiladores
VIBRADORES – Veja: Máquinas, equipamentos e ferramentas
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 319
VIDROS
Instalações de vidros MÃO DE OBRA
TIPO DE VIDRO ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Mão de obra especializada
para colocação de vidro
Instalação com gaxeta m² 18,05 - - - 9,00 - 12,50 46,00 - - -
Instalação com massa m² 13,00 - - 11,10 15,67 15,67 11,32 - 7,80 - -
Preço: inclusive materiais para instalação. Condições de pagamento: à vista. Prazo para início dos serviços: conforme cronograma.
Massas para vedação de vidros em caixilhos MATERIAL
ESPECIFICAÇÕES UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Comum (branca ou cinza) kg 1,80 2,35 2,47 2,83 1,75 2,41 2,45 2,00 1,42 1,70 -
Silicone (300 ml) un 19,00 - - - 9,40 14,28 - 11,70 - 9,30 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preços dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
Vidro aramado MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
6 m² 132,12 157,50 122,65 172,33 146,94 132,58 130,50 165,00 117,43 173,51 -
Normas técnicas: NM 295
Vidros comuns – Incolores MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
6 m² 65,21 51,77 74,04 118,95 104,31 69,92 56,42 79,57 57,39 92,82 -
8 m² 86,26 75,07 101,94 161,00 137,54 90,30 102,41 110,17 85,36 124,86 -
10 m² 109,21 106,79 132,64 181,45 181,85 108,45 141,65 140,45 108,49 167,97 -
ESPESSURA (MM) UN ES MS MT GO AM MA PI RN PB AL TO
6 m² 85,56 83,26 108,63 70,85 113,58 109,93 79,91 81,36 63,87 74,08 90,60
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Lote básico de comercialização: m². Normas técnicas: NBR 7199, NBR 11706 e NM 293.
Vidros fantasia MATERIAL
ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
4 m² 31,15 39,00 34,30 65,00 37,96 37,20 37,75 38,89 34,61 73,09 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preços dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata. Sistema de medição de praxe: medir a área efetiva, arredondando para mais as
medidas em múltiplos de 5 cm. Vidros aramados são calculados em múltiplos de 25 cm para mais.
Vidros laminados MATERIAL
TIPO DE VIDRO ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Colorido 6 m² 149,27 166,65 175,60 - 193,33 185,00 - 255,50 284,00 277,40 -
8 m² 175,98 203,00 176,00 - - 191,67 - 270,00 344,20 273,33 -
Incolor 6 m² 145,19 150,49 180,73 217,38 187,20 121,63 133,10 219,39 191,14 176,84 -
8 m² 155,36 194,50 222,13 265,56 273,14 158,67 166,33 257,01 225,53 212,50 -
Vidros temperados MATERIAL
TIPO DE VIDRO ESPESSURA (MM) UN SP RJ MG DF PR SC RS BA PE CE PA
Bronze 8 m² 159,09 225,00 170,73 189,50 197,10 160,29 182,83 206,24 170,08 251,67 -
Cinza 8 m² 117,63 221,40 167,67 180,00 185,20 155,86 178,14 186,10 158,29 212,89 -
Incolor 8 m² 128,78 190,51 142,22 145,08 153,77 127,71 142,29 164,71 108,67 152,88 -
Verde 8 m² 171,97 231,17 163,88 184,27 183,20 161,79 179,33 196,53 119,38 227,12 -
Condições de pagamento: à vista. Entrega/Retirada: preço dos materiais posto revendedor. Prazo de entrega: imediata.
VIGAS DE MADEIRAS – Veja: Madeiras
VIGAS METÁLICAS – Veja: Chapas e perfis metálicos
VIGAS PRÉ-FABRICADAS – Veja: Pré-fabricados de concreto
VITRÔS – Veja: Janelas
ZARCÃO – Veja: Tintas e acessórios para pintura
V-Z
VIDROS
ADITIVOS
A
320 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 321
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Paraíso – MG - fone: (31) 3531-5420
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Niterói – RJ - fone: (21) 2710-4351.
COBERTURA, IMPERMEABILIZAÇÃO E ISOLAMENTO
> Casa Clemente Ltda - Rua Pouso Alegre nº 2595 -Horto
- Belo Horizonte–MG - fone: (31) 3484-0020;
> Cerâmica São Cristóvão - Av. Antônio Carlos nº 4550 -São
Francisco -Belo Horizonte–MG - fone: (31) 3441-1312;
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Antonio Falci S/A .- Av. Olegário Maciel, 320 – MG – fone:
(31) 320l-6533
> O Kanalete Fibrocimento - Rua Estrada dos Bandeirantes, 850
-Jacarepaguá -Rio de Janeiro–RJ - fone: (21) 2445-7230;
FUNDAÇÕES E INFRAESTRUTURA
> Sondagens, Fundações, Es taqueamentos - Alto Padrão
de Qualidade - Intersolo Engenharia Ltda., rua dos Otoni,
775 – MG – fone: (31) 3273-1833
JANELAS, PORTAS E VIDROS
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Verde -Montes Claros/ MG - fone: (38) 3222-4418
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1274 - Recife, PE - fone: (81) 3465-4860 - Av. Tristão Gon-
çalves, nº 1074 - Fortaleza, CE - fone: (85) 3433-4544
A
Abertura de Picadas , 312 (veja: Locação
Levantamento Topográfico)
Abrasão “Los Angeles” ensaio, 211 (veja: Controle
Tecnológicos)
Abrigos e Suportes para Mangeiras, 208 (veja:
Combate a Incêndio)
Abrigos e Suportes para Mangueiras (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Abrigos para Hidrômetros (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Abrigos Temporários para Canteiro, 248
Acabadoras de Superfícies, 265 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Acabamentos Acústicos de Paredes, 252 (veja:
Isolamentos Acústicos)
Acabamentos para Pisos de Madeiras, 298 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Aceleradores impermeabilizantes, 248 (veja:
Impermeabilização Rígida)
Acessórios para Andaimes, 265
Acessórios para Balancins, 265
Acessórios para Chapas de Gesso, 276 (veja:
Parede em Chapas de Gesso)
Acessórios para Forros, Jardinagem, Portas,
Janelas, Postes, Solda, Oxicorte,
Vidros e Telhas (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Acessórios para Jardinagem , 278 (veja:
Paisagismo)
Acessórios para Passagem de Fios e Cabos , 279
(veja: Passagem de Fios e Cabos)
Acessórios para Pisos de Madeira , 298 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Aço, 318 (veja: Vergalhões)
Aço - Controle Tecnológico, 211
Aço Cortado e Dobrado (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Adaptadores para Mangueira de Incêndio , 208
(veja: Combate a Incêndio)
Adesivos Estruturais (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Aditivos, 196
Aditivos Impermeabilizantes, 196 (veja:
Impermeabilização Rígida)
Aditivos para Argamassas, 196
Adubo, 278 (veja: Paisagismo)
Agregado Leve (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Agregados, 201 (veja: Areias)
Ajudante de Pedreiro, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Ajudante de Pintor, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Ajudante Geral, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Alambrado para Quadra de Tênis, 290 (veja:
Quadras e Pisos Esportivos)
Alambrado para Quadra Poliesportiva, 290 (veja:
Quadras e Pisos Esportivos)
Álcool Comum, 209 (veja:
