Sumário
A ......................................................................................................................... 3 B ......................................................................................................................... 7 C......................................................................................................................... 8 D....................................................................................................................... 14 E ....................................................................................................................... 15 F ....................................................................................................................... 18 G ...................................................................................................................... 20 H....................................................................................................................... 22 I ........................................................................................................................ 24 J ....................................................................................................................... 26 L ....................................................................................................................... 27 M ...................................................................................................................... 29 N....................................................................................................................... 33 O ...................................................................................................................... 34 P ....................................................................................................................... 36 Q ...................................................................................................................... 44 R....................................................................................................................... 44 S ....................................................................................................................... 46 T ....................................................................................................................... 50 U....................................................................................................................... 53 V ....................................................................................................................... 55 X ....................................................................................................................... 57 Z ....................................................................................................................... 57

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A
Abdome – Origem incerta, talvez do latim Abdere, esconder. Acetábulo – origem incerta. Talvez do latim Acetum, vinagre; e Abulum, pequena vasilha, gamela; Acceptabulum, pequeno recipiente. Na Roma antiga, a palavra era empregada para qualquer pequeno recipiente de boca larga que ia à mesa, como os de vinho ou vinagre. Também era uma medida de capacidade líquida, equivalente a uma xícara (moderna) de chá. Em Anatomia, designa o encaixe para a cabeça do fêmur. O termo já se encontra nas descrições de Plínio e Celso. Rufo de Éfeso afirma: “o que os gregos chamam “kotíle”, os romanos chamam “acetabulum”. Acidofilia – do latim Acidum, ácido, e do grego Philein, amar. Ácino – do latim Acinus, cacho. Acne – talvez do grego Akme, auge ou ponto culminante, ou talvez de Achne, restolho. Acrômio – do grego Akromion, extremidade do ombro, Akrós, extremo, Omos, ombro. O termo acromial parece ter sido introduzido por François Chaussier (1800). Adenite – do grego Aden, glândula, e Ite, inflamação. Adeno – prefixo que entra em numerosas palavras médicas e que vem do grego Aden, glândula. Adenocarcinoma – carcinoma de estrutura glandular. Do grego Aden, glândula, Karkinus, carangueijo, e Oma, tumor. Adeno-hipófise – do grego Aden, glândula, Hypo, abaixo e Physis, sulco de crescimento. Adenóide – do grego, Aden, glândula e Oidos, semelhante, forma de. O termo entra na designação de estruturas glandulares, ou linfóides. Era também o nome antigo da próstata (glândula adenoidea). Adenoma – do grego Aden, glândula e Oma tumor. Aderência – do latim Adherentia, adesão. Ad, perto de, e Hoerere, grudar. Adesão – do latim Ad, para, e Herere, agarrar, grudar. Adiposo – do latim Adiposus. Esta palavra foi inventada por tradutores das obras de Avicena, na idade média. Adiposidade – do latim Adiposus, de Adeps, gordura. Ádito – do latim Aditus, acesso, entrada, Adire, ir para ou Ad, perto e Itus, marcha, ida. Na antiga casa romana, o Aditus era o local adjacente ao pórtico, antes do Lavabum e do Vestibulum. Em termos militares, significava uma saída emergencial, uma retirada estratégica. Admirável – do latim Ad, perto e Mirabilis, maravilhoso. A rede admirável é o nome dado a um vaso sanguíneo que se ramifica para formar um plexo e deste o sangue é retirado através de um único vaso eferente. Já conhecida na Antiga Grécia, a idéia de rede foi usada pro Herófilo e Galeno. No Corpo humano o único tipo de rede admirável é o glomérulo renal, onde entra uma árteríola aferente e sai uma arteríola eferente. Adrenal – do latim Ad, perto e Ren, rim. Termo usado por Aristóteles para as glândulas situadas junto ao rim de ovelhas (na realidade, linfonodos aórticos-renais). No homem, estas glândulas foram aparentemente descritas por Bartolommeo Eustáchio, em 1563. Adrenalina – do latim Ad, perto; Ren, rim, e a terminação Ina para indicar princípio ativo, substância ativa, da glândula adrenal ou suprarrenal. Adventícia – do latim Ad, perto, Venire, vir. Originalmente este termo designava os cidadãos não romanos, estrangeiros ou bárbaros. Mais tarde, a palavra foi usada em anatomia, para designar envoltórios externos que pareciam “vir” de tecidos vizinhos, como nas artérias.

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Aferente – do latim Afferre, trazer para, Ad, perto e Ferre, trazer. Quer dizer o que leva para dentro, ou junto de. Em anatomia e fisiologia refere-se ao movimento em direção a um centro de referência. Afta – do grego Aphta, ulceração. Alba – do latim Alba, que é feminino de Albus, branco, claro. Entre os romanos a cor branca era tida como símbolo de pureza, bondade e justiça. Albicans – do latim Albus, branco, Albicare, ser branco. Albuginea – do latim, Albugo, brancura. O termo significa semelhante à cor da casca do ovo cozido. Esta palavra não existia no latim antigo e foi concebida por Averres e Avicena, para nomear o humor vítreo do olho. Kaspar Bartholin, no século XVII, introduziu a palavra para nomear os envoltórios das gônadas, em especial do testículo. Albumina – do latim Albumen, clara de ovo. Alergia – do grego Allos, outro e, Ergon, trabalho. Esta palavra foi criada em 1906 por Pirquet. Allantóide – do grego Allas, salsicha. Álveo – do latim, Alveus, pequena cavidade. Alvéolo – do latim Alveolus, diminutivo de Alveus, pequena cavidade ou órgão oco. Designava qualquer objeto pequeno com forma arredondada ou escavada. Foi utilizada pela primeira vez em anatomia por Vesálio, para denominar as cavidades do dentes. Somente em 1846 Rossignol usou-a para designar vesículas peulmonares. Amigdala – do grego, Amygdalè, amêndoa. O termo apareceu com os tradutores de Avicena, para designar estruturas semelhantes a amêndoas. Amorfo – do grego A, sem, e Morphe, forma. Ampola – Origem incerta. Provavelmente do latim Ampulla, vaso, frasco. Também existem as possíveis derivações do grego Ambullo, eu despejo, ou latim Ambo, os dois lados, ou do latim Olla, frasco arredondado, ou ainda segundo Joseph Hyrtl do latim Ampla, grande e Bulla, bolha, pequeno saco inflável. Alguns autores alegam que Ampulla é a forma corrupta e adaptada do grego Amphoreis, ânfora, jarro globoso com duas alças. Esta palavra pode ter sido composta do grego Amphi, ambos os lados e Pherein, levar, carregar, em referência às duas alças do vaso. Em anatomia, o termo é usado para designar dilatações terminais de ductos (deferente, lactífero, pancreático, tuba uterina) ou expansões globosas do reto. Anafilaxia – do grego Ana, para trás e Phylaxis, proteção. Anal – do latim Annalis, relativo a ânus. Anastomose – do grego Ana, através de, e Stoma, boca, entrada. Ligação por meio de uma boca. A primeira menção das junções tubulares boca a boca foi utilizada por Erasístrato, que utilizou o termo sinanastomosis para se referir as pretensas junções artério-venosas. Anatomia – do grego Ana, através de, e Tome, cortar. As primeiras dissecções anatômicas para fins científicos parecem ter sido realizadas pelos gregos. Hipócrates, Erasístrato e Herófilo tornaram a anatomia um dos campos de estudo da medicina. Androgênio – do grego Aner, homem e Gennao, eu produzo. De Aner vem Andro como forma para combinação vocabular. Anemia – do grego A, privativo; Haima, sangue, e Ia, estado. O vacábulo é impróprio, como se vê, pois significa “ausência de sangue” e é empregado com a significação de “falta parcial de sangue”. Anencefalia – do grego An, sem, Enkephalos, encéfalo. Aneurisma – do grego Aneurysma, alargamento, deriva de Ana, através e Eurys, grande. Anexos – do latim Ad, para, e Nectare, ligar. Anexos do útero são os órgãos “ligados” ao útero. Anel – do latim Annulus, anel. Do adereço derivou o nome do próprio dedo que o levava (o 4º dedo direito). Digitus annularis (dedo anular). O costume de levar-se o anel neste dedo, já apa-

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recia entre os gregos, devido à crença errônea de que havia um vaso (Vena moris) que, partindo dele, ia direto ao coração. Angiogenese - do grego Aggèion, vaso, e Gênesis, produção. Angiologia – do grego Aggèion, vaso, recipiente e Logos, palavra, coleção. A palavra usada por Galeno referia-se inicialmente a um procedimento cirúrgico (exposição, sangria e ligadura) na artéria temporal superficial para curar a cefaléia e enxaqueca. Lorenz Heister (1720) nomeou assim a parte da anatomia que estuda os sistemas sanguíneo e linfático. Antebraço – do latim Ante, diante de, antes, e Brachium, braço. Anticoagulante – do grego Anti, contra e, do latim Coagulans, coagulante. Anticorpo – do grego Anti, contra e, do latim Corpora. Um corpo que age contra. Antígeno – do grego Anti, contra e Gennao, eu produzo. Etimologicamente deveria significar “contra a concepcção” mas o radical Anti é ai uma forma abreviada de Anticorpos e, assim, Antígeno é um “gerador de anticorpos”. Antro – do grego Antron e do latim Antrum, cavidade, espaço oco, caverna. Não confundir com Atrium ou Aditus que eram compartimentos da casa romana. A palavra em português tem sentido de covil, refugio de ladrões, salteadores, porque em Roma antiga os malfeitores abrigavam-se em cavernas, que eram sempre mal afamadas. Ânus – do latim Anus, anel. Aorta – do grego aeirein, levantar ou ser levantado. A origem deste termo ainda é incerta, pois pode ter sido derivado do Grego Aortemai, suspenso, Era, ar, Tereo, eu tenho ou ainda Aortés, faca de cabo curto e curvo usado pelos povos macedônios. No sentido anatômico este termo foi usado inicialmente por Aristóteles. Aparelho – do latim Apparatus, preparação, apetrecho, máquina. Utilizado inicialmente para designar apenas um conjunto ou uma coleção de instrumentos para determinado fim, passou depois a nomear estruturas ou órgãos com a mesma finalidade. Tem como sinônimo o termo grego Systema. Apêndice – do latim Appendix, o que pende, Appendere, suspender. Ápice – do latim Apex, ponta. Aponeurose – do grego, Apó , sobre, de e Neuron, cordão, fibra. O termo Neuron antigamente designava qualquer estrutura cilíndrica fibrosa, lisa e deslizante. Arbósio foi o primeiro a definir aponeurosis como uma lâmina fibrosa e fina. Apoptose – o termo apoptose tem sua origem no grego arcaico e significa "o ato de cair", assim como as pétalas das flores e as folhas das árvores no outono. Aqueduto – do latim Aqua, água, Ductus, condução, Ducere, conduzir, guiar. Em anatomia o termo é utilizado para uma passagem através de certa estrutura para conduzir liquido claro. Aquoso – do latim Aquosus, aquoso, úmido. Aracnóide – do grego Arachnè, aranha, ou sua teia, e Eidos, semelhante. O termo foi aplicado á meninge entre a dura-máter e a pia-máter em 1664, por Fredeick Ruysch, anatomista holandês. Arciforme – do latim Arcus, arco e Formis, em forma de. Aréola – do latim Área, espaço, como o sufixo diminutivo Ola. Aplica-se este termo em medicina especialmente ao espaço ao redor dos bicos dos seios. Artéria – do grego Era, ar e Terein, conservar, guardar. Os gregos antigos acreditavam que as artérias conduziam o ar. Hipócrates chamava “artéria” à traquéia e árvore bronquial e “flebos” aos vasos, mas os anatomistas gregos antigos acreditavam que as artérias continham ar e as veias, sangue, pelo fato de que às dissecações, aqueles vasos mostrarvam-se vazios. Somente no século XVII, os trabalhos de Miguel Servetto, Realdo Colombo, Fabrizzio D`Àcquapendente e William Harvey demonstraram claramente a circulação sanguínea nas artérias.

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regra. Aurícula – do latim Auricula. diminutivo de Artéria. ar. Ascendente – do latim Ascendere. subir elevar. Com a realização das necrópsias pelos próprios médicos passou-se a designar autópsia. lei. Endurecimento dos tubos que conduzem ar ou “artérias”. nó. orelha externa. com lareira num dos cantos. Desnutrição. Galeno foi o primeiro a sugerir este termo aplicando-o ao sistema nervoso. Grande aposento central da casa romana. ajustado. O primeiro termo a ser utilizado foi necrópsia. Artrite – do grego Arthron. Ateroma – do grego Athere. e Ose. Autopsia . mesmo e Nómos.Arteríola – do latim Arteriola. Significava o lóbulo do pavilhão da orelha externa. As aurículas dos átrios do coração foram assim denominadas pro Erasístrato. sopa. de uma sopa espessa. conservar. diminutivo de Auris. Arteriosclerose – do grego Era. articulação e Ite. Autônomo – do grego Autos. Átrio – do latim Atrium. Aplica-se a todo órgão ímpar. olhar. Atrofia – do grego A. próprio. pela semelhança com as orelhas de um cão. Audição – do latim Audiere. Articulação – do latim Articulatio. Sala íntima. palpitação. própria. ouvir. Skleros. As lesões do ateroma dão de fato a impressão de uma matéria pastosa. sem. privativo e Trophe. junção e Arctus. onde os cirurgiões barbeiros realizavam a dissecação do corpo humano. e Opsis. e o médico apontava a estrutura.do grego Autos. Asma – do grego Asthma. duro. apertado. par. Ázigos – do grego A. 6 . inflamação. nutrição. estado. Terein. e Zygos.

enquanto Bílis era usado para a secreção. opaco. Até o século XVII. Na antiga Roma. Bifurcação – do latim Bis. no Grego Splien. com “base e paredes” foi introduzida por Avicena. Em latim. salsicha. Botulismo – do latim Botulus. originalmente. bile e Ferus. forjar. era dupla. golpear. Glisson. Boca – do latim Bucca. bochechas. Barba – do latim Barba. como da espada. o termo bílis era frequentemente substituído pelo equivalente grego Chole. qualquer bainha ou estojo. vida e Opsis. o termo Fel era mais usado para a bile armazenada na vesícula biliar. onde um golpe podia seccionar o tendão do músuclo supra-espinhal. pele e Bous. significando “dupla causa de raiva”. Termo sugerido por Barclay. isto é. bigorna e Incudere. 7 . amar. duplo e Furca. que tinha o sentido de vazio. drenagem de abcessos) e barbear os frades e monges. couro. apoio. nó. Denominação de músculos que têm origem em dois ventres separados. cabeça. duplo e Caput. Em latim. Bílis – palavra latina. A fôrca romana. eram treinados para executar atos considerados abomináveis para o médico formado (sangrias. que transporta. em forma de T. o contorno da abertura da boca (rima dos lábios) era denominado “Os” Bolsa – do grego Bursa. daí o adjetivo colérico. Em latim. A designação do órgão abdominal provavelmente originou-se da sua coloração. Bilífero – do latim. Que recebe bem os corantes básicos. Na idade média. porque os antigos acreditavam que a retenção da bile provocava ânimo raivoso. A palavra inglesa é Arm (braço) sendo que a palavra armadura deriva dela. recebeu essa denominação por ter sido encontrado na salsicha.B Baço – do latim Opacius ou Opacus. 1745. braço. Bio – prefixo usado em muitos termos médicos e que deriva do grego Bios. que passaram a ter formação acadêmica. chamou a atenção para o fígado como órgão produtor da bile e foi o primeiro a sugerir que esta secreção atuava na digestão das gorduras. o barbeiro era chamado de barbatensius. dois. curto. dois. Bainha – do latim Vagina. fato descrito mais tarde por Haller. Biópsia – do grego Bios. sem brilho. fôrca. visão. baço. Bicondilar – do latim Bis. A palavra bílis pode derivar de Bis. base. tinha dois braços. Em especial. os barbatensius. dois. Bíceps – do latim Bis. O germe causador do botulismo. sustentado. A idéia do crânio. escuro. e Philein. dificultando oou impedindo o manejo da espada. porque o membro superior é mais curto que o inferior. forcado de dois dentes. designando “em direção à base do crânio”. mas a língua portuguesa não a adotou. Braço – do grego Brachion. Exame de tecido vivo. designando o saco membranoso sinovial que foi chamado de “mucuous bursa” por Albinus. barba. duplo e Lis. Bigorna – do latim Incus. os músculos bíceps do braço e bíceps da coxa. Esta palavra deriva do grego Brachis. Bexiga – do latim Vesica. Basófilo – do grego Basis. Basilar – do grego Básilon. a cavidade da boca. junção. contenção. o “Clostridium botulinum”. porque a primeira peça idealizada como proteção foi uma ombreira de metal ou couro rígido que protegia a articulação do ombro. Esta palavra apareceu somente no século XVII. somente e. mas as bolsas sinoviais cutâneas somente foram descritas por Beclard. Na Inglaterra. bexiga ou vesícula. oco. O termo foi provavelmente assimilado do hebreu Bukkah. Bílis. boi. Bílis. os barbeiros foram separados dos cirurgiões. Base – do grego Básis. André Vesálio foi o primeiro que notou a semelhança de forma dos ossículos da audição com os instrumentos do ferreiro e assim os denominou. vida. dois e do grego Kòndylos. fundação. malhar. duplo. fel ou bílis. a palavra para este órgão era Lien. não tinham formação acadêmica. Winslow e Monro descreveram as bolsas sinoviais intertendineas e entre ossos. apoiado. breve. proibidos de deixar crescer a barba por um decreto papal de 1092.

Daí a justificativa da umidade (muco) daquela. qualquer construção articulada. pelo esôfago. Bronquite – do grego Bronchos. cápsula. muito semelhantes àquelas usadas atualmente em circos para prender as feras. e Actor. em latim. A palavra designava. lembra a estrutura das jaulas ou gaiolas romanas ( com varas longitudinais). esconder. soar corneta. bolha. A palavra (ou um similar arcaico. úmido e Olus. com o sentido atual de “fontículo anterior”. umedecer. Bregmos) também foi empregada por Galeno para designar o “ápice do crânio”. taça. cobrir. Bucinador – do latim Buccinare. úmido e Ite. sufixo diminutivo. cabeça e do Grego Kara ou Kephalos. do latim Calx. Calcanhar – do latim Calx. mole. O ponto craniométrico homônimo (ponto de união das suturas coronal e sagital) foi descrito por Broca. úmido. O Corpus callosum pode ser assim denominado por Galeno tanto por ser mais rígido que o restante do tecido cerebral quanto por ser mais rígido que o restante do tecido cerebral quanto por constituir um largo feixe de fibras nervosas comissurais. mole. articulum. no hiato semilunar. qualquer objeto esferóide. Popularmente. lembrando a estrutura de uma tora ou lenho. assemelha-se a uma taça na mesma posição. especialmente da cebola. Brônquio – do grego Bronchos. que por sua vez deriva do árabe Kali. Refere-se a toda estrutura em forma de taça. Em botânica. nodum. no século XVI. significando o local recôndito para os órgãos reprodutores do vegetal. como os cálices renais. Bregma – do grego Brechein. aquele que tocava a trombeta (“buccina”) para chamar à atenção os participantes. calcanhar. por ser feita de arcos unidos entre si. nomeia a saliência arredondada do osso etmóide. C Cabeça – do latim Caput. a palavra cálice (da flor) parece ter origem do grego Kalypto. Callum. Em português deu “Buzina”. Braquial – do latim Brachialis. designava tanto a garganta como a própria traquéia. cabelo. para o latim. Bulbo – do grego Bolbos. No exército e nas cerimônias imperiais. caloso duro. cal. Cálice – do grego Kalyx. gaiola. ranger os dentes.Branca – do latim Alba. prisão. mas é interessante notar que o cálice da flor. Caixa – do latim Compages. crosta. de várias formas: caput. Vesálio dava este nome a extremidade arredondada de um osso e Galeno. inflamação. Em anatomia. relativo ao braço. Pilus. Cabelo – do latim Capillus. Acreditava Platão que os líquidos deglutidos alcançavam o estômago pela traquéia e os alimentos sólidos. O termo foi introduzido por Aristóteles. Bula – do latim Bulla. branco. Inicialmente. principalmente os ornamentos usados pendurados ao pescoço. madeira. referia-se à parte “mais mole” do crânio do recém-nascido e a última a se ossificar. feminino de Albus. o Buccinatorius era o arauto. Foi reintroduzida no vocabulário anatômico por Colombo. bulbo. pelo. A caixa torácica. da cabeça. agente. cinza de soda. Rufo de Éfeso usou o termo para designar os anéis da traquéia mas o sentido foi depois extrapolado para sua divisão e gradualmente acabou denominando apenas os ramos. Bronquíolo – do grego Bronchos. a qualquer estrutura esferóide sobre um estreitamento (colo ou pescoço). claro. amolecer. Caloso – do latim Callosus. Calcâneo – do latim Calx. calcanhar o mesmo que calcâneo. O termo foi reintroduzido por Sylvio em 8 . Bruxismo – do grego Brychein. A palavra em latim provavelmente derivou do grego Kalon. pele dura. mole. invertido. A palavra Kephalos foi traduzida. Cálcio – neologismo criado em 1800.

casca de noz. Cauda – do latim Cauda. 9 .Anatomia e apareceu impresso pela primeira vez nas obras de Vesálio. diminutivo de Capsa. cabeça. coração. fim. abobada do crânio. o Cristo. vazio. Capilar – do latim Capillaris. Carótida – do grego Karoun. fazer dormir. Carcinoma – do grego Karkinos. mesmo depois que foi demonstrado em animais vivos que a ligadura das artérias carótidas não produzia estupor. Carbohidrato – do latim Carbo. Anton van Leeuwenhök. Cartilagem – do latim Cartilago. extremidade ou Cadere. água. Galeno já reconhecia tipos diferentes de cartilagem. provavelmente devido à proeminência destes na espécie Canis. quem os descreveu pela primeira vez ao microscópio de luz. e Omã. O nome deste dente é muito antigo. baixo e Ballein. conter. canal. relativo ao cárdia. A palavra grega equivalente é Chondros. Pensavam os antigos que na catarata havia queda de um humor do organismo para os olhos. Carbohidrato é um composto de carbono e os dois elementos da água: oxigênio e hidrogênio. Calvária – do latim Calvaria. Cárdia – do grego kardia. originalmente. Cardíaco – do latim Cardicus. tumor. Daí o nome “calo” para o endurecimento da pele. Cava – do latim Cavus. forma diferenciada para Cardiacus. Capitulum . mas Celso usava-o para designar apenas a parte mais alta (abobadada) da cabeça. guardar. talvez do grego Karpós. caranguejo. Canal – do latim Canalis. cair. Cariorrexe – do grego Karyon. Carpo – origem incerta. Câncer – do latim Câncer. escalpo. foi supliciado. Cápsula – do latim Capsulla. colher. Aristóteles acreditava que a compressão da artéria carótida resultava em desmaio o sono profundo e afonia. O termo inicialmente referia-se à porção do crânio coberta por cabelos. arrancar. foi Marcello Malpighi. perto das muralhas de Jerusalém que os romanos usavam como local de crucificação. sulco profundo. Tem esse nome por ser a porção do estômago que se acha mais próxima do coração. em 1688. quebra. em 1661. pender. diminutivo de Canalis. canal. relativo ao cabelo. ou após fratura óssea. quilha de barco. Catarata – do grego Katarakte. A crença permaneceu até a idade média. Quando queimado origina carvão e água. cabeçudo. coisa que cai. Era. Catabolismo – do grego Katabole. Cárdico – do latim Cardicus. cauda e Coda. rabo. pulso ou Karpologeo. Capítulo – do latim. Caroteno – do latim Carota. o nome da colina sem vegetação. construir. Cão. Provavelmente a palavra derivou da semelhança com a forma da quilha de um barco. Calvus. calvície. de kata. Na Grécia antiga os caçadores imobilizavam certos animais apertando-lhes estas artérias. relativo ao coração. colher frutos e daí do latim Carpere. Fino como um fio de cabelo. construir para baixo. Capitato – do latim Capitatum provido de cabeça. caixa.diminutivo de Caput. Capillus. Canino – do latim Caninus. Forma diferencial para Cardicus. tendo sido chamado Canides ou Canidon por Aristóteles e Galeno. canino e Canis. semente ou núcleo. sulco profundo. cenoura. Carina – do latim Carina. carangueijo. Canalículo – do latim Canaliculus. e Rhexis. mala e Capere. Embora Leonardo da Vinci e Cesalpino tenham intuído a existência dos vasos capilares e feito algumas observações sobre o fenômeno da circulação. oco. carvão e do grego Hydros. confirmou sua descoberta. cartilagem. onde Jesus.

