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CTN Comentado

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  • CAPÍTULO V
  • CAPÍTULO II
  • CAPÍTULO III
  • CAPÍTULO IV
  • CAPÍTULO VI
  • CAPÍTULO I

Tribunal Regional Federal -1ª Região Secretaria Judiciária Coordenadoria de Jurisprudência e Documentação

Revista do Tribunal Regional Federal - 1ª Região
Desembargador Federal Olindo Menezes – Diretor COORDENAÇÃO
Desembargador Federal Olindo Menezes

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Ana Camila Miranda Elleres - estagiária Ana Gláucia de Queiroz Fábia Cristina de Barros Luciana Fernandes Menezes

SUPERVISÃO
Ana Clara de Barros Balsalobre

EDIÇÃO/REVISÃO
Ana Clara de Barros Balsalobre Harlem Francisca dos Santos Gomes Maria Benáurea Santos

CAPA E PROJETO GRÁFICO
Luciana Fernandes Menezes

DISTRIBUIÇÃO
Luiz Henrique Lavarini – Prestador de Serviços Zilda Maria Regina Dutra

PESQUISA DE JURISPRUDÊNCIA
Ana Clara de Barros Balsalobre Cristina Maria Brito de Oliveira Mourão Maria Elza Fernandes Melo Poliana Gusmão Bonfim Naves

REPRODUÇÃO
Divisão de Serviços Gráficos

CONFECÇÃO DE FOTOLITOS
Color Press Bureau

© Tribunal Regional Federal - 1ª Região

Divisão de Divulgação Institucional – Didiv
Praça dos Tribunais Superiores, Bloco “A”, Ed. Sede, Sala 13 – Térreo CEP 70095-900 – Brasília/DF Tel.: (61) 314-5377 e 314-5451 – Fax: (61) 226-6538

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência. – Brasília : TRF-1ª Região, 2004. 342 p. 1. Código Tributário, Brasil. 2. Código Tributário, jurisprudência, Brasil. CDD 341.39
Ficha catalográfica elaborada pela Divisão de Biblioteca do TRF - 1ª Região

Composição do TRF-1ª Região
Presidente: Desembargador Federal Catão Alves Vice-Presidente: Desembargador Federal Carlos Fernando Mathias Corregedor-Geral: Desembargador Federal Aloísio Palmeira Lima
Desembargador Federal Plauto Ribeiro Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian Desembargador Federal Olindo Menezes Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargador Federal Luciano Tolentino Amaral Desembargador Federal Cândido Ribeiro Desembargador Federal Hilton Queiroz Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes Desembargador Federal Carlos Olavo Desembargador Federal Amilcar Machado Desembargador Federal Antônio Ezequiel da Silva Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargador Federal Luiz Gonzaga Barbosa Moreira Desembargador Federal João Batista Moreira Desembargador Federal Souza Prudente Desembargadora Federal Selene de Almeida Desembargador Federal Fagundes de Deus Desembargador Federal Antônio Sávio de Oliveira Chaves Desembargadora Federal Maria Isabel Gallotti Rodrigues Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso

Diretoria da Revista do Tribunal Regional Federal – 1ª Região tem a satisfação de apresentar a obra Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência, fruto do trabalho de pesquisa da Divisão de Divulgação Institucional da Corte, com a finalidade de propiciar ao público uma amostragem da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais sobre a instigante matéria tributária, em torno da qual gravita grande parte, senão a maioria, dos recursos que aportam aos Tribunais. Se a causa em exame versar (também) matéria de fato, o juiz é soberano na sua apreciação, a partir da prova produzida, pouca serventia tendo, em princípio, os precedentes pretorianos, que naturalmente devem ser vistos sempre em função da respectiva moldura fática. Afinal, o direito objetivo (a norma) somente se converte em direito subjetivo quando incide sobre os fatos da vida social (fatos jurídicos). Entretanto, de uma forma ou de outra, e tendo em conta especialmente os casos em que se discute matéria exclusivamente de direito, não há negar-se a utilidade da jurisprudência, compreendida como os julgados dos Tribunais sobre a matéria. O Brasil não adota o sistema do precedente obrigatório – o mecanismo da súmula vinculante ainda está em discussão –, mas é fora de dúvida que o juiz, de qualquer instância, ao decidir uma causa, mesmo não inédita, sempre pesquisa para saber se algum caso da mesma similitude já não foi decidido, especialmente pelos Tribunais, o que deixa evidente a utilidade do conhecimento da jurisprudência, sem falar que, em certas situações, queiram ou não os magistrados mais libertários, os precedentes do Supremo Tribunal Federal têm força vinculante para os demais órgãos do Poder Judiciário. (Cf. art. 102, § 2º - CF e art. 28, parágrafo único – Lei 9.868/99.) Outro aspecto a ser lembrado é que, mesmo podendo o juiz interpretar livremente o Direito, desde que fundamente – de forma persuasiva e racional – a sua decisão, não deve ele esquecer que é um agente do Estado recrutado para resolver problemas, de preferência e maneira rápida, objetiva e, sobretudo, eficaz. Se um tema já está definido pelos Tribunais, em reiterados precedentes, especialmente em matéria de direito, não é recomendável que o juiz, preso ao seu convencimento pessoal, decida de forma diversa, causando transtornos e prejuízos à parte. Pode o hermeneuta, que não é axiologicamente neutro, não concordar com essa ou aquela interpretação contida num precedente, mas não pode deixar de saber que

A

Apresentação

por ali alguém já transitou com êxito e segurança, donde ser importante conhecer a jurisprudência, menos como um fator ossificador do Direito, e mais como um sinalizador nos pedregosos caminhos da interpretação. É esse o leitmotiv (motivo condutor) da presente publicação, naturalmente imperfeita – o interessado seguramente sempre sentirá falta de algum precedente dentro do objetivo específico da sua pesquisa –, mas que tem, pelo menos, a virtude de sair do marasmo e da acomodação. Como já se disse, são mais fecundos os erros daqueles que, cônscios da sua fraqueza, ousam inovar e enfrentar o desconhecido, do que os acertos daqueles que, acomodados, limitam-se a repetir as eternas verdades. A matéria tributária, de importância capital no sistema político – pois o Estado, que, em princípio, não produz riqueza mas sem ela não sobrevive, procura buscá-la junto aos particulares, pelo sistema de tributos –, está sempre em mutações, considerando-se os dois grandes campos da sua dinâmica: de um lado, o contribuinte, que naturalmente busca pagar menos tributos; e, de outro, o Estado, sempre procurando arrecadar mais, quer pelo aumento da carga tributária, quer reduzindo as hipóteses de elisão fiscal. Constantes, por conseguinte, são as mudanças no sistema tributário, em sede constitucional e infraconstitucional, o que faz com que as publicações sobre a matéria, até mesmo as puramente jurisprudenciais, percam atualidade e envelheçam rapidamente; mas, como os juízes têm de decidir a cada dia e a cada momento, até mesmo na constância de mutações já em discussão no Parlamento – as chamadas reformas que, em verdade, não passam de alterações pontuais, na mira de um maior incremente na arrecadação, sem nenhum sentido de sistema –, não deixa de ser útil uma publicação como a presente. Entrega o Tribunal Regional Federal – 1ª Região, portanto, esta obra aos operadores do Direito, e tendo em mira, predominantemente, os magistrados federais sob a sua jurisdição, na esperança de poder contribuir, de alguma forma, para a celeridade nas soluções das questões tributárias.

Brasília, março, 12, 2004 Juiz OLINDO MENEZES

Índice Sistemático do Código Tributário Nacional
(Lei 5.172, de 25/10/66)
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR – art. 1º

LIVRO PRIMEIRO
SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

TÍTULO I
Disposições Gerais
Arts. 2º a 5º

TÍTULO II
Competência Tributária
CAPÍTULO I – Disposições Gerais – arts. 6º a 8º CAPÍTULO II – Limitações da competência tributária – arts. 9º a 15 Seção I – Disposições gerais – arts. 9º a 11 Seção II – Disposições especiais – arts. 12 a 15

TÍTULO III
Impostos
CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 16 a 18 CAPÍTULO II – Impostos sobre o Comércio Exterior – arts. 19 a 28 Seção I – Imposto sobre a Importação – arts. 19 a 22 Seção II – Imposto sobre a Exportação – arts. 23 a 28 CAPÍTULO III – Impostos sobre o Patrimônio e a Renda – arts. 29 a 45 Seção I – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – arts. 29 a 31 Seção II – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – arts. 32 a 34 Seção III – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos – arts. 35 a 42 Seção IV – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza – arts. 43 a 45 CAPÍTULO IV – Impostos sobre a Produção e a Circulação – arts. 46 a 73 Seção I – Imposto sobre Produtos Industrializados – arts. 46 a 51

Seção II – Imposto Estadual sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias – arts. 52 a 58 Seção III – Imposto Municipal sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias – arts. 59 a 62 Seção IV – Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários – arts. 63 a 67 Seção V – Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações – arts. 68 a 70 Seção VI – Imposto sobre Serviços de qualquer natureza – arts. 71 a 73 CAPÍTULO V – Impostos especiais – arts. 74 a 76 Seção I – Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia Elétrica e Minerais do País – arts. 74 e 75 Seção II – Impostos extraordinários – art. 76

TÍTULO IV
Taxas
Art. 77 a 80

TÍTULO V
Contribuição de Melhoria
Arts. 81 e 82

TÍTULO VI
Distribuições de Receitas Tributárias
CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 83 e 84 CAPÍTULO II – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural e sobre a Renda e proventos

de qualquer natureza – art. 85
CAPÍTULO III – Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios – arts. 86 a 94 Seção I – Constituição dos Fundos – arts. 86 e 87 Seção II – Critério de distribuição do Fundo de Participação dos Estados – arts. 88 a 90 Seção III – Critério de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios – art. 91 Seção IV – Cálculo e pagamento das quotas estaduais e municipais – arts. 92 e 93 Seção V – Comprovação da aplicação das quotas estaduais e municipais – art. 94 CAPÍTULO IV – Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia

Elétrica e Minerais do País – art. 95

128 Seção II – Responsabilidade dos sucessores – arts. 124 e 125 Seção III – Capacidade tributária – art.LIVRO SEGUNDO NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO TÍTULO I Legislação Tributária CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 96 Seção II – Leis. 128 a 138 Seção I – Disposição geral – art. 129 a 133 Seção III – Responsabilidade de terceiros – arts. 119 e 120 CAPÍTULO IV – Sujeito passivo – arts. 134 e 135 Seção IV – Responsabilidade por infrações – arts. 107 a 112 TÍTULO II Obrigação Tributária CAPÍTULO I – Disposição gerais – art. 121 a 127 Seção I – Disposições gerais – arts. 127 CAPÍTULO V – Responsabilidade tributária – arts. 100 CAPÍTULO II – Vigência da legislação tributária – arts. 126 Seção IV – Domicílio tributário – art. 113 CAPÍTULO II – Fato gerador – arts. 105 e 106 CAPÍTULO IV – Interpretação e integração da legislação tributária – arts. 139 a 141 CAPÍTULO II – Constituição do crédito tributário – arts. 97 a 99 Seção III – Normas complementares – art. 136 a 138 TÍTULO III Crédito Tributário CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 121 a 123 Seção II – Solidariedade – arts. 114 a 118 CAPÍTULO III – Sujeito ativo – arts. 142 a 150 . tratados e convenções internacionais e decretos – arts. 96 a 100 Seção I – Disposição preliminar – art. 101 a 104 CAPÍTULO III – Aplicação da legislação tributária – arts.

175 Seção II – Isenção – arts. 205 a 208 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS – arts. 183 a 185 Seção II – Preferências – arts. 156 a 174 Seção I – Modalidades de extinção – art. 151 Seção II – Moratória – arts. 180 a 182 CAPÍTULO IV – Garantias e privilégios do crédito tributário – arts. 194 a 200 CAPÍTULO II – Dívida ativa – arts. 165 a 169 Seção IV – Demais modalidades de extinção – arts. 183 a 193 Seção I – Disposições gerais – arts. 147 a 150 CAPÍTULO III – Suspensão do crédito tributário – arts. 186 a 193 TÍTULO IV Administração Tributária CAPÍTULO I – Fiscalização – arts. 142 a 146 Seção II – Modalidades de lançamento – arts. 176 a 179 Seção III – Anistia – arts. 157 a 164 Seção III – Pagamento indevido – arts. 170 a 174 CAPÍTULO V – Exclusão do crédito tributário – arts. 175 a 182 Seção I – Disposições gerais – art. 151 a 155-A Seção I – Disposições gerais – art. 156 Seção II – Pagamento – arts.Seção I – Lançamento – arts. 201 a 204 CAPÍTULO III – Certidões negativas – arts. 152 a 155-A CAPÍTULO IV – Extinção do crédito tributário – arts. 209 a 218 .

do Código Tributário Nacional. DJ de 02/06/03.. supletiva ou regulamentar. I.. AGRESp 385733/BA. as normas gerais de Direito Tributário aplicáveis à União. 1ª Turma. de 13/03/67. pelo acórdão recorrido. Estados e Municípios. ao art. . 5º. de 1º de dezembro de 1965. que possui status de lei complementar. com fundamento no art. recusando a suspensão da prescrição por tempo indefinido.. p. a cujas disposições gerais é reconhecida a hierarquia de lei complementar.: Min. assim. 174. A interpretação dada.Código Tributário Nacional LEI 5.. não havendo. RE 106217/SP. Dispõe sobre o sistema tributário nacional e institui normas gerais de Direito Tributário aplicáveis à União. é a única susceptível de torná-lo compatível com a norma do art. parágrafo único. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. da Constituição Federal. Rel. DE 25 DE OUTUBRO DE 1966. Decisão: 08/08/86.. O Presidente da República. que se falar em inexistência de regramento legal competente para regular a matéria.) . 16. Decisão: 06/08/02. 7º do Ato Complementar 36. p. Denominado Código Tributário Nacional pelo art. 2ª Turma. DJ de 12/09/86. 40 da Lei 6. 1º Esta lei regula.. aos Estados.. “Ementa: . ao Distrito Federal e aos Municípios.172.830/ 80. Laurita Vaz. o sistema tributário nacional e estabelece. inciso XV.) “Ementa: . sem prejuízo da respectiva legislação complementar.” (STF.. 259.” (STJ. Octávio Gallotti.. alínea b. com fundamento na Emenda Constitucional 18. Rel.: Min.425. A prescrição e a decadência tributária encontram-se previstas no Código Tributário Nacional.

simultaneamente. no caso..01.: Des. O Código Tributário Nacional constitui o Direito Tributário fundamental. 23.. exemplificativamente..: Min. 171. REsp 49274/PE. enumerando.” (STJ. Decisão: 15/05/03. Interpretação da expressão . de 60% para 40%. 35 da Lei 8..) “Ementa: .” (STJ. Encerra princípios e normas gerais desse setor dogmático. os fundamentos. O CTN tem status de lei complementar.. indiferentemente de regiões ou localidades. p. enquanto lei complementar. Os Estados também legislam sobre Direito Tributário. salvo alteração por lei de igual hierarquia. sendo certo que nem todas as normas contidas no Código Tributário Nacional podem ser tidas como tais. 1ª Turma..) “Ementa: . ao não distinguir os casos de aplicabilidade da lei mais benéfica ao contribuinte. estabelecem os princípios.. Rel. AGTAG 2003. ainda que inscritas no Livro II deste.733) “Ementa: . p. 146 da Constituição Federal... III.. O CTN. REsp 4310/PR. DJ de 02/06/03. afasta a interpretação literal do art..01.. Rel. 4ª Turma. 146. p.: Min. atendendo ao disposto no art. Necessidade..1ª Região “Ementa: . II.888. Rel.. São. as diretrizes. Decisão: 1º/04/03. por ter status de lei complementar. os critérios básicos. Vicente Cernicchiaro. Rel. A Constituição não fixou o conceito de ‘normas gerais de Direito Tributário’. O Código Tributário Nacional. . 151.. Decisão: 03/09/90. a ele se adapta.. ‘normas gerais’ aquelas que. Garcia Vieira.. algumas delas no art. DJ de 29/05/03. de análise caso a caso do dispositivo. as reclamações e os recursos ‘nos termos das leis reguladoras do processo administrativo’ (art.02. 2ª Turma.: Min. 10. 549. I. p... inciso III).. DJ de 09/10/90. DJ de 08/05/03. Luiz Fux.. .” (STJ.02.10 Tribunal Regional Federal .. portanto... Federal Benedito Gonçalves. conformadores das leis que completarão a regência da matéria e que possam ser aplicadas uniformemente em todo o País.” (TRF-2ª Região. que determina a redução do percentual alusivo à multa incidente pelo não-recolhimento do tributo. Decisão: 03/08/94. IV. sua competência será plena. AC 2002. 3ª Turma.: Des.. Rel.) “Ementa: .. REsp 464372/PR. p.212/91.. O restante da legislação respectiva.) “Ementa: .. DJ de 12/09/94. 193. A competência da União para legislar normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados e se não existir lei federal dispondo sobre estas normas. 1ª Turma. ..003320-5/RJ. Federal Frederico Gueiros. criou dentre as hipóteses de suspensão dos créditos tributários..012773-6/ES. contudo.” (TRF-2ª Região. Decisão: 31/03/03. .

Federal José Delgado. da Constituição Federal de 1967. validade e eficácia.06153-2/PE. tri- .. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. Consoante conceito esposado no Código Tributário Nacional. INAC 1998.05. em resoluções do Senado Federal e. o CTN só é elevado à categoria de lei complementar no que cuida de normas gerais de Direito Tributário..04. porque estas. Financeiro. p. Rel... os Estados.. de 1º de dezembro de 1965. De acordo com o art.: Des.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 11 constante em diversos artigos constitucionais e abrangendo vários campos do Direito (Administrativo. em leis federais.) LIVRO PRIMEIRO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL TÍTULO I Disposições Gerais Art. No mais. e em leis municipais. no que dispor sobre conflitos de competência em matéria tributária entre a União.).) “Ementa: . nas Constituições e em leis estaduais. . Art. em relação à lei que as instituiu. 2ª Turma. 18. que não constitua sanção de ato ilícito. Decisão: 12/09/89.: Des. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. AC 89.” (TRF-4ª Região. Decisão: 28/11/01. emendada em 1989. diferentemente daqueles. § 1º. Corte Especial. Ambiental. assim tendo existência. DJ de 23/01/02.. Rel... Tributário... a sua posição hierárquica é de lei ordinária.01. em leis complementares. o Distrito Federal e os Municípios e regule as limitações constitucionais ao poder de tributar. II. Urbanístico etc.” (TRF-5ª Região. DOE de 21/11/89. são compulsórias e tem sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária. • Vide Súmula 545 do STF: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. . nos limites das respectivas competências.. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. 2º O sistema tributário nacional é regido pelo disposto na Emenda Constitucional 18. 178.. I.020236-8/RS.” “Ementa: .

IV. Rel.. 4ª Turma.” (TRF-4ª Região. RSE 2001..: Des. portanto.04. A multa administrativa não é tributo. Conseqüentemente.1ª Região buto ‘é toda prestação pecuniária compulsória. decorrente de apuração em inquérito administrativo. Decisão: 05/09/02.81. Rel. p.” (TRF-3ª Região. sim penalidade administrativa baseada no exercício do poder de polícia.. em moeda ou cujo valor nela possa exprimir.. DJ de 10/01/02. portanto.”(TRF-1ª Região. destarte. O argumento do apelante. DJ de 18/11/02. não havendo.. .. tributo. a cujas demais regras..013410-2/MG. que não é complementar. que não constitua sanção de ato ilícito. a idéia de sanção de ato ilícito. 3º do Código Tributário Nacional... nenhuma antinomia entre referido dispositivo legal e o disposto no art. que constitua sanção de ato ilícito.’ . em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. AC 1999.01. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.. .) “Ementa: . CC 2000. Com efeito. que considera irrelevante a licitude ou não da atividade. Decisão: 25/10/01. é toda prestação pecuniária compulsória. art.: Min. Luiz Fux. encontram-se adstritas. daí que as contribuições continuam subsumidas à definição de tributo contida no art.. 3º).830/ 80.: Des. na medida em que essa lei.. é inacolhível. que não constitua sanção de ato ilícito.. não é tributário.” (STJ. 384.. notadamente as atinentes à prescrição/decadência de um crédito que. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. devendo ser afastada. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. DJ de 28/05/02.. de modo a afastar. Federal Suzana Camargo. O art. Decisão: 30/10/ 01. 3º do CTN-66.011267-0/MG. 5ª Turma. p. 3º). tão-somente. 36. quer. Corte Especial..) “Ementa: ..38. Federal Hilton Queiroz. prescrever ser inviável a utilização do tributo com a finalidade extrafiscal de se penalizar a ilicitude.61.. Decisão: 19/11/02. no que pertinentes. . instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada’ (CTN. 162. a partir da Lei 6. REsp 410395/SC.. como prestação pecuniária compulsória. que não constitua sanção de ato ilícito. as contribuições previdenciárias deixaram de ter caráter de tributo. não se inclui no conceito de tributo..04538- . p.. a teor do art.: Des. DJ de 06/02/03.00. II..) “Ementa: . Rel.. a inscrição em dívida ativa de crédito de infração consistente em malversação de dinheiro público. 118 do mesmo estatuto legal. 3º do CTN.” (TRF-1ª Região. p.) “Ementa: . tributo ‘. ao estabelecer a inadmissibilidade da cobrança de tributo.. I. as prescrições do CTN.’ (Art. não definiu contribuições ou tributo.000122-0/SP.00. . ‘é toda a prestação pecuniária compulsória. Federal Plauto Ribeiro. II... 1ª Turma. AC 96. no sentido de que. 36.12 Tribunal Regional Federal . in casu. Rel.....

Rel. p. AC 93. Maurício Corrêa. Decisão: 02/10/96.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 13 5/RS. a destinação legal do produto da sua arrecadação.. Rel. 97. da Alal ou Aladi.. 496. Federal Chalu Barbosa. DJ de 10/08/00. . 524..: Des. Rel. 3ª Turma.... A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação..: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado).02.. Rel.. RE 178144/AL. 48. sendo irrelevantes para qualificá-la a denominação e demais características formais adotadas pela lei (inciso I). Decisão: 03/12/98. 1ª Turma.. . . Decisão: 21/05/99. DJ de 03/03/99. I. p. p.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. Federal Maria Helena Cisne. sendo irrelevante a identificação de quem seja o órgão arrecadador. II..” (TRF-2ª Região. ou a destinação legal do produto de sua arrecadação (inciso III). AMS 91.02.017231-9/RJ. Decisão: 27/11/96.488. AC 2000.060299/RJ...” (TRF-2ª Região.: Des. Decisão: 23/05/00. II.” “Ementa: .01. 4º do CTN. p/ acórdão: Min.. O que define a natureza jurídica do tributo é a sua destinação..) “Ementa: . a natureza específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação..” (STF. Rel.” (TRF-1ª Região. .) “Ementa: . sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. 4º do CTN). A natureza jurídica do tributo decorre do seu fato gerador e não do nome que lhe é atribuído (art. 5ª Turma.. Federal Paulo Afonso Brum Vaz.: Des. consoante o disposto no art.) Art. sendo irrelevantes para qualificá-la: I.. Tribunal Pleno. DJ de 28/09/01. p...) “Ementa: ....01.32892-5/PA. • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. DJ de 17/ 12/96. 4º A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação. 4ª Turma.) .. DJ de 11/06/99. a denominação e demais características formais adotadas pela lei.

. E.99. DJ de 1º/06/01. Decisão: 10/04/02. enquanto espécie de imunidade tributária genérica. da Carta Federal. .. O Finsocial. portanto...: Min. Federal Fernando Marques. à luz dos expressos termos do art. Caracteriza-se como preço público a cobrança impugnada. Contribuições de mesma espécie são aquelas que possuem mesma natureza jurídica... VI. porque revestidos de diversa natureza jurídica.. A contribuição pertinente ao Pasep – por qualificar-se como contribuição social – não se expõe...” (STF. . III. 2ª Turma.. VI. DJ de 15/09/94. ..14 Tribunal Regional Federal . Irrelevante o nomen iuris que se dê. consoante prescreve. aos impostos . p. na presente ordem constitucional.: Min.. Decisão: 15/06/94. I. a). a taxa e o preço público. Decisão: 16/11/98.) “Ementa: .. que se aplica. 82. AMS 93.) Art. 2ª Turma.. 150..” (TRF-2ª Região. não estando abrangido pela imunidade prevista no art. taxas e contribuições de melhoria.313. Inconfundíveis. mutatis mutandis. Federal Arnaldo Lima.02. Decisão: 27/03/01.03. 4º. é modalidade de tributo que não se enquadra na de imposto...” (TRF-3ª Região. para se estabelecer a natureza tributária.. AgRPet 2662/PR.1ª Região “Ementa: . Celso de Mello.: Des. por efeito de sua própria natureza jurídica. d. REO 98. é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação. a natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo seu fato gerador. 5º Os tributos são impostos..) . DJ de 21/06/02.007335-4/SP. Rel.: Des. p.. 4º do CTN. “Ementa: . 90. unicamente. sendo irrelevante a sua denominação.) “Ementa: . p. em cláusula expressa.06369-0/ES. 6ª Turma. Rel.28302-9/RJ. 3ª Turma. aos princípios constitucionais informativos da tributação. Federal Salette Nascimento. Rel. 765. Distinção sedimentada via da Súmula 545 do STF. É contribuição para a seguridade social. p.. II. Nos termos do art. 51.) “Ementa: . Maurício Corrêa.. às limitações fundadas na garantia constitucional da imunidade tributária recíproca. II. AMS 1999. 150... DJ de 13/04/00. segundo o art.” (STF.. I. a espécie. AgRRE 278636/SP. insubmissa.02. no caso ‘taxa’. a própria Constituição da República (art... Rel. Des. . III.. 4ª Turma. Decisão: 30/04/02. do CTN. DJ de 16/08/02.. 4º do CTN.” (TRF-2ª Região. que..

. II.) “Ementa: ... DJ de 23/11/00.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 15 “Ementa: . . Federal Mário César Ribeiro. Rel. Rel.) .” (STJ.00.. 195. XI. Aquelas são devidas aos escrivães e oficiais de justiça pelos atos do processo e estes representam contraprestação pela prática de atos extrajudiciais dos notários e registradores... p. na vigência do ordenamento fundamental anterior.383/91. X.. Com isso.) “Ementa: .00. inciso VI.372. da Carta Magna não se aplica às contribuições sociais previstas no art... contida no art. . 4ª Turma.. 195. RHC 8842/SC.. Decisão: 28/09/00.. 70. Rel. DJ de 11/09/03. Decisão: 16/11/99.01. recusou-lhe natureza tributária . AC 2001.. ao qualificar o PIS como contribuição social.: Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz (convocado). empréstimos compulsórios e contribuições parafiscais.” (STF.” (TRF-1ª Região. RE 170403/RS. 2ª Turma Suplementar.) “Ementa: . 155 da Constituição Federal. em relação às contribuições sociais. os quais têm natureza jurídica diversa daquelas. está assentada na divisão de tributos prevista na Constituição Federal em impostos. . Decisão: 19/08/03...) “Ementa: . AC 1998. Decisão: 07/08/01. 66 da Lei 8. Rel. DJ de 13/12/99. I. 179. p.. a Constituição Federal somente admite a imunidade prevista no § 7° do referido art. p.” (TRF-1ª Região. bem como porque. 150.. A expressão tributos e contribuições da mesma espécie. excluiu a possibilidade jurídico-constitucional de essa exação – que também não se subsumia a noção de finanças públicas – ser veiculada mediante decreto-lei. O Supremo Tribunal Federal.: Min..: Min. uma vez que diz respeito apenas aos impostos. p. a contribuição para o Plano de Integração Social – PIS e para o Finsocial. DJ de 13/09/01. contribuições de melhoria. 6ª Turma. 55 da Carta Federal de 1969. 174. Tributos são as exações do art. No conceito de tributo não se incluem custas ou emolumentos.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 28.. 5º do Código Tributário Nacional. Decisão: 11/04/95. p. interventivas e corporativas. A imunidadee prevista no art. I.: Des.... taxas.” (TRF-1ª Região.. AC 1998.. 4ª Turma.053428-7/DF. 4º do CTN não tem os tributos finalísticos como destinatários. instituída pela Lei Complementar 70/91.000400-9/MG.. especialmente ante a taxatividade de que se revestia o rol inscrito no art. bem como na subdivisão em empréstimos compulsórios emergenciais e sociais e contribuições sociais... Celso de Mello. 87.035106-2/MG.01.00. 1ª Turma..01. Rel... O art. não se encontram compreendidas na limitação constitucional inserida no § 3º do art. sendo tributos que não se enquadram na modalidade de imposto. Fernando Gonçalves. A Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social – Cofins.. DJ de 08/09/95.

Decisão: 10/10/02. não estão elas abrangidas pela imunidade prevista no art.00.) “Ementa: . podem ser sociais...” (TRF-2ª Região.. Federal Santos Neves. § 8º.” (TRF-1ª Região. 6ª Turma.. empréstimos compulsórios e contribuições sociais. I. mas espécie diferenciada de imposição de caráter próprio e fim social.: Juiz Moacir Ferreira Ramos (convocado).. I. Federal Ramza Tartuce. que se constitui em cláusula pétrea como direito individual do contribuinte. segundo o art. 93. Decisão: 16/10/01. 604. 150... 69 da CF). p.. 2ª Turma Suplementar. imposto ou taxa. Rel. AC 97.” (TRF-3ª Região. tais imposições não podem ser diferenciadas a partir de seus fatos geradores.. p. taxas e contribuições de melhoria. Tributo é o gênero a que pertencem às espécies. que pela inflexibilidade constitucional estas só podem ser impostos. mas sim.02. AC 96.03.01. p/ acórdão: Des. I.) “Ementa: .. . VI. salvante as exceções que a própria Constituição abre – conforme se vê do art..” (TRF-1ª Região. da Constituição.083741-7/SP. 34. A Constituição Federal distinguiu o sistema tributário nacional e o sistema de seguridade social.014995-2/SP.1ª Região “Ementa: . 149 da Constituição Federal.00.. DJ de 20/01/99... atribuindo às contribuições sociais natureza e finalidades específicas. 5ª Turma.. I. A natureza jurídica das contribuições parafiscais é reconhecida a partir de dois elementos essenciais: o caráter finalístico dessas contribuições e a delegação da capacidade tributária ativa e. taxas. abrangendo os impostos.01. 155 da Constituição Federal.) “Ementa: . DJ de 04/03/97. Sendo as contribuições para o Finsocial modalidade de tributo que não se enquadra na categoria de imposto. Rel. 21. .: Des..007345-1/MG. do ADCT. Portanto. DJ de 31/07/03.. DJ de 22/01/02. AMS 1999.. p. 149 da CF/88).. Decisão: 14/08/96. quando muito. A contribuição social devida aos conselhos regionais de fiscalização profissional tem natureza tributária (art.. Federal Carreira Alvim. não sendo. p. Rel. desvirtuada a natureza jurídica da Contribuição Social sobre o Lucro. 4ª Turma. decorre a sua inexigibilidade. segundo o sistema tributário da atual Constituição. Decisão: 29/04/03. a partir de suas finalidades.: Des. DJ de 12/08/03. contribuições de melhoria. I. No que concerne aos impostos é que a Lei Máxima obriga lei de votação qualificada (art. Decisão: 28/09/98..091330-3/DF. Rel..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). que. AC 97.” (TRF-3ª Região. por isso. d. AMS 1998.. 200. No § 3º do art.. .) “Ementa: I. ou contribuição de melhoria. 3ª Turma Suplementar.08146-5/RJ. Rel. interventivas ou corporativas.03.16 Tribunal Regional Federal .. . em razão disso.. a palavra ‘tributo’ deve ser entendida em sentido estrito.. para tratar .) “Ementa: .

nas Constituições dos Estados e nas Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios. Os tributos cuja receita seja distribuída. bases de cálculo e contribuintes’.. Milton Luiz Pereira. Decisão: 12/12/ 01.. . con- .” (TRF-3ª Região. 6. A competência tributária define-se pela faculdade de instituir tributos e não se confunde com a instituição destes. III.) “Ementa: .: Des. Parágrafo único. DJ de 28/05/03.) Art. • Vide Súmula 69 do STF: “A Constituição Estadual não pode estabelecer limite para o aumento de tributos municipais.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 17 ‘dos respectivos fatos geradores. AMS 95. 6º A atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena. a outras pessoas jurídicas de direito público pertencem à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos.. 4ª Turma.. CTN). Rel. 150.01... atos ou decisões administrativas em matéria tributária. ressalvadas as limitações contidas na Constituição Federal.. Sem lei é vedado exigir tributo (arts. I. p. DJ de 12/04/93. e observado o disposto nesta lei... ou de executar leis.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).” “Ementa: . 6º.. REsp 23147/SP. 170. ..” (TRF-1ª Região.” (STJ.) TÍTULO II Competência Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. 1ª Turma. 3ª Turma.: Min.. REO 97. I e IV.. Rel. Rel.03. parágrafo único e 97.30812-0/MG.. p. DJ de 17/03/00.055. p. no todo ou em parte.. serviços. 7º A competência tributária é indelegável. Decisão: 10/03/93.041852-0/SP. Federal Baptista Pereira. Decisão: 19/11/ 99. salvo atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos. .

do encargo ou da função de arrecadar tributos.” (STJ.. a pessoas de direito privado. de instituir impostos.1ª Região ferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra. da anterioridade e da segurança jurídica. fica também vergastado o princípio da indelegabilidade de competência tributária. REsp 215881/PR. AgRAI 133645/PR. isto é. p.: Min. reservado ao Estado pela Constituição Federal (art. além desses princípios. a aplicação da Taxa Selic em tributos.. 18 da Constituição.230. Rel. . Rel. contribuições e empréstimos compulsórios. . a qualquer tempo. § 3º Não constitui delegação de competência o cometimento..112. 2ª Turma. pois toca ao Bacen e ao Tesouro Nacional ditar as regras sobre os títulos públicos e sua remuneração.: Min.. que se distingue da capacidade tributária. Nesse ponto. Franciulli Netto. Rel. Determinando a lei. Hipótese em que se configura exercício do poder de polícia a justificar a instituição da taxa. sem precisa determinação de sua exteriorização quântica. Decisão: 13/11/90..18 Tribunal Regional Federal ... II. DJ de 03/06/96... 206). A utilização da Taxa Selic como remuneração de títulos é perfeitamente legal. DJ de 14/ 12/90. Francisco Peçanha Martins. sem mais esta ou aquela.) “Ementa: . § 2º A atribuição pode ser revogada. p. A balda exsurge quando se transplantou a Taxa Selic.” (STF.899/81... 19. . I.) “Ementa: . 15. Decisão: 24/09/02. taxas.. 2ª Turma. para o terreno tributário. Fixada a Taxa Selic por ato unilateral da Administração. Decisão: 28/03/96.. REPDJ de 12/08/03. escusado obtemperar que mortalmente feridos de frente se quedam os princípios tributários da legalidade..: Min. REsp 7828/DF.” (STJ.. 2ª Turma. Carlos Velloso. Taxa.. nada há de ilegal ou inconstitucional. I. por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido. Indelegável é o poder de tributar. nos termos do § 3º do art. A competência tributária.. Capacidade tributária ativa: possibilidade de delegação. O entendimento sobre a legitimidade da delegação de poderes às autarquias e empresas estatais para o exercício de funções descentralizadas consolidouse na jurisprudência do extinto TFR e do STJ. “Ementa: . é que é indelegável. DL 1. Classificação de produtos vegetais. p.. sem lei. § 1º A atribuição compreende as garantias e os privilégios processuais que competem à pessoa jurídica de direito público que a conferir.. 145) .

A capacidade tributária. I.. AC 90. competência para aplicar multas. estabelecer base de cálculo.01. Taxa de licenciamento de importação.00. I.. AMS 91. ..797. desde que esta multa. Rel. o poder de subordinar a liberação de mercadorias..00. Decisão: 30/06/00.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 19 “Ementa: . 30.01.) “Ementa: . Não se trata. 4ª Turma.. Indelegável é a competência para decretar tributo. na parafiscalidade.. Nenhuma responsabilidade ressarcitória pode ser imposta ao Banco do Brasil S/A em face de exercer a função de caixa da exigência.13273-7/RJ. Tem a pessoa jurídica delegada para executar as normas legais. DJ de 23/11/00... DJ de 22/09/00. por violar o art. resultante da falta de lançamento.01. § 3º). . titular da capacidade tributária ativa da exigência... 3ª Turma. 7º do CTN... atos ou decisão em matéria tributária. . 274. .) “Ementa: . 2ª Turma.. à comprovação de obrigações tributárias estaduais..” (TRF-1ª Região... Ag 1997. a exigência repelida pela Súmula 577 do STF é da competência dos Estados e Distrito Federal. Rel.) “Ementa: . de forma alguma. Federal Alberto Nogueira. ainda. fixar alíquota. o que permite à autoridade administrativa reduzir o valor a ser cobrado então definido pelo legislador.. p.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). . instituir penas... art.. por força do disposto no art.” (TRF-1ª Região.. Legitimidade passiva ad causam da União Federal. II.. . regularmente despachadas. AC 1998.02. O sistema tributário traz limites explícitos para a instituição ou aumento de tributos. Não... dentre as quais não se contém. p. no qual se diz que a competência tributária é indelegável.001302-0/MG.) “Ementa: . designar os sujeitos passivos. no caso. já esteja determinada legalmente. é delegada nos termos do caput do art. 7º do CTN. ilegal a INSRF 54/81.... 7º do CTN. 4ª Turma. DJ de 09/04/92.: Des.” (TRF-2ª Região. Rel.. Rel. Decisão: 11/03/92. sendo. fiscalizar e executar leis..17166-4/MT. Federal Tourinho Neto... Decisão: 26/11/90. com ressalva de funções de mera arrecadação ou fiscalização. por intermédio dos seus fiscais. importando na transmissão dos poderes para arrecadar. .” (TRF-1ª Região.. 44. para a sua redução. DJ de 17/12/90. de instituir pena. no particular. serviços.. A Portaria 644/93 estabeleceu isenção parcial da Taxa de Fiscalização e Classi- .: Des. 7º. de vez que o cometimento de arrecadação não se confunde com a arrecadação da taxa e com o destino do produto decorrente da sua arrecadação (CTN....: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). p. Decisão: 28/09/00. II.004785-8/DF. porém. Legitimidade que se declara da União Federal.

p. DJ de 19/04/94. Não houve violação ao art. reduzindo seus valores na conformidade do art. 21. 26 e 65. . DJ de 03/12/99. o disposto nos arts. Em matéria de competência o não-exercício por seu titular não confere a outra entidade tributante qualidade para utilizá-la (art. A fixação. “Ementa: . das alíquotas da contribuição e adicional é matéria constitucional.. REO 91.08359-6/SE. Decisão: 14/10/99.” (TRF-5ª Região. 1.. Federal Alberto Nogueira. .. 1ª Turma. de privativa competência federal. Ilegítima a cobrança.. . 8º do CTN).) CAPÍTULO II Limitações da Competência Tributária SEÇÃO I Disposições Gerais Art. II...) Art. ao Distrito Federal e aos Municípios: I.. aos Estados..02.) “Ementa: . Rel. que não se confunde com a indelegável competência tributária (precedentes do extinto TFR). Decisão: 29/09/93.: Min. Não instituiu taxa de qualquer natureza. 8º O não-exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.05. Rel. 8º (do Código Tributário Nacional). AMS 99. .. REsp 183208/AL. Possibilidade de haver delegação da capacidade tributária ativa. 8º do decreto-lei citado. instituir ou majorar tributos sem que a lei o estabeleça.: Des. Inocorreu delegação de competência. pelo Conselho Monetário Nacional.. DJ de 18/10/99. 9º É vedado à União.112. por Município.05382-9/RJ. Rel. Decisão: 17/11/98.1ª Região ficação de Produtos Vegetais... Garcia Vieira. quanto à majoração. mas transferência de atribuições.20 Tribunal Regional Federal .” (STJ.. cobrar imposto sobre o patrimônio e a renda com base em lei posterior à data inicial do exercício financeiro a que corresponda. 1ª Turma. 2ª Turma.” (TRF-2ª Região. Federal Castro Meira.: Des.. ressalvado. p.. de Imposto sobre Telecomunicações. 210.

observados os requisitos fixados na Seção II deste Capítulo. . Não há invocar. c) o patrimônio. da condição de responsáveis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte. integra o patrimônio da entidade abrangida pela imunidade.. Decisão: 17/09/96.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 21 • Vide Súmula 669 do STF: “Norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. previstos em lei. cobrar imposto sobre: a) o patrimônio.221. 2ª Turma. (Redação dada pela LCp 104. “Ementa: .. sem fins lucrativos. Rel. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. às entidades nele referidas. • Vide Súmula 657 do STF: “A imunidade prevista no art. assecuratórios do cumprimento de obrigações tributárias por terceiros. 43. estabelecer limitações ao tráfego.) . a renda ou os serviços uns dos outros.” § 1º O disposto no inciso IV não exclui a atribuição. Carlos Velloso. inclusive suas fundações. RE 203755/ES. I. VI. e inerentes aos seus objetivos. dado que este se constitui do conjunto daqueles. critérios de classificação dos impostos adotados por normas infraconstitucionais. DJ de 08/11/96. das entidades sindicais dos trabalhadores. a renda ou serviços dos partidos políticos. no mercado interno ou externo. p. de 10/01/01) d) papel destinado exclusivamente à impressão de jornais.” III.. é se o bem adquirido. 150.: Min.. por lei. § 2º O disposto na alínea a do inciso IV aplica-se.. e não as dispensa da prática de atos. exclusivamente. no território nacional. de pessoas ou mercadorias. mesmo porque não é adequado distinguir entre bens e patrimônio. aos serviços próprios das pessoas jurídicas de direito público a que se refere este artigo. das instituições de educação e de assistência social. para o fim de ser restringida a aplicação da imunidade. O que cumpre perquirir. da CF abrange os filmes e papéis fotográficos necessários à publicação de jornais e periódicos. portanto. d.” (STF. periódicos e livros. b) templos de qualquer culto.. IV.

: Des. Humberto Gomes de Barros. o teor do já citado art. ... . Eliana Calmon.1ª Região “Ementa: . 84. 3ª Turma. através de decreto. 9º... 9º. Rel. Inexiste afronta ao princípio da legalidade tributária se a lei fixa os elementos essenciais do tributo.. Decisão: 03/04/03. por repetir. Rel. 1ª Turma. inciso VI.981/95. como se verifica com a contribuição incidente sobre os proventos do servidor público federal aposentado. inciso II. 2ª Turma... IV. DJ de 30/11/92. 150/CF. II. nos termos do art. DJ de 10/09/99. Decisão: 14/10/92.. É maciça jurisprudência no sentido de que a MP 812/94.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. renda ou serviços. em menor extensão.. .01.. do CTN envolve somente os bens direta e exclusivamente afetados aos objetivos institucionais das entidades de previdência social (art.. ..) “Ementa: . As entidades fechadas de previdência privada são imunes aos impostos sobre seu patrimônio. em uma das alíquotas do tributo. não violou o princípio da anterioridade (art.. 9º. Rel. 9º. do Código Tributário Nacional. Decisão: 24/02/00.. Por força do contido no art. 262. . 264. que perdeu eficácia por falta de apreciação pelo Congresso Nacional. do CTN).) “Ementa: .. instituído pela Medida Provisória 1..” (STJ. 56. Federal Mário César Ribeiro.: Min.22 Tribunal Regional Federal .VI. inciso II.. REsp 5611/RS.. conforme o grau de risco de acidente de trabalho. Ademais disso. 9º do Código Tributário Nacional. II. tão-somente a definição no concernente à atividade preponderante da empresa. 1ª Turma... José Delgado.”(STJ. AMS 1998. DJ de 18/06/98.00. . DJ de 12/05/03.. Federal Osmar Tognolo. AC 1999. p.009304-9/MG. a jurisprudência deste Sodalício encontra-se firmada no sentido de que não cabe recurso especial quando o dispositivo de lei federal acusado de violado repete preceito constitucional. c. III. A imunidade prevista no art. Rel.. p. REsp 374694/SC.) “Ementa: . É descabida a afirmativa de que sendo admitido recurso extraordinário sob alegativa de afronta ao art. p. Rel. deixando para a regulamentação. da Constituição Federal.. Decisão: 28/04/99. para fins de enquadramento. p. 4ª Turma. I.00...” (STJ.. 150. I.: Min. 22. AGA 256245/SP..: Des. é vedado às entidades cobrar tributos sem lei instituidora. DJ de 20/03/00..” (TRF-1ª Região. letra c.010071-9/PA. 14 do CTN). p. Decisão: 13/05/98.415/96.... do Código Tributário Nacional exigirse tributo com apoio em medida provisória não convertida em lei. deve-se ter por prequestionado o art.555. 150 da Constituição. convertida na Lei 8. Ofende o disposto no art......: Min.01. . II.) “Ementa: .