Combustíveis,Lubrificantes e Energia Elétrica)
Alfalto Diluído a Frio, 280 (veja: Pavimentos
Flexíveis)
Alicates Hidráulicos, 265 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Alimentação no Canteiro de Obra, 196
Alocações de Equipe para Topografia , 312 (veja:
Topografia)
Alojamento de Obra, 248 (veja: Instalações
Provisórias)
Alojamentos para Obras, 248 (veja: Instalações
Provisórias)
Aluguel de Máquinas e Equipamentos, 265 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Aluguel de Veículos, 317
Alumínio roscável, 279 (veja: Passagem de Fios e
Cabos)
Alvenaria, 196
Alvenaria de Blocos de concreto - Serviços, 261
Alvenaria de Tijolo Cerâmico Furado - Serviços, 261
Alvenaria de Tijolo Comum - Serviços, 261
Ancoragem, 289 (veja: Protensão)
Andaimes, 266 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Andaimes, Balancins e Estruturas Tubulares, 266
Aparelhos de Ar-condicionado Compactos, 201
Aparelhos Sanitários, 199
Apiloamento do Terreno, 310 (veja:
Terraplenagem)
Apontador, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Aquecedor Central a Gás por Acumulação, 200
Aquecedores, 200
Aquecedores Solares, 201
Aquecimento de Água, 200
Ar Condicionado, 201
Arames, 201
Arbustos, 278 (veja: Paisagismo)
Ardósia, 283 (veja: Pedras Naturais)
Areias, 201
Argamassas, 202
Argamassas para Revestimentos, 202
Argamassas Bicomponentes, 202
Argamassas Colantes, 202
Argamassas de Gesso, 202
Argamassas para Assentamento de Ardósia, 202
(veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Granito, 202
(veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Mármore, 202
(veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Pastilha, 202
(veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Peças
Cerâmicas, 202 (veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Peças em
Áreas com Alto Trânsito , 202 (veja: Argamassas)
Argamassas para Assentamento de Porcelanato,
202 (veja: Argamassas)
Argamassas para Encunhamento, 202
Argamassas para Impermeablização de Áreas
Enterradas, 248
Argamassas para Rejuntamentos, 202
Argamassas para Rejunte, 202
Argamassas para Reparos, 202
Argila Expandida, 203
ARI, 208 (veja: Cimentos)
Armaduras, 318 (veja: Vergalhões)
Armaduras para Protensão
Arruelas (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Árvores, 278 (veja: Paisagismo)
Asfalto, 280 (veja: Pavimentos Flexíveis)
Asfalto Diluído a Frio , 280 (veja: Pavimentos Flexíveis)
Asfalto Diluído a Quente, 281 (veja: Pavimentos
Flexíveis)
Asfalto para Pavimentação, 280 (veja: Pavimentos
Flexíveis)
Assentamento de Azulejo, 262 (veja: Mão de obra
para Execução de Revestimentos em Paredes)
Assentamento de Cerâmica, 265 (veja: Mão de
obra para Execução de Pisos)
Assentamento de Pastilha Cerâmica ou Porcelana,
263 (veja: Mão de obra para Execução de
Revestimentos em Paredes)
Assentamento de Taco, 265 (veja: Mão de obra para
Execução de Pisos)
Assentos e Acessórios para Banheiros (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Assoalho de Madeira, 298 (veja: Revestimentos
para Pisos)
Aterros, 310 (veja: Terraplenagem)
Automação de Portas e Cancelas , 287 (veja:
Portões)
Azulejista, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Azulejo - Execução, 262 (veja: Mão de obra para
Execução de Revestimentos em Paredes)
Azulejos, 298 (veja: Revestimentos
para Paredes)
B
Bacias Sanitárias, 199 (veja: Aparelhos Sanitários)
Bainhas, 289 (veja: Protensão)
Balancins, 266 (veja: Andaimes Suspensos em
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Bancos para Jardins, 278 (veja: Paisagismo)
Bandeja Salva-Vidas, 204
Banheira de Hidromassagem, 199 (veja: Aparelhos
Sanitários)
Banheiras, 199 (veja: Aparelhos Sanitários)
Banheiros, 251 (veja: Instalações Provisórias)
Barramentos (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Barras de Aço, 318 (veja: Vergalhões)
Barras de Apoio, 204
Barras de Transferência, 204
Bases elétricas, 204 (veja: Bases Elétricas)
Bate-Estacas - (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Batente de Madeira, 285 (veja: Portas)
Bebedouros (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Betoneiras, 267 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Bica Corrida , 282 (veja: Pedras Britadas)
Bidês, 199 (veja: Aparelhos Sanitários)
Blocos, 196 (veja: Alvenaria)
Blocos Sílico-Calcário, 198
Blocos Alemão de Sílico-Calcário, 198
Blocos Cerâmicos, 196 (veja: Alvenaria)
Blocos de Concreto Celular Autoclavado para Laje
Nervurada, 256 (veja: Lajes Nervuradas)
Blocos de Concreto, 198 (veja: Alvenaria)
Blocos de Concreto Celular Autoclavado, 198 (veja:
Alvenaria)
Blocos de Concreto para Pavimentação, 281 (veja:
Pavimentação Articulada de Concreto)
Blocos de Pavimentação Articulada , 281 (veja:
Pavimentos Rígidos)
Blocos de Pavimentação Intertravada , 282 (veja:
Pavimentos Rígidos)
Blocos de Vidros, 198 (veja: Alvenaria)
Blocos para pavimentos, 282 (veja: Pavimentos
Rígidos)
Bloquetes de Concreto para Pavimentação, 282
(veja: Pavimentação Articulada de Concreto)
322 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICE REMISSIVO
>
A/C
Boca de lobo, 244 (veja: Guias e Sarjetas de
Concreto)
Boca de lobo de Concreto, 244
Boilers, 200 (veja: Aquecedores)
Bomba Submersa, 267
Bombas Submersas , 267 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Bombeamento de Concreto, 209 (veja: Concreto)
Bota de borracha, 216 (veja: EPI’S)
Boxes para Banheiros, 205
Braquetes, 204 (veja: Bases Elétricas)
Brita, 282 (veja: Pedras Britadas)
Buchas Plásticas (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
C
Cabide de Aço para Pendurar Baldes de Plásticos,
270 (veja: Ferramentas e Acessórios)
Cabo de Cobre Nu, 279
Cabos de Aço para Equipamentos - (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Cabos e Fios Elétricos, 205
Caçambas, 267 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Cadastramento Planialtimétrico, 312 (veja:
Topografia)
Caibros, 261 (veja: Madeiras)
Caixa Padrão Telebrás , 308 (veja: Telefonia)
Caixas d´Água, 294 (veja: Reservatório de Água
Potável)
Caixas d’Água Metálica, 294
Caixas d’Água de Polietileno, 296
Caixas d’Água de Fibra de Vidro, 296 (veja:
Reservatórios de Água Potável )
Caixas d’Água de Fibrocimento , 294 (veja:
Reservatórios de Água Potável )
Caixas de Entrada para Energia, 290 (veja:
Quadros e Caixas de Distribuição)
Caixas de Inspeção, 217 (veja: Esgotos
Sanitários)
Caixas de Passagem, 291 (veja: Quadros e Caixas
de Distribuição)
Caixas de Telefonia, 308 (veja: Telefonia)
Caixas Estampadas, 291 (veja: Quadros e Caixas de
Distribuição)
Caixas Seca com Grelha Redonda Simples, 217
(veja: Esgotos Sanitários)
Caixas Sifonadas, 217 (veja: Esgotos Sanitários)