Vesálio nomeava Coecus ao apêndice vermiforme. Cemento – do latim Coementum. Erasístrato dividiu o encéfalo em Cerebrum e Cerebellum. Cervicite – do latim Cervix. surpresa. porque este realmente terminava em fundo cego. Central – do latim Centralis. cortar. Celulite – do latim Cellula. central. Cavo – do latim Cavum. era usada no latim cotidiano apenas para designar este órgão em animais. forma corrompida de Schiadicus. colo ou pescoço e do grego Ite. que assim resolveu chamar de células.l Celíaco – do grego Koilia. Am anatomia. Circulação – do latim Circulare. como os corpos cavernosos do pênis e os seios cavernosos da dura-matér. Isso porque esse termo foi usado pela primeira vez por Robert Hooke. Cerúmen – palavra latina. coisa brusca e inesperada. Cillere. Apesar de que em forma leiga. cego. Cortar ao redor. cabeça. cílio. descrever um círculo. relativo à caverna. porão. quando observava em um microscópio rudimentar um fragmento de cortiça (tecido vegetal da casca de caules velhos). ver a célula viva e descobrir que ela não era um espaço vazio. Só muito tempo depois. Hooke mostrou também que a estrutura celular não era restrita à cortiça. escavação. Cervicis) passou a designar em anatomia qualquer estrutura estreitada sob uma forma arredondada. a palavra Cerebrum pudesse designar todo o encéfalo. do centro. Cego – do latim Coecus. Mas mesmo assim. È provável que a palavra tenha derivado do grego Kara. Ciático – do latim Sciaticus. corte. Erasistrato dava este nome apenas à grande massa de dois hemisférios que ocupava a maior parte do crânio. abdome. pequena câmara e do grego Ite. resíduo de queima. O termo Cervix (plural. Choque – do francês Choc. mover. prender pela cintura ou Cingulus. que significa cera. faixa de terra. inflamação. com equipamentos mais avançados. pedra britada. colo uterino etc. e Caedere. do pescoço. cinza. quase que exclusivamente em termos culinários (como miolos. Em Roma o coementum parece ter designado não somente a pedra britada mas também a argamassa formada pela sua mistura com a cal. pois a encontrou em muitos outros vegetais. em 1665. Embora a palavra Cerebellum seja diminutivo de Cerebrum.Cavernoso – do latim Cavernousus. Célula – diminutivo do latim Cella. cinzento e Cinis. 10 . Cavidade – do latim Cavitas. o nome CÉLULA nunca foi mudado. buraco. cabeça. Assim. porque sua forma latina mais arcaica era Carabrum. Em anatomia. Cinéreo – do latim Cinnoereus. Cílio – do latim Cilium. nucal. designa qualquer estrutura que abraça ou rodeia outra. como o pescoço (ou colo). Cervical – do latim Cervicalis. essencial das construções. Cérebro – do latim Cerebrum. que outros cientistas conseguiram. pestana. isquiático. O termo célula é impróprio para caracterizá-la. Cervis. pequeno aposento. cavidade. Cefálico – do grego Kephale. Circuncisão – do latim Circum. Em anatomia designa uma estrutura formada por múltiplas cavidades (cavernas) ou compartimentos. Cérvice – palavra latina: colo ou pescoço. Ceco – do latim Coecus. inflamação. Cíngulo – do latim Cingula. nuca pescoço. viu uma grande quantidade de pequeninos espaços vazios. Cicatrix do latim Cicatrix. cego ou obscurecido. Neste fragmento. Cerebelo – diminutivo latino de Cerebrum. cintura e Cingere. em português). em redor. mas um corpo cheio de conteúdo e com funções muito importantes. cilha. temos colo ósseo. termos adotados por Galeno.

relativo à cama e do grego Kliné. bile. gargalo. que associa. lingüiça feita de intestino grosso. Na Roma antiga a cisterna era um buraco em fundo cego cavado no solo e semi-coberto por uma taboa. à ampola. e do latim Oleum. A formação de palavras unindo radicais gregos e latinos foi comum na antiguidade e na idade média. sustentáculo. sólido. Colesterol – do grego Chole. receber. provavelmente do grego Kleitorís. relativo à vesícula. Clínico – do latim Clinicus. tranca. com as mãos. eu conduzo. Colo – do latim Coellum ou Collum. Outra possibilidade para este nome seria a união de Chole. Colédoco – do grego Chole. Colostro – do latim Colostrum. e Committere. Os médicos gregos e romanos dividiam a dor intestinal em duas categorias: ileal (IEilèos) e Cólica (Kolikòs). dores continuas e intermitentes. O primeiro anatomista a dar este nome foi Empédocles. cama. eu produzo. funil. concha ou caracol. leito. com a forma do bico deste pássaro. unir Comunicante – do latim Communicans. Coanas – do grego Choané. pescoço. Cóclea – do latim Cóclea. concha em espiral. molde. Na idade média e inicio da moderna os médicos eram os únicos que estudavam em Universidades enquanto os cirurgiões (chamados de Barbeiros) acumulavam conhecimentos de forma empírica. que operava através de fórmulas magistrais e/ou filosóficas. 11 . Dá o nome ao canal que recebe a bile à vesícula biliar e leva-a ao duodeno. Comissura – do latim Commissura. Cóccix – do grego Kókkyx. reservatório. apoio. Colágeno – do grego Kolla. Herófilo e posteriormente Vesálio chamou assim os últimos ossos da coluna vertebral por sua semelhança.Cirrose – do grego Kirros. e Dechomai. Coluna – do latim Columna. os colículos superiores e inferiores do tecto do mesencéfalo eram denominados de corpos quadrigêmeos. junto ao leito. A principio a palavra Cirrose só designava o fígado amarelo e gorduroso. cuco. bile e do latim Duco. Os médicos antigos (gregos e romanos) geralmente atendiam seus doentes em templos ou em praças públicas. amarelo-castanho. Cólico – do grego Kolykòs. estudo. isto é. Cístico – do grego Kystikós. cola e Gennao. escorrer. junto e Lateralis. Sterol de Stereo. Somente aos nobres e patrícios era dado o privilégio do atendimento a domicílio. ao leito. fechado. diminutivo de Collis. óleo. em oposição “a medicina. chave. Cheo. Do grego Kytos. vaso ou célula e Plassos. Em anatomia o termo foi inicialmente aplicado por Arancio apenas ao quarto ventrículo. colina. Citoplasma – do grego Kytos. trabalho. Clavícula – do latim Clavicula. Colateral – do Latim Com. Designa a passagem estreita (afunilada) da cavidade do nariz para a parte nasal da faringe. Colículo – do latim Colliculus. Cisterna – do latim Cisterna. Clitóris – origem incerta. depois a acepção ampliou-se para fibrose. coar. diminutivo de Clavis. mão e Ergon. O osso lembra uma chave. bílis. Em conjunto. que deriva de Cheir. Cirurgião – do grego Cheirourgos. Citologia – do grego Kytos. A cirurgia nasceu como terapia pela qual o praticante “exercia. que recolhia água da chuva do telhado das casas. dor intestinal. cisterna. significando eu “levo a bile”. vaso ou célula e Logos. união. acreditando que os sons eram ali recebidos. coluna. Cito – prefixo grego que entra em muitos termos médicos e que significa “célula”. em conjunto. a primeira secreção da glândula mamária após o parto. para o lado. a cura. Colo (n) – do grego Kolon. do grego Kochlias. Os médicos que assim procediam eram chamados de clínicos. Por causa da sua posição. fechado entre os lábios da vulva. relativo aos colos.

Coróide – do latim Corona. substância. canga de arado. No século XVIII perdeu o substantivo e passou a chamar-se somente conjuntiva. Coronal – do latim Coronalis. X). para segurar as madeixas que estas nobres costumavam usar. roda. Córnea – do latim Corneus. na antiguidade. agente. coroa e do Grego Oidés. Coração – do latim Cor. Verso de Juvenal (Sátira. roda. coração. junto e Jungere. couro. Corpo – do latim Corpus. virado e Contorquere. para designar um dos tecidos fundamentais descritos por François Xavier Bichat. unido. ou da união de Cadere e Vero. corrimento nasal. nó. girar. aos gregos antigos. A palavra conjunctiva é a forma feminina do adjetivo Conjunctivus e foi introduzida por Berengario da Capri. corpo. nós dos dedos. forma de. Coracóide – do grego Korax. sendo conhecido somente as últimas palavras. verdadeiro. Conjuntiva – do latim Conjunctivus. Hipócrates não nomeava esta sutura embora Rufo de Éfeso alegasse que seu nome havia sido dado pelos egípcios. ligado e Con. corda. concha de animal. a silhueta de um corvo empoleirado sobre um galho ou ainda as curvas da cabeça e corpo de um corvo. Contorcido – do latim Contortus. de consistência de corno ou chifre. relativo à coroa. 12 . Conjugado – do latim Conjugatus. cartilagem. Côndilo – do grego Kóndylos.Concha – do latim Concha. reprimir. corpo estriado etc. Uma possibilidade para este nome vem da tiara ou meia coroa usada pela rainha (que era proibida de usar a coroa completa). que parece derivar do latim Cadere. Conjuntivo – do latim Con. atar. formada pelas primeiras sílabas das palavras da expressão CAro DAta VERmis (carne dada aos vermes). matéria. Constritor – do latim Constringere. em forma de. Esta palavra parece ter sido empregada pela primeira vez por Johannes Mülleer. tripa. do grego Kónche. inclusive a epiderme e a tela subcutâneas. corpo caloso. significando definitivamente caído o poderia ser uma palavra composta. Os gregos usavam o nome para designar qualquer osso ou cavidade neste formato. Corda – do grego Chordé. concha em espiral. Coroa – do latim Corona. jugo. estreitar e Actor. Condral – do grego Chondros. Antigamente designava toda a camada da pele (tegumento comum). junto e Jungere. É muito conhecida a expressão “Orandum est ut sit” mens sana in corpore sano. e Trahere. nós da madeira. corvo e Óides. ligar. Como a palavra em grego designava também qualquer objeto curvo. unido. O organismo morto é usualmente denominado de cadáver. toda saliência arredondada o meio de uma estrutura era assim chamada. virar. ex. Giovanni Santorini e Exupère Bertin descreveram respectivamente a concha nasal superior e concha nasal suprema. membrana. Contração – do latim Con. cair. originalmente na expressão membrana conjunctiva para designar a membrana contínua entre a pálpebra e o bulbo do olho. juntar. nós de bambu. o significado geral de “acúmulo” de substâncias. ligar. para alguns o termo teria se originado da forma de uma antiga maçaneta grega encurvada chamada Kórone. trazer. junção. A córnea ocular recebeu essa denominação por ser a primeira camada ou a mais espessa das membranas oculares. Cório – do latim Corium. Daí os nomes de corpo lúteo. significando (devemos rezar para ter) um espírito são num corpo são. O termo denomina várias estruturas e tinha. junto e Jugum. Pode ser que a forma do processo coracóide lembrasse. Na grécia antiga. usada quase exatamente sobre esta sutura. pele. coroa. jungido e Con. contorcido. Coriza – do grego Koryza. A concha da orelha externa foi nomeada por Rufo de Éfeso e as conchas nasais médias e inferiores por Cassério Placentino.

divisão resultante de corte. em consideração ao número de pontas que eles apresentam. cume. enterrado. Córtex – do latim Córtex. preguear e Actor. Cúbito – do latim Cubitalis. pilastra. isto é. perna. em forma de. Cúpula – do latim Cupulla. forma corrupta de Cubitellum. gruta. da perna. córtex significa o revestimento externo de um órgão. John Hunter deu o nome de cúspide ao dente canino e bicúspide aos pré-molares. cimo. escondido. Cubitus era o nome antigo do osso Ulna que também designava todo o antebraço. 13 . crivo. Designava também o leito próprio para a ceia e uma medida de comprimento (em português. que podia variar de 45 a 56 cm. segundo Vesalio foi introduzido por Celso e dava nome ao osso saliente da perna. A palavra cortiça deriva diretamente de córtex. Em latim o plural de Costa e Costae. e Rugare. Corte – do latim Sectio. círculo e Òides. Origem provável na grafia da letra grega X. reclinado. Cripta – do latim Crypta. costela. a tíbia. Coxa – do latim Coxa. forma de. forma de. cubo e Òides. duração. Nome dado por Galeno e adotado por Celso. Cricóideo .Corrugador – do latim Con. em oposição ao seu interior (medula). em português popular. corte. O termo Krykos é obviamente uma variante de Kyrkos. erguer. quadril. dependendo da região. Este músculo enruga a pele e as estrutras adjacentes. Costal – do latim Costalis. casca de árvore. relativo às costelas e Costa. Cruz – do latim Crux. cotovelo. junto. em forma de Cúneo – do latim Cunoeus. Crânio – do grego Kranion. diminutivo de Cubitum. porque tem duas hastes cruzadas. anatomista holandês do século XVI. crânio e Karaníon. relativo ao coto ou ao cotovelo. côvado). Este tipo de anel era mtyuito freqüente bas classes nobres da antiguidade e da Idade Média. Cúspide – do latim Cuspis ou Cuspidis. Cribiforme – do latim Cribrum. aos músculos que suspendem os testículos. Daí provavelmente derivou o termo popular “costas” significando a região onde estes ossos se encontram. canela. Cremaster – do grego Kremastér.do grego Krykos. pertencente à pele. Cuneiforme – do latim Cunoeus. Crural – do latim Cruris. Depois passou a designar toda a região entre ojoelho e o tornozelo. A grafia correta em português deveria ser córtice mas este termo não é usado. cunha e Formis. peneira e Formis. Cutâneo – do latim Cutanoeus. nome dado à casca de árvores lenhosas como o sobreiro e de onde ela é extraída. Cotovelo – do latim Cubitus. cruz. Em anatomia. marcha. ponta de lança ou de dente de javali. da porção abaixo do joelho. Designa estruturas pontudas como as válvulas das valvas atrioventriculares e as elevações na face oclusal dos dentes. coto. cuba. cunha. Porque era comum em Roma antiga os indivíduos se reclinarem para fazer as refeições. diminutivo de Cuppa. A palavra foi introduzida pelo anatomista Frances Charles Estiennen para nomear as pequenas depressões onde as gçlândulas mucosas e sebáceas se abriam. Cúlmen – do latim Culmen. invólucro. A palavra deve ter–se derivado do latim Cubare. Cubóide – do grego Kúbos. Deve se lembrado que foi acrescentada a letra s. suspensor e Kremastein. relativo à cabeça. agente. Em anatomia o termo já era utilizado por Galeno e confirmado por Vesálio. pele de fruta. Foi descrito por Volcher Coiter. suspender. Curso – do latim Cursus. galeria subterrânea e do grego Kriptós. O termo Crus. vasilha larga. reclinar. apoiando-se nos cotovelos. circulo e deu nome à cartilagem laríngea pela sua forma em anel de sinete. deitar.

Foi Jean Riolan quem deu este nome ao músculo do cíngulo peitoral. Inicialmente o termo era usado apenas em sentido geográfico. que cai. O diminutivo de Cutis é Cuticula. o “intervalo entre dois dentes” e “mancha na casa de um fruto”. Dedo – do latim Digitus. forma de. agente. A palavra grega equivalente à pele é Derma. cruzado. Dente – do latim Dente. significando a foz do rio Nilo. A palavra grega para dente é Odous que. A letra delta. o correto é o derma ou o derme. A palavra Dàrton. em forma triangular. Diáfise – do grego Dia. Nome popular de antiga moeda romana que trazia seu valor cunhado. através. Delgado – do latim Tenue. que desce e Descendere. especialmente a da face. Deferente – do latim Deferre. a palavra foi inicialmente usada poro Platão para nomear ligamentos articulares e só passou a designar a parte média do osso longo – situada entre as extremidades “que crescem” – após os termos Epiphysis e Apophysis terem sido aplicados ao osso. A palavra parece ser uma forma abreviada de Edens. por causa de sua aparência. equivalente a 1/16 avos do pé. Este termo foi utilizado pela primeira vez por Rufo de Éfeso para designar o revestimento externo dos testículos. repelir. também tinha outros sentidos como o “desabrochar de uma flor ou de um adolescente”. Em anatomia. substância. Em anatomia nomeia os dentes da primeira dentição (dentes de “leite”) e. caído. jarro coberto com membrana ou couro. delicado. letra D. O termo grego equivalente é Dolychos (longo). Digitus era também o nome de uma medida de comprimento. Termo que designa estruturas que se destacam naturalmente de seus suportes. Deìrein. agente. conduz os espermatozóides para cima. descer e Actor. Em anatomia também qualquer projeção ou saliência semelhante a um dentel (processo odontóide). substância dentária.. designava uma espécie de túnica rústica. pois o ducto. inicialmente. fino. crescimento. Deltóide – do grego Delta. na forma feminina (Decídua). comer. O plural de Dens é Dentes. portanto. Detrusor – do latim Detrudere.Cútis – do latim Cutis. cruzar. Na Roma antiga. A palavra deriva do sânscrito Dartis. na linguagem grega coloquial. Òides. sulco. A palavra em português é masculina. D Dartos – do grego Dartós. esfolado. Decussação – do latim Decussatio. dente. Depressor – do latim Deprimere. abaixar. Decidere. mas é pouco provável que o músculo tenha recebido daí seu nome. invólucro. maiúscula escreve-se ∆ (em forma de triângulo isósceles). em grego. 14 . entre. Derme – do grego Derma. pele. saco. o nome estaria mal colocado. em português deu “Odonto” e é usada como afixo. Decíduo – do latim Deciduus. que tem sentido mais preciso. sem pele. composto de Dens e o sufixo Ina. que significa couro e parece ter sido inicialmente usada para nomear preparações anatômicas sem a pele. Dentina – do latim Dentina. couro. esfolar. O algarismo X. Termo introduzido por Owen. dedo da mão ou do pé. expulsar. comestível. e Actor. a parte do endométrio onde o ovo se implanta. associada à Edare. trazer para baixo. È interessante saber que este termo. delgado. Designa a pele humana em geral. cair. Decussare. Descendente – Do latim Descenden. e Physis. descer. No sentido de trazer para baixo. pele e do Grego Kuto. depositar. Dá nome à porção do tubo alimentar que se situa entre o estômago e o intestino grosso. Atualmente permanece apenas com esse significado. O ducto deferente recebeu este nome de Berengário da Carpi (1500). renomado anatomista da escola pré-vesaliana.

dorsal. relativo a ventre. Ductus. feminino de Digitatus. tirar. mãe protetora. direito. Diencéfalo – do grego Dia. dita “mão fria”. Digestório – do latim Digestorium. Neste sentido. usado para qualquer parede divisória ou septo (como o palato). afastar. Dorsal – do latim Dorsalis. através e Enkephalous. alijado. o termo anatômico é impróprio porque estes caminhos não terminavam em fundo cego. em 1830. No início. a dúzia. E Eferente – do latim Eferre. como as estruturas assim denominadas. Digital – do latim Digitalis. Hipócrates usava o termo para as camadas fasciais que cobriam os ossos do crânio. Duro – do latim Durus. Disco – do latim Discus e do grego Diskos. traçado. agente. afastado. através. Dilatador – do latim Dilatare. repartição. Digitus. Divertere. dedo. O termo apareceu no século XVIII e permaneceu desde então. a palavra foi utilizada para designar uma dobra de tecido com compressa ou gaze no seu interior. entre. O que leva para fora (ou que tira). duplo. disco. Este termo. cerca. com dedos. duplo. separação. Distal – do latim Distalis. Digitada – do latim Digitada. possivelmente por má interpretação de quem o utilizou. entre. pois a palavra Ductus não tinha nos clássicos. forte. dura. duro. Daí. que voltavam à face para o sol nascente (leste). Divertículo – do latim Diverticulum. Diplòos. Após os trabalhos de Breschet. distante. parede. Herófilo descreveu o duodeno como tendo um comprimento equivalente à largura de doze dedos colocados juntos. doze dedos. das costas. Díploe – do grego Diploè. Os heliólatras. Digástrico – do grego Di. Duodeno – do latim Duodeni. cobertura. relativo a ou em forma de dedo. Ducto – do latim. Aqui a palavra significa “o que esta entre o cérebro”. diminutivo de Ductus. é um exemplo da falta de habilidade da tradução latina do texto grego. levar para fora. que está longínquo. que está à direita. Divisão – do latim Divisio. dois.Diafragma – do grego Dia. significando tubo. Dura-máter – do latim Dura. severa e Mater. mas Ruffo utilizava-o para o tecido entre as lâminas compactas dos ossos da abóbada craniana. apontava o norte (onde o clima era mais frio). ampliar e Actor. apontavam o sul com a mão direita. mas esta descrição equivale a órgãos de animais. o sentido de sulco pra condução de líquidos. Nos primórdios da cirurgia. local de distribuição digestão. Dúctulo – do latim Ductulus. este sentido prevaleceu. e Phagma. condução. severo. doze. cérebro. dita que consideravam a “mão quente” enquanto a mão esquerda. forte. é entre os dois hemisférios cerebrais. A palavra usada originalmente foi Dodekadactilon. os Divertícula eram caminhos secundários como afluentes menores de um rio ou estradas vicinais. Os termos direito e esquerdo estão associados a antigos rituais de adoração ao Deus-Sol. o termo foi depois especificamente empregado por Galeno para desognar apenas o músuclo que separa as cavidades toráxica e abdominopélvica. duplo e Gastrikos. Refere-se especificamente a axônios com impulso nervoso ou a movimento de fluídos de um centro de referência em direção à periferia. Celso chamava-o Seputm transversus. Diplóide – do grego Diplòos. isto. Direito – do Latim Dexter. alargar. 15 . a destreza ou habilidade estarem associados à mão direita enquanto os atos advindos da mão esquerda serem consideredos desarmoniosos ou mal-afortunados. Em Roma.

