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Programa de Conservação Auditiva - PCA

Programa de Conservação Auditiva - PCA

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Manual para o controle de ações da conservação auditiva dos trabalhadores em áreas com níveis de pressão sonora elevados.
Manual para o controle de ações da conservação auditiva dos trabalhadores em áreas com níveis de pressão sonora elevados.

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MANUAL

CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA:

NO:

FOLHA:

1 de 11

TÍTULO:

PCA-PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA
ARQUIVO ELETRÔNICO N°
RESPONSAVÉL TÉCNICO:

ANTTONIO FERNANDO NAVARRO
REG. CREA NO: ASSINATURA:

42.758-D

ÍNDICE DE REVISÕES
REV
0 A

DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
PARA APROVAÇÃO

REV. 0 DATA PROJETO EXECUÇÃO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO

REV. A

REV. B

REV. C

REV. D

REV. E

REV. F

REV. G

REV. H

NAVARRO NAVARRO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO FORAM ELABORADAS PELO ENG. ANTONIO FERNANDO NAVARRO, PARA DIVULGAÇÃO DA METODOLOGIA....

O PRESENTE MANUAL NÃO DEVERÁ SER EMPREGADO PARA FINS COMERCIAIS E TÃO SOMENTE PARA A DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO, LIVREMENTE, CITANDO-SE O AUTOR.

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PCA – PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

ÍNDICE

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.

OBJETIVO ABRANGÊNCIA E DISSEMINAÇÃO RESPONSABILIDADES DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA DEFINIÇOES MODALIDADE OPERATIVA DOCUMENTAÇÃO PADRÕES APLICÁVEIS Anexo A: Modelo de Ficha Audiométrica Individual Anexo B: Classificação Audiométrica de Klockoff/Merluzzi

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PCA – PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

1.

OBJETIVO O PCA - Programa de Conservação Auditiva, tem por objetivo estabelecer rotina às atividades de Higiene e Medicina do Trabalho, visando a: • Conservação da saúde auditiva dos empregados; • Prevenção da perda auditiva induzida por ruído (PAIR); • Cumprimento das Normas Legais de responsabilidade do empregador, mediante o Ministério do Trabalho; • Adequação da empresa às exigências legais.

2.

ABRANGÊNCIA E DISSEMINAÇÃO Este procedimento se aplica às obras realizadas pela empresa, em todos os seus sites, levandose em conta as características dos agentes presentes nos diversos setores de produção.

3.

RESPONSABILIDADES O responsável pela atualização deste programa é a Gerência de Segurança, Meio Ambiente, Saúde.

4.

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Portaria 3214/78: Normas Regulamentadoras números 06, 07 (anexo A), 09 e 15 (anexos A e B).

5.

DEFINIÇÕES

5.1

PAIR A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) relacionada ao trabalho, diferentemente do trauma acústico, é uma diminuição gradual da acuidade auditiva decorrente da exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora, e tem como características principais: • Acometimento neurossensorial, em razão do dano causado às células do órgão Cortil; • Uma vez instalada, é irreversível e quase sempre similar bilateralmente; • Raramente leva à perda auditiva produtiva, pois, geralmente, não ultrapassa os 40 dB (NA) nas baixas freqüências e os 75 dB (NA) nas freqüências altas; • Manifesta-se, primeira e predominantemente, nas freqüências das faixas de 3.000 a 6000 hz, e, com o agravamento da lesão, estendem-se as freqüências de 8.000, 2000, 1000, 500 e 250 hz, as quais levam mais tempo para serem comprometidas;

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PCA – PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

• Tratando-se de uma patologia coclear, seu portador pode apresentar intolerância a sons intensos e zumbidos, além de ter comprometida a inteligibilidade da fala, em prejuízo do processo de comunicação; • Não deverá haver progressão da PAIR uma vez cessada a exposição ao ruído intenso; • Sua instalação é, principalmente, influenciada pelas características físicas do ruído (tipo, espectro e níveis de pressão sonora), tempo de exposição e susceptibilidade individual; • A PAIR não torna a orelha mais sensível a futuras exposições a ruídos intensos. À medida que os limiares auditivos aumentam, a progressão da perda torna-se mais lenta; • A PAIR geralmente atinge seu nível máximo para as freqüências de 3000, 4000 e 6000 hz nos primeiros 10 a 15 anos de exposição sob condições estáveis de ruído. 5.2 Exames audiológicos de referência e seqüenciais É o conjunto de procedimentos necessários para a avaliação auditiva do empregado ao longo do tempo de exposição ao risco incluindo: anamnese clínico ocupacional, exame otológico, exame audiométrico, e outros exames audiológicos complementares, solicitados a critério médico. 6. MODALIDADE OPERATIVA