Caixilhos, 254 (veja: Janelas)
Cal, 206
Cal para Pintura (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Calçado de Segurança, 216 (veja: EPI’S)
Calhas, 206
Calhas de Chapa Galvanizada , 206
Calhas de Fibra de Vidro , 206
Calhas de Lã de Vidro, 252 (veja: Isolamentos
Térmicos)
Campânulas - (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Canaletas de Concreto, 206
Canaletas Elétricas Aparentes, 279 (veja:
Passagem de Fios e Cabos)
Canaletas para Passagem de Fios e Cabos , 279
(veja: Passagem de Fios e Cabos)
Canteiros pré-fabricados de concreto, 248 (veja:
Instalações Provisórias)
Cantoneiras de Alumínio para Azulejos (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Capacete de Segurança, 216 (veja: EPI’S)
Captor Frankllin, 279
Carpetes, 298 (veja: Revestimentos para Pisos)
Carpinteiro, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Carrinho, 267 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Carrinho Paleteiro, 267 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Cascalho Rolado, 282 (veja: Pedras Britadas)
Central de Injeção de Resina, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Cerâmica - Assentamento, 265 (veja: Mão de obra
para Execução de Pisos)
Cerâmica Esmaltada, 299 (veja: Revestimentos
para Pisos)
Cesta de Aço para Blocos, 270 (veja: Ferramentas
e Acessórios)
Chapa Compensadas Plastificadas, 220 (veja:
Fôrmas)
Chapa Compensadas Resinadas, 220 (veja: Fôrmas)
Chapa de Aço , 207 (veja: Chapas e Perfis metálicos)
Chapa de Fibrocimento (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Chapas de Gesso, 276 (veja: Painéis de Vedação)
Chapas de Madeira Compensada, 220 (veja:
Fôrmas)
Chapas de Policarbonato, 207
Chapas e Perfis Metálicos, 207
Chapas para Forros de Gesso Monolítico, 222
(veja: Forros de Chapas de Gesso)
Chapas para Proteção Térmica, 252 (veja:
Isolamentos Térmicos)
Chapisco em Forro - Execução, 262 (veja: Mão de
obra para Execução de Forro)
Chapisco em Parede - Execução, 262 (veja: Mão de
obra para Execução de Revestimentos em Paredes)
Chaves e Seccionadoras Elétricas, 207
Chaves Reversoras para Geradores - Locação, 270
(veja: Geradores - Locação)
Chumbadores (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Cimbramento, 217 (veja: Escoramento)
Cimbramento Metálico, 217 (veja: Escoramentos)
Cimento Asfáltico de Petróleo, 281 (veja:
Pavimentos Flexíveis)
Cimento Branco , 208 (veja: Cimentos)
Cimento de Alta Resistência Inicial, 208
Cimento Portland, 208
Cimentos, 208
Cinturão de Segurança, 216 (veja: EPI’S)
Cisternas de Concreto Armado, 296
Clam-Shell, 269 (veja: Escavadeiras Mecânicas
sobre Esteiras em Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Coberturas Metálicas, 208
Cobogó de Concreto, 216 (veja: Elementos
Vazados)
Colas para Madeira ou Plásticos (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Colher de Meia-Cana, 270 (veja: Ferramentas e
Acessórios)
Colocação de Carpete, 301 (veja: Pisos de Carpete)
Colocações de Pedras Naturais, 283
Colocações de Pedras Naturais em Pisos, 283
Coluna p/ Lavatório , 199 (veja: Louças Sanitárias)
Coluna para Tanque , 200 (veja: Aparelhos
Sanitários)
Combate a Incêndio, 208 (veja: Combate a Incêndio)
Combustíveis, Lubrificantes e Energia
Elétrica, 209 (veja: Combustíveis,Lubrificantes
e Energia Elétrica)
Compactador de Placas Vibratórias para
Solos, 268
Compactador de Solo, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Compactadores de Solos, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Compensados, 220 (veja: Fôrmas)
Componentes para Abrigos de Mangeira, 208
(veja: Combate a Incêndio)
Compressor de Ar, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Compressores de Ar, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Concreto, 209
Concreto Bombeável Dosado em Central, 209
(veja: Concreto)
Concreto Celular, 210 (veja: Concreto Leve)
Concreto Celular Autoclavado p/ Laje Nervurada,
256 (veja: Laje Nervurada)
Concreto Celular Autoclavado p/ Laje/Pisos, 256
(veja: Laje Nervurada)
Concreto Convencional Dosado em Central, 210
(veja: Concreto)
Concreto Estampado, 301 (veja: Pisos de Concreto
Estampado)
Concreto Leve, 204 (veja: Argila Expandida)
Concretos Protendidos, 289 (veja: Protensão)
Conduite flexível corrugado - Amarelo, 280 (veja:
Eletrodutos de Polietileno)
Conduletes, 279 (veja: Passagem de Fios e Cabos)
Condutores de Energia, 205 (veja: Cabos e Fios
Elétricos)
Confecção de Molduras e Sancas, 202 (veja:
Argamassas de Gesso)
Conjunto Sanitário de Louça , 199 (veja: Louças
Sanitárias)
Contêineres Metálicos, 250
Contêineres para Canteiro de Obra, 250 (veja:
Instalações Provisórias)
Contêineres para Canteiro de Obra, 250 (veja:
Instalações Provisórias)
Contenção de Taludes, 276 (veja: Muros
de Arrimo)
Contenção de Taludes com Gabiões, 240
Controle Tecnológico de Agregado, 211 (veja:
Controles Tecnológicos)
Controle Tecnológico do Aço, 211
Controle Tecnológico do Concreto, 211
Controles Tecnológicos, 211
Cordão Paralelo, 205 (veja: Cabos e
Fios Elétricos)
Cordas de Náilon, 265 (veja: Acessórios para
Andaimes e Balancins)
Cordoalhas para Protensão, 289 (veja: Protensão)
Cordões Flexíveis, 205 (veja: Cabos e Fios
Elétricos)
Cortadoras de Ferro, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Corte e Furos em Concreto, 212
Cortes em Concreto, 212
Cristais, 318 (veja: Vidros)
Cubas de Aço Inoxidável, 199 (veja: Aparelhos
Sanitários)
Curas Químicas, 212
Custo Horário de Equipamentos, 268 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 323
D
Demolições, 262 (veja: Mão de obra para Serviços
de Construção Civil)
Demolições, 262
Desengraxantes (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Desmoldantes, 214
Desmonte de Rochas a Frio, 214
Desmonte de Rochas com Explosivos, 214
Diazed, 204 (veja: Bases Elétricas)
Diazed Retardado, 240 (veja: Fusíveis)
Diazed Ultrarrápido, 240 (veja: Fusíveis)
Discos de Vídea , 269 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Discos Diamantados , 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Discos para Serras, 268 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Disjuntores, 215
Distanciadores e Espaçadores para
Armaduras, 215
Distanciômetro Eletrônico - Locação, 273 (veja:
Nível Ótico - Locação)
Divisória Desmontável com Miolo Semiacústico e
Incombustível, 277
Divisórias, 277 (veja: Painéis de Vedação)
Divisórias de Granilite, 277
Dobradiças, 220 (veja: Ferragens para Portas e
Janelas)
Dolomita Magnesiana (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Domos, 215
Domos de Acrílico, 215
Domos de Fibra de Vidro, 215
Drag-Line, 269 (veja: Escavadeiras Mecânicas em