pairar. em cima e Mys. elipse. Ejaculatório – do Latim Ejaculare. em Anatomia. nó. Dentro e Kephalos. endurecido. levar. para e Jactare. forma de. útero. Enteron. flutuar. Emissária – do latim Enissarium. Endolinfa – do grego Endon. e Endyma. Emboliforme – do grego Embolos. Galeno e Oribásio adotaram o termo com o mesmo sentido. sobre. sobre. sobre. sobre. mas Riolan. em cima e Thalamos. em cima de. duplo.Eixo – do latim Axis. significando intestinos. desde os primórdios da anatomia. Epitálamo – do grego Epi. Endoneuro – do grego Endon. escoadouro. O termo Didymos era usado para as gônadas de ambos os sexos e originalmente significava duplo. Elipsóide – do grego Elleipsis. em cima e Physis. relativo à elipse. e Oidés. esticável. sobre. músculo. utilizavam-se Emmissaria. que esta dentro. para fora e Mittere. cabeça. pode ter derivado do grego Entós. eixo. Elástico – do grego Elàstykos. em cima e Kondylòs. em cima e Pléein. Endocárdio – do grego Endon. Epicôndilo – do grego Epi. água. A palavra foi empregada para qualquer tipo de dreno e. coração. Derma. Kardia. para fora. separar. em cima e Didymos. canais de drenagem de lagos e charcos. En. O primeiro a usar a palavra Epididymos para designar a estrutura que conhecemos hoje foi Herófilo. em cima e Skeros. do Grego Epi. Elíptico – do grego Elleiptykós. em cima e Neuron. mas os médicos gregos sempre utilizaram a palavra para designar os testículos. flexível. 16 . Eminência – do latim Eminentia. uma membrana que está solta sobre os intestinos. intestinos. Endósteo – do grego Endon. Endócrina – do grego Endon. dentro e Osteon. crescimento. em 1649. Epiderme – do grego Epi. Ex. do latim Formis. laringe Epimísio – do grego Epi. Epineuro – do grego Epi. elevação. Endométrio – do grego Endon. A palavra enteron. junção. e Glottis. segregar. cordão. foi usada pela primeira vez por Giovanni Santorini (1720) para designar as veias que ligam os seios venosos da dura-máter às veias externas do crânio (diplóicas). dentro e Neuron. Ex. Epiglote – do grego Epi. Epiplóico – do grego Epiplóikos. em cima. com a finalidade de secálos e arar a terra. acrécimo. relativo a Epíploon. lançar. sobre. fibra. dentro e Lympha. Epicárdio – do grego Epi. distensível. Este humor. em cima. quarto de dormir. em cima. Epêndima – do grego Epi. cordão. sulco. em forma de. ou gêmeos. couro. jorrar e Ex. cérebro. como um avental. pele. vestimenta. projetar. Encéfalo – do grego Enkephalos. sobre. reintroduziu o termo em anatomia descrevendo o órgão em detalhes. Epífise – do grego Epi. Epidural – do grego Epi. fibra. dentro e Kardia. foi detalhadamente descrito por Antonio Scarpa. sobre. duro. sobre. Endomísio – do grego Endon. sobre. sobre. em dobro. por causa de sua posição no abdome. coração. Epididymos teria o sentido de “o que esta sobre os gêmeos”. osso. Entérico – do grego Enterykos. sobre. músculo. isto é. Epidídimo – do grego Epi. dentro e Metra. dentro e Krinéin. Hipócrates chamava o omento maior de Epiploon. em cima. Episcleral – do grego Epi. Duralis. que flutua sobre. descoberto por Domenico Cotugno. Na Roma antiga. sobre. intestinal. cunha. dentro e Mys. rígido. Minere.

por causa da semelhança da forma do osso com uma pá. Espinha – do latim. ovo e Phoro. em forma de canoa. forma de. pele. desigual. graças aos trabalhos de Henle (1870). rígido. Espinal – do latim Spinalis. escama de peixe. mamilo. lienal e Splen. espinhoso. O termo foi depois empregado para a coluna vertebral porque ela parece separar. A palavra Smattare. depois Smattare. igualar e Actor. irregular. couro. a árvore bronquial etc. Em sentido estrito. com intuito decorativo.do latim Scapulae. chato. Esmalte – do latim Enamyl. visceral. variante relativa à medula espinal. Spina. de cavalo. comida. sobre. a qualquer objeto feito de couro. mariposa. mais constestada. derretido e fundido à superfície de objetos. Espermático – do grego Sperma. Epoóforo – do grego Epi. Esfíncter – do grego Sphinktèr. em 1700. O termo deriva do circo de bigas romano.Epitélio – do grego Epi. Escama . órgão nervoso. ombro e Platus. Esfenóide – do grego Sphen. e Oidés. Eretor – do latim Erigere. Esplênico – do grego Splenikos. Escafa – do latim Scapha. como cunha. ombros. espinho. Equus. não totalmente. especialmente ás bolsas penduradas no cinto. escavar. a musculatura do dorso do corpo. Aequare. Aequator. unha. agente. 17 . sobre. à semelhança da Spina do circo romano. Aparentemente uma variação de Scrotum. da a origem como sendo do grego Sphein. pontudo. couro. Equador – do latim. que aprece ter derivado da palavra grega. em cima. em 1659. O termo nomeava. arado. Agente. Espinhal – do latim Spinalis. forma de. Esplâncnico – do grego Splanknikos. levantar. baço. derretido. vespa. do Grego Omos. e Oidés. canoa. semente. Assim foi denominada a pele dos lábios por Ruysch. Eponíquio – do grego Epi. O primeiro anatomista a descrever o baço em detalhes foi Marcello Malpighi. canoa. de Sphingein. Escafóie – do grego Scaphe. relativo ás vísceras. Esôfago – do grego Oiso. elevar e Actor. Oon. por mais de ¾ do seu comprimento por um muro de seis metros de largura e dois de altura. em cima e Thelé. O baço em latim chama-se Lien. igualador. Aristóteles e Galeno chamavam-no de Omoplata. eu levo. Outra etimologia. em cima. entre o crânio e a maxila. cavalo ou Equa. o revestimento de superfícies internas. Escroto – do latim Scrotum. canoa. Escápula . A pista de corrida era dividida ao meio. Equina – do latim Equinus. nome dado. atadura. É provável que Galeno tenha sido o primeiro a descrever este osso que parece estar encravado. Esclera – do grego Skleros. Riolan (1640) parece ter sido o primeiro anatomista a usar o termo escápula. pontudo. O termo espinhal é relativo à espinha projeção óssea e não deve ser confundido com espinal. indistintamente qualquer osso ovóide escavado. mas derivado do grego Skaptein. ligadura. espáduas. Posteriormente. derreter. égua. cunha. papila.do latim Squama. eu levo e Phagos. e do Grego Scaphe. como o intestino. esmalte é um composto mineral (apatita) vítreo submetido a altas temperaturas. esmaltar foi introduzida apenas na idade média. sobre. amarrar. Onyx. passou a significar a camada superficial da pele em qualquer local do corpo e. em cuja concavidade encaixava-se outro osso. ponta aguda. Escaleno – do grego Skalenos. na antiga Roma. por sua forma geral ter certa semelhança com um inseto alado (daí o nome deste osso em alemão ser Wespenbein. duro. pele. Este muro era adornado com estátuas de Seuses e recebia o nome de Spina. Daí a bolsa que contém os testículos receber este nome. por extensão.

Extensor – do latim Extendere. O osso foi descrito e nomeado por Galeno. derramar. Extremidade – do latim Extremitas. ilegítimo. a igreja católica determinou que o lado correto para os fiéis seria o direito. vindo de fora. Hipócrates usou o termo Sternon para o peito masculino e chamou o “osso do peito” de Sternon para o osso e este uso propagou-se. final. que tinham inúmeros usos entre os gregos. os povos estrangeiros e que não estavam sob o domínio de Roma. agente. e Oidés. um atrás do outro. após o século XVII. expectorar e Actor. Esquerdo – do latim Sinister. 18 . funesto. composta de Stoma. externo. pois os justos. A phalanx era uma formação especial (em fileiras consecutivas) de batalha da infantaria do exército grego. a palavra Stria significava faixa elevada e o termo era frequentemente usado para descrever o aspecto ondulado do corpo de uma coluna e até mesmo uma “testa enrugada”. Esterno – do grego Sternon. Assim. e derivava od grego Stomachos. extremidade. Estria . Falange – do grego Phalanx. Portanto a palavra designou inicialmente a faringe distal. esquerdo. para Vesalio havia o Stomachus (esôfago) e o Ventriculus (estômago). lança. no sentido de “início de um órgão ôco”. Esqueleto – do grego Skeletos. fora de. e Cheien derramar. como no nosso popular “boca do estômago”. alguns etimologistas referem a origem como derivada do grego Stereos. o estômago como atualmente o conhecemos. em latim. peito masculino. aridez. o estômago. boca e Cheien. Para os gregos significava qualquer tipo de cobertura para cama. em relevo. Estômago – do grego. em forma de. Excretor – do latim Exscreare. evidente. Stoma. boca. Nada indica. exterior. Hipócrates usava este termo para designar qualquer estrutura de aparência porosa. Extra-piramidal – do latim Extra. Externo – do latim Externus. Estrato – do latim Stratum. estria ondulada de adorno. ventre e. Hipócrates usava também o termo para designar o colo da bexiga urinária ou do útero. então o esôfago. Etmóide – do grego Ethmos. falso. esponja oriundo de animal marinho. Aristoteles descreveu vários tipos de esponjas. isto é. toalha. e Pyramidalis. Extremo – do latim Extremus. colcha. Por causa disto. de modo geral. Na idade média. forma de. coberta de cama. em grego Gaster. estaca.Esponjoso – do grego Spongos. peneira. mesa etc. secura. e Òidés. os povos bárbaros. Aristóteles usou o termo para os ossos dos dedos. esticar e Actor. relativo à pirâmide. que a palavra tivese o sentido de listrado. através da tradução dos textos gregos. como órgão era chamdo de Ventriculus (diminutivo de Venter. Estilóide – do grego Stylos. depois a cárdia e finalmente. Cristo teria distribuído o pão e o vinho na última ceia com a mão direita. Estroma – do grego Stroma.do latim Stria. coberta. agente. face. Para os romanos a palavra Stomachus designava a goela ou a porção inicial do esôfago. por causa de seu arranjo em fileira. O termo no plural Externi designava. estender. Espúria – do latim Spurius. Na realidade. principalmente como material de preenchimento. sentar-se-iam a este lado do trono de Deus. extremo. tropa e soldados. canela. em sentido mais restrito. o lado incorreto. F Face – do latim Facies. segundo a bíblia. como conhecemos atualmente. Por ser superficial e de fácil palpação. Em latim. fim. dos pecadores seria o lado esquerdo. Os romanos chamavam-no os Pectoris e a palavra Sternum apareceu apenas no latim medieval.

A palavra também pode ter sido derivada do italiano “Fontanella”. Fíbula – do latim Fibula. eu levo ou carrego. pequena fonte. Foice – o latim Falx. agente. feixe. O termo Fáscia para designar estruturas largas e fibrosas é recente. A palavra Fascia em latim tinha diversos significados. fio. Os adjetivos e outros termos derivados a ele referentes são construídos do grego Hepar. faixa. 19 . chamadas de Fauces. feixe. O mesmo que fontículo. fenda. Femoris. A palavra latina Coxa tinha outro significado. broche. ou produzo. Fibrosus. Fáscia – do latim Fascia. furar. Assim podia dar nome às faixas que seguravam os cabelos. Fascis. cinta. Vesálio utilizou esta palavra com o sentido que hoje se conhece. apalavra Pharynx era usualmente empregada no lugar de Larynx. com pilares e caramanchões (Peristylo) Havia duas estreitas passagens. isto é. foice. e Actor. Somente em meados do século XVI o termo teve uso anatômico. As túnicas romanas com Fimbriae nas suas extremidades eram sempre muito ricas (bordadas com gemas e fios de prata e outro) e eram somente usadas por pessoas de destaque em ocasiões especiais. Fissura – do latim Fissum. Depois passou a designar o órgão como um todo em qualquer animal inclusive no homem. Fontanela – do frânces Fontanelle. numa associação incerta com o sexo do filho ou com a cópula. orla. os cirurgiões tentavam curar as doenças oculares ou nervosas mais graves cauterizando o ponto onde as suturas coronal e sagital se encontram (o local do fontículo anterior ou bregma). espetar. Há controvérsia quanto à origem desta palavra. cavar. Figere. todos com a idéia de atadura. buraco e Forare. Faringe – do grego Pharynx. Flexura – do latim Flexura. O nome pode estar associado às pulsações no local. Este termo designa especificamente os fígados de gansos alimentados com figos (Ficus). Talvez a palavra Pharynx tenha derivado do grego Pharanx. alfinete. e de um machado numa das extremidades. transpassar. antes do século XV. diminutivo de fonte. abertura. plural Fauces. fibrosas. considerados como uma fina iguaria para banquetes (correspondente ao atual “patê de fois gras” Frances). fígado. garganta. A ferida resultante era mantida aberta pela instilação de substâncias irritantes. curvatura. fígado. Fêmur – do latim Femur. poderia ser derivado de Feo. Fauce – do latim Faux. mole. macio.Falciforme – do latim Falx. Fascículo – do latim Fasciculus. seria derivado de Fero. curvatura. Entre este e um pátio externo. fenda Flácido – do latim Flaccidus. igual a quadril. Fígado – do latim Ficatum. foice. Feminino – do latim Feminina. fole. cinto feminino etc. Celso utilizou a palavra no singular para denominar a passagem da boca para a faringe. provido ou feito de fibras. fibra de planta. coxa. Femina. de estrutura com características rígidas. Fibroso – do latim. Flexor – do latim Flectere. diminutivo de Fascis. franja. da mulher. A palavra e a tradução do grego Peroné. eu gero. diminutivo de Follis. semelhante a ílium. goela. passagem estreita. Folículo – do latim Folliculus. Fímbria – do latim Fimbria. ou porque na idade média. Fibra – do latim Fibra. todas as expansões de tecido conjuntivo eram chamadas de aponeuroses. Os Fasci eram feixes de varas atados por uma faixa larga. usada apenas pelos escravos. Forame – do latim Foramen. através de sua forma popular Fontana. da coxa. Na antiga casa romana o Atrium era o local mais famíliar. alfinete. E Galeno usava o termo para a parte laríngea da faringe. mulher. para outros. dobradura. fêmea. Femoral – do latim. Entre os gregos. Para uns. Formis em forma de. na esperança que ai se formasse um canal por onde a matéria venosa pudesse ser expelida e é provável que a secreção ou o sangue minando da ferida lembrasse o fluir das águas de uma fonte.

amarra. Fornix também era o nome da moradia baixa e abobadada (na realidade um porão úmido). à noite. Fossa – do latim Fossa. Gânglio – do grego Ganglion. Frontal – do latim Frontalis. caroço. onde elas viviam. nodoso. tumor.e Glossa. inchaço. Era um antigo termo para testículos. gerado) e Binus (duplo). furar. diminutivo de Frenum. Gastrocnêmio – do grego Gaster. substância fria. vala. capacete. nó. Depois a palavra ficou restrita à região entre o coração e o fígado (região diafragmática) e como esta área era considerada a sede das emoções. abóbda. Genicular – do latim Genicularis. e Formis. Fundo – do latim Fundus. debaixo dos arcos dos aquedutos. relativo à mente ou ao diafragma.Fórnice – do latim Fornix. vasar. corda. base. Em anatomia. em forma de. O termo provavelmente foi concebido mais a partir da forma angulosa ou articulada desta parte do corpo (joelho) do que por sua aparência saliente. cova. Fodiere. A palavra gelatina apareceu apenas no período medieval. fosso. relativo a joelho. 20 . mente. joelho. cavar. queixo. perna. e do grego Gaster. e Genu. A palavra Gemellus também era grafada Geminus e alguns etimologistas alegam ser está composta de Genitus (nascido. arco de porta. Gástrico – do latim Gastricus. Genioglosso – do grego Geneion. metaforicamente. Gelatinosa – do frances Gélatine. arco de porta. gêmeo. como um cisto sinovial ou lipoma. em português a palavra fornicação com sentido sexual. diminutivo de Funis. As prostitutas romanas mais pobres trabalhavam ao ar livre. Hipócrates e Galeno já chamavam a região posterior da perna de “Gastrocnemia”. Este nome passou a designar os músculos dessa região. os centuriões (infantaria) usavam um capacete feito de couro. casquete de couro. nodosa. Genio-Hióideo – do grego Geneion. testa. Gêmeo – do latim Gemellus. da testa Fronte – do latim Frons. passou a designar alma. cogumelo. Hyo. que era também o nome de uma bandagem especial para a cabeça. Foi Giovanni Santorini quem primeiro empregou este termo para designar a aponeurose entre os ventres do músculo occipitofrontal. a Galea. fundo. Gengiva – do latim Gingiva. No exército romano. condensado. Fórnix – do latim Fornix. a letra U e Óides. o termo Phren. G Gálea – do latim Galea. Era o nome dado pelos arquitetos romanos aos arcos de tijolos ou a um aposento com teto curvo. Na ilíada Phren significava a região do coração ou o próprio órgão. fazer nascer. gelado. Gameta – do grego Gamete. Galeno utilizava a palavra para plexos de nervos periféricos. Frênico – do grego Phenikos. duplo. ajoelhado. esposa. língua. Gametes. e do latim Gelatus. nomeia especialmente uma estrutura cerebral conhecida por Galeno e descrita por Vesálio. poço. criar. abaixo do rio Tibre. queixo. ventre. Frênulo – do latim Frenulum. freio de animal. relativo ao estômago. ou Frontis. O sentido atual do termo é devido á Raymond Vieussens. Posteriormente ele chamou de gânglios as formações nodulares do tronco simpático. Geniculado – do latim Geniculatus. Frons ou Frontis. O mesmo que fórnix. forma de. marido. gengiva e Gignere. abobada. Daí. Funículo – do latim Funiculus. ventre e Knéme. Fóvea – do latim Fovea. Hipócrates usava o termo para designar uma tumoração subcutânea. do pensamento a da fala. Fungiforme – do latim Fungus.

relativo á faringe. Gustatório – do latim Gustatus. O gubernáculo do testículo do testículo foi descrito e nomeado por John Hunter. musculus latissimus dorsi. Giro – do latim Gyrus. guiar. foi Galeno. a região entre as sombrancelhas. Hipócrates usava o termo “ginglymoides” e Galeno tomo a palavra grega e abreviou-a. timão. Para Hipócrates. provido de grãos. anca. esfera. laringe. Glomérulo – do latim Glomerulus que é diminutivo de Glomus. novelo. 21 . Gonfose – do grego Gomphos. Glaber era o nome de um escravo ou servo ainda jovem. Em anatomia. bola de lã ou outro fio. de forma figurada ou mais ampla. bola de lã ou outro fio. e Glossa. Glabela – o latim Glaber. Embora já no século XVI designasse. a palavra Gléne também tinha outros significados (espelho. comandar. do paladar. Glande – do latim Glans. grão. era usada principalmente para a articulação do cotovelo e foi reintroduzida nas traduções latinas de suas obras. Em sentido estrito. Quem deu este nome às articulações na quais um osso encaixa em um soquete como um pino. a descida ao escroto). dirigir. pupila. qualquer estrutura ou pessoa que orienta ou guia alguma coisa ou alguém. que gera. Grácil – do latim Gracilis. globo. giro. foram de. gerado. bola. Na idade média era o nome latino do osso frotal (por causa da falta de cabelo nesta parte). Globo – do latim Globus. Gubernáculo – do latim Gubernaculum. esguio. do gosto. a palavra designava qualquer estrutura saliente arredondada. A palavra é a tradução literal do grego Gubernao. Granuloso – do latim Granulosus. novelo. Gubernare. Glândula – o latim Glândula. comandar. cavidade arredondada rasa. O mesmo que granuloso. reflexo). O músculo grande dorsal é denominado em latim. articulação. Glote – do latim Glottis. Gabrielle Fallopio foi o primeiro anatomista a descrevê-lo em detalhes por considerá-lo como um par de nervos individual. Glossofaríngeo – do grego Glossa. que também dava este nome aos dentes molares. leme. provido de grãos. guia. língua. granulação e Granum. Grosso – do latim Crassus. gordo. em 1786. Glúteo – do grego Gloutós. Na antiga Roma. Grande – do latim Lato. diminutivo de Glans. volta. nádega. espesso. pino. Genitus. dirigir. e Oidés. sem pelos. guiar. na língua italiana popular. mas posteriormente o termo passou a ser usado apenas com referência à área e à musculatura das nádegas.Genital – do latim Genitalis. o leme ou timão de uma embarcação. vasto. língua e Pharyngeo. Gustatorium era uma pequena mesa de madeira leve onde se serviam refeições ligeiras (literalmente local de degustação). imberbe. Na grécia antiga. nascido. Glenóide – do grego Gléne. Glomo – do latim Glomus. grosso. designa estruturas fibrosas (especialmente aquela presa ao pólo inferior do epidídimo e testículo) que orientam ou guiam seu trajeto (no exemplo. Gínglimo – do grego Ginglymós. Granulação – do latim Granulationis. extenso. circulo. bolota. juntura. prego. largo. com este sentido a palavra somente foi introduzida na anatomia no século XIX. Na Roma antiga. Galeno usava o termo para uma articulação esferóide rasa. imberbe. Granular – do latim Granularis. delgado. bolota.

Hematologia . urina e Ia. Hemoglobina .Do latim Halitus. Por extensão. par.Do grego Haima. Hepatomegalia . Hérnia . cópula.Do grego Herpein.Do grego Hemi. privado.Do grego Haima.Do grego Haima. esvaziar. doença. Eilein. quebra. igual dedo grande. hálito e Ose. o Haustrum. articulação e Ose. fígado e Ite. Plege.Do grego Haima. Hemiázigo – do grego Hemi. bola. Hematoma . casal. balde. rédea. Halitose . enrolar. Hemorragia .Do grego Haima. A imagem do corpo pineal e das habênulas sugeriu. Tréma. tumor. sangue. Não foi um neologismo muito feliz. alastrar. caracol. Hematúria . sangue. Hélice – do grego Elix.Do grego Haima. Hemossalpinge . caçamba.. Ouron. crânio.Do grego Hepar. metade. Hemicrânia . derivado de Haima. porém “meia paralisia” e sim “paralisia de metade do corpo”. metade e Kranion. Heparina . metade. como se vê. talvez pela forma arredondada das hemácias. produção. O termo foi introduzido em anatomia por Albrecht von Haller. Derrame de sangue na cavidade articular. Herpes . sangue e Salpinx. sangue e Globina. tira. Haustro – do latim Haustrum. Hemostático . no plural Haustra era o dispositivo usado para retirar água de um poço.Do latim Hernia. Haplóide – do grego. A heparina foi assim chamada por ser encontrada no fígado.Do grego Hepar. Zygas. estudo. visualizadas pelo cavaleiro. fluir. sangue e Poiesis. grande. do latim Globus. passou a designar qualquer objeto com forma sacular. 22 . sangue e Statikos. Hermafrodita . sangue e Philia. esvaziado. abreviação de Globulina . que faz parar. sangue e Rhein. Arthron. sangue e Lysis.H Habênula – do latim Habenula. Não significa. Hemorróida . Hepatite . único. Um tumor proveniente de derrame de sangue nos tecidos. quebrar.. na Grécia antiga.Do grego Hemato. gostar. A. Haurire. inflamação. paralisia e Ia.Do grego Haima. Helicotrema – do grego Elix. diminutivo Habena. Hálux – corrupção ou aliteração do latim Allex ou Hallus. Hematócrito . no século XVIII. sem. fígado. Hematopoiese . sangue e Logos. fígado e Megas. sangue. trompa. correr. caracol. Hemartrose . buraco. estado.Do grego Haima.Do grego Hermaphroditos. correia. Na antiguidade. Hemiplegia . orifício. estado. eu separo.Do grego Hepar. sangue e Oma. o formato da cabeça de um cavalo e as rédeas.Do grego Haima. sangue e Krino. estado.Do grego Hemi.Do grego Haima. ruptura. Hemólise . sangue e Rhagia. A palavra deve ser derivada do latim Haustus. nome de uma figura mitológica que possuía os dois sexos e era filho de Hermes e Afrodite.Do grego Haima.Do grego Haima. Hemofilia . Hemo .Do grego Haima.