) Art.” (TRF-3ª Região.: Des. 86. I. ou da igualdade (art. AMS 93. INAMS 90.. 368.” ( TRF-1ª Região.486. É vedado à União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional... DJ de 24/05/ 93.. Rel. em razão da sua procedência ou do seu destino.02.393/91.. 9º. . . 1ª Turma.: Des. AMS 95.” (TRF-2ª Região. em razão do local de produção do bem industrial objeto das operações atingidas pelo gravame. AMS 2000.. 3ª Turma. 9º e 14 do Códido Tributário Nacional. I.11715-8/RJ. IV. da CF).. 151. . . p.065276-7/RJ. os requisitos constitucionais excepcionadores da regra da uniformidade tributária.) “Ementa: . II. .. Lei 8.. 9º e 14 do Código Tributário Nacional. Decisão: 09/08/95.777.. § 3º. Rel. Decisão: 18/03/93. argüição de inconstitucionalidade. 151..... 151...: Des. “Ementa: .. 11.. Lei 8. do Código Tributário se a regularização por decreto não extravasa os limites traçados pela lei.... 150. I. 3ª Turma. da Constituição Federal e ao art.01.033/90. Decisão: 06/12/95. impede que as discriminações no IPI sejam decididas pela lei.) “Ementa: . Rel. selecionando atividades ou categorias profissionais. Federal Eliana Calmon. inobservado. Plenário. .) Art. Federal Diva Malerbi. se a tanto já não obstasse o art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 23 II. pela lei. haja vista a eficácia dos arts. p/ acórdão: Des. É vedado aos Estados. I.18310-7/MG.03... IPMF. Rel.. DJ de 13/12/95. DJ de 07/03/96. I. ou que importe distinção ou preferência em favor de determinado Estado ou Município. da Constituição Federal que. IPI nas operações de industrialização do açúcar. Federal Frederico Gueiros. .” (TRF-2ª Região. . como autêntica limitação ao poder de tributar. ou restringindo-se a determinada área geográfica. 153. a jurisprudência inclinou-se em sentido oposto e através de reiteradas manifestações quanto ao aspecto de estarem imunes as entidades de assistência e previdência privada.02.. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens de qualquer natureza. Inexiste violação ao art.. II. Federal Julieta Lídia Lunz..01..110492-7/SP. Decisão: 11/12/01.. 10. p.. .. Norteia-se a isenção pela política de conveniência pública. da Constituição Federal. Infringência ao art. DJ de 24/04/02. Entidade de previdência assistencial. 19. p. da CF). Decreto 420/92. sem ferir os princípios da uniformidade dos tributos (art... Art.

pelos Estados.: Min. III. 150.” (STF. contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados.250/95. 152 da Constituição Federal.. a. O art. Ao julgar o Recurso Extraordinário 193. 11 do CTN c/c art. 2ª Turma. na dicção da ilustrada maioria. VI. óculos e aparelho de surdez e similares. . DJ de 05/11/99. Dedução do IRPF das despesas relativas à aquisição de lentes. à renda ou aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais. 152. Ilmar Galvão. DJ de 12/08/02. 20. ROMS 9866/RJ. segundo a qual é vedada aos Estados.” (STJ. Decisão: 09/11/99. 12. é extensivo às autarquias criadas pela União.) SEÇÃO II Disposições Especiais Art.) “Ementa: .” (TRF-5ª Região.. Decisão: 22/02/99. p. DJ de 15/03/00. Decisão: 26/03/02. a afastar a regra do art.” “Ementa: . Isenção que deve ser interpretada estritivamente e aplicada com autorização legal. Rel.25565-6/CE.. “Ementa: . p.. Rel. 182... 8º. o Plenário. tomando a norma da alínea a do inciso IX do § 2º do art. 9º.. relatado pelo Min.... da Lei 9. Franciulli Netto. 591. O disposto na alínea a do inciso IV do art. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. Marco Aurélio. repetindo a Constituição anterior (art. 20. Dedução equivale à isenção. Inteligência do art. tão-somente no que se refere ao patrimônio... de qualquer natureza. ou delas decorrentes. II..817/RJ. Conclui-se de sua leitura que é defeso às entidades da Federação dar tratamento tributário díspar a bens em virtude de sua proveniência ser estrangeira. .) “Ementa: . a – é extensiva às autarquias no que se refere ao patrimônio. Incidência e pagamento. observado o disposto nos seus §§ 1º e 2º.1ª Região • Vide Súmula 591 do STF: “A imunidade ou a isenção tributária do comprador não se estende ao produtor. 11 do Código Tributário Nacional. Federal Lázaro Guimarães. tem como preceito semelhante o disposto no art.. Mercadorias importadas.: Des. p..05. Rel. ICMS.. em razão de sua procedência ou destino. A imunidade tributária recíproca dos entes políticos – art.: Min. 2ª Turma. entendimento em relação ao qual guardo reservas. AgRRE 205853/RS. CF/67)..24 Tribunal Regional Federal . 155 da Constituição Federal como especial. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. AG 99. 2ª Turma.. assentou a junção da incidência do tributo e do pagamento. à renda e aos serviços vincu- .

I. Rel. 150.30331-6/MG.. e não as taxas. p. essa imunidade que impede a incidência dos tributos sobre o patrimônio dessas pessoas de direito público restringe-se àqueles bens vinculados às suas atividades essenciais ou dela decorrentes (art.” (STF. AC 1999. não se estende ao patrimônio. à renda e aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes (art. Federal Hilton Queiroz. A imunidade tributária recíproca preceituada no art. 150. a renda e os serviços dos entes públicos.. § 2º.. .. sendo extensiva às suas autarquias e também fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público (Constituição. Rel. 150. Carlos Velloso.. .: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada).. ). O art.) “Ementa: . .” (TRF-2ª .: Min.) “ Ementa: . § 2º.. 150. da CF é expressamente estendida em favor das entidades autárquicas (autarquias e fundações) instituídas e mantidas pelo Poder Público no que se refere ao patrimônio. 5ª Turma.” (TRF-1ª Região. inciso VI.. AMS 96.. Decisão: 20/02/01. Decisão: 18/12/01. Decisão: 17/12/96. 150..01. .: Des. 71.. p. 16. art.00..” (TRF-2ª Região.. desde que esteja vinculado às finalidades essenciais da autarquia ou dela decorrentes.: Des. 2ª Turma Suplementar. . Rel. CF. 180. 150.) “Ementa: . da CF). O preceito imunizante. da CF/88 alcança apenas os impostos incidentes sobre o patrimônio das autarquias. Porém..150..” (TRF-1ª Região. p.0938267/DF.. da CF concede às autarquias imunidade sobre impostos sobre o patrimônio. Federal Chalu Barbosa.. DJ de 17/03/00. 150. alínea a).. as autarquias estão sujeitas à tributação municipal à exceção dos impostos que incidam sobre o seu patrimônio. contudo.” (TRF-1ª Região. p..) “Ementa: .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 25 lados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. da CF.01. DJ de 02/05/97.. a. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel (art.04869-3/MG. DJ de 29/05/03. 167/233. .38178-9/RJ. Rel... p. ou seja. Estados e Municípios. da CF). 2ª Turma. AC 97. § 2º. VI.02.... União. A imunidade prevista no art. art... que são tributos vinculados. à renda e aos serviços relacionados com a exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. DJ de 03/05/01. § 2º. § 3º. AC 96.. 2ª Turma Suplementar. RE 203839/SP. 179. DJ de 08/02/02. § 2º. I..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Decisão: 24/11/99. A imunidade recíproca protege o patrimônio. Decisão: 13/11/ 01.. Na Constituição de 1988..01.) “Ementa: . 4ª Turma... Rel.574. II. rendas e serviços vinculados às suas finalidades essenciais.

aplicarem integralmente. O disposto na alínea c do inciso IV do art. não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas. cujo tratamento tributário é estabelecido pelo poder concedente.1ª Região Região. 150.” . 9º. III. observado o disposto no § 1º do art. ou no § 1º do art. Art. 6ª Turma. 248. (Redação dada pela LCp 104. no País. os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais.: Des. 9º. • Vide Súmula 5 do TRF-2ª Região: “Preenchidos os requisitos do art. p. as instituições de previdência privada gozam da imunidade de impostos prevista no art. manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão. a União pode instituir isenção de tributos federais. 9º não se aplica aos serviços públicos concedidos. da Carta Magna de 1988 (art. Mediante lei especial e tendo em vista o interesse comum. os diretamente relacionados com os objetivos institucionais das entidades de que trata este artigo. de 10/ 01/01) II. no que se refere aos tributos de sua competência.26 Tribunal Regional Federal . a autoridade competente pode suspender a aplicação do benefício. § 1º Na falta de cumprimento do disposto neste artigo. DJ de 07/05/03. c. ainda que cobrem pelos benefícios e serviços prestados. ressalvado o que dispõe o parágrafo único.01. AC 2002. a qualquer título. Parágrafo único.) Art. Rel. 14. § 2º Os serviços a que se refere a alínea c do inciso IV do art. exclusivamente.018928-6/RJ. III. 9º são.02. VI. da Constituição Federal de 1967). O disposto na alínea a do inciso IV do art. 9º é subordinado à observância dos seguintes requisitos pelas entidades nele referidas: I. 14 do CTN e desde que não distribuam lucros. Decisão: 05/02/03. 19. 13. Federal Sérgio Schwaitzer. estaduais e municipais para os serviços públicos que conceder. c. previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos.

Comprovados a personalidade jurídica e o cumprimento das atividades assistenciais definidas estatutariamente..) . estadual e municipal e contemplados os requisitos do art. no que cogita dos requisitos a serem atendidos para o exercício do direito à imunidade. 9º façam jus ao benefício. AC 1997. p. p. do CTN não atendida... Decisão: 31/08/94. DJ de 08/03/99. 14 do Código Tributário Nacional. com as benesses do reconhecimento de utilidade pública por atos dos governos federal. Rel. 14 do CTN..: Des. Art.. 89. está imune ao pagamento de impostos. vem proclamando que as entidades de previdência privada não são beneficiadas pela imunidade tributária prevista no art. distribuído aos sócios.: Min Milton Luiz Pereira. por via de conseqüência. CTN. 25. p. DJ de 24/10/97.” (STJ.. 14 do Código Tributário Nacional. Decisão: 30/09/97.00. p. não pode ser exigido o tributo.271. I.” (STF. desde o regime constitucional anterior. Decisão: 25/10/88. objeto de dívida inscrita e embargada na execução fiscal promovida contra a entidade assistencial.039307-2/DF...325. DJ de 23/09/94. 150 da Carta de 1988 repete o que previa a pretérita alínea c do inciso III do art..) “Ementa: .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 27 “Ementa: . A instituição fechada de previdência privada. Exigência do art. Rel.: Min. que cumpre o disposto no art. Federal Tourinho Neto.. 19. Imunidade. REsp 87643/RJ. Fundação. no inciso II. 185. Rel. Rel. ao invés de ser aplicado em benefício da própria instituição e para atendimento de suas finalidades.” (STJ. 14.: Min. .. Francisco Peçanha Martins. Atividades sociais. Hipótese em que ela não se configura... 12..307. O STF. 14. 1ª Turma. que elenca os requisitos necessários para que as instituições previstas no art. CTN. 2ª Turma. foi recepcionado o preceito do art. Marco Aurélio. no caso. MI 420/RJ. de alguma forma. p. sem fins lucrativos. .” (STF RE 108737/SP . Não é exigido que a instituição seja mantida substancialmente com recursos dos beneficiários. 2ª Turma.”(TRF-1ª Região. 14. ou parte dele. 14 do CTN. Aldir Passarinho.) “Ementa: ... Assim. Decisão: 05/04/95. A norma inserta na alínea c do inciso VI do art. 16. é.. Rel. Tribunal Pleno. não há como ter-se como satisfeita a exigência contida no inciso I e. DJ de 08/05/95. REsp 39181/SP. I.: Min.) “Ementa: .) “Ementa: .... .. Imunidade tributária de entidade privada de educação.. ambos do art.392.01.. 3ª Turma. Decisão: 24/11/98. DJ de 27/10/89.. Se resulta do estatuto da entidade educacional que o lucro obtido.

DJ de 25/02/00. Rel.: Des. da Carta Magna. 14 do CTN a entidade de previdência privada requer prova pericial. Federal Luciano Tolentino Amaral.. p.” (TRF-1ª Região. para fins de acesso ao benefício.) “Ementa: . 14 do CTN.00.. 14 do Código Tributário Nacional. I.” (TRF-1ª Região. Rel.28 Tribunal Regional Federal . DJ de 12/04/02.. 71. 14 do CTN) é instituto aplicável apenas às entidades efetivamente de ‘assistência social’. 3ª Turma. DJ de 1º/03/00..00.. Ag 1999. As entidades fechadas de previdência privada sem fins lucrativos que atendam aos requisitos do art. Não estando ainda definida a jurisprudência a respeito da imunidade tributária em relação às entidades de previdência privada. DJ de 25/06/02. 4ª Turma. Federal Olindo Menezes. AMS 2000. 3ª Turma.01. 195.” (TRF-1ª Região. VI.. permite concluir que os requisitos para constituição e funcionamento das entidades imunes é efetivamente matéria de lei ordinária.. III. p. p. suas movimentações financeiras estão imunes à tributação do Imposto Provisório sobre Movimentações Financeiras (IPMF). da CF/88 c/c art. c.756/RJ) sinaliza que a imunidade tributária desse tipo de previdência só seria possível quando a contribuição é exclusiva do empregador patrocinador (sem participação do empregado: Informativo STF/252).. As condições que definem instituição filantrópica estão previstas no art. Precedentes jurisprudenciais. Federal Hilton Queiroz. I..0105475/DF. Decisão: 15/09/99.. ainda mais quando a jurisprudência do STF (RE 259.. .) “Ementa: . pela produção de prova pericial.. Assim. § 7º. que concedem benefícios apenas em prol ..) “Ementa: . Ag 2000. I. AMS 95. 16.042236-0/DF.. Decisão: 23/04/02. alínea c... 3ª Turma. A imunidade tributária constitucional (art. inciso VI. 150-VI. visto que a viola.” (TRF-1ª Região. e a interpretação harmônica dos arts. IV. Decisão: 09/12/99.: Des.01. ...1ª Região “Ementa: . 14 do Código Tributário Nacional equiparam-se às instituições de assistência social para os efeitos da imunidade tributária prevista no art. Rel.. p.01..003966-2/AM. 146-II.. não produzindo efeitos o Ato Declaratório Normativo CST 12/94. Se para a demonstração do implemento dos requisitos do art. ela não pode ser indeferida..) “Ementa: . 84. 150. tem a parte o legítimo interesse na demonstração dos requisitos do art. II. 50..: Des.. Rel.. . que concedem benefícios a toda coletividade (universalidade e generalidade) e independentemente de contraprestação pecuniária. Decisão: 06/03/02. 150. .00.: Juíza Sônia Diniz Viana (Convocada).. às quais não se equiparam as entidades de ‘previdência complementar’.32..27023-8/GO.

033626-6/RJ. Rel.01.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 29 dos seus participantes. e sim no fato de a instituição utilizar os rendimentos obtidos em favor do fomento da própria atividade que desenvolve. a vigência do § 1º e alínea f do § 2º..01. inciso III... 2ª Turma... e a Lei 8. Diante da ausência de manifestação do legislador infraconstitucional em relação à edição da lei complementar. requisitos subjetivos.” (TRF-2ª Região.212/91 e acrescentou-lhe os §§ 3º.. II. que não é o caso das entidades de previdência privada.” (TRF-2ª Região. 1º da Lei 9.00.. Decisão: 10/06/02.: Des.: Des. o Supremo Tribunal Federal entendeu que o art. 4. . 14. vem sendo proclamado pelo Supremo Tribunal Federal..028. Decisão: 02/10/02. 14 do Código Tributário Nacional supõe instituição beneficiada por imunidade tributária.. 1ª Turma. ao exigir destas a gratuidade na prestação de seus serviços.) “Ementa: . A aplicação do art. 55.030207-4/RJ. Federal Julieta Lídia Lunz. desde o regime constitucional anterior..: Des.212/91 e acrescentou-lhe os §§ 3º. O conceito de assistência social deve ser o mais amplo possível. Decisão: 1º/04/02. da Lei 8. 13 e do caput do art.) . uma vez que se destinam à manutenção dos objetivos da entidade. 2ª Seção. I. § 7º. .: Des. Contudo. sendo que esta última teve suspensa.” (TRF-2ª Região. A imunidade tributária das entidades de assistência social. o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar. A ausência de fins lucrativos não implica na prestação gratuita de serviços.013017-0/DF. . Com base neste entendimento. DJ de 22/04/02. da Lei 8.532/97. AC 2001.049557-8/RJ. 154. para suspender o art. 1ª Turma. DJ de 28/06/02. 4º e 5º. tendo em vista o cunho nitidamente social da Constituição Federal. dos quais exigem regular contribuição na forma do seu estatuto social. III. p. 14 (ADIn 1.732/98. abrange os rendimentos decorrentes de aplicações financeiras. 12. p.) “Ementa: . Federal Cruz Netto.01. pelo STF. 4º e 5º.802/DF). DJ de 10/12/02.. DJ de 11/07/02. Federal Luciano Tolentino Amaral. do art. 14 do CTN e na Lei 9.212/91. do Código Tributário Nacional traria em si requisitos objetivos para a nãoincidência constitucionalmente qualificada no art. II.02.” (TRF-1ª Região. 195.02. Rel.. 55..01. na ADIn 2. Rel..732/98 alterou a redação do art. Federal Ricardo Regueira.. Rel.) “Ementa: .. a Lei 9. Decisão: 09/05/02.. do art. tal como.02. limitando a própria extensão da imunidade. sem fins lucrativos. AMS 2001. AR 1999.. REO 1999. Os requisitos básicos para fazer jus à imunidade estão definidos no art. estabelecendo requisitos que desvirtuam o próprio conceito constitucional de entidade de assistência social. na parte em que alterou a redação do art.

. Ainda que detentora de imunidade tributária. Federal Sylvia Steiner.03.71.. da CF/88. Assim. III. A imunidade tributária tem por objetivo o fomento à educação. . § 7º. p. Federal Vilson Darós. A imunidade tributária das instituições de assistência social (CF de 1988. Decisão: 09/04/02. inciso VI. 146. não está sujeito ao princípio da anterioridade. 195. nos termos do art. se preenchidos os requisitos do art. art. Crime contra a ordem tributária.) Art. do CTN.. é... Rel.. ACR 2000. .” (TRF-4ª Região. No julgamento da ADIn 2.047. de 1983. § 7º.: Des. Somente a União. Verbas subvencionadas não-escrituradas e não aplicadas nos objetivos institucionais devem sofrer tributação.” (TRF-3ª Região.. em verdade. p..028-5. Lei 8. Incidência do art.. incisos I a III.” (TRF-4ª Região. 55 da Lei 8. da Carta Política. o Supremo Tribunal Federal reconheceu que a ‘isenção’ de contribuição para a seguridade social às entidades beneficentes de assistência social. DJ de 08/05/02. pode instituir empréstimos compulsórios: • Vide Súmula 236 do TFR: “O empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2.: Des. DJ de 22/04/02. AMS 2000.137/90. .. prevista no art.) “Ementa: . nos seguintes casos excepcionais. 14 e incisos do CTN.” I. os requisitos estabelecidos para a fruição da imunidade do art. Rel.. pelo que a disciplina da questão somente pode ser feita mediante lei complementar. 2ª Turma... II.. caracterizando-se como limitação constitucional ao poder de tributar. são aqueles previstos no art. 14 e incisos do CTN. guerra externa.. Instituição educacional.14.) “Ementa: .99.. 195. imunidade tributária. alínea c.212/91. Irrelevância penal de manutenção do regime de imunidade. a instituição educacional que não escritura e realiza o repasse de recusos advindos de subvenções federais está obrigada ao pagamento de tributos em razão da suspensão de imunidade tributária. 2ª Turma.: Des. DJ de 09/04/03.30 Tribunal Regional Federal . como estatuído no art.. Rel.00. Imunidade tributária mantida pela Administração. p. 15.70. Não-escrituração e distribuição a terceiros de recursos advindos de subvenção federal. 360. 479. AC 2001... . Federal João Surreaux Chagas.004492-6/RS.064011-3/SP.. 14 do Código Tributário Nacional e não os exigidos no art.031481-1/PR. II. 150.1ª Região “Ementa: . 14. ou sua iminência. 2ª Turma.. e não criar meio hábil de evasão fiscal. Decisão: 19/02/02. . Decisão: 25/03/03. e § 4º) abrange também os Impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados. 885.

” • Vide Súmula 33 do TRF-4ª Região: “A devolução do empréstimo compulsório sobre combustíveis (art.288.” . da SRF. 16).” • Vide Súmula 11 do TRF-2ª Região: “É desnecessária a apresentação dos comprovantes de aquisição de combustíveis – gasolina ou álcool carburante – na ação de restituição do empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2. instituído pelo art.156/62. III. desde logo.288/86. que estabeleceu. é suficiente a prova de propriedade do veículo.” • Vide Súmula 1 do TRF-4ª Região: “É inconstitucional a exigência do empréstimo compulsório instituído pelo art. • Vide Súmula 25 do TRF-1ª Região: “Nas ações que visem à devolução do empréstimo compulsório de combustível. 183/87 e 201/88. de 1986. sendo desnecessária a comprovação da quantia paga a esse título. Legitimidade passiva da União para a causa. Parágrafo único. sobre o consumo médio por veículo. 10 do Decreto-Lei 2.” • Vide Súmula 23 do TRF 4ª Região: “É legítima a cobrança do empréstimo compulsório incidente sobre o consumo de energia elétrica. 10 do Decreto-Lei 2. uma vez que o valor do resgate é de ser calculado com base nas Instruções Normativas 147/86. conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo. instituído pela Lei 4. A lei fixará obrigatoriamente o prazo do empréstimo e as condições de seu resgate.” • Vide Súmula 13 do TRF-5ª Região: “O empréstimo compulsório em favor da Eletrobrás foi recepcionado pela Constituição de 1988.288. a sistemática de cálculo para sua devolução (art.288/86) independe da apresentação das notas fiscais. 10 do Decreto-Lei 2. o disposto nesta lei.” • Vide Súmula 12 do TRF-5ª Região: “É inconstitucional o empréstimo compulsório instituído pelo DecretoLei 2.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 31 II. de 1986. calamidade pública que exija auxílio federal impossível de atender com os recursos orçamentários disponíveis. observando. de 23 de julho de 1986. no que for aplicável. 92/87.” • Vide Súmula 13 do TRF 4ª Região: “É inconstitucional o empréstimo compulsório incidente sobre a compra de gasolina e álcool. inclusive na vigência da Constituição Federal de 1988. cobrado indevidamente dos contribuintes.288. na aquisição de veículos de passeio e utilitários.

todavia.013. 1.01. § 2º. . 21. 3ª Turma..00. e alterações posteriores. Este Tribunal tem entendido que o empréstimo compulsório criado em favor da Eletrobrás pela Lei 4.” (TRF-1ª Região.. 61. p. art.. DOE de 23/09/91. Decisão: 21/08/91. denomina-se empréstimo compulsório (CTN. a prazo certo e com remuneração. AC 92.024/90. III. Federal Clélio Erthal. Emenda 1/69 e no art. 4ª Turma. não se aplicando ao exercício de 1986 e tão-somente ao de 1987..09406-3/ES. A devolução do compulsório é obrigatória. AC 1998.” (TRF-1ª Região..) “Ementa: . p. portanto. Rel. I.32 Tribunal Regional Federal . dos cruzados novos bloqueados. 401. Federal Oliveira Lima..: Des. AC 94. é compatível com o sistema tributário da Constituição de 88. Rel.. 148)..: Des.775. II. DJ de 17/12/99. transformada na Lei 8. art. .018251-7/SP.. 15 do CTN.. AMS 91..” (TRF-1ª Região.27126-7/DF.. pois.. DJ de 27/10/94... e CC.. AC 94.288/86. com previsão de sua restituição.) “Ementa: . Decisão: 21/09/99. A transferência da titularidade. Rel. Para a instituição de empréstimo compulsório é necessária lei complementar . Rel. .. . mas não exige o diploma constitucional ou infraconstitucional seja o resgate feito em dinheiro..1ª Região “Ementa: .. DJ de 17/03/00.256). Decisão: 17/10/94.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). art.. Decisão: 14/10/99.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). 1ª Turma....02. V. IV. Inconstitucional. 15.01...” (TRF-3ª Região.20000-9/MG..156/62. item II da Constituição Federal de 1967. p.01. sendo lícita a entrega em títulos.. do particular para a autarquia Banco Central do Brasil.: Des. O empréstimo compulsório tem natureza tributária e.404.” (TRF-2ª Região. incidente sobre a aquisição de veículos automotores. p.) “Ementa: . 27. deve sua exigência observar o princípio da anterioridade. Por se tratar de tributo. constitui iniludível empréstimo compulsório. III. O ato pelo qual a lei transfere.03. não podendo ser substituída por medida provisória ou por lei ordinária (CF.. O empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2.) . 4ª Turma. o bloqueio de cruzados novos instituído pela Medida Provisória 168/90. por força do contido no § 12 do art. para os cofres públicos. Rel.. 1. tem amparo no art. tem que observar o princípio da anualidade. com previsão de sua devolução com ou sem remuneração. Decisão: 12/08/92. parte do patrimônio do particular. IV.. 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. . Federal Eliana Calmon.059987-4/DF. 4ª Turma.) “Ementa: . DJ de 08/09/92.

que são tributos não vinculados à atividade estatal específica.” (TRF-4ª Região. p. A Taxa de Fiscalização Ambiental tem características de imposto. Luiz Fux. Decisão: 09/09/99..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 33 TÍTULO III Impostos CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.. como contraprestação ao pagamento de impostos. pois o seu fato gerador é uma situação independente de qualquer atividade estatal específica. A imunidade recíproca... 198.: Des. p. 17.01. II. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são exclusivamente os que constam deste Título. “Ementa: . Art. Consectariamente.. quer em virtude da natureza desta espécie tributária.00.: Min. 3ª Turma. 16. . p. o Estado não pode ser coagido à realização de serviços públicos.007880-7/RS.. Rel.) “Ementa: . 1ª Turma..” (REO 96...” (STJ.) “Ementa: . Decisão: 24/06/03. alcança exclusivamente os impostos.. REsp 478958/ PR. Rel.71. da Constituição da República. Os impostos. Rel. e não as taxas. com as competências e limitações nele previstas. que são tributos vinculados. I. . DJ de 18/02/00. quer em função da autonomia municipal.34584-1/MG.. diversamente das taxas. DJ de 11/04/01. estabelecida no art. relativa ao contribuinte. relativa ao contribuinte (art.. têm como nota característica sua desvinculação a qualquer atividade estatal específica em benefício do contribuinte.. 494. 2ª Turma... 18. 237. AMS 2000. no que se refere à destinação das verbas públicas. DJ de 04/08/03.. constitucionalmente outorgada.. I.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). . Decisão: 08/02/01.) Art.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. item VI. Compete: . Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica. 16 do CTN). 150.

cumulativamente. o decreto que alterou as alíquo- . • Vide Súmula 661 do STF: “Na entrada de mercadoria importada do exterior.1ª Região I. CAPÍTULO II Impostos sobre o Comércio Exterior SEÇÃO I Imposto sobre a Importação Art. Compatibilidade do art. Súmula 4 do antigo TFR. . a. no art. é que a lei que institua ou que majore tributos seja anterior ao fato gerador. art.. para a Taxa de Melhoramento dos Portos. III. III. sob regime aduaneiro de draw back. 19 do CTN... cumulativamente. 19. ao Distrito Federal e aos Estados não divididos em Municípios instituir. 23 do Decreto-Lei 37. Imposto de Importação: fato gerador.34 Tribunal Regional Federal .” “Ementa: .” • Vide Súmula 165 do TFR: “A isenção do Imposto de Importação. de 18/11/66. realizada antes da vigência do Decreto-Lei 1. os impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios.626.. os impostos atribuídos aos Estados e. 19). é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. No caso.. 23 do DL 37/66 com o art. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art. de competência da União.” • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art.. sobre a Importação de produtos estrangeiros tem como fato gerador a entrada destes no território nacional. II. prevista na Lista Nacional Brasileira. de 1º de junho de 1978. IV. se aqueles não forem divididos em Municípios. concedida por resolução do CPA. . nos Territórios Federais. O que a Constituição exige.” • Vide Súmula 27 do TFR: “É legítima a exigência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) em importação. O Imposto.. não exclui a mercadoria da alíquota minorada de 1% (um por cento). à União instituir.. os atribuídos a estes. Fato gerador do Imposto de Importação: a entrada do produto estrangeiro no território nacional (CTN.. 150.

. Moreira Alves. REsp 182673/AL.: Min.. REsp 78277/ MG.. .: Min. 2ª Turma.. DJ de 03/04/00.” (STF. 19). Rel. CTN.. representa a entrada no território nacional da mercadoria. p. Nancy Andrighi. III. DJ de 13/08/01. 2ª Turma.” (STJ.. art... RE 222330/CE. 23 do Decreto-Lei 37. 22. 19. a.) “Ementa: . . Alíquota aplicável.. 23.. Decisão: 02/03/00. p.. 19 do CTN. O desembaraço aduaneiro completa a importação e. Decisão: 08/09/98. Quem promove a importação de mercadoria sem ter a guia de importação sujeitase ao regime legal vigente na data em que a obtém.. 19 do Código Tributário Nacional. Decisão: 02/08/01. .. para efeitos fiscais.: Min..) “Ementa: . conseqüentemente.: Min.”(STJ. . Desinfluente a data da expedição da guia de importação para concretização do fato gerador. 87.. Ari Pargendler. e o art..: Min. CF. 23 do DL 37/66. Decisão: 20/04/99... Imposto de Importação. Imposto de Importação.. 19 do CTN. Rel.. Fato gerador. Rel..”(STJ. 136. Fato gerador. Veículo. . p. A alíquota do Imposto de Importação é a vigente no dia do registro alfandegário para o desembaraço e entrada da mercadoria no território nacional. Não há qualquer incompatibilidade entre o art. nos termos do entendimento firmado pelo Pretório Excelso. arts..) “Ementa: . nos termos do art. I. DJ de 11/03/02. Compatibilidade entre o art. Momento do fato gerador.. p.... porque o fato gerador do Imposto de Importação de produtos estrangeiros é a entrada destes no território nacional (CTN. Guia para importação.. Art. § 1º. Isenção.. e 153. 150. REsp 159972/CE. 143. REsp 174444/SP.” . 19 e DL 37/66. Decisão: 03/05/01. 1ª Turma. I. O contribuinte não tem direito ao regime fiscal vigente na data da emissão da guia referenciada... Rel. 1ª Turma. .. ..... ‘É irrelevante o fato de ter sido expedida a guia de importação antes da chegada da mercadoria em nosso território. O fato gerador do Imposto de Importação é a entrada da mercadoria em território nacional e não a data de aperfeiçoamento do contrato. art.. 172. CTN.. Imposto de Importação.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 35 tas é anterior ao fato gerador do Imposto de Importação. Rel.. 23 do DL 37/66 e o art. . Alíquota aplicável. DJ de 05/03/01.) “Ementa: . Fato gerador.. Franciulli Netto. Súmula 4 do Tribunal Federal de Recursos. . DJ de 11/06/99. art. Imposto de Importação. Se . art.. 2ª Turma...” (STJ. de 1966. p...) “Ementa: . Milton Luiz Pereira..

” (TRF-1ª Região.” (TRF-1ª Região.. Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal.. Garcia Vieira. 23 e 24 do Decreto-Lei 37/66..) “Ementa: . 23 do Decreto-Lei 37/66. o fato gerador do imposto em questão é a entrada do produto no território nacional. p.00. inexiste incompatibilidade do art. o aumento atinge esta operação.. DJ de 1º/08/00. cabe à lei a definição do momento de consumação do fato gerador dos tributos. da declaração de importação de mercadoria despachada para consumo..040811-1/MG. p. na repartição aduaneira..: Min. Decisão: 25/09/01.. IV. da declaração a que se refere o art. REsp 191426/CE. Humberto Gomes de Barros. 1ª Turma.. é a prevista na legislação em vigor à época do desembaraço aduaneiro.. 19 do CTN com o art.” (TRF-1ª Região.. Decisão: 26/02/02.. Decisão: 10/06/03.” (STJ... I.. Inexiste incompatibilidade entre o art. nos termos do art. p. . p. Federal Hilton Queiroz.. 79. mas antes da chegada da mercadoria no território nacional. . Decisão: 19/08/99. AMS 2000... o fato gerador do II é a entrada.” (STJ. Rel.. na repartição alfandegária.049700-6/BA.) . De acordo com o art. 4ª Turma. 1ª Turma. .) “Ementa: . 19 do CTN..’ . Rel. neste caso. Tratando-se de mercadoria despachada para consumo.1ª Região sobrevém aumento da alíquota da referida exação após a expedição da guia.: Des.38. considera-se ocorrido o fato gerador na data do registro. Mostra-se ilegal a exigência da prova da data da licença de importação para que a parte faça jus à redução de alíquota reduzida do II quando.) “Ementa: . por força do que determina o art. em território nacional.. Rel. Decisão: 06/06/00. tal consumação efetiva-se na data do registro. DJ de 27/09/99..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. DJ de 1º/08/03....01. AC 1997.. 207. Em se tratando do II. 23 do DL 37/66.. 19 do CTN e os arts. p..01. DJ de 1º/04/02. 50.: Des. O Imposto de Importação é devido à base da alíquota vigente no momento do registro da declaração de importação.00. Federal Hilton Queiroz. A alíquota do Imposto de Importação. 2ª Turma Suplementar. DJ de 06/03/02.: Min. 4ª Turma.36 Tribunal Regional Federal . . Imposto de Importação.00. Na sistemática do CTN. AC 2001. . II. Rel. de regra.. 48.. de produtos estrangeiros.) “Ementa: . 44 do Decreto-Lei 37/66. III. A lei de regência dos elementos estruturais do tributo é a que estiver em vigor na data da ocorrência do seu fato gerador.019636-6/MG. Fato gerador. 191. 19 do CTN. Rel. REsp 249742/PE.

03. p.: Des.02.” (TRF-1ª Região. Rel. Rel. 19 e DL 37/66. Federal Julieta Lídia Lunz.) “Ementa: . 6ª Turma. plenamente compatível com o art. art. AC 97. . Súmula 4 do extinto Tribunal Federal de Recursos. III. nasce com a ocorrência do fato gerador. Rel.. I. 526. 23 do Decreto-Lei 37/66. 159. DJ de 13/10/00.: Des. Decisão: 04/12/01. 46.” (TRF-4ª Região. II. 1ª Turma. .”(TRF-1ª Região. II...070669-4/MG....040032-0/MG.) “Ementa: . segundo a pacífica jurisprudência dos Tribunais Superiores. 36.” (TRF-2ª Região.: Des.027023-7/SP. Decisão: 07/05/03.00.. DJ de 06/03/02. complementado pelo art. 23). art. Tratando-se de mercadoria despachada para consumo . sendo certo que. AMS 1999. O fato gerador do Imposto de Importação consiste na entrada do produto importado em território nacional. . 19 .. p.28411-4/RJ.38..00. 19).. na espécie.. DJ de 13/01/99.. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. que. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. É que o tributo. AMS 98. 48/49... Rel.. tratando- . p. 19 do CTN/66. ao fixar precisamente o momento da ocorrência como a data do registro da declaração de importação na repartição aduaneira.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 37 “Ementa: . p. Rel.. II. na repartição aduaneira... 2ª Turma. O Imposto de Importação tem como fato gerador a entrada de produtos estrangeiros no território nacional (CTN.. à conta da assertiva de que já emitida a guia de importação.: Des. art. ... consoante o art. da declaração feita para fins de desembaraço aduaneiro. O aumento da alíquota do Imposto de Importação aplica-se aos fatos geradores a partir daí ocorrentes.) “Ementa: . apenas se opera com a entrada da mercadoria no território nacional (CTN.. 3ª Turma.04.CTN).” (TRF-3ª Região. DJ de 23/05/03.. segundo o que dispõe o art. o desembaraço aduaneiro deve ser praticado. Ag 1999. DJ de 11/02/03. Inexiste incompatibilidade entre o Decreto-Lei 37/66 e o Código Tributário Nacional.. O fato gerador do Imposto de Importação ocorre por ocasião do registro da declaração de importação. momento que se dá o desembaraço aduaneiro da mercadoria. sem que se possa alegar direito adquirido à alíquota anterior. Sendo o fato gerador do Imposto de Importação a entrada da mercadoria no território nacional (art.11789-2/SC..) “Ementa: . considera-se ocorrido o fato gerador do Imposto de Importação na data do registro. 23 do DL 37/66. pelo câmbio vigente naquela data.: Des. I. .. Federal Olindo Menezes... AMS 96. em toda a sua dimensão.. em termos de cobrança do tributo... 19 do CTN.. pp..01. Decisão: 25/11/02. II. Federal Mairan Maia.. Decisão: 20/06/00. 4ª Turma.) “Ementa: . Decisão: 15/10/98...

. do contrato de compra e venda relativo ao produto importado. “Ementa: . 1. DJ de 10/02/95. DJ de 28/07/99. 208. a unidade de medida adotada pela lei tributária. devem conter motivação expressa. tem a mesma base de cálculo de Imposto de Importação.. da Alal ou Aladi. o preço normal que o produto.: Min.) “Ementa: .04. em uma venda em condições de livre concorrência. o preço da arrematação. Rel.890. Rel..” (STF. então. quando a alíquota seja específica. considera-se ocorrido o fato gerador na data do registro. pelo importador.. no Brasil ou no exterior.” (TRF-4ª Região. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País.. a data da celebração.. 1º da Lei 7. o valor da mercadoria importada.. não há falar em efeito confiscatório quando o aumento da alíquota do Imposto de Importação obedeceu os parâmetros legais.. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. destinadas à fixação de pauta de valor mínimo.: Min.1ª Região se de mercadoria despachada para consumo.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. 9. DJ de 1º/04/96.” (STJ. .. quando se trate de produto apreendido ou abandonado.” III.690/89. AMS 96. ou. REsp 82390/ES. isto é. Taxa de licenciamento de importação. quando a alíquota seja ad valorem. II. 2ª Turma. o instante em que embarcadas as mercadorias adquiridas no estrangeiro. I. Tribunal Pleno. para esse específico efeito.... ainda. na repartição aduaneira competente. p. ao tempo da importação. ou seja.. 1ª Turma.888. ou seu similar. levado a leilão..) Art. sendo irrelevante. Ilmar Galvão.. Rel. . Federal Vilson Darós. Tributo cuja base de cálculo coincide com a que corresponde ao Imposto de Importação. .) . alcançaria.. p. o valor do produto ou mercadoria importada. p/ acórdão: Des. 20. o momento do ingresso físico desses bens em território nacional. p.38 Tribunal Regional Federal . A taxa de emissão de guia de importação. RE 167992/PR. Decisão: 20/05/99. Decisão: 04/03/96. . . cuja cobrança é exigida pelo art. José Delgado. da declaração apresentada.. para efeito de processamento do despacho aduaneiro da mercadoria importada. • Vide Súmula 97 do TFR: “As resoluções do Conselho de Política Aduaneira. Decisão: 23/11/94... ou... assim.05511-9/PR. A base de cálculo do imposto é: I.

em uma venda em condições de livre concorrência para entrega no porto... AC 95. art. quando a alíquota for ad valorem. o valor da compra e venda. inciso II.. inciso II.) “Ementa: .) “Ementa: . . de 15/12/88. pois tendo a mesma base de cálculo do Imposto de Importação – o valor normal da mercadoria importada – contraria o Código Tributário Nacional (art. É ilegítima a taxa de expediente prevista no art.. O CTN. ou lugar de entrada do produto no País (CTN. 261. Decisão: 20/06/01.... na importação de veículos. DJ de 1º/08/94.002915-1/SP.: Des. . Decisão: 18/04/94. do CTN estabelece como base de cálculo o preço normal do produto. Para este. 40.. .. nem conflita com as disposições do Gatt. 77). compreendendo na determinação do valor os valores FOB mais CIF..” (TRF-3ª Região.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 39 “Ementa: ... II).328. 3ª Turma.: Des.) “Ementa: .: Des. 2ª Turma.. 10 da Lei 2. alcançaria. II.690..01. 185. Imposto de Importação. 73. 4ª Turma. II... p. Base de cálculo..04.. 20. Rel. Rel.. prevê que.. o valor constante da fatura não se identifica com a base de cálculo do Imposto de Importação. . . a base de cálculo do Imposto de Importação será o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria ao tempo da importação. 6ª Turma.. Federal Wilson Zauhy. 20. necessariamente.” (TRF-1ª Região. A base de cálculo do Imposto de Importação.. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País.. Rel. DJ de 30/09/96. Alíquota ad valorem..19195-8/AM.” (TRF-4ª Região.: Des.. p. a base é sempre o valor constante dos documentos de importação. p. Federal Nelson Gomes da Silva.... Rel. para entrega no porto ou em lugar de entrada do produto no País..537. que tem o nível de lei complementar. Decisão: 06/05/96. Natureza jurídica. A adoção como parâmetro.145. dos valores constantes em publicações especializadas. em uma venda sob condições de livre concorrência.. Base de cálculo. .) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. Federal Sérgio Renato Tejada Garcia. praticado no comércio em condições de livre concorrência.. é o preço normal que o produto. AMS 93. AC 97. que deu nova redação ao art.. I. .. 20. . Taxa de expediente.02941-3/MG.. não prevalecendo..II. Federal Olindo Menezes.01. quando a alíquota seja ad valorem.03. em seu art.46414-2/PR. DJ de 19/07/01.. .. a base de cálculo é variável de acordo com as alíquotas de cada mercadoria. 1º da Lei 7.. não viola aquela regra. ou seu similar. ao tempo da importação. Decisão: 24/06/03. de 29/12/53. Base de cálculo.. A base de cálculo dessa exação não coincide com a do Imposto de Importação. para aquela.. Imposto de Importação. I. DJ de 09/07/03. AMS 89.. O art. No caso de importação de produto com desconto concedido ao importador pelo exportador. . p..

MS 4126/DF. Rel. de direito líquido e certo.. DJ de 11/03/96. . DJ de 28/04/00. II.: Min. no caso.. Inexistência de norma constitucional. Decisão: 06/08/02.. 96. Rel. AMS 97. “Ementa: . § 1º. 6. 21 do CTN).. . 1ª Turma. p. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. Segue-se que a alteração de alíquota estabelecida por motivação econômica de ordem global.” (STJ. independe de prévia audiência dos interessados. Ilmar Galvão. 3º da Lei 3. 153.. por si.. p.... REsp 278501/PR.: Min..: Des..” (TRF-4ª Região.1ª Região ou seja. que estabeleça ser a faculdade do dispositivo constitucional sob enfoque de exercício privativo do presidente da República. . 1ª Seção. I. Rel. Inteiro descabimento da exigência de motivação do ato pelo qual o Poder Executivo exerce a faculdade em apreço. 4ª Turma. DJ de 30/09/02. Decisão: 21/03/00.) “Ementa: . alterar alíquotas referentes ao Imposto de Importação de produtos estrangeiros.01.” (STJ. Alíquotas majoradas pela Portaria Ministerial 201/95. RE 225655/PB.) Art. in casu.. Limites e condições da alteração das alíquotas do Imposto de Importação estabelecidas por meio de lei ordinária. p. o valor da mercadoria importada com o desconto não corresponde ao preço normal que o produto alcançaria nos termos do disposto no art. 167. 2ª Turma. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior...” (STF.244/57.40 Tribunal Regional Federal . O Poder Executivo pode alterar as alíquotas referentes ao Imposto de Importação nas condições previstas em lei. ou legal. p. Federal Eustáquio Silveira.554. da Constituição Federal.. Motivos econômicos de ordem global presos às relações do mercado internacional reclamam do Estado.) .. Decisão: 03/02/98. Imposto de Importação.. pelo art. Rel. Demócrito Reinaldo.. por óbvio o objetivo de ajustar as alíquotas do imposto aos objetivos da política cambial e do comércio exterior (art. Rel. como exigido pelo referido dispositivo constitucional. DJ de 30/05/01. Decisão: 05/12/95... diretrizes e bases da política de importação e exportação. Decisão: 30/11/00. 1ª Turma. Inexistência. Milton Luiz Pereira. 262.17884-2/BA. Faculdade do art.) “Ementa: . p. Federal Márcio Antônio Rocha.) “Ementa: .: Des. nas condições e nos limites estabelecidos em lei.. O Poder Executivo pode.: Min. 21.30250-9/PR.” (TRF-1ª Região. AMS 93.. ao Executivo. DJ de 06/04/98. É lícito. 20 do CTN.. 229. como agente normativo.. nos limites consignados na legislação pertinente.04.