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Drenagens, 206 (veja: Canaletas de Concreto)
Drywall, 277 (veja: Chapas de Gesso)
Dumpers, 269
Dumpers (veja: Máquinas, Equipamentos
e Ferramentas)
Dutos Escavados, 216
Dutos Escavados por Método Não Destrutivo
MnD, 216
Dutos para Pisos (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
E
Elementos Vazados, 216
Eletricista, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Eletricista Meio-Oficial, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Eletrodos (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Eletrodutos, 280 (veja: Passagem de Fios e Cabos)
Eletrodutos de Aço Galvanizados, 281
Eletrodutos de Polietileno, 281
Eletrodutos de PVC , 281
Elevador de Cremalheira, 269 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Elevadores de Obra (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Elevadores de Passageiros, 269
Emboço em Forro - Execução, 262 (veja: Mão de
obra para Execução de Forro)
Emboço em Parede - Execução, 262 (veja: Mão de
obra para Execução de Revestimentos em Paredes)
Empilhadeiras (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Emulsões Asfálticas, 281 (veja: Pavimentos Flexíveis)
Encanador, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Encarregado de Obra, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Enceradeiras, 269
Energia Elétrica, 208 (veja:
Combustíveis,Lubrificantes e Energia Elétrica)
Engates Flexíveis (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
EPI’S, 216 (veja: EPI’S)
Equipamento de Proteção Individual , 216
(veja: EPI’S)
Equipamentos para Jateamento (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Escada em Caracol Pré-Fabricada de Concreto ,
287 (veja: Pré-Fabricados de Concreto)
Escantilhão Metálico , 270 (veja: Ferramentas e
Acessórios)
Escavação do Fuste - Serviços, 239 (veja: Tubulão)
Escavadeiras, 269 (veja: Máquinas, Equipamentos
e Ferramentas)
Escoramento, 217
Escovas (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Esgotos Sanitários, 217
Esguicho para Mangueira de Incêndio , 208 (veja:
Combate a Incêndio)
Esmaltes Sintéticos, 311 (veja: Tintas e Acessórios
para Pintura)
Espaçador para Armaduras, 215 (veja:
Distanciadores Pásticos p/Armaduras)
Esquadria de Aço, 254 (veja: Janelas de Aço)
Esquadria de Alumínio, 254 (veja: Janelas de
Alumínio)
Esquadria de Madeira, 254 (veja: Janelas de
Madeira)
Esquadro de Alumínio , 270 (veja: Ferramentas e
Acessórios)
Estação Total - Locação, 273 (veja: Nível Ótico -
Locação)
Estacas de Reação para Reforço de
Fundações, 223
Estacas Escavadas - Serviços, 230
Estacas Franki, 232
Estacas Hélice Contínua - Serviços, 234
Estacas Metálicas, 224
Estacas Moldada In Loco - Serviços, 230
Estacas Ômega - Serviços, 226
Estacas pré-fabricadas, 228 (veja: Fundações com
Estacas pré-fabricadas)
Estacas Pré-Fabricadas de Concreto
Centrifugado Seção Circular Vazada -
Serviços, 228
Estacas Pré-Fabricadas de Concreto Protendido
Seção Quadrada - Serviços, 228
Estacas Pré-Fabricadas de Concreto Seção
Octogonal - Serviços, 230
Estacas Raiz com Cravação em Solo, 236
Estacas Strauss - Serviços, 238
Estacas Tipo Franki - Serviços, 232
Estacas Tipo Raiz - Em Rocha - Serviços, 236
Estacas Tipo Raiz - Em Solo - Serviços, 236
Estampagem - Serviços, 301 (veja: Pisos de
Concreto Estampado)
Estaqueamento , 223 (veja: Fundações com Estacas
Pré-Fabricadas)
Estrutura de Concreto Armado, 219
Estruturas Metálicas, 219
Estruturas Modulares, 269 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Extintores, 209 (veja: Combate a Incêndio)
Extrusoras, 270 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
F
Fachadas, 297 (veja: Revestimentos
para Fachadas)
Fechaduras, 220 (veja: Ferragens para Portas e
Janelas)
Ferragens para Portas e Janelas, 220
Ferramentas, 270 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Ferreiro ou Armador, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Fibra de Vidro, 220
Fibra de Aço , 220
Fibra de Aço Trelifado, 220
Fibra de Polipropileno, 220 (veja: Fibra para
Reforço de Concreto)
Fibrocimento , 308 (veja: Telhas)
Filtros para Fossas e Tanques Sépticos, 217 (veja:
Esgotos Sanitários)
Fio Revestido em PVC, 304
Fio Zincado, 304
Fios Elétricos, 205 (veja: Cabos e Fios
Elétricos)
Fios para Protensão, 290 (veja: Protensão)
Fita Isolante (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Folha de Portas Interna Lisa , 286 (veja: Portas de
Madeira)
Fôrmas, 220
Fôrmas de Madeira Resinada, 220
Fôrmas de Madeira Plastificada, 220
Fôrmas de Papelão, 222
Fôrmas de Poliestireno Expandido, 222
Fôrmas de Polipropileno para Laje
Nervurada, 222
Fôrmas Metálica , 221
Fornecimento de Água (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Forrações , 278 (veja: Paisagismo)
Forro, 262 (veja: Mão de obra para Serviços de
Construção Civil)
Forro de Alumínio, 222 (veja: Forros)
Forros, 222
Forros de Chapas de Gesso , 222
Forros de Gesso Monolítico, 222 (veja: Forros de
Chapas de Gesso)
Forros de Madeira, 223
Forros de PVC, 223
Forros Removíveis de Fibra Mineral, 223
Fossa Séptica de Concreto Armado, 218
Fossa Séptica em Polietileno, 218
Fossas Sépticas, 218 (veja: Esgotos Sanitários)
Franki, 232 (veja: Estacas Franki)
Fresadora e Escarificadora Mecânica, 270 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Fundações com Estacas Pré-fabricadas, 223
Fundações Moldadas In Loco, 230
Fundações Rasas, 240
Fundo Nivelador para Madeira, 311 (veja: Tintas e
Acessórios para Pintura)
Furadeiras, 270 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Furos em concreto, 212 (veja: Cortes e Furos em
concreto)
Fusíveis, 240
324 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICE REMISSIVO
>
D/M
G
Gabiões, 240
Gabiões Tipo Caixas, 240
Gabiões Tipo Colchão, 242
Gabiões Tipo Saco, 242
Gás Liquefeito de Petroléo, 209 (veja:
Combustíveis,Lubrificantes e Energia Elétrica)
Gasolina Comum, 209 (veja:
Combustíveis,Lubrificantes e Energia Elétrica)
Geocomposto, 242 (veja: Geossintéticos)
Geodésios, 314 (veja: Topografia)
Geogrelhas, 242 (veja: Geossintéticos)
Geomantas, 242 (veja: Geossintéticos)
Geossintéticos, 242
Geotêxtil, 242
Geradores, 270 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Geradores Convencionais - Locação, 271 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Geradores Silenciados - Locação, 271 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Gerica (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Gesso, 202 (veja: Argamassas)
Gesso Acartonado (veja: Chapas de Gesso)
Gesso p/ Molduras e Sancas Aplicação, 202 (veja:
Gesso)
Giricão Multiuso , 270 (veja: Ferramentas e
Acessórios)