Hipersensibilidade dolorosa. excesso e do latim sentire. estômago. sangue e Ia. Crescimento excessivo das camadas córneas da pele. como o pericárdio. nutrição. excesso e Algos.Do grego Hyper. separar. decomposição. sob e Physis.Do grego Hyper. produzo. Hiperalgesia . Hidrose . podendo nomear qualquer membrana. Hipercalcemia . Hipófise . Hiato .Do grego Hyper. Hipodérmico . excesso e do latim Acidus. excesso e Chroma.Do grego Hydor. diferente e Genos. cal. devido a espasmos dolorosos da faringe e a vista da água provoca tais espasmos. alastrar e Zoster. Hiperacidez . abaixo e Chroma. Asklepios (Esculápio). do grego Haima. cor.Do grego Hyper. suor e Ose. Heterocrômico . abertura.Do grego Hydor. dor.Do grego Hyper. água. Keras. corno e Ose . a palavra não tinha significado especial.Do grego Hydor. de Secernere. pele. Hidrogênio .Do grego Herpes.Do grego Hyper. Hiperceratose . estado ou doença. Hímen . Na anatomia grega. água e Lysis. Assim denominada por “crescer sob o encéfalo”. sangue e Ia. baixo e Gaster. Tem a mesma significação de “hiperidrose”.Do grego Hygies. cor.Do grego Hyper. excesso.Do grego Hydor. Hymen era o deus do casamento e seu culto era celebrado durante as núpcias do casal. A doença tem este nome porque a vítima não pode engolir. cor. crescimento. Excesso de cálcio no sangue. membrana. estado.Do grego Hyper.Do grego Hypnotikos. cintura. peritônio etc. Hipersecreção . Hipogástrico . água e Kephale.Do grego Hypo.Herpes Zoster . estado. origem. Hetero . sadio. Haima. cabeça. Hidrocele . excesso.Do grego Hymen. fazer dormir. são. Higiene . azedo. Hidrólise . abaixo e Derma. Vesálio em 1550 parece ter sido um dos primeiros anatomista a usar o termo especificamente para a membrana que se situa no vestíbulo da vagina.Do grego Hypo. Nephros. Hymeneu era o nome do conjunto de hinos cantados durante a cerimônia.Prefixo grego que significa dissemelhança. Hidrofobia .Do grego Hyper. estado. estado.Do grego Hypo. Hipersensível . do latim Calx.Do grego Heteros.Do grego Hialos. Hiperplasia . água e Kele. Hidrocefalia . excesso. Hipercrômico . cinta.Do grego Hidros. Heterogêneo . Hidronefrose . excesso e plasis. excesso e do latim Secretio. Na mitologia grega. Hipertrofia . Hiperemia . Hígido . filha de deus da medicina. vitreo. excesso e Trophe.Do grego Hiatus. transparente. Hipocrômico . Aumento de sangue em determinada parte do corpo. água e Phobos.Do grego Hydor.Do grego Hyper. temor. Hialino .Do grego Hygieinos.Do grego Heteros. diferente e Chroma.Do grego Hydor. edema. 23 . A deusa grega da saúde era Hygeia. De cor desbotada. de Hypnoun. rim e Ose. água e Gennao.Do grego Hypo. Hipnótico . formação.

semelhante e Pathos. Inclusive.Do grego Ikteros. língua. Doença iatrogênica é a doença causada pelo médico. doce e Haima. tecido e da palavra I criada para designar certos derivados da amônia.Do grego Hystera. Histerectomia . Histologia . pano ou tecido e Kytos. sob ou baixo e Temos. designando provavelmente um volvo. O mesmo que ínfima. Íleo .Do latim Hirusutus. separar.Prefixo grego que indica semelhança. que é provavelmente a latinização do grego Ileós. sofrimento ou doença. cortar. estado.Do grego Histion. I Iatrogênico . relativo à anca. médico e Genesis. parte mole.Do latim Humor.Do grego Iatros.Do latim Ilium. câmara interna. provavelmente por erro de tradução.Do grego Holos. Diminuição da glicose no sangue. Glykys. Alguns etimologistas não vêm distinção na origem das palavras ileum e ilium e argumentam que o osso (ilium) teria este nome por estar relacionado a esta região de um animal de carga ou por sustentar o intestino (ileum).Do grego Hypo. mole. flanco. no grego arcaico. Histerotomia . Ílíaco . Holócrino .Do grego Idios. útero e Tome. sangue. Hiposmia . próprio e Pathos. Esta palavra surgiu apenas em 1618 significando parte do intestino delgado. aperto. Hirsutismo . Hipotálamo . Da mesma raiz latina derivou também “hospedaria”.Do grego Homos. Homossexual . pressão. origem. líquido. hóspede. vaso ou célula. Idiopático . hérnia interna. Hormônio . menos e Osme.Do grego Histos. enrolar. o mais abaixo. Homeo . Esta palavra foi criada por Hahnemann para significar “o semelhante cura o semelhante”. cheiro. enrolado.Do grego Hypo. útero e Ektome. excisão. possivelmente por corrupcção do latim Ilia.Do latim Ileum. Diminuição da acuidade olfativa. superlativo de inferus abaixo. Homeopatia . estudos. Hipoglosso . excitar. revolvido ou do grego Eilein.Hipoglicemia . estimular. em que a célula secretora é eliminada com a secreção. desigual.Do grego Hystera. Icterícia . Ima – Do latim Imus. abaixo e Thalamos. quadril. impar. Humor . o mesmo e do latim Sexus. sob e Glossa. Impar – do latim. verde.Do grego Hypo. flanco. Ílio – Do latim ilium. como as sebáceas. ou do latim ilis.Do latim Hospes. Hospital . Os gregos não distinguiam partes do intestino delgado. tensão. cabeludo ou peludo e Ismo. Glândulas holócrinas são certas glândulas.Do grego Hypo. Impressão – do latim impressio. Este termo surgiu na idade média. anca. todo e Krinein. menos. esverdeado. o termo ilia dava nome ao intestino de animais (tripas).Do grego Horman. O termo era utilizado por Galeno como “enteron eileòn” no sentido patológico. Histiócito . sofrimento ou doença. Hipotensão . 24 .Do grego Histos. Histamina . sexo. A histerotomia quando feita para dar nascimento ao feto denomina-se “cesariana”.Do grego Homoios.Do grego Hypo. tecido e Logos.

Do latim Interstitium. derivado de In. cortar. selecionado. dentro e Caedere. Insulina . depois adotado por Raynmond Vieussens e Thomas Willis. Foi Vesálio quem deu este nome à conexão da hipófise ao cérebro. referindo-se à ilhotas pancreáticas. Interior – do latim Interior. respirar. . verter. Incisão . sinalizador. o que ficou no meio. introdução. chama.É uma palavra italiana. relativo a corte.Imunidade . comparativo de Intus. ilha. Inspiração . relativo ou pertencente a uma ilha. Índice – do latim índex. cortar. Intermédio – do latim Inter. indefinido. Infraglotica – do latim infra. dentro e Halare. Insular – do latim Insularis.Do latim Incidere. relativo à glote. o mesmo que índice. entre L. isto é. L Inserere. Incisal – do latim incisalis. Incerta – do latim incertus. ilha. Inserção – do latim insertio. abaixo. mais interno. derramar. ingerido. A doença era atribuída à influência dos astros ou a influências ocultas. jazer.Do latim Insula.Do latim Infundibulum. apontador. com a finalidade de expurgar a leitura de livros considerados heréticos. vago. parte do pâncreas onde este hormônio é produzido. introduzir. Incisivo – do latim incisivus. Este termo foi usado por Rufo de Éfeso para qualquer passagem ou estrutura afunilada. funil. Incisura – do latim incisura. Inflamação . Alguns etimologistas alegam que a palavra seria a contração da expressão “Inter hos medius”. Indicare. corte. corte. Jean Cruveilhier chamou assim o prolongamento do ventrículo direito que forma o tronco pulmonar (indundibulum pulmonis). Glottykós. nomeado. termo posteriormente modificado por Caspar Wolf para conus arteriosus (cone arterioso). no meio central. é a abreviação da expressão Index Librorum Prohibitorum (catalogo dos livros proibidos) usada pela igreja Católica durante a inquisição. isenção. dentro e Cubare. sinalizador. e do grego.Do latim In. 25 . L.Plural latino de Ingestum. incisão. virilha. Interno – do latim Internus. cortante. Posteriormente. abaixo de. uma lista completa dos itens de uma coleção. estar. comparativo de L inferus. Inalar . Influenza . Ínfima – do latim infimus. dentro e Flamma.A mesma origem acima. de Inter. Ingesta . Indicador – do latim Índex. superlativo de L inferus abaixo. O mesmo que ima. separação. deitar. O famoso índex como é conhecido em português.Do latim In. mais abaixo.Do latim In. dentro. por extensão. Inguinal. respirar.Do latim Ingueus. Infundíbulo . incidere. dentro e Spinare. e L infundere. Inferior – do latim Inferior. apontador. cortar. mais interno.Do latim In. Intersecção – Do latim Inter. incidere.Do latim Immunitas. Na inflamação os tecidos “estão em chamas”. entre e L. condenando-os à fogueira. Sectio. o mais abaixo. calatus. que significa “influência”. Íngua . Ìnsula – do latim Insula. entre e Medium. cortar dentro. Intercalado – do latim Inter. Incontinência . entre e Sistere. apontar. Intersticial . a palavra índice passou a designar a lista de títulos ou capítulos de um livro e. comparativo do latim Inter (intra) ou internus.

Do latim Intestinum.Do grego Íris. A involução uterina é a diminuição do tamanho do útero após o parto. literalmente.Do grego Íris. Iskhion.Do grego Isos. Janua era o nome dado a qualquer abertura numa parede. a palavra homônima em italiano. conservar para trás e Haima. esta palavra significa um conjunto de estreitas aberturas retangulares. dentro. Isótopo . Íntima – do latim Intimus. dentro e Secus. em sentido figurado. o termo foi introduzido por Jacob Winslow. Irídica – do grego iridikós. Intra. relativo ao arco íris. interno. Iodo .Do latim Invertere.Do grego Ischein. prefixo de negação e Regula. semelhante à violeta. Intumescência . Rufo de Éfeso usou o termo Ischion para designar o local onde a cabeça do fêmur gira e. Isquiocavernoso – do grego Ischion. diminutivo de Cella. igual. sangue. superlativo de internus. tensão. “o que está dentro”. Involução . Isotônico . janela. Em anatomia. colocadas na parede externa das casas romanas (semelhantes às seteiras dos castelos medievais). 26 . algo semelhante a guardado) do latim Intus. relativo à caverna. Inversão .Do latim Tumescere. igual e Topos.Do latim Intra. entranhas. entrada ou passagem estreita. ocupam o mesmo lugar na classificação química. para dentro e Ire. mas têm pesos atômicos diferentes. arco-íris ou qualquer círculo colorido brilhante. dentro e Cellula.Do grego Ioeides. enrolar. Galeno dividiu o osso do quadril nas três partes que hoje conhecemos e chamou de Ischion a parte mais inferior. para dentro e Radiare. o útero como que se enrola para dentro. pelve. Depois. inflamação. para designar a membrana multicolorida ao redor da pupila. aposento. Íris . lugar. Intróito – do latim Introitus. Irregular – do latim In. no mesmo século. o mais profundo. em série. colocadas para fechar as aberturas nas paredes. Ísquio – do grego Ischion. Intracelular . Irite .Do grego Isos. destinadas à circulação do ar no recinto.Do latim In. janela. começar e inchar. regra. Alguns alegam que o termo seria derivado da expressão “quos intus est”. Intrínseco .Do latim Intra. a aumentar de volume. originalmente significava qualquer objeto que estivesse no interior de outro (em português. da pelve. J Janela – Deriva do latim Jan(u)ella diminutivo de Janua . em 1721. dentro e Volvere. Em latim. postigo. Irradiar . A palavra intestinus (adentrado). igual e Tonos. destinada às folhas de madeira feitas com fendas entre traves. Os gregos consideravam o arco-iris como um sinal vindo dos céus e o associaram à divindade.Do grego Isos. passou a designar interno ou doméstico (em oposição a externo ou estrangeiro). Isquemia . inverter. régua. anca. pelve. voltar o lado de dentro para o de fora ou o de baixo para cima. Hipócrates chamava Ischias às ciatalgias (ou isquiatalgia). Os corpos isótopos têm propriedades semelhantes. das ancas. ir. anca.Intestino . Istmo – do grego Isthmós. emitir raios.Do latim In. arco-íris e Ite. fresta. como pensavam os antigos. Isquiático – do grego Skhiadikós. anca. entrada. Iso . pelve e Cavernous. do lado. Daí. gruta. mas na Nomina Anatômica temos o termo oriundo do latim Fenestra. isto é.

A palavra é. Nos banhos públicos romanos. principalmente em relação ao intestino grosso. Antonio Scarpa descreveu. A forma arcaica de Labrum era Lavabrum. construído por Dédalos. abstinência. com Carcanus di Milano e. O ponto craniométrico que assinala o encontro das suturas sagital e lambóide tem a forma aproximada desta letra. Láctico . Lactifero – do latim Lacteus. Lacus. Lambda – do grego Lambda. para aprisionar o Minotauro. lago. diminutivo de Baculum. mas somente em 1574. em detalhes. reborda. Jejunum era a primeira refeição entre os romanos antigos. buço e Lana. Joelho – do latim Genu.Do latim Jejunus. penugem.Do latim Lac. deslizante. Por corrupção tivemos do latim Jejunus que já aparece nos textos de Celso. haste ou cajado. Lacerado – do latim Lacerum. em Creta.Do latim Lacuna.Do latim Lactare. penetrou no labirinto. amamentar. quase sempre. L Lábil . bacia de rio. Lâmina – do latim Lamina. o Labrum era um grande recipiente de água morna. filho do rei Minos. canga. Lago – do Latim. Jugular . lugar onde o pescoço se liga aos ombros. já conhecia a glândula lacrimal e seus ductos. Lábio – do latim Labrum. Jejunostomia . Aristóteles e outros anatomistas gregos haviam notado que esta porção do intestino nos cadáveres parecia estar sempre vazia ou menos repleta que as outras. Jujum. flanco e Tome.Do latim Jugulum. rasgado. Joelho. 27 . lâmina. assim chamado porque Galeno usava o termo Nestis. lago ou vazio. Jugo – Do latim Jugum. labirinto. a letra L.Do latim Jejunus. para Lacrion e daí Lacrima. com boca larga e beirada proeminente. com Niels Steno (Stensen). que transporta. garganta. Lanugem – do latim Lanugo. coleira. Somente em 1789. grafada Labium e habitualmente usada no plural (Labri ou Labi). era o nome do conjunto de muros traçado deliberadamente confuso. vazio e Stoma. boca. Abertura cirúrgica de uma cavidade ou boca no jejuno. leitoso e Ferus . Em termos genéricos. confuso das cavidades dos órgãos da audição e do equilíbrio. O herói Teseu. Confinado nestes corredores e sem poder achar a saída. lâ. lavar. lágrima. vazio. Lacuna . Lacrimal – do latim Lacrima. Labirinto – do grego Labyrinthos. com ajuda da princesa Ariadne (que lhe deu um fio para guia-lo). leite e Bacillus. possivelmente do Lavare. lacerado. em 1662. lágrima. mas foi Gabrielle Fallopio que usou a palavra pra nomear o aspecto intrincado.Do grego Laparon. Empédocles e Agrigento. metade touro. piscina rasa. um monstro metade homem. a letra L e óides. Galeno e Vesálio já conheciam a estrutura. Galeno.Do latim Labilis. leite. Lambdóide – do grego Lambda. com corredores e passagens em meandros. folha. Laparatomia . Lactobacilo . Lactação . placa fina. nó. o Minotauro era alimentado com carne humana.Jejuno . reservatório. diminutivo de Lacus. Possivelmente a palavra latina derivou de um erro de grafia na transcrição da palavra grega Dacrion. confusão. poça.Do latim Lac. os detalhes do aparelho lacrimal foram revelados. na sua obra “De auditu et olfactu”. cortar. matou a fera e encontrou a saída. a orelha interna. lábio. qualquer construção intrincada. Na mitologia grega. foram de. pois acreditava que esta parte do intestino era encontrada vazia após a morte. É obvia a associação da orla do vaso com o lábio humano.

unir. significava distraído. Kytos. lentilha. terceira e a “outra”). Letargia . Lente . Linfoblasto. Ligamento – do latim Ligamentum. amplo. onde ficavam as almas impedidas de atravessar o rio Aqueronte. largo extenso. fita. Entre os gregos. arytainoides e epiglottida). água. branco e Penia. pela mesma razão. a palavra Lymphaticus. erguer. em detalhes. germe. apenas numerou-as ) na ordem acima. delirante. circunscreve. Ligamen. O mesmo que limiar. atadura. Libido .Do latim Lympha. pobreza. parte alta da traquéia. atar. a palavra Pharynx era. e Actor. tumor. Limbo . estado. do latim Mus. sangue e Ia. elevador.Largo – do latim Largus. Meninx. fita ou faixa de lão. água e do grego Blastos. 28 . branco e Kytos. inflamação. Leptomeningite . Lemnisco – do grego Lemniskos. hydros é água. cordão. orla ou margem. soleira da porta.Do latim Lympha. O primeiro a descrever as cartilagens da laringe foi Galeno (thyeoides.Do grego Larynx. é como que o “germe” do linfócito”. Leucocitose . limbus era uma das zonas do Zodiaco e na mitologia grega era a região imediatamente antes do inferno. Na religião católica. laringe e Ite. branco. água.Do grego Leukos. Lata – do latim Lattus. devida à Bartholin. Em 1622. É a inflamação da aracnóide. Leucopenia . provavelmente. segunda. baço. Na astrologia.Do grego Leukos. gaita. devido à semelhança de forma entre as lentes de vidro e aquele grão vegetal. Galeno não os reconhecia.Do grego Lethargos.Do latim Liquor. por Marcello Malpighi. Larungein. Linfoblasto . branco. estado. que delimita. Aparentemente os vasos linfáticos eram conhecidos por Aristóteles.Do latim Lien. delicado. Latente . Vesalio. Leiomioma .Do latim Libido. borda. como costume na época. Laringite . desejo sexual. estar escondido. que das três meninges é a mais delicada e fina. O termo latino equivale a Taenia.Do grego Leukos. fronteiriço. Leucócito . liso. ou de Ligare. Licor . em 1659. krikoides. Em inglês a palavra Lens significa “cristalino”. Lienal . o termo foi introduzido por Pedro Lombardo para indicar o lugar onde estão aqueles que morreram sem batismo e sem pecado mortal (apenas com o pecado original). limiar. membrana e Ite. Laringe . e Levare. Límen – do latim Limen. gritar. Do lado de. agente. em latim. Herófilo e Erasistrato mas. ligadura. eles os consideravam como veias. Celso usava o termo para designar um curativo feito de tiras de linho embebidas em vinagre. Haima. primeira. pequeno. usualmente. Lateral – do latim Lateralis.Do latim Lens. vaso ou célula. lateral.Do grego Larynx. fora do sentido poético.Do latim Limbus. levadas pelo barqueiro Caronte. sonolência ou esquecimento.Do grego Leptos. Levantador – do latim Levator . inflamação. ou fora de si. batente. abundante.Do latim Lympha. Vesalio. músculo e do grego Oma. sendo o linfócito não-maduro. vaso ou célula e Ose. Linfático . Talvez a origem do termo esteja ligada à hidrofobia ou raiva (doença viral).Do latim Latere. líquido. A denominação “vasa lymphatica” é. confundida e empregada no lugar de Larynx. porque em grego. Leucemia . Gabrielle Fallopio e Bartolommeo Eustachio também os descreveram mas não lhes atentaram com a real estrutura e função. Linfa .Do grego Leukos. elevar. È interessante notar que.Do grego Leios. Os linfonodos foram descritos. Aselli descobriu os ductos lactiferos e os vasos quilíferos. Limitante – do latim Limitans.

elevado. ou de Linum ou Linen. linha. semelhante. Linfonodo – do latim Lympha.Do latim Lobulus. notadamente as casadas. água. Em Roma. mancha. demorado. Lúnula – do latim Lunula. esmago. Língua . livre.Do latim Lingua. Linfoma .Do latim Liquere.Do latim Macula. extensão. A raiz grega Glossa deu também origem a numerosos termos médicos referentes à língua. abundante. lua. as mulheres nobres. diminutivo de Lobus. Litotomia .Do grego Lithos. Macrocefalia . lugar. grande. lobo. local e Ceruleus. cortar. M Macro -. maxila superior. vago.Do italiano Mala. água. abundante. em alusão ao documento inglês de 1215. com o sufixo Ase. Longitudinal – do latim Longitudinis. Comparativo de Magnus. pedra e Tome. tumor. Mácula . Litotripsia . Lombar – do latim Lumbalis. diminiutivo de Luna. eu como. Liquefação .Linfocitose . Maior – do latim Major. pedra e Tribo. Magno – do latim Maguns. Língula – do latim Lingula. Lipoma . tais como glossite (inflamação da língua). gordura e Oma. líquido. Lipase . água e do grego Oma. defeituoso e Trophe. Dys. em homenagem à deusa Selene. novelo. Malar – dolatim Malaris. que a ele assim se referiram. e Lumbus. tumor.Do latim Lympha. vaso o célula e Ose.Do grego Lipo. lobo.Do grego Makros. grande. grande e Kephale.Do latim Luteus. broches ou braceletes) em forma de meia lua ou crescente. solto. Geralmente a constituição de um país é chamada “Magna Carta”.Do grego Makros. mau e Aria. gordura. 29 . Lúteo . O adorno era tido como amuleto benfazejo para a feminilidade e maternidade. nutrição. Maléolo . grande e Phago. Livre – do latim Liber.Do grego Lipos. fio de linho.Do grego Makros. saliência arredondada. fluído.Do grego Lipos. estado. relativo às bochechase Mala.Do grego Lithos. A doença teve esse nome por pensar-se que provinha de emanações doentias (mau ar) dos pântanos. cabeça. comprimento. Líquido – do latim Liquor ou Liquidum. gordura. É o deficiente metabolismo das gorduras com resultados patológicos. costumavam usar adornos (pingentes. Linfóide . e Nodus. comprido. do grego Kytos. Lipodistrofia . outorgado pelo rei John aos barões ingleses. lombo. Longo – do latim Longus. fio. tornar. Locus ceruleus – do latim Locus. martelo. do lombo. Lobo – do grego Lobos. pardo de cêra. Malária . maior. nó. parte superior da face.Do latim Lympha.Do latim Lympha. estar líquido e Facere.Diminutivo do latim Malleus. água e do grego. longo. Macrófago . diminutivo de Lingua. Linha – do latim Linea. grande elevado. região dos ins. Lóbulo . que lembra enzima. amarelo. ar.