03. 525. p/ acórdão: Des. atendendo aos requisitos legais e independentemente da observância do magno princípio da anterioridade.. p.01456-8/BA. DJ de 16/08/02. de importação. 153.. portanto.092134-1/SP. sendo válida. facultando ao Poder Executivo.. porque a esta não tem direito o importador enquanto não concretizado o fato gerador. Não se deve estender a exigência de lei complementar a hipóteses não previstas na Constituição. AMS 95.027621-9/SP. alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I. Os impostos sobre o comércio exterior. § 1º). atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. Federal Andrade Martins.” (TRF-3ª Região..” (TRF-3ª Região. no caso. 4ª Turma.. Rel. no § 1º do art. p.. 591. faculta ao Poder Executivo.. os quais são excepcionados da regra da anterioridade (CF. .03. Se a política de comércio exterior impõe que se aumente ou reduza o valor da alíquota entre a importação. III. da Constituição Federal. 4) “Ementa: . 497.). AMS 96. são importantes instrumentos de política extrafiscal do governo. a portaria ministerial correspondente (art.: Des.. DJ de 22/01/02.. CF/ 88.. Da leitura do art.. alterar as alíquotas desses impostos. I.. O produto importado estará sujeito ao pagamento do imposto respectivo pela alíquota vigente no momento da ocorrência do fato gerador. II. 150. . parágrafo único.. Rel. 6ª Turma. AMS 95. A faculdade de alteração das alíquotas do Imposto de Importação constitui exceção ao princípio da legalidade e foi conferida ao Poder Executivo.” (TRF-3ª Região. Decisão: 19/06/01. DJ de 23/10/01.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 41 “Ementa: . c/c o art.) “Ementa: . § 1º. p. 153. Decisão: 29/05/02... tanto que a Constituição Federal.: Des. Federal Salette Nascimento. 21 do CTN.. tendo excepcionado a Lei Maior.. AMS 96. É inquestionável o caráter nitidamente extrafiscal do Imposto de Importação. Rel. III.044870-2/SP. DJ de 24/07/02.) “Ementa: . Federal Mairan Maia. Decisão: 12/12/01.. p. IV e V. e não apenas ao presidente da República. . 6ª Turma. A faculdade de alteração das alíquotas do Imposto de Importação foi concedida ao Poder Executivo e não apenas ao presidente da República.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado).01. permitindo-se ao Poder Executivo alterar a alíquota do imposto para ajustá-la aos objetivos da política cambial e do comércio exterior..” (TRF-1ª Região.03. II.. . 2ª Turma Suplementar.) “Ementa: . depreende-se ter o Imposto de Importação cunho extrafiscal. a chegada da mercadoria ao País e o momento de seu desembaraço aduaneiro... II. 153.. não se pode invocar o princípio da segurança jurídica como respaldo a invocado direito ao pagamento de alíquota menor... . Decisão: 06/08/01.. art. Rel..

a portaria também se fundamenta na Lei 8.40979-2/CE. para o estrangeiro.42 Tribunal Regional Federal . 22.1ª Região Além do respaldo da Lei 8..01. exerce este as suas funções próprias. 2ª Turma. • Vide Súmula 660 do STF: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto.. O Imposto.) “Ementa: . nos termos do inciso II do art. . 32 do Decreto-Lei 37. Decisão: 15/08/01. O agente marítimo não é considerado contribuinte do Imposto de Importação devido ao se verificar a falta de mercadorias importadas. que definiu princípios de política agrícola e considerou ‘concorrência desleal ou predatória’ a outorga de subsídios diretos ou indiretos no país de origem. .. Federal Baptista Pereira.. Rel. 23.174. na conferência aduaneira.085. DJ de 05/02/03.. p. quando. p.02.019853-2/ES. DJ de 25/04/97..: Des. Rel. Decisão: 17/04/02. na importação de mercadoria. Contribuinte do imposto é: I. de competência da União.” II. em função da qual se procedeu a outorga de competência ao então Ministro da Economia..: Des. 84. sobre a Exportação. 27. AC 96.738. de 30/01/91.. 3ª Turma. INAMS 93.. o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. AC 2001. . Fazenda e Planejamento para poder alterar as alíquotas do tributo em questão. a não ser quando caracterizada a sua qualificação de depositário. “Ementa: .03. Federal Guilherme Couto. Mas não se pode atribuir a responsabilidade pelo pagamento ao agente marítimo. pois considerado ocorrente o fato gerador. Rel.. de 23/10/90.05. .. o importador ou quem a lei a ele equiparar.008408-5/SP.. Decisão: 18/12/96.) SEÇÃO II Imposto sobre a Exportação Art. I.” (TRF-3ª Região.) Art. Federal Castro Meira. de produtos nacionais ou nacionalizados tem como fato gerador a saída destes do território nacional. ainda quando apurada a falta ou a diminuição do peso da mercadoria... p. DJ de 10/10/01. 693.” (TRF-2ª Região.. O Imposto de Importação é devido pelo seu total.” (TRF-5ª Região.: Des.

... RE 223796/PE. Ocorrência do fato gerador. ocorreu o fato gerador do Imposto de Exportação. AMS 97. Garcia Vieira... 1ª Turma... Imposto de Exportação... Por ficção.. o legislador considera ocorrido o fato gerador do Imposto de Exportação no momento da expedição da guia de exportação ou do documento equivalente. Decisão: 09/02/99. não é cabível a aplicação de tal percentual no caso e consoante o disposto na legislação de regência. Decisão 16/10/01.. DJ de 14/12/01..... Rel.04. Federal Newton de Lucca.) . 939. p.. qualquer produto nacional ou nacionalizado está sujeito ao Imposto de Exportação.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 43 • Vide Súmula 536 do STF: “São objetivamente imunes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias os ‘produtos industrializados’..” (TRF-4ª Região.. 101. p.05.72432-2/RS... II. p..) “Ementa: . cuja isenção a lei determinar.. REsp 384401/SC...: Min.: Des. . 567. que estabeleceu a alíquota de 40% do tributo.) “Ementa: . porquanto tal registro equivale à guia de exportação. Federal Fernando Quadros da Silva..) “Ementa: . Rel. . consoante o § 1º do art.. Ellen Gracie. Federal Manuel Maia. salvo isenção legalmente prevista.. DJ de 15/05/02.. . 1ª Turma. 6º do Decreto 660/92. Uma vez obtido. o registro de vendas junto ao Siscomex....” (STJ. . DJ de 25/11/97.42147-5/PE. DJ de 24/03/99..” “Ementa: ...: Des..) “Ementa: . destinados à exportação.725. além de outros..03. com a mesma destinação... 85.091157-7/SP. Decisão: 26/02/02.: Min. AMS 99.” (STF. . AMS 96. Nos termos do art.” (TRF-3ª Região. o que não ocorre no caso do polietileno. O fato gerador do Imposto de Exportação é o registro informatizado das operações de exportação no Siscomex. Decisão: 18/04/02. 4ª Turma. Ocorrido o fato gerador. 210. Rel.” (TRF-5ª Região. Rel. p. 3ª Turma. em geral. em data anterior à publicação da Resolução Bacen 2.. DJ de 25/03/02. I. Ocorrido o fato gerador do Imposto de Exportação com o registro de vendas no Siscomex..: Des. não importando que o embarque se dê somente após a alteração da alíquota... Decisão: 08/10/97. pelo exportador.. . Imposto de Exportação. p. 23 do CTN-66.163/95. Fato gerador: registro no Sistema Integrado de Comércio Exterior – Siscomex... surge para o exportador o direito de ver seu produto tributado nas bases da legislação então vigente. Rel. . 1ª Turma. . I.

. p...00.” (STJ. 25..” (TRF-5ª Região. 24. deduzidos os tributos diretamente incidentes sobre a operação de exportação e.05. Para os efeitos do inciso II.: Des. DJ de 27/03/03. Federal Nereu Santos. a unidade de medida adotada pela lei tributária.: Des. que age por meio do CMN.. 4. Adhemar Maciel.. considera-se a entrega como efetuada no porto ou lugar da saída do produto. Art.. DJ de 06/04/98. sendo o Bacen mero executor. quando a alíquota seja específica. Rel. Decisão: 12/11/02. A base de cálculo do imposto é: I.. Decisão: 12/11/97. passou a lei a admitir como sendo esse momento o da expedição da guia de exportação ou documento equivalente. II. II.. alcançaria. excedente de valor básico... AMS 2002. Federal Castro Meira. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto.. “Ementa: . A Constituição Federal remete ao Poder Executivo. o custo do financiamento.003628-8/PE. p. em uma venda em condições de livre concorrência. ... e até o dever.” (TRF-5ª Região. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto na data do registro de exportação junto ao Siscomex. O Poder Executivo pode. de alterar a alíquota do Imposto de Exportação. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. reduzir ou aumentar a alíquota. Rel. o preço normal que o produto. 311. II.. quando a alíquota seja ad valorem. MS 4772/DF. A lei pode adotar como base de cálculo a parcela do valor ou do preço. 447.. nas vendas efetuadas a prazo superior aos correntes no mercado internacional. p. a fim de ajustá-los aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. Decisão: 29/03/01.0051717/PE.. 1ª Turma. O fato gerador do Imposto de Exportação é a saída dos produtos nacionais ou nacionalizados do território nacional para o exterior.) “Ementa: . . Por ficção jurídica.) Art. ao tempo da exportação.05. II. REO 2000.. Rel. 1ª Seção.44 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . Art. fixado de acordo com os critérios e dentro dos limites por ela estabelecidos.: Min. por motivos conjunturais.. 26.. ou seu similar. Parágrafo único.1ª Região “Ementa: . referidos no artigo anterior.00.. Não se nega ao Executivo o direito. DJ de 1º/06/01.

3ª Turma. previstos no art.. em seu art.. 2ª Turma.14714-5/RS. Decisão: 17/11/98.04.. DJ de 08/11/95. Rel.. .027017-2/SP..) “Ementa: . p. IV. AMS 96. AGMS 95. p.) “Ementa: . com reserva das condições e limites estabelecidos pela lei para a realização de tais alterações.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 45 III. 388. 76. alterar as alíquotas do Imposto de Exportação (§ 1º do art. ..32679-0/RS. Federal Vilson Darós.. Federal Fábio Rosa. 153. DJ de 03/03/99.. A CF/88 não recepcionou toda a legislação anterior sobre Imposto de Exportação. as alíquotas tanto do Imposto de Importação quanto do Imposto de Exportação.. A alteração de alíquotas do Imposto de Exportação por ato do Poder Executivo constitui faculdade outorgada pela própria Constituição Federal (art. para efeito de sua imediata exigibilidade.08.. 25 do ADCT.” (TRF-4ª Região. DJ de 06/08/03. AMS 95.. 121. Federal Baptista Pereira. § 1º atribui ao Poder Executivo a alteração das alíquotas de determinados impostos. disciplinado pelo Decreto-Lei 1. § 1º) e não se trata de delegação ao Congresso Nacional. 669. 153... 160. Rel. 153 da CF). . Federal Maria Lúcia Luz Leiria. Federal Vânia Hack de Almeida. III.: Des.43082-1/SC. é facultado ao Poder Executivo.720. Decisão: 19/01/99..) “Ementa: . 1ª Turma.” (TRF-4ª Região. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei..04.: Des..) “Ementa: . Decisão: 18/06/03. restringindo à modificação da alíquota – e não mais da base de cálculo – a atuação do Poder Executivo. Decisão: 22/09/95. I a VII. 1ª Turma. p.. Rel. sendo inaplicável o art.42114-8/RS..000017-0/PR.. 150. Em tema de impostos sobre comércio exterior.. A Constituição Federal atribuiu ao Poder Executivo competência para alterar a alíquota do Imposto de Exportação (art.: Des. Contribuinte do imposto é o exportador ou quem a lei a ele equiparar.: Des. .” (TRF-4ª Região. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. p. Rel.04. Decisão: 10/12/98.578/77.70. AMS 95.: Des. AMS 2001. É o caso do Imposto de Exportação. § 1º). 153. Rel..) “Ementa: .. . DJ de 17/02/99. p.” (TRF-4ª Região. 27. 5ª Turma.03.” (TRF-4ª Região. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei – e independentemente de observância do postulado constitucional da anterioridade – alterar...04.. DJ de 09/12/98. 416..) Art. DJ de 11/06/03.. A Constituição Federal.” (TRF-3ª Região. Possibilidade de o Poder Executivo. Rel..: Des.. p. . Decisão: 14/11/01.. AMS 96. 2ª Turma.

. DJ de 13/08/92. CAPÍTULO III Impostos sobre o Patrimônio e a Renda SEÇÃO I Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Art. A simples declaração de bens. 29 e 31 do CTN.. p. 469. 28. 23. O fato gerador do ITR é a propriedade. 29). AC 90. 152. p. II.) ..: Min. A receita líquida do imposto destina-se à formação de reservas monetárias... o domínio útil ou a posse de imóvel rural.. Rel.02. .: Des. Decisão: 29/06/ 92.) “Ementa: . DJ de 03/12/02.. Decisão: 17/12/02. 6ª Turma. AC 92.” (TRF-2ª Região.1ª Região Art. sendo seu contribuinte o proprietário do imóvel. art. desnecessário o registro da escritura comprovando a alienação do imóvel como condição para executar-se o novo proprietário. 29. o domínio útil ou a posse de bem localizado fora da zona urbana do Município (art. de desistência da posse.) “Ementa: . Rel. DJ de 13/05/93..12437-6/GO. Exegese dos arts. Federal Poul Erik Dyrlund. o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título. Federal Adhemar Maciel.. Eliana Calmon.. 29).. Rel. . . Decisão: 14/04/93. O imposto. Decisão: 13/11/02... 2ª Turma. p.01. o domínio útil ou a posse de imóvel por natureza. localizado fora da zona urbana do Município. 3ª Turma.: Des. . O Imposto Territorial Rural tem como fato gerador: a propriedade. não é.. REsp 354176/SP. DJ de 10/03/03.01. p. Se o contribuinte é o proprietário. Rel.: Des.37936-9/ RJ.” (TRF-1ª Região. 17.. sobre a propriedade territorial rural tem como fato gerador a propriedade. em Imposto de Renda. na forma da lei. como definido na lei civil..) “Ementa: .. Em ordem de preferência. de competência da União.” (TRF-1ª Região. “Ementa: .46 Tribunal Regional Federal .. a incidência do ITR recai primeiro sobre a propriedade rural.” (STJ..847. 3ª Turma.. REO 97... I..487. A posse é um dos fatos geradores do ITR. Federal Vicente Leal.03574-4/RO. isoladamente.. II. suficiente para ilidir o pagamento do Imposto Territorial Rural (CTN.

Rel..1ª Região. 74. Rel. 30). ITR. Rel. 3. p. Taxa de conservação de estradas.” (TRF-1ª Região.01. . se o imóvel é alienado.. desnecessário o registro da escritura comprovando a alienação do imóvel como condição para executar-se o novo proprietário.” (TRF-1ª Região. 2ª Turma Suplementar. 96 e 100. O ITR tem como sujeito passivo o proprietário. p. 103.. Decisão: 17/12/02.. . Rel. REO 94. . Contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. 3ª Turma.. o possuidor ou titular do domínio útil (art. AC 1999. arts.” (STJ..: Min... Decisão: 18/06/02.379475/MG.... p. p. I.. a norma que estabelece a base de cálculo do ITR (CTN. o responsável pelo tributo é o novo proprietário (art. I). o titular de seu domínio útil.. AMS 1998. do CTN).. . II.03.074308-9/MG. 152.... 30. Rel..) Art. art...) “Ementa: . .38. Incoincidência de sua base de cálculo com a base de cálculo do ITR.847/94).. .. A base de cálculo do ITR é o valor fundiário do imóvel. ou o seu possuidor a qualquer título... I. Tendo o tributo em questão por base de cálculo parcela de custo do referido serviço. no exercício anterior.) .” (TRF .217. REsp 354176/SP.) “Ementa: .” (STJ. . Decisão: 06/03/91. DJ de 25/03/91.002761-4/MG.01. Base de cálculo (CTN.. Eliana Calmon. DJ de 17/12/02. DJ de 10/03/03. Se o contribuinte é o proprietário.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado).. “Ementa: . Ilmar Galvão. DJ de 08/08/02. p. 31 do CTN).. REsp 7421/SP.. I.) “Ementa: Imposto Territorial Rural (ITR). 183. 30). com expressa autorização legal (Lei 8. 131.. I. art. DJ de 12/02/99. ....: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. ... resultante da divisão do custo total pelo número de propriedades rurais beneficiadas.00. . A base do cálculo do imposto é o valor fundiário. 2ª Turma. que é o valor fundiário do referido bem. Decisão: 29/10/02.. Decisão: 16/10/98.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). 4ª Turma.. “Ementa: .... Não é ilegal a Instrução Normativa 42/96 da Secretaria da Receita Federal (SRF).: Min.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 47 Art. 2ª Turma. não há possibilidade de coincidência com a base de cálculo do ITR.. o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título. 31. uma vez que apenas complementa (CTN..

.. 4ª Turma. Art... Decisão: 04/11/93. Federal Carlos Olavo. observado o requisito mínimo da exis- . 31.. art. DJ de 13/07/94. . 37. Decisão: 12/06/02.01.” • Vide Súmula 668 do STF: “É inconstitucional a lei municipal que tenha estabelecido.. antes da Emenda Constitucional 29/2000.. Federal Fábio Rosa.. O alienante não é responsável pelos fatos geradores ocorridos após a alienação.. salvo se destinada a assegurar o cumprimento da função social da propriedade urbana.” § 1º Para os efeitos deste imposto. p. Federal Ridalvo Costa.. p. sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana tem como fato gerador a propriedade. alíquotas progressivas para o IPTU..) “Ementa: . titular do domínio útil ou possuidor de imóvel territorial rural.” (TRF-1ª Região. 31 do CTN estabelece a incidência do ITR inclusive tendo por sujeito passivo o ‘possuidor a qualquer título’. 31 do CTN-66. AC 93.716.” (TRF-4ª Região. 3ª Turma. 32. 1ª Turma.: Des.17892-9/MG. • Vide Súmulas 583 do STF: “Promitente comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do Imposto Predial Territorial Urbano. . DJ de 17/03/99.04. Decisão: 26/01/99. O Imposto... entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. localizado na zona urbana do Município. I.) SEÇÃO II Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana Art.04573-5/PR. O contribuinte do ITR é o proprietário. Rel. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física. 486. de competência dos Municípios. o titular de seu domíno útil.04. DJ de 07/08/02.05. Decisão: 17/05/94.. Rel...: Des. REO 96.) “Ementa: . II..: Des.. p. O art. ...: Des. AC 93. (Art. Federal Fábio Rosa.26610-0/PE... 1ª Turma.1ª Região “Ementa: .” (TRF-4ª Região. Contribuinte do Imposto Territorial Rural é o proprietário do imóvel. Rel. DJ de 18/03/94.) “Ementa: .163749/RS. como definido na lei civil. 31 do CTN)..48 Tribunal Regional Federal .” (TRF-5ª Região.. ou o seu possuidor a qualquer título – CTN. II. . 39. AC 97. Rel.

005489-3/MG.. Rel.. construídos ou mantidos pelo Poder Público: I.: Des...: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). ou de expansão urbana. domínio útil ou propriedade do imóvel urbano. DJ de 15/01/97.03. escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros do imóvel considerado. . Decisão: 21/11/96. 2ª Turma Suplementar. rede de iluminação pública.. 3ª Turma. e não ao executado.71.) “Ementa: .: Des. AC 2001..... II.) “Ementa: . abastecimento de água. AC 97.” (TRF-3ª Região. à indústria ou ao comércio. Decisão: 18/02/03. com canalização de águas pluviais. IV. arts..) “Ementa: . DJ de 13/03/03... o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou acessão física.. I. V. 333. constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes. .. art. DJ de 28/08/02.. III.. destinados à habitação. Decisão: 06/08/02. Rel. p..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 49 tência de melhoramentos indicados em pelo menos dois dos incisos seguintes.00..083550-3/SP.. AC 1998..) .005376-1/RS. 215. como definido na lei civil..13616-6/RS. 32 e 34). de Almeida. 114. O IPTU tem como fato gerador a propriedade. sistema de esgotos sanitários.: Des. 1. Tendo o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) por fato gerador a propriedade de bem imóvel (CTN.. conforme inteligência do art. o domínio útil ou a posse de bem imóvel. p.04. O fato gerador da obrigação tributária é a propriedade. 655. meio-fio ou calçamento. incumbe ao exeqüente. I. . com ou sem posteamento para distribuição domiciliar. Federal Wellington M. DJ de 23/04/03.” (TRF-4ª Região. I). I.” (TRF -1ª Região.00. 2ª Turma.. 32. Rel.037. p. mesmo que localizados fora das zonas definidas nos termos do parágrafo anterior. caput. o ônus quanto à prova dela (CPC. Federal Nery Junior. AC 94.. Federal Vilson Darós. § 2º A lei municipal pode considerar urbanas as áreas urbanizáveis. Rel. 32 do CTN-66. p. 2ª Turma.” (TRF -4ª Região. do CTN). localizado na zona urbana do Município (art. . Decisão: 19/02/03.01. O IPTU é devido em razão de posse. “Ementa: .

. Decisão: 12/08/99. Rel. . Carlos Velloso.. A base do cálculo do imposto é o valor venal do imóvel. não sendo... CTN.... p. DJ de 05/11/99.. pois. 33. art. 33)... 3ª Turma... a mesma base de cálculo do IPTU.” Parágrafo único. IPTU.. Rel.” (TRF-1ª Região.) .. 227. ao Município. 145. alterando a base de cálculo..) “Ementa: . . que incide sobre o valor venal do bem.. do Código Tributário Nacional. 55. Na determinação da base de cálculo. REsp 324723/SP. II. 33. Art. que apenas pode fixar critérios de atualização monetária do valor venal concreto do exercício fiscal anterior (arts. AC 1998. Não é possível. 33 e 97. não tem a mesma base de cálculo do IPTU. p. a esse fundamento.: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado).: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado).00.” • Vide Súmula 160 do STJ: “É defeso. ser tomado em linha de conta na determinação da alíquota da taxa de coleta de lixo. daí não violar o disposto no art. cf... Decisão: 04/12/98. art. § 2º. p. • Vide Súmula 589 do STF: É inconstitucional a fixação de adicional progressivo do Imposto Predial e Territorial Urbano em função do número de imóveis do contribuinte.) “Ementa: . DJ de 05/04/02. A base de cálculo da TFLF é a área do imóvel. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. que é calculado sobre o valor venal do imóvel. A Taxa Sanitária criada pelo Município de Belo Horizonte. Valor Venal. mediante decreto.. Decisão: 26/06/01. pois. CTN).38613-0/MG.” (STJ.. p.. exploração. III. ...01..01. 33. § 2º. Milton Luiz Pereira.” (STF. não quer dizer que teria essa taxa base de cálculo igual à do IPTU: o custo do serviço constitui a base imponível da taxa. 3ª Turma. AC 96. Somente a lei pode determinar se pode modificar a base de cálculo. caput. a reavaliação por genérico decreto executivo. no imóvel. da Constituição da República. Decisão: 26/08/99. para efeito de sua utilização. DJ de 1º/07/02. 369. não se considera o valor dos bens móveis mantidos. .: Min. 36. Rel.1ª Região Art. incidindo sobre a área do imóvel. não tendo. Tribunal Pleno.011262-4/MG. . aformoseamento ou comodidade.: Min..50 Tribunal Regional Federal . atualizar o IPTU.) “Ementa: . 1ª Turma. O fato de um dos elementos utilizados na fixação da base de cálculo do IPTU – a metragem da área construída do imóvel – que é o valor do imóvel (CTN. inconstitucional. Rel. em caráter permanente ou temporário. “Ementa: . RE 232393/SP... I. DJ de 06/08/99.” (TRF-1ª Região. I. Base de cálculo.

Possuidor.. DJ de 17/03/00.: Min. 34 do CTN. 2ª Turma. REsp 325489/SP. resulta indevido o tributo. Federal Hilton Queiroz.008230-0/BA. Rel. 81..) “Ementa: . Não sendo contribuinte o possuidor e confundindo-se. Contribuinte..” (TRF-1ª Região. como tal.... Base de cálculo idêntica à do IPTU. Rel. Rel...” “Ementa: .. DJ de 24/02/03. 34. Decisão: 08/10/99.. Decisão: 27/05/03. IPTU. O comodatário é possuidor por relação de direito pessoal e... AC 95.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). O IPTU é imposto que tem como contribuinte o proprietário ou o possuidor por direito real que exerce a posse com animus definitivo – art. . 34 do CTN. .” (STJ. Art. Rel. o titular do seu domínio útil. . Decisão: 02/10/01. II. ressai induvidosa a insubsistência do título executivo.33. O contribuinte do IPTU é o proprietário do imóvel tributado e não quem o alienou. • Vide Súmula 539 do STF: “É constitucional a lei de município que reduz o Imposto Predial Urbano sobre imóvel ocupado pela residência do proprietário que não possua outro.. 174.: Des.) Art.) “Ementa: .. 217. as posições de proprietário do imóvel e de sujeito ativo para a cobrança do IPTU. DJ de 13/06/03. O contribuinte do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana é o proprietário do imóvel. o valor venal do imóvel.00.. AC 2000. o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor .. qual seja. I. p.. Contribuinte do IPTU é o proprietário do imóvel urbano. ou o seu possuidor a qualquer título....: Min. I. Idêntica a base de cálculo da taxa municipal em comento àquela do IPTU. . p. Decisão: 19/11/02.36005-9/BA...” (TRF-1ª Região. 297.. I.01.” • Vide Súmula 583 do STF: “Promitente-comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do Imposto Predial Territorial Urbano. no Município. DJ de 18/02/02.) “Ementa: . p. p. Taxa Municipal de Serviços Públicos. Francisco Peçanha Martins.. . I.... 2ª Turma. não é contribuinte do IPTU do imóvel que ocupa. III. REsp 247164/SP.. 4ª Turma. Eliana Calmon. Contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel.” (STJ..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 51 “Ementa: . 4ª Turma..

de competência dos Estados. da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis. com a homologação do juiz. p. 20.” • Vide Súmula 114 do STF: “O Imposto de Transmissão Causa Mortis não é exigível antes da homologação do cálculo. Decisão: 04/03/97. como definidos na lei civil.515.05. Nas transmissões causa mortis.” II.. ocorrem tantos fatos geradores distintos quantos sejam os herdeiros ou legatários. • Vide Súmula 112 do STF: “O Imposto de Transmissão Causa Mortis é devido pela alíquota vigente do tempo da abertura da sucessão.” • Vide Súmula 329 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a transferência de ações de sociedade imobiliária.. Rel. O Imposto.” (TRF-5ª Região.12521-8/PB. Parágrafo único.52 Tribunal Regional Federal . exceto os direitos reais de garantia. DJ de 04/04/97. a qualquer título. sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos tem como fato gerador: I.) SEÇÃO III Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos Art.” • Vide Súmula 115 do STF: “Sobre os honorários do advogado contratado pelo inventariante. a cessão de direitos relativos às transmissões referidas nos incisos I e II. de direitos reais sobre imóveis. III. 2ª Turma.: Des.” • Vide Súmula 328 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a doação de imóvel. por natureza ou por acessão física. . a transmissão. não incide o Imposto de Transmissão Causa Mortis. a transmissão.” . Federal Araken Mariz.. a qualquer título.1ª Região a qualquer título. • Vide Súmula 326 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a transferência do domínio útil. 35. REO 96.

.) “Ementa: .” (STF. Rp 1211/RJ. 1ª Turma. Garcia Vieira. Rel.” (STJ. incide a exação. REsp 5118/MG.: Min. 91.. O compromisso de compra e venda e a promessa de cessão de direitos aquisitivos. 1ª Turma. O fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – ITBI é a transmissão do domínio do bem imóvel.. Pela abertura da sucessão...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 53 • Vide Súmula 331 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Causa Mortis no inventário por morte presumida. Eliana Calmon. 156. com o óbito e no dia deste. Otávio Gallotti.. inconstitucional a norma que os erige em fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos. DJ de 28/03/94. Rel. DJ de 09/12/02. Milton Luiz Pereira. p.” “Ementa: .: Min.. A jurisprudência do STJ assentou o entendimento de que o fato gerador do ITBI é o registro imobiliário da transmissão da propriedade do bem imóvel. II. ainda que irretratável ou irrevogável. REsp 1066/RJ. Somente após o registro. DJ de 05/06/87. I. p. desde logo. 6. p... p.112. da CF/88. Decisão: 14/12/94.) “Ementa: . II.” (STJ. Decisão: 04/04/00. Decisão: 21/11/02... DJ de 20/02/95. p.. AGA 448245/DF. do domínio sobre o imóvel.. 35. dada a sua natureza de contratos preliminares no Direito Privado brasileiro...291. Rel.. I. . ocorrendo a transmissão do domínio e posse dos bens do de cujus aos herdeiros legítimos ou testamentários.150.” (STJ. I. define-se o fato gerador do Imposto de Transmissão dos Bens Imóveis – ITBI.. DJ de 22/05/00. Decisão: 02/03/94. Luiz Fux.. Rel. do CTN e art..) .: Min.. 1ª Turma. no momento da abertura da sucessão do promitente vendedor. sendo..” (STJ. 11. Decisão: 30/04/87. portanto..) “Ementa: .. não constituem meios idôneos à transmissão.... .. Rel.) “Ementa: . O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos tem como fato gerador a transmissão da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis e não simples celebração de contrato de promessa de compra e venda. pelo registro.” • Vide Súmula 590 do STF: “Calcula-se o Imposto de Transmissão Causa Mortis sobre o saldo credor da promessa de compra e venda de imóvel. 1ª Turma. 3.. .: Min. nos termos do art... 2ª Turma. .: Min. REsp 57641/PE. 309.

36.: Min.. sem registro. 104.. em decorrência da sua desincorporação do patrimônio da pessoa jurídica a que foram conferidos. DJ de 11/12/00. “Ementa: . . p. Rel. . Humberto Gomes de Barros.. quando efetuada para sua incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica em pagamento de capital nela subscrito..” (STJ... p. Decisão: 13/02/01.. O ITBI tem como fato gerador a transmissão de bens imóveis. 135. REsp. O imposto não incide sobre a transmissão aos mesmos alienantes.” (TRF-4ª Região. Rel. Parágrafo único. Decisão: 14/11/00. O registro imobiliário é o fato gerador do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. 253364/DF... REO 94. 1ª Turma.. Decisão: 24/06/99.: Min.. Promessa de compra e venda de imóvel. a pretensão de cobrar o ITBI antes do registro imobiliário contraria o ordenamento jurídico... Art.04. REsp 264064/DF. Ressalvado o disposto no artigo seguinte. 37. 1ª Turma..: Min..) “Ementa: .. dos bens e direitos adquiridos na forma do inciso I deste artigo. na conformidade da Lei Civil. II.. A propriedade imobiliária apenas se transfere com o registro do respectivo título (Código Civil. não transfere a propriedade e não constitui fato gerador do ITBI. . O fato gerador do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ocorre com a transferência efetiva da propriedade ou do domínio útil.: Des. Garcia Vieira. .. 180). Rel.1ª Região “Ementa: . p. art.) “Ementa: . Francisco Peçanha Martins.... com o registro no cartório imobiliário. Decisão: 16/06/00. quando decorrente da incorporação ou da fusão de uma pessoa jurídica por outra ou com outra. e a arrematação importa transmissão ao arrematante dos direitos do executado na coisa penhorada. I. O disposto no artigo anterior não se aplica quando a pessoa jurídica adquirente tenha como atividade preponderante a venda ou locação de propriedade imobiliária ou a cessão de direitos relativos à sua aquisição. II.” (STJ. Assim. DJ de 04/09/00. Rel.54 Tribunal Regional Federal . Federal Hermes S..” (STJ...) Art. equiparando-se à compra e venda. o imposto não incide sobre a transmissão dos bens ou direitos referidos no artigo anterior: I. 497. DJ de 16/04/01.478652/PR. da Conceição Jr. . 2ª Turma. 2ª Turma.. ROMS 10650/DF. 530). DJ de 1º/09/99. p.

tornarse-á devido o imposto.” • Vide Súmula 110 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a construção.” • Vide Súmula 470 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a construção. inequivocamente. na conformidade da legislação local. quando realizada em conjunto com a da totalidade do patrimônio da pessoa jurídica alienante. § 2º Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição.” Art. decorrer de transações mencionadas neste artigo. realizada pelo adquirente. realizada. ou parte dela. nos 2 (dois) anos anteriores e nos 2 (dois) anos subseqüentes à aquisição.” • Vide Súmula 108 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre o valor do imóvel ao tempo da alienação. a sua imunidade fiscal não compreende o Imposto de Transmissão Inter Vivos. ou parte dela. de imóvel que deixou de servir à finalidade da sua desapropriação. mas sobre o que tiver sido construído ao tempo de alienação do terreno. mas sobre o valor do que tiver sido construído antes da promessa de venda. • Vide Súmula 113 do STF: . apurar-se-á a preponderância referida no parágrafo anterior levando em conta os 3 (três) primeiros anos seguintes à data da aquisição. § 3º Verificada a preponderância referida neste artigo. 38. § 4º O disposto neste artigo não se aplica à transmissão de bens ou direitos.” • Vide Súmula 111 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a restituição. pelo promitente-comprador. A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. sobre o valor do bem ou direito nessa data. que é encargo do comprador.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 55 § 1º Considera-se caracterizada a atividade preponderante referida neste artigo quando mais de 50% (cinqüenta por cento) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente. ou menos de 2 (dois) anos antes dela. nos termos da lei vigente à data da aquisição. e não da promessa. ao antigo proprietário. • Vide Súmula 75 do STF: “Sendo vendedora uma autarquia.

Decisão: 24/08/99. observada a resolução expedida por essa Casa Legislativa. Maurício Corrêa.” (STJ. pode o Fisco arbitrar a base de cálculo do referido imposto. Rel.. José Delgado.016671-0/RS. 17. p. Decisão: 07/11/02. Federal Edgard A. 1ª Turma.. DJ de 06/11/00. AgRRE 224786/PE...) “Ementa: . REsp 261166/SP. .. desde que atendida a determinação do art..56 Tribunal Regional Federal . DJ de 1º/10/93.01.04.. 1ª Turma. Base de cálculo. Ao Senado Federal compete a fixação da alíquota máxima para a cobrança do Imposto de Transmissão Causa Mortis.” (STF... . AgRAI 147490/RS.: Min. 192.... Rel.. AG 2002. Rel. Lippmann Junior. Ilmar Galvão. . Diante da existência de resolução reguladora da matéria. que distinguirá. Uma vez que o valor da avaliação do imóvel foi o que serviu para a praça judicial. sob invocação do § 3º do art. Rel. 513.. A alíquota do imposto não excederá os limites fixados em resolução do Senado Federal. cabendo aos Estados a definição da alíquota interna exigível.. 20. para efeito de aplicação de alíquota mais baixa. 4ª Turma. não restou espaço para o legislador estadual dispor acerca da alíquota do tributo.. ITBI. as transmissões que atendam à política nacional de habitação. é esse o valor que servirá como base de cálculo para a expedição da guia de pagamento do ITBI. p.1ª Região “O Imposto de Transmissão Causa Mortis é calculado sobre o valor dos bens na data da avaliação. mediante lei específica. DJ de 04/12/02. p.. p. relativamente à transferência. 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.... . DJ de 04/02/00. . compatível com o novo Texto. 148 do CTN.) Art.: Min.: Min. caso a importância declarada pelo contribuinte se mostre nitidamente inferior ao valor de mercado.. Decisão: 14/09/93. Constituindo o valor do bem transmitido a base de cálculo do ITBI.” “Ementa: . I.” (STF.. Decisão: 12/09/00. • Vide Súmula 656 do STF: “É inconstitucional a lei que estabelece alíquotas progressivas para o Imposto de Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis – ITBI com base no valor venal do imóvel.217.: Des... 39.. A nova Carta Constitucional manteve a antiga regra de que cabe ao Senado Federal estabelecer as alíquotas máximas do Imposto de Transmissão Causa Mortis.. 2ª Turma.) .” (TRF-4ª Região.” “Ementa: ..) “Ementa: .

” SEÇÃO IV Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza ..: Min. Art.322. 35 e 42 do Código Tributário Nacional. AgRAI 150617/RS. Contribuinte do imposto é qualquer das partes na operação tributada. como dispuser a lei. ou seja. 43. lacuna.470/58. DJ de 19/10/89.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 57 “Ementa: . ou sobre que versarem os direitos cedidos. O imposto compete ao Estado da situação do imóvel transmitido. Não há como falar em transgressão ao art.) Art. 155. na conformidade da legislação local. Rel.02672-8/RJ. §§ 3º e 4º. 40. DJ de 20/08/93. mesmo que a mutação patrimonial decorra de sucessão aberta no estrangeiro. 34.. como previsto no art. pressupõe incompatibilidade. a título do imposto de que trata o art. Desde que vigente a Lei 3..) Art. sobre o provento decorrente da mesma transmissão.. 42. valendo notar que. 2ª Turma. Marco Aurélio. 23 – a atual reserva ao Senado Federal a fixação das alíquotas referentes ao Imposto Causa Mortis – inciso IV do art.” (STF. p. (TRF-2ª Região. 41. 2ª Turma. Já o art. ”. é devido o Imposto sobre Lucro Imobiliário. para ensejar a atividade dos Estados. pela regra inserta no § 5º desse artigo. e não da promessa.: Des. Impossível é perquirir da lacuna indispensável a que se tenha como legítima a atuação da unidade federativa prevista no § 3º do art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias quando o provimento judicial repousa nessas premissas. 43. Decisão: 22/06/93. nas transmissões de bens imóveis e direitos a eles relativos. “Ementa: .. Decisão: 13/09/89. 34 referido. 16. o afastamento da legislação anterior.02. sendo aplicáveis os arts. ressalva que o total devido é dedutível daquele devido à União. O montante do imposto é dedutível do devido à União. Federal Julieta Lídia Lunz.172/66). AMS 89. 40 do Código Tributário Nacional (Lei 5. Tal como previsto na Carta pretérita – § 2º do art. • Vide Súmula 108 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre o valor do imóvel ao tempo da alienação.. Rel.

está isento do Imposto de Renda.446. em pagamento de serviços técnicos. ali prestados por empresa estrangeira. não a justificando simples atraso na escrita.” • Vide Súmula 136 do STJ: “O pagamento de licença-prêmio não gozada por necessidade do serviço não está sujeito ao Imposto de Renda. de renda.” • Vide Súmula 174 do TFR: “A partir da vigência do Decreto-Lei 1. de 1976.” • Vide Súmula 176 do TFR: “O Imposto de Renda na fonte.58 Tribunal Regional Federal . sem prejuízo das isenções previstas no Decreto-Lei 1.1ª Região Art. 43.” • Vide Súmula 130 do TFR: “No cálculo do Imposto de Renda. relativo a rendimentos decorrentes da exploração de película cinematográfica estrangeira. o Imposto de Renda incide na fonte sobre a remessa de divisas para o exterior. não se inclui o ágio cambial pago na aquisição da moeda estrangeira a ser remetida para o exterior a título de juros devidos. de 1975.418. em decorrência de desapropriação amigável ou judicial.” • Vide Súmula 100 do TFR: “O lucro obtido com a exportação de açúcar demerara. II. sobre a Renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica: I. de assistência técnica.” • Vide Súmula 215 do STJ: . a desclassificação da escrita somente se legitima na ausência de elementos concretos que permitam a apuração do lucro real da empresa.” • Vide Súmula 125 do STJ: “O pagamento de férias não gozadas por necessidade do serviço não está sujeito à incidência do Imposto de Renda.” • Vide Súmula 76 do TFR: “Em tema de Imposto de Renda. adquirido e exportado pelo Instituto do Açúcar e do Álcool. • Vide Súmula 39 do TFR: “Não está sujeita ao Imposto de Renda a indenização recebida por pessoa jurídica. incide sobre a participação líquida devida ao distribuidor estrangeiro. assim entendido o produto do capital. de proventos de qualquer natureza. O Imposto. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no inciso anterior. do trabalho ou da combinação de ambos. de competência da União. administrativa e semelhantes.

” • Vide Súmula 98 do STF: “Sendo o imóvel alienado na vigência da Lei 3.” • Vide Súmula 97 do STF: ”É devida a alíquota anterior do Imposto de Lucro Imobiliário. de 28/11/58. tiver sido anterior à vigência da Lei 3. adquirido por usucapião. (Parágrafo incluído pela LCp 104. de 28/11/58. de 28/11/58. da origem e da forma de percepção.” • Vide Súmula 96 do STF: “O Imposto de Lucro Imobiliário incide sobre a venda de imóvel da meação do cônjuge sobrevivente.” • Vide Súmula 12 do TRF-3ª Região: “Não incide o Imposto de Renda sobre a verba indenizatória recebida a título da denominada demissão incentivada ou voluntária.470.470.” .470.” • Vide Súmula 100 do STF: “Não é devido o Imposto de Lucro Imobiliário quando a alienação de imóvel.” • Vide Súmula 182 do TFR: “É ilegítimo o lançamento do Imposto de Renda arbitrado com base apenas em extratos ou depósitos bancários. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. ainda que adquirido por herança. para fins do Imposto de Renda.” • Vide Súmula 101 do TFR: “As multas fiscais não são dedutíveis como despesas operacionais. usucapião ou a título gratuito.” • Vide Súmula 54 do TRF-4ª Região: “Os valores recebidos a título de incentivo à demissão voluntária não se sujeitam à incidência do Imposto de Renda. da localização.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 59 “A indenização recebida pela adesão a programa de incentivo à demissão voluntária não está sujeita à incidência do Imposto de Renda. de 10/01/01) • Vide Súmula 93 do STF: “Não está isenta do Imposto de Renda a atividade profissional do arquiteto.” • Vide Súmula 23 do TRF-2ª Região: “Não incide Imposto de Renda sobre a indenização recebida pela adesão ao programa de desligamento voluntário. quando a promessa de venda houver sido celebrada antes da vigência da lei que a tiver elevado. ainda que aberta a sucessão antes da vigência da Lei 3. é devido o Imposto de Lucro Imobiliário.” § 1º A incidência do imposto independe da denominação da receita ou do rendimento.

. p. pois esta não mais passou a exigir o recolhimento do imposto sobre as parcelas de contribuição aos fundos privados de complementação de aposentadoria. conseqüentemente. a lei estabelecerá as condições e o momento em que se dará sua disponibilidade.. REsp 503921/MT..) “Ementa: ...) “Ementa: .: Min. 43 do CTN. 275. Rel. Luiz Fux. I. Rel.) “Ementa: . Os valores recebidos a título de aposentadoria incentivada não se encontram sob o foco da tributação pelo Imposto de Renda. Decisão: 17/06/03. . . 1ª Turma. p. Decisão: 20/08/96.. não tiver a destinação do lucro líquido. I. DJ de 04/08/03. 2ª Turma. do trabalho ou da combinação de ambos) e de proventos de qualquer natureza (art. ...: Min.. 222. p.. conforme dicção do art.. DJ de 18/10/96.. Decisão: 15/10/02.60 Tribunal Regional Federal .” (STF. 39.: Min. 236. porque a determinação do momento da entrada do rendimento no patrimônio dos sócios não dependerá do assentimento de cada um desses.250/95. Luiz Fux. 2ª Turma. p. Rel. Decisão: 05/06/03.” (STJ.: Min.” (STJ REsp 412615/SC... para fins de incidência do imposto referido neste artigo....” (STJ. se o sócio quotista. DJ de 08/09/03. de 10/01/01) “Ementa: . as verbas auferidas a título de rateio do patrimônio líquido constituem acréscimo patrimonial.” (STJ. . ante o caráter indenizatório de que se revestem. DJ de 1º/09/03.. Rel.) .. DJ de 03/02/03. É legal a incidência do Imposto de Renda a partir do advento da Lei 9..1ª Região § 2º Na hipótese de receita ou de rendimento oriundos do exterior.... O Imposto sobre a Renda tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica da renda (produto do capital. portanto.: Min. I. 273. 43 do Código Tributário Nacional. não é possível considerar existente a imediata disponibilidade jurídica ou econômica do lucro líquido apurado. fato gerador da incidência do Imposto de Renda na fonte. RE 202404/RS.) “Ementa: .. ADREsp 410544/RS.. (Parágrafo incluído pela LCp 104.873.. porquanto refogem à incidência do art. seja por norma expressa no contrato social. 1ª Turma. Rel. Eliana Calmon. Francisco Falcão. de tributação. 43 do CTN). sobre o qual caberá decidir o órgão societário. Maurício Corrêa. seja pela aplicação subsidiária da lei das sociedades anônimas. I. p.... REsp 477147/DF.. Decisão: 07/08/03. passíveis. . O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. 43 do CTN). 1ª Turma.