GPS , 314 (veja: Topografia)
Grades, 243
Gradis Eletrofundidos, 243 (veja: Grades
Gramas Naturais em Placas, 278 (veja:
Paisagismo)
Gramas Sintéticas, 279 (veja: Paisagismo)
Granileiro ou Marmorista, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Granilites, 277 (veja: Divisórias)
Granitos, 283 (veja: Pedras Naturais)
Granitos - colocação, 283 (veja: Pedras
Naturais)
Graxas, 209 (veja: Combustíveis,Lubrificantes e
Energia Elétrica)
Grelha de Concreto Pré-Fabricado, 244
Grelha de Ferro Fundido, 244
Grelha de PVC, 244
Grelhas, 244
Gruas, 271 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Grupos Geradores (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Guarnições, 285 (veja: Portas)
Guarnições de Madeiras, 285
Guia de Concreto Curva, 244
Guia de Concreto Reta, 244
Guia e Sarjetas de Concreto, 244
Guinchos, 271 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
H
Haste de Aterramento, 279
Hélice Contínua , 234 (veja: Estacas Hélice
Contínua)
Hidrantes, 209 (veja: Combate a Incêndio)
I
Iluminação para Quadra de Tênis, 290 (veja:
Quadras e Pisos Esportivos)
Iluminação para Quadra Poliesportiva, 290 (veja:
Quadras e Pisos Esportivos)
Impermeabilização - Serviços Auxiliares, 245
Impermeabilização com Mantas, 245
Impermeabilização com Membranas Moldadas
no Local - Serviços, 246 (veja: Impermeabilização
Moldada In Loco)
Impermeabilização moldada in loco, 246
Impermeabilização Rígida, 248
Instalação de Dutos , 216
Instalação de Vidros , 318 (veja: Vidros)
Instalações Provisórias, 248
Interruptores de Embutir, 252
Interruptores e Tomadas Elétricas, 252
Interruptores e Tomadas para Sistema
Aparente, 252 (veja: Interruptores e Tomadas
Elétricas)
Interruptores sem Placa, 252
Isolamentos Acústicos, 252
Isolamentos Térmicos, 252
J
Janelas, 254
Janelas de Abrir em PVC, 255
Janelas de Alumínio , 254
Janelas de Alumínio Padronizadas , 254
Janelas de Correr em PVC, 255
Janelas de Ferro Padronizadas, 254
Janelas de Madeira, 254
Janelas de PVC, 255
Janelas Venezianas de Correr, 254 (veja: Janelas
de Madeira)
Jardins, 278 (veja: Paisagismo)
Junta Elástica de Dilatação , 255 (veja: Juntas de
Dilatação)
Juntas de Dilatação, 255
Juntas Elásticas de Dilatação, 255
K
Kilometragem, 317 (veja: Veículos para Fiscalização
de Obras)
km Rodado, 317 (veja: Veículos)
L
Ladrilhista, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Ladrilho Hidráulico, 299
Ladrilhos, 299 (veja: Revestimentos para Pisos)
Ladrilhos de Vidro , 299 (veja: Revestimentos para
Pisos)
Laje Convencional, 258
Laje Treliçada para Forro, 260
Laje Treliçada para Pisos, 260
Laje Unidirecional , 258 (veja: Lajes Nervuradas)
Lajes, 256
Lajes Alveolares, 256
Lajes Nervuradas, 256
Lajes Pré-Fabricadas , 258
Lajes Pré-Fabricadas Convencionais, 258
Lajes Treliçadas, 260
Lajota de Concreto, 282 (veja: Pavimentos Rígidos)
Lajota Intertravada , 282 (veja: Pavimentos
Rígidos)
Lajotas (veja: www.construcaomercado.com.br/
pmp)
Lambris, 260
Lâmina de PVC para Forro, 223 (veja: Forro
de PVC)
Laminados Melamínicos, 298 (veja: Revestimento
para Paredes)
Lâmpada Halógena , 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Halógena Tubular, 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Incandescente, 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Luz Mista , 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Tubular, 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Vapor de Sódio , 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpada Vapor Mercúrio , 260 (veja: Lâmpadas)
Lâmpadas, 260
Lâmpadas Fluorescentes, 260
Lâmpadas Fluorescentes Compactas
Eletrônicas, 260
Lastro de Concreto sob Pisos - Execução, 265
(veja: Mão de obra para execução de Pisos)
Látex, 311 (veja: Tintas e Acessórios para Pintura)
Lavatórios, 199 (veja: Aparelhos Sanitários)
Levantamento Planialtimétrico, 312 (veja:
Topografia)
Levantamento Topográfico, 312
Limpeza do Concreto, 291 (veja: Recuperação e
Reforço Estrutural)
Lixadeiras, 272 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Lixas (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Locação de Veículos, 317 (veja: Veículos -
Locação)
Locações para Topografia , 312 (veja: Topografia)
Louças Sanitárias, 199 (veja: Aparelhos Sanitários)
Lubrificantes, 209 (veja: Combustíveis,
Lubrificantes e Energia Elétrica)
Luva de PVC , 216 (veja: EPI’S)
Luva de Raspa sem Reforço, 216 (veja: EPI’S)
M
Maçarico para Impermeabilização , 245 (veja:
Impermeabilização Moldada In Loco)
Maçaricos (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Madeiras, 260
Mangeiras, 209 (veja: Combate a Incêndio)
Mangotes Vibradores, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Mangueiras de Incêndio, 209 (veja: Combate
a Incêndio)
Mantas Asfálticas, 245 (veja: Impermeabilização
com Mantas)
Mantas Indl. de Lã de Vidro, 252 (veja:
Isolamentos Térmicos )
Mantas Não Tecidas, 242 (veja: Geotêxtil)
Mão de Obra para Forro de Gesso
Monolítico, 222
Mão de obra para Execução de Guias e Sarjetas de
Concreto, 245
Mão de obra para Execução de Paredes Internas
em Chapas de Gesso Drywall, 277
Mão de obra para Execução de Pinturas, 264
Mão de obra para Execução de Pisos, 265
Mão de obra para Execução de Revestimento com
Gesso, 277
Mão de obra para Execução de Revestimentos
com Gesso, 277
Mão de obra para Instalação de Divisórias (veja:
www.construcaomercado.com.br/pmp)
Mão de obra para Serviços de Construção
Civil, 261
Máquina Extrusora para Guias de Concreto, 270
(veja: Extrusora)
Máquina Lava-Jato, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Máquinas de Polir, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 325
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas, 265
Maquinista (operador para elevador), 303 (veja:
Salários dos Profissionais da Construção Civil)
Marco de Madeira para Portas, 286 (veja: Portas
de Madeira)
Mármore - Colocação, 283 (veja: Pedras Naturais)
Marteletes, 272 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Martelos Rompedores, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Máscara Protetora de Poeira , 216 (veja: EPI’S)
Massa Corrida para Madeira, 311
Massa para Vidro, 318
Massa raspada/textura - Execução, 264 (veja:
Mão de obra para Execução de Revestimentos
em Paredes)
Massas Corridas, 311 (veja: Tintas e Acessórios
para Pintura)
Melamínicos, 302 (veja: Pisos em Laminados
Melamínicos)
Mestre de Obras, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Metais para Pia de Cozinha, 275 (veja; Metais
Sanitários)
Metais para Banheiro, 275 (veja; Metais Sanitários)
Metais Sanitários, 275
Microconcretos, 275
Mictórios, 200 (veja: Aparelhos Sanitários)