6.1

Critérios para medição do ruído e avaliação do risco de exposição O parâmetro para avaliação do risco de exposição ao ruído de um empregado é o da determinação do “nível de exposição cotidiano pessoal” definido como o nível médio ponderado do ruído ao qual o empregado está exposto durante 8 horas de trabalho. A dose equivalente de exposição (deq E) deve considerar todo o tempo de exposição no trabalho, incluindo-se períodos de descanso e das refeições. Para determinação da dose equivalente de exposição pode-se utilizar um medidor de nível de pressão sonora, na escala A, circuito slow, devidamente calibrado. A deq E deve considerar a soma ponderada do tempo de exposição e a máxima exposição diária permitida (Tn), conforme quadro do anexo 1 da NR15, dos limites de tolerâncias para ruído contínuo ou intermitente. C1 + C2 ……..Cn Na média ponderada: T1 T2 Tn O resultado de dose equivalente, superior a 1 indica exposição excessiva. Para maior precisão e rapidez na determinação da deq E, evitando-se a necessidade dos cálculos, recomenda-se a utilização de um dosímetro de ruído, previamente calibrado e colocado na lapela da roupa do trabalho do empregado, próximo ao ouvido. O período de medição deve contemplar um ciclo completo de trabalho, considerando-se

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proporcionalmente os períodos de repouso e refeições. No caso de exposições diárias de 12 horas (turno 4x3) o limite de tolerância é de 82 dB (A), enquanto que para as exposições de 8 horas diárias este limite é de 85 dB (A). À partir da avaliação quantitativa de ruído por função/atividade, através da determinação da dose equivalente de exposição, todos os empregados expostos à deq E > 1 (85 dB (A) para 8 horas ou 82 dB (A) para 12 horas de exposição), devem ser submetidos à audiometrias periódicas e uso obrigatório de protetor auricular (concha ou plug). 6.2 6.2.1 Exames audiométricos, interpretação dos resultados e diagnóstico da PAIR Exames audiométricos As audiometrias devem ser realizadas, para todos os empregados, cujos locais de trabalho foram verificadas doses equivalentes superiores a 80 dB (A) e 78 dB (A) para 8 e 12 horas de exposição ocupacional diária, respectivamente, e sempre que houver mudança significativa de posto de trabalho/função e/ou na própria planta (novas instalações, mudanças de layout, novas máquinas e equipamentos). Os testes audiométricos devem ser realizados obrigatoriamente nos exames admissionais e demissionais, ou de acordo com o que pede o PCMSO, independentemente do nível de exposição ao ruído, com laudo de médico/fonoaudióloga externo à unidade. Para os trabalhadores expostos a níveis de ruído acima de 80 dB (A) deve ser obedecida, no mínimo, a seguinte periodicidade: . > 80* até 85 dB (A) . > 85 até 90 dB (A) . > 90 dB (A) ou portador de qualquer grau de PAIR
* 78 dB (A) para 12 horas diárias (4x3)

bianual anual semestral

As audiometrias (vias aérea e óssea) devem incluir as freqüências 250, 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000 e 8000 Hz. As audiometrias são realizadas pela Fonoaudióloga em cabine acústica apropriada (segundo a Norma ISO 8253.1), com repouso acústico prévio de 12 horas no mínimo. Nos casos de perda auditiva de qualquer grau (entalhe audiométrico) é obrigatória a repetição do exame após repouso acústico do empregado (no mínimo 14 horas). Persistindo a perda auditiva, o diagnóstico deverá ser assinado por um otorrinolaringologista. 6.2.2 Interpretação dos Resultados e Diagnósticos de PAIR São considerados sugestivos de PAIR, os casos cujos audiogramas nas freqüências 3000 e/ou 4000 e/ou 6000 hz apresentem limiares auditivos acima de 25 dB (NA), tanto nas vias aérea como óssea. São considerados sugestivos de agravamento de PAIR os casos cujo exame audiométrico seqüencial revele que:

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• A diferença entre as médias aritméticas dos limiares auditivos no grupo de freqüências de 500, 1000 e 2000 hz, ou no grupo de freqüências de 3000, 4000 e 6000 hz iguala ou ultrapassa 10 dB (NA); • A piora em uma freqüência isolada iguala ou ultrapassa 15 dB (NA). O diagnóstico conclusivo, bem como, o diagnóstico diferencial deve levar em consideração, além do traçado audiométrico, ou da evolução seqüencial destes, os seguintes fatores: • A história clinica e ocupacional do empregado; • Resultado da otoscopia e outros testes audiológicos complementares; • A idade do empregado; • Tempo de exposição pregressa e atual dos níveis de pressão sonora a qual está ou esteve exposto; • A exposição ocupacional a outros agentes de risco ao sistema auditivo (solventes); • A eficácia e eficiência do EPI dentro do PCA. Para fins de registro dos diagnósticos individuais e epidemiológicos, as audiometrias devem seguir o critério de classificação audimétrica de Klockoff/Merluzzi (Anexo A). Neste caso, as audiometrias classe 2, 3, 4, 5 devem ser consideradas PAIR e registrados com tal. Para efeito de registro e acompanhamento individual, sugere-se utilizar como referência, o modelo de ficha audiométrica individual do Anexo B. Os casos constatados de PAIR em evolução, a saber, PAIR II, PAIR II/III e PAIR III, (Merluzzi Grupo II ou acima), deverão ser submetidos a exames audiométricos seqüenciais semestrais, com a realização de exame de Audiometria Tonal Impedanciometria em serviço especializado credenciado (Otorrinolaringologia), afastando-se o funcionário da área de risco, em caso de agravamento da perda auditiva. Nestes casos deverão ser abertas as CATs (sem afastamento) e encaminhamento ao INSS para efeito de notificação de doença profissional. 6.3 Medidas administrativas e de engenharia para minimizar a exposição ocupacional ao ruído Todas as funções/atividades que resultarem em deq E superior a 1 (exposição acima de 85 dB(A) para 8 horas diárias e/ou 82 dB(A) para jornadas de 12 horas diárias) deve-se procurar minimizar a exposição mediante medidas administrativas (rodízio de tarefas/áreas de menor risco) e medidas coletivas no ambiente de trabalho, tais como : • Identificação das máquinas mais ruidosas e revisão do layout; • Manutenção preventiva (coxins, válvulas de descarga, correias, polias, etc.); • Segregação de fontes ruidosas (anteparos absorventes e que minimizem a reverberação); • Enclausuramento de fontes ruidosas (máquinas, motores e etc.), e outras. 6.4 Utilização de protetores auriculares adequados (EPI) Deve-se disponibilizar ao empregado, EPI adequado (com CA do Ministério do Trabalho) do tipo plug/inserção (látex ou rígido) ou concha, seguindo as Normas de atenuação de ruído expressa

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pela NRRSF (atenuação de 17 dBs para EPI auricular tipo plug de inserção/silicone). Elaborar programas de treinamento e motivação dos empregados para a adequada utilização mediante palestras/vídeos de conscientização, e dos efeitos nocivos causados pelo ruído, vantagens e desvantagens da utilização do plug/concha, uso adequado (colocação eficaz, medidas de higiene, conservação e troca) e medidas disciplinares aplicáveis àqueles que não o utilizam. Documentação/registros de todas as atividades de conscientização e treinamento, bem como, da sistemática de entrega, utilização e reposição de cada EPI. 6.5 Compromisso da Administração em Implantar o PCA Este compromisso pode ser evidenciado mediante o uso de cartazes nos locais de trabalho “obrigatório o uso”, programa disciplinar (advertências verbais, escritas, suspensão e demissão por justa causa), registros de treinamentos, documentação de entrega e reposição, programa médico periódico (audiometrias), medidas coletivas implementadas, etc. 6.6 Auditoria interna periódica do PCA, de modo a garantir o cumprimento de seus objetivos Esta atividade deve ser registrada, de modo a evidenciar o adequado cumprimento aos requisitos precedentes (6.1, 6.2, 6.3, 6.4 e 6.5), bem como, a tendência de estabilização ou não das perdas auditivas e, registro das eventuais ações corretivas aplicáveis. 7. DOCUMENTAÇÃO O PCA deve ser personalizado à realidade do site de maneira coerente, satisfazendo-se através de registros apropriados e disponíveis e facilmente localizados. Tais registros devem ser arquivados por um período mínimo de 5 anos. Os registros individuais dos empregados (treinamento, documentação de entrega e uso de EPI) devem ser devidamente arquivados. As audiometrias deverão ser conservadas nos prontuários médicos durante a vida laboral do empregado e 20 anos após a sua saída (demissão e/ou aposentadoria). 8. PADRÕES APLICÁVEIS • Anexo A: Modelo de Ficha Audiométrica Individual; • Anexo B: Classificação Audiométrica de Klockoff/Merluzzi.