. DJ de 24/02/03. Momento de sua ocorrência. apenas recompondo o patrimônio do indenizado (físico ou moral). portanto.CF e art.. 43 do CTN. Decisão: 07/04/03. Decisão: 24/06/03.. 1ª Turma. p. 43. ..CTN) – e.030788-6/RJ. inciso II. adquire disponibilidade econômica que constitui . tal exação surge quando da aquisição da disponibilidade econômica . O valor recebido a título de indenização por danos morais não está sujeito ao Imposto de Renda.... .: Des. porque não consubstancia aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. 43 do CTN). nos termos do art.01...) “Ementa: . sendo custeada pelas contribuições da entidade e pelos investimentos feitos pelo fundo de previdência.) “Ementa: .. do CTN.. ser tributados..) “Ementa: . quando da apuração do lucro líquido e com o seu repasse aos sócios acionistas ou titulares da empresa..) “Ementa: . 3ª Turma. Os valores relativos aos frutos obtidos com as contribuições pagas a entidade privada extinta constituem acréscimo patrimonial. .: Des. Federal Olindo Menezes. 108. AMS 2001.009380-9/MT.. IV. Decisão: 29/04/03.: Des.. 46.) “Ementa: .. Imposto de Renda. Federal Cândido Ribeiro.51.. 1ª Turma. Fato gerador.. p.. Federal Julieta Lídia Lunz.. A própria denominação da exação está a lhe indicar que. AC 2001. 153... Decisão: 10/06/02. p..011153-5/DF. O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art.. . I. 43 do CTN).: Des.. II..011568-9/RJ. 220.00. II. Federal Luciano Tolentino Amaral.00.02. do CTN.” (TRF-1ª Região. p. A complementação de aposentadoria recebida das entidades de previdência privada representa acréscimo patrimonial – proventos de qualquer natureza (art. 3ª Turma. constitui renda tributável pelo IRPF. 158... 66.. III . Quando o participante passa a perceber o benefício..01.” (TRF-1ª Região.. a partir da distribuição. 43. Rel. I.040643-0/MG..” (TRF-1ª Região. AMS 1999. Rel. Art. p. DJ de 08/08/03. devendo. Decisão: 1º/ 04/03. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 61 “Ementa: ... I. DJ de 02/05/03. AMS 2000. A complementação da aposentadoria possui natureza jurídica distinta das contribuições vertidas pelos participantes..38. Rel.” (TRF-2ª Região.. .36. AC 1999. I e II.. I... assim. 3ª Turma.. DJ de 15/05/03.” (TRF-2ª Região. dá-se o fato gerador. 43 .: Des. DJ de 30/05/03.00. posto que a disponibilidade ou aquisição econômica se faz presente.34. Rel. Federal Carreira Alvim. A teor do art.

71. DJ de 12/ 05/03. p.. II. computadas as adições. 44 do CTN (a base de cálculo do imposto é o montante.. real. CTN. 224. . Rel..053704-6/DF... AC 93. 2ª Turma.01. I..62 Tribunal Regional Federal .. Decisão: 1º/04/03.37535-4/MG. de Almeida. Federal Alcides Vettorazzi. Nos moldes do art. . AC 2000. p.) “Ementa: . Rel.” (TRF-4ª Região.353.095654-9/SC. 1ª Turma.) “Ementa: ... José Delgado. arbitrado ou presumido... 1ª Turma. Federal Wellington M. Lucro real. 44 do CTN). art. arbitrado ou presumido de renda ou dos proventos tributáveis). 3ª Turma. Constituindo o lucro real.. .) Art. a base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física é o montante da renda ou os proventos tributáveis.: Des.01.: Des.) “Ementa: .. Rel. 497.. Rel. insustentável o entendimento fiscal segundo o qual incidiria o aludido tributo sobre a renda auferida nas aplicações financeiras efetuadas pela socie- . Federal Osmar Tognolo. do CTN. DJ de 19/02/03. a base de cálculo do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (art.... a base de cálculo do Imposto de Renda é o ‘montante.. Decisão: 22/09/98..” (TRF-1ª Região. O art. 44.” (STJ.” (TRF-4ª Região. . p. arbitrado ou presumido auferido em determinado período-base. 154 do RIR/80. ao prescrever que o lucro real é obtido a partir do lucro líquido.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). da renda ou dos proventos tributáveis. p. o ganho auferido após dedução de todos os custos e prejuízos verificados. A base de cálculo do imposto é o montante. p. configurando-se o fato gerador do Imposto de Renda. 4ª Turma. 43. p/ acórdão: Des. DJ de 11/06/99.04.) “Ementa: . IV. 44 do CTN. 44..” (TRF-1ª Região.. AMS 1997. . da renda ou dos proventos tributáveis’. 43 do CTN. Apuração. 1. Decisão: 11/06/03. é contundente ao dispor que o Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica.. Rel. DJ de 18/12/98. real. AGREsp 476057/ES. Imposto de Renda. ..: Min..004091-9/RS. não se afastou da base de cálculo prevista no art. .01.. arbitrado ou presumido. “Ementa: . incisos I e II. 538.. Decisão: 05/03/99... na forma do art.00... 573.. enquanto que a CSL incide sobre o lucro obtido em determinada atividade.1ª Região acréscimo patrimonial. DJ de 25/06/03. De acordo com o art.... real. exclusões e compensações prescritas ou autorizadas na legislação..00. 44 do Código Tributário Nacional. o art. isto é. Decisão: 17/12/02. I. AMS 1999..

” (TRF-3ª Região. Imposto de Renda.. Rel. p... p.. 43. • Vide Súmula 264 do TFR: “As cooperativas não estão sujeitas à tributação do Imposto de Renda por excesso de retirada de seus dirigentes. AC 94... Responsabilidade pelo pagamento.” (TRF-4ª Região... Turma de Férias. O art. dos bens produtores de renda ou dos proventos tributáveis.. não obriga que a base de cálculo seja única para todas as incidências do imposto. arbitrado ou presumido.: Des. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam.04205-1/PR. o CTN.. 44.) “Ementa: . separação... 6ª Turma. porém o art.) “Ementa: . Decisão: 30/ 11/00. 466..” Parágrafo único.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 63 dade cooperativa. qual seja. a ocorrência de lucro..30336-4/PR.. sem prejuízo de atribuir a lei essa condição ao possuidor. 116.. da renda ou dos proventos tributáveis. I. Substituição tributária. Decisão: 09/06/99..04. Decisão: 08/09/99. DJ de 31/07/96.. Federal Márcio Antônio Rocha. DJ de 09/02/00.: Des.” (TRF-4ª Região.140. p. Federal Fernando Quadros da Silva. AMS 97.) Art. AMS 95..015355-8/SP. 45.) “Ementa: . Decisão: 11/07/96.. 559...” (TRF-4ª Região. real. 45. parágrafo único. ..04. a qualquer título. 43 do mesmo diploma legal restringe a incidência do tributo à aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica.: Des.51664-5/RS. Rel. “Ementa: .. 44 do CTN-66 prevê que a base de cálculo do Imposto de Renda e proventos de qualquer natureza seja o montante. Federal Regina Costa.. Rel. A base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica pode ser o lucro real presumido ou arbitrado (art.: Des. inclusive. Art. ... .. 44 do CTN). Contribuinte do imposto é o titular da disponibilidade a que se refere o art.04. no art. . plenamente justificada pela natureza das rendas obtidas em aplicações financeiras. p.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. por faltar o próprio pressuposto para a mesma. I. DJ de 07/02/01.03. 53. REO 90. . 2ª Turma. 1ª Turma. do CTN. DJ de 08/09/99. . Rel..

Decisão: 14/04/00.” (TRF-1ª Região. 284. Mesmo em se tratando de ‘massa’. 1ª Turma..) “Ementa: .: Des. Humberto Gomes de Barros. sem ter relação direta com o fato gerador. Responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto. do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido distribuído. daí resultando sua legitimidade para discuti-lo em juízo. AC 89. Decisão: 30/10/01. REsp 281732/SC. Rel.23806-3/BA.01.00.1ª Região . José Delgado. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam (CTN. Decisão: 26/11/90. Decisão: 07/08/01. II.... o contribuinte é efetivamente aquele que aufere a renda ou os proventos. Rel. DJ de 21/10/02..) “Ementa: .. A pessoa jurídica é responsável. 54.: Min. perante a Fazenda Pública... na fonte. Responsável tributário é aquele que.641.. Irrelevável a circunstância de a fonte pagadora não ter procedido à retenção do imposto. art. 4ª Turma.830/80. p. destinatários da exação. p.01. conjunta ou individualmente com sócios-quotistas. parágrafo único. a recorrente (embargante) pode ser diretamente sujeito passivo de execução. I. AC 2000.) “Ementa: . Neste caso... não leva em conta a personalidade do titular. . caso não tenha feito a retenção na fonte e o recolhimento devido. deve efetuar o pagamento do tributo por atribuição legal nos termos do art.. 45 do CTN. Rel. ao definir o sujeito passivo da obrigação tributária do IR. uma vez que tem capacidade processual (Lei 6. REsp 411428/SC. Art.. . I.01.. . 462.092923-3/DF. parágrafo único. . 166... pelo recolhimento. c/c 45. DJ de 25/03/91..” (TRF-1ª Região. 45). I.. DJ de 06/03/02.. Imposto de Renda. p. do Código Tributário Nacional. parágrafo único.: Des. Federal Mário César Ribeiro. isto é. II..00. 4ª Turma. p. IV). O art. . p... 1ª Turma. art.: Min.0635703/MG. O substituto tributário do Imposto de Renda de Pessoa Física responde pelo pagamento do tributo.... Rel....: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada)... 3ª Turma. 45. Fonte pagadora da renda é a responsável por disposição expressa de lei.” (TRF-1ª Região. Rel. I.” (STJ.) “Ementa: . DJ de 1º/10/01. 5. uma vez que a lei lhe impõe a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento a ela incumbem. AMS 1998. Federal Adhemar Maciel. Decisão: 17/09/02. 4º.” (STJ. . 121.64 Tribunal Regional Federal . não tendo personalidade jurídica. do Código Tributário Nacional. DJ de 15/12/00....) “Ementa: .

a esse cabendo o pagamento do tributo.05.. por ocasião da declaração de ajuste anual. titular da disponibilidade econômica ou jurídica de renda. na hipótese de não ter havido a competente e oportuna retenção.04.. parágrafo único. AMS 92. . A lei pode atribuir à fonte pagadora de renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam – art. de competência da União. Federal Vladimir Freitas.: Des.. p.04. DJ de 23/07/97.536. A atribuição da condição de responsável à fonte pagadora da renda ou dos proventos não corresponde à obrigação acessória.. Federal Wanderley de Andrade Monteiro. Federal Petrúcio Ferreira... 3ª Turma. o contribuinte do Imposto de Renda é quem adquiriu a disponibilidade econômica. Embora a responsabilidade pelo recolhimento do tributo seja da fonte pagadora.” (TRF-2ª Região.: Des.05223-4/ES. Decisão: 06/12/00. sobre Produtos Industrializados tem como fato gerador: I.. . não podendo essa responsabilidade ser modificada pelas partes por meio de convenções particulares. p..) “Ementa: . do CTN.. AMS 95.) “Ementa: . DJ de 10/07/02. 2ª Turma.. Decisão: 24/06/97. é sujeito passivo da obrigação tributária. 46. O sujeito passivo da obrigação deixou de ser.05191-8/ PE. .. 162. O substituto tributário do Imposto de Renda de Pessoa Física responde pelo pagamento de tributo.) “Ementa: .35698-2/RS. Federal Vilson Darós. 1ª Turma. DJ de 07/02/01. quando de procedência estrangeira. III. A obrigação é principal.. AC 95. pois.54437-5/SC.. caso não tenha feito a retenção na fonte e o recolhimento devido. Decisão: 05/12/01.02. p.. o contribuinte e passou a ser o responsável. 46.. DJ de 26/08/94.: Des. 56. O contribuinte do Imposto de Renda.” (TRF-4ª Região. O Imposto.257..) CAPÍTULO IV Impostos sobre a Produção e a Circulação SEÇÃO I Imposto sobre Produtos Industrializados Art. 1ª Seção.: Des. Rel. EIAC 97. Decisão: 20/04/93. 45.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 65 . ” (TRF-4ª Região.” (TRF-5ª Região.. Rel. Rel.. III. o seu desembaraço aduaneiro. Rel.

REsp 216218/SP..” (STJ. 51 e. Para os efeitos deste imposto. REsp 204987/SP. Estes. 129.) “Ementa: . 46 . I . trabalhadas. a sua saída dos estabelecimentos a que se refere o parágrafo único do art. José Delgado. considera-se industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade.. DJ de 25/10/99. do CTN . estão sujeitos ao Imposto sobre Produtos Industrializados. Francisco Peçanha Martins.. Garcia Vieira. Decisão: 16/09/99. aperfeiçoando-os para o consumo. III. . . é o IPI imposto prioritário para incidir em todas as matérias-primas que.66 Tribunal Regional Federal . 61. na sua arrematação.....: Min. .... a sua arrematação. Rel. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão. I.. I. A teor do art. Decisão: 12/12/00.. pela lei. DJ de 19/02/01. . mediante processo de industrialização. o desembaraço aduaneiro é um dos fatos geradores do IPI sobre os produtos industrializados de procedência estrangeira... II. 51. DJ de 05/03/01.” (STJ. Decisão: 16/11/00. p. têm sua destinação alterada.) “Ementa.1ª Região II. p.. Constitucionalmente. A hipótese de incidência do IPI não é a industrialização e sim o desembaraço aduaneiro ou a saída do produto industrializado. são os que sejam submetidos a qualquer tipo de operação que lhes modifique a natureza ou a finalidade.. O desembaraço aduaneiro de mercadoria importada é fato gerador de IPI.. 1ª Turma. • Vide Súmula 81 do TFR: “Mármores e granitos afeiçoados ao emprego final... O IPI incide sobre produtos industrializados. I.. REsp 273205/RS.) “Ementa: . ou o aperfeiçoe para o consumo. quando for o produto industrializado de procedência estrangeira. 2ª Turma. A fabricação de móveis de madeira não se confunde com as artes gráficas de impressos personalizados.. Parágrafo único. ..” “Ementa: . .O fato gerador do IPI ocorre também na saída de produto dos estabelecimentos a que se refere o parágrafo único do art. . p. Rel.. em que prepondera sobre o material a prestação de serviço. 1ª Turma.” (STJ. 157... Rel..: Min. III..: Min. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão.

.. AMS 94. AMS 94. Eliana Calmon.011357-0/SP.. II. 79. que incide sobre produtos industrializados. 316... assim considerados aqueles que hajam sido submetidos a qualquer operação que lhes modifique a natureza ou a finalidade. II.03. AMS 1997. Rel.. AMS 2001... Decisão: 21/10/98.) “Ementa: . Rel.) “Ementa: .. Decisão: 12/11/02.CTN). .00... 51).014145-7/RJ.. 2ª Turma.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 19 e 46. .: Des.. 70.. Decisão: 18/03/98. Rel. .” (TRF-1ª Região.” (TRF-4ª Região.. Não há inconstitucionalidade na cobrança do imposto. O fato gerador do Imposto de Importação é a entrada dos bens em território nacional e do Imposto sobre Produtos Industrializados o desembaraço aduaneiro. p.. REsp 395633/RS. DJ de 19/07/00. p. Decisão: 11/02/99.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 67 III. O IPI incide sobre produtos industrializados no exterior. . 213.. A incidência do IPI é tão rigorosa..01.. mas sobre produtos industrializados. O fato gerador do IPI sobre mercadorias importadas é o desembaraço aduaneiro de produtos industrializados de origem estrangeira.: Des. 46.” (TRF-2ª Região. DJ de 05/05/99. I.. De acordo com o CTN-66 (art. p. Inexiste distinção legal quanto à destinação da mercadoria importada ou da qualidade do importador para fins de incidência do IPI. IPI. A Constituição Federal não define o IPI como imposto incidente sobre a fabricação.” (TRF-3ª Região.51.. que até mesmo as madeiras polidas e serradas são geradoras de IPI . 212. I. I. nos termos dos arts.. o IPI é um imposto de competência federal. Federal Baptista Pereira.026626-7/BA. Federal Ney Fonseca.04. 3ª Turma. IV..... Rel.” (STJ..) “Ementa: ..: Des. . II..32575-9/ RS.: Des.01. ou os aperfeiçoe o consumo. A exigibilidade do IPI quando da internação de produtos estrangeiros tem a função de proteger o produto nacional. Federal Olindo Menezes. Decisão: 17/03/03. Rel. 2ª Turma.. DJ de 12/06/98. do CTN.. .) “Ementa: . Ocorrida a hipótese de incidência é devido o tributo. hipótese em que o fato gerador se dá com o seu desembaraço aduaneiro no território nacional (art. 1ª Turma. DJ de 17/03/03.) . p.. I . . DJ de 02/05/03. 46 e art. Hipótese de incidência. 3ª Turma..: Min. p.. III..

que define como base de cálculo o valor da operação de que decorre a saída da mercadoria. b) na falta do valor a que se refere a alínea anterior. este. acrescido do montante: a) do Imposto sobre a Importação. o preço da arrematação.) . devendo-se entender como ‘valor da operação’ o contrato de compra e venda. REsp 477525/GO.) “Ementa: . por isso que o valor da operação é o preço e. que pode ser o resultado da tabela com seus descontos incondicionais. b) das taxas exigidas para entrada do produto no País. III. “Ementa: . José Delgado. c) dos encargos cambiais efetivamente pagos pelo importador ou dele exigíveis. Rel. II. ou sua similar.. I. . 258.. o valor do frete realizado por empresa coligada..: Min.: Min. Consoante explicita o art. não pode subsistir tendo em vista os ditames do art.. III. DJ de 23/06/03. Decisão: 05/06/03. no caso do inciso II do artigo anterior: a) o valor da operação de que decorrer a saída da mercadoria. Luiz Fux. O Direito Tributário vale-se dos conceitos privatísticos sem contudo afastá-los. como definido no inciso II do art. Decisão: 18/04/02. no qual se estabelece o preço fixado pelas partes. II.. pelo art. . quer quanto ao ICMS. o preço corrente da mercadoria.798/89 para fazer incluir. 47 do CTN.1ª Região Art. é o quantum final ajustado consensualmente entre comprador e vendedor. 211...68 Tribunal Regional Federal .. REsp 383208/PR. 47. Ratio essendi dos precedentes quer quanto ao IPI.. na base de cálculo do IPI.” (STJ.. o preço normal. 14 da Lei 4.” (STJ. I. Revela contraditio in terminis ostentar a lei complementar que a base de cálculo do imposto é o valor da operação da qual decorre a saída da mercadoria e a um só tempo fazer integrar ao preço os descontos incondicionais. 15 da Lei 7. no caso do inciso I do artigo anterior. no caso do inciso III do artigo anterior.. p. no mercado atacadista da praça do remetente. DJ de 17/06/02. 20. a base de cálculo do IPI é o valor da operação consubstanciado no preço final da operação de saída da mercadoria do estabelecimento. Rel. 1ª Turma. A base de cálculo do imposto é: I. 1ª Turma. p.502/64. 47 do Código Tributário Nacional.. A alteração do art.

IPI.: Des.. 48. observando-se a política econômica governamental. Deve. em consonância com o disposto no art. A base de cálculo tem por finalidade dimensionar quantitativamente a hipótese de incidência dos tributos. dentro dos interesses sociais e políticos.051470-0/MG.00. DJ de 15/02/96.100.. Rel. 4ª Turma.. AMS 2000.0168333/MG. Nas saídas de produtos de estabelecimentos de contribuintes do IPI.. 47 do CTN. Rel. 2ª Turma.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 69 “Ementa: . a. . Decisão: 26/06/01.. Federal Carreira Alvim.. Seletividade do produto.” (TRF-1ª Região. I. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. na redação determinada pela Lei 7. É programático o dispositivo constitucional que estabelece a natureza seletiva da alíquota do IPI. Rel.. portanto.03. p.) “Ementa: .38. 1999. Rel..01... p. é o valor da operação. antes da incidência dos descontos incondicionados. 4ª Turma... DJ de 09/10/01..” (TRF -1ª Região. DJ de 06/03/02. II.” (TRF -1ª Região. p. I..: Des.01.) “Ementa: . Decisão: 26/09/95.” (TRF-1ª Região.) .502/64. 4º do Decreto-Lei 1..00. “Ementa:...001007-3/MG. Recomendação dirigida ao legislador ordinário que age discricionariamente. Federal Hilton Queiroz. Decisão: 25/09/01..01. 4ª Turma..012526-8/GO.. A alíquota do IPI pode ser alterada pelo Poder Executivo. DJ de 24/11/97. I. Federal Eliana Calmon. 7. Decisão: 30/09/97. Ag 1997. 47... A base de cálculo do IPI é o valor da mercadoria por ocasião da sua saída do estabelecimento do contribuinte. motivo pelo qual não incide sobre descontos incondicionais. Rel. efetivamente. a base de cálculo desse imposto.199/71.” (TRF-2ª Região. 4ª Turma. 68. AMS 94.02. 14 da Lei 4. II. O § 2º do inciso II do art.. II.798/89. com base no art. 172.. REO.) Art. p. afronta o disposto no art. do CTN...) “Ementa: .. p. Federal Hilton Queiroz. .. assim entendido o que reflita o preço... expressar o real conteúdo econômico do seu objeto.: Des. DJ de 22/10/01.. tendo em vista a seletividade em função da essencialidade do produto.: Des... II. mesmo que concedidos incondicionalmente. . O imposto é seletivo em função da essencialidade dos produtos.867. AMS 1999. 35. . praticado no negócio jurídico e não o constante de tabelas do vendedor.. ao determinar a incidência do IPI sobre descontos. Decisão: 02/10/01. . I.10344-9/RJ.: Des..00... .

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“Ementa: .... II. A fixação de alíquota diferenciada sobre a saída de açúcar (Lei 8.393/91, art. 20), para cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, não resulta em violação dos princípios constitucionais da seletividade em razão da essencialidade do produto (CF, art. 153, § 3º); da uniformidade ou da discriminação das mercadorias em razão da origem ou do destino (CF, art. 15, I). ....” (TRF-1ª Região. REO 96.01.17177-0/GO. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 14/12/99. DJ de 09/06/00, p. 262.)

Art. 49. O imposto é não-cumulativo, dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados. Parágrafo único. O saldo verificado, em determinado período, em favor do contribuinte transfere-se para o período ou períodos seguintes.

“Ementa: .... Imposto sobre produtos industrializados. Hipóteses de não-tributação e de alíquota zero. .... ....o Plenário do Supremo Tribunal Federal, em sessão de 18/12/02, ao julgar o RE 350.446, Relator Ministro Nelson Jobim, firmou entendimento no sentido de que o precedente referido na decisão agravada, sobre creditamento do IPI, na operação isenta, aplica-se, também, às hipóteses de não-tributação e de alíquota zero. ....” (STF. AgRRE 327004/PR. Rel.: Min. Sydney Sanches. Tribunal Pleno. Decisão: 19/12/02. DJ de 07/03/03, p. 34.) “Ementa: .... IPI. Creditamento. Insumos isentos, sujeitos à alíquota zero. Se o contribuinte do IPI pode creditar o valor dos insumos adquiridos sob o regime de isenção, inexiste razão para deixar de reconhecer-lhe o mesmo direito na aquisição de insumos favorecidos pela alíquota zero, pois nada extrema, na prática, as referidas figuras desonerativas, notadamente quando se trata de aplicar o princípio da não-cumulatividade. A isenção e a alíquota zero em um dos elos da cadeia produtiva desapareceriam quando da operação subseqüente, se não admitido o crédito. ....” (STF. RE 358493/SC. Rel. p/ acórdão: Min. Nelson Jobim. Tribunal Pleno. Decisão: 10/12/02. DJ de 13/06/03.) “Ementa: .... I. O egrégio STF, considerando o princípio constitucional da nãocumulatividade, assegurou ao contribuinte do IPI o direito ao creditamento do imposto

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na hipótese de aquisição de insumos e matérias-primas isentos ou tributados à alíquota zero. ....” (STJ. ADREsp 449548/RS. Rel. p/ acórdão: Min. Luiz Fux. 1ª Turma. Decisão: 15/05/03. DJ de 02/06/03, p. 190.) “Ementa: .... O IPI será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores (CF, art. 153, § 3º, inciso II), dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados, transferindo-se o saldo verificado para o período ou períodos seguintes (CTN, art. 49), contudo, não faz previsão para que os saldos sejam corrigidos monetariamente. ....” (STJ. REsp 431243/RS. Rel.: Min. Garcia Vieira. 1ª Turma. Decisão: 15/08/02. DJ de 30/09/02, p. 206.) “Ementa: .... I. O disposto no art. 53, inciso I, da Lei 8.383/91 (na redação original e na redação dada pela Lei 8.850/94) – que determina a incidência da Ufir na correção do valor do IPI devido, depois da ocorrência do fato gerador – não ofende o princípio da não-cumulatividade previsto no art. 153, § 3º, inciso II, da Constituição e no art. 49 do CTN, uma vez que não impede o contribuinte de abater do valor do IPI a quantia exigida na operação anterior. ....” (TRF-1ª Região. AC 1997.01.00.008144-2/MA. Rel.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). 2ª Turma Suplementar. Decisão: 13/08/02. DJ de 29/08/02, p. 112.) “Ementa: .... I. O princípio da não-cumulatividade do IPI, que tem por escopo evitar a superposição tributária, consiste na incidência da exação, em cada etapa da cadeia produtiva, apenas sobre o valor agregado ao produto. II. A ausência de correção monetária na escrituração de créditos fiscais não ofende os princípios da não-cumulatividade e da isonomia. ....” (TRF-1ª Região. AC 2000.01.00.062617-3/DF. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 12/06/02. DJ de 03/07/02, p. 16.) “Ementa: .... IPI. .... Não-cumulatividade..... .... II. O princípio da não-cumulatividade do IPI estabelece a compensação do que for devido em cada operação como o montante cobrado nas anteriores. Inciso II do § 3º do art. 153 da CF/88. ....” (TRF-1ª Região. AMS 1999.38.03.003427-0/MG. Rel.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). 4ª Turma. Decisão: 10/06/03. DJ de 1º/08/03, p. 43.) “Ementa: .... III. A Constituição Federal traz em seu art. 153, § 3º, II, que o Imposto sobre os Produtos Industrializados ‘será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores’. ....” (TRF-1ª

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Região. AMS 2000.38.00.023582-2/MG. Rel.: Des. Federal Cândido Ribeiro. 3ª Turma. Decisão: 11/06/02. DJ de 26/07/02, p. 26.)

Art. 50. Os produtos sujeitos ao imposto, quando remetidos de um para outro Estado, ou do ou para o Distrito Federal, serão acompanhados de nota fiscal de modelo especial, emitida em séries próprias e contendo, além dos elementos necessários ao controle fiscal, os dados indispensáveis à elaboração da estatística do comércio por cabotagem e demais vias internas. Art. 51. Contribuinte do imposto é: I. o importador ou quem a lei a ele equiparar; II. o industrial ou quem a lei a ele equiparar; III. o comerciante de produtos sujeitos ao imposto, que os forneça aos contribuintes definidos no inciso anterior; IV. o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados, levados a leilão. Parágrafo único. Para os efeitos deste imposto, considera-se contribuinte autônomo qualquer estabelecimento de importador, industrial, comerciante ou arrematante.
• Vide Súmula 106 do TFR: “A seguradora não tem direito à restituição do Imposto sobre Produtos Industrializados, no caso de sinistro ocorrido com mercadorias, após a sua saída do estabelecimento produtor.”

“Ementa: .... ICMS. Inclusão do IPI na sua base de cálculo: operação realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização a configurar fato gerador do ICMS e do IPI, CF, art. 155, § 2º, XI. I. Não-inclusão, na base de cálculo do ICMS, do IPI, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização, configure fato gerador dos dois impostos. CF, art. 155, § 2º, XI. II. O dispositivo constitucional não distingue entre estabelecimentos industriais e equiparados. O que importa verificar é a ocorrência da situação fática inscrita no inciso XI do § 2º do art. 155 da CF, certo que os contribuintes do IPI estão definidos no CTN, art 51. ....” (STF. RE 185318/SP. Rel.: Min. Carlos Velloso. 2ª Turma. Decisão: 24/09/ 96. DJ de 29/11/96, p. 47.181.)

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“Ementa: .... I. Inexiste qualquer ofensa ao princípio da legalidade estrita, o fato de o Decreto 87.981/82, em seu art. 9º, IV, ter equiparado a industrial o fabricante que encomenda produtos industrializados de terceiros e lhe fornece modelos e materiais intermediários, comercializando os produtos acabados, pois o CTN, em seu art. 46, II, estabelece como fato gerador a saída de produto industrializado de estabelecimento comerciante e o art. 51, III, atribui ao comerciante a responsabilidade de contribuinte, quando fornece ao industrial produtos sujeitos ao IPI. ....” (TRF-1ª Região. AC 95.01.28059-4/MG. Rel.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). 3ª Turma. Decisão: 09/12/99. DJ de 31/03/00, p. 1.378.) “Ementa: .... O simples fato da saída da mercadoria do estabelecimento do comerciante atacadista não autoriza, a princípio, sua tributação, sobretudo porque não pode ser equiparado aos contribuintes autônomos, tal como se encontra disposto no parágrafo único, art. 51 do Código Tributário Nacional, já que estes, de alguma forma, contribuem para a modificação industrial dos bens que comercializam, ao contrário daquele. ....” (TRF-2ª Região. AG 2000.02.01.067523-8/RJ. Rel.: Des. Federal Ricardo Regueira. 1ª Turma. Decisão: 14/05/01. DJ de 21/06/01.) “Ementa: .... Para fins de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, os estabelecimentos são considerados autônomos, ainda que pertencentes a uma mesma pessoa física ou jurídica, conforme estabelece o parágrafo único do art. 51 do Código Tributário Nacional e inciso IV do art. 487 do Regulamento do IPI/Ripi. ....” (TRF-2ª Região. AG 2001.02.01.045549-8/RJ. Rel.: Des. Federal Vera Lúcia Lima. 5ª Turma. Decisão: 20/08/02. DJ de 22/10/02, p. 215.) “Ementa: .... I. Os produtos importados com finalidade de comercialização no mercado interno sofrem a incidência do IPI, segundo autoriza o art. 46, I, do CTN e art. 2º da Lei 4.502/64, sendo que o sujeito passivo da obrigação tributária decorrente desse fato é o importador ou quem a lei a ele equiparar (art 51, I, CTN e art. 35, I, Lei 4.502/ 64). ....” (TRF-3ª Região. AMS 93.03.058363-9/SP. Rel.: Des. Federal Regina Costa. 6ª Turma. Decisão: 29/06/99. DJ de 29/09/99, p. 500.) “Ementa: .... I. Farão jus ao crédito de IPI importadores, industriais, comerciantes ou arrematantes, desde que inseridos nas condições atribuídas pela legislação de regência. ....” (TRF-3ª Região. AC 96.03.037417-2/SP. Rel.: Des. Federal Baptista Pereira. 3ª Turma. Decisão: 22/08/01. DJ de 17/10/01, p. 466.)

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SEÇÃO II
Imposto Estadual sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias
• Vide Súmula 663 do STF: “Os §§ 1º e 3º do art. 9º do DL 406/68 foram recebidos pela Constituição.”

Art. 52. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: O Imposto, de competência dos Estados, sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias tem como fato gerador: (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) I. a saída de mercadorias de estabelecimento comercial, industrial ou produtor; (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) II. Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: a entrada de mercadoria estrangeira em estabelecimento da empresa que houver realizado a importação, observado o disposto nos §§ 6º e 7º, do art. 58; III. o fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, nos restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 1º Equipara-se à saída a transmissão da propriedade de mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente. § 2º Quando a mercadoria seja transferida para armazém-geral, no mesmo Estado, a saída considera-se ocorrida no lugar do estabelecimento remetente: I. no momento da retirada da mercadoria do armazém, salvo se para retornar ao estabelecimento da origem; II. no momento da transmissão da propriedade da mercadoria. § 3º O imposto não incide: I. sobre a saída decorrente da venda a varejo, diretamente a consumidor, de gêneros de primeira necessidade, definidos como tais por ato do Poder Executivo estadual;

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II. sobre a alienação fiduciária, em garantia; III. sobre a saída de vasilhame utilizado no transporte da mercadoria, desde que tenha de retornar a estabelecimento do remetente. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 31, de 28/12/66) IV. sobre o fornecimento de materiais pelos empreiteiros de obras hidráulicas ou de construção civil, quando adquiridos de terceiros. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67 e alterado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) § 4º Vetado. Art. 53. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: A base de cálculo do imposto é: I. o valor da operação de que decorrer a saída da mercadoria; II. na falta do valor a que se refere o inciso anterior, o preço corrente da mercadoria, ou sua similar, no mercado atacadista da praça do remetente. § 1º O montante do imposto de que trata o art. 46 não integra a base de cálculo definida neste artigo: I. quando a operação constitua fato gerador de ambos os tributos, como definido nos arts. 46 e 52; II. em relação a produtos sujeitos ao imposto de que trata o art. 46, com base de cálculo relacionada com o preço máximo de venda no varejo marcado pelo fabricante; § 2º Na saída para outro Estado, a base de cálculo definida neste artigo: I. não inclui as despesas de frete e seguro; II. não pode exceder, nas transferências para estabelecimento do próprio remetente ou seu representante, o preço de venda do estabelecimento destinatário, no momento da remessa, diminuído de 20% (vinte por cento) e ainda das despesas de frete e seguro. (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 3º Na saída decorrente de fornecimento de mercadorias nas operações mistas de que trata o § 2º do art. 71, a base de cálculo é o preço de aquisição das mercadorias, acrescido da percentagem de 30% (trinta por cento) e, incluído, no preço, se incidente na operação,

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o Imposto sobre Produtos Industrializados. (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 4º O montante do Imposto sobre Circulação de Mercadorias integra o valor ou preço a que se referem os incisos I e II deste artigo constituindo o respectivo destaque nos documentos fiscais, quando exigido pela legislação tributária, mera indicação para os fins do disposto no art. 54. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 27, de 08/12/66) § 5º Nas operações de venda de mercadorias aos agentes encarregados da execução da política de garantia de preços mínimos, a base de cálculo é o valor líquido da operação, assim entendido o preço mínimo fixado pela autoridade federal, deduzido das despesas de transporte, seguro e comissões. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) Art. 54. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: O imposto é não-cumulativo, dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente às mercadorias saídas do estabelecimento e o pago relativamente às mercadorias nele entradas. § 1º O saldo verificado, em determinado período, em favor do contribuinte transfere-se para o período ou períodos seguintes. § 2º A lei poderá facultar aos produtores a opção pelo abatimento de uma percentagem fixa, a título do montante do imposto pago relativamente às mercadorias entradas no respectivo estabelecimento. Art. 55. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Em substituição ao sistema de que trata o artigo anterior, poderá a lei dispor que o imposto devido resulte da diferença a maior entre o montante do imposto relativo à operação a tributar e o pago na incidência anterior sobre a mesma mercadoria. Art. 56. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Para os efeitos do disposto nos arts. 54 e 55, nas remessas de mercadorias para fora do Estado, o montante do impos-

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to relativo à operação de que decorram figurará destacadamente em nota fiscal, obedecendo, com as adaptações previstas na legislação estadual, ao modelo de que trata o art. 50. Art. 57. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: A alíquota do imposto é uniforme para todas as mercadorias, não excedendo, nas saídas decorrentes de operações que as destinem a contribuinte localizado em outro Estado, o limite fixado em Resolução do Senado Federal. (Redação dada pelo Ato Complementar 27, de 08/12/66) Parágrafo único. O limite a que se refere este artigo substituirá a alíquota fixada na lei do Estado, quando esta lhe for superior. Art. 58. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Contribuinte do imposto é o comerciante, industrial ou produtor que promova a saída da mercadoria. § 1º Equipara-se a comerciante, industrial ou produtor qualquer pessoa, natural ou jurídica, que pratique, com habitualidade, operações relativas à circulação de mercadorias. § 2º A lei pode atribuir a condição de responsável: I. ao comerciante ou industrial, quanto ao imposto devido por produtor pela saída de mercadoria a eles destinada; II. ao industrial ou comerciante atacadista, quanto ao imposto devido por comerciante varejista, mediante acréscimo: (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) a) da margem de lucro atribuída ao revendedor, no caso de mercadoria com preço máximo de venda no varejo marcado pelo fabricante ou fixado pela autoridade competente; b) de percentagem de 30% (trinta por cento) calculada sobre o preço total cobrado pelo vendedor, neste incluído, se incidente na operação, o imposto a que se refere o art. 46, nos demais casos. III. à cooperativa de produtores, quanto ao imposto relativo às mercadorias a ela entregues por seus associados. § 3º A lei pode considerar como contribuinte autônomo cada estabelecimento, permanente ou temporário, do comerciante, industrial

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ou produtor, inclusive quaisquer veículos utilizados por aqueles no comércio ambulante. § 4º Os órgãos da Administração Pública centralizada e as autarquias e empresas públicas, federais, estaduais ou municipais, que explorem ou mantenham serviços de compra e revenda de mercadorias, ou de venda ao público de mercadoria de sua produção, ainda que exclusivamente ao seu pessoal, ficam sujeitos ao recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 5º O encarregado de estabelecimento dos órgãos ou entidades previstos no parágrafo anterior que autorizar a saída ou alienação de mercadoria sem cumprimento das obrigações, principais ou acessórias, relativas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias, nos termos da legislação estadual aplicável, ficará solidariamente responsável por essas obrigações. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 6º Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/ 01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: No caso do inciso II do art. 52, contribuinte é qualquer pessoa jurídica de direito privado, ou empresa individual a ela equiparada, excluídas as concessionárias de serviços públicos e as sociedades de economia mista que exerçam atividades em regime de monopólio instituído por lei. § 7º Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/ 01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: Para os efeitos do parágrafo anterior, equipara-se a industrial as empresas de prestação de serviços.

SEÇÃO III
Imposto Municipal sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias Art. 59. Revogado pelo Ato Complementar 31, de 28/12/66: Texto original: O Município poderá cobrar o imposto a que se refere o art. 52, relativamente aos fatos geradores ocorridos em seu território.

52. o Município cobrará o imposto como se a operação fosse tributada pelo Estado. de 28/12/66: Texto original: Ressalvado o disposto no § 3º do art. Revogado pelo Ato Complementar 31. 52. Nas hipóteses previstas neste artigo. As infrações à legislação deste imposto poderão ser punidas pela autoridade municipal com multas não superiores a 30% (trinta por cento) do montante que resultaria da aplicação da legislação estadual a infração idêntica. não excedente de 30% (trinta por cento). Câmbio e Seguros – IOF sobre saques efetuados em caderneta de poupança. é uniforme para todas as mercadorias. de 28/12/66: Texto original: O Município observará a legislação estadual relativa ao imposto de que trata o art. 6 do Decreto-Lei 2. de 28/12/66: Texto original: A base de cálculo do imposto é o montante devido ao Estado a título do imposto de que trata o art. salvo nos casos em que a cobrança do imposto lhe é assegurada pelo artigo seguinte. Parágrafo único. Parágrafo único.033/90. 60. Revogado pelo Ato Complementar 31. 62. SEÇÃO IV Imposto sobre Operações de Crédito. tendo a respectiva fiscalização acesso aos livros e demais documentos fiscais nela previstos. somente se aplica às importações realizadas no amparo de guias emitidas a partir de 1º de julho de 1988. é assegurada ao Município a cobrança do imposto nos casos em que da lei estadual resultar suspensão ou exclusão de créditos. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários • Vide Súmula 664 do STF: “É inconstitucional o inciso V do art. mas não poderá impor aos contribuintes ou responsáveis obrigações acessórias. prevista no art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 79 Art. 61.” . Art. que instituiu a incidência do Imposto nas Operações de Crédito. Câmbio e Seguro.” • Vide Súmula 3 do TRF-2ª Região: “A isenção do IOF. assim como a antecipação ou o diferimento de incidências relativamente ao imposto de que trata aquele artigo.434/88. Revogado pelo Ato Complementar 31. e sua alíquota. 52. Art. 1º da Lei 8.

. a sua efetivação pela entrega de moeda nacional ou estrangeira..1ª Região Art. p/ acórdão: Min. . quanto às operações de seguro. • Vide Súmula 588 do STF: “O Imposto sobre Serviços não incide sobre os depósitos. A incidência definida no inciso I exclui a definida no inciso IV. ou recebimento do prêmio. ou sua colocação à disposição do interessado. no momento do fechamento do câmbio. as comissões e taxas de desconto. ao pagamento ou resgate do título representativo de uma mesma operação de crédito.. p. . e reciprocamente. a entrega de moeda nacional ou estrangeira. III. quanto à emissão.. 2.. Fato gerador. isto é.80 Tribunal Regional Federal . Decisão: 11/12/91.. O afastamento da regra de tributação pode se dar através de ataque a um dos aspectos do fato gerador... quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários. Pedro Acioli. quanto às operações de câmbio. Operações de câmbio. Imposto sobre Operações de Câmbio.” (STJ. a sua efetivação pela emissão da apólice ou do documento equivalente..” III.. ou de documento que a represente. DJ de 09/ 03/92.. . o IOF incide no momento da liquidação do contrato ou câmbio. e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários tem como fato gerador: I. sobre Operações de Crédito.. ou documento que a represente. ou sua colocação à disposição do interessado. ... ou melhor dizendo.. cobrados pelos estabelecimentos bancários. Nos termos do art. mas pode resultar de circunstância que lhe é estranha. ou sua colocação à disposição do interessado em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este.. de competência da União... II. Câmbio e Seguro. transmissão. a sua efetivação pela entrega total ou parcial do montante ou do valor que constitua o objeto da obrigação. Rel.. • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art.. na forma da lei aplicável. 63..434. quanto às operações de crédito.” “Ementa: . REsp 15200/SP.783/80. O Imposto. a emissão. IV... Parágrafo único. 6º do Decreto-Lei 2.. .551. . 63 do CTN e do Decreto-Lei 1. na forma da lei aplicável. Por . 1ª Turma. de 19/05/88. pagamento ou resgate destes.) “Ementa: .

. 63 do CTN). Decisão: 04/12/00.. .: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).033/90... AC 95.” (TRF-1ª Região. Imposto sobre Operações de Câmbio – IOC.01.: Min... a isenção concedida pelo Decreto-Lei 2. Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários tenha como fato gerador a efetiva operação de câmbio. . Rel. quando estabelece que o IOF incidirá sobre o saque de caderneta de poupança.. . tenham por cobertura guias emitidas até 30/06/88. 63. III. 63 e seus incisos do Código Tributário Nacional estabelecem o fato gerador do Imposto sobre Operações de Crédito. p. não infringe o CTN. CF/88. . 5ª Turma.: Des. isentando o negócio acessório de aquisição de moeda estrangeira do Imposto sobre Operações de Câmbio. DJ de 08/12/98. A remessa de moeda para o exterior.. DJ de 16/02/01. do Código Tributário Nacional. Decisão: 26/05/93. I.” (TRF-1ª Região. REsp 35942/ PR. definir os fatos geradores dos impostos ... A Lei 8.) “Ementa: . 49.. de acordo com o disposto no art.01.. do CTN.075765/RJ.064.) “Ementa: . III... embora efetivadas após essa data. DJ de 26/08/93. 63..” (TRF-2ª Região. . DJ de 24/09/90. Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários. a regra que torna menos onerosa a operação econômica de importação. Cabe apenas a esta lei. 22.. 146.: Des..20120-1/DF. em seu art. AMS 90.” (TRF-1ª Região. a.033/90 criou hipótese de incidência do imposto que extrapola a lei complementar de normas gerais (art.. II.. Federal Vicente Leal. Decisão: 16/09/97.. 6º..11793-7/AM.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 81 isso. 4ª Turma. 34. Rel. . 3ª Turma.... II. I. 63 do CTN). AC 95. Rel.. passível da incidência do IOC.434/88. anterior ao fato gerador. DJ de 06/10/97.. 2.. Decisão: 29/09/98... que possui eficácia passiva de lei complementar. não afronta o art. A Lei 8. . ... mas posterior à expedição de guia..: Des. Rel. Decisão: 10/09/90. 63 do CTN. consubstancia operação de câmbio. O art.. p. I..) “Ementa: .926.. somente alcança as importações acobertadas por guia de importação emitida a partir de 1º de julho de 1988 e não as que. Federal Tanyra Vargas.. I.02.) “Ementa: . nos termos do art.01. p.) “Ementa: . Se a expedição de guia de exportação não se constitui em fato gerador do IOF (art.. Ari Pargendler. Rel. AC 90. p.057. por determinar a incidência do tributo sem que tenha sido configurado o seu fato gerador.” (STJ. Federal Eliana Calmon.. fere o art.. Embora o Imposto sobre Operações de Crédito. 2ª Turma.17728-0/ BA.. 4ª Turma.... decreto-lei que venha a modificar critério de isenção. mesmo em razão de negócio relativo a exportação de mercadorias. . Fato gerador.