A palavra em latim deveria ser escrita com apenas um s.Do latim Meatus. Maturação . Megaloblasto . mão. Maxila – do latim Maxilla. violentar. Medula . Megacólon . medula. o mesmo que mediano. Vesálio notou que o esterno (para ele. Melanina . miolo. pasta. excisão. Mediano – do latim Medianus. seio. que esta no meio. preto e o sufixo Ina. grande e Kolon. semelhante.Do latim Medulla. mascar. Este instrumento era construído de madeira pesada e possuía forma geral arredondada.Do latim Mandibula. macho. A palavra é composta de Manus. germe.Do grego Megas. Medicina . maxila inferior.Do grego Mastos. Mastite . Megacariócito .Diminutivo do latim Mamma. inflamação. a superior em forma de punho de gládio (manubrii gladi). pigmento preto. triturar. O martelo moderno. mastigação e Masticare. cabo de espada. martelo. forma. central. seio e Ite. de Manus.Do latim Matutare. Mão – do latim Manus.Do latim Mamma. que notou semelhança de forma com os instrumentos do ferreiro e assim os denominou.Do latim Medicina que significa tanto a arte médica como o remédio. Masaomai. bochechas. Masculino – do latim Masculinus. massa. Nas arenas e circos romanos. Em sentido geral. mastigar. Mastóide . célula. mão e Habere. semente ou núcleo e Kytos. Karyon. O martelo.Do grego Mastos. Mastigação – do latim Mastigatio. Daí o nome Amazonas para a tribo mitológica de mulheres guerreiras da Citia. amassar. Em histologia significa o molde que envolve as células nos tecidos. Médio – do latim Medium. Mediastino . grande. empunhadura. canal ou via. adotada pelos romanos. meio centro. os Pectoris) era formado por três partes. que está no meio e Medius. mão e Stuprare. seio e Ektome. Masseter – do grego Maseter. nutriz. amadurecer. Mastectomia . intestino grosso. ter. 30 . Meato . na idade média. Martelo – do latim Malleus. eu mastigo.Do grego Megas. relativo ao homem e Masculus. manter. no meio central. mama. seio. Massa – do latim Massa.Do grego Megas.Do latim medieval Mediastinum.Do grego Mastos. mastigador. Medial – do latim medialis. queixo e Mandere. Manúbrio – do latim Manubrium. Masturbação . Mamilo . colocado no meio. tinha forma semelhante ao utilizado na antiga Roma pelos açougueiros ou sacerdotes para atordoar os animais antes da matança ou sacrifício. parte superior da face.Do grego Melas. Mandíbula .Talvez do latim Manustuprationem. com cabeça e orelhas é invenção inglesa do século XVIII. porque na adolescência tinham sua mama direita atrofiada ou amputada a fim de facilitar o manejo do arco e o carregamento do carcás (cuja tira atravessava o peito). Provavelemnte houve confusão com o grego Massein. uma antiga espada curta grega. modelo. e ter pronúncia oxítona. Violentar à mão Matriz – do latim Matrix. Quem primeiro parece haver descrito a bigorna e o martelo (óssiculos da audição) foi Vesálio (1550). mastigar. sem e Mastos. os combatentes (geralmente prisioneiros de guerra ou condenados) que usavam esta espada eram chamados de gladiadores. grande e Blastos. dada sua origem grega.Mama . mama e Eidos. A palavra deriva do grego A. mãe.

queixo.Do grego Meros. mês e Rhoia. inflamação.Do grego Meniskos. solvente. Tumor pigmentado. Menorragia .Melanoma . meio e Enchyma. Midríase . pequeno e Bios. Microcefalia . membrana. sulco. lâmina. o termo designava apenas a pele que os revestia. Metabolismo . Mesométrio – do latim Mesos e Metra.Do latim Menstruum. menor.Do grego Mikros. depois.Do grego Men. membro do corpo.Do grego Melas.Do grego Meta. Na Grécia. É o tecido conjuntivo embrionário. músculo e Astenia. estado. Esta denominação aplica-se a todos os membros do reino animal depois dos protozoários. 31 . Mesencéfalo – do grego Mesos. Microscópio . ver. meioe Enkephalos. Mesial – do latim Mesialis e Mesion. Metazoário .Do grego Mikros.Do grego Metaplasis. cessação. pele.Do grego Mesos. depois de. vida. derivado de Men. entre. preto e Oma. meio. Acreditavam os antigos que o sangue menstrual era poderoso solvente. animal. Mesênquima . tumor. permanecer.Do grego -Metabole. Menor – do latim Minor. Mesoderma . membrana e Ite. Menisco .Do grego Meninx. crescente. Metaplasia . película. o nome era usado para adornos e/ou formações militares em forma de meia lua ou lua crescente. Membrana – do latim Membrana.DO grego Meninx. A palavra parece derivar diretamente do altim Membrum. útero. Menstruação . relativo ao meio. lua. Metástase . Micróbio .Do grego Meta. Mesentério . Micose . Merócrino . Também pode ser uma forma corrupta vulgar do grego Hymen. Aplica-se às células em que não há perda de citoplasma por ocasião da secreção. Menopausa . suco. lua ou mês e Pausis. Micção . meio e Derma. depois e Zoon. pequeno. membrana. cérebro. intestino. pequeno e Skopein. inflamação.Do grego Myo. Meningite . cogumelo e Ose. Micro .Do grego Mikros. relativo ao queixo e Mentum.Do grego Mesos. transformação. Menorréia . encéfalo. pequeno e Kephale. fraqueza. entre e Physis. Miastenia .Do grego Men. porque inicialmente.Do grego Metra. Mento – do latim Mentum. após e Karpus. sair de e Stasis. Metacarpo – do grego Meta. cabeça. Meso . útero e lte. Meninge . mudar. Metáfise – do grego Meta. membrana.Do latim Micturire. sair de e Plasis. punho.Do grego Mikros. urinar. separar. Mental – do latim Mentalis. Metrite . fluxo. parte e Krinein. crescimento. meio e Enteron. mês e Rhagia. dilatação da pupila. que deriva de Meta. queixo.Do grego Mesos. saída.Do grego Mesos. formação: formação diferente do original.Do grego Mydriasis.Do grego Men.Do grego Mykes.

Do grego Monos. misturar. o deus do sono. o Modius (ou Modium) era uma medida de capacidade para sólidos (alqueire). inflamação. pequeno. Monócito . pedra de moinho. intestinos. Mientérico – do grego Mys. inflamação. catarrro e do grego Mucha. Molar – dolatim Molaris. Ambos os objetos possuem semelhança de forma com o órgão da orelha interna. Mosquito . Multipara .Do latim Murinus. colar. mó. trépano. medula e Ite.Diminutivo do latim Morus.Do latim Monile. Mucosa – do latim Mucus. excisão. onde se fixam o eixo e os raios. 32 . catarro. Minimo – do latim Minimus.Do grego Myo.Do grego Myo músculo e Metra. Mononuclear . Devido a contração muscular os antigos viram certa semelhança entre o músculo isolado e um camundongo. secreção. pouco. tumor. coração. arredondado ou ovalado. inchação. Mucina . Monócito é o leucócito com núcleo único. descrito por Bartolommeo Eustachio. parir. Muco .Do grego Myelos. Processo de divisão das células (cromossomos). cântaro.Do latim Musculus. dar à luz. Mioma . Kardia. Misto – dolatim Mixtus. Mitose . músculo. músculo e Ektome.Do grego Mixa. único e Kytos.Do latim Morpheus. Mutação . que deriva de Myein. Mórbido . É o mielócito imaturo.Do latim Multi.Do grego Myo.Do grego Myo. Mieloblasto .Palavra espanhola.Do latim Mucus. Monilia . coração e Ite. relativo à mó.Do grego Mitos.Do grego Myelos. superlativo de Parvus. diminutivo de Modius. Modiolo – do latim Modiolus. pequena semente. Mitral . músculo e Enteron. Miométrio . doente. camundongo. especialmente cereais.Mielina . em 1563.Do latim Mutare. Mas a palavra designava ainda um instrumento cirúrgico (um trépano) e também a parte central de uma roda. Mielite . grande.Do latim Mobidus.Do latim Moles. Morfina . Miopia . amora.Do grego Myelos. Miomectomia . germe. o chapéu com pontas de um bispo. músculo e Kardia. ou seja. massa. único e do latim Nucleos.Do latim Mitra. medula.Do grego Myo. medula e Blastos. apertar e Opsis. diminutivo de Mus. miolo. Porque à semelhança da mó. fio. célula. Mielóclto .Do grego Monos. muco e Oidema. visão. e dava nome às vasilhas ou a um cântaro usado (s) em poços ou cisternas. camundongo. músculo e Oma. Mórula . muitos e Parere. Murino . medula e Kytos. Miocárdio . estes dentes trituram grãos colocados entre eles. Músculo . com o sufixo diminutivo Cula. Mixedema . Miocardite . Mola. mudar. diminutivo de mosca. célula. A válvula mitral recebeu esse por assemelhar-se (embora um tanto vagamente) a uma mitra. Molécula . útero.Mesma origem acima. Em Roma. relativo a Mus.Do grego Myelos. misturado e Miscere.Do grego Myopia.

diminutivo de Navis. Nasus. Nasal – do latim Nasalis. Aplica-se geralmente com a significação de "nem ácido nem alcalino". rim. por causa de sua secreção. Ninfa . O contrário (dias de sorte.Do grego Neos. cola. que significa corda. Neuro-hipófise – do grego Neuro. nervo.Do grego Neuron. feminino de Nigrum. noiva ou donzela e Mania. lugar onde.Do latim Nervus. negro. órgãos genitais externos da mulher. conhecido. A cor negra era tida como de mau agouro. Neurônio – do grego Neuronon. Hypo. sulco. funesta. narinas. A palvra grega correspondente é Neuron. O nome nates.N Nádega – do latim Nates. escassez. neutro. rim e Ektome.Do latim Nasus. marca de nascença. excisão. Neural . Necrose . do grego Kytos. Neutrófilo . Hoje a significação é limitada à de "uma unidade" do rim (conjunto do glomérulo alça de Henle e tubos contorcidos). Neurose . gostar. crescimento. ou derivar de Nare. Os pequenos lábios. nadar.Prefixo utilizado em muitas palavras médicas e que vem do latim Nasus. estado.Do grego Neuron.Do grego Nympha. ventas. mortificação. Nefrectomia .Do latim Neuter. nariz. ou ainda ser uma corrupcção de Gnarus. nem um nem outro. Deriva de Natus. Embora a cor não fosse usada oficialmente como sinal de luto. nervo e Logos. pode ter surgido daí o hábito de vestir-se de negro nas datas funestas. Neurologia . Pode ter uma origem comum com Nasus.Do latim Neuter. tendão. noiva ou moça em idade nupcial. de Neuron. diminutivo de Neuron. Neutro . nervo. e Physis.Do latim Neuter.Do latim Naevus. Navicular – do latim Navicula.Nome dado ao alcalóide do fumo em homenagem a Jean Nicot.Do grego Nekros. Narinas . Nevo .Do latim Naris. Os romanos tinham o provérbio popular “Nigro notanda lapillo” significando que os dias de má sorte (infelizes) deveriam ser marcados. sempre no plural foi antigamente.Do grego Neurosis. nascido. flutuar. Nervo . nervo. estudo. Nariz . escuna. Os mortos ilustres eram parcialmente cobertos por lenços negros. felizes) eram considerados “Albo notanda lapillo”. Naso . 33 .Do grego Nekrosis. célula e Penia. novo. em alusão ao “dia infeliz”. Negra – do latim Nigra. por uma pedrinha negra. dado aos colículos superiores do mesencéfalo. nervo e Glia. nádegas. Vesálio usava o termo Scapheoides ou Navicularis para os ossos do carpo e tarso em forma de barca. porque era através das narinas que se identificavam os odores. nervo e Ose. morte e Terion. Que tem afinidade para corantes neutros. também são chamados "ninfas".Do grego Nephros. navio. Necrotério . Neutrocitopenia . nariz. nariz.Do grego Nympha. o francês que introduziu o fumo na Europa. no calendário. Neo . indiscriminadamente. Nicotina . A etimologia da palavra naris é incerta. Néfron . relativo ao nariz. abaixo de. Ninfomania .Do grego Nephros. Neuróglia . frenesi ou agitação.Do grego Neuron. neutro e do grego Philein.

régua de carpinteiro. obstruir. pequena semente. Nutrição . feminino de Oblongus.Do grego Odous. A palavra Oftalmicus em Roma. mas deveria ser medula prolongata (medula alongada). dente e Logos.Do latim Ob. parar. fechar. Ocusal – do latim Ocludere.Do grego Eidos. Oclusão . olho. doença. O Obesidade . olho. nu. germe. amamentar. A têrmo original. nó. era o diminutivo de Nux.Do latim Ob. Notocorda – do latim Chorda = cordão e do grego Noton = dorso Nua – do latim Nuda. Obturado – do latim Obturatum. relativo á criação ou nutrição. originalmente. Nuca – do árabe Nugraf. Odontologia .Do latim Obstare. envolto numa nuvem.Do latim Obesus. fechar com força.Nó – do latim Nodus. comer em excesso. olho e Logos. de través. Nucléolo . Deriva da posição em que fica o parteiro. olho e Skopeo. com o sufixo diminutivo Olus. Normoblasto . Nutriente – do latim Nutriens. eu examino. olho. e Nutrite. alimentar. relativo aos olhos e do grego Ophtalmos. estudo. Óculos . caroço de oliva. Obstetrícia .Do latim Norma. Oftalmia . 34 .Do grego Ophtalmos. estudo. Oculomotor – do latim Oculus. Oftalmoscópio . doença e Logos. contra e Claudere. na nomina antômica é medula oblongata.Do latim Nutrire. gordo. Nutrício – dolatim Nutricium.Do grego Ophtalmos.Do latim Nucleus.Do grego Ophtalmos. torto. Obstipação .Do latim Norma. É o eritrócito normal imaturo. sentar. fechar. Motus. Provém de Obedere. feminino de Nudus. tapar. parte posterior da cabeça. ao descrever o núcleo das células vegetais.Do latim Obstipare. noz. Occipital – do latim Occipitium. parte posterior da cabeça. "de acordo com as regras". designava o médico que cuidava as doenças oculares. passou a nomear também o fabricante de lentes. Oblíquo – do latim Obliquus. Oftalmologia . Nosologia . Obsessão . agente. deter. ficar em frente. em frente e Sedere. semelhante. alargado. Obnubilação . em 1831.Do grego Nosos. noz da amêndoa. O termo. Normal . Daí significar "de acordo com as medidas". na frente da mulher. despido. Oblonga – do latim Oblonga. fechado e Obturare. pois o termo oblongatus não existia no latim clássico. Óide . que nutre. A palavra no seu sentido científico atual (núcleo) foi introduzida por Robert Brown.Do latim Oculus. Depois passou a designar o coroço da fruta. régua e do grego Blastos. Na idade média. obliquo. olho e Ia. Núcleo – do latim Nucleus.Do latim Ob nubilatus. cerrar. movimento e Actor. estudo. Oftálmico – do latim Ophthalmykós.

O ovário ou "oóforo" é o portador ou "carregador" dos óvulos. dando-se preferência a “ouvido” que em latim é “Auditus” e que tem sentido verbal (particípio passado do verbo ouvir). Os. ovo. nascimento.Do grego Oligos. Oliva – do latim Oliva. membrana rendada. mas com termos que poderiam ser intercambiáveis. cevada. circulo. inflamação. Oléne. Opérculo – do latim Operculum. o que parece reforçar esta última hipótese etimológica. capacete. mês. cobertura e Operire. ponta do cotovelo.Do latim Hordeolum. O ordéolo ou tersol assemelhase um tanto a um grão de cevada. instrumento ou utensílio e Ergein.Do grego Orgaein. fonte. carregar. costa e Serratus. A plavra correta deveria ser olenocranon. trabalhar. urina e Ia. deparava-se em primeiro lugar com esta membrana. Operação .Sufixo grego que significa tumor. mas a forma corrupta olekranon prevaleceu. Desenvolvimento do indivíduo. olho. tapar. Ontogenia. ovo e Genesis. algumas vezes com o mesmo nome (em conjunto). circulo. Antigamente em anatomia as meninges eram chamdas Omenta Cerebri e o periósteo era denomindado Omenta ossium. ao abrir-se o abdome do animal sacrificado. Oponente – do latim Opponens. intumescer. Orbicular – do latim Orbicularis.Do grego Optomei. estado. ovo e Kytos. aresta. mesmo em latim.Do latim Orbis. Os antigos gregos e romanos nomeavam confusamente o ombro e o braço.Do grego Oligos. Orgasmo . presságio. Ombro – do grego Omos. Oligo .Do grego Oon. ação de cheirar. trabalhar. coberta rendada. rima dos lábios. olho. A palavra tem origem obscura. vejo. farejador e Olfactare. Ontogênese . outras. cobrir. avental. oposto e Opponere.Do grego Oon.Do grego On. Oogênese . Pode ter derivado de Omen. Ouron. produção. oliveira. por causa da prática de aruspicação.Do grego Organon. Olfato . com nomes diferentes para estas partes. ombro ou do latim Umerus. criação. tampa. Infelizmente em medicina a palvra orelha é pouco utilizada. Órgão . É o mesmo que "oligomenorréia": menstruação escassa. A palavra “Ora” tinha também o sentido de borda. vaso ou célula. tumefação. É o mesmo que "ovarite".Olécrano – do grego Olekranon. Pherein. espáduas. cotovelo e Kranion. Olfatório – do latim Olfactorius. Olho – do latim Oculus. opor. pouco e Men. Só no século XVII é que o vocábulo começou a ser aplicado aos órgãos do corpo. Ooforite . Oócito . augúrio. 35 . A outra origem provável seria do latim Operimentum. ao redor do olho e Orbis. inflamação do ovário. boca. farejar. Ora serrata – do latim Ora. Omento – do latim Omentum. Órbita . diminutivo de Hordeum. cheirar. ser e Genesis. pouco. inchar.Do grego Oon. litoral. A palavra grega equivalente é Epiploon.Do latim Orbis. Oculus. derivado de Operari. Oligomenia . pouco. Origem – do latim Origo. Oral . Oma . porque recobre a maioria das entranhas. pôr diante. Ordéolo .Do latim Olfactus. orgiem. Óptica . órbita. Oligúria . e lte. Orelha – do latim Auris. azeitona. orelha.Do latim Operatio. serreado. Oligos. quando.Do grego. caeça ou Krános.

Óstio .Do latim Ossiculum. relativo ao palato e Palatum.Do grego Osteon. reto e Paidion.Do grego Tome.Do grego Orthos. daí a razão do nome.Do grego Orchis. Oxigênio . Orquidectomia . para outros. testículo. Otomia . Ótico – do grego Otikos. por Platão. ouvido e Genesis. Otosclerose .Do latim Os (osso). naquela ocasião.Do latim Ovarium. relativo ao ouvido e Ous ou Otos. Orquite . estado. introduzido por Niels Steno (Stensen). eu produzo. examino.Do grego Orchis. Ortopedia . mas o termo palato mole é devido à Falloppio. Osteoclasto . diminutivo de Os. estudo. Osso . criança. osso e Klan. cercar . duro e Ose. No início da especialidade. murar. Palato – do latim Palatum. ou ainda deri- 36 . Otoscópio . Ossículo . ouvido. a Ossum.Do grego Ous. germe. testículos da mulher.Do grego Ous. osso e Logos. ovalado e Ovum. palato. corte. ou seja. Esta palavra tem origem incerta.Do grego Osteon. testículo e Ite. É um sufixo empregado em numerosos termos médicos.Do latim Ovum. Sklero. inflamação. Oval – do latim Ovalis. a palavra que designa este órgão era Osteon. para Os. destruir.Do grego Orthos. ovo. impulso e Ose. osso e Blastos. Esta palavra foi criada por Lavoisier. P Palatino – do latim Palatinum. Que tem origem no ouvido. sendo utilizado na Roma antiga para designar o escravo encarregado de cuidar das galinhas e. eram estimados e disputados pelas famílias nobres. orelha externa. Célula que produz osso.Do latim Ostium. denominados de “ovarii”. produção ou criação Osteóide . Vesáio foi um dos primeiros a distinguir o palato duro e mole e denominava os ossos do palato como “Os palati”. testículo e Ektome. Osteogênese . alimentar. origem. em 1667. o ortopedista dedicava-se apenas aos defeitos físicos ou deformidades das crianças. sobretudo.Do grego Osmos. Isto se deve ao fato da alimentação dos romanos começarem sempre por um prato à base de ovos. como sendo o “carregador de ovos” e. na tradução latina.Do grego Ous. com Palere. osso.Do grego Orchis. vejo. Otogênico . ácido e Gennao. Osmose .Do grego Osteon. reto (ou levantado) e Stasis. Para uns. dos ovos. semelhante. Antes. Ovo . depois abreviada. Osteoblasto . osso e Eidos.Do grego Osteon. É de origem latino. permanecer. Em anatomia o termo ovário é recente. Otite . osso e Genesis. que eram valiosos na época. na atualidade. estado.Do grego Ous. inflamação. nome dado ao escravo encarregado de cuidar dos ovos e pintos.Do grego Oxys. ouvido e Súopeo. estaria associada a Pascere. abertura. Osteologia . Os escravos mais habilidosos. ouvido e Ite. os ovários eram denominados de “testis mulieris”. Jean Riolan afirma que esta deu origem. excisão.Orqui .Do grego Osteon. Ortostático . palato. Desse modo o termo ovário era interpretado. porta. Em grego. céu da boca. Ovário . representa uma estrutura que “carrega ovócitos”. A albuminúria ortostática é aquela que só aparece quando o paciente permanece de pé.

Do latim Papula. com e Pathos. mais exuberante em animais). “carnosa”. tudo e Akos. emaplidecer. parra.Do grego Pan. palácio. carne. pálido. folha larga. manto. tumoração) e os romanos empregavam-na. ao lado. para aumentar o volume e o contorno dos músculos e evidenciar a forma da região (sinal de beleza e prosperidade). Pápula . Aristóteles. de Syn. barriga da perna e do latim Pantex. escudo e Eidos. Papilar . Thyreos. toga. O termo parece derivar-s do grego Paláme. todo e Kréas. Os romanos usavam a palavra palma incluindo não só o centro da mão. palma da mão. exclusivamente. para designar o mamilo. Panturrilha – do espanhol Pantorrilha. pá de remo. Marcello Malpighi. passou a denominar toda a mama.vada de Palatium. A palavra foi introduzida por Celso apenas para designar bandagem e curativos feitos com tecido de linho. pâmpano e Formis. Em tempos arcaicos. Doença que ataca a quase todos ao mesmo tempo. A palavra pode ter vindo do latim Pappare (mamar ou comer como criança) ou Papula (caroço pequeno. em forma de. semelhante. dividindo-o em duas camadas: panuculus adiposus (superfial e formada de tecido gorduroso) e paniculus carnosus (fina camada profunda muscular. Pâncreas – do grego Pan. Pampiniforme – do latim pampinus.Do grego Para. Mais tarde. tudo. mas os dedos.Do grego Para. Até o final do século XVII. inflamação. bico da mama. ao lado. em portugues deu “pança”. descreveu o invólucro subcutâneo do tronco. por causa de sua consistência mole. todos. descorado e Pallere. Paramétrio – do grego Para. O mesmo que Sura. Mais tarde. borbulha pequena. ao lado e Synpathos. tudo e Demos. tudo. empola. Durante séculos significou uma coberta espessa ou um tipo de pele. mover-se rapidamente. 37 .Do grego Para. ao lado e Lysis. surgiram as expressões “Palma manus” para a parte plana da mão e “vola manus” para o centro côncavo da mão. remédio. Paralisia . Daí a expresão “vestis palmata”. O termo grego correspondente é Thele (como em epitélio). Palma – do latim Palma. Pálpebra . o pâncreas era confundido e incluído com os linfonodos mesentéricos. Rufo de Éfeso e Vesálio admitiram e usaram o termo. O termo deve ter derivado da composição do latim vulgar Pantex. barriga e do espanhol Rodillera (joelheira).Do grego Para. era costume ornar os cabelos e as vestes dos vencedores dos jogos ou conquistadores militares com folhas de loureiro ou de palmeira. O órgão foi descrito e nomeado por Herófilo. Entre os romanos. Pantex. Na Europa era costume no século XIV ao XVII colocar-se bolas de algodão (como enchimento) dentro das meias. a palara Kréas significava apenas carne comestível. ao lado e do latim Nasus. provido de palmas. com o mesmo significado vulgar da palavra latina. sofrimento. Os antigos anatomistas gregos não distinguiam entre palato duro e mole: ambos eram nomeados em conjunto como “Diaphargma oris” Pálido – do latim Pallidus. afrouxamento. útero e Ite. destruição. barriga. trapo. Panículo – do latim Panniculus. Paranasal . nariz. em poesia. Paratireóide . passou a designar qualquer tipo de músculo. Que tem a forma de um mamilo. diminutivo de Pannus. Papila – do latim Papilla. Parassimpático . aplicou o termo às papilas gustatórias da língua.Do grego Pan.Do grego Pan. Pandêmico . Por extensão. Berengario da Carpi foi o primeiro anatomista a usar a palavra para estruturas fora da mama (papilas renais). Panacéia . que parece provir de Palpitare: palpitar.Do grego Para. Pálio – do latim Pallium. na parte posterior da perna. palma da mão. Palmada – do latim Palmatus. toga de vencedor entretecida de palmas.Do latim Palpebra. Pan . Metra. ao lado de e Metra. pano. útero. povo. Berengário da Carpi.Do latim Papilla. Parametrite . Depois junto com Sarx.

