P. 1
Relatorio de Audiencia Criminal

Relatorio de Audiencia Criminal

|Views: 1.938|Likes:
Publicado porLeonardo Fontes

More info:

Published by: Leonardo Fontes on Dec 07, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/28/2012

pdf

text

original

UNICID – Universidade Cidade de São Paulo

Curso de Direito
Núcleo de Prática Jurídica – NPJ
Estágio de Prática Jurídica
REL!"RI# DE $ISI! II
__
o
. Sem. – turma __
Prof.: ______________
Nome: ____________________________________________CA__________________
Relat%rio de udi&ncia Penal
___Vara Criminal - Comarca: _______________________________ Data __/___/200_
Horário da audincia: _________ N!mero do" auto": _____________
Nome do#a$ %ui&#%u'&a$: _____________________________________________________
Nome do#a$ re(re"entante do )ini"t*rio P!+lico: ________________________________
Nome do#a$ ,uerelante:
-
___________________________________________________
Nome do#a$ ad.o/ado#a$ do#a$ ,uerelante:
2
____________________________________
Nome do#a$ acu"ado/,uerelado#a$: ___________________________________________
Nome do#a$ defen"or#a$ do#a$ acu"ado/,uerelado#a$:
0
____________________________
A12o:
3
__________________________________________________________________
Procedimento:
4
___________________________________________________________
5e"umo do" fato" narrado" na den!ncia ou ,uei6a-crime: _________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
E' audi&ncia
7oi re"(eitada a ordem (re.i"ta no art. 089 do CPP: #___$ Sim #___$ N2o
9
Hou.e (edido de "u+"titui12o de te"temun:a: #___$ Sim
;
#___$ N2o
N!mero de te"temun:a" da acu"a12o ,ue foram ou.ida": ________
N!mero de te"temun:a" da defe"a ,ue foram ou.ida": ________
N!mero de te"temun:a" referida" ,ue foram ou.ida": ________
Hou.e de"i"tncia da oiti.a de al/uma te"temun:a: #___$ Sim
<
#___$ N2o
7oram a+erto" o" (ra&o" do" art". 388 e 400 do CPP: #___$ Sim #___$ N2o
8
1
Somente (reenc:er "e for a12o (enal (ri.ada.
2
Somente (reenc:er "e for a12o (enal (ri.ada.
3
=nformar no ,uadro >5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia? "e o#a$ ad.o/ado#a$ foi con"titu'do (ela (arte ou nomeado (elo %u'&o.
4
=nformar "e * (ri.ada@ "e * (!+lica incondicionada ou "e * (!+lica condicionadaA declinando o#"$ di"(o"iti.o#"$ ca(itulado#"$ na
den!ncia ou na ,uei6a-crime.
5
B6em(lo": >(rocedimento comum? e >(rocedimento e"(ecial?.
6
De"re"(eitada a ordem@ de"cre.er como foi (rodu&ida a (ro.a oral no ,uadro >5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia? #no .er"o$.
7
De"cre.er no ,uadro >5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia? #no .er"o$ o fundamento fático e %ur'dico do (edido de "u+"titui12o.
8
De"cre.er no ,uadro >5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia? #no .er"o$ ,uem de"i"tiu e "e e6(licou a" ra&Ce" da de"i"tncia.
9
De"cre.er no ,uadro >5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia? #no .er"o$ o#"$ moti.o#"$ (elo#"$ ,ual#i"$ o#"$ (ra&o#"$ n2o foi
a+erto.
5e"umo do" fato" ocorrido" em audincia: _____________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
________________
A""inatura do#a$ acadmico#a$ A""inatura e carim+o
do#a$ %ui&#%u'&a$
DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD
C%digo de Processo Penal(
Art. 396. Apresentada ou não a defesa, proceder-se-á à inquirição das testemunhas, devendo as da acusação ser ouvidas em primeiro
lugar.
Parágrafo único. Se o réu não comparecer, sem motivo justificado, no dia e à hora designados, o prao para defesa será concedido
ao defensor nomeado pelo jui.
Art. 397. Se não for encontrada qualquer das testemunhas, o jui poderá deferir o pedido de su!stituição, se esse pedido não tiver por
fim frustrar o disposto nos arts. "#, in fine, e $%&.
Art. 398. 'a instrução do processo serão inquiridas no má(imo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa.
Parágrafo único. 'esse n)mero não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas.
Art. 404. As partes poderão desistir do depoimento de qualquer das testemunhas arroladas, ou dei(ar de arrolá-las, se considerarem
suficientes as provas que possam ser ou tenham sido produidas, ressalvado o disposto no art. *+%.
Art. 499. ,erminada a inquirição das testemunhas, as partes - primeiramente o -inistério .)!lico ou o querelante, dentro de *" /vinte
e quatro0 horas, e depois, sem interrupção, dentro de igual prao, o réu ou réus - poderão requerer as dilig1ncias, cuja necessidade ou
conveni1ncia se origine de circunst2ncias ou de fatos apurados na instrução, su!indo logo os autos conclusos, para o jui tomar
conhecimento do que tiver sido requerido pelas partes.
Art. 500. 3sgotados aqueles praos, sem requerimento de qualquer das partes, ou conclu4das as dilig1ncias requeridas e ordenadas,
será a!erta vista dos autos, para alegaç5es, sucessivamente, por $ /tr1s0 dias6
I - ao -inistério .)!lico ou ao querelante7
II - ao assistente, se tiver sido constitu4do7
III - ao defensor do réu.
§ 1º. Se forem dois ou mais os réus, com defensores diferentes, o prao será comum.
§ 2º. 8 -inistério .)!lico, nos processos por crime de ação privada ou nos processos por crime de ação p)!lica iniciados por quei(a,
terá vista dos autos depois do querelante.