Miniescavadeira, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Minigruas, 272 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Mira de Encaixe, 274 (veja: Teodolitos - )
Misturador Cromado, 275 (veja: Metais para
Banheiro)
Misturadores - Locação, 272
Misturadores de Argamassas, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Mobilizações e Desmobilizações para Topografia,
312 (veja: Topografia)
Moldura de Gesso , 202 (veja: Argamassas de
Gesso)
Molduras e Sancas, 202 (veja: Argamassas de
Gesso)
Motoniveladoras, 272 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Motorista para Caminhão, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Motosserras (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Mourão Quadrado, 276
Mourão Quadrado Curvo , 276
Mourão Quadrado Reto , 276
Mourões, 276
Muro Pré-Fabricado de Concreto Armado, 276
Muros, 276
Muros de Arrimo, 276
N
NH Retardado com Indicador de Topo, 240 (veja:
Fusíveis)
NH Ultrarrápido, 240 (veja: Fusíveis)
Nivéis Óticos, 273 (veja: Máquinas, Equipamentos
e Ferramentas)
Nível a Laser, 273 (veja: Máquinas, Equipamentos
e Ferramentas)
Nível com Tripé , 273
Nível Eletrônico Digital , 274 (veja: Teodolitos)
Nivelamento Geométrico, 314 (veja: Topografia)
O
Óculos de Segurança, 216 (veja: EPI’S)
Óleo Diesel, 209 (veja: Combustíveis,Lubrificantes
e Energia Elétrica)
Óleos para Motores (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Ômega , 226 (veja: Estacas Ômega)
Operador de Betoneira, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Operador de Compressor, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Operador de Guincho, 303 (veja: Salários dos
Profissionais da Construção Civil)
Operador de Martelete Pneumático, 303 (veja:
Salários dos Profissionais da Construção Civil)
P
Pá-Carregadeira, 273 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Pá-Carregadeira - Sobre Esteiras - Locação, 273
(veja: Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Pá-Carregadeira - Sobre Pneus , 273 (veja:
Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Pá-Carregadeira - Sobre Pneus - Locação, 273
(veja: Máquinas, Equipamentos e Ferramentas)
Painéis de Alumínio, 297 (veja: Revestimentos para
Fachadas)
Painéis de Lã de Vidro, 254 (veja: Isolamentos
Térmicos )
Painéis de Vedação, 276
Painéis e Lajes Alveolares, 258
Painéis Elétricos, 290 (veja: Quadros e Caixas de
Distribuição)
Painéis Metálicos para Coberturas e Paredes, 308
(veja: Telha de Aço Galvanizado)
Painéis Térmicos e Acústicos (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Painel de Concreto Celular Autoclavado para Laje/
Pisos, 258 (veja: Lajes Nervuradas)
Paisagismo, 278 (veja: Paisagismo)
Papel de Parede (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Parafusos (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Paralelepípedos, 282 (veja: Pavimento Rígido)
Pararraios e Acessórios, 279
Parede em Chapa de Gesso, 276
Parede Revestida com Absorvedor Acústico, 252
(veja: Isolamentos Acústicos)
Paredes , 262 (veja: Mão de obra para Serviços de
Construção Civil)
Parquetes, 298 (veja: Revestimentos para Pisos)
Pás-Carregadeiras, 273 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Passagem de Fios e Cabos, 279
Passeio em Concreto, 282 (veja: Pavimentos Rígidos)
Pastilha de Porcelana , 299 (veja: Revestimento
para Paredes)
Pastilhas, 299 (veja: Revestimentos
para Paredes)
Pastilheiro, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Pavimentação , 280 (veja: Pavimentos Flexíveis)
Pavimentação Articulada de Concreto, 282
Pavimentação Ecológica, 282 (veja: Pavimentação
Intertravada de Concreto)
Pavimentação Intertravada de Concreto, 282
Pavimentos , 264 (veja: Mão de obra para Serviços
de Construção Civil)
Pavimentos com Paralelepípedos, 282 (veja:
Paralelepípedo)
Pavimentos Flexíveis, 280
Pavimentos Rígidos, 281
Pavimentos Rígidos, 282
Peças de Barro, 198
Peças de Concreto, 198
Peças de Sílico-Calcário, 198
Peças de Vidro, 198
Peças para Telhas de Fibrocimento Modulada, 308
(veja: Telhas de Fibrocimento)
Peças para Telhas de Fibrocimento Ondulada, 308
(veja: Telhas de Fibrocimento)
Pedra Britada , 282
Pedra de Mão, 282 (veja: Pedras Britadas)
Pedras Naturais, 283
Pedreiro, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Perfil Metálico - Serviços, 226 (veja: Estacas Metálica)
Perfis de Aço, 208 (veja: Chapas e Perfis Metálicos)
Perfis Laminados de Aço , 208
Perfurações em Concreto, 212 (veja: Cortes e Furos
em Concreto)
Perfurações em Rochas Sedimentares, 284
Peroba , 260
Pias, 200 (veja: Aparelhos Sanitários)
Pilar e Viga Pré-Fabricada, 288
Pilares Pré-fabricados, 288 (veja: Pré-Fabricados
de Concreto)
Pincéis e Trinchas (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Pintor, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Pinturas, 311 (veja: Tintas e Acessórios
para Pintura)
Pinturas , 264 (veja: Mão de obra para Serviços de
Construção Civil)
Pinturas Asfálticas, 246 (veja: Impermeabilizações
Moldadas “In Loco”)
Pinus Eliiotti , 260
Piscina de Concreto, 284 (veja: Piscinas)
Piscinas, 284
Piscinas de Fibra de Vidro, 284
Piso Drenante de Concreto , 301 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Piso Eletrofundido , 301 (veja: Revestimentos para
Pisos)
Piso Metálico Estruturado , 302 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Piso Vinílico Acústico , 302 (veja: Revestimentos
para Pisos)
Piso Vinílico Condutivo, 302 (veja: Revestimentos
para Pisos)
Pisos, 298 (veja: Revestimentos para Pisos)
Pisos , 265 (veja: Mão de obra para Serviços de
Construção Civil)
Pisos Elevados, 301
Pisos Cerâmicos Industriais, 299
Pisos de Alta Resistência, 300
Pisos de Borracha em Manta , 300 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Pisos de Borracha em Placa , 300 (veja:
Revestimentos para Pisos)
Pisos de Carpete, 300
Pisos de Concreto Estampado, 301
Pisos de Granilite, 301 (veja: Revestimentos
para Pisos)
Pisos Elevados com Pedra Natural Estruturada,
301 (veja: Pisos Elevados)
326 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICE REMISSIVO
>
N/S
Pisos Elevados com Placas de Aço, 301 (veja:
Pisos Elevados)
Pisos Elevados com Placas de Aglomerado, 302
(veja: Pisos Elevados)
Pisos Elevados Estruturados, 301 (veja: Pisos
Elevados)
Pisos Elevados para Áreas Externas, 301 (veja:
Pisos Elevados)
Pisos em Faixas Circulares - Serviços, 301 (veja:
Pisos de Concreto Estampado)
Pisos em Faixas Retilíneas - Serviços, 301 (veja:
Pisos de Concreto Estampado)
Pisos em Laminados Melamínicos, 302
Pisos Esportivos, 290 (veja: Quadras e Pisos
Esportivos)
Pisos para Quadra de Tênis, 290 (veja: Quadras e
Pisos Esportivos)
Pisos para Quadra Poliesportiva, 290 (veja:
Quadras e Pisos Esportivos)
Pisos Podotáteis, 302
Pisos Vinílicos, 302
Pisos Vinílicos em Mantas, 302
Pisos Vinílicos em Placas, 302
Placa de EPS , 254 (veja: Isolamentos Térmicos)
Placa Pré-Fabricada de Concreto para Mourão,
276 (veja: Mourões)
Placa Vibratória, 273 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Placas Cimentícias, 279 (veja: Painéis
de Vedação)
Placas de Aço, 302 (veja: Pisos Elevado com Placas
de Aço)
Placas de Granito para Divisórias (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Placas de Poliestireno Expandido, 254 (veja:
Isolamentos Térmicos )
Placas de Poliuretano (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Placas Vibratórias, 273 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Planialtimetria, 313 (veja: Topografia)
Plantas Naturais (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Plastificantes para Argamassas, 196 (veja: Aditivos)
Plataforma Elevatória para Deficientes, 273
Pneus (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Pó de Pedra , 282 (veja: Pedras Britadas)
Poceiro, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Poços Artesianos, 284
Poliestireno Expandido, 285
Poligonal, 314 (veja: Topografia)
Poliuretano , 312 (veja: Vernizes)
Pontaletes, 261 (veja: Madeiras)
Porcas (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Porcelanato, 302 (veja: Revestimentos para Pisos)
Portas, 285
Portas de Alumínio , 286
Portas de Madeira, 286
Portas Tipo Calha ou Mexicana, 286
Portas Acústicas, 285
Portas Balcão, 287 (veja: Portas de PVC)
Portas Corta-Fogo, 286
Portas Corta-Fogo Industrial Automática, 286
(veja: Portas Corta-Fogo)
Portas de Alumínio Padronizadas, 286
Portas de Ferro Padronizadas, 286
Portas de PVC, 287
Porteiros Eletrônicos, 287
Portões, 287
Portões de Elevação para Garagem, 287
Portões de Entrada Automática, 287
Poste de Concreto Armado, 287
Postes, Mastros e Colunas para Energia e
Comunicação, 287
Pré-Fabricados de Concreto, 288
Pregos, 288
Pré-moldado de Concreto para
Pavimentação, 282 (veja: Pavimentação
Articulada de Concreto)
Preparadores Líquidos para Paredes, 312 (veja:
Tintas e Acessórios para Pintura)
Press-brow, 204 (veja: Bases Elétricas)
Primer (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Projetores de Argamassa (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Proteção Individual, 216 (veja: EPI´s)
Proteção Mecânica para Impermeabilização (veja:
www.construcaomercado.com.br/pmp)
Proteção Superficial, 246 (veja: Impermeabilizações
Moldadas “In Loco”)
Proteções Contra Descargas Atmosféricas, 279
(veja: Párarraios e Acessórios)
Proteções e Sinalizações, 204 (veja: Bandeja Salva-
Vidas e Telas)
Proteções Superficiais, 246 (veja:
Impermeabilizações Moldadas “In Loco”)
Protensão, 289
Protetor Auricular, 216 (veja: EPI’S)
Q
Quadra para Tênis, 290 (veja: Quadras e Pisos
Esportivos)
Quadra Poliesportiva, 290 (veja: Quadras e Pisos
Esportivos)
Quadras e Pisos Esportivos, 290
Quadros de Distribuição Padrão
Americano, 290 (veja: Quadros e Caixas
de Distribuição)
Quadros e Caixas de Distribuição, 290
Quilometragem, 317 (veja: Veículos para
Fiscalização de Obras)
R
Rachão , 282 (veja: Pedras Britadas)
Radier , 240 (veja: Fundações Rasas)
Ralo Sifonado com Grelha Cromada, 218
Ralos, 218 (veja: Esgotos Sanitários)
Reatores , 291
Rebaixamento de Lençol Freático, 291
Rebarbadores - Locação (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Rebites (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Reboco em Forro - Execução, 262 (veja: Mão de
obra para Execução de Forro)
Reboco em Parede - Execução, 264 (veja:
Mão de obra para Execução de Revestimentos
em Paredes)
Rebolos (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Recuperação e Reforço Estrutural, 291
Refeições, 196 (veja: Alimentação no Canteiro
de Obras)
Refletores, 293
Reforço de Fundações, 223
Refratários, 199 (veja: Tijolos Refratários)
Registro de Gaveta Bruto, 293
Registro de Gaveta com Canopla, 293
Registro de Pressão, 294
Registro para Mangueira de Incêndio, 209 (veja:
Combate a Incêndio)
Registros, 293
Régua de Alumínio para Sarrafear, 270 (veja:
Ferramentas e Acessórios)
Régua Prumo Nível, 270 (veja: Ferramentas e
Acessórios)
Réguas Vibratórias, 274 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Regularização de base para assentamento de
Pisos, 265 (veja: Mão de obra para execução de
Pisos)
Rejuntes, 202 (veja: Argamassas)
Remoção de Entulho, 267 (veja: Caçambas)
Reparo do Concreto, 291 (veja: Recuperação e
Reforço Estrutural)
Reservatório de Água Potável, 294
Reservatórios de Fibra de Vidro, 296 (veja:
Reservatórios de Água Potável e Acessórios)
Resinas para Ancoragem (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Retroescavadeiras, 274 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Revestimentos Acústicos, 252 (veja: Isolamentos
Acústicos)
Revestimentos com Painéis de Alumínio, 297
(veja: Revestimentos para Fachadas)
Revestimentos de Fachadas, 297
Revestimentos de Fachadas Monolíticos, 298
Revestimentos Impermeáveis, 246 (veja:
Impermeabilizações Moldadas “In Loco”)
Revestimentos Monolíticos, 298 (veja:
Revestimentos para Fachadas)
Revestimentos para Paredes, 298
Revestimentos para Pisos, 298
Ripa, 261 (veja: Madeiras)
Roçadeiras (veja: www.construcaomercado.com.
br/pmp)
Rodapés, 298 (veja: Revestimentos para Pisos -
Acessórios para Pisos de Madeira)
Rompedores Elétricos - Locação (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Rufos (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
S
Saibro, 303
Salários dos Profissionais da Construção
Civil, 303
Salinidade Ensaio, 211 (veja: Ensaios de Solos e
Pavimentação)
Sanitário Químico, 250 (veja: Instalações
Provisórias)
Sapata Corrida, 240 (veja: Fundações Rasas)
Sapata Isolada , 240 (veja: Fundações Rasas)
Sarjetas, 245 (veja: Guias e Sarjetas de Concreto)
Sarrafos, 261 (veja: Madeiras)
Seccionadoras, 207 (veja: Chaves e Seccionadoras
Elétricas)
Segurança Individual, 216 (veja: EPI´s)
Seixo Rolado, 282 (veja: Pedras Britadas)
Seladores, 312 (veja: Tintas e Acessórios para Pintura)
Serras, 274 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Servente, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Serviço de Impermeabilização com Borracha
ABRIL 2010 – ANUÁRIO PINI – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – 327
SUPORTE TÉCNICO A Área de Pesquisa e Análise de Mercado da PINI está permanentemente à disposição do assinante com uma equipe especializada
para atendê-lo, prestando assessoria técnica e econômica, esclarecendo dúvidas e registrando sugestões que permitam aprimorar nossos trabalhos.