Imposto sobre Operações Financeiras. Ocorre no momento da entrega da moeda.. do CTN/66. 3ª Turma. Ele não é complexivo e sucessivo...) “Ementa: .. convertida na Lei 8. do CTN disciplina que nas operações de câmbio. 3ª Turma. p... I. o valor nominal mais o ágio.”(TRF-2ª Região.. O aspecto temporal do fato gerador encontra-se perfeitamente definido no art.” (TRF-3ª Região. Rel. b) na transmissão. . 63 do CTN/66. III. inciso II.) Art.43376-6/RS. 64. Antes da liquidação do contrato de câmbio (troca da moeda) não existe o fato gerador.088/90). 1ª Turma. DJ de 28/09/94. não se . Federal Vânia Hack de Almeida.) “Ementa: . Federal Guilherme Diefenthaeler... . Decisão: 21/11/01..82 Tribunal Regional Federal . quanto às operações de crédito.. Rel. IV.: Des. A base de cálculo do imposto é: I.: Des... Incidência. Rel.000506-0/SP.. Decisão: 25/05/94. nos limites vazados pela Norma Suprema. o preço. .” (TRF-4ª Região.. . DJ de 04/04/02.005. DJ de 23/12/98..04. Câmbio e Seguro. 63.: Des. o montante da obrigação. ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários..25168-0/RJ. I. ou de documento equivalente. o montante do prêmio.. ou sua colocação à disposição do interessado. o respectivo montante em moeda nacional. p.02. . Decisão: 17/11/98. 55. O Imposto sobre Operações de Crédito. decorrente da Medida Provisória 200/90 (reeditada pelas Medidas Provisórias 212 e 237. III. c) no pagamento ou resgate. entregue ou posto à disposição.. Federal Ana Scartezzini. II... II. AC 97. o fato gerador constitui a efetivação do empréstimo pela entrega da moeda nacional ou estrangeira. AMS 95. “Ementa: . compreendendo o principal e os juros. IV. 63. AMS 90.03. 525. recebido. quanto às operações de câmbio. II. se houver.1ª Região discriminados na Constituição. como determinar a lei. quanto às operações de seguro. O art. quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários: a) na emissão... A hipótese de incidência do imposto discutido encontra-se claramente definida no art. ou o valor da cotação em Bolsa.. o preço ou o valor nominal.

. AMS 95.143/66. Rel. onde o tomador do empréstimo vende a moeda estrangeira no mercado financeiro ou diretamente ao Banco Central e. AMS 91. pela nova ordem jurídica. o art. p. e não sobre a totalidade desta. 2ª Turma.) Art. 4ª Turma. Decisão: 16/11/00. Rel.: Des. Rel. incide IOF. ..: Des. As alíquotas é que sofreram alterações ao longo do tempo. suprimida ficou essa faculdade.” (TRF-3ª Região. 63/64). p.. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. como a Circular 775/83 do Banco Central do Brasil.. Decisão: 28/06/95. nessa operação. recebido quando da liquidação da operação cambial.. .” (TRF-3ª Região. 153 da Constituição Federal e no Código Tributário Nacional (arts. 14. achando-se a hipótese de incidência plenamente adequada às regras do Código Tributário Nacional (arts. III. mas com respaldo no § 1º do art. 123. O Poder Executivo pode. ou documento que a represente.. pois a hipótese de incidência é a disponibilidade de moeda nacional ou estrangeira. .03. p..) “Ementa: . Federal Homar Cais. DJ de 19/09/95. 65 do CTN e o art. . a fim de ajustá-lo aos objetivos da política monetária..: Des. DJ de 21/02/01. Editada a Emenda Constitucional 1/69. alterar alíquotas ou base de cálculo do IOF (EC 18/65. seja pela efetiva entrega ou colocação à disposição do interessado. Federal Vilson Darós. I. § 2º).042905-9/SP. § 1º.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 83 confunde com o Imposto de Renda. CF/67. art. como dispuser a lei.. V. 10 da Lei 5.. que tentaram incursionar em matéria que lhes era vedada. nos termos do art. 65. 66.181. 22. Limitada a base de cálculo ao valor dos encargos ou do rendimento da operação.626. Decisão 22/08/90. “Ementa:. nenhuma inconstitucionalidade se vislumbra em tal tributo.. II. Contribuinte do imposto é qualquer das partes na operação tributada. DOE de 22/10/90. AMS 89.62881-8/PR.. Resulta daí serem inválidas tanto a Resolução 816/83 do Conselho Monetário Nacional.. 62.. nas condições e limites fixados em lei.03. 63 a 67)..) Art. art. O Poder Executivo podia. restando não recepcionada. Federal Oliveira Lima. A base de cálculo da exação é o respectivo montante em moeda nacional.030094-7/SP. 64 do CTN. 4ª Turma. O empréstimo de recursos obtidos no exterior se realiza através de operações de câmbio.04.”(TRF-4ª Região.

de serviço que não configure. § 1º Para os efeitos deste artigo. 67. mercadorias ou valores. II. na forma da lei. 69. de competência dos Municípios. de mensagens escritas. a prestação do serviço de transporte. com ou sem estabelecimento fixo. II.1ª Região Art. de 30/01/67) I. fato gerador de imposto de competência da União ou dos Estados. 68. por si só. A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. Art. SEÇÃO V Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações Art. considera-se serviço: (Redação dada pelo Ato Complementar 34. a prestação do serviço de comunicações. sobre Serviços de qualquer natureza tem como fato gerador a prestação. de pessoas. locação de espaço em bens imóveis. O Imposto. Contribuinte do imposto é o prestador do serviço. salvo quando o trajeto se contenha inteiramente no território de um mesmo Município. por empresa ou profissional autônomo. locação de bens móveis. Art.84 Tribunal Regional Federal . 70. . de 31/12/68: Texto original: O Imposto. salvo quando os pontos de transmissão e de recebimento se situem no território de um mesmo Município e a mensagem em curso não possa ser captada fora desse território. SEÇÃO VI Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Art. por qualquer via. Revogado pelo Decreto-Lei 406. assim se entendendo a transmissão e o recebimento. bens. A receita líquida do imposto destina-se à formação de reservas monetárias. a título de hospedagem ou para guarda de bens de qualquer natureza. faladas ou visuais. de competência da União. por qualquer processo. sobre Serviços de Transportes e Comunicações tem como fato gerador: I. 71.

quando relacionadas com mercadorias não destinadas à produção industrial ou à comercialização. por administração ou empreitada. beneficiamento. na forma do § 3º do art. reparo. quando acompanhados do fornecimento de mercadorias. deduzido da parcela que serviu de base ao cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias. de 31/12/68: Texto original: A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. quando se trate de prestação de serviço sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. de 28/02/67) VI. Distrito Federal e Municípios. acondicionamento. (Redação dada pelo Ato Complementar 34. para efeito de aplicação do disposto no § 3º do art. nas operações mistas a que se refere o § 2º do artigo anterior. confecção. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34. em função da natureza do serviço e outros fatores pertinentes. 72. execução. tingimento. de obras hidráulicas ou de construção civil. com ou sem utilização de máquinas. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 27. (Redação dada pelo Ato Complementar 34. caso em que o imposto será calculado sobre o valor total da operação. salvo se a prestação de serviço constituir seu objeto essencial e contribuir com mais de 75% (setenta e cinco por cento) da receita média mensal da atividade. por meio de alíquotas fixas ou variáveis. excluídas as contratadas com a União. de 30/01/67) Art. de 30/01/67 e alterado pelo Ato Complementar 35. jogos e diversões públicas. de 30/01/67) . 53. 53. caso em que o imposto será calculado. lavagem. autarquias e empresas concessionárias de serviços públicos assim como as respectivas subempreitadas.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 85 III. demais formas de fornecimento de trabalho. de 30/01/67) § 2º Os serviços a que se refere o inciso IV do parágrafo anterior. serão considerados de caráter misto. não compreendida nestes a renda proveniente da remuneração do próprio trabalho. restauração. recondicionamento e operações similares. II. salvo: I. conserto. Estados. ferramentas ou veículos. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34. de 08/12/66 e alterado pelo Ato Complementar 34. galvanoplastia. IV. Revogado pelo Decreto-Lei 406. de 30/01/67) V.

como dispuser a lei. § 2º O imposto incide. V. de 30/01/67) a) ao valor dos materiais adquiridos de terceiros. Lubrificantes. sejam quais forem sua natureza ou competência. na execução de obras hidráulicas ou de construção civil. sobre uma das operações previstas em cada inciso deste artigo. 19. Energia Elétrica e Minerais do País Art. Lubrificantes. e exclui quaisquer outros tributos. 52. sobre Operações relativas a Combustíveis. b) do valor das subempreitadas. como definida no art. II. 74. a importação. de competência da União. como definida no art. III. assim entendida a colocação do produto no estabelecimento consumidor ou em local de venda ao público. Energia Elétrica e Minerais do País tem como fato gerador: • Vide Súmula 191 do TFR: “É compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. O Imposto. de 31/12/68: Texto original: Contribuinte do imposto é o prestador do serviço. caso em que o imposto será calculado sobre o preço total da operação deduzido das parcelas correspondentes: (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34.” I. a distribuição. Revogado pelo Decreto-Lei 406. Art. o consumo. uma só vez. como definida no art. CAPÍTULO V Impostos Especiais SEÇÃO I Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis. quando fornecidos pelo prestador do serviço. a produção. assim entendida a venda do produto ao público. § 1º Para os efeitos deste imposto a energia elétrica considerase produto industrializado.86 Tribunal Regional Federal . IV. 73. 46 e seu parágrafo único. . já tributadas pelo imposto. a circulação. incidentes sobre aquelas operações.1ª Região III.

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 87 “Ementa: . que.. Sydney Sanches.26873-2/PR. ou seja.. não havia vedação. Não. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 21. E somente a operação de industrialização.. parágrafo único.. inciso VIII.: Des.093649/MG. 2ª Turma. da CF/67. p. 74 do CTN/66. Cumulação não vedada sob a égide da CF/67.” (STF. hoje ICMS. Imposto Único sobre Minerais. Inteligência do art. 21. como mercadoria.. Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. este. p. sim. Produção.807. segundo a qual ‘é compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes’. da CF/67 e art. sujeita ao ICM.456. não mais terá lugar nova incidência. correspondendo a uma produção. é que.: Min.01.” (TRF-1ª Região. embora sirva como matéria-prima na produção de álcool carburante. 1ª Turma. inciso VIII.) . Decisão: 08/03/93.. A EC 1/69 estabelecia a competência da União para instituir Imposto sobre Produção de Combustíveis Líquidos. Decisão: 17/12/97. DJ de 31/05/96. se converte em álcool carburante. a canade-açúcar. existente em si mesma. 924.: Des..” (TRF-4ª Região. Rel. regulamentado pelo art. Federal Leite Soares. 18. AC 91. DJ de 11/02/98.. a Súmula 191 do extinto TFR. Cana-de-açúcar não é combustível líquido. um combustível líquido. VI. 74 do CTN/66. a atividade transformadora da cana-de-açúcar nesse combustível líquido.. VII. industrializada. a matéria-prima. 10. O momento de incidência verifica-se quando da ocorrência de um dos fatos previstos em lei (fato gerador) e pela disposição da lei.04. O momento em que se é devido o imposto confunde-se com o momento em que o fato imponível se consuma. a cana-de-açúcar é apenas o bem.. . Havendo distinção entre o faturamento e as operações que constituem fato gerador do extinto Imposto Único de que trata o art. ou ‘ o aperfeiçoa para o consumo’ (arts. assim. 4ª Turma. Decisão 16/04/96. Rel.. pode ser objeto de circulação jurídica e econômica.) “Ementa: . que. II. . V. quanto à exigência cumulativa entre o PIS e o referido imposto. é a operação que ‘modifica a natureza ou a finalidade’ de um determinado bem. segundo o Código Tributário Nacional. PIS. Assim. incidente uma vez..) “Ementa: . 74 e 46. p. VIII... sob a égide da CF/67. Nesse sentido. Rel. estaria sujeita exclusivamente ao Imposto Único de que tratava o inciso VIII do art. do Código Tributário Nacional). DJ de 29/03/93. RE 180721/MG. AC 96.. 21 da EC 1/69. I.

ao Imposto sobre a Importação. de 30/01/67) • Vide Súmula 545 do STF: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Na iminência ou no caso de guerra externa. pelos Estados. • Vide Súmula 665 do STF: “É constitucional a Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários instituída pela Lei 7. 75. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. no âmbito de suas respectivas atribuições. III. a União pode instituir. suprimidos. II. diferentemente daqueles. SEÇÃO II Impostos Extraordinários Art. (Redação dada pelo Ato Complementar 34. A taxa não pode ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que correspondam a imposto. As taxas cobradas pela União. 77. impostos extraordinários compreendidos ou não entre os referidos nesta lei.” Parágrafo único.1ª Região Art. porque estas. são compulsórias e tem sua cobrança con- . TÍTULO IV Taxas Art. no prazo máximo de 5 (cinco) anos. nem ser calculada em função do capital das empresas. ou a utilização. ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias. temporariamente. têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. quando a incidência seja sobre a distribuição.88 Tribunal Regional Federal . contados da celebração da paz. efetiva ou potencial. quando a incidência seja sobre essa operação.940/89. de serviço público específico e divisível. quando a incidência seja sobre a produção ou sobre o consumo.” • Vide Súmula 670 do STF: “O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. ao Imposto sobre Produtos Industrializados. gradativamente. 76. A lei observará o disposto neste Título relativamente: I.

.. Rel.) . com base em tabela.. . p.: Min. 56.940/89)...” “Ementa: ..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 89 dicionada à prévia autorização orçamentária. Serviço que.. DJ de 17/03/00.077)..” • Vide Súmula 15 do TRF-5ª Região: “É válida a cobrança da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários (Lei 7. . que veda a bitributação.” (STF.. Taxa Judiciária. em relação à lei que as instituiu.) “Ementa: ... não podendo ser confundido com qualquer dos fatores que entram na composição da base de cálculo do IPTU.. instituída pelo Município de Porto Alegre. Localização e Funcionamento. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt..” • Vide Súmula 551 do STF: “É inconstitucional a taxa de urbanização da Lei 2. cuja base de cálculo é o valor da atividade estatal deferida diretamente ao contribuinte. Tribunal Pleno.” • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. Taxa de Fiscalização. Decisão: 09/11/95.” (STF. porque seu fato gerador é o mesmo da transmissão imobiliária. Natureza jurídica: tributo da espécie taxa. Tribunal Pleno.. Francisco Rezek.. justamente em razão do mencionado critério pode ser referido a cada contribuinte em particular.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. o Supremo Tribunal Federal firmou jurisprudência no sentido de se tratar de tributo da espécie taxa (Representação 1.320. DJ de 29/06/01.. da Alal ou Aladi.. p.. razão pela qual não se pode ter por ofensivo ao dispositivo constitucional em referência.” • Vide Súmula 595 do STF: “É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica a do Imposto Territorial Rural. Sobre o tema da natureza jurídica dessa exação. dado adequadamente utilizado como critério de aferição da intensidade e da extensão do serviço prestado.. por faixas de contribuintes. .. Decisão: 12/08/99.. sendo calculada em razão da área fiscalizada. ADI 948/GO.. Exação fiscal cobrada como contrapartida ao exercício do poder de polícia. RE 220316/MG. Rel.. de 20/12/61. 2. Ilmar Galvão. no caso.. em termos de contraprestação. e de modo divisível.: Min. Ela resulta da prestação de serviço público específico e divisível. .. porque em ordem a permitir uma medida tanto quanto possível justa. .

preço público ou tarifa.. 1ª Turma. efetiva ou potencial. não contribuem como proprietários. 145. I. Prevalece o entendimento de que a base de cálculo da Taxa de Limpeza Pública não se amolda ao serviço público específico e divisível previsto nos arts. DJ de 03/06/02.. Rel. REsp 185270/SP. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir taxas.) .... da CF e 77 do CTN).” (STJ. 267. Decisão: 04/02/03. REsp 222063/SP. inespecífico..... . para incidir na ocupação do solo pelas empresas dedicadas à comercialização de energia elétrica.. REsp 439570/DF. os Estados. DJ de 02/12/02. Decisão: 07/05/02. indivisível e insuscetível de ser atribuído a contribuinte certo e determinado. não mensurável.... Humberto Gomes de Barros.) “Ementa: . ROMS 11910/SE.. II. Rel. 1ª Turma. I. pressupõe a existência da atividade ‘em ato’ ou ‘em potência’.” (STJ. p. por isso têm por fato gerador prestação de serviço de caráter genérico. 142. de serviços públicos específicos e divisíveis. Consolidou-se o entendimento desta Corte no sentido de que as Taxas de Conservação e de Limpeza de vias públicas não se confundem com o IPTU. III.” (STJ....: Min. I. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. Decisão: 13/05/03. A Taxa de Conservação e Serviços de Estradas Municipais . DJ de 18/09/00. Rel.. O parágrafo único do art. Franciulli Netto. Garcia Vieira. IV. p. Nada impede..) “Ementa: .: Min. II. sobre ser taxa. de maneira a evidenciar a correta interpretação adotada pela Corte a quo. 2ª Turma. 77 proíbe que a taxa tenha fato gerador idêntico àquele que serve ao lançamento de imposto.. REsp 476756/SP.) “Ementa: . p..” (STJ. A União.: Min. Tais pessoas. Rel. mas como beneficiários do serviço público. p. 238. gerada pela utilização de serviço posto à disposição. Decisão: 11/06/02. DJ de 07/04/03. . Francisco Peçanha Martins.. 77 e 79 do Código Tributário Nacional. Rel.. entretanto... 1ª Turma. .. tem como fato gerador a utilização de tais serviços. entretanto. pelos donos e possuidores de fazendas localizadas às margens.. que o contribuinte de determinado imposto pague taxa.: Min.: Min. DJ de 30/06/03.1ª Região “Ementa: ..90 Tribunal Regional Federal . prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição (arts.. Decisão: 17/08/00. 204. . A controvérsia acerca da natureza jurídica do preço de um serviço público. 2ª Turma. se não restaram observados os pressupostos constitucionais e legais para configuração do fato gerador desta espécie de tributo.. 101.” (STJ.) “Ementa: . É ilegítima a cobrança de taxa instituída em lei municipal. Luiz Fux. p.

AMS 2001. da capacidade contributiva e da legalidade. Decisão: 27/05/03. . O fato gerador da taxa está diretamente vinculado à prestação do serviço público e o sujeito passivo é quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição... Federal Hilton Queiroz.070/66. A Carta Constitucional de 1988 afasta a possibilidade de que as taxas adotem não somente base de cálculo de impostos já discriminados no seu texto. não se confundindo com a que tenha como fato gerador a prestação ou simples oferta de serviço público em caráter individualizado.165 de 2000.00.04759-0/DF. . II.. 4ª Turma.. 17. Inexistência de ofensa ao princípio da isonomia... AMS 2001. Ag 1998.) “Ementa: . Inexiste violação aos princípios da isonomia. tem por fato gerador o serviço prestado de exercício de poder de polícia..” (TRF-1ª Região.013267-4/MG. Rel. uma vez que se trata de tributo que tem como fato gerador o exercício regular do poder de polícia... DJ de 1º/08/03.01. e por sujeito passivo quem exerce as atividades constantes de seu anexo VIII (art. I.012860-9/DF. p. 17. efetiva ou potencial.... 85.. p.. Decisão: 26/02/ 03.38. e não de sua receita bruta (anexo IX).01. na forma da Lei 10. II. prevista na Lei 5. mas vai mais além e proíbe que sejam adotados elementos de aferição próprios de impostos e.” (TRF-2ª Região..” (TRF-1ª Região. Correta a decisão que indeferiu pedido de prova pericial técnica para apurar funcionamento de aparelhagem de comunicação de fito de discutir o pagamento ou não de taxa de fiscalização. p. DJ de 19/12/00. III. 17.: Des.00. ou a utilização. ..059444-3/GO.. Rel. DJ de 25/07/02.. certamente. Decisão: 19/09/00.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). O cálculo do valor da nova taxa será efetuado a partir de critério variado.. 3ª Turma. I. patrimônio líquido das empresas é aspecto inerente à capacidade econômica do sujeito passivo.. A cobrança da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária tem como fato gerador o exercício do poder de polícia. b). AMS . Rel. 70.” (TRF-1ª Região. . A TCFA.. AC 96. consistente no controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras e fiscalizadoras de recursos naturais (art. 2ª Turma Suplementar.) “Ementa: . . Decisão: 16/04/02.. Federal Mário César Ribeiro..00.: Des...” (TRF-1ª Região.. 77. em função da potencialidade poluidora da atividade exercida pelo contribuinte. p.) “Ementa: . A imposição de taxa em contraprestação ao exercício do poder de polícia inexige a prática de atos concretos dirigidos especificamente a cada um dos contribuintes. 4ª Turma... DJ de 03/04/03. 77 do CTN.) “Ementa: .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 91 “Ementa: . III.34. Rel. não se coadunando com a quantificação do custo de um serviço. a teor do art. c)..: Des. Federal Eustáquio Silveira..

: Des. Deve. Rel.. DJ de 30/04/01.) “Ementa: . Federal Ney Fonseca. Milton Luiz Pereira..) Art. Rel. à ordem.. 1ª Turma.. 4ª Turma.: Des. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público... p... 2ª Turma. REsp 272394/SP.” (STJ. 120. 429/441. . 78. 207. 77 e 78 do CTN’ . sendo sujeito passivo desse . I.1ª Região 98.. com competência exclusiva e concorrente das três esferas estatais dada a descentralização político-administrativa decorrente do nosso sistema constitucional. (Redação dada pelo Ato Complementar 31.” (TRF-1ª Região. O fato gerador da taxa está diretamente vinculado ao exercício do poder de polícia ou à prestação do serviço público. atendendo especificamente às exigências dos arts. DJ de 18/01/00.) “Ementa: ... fatos justificadores da imposição fiscal. 125...92 Tribunal Regional Federal . Decisão: 21/11/00.” (STJ. sofre limitações objetivas. “Ementa: . DJ de 09/06/03.. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. pp.. A Administração Pública exerce o poder de polícia administrativa sobre todas as atividades e bens que afetam ou podem afetar a coletividade. REsp 259557/SP. corresponder à efetiva contraprestação de serviços e materialização do poder de polícia.. tratando-se de atividade que a lei tenha como discricionária. III.02. 1ª Turma. à higiene. com observância do processo legal e. Decisão: 26/03/02. regula a prática de ato ou a abstenção de fato. aos costumes. de 28/12/66) Parágrafo único.. Decisão: 29/02/00.01. Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável. pois. sem abuso ou desvio de poder.: Min. Decisão: 09/11/99.. p. interesse ou liberdade. A taxa. Rel. instituída por lei municipal. limitando ou disciplinando direito. ‘é justificada pelo exercício do poder de polícia. Considera-se poder de polícia atividade da Administração Pública que. Federal Mário César Ribeiro.. DJ de 04/08/00. em razão de interesse público concernente à segurança.. A cobrança da Taxa de Fiscalização de Anúncios. Rel. AMS 96. ..29014-9/RJ. I. à disciplina da produção e do mercado. p.36261-4/BA.) “Ementa: . fundamentalmente vinculada à hipótese de incidência determinada por atividade estatal individualizada.: Min. Franciulli Netto.

DJ de 08/05/03.005441-0/RJ. Federal Julieta Lídia Lunz. .00. Disto decorre a obrigação de serem especificados em unidade de ações de intervenção e de individualizada vantagem ou utilidade ou de individualizada restrição a ação do poder de polícia e da necessidade pública.. impondo ao contribuinte o respectivo pagamento da respectiva taxa. DJ de 19/03/03.” (TRF-3ª Região.. Decisão: 31/08/ 99. VII... em razão do exercício do poder de polícia (art. I. à luz da disposição inserta no art..) “Ementa: . desde que efetivamente ocorra o ato do Poder Público.649/98 para que participem da relação tributária na condição de sujeito ativo. . 79. . Decisão: 18/11/02. em tal ocorrendo rompe-se o sinalagma caracterizador da taxa.. 509... Decisão: 12/06/02..34.. aliando-se a esta delegação que lhe confere a Lei 9. O texto constitucional defere aos entes políticos. p.. mais precisamente. 145.007485-0/DF.: Des. conjuga-se à extensão obrigatória da eficácia da fiscalização potencial e mesmo preventiva para a disciplina das atividades em lei enumeradas. Federal Carreira Alvim.02. Federal Marli Ferreira. REO 99..03. e que seja perceptível uti singuli e jamais em ação única mas de efeitos propagadores e pluralizados. 4ª Turma. . Distrito Federal e Municípios – a competência para a instituição de taxas. VI.51.: Des.. 88. Rel. 78 do CTN. AMS 2000.) Art.: Des. Estados. O poder de polícia exercido pelos conselhos de fiscalização das profissões confere a estes a natureza jurídica de entes públicos... 1ª parte. constitucionalmente parificados – União. A característica sinalagmática da taxa importa na efetiva utilização do serviço ou. Rel..) “Ementa: ..01.) “Ementa: .. 1ª Turma.. Decisão: 24/09/02.056749-8/SP.. . III. I. 78 do Código Tributário Nacional. 77 consideram-se: . 509. Os serviços públicos a que se refere o art. VIII.. O art.. DJ de 16/08/02. CF). 6ª Turma.” (TRF-1ª Região. p. 1ª Turma. p/ acórdão: Des..” (TRF-2ª Região. DJ de 21/10/99. ao se referir à utilização compulsória do serviço. Há de exigir-se o recolhimento da taxa em lei prevista. Rel. AMS 2001.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 93 serviço quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição. AC 93. Federal Mário César Ribeiro.” (TRF-2ª Região. Rel. O ato regulador não se pode cindir para atribuir a cada um dos sujeitos passivos o custo pelo exercício do poder de polícia. da efetividade do poder de polícia... .13728-8/RJ. p... II.

) “Ementa: .. no seu limite com a via ou logradouro público . Rel. I.. Decisão: 05/03/99. Rel. As taxas de consumação desses serviços têm como fato gerador ‘o exercício do poder de polícia. REsp 186585/SP. II. separadamente. encontram-se presentes os requisitos de especificidade e de divisibilidade (arts. 77 e 79 do CTN)....” (TRF-1ª Região. Franciulli Netto. . EREsp 94314/SP. II. p. 4ª Turma. Taxa de Limpeza Pública.... 2ª Turma. por parte de cada um dos seus usuários. circunstância a evidenciar que a base de cálculo não está adequada a serviço específico e divisível....: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). p... da área construída e utilização.” (STJ. “Ementa: .94 Tribunal Regional Federal .: Min. 198.” (STJ... do serviço público específico e divisível... 1ª Seção.01. DJ de 18/06/99. Rel. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição. 77 e 79 do CTN.. DJ de 14/10/02. utilizados pelo contribuinte: a) efetivamente. ’ . quando por ele usufruídos a qualquer título. a utilização. quando suscetíveis de utilização.. prestados ao contribuinte ou colocados a sua .. sendo passível de destaque em unidade autônoma e utilização individualizada por cada um dos usuários. Decisão: 07/05/02. Decisão: 16/12/97.. 77 e 79 do Código Tributário Nacional. . sendo de utilização compulsória. .. O serviço público custeado pelo Taxa de Licenciamento de Importação é específico e divisível. Nos serviços públicos relativos à limpeza urbana e conservação de vias e logradouros públicos.: Min.324679/MG.. Alegada divergência jurisprudencial na interpretação dos arts. ou de necessidade públicas.. Extrai-se dos termos da legislação municipal que a taxa em comento deve ser calculada em função da localização do imóvel. I.. . divisíveis. 8... REO 93. José Delgado.) “Ementa: .. quando. efetiva ou potencial. DJ de 06/04/98. como determinam os arts. . de utilidade. específicos.. sejam postos à sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento.. tomandose por base o metro linear ou fração em toda a extensão do imóvel..) “Ementa: . I...1ª Região I. III. A Taxa de Serviço tem por hipótese de incidência a prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. quando possam ser destacados em unidades autônomas de intervenção. b) potencialmente.

. sem configurar a valorização do imóvel. p. O horário bancário estabelecido por lei constitui horário normal de funcionamento das instituições financeiras. 84. de modo que. DJ de 05/11/96. Para efeito de instituição e cobrança de taxas. que continua a ser requisito ínsito para a instituição do tributo. 80 do CTN. AMS 92. Decisão: 07/08/96. Recapeamento de via pública já asfaltada. DJ de 06/11/02. 18. as Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios e a legislação com elas compatível. p. forte no art. 1ª Turma. não se circunscrevendo ao interesse predominante do Município. . tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. do Distrito Federal ou dos Municípios aquelas que. A regulamentação do horário bancário constitui competência legislativa da União.: Des..” (TRF-3ª Região. p.. “Ementa: Contribuição de melhoria. 4ª Turma. p/ acórdão: Des. 493. Federal Leandro Paulsen. Rel.) . competem a cada uma dessas pessoas de direito público.. da Constituição de 1967. consideram-se compreendidas no âmbito das atribuições da União. II.139688-6/SC. Rel. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária.” (TRF-4ª Região. 9. as Constituições dos Estados.. Federal Lúcia Figueiredo..023522-1/SP. segundo a Constituição Federal.01.) Art.. Octávio Gallotti. pelos Estados. RE 116148/SP.307.04.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 95 disposição. A contribuição de melhoria cobrada pela União. DJ de 21/05/93. Decisão: 26/09/02.03. 81.: Min. “Ementa: . no âmbito de suas respectivas atribuições.768. mesmo sob a égide da redação dada pela Emenda 23 ao art. 1ª Turma..” (STF.. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Decisão: 16/02/93.. REO 1999. descabe a cobrança de taxa por parte deste para a fiscalização do cumprimento do horário bancário. dos Estados.) TÍTULO V Contribuição de Melhoria Art. 80. Rel. não podendo ser considerado como ‘horário especial’ para fins de cobrança de taxa de funcionamento de estabelecimentos em horários especiais.

09373-8/SC. DJ de 09/07/97. CF/88. Decisão: 07/05/02.) “Ementa: . Decisão: 05/04/01. 3ª Turma. DJ de 28/10/02. I. II..: Des. A contribuição de melhoria tem como limite geral o custo da obra.: Min. Rel.. AC 1998. Milton Luiz Pereira. .. CF/67.” (TRF-1ª Região..074863-6/MG...686. ” (TRF-4ª Região. apropriados à obra pública realizada no local da situação do imóvel.. REO 96. . ‘A valorização do imóvel deve ser retribuída com a cobrança de contribuição de melhoria e não mediante a diminuição do valor do bem expropriado’. . 1ª Turma. . A lei relativa à contribuição de melhoria observará os seguintes requisitos mínimos: I. I.. 81 e 82 do CTN. 145.) “Ementa: .00.. c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição. REsp 362788/RS. REsp 280248/SP. I.” (STJ... .01. 2ª Turma... REsp 160030/SP. 284. . 18. Decisão: 19/10/99. tão-só o custo da obra pública realizada. .. Fato gerador. 52. I..: Des. II..04. Eliana Calmon. .: Min.. A contribuição de melhoria tem como fato gerador a valorização do imóvel que lhe acarreta real benefício. p. Rel.) Art.. Federal Cândido Ribeiro. EC 23/83. 82. 267.. 233. Arts. não servindo como base de cálculo..) “Ementa: .. e como limite individual a valorização do imóvel beneficiado. 1ª Turma... Rel. b) orçamento do custo da obra. Decisão: 27/05/97. 211.” (STJ. p. é elemento integrante da hipótese de incidência da contribuição de melhoria. Decisão: 28/05/02.: Min. Contribuição de melhoria.. Rel.. É ilegal a contribuição de melhoria instituída sem observância do limite individual de cada contribuinte. p...) “Ementa: .1ª Região “Ementa: . A valorização imobiliária. publicação prévia dos seguintes elementos: a) memorial descritivo do projeto.. .. p. Rel. III.. DJ de 19/11/01.. Ilegalidade no lançamento de contribuição de melhoria sem a demonstração dos pressupostos de valorização ou específico benefício. DJ de 05/08/02... p.. em decorrência de obra pública.96 Tribunal Regional Federal . Federal Gilson Dipp.. DJ de 04/02/00.. Requisitos de valorização ou de benefício.. 2ª Turma..” (STJ.. Francisco Peçanha Martins.

mas não para realização da obra pública. A partir do DL 195/67.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 97 d) delimitação da zona beneficiada.. II. para impugnação pelos interessados. REsp 143996/SP.. . § 2º Por ocasião do respectivo lançamento. pelos imóveis situados na zona beneficiada em função dos respectivos fatores individuais de valorização.: Min. p.. c) a base de cálculo é a diferença entre dois momentos: o primeiro..... b) a obra provocou a valorização do imóvel. e) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para cada uma das áreas diferenciadas. “Ementa: . . do inciso I. ou seja. DJ de 06/12/99.. o segundo. .. nela contidas. É da natureza da contribuição de melhoria a valorização imobiliária . Decisão: 07/10/99. de qualquer dos elementos referidos no inciso anterior.. Francisco Peçanha Martins.. I.. A base de cálculo da contribuição de melhoria é a valorização imobiliária. da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que integraram o respectivo cálculo. fixação de prazo não inferior a 30 (trinta) dias.” (STJ. 2ª Turma. .. III. cada contribuinte deverá ser notificado do montante da contribuição. II.) “Ementa: .. sem prejuízo da sua apreciação judicial.. Edital. Contribuição de melhoria. o valor do imóvel antes de a obra ser iniciada. Valorização imobiliária. regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a que se refere o inciso anterior. a diferença entre o valor do imóvel antes do início da obra e o valor do mesmo após a conclusão da obra.. § 1º A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo da obra a que se refere a alínea c. 76. Rel.. a pulicação do edital é necessária para cobrança da contribuição de melhoria. o valor do imóvel após a conclusão da obra. A entidade tributante ao exigir o pagamento de contribuição de melhoria tem de demonstrar o amparo das seguintes circunstâncias: a) exigência fiscal decorre de despesas decorrentes de obra pública realizada. Base de cálculo..

aplica-se à arrecadação dos impostos de competência dos Estados.. cujo produto estes venham a distribuir. nos respectivos territórios. adota o critério de mais valia para definir o seu fato gerador ou hipótese de incidência . 46.. cujo produto lhes seja distribuído no todo ou em parte.. e no art. 169131/SP. 1ª Turma. O disposto neste artigo.180. poderão participar de até 10% (dez por cento) da arrecadação efetuada. 83. Decisão: 04/06/02.) “Ementa: . no todo ou em parte.” (STJ. ao Distrito Federal ou aos Municípios o encargo de arrecadar os impostos de competência da União.. Art. a publicação do edital é necessária para cobrança da contribuição de melhoria. Sem prejuízo das demais disposições deste Título. José Delgado. Rel. DJ de 03/08/98. Adoção. REsp. aos respectivos Municípios. Decisão: 02/06/98. Humberto Gomes de Barros.. proveniente do imposto referido no art. os Estados e Municípios que celebrem com a União convênios destinados a assegurar ampla e eficiente coordenação dos respectivos programas de investimentos e serviços públicos. ser posterior à realização da obra pública ..: Min. Pode..98 Tribunal Regional Federal . Rel. 43.. IV. excluído o incidente sobre o fumo e bebidas alcoólicas. incidente sobre o rendimento das pessoas físicas.” (STJ.. Parágrafo único. O processo das distribuições previstas neste artigo será regulado nos convênios nele referidos. p. entretanto.) TÍTULO VI Distribuições de Receitas Tributárias CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. . p. Parágrafo único... 1ª Turma. A lei federal pode cometer aos Estados. no trato da contribuição de melhoria. 84. A partir do DL 195/67. especialmente no campo da política tributária. REsp 431068/SP.: Min. DJ de 12/08/02. também da corrente doutrinária que.1ª Região . 143..

43.. incidente sobre a renda das obrigações de sua dívida pública e sobre os proventos dos seus servidores e dos de suas autarquias. 85. 85. § 2º A lei poderá autorizar os Estados. I. o produto da arrecadação do imposto a que se refere o art. Serão distribuídos pela União: I. “Ementa: Imposto sobre Propriedade Territorial Rural. 6. 4º do Decreto-Lei 57/66 e do art.. o Distrito Federal e os Municípios a incorporar definitivamente à sua receita o produto da arrecadação do imposto a que se refere o inciso II.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 99 CAPÍTULO II Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural e sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Art.. RE 97316/MG.505. ao Distrito Federal e aos Municípios. do CTN. O Supremo Tribunal Federal declarou a inconstitucionalidade do art.. § 3º. DJ de 13/05/83. as autoridades arrecadadoras dos impostos a que se refere este artigo farão entrega.) “Ementa: . pela União. 29. ao Distrito Federal e aos Municípios. destinada ao custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação desse tributo. aos Municípios da localização dos imóveis. aos Estados. Moreira Alves.” (STF. o produto da arrecadação. a contar da data de cada recolhimento. do imposto de que trata o inciso I seja destinada ao custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação. do imposto a ela devido pelos titulares da renda ou dos proventos tributados. à medida que forem sendo arrecadadas. do imposto a que se refere o art. aos Estados. § 3º A lei poderá dispor que uma parcela. II. não superior a 20% (vinte por cento). . § 1º Independentemente de ordem das autoridades superiores e sob pena de demissão. em prazo não superior a 30 (trinta) dias. p. na fonte. Tribunal Pleno.. estipulando as obrigações acessórias a serem cumpridas por aqueles no interesse da arrecadação. das importâncias recebidas. Pelo menos a partir da Emenda Constitucional 18 de 1965. é inequívoco que a União Federal não pode arrogar-se competência para estabelecer qualquer quota de retenção do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural destinada ao custeio do serviço de lançamento e arrecadação desse tributo. em favor da União Federal. Rel. . Parcela. I.. Decisão: 1º/12/82.: Min.

180. posto haver aquele Sodalício. Rel. Decisão: 11/09/98.01. Federal Baptista Pereira.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). 169. art. DJ de 06/06/01. “Ementa: .” (TRF-1ª Região. 80% (oitenta por cento) constituem a receita da União e o restante será distribuído à razão de 10% (dez por cento) ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e 10 % (dez por cento) ao Fundo de Participação dos Municípios. § 3º).. pertencentes aos Municípios . em conformidade com o disposto na Constituição Federal (art.. 85 do CTN que autoriza a lei federal reservar à União até 20% do ITR para custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação. O produto da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural foi integralmente destinado aos Municípios em que se encontravam os imóveis (CF/69. Decisão: 18/03/03. 4ª Turma... .. I). Rel.1ª Região II. a parcela de custeio destinada ao Incra . Franciulli Netto. AR 93.. Estando o acórdão rescindendo em dissonância com a decisão da Excelsa Corte. DJ de 26/11/98. firmado posicionamento quanto à inconstitucionalidade do § 3º do art. p..: Min. 43 e 46. A Lei Complementar 63/90 estabelece os critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferência por estes recebidas. 2ª Turma.) CAPÍTULO III Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios SEÇÃO I Constituição dos Fundos Art.. é inconstitucional o § 3º do art. Para cálculo da percentagem destinada aos Fundos de Participação. p. . II. Parágrafo único.. 161.: Des.. AC 90.” (STJ. DJ de 30/06/03. exclui-se do produto da arrecadação do imposto a que se refere o art. afastando. Essa lei. p.06738-7/DF.. 43 a parcela distribuída nos termos do inciso II do artigo anterior. 24. Rel. através de iterativa jurisprudência. Decisão: 20/03/01.) “Ementa: . 86.121. (TRF-3ª Região. 85 do CTN... assegurou a cada Município o recebimento de parcela do produto da arrecadação do ICMS proporcionalmente ao valor adicionado produzido em seu território. 2ª Seção.03..036342-6/SP. Por isso.100 Tribunal Regional Federal . portanto..) . Do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. REsp 284023/SP.

. efetuará automaticamente o destaque de 20% (vinte por cento). a superfície territorial apurada e a população estimada. a renda per capita. Parágrafo único.. ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. 95% (noventa e cinco por cento). . O coeficiente fixado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. consideram-se: I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 101 Art. II.A. Fundo de Participação dos Municípios – FPM. SEÇÃO II Critério de Distribuição do Fundo de Participação dos Estados Art. proporcionalmente ao coeficiente individual de participação. pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Parágrafo único. O Banco do Brasil S. Os totais relativos a cada imposto. relativa a cada entidade participante. II. que creditará. 88. . com base no resultado do censo demográfico. no último ano para o qual existam estimativas efetuadas pela Fundação “Getúlio Vargas”. resultante do produto do fator representativo da população pelo fator representativo do inverso da renda per capita. quanto a cada entidade participante. 86. Coeficiente de participação. II.A..... “Ementa: . creditados mensalmente a cada um dos Fundos. à medida em que for recebendo as comunicações do recolhimento dos impostos a que se refere o artigo anterior.. em partes iguais.. Para os efeitos do disposto neste artigo. para efeito de repasse . será distribuído da seguinte forma: I. ao Tribunal de Contas da União até o último dia útil do mês subseqüente. a que se refere o art. O Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. proporcionalmente à superfície de cada entidade participante. 87... de cada entidade participante. 5% (cinco por cento). serão comunicados pelo Banco do Brasil S. para escrituração na conta “Receita da União”. como definidos nos artigos seguintes.

. carentes de uma eficaz metodologia de interpretação....... Validade...... ainda que a estimativa tenha sido equivocada....) Art.. DJ de 29/08/03....... AC 2000............ DJ de 02/10/02. Fundo de Participação do Município..00.... 2..04.. Federal Tais Schilling Ferraz.......) “Ementa: ... Os levantamentos populacionais.. DJ de 17/07/ 02. que obedece a dados populacionais oficialmente fornecidos pelo IBGE............. para mais ou para menos. p.... e que influenciam no coeficiente para recebimento da quota do Fundo de Participação dos Municípios. Rel. pelo Município.” (TRF-4ª Região.. Rel...” (TRF-1ª Região.... Censo...140413-9/PR.... 3ª Turma... de indicadores próprios da densidade populacional isolados e assistemáticos. 57.. Decisão: 25/06/02..) “Ementa: Fundo de Participação dos Municípios.. Acima de 2% até 5%: a) pelos primeiros 2% .. Federal Tourinho Neto. será estabelecido da seguinte forma: Percentagem que a população da entidade participante representa da população total do País: Fator I.. 2ª Turma.... A adoção de critérios para estimar a população é ato discricionário........ .. 579... a que se refere o inciso II do artigo anterior.. Resolução do Tribunal de Contas... realizados pelo IBGE. 89. II. . . 2. .... . Não há ilegalidade na aplicação de redutor ao coeficiente da quota do Fundo de Participação dos Municípios.. O fator representativo da população.01... 660.. não restam descaracterizados com a apresentação.... I... deve servir de base para todo o ano. .... Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère....102 Tribunal Regional Federal .01..012344-7/DF...1ª Região do Fundo de Participação dos Municípios – FPM.... Tendo sido observados os princípios da proporcionalidade.. II.: Des.0 II.. .. IBGE.. Coeficientes... Decisão: 27/08/02.... p.... Ag 2002...39197-8/PR. p..: Des.: Des......” (TRF-4ª Região. razoabilidade e impessoalidade.. Decisão: 22/10/02. ainda que a população do Município varie.. AC 97. Até 2% .. 3ª Turma.......... nada há a reparar no critério adotado.. Alteração do coeficiente populacional.......0 . É legítimo o procedimento adotado pelo TCU para a edição da Resolução 224/85..04. Rel... realizada na forma da legislação em vigor (Lei Complementar 91/97).....

..... acima de 5% até 10%: a) pelos primeiros 5% ............0130 até 0.......4 Acima de 0...... mais .. Para os efeitos deste artigo.....5 IV.0045 até 0.........10........... a que se refere o inciso II do art.....0065 até 0...........1.. mais .........................................................0085 até 0.............. O fator representativo do inverso da renda per capita......................0110 .1....................7 Acima de 0..........................0220 .....5 Acima de 0........... 90.... 2.....0130 ..............0095 até 0........ 0...................................................0095 ...........0075 ..... 0....... será estabelecido da seguinte forma: Inverso do índice relativo à renda per capita da entidade participante: Fator Até 0....0 Acima de 0............... determina-se o índice relativo à renda per capita de cada entidade participante.................................. acima de 10% . ................................0055 até 0........................... 5..............3% ou fração excedente..........0190 até 0.............9 Acima de 0....Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 103 b) para cada 0....................................6 Acima de 0............0075 até 0..4 Acima de 0....0085 ....0 b) para cada 0.......5% ou fração excedente...1....0170 até 0..............0190 ..6 Acima de 0.....5 Parágrafo único...1.......... 0..........2 Acima de 0. 0.............. Para os efeitos deste artigo....................................0170 ...... 0...0110 até 0........................ 88.... Art........0045 .....0065 ...........0150 até 0................. considera-se como população total do País a soma das populações estimadas a que se refere o inciso I do parágrafo único do artigo anterior.... 0........................ 0...............................................0150 ........................ 0..........0 Parágrafo único...............0220 ......... tomando-se como 100 (cem) a renda per capita média do País......3 III...8 Acima de 0...0055 .......................8 Acima de 0............................1............0 Acima de 0................ 2...

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“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. .... .... ‘A queda no percentual de participação do Município na reserva do FPM prevista no Decreto-Lei 1.881/81, de 2.3730%, no ano de 1990 para 1.6461%, no ano de 1990, decorre da redução do fator representativo de renda per capita (art. 90, Lei 5.172/66, CTN) de 2.5 para 1.8, em face da alteração dessa renda em relação ao Estado onde se situa o Município reclamante, informada pela Fundação IBGE’. ....” (TRF-5ª Região. AC 96.05.11094-6/RN. Rel.: Des. Federal Francisco Falcão. 1ª Turma. Decisão: 30/08/96. DJ de 13/09/96, p. 68.295.)