com defensores diferentes. no dia e à hora designados. As partes poderão desistir do depoimento de qualquer das testemunhas arroladas. II . Na instrução do processo serão inquiridas no máximo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa. o prazo será comum. proceder-se-á à inquirição das testemunhas. e 395.ao defensor do réu. ou concluídas as diligências requeridas e ordenadas.ao Ministério Público ou ao querelante. 397. Art. sem requerimento de qualquer das partes.Resumo dos fatos ocorridos em audiência: _____________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ________________ Assinatura do(a) acadêmico(a) Assinatura e carimbo do(a) juiz(juíza) ==================================================================== Código de Processo Penal: Art. dentro de 24 (vinte e quatro) horas. Art. se considerarem suficientes as provas que possam ser ou tenham sido produzidas.poderão requerer as diligências. devendo as da acusação ser ouvidas em primeiro lugar. Terminada a inquirição das testemunhas. dentro de igual prazo.primeiramente o Ministério Público ou o querelante. ressalvado o disposto no art. para alegações. III . se tiver sido constituído. . ou deixar de arrolá-las. e depois. 404. in fine. 500. subindo logo os autos conclusos. cuja necessidade ou conveniência se origine de circunstâncias ou de fatos apurados na instrução. Apresentada ou não a defesa. será aberta vista dos autos. Art. 499. Parágrafo único. para o juiz tomar conhecimento do que tiver sido requerido pelas partes. Art. 398. Esgotados aqueles prazos. o prazo para defesa será concedido ao defensor nomeado pelo juiz. as partes . Nesse número não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas.ao assistente. por 3 (três) dias: I . Se não for encontrada qualquer das testemunhas. sem interrupção. Art. o réu ou réus . 396. 209. sucessivamente. Parágrafo único. sem motivo justificado. Se o réu não comparecer. § 1º. se esse pedido não tiver por fim frustrar o disposto nos arts. o juiz poderá deferir o pedido de substituição. 41. Se forem dois ou mais os réus.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->