Em poesia. suco. tinha o sentido de alma. carda ancinho e Pectere.Do latim Parturire. feminino de Parvus. tenda e Papilionem. porção. onde está encravada.Do grego Para. parede.Do latim Pes.Do grego Para. pé de homem ou animal. Parturiente . doença e Gennao. estudo. peito. pente.Do latim Pecten. gaiola. que sofre. armadilha para pássaros. podiam ser utilizadas em rituais de sacrifício. unha. Pedúnculo . Parenteral . pentear. a palavra Pectus significava apenas a parte externa (ósteo-muscular) do tórax. é mais difícil entendermos a analogia entre a tenda (ou borboleta) e a forma do pavilhão da orelha externa. além do próprio órgão. sofrimento ou doença e Logos. Patela – do latim Patella. pelas veias que neles adentravam. Talvez a palavra tenha surgido da semelhança encontrada entre os panos esvoaçantes das tendas de campanha com as asas das borboletas. Parênquima . Parótida . possuindo longos cabos. ao lado e Ous. não compreendendo a cavidade e nem a mama.Parede – do latim Paries. baço. isto é. criança e Latria. 38 . eu produzo.amigo do peito). prato. Parietal . para formar os espiritos vitais veiculados pelos humores. orelha externa. quando eram ricamente ornamentadas. Peito – do latim Pectus. pirão. Em francês. muito difundida na época. Pêlo – do latim Pilus ou Pellis. non mentem”. Pé – do latim Pes. O adjetivo era Parietis ou Parietalis.A mesma origem de “pedículo".Do latim Paries. borboletas. Porém. Pasta . Pécten – do latim Pecten. coração e. parte. pêlo de animal. Outros autores acham que derivaria do grego Pectis. pente. A via parenteral é qualquer via que não seja pelo intestino. entretanto. Passivo . A palavra parece ter sido introduzida em anatomia por Erasistrato e era aplicada a órgãos de consistência macia e sólida. em redor e Onyx. ou de Pectós. objeto feito de peças ajuntadas.Do grego Pathos. estar em trabalho de parto. Parva – do latim Parva. que alegava ser a substância própria destes órgãos derivada da solidificação de um “derramamento” sanguíneo dentro dos seus espaços. sua tumoração ou um abscesso na orelha externa. curto. Patologia .Do grego Pathos. pequeno. Jean Riolan não reconheceu a natureza glandular da parótida.Do latim Passivus. Há um famoso provérbio latino: “Lupus pilum mutat. O termo Paries significava em Roma antiga tanto a parede externa (Paries domuis) como qualquer divisória interna da casa (Paries laris). por extensão. que recebe a ação. sede de bons sentimentos.Do grego Para. rins e pulmões. o lobo muda de pêlo mas não a mente. panela rasa. Pavilhão – do Frances Pavillon. Parte – do latim Pars. Pediatria Do grego Paido. a parte anterior do tórax. ao lado e Enteron. intestino. O termo baseou-se na teoria humoral. provavelmente pela semelhança de forma do prato e cabo com o osso e o tendão do músculo quadriceps da coxa. de fidelidade (daí a expressão . parede. ao lado e Enchyma. Paroniquia . Patogênico . boboleta é Papillon e o termo Pavillon é obviamente uma forma variante.Do grego Paste. Jean Riolan reintroduziu o termo Parotis para a glândula sem saber que esta palavra já era utilizada por Galeno significando. Pectinio . fato somente constatado por Niels Steno (Stensen) em 1645. tratamento. como fígado.Do grego Para. Geralmente feitas de barro ou cerâmica para uso diário. Termo introduzido por Celso. pé e do sufixo diminutivo Culus: pequeno pé. Em latim. Pediculo . pela semelhança da caixa torácica com estes objetos.

mudar. traduziu-se para o protugues. na sua obra “De re anatômica” popularizou o termo. Pênis . Perimisio – do grego Péri. depois de e do latim Coccum. na mulher. Petéquia . Peste . a palavra “Pelve”. por ser híbrido de duas línguas e. fazer passar através. ou ainda do latim Post. e entre o ânus e a vulva. Na Roma antiga. cartilagem e Ite. segundo. caldeirão. Pétreo . Pélvis era o nome de um grande vaso fundo com uma borda retorcida (como um caldeirão).Do grego Pepsis. dente. Peritônio . pincel. osso. porque etimologicamente significa “o que esta ao redor do líquido” e não o humor propriamente dito. unha. junta. A palavra anatômica correspondente à pescoço mais utilizada é “colo”. A primeira descrição detalhada desta estrutura foi feita por Andeas Bonn. corda. Esta palavra parece ser recente em anatomia e por isso deve ter sido mal formada. vermelho escarlate. o nome “vagina” (bainha). transcrição direta do latim. ao redor de e do latim Lympha. Pescoço – origem incerta.Do latim Petrosus. muscular. rochoso e Petra. Talvez seja derivada do latim Post (após. Periósteo – do grego Peri. membro inferior. O termo não é adequado. embora de tradução literal correta. ao redor de e Onyx. cobrir.Pelve . Perilinfa – do grego Peri. fibra. Periníquio – do grego Peri. em 1763. no homem. por extensão.Do grego Peri. furar através.Do italiano Petecchia. água. Peristalse . ao redor de e Odous. após depois de e do grego Kókos.Do latim Penis. após. no final do século passado. esfera. Desta última (que significa espada) derivou. Periósteo . sarda.Do grego Peri. literalmente como bacia e o termo ficou consagrado no uso médico. inflamação. pétreo. Não há concordância entre os etimologistas quanto à origem desta palavra e as hipóteses são quase todas de difícil acompanhamento etimológico e/ou semântico. Entre os romanos. A tradução fancesa da palavra Pélvis foi “Bassin” e. coração. Penicilina . por ser o francês a língua cientifica oficial (principalmente nos tratados de obstetrícia). teria semelhança com uma cauda. perna. osso. Períneo – do grego Peri. Periodonto – do grego Peri. em redor e Teinein. em redor e do latim Articulus. digestão. O órgão masculino. ao redor de e Kardia. Pericárdio – do grego Peri. Portanto. bacia. assim como em portugues. Perfusão . depois de) e Cocceus (relativo à concha) ou de Post. A peristalse de fato movimenta o conteúdo intestinal em redor e para diante.Do latim Pestis. Perineuro – do grego Peri. é um galicismo. Chondros. ramus. 39 . pedra. ânus. em redor. por duas razões: a primeira.Do latim Perfundere. que significa originalmente Cauda. em redor e Stellein. em redor e Osteon. vômer.Do grego Peri. ao redor de e Neuron.Do latim Perfurare. em 1959. embora a sua função tenha sido somente elucidade por Duhamel em 1740. Temos em português. Perfuração .Do latim Pelvis. Galeno já usava o termo para designar a membrana que reveste os ossos. Perna – do latim Perna.Do grego Peri. da natureza da pedra. Realdo Colombo. Hipócrates usava as formas Períneon e Perínaion e Galeno restringiu o termo à área entre o ânus e o escroto. Pepsina . a palavra bacia.Do grego Peri. ao redor de e Naion.Do latim Penicillus. Pericondrite . gladius). havia inúmeras expressões populares para designar o pênis (clava. ao redor de e Mysei. Petroso – do latim Petrosus. Peri-articular . ao redor de e Osteon. quando pendente. radix.

O piloro guarda a saida do estômago. Piloro . substâncias de pouca ou nenhuma ação terapêutica.Do grego Plasma. Pial – do latim Pial. estado.o p nesta abreviatura representa a palavra latina Pons. Pineal . Pia-máter – do latim Pia. o termo de comparação prevaleceu e esta escolha parece ter sido devida a Celso e adotada por Rufo de Éfeso e Júlio Pollux. Pionefrose .pH . Pielite .Do grego Pylorus.Do grego Pyos. devido á forma com bolos antigos. Nephros. Plaqueta . pus e Gennan. trigo. envolvendo. fogo. moldada. expoente. Placenta . estado ou doença. Piorréia . Pirexia .Do latim Pinea. A real origem da palavra é provavelmente egípcia. bolo. produzir. Pisiforme – do latim Pisum. pus. A Pietas (piedade. portão ou porta e Ouros. Foi só no século XVII que se passou a verificar que a secreção mucosa vem do nariz e não da pituitária. A pelvis renal é a caixa ou bacia do rim. chato. Picnose . guarda do portão. Planta.Do grego Pyos. Pinta . ervilha e Formis. Pigmentado – do latim Pigmentum. A glândula pineal recebeu esse nome provavelmente pela semelhança que os antigos encontraram entre sua forma e a de uma pinha.Do latim Pituita. É sinônimo de Trombócito. derivado de Pyle. Pirâmide – do latim e do grego Pyramis.Neologismo. guardião.Do latim Placenta. da hipófise e daí o nome de pituitária que foi dado a essa importantíssima glândula. pera e Forma. rim e Ose. goma. em forma de. protegendo-o e nutrindo-o. pela forma adotada pelo acúmulo de grãos deste cereal. pilar. e Ite. porque a forma da pirâmide lembra a de uma pirra ou do grego Pyros. Alguns etimologistas alegam que Pyramis deriva do grego Pyr. grosso e Ose. catarro.Do grego Pyknos. agradar. Piogênico . diminutivo de Placa. Plasma . No tempo de Galeno julgava-se que a secreção nasal provinha do encéfalo.Do grego Pyos. Piriforme . secreção mucosa. Piloso . É o nome de uma dermatose. fluxo. sola do pé e do grego Platus ou do latim Planus. Hoje a significação corrente é a de “substância sem ação terapêutica que se ministra para fins de observação”. forma de reprodução dos pinheiros. Galeno usava o termo Grego Stenótis (estreito) para o canal pilórico do estômago e apenas comparava este canal com um Pylouros (guarda de portal de templos) mas em latim. O pH é o expoente de hidrogênio. pêlo. caixa ou bacia. o termo Pylorus indicava apenas o orifício distal do estômago. plano. Plano – do latim Planus. mãe. liso.É o futuro do indicativo do verbo latino Placere.Do grego Pyressein. coisa formada. Dava-se esse nome a certas prescrições que o médico fazia "para agradar o doente". corante.Do latim Pirum. fiel e Mater. cor. forma. chato. pirâmide. pus e Rhoia. relativo à Pia-matér. suave. Placebo . Daí ser denominada "pielite" a sua inflamação.Do latim Pilus.Do grego Pyelos. inflamação. Planta – do latim. Mais tarde. pinha de pinheiro. Pituitária . ter febre. coisa pintada. resina. caridade) era uma das virtudes capitais para os romanos e sua prática era de suma importância e uma das hipóteses para o termo alega que aos anatomistas antigos a meninge mais interna parecia como uma mãe afetuosa para o cérebro. Pilar – do latim Pila. Gustava Retzius dividiu a parte pilórica do estômago em canal e antro. 40 .Palavra espanhola que significa Mancha. plano. suporte. A tradução literal seria "agradarei". coluna.

urina. Poliúria . Polinuclear . sopro. A palavra provavelmente derivou do grego Plékein. muitos e do latim Nucleus. Na cultura romana. Phagein.Do grego Polys.Do grego Pous. O gentio de Polles é Pollicis.Do grego Pleura. Hipócrates notou a veia entre o Kólon (intestino) e a Pyle (porta). Jarrete. Galeno usava o termo para a fissura transversa do fígado que ele achava ser a 41 . comer e Ia. muitos e Pous. gostar. Polipo . picar. vara. Polegar – do latim Polles. muitos. pés.Do latim Plexus. Polivalente . bexiga ou cisto. em forma de. Polifagia . Rufo de Èfeso chamou-a de “Phlebs Pyle”. o polegar tinha grande importância por ser o mais forte de todos os dedos da mão. o jarrete e. Doença policística é aquela que apresenta muitos cistos. que primitivamente significava "lado do corpo" ou "costela". traduzida para “veia ad ports hepatis”. Myelos. Poro . No entato. muitos. ponte.Do grego Polys.Do grego Polys. pé. Talvez do grego Pollein. placa plana e Platus. núcleo ou semente. estado. carne. Policromatofilia . enredar.Do grego Poros. Polissacaridio . abertura. poder. chato. A palavra Poples designava a parte posterior do joelho.Platisma – do grego Platysma. Este hábito foi de uso popular durante as lutas nos circos romanos. Policistico . designando instituição com poder tem a mesma origem do latim Pollere.Do grego Polys. pequena semente. Polpa . Pneumático – do grego Pneumatykos.Do latim Pulpa. Cisto tem essa derivação por ter sido comparado pelos antigos a uma bexiga. carregar. pólo. Porta – do latim Porta. cor e Philein. eu tenho poder. Podálico . Plexo . Morphe. valer. Pleura . a origem da palavra é incerta. inflamação. sua extensão para baixo (Pollice verso) significava condenação. tórax. Ar na cavidade toráxica. Por mera metonímia. O termo pleura significava também o lado de um animal. força.Do grego Polys. trançado. A palavra policia. portão e Portare. Poplíteo – do latim Poplitis. carne magra. plano. medula e Ite. eixo. Polpa – do latim Pulpa. de Pneuma. Aplica-se aos leucócitos com núcleos de várias formas ou com vários núcleos (granulócitos). muitos e do latim Valens. Poliomielite . relativo ao ar. muitos. espírito.Do grego Polys. levar. selando caprichosamente o destino dos gladiadores. orifício. pulmão e Thorax. Que tem afinidade para muitas cores. ter poder.Do grego Polyos. Galeno usava esta palavra tanto para costela como para a membrana que reveste internamente o tórax e está em contato íntimo com as costelas. muito. Pneumotórax . relativo ao jarrete do latim Poples. Pólo – do latim Polus. envolver. Ponte – do latim Pons.Do grego Pneumon. açúcar. passou a nomear apenas a membrana mucosa. forma e do latim Nucleus.Do grego Polys. entrelaçcao e Formis. ou mesmo do latim Polleo. também dava nome a uma iguaria de porco muito apreciada pelos romanos (semelhante ao nosso atual presunto). ter força. ponto e Pungere. Chroma.Do grego Polys. muitos e Sakharon. trança. É uma contração de "polimorfonuclear". Polimorfonuclear .Do grego Polys. Plexiforme – do latim Plexus. Ponto – do latim Pontus ou Punctum. muitos e Kystos. muitos e Ouron. extermidade do grego Pólos. Relativo ao pé. Os imperadores traziam os anéis de sinete neste dedo e o polegar apoiado no dendo indicador significava aprovação. cinzento. ser forte. polegar. Poli .Do grego Polys.

Prévia . estudo. parte ou porção. profundo. Vesálio deu-lhe o nome atual “vena portae”. atirar-se para baixo. A "portio vaginalis" é a parte do útero que faz saliência na vagina. Precipitado . no fundo. a chegar. Primipara . franzir. Pré-natal . primeiro e Parere. isto é. Proeminência – do latim Proeminentia.Do latim Pre.Do latim Pre. Proctologia Do grego Proktos. Portio . projeção. Pré-menstrual . leito.Do latim Pre.Do latim Precipitare. portanto. maduro. Esta forma abreviada parece ter surgido em meados do século XII.Do latim Prolapsus. Preventivo de uma coisa é. a extrapolação para o personagem bíblico. as ciências básicas da medicina.Do latim Posterus. Profilaxia . antes e Gnosis. temos “Pilite” a inflamação da veia porta. mais atrás. Prega – do latim Plica. Prognóstico . lançamaneto à frente e Prae. à frente e Molaris. comparativo de Posterus. Prematuro . lembrando-o sempre. cair para a frente.Do inglês Pot ash.Do grego Pro. Pré-clinico . Prolapso . antes e Menstruus. mais atrás. Prócero – do latim Procerus. que vai antes. antes. A proeminência laríngea da cartilagem tireóide da laringe. importante. proteção. Processo . Placenta prévia é a placenta que se coloca antes do feto e impede a saída normal deste. conhecimento.Do latim Pre. Posterior – do latim Posterior. antes e Venire. Priapismo . Prenhez . para a frente e Cedere.Do grego Priapus. Potássio . à frente e Jactare. mais saliente no sexo masculino era conhecida como pomo de Adão. A palvra Plica e obviamente uma abreviatura de Plicatura. o deus da procriação e cujas estátuas representam geralmente o órgão masculino. Pré-molar – do latim Prae. antes e Phylaxis. nos textos árabes traduzidos. lançar. nascimento.Do latim Praevius. antes. que significa homem. nascer. projetar.Do latim Processus. ir. De Pyle.Do latim Pre. a expressão “saliência no homem” ficou “saliência de Adam” e daí talvez. dar à luz. relativo a mó. guarda. atrás. o que evita a chegada dessa coisa. Precórdio . isto é. alto. Diz-se das matérias que se estudam antes de tomar contacto com o doente. parir. em alguns escritos anatômicos traduzidos dos manuscritos árabes. Póstero . ruga e Plicare. antes e do grego Kline. Postrema – feminino do latim Postremus. por homofonia. coração. e a seus descendentes. do pecado. as cinzas (ash) que ficavam no recipiente (pot). elevado. Projeção – do latim Projections. ante.Do latim Primus. Proteção adiantada ou antecipada. ânus e Logos. à frente e Minere. prega.Do grego Pro. palavra arcáica que significava pênis. Preventivo . derivado de Pro. subterrâneo. antes e Gnasci. 42 .Do latim Pre.entrada para o órgão (Porta hepatis). Para alguns. antes e Putum.dobrar em franjas. Prepúcio . A palavra foi mais tarde latinizada para "potassium".Do latim Pre. relativo à menstruação. antes e Cor. a expressão deriva da não tradução da palavra árabe Adam. atrás. Assim. antes e Maturus. A expressão deriva da idéia de que um pedaço do fruto proibido teria parado na garganta de Adão. superlativo de posterus. Profundo – do latim Profundus. antes e Natus.Do latim Pre. Aplica-se este termo aos tecidos ou órgãos que se projetam.Palavra latina. projeção à frente e Proe.

Vesálio. Galeno aplicou o termo “Pterigoeides apóphysis” para os processos inferiores do osso esfenóide. agente.Do grego Protos. Protrombina . próprio.Do latim Puer. assim. agente. antes. reintroduziu o termo Pterigoides.Do latim Prurire. Pterigóide – do grago Pteryx. É a introdução ao ensino de determinada matéria. Psoas – do grego Psoa ou Psoai. encéfalo. Propedêutica . coágulo. cobrir e actor. Pudendo . relativo à carne macia. Pterígio . queda. coçar. Foi o primeiro a descrever o psoas menor. lombo.Do latim Pulmo. Protetor – do latim Protegere.Do grego Pseudos.Do grego Ptosis. primeiro e Plasma. primeiro. Pulmo . cérebro. coisa formada. 43 . Protuberância – do latim Proe. Protozoário . Púbis – do latim Pubes. abrigar. e Actor. antes e Paidein.Do latim Pulsus. Os músculos Pterigóides foram descritos e nomeados por Jean Riolan.Do latim Pubertas. semelahnte a. amadurecimento. Pulmão – do latim Pulmo. embora os chamasse “Vespertilionum alarum”. Embora na psoríase o prurido não seja sintoma dominante. Vesálio usou os termos “Pronum” e “Supinum” para a ação dos músculos radiais. pulmão. que viram a mão superior e inferiormente. antes e Thrombos. Psoriase . ensinar. O mesmo que pulposo. antes. temos: “musculus radium in pronum (ou supinum) ducens”. Prosencéfalo – do grego Pro. Possivelmente o termo derivou do grego Pleumon. relativo ao púbis. Puberdade . envergonhar-se de. Prurigo . prurido e lase. animal.Do grego Pro. antes e Sta. pulmão. Púbico – do latim Pubicus.Do grego Psoras. A próstata seria comparada a um guarda estacionado antes da bexiga.Do latim Pudendum.Do latim Proximus. Pseudópodo . No grego antigo a palavra significava "um guarda que permanecia na frente". Próstata . Galeno usva o termo grego Psoa também para os músculos da região lombar e Jean Riolan transcreveu a palavra para o latim Psoas. adulto. saliva. que está mais perto. pé. asa e Oidés. variante do grego Pneumon. este nome foi dado devido à confusão que então reinava sobre as doenças da pele. primeiro e Zoon. Puerpério . Pulso . Proximal . primitivo. Empregado com referência aos órgãos genitais externos. pulmão. dar à luz. virar para baixo. Ptose . parar. asa. à frente e Tuberis.Diminutivo da palavra grega Pteryx. particular. falso e Pous.Do grego Pseudos. criança e Parere. Proteína . Pseudo . Ptialina .Do grego Ptyalon. falso. à frente e Enkephalos.Do grego Protos. Próprio – do latim Proprius. Pulpar – do latim Pulparis.Pronador – o latim Pronare.Do grego Pro. bofe. Protoplasma .Do grego Pros. doença.Do grego Protos. tumoração. púbere. batimento ou choque.

quarenta. Radiado – do latim Radiatus. como Chylós. realtivo a radicula. Radical . Quadrado – do latim Quadratus. Consta que foi dado tal nome a essa parte do globo ocular porque os objetos do exterior ali se refletem em tamanho muito pequeno. Putame – do latim Putamen.Do latim Pupilla. Rádio .Do latim Pus. Usada nas receitas médicas. Quimo . o osso foi comparado aos raios de uma roda e o termo parece ter sido introduzido por Celso. poeira). em estado natural.Do latim Radius. cabeça Quadril – do latim Quadrus. as palavras Chylós (quilo) e Chymós (quimo) eram quase idênticas. raio e do grego Skopeo.Do grego Kele. uma secreção. examino. irradiação. A palavra também era escrita Polvinar ou Polvinus e provavelmente derivou do latim Pulvinulus (um pequeno banco de areia ou elevalção de terra) derivada de Pulvis (pó. quadro.S.Pulvinar – do latim Pulvinar ou Pulvinus. tira ou estria. equilibrado. menina. recebeu este nome pela sua característica de emitir raios ou irradiar. suco. Quilo . fluxo de raios.Do grego. Quelóide . quanto basta. O verbo grego Chiazein significava marcar um erro. Radiação – do latim Radiatio. O elemento químico descoberto pelo Casal Curie. Aplica-se especialmente aos sucos produzidos pela digestão. Galeno acreditava que o alimento digerido era absorvido nos intestinos e transportado ao fígado. e a segunda. duas linhas cruzadas. e Caput. irradiado. produzido. Antigamente. Em grego. Pus . O nome da letra grega Chi maiúscula é X. mostrar um engano porque era costume os gregos antigos marcarem os erros à margem de um manuscrito com este sinal. Quadriceps – do latim Quadri. Quiasma . uma secreção já elaborada. tarvesseiro. tumor. Radicular – do latim Radicularis. semelhante. casca de noz.Abreviatura das palavras latinas "Quantum Sufficit". a primeira tendo o significado de uma secreção ou suco preparado. músculo e Oma. esquadro.Do latim Radius. 44 . Designava tambem a porção mais elevada (cabeceria) do leito (Thalamus). suco. Radícula – do latim Radicula.Do grego Chymos. o isolamento em caso de suspeita de doença contagiosa era de 40 dias.Do grego Rhabdos. disposto em forma de raios. Tumor de músculo estriado. diminutivo de Radix. raio de uma roda. Radiografia . Pupila . que tem quatro lados. Radial – do latim Radialis. carapaça de tartaruga. esto é. realtivo ao osso rádio. Pela sua forma. quadrado. tumor ou tumefação e Oidé. almofada. . quadrado. Q Q.Do italiano Quatarantina. raiz. A raiz grega é Pyos.Do grego Chiasma. Chylos.Do latim Radix. Myo. secreção. diminutivo de Pupa. através da veia porta. em 1898. Quarentena . raiz. R Rabdomioma .