SEÇÃO III
Critério de Distribuição do Fundo de Participação dos Municípios Art. 91. Do Fundo de Participação dos Municípios a que se refere o art. 86, serão atribuídos: (Redação dada pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) I. 10% (dez por cento) aos Municípios das capitais dos Estados; II. 90% (noventa por cento) aos demais Municípios do País. § 1º A parcela de que trata o inciso I será distribuída proporcionalmente a um coeficiente individual de participação, resultante do produto dos seguintes fatores: (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) a) fator representativo da população, assim estabelecido: Percentual da População de cada Município em relação à do conjunto das capitais: Fator Até 2%.......................................................................................... 2 Mais de 2% até 5%: Pelos primeiros 2% ..................................................................... 2 Cada 0,5% ou fração excedente, mais ................................... 0,5 Mais de 5% ................................................................................. 5 b) Fator representativo do inverso da renda per capita do respectivo Estado, de conformidade com o disposto no art. 90.

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§ 2º A distribuição da parcela a que se refere o item II deste artigo, deduzido o percentual referido no art. 3º do decreto-lei que estabelece a redação deste parágrafo, far-se-á atribuindo-se a cada Município, um coeficiente individual de participação determinado na forma seguinte: (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e alterado pelo Decreto-Lei 1.881, de 27/08/81) Categoria do Município, segundo seu número de habitantes: Coeficiente a) Até 16.980 Pelos primeiros 10.188............................................................. 0,6 Para cada 3.396, ou fração excedente, mais........................... 0,2 b) Acima de 16.980 até 50.940: Pelos primeiros 16.980............................................................. 1,0 Para cada 6.792, ou fração excedente, mais........................... 0,2 c) Acima de 50.940 até 101.880 Pelos primeiros 50.940............................................................. 2,0 Para cada 10.188, ou fração excedente, mais......................... 0,2 d) Acima de 101.880 até 156.216 Pelos primeiros 101.880........................................................... 3,0 Para cada 13.584, ou fração excedente, mais......................... 0,2 e) Acima de 156.216................................................................. 4,0 § 3º Para os efeitos deste artigo, consideram-se os Municípios regularmente instalados, fazendo-se a revisão das quotas anualmente, a partir de 1989, com base em dados oficiais de população produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (§ 1º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e alterado pela Lei Complementar 59, de 22/12/88) § 4º Parágrafo 2º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e revogado pela Lei Complementar 91, de 22/12/97: Texto original: Os limites das faixas de números de habitantes previstos no § 2º deste artigo serão reajustados sempre que, por meio de recenseamento demográfico geral, seja conhecida oficialmente a

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população total do País, estabelecendo-se novos limites na proporção do aumento percentual daquela população, tendo por referência o recenseamento imediatamente anterior. § 5º Parágrafo 3º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e revogado pela Lei Complementar 91, de 22/12/97: Texto original: Aos Municípios resultantes de fusão de outras unidades será atribuída quota equivalente à soma das quotas individuais dessas unidades até que se opere a revisão nos anos de milésimos 0 (zero) e 5 (cinco).

“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios – FPM. .... Não tendo o Tribunal de Contas recebido do IBGE os dados oficiais e definitivos da recontagem geral da população no exercício de 1996, não cometeu ele qualquer ilegalidade em manter provisoriamente, na Decisão Normativa TCU 14/96, para o exercício de 1997, os mesmos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios – FPM fixados para os Municípios no ano de 1996. ....” (STF. MS 22798/PR. Rel.: Min. Moreira Alves. Tribunal Pleno. Decisão: 10/12/98. DJ de 26/03/99, p. 5.) “Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. Fixação de quotas para o exercício seguinte. .... .... I. O art. 91, § 3º, do CTN prevê a revisão anual das quotas do Fundo de Participação dos Municípios, com base nos dados do IBGE. ....”(TRF-5ª Região. AG 2001.05.00.034338-4/AL. Rel.: Des. Federal Edílson Nobre. 4ª Turma. Decisão: 30/04/ 02. DJ de 22/05/02, p. 544.)

SEÇÃO IV
Cálculo e Pagamento das Quotas Estaduais e Municipais Art. 92. Até o último dia útil de cada exercício, o Tribunal de Contas da União comunicará ao Banco do Brasil S.A. os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal, calculados na forma do disposto no art. 88, e de cada Município, calculados na forma do disposto no art. 91, que prevalecerão para todo o exercício subseqüente.

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“Ementa: .... II. A Carta Federal delegou à lei complementar o estabelecimento de normas sobre a entrega dos recursos referidos no art. 159 e sobre os critérios de rateio dos fundos previstos no seu inciso I. Competência do TCU para efetuar cálculo das quotas referentes a esses fundos. III. Não se pode pretender que o Poder Judiciário exerça a competência atribuída pela Constituição, em substituição à Corte de Contas. ....”(STF. MS 22752/PR. Rel.: Min. Néri da Silveira. Tribunal Pleno. Decisão: 22/04/02. DJ de 21/06/02, p. 98.) “Ementa: .... I. A participação dos Municípios nas receitas tributárias da União, conferidas pela Lei Maior, tem o critério de rateio estabelecido por lei complementar, a qual, por sua vez, fixou o número de habitantes como parâmentro legal e estabeleceu os percentuais que incidem de acordo com a faixa populacional (CTN, art. 91). Por outro lado, a Constituição Federal, da mesma forma, estabeleceu que o ‘Tribunal de Contas efetuará o cálculo das quotas referentes aos fundos de participação....’ (parágrafo único do art. 161), que será realizado em um ano para valer no exercício seguinte, conforme se infere do art. 92, in fine, do Código Tributário Nacional. O quantitativo populacional, evidente que em termos de perspectiva estatística, por sua vez, é fornecido pelo IBGE ao Tribunal de Contas da União, até o dia 31 de outubro de cada ano, para o qual submete-se a um due process of law previsto na Lei 8.443/92 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), em cujo art. 102 ficou estabelecido que até o dia 31 de agosto de cada ano é feita a publicação da projeção populacional de cada ente federativo beneficiário das receitas que serão repartidas, abrindo-se aos mesmos prazo para impugnação. ....” (TRF-4ª Região. AG 2001.04.01.080253-1/PR. Rel.: Des. Federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. 3ª Turma. Decisão: 06/08/02. DJ de 21/08/02, p. 739.)

Art. 93. Até o último dia útil de cada mês, o Banco do Brasil S.A. creditará a cada Estado, ao Distrito Federal e a cada Município as quotas a eles devidas, em parcelas distintas para cada um dos impostos a que se refere o art. 86, calculadas com base nos totais creditados ao Fundo correspondente, no mês anterior. § 1º Os créditos determinados por este artigo serão efetuados em contas especiais, abertas automaticamente pelo Banco do Brasil S.A., em sua agência na capital de cada Estado, no Distrito Federal e na sede de cada Município, ou, em sua falta, na agência mais próxima.

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Tribunal Regional Federal - 1ª Região

§ 2º O cumprimento do disposto neste artigo será comunicado pelo Banco do Brasil S.A. ao Tribunal de Contas da União, discriminadamente, até o último dia útil do mês subseqüente.

SEÇÃO V
Comprovação da Aplicação das Quotas Estaduais e Municipais Art. 94. Do total recebido nos termos deste Capítulo, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios destinarão obrigatoriamente 50% (cinqüenta por cento), pelo menos, ao seu orçamento de despesas de capital como definidas em lei de normas gerais de Direito Financeiro. § 1º Para comprovação do cumprimento do disposto neste artigo, as pessoas jurídicas de direito público, nele referidas, remeterão ao Tribunal de Contas da União: I. cópia autêntica da parte pertinente das contas do Poder Executivo, relativas ao exercício anterior; II. cópia autêntica do ato de aprovação, pelo Poder Legislativo, das contas a que se refere o inciso anterior; III. prova da observância dos requisitos aplicáveis, previstos em lei de normas gerais de Direito Financeiro, relativamente ao orçamento e aos balanços do exercício anterior. § 2º O Tribunal de Contas da União poderá suspender o pagamento das distribuições previstas no art. 86, nos casos: I. de ausência ou vício da comprovação a que se refere o parágrafo anterior; II. de falta de cumprimento ou cumprimento incorreto do disposto neste artigo, apurados diretamente ou por diligência determinada às suas Delegações nos Estados, mesmo que tenha sido apresentada a comprovação a que se refere o parágrafo anterior. § 3º A sanção prevista no parágrafo anterior subsistirá até comprovação, a juízo do Tribunal, de ter sido sanada a falta que determinou sua imposição, e não produzirá efeitos quanto à responsabilidade civil, penal ou administrativa do governador ou prefeito.

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CAPÍTULO IV
Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia Elétrica e Minerais do País
Art. 95. Do produto da arrecadação do imposto a que se refere o art. 74 serão distribuídos aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios 60% (sessenta por cento) do que incidir sobre operações relativas a combustíveis, lubrificantes e energia elétrica, e 90% (noventa por cento) do que incidir sobre operações relativas a minerais do País. Parágrafo único. Revogado pelo Ato Complementar 35, de 28/ 02/67: Texto original: A distribuição prevista neste artigo será regulada em resolução do Senado Federal, proporcionalmente à superfície, à produção e ao consumo, nos respectivos territórios, dos produtos a que se refere o imposto.

“Ementa: .... Imposto Único sobre Energia Elétrica. 60% (sessenta por cento) da receita devidos ao Estado de São Paulo. Retenção de 0,5% (meio por cento) pela União a título de ressarcimento das despesas com arrecadação e fiscalização do encargo. Inconstitucionalidade. .... .... III. É vedado à União compensar seu encargo com parte do valor a ser repassado aos Estados. ....” (STF. ACO 412/SP. Rel.: Min. Maurício Corrêa. Tribunal Pleno. Decisão: 08/08/02. DJ de 25/10/02, p. 23.)

“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. Imposto Único sobre Lubrificantes e Combustíveis Líquidos e Gasosos. .... A EC 23/83 criou jus novum, ao ampliar a partilha do FPM de 40% para 60% e incluir no produto da arrecadação do IULC os adicionais e outros gravames. ....”(TRF1ª Região. AC 89.01.22271-0/MG. Rel.: Des. Federal Vicente Leal. 3ª Turma. Decisão: 04/10/89. DJ de 05/02/90.) “Ementa: .... A distribuição entre os Municípios, Distrito Federal e Estados, de 60% (sessenta por cento) da arrecadação do Imposto sobre Lubrificantes e Combustíveis Líquidos e Gasosos, incluído na sua base de cálculo os adicionais e demais gravames incidentes sobre o imposto, é devido por essa sistemática apenas a partir do advento da Emenda Constitucional 23/83.”(TRF-4ª Região. AC 89.04.18681-1/PR. Rel.: Des. Federal Jardim de Camargo. 2ª Turma. Decisão: 15/12/95. DJ de 20/03/96, p. 17.088.)

. revogam-se e modificam-na (art. no todo ou em parte..110 Tribunal Regional Federal . 24). 29. 1ª Turma.. A expressão “legislação tributária” compreende as leis. 96 do citado código como abrangendo ‘as leis. 98. 108 do Código Tributário Nacional. DJ de 31/10/94. ”(STJ.. A atualização de crédito tributário é matéria financeira e não tributária e.487. 96.. os decretos e as normas complementares que versem. “Ementa: .. os tratados e as convenções internacionais. Decisão: 11/12/97.: Min. CTN). sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes’.) “Ementa: . 43. cuja ressalva ‘na ausência de disposição expressa’ refere-se à ‘legislação tributária’.. CTN). Antônio de Pádua Ribeiro. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes.) “Ementa: .: Min... Constituem. 100 do CTN).. Rel. . expressão esta definida no art. p.1ª Região LIVRO SEGUNDO NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO TÍTULO I Legislação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais SEÇÃO I Disposição Preliminar Art. os decretos e as normas complementares que versam.”(STJ.. no todo ou em parte . p. os tratados e as convenções internacionais.. II. REsp 154092/SP.. V. As normas complementares do Direito Tributário são de grande valia porquanto empreendem exegese uniforme a ser obedecida pelos agentes administrativos fiscais (art. Decisão: 17/10/94. I. 96. Os tratados e convenções internacionais integram a legislação tributária interna (art. fonte do Direito . . REsp 43747/RS. A hipótese não é de aplicação do caput do art. Garcia Vieira. naquilo que não é regulada por norma geral de Direito Financeiro. DJ de 02/03/98. 2ª Turma. insere-se na competência dos Estados para legislar concorrentemente (Constituição Federal.. Rel.. referidas normas. art.

e do seu sujeito passivo. Tratados e Convenções Internacionais e Decretos Art. 151. 52.: Min. 21. ressalvado o disposto nos arts. 1ª Turma.” II. ou membro da Alalc. Rel. 39.) SEÇAO II Leis. Somente a lei pode estabelecer: I. 57 e 65. 97. Luiz Fux. ressalvado o disposto no inciso I do § 3º do art. 57 e 65. 21. a majoração de tributos.” • Vide Súmula 574 do STF: “Sem lei estadual que a estabeleça.” III. a instituição de tributos. ou a sua extinção. 26. 96 do CTN). não incide o Imposto sobre Operações Financeiras. a definição do fato gerador da obrigação tributária principal. p.” . estende-se a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias concedida a similar nacional.. quando realiza a exportação do produto e não ao estocar a matériaprima. • Vide Súmula 129 do STJ: “O exportador adquire o direito de transferência de crédito do ICMS. 39. Decisão: 06/03/03. • Vide Súmula 575 do STF: “À mercadoria importada de país signatário do Gatt.. ou sua redução. a fixação de alíquota do tributo e da sua base de cálculo. DJ de 24/03/03.” (STJ. . é ilegítima a cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias sobre o fornecimento de alimentação e bebidas em restaurante ou estabelecimento similar. REsp 460986/PR.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 111 Tributário porquanto integrantes da categoria ‘legislação tributária’ (art. • Vide Súmula 185 do STJ: “Nos depósitos judiciais. ressalvado o disposto nos arts.. 26.” • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS. • Vide Súmula 570 do STF: “O Imposto de Circulação de Mercadorias não incide sobre a importação de bens de capital.” IV.

§ 2º Não constitui majoração de tributo. ao Município. os graus de risco (leve.. se faz mediante a edição de lei ordinária. Decisão: 27/05/03. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. e 195. 97 do Código Tributário. por meio de decreto. que explicita o princípio constitucional da legalidade agasalhado no art. p. § 4º. I.: Min.. da Constituição.” (STJ. todos da Constituição Federal. a cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias a seus dispositivos. • Vide Súmula 667 do STF: “Viola a garantia constitucional de acesso à jurisdição a taxa judiciária calculada sem limite sobre o valor da causa. ou de dispensa ou redução de penalidades.” • Vide Súmula 160 do STJ: “É defeso. mediante decreto. 298.) . suspensão e extinção de créditos tributários. DJ de 23/06/03..” • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS.. a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.1ª Região • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. atualizar o IPTU. previsto no art. I. 150. 2ª Turma.112 Tribunal Regional Federal . . Decisão: 11/03/03. para os fins do disposto no inciso II deste artigo. AGREsp 438401/PR. a que se refere o art.. Franciulli Netto. quando se estabelece.” “Ementa: . Na linha de entendimento assente na Seção de Direito Público desta egrégia Corte não ocorre afronta ao princípio da legalidade. 146. que importe em torná-lo mais oneroso.. DJ de 16/06/03. Rel. 148. 322. § 1º Equipara-se à majoração do tributo a modificação de sua base de cálculo. I.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. ou para outras infrações nela definidas. VI.. João Otávio de Noronha.) “Ementa: .. a instituição ou a fixação da base de cálculo de tributo.: Min. p.” V. AGREsp 465740/MG. Rel. Ressalvadas as hipóteses previstas nos arts...” (STJ. médio ou grave) para efeito de Seguro de Acidente do Trabalho. as hipóteses de exclusão. 154. 97 do CTN. da Alal ou Aladi. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. ‘partindo da atividade preponderante da empresa’ ... 2ª Turma.

.” • Vide Súmula 139 do TFR: “Mercadoria estrangeira importada de países singnatários do Gatt ou do Tratado de Montevidéu. 7.239. O art. 23 da Constituição Federal anterior.” “Ementa: . DJ de 07/04/03. . O mandamento contido no art. REsp 196560/ . não alterou a regra de que. Decisão: 05/09/02.. Tem-se orientado a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal no sentido de que o § 11 do art. Rel. mas. Franciulli Netto... para não ofender o disposto no art. 2ª Turma... 98 do CTN. está isenta do pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM. 98. Decisão: 16/04/91.) “Ementa: . refere-se aos acordos firmados pelo Brasil a propósito de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual... Rel. 98 do CTN não atribui ascendência às normas de Direito Internacional em detrimento do Direito Positivo interno. Os tratados e as convenções internacionais revogam ou modificam a legislação tributária interna. como assinalado no acórdão do RE 115.” • Vide Súmula 20 do STJ: “A mercadoria importada do país signatário do Gatt é isenta do ICM. Aldir Passarinho. ao revés. se a legislação local concede isenção do ICM à saída de determinado produto. posiciona-as em nível idêntico. 264. ou membro da Alalc...773-SP. . ao preceituar que tratado ou convenção não são revogados por lei tributária interna. p. nem os regulamentos do ICMS nem os convênios interestaduais têm poder para revogá-los. como aplicável a todos os casos que não os ressalvados. • Vide Súmula 575 do STF: “À mercadoria importada de país signatário do Gatt.: Min. em virtude de extensão de isenção pelos tratados internacionais. a lei instituidora da isenção ‘tem de ser interpretada. p.” • Vide Súmula 71 do STJ: “O bacalhau importado de país signatário do Gatt é isento do ICM.” (STJ.. conferindo-lhes efeitos semelhantes. RE 114063/SP. Como os tratados internacionais têm força de lei federal.” (STJ. para a Zona Franca de Manaus.. AGA 438449/RJ. 2ª Turma. estende-se a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias concedida a similar nacional..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 113 Art. e isso porque. DJ de 31/05/91.) “Ementa: . 98 do CTN.’. quando contemplado com esse favor o similar nacional. ”(STF. e serão observados pela que lhes sobrevenha. na redação da EC 23/83.: Min. essa isenção por igual se estende ao similar importado de país signatário do Gatt ou da Alalc...

II. REsp 209526/RS.) “Ementa: . Pela regra de interpretação da lei consoante a Constituição Federal. a parte final do art. Decisão: 30/06/00.. restringindo a eficácia dos comandos do art. A partir do RE 80. 98 do CTN). 1ª Turma. a distinção entre tratados normativos e contratuais. Rel.: Des. 98 do CTN não consagra a supremacia dos tratados e convenções internacionais sobre a legislação interna. As disposições contidas nos tratados internacionais prevalecem sobre a legislação tributária interna. Decisão: 03/04/02.063456-8/ SP. Decisão: 18/03/99. p. 4ª Turma.) “Ementa: .. . DJ de 02/12/02.: Des. 411. . Rel. 118...) “Ementa: . Federal Poul Erik Dyrlund.. p. 98/CTN não admite a revogação de tratado pela legislação tributária antecedente ou superveniente. Rel. .. 368.) “Ementa: . 6ª Turma.. 98 do CTN não se aplica aos tratados de natureza normativa. refere-se aos acordos firmados pelo Brasil e acerca de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual... Rel.1ª Região RJ. 98 do CTN. O art. I..03.: Des. nos termos do art. AMS 1999.” (TRF-1ª Região. I..” (TRF-3ª Região..” (STJ.: Des. DJ de 22/09/00.. Federal Nelson Gomes da Silva.. DJ de 10/05/99. Demócrito Reinaldo.: Min. 98 do Código Tributário Nacional. p. Rel.) “Ementa: . AMS 95.. 13. REO 92.” (TRF-2ª Região. DJ de 10/08/99. Decisão: 18/04/00.02.. 6ª Turma.) .. O art. REO 90.. Rel.01. não têm o condão de alterar ou restringir os tratados e as convenções internacionais firmados pelo Brasil (art..: Min.046760-1/RJ.. . DJ de 17/06/91. 4ª Turma. III.” (TRF-2ª Região. 4ª Turma.02. Federal Salette Nascimento. Decisão: 09/10/02.23450-2/ES..01. REO 95. . inclusive posterior à celebração daqueles. p..004/SE.. em nível jurisprudencial. Rel.15609-6/BA. 145.. Decisão: 08/06/98..937. Federal Carreira Alvim... Francisco Peçanha Martins.” (TRF-1ª Região. Decisão: 05/06/91. 265.: Des.. 98 do CTN a essa última modalidade de ato convencional.. DJ de 17/04/02... DJ de 26/06/00.. em atenção ao caráter bilateral e comutativo desses atos internacionais.) “Ementa: . por sua hierarquia inferior. 2ª Turma. o STF firmou...01. como o Gatt. p. Os decretos-leis.. ao dizer que o tratado ou convenção não é regrado por lei tributária interna..114 Tribunal Regional Federal . IV. p. O art.21222-0/BA. Federal Hilton Queiroz. .

Rel.00. Pois o conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos.. . DJ de 25/10/02.: Min.. 100.) SEÇÃO III Normas Complementares Art. Maurício Corrêa.378... DJ de 05/06/96. AMS 2000. determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas nesta lei. 99). Se o regulamento vai além do conteúdo da lei. Decisão: 29/06/00. art. 38. p. 99 do CTN. 485. 5.. 2ª Turma. a desobrigação de contribuições para a intervenção no domínio. Federal João Pedro Gebran Neto. Decisão: 14/05/96.. O reconhecimento da isenção. . I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 115 “Ementa: . O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos. 98 do CTN-66..) Art. Rel. comete ilegalidade. do Decreto-Lei 2. DJ de 09/08/00. . REO 97. V. refere-se aos acordos firmados pelo Brasil acerca de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual.” (TRF-4ª Região..136550/RS. São normas complementares das leis.. prevista no art.. tendo em vista que ‘o conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos’ (CTN. .. AgRRE 202128 /RS. letra c.” (TRF-3ª Região. 99. Decisão: 13/11/01.404/87 depende da constatação de que as mercadorias estão incluídas em ato internacional que estabeleça.01448-1/PR. p. Inteligência do art.: Des. .: Des. O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos (art. Federal Vladimir Freitas.. DJ de 10/12/02.031601-6/SP.” (TRF-4ª Região. “Ementa: .. 99 do Código Tributário Nacional).” (STF. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: . p.. p.04.) “Ementa: . AMS 96. 1ª Turma.: Des..) “Ementa: . O art.04. 5ª Turma.. 99 do Código Tributário Nacional... 2ª Turma... 141. Art. Rel. de forma expressa. inciso V... Decreto: observância do conteúdo e alcance da lei ordinária.. Decisão: 27/08/02.61. segundo precedentes do STF. Federal Fábio Prieto. II. 63.. . ou se afasta dos limites que esta lhe traça... Rel.. Eventual declaração de ilegalidade de preceitos da norma regulamentar não exime o contribuinte da observância à legislação regulamentada....

: Min.. cuja validade e eficácia resultam. 1ª Turma. AgRADI 531/DF. o Distrito Federal e os Municípios. IV.. p. DJ de 03/04/92. 12.. Rel.. IV.. Decisão: 29/04/88.1ª Região I. p. Não se revelam. para fins dos art.. a que a lei atribua eficácia normativa.. embora integrem a legislação tributária. de que devem constituir normas complementares. de sua estrita observância dos limites impostos pelas leis. III da Constituição Federal. por isso mesmo.) “Ementa: . A observância das normas referidas neste artigo exclui a imposição de penalidades. as decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa... Parágrafo único. são normas complementares. 119.. Apesar de não constituir lei em sentido formal. . convenções internacionais. revestindo-se de caráter genérico e abstrato. II. 109.. imediatamente.) “Ementa: . José Delgado.. editadas por órgão competente da Administração Tributária. AgRAI 124641/SP. que pressupõe o confronto ‘direto’ do ato impugnado com a Lei Fundamental. que não se equiparam às leis. aptas a sofrerem o controle concentrado de constitucionalidade. ou decretos presidenciais. II. constituem espécies jurídicas de caráter secundário. As instruções normativas.” (STF. 4. REsp 445369/AL. p.. CTN).” (STJ.) “Ementa: .. tratados.. DJ de 20/05/88. 100. Os protocolos e convênios.116 Tribunal Regional Federal .. os convênios que entre si celebrem a União. os tratados e as convenções internacionais e decretos. Não é possível visualizar ameaça a direito líquido e certo quando o impetrante fixa sua insurgência no conteúdo de uma norma cuja finalidade é complementar as leis.: Min. As normas complementares do Direito Tributário são de grande valia porquanto empreendem exegese uniforme a ser obedecida pelos agentes adminis- . integrando o conceito de legislação tributária (art.288. 2ª Turma. “Ementa: . .” (STF. Rel.. V. Tribunal Pleno.. III... Rel. os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas. os Estados. as práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas.. DJ de 10/03/03. Carlos Madeira. Celso de Mello. Decisão: 06/02/03.: Min. a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo.102. ostentando normatividade e obrigando nos limites de sua eficácia. materialmente assim é considerado o convênio. Decisão: 11/11/91. .

Decisão: 28/09/00. 100.. Luiz Fux. 100.091177-6/PA. AMS 1998. 112. na data neles prevista. .. II. 243. DJ de 24/03/03. 100 do CTN).. quanto a seus efeitos normativos. do Distrito Federal e dos Municípios vigora. ou do que disponham esta ou outras leis de normas gerais expedidas pela União. ... Rel. 101. A vigência. Federal Hilton Queiroz. Milton Luiz Pereira.. Art. III. I). Portanto. 103. os atos administrativos a que se refere o inciso I do art..) Art. a instrução normativa. p. não se presta a tal fim. Salvo disposição em contrário. 1ª Turma. DJ de 06/05/02. Somente através de lei formal. na data da sua publicação.” (STJ.” (TRF-1ª Região.. 102. novas garantias e privilégios podem ser acrescidos àqueles relacionados no CTN..: Min. no espaço e no tempo. “Ementa: . A ingerência da legislação estadual em assunto reservado à lei complementar é sementeira de violação dos limites legais à criação de tributação. 100. ..01. REsp 460986/PR...” (STJ. p. Decisão: 07/08/01. IV. A legislação tributária dos Estados. enquanto norma complementar (CTN. 4ª Turma. 100. fora dos respectivos territórios. nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade os convênios de que participem.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 117 trativos fiscais (art. 1ª Turma.00.. DJ de 23/11/00. II. as decisões a que se refere o inciso II do art. entram em vigor: I. p. ressalvado o previsto neste Capítulo.: Des. no País. Rel. Decisão: 06/03/03. 30 (trinta) dias após a data da sua publicação.. 151.. art. . REsp 174241/MG.: Min. os convênios a que se refere o inciso IV do art. da legislação tributária rege-se pelas disposições legais aplicáveis às normas jurídicas em geral.) “Ementa: . Rel.) CAPÍTULO II Vigência da Legislação Tributária Art.

não pode incidir sobre o mesmo.. resguardada.01. Revogada a isenção do tributo discutido.073426/MG.) “Ementa: . que extinguem ou reduzem isenções. salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte. Decisão: 24/09/02. Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos de lei. I. 178. do CTN no fato de ser reconhecida a inidoneidade de notas fiscais expedidas antes da publicação do ato que declarou inidônea a empresa responsável pela emissão delas.383/91.. DJ de 17/10/02. que definem novas hipóteses de incidência.. AC 96... 208. ocorrida a 31/12/91. Decisão: 09/12/99.. Milton Luiz Pereira. III..: Min.01. entrou em vigor no dia de sua publicação. II.. 104. do CTN.. pouco importando que a circulação do Diário Oficial se tenha dado em 02/01/92. para a imposição do tributo. I. 3ª Turma. Rel. 123.) “Ementa: .. 103. uma vez que a declaração atesta apenas a existência pretérita de ato ou fato. inciso I. e observado o disposto no art. a vedação de sua . Os atos declaratórios têm efeito ex tunc. p. AC 95. sob pena de malferir os princípios da anterioridade e irretroatividade. não há falar em direito líquido e certo à correspondente restituição. Decisão: 21/06/01.. 287. DJ de 05/05/00. 2ª Turma Suplementar.1ª Região “Ementa: . referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda: I. ao reintroduzir a correção monetária nos débitos fiscais. A Lei 8. Rel.. p. 104. REsp 179966/RS.” (STJ. que instituem ou majoram tais impostos.” “Ementa: ..: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art. II.32807-4/DF. .. não se aplicando a ela o art. I. .. 1ª Turma. não criando situação jurídica nova. ... 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM. visto o disposto no § 2º do art.. não há ofensa ao art.” III.. II.. apenas.: Des. p. por não constituir aumento do tributo. • Vide Súmula 570 do STF: “O Imposto de Circulação de Mercadorias não incide sobre a importação de bens de capital.) Art.118 Tribunal Regional Federal . DJ de 25/02/02.” (TRF-1ª Região. 97 deste Código.” (TRF-1ª Região. A lei vigente após o fato gerador.. Rel. Federal Eustáquio Silveira. Por isso.

sem qualquer afronta aos princípios da anterioridade e anualidade. somente se aperfeiçoando ao final do exercício. somente poderia ter vigência no primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação. 104 .034. A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes. diferentemente dos fatos geradores instantâneos. Federal Hermes S. Federal Hilton Queiroz. DJ de 20/10/98..0137194/PE.. .: Des.) “Ementa: .08635-0/RJ.. III). REO 95.: Des.. Decisão: 27/05/99.38. III. da Conceição Jr. assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início mas não esteja completa nos termos do art. 595. em homenagem ao princípio da anterioridade (CF.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 119 exigência no mesmo exercício financeiro em que publicada a lei revogadora.58065-3/PR. 104 do CTN estabelece que entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a publicação dos dispositivos de lei. e CTN.. 116. AC 2000. II.. • Vide Súmula 577 do STF: .. pode ser revogada ou modificada por lei. DJ de 19/12/02. semestral ou mensal.04.. art. 2ª Turma..” (TRF-1ª Região. Nenhum dispositivo constitucional ou do Código Tributário Nacional faz referência à limitação legislativa quanto ao período de apuração em forma anual. O art. Federal Frederico Gueiros. ao majorar a alíquota de 18% para 30%. p. Imperioso reconhecer-se. 1º da Lei 8.. 104. b. 104 do CTN.” (TRF-2ª Região. enquadrou-se no que dispõe o inciso I do art. Rel. 105. a qualquer tempo. p.. 4ª Turma. A isenção.) CAPÍTULO III Aplicação da Legislação Tributária Art. 150. que instituam ou majorem tais impostos. Rel.. p. Rel. Decisão: 31/10/02.) “Ementa: . salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. 1ª Turma. art. DJ de 19/02/03. que o art.: Des. 225..” (TRF-5ª Região.00. e assim. AMS 95..007860-0/MG.. AMS 1999. Decisão: 04/08/97.83.02. o legislador ordinário é livre para estabelecer o período de apuração do Imposto de Renda. observado o disposto no inciso III do art. 4ª Turma. portanto.00. . Decisão: 03/12/02.” (TRF-4ª Região..: Des. Federal Ivan Lira de Carvalho. 495.) “Ementa: . 75. Dessa forma. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda.. p. DJ de 1º/09/99.. Rel.. O fato gerador do Imposto de Renda tem natureza complexiva.

.257.” (TRF-1ª Região.: Des. DJ de 22/02/99. é o que resulta da interpretação. a lei somente atua sobre os fatos geradores futuros ou pendentes..” “Ementa: . Rel.” (REsp 184213/RS.434. Decisão: 10/11/98.508. Rel. 2ª Turma. o fato gerador do Imposto de Circulação de Mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do importador.. 6º do Decreto-Lei 2. Decisão: 06/08/96. . 105 do Código Tributário Nacional. AC 89. Rel.. 62.. Rel.. segundo o qual a legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes..120 Tribunal Regional Federal .01.108.452. 1ª Turma. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito: I. DJ de 28/08/96. Segundo dispõe o art. Decisão: 31/08/94..06745-1/MG.. 12. 54.. 105 do CTN)... Federal Fernando Gonçalves.1ª Região “Na importação de mercadorias do exterior.04.... . 15.” • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art... 1ª Turma.” (EREsp 53331/SP.: Min. p. 3ª Turma.: Min. DJ de 26/09/94. .. Rel. O tributo deve ser recolhido no prazo previsto pela legislação vigente na data do fato gerador da obrigação tributária. RE 115167/SP.. 105 do CTN .) “Ementa: . II. de 19/05/88. DJ de 22/04/ 96. DJ de 17/06/88. (art. . 106. a contrário sensu. p. Decisão: 13/03/96. quando seja expressamente interpretativa.: Min. Ari Pargendler. p. tratando-se de ato não definitivamente julgado: a) quando deixe de defini-lo como infração.) Art. Federal Volkmer de Castilho. A lei só incide sobre fatos geradores futuros ou pendentes. .) “Ementa: ..) “Ementa: . p. p. em qualquer caso.” (TRF-4ª Região. a teor do art. Garcia Vieira..) “Ementa: .” (STF. do art..: Des... A legislação tributária aplica-se aos fatos geradores futuros e pendentes e não aos pretéritos. Decisão: 20/05/88. AC 91.. 76.089484/RS.. a legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores pendentes.. 105 do CTN.. 1ª Seção. excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados.. Carlos Madeira..

Rel.. p. estabelece que a lei nova mais benéfica ao contribuinte aplica-se ao fato pretérito.: Min. p.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).. Juíza Sônia Diniz Viana (convocada)...” (TRF-1ª Região. O art. 4ª Turma. . I). Federal Osmar Tognolo. II. REsp 204799/SP. em que a execução fiscal não foi definitivamente julgada.. em seu art. II..01.11941-2/DF. 106. REO 93. 106. p. não definitivamente julgado. . 106. do CTN admite que lei posterior por ser mais benéfica se aplique a fatos pretéritos. Rel.. 3ª Turma. a mudança de crédito administrativo. II..) “Ementa: . Decisão: 05/06/03. 106..) “Ementa: . a.. Franciulli Netto.) “Ementa: . Decisão: 14/05/96. Ainda que o CTN admita aplicação retroativa da norma meramente interpretativa (art. 2ª Turma. 1ª Turma.. .” (TRF-1ª Região.. Nos termos do art.... 2ª Turma. DJ de 13/05/02.) “Ementa: . quando deixa de defini-lo como infração.) “Ementa: . do CTN aplica-se tanto às multas de caráter punitivo como às moratórias. que se subordinam à interpretação vigente quando ocorrido o fato gerador. desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo. c. p. 36. desde que o ato não esteja definitivamente julgado.: Des. II.. Decisão: 25/05/00.. Código Tributário Nacional..01. 3ª Turma. p. 162.) . c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática. Rel.. DJ de 19/06/00.” (STJ. 154. . p. 64.” (TRF-1ª Região.35972-7/MG.. somente a lei pode aplicar-se a ato ou fato pretérito...463.” (STJ. Decisão: 16/10/98. Decisão: 18/05/00.. DJ de 30/06/03.01.00802-5/MG. A regra inscrita no art. razão por que correta a redução da multa para 20% nos casos . não se aplica a fatos ou atos pretéritos. 129.. DJ de 25/08/00. Milton Luiz Pereira. Assim.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 121 b) quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão.: Min. nos termos dos incisos I e II do art.... do CTN a lei aplica-se a ato ou fato pretérito..” (STJ. AC 93. REsp 200781/RS. “Ementa: . DJ de 31/05/96.. em oposição à norma anterior. REsp 109254/SP. 106.. AC 95.. Rel.. c.. isso somente é possível quando inexistente outra interpretação. .. 106 do CTN. I. Decisão: 12/06/01.. 127.. uma vez que ao intérprete não cumpre distinguir onde a lei não o faz. João Otávio de Noronha. Rel..: Min. III.. . DJ de 26/11/98..

Ari Pargendler. p. § 2º) – procedimento. . do CTN.: Min. art.: Juiz Barros Dias (convocado). § 2º O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. excluindo a aplicação de penalidades.) “Ementa: .15698-3/SE... p. desde que se trate de ato não definitivamente julgado.. a eqüidade. a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará.” (TRF-5ª Região. IV. que não pode ser levado a efeito por analogia (CTN... AC 2001.05.. 107. art. REsp 340043/SP. 27. permitindo que a lei nova possa reger fatos geradores pretéritos. AMS 93.. o princípio da retroatividade benéfica.. todavia.. Na ausência de disposição expressa.. 2ª Turma.1ª Região “Ementa: .508. a analogia. 3ª Turma. art. Rel.) . “Ementa: . 108. III. Nos termos da legislação tributária (CTN.” (TRF-2ª Região. É o que determina o art.” (STJ. Decisão: 06/12/01. As custas constituem modalidade de taxa. Rel. 109..011566-3/RJ. Federal Julieta Lídia Lunz. II. 1ª Turma.122 Tribunal Regional Federal . os princípios gerais de direito público. Art.02.. 379. I. 108... parcialmente.: Des. 97.) CAPÍTULO IV Interpretação e Integração da Legislação Tributária Art. § 1º) .01. os princípios gerais de Direito Tributário. 106.. § 1º O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. Decisão: 24/02/94. 106). cuja base de cálculo pode ser atualizada monetariamente independentemente de lei (CTN... DJ de 20/11/02. Decisão: 23/09/02. sucessivamente. na ordem indicada: I. p. DJ de 30/05/94. Rel.. II. DJ de 25/02/02. A legislação tributária será interpretada conforme o disposto neste Capítulo. . Nosso sistema tributário adotou. a lei só pode ser aplicada a fato pretérito quando tiver natureza expressamente interpretativa.

27712-1/RS. Inexigível o IOF sobre depósitos judiciais e para garantia da instância. . . .” (TRF-3ª Região... nos exatos termos do art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 123 “Ementa: . Rel. AMS 94. sendo vedado..) “Ementa: .) “Ementa: ..: Des...06.) “Ementa: . DJ de 23/08/93... do CTN-66.04. Rel. Decisão: 07/05/03.44931-0/GO. 2ª Turma. 108 e parágrafos do CTN. AC 96.. 3ª Turma. 108 do CTN.: Min.” (STJ. CTN) para justificação de compreensão fiscalista na venda direta ao consumidor com a emissão pelo estabelecimento-matriz da nota fiscal. p..106086-5/SP. Rel.01. DJ de 29/08/01.. Decisão: 04/08/98.. Decisão: 11/12/01..013708-9/BA. IV. tal procedimento é regrado pelos arts. 562. visando o lugar da efetiva saída e o destino do adquirente em outro Estado-membro. Aplicação do art.. 304.. Em se tratando de norma tributária. de acordo com o art.. 4ª Turma. Repúdio à ‘saída ficta’ e à ‘analogia’ (art. .. I. Federal Marisa Santos.” (TRF-4ª Região. 212. p. § 1º.. III. II. Pela hermenêutica jurídica. Federal Fábio Rosa. 108.: Des. 108 que a dispensa de pagamento de tributo devido não pode ser resultado do emprego da eqüidade. Decisão: 02/12/98.. Federal Luciano Tolentino Amaral. DJ de 11/05/99. como também não se pode aplicar a analogia para exigir tributo não previsto em lei. 6ª Turma. Milton Luiz Pereira. 107 a 112 do CTN. 2ª Turma Suplementar.: Des.” (TRF-3ª Região. § 2º. Federal Marli Ferreira... AMS 93.01. 1... DJ de 02/06/99. Decisão: 24/03/99. 108.. O Direito Tributário se rege pelo princípio da legalidade estrita. dispondo o art... Decisão: 21/06/93. DJ de 30/05/03.” (TRF-1ª Região.001506-1/RS. 88.054672-7/SP. . Ag 2002. AMS 2000. aplicar-se a eqüidade em dispensa do pagamento de tributo devido. vez que não pode instrução normativa desbordar os limites da lei e nem cabe o emprego da analogia para se exigir tributo não previsto em lei (§ 1º do art.71. Des.03... REsp 34137/MG.00.: Des.) “Ementa: . 1ª Turma. II. DJ de 16/09/98.” (TRF-1ª Região. O ISS não incide sobre o serviço postal.) .) “ Ementa: . . a adoção de analogia para exigir tributo sobre incidência não prevista em lei.. Não sendo possível..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..) “ Ementa: . p... AC 97. 16.565..03. Rel.. 1ª Turma.. 362. VI.. O emprego da eqüidade não pode resultar na dispensa do pagamento do tributo ex vi do § 2º do art. p. 108 do CTN). 108.. do CTN. Federal Alcides Vettorazzi. p.” (TRF-4ª Região.072. . O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. Decisão: 26/06/01. p.. Rel. cabe ao intérprete distinguir onde a norma não o faz.. DJ de 13/03/03. Rel. p...

devem ser respeitados pela lei tributária. . 14..03. que seja atribuído conceito de mercadoria diverso daquele disposto pelo ramo mercantil. haja vista que da autonomia do Direito Tributário decorre que os conceitos e formas do Direito Privado não prevalecem sobre os efeitos prescritos na norma tributária. I. nos termos do art.) “Ementa: .02. Federal Johonsom di Salvo. 138. AC 2000. p. Decisão: 06/03/02... Rel. mas não para definição dos respectivos efeitos tributários. conceitos e formas...1ª Região Art.00.28267-0/MT.... DJ de 06/04/01. quando elege uma determinada situação ou relação de natureza econômica que traduza capacidade contributiva. p.” (TRF-1ª Região.” (TRF-3ª Região. . REsp 143201/SP. ainda.01. 109 do CTN.. p. limitar competência tributária é que a lei tributária não pode modificar a definição dos conceitos de Direito Privado...: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). o conceito poderá ser modificado. 109 e 110 do Código Tributário Nacional.. DJ de 11/03/02.027648-2/MG.” (TRF-1ª Região. Decisão: 05/02/02. . Somente para definir ou.) ..: Des. 1ª Turma. para torná-la fato gerador de um tributo. ‘O instituto da compensação é originário do Direito Privado. A responsabilidade solidária do construtor em relação aos créditos não recolhidos pelos subempreiteiros não pode ser entendida a partir da disciplina privada da solidariedade consagrada no art...033414-9/RJ. a lei fiscal. o seu conteúdo e significado devem ser pesquisados tal como se apresentam no Direito Privado. “Ementa: .. Rel. Federal Hilton Queiroz. 109 e 110 do CTN. não limitando ou definindo competência.” (TRF-2ª Região. 898 do CCB. DJ de 26/01/01. Sendo o Direito Tributário um ramo autônomo.: Min. Rel. é perfeitamente possível. p.. Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição.: Des. conteúdo e alcance. por força do princípio federativo. É o que se pode retirar do texto do art.. 2ª Turma Suplementar. 109.. à luz dos arts. José Delgado. Rel. 4ª Turma. 78...) “Ementa: .’ ... AC 1999.99. se referida situação se situa no âmbito do Direito Privado. DJ de 09/08/02. AC 96.) “Ementa: .. 2ª Turma. do conteúdo e do alcance de seus institutos. . Federal Cruz Netto. Decisão: 11/12/00. AMS 1998. II. DJ de 24/08/98. Decisão: 13/12/00..089907-4/SP. Rel. 109 do CTN. III. p.. evidentemente. A enunciação das hipóteses de incidência e respectivas bases imponíveis não podem se distanciar dos critérios restritivos previstos nos arts..01. Decisão: 02/10/97... em invasão de competência de outro ente da federação. 54.) “Ementa: .” (STJ..: Des. No entanto. 848.01. desde que não resulte. 4ª Turma. cuja definição.124 Tribunal Regional Federal .

. não alterou a definição e o alcance de institutos. AGA 487026/PR. RE 116121/SP. 109 do Código Tributário Nacional). o conteúdo e o alcance de institutos.. conceitos e formas de direito privado. 110 do CTN.. Decisão: 24/06/03. DJ de 25/05/01.718/98. Decisão: 24/11/98.” (STJ. 3º. 289.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 125 Art. Ari Pargendler. O art. p. 110 do Código Tributário Nacional é taxativo quando dispõe que: ‘a lei tributária não tem a faculdade de alterar a definição. quando estabeleceu que faturamento ‘corresponde à receita bruta da pessoa jurídica’. AC 1997. REsp 173240/PR. Federal Hilton Queiroz... .. que é fato gerador de imposto federal (se a lei abandonou o conceito de lucro adotado no Direito Privado.. João Otávio de Noronha. II. p/ acórdão: Min.. Rel. 2ª Turma.. 4ª Turma. 110. DJ de 07/06/99. não podem ser alterados a definição. A lei tributária não pode alterar a definição. A Lei 9. sua validade deve ser aferida à luz do art.” “Ementa: .) “Ementa: . p. . ou pelas Leis Orgânicas do Distrito Federal ou dos Municípios. cujas definições são de observância inafastável – art... modificando a natureza do instituto de Direito Privado. em tema de definição e limitação de competência tributária. pela Constituição Federal.: Min. o legislador usurpe competência que a Constituição Federal reservou a outrem... p. 110 do Código Tributário Nacional apenas impede que. . 93.” (STF. quando se trata de lei federal dispondo sobre o lucro de pessoa jurídica. • Vide Súmula 573 do STF: “Não constitui fato gerador do ICM a saída física de máquinas.” (TRF-1ª Região. o conteúdo e alcance . conceitos e formas de Direito Privado. Decisão: 30/06/00. art.. práticas diversas regidas pelo Código Civil..00. essa norma não tem qualquer aplicação. utensílios e implementos a título de comodato. 2ª Turma. O art. Tribunal Pleno.. DJ de 25/08/03. Rel. os institutos.: Min.... 274.004093-8/MG. o conteúdo e o conceito de institutos.) “Ementa: .. 110 do Código Tributário Nacional. conceitos e formas do Direito Privado.. Marco Aurélio. Rel. Nos termos do art.. as expressões e os vocábulos têm sentido próprio. DJ de 22/09/00.. mas apenas definiu a base de cálculo da contribuição social instituída pela Lei Complementar 70/91 – Cofins. para definir ou limitar competências tributárias. expressa ou implicitamente.. . p. II.. Em Direito.. 17.: Des. pelas Constituições dos Estados. Decisão: 11/10/00.) “Ementa: .01. utilizados.” (STJ.) “Ementa: . Rel. para definir ou limitar competência tributária.. descabendo confundir a locação de serviços com a de móveis.