Entre em contato conosco por carta, encaminhando à Àrea de Pesquisa – Rua Anhaia, 964 – 01130-900 – São Paulo/SP, fone (11) 2173-2370; por fax
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suas sugestões por meio do nosso site: www.piniweb.com
Clorada , 248 (veja: Impermeabilização Moldada
In Loco)
Serviço de Impermeabilização com Membranas
Moldadas no Local , 248 (veja: Impermeabilização
Moldada In Loco)
Serviços Auxiliares para Impermeabilização , 246
Serviços de Impermeabilização com Mantas, 246
Sistema de Tratamento de Esgoto, 218
(veja:Fossas Sépticas)
Soldador, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Solventes, 312 (veja: Tintas e Acessórios para Pintura)
Sondagem a Percussão, 304
Sondagem Mista, 304
Sondagem Rotativa, 304
Sondagens, 304
Strauss , 238 (veja: Estacas Strauss)
Subcoberturas, 306
Sumidouro para Tratamento de Esgoto, 218 (veja:
Fossas Sépticas)
Synteko, 298
T
Tábuas, 261 (veja: Madeiras)
Taco de madeira - Assentamento, 265 (veja: Mão
de obra para Execução de Pisos)
Tacos, 303 (veja: Revestimentos para Pisos)
Tampão de Ferro fundido, 306
Tampões, 306
Tanques, 200 (veja: Aparelhos Sanitários)
Tanques Sépticos, 218 (veja: Esgotos Sanitários)
Tapa-Trincas, 312 (veja: Tintas e Acessórios para
Pintura)
Tapumes (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Taqueiro, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Tela de Aço , 306
Tela de Arame , 307 (veja: Telas)
Tela Soldada Galvanizada , 307 (veja: Telas)
Telas, 306
Telas de Aço, 306
Telas de Polietileno para Tapumes e
Sinalizações, 307
Telas Soldadas Galvanizadas, 307
Telefonia, 308
Telhadista, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Telhas, 308
Telhas de Fibrocimento, 308
Telhas de Fibrocimento Modulada, 308
Telhas Acrílicas, 308
Telhas Cerâmicas, 308
Telhas de Vidro , 310 (veja: Telhas)
Telhas de Aço Galvanizado, 308
Telhas de Alumínio Térmicas, 308
Telhas de Concreto, 309
Telhas de Fibra de Vidro, 309
Telhas de Fibrocimento Ondulada , 309
Telhas de Policarbonato, 310 (veja: Placas para
Cobertura)
Telhas de Vidro, 310
Tensores, 310
Teodolito Eletrônico , 274 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Teodolito Mecânico , 274 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Teodolitos, 274 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Teodolitos Acessórios , 274 (veja: Máquinas,
Equipamentos e Ferramentas)
Terra, 278 (veja: Paisagismo)
Terraplanagem, 310
Tesoura em 2 Águas, 208 (veja: Coberturas
Metálicas)
Tesoura em Arco, 208 (veja: Coberturas Metálicas)
Texturas, 312 (veja: Tintas e Acessórios para Pintura)
Tijolos, 199 (veja: Alvenarias)
Tijolos Refratários , 199 (veja: Alvenarias)
Tintas Anticorrosivas, 312
Tintas e Acessórios para Pintura, 311
Tintas Óleo, 312
Tipo Faca Bipolar, 207 (veja: Chaves e
Seccionadoras Elétricas)
Tipo Faca Seca Bipolar, 207 (veja: Chaves e
Seccionadoras Elétricas)
Tipo Faca Tripolar, 207 (veja: Chaves e
Seccionadoras Elétricas)
Tirfors, 274 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Tomadas Elétricas, 252 (veja: Interruptores e
Tomadas Elétricas)
Topografia, 312
Torneira de Boia, 317
Torneira de Pressão, 275
Torneira Elétrica, 275
Torneiras, 275 (veja: Metais Sanitários)
Tração Ensaio, 211 (veja: Controles Tecnológicos)
Transformadores, 314
Transporte e Instalação de Perfil - Serviços, 226
(veja: Estacas Metálica)
Tratamentos Acústicos, 254 (veja: Isolamentos
Acústicos)
Tratorista, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Trincos (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
Tubo de Concreto Armado para Esgoto Sanitário, 316
Tubo de Concreto p/ Esgoto, 316
Tubo de Concreto para Águas Pluviais, 316
Tubo de Ferro Fundido, Ponta Ponta, 316
Tubo de Papelão para Fôrmas, 222 (veja: Fôrmas
de Papelão)
Tubo de PVC - Esgoto Série Reforçado , 316 (veja:
Tubos)
Tubo Dreno de Concreto , 316 (veja: Tubos)
Tubos, 315
Tubos de PVC - Esgoto Série Normal, 316
Tubos de PVC - Soldável Água Fria, 316
Tubos de Aço - Água Fria, 315
Tubos de Cerâmica - Esgoto Sanitário, 315
Tubos de Cobre - Água Quente, 315
Tubos de CPVC Soldável - Água Quente, 316
Tubos de Ferro Fundido - Esgoto Sanitário, 316
Tubos de Polietileno Reticulado - Pex, 316
Tubos de Polipropileno , 316
Tubos de Polipropileno Água Fria , 316
Tubos de Polipropileno Água Quente, 316
Tubos PVC - Soldável Água Fria, 317
Tubulões, 239 (veja: Fundações Moldadas In Loco)
Túneis para Dutos, 216 (veja: Dutos Escavados)
U
Uniformes Profissionais, 317
Usinas de Asfalto, Usinas de Concreto e Usinas de
Solos (veja: www.construcaomercado.com.br/pmp)
V
Válvulas de Descarga com Registro, 317
Válvulas de Retenção de Bronze, 317
Válvulas Hidráulicas e Sanitárias, 317
Vasos Sanitários e Bidês (veja: www.
construcaomercado.com.br/pmp)
Veículo Comercial Leve, 317
Veículo de Passeio, 317
Veículo de Passeio - Locação, 317
Veículos para Fiscalização de Obras, 317
Venezianas, 254 (veja: Janelas)
Vergalhões, 318
Vermiculitas, 254 (veja: Isolamentos Térmicos)
Vernizes, 312 (veja: Tintas e Acessórios para
Pintura)
Vibrador para Concreto, 275
Vibradores, 275 (veja: Máquinas, Equipamentos e
Ferramentas)
Vidro Aramado, 318
Vidro Bronze, 318 (veja: Vidros)
Vidro Cinza, 318 (veja: Vidros)
Vidro Colorido Laminado, 318 (veja: Vidros)
Vidro Cristal Comum - Liso, 318
Vidro Cristal Laminado, 318
Vidro Cristal Temperado, 318
Vidro Fantasia, 318
Vidro Incolor, 318 (veja: Vidros)
Vidro Incolor Laminado, 318 (veja: Vidros)
Vidro Incolor Temperado, 318 (veja: Vidros)
Vidros, 318
Vidros Refletivos (veja: www.construcaomercado.
com.br/pmp)
Vigas de Madeira, 261 (veja: Madeiras)
Vigas Metálicas, 207 (veja: Chapas e Perfis
Metálicos)
Vigas Pré-fabricadas, 288 (veja: Pré-Fabricados de
Concreto)
Vigia, 303 (veja: Salários dos Profissionais da
Construção Civil)
Vitrôs, 254 (veja: Janelas)
Z
Zarcão, 312 (veja: Tintas e Acessórios
para Pintura)
T/Z
328 – GUIA DA CONSTRUÇÃO 105 – ANUÁRIO PINI – ABRIL 2010
ÍNDICE REMISSIVO
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