Do latim Retina. pois. Raio – do latim Radius. embora não tenham realmente este formato. Refluxo . deriva do antigo termo árabe Rimpfam. diminutivo de Rete. após ascender desde sua base. fluir. raiz Ramo – do latim Ramus. ao traduzir as obras de Avicena. gancho. Rampa – do latim Scala. respirar. Os músculos redondo maior e menor foram assim denominados por William Cowper. fluir para trás. Regeneração . Talvez a palavra sugira. cortar fora. cabo e Formis. Remédio .Do latim Rana. célula. Retículo – do latim Reticulum. "voz de rã". voltar-se. provido de fina rede. que passou a significar subida ou ladeira porque escalar um terreno elevado era necessário agarra-se com ganchos ou unhas. e Ren. rede. outra vez e Spirare. Redondo – do latim Teres. ribeiro. Ressecção . Rede – do latim Rete. retornado e Recurrere. subir.Do latim Reticulurn. região. O corpo restiforme. degraus. Abrange os dois atos: a inspiração e a expiração. relativo à respiração. voltado sobre si e Reflectere. Foi dado esse nome ao cisto da glândula sublingual devido à voz grossa e áspera. Reticulóclto . conhecido também como pedúnculo cerebelar inferior. Renal – do latim Renalis. realmente degraus ou escada (o que mostra a impropriedade do termo). garra. estaca. Vesalio entendeu o sentido da palavra e assinalava o engano. relativo à rede. relativo ao reto. atrás e Fluere. Raiz – do latim Radix. nem externamente nem em secção. costura. rã. chamando a retina de “involucrum corporis vitrei”. palavra que em grego tinha dois significados: uma membrana envolvente ou fina rede para cobrir o pescado e é óbvio que Galeno usou-a no primeiro sentido. Respiração --Do latim Re. Recorrente – do latim Recurrens. Retina . outra vez e Generare. Herófilo foi o primeiro a descrever a retina. afastado. produzir. Reticular – do latim Reticularis. tubo redondo. voltar. embora alguns aleguem que a semelhança adviria da escada circular. Reflexo – do latim Reflexus.Rafe – do grego Raphé. com o diminutivo Ula. ramo. diminutivo de Rete. cilindro. Galeno em suas dissecções de animais inferiores chamava a retina de Amphiblestron. rins. Recesso – do latim Recesus. Na orelha média não há. Gerard de Cremona. Na nomina anatômica a palavra original é “Scala e foi traduzida para rampa. unha. Alguns etimolo- 45 .Do latim Resecare. adaptou o termo árabe Reschet (equivalente ao primeiro sentido da palavra Amphiblestron) no segundo sentido e inventou a palavra retina.Do latim Re. A palavra rampa. O termo rampante com este significado permaneceu em botânica e animais trepadores. em caracol. Rânula . retornar. em português. rede e do grego Kytos. a idéia clara de subida das rampas. Rego (Rivus) – do latim Rivus.Do latim Res. rede. pois estas se encontram no ápice da cóclea (helicotrema). corda. em forma de. relativo aos rins. Restiforme – do latim Restis. que apresentam os pacientes de tal afecção. foi descrito em detalhes e nomeado por Ridley em 1695. raio de roda. escada e scandere. coisa e Medeor. trepar. que cura. sutura. local. que respira. Refluxo é. Região – do latim Regio. Respiratório – do latim Respiratorius. recuado. regato.Do latim Re. Retal – do latim Rectalis. por extensão.

rombudo e Oidés. vermelho. esporão de anvio. reter. por exemplo). vermelho Ruga – do latim Ruga. ao olfato e Enkephalos. obtudo. Rombóide – do grego Rhombos. nariz e Ite. saco. Reunião – do latim Re. objeto pontudo. mas o termo foi introduzido por Galeno após dissecar mamíferos inferiores. É interessante notar que nem sempre o reto foi considerado a última parte do intestino. em forma de. Risório – do latim Risorius. Reto . pálpebras etc) e não as paredes propriamente ditas.Do latim Rubor. encéfalo. por causa da consistência do humor vítreo e. vermelhidão. Rotador – do latim Rotare. e Risus. como sinônimo de projeção anterior. o início. Rinite . não é reto em nenhum sentido. ao olfato. quebra. odre e Formis. fender. afastando os lábios ou mesmo do grego Rigma. amarra. sorriso. arreganhar os dentes. obtuso.Diminutivo do latim Ruber.Do grego Rhis. fenda. O termo também era a forma arcaica de “Rosto”. ruga. erigiu-se em Roma.Do grego Sakcharon. inflamação.Do latim Ren. por ocasião da vitória de Duílio.Do latim Rectus. Os Rostra eram tribunas fixas para os oradores na praça pública (Forum). de novo e Uniens. Assim Hipócrates e Mondino de Luzzi nomeavam o duodeno como a última porção dos intestinos e chamavam o reto de Archos. relativo ao nariz. rim. guarnecida dos esporões dos navios tomados ao inimigo. correia. relativo ao nariz. Retináculo – do latim Retinaculum. açúcar. direto. ornadas frontalmente com esporões dos navios tomados aos Volscos por Âncio durante a guerra de 350 a. agente. Sacciforme – do latim Saccus. com fins medicinais. drobra. juntado. Rinencéfalo – do grego Rhinion. Rubro – do latim Ruber. rombudo e Enkephalos. rachadura e Rimor. prega. que faz sorri. odre. O termo ainda nomeia uma pretensa característica morfológica de alguns músculos estriados esqueléticos. resina. cérebro. encéfalo. 46 . pregas. Rh (FATOR) . atado. Rinal – do grego Rhinio. Ao termino da 1ª guerra púnica. roer. segurar. Rima – do latim Rima. Também existem as hipóteses da derivação de Ringere. dar voltas e Actor. como monumento votivo a “Columna Rostralis”. da membrana que o contém. S Sacarose . a palavra deriva deste estrado. Rostro – do latim Rostrum. Lábios. Foi no macaco rhesus que pela primeira vez se encontrou este fator. rodar. Esta visão persistiu na posição das pregas transversais do reto (a primeira é a inferior e a terceira. sulcar.Rh é a abreviação de "rhesus". saco. O segmento terminal do intestino grosso. Em seu sentido anatômico. Rubor . reto. Por causa da ação do bico das aves alguns etimologistas associam Rostrum a Rodere. cérebro. fratura.C. Os antigos romanos chamavam Saccus ao pequeno recipiente de couro usado para guardar vinho ou para um pequeno saco com ervas usado colado ao corpo. e Retinere. Rim . por extensão. a superior). bico de ave. forma de. Saco – do latim Saccus. Rombencéfalo – do grego Rhombos. mas antigamente era a primeira porque possibilitava o acesso direto ao intestino (para clitóris.gistas alegam que a palavra latina seria a transcrição literal do grego de Retine. Tecnicamente o termo aplica-se unicamente ao intervalo entre margens opostas (Ex. na espécie humana. Rubéola .

não profano. É possível que esta confusão entre o local e órgão tenha gerado o sentido popular. a expressão foi traduzida para o latim com “os sacrum”. Parece que a idéia de comparar esta sutura com um dardo vem da sua descrição nos trabalhos de Ibn Jami. não essencial. Mas esta palavra grega não tinha aplicação em anatomia e nem à veia em questão. No sentido de canal (como nos seios da dura-máter. corte. em segundo lugar. 2º . untado. na típica posição de costura adotada pelos alfaiates romanos. diminutivo de Saccus.em forma de seta. poderoso. Os gregos e Galeno chamavam este osso de “ieron osteon” (osso grande).Do grego Sarx. manifestada comumente pelas varizes. ou também do árabe Al-safin. seria considerado como uma das bases da ressureição. divisão. Segmento – do latim Segmentum. a cavidades e recessos com uma só entrada. que são visíveis por toda sua extensão. Sebácea – do latim Sebaceus. segundo. bolso. as veias superficiais foram detalhadamente estudadas e o termo deve ter surgido por comparação com o trajeto das veias do membro superior. por homofonia. odre. claro. semelhante a uma seta. Sela – do latim Sella. por estarem escondidas ou ocultas. sebo. vaso. Secundário – dolatim Secundarius.Do latim Sagitta. Dai significar : 1º . secreto) aparece nos textos de Avicena nomeando as veias do membro inferior e possivelmente os tradutores usaram. Saliva . tinha diversas conotações diferentes. rotadora lateral. Sagital . Secção – do latim Sectio. sentar. A palavra provavelmente originou-se por aliteração do latim Sedella (assento). o termo está incorreto. suco da boca. Como a medicina árabe utilizasse costumeiramente as sangrias. espaço oco. para outros porque seria o maior segmento da coluna vertebral.Do grego Salpinx. gorduroso e Sebum. alfaiate. por causa de sua resitência à deterioração ou porque abrigava os “sagrados” órgãos da reprodução. mas a palavra ieron tinha também o significado de “ilustre. no seio do tarso ou nos do pericário). todas elas com o sentido “oco. Sáculo – do latim Sacculus. Sarcolema . Salpinge . O músculo recebeu este nome por causa de sua ação flexora e adutora da perna e. arco. Por este último sentido. diversas hipóteses foram aventadas para explicar a denominação deste osso. o termo é aplicado. ao mesmo tempo. portanto. vela de barco. sem apoio para a cabeça ou o dorso. Os gregos e romanos não 47 . trompa. Sangue – do latim Sanguis. carne e Lemma.Do grego Salpinx. Salpingectomia . importante. como os seios paranasais e os seios das válvulas aórtica e pulmonar. intocável. Em anatomia. Designava uma dobra de tecido no vestido das mulheres para caregar e amamentar os filhos (mas não designava as mamas). sebo e do grego Rhoia. glorioso”. fatia. sangue. secreto. Como se pode observar a palavra Sinus em latim. guardaria as vísceras que seriam oferecidas como “iguaria especial nos sacrificios”. separação. Safena – origem duvidos pode ter vindo do grego Saphena. visível. sagrado. feito de tiras de couro trançadas sobre uma armação de madeira. parte.Do latim Sinus. saco.Do latim Sebum. e Sedere. folha. A partir desta confusão. propriamente no sentido de bolso. inflamação.reta. trompa e Ite. visíveis apenas parcialmente e. ao contrário do que ocorre com as veias safenas (magna e parva). fazendo com que uma perna cruze sobre a outra. Seio . O termo “sagital” foi introduzido por Henle e dado à sutura interparietal por causa de sua forma. cadeira. móvel simples e rústico. excisão. Para uns.Do grego Salpinx. dardo. fluxo. A palvra “sacrifício” é composta do latim Sacrum (sagrado) e Officium (trabalho).Sacro – do latim Sacrum. Sartório – do latim Sartor. trompa ou tuba e Ektome. impróprias para aquele procedimento. A palavra “al-safin” (escondido. seta. pedaço. Seborréia . Salpingite . O termo pode ter derivado da visibilidade óbvia das veias da perna. Segundo – do latim Secundus. depois do primeiro. em direção ântero-posterior.Do latim Saliva. escavado” ou “encurvado e saliente”. escondido. a palavra grega inadequada.

e Canalis.tinham selas de couro e. envelhecer. semente. ou uma corrupção do latim Serum. metade. forma de. gergelim e Oidé. Em anatomia. fosso. O termo era originalmente aplicado a várias estruturas encurvadas. Nomeia a parte final dos colos e um dos seios da dura-máter. tubo. apenas um local para sentar. Semipenado – do latim Semi. Septo – do latim Septum. a sela turca (usada originalmente pela cavalaria do exército otomano) designa o reposteiro ósseo para a glândula hipófise. relativo a envelhecimento prematuro ou mórbido.Do latim Semen. parte aquosa do leite. Os músculos serráteis receberam este nome por causa de sua origem múltipla. meio e Circularis. Passou por extensão. Sialorréia . carregar. lunar. transportar. impressionável.Do latim Senilis. relativo aos sentidos. Senescência . atar). Semicircular – do latim Semi. como uma serra. o Saepta (plural. relativo à margem. relativo ao círculo. Selar – do latim Sellaris. à cadeira. sendo comum nas obras de Oribásio e Galeno. Septomarginal – do latim Septum. Originalmente a palavra era Saeptum (cercado) e Saepire (cercar com sebe). metade. significando também o agente da ação. Serosus poderia derivar do latim Serere (ligar. significando local das sensações. Semicanal – do latim Semi. à sensibilidade.Do grego Sideros. por causa de suas formas. serrar. emotivo.Do grego Sepsis.Do grego Sigma (a letra grega S) e Eidos. meio e Lunaris. Senil . Por causa da semelhança entre estes pequenso ossos e as sementes do gergelim. atado. Semilunar – do latim Semi. Talvez do latim Serosus. cunhado por Boécio. Esta última associação seria devida à característica do líquido secretado pela membrana. tapume e Marginalis. Na antiga Roma. Serosa – origem incerta. meio. e Sepire. 48 . em anatomia. estado.Do grego Semeion. penado. Sentido – do latim Sensus. As selas de couro e os estribos somente foram introduzidos no Ocidente no século IV.Do latim Senescere. semelhante ao soro. Seminífero . meio e Tendinosus.Do grego Sialon. cerca de madeira. metade. semente e Ferre. ferro e Ose. saliva e Rhoia. provavelmente do latim Serus (tardio). Sifilis . sentir. Antigamente a letra S maiúscula lembrava a nossa letra C. ligado. Serrátil – do latim Serratus. a palavra significava. Haima. Siderose . metade. cerca de madeira.Talvez do grego Sus. pelos otomanos. passando o nome a designar ambos (membrana e secreção). metade. Semimembranáceo – do latim Semi. Septicemia . cercar. putrefação. Septorum) era um recinto cercado onde os cidadãos eram encerrados por centúrioes e de onde saiam para votar. tendinoso. O mesmo que serreada. Sigmóide . metade. amar. Sensitivo – do latim Sensitivus. estudo. Sêmen . serreado e Serrare. canal. a designar uma parede divisória. sensível. meio e Pennatus. portanto. Sesamóide – do grego Sesamen. semelhante. porque era a porção restante do leite no processo de fabricação do queijo ou manteiga. relativo à lua. soro. ou de Serum (soro lacteo) e esta. sentido e Sentire. Sensorial – do latim Sensorialis. um de cada vez.Do latim Semen. meio e Membranosus. porco e Philos. levar. sangue e Ia. relativo ao assento. sinal e Logos. originalmente. tapume. Semitendíneo – do latim Semi. fluxo. Esta palavra apareceu pela primeira vez na literatura médica em 1530. estado. membranoso. O termo deriva do latim tardio (medieval) “Sensorium”. com aspecto denteado. Semiologia .

junto e Tithenai. somático. Com crianças denomina-se "pederastia". ânimo.Do grego Syndromos. Soma . Síntese . semelhante. na Medicina grega. cartilagem. continuou achando-o dependente daquele nervo. Sóleo – do latim Solea. colocar.Eis uma palavra cuja origem permanece desconhecida. Usavam a palavra Somatykos (do corpo) em oposição à Phrenykos (da mente) mas não à Psychikos. atribuindo-lhe este nome por causa de suas comunicações com quase todos os nervos do corpo. Supercílio – do latim Super. andar. junto. Os médicos gregos tinham sua doutrina apoiada na divisão do corpo humano. Seu nome provém da forma semelhante à solha. mente e alma). pestana. afeição. na superfície. sono e Ambulare.Do grego Soma.Do latim Somnus. Solitário – do latim Solitarius. junto com e Pathos. face. Sínfise -. cílio. continuidade. Durante séculos. um peixe de corpo achatado (Pleuronectus solea). Submandibular – do latim Sub. Síndrome . isolado. Vesalio embora tenha-lhe reconhecido a natureza diversa. acima. Sinusite . Somático – do grego Somatykos.Simpático – do grego Sympathetikos. essência.Do latim Sinus. filosoficamente. com e Chondros. a face superior. simpático e Syn.Do grego Syn.Do grego Synphisis. queixo. Subclávio – do latim Sub. conjunto e Syn. comparativo de Superus. na antiga Palestina. provavelmente pela semelhança de cor e consistência do liquido articular com a clara do ovo. Mas ele usava a palavra sinovia também para designar qualquer fluído corporal claro (liquido pleural. Sistema – do grego Systema. crescer junto. à vista. greta. sola de sandália. relativo ao corpo. Sindesmose é uma sínfise fibrosa. tocar. corrupção de Facies. abaixo. Sinapse . junto e Haptein. Galeno admitia que o tronco simpático era. ficar. Superior – do latim Superior.Do grego Synechia. junto e Stellein. junto e Desmos. Sonâmbulo . corpo. Superficial – do latim Superficialis. sobre e Ficies.Do grego Syn. O termo foi introduzido por Paracelso. ligamento. junto.Do latim Sinus. separado. onde predominavam os vícios sexuais. lado de uma coisa ou objeto. peritoneal e cerebroespinhal). Sodomia . Sinusólde . devido provavelmente às comunicações deste como os primeiros gânglios cervicais. seio ou cavidade e do grego Eidos. abaixo. sobre. Sodomia é o coito anal entre homens. em cima. a parte simpática do sistema nervoso autônomo recebeu também os nomes de Nervus Magnus Harmonicus e Nervus Consensualis Magnus. acinma. apenas uma parte do nervo vago. Thomas Willis foi o primeiro anatomista a perceber a real essência do tronco simpático.Do grego Syn. portanto “o que está em cima. sôlha (peixa achatado). Significa “aderência”. Sódio . existir. material. Sincondrose – do grego Syn. Sinéquia . sobre e Cilium. sob. Substância – do latim Substantia. seio ou cavidade e do grego Ite. Phrén e Psyché (corpo.Do grego Syn. Sulco – do latim Sulcus. estar. ovo. 49 . inflamação.Do grego Syn. com e do latim Ovum. substância e Sustare. Sindesmose . Sinóvia . Mandibula. correr junto. Esta palavra foi criada para significar o ponto de contato dos neurônios. apertar. A Psyché não era considerada como geradora de doenças. A palavra Superficies é composta de Super. A sinóvia tem aparência de clara de ovo.sob e Clavius (Clavicularis). fenda. com e Istemain. relativo à clavícula. Sístole . em três partes: Soma.Do nome da cidade de Sodoma. solitário. e Superficies.

Tectal – do latim Tectalis. A palavra Tarso era usada para uma série de estruturas planas e expandidas. a toda uma nova moradia ou a templos. T Táctil . que serve de teto. cesto para secar queijo. Suprema – Do latim Supremus (forma feminina). Para os gregos. Sustentáculo – do latim Sustentaculum. Suspensor – do latim Suspendere. quarto de dormir.Do grego Theke. tempo. dado de jogar. levantar. relativo ao teto. Supra-renal – do latim Supra. Tatuagem . Supuração . Também dava nome ao leito nupcial. sobre.Do latim Suppurare.Supinador – do latim Supinare. onde geralmente o casal dormia. Em anatomia. Tectória – do latim Tectória. O termo temporal foi usado para a região (e o osso) porque no homem adulto as marcas da idade (tempo) manifestamse primeiramente nesta região. perceptível ao tacto Tangere. extremidade e Enkephalos.Do grego Tarsos. Tecido . O termo tela deriva do latim Texere. tornozelo. como tradução do termo equivalente do grego Raphén. molduar de tear. coração. à cobertura. parece ter sido introduzida por Galeno ou Celso. palavra de um idioma polinésio que significa "marca feita na pele". encéfalo. Tálamo – do grego Thalamos. de cobertura. deitar de costas e Actor. Suor . teto. Tela – do latim Tela. coberta. em cima. Taquicardia . acima. suporte. Tálus – do latim Talus. Tarso também é o nome da placa central (achatada) fibrosa da pálpebra.Do grego Tachys. sobre e Renalis. proteger. Geralmente usado par designar a parte posterior (abaulada) da perna. agente. alinhavado. O mesmo que panturrilha. Galeno foi o primeiro a usar o termo para nomear uma parte do esqueleto no pé. Teca . formar pus. entrelaçar.Do latim Tegumen. relativo aos rins. comprido até o tornozelo e de Talus. A palavra Sutura. apoio. 50 . O mesmo que astrágalo. como asa de ave. provavelmente pela costumeira elipse do X no meio das palavras latinas (como em maxila – mala e axila – ala) e designava tanto o tear (engenho) como o produto dele retirado (tecido). relativo ao tempo e Tempus. caixa. Sutura . superlativo de Superus. teia. Tarso . receptáculo.Do latim Sutura.Do latim Tactilis. Assim temos: Musculus radium in pronum (ou supinum) ducens”. rápido. tangível. Sura – do latim Sura. trama. O mesmo que teto. Tecto – do latim Tectum. Temporal – do latim Temporalis. Talar – do latim Talaris. tecer. Taqui . O mesmo que teto. lâmina de serra. Telencéfalo – do grego Telos. cérebro. costura. tornozelo. o thalamos era o principal quarto da casa.Deriva de Tatau. rápido e Kardia. Hipócrates usava o termo “Tarsós podós” para a planta do pé. tocar. encanecendo (branqueando) os cabelos. agente. cobrir. cobertura e Tegere. suspender.Do latim Suor. revestimento. Termo alternativo para designar a glândula adrenal. para as articulações fibrosas dos ossos do crânio. fim. Vesálio usou os termos “Pronum” e “Supinum” para a ação dos músculos radiais que viram a mão superior e inferiormente. pegar. Tegumento .Do grego Tachys. a qualquer cômodo interno. pendurar e Actor. parte posterior da perna. vestir.Do latim Texere.