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FICHA AUDIOMÉTRICA

Sobrenome: Nome: Ano Nascimento: Data Admissão:

Fábrica: Depto: Função: Deq:

ANAMNESE Otopatia: Tinitus: Vertigens: Internventos Cirúrgicos Audiológicos: Serviço Militar: Uso Habitual de Armas de Fogo Subjetiva Diminuição da Audição Medicamentos Ototóxicos Traumas Cranianos Dicoteca,escutar música em fone de ouvido Doenças Gerais de Interesse Audiológico Uso de EPI Outro

SIM

NÃO

DETALHES DA ANAMNESE

ANAMNESE PRÉ ADMISSIONAL

Deq E

125 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 125
DIAGNÓSTICOS: Classificação:

250

500

750

1000

1500

2000

3000

4000

6000

8000

OBSERVAÇÕES:

OTOSCOPIA:

EXAMINADOR: Deq Eventualmente Aconselhavel:

250

500

750

1000

1500

2000

3000

4000

6000

8000

DIAGNÓSTICOS

Outras Observações:

DATA:

Assinatura do Médico:

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PCA – PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

Sobrenome e Nome
125 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

função

Deq

OBSERVAÇÕES

OTOSCOPIA:

Examinador
125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

DIAGNÓSTICOS : Classificações Outras Observações

Data Sobrenome e nome
125 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

Assinatura do Médico função

Deq

OBSERVAÇÕES

OTOSCOPIA:

Examinador
125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

DIAGNOSI: Classificazione Altre Osservazioni:

Data

Firma del medico

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CLASSIFICAÇÃO AUDIOMÉTRICA
125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

0

A
10 20 30 40 50 60

B

0 10 20

A

B

E

C

30 40 50

E

C

F
70 80 90 100
125 250 500 750

D

60 70 80 90 100

F

D

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000

3000 4000 6000 8000

CLASSE 0 - NORMAL tRAÇADO 4A - 3B

Hipacucia de ruído CLASSE 1° Traçados 4A - C 4A - C - B 4A - D - C

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

0

0

A
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
125 250 500 750

B
10 20

A

B

E

C

30 40 50

E

C

F

D

60 70 80 90 100

F

D

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

Hipacucia de ruído CLASSE 2° Traçados 3A - E - C

Hipacucia de ruído CLAS SE 3° Traçados 2A - E - D - C

REV.

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PCA – PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

CLASSIFICAÇÃO AUDIOMÉTRICA
125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 8000

0

A
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
125 250 500 750

B

0 10 20

A

B

E

C

30 40 50

E

C

F

D

60 70 80 90 100

F

D

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000

3000 4000 6000 8000

Hipacucia de ruído CLASSE 4° Traçados 1A - E - D 1A - E - D - C 1A - E - F - D

Hipacucia de ruído CLAS SE 5° Traçados 4E - 3D 2E - 2F - 3D E-F-D-C F-D

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
125

A

>

>

>

B

0 10 20

A

>
C

>

>

> > >

B

E

30 40 50 60 70 80 90 100

E

C

>
F D

F

D

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

125

250

500

750

1000 1500 2000 3000 4000

6000 8000

Hipacucia mista CLASSE 6° Todos os deficits de ruído + outra causa

Hipacucia não ocupacional CLASSE 7°

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