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COMEÇANDO A LIMPEZA

Vi-me num lindo lugar, parecido com a Grécia antiga, onde tomavam aqueles maravilhosos banhos
comunitários. Era um ambiente fechado, um lugar de descanso, de banhos, limpeza e conversação.
Encontrava-me com minha filha G7 e uma senhora muito bela, jovem, amável e seus dois filhos,
brincando à beira de uma de piscina ou banheira aquecida, conversávamos. Era um ambiente muito
agradável!
Mas enquanto conversávamos eu pensava em como ela era bela, perfeita! Senti até uma pontinha de
inveja de seu majestoso corpo magro, suas feições delicadas. Olhei para meu corpo, estava de
biquini e fixei-me na barriga e, olhando atentamente, pude perceber um pequeno ponto preto
próximo ao meu umbigo - aquilo me incomodou, parecia sujeira!
Me virei para que não vissem, espremi, como se fosse um enorme cravo. Para minha surpresa,
começou a sair, mas a sujeira cresceu, cresceu. Então pedi licença, saí para me lavar.
Correndo ao banheiro mais próximo, vi que estava interditado para banhos, só tinha o assento da
privada, questionei mentalmente o por quê, e assim também me responderam que alguns usuários
haviam estragado e eu teria que usar outro mais distante.
Mas não dava tempo, a sujeira não parava de sair e, com o perdão da palavra, se parecia com fezes!
Muitas, muitas fezes! E me disserem mentalmente que eram os restos de toda carne vermelha que
eu havia consumido durante minha existência.
Fui espremendo, espremendo e jogando tudo no vaso sanitário, era uma cena lamentável!!
Assustada, acordei.