à extremidade. Na antiga Grécia. Alguns acham que provém de outra palavra grega. O mesmo que tentório. de Tendere. Galeno também acreditava nesta teoria e propunha. Tensa. estender. segundo sua crença mais vascularizado. a palavra Tibia dava nome a qualquer instrumento musical de sopro.Do latim Tendo. O mesmo que tenda. nos quais eram queimadas as vísceras dos animais domésticos. existia o hábito de fazer juramento ou testemhos de fé segurando os testículos. O testículo testemunha também a existência da virilidade Herófilo acreditava que os filhos varões viriam do testículo direito. cobertura e Tegere.Do grego Therapeutikos. e Actor. fita. cobrir. Estas flautas eram comumente feitas de madeira de lei ou de metal mas. Timpanectomia . O mesmo que teto Tíbia – do latim Tibia. tenso) e dela provieram os derivados em Teno: tenotomia. calor e Metron. etc. tenda. Teratologia .Este nome dado a uma parte do útero deriva da Tenca. esticar. e Tendere. teto. espasmo muscular. longo e tubular. tumor. Rufo de Éfeso registringiu a palavra à região elevada da palma. Na antiga Roma. mais pesado. Em latim. no casal. agente. Testículo . na Júris. tambor e Ektome.Do grego Tetanos. alma. sendo que este costume existiu entre os indus. no sentido de adulador ou submisso. Thymós. Tensor – do latim Tendere. esticado. alcançava primeiro o orgasmo. agredir. delimitação. espancar. Nessas ocasiões. geralmente maior. Termômetro . medida. a lei exigia que. estendido.Do grego Teras. pois para os povos antigos o sexo do recém-nascido dependia de quem. Terapêutica . com orifício em um dos lados. venha deste antigo costume. tenossinovite. Tendíneo – do latim Tendineus. 51 . flauta. proteger. mais baixo e. Timo . O termômetro foi introduzido em medicina no século XVI. Entre senhores e servos. fim limite. Terminal – do latim Terminalis. O mesmo que teto. tainha da água doce. A raiz grega é Ténon (esticado. fixação de limites. estudo. Tenda – do latim Tentum. sensibilidade. folha de erva chamada de tomilho. porque o timo é situado perto do coração e era considerado seda da alma.Do grego Teras. Tênia – do latim Taenia. monstro e Logos. Tenca (Focinho de) . Tendão . à cobertura. que tinha a significação de "Pote de pequeno tamanho".Do grego Therme. barraca. Terminação – do latim Terminatio. primitivamente. estendido. Tensa – do latim. faixa estreita e comprida. algumas manobras sexuais para garantir o sexo do futuro descendente. Teto – do latim Tectum. estender. a palavra Thenar significava a parte central da palma da mão. que cuida. tenda. Tentório – do latim Tentorium. que serve. talvez. pavilhão. curiosamente. junto ao dedo polegar e denominou de Hypothenar a região semelhante junto aos dedos. barraca.Do grego Thymon.Tenar – do grego Thenar. especiamente das aves. monstro e Oma. excisão. egípcios e hebreus. A palavra Testis era empregada na acepção de "testemunha". Termo – do latim Terminus. Provavelmente o termo popular brasileiro “puxa saco”. therapeuta era o titulo do escravo encarregado do serviço de enfermagem. feminino de Tensus. palma da mão e Thenein.Diminutivo do latim Testis. estender. relativo ao fim. Na maioria dos escritos clássicos gregos. O tomilho é uma erva odorífera (Thymus vulgaris) utilizada pelos povos antigos em rituais mágicos ou sagrados. talvez pela semelhança de forma. Tétano . pavilhão. Tetal – do latim Tectalis. foram manufaturadas a partir dos ossos da perna de animais. o indivíduo mostrasse seus testículos. foi assinada a semelhança de forma do órgão com as folhas da planta. força vital. Teratoma .Do grego Tympanon. relativo ao teto.

pedaço e Graphein. Platão restringiu a palavra à parte superior (peito). Tonsila . Foi Cowper que deu o nome a estes músculos. Tracto – do latim Tractus. amídala e do grego Ite. esticadura. Tríceps – do latim Tres.Do latim Trans. também chamaplanigrafia. Entre os povos egeus. puxão e Trahere. Torcicolo . rugoso. No singular. O tônico é o medicamento que se supõe restaure o tônus do organismo. irregular. amarradas com cipós e completado. Trago – do grego Tragos. semelhante. três e Cuspis. Triangular – do latim Tres (três) e Angulus (ângulo. caprino. suar. Torácico – do grego Thorachykos.Do latim Tonsilla. cabra. Traquéia . ponta. Trépano .Do latim Tortus. em virtude da semelhança de forma com aquele escudo primitivo ou por sua relação com a cartilagem. Quando Aristóteles descreveu no cadáver os ductos do corpo humano verificou que havia dois tipos vazios. pescoço. tosquiar. Traumatismo . É provavél que no sentido anatômico o termo derive do latim Tondare. Cicero já as denominava de Tonsillae. ao contrário da maioria dos escudos gregos. cobria o corpo até os pés e tinha dua chanfraduras ou entalhes. em latim. 52 . raspar. dá nome aos pelos. simultaneamente. Já a glândula tireóide recebeu este nome de Galeno. torcido e Collum. Hipócrates e Aristóteles usaram o termo para ambas as partes do tronco. do grego Leion (macio.Do latim Tres. que em grego arcaico chamava-se Thyra). Na Grécia antiga. Tireóide . Esse escudo. para mante-la fechada. Tricúspide . tom ou tensão. bode. Trabécula . Com o tempo. com o sufixo diminutivo Cula. Aos vasos que possuíam paredes macias denominou de artéria leia. relativo ao tórax. esticar. furar.Tímpano . amígdala.Do latim Trabes.Do latim Tonsilla. Tórax . canto). O termo foi introduzido por Júlio Pollus. que acreditou contivessem ar ou outro espírito no seu interior.Do grego Thorax. do pescoço. denominda a saliência e. suave) e às vias mais rugosas de artéria tracheia. no plural. Tônico . significava um poste onde amarravacam-se carneiros e também um mastro secundário de embarcação. puxar. nas bordas. estratigrafia. Tonsilectomia . nos primórdios da civilização grega. relativo à bode. parte frontal da armadura. amídala e do grego Ektome. excisão.Do latim Tonsilla. Mais tarde a palavra foi aplicada a um escudo usado pelos habitantes da ilha de Minos. com placas de metal (uma forma muito semelhante a uma porta. chamava-se Thorax a parte da armadura ou couraça que protegia em conjunto o peito e o abdome. escudo e Eidos (oidés). três e Caput. através e Sudare. o Thyreós era uma grande pedra achatada colocada contra uma porta. couraça.Do grego Trypanon. a palavra artéria foi restringida para os vasos sanguienos permanecendo o termo tracheia aprenas para os tubos aéreos. feminino de Trachys. pequena mesa quadrada. ferida. Trapézio – do grego Trapezion.Do grego Thyreós. A palavra.Do grego Tomos.Do grego Tonos. superior e inferiormente. feito de lâminas de madeira prensadas. ou de Trachelos. membrana ou tambor. É a radiografia em camadas. A cartilagem tireóide recebeu este nome por sua posição em relação à laringe (parece um escudo protetor). Tomografia . Galeno adotou esta denominação e a difundiu. grafar. trave. Transudato .Do grego Tympanon. Tonsilite . para encaixar o queixo e o joelho respectivamente. Trágico – do grego Tragykos. cabeça. inflamação. por causa de sua forma geométrica. por causa da sensação ao engolirse com as tonsilas inflamadas do alimentor raspar a faringe.Do grego Tracheia.Do grego Trauma. É óbvia a analogia da estrutura cônica pilosa com a barba do bode.

Do grego Thrombos. Tubo . o termo foi aplicado à cabeça do fêmur. Turca – do latim Turcica. vestimenta. turbilhão e do latim Turbo. Tuba – do latim Tuba. porque atuam como alavancas para os músculos que giram o fêmur no movimento de correr. Foi dado este nome ao órgão devido a sua semelhança com uma corneta. O termo latino deriva diretamente do grego Turkikos. triângulo. semelhante a. ou talvez do grego Oléne. O quinto par de nervos cranianos foi descrito por Gabrielle Falloppio e Johann Meckel e foi chamado nervo trifaciail por François Chaussier. fricção. o cotovelo. excrescência. no tétano. sorvedouro. Trofoblasto – Do grego Trophe. que provavelmente assimilou o termo persa “Tourk”. poderoso. Assim. três. Omesmo que túber. Tronco – do latim Truncus. Kytos. o braço e para muitos a união dos dois.Diminutivo do latim Tubus. macios e claros. Originalmente. Tripsina . foi uasdo por Galeno e depois extrapolado às eminências ósseas do osso.Do grego Trophe. e Geminus.Do latim Tumere. turco.Do grego Thrombos.Do grego Tripsis. para uns era o antebraço enquanto para outros.Trigêmeo – do latim Tres. O doente com trismo. antebraço. Túnica . Neste sentido. Tumefação . O nome atual foi dado por Jacob Winslow. camada ou cobertura. trombeta. coágulo e Ose. célula e Penia. Trombose . que significa forte. inchar e Facere. A primitiva preparação deste fermento era por esfregação ou atrito.Do latim Tunica. Trombina . Trocóide – do grego Trochos. Ulna – do latim Ulna. tuberosidade. Em anatomia foi dado este nome ao local onde se aloga a hipófise por sua semelhança a sela de montaria muito utilizada pelos turcos. Trubilhão – do francês Tourbillon. a palavra é usada no sentido de cobertura ou revestimento. Tumor . Trombocitopenia . nutrição. moer. Tubérculo – do latim Tuberculum. Poeticamente. Em anatomia. vindo do indu-mongol “Turk”. tubo. Trocanter – do grego Trochanter. provavelmente. esfregação. inchação. Em latim a palavra tinha diversos significados que na moderna anatomia são distintos. roda. remoinho. por esta girar no acetábulo. coágulo. tumor excrescência. por causa de suas três divisões. Era geralmente tecida com panos largos.Do grego Trismos. duplo.Do latim Tubus.Do latim Tumor. dá realmente a impressão de estar moendo algo entre os dentes. Túber – do latim Tuber. correspondendo em uso à atual camisa ou blusa.Do grego Thrombos. canal ou tubo. nutrição. tumor. excescência. diminutivo de Tuber.Do latim Ulcus. girador. corneta. Túbulo . roda e Oidès. Tuberosidade – do latim Tuberositas. coágulo. O mesmo que tuberosidade. feminio de Turcicus. escassez. utilizada em guerra. A túnica era a principal veste dos gregos e romanos de ambos os sexos. rodador e Trochos. fazer. Trófico . U Úlcera . era usada para designar todo o membro superior e era também o nome de uma medida de com- 53 . doença. turco. cotovelo. tronco de árvore ou do corpo humano. Trismo . da Turquia. gêmeo. Trigono – do latim Trigonum. película.

provavelmente derivada do grego Ouretér e apenas pouco diferente desta. hystéra e delphys. Esta palavra foi inventada por Hipócrates. denominado útero didélfico ou bicorne. Hipócrates também dele se utilizou.braça). urina. sangue e Ia. histeroscopia. urina e Logos. Urinário – do latim Urinarius. unha da mão ou do pé. Métra é encontrado em vários autores clássicos da antigüidade. Uréia . Como malformação congênita decorrente da falta de fusão dos ductos paramesonéfricos.Do latim Unguere.Do latim Uterus. a mulher pode apresentar útero duplo.Do grego Ouron. A raiz grega é Omphalos. estado. quer na popular. ungir. histerossalpingografia etc. O termo grego correspondente é Omphalos. O termo parece ter sido introduzido por Aristóteles e usado por Plinio e Celso. estado. no latim clássico. tais como metropatia. O mesmo que uncinado. Em tempos remotas.Do grego Ourethra. queimar. Na medicina grega o útero recebeu três denominações diferentes: métra.Do grego Ouron. sendo encontrado em várias passagens dos livros de Hipócrates e Galeno. Úrico . ombros. como no umbigo da membrana do tímpano ou no umbigo da parede abdominal. A etimologia da palavra uterus é incerta e admite-se uma forma primitiva no indo- 54 . Uremia . um e Pennatus. Métra deriva do indo-europeu mater. Perdurou em zoologia. Urologia . relativo à urina e Genitalis. fonte e origem da vida. âncora e Formis. Unipenado – do latim Uni. era Umbelicus. em forma de. no homem. Hystéra é o termo mais vezes empregado em escritos médicos. A raiz grega é “hystera”. urtiga e Ia. atar. por ter sido na urina que a uréia foi encontrada. A palavra. urina. gancho. Na Roma antiga. miométrio etc. Terein. Outra palavra que certamente derivou diretamente do Grego Omos. juntado. Unciforme – do latim Uncus. que gera. Urinífero . gancho. Chegou até aos nossos dias em seus inúmeros derivados como histerectomia. penado. na ordem dos marsupiais. âncora. uma espécie de concha.Do grego Ouron. acreditou-se que a uretra.Do latim Urina e Ferre.Do grego Urikos. urinar. Pelos seus vários significados a palavra está impropriamente empregada. uterus. chamados didelfos em razão de possuírem útero duplo. sêmen. saco feito de pele de cabra.Do grego Ouretér. Unguento . Ourein. em que uma parte transportaria urina e a outra. talvez derivado de Uter.primento (em português. somente para diferenciar os ductos. quer na linguagem médica. Urticária . como Heródoto e Platão. Haima. juntar. metrorragia. urina. Útero . Unha – do latim Unguis. equivalente a cerca de 2 m. endométrio. estudo. Urogential – do latim Uro. em substituição à cúbito. Melhor nome não poderia haver do que métra para designar o órgão onde se forma um novo ser. Delphys é igualmente encontrado em Hipócrates e Aristóteles como sinônimo de hystéra. Poucos órgãos do corpo humano foram aquinhoados com tantos nomes como o útero. os romanos criaram mais um. atado e Unire. ombros tem o mesmo sentido. espáduas. Na terminologia médica atual temos diversas palavras formadas com essa raiz grega.Do latim Urtica. pois não tinha o sentido de depressão. histerômetro. Uretra . conservar. umbigo. mãe. relativo à urina. esfregar. Ureter . Somente passou a designar o osso do antebraço no século XX. Urtiga por sua vez deriva de Urere. de Ouron. que leva a urina. era um canal dividido em dois por um septo fino longitudinal. Úncus – do latim Uncus. que predomina na nomenclatura anatômica. umbo) tinha diversos significados: designava a extremidade arredondada do cilindro em torno do qual se enrolavam os livros antigos. Úmero – do latim Humerus ou Umerum. carregar. relativo à urina. passando ao latim vulgar como Umbilicus ou Imbilicus. Umbigo .Do latim Umbilicus. preservar. União – do latim Uniens. Apesar da pluralidade de nomes que a medicina grega legou aos latinos para nomear tão importante órgão. a palavra umbelicus (ou forma abreviada.

fortificado e Vallum. espaço vazio. enquanto a parte externa (vulva) era chamada Pudendum. uma pequena espada romana. Joseph Hyrtl afirma que este nome foi introduzido por Veslingius. Uma segunda hipótese aventada é que uterus derive de outra palavra latina. Vagotomia . O nervo foi descrito por Marinus e Galeno já o conhecia. Valada – do latim Vallatus. Utrículo . Johann Meckel chamou-o “nervo pneumogástrico” e este nome. uva. Celso chamava-a Uva. diminutivo de Uterus.Do latim Vagina. o nervo vago espalha-se por todo o corpo. Oribásio sustenta que. inflamação. A forma da papila lembra a de uma fortificação romana. que apenas suprem a cabeça. Como Gladius era um dos nomes populares.europeu. em sânscrito. bainha e do grego Ite. Úvula – do latim Uvula. fosso. que teria evoluído para udaram.Do latim Vagina. que devem te-lo assim nomeado porque parecia insinuar-se. de cujas vesículas se extrai o líquido para imunizar (vacinar) contra a varíola. errante. e uterus em latim. mas o crédito é geralmente atribuído a Guy de Chauliac. fosso. 55 . passou a nomear o órgão. não sendo conhecida no latim clássico. vale. Vaginismo . a vagina tornou-se. mas não era este o significado da palavra Vagus entre os romanos. diminutivo de Vallis. em grego. diminutivo de Uva. vale. por analogia de encaixe. Vale – do latim Vallis. persistiu até o século passado. para pênis. O termo provavelmente foi formado pelo fato de que ao contrário dos outros nervos cranianos. paliçada. Por causa do fole em forma de odre (Uter) usado nas gaitas de fole do exército romano. V Vacina . com o sufixo Ismo. onde a estrutura era chamada Columella.Do latim Utriculus. Vacúolo . Posteriormente.Do latim Vagina. traduzido literalmente para o francês por Francois Chaussier. apenas a parte interna do órgão tinha esta denominação.Do latim Vaccinus. Vago . “Vacina” significa a doença eruptiva de caráter variólico dos bovinos. aqui e ali.Do latim Uva. Mais tarde a palavra passou a significar também toda substância produtora de antígenos imunizantes.Do latim Vagus. entrincheirado. videira. indeciso que vai ter a vários lugares. Úvea . o termo foi adotado por Realdo Colombo e Gabrielle Falloppio. Valva – do latim Valva. bainha ou vagem. Vaginite . o tocador deste instrumento era chamado Utricularius. bainha. independentemente do seu estado. vagotomia é a operação em que se procede à secção do nervo vago. relativo a uma vaca. hystéra. uma palavra popular para a genitália feminina.Diminutivo do latim Vacuus. útero. que quer dizer odre (recipiente de couro utilizado para guardar água ou vinho). originalmente. Valécula – do latim Vallecula. cada uma das folhas de uma porta dupla ou as conchas duplas de um molusco. com o sentido de ventre. No sentido atual. udero. mas o termo era reservado às inflamações da estrutura.Do latim Vagus. “vagando” por uma série de órgãos. estado. no século IV. entre os órgãso. A palavra “vaginismo” é empregada no sentido de “coito doloroso”. com a paliçada ou trincheira externa separada do edifício principal por um fosso. Vagina . o qual lembraria um odre cheio de água pela presença do líquido amniótico. A palavra foi introduzida no século XVII. A palavra uterus foi inicialmente utilizada pelos romanos para designar apenas o útero grávido. corte. racimo. errante e do grego Tome. A vagina era. uter. Atualmente o sentido que se tenta dar a esta palavra é de que os ramos do nervo vago estendem-se a longa distância e ramificam-se profusamente. um estojo para o Gladius.

Vestígio – do latim Vestigium. Vesícula . Ventrículo . diminutivo de Vas. um pequeno aposento aberto onde os convidados e os donos da casa despiam a empoeirada toga que era usada sobre a túnica. o que leva ao coração. relativo à bexiga urinária. Vesálio nomeou as partes da vértebra Corpus.Do latim Vesicula.Do latim Vertere. Véu – do latim Velum. girar. O mesmo que vórtice. relativo ao vértice. no coração ou no encéfalo. O termo usado para estruturas cerebrais foi introduzido por Raymond Vieussens (véu medular rostral) e Johann Reil (véu medular caudal). derivado de Varix. apto a viver. vibrante. véu. Vermis. pegada.Do latim Venter. A palavra era utilizada para o palato mole e Gabrielle Falloppio usou a expresssão “Velum palati” que persiste na atual nomenclatura. Vibrissa – do latim Vibrissa. Na casa romana. o ponto mais alto. inflamação. Spinae.Do latim Vertere. reposteiro. verme minhoca. Ventre. Ventral – do latim Ventralis. Ventre .Do francês Viable. Vestíbulo – do latim Vestibulum. diminutivo de Vesica. excisão. Varicocele . vaso sangüíneo tortuoso. pista. portanto do latim Vestis. articulação da espinha. Processus articuli ascendens e descendens. Variz . bexiga e do grego Ite. Celso usava. Varicose . girar. Vértebra .Do latim Vasculum. Viável . Vertigem . vaso. Vesical – do latim Vesicalis.Do latim Varix. Vasa vasorum – do latim Vasa. a deusa do amor. caminho. Aplica-se a pequenas cavidades ocas. vermelho. significando. vir. sacudir. “Spínai” tornou-se Processus spinosus. girar.Válvula . Vertical – do latim Verticalis. por causa da forma semelhante. relativo ao ventre. Vesiculite . Vênula – do latim Venula.Do latim Ventriculus. indiscriminadamente. fora e Stabulum. Galeno distinguiu-as do sacro e cóccix. Versão . Vascular .Do latim Vertebra. termo arcaico para exterior. vaso sangüíneo tortuoso e do grego Kele. Vermelha – do latim Ruber. vasos e Vasorum. ante-câmera. diminutivo de Vesica. originada de Vertere.Do latim Valvula. um compartimento separado do corpo principal da casa. era comum a existência do Vestibulum.Do latim Varicosus. agitar. Isidoro de Gerhard Vossius afirma que a palavra vena derivaria de Venire. 56 .Do latim Vas. a palavra para designar as articulações e os ossos da “espinha dorsal” e dividiu as vértebras em cervicais e lombares. bexiga. e do grego Ose. vaso sangüíneo tortuoso. vaso. Veia – do latim vena. edema. O termo deriva. O termo Grego equivalente era Phlebs. Vasectomia . caminho. Outra etimologia sugerida é Ve. portanto. Vertice – do latim Vertex. sorvedouro. estado ou doença.Do latim Venus. roupas. vasilha. rastro. Porque o sangue viria ao coração através das veias. Vaso – do latim Vas.Do latim Vesica. diminutivo de Venter.Do latim Varix. diminutivo de Valva. vestíbulo. Venéreo . casa. ou seja. diminutivo de Vena. vaso e do grego Ektome. Processus transversus. abdome. Verme – do latim. Galeno deu este nome à estrutura cerebelar. via. agitado e Vibrare. folha de porta. cortina. dos vasos.

de vidro. vida e Amina. órgão interno. Outros preferem a derivação de Vescor. forma de. Vítreo – do latim Vitreus. Xifóide . em latim. A projeção das vilosidades intestinais na luz do órgão assemelha-se aos tufos de pelos de um tapete. grilhão e Vincire. Vorticosa – do latim Vorticosa. concavidade da palma da mão. seco e Stoma. a vagina era chamada de Collum Vulvae (colo do útero) e os genitais externos. e o nome do osso pode ser associado à sua forma ou porque o movimento da terrra sulcada pelo instrumento lembrava o ato de vomitar. jungido. Vínculo – do latim Vinculum. de grafar Vulva era Volva. viscoso ou de Viscare. desejada. relha ou Vomere. foi nomeado separadamente por Gabrielle Falloppio e Realdo Colombo. seco e Ophtalmos. entranhas de porca (iguaria apreciada nos banquetes romanos).Vilosidade – do latim Villum.Do grego Xeros.Do grego Xanthos. Vulva – do latim. A palavra foi introduzida por Aristóteles para um osso em forma de espada encontrado em moluscos. visão e Videre. espada e Eidos. Pudendum ou Pars Pudenda. menos usada. esta passou a nomear a genitália feminina externa. é a mesma que em latim. A palavra "vitamina" foi inventada em 1912 por Casimir Funk. passou a designar esta parte do osso humano. Virilismo .Do latim Vita. laço. Z Zigoto . singular em portugês. Curiosamente a palara víscera. palavra criada para designar certos derivados da amônia. olho. liame. semelhante. o ponto mais alto. em latim. vidro. ou talvez de Volare. Viloso – do latim Villosus. Na Roma antiga. O termo pode ter derivado também. desejar. Inicialmente tido como parte do etmóide. boca. assim. Vórtice – do latim Vortex. peludo e Villus. querer. amarelo. relativo às vísceras e Viscus. ventre. Posteriormente. Vulva.Do latim Virilis. Vocal – do latim Vocalis. tufo de pelos. pilosidade. as forams singula re plural diferem. feminino de Vorticosus. do latim Valva. sonoro e Vox. Enquanto Vulva significou útero. plural de Viscus. relativo ao varão ou macho. útero. Vitamina . O mesmo que vértice.Do latim Viscera. a lâmina do arado (relha) era chamada Vomer. revoluto. comestível. Comvém lembrar que. era conhecido como Xifisternum. que o chamaram “aratri vomer imitatur” (imitanto a lâmina do arado). Volar – do latim Volaris. A palavra Vulva. por semelhança da forma dos lábios e da folhas. pode ter drivado de Viscidus. vocal. sorvedouro. vomitar. voz. Víscera . e Vola. Quando o termo Uterus substituiu Vulva. víscera. Vômer – do latim Vomer. palmar. Xerostomia . viscus (singular) faz Viscera (plural). porque uma outra forma. é plural. Xeroftalmia . untar. ver. atar.Do grego Xiphos.Do grego Xeros. ligar. revirado para cima. útero de animais (especialmente prenhes). transparentee Vitrum. X Xantina . possuía uma série de significados: cobertura de inverno (manta). Visão – do latim Visio. aparência pilosa. 57 . Anteriormente.Para lguns etimologistas a palvar Viscus significando qualquer órgação do corpo.Do grego Zygotos. Visceral – do latim Visceralis. eu me alimento Du de Vescus.

Etimologia: dicionário etimológico da nomenclatura natômica. cinto. Skinner. Philadelphia. – Eponímia: glossário de termos epônimos em anatomia. diminutivo de Zona. Zona – do latim Zona. provido de bolsa. fermento e Gennan. Zônula – do latim Zonula. onde os homens guardavam o dinheiro e depois qualquer área circular. no seu tratado de anatomia reintroduziu a palavra Zygoma utilizada por Galeno. – The origin of medical terms. como oferenda. Rio de Janeiro. P. produzo. cinto área circular. Grande dicionário etimológico prosódico da língua portuguesa. Editora Guanabara Koogan. 1999. ligado e Zygas. Baltimore. – Diconário médico. Zoster . casal. colocado sobre os rins. 58 . designava um cinto largo. Editora Saunders.Zigomático – do grego Zygomatikos. cópula. Editora Plêiade. unido. Celso usava “Os Jugule”. em 1595. André Laurentius. 1963. HA. área circular. São Paulo. GJM. Na noite de núpcias. Editora Brasilia. Zimogênio . Pepper. 1974. a zona usada pela noiva era oferecida à Diana (deusa da castidade). FS. 2ed. pela Pronuba (criada). cinto ou cinturão. Originalmente. Fernades. Medical etymology. O osso foi assim designado por Galeno. Williams & Wilkins. São Paulo. Depois passou a nomear um cinto de couro. Paciornick. usado pelas mulheres apenas como adorno. OHP. 1949. Referências Bibliográficas Bueno. par.Do grego Zoster.Do grego Zyme. 1975.

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