: Des. ou implicitamente pela Constituição Federal. sob regime aduaneiro de draw back. Decisão: 12/12/01.. não poderia a norma em análise ter ampliado o conceito de receita bruta (ou faturamento) no intuito de ampliar a arrecadação.” (TRF-5ª Região. DJ de 30/08/01. para definir ou limitar competência tributária’. 1ª Turma.03. AG 2001.30220-1/RJ. Rel. .. AG 2000. Rel.: Des. p/ acórdão: Des. . utilizados expressa.) “Ementa: . Federal Francisco Wildo. dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias... utilizados expressamente ou implicitamente.) “Ementa: . Federal Ricardo Regueira.382. 111.. DJ de 12/04/02..007482-0/SP.00.. pelas Constituições dos Estados ou pelas Leis Orgânicas do Distrito Federal ou dos Municípios. suspensão ou exclusão do crédito tributário. p. . • Vide Súmula 27 do TFR: “É legítima a exigência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) em importação. pela Constituição Federal. realizada antes da vigência do Decreto-Lei 1. II.1ª Região dos institutos do Direito Privado. 102. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: I.126 Tribunal Regional Federal . o conteúdo e o alcance dos institutos.” (TRF-2ª Região. DJ de 08/10/01. outorga de isenção..626.” III.. I. 110 do CTN).....009281-8/PE. Rel. 110 do CTN – para o qual a norma tributária editada para o fim de definir ou limitar competências tributárias não pode alterar a definição.05. alcance ou conteúdo dos institutos de Direito Privado (art. AMS 98.) Art. Decisão: 19/03/01. 569. Federal Therezinha Cazerta. p. . As leis tributárias não podem modificar o sentido.00..02. consoante os termos do art. 4ª Turma. Decisão: 12/09/01.” • Vide Súmula 100 do STJ: “É devido o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante na importação sob o regime de benefícios fiscais à exportação (Befiex).. conceitos e formas de Direito Privado. de 1º de junho de 1978. 4ª Turma.” (TRF-3ª Região. ou das normas máximas de cada um dos entes políticos (Constituições Estaduais e Leis Orgânicas).

111.37076-1/GO. p. VI. 822. DJ de 04/08/03...: Des. DJ de 03/12/99.” (TRF-5ª Região. . neste último. não se estabelece a restrição posta no regulamento. estaria a ocorrer.42228-5/BA. relativa aos ganhos com a operacionalização da atividade empresarial.. do CTN..) “Ementa: .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 127 “Ementa: . Nos termos do art.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado).. do CTN.. RE 101480/RJ. p.02.. Decisão: 24/06/03.41480-6/ES. . DJ de 26/12/02. DJ de 27/06/02..” (TRF-2ª Região. Se.05.. qual sucede na espécie.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada). sendo vedada a interpretação extensiva ou de integração analógica. II. o art.” (STJ..) “Ementa: . 150.) “Ementa: . Decisão: 25/05/99... ou seja. Rel. . Regulamento posterior ao convênio...) “Ementa: . Rel. I. do CTN determina que se interprete literalmente a legislação tributária que disponha sobre a outorga de isenção. uma vez que se interpreta literalmente a legislação tributária que disponha sobre a outorga de isenção (CTN.. DJ de 24/02/89.. daí porque não se pode estender o benefício previsto unicamente com relação aos impostos (art. . há de prevalecer a outorga...: Min..032018-9/CE. 4ª Turma. 1.. 688. do CTN determina a interpretação literal da lei. pretendese impedir que se dê à norma concessiva de isenção alcance maior do que o pretendido pelo legislador. 257.. 111.. 2ª Turma Suplementar.) “Ementa: . ICM.. Rel.01. 111. Decisão: 07/02/86. Decisão: 04/06/02. Federal Castro Aguiar. Isenção.” (STF. 111. sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário. .” (TRF-1ª Região. art.01.) . Rel. AGREsp 450052/RS.. 1ª Turma. II). Néri da Silveira. Luiz Fux. Decisão: 09/09/99. interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre a suspensão do crédito tributário. I. II. da CF) às demais espécies de tributo... interpretação não literal da legislação tributária maior. inciso I. DJ de 22/06/99.. insuscetível de restrição por norma de hierarquia menor. De contrário. 2ª Turma. Rel. p.: Min. Com isto. AMS 96. nos termos do convênio e não do regulamento. A isenção de que goza a parte.. Federal Napoleão Maia Filho. Decisão: 06/08/02. de modo que se deve dar ao texto isentivo interpretação restrita... . 230.00.. Negativa de vigência do art.. AC 97. AMS 94. que a interpretação ou a utilização de qualquer outro princípio de hermenêutica termine por ampliar o alcance da isenção concedida.” (TRF-1ª Região. I.. ou dispositivos de lei. não abrange o resultado das aplicações financeiras por ela realizadas.: Des. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre outorga de isenção. 111... AG 2001. p. 3ª Turma..896. c. Rel. p. I. O art. 1ª Turma.

) “Ementa: . dispõe o art. Rel.” (STF. inciso II. ‘interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado. 112 do CTN não pode ser aplicado. . 1ª Turma. imputabilidade. p. ‘A lei tributária que define infrações.. ou lhe comina penalidades. Decisão: 02/03/79. II. Aplicação do art. 2ª Turma. inciso II.. em caso de dúvida quanto: I.. . 112. II. Decisão: 19/08/99. .. 112 do Código Tributário Nacional. a lei tributária que define infrações. Decisão: 06/06/00.. REsp 236728/CE. Decisão: 06/02/87. Em razão do disposto no art.: Min. do CTN-66 dispõe que no caso de dúvida quanto à natureza ou às circunstâncias materiais do fato.: Min. A lei tributária que define infrações. o preceito do inciso II do art. ou à natureza ou extensão de seus efeitos.. à natureza da penalidade aplicável..825.571/RJ e REsp 41. Precedentes do STJ: REsp 9. Rel. deve-se afastar a exigência de multa fiscal contra empresa em concordata. em caso de dúvida . RE 110399/SP. 127. Franciulli Netto. DJ de 27/02/87.) “Ementa: . REsp 218532/SP. ou punibilidade.. Cobrança de multa fiscal. à natureza ou às circunstâncias materiais do fato. 1ª Turma. parágrafo único. 112. do Código Tributário Nacional. O art. 242.928/SP. III... 2ª Turma. 112 do Código Tributário Nacional... ou lhes comina penalidade’.. ou à natureza ou extensão dos seus efeitos. DJ de 13/12/99. RE 90143/RJ. p.. DJ de 16/03/79.. quanto à capitulação legal do fato ...) “Ementa: .. ou à sua graduação.1ª Região Art. e à natureza da penalidade aplicável’. 1.. 112. IV.) “Ementa: Execução fiscal contra concordatária. Carlos Madeira.. p. da Lei de Falências. 2.. à capitulação legal do fato.. o art.: Min. 23..” (STJ. Garcia Vieira. que prevê a interpretação da lei tributária de maneira mais favorável ao contribuinte.. interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado. ou comina penalidades deve ser interpreta- .. p.. Soares Munoz..: Min..958.” (STF. aplicandose a regra contida no art.” (STJ. ‘Não havendo divergência acerca da interpretação da lei tributária. evitando-se a extensão dos efeitos da cobrança sobre sua solvabilidade. que determina seja dada à lei interpretação mais favorável ao contribuinte...’ . Rel. 112 do Código Tributário Nacional. DJ de 1º/08/00. “Ementa: .128 Tribunal Regional Federal . Rel. à autoria.

) . que se aperfeiçoa com o lançamento. O fato gerador faz nascer a obrigação tributária. Decisão: 06/12/95. Eliana Calmon. 3. 113. 2ª Turma. § 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador. Decisão: 10/ 10/00. DJ de 04/11/02. REsp 57248/SP. Nos termos da legislação federal (CTN. “Ementa: . REsp 332693/SP.. . I..: Des.. art. .01. § 1º). .” (TRF-4ª Região. 1ª Turma.. mas em virtude do art. 466.939. Rel. converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.. AC 1998... não pela aplicação do parágrafo único do art. 116. tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente... A hodierna orientação é pela exclusão da multa também no estado concordatário da empresa. ato pelo qual se constitui o crédito correspondente à obrigação (arts.” (STJ. 1ª Turma..) “Ementa: .. Rel. A obrigação tributária é principal ou acessória. que recomenda seja a lei interpretada do modo mais favorável ao contribuinte. a obrigação tributária surge com a ocorrência do fato gerador – a entrada da mercadoria no estabelecimento do importador. Federal Fábio Rosa. § 3º A obrigação acessória. 113... I. 1ª Turma. DJ de 07/03/01. positivas ou negativas. AC 96. DJ de 27/05/98. Rel.04.. 113 e 142 do CTN).036089-2/SC. do CTN.: Des.. 112.: Min. pelo simples fato da sua inobservância...) TÍTULO II Obrigação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.” (TRF-4ª Região. p. Federal Eloy Bernst Justo..) “Ementa: . p.05254-3/RS. p.04. 23 da Lei de Falências. inciso II. Demócrito Reinaldo. Decisão: 28/04/98. p.. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 129 da da maneira mais favorável ao acusado. 181. Decisão: 03/09/02. § 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações.: Min. . DJ de 26/02/96..” (STJ.. nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos.

” (TRF-1ª Região. Federal Eliana Calmon. Rel. Rel... AC 89..) “Ementa: .02.. Decisão: 18/04/02. II.. 6ª Turma.) “Ementa: . AMS 1997. ... que imputou à ECT procedimentos caracterizados como verdadeiras obrigações tributárias acessórias. A obrigação tributária surge com o fato gerador. .. Federal Annamaria Pimentel.: Des.. 23 do Decreto-Lei 37. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. da Constituição da República.” (TRF-5ª Região.00.. mas só surge o crédito com o lançamento. I. Rel. do CTN. . 113.: Des.. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art. 939. p. • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art. DJ de 31/07/02. Rel. consoante o disposto no art.” (TRF-3ª Região.48626-5/AL.. Decisão: 25/08/93. Decisão: 27/05/97. p... 113.) “Ementa: .. Federal Manuel Maia. 48. Decisão: 05/02/02.. p. 114.40525-9/MG. 140. do CTN com o art. .: Des. 113. só pode ser criada por lei formal.” (TRF-2ª Região. DJ de 26/06/97.. § 2º. AMS 94.814. Ilegalidade da Portaria SF 10/96. Nos termos do art. surge a obrigação tributária principal com a ocorrência do fato gerador.” .01. DJ de 15/05/02. 3ª Turma. 226. I.) CAPÍTULO II Fato Gerador Art.. de 18/11/66.02767-0/RJ.) “Ementa: . 3ª Turma.036099-0/SP. Rel. 2ª Turma Suplementar. tornando-se líquida e exigível pela constituição do crédito tributário através do lançamento. 284.130 Tribunal Regional Federal .. II.. DOE de 09/12/93. 4ª Turma. II. O art.03. já que a reserva de estrita legalidade dos comandos forçados é oponível tanto aos administrados como ao Poder Público. AC 96. A obrigação tributária surge com a ocorrência do fato gerador.01. p. 5º. do CTN deve ser interpretado em sintonia com o art.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. 142 do mesmo diploma legal.: Des. de acordo com o art. do Código Tributário Nacional e.. principal ou acessória. portanto. 113.. Federal Franca Neto. 5º. DJ de 11/03/02.. § 1º. sendo impossível sua instituição mediante portaria. a alteração do prazo para o pagamento do tributo não fere os princípios da irretroatividade das leis e da capacidade contributiva.. Decisão: 14/05/02. tem-se que a obrigação tributária. p.003265-0/MG.05. REO 98. § 1º.” (TRF-1ª Região. Em interpretação sistemática do art... § 2º. da CF.1ª Região “Ementa: .

que tem o fato gerador da obrigação principal como a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. DJ de 22/11/02. p. A lei complementar.559468/PR. na forma da legislação aplicável. senão. Federal Gilson Dipp. a um só tempo.28502-2/MG. consoante previsto pelo art. 115.. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.: Des... Decisão: 08/05/02.. . mas definitivo. na conformidade. Ilmar Galvão.) Art.01. não é provisório. DJ de 09/04/97. encontrando-se regulamentado por lei complementar que.. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que.: Juiz Reynaldo Soares da Fonseca (convocado).” (TRF-1ª Região. por igual. não dando ensejo à restituição ou complementação do imposto pago. Rel. aliás. 3ª Turma... propiciando. Decisão: 18/02/97. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência.. como a redução.. no futuro. 114 do CTN .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 131 • Vide Súmula 3 do TRF-3ª Região: “É ilegal a exigência da comprovação do prévio recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços como condição para liberação de mercadorias importadas. economia. Rel. Tribunal Pleno.) “Ementa: .” (TRF-4ª Região.. AC 95. 1ª Turma. p.. Rel. 109.: Min.. 55. A circunstância de ser presumido o fato gerador não constitui óbice à exigência antecipada do tributo. A prescrição para cobrança do crédito tributário deve observar a norma jurídica vigente à data do fato gerador. 21. por isso mesmo.. se valeu de critério de estimativa que a aproxima o mais possível da realidade. II. DJ de 07/12/00. maior comodidade. eficiência e celeridade às atividades de tributação e arrecadação.. O fato gerador presumido. 114 do CTN. Admitir o contrário valeria por despojar-se o instituto das vantagens que determinaram a sua concepção e adoção. AC 95. no primeiro caso. para definirlhe a base de cálculo. a hipótese de sua não-realização final.847. da máquina fiscal e da evasão fiscal a dimensões mínimas.04. definiu o aspecto temporal do fato gerador presumido como sendo a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte substituto.” (STF. . Decisão: 26/10/00..” “Ementa: . ADI 1851/AL. do previsto no art. não deixando margem para cogitar-se de momento diverso.... portanto.) “Ementa: . . dado tratar-se de sistema instituído pela própria Constituição. p.

114 e art. considerado o período-base. 116. 23 do Decreto-Lei 37. p.013.. 38.” “Ementa: . não será aquela prevista para os valores bloqueados. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. tratando-se de situação de fato. mas a remuneração. I). de 18/11/66. continuando até o encerramento do seu ciclo (art.04.. Milton Luiz Pereira. Bloqueio e remuneração são coisas distintas. DJ de 14/10/96. Decisão: 13/08/97.: Min.434. Rel. de 19/05/88. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária.935.” II. O bloqueio não pode ser o fato gerador da incidência da lei que dispõe sobre a remuneração.” (TRF-4 ª Região. Aplicação do princípio ao exercício social. 6º do Decreto-Lei 2. . III. EIAC 96.. face à inconstitucionalidade do próprio bloqueio. Rel. Decisão: 05/09/96. . nos termos de direito aplicável. 116. quando se consumar o fato gerador. p. • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art... (Parágrafo incluído pela LCp 104. de 10/01/01) • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art..) . DJ de 17/09/97. Federal Marga Inge Barth Tessler.. desde o momento em que esteja definitivamente constituída. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: I.. Sendo o bloqueio inconstitucional. I.: Des.. aplicam-se os conceitos relativos ao fato gerador do art. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art. 75. observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária..) Art.” (STJ. O fato gerador do Imposto de Renda identifica-se com a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica do rendimento.. IV. V. 115.145452/PR.132 Tribunal Regional Federal . tratando-se de situação jurídica. REsp 68881/SP. do CTN-66.1ª Região “Ementa: . enquanto bloqueados os valores. 2ª Seção. Parágrafo único. 1ª Turma.. Salvo disposição de lei em contrário.

Decisão: 05/11/02.) “Ementa: .. 68.. o considera ocorrido na data do registro da declaração de importação na repartição aduaneira (DL 37/66 .) Art.033739-7/MG.. Rel. 116. § 2º).00. AC 1997.” (STJ. Federal Tânia Heine. DJ de 21/11/02.: Min. III.. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados: I.” (TRF-1ª Região..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 133 “Ementa: .. mas a lei ordinária. p. Rel. REsp 343952/MG.01.. IV. Somente com a saída do bem adquirido do estabelecimento produtor e o ingresso no estabelecimento adquirente é que ocorre o fato gerador do ICMS (art.. 23).) “Ementa: . art. Praticado o ato. p.00.17658-9/RJ. DJ de 18/07/02.) “Ementa: . AMS 1997. Rel. II. 116. p.: Des. 116 c/c o art. verificou-se o fato gerador do Imposto de Renda. desde o momento de seu implemento. no Direito Privado e no Direito Tributário.. AC 90. I. na diretriz do CTN (art.: Juiz Cândido Moraes (convocado). Decisão: 16/04/02.01.02. 117. 2ª Turma Suplementar. Decisão: 05/02/02. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio...” (TRF-2ª Região. produz efeitos jurídicos desde o momento em que o ato jurídico é celebrado.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 116 do CTN). do CTN.CTN). A cláusula resolutória. DJ de 17/06/02.. A retrovenda ou pacto de resgate é uma venda sob condição resolutiva potestativa. Eliana Calmon. sendo resolutória a condição.. O Imposto sobre Importação tem como fato gerador a entrada do produto no território nacional (art. AMS 1997. . 19 . 19.018696-0/MG..: Des..) “Ementa: . Rel.... 72..art. Decisão: 25/02/91. compete à lei a definição do momento de consumação do fato gerador dos tributos (CTN.” (TRF-1ª Região.00... Convênio 66/88) e art. 79. 3ª Turma. p..... II. sendo suspensiva a condição. .01. Para os efeitos do inciso II do artigo anterior e salvo disposição de lei em contrário. I). “Ementa: . .. DJ de 19/03/91. 2ª Turma Suplementar. .. . 2ª Turma.” (TRF-1ª Região.. 144. II. Federal Olindo Menezes. .0266267/BA. 1ª Turma. O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica do rendimento (art.. Decisão: 18/03/98... II. DJ de 12/06/98. Rel. Na sistemática do CTN. I.. 244..

ex vi do art. 118. Federal Alberto Nogueira.. Decisão: 14/05/90. a repercussão é sobre a transferência do domínio. Plenário. I e II. dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. AMS 95.06816-8/MG. Não é um fato genericamente considerado que caracteriza o direito de se exigir o tributo.. São tributáveis. . Rel.” (TRF-3ª Região. A obrigação tributária subsiste independentemente da validade ou invalidade do ato (art. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. p/ acórdão: Des.. Rel.: Min.: Des.) “Ementa: . AC 92. DJ de 14/03/01.. Para fins da incidência tributária. REsp 182563/RJ. DJ de 17/03/00.. p. p. DJ de 28/01/98. posteriormente. II.. Rel.. “Ementa: . a condição se realize.. 232. 255. José Arnaldo da Fonseca. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. Rel. EIAC 89.. ... DJ de 23/11/98. é irrelevante a capacidade jurídica do ente tributado.. 81. art.. Federal Tourinho Neto. Decisão: 08/10/99. 118. as operações ou atividades ilícitas ou imorais. 3ª Turma..) ..134 Tribunal Regional Federal .03..35853-4/BA.” (STJ... responsáveis ou terceiros.. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio (CTN. AMS 89. .) “Ementa: . . Decisão: 26/10/00.01. . posto a definição legal do fato gerador é interpretada com abstração da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes.” (TRF-1ª Região..: Des.. da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. Federal Baptista Pereira.) “Ementa: .051. p. responsáveis. nada alterando o negócio jurídico da venda. 2ª Turma.01.894. Federal Márcio Antônio Rocha.04. 173. p. A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se: I.: Des. O negócio jurídico sujeito à condição resolutória reputa-se perfeito e acabado. III. 118 do Código Tributário Nacional. p... 4ª Turma. Rel. III.” (TRF-1ª Região. 3ª Turma. Decisão: 28/03/96.) “Ementa: . AC 95.0563300/SP..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).20023-0/RS. Decisão: 27/10/98.02. 5ª Turma..” (TRF-2ª Região... Rel. DJ de 28/10/96. 198.03956-0/RJ. ou terceiros. DJ de 28/05/90. 11. p. basta que seja uma unidade econômica. do CTN). Decisão: 15/10/97.” (TRF-4ª Região. 117).) Art.. Não ocorrendo a transcrição (registro)...1ª Região pouco importando que.

000122-0/SP. DJ de 27/11/02. 119 do CTN.) “Ementa: . o FNDE e o INSS.) “Ementa: . Rel.. 5ª Turma. p. ACR 2000. visto que este é o agente arrecadador e fiscalizador da contribuição do salário-educação. 184. portanto. III. sendo.. p. Não possui a União legitimidade passiva para a lide. Empréstimo compulsório sobre combustível. cabendo ao ente parafiscal o exercício da sujeição ativa (CTN. sim. DJ de 03/12/99... A norma do art.” (TRF-4ª Região.04. ao contrário. o aspecto econômico do fato gerador. art. O critério adotado pelo art. AGREsp 381581/SC.127488-8/PR. assim.. José Delgado.” (TRF-3ª Região.. e. Salário-educação. . Sujeito ativo da obrigação tributária... Decisão: 30/10/01. Ilegitimidade passiva da União. RSE 2001. independentemente da origem dos rendimentos que lhe deram causa. está sujeito à tributação tanto o trabalhador assalariado.. 118 do Código Tributário Nacional atende ao princípio da isonomia tributária.: Des.61. 384. .: Des. Decisão: 22/10/02. 687. . No âmbito da parafiscalidade tributária.01. como aquele que quer fazer do crime meio de vida e sobrevivência.. repassando àquele os valores devidos e arrecadados... XVII. AC 92. Decisão: 09/09/99. . exclusivamente.) CAPÍTULO III Sujeito Ativo Art. Federal Suzana Camargo. Rel. sobreeleva. . Rel.” (TRF-1ª Região... V. Rel. “Ementa: . 119...) “Ementa: .... Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o seu cumprimento..81. DJ de 28/05/02. p.. . 1ª Turma.... .. nos moldes do art. Federal Fábio Rosa.” (STJ. trata-se de norma destinada a assegurar a normalidade da exação fiscal independente da existência de elementos capazes de ensejar a invalidade de tais atos oriundos de um injusto cível ou criminal. 7ª Turma. a capacidade tributária é delegada. mas.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada). o sujeito ativo da obrigação tributária. que exerce uma atividade laboral lícita e aufere rendimentos tributáveis.01. posto que aplicado em matéria de Imposto de Renda..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 135 “Ementa: ... ..... 118 do CTN não estabeleceu distinção entre as possibilidades de atos jurídicos praticados pelos contribuintes e entre atos ilícitos civis ou penais. 984. 3ª Turma. Decisão: 26/03/02. II. 7º).13269-7/DF.: Min.. 119 c/c o art.... DJ de 29/04/02. p.

” Parágrafo único... enquanto o FNDE é a autarquia federal com patrimônio. sendo sujeito ativo da obrigação tributária. não é considerado responsável tributário. 119 do CTN. 121.. I.00.04..326. DJ de 03/09/96.01. a União Federal possui legitimidade passiva ad causam nos feitos que versam sobre desembaraço aduaneiro de mercadorias. de 1966. na espécie. 433. I. I. sub-roga-se nos direitos desta. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. 64.. quando no exercício exclusivo das atribuições próprias.” (TRF-3ª Região.1ª Região .” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . 4ª Turma. . Decisão: 12/05/99. 119 do Código Tributário Nacional.03.. nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37.) Art..136 Tribunal Regional Federal . quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador. que se constituir pelo desmembramento territorial de outra. Germano da Silva.076226-3/PR. Rel.0477253/SP. 1ª Turma.. Salvo disposição de lei em contrário. AMS 94.. a pessoa jurídica de direito público. p. A teor do que reza o art.. DJ de 19/01/00.” (TRF-4ª Região. é o proprietário de veículo a quem competia o ônus da exação. Federal Souza Pires. Decisão: 29/05/96. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I. • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo.: Des. DJ de 19/11/99.. O sujeito ativo da obrigação tributária.. Federal José Luiz B.... Decisão: 09/11/99.: Des. Rel. AC 1999... cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria. 120.) “Ementa: .. recursos e representação judicial próprios. p. AC 1999.01. nos termos do art. contribuinte. O INSS é o agente arrecadador e fiscalizador da contribuição ao salário-educação. Rel. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. CAPÍTULO IV Sujeito Passivo SEÇÃO I Disposições Gerais Art. .021794-1/DF. . . 4ª Turma.: Des.

668.. 8.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). o qual prevê a possibilidade de a lei atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responder pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam... sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. Rel. I.. II . na estrutura de pessoal de cada pessoa jurídica.) “Ementa: . 1ª Turma.. nos termos do inciso II do parágrafo único do art.. Decisão: 05/08/99. 3ª Turma... Havendo relação pessoal e direta entre o produtor rural e o fato gerador da referida contribuição: produção rural – é jurídica a sua sujeição passiva... Rel... tem legitimidade para repetir tributo indevidamente pago (CTN.. a autoridade coatora é o delegado da Receita Federal. DJ de 30/09/97. em combinação com o disposto no inciso II do parágrafo único do art. .. 121. No mandado de segurança contra a exigência de tributo federal.. 79. José Delgado. sem revestir a condição de contribuinte. Rel.” (TRF-1ª Região... DJ de 1º/08/03..: Min. nos termos do art. I. p.) “Ementa: . Ag 1999..: Min..” (STJ.: Des.CTN).) “Ementa: . Rel.. ‘O responsável tributário. Federal Cândido Ribeiro. 149-CF) arrecadado pela União. 236. Humberto Gomes de Barros. Decisão: 04/06/03. 121 do CTN. Decisão: 18/06/97. 121. REsp 208094/SC. II. Decisão: 07/08/03. sem revestir a condição de contribuinte. e não o responsável tributário: aquele que.. a autoridade coatora. Federal Olindo Menezes.01. AC 2001.. Sendo a empresa responsável tributário pelo recolhimento do Imposto de Renda na fonte. AC 92... do CTN. .” (TRF-1ª Região. p.01.: Des.” (STJ. O fenômeno da responsabilidade (‘substituição’) tributária encontra-se inserto no parágrafo único do art.00.04626-0/ MG.) “Ementa: . 4ª Turma. 3ª Turma. mas não administrado pela Receita Federal. responsável.. é o responsável tributário.037176-8/AM. 66. mesmo não tendo a condição de contribuinte. 121. Tratando-se de tributo (art. quando.. p.’. DJ de 06/09/99.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 137 II. Rel. 121. 56.) “Ementa: . 165 e 166). segundo o qual ‘responsável’ é aquele que. p. isto é. é inquestionável sua legitimidade para discutir questões atinentes à matéria. . aquela pessoa que.01. p. 1ª Turma. parágrafo único. DJ de 04/08/00. Decisão: 12/04/00.00. arts.” (TRF-1ª Região. para fins de mandado de segurança.023268-0/DF. 45 do CTN.. I. tenha obrigação decorrente de disposição expressa de lei. tem a obrigação de .. em sendo sujeito passivo. . I.. “Ementa: .. DJ de 1º/09/03. é obrigada por lei a proceder ao desconto na fonte e fazer o recolhimento (art. REsp 505050/SP. I...

. AMS 2000.. p. Quando no art. p.. 121. ACR 2001. 3ª Turma.... e não este. por força de lei (CTN. Decisão: 26/03/02. Rel. tem a sua obrigação vinculada à lei... Art. p. art.. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam o seu objeto. Decisão: 08/08/01.. recebendo o nome de contribuinte quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador e responsável quando.) “Ementa: .. 2ª Turma. .001982-4/SP.: Des. parágrafo único. dois são os sujeitos passivos tributários: a) o contribuinte. ..” (TRF-3ª Região. 1ª Turma. Federal Edílson Nobre. Rel.. . 122. . e b) o responsável.1ª Região fazer o recolhimento.: Des. AMS 99.61. sem se revestir da condição de contribuinte. ... pois somente aquele.... na qualidade de responsável (art. II). 59.. .. que é aquele que.00. inclusive de pagar contribuições para o custeio da Previdência Social.34.02. AMS 2000.: Des.) “Ementa: . 965.138 Tribunal Regional Federal .66799-7/PB. DJ de 12/04/00.) Art. Federal Olindo Menezes. 4ª Turma. DJ de 27/06/03. DJ de 09/12/02.297408/SC.. Decisão: 27/05/ 03. p. 4ª Turma. Federal Fernando Marques.” (TRF-2ª Região.. e não ao responsável propriamente dito... p. AC 97.: Des. Decisão: 24/09/02. sem revestir a condição de contribuinte. 121.004136-9/RJ. a sujeição passiva da obrigação tributária. I). 121 do CTN. II).) “Ementa: . Rel.” (TRF-5ª Região.. tem a sua obrigação decorrente de disposição expressa de lei (art. 121 do CTN). I.” (TRF-1ª Região.: Des. 121..040129-3/DF.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar..01.. 178.. é tanto do contribuinte como do responsável. DJ de 10/09/02.00.04. Rel. DJ de 16/10/02.” (TRF-4ª Região.05. De acordo com o art. na verdade está-se referindo ao substituto legal tributário.. Segundo o CTN. II. vem a ser sujeito passivo da relação jurídico-tributária subjacente. 121 o CTN chama de responsável aquele que tem a sua obrigação decorrente de disposição expressa de lei. 216. III. parágrafo único. Federal Oliveira Lima. Rel. IV.) “Ementa: . .. . que está direta e pessoalmente vinculado ao fato gerador da obrigação tributária (art. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. I. 69. Decisão: 09/03/ 00. A possibilidade de atuar está intimamente ligada à posição de substituto tributário ocupada pela pessoa jurídica que.. 121 e parágrafo único do citado codex que define o sujeito passivo da obrigação principal como sendo a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária.

p. Art.. parágrafo único. ..031736-9/MG. p. AC 95. 123 do CTN que as convenções particulares. como matéria de defesa.) “Ementa: . Rel.. Dispõe o art. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos..” (STJ. AC 95.01.” (TRF-1ª Região. relativas às responsabilidades pelo pagamento de tributos.. não podem ser opostas à Fazenda Pública. 264. ... Decisão: 1º/04/03... Decisão: 03/04/03.” (TRF-3ª Região.: Des. AC 93. do Código Tributário Nacional. A crise financeira da empresa não é justificativa para o não-recolhimento dos tributos e encargos sociais aos quais está sujeita. 5ª Turma. Descabe figurar no pólo ativo da demanda aquele que não tem relação com o Fisco.. não podem ser opostas à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária correspondente. já que não podem ser a ele impostos ajustes particulares relativos à responsabilidade pelo pagamento de tributos (art.. Federal Manoel Álvares. Inoponibilidade à Fazenda Pública das convenções particulares. na discussão de relação jurídico tributária (CTN.. Rel.. I. 3ª Turma.03. Eliana Calmon. 2ª Turma. .: Des. 62. Decisão: 09/06/97. p. Rel. 165. III.. as convenções particulares. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias respectivas. art. DJ de 20/03/98..) Art. p. não podem ser opostas à Fazenda Pública. 26. .33023-7/MG. DJ de 12/05/03.) “Ementa: . 123 do Código Tributário Nacional.. Decisão: 16/12/ 97.. multa e correção monetária. DJ de 24/04/97. Federal Olindo Menezes. 121.. DJ de 12/08/97.) “Ementa: . 123.743. 137.. Salvo disposições de lei em contrário.24692-2/MG.... DJ de 15/05/03..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 139 “Ementa: .01. II.. Federal Mário César Ribeiro.. 4ª Turma... Federal Hilton Queiroz. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. .38.238. 4ª Turma. a não ser que haja disposição de lei em contrário. AC 2001. As convenções particulares não são oponíveis. inciso I e 122..: Des... Decisão: 1º/04/97.. a teor dos arts. REsp 374694/ SC.” (TRF-1ª Região. cuja cobrança decorre de lei.00. p. 123 do CTN) .: Des. 123). o mesmo ocorrendo relativamente aos juros. Rel.. Rel.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: .. As convenções particulares.: Min. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos.051421-5/SP. “Ementa: .

As empresas que firmam contratos de subempreitadas são solidariamente responsáveis pelo recolhimento das contribuições previdenciárias decorrentes dos serviços prestados pela contratada. III.03.” (TRF-3ª Região.. conforme determina o art.02. DJ de 18/03/02.” (STJ. Federal Ney Fonseca.1ª Região I.. as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal. 124. não tem validade contra a Fazenda Pública.01. no que se refere à transferência da responsabilidade pelo pagamento de tributos. as pessoas expressamente designadas por lei.007610-8/RJ. Rel. 3ª Turma.. A convenção particular.: Des.05.. José Delgado. 2ª Turma... 83. p. .: Des. I. 3ª Turma.. . 1ª Turma. II.. 917.076341-1/SP..) SEÇÃO II Solidariedade Art.. II. Decisão: 08/10/90... As convenções particulares não poderão ser levantadas pelo contribuinte inadimplente para se furtar à responsabilidade quanto a pagamentos de tributos contra a Fazenda Pública. Parágrafo único. isentando o ex-sócio gerente.) . Empreitada. Decisão: 26/03/02. Contribuição previdenciária..04. DJ de 30/09/02. Nenhuma convenção entre particulares pode ser oposta ao Fisco para modificar a responsabilidade do sujeito passivo da obrigação tributária. . p. 1ª Turma. Decisão: 08/05/02.. Federal Volkmer de Castilho.. DJ de 30/10/96..002. AC 2001. 257. p... Rel.14167-7/SC. AC 2002.140 Tribunal Regional Federal .” (TRF-2ª Região.) “Ementa: ..: Des.. p.00. 189. . REsp 376318/SC. Decisão: 26/08/02. 123 do Código Tributário Nacional.” (TRF4ª Região.016707-7/CE. Rel. p. Responsabilidade solidária. de quaisquer responsabilidades quanto a obrigações tributárias. Federal Nery Junior. Rel. São solidariamente obrigadas: I...) “Ementa: . Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima.. AC 96. Decisão: 05/02/02. ... 497. DJ de 21/08/02. AC 90.: Min.. “Ementa: . DJ de 21/03/03..” (TRF-5ª Região.) “Ementa: .: Des. celebrada pelos sócios da empresa. Rel. As convenções particulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos são inoponíveis à Fazenda Pública. A solidariedade referida neste artigo não comporta benefício de ordem.

.. a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados. a hipótese legal diz respeito à ligação do terceiro. Rel.” (TRF-5ª Região. Rel. 2ª Turma.02. 125. As pessoas que têm interesse comum na situação que se constitui fato gerador da obrigação principal estão obrigadas solidariamente. II.. p. nos termos preconizados no CTN (art. Salvo disposição de lei em contrário.) “Ementa: ... 124. . Federal Márcio Antônio Rocha.04. DJ de 06/03/98.. subsistindo. de modo direto.. Trata-se de solidariedade em razão do interesse comum na situação tributada.. a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. 124... I. Rel. Decisão: 16/12/97. .) “Ementa: . inciso II. Rel.041493-0/MG.: Des. O art. DJ de 05/02/02. . Federal Manuel Maia. 124.. do CTN não permite a invocação do benefício de ordem. à situação prevista como fato gerador da obrigação tributária. I. nesse caso. AC 1997. Federal Hilton Queiroz.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 141 “Ementa: . II.01.38.. são os seguintes os efeitos da solidariedade: I.” (TRF-2ª Região.. Decisão: 03/10/01. DJ de 22/11/02. AC 2001. A solidariedade tributária não comporta benefício de ordem.: Des... Decisão: 04/05/00.) “Ementa: . 4ª Turma. p..212/91 estabelecem que as pessoas que têm interesse comum na situação que constitui o fato gerador e aquelas expressamente designadas por lei são solidariamente obrigadas ao pagamento do tributo. Federal Olindo Menezes.00. p. do CTN c/c o art. 67.) “Ementa: . II.: Des. . por força de interesse jurídico ou econômico.: Des. c/c o art. II. 4ª Turma. 662. 199.35326-1/MG. II. AC 93. 3ª Turma..00.002788-5/RS. O art. Federal Poul Erik Dyrlund. AGV 2000. 135. parágrafo único..01. art.. o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais..05.01. Rel.... pp. DJ de 19/07/00..) Art. salvo se outorgada pessoalmente a um deles.. 154/155. Decisão: 02/10/02. 328. 124 do CTN estabelece que na solidariedade fiscal não cabe o benefício de ordem. AC 1999. Nos moldes do CTN.. DJ de 07/11/02..” (TRF-1ª Região.033781-5/SE. Decisão: 08/10/02. . Os sócios-gerentes são solidariamente responsáveis pelo pagamento de tributos não recolhidos.” (TRF-1ª Região.022228-1/RJ.: Des.. p. 31 da Lei 8.. . 6ª Turma.” (TRF-4ª Região. O art. 124)..

. ....” (TRF-1ª Região. favorece ou prejudica aos demais.. 306. 121. III. Rel. p. Estabelece o art.035507-2/SP.. de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem . art.) “Ementa: . parágrafo único. 125. A capacidade tributária passiva independe: I.... . favorece ou prejudica os demais..) “Ementa: . em obediência às normas dos arts. I. Rel. REsp 190123/RJ. p.00.” (STJ.: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado).. do CTN. DJ de 17/09/99. Somente a citação do devedor produz o efeito de interromper o prazo prescricional em relação aos sócios responsáveis. .01...: Des. do CTN.. III e 174.. da capacidade civil das pessoas naturais.. do CTN ser efeito da solidariedade de que a interrupção da prescrição. p. Federal Peixoto Junior. que têm prevalência sobre a Lei 6. Rel..) SEÇÃO III Capacidade Tributária Art. em consonância com o disposto no art..) “Ementa: . DJ de 1º/03/99. 552. Decisão: 21/ 10/97. 125. Francisco Peçanha Martins. 2ª Turma. 126. Em sede de responsabilidade tributária a causa interruptiva da prescrição quanto ao devedor principal estende-se ao terceiro responsável pelo crédito.. . DJ de 22/08/03. estendendo-se esse efeito aos sócios por força dos efeitos de solidariedade preconizados no art. AC 93.. Decisão: 24/06/ 03. AGA 339041/RS.. 125.... III. p. . AG 2001. Rel. 4ª Turma. em favor ou contra um dos obrigados. “Ementa: .” (TRF1ª Região.142 Tribunal Regional Federal .32992-1/MG.1ª Região III. Decisão: 17/11/98. DJ de 23/06/03. parágrafo único. 125..830/80.: Juiz Hilton Queiroz (convocado). Decisão 27/08/99.: Min.. 3ª Turma.: Min. Rel. Garcia Vieira. I.25493-3/BA.. A citação de pessoa jurídica executada interrompe a prescrição (CTN. em favor ou contra um dos obrigados. a interrupção da prescrição. I). Decisão: 15/04/03. 2ª Turma. II. 255.. inciso III..” (TRF-3ª Região.. 1ª Turma. AC 95. 165. p.03. DJ de 20/03/98.” (STJ. 174.) “Ementa: . A mera inadimplência não acarreta os efeitos jurídicos da responsabilidade solidária dos sócios por dívidas tributárias. 135 c/c o art.01. ambos do CTN..

...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 143 privação ou limitação do exercício de atividades civis. AC 95.) “Ementa: . . Gilson Dipp. considerar-se-á como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação. sendo esta incerta ou desconhecida. 3ª Seção..35853-4/BA. III.” (TRF-1ª Região. Para fins da incidência tributária.. Rel. quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo. a capacidade tributária de uma empresa independe da constatação da regularidade de sua formação. o de cada estabelecimento.. quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às firmas individuais. aplicando-se então a regra do parágrafo anterior. de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. III.. qualquer de suas repartições no território da entidade tributante. § 2º A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito. ou da administração direta de seus bens ou negócios. é irrelevante a capacidade jurídica do ente tributado. DJ de 17/03/00. CC 37768/SP.. de domicílio tributário.: Min. basta que seja uma unidade econômica. pelo contribuinte ou responsável. . o centro habitual de sua atividade.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). quanto às pessoas naturais.” (STJ. Decisão: 08/10/99.. § 1º Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos deste artigo. 261. bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. . na forma da legislação aplicável. “Ementa: . Na falta de eleição. ou.01. quanto às pessoas jurídicas de direito público. o lugar da sua sede. III. a sua residência habitual. considera-se como tal: I. p. ou. 127.) SEÇÃO IV Domicílio Tributário Art. p. comerciais ou profissionais. Rel.. DJ de 25/08/03. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação. II. 173. Decisão: 11/06/03. 4ª Turma...

: Min.. . As regras do CTN. Para o ISS. o de cada estabelecimento (CTN... 127. .) “Ementa: . Decisão: 05/04/01. REsp 437383/MG. Nada impede que o sujeito ativo da obrigação tributária.: Min...” (STJ. O estabelecimento prestador pode ser a matriz. 127. inciso II).) ... Decisão: 25/09/01.: Des. Federal Luciano Tolentino Amaral. As ações tributárias intentadas por filiais de empresas devem ser propostas nos respectivos Estados onde elas têm o seu domicílio fiscal ou no Distrito Federal .. 127. 2ª Turma Suplementar. II. Dificuldade de arrecadação e/ou localização.01. II. 271. do CTN. relativas ao domicílio tributário. p. I. como a filial. 86. DJ de 14/01/02.. para os efeitos tributários. p. se preordenam a facilitar a arrecadação dos tributos e não a dificultá-la (CTN.) “Ementa: . Rel. DJ de 22/10/01. diante da dificuldade de arrecadar ou de fiscalizar o contribuinte. procedendo à sua revisão.) “Ementa: .. art. II.” (STJ. CTN). do Código Tributário Nacional. Possibilidade de eleição ou revisão pelo Fisco.” (TRF-1ª Região.. 1ª Turma. Milton Luiz Pereira.01.01. § 2º). recuse o domicílio eleito. competindo o do local da atividade constitutiva do fato gerador. poderá fixá-lo nos limites estabelecidos por lei (art.” (TRF-1ª Região.: Juiz Souza Prudente (convocado). 127. DJ de 14/08/01. 79.00. 3ª Turma.. p. p.) “Ementa: . José Delgado. . MC 3293/SP. REsp 302330/MG... p.... É juridicamente possível as pessoas jurídicas ou firmas individuais possuírem mais de um domicílio tributário.. com fulcro no art. enfrentando dificuldades para arrecadar ou localizar o domicílio tributário do contribuinte. 44.. Decisão: 05/06/01. .. p. I.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Rel. 301.” (TRF-1ª Região. O domicílio tributário das pessoas jurídicas de direito privado é o lugar de sua sede. Rel. DJ de 20/11/95. 127. 4ª Turma. Art. DJ de 10/09/01.00639-5/MG.: Min. I... 1ª Turma.. DJ de 21/10/02. . Decisão: 27/08/02.. 273. I. AMS 92. § 2º.... 127. Rel.. José Delgado... Decisão: 02/08/01.. Domicílio fiscal.. quanto ao fato gerador. I.. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação.058335-0/BA. Na falta de eleição pela pessoa jurídica do seu domicílio fiscal.” (STJ. Rel. Rel. .144 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . o de cada estabelecimento’ (art.705. considera-se o local onde se efetivar a prestação do serviço. § 2º. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação. I. do CTN). Ag 1997. AMS 95. art. O sujeito ativo tributante..1ª Região “Ementa: . Decisão: 29/05/95.. § 2º.. ele será ‘o lugar de sua sede ou.29621-5/MG. ou. 1ª Turma.

Rel. .. Sem prejuízo do disposto neste capítulo.) “Ementa: .” (TRF-5ª Região. o industrial. já se achava previsto no Decreto-Lei 406/68 (art. substituído. “Ementa: . Decisão: 04/04/00. AG 99. p. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação.024517-5/SP.” (STF. Decisão: 08/08/00. ou de outra categoria de contribuinte. I.. é o de cada estabelecimento... p. referente ao ICM. 27. É constitucional o regime de substituição tributária ‘para frente’..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 145 “Ementa: . Decisão: 02/05/00... por serviços prestados por qualquer outra categoria de contribuinte. DJ de 09/06/00. O domicílio tributário da pessoa jurídica. DJ de 10/05/02.: Des. 128 do CTN e art.. por substituição. excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. em que se exige do industrial.05. 2ª Turma. 429. do mencionado .: Min.. do atacadista. A regra do art. Maurício Corrêa.) CAPÍTULO V Responsabilidade Tributária SEÇÃO I Disposição Geral Art. III. AGRRE 266523/MG..27413-8/SE.. §§ 3º e 4º. Decisão: 13/03/02.. o recolhimento antecipado do ICMS incidente sobre o valor final do produto cobrado ao consumidor.. Néri da Silveira.. Federal Therezinha Cazerta. a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa.00. em relação aos atos ou fatos que deram origem à obrigação fiscal. . É responsável tributário.. retirando-se do revendedor ou varejista. 127 do Código Tributário Nacional se exaure no âmbito administrativo tributário.....” (TRF-3ª Região. regendo tão-somente as relações jurídicas entre o contribuinte e o Fisco. AG 2001.) “Ementa: . relativamente ao imposto devido pelas anteriores ou subseqüentes saídas de mercadorias ou..) “Ementa: . p. 2ª Turma.: Min.. Federal Lázaro Guimarães. Rel... 427.03. 23. Rel. na qualidade de substituto. 128... . DJ de 15/09/00. Rel. o comerciante ou o prestador de serviço.” (STF. DJ de 17/11/00.. a responsabilidade tributária. AgRAI 207377/SP.: Des. 6º. p. 2ª Turma. ainda. O regime de substituição tributária... .

4ª Turma. do ADCT/88. sem a interveniência de intermediários.” (STJ. REsp 126891/RS. enquadrando-se como responsável por substituição.817/85. em flagrante ofensa ao art.” (STF.: Min. 153. . I. DJ de 25/08/00.01.” (STJ. § 3º). . Lei 8... DJ de 19/11/98.. III... nos termos do art. ... mediante nota fiscal e comprova o respectivo pagamento do preço e do ICMS não pode ser responsabilizado pela omissão da vendedora. como substituto.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado).01.) “Ementa: . DJ de 20/10/97. Este relaciona-se apenas de forma mediata com o fato gerador. em omissão legislativa capaz de autorizar o exercício. responsabilidade tributária.) “Ementa: . sub-rogou-se na responsabilidade pela obrigação (CTN... Rel. em tal situação..: Des.988. O CTN distingue o contribuinte do responsável. p.212/91. A contribuição para o Funrural é devida pela embargante. .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).146 Tribunal Regional Federal . I. Decisão: 08/06/00. 1ª Turma. Rel.) “Ementa: ....00.20900-4/BA. 128... normas recebidas pela Carta de 1988. Humberto Gomes de Barros. 328.. 4ª Turma. 1ª Turma. art. AC 1999.. não se podendo falar. 3ª Turma. no caso.01. nesse ponto. Decisão: 23/10/98.070895-8/MG.. 43. 97. Aquele tem vínculo pessoal e direto com o fato imponível. AC 1998. AMS 93. pelos Estados. A lei poderá atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário a terceiros.039906-4/MG. . autorizada pela Constituição.) “Ementa: ...: Min. 76). p. DJ de 07/08/02. art. Garcia Vieira. REsp 189428/SP.. O carvão vegetal obtido por rudimentar processo de industrialização é produto rural (LC 11/71.. alterado pelo Decreto 90... Decisão: 15/09/97. Ilmar Galvão. seria atribuir a terceiro.. A responsabilidade. vinculados ao fato gerador da obrigação tributária.. Decisão: 09/11/99.. p. A lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa... Decisão: 02/08/99. 52..) “Ementa: .. 25. .081/79... Rel. foi imposta..” (TRF-1ª Região.. Decreto 83. sem previsão legal. 1ª Turma. 128 do CTN. . 15. I.00. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação.. Rel. não havendo que se falar em exigência tributária despida de fato gerador.1ª Região decreto-lei). RE 213396/SP. como medida de política fiscal. Imputar responsabilidade ao comprador. Decisão: 12/06/02.” (TRF-1ª Região. por lei. art..: Min. p. p. b. O comerciante que adquire mercadoria de pessoa jurídica regularmente inscrita. Rel. 74. III. art. em recolher o tributo.) “Ementa: . DJ de 17/12/99. por meio do Convênio ICM 66/88 da competência prevista no art. Rel. e tendo o primeiro adquirente adquirido-o diretamente do produtor. § 8º..” (TRF-1ª Região. p. 128 do CTN. na condição de adquirente. DJ de 1º/12/00. 34. I. Federal Hilton Queiroz. ..

525505-2/RJ..054. Decisão: 30/10/02.: Des.... IV. já que o CTN.. Art... AMS 2000. DJ de 12/04/00. Enquanto o substituto tributário possui uma obrigação própria. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. ... .. Rel.: Des.. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 147 excluindo a responsabilidade do contribuinte e atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação.. III. 128 do CTN). . 1... Por expressa permissão constitucional. 2ª Turma. O disposto nesta Seção aplica-se por igual aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição . . de forma originária. Responsável tributário.: Des..Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.. Rel. 2ª Turma.” (TRF-5ª Região. AC 97..29740-8/SC. com relação a hipótese de incidência que deva ocorrer posteriormente. DJ de 10/09/02.) “Ementa: . só estará obrigado a pagar o tributo se este não for adimplido pelo contribuinte ou substituto tributário.) “Ementa: . AC 2001.. Decisão: 26/03/02. Federal Castro Aguiar.: Des. 128 e seguintes do CTN. que nasce por efeito da incidência da norma jurídica. a condição de responsável tributário.81. Rel. 128 e seguintes.. Federal Oliveira Lima.. de forma subsidiária. 216. 1ª Turma. Cuida-se da chamada ‘substituição tributária para frente’.001982-4/SP.01. 128 . afastando a obrigação da cooperativa. Decisão: 09/03/00.” (TRF-4ª Região. o fez em mais de um dispositivo e com acepções diferentes: uma no art. A lei atribuiu expressamente a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. Decisão: 22/08/02...011488-8/CE.. p. DJ de 30/09/02. AMS 2000.) SEÇÃO II Responsabilidade dos Sucessores Art.. Rel.. . o responsável. 116. Dificuldades existem na conceituação da figura do responsável.. .04. Art.” (TRF-3ª Região..” (TRF2ª Região.61.. 129... permite à lei atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa... ao referir-se a ele....00.. p. (Art.. hoje vigente e endossada pela Emenda Constitucional 3/93. Federal Margarida Cantarelli. p. vinculada ao fato gerador da contribuição. . 1ª Turma. p.) “Ementa: .51. DJ de 21/11/02.00. a lei pode atribuir a uma terceira pessoa.. 128 do CTN. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. na acepção dos arts.. 121 e outra nos arts. . excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. 59.

art.. DJ de 27/04/98. Rel...: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. Garcia Vieira. reconhecendo-se. no momento em que se verifica a abertura da sucessão.” (STJ. Federal Rogério Fialho Moreira. Responsabilidade tributária . p. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço. art.00.. salvo quando conste do título a prova de sua quitação... p....” (STJ. Rel.) “Ementa: . Decisão: 19/02/98.29994-3/GO. DJ de 31/10/02. Garcia Vieira. e aos constituídos posteriormente aos mesmos atos. As multas por infração à legislação tributária. 860. a do adquirente.245. no caso.. REsp 70756/SP. Rel. 4ª Turma.) . . AMS 2000. 130. aplicada antes da sucessão.. já tenham sido cominadas aos respectivos antecessores/contribuintes... . Com emprego de analogia (CTN. Decisão: 08/08/02. DJ de 03/09/99. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço.) Art. aplica-se à hipótese as regras da Codificação Tributária sobre a responsabilidade. 1ª Turma. desde que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data. p.. “Ementa: . No caso de arrematação em hasta pública. sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes.. Decisão: 30/04/99. .1ª Região à data dos atos nela referidos.... “Ementa: . relativamente aos fatos geradores ocorridos antes do evento que ensejou a sucessão. .. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. 13.: Min.) “Ementa: FGTS..: Min. Decisão: 24/10/90.. Parágrafo único. e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens.. . 1ª Turma.148 Tribunal Regional Federal . p.. 1ª Turma. sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes (CTN. 130.” (TRF-1ª Região. 129 c/c o art. Os créditos tributários relativos a impostos. II. O sucessor tributário é responsável pela multa moratória. REsp 3097/RS. sanção de natureza pecuniária e repressiva. mas em se tratando de arrematação em hasta pública. 133)..” (TRF-5ª Região.01.010860-3/CE. Rel. AC 94.: Des. ou a contribuições de melhoria.. .. caput).. 317. III. 72.. cujo fato gerador seja a propriedade. Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade.. apenas se transmitem aos sucessores quando. DJ de 19/11/90.05.

REsp 192501/PR. Decisão: 06/11/01.. 3ª Turma... Rel. são responsáveis pelos tributos devidos pelo de cujus. p.695..) “Ementa: . o adquirente do imóvel sub-roga-se nos créditos fiscais cujo fato gerador é a propriedade. I. DJ de 05/11/01. Rel. Federal Olindo Menezes.” (TRF-1ª Região. Humberto Gomes de Barros.27186-0/MG.” (TRF-1ª Região.” (STJ. 130 – CTN). DJ de 03/11/00.. p.” (TRF-1ª Região..108. CC 95.25347-3/TO..) “Ementa: . Rel.01.. REsp 283251/AC.. a sub-rogação ocorra sobre o respectivo preço.. se não constar do título prova de sua quitação. 130 e 131 do CTN..: Des. Decisão: 11/03/96.. Rel.” (STJ. 28.041531-0/MG..” (TRF-1ª Região..) “Ementa: . p.. DJ de 07/06/02. 130 do CTN manda que... Desapropriação de bem imóvel pelo Incra. O art.. podendo o sucessor ressarcir-se desses ônus. 130 do Código Tributário Nacional.. 2ª Turma. .) “Ementa: .. Federal Osmar Tognolo.. p. nos termos do art. 130 do CTN o crédito tributário sub-roga-se na pessoa do respectivo adquirente.. DJ de 18/02/02.. O sucessor a qualquer título e o espólio até a data da sucessão.. domínio útil ou posse constituiu o respectivo fato gerador (art.) “Ementa: . 89. Rel. 2ª Seção.04382-7/BA.) “Ementa: . o domínio útil ou a posse do bem.00. Decisão: 21/08/01.) “Ementa: .037828-0/BA.600. 130 do CTN. 3ª Turma. 4ª Turma.01. . Nos termos dos arts. Decisão: 02/04/02. Nos termos do art.. sem qualquer distinção. . AC 94. I.. Federal Eustáquio Silveira. Decisão: 17/10/95.: Des. Rel. p. 225... 3ª Turma.. AC 1998. Ag 95. o adquirente de bem imóvel se torna responsável pelos tributos sobre ele incidentes. 50... respondem os sucessores do de cujus pelos tributos incidentes sobre o bem imóvel possuído pelo mesmo à época do óbito. descabendo a extinção da execução com base na mera notícia do falecimento do devedor.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). O crédito tributário de ITR sub-roga-se na pessoa de quem vier a adquirir o imóvel cuja propriedade. . em caso de arrematação em hasta pública. p. .01. Decisão: 14/09/00. Sub-rogação dos créditos tributários. 8... Federal Hilton Queiroz.. assim como as taxas e contribuição de melhoria.. . DJ de 06/05/96. Francisco Peçanha Martins.. .: Min.. 130/CTN. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 149 “Ementa: . Rel. 285. nos termos do art.. DJ de 13/11/95..: Des.00. 1ª Turma.: Des.. Ag 2001.01. Decisão: 28/06/95.: Min.. p.” (TRF-1ª Região.. DJ de 10/08/95.. I.01. conforme previsto no contrato de compra e venda ou mediante acordo com o sucedido. Consoante estabelece o caput do art. I. 77...

543.... DJ de 23/06/03. .. Rel. AG 2002. 674. A sub-rogação do crédito tributário decorrente de impostos cujo fato gerador seja a propriedade do imóvel. Os herdeiros restantes deverão responder pelo valor correspondente ao quinhão recebido... Rel.00.. A dívida deve ser cobrada da viúva meeira.03.150 Tribunal Regional Federal . “Ementa: ..” (STJ. II.: Des.: Des.021389-0/PR. através do qual os créditos tributários relativos a imposto cujo fato gerador seja a propriedade sub-rogamse na pessoa do adquirente..04. Federal Nery Junior.. Rel. (art.....03. Sucessores causa mortis ..” (TRF-3ª Região... DJ de 15/08/01. . p. 1.) “Ementa: . São pessoalmente responsáveis: I.048699-7/SP. AGREsp 461114/GO. pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos.. Luiz Fux. porquanto a responsabilidade é ex lege.. O credor dos tributos relativos ao imóvel arrematado em leilão judicial sub-roga-se no preço da arrematação. . segundo o parágrafo único do art. Decisão: 05/06/03. 131.) Art. DJ de 25/06/03. 131 do Código Tributário Nacional). 453. III. II.. o espólio. o adquirente ou remitente. DJ de 12/03/03. Decisão: 18/02/03. limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão do legado ou da meação. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. p.. Decisão: 05/06/01. AG 2002. II.. 252. (Redação dada pelo Decreto-Lei 28. 2ª Turma... A execução voltada contra o responsável tributário prescinde de que conste seu nome na CDA respectiva..) “Ementa: . o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro.. 1ª Turma. Responsabilidade pela dívida fiscal.. Federal Manoel Álvares. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação.) “Ementa: . ocorre sobre o respectivo preço. Rel. de 14/ 11/66) II. Aplicação do art. 3ª Turma. .” (TRF-4ª Região. 130 do Código Tributário Nacional.00. p. p. que por eles responde. III.: Des... HC 2001.. 3ª Turma. que passa a obrigar-se pelos débitos fiscais contraídos pelo seu sucedido.: Min. na proporção de sua meação.1ª Região .. Decisão: 04/06/03. .01.009497-5/SP. Aplicação da regra insculpida no ..” (TRF-3ª Região. 130 do Código Tributário Nacional.. como responsável legal e não como sucessora. Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère.

. 86.33. 131. dando continuidade.) “Ementa: ..00. o representante do espólio é chamado ao processo como sucessor da parte passiva. III.) “Ementa: . p.011520-0/BA..037823-1/BA. Decisão: 10/06/99. 131. p. Decisão: 12/06/01.” (STJ. 52. III.. do Código Tributário Nacional. Decisão: 09/10/01. V.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). os sucessores e o cônjuge meeiro respondem.. incisos II e III. 131... AC 1998.. .01. p. impondose..00. De acordo com o art. 130 do Código Tributário Nacional estipula que os créditos tributários sub-rogam-se na pessoa dos adquirentes de imóveis.) “Ementa: . do CTN dispõe que o espólio é responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. AC 1998.: Min.. II.” (TRF-1ª Região.. REsp 212554/RN. Rel. a citação daqueles. AC 94. Rel. Franciulli Netto.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 151 art. O art. 1ª Turma.. V. O espólio.) “Ementa: . transferindo o ônus do pagamento do tributo.. II... 131. Federal Luciano Tolentino Amaral. 765.” (STJ.. I. O falecimento do executado não é causa de extinção do processo. perante o Fisco.. Federal Hilton Queiroz.. do art.) “Ementa: . nos termos do art.” (TRF-1ª Região. O art. 321. devendo a execução ser redirecionada contra o sucessor legal do executado. REsp 295222/SP.. Rel. Federal Mário César Ribeiro.00. DJ de 26/06/02..) “Ementa: .. 4º.. no caso. . DJ de 04/02/02. Rel.: Des.. visando a modificar a responsabilidade tributária fixada em lei... . . 131. à relação jurídico-processual. quando chamado como sucessor tributário. 3ª Turma. preceituando o art. da LEF. incluindo-se o valor da multa moratória. na forma prescrita no art. Rel. do Código Tributário Nacional... pelos tributos (não pelo crédito) devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. II. . 4ª Turma. . DJ de 24/09/99.: Min.. Ocorrendo a morte do devedor. DJ de 10/09/01. 4ª Turma... DJ de 30/08/02. AC 2000. .. 125. p.: Des.: Des.. na condição de responsáveis tributários por sucessão.... Decisão: 30/04/02. p. Decisão: 03/06/03.” (TRF-1ª Região. 3ª Turma.01. 2ª Turma. José Delgado.. 131 do CTN... 277..16053-8/DF.01. DJ de 29/08/03. não valem.037831-7/BA.. p. Rel.” (TRF-1ª Região. do CTN. pela via da citação. é responsável pelo tributo declarado pelo de cujus e não pago no vencimento. . II. Decisão: 13/08/02.. devendo a exeqüente diligenciar sua regular citação na pessoa do seu representante. as condições inter partes. com a sua presença.. Nos termos . III.

Decisão: 06/03/01..02... AC 97.” (TRF-1ª Região. p. e o inventário encerrado (CTN.: Des.. 363.12363-7/PR.) “Ementa: . 131. 131 do CTN. Ag 95..03. Do adquirente. não se justifica que prevaleça a penhora efetuada no rosto dos autos do inventário sem a prévia citação do espólio na pessoa de seu inventariante. art.01.830/80. 1ª Turma. 4ª Turma. Rel. p. I. 872... DJ de 27/11/98. 168.152 Tribunal Regional Federal ..04. p. do CTN . o art... 2ª Turma. 91. Federal Cândido Ribeiro. do CTN-66 não é solidária.038119-9/SP. Decisão: 04/08/98.” (TRF-3ª Região. Decisão: 17/12/98.. Federal Marianina Galante.. p..037788-2/SP...01. mesmo de boa-fé.049382-3/RJ.) “Ementa: .. inciso II. ” (TRF-2ª Região..04380-0/BA. Decisão: 05/08/97..) . 131. II. é imperioso que este seja citado antes que se penhore o imóvel objeto do litígio. I...) “Ementa: .. DJ de 22/05/02.: Des. 136. Decisão: 08/05/02. I. Rel. . 2ª Turma.) “Ementa: ...1ª Região I... Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. Federal Therezinha Cazerta. 3ª Turma. DJ de 06/09/02... 690. 131. Ag 95.. Rel.03.04383-5/BA. AC 96. 4º). art. p. DJ de 28/08/02.: Des. DJ de 25/04/01. dispõe que o adquirente é pessoalmente responsável pelos tributos relativos aos bens adquiridos ... 2ª Turma. inciso I. 853. Rel.” (TRF-1ª Região..016651-9/SP.01. do mesmo códex que esses adquirentes (ou remitentes) são pessoalmente responsáveis pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos.” (TRF3ª Região.. conforme preceituado no art.. nos termos do inciso III do art. p. p.. . 131 e Lei 6. O herdeiro e o cônjuge meeiro são partes legítimas passivas na execução fiscal por dívida previdenciária de empresa individual do de cujus. pode ser exigido o pagamento de eventual imposto devido.: Des.. Federal Sérgio Nascimento... EDMS 2000. Não obstante a responsabilidade tributária pessoal do novo adquirente ou remitente. Enquanto o espólio do sócio-gerente da empresa executada não for incluído no pólo passivo da execução fiscal e citado em nome próprio na qualidade de co-responsável pela dívida em cobrança.) “Ementa: . DJ de 10/03/99.. Rel. Decisão: 15/04/02. Federal Cândido Ribeiro.. DJ de 31/10/97. . I.” (TRF-3ª Região. . Federal Ney Fonseca. consoante art. 131 do Código Tributário Nacional..: Des. A responsabilidade tributária prevista no art. REO 95. Decisão: 11/06/02.) “Ementa: . 3ª Turma. Não podem ser confundidos o direito material e o direito processual da parte. do Código Tributário Nacional. . vez que os bens deixados foram partilhados. Rel.. AMS 98. Rel..: Des.733. .” (TRF-4ª Região.: Des.03.

. Decisão: 08/11/ 83. nos termos do art...26965-3/AL.: Min. 19..: Min... 131 do CTN.04. quando tal ocorre.05.. não há como esquivar-se à sua qualidade de ‘sucessor’ estatuída no art. p. transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas.042. Rel. é que responde pelos débitos fiscais da primitiva sociedade (art.) Art. .) “Ementa: .. RE 97625/RJ.” (TRF-4ª Região. AC 96.: Des.. podendo ser exigida do sucessor. 279.. p. transformadas ou incorporadas. o sucedido permanece como responsável. DJ de 02/12/83. Se o órgão da Administração Direta é transformado em autarquia. 378. DJ de 23/09/02. ou seu espólio.) . Decisão: 10/06/99.” (STF. para eximir-se do recolhimento de prestações previdenciárias atrasadas. Decisão: 11/12/98. DJ de 03/03/99.. ou sob firma individual. em qualquer hipótese. Rel. Rel. p. 132 do CTN). sucedendo-lhe esta em todo o seu patrimônio material e jurídico. visto ser ela imposição decorrente do não-pagamento do tributo na época do vencimento. .” (STJ. Aldir Passarinho.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 153 “Ementa: . 258. .” (TRF-5ª Região. Federal Castro Meira. II... 2ª Turma.... 1ª Turma. “Ementa: .: Des. REsp 432049/SC. 1ª Turma.. Decisão: 13/08/02. inclusive quadro de pessoal. É devido o pagamento de pena de multa imposta à pessoa jurídica em caso de sucessão de seu titular em decorrência de óbito. sob a mesma ou outra razão social. 132. 132 e 133 do CTN impõem ao sucessor a responsabilidade integral tanto pelos eventuais tributos devidos quanto pela multa decorrente.. seja ela de caráter moratório ou punitivo. O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado. DJ de 09/07/99. é devida a multa. Os arts.49407-4/RS. Rel.. Portanto. 131 do CTN. Federal João Pedro Gebran Neto. A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão.) “Ementa: . p. quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente. 1ª Turma.. . II.. sendo que. a sociedade incorporadora ou aquela que resultar da fusão. José Delgado. A multa aplicada antes da sucessão se incorpora ao patrimônio do contribuinte. Parágrafo único. REO 97. II. sem se fazer distinção se é de caráter moratório ou punitivo. respondendo os herdeiros no limite de seus respectivos quinhões....

Federal Souza Pires. Federal Carlos Olavo.. 132 do CTN prescreve a responsabilidade fiscal da pessoa jurídica pelos débitos anteriormente constituídos. p/ acórdão: Des. No caso de fusão. .. A transformação da firma individual.) “Ementa: ..: Des. Decisão: 15/05/02. DJ de 17/03/00. 3ª Turma. p. ..) “Ementa: . 97.25061-8/BA. 4ª Turma. 4ª Turma. ou seja. Em caso de incorporação.. Decisão: 06/11/98.. 3ª Turma. I. AC 92. Federal Franca Neto. transformação (cisão) ou incorporação.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.01. AC 96.. somente será responsável tributária pelos fatos geradores ocorridos até a data da fusão..: Des. Rel. . p. 1ª Turma.: Des. 89. 368.) “Ementa: ..1ª Região “Ementa: . p.. quem responde pelos impostos devidos... é a empresa incorporadora que continua a respectiva exploração. haja vista que a responsabilidade tributária persiste para a sociedade transformada.) “Ementa: . 132 do Código Tributário Nacional.02.. Decisão: 14/04/99.10813-0/GO.” (TRF-3ª Região. Decisão: 23/02/99. 6ª Turma. da qual surgiu uma nova. AC 95. AMS 1997. I.. 1. DJ de 18/12/98. A pessoa jurídica que resultar da transformação de outra responde pelos tributos devidos até a data do registro do ato no órgão próprio.. Decisão: 03/06/96... transformação (cisão) ou incorporação.706.) . fusão ou incorporação de outra é responsável pelas contribuições devidas.768.01.. Só a pessoa jurídica de direito privado que resulta da transformação.. Em decorrência do disposto no art. Rel.. 1..01. I. p. . DJ de 03/05/99. Rel. . p... 4ª Turma.01.03... Federal Tourinho Neto... em nada altera o crédito tributário regularmente constituído. Garcia Vieira. DJ de 24/09/02.154 Tribunal Regional Federal .. AC 94. I. 44.) “Ementa: . DJ de 08/07/02. a empresa primitiva..295. DJ de 28/06/96. Rel.” (TRF-1ª Região.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).. .. I. a pessoa jurídica de direito privado resultante da incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos pela pessoa jurídica de direito privado incorporada.061416-0/GO.00.. aqueles cujos fatos geradores ocorreram antes da incorporação ou fusão.. ROMS 8874/DF.16779-1/RJ.. depois de sua efetivação.” (STJ... em sociedade por cotas de responsabilidade limitada.” (TRF-1ª Região.” (TRF-2ª Região. p.... p.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). Decisão: 27/08/02. Decisão: 02/10/98. Rel.099222-2/SP. Rel. Rel. 2.05623-0/MG.: Min. AC 95. DJ de 10/12/98. . O art..” (TRF-1ª Região...

I.. II. integralmente. responde pelos tributos. Rel. Antônio Neder. 133 do Código Tributário Nacional só se manifesta quando uma pessoa natural ou jurídica adquire de outra o fundo de comércio ou o estabelecimento comercial. DJ de 10/04/81... p. porém. p. 2ª Turma. . pela multa que.” (TRF-4ª Região. Federal João Pedro Gebran Neto. o sucessor responde pelos direitos tributários do sucedido.. não constitui óbice ao deferimento da CND.: Min.086735-4/RS. Decisão: 24/03/81. devidos até a data do ato: I. Decisão: 04/03/99.. também por força de locação. Américo Luz. indústria ou atividade.) . relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da alienação. industrial ou profissional.. REsp 108873/SP.. 2ª Turma.015. caracterizada pela compra do fundo de comércio. sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual... direitos e obrigações à outra sociedade.. 1ª Turma. DJ de 16/08/ 00. RE 82754/SP.174.. “Ementa: ..: Min. . 133. . DJ de 14/08/95. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra..: Des. art. não. II...04. O Supremo Tribunal Federal sustenta o entendimento de que o sucessor é responsável pelos tributos pertinentes ao fundo ou estabelecimento adquirido. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. A regular incorporação da empresa requerente. DJ de 12/04/99. 2ª Turma. e continuar a respectiva exploração. mesmo de natureza tributária.. Rel. Ari Pargendler. Decisão: 14/06/95. 146.” (STJ. tem o caráter punitivo. indústria ou profissão. Havendo sucessão. 111. p. 24. 132 do CTN). a circunstância de que tenha se instalado em prédio antes alugado à devedora não transforma quem veio a ocupá-lo posteriormente. em sucessor para os efeitos tributários.) Art. Rel. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. subsidiariamente com o alienante. pois a incorporadora é responsável pelos tributos devidos pela incorporada (art. com a transferência de patrimônio.” (STF.. AMS 1998.. industrial ou profissional... A responsabilidade prevista no art. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 155 “Ementa: .: Min... Decisão: 1º/06/00.) “Ementa: . por qualquer título.) “Ementa: . se o alienante cessar a exploração do comércio.01. REsp 51504/SP. p.” (STJ. 133. Código Tributário Nacional.. 3. Rel..

Segundo o disposto no art.” (TRF-1ª Região.079843-9/MG..: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado).00.: Des. Rel.. do Código Tributário Nacional. sobre os quais não incide qualquer tributo. mediante convenção particular. do Código Tributário Nacional confere aos sucessores de empresa a responsabilidade tributária pelos débitos do sucedido. 3ª Turma.01.018641-8/GO. Decisão: 08/06/00. I. Não possuem responsabilidade por sucessão. Art. AC 1999.156 Tribunal Regional Federal ..: Min. 3ª Turma. Responsabilidade tributária.. Rel.. 2ª Turma. p. AC 92. 123 do CTN. Federal Osmar Tognolo. REsp 330683/SC. do Código Tributário Nacional. do CTN. uma vez já ocorrido o lançamento definitivo na época da sucessão. 133 do Código Tributário Nacional cuida da responsabilidade tributária por sucessão daquele que adquire fundo de comércio ou estabelecimento comercial. inciso I. sendo inaplicável na hipótese de aquisição de apenas alguns bens móveis do devedor. p. . o sucessor deverá responder integralmente pelos tributos.. DJ de 25/08/00. Decisão: 11/05/99. responde apenas pelos tributos devidos pela antecessora concernentes ao serviço sucedido.... 133 do CTN. 196. . DJ de 12/02/99. p....... 133.. 174.1ª Região “Ementa: .. 82..) “Ementa: . . Rel... O art. . 3ª Turma. Limite. Responsabilidade. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. sem aquisição do estabelecimento ou do fundo de comércio da sucedida. que veda a modificação do pólo passivo da relação tributária. DJ de 11/06/03..) “Ementa: ... 133. I. O disposto no art. . DJ de 10/09/99. devidos até a data do ato. DJ de 08/04/02. indústria ou atividade... I.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado).” (STJ.” (TRF-1ª Região. e que constituem procurador para cuidar da administração dos bens móveis e imóveis recebidos. Sucessão.) “Ementa: .. nos termos do art.191.) “Ementa: .. A empresa que à outra sucede na exploração do serviço.) “Ementa: . caput..05439-4/MG... Rel. 4ª Turma. Paulo Medina..35. Sucessão. p. O art. 133 do CTN. I. p. Art.” (TRF-1ª Região.: Des. Decisão: 21/05/03. Federal Hilton Queiroz. AC 2000.. nos termos do art. 119. I. 133.01. em razão de créditos trabalhistas e antes da penhora requerida em execução movida pelo INSS. inciso I.33220-9/MG. AC 95. Decisão: 19/02/02. não se aplica na ocorrên- .00. terceiros a quem foram adjudicados bens pertencentes à empresa devedora do Fisco.” (TRF-1ª Região.. se o alienante cessar a exploração do comércio. sem que fique configurado que deram continuidade à exploração do fundo de comércio ou estabelecimento aos quais se encontravam afetados ditos bens. Decisão: 23/10/98.01. Rel. 133.

: Des. 3ª Turma. contribuinte à época dos fatos geradores da tributação. respondendo solidariamente com a sucessora. . Decisão: 25/04/02.023217-4/MG. sendo subsidiária quando aquele prossegue no exercício da sua atividade empresarial ou inicia nova atividade no prazo de seis meses (CTN. art. Federal Manoel Álvares. 548.” (TRF-1ª Região. Rel.01. . responderá pelos tributos devidos pelo antecessor até a data da transação. p.. Federal Mário César Ribeiro. Rel. indústria ou atividade (CTN. não se desonera dos créditos tributários remanescentes. 80..00.) “Ementa: . 133..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 157 cia de sucessão da empresa ou fundo de comércio. Interpretação teleológica do disposto no art. a Fazenda não pode se voltar diretamente contra o responsável tributário.000497-7/SE. 117. indústria ou atividade (CTN. 133.04.. em detrimento do disposto no art. Decisão: 18/03/98. 133.. . Rel. da execução contra o alienante.” (TRF-1ª Região. II).) “Ementa: . ex vi do art.99. . Ag 2001. 2ª Turma. 4ª Turma. I.00. AC 97.: Des. na linha do art. Ag 1999. 4ª Turma.” (TRF-5ª Região.. Se o atual sócio da empresa a ela se integrou assumindo a integralidade da responsabilidade societária.. que confere aos sucessores a responsabilidade tributária pelos débitos do sucedido. 393. do CTN. A responsabilidade tributária do adquirente de fundo de comércio só é integral quando o alienante cessa a exploração de comércio. p.. II. AC 2001.03.. . Decisão: 11/12/00. DJ de 05/06/02. em face da retirada dos antigos sócios.. 490. O adquirente de um fundo de comércio ou estabelecimento comercial. do CTN.. DJ de 09/08/00. 32.05. 133 do CTN. Rel. industrial ou profissional que mantiver exploração do mesmo ramo de atividade.01. Decisão: 23/04/02.00. 4ª Turma.. .: Des.) “Ementa: . 3ª Turma. de onde decorre que o direcionamento. I). Não comprovada tal hipótese. sob o mesmo nome ou não..) “Ementa: ... I. A responsabilidade tributária do adquirente de fundo de comércio só é integral quando o alienante cessa a exploração de comércio.” (TRF-1ª Região..075224-1/MS. 133.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. por disposição expressa na alteração do contrato social..01.: Des. p. 133 do mesmo diploma legal. p. deve responder pelos tributos relativos ao estabelecimento adquirido.” (TRF-4ª Região. Federal João Pedro Gebran Neto...30643-1/SC..” (TRF-3ª Região... DJ de 05/05/98. preliminar..) ..004092-6/MA. DJ de 10/05/02.. Rel. ainda que cesse suas atividades. p. 133. Decisão: 18/05/00.. DJ de 26/01/01. I..) “Ementa: .: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). Federal Paulo Machado Cordeiro. I. DJ de 17/03/00. Decisão: 14/12/99. AMS 97. está de acordo com a disciplina normativa do CTN.041484-9/MG. I. p.. Rel. II. A empresa sucedida.... I). art.. REO 1997.

escrivães e demais serventuários de ofício. às de caráter moratório. nos termos do art. os sócios. 134 e 135. pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário. afastando a responsabilidade solidária ou supletiva (arts. pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles. RE 111765/MG.. quando no exercício exclusivo das atribuições próprias. Decisão: 06/12/01. REsp 242345/SP. p. do Código Tributário Nacional. III. Milton Luiz Pereira. IV. 1ª Turma. respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis: • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo... da inscrição da dívida. VII..” (STJ. 134. O disposto neste artigo só se aplica.: Min. no caso de impossibilidade.. DJ de 25/03/02. pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados.029. ou perante eles. . pelos tributos devidos por seus filhos menores.) “Ementa: . . VI. em razão do seu ofício. DJ de 06/02/87. Pessoas expressamente designadas por lei podem ser qualificadas como substitutas tributárias (ou substitutiva).” I. 134.. os administradores de bens de terceiros..) . Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte. I.. 1ª Turma. o sujeito passivo da obrigação tributária principal é o contribuinte. os tabeliães. Decisão: 28/11/86. Rel. Octávio Gallotti. V..” (STF. 1. nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37. 183..158 Tribunal Regional Federal . para a citação. pelos tributos devidos pelo espólio. que conste. p. o inventariante. os tutores e curadores. Não é indispensável. Rel.1ª Região SEÇÃO III Responsabilidade de Terceiros Art. o nome do sócio que responda solidariamente pelo débito da sociedade. VII. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. Em regra.: Min. pelos tributos devidos por estes. podendo responder solidariamente outros responsáveis. CTN). Parágrafo único. de 1966. “Ementa: . em matéria de penalidades. II. o síndico e o comissário. não é considerado responsável tributário. os pais...

quando evidenciada a ausência ou insuficiência de bens da empresa executada.. 5ª Turma.. Enquanto a citação do(s) sócio(s) responsável(eis) tributário(s) pode dar-se a qualquer tempo. AG 1998. José Delgado. 2ª Turma.. A responsabilidade pessoal e solidária pode ser imputada ao síndico de massa falida em relação aos atos em que intervier ou pelas omissões de que é responsável (art. há de existir para que se configure a solidariedade..051746-4/SP.” (TRF-1ª Região.. do CTN). Rel.830/80. Decisão: 29/08/00. DJ de 02/06/03.01. 551... não se incluem na responsabilidade da empresa sucessora.) “Ementa: . V. Sócia de capital.. 3ª Turma... DJ de 08/04/02.03.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Rel. . II.035429-2/BA. 2ª Turma Suplementar. III. Federal Eloy Bernst Justo. Rel.: Des.) “Ementa: .. AC 1997. CTN). DJ de 03/05/00.032163-1/PR. I.: Des.04. 117. 134. p. concomitantemente ou após a citação da empresa executada.02. p. do CTN estabelece a responsabilidade solidária dos administradores de bens de terceiro pelos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis..: Des.. não responde com seus bens por débitos fiscais. 215. Decisão: 15/02/00. p.) “Ementa: .. 239.” (STJ. ou recusados os nomeados.. assim como em relação aos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos por ele praticados com excesso de poderes ou infração de lei (art...021795-6/BA. .” (TRF-4ª Região. 134 do CTN e 4º da Lei 6.. 134. Rel. III.. e sem ter havido extinção da sociedade.01.. Decisão: 05/03/02. Arts. a responsabilidade do sócio-cotista é subsidiária e restrita aos atos em que intervier e omissão de que seja responsável. 1ª Turma. O Código Tributário Nacional admite a trans- ..10361-7/RJ.. Decisão: 25/06/02. Decisão: 08/04/03.) “Ementa: . REsp 493316/DF.01... só se afigurando na hipótese de liquidação de sociedade de pessoas.. a princípio. p.: Min..” (TRF-2ª Região.. Federal Luciano Tolentino Amaral.” (TRF-1ª Região. 115. aqui. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 159 “Ementa: . de caráter punitivo. A responsabilidade de terceiros ocorre nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte (art. a penhora de bens deles só é possível subsidiariamente. DJ de 12/07/02. Rel. I. DJ de 23/06/99.. 134 do CTN..) “Ementa: . 135. A culpa. do CTN). O art. . 1ª Turma. Decisão: 11/05/99. Requisito cumulativo com a inexistência de bens penhoráveis de propriedade do contribuinte.) “Ementa: . Federal Ivan Athie... II.. .00. Em face do art. AC 92. AC 89. as sanções fiscais. I..00.. Rel.” (TRF-3ª Região. sem função de gerência.: Des. Ag 2001. p. Federal Marisa Santos... DJ de 26/10/00. 134.

decorrente de violação da lei ou excesso de mandato. os mandatários. os diretores. Rel. conforme determina a lei.. DJ de 07/11/86. 134. Federal Ridalvo Costa.) . a responsabilidade pessoal do sócio-gerente de sociedade por quotas. p.” “Ementa: . nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37. contrato social ou estatutos: • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo. 4.. vem considerando a transmissibilidade como regra. sim. 3ª Turma. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei.” (TRF-5ª Região. no entanto. CTN. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado.. 2ª Turma.160 Tribunal Regional Federal . 21... quando no exercício exclusivo das atribuições próprias.) “Ementa: . visando livrar da constrição judicial seus bens particulares. podendo ser exigida do sucessor.1ª Região missibilidade apenas das multas moratórias (art.: Min.) Art. A doutrina mais avançada.” I.745..588. de 1966. . Célio Borja. A inscrição da dívida em nome dos sócios não é condição necessária para que respondam pelas obrigações tributárias da sociedade. não é considerado responsável tributário. Decisão: 07/10/86.. Rel.: Min. sejam eles sócios-gerentes . 2ª Turma..: Des. o sucedido permanece como responsável solidário. RE 108766/RJ. Decisão: 03/02/87.. 135. prepostos e empregados. não tem legitimidade para opor embargos de terceiro.. 85. as pessoas referidas no artigo anterior. AC 96. III. Decisão: 17/10/96.. Célio Borja..561. pelos débitos fiscais. parágrafo único). p. ao fundamento de que a multa aplicada antes da sucessão se incorpora ao patrimônio do contribuinte. DJ de 20/03/87...” (STF. Em qualquer hipótese. II. respondem as pessoas nomeadas no art.14980-0/Rel. em face da inexistência de patrimônio da sociedade. • Vide Súmula 112 do TFR: “Em execução fiscal. III.” (STF.05. DJ de 08/11/96. p. citado em nome próprio. o sócio-gerente. RE 110597/RJ. não atinge a meação de sua mulher. Ocorrendo o desaparecimento da sociedade sem liquidação regular. Exige-se. .. 135.” • Vide Súmula 184 do TFR: “Em execução movida contra sociedade por quotas.

III. Decisão: 18/04/02. I. disciplinada no art. sendo necessário provar que agiram os mesmos dolosamente. por substituição. ou infração de contrato social ou estatutos. AGA 472260/SC. ficando aquele obrigado pessoalmente pela dívida. DJ de 02/06/03. do CTN. prevista no art.” (STJ. o sócio.. Decisão: 20/05/03. não se consubstanciando em infração à lei. AGREsp 384860/RS. ..) “Ementa: . contrato social ou estatutos. Rel..: Min. p. Ressalva do voto com submissão à jurisprudência dominante. sem que seja antes apurada a prática de ato ou fato eivado de excesso de poderes ou infração de lei. Decisão: 25/03/03.. DJ de 12/05/03. DJ de 09/06/03.. . VII. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 161 “Ementa: . 195. à luz da função precípua do egrégio STJ no sentido de que. o contrato social ou o estatuto.. 135 do CTN é necessário que haja comprovação de que ele. o sócio que recolhe os bônus lucrativos da sociedade mas não verifica o adimplemento dos tributos... nos termos do art. . Rel. contrato social . não constitui infração à lei suficiente a ensejar a responsabilidade solidária dos sócios. 1ª Turma..) “Ementa: .) “Ementa: .) “Ementa: . É dominante no STJ a tese de que o não-recolhimento do tributo. DJ de 04/08/03. 2ª Turma. 2ª Turma.. A jurisprudência deste egrégio Tribunal consolidou-se quanto a ser subjetiva a responsabilidade do sócio-gerente pelo pagamento de tributo devido pela sociedade.. os sócios (diretores.. gerentes ou representantes da pessoa jurídica) são responsáveis.... de per si.: Min. Não se pode atribuir a responsabilidade substitutiva para sócios. De acordo com o nosso ordenamento jurídico-tributário.... . p. p... 258. Paulo Medina. A responsabilidade do sócio não é objetiva.. AGREsp 346109/SC.. Para que surja a responsabilidade pessoal.. locupleta-se e a fortiori comete o ilícito que faz surgir a sua responsabilidade. por si só. em princípio. 135.” (STJ.. Inexistência de responsabilidade tributária do ex-sócio. III. diretores ou gerentes. Rel. O simples inadimplemento não caracteriza infração legal. somente quando restar provado ter ele agido com fraude ou excesso de poderes.. 223.” (STJ. III. a mera inadimplência.. com fraude ou excesso de poderes..: Min. ainda que exerçam gerência.. Luiz Fux. ou infringiu a lei.” (STJ.. agiu com excesso de mandato. I. p. Decisão: 19/03/02. pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes da prática de ato ou fato eivado de excesso de poderes ou com infração de lei.. 135. 1ª Turma. Eliana Calmon. EDAGA 471387/SC. Inexistindo prova de que se tenha agido com excesso de poderes. José Delgado. do CTN. VI.. não há falar-se em responsabilidade tributária do ex-sócio a esse título ou a título de infração legal. 213.. I.. .: Min. Rel.

02. Rel.041803-9/RJ. no inciso III do art. 135 do Código Tributário Nacional resulta de ato praticado com excesso de poder ou infração de lei. inciso III.: Des..01. não por ser sócio.01. DJ de 23/05/03. Federal Mário César Ribeiro..01. Decisão: 07/11/02.003133-2/MG. Decisão: 08/04/03. Rel. 4ª Turma. Rel. Sendo a empresa executada uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada. Assim. .. Decisão: 16/04/02. do Código Tributário Nacional.” (TRF-1ª Região. I. do CTN). p.) “Ementa: .. Ag 2002. da Lei de Execuções Fiscais e 135. p.. 135.00. Obrigação essencial a todo administrador é a observância do pagamento dos tributos.” (TRF-1ª Região..101.) “Ementa: . ou não.” (TRF-1ª Região. do Código ..” (STJ. REsp 382469/RS. Federal Hilton Queiroz. III.. . 128.. Ag 2003. DJ de 02/04/03.01... mas ao gerente... art.01.. . Apresenta-se juridicamente admissível a citação dos sócios da pessoa jurídica executada. III. Responsabilidade pessoal. Sócio-gerente. É firme a jurisprudência no sentido de que a responsabilidade tributária das pessoas referidas no inciso III do art. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. 4ª Turma.00... mas por haver exercido a gerência.. AGV 2001.. O CTN..055924-4/MG. II. DJ de 29/10/02.: Des. Precedentes deste Tribunal Regional Federal. DJ de 13/08/01. DJ de 25/04/03.. Aplicação do art.00. I.: Des. estejam.) “Ementa: . DJ de 24/02/03. p. não há se falar em ilegitimidade passiva. Decisão: 29/05/01.085073-8/MG. 1ª Turma. 3ª Turma. . 69.006336-6/MG.162 Tribunal Regional Federal . 1. Humberto Gomes de Barros. III. p. I. .. sócio-gerente é responsável.” (TRF-2ª Região. AC 2000. Federal Luciano Tolentino Amaral. não ao sócio. impõe responsabilidade. ..) “Ementa: ... o que impõe a responsabilidade pessoal do gerente.: Des. Decisão: 18/03/03. 4ª Turma.. os seus nomes constando da certidão de dívida ativa.. Ag 1999. III.. diretor ou equivalente.. do contrato social ou do estatuto... 135. 4º. pode o sócio-gerente vir a responder pelas dívidas tributárias da sociedade por atos praticados com excesso de poder ou infração à lei ou estatuto (art.) “Ementa: . 190. CTN.: Min.. inciso V..1ª Região ou estatutos. 1ª Turma. registrando-se consistir em infração à lei a sua sonegação.: Des. p. 166.. Rel.. 261.. 135. Federal Alcides Martins Ribeiro Filho. Rel.” (TRF-1ª Região. Decisão: 25/02/03. p. Rel. 135.00. que pode ser citado nos termos dos arts..) “Ementa: . É solidária a responsabilidade do sócio.

: Min. estabelecida legalmente a obrigação de o comprador fazer o recolhimento substituto tributário. Ag 2002. Ao Estado incumbe fiscalizar. inciso III.71. 183. I.12.) “Ementa: . O vendedor não tem a obrigação de fiscalizar os atos e comportamento do comprador. ao administrador. DJ de 31/03/03. p.. Rel.: Des. natureza e extensão dos efeitos do ato. 1ª Turma. 322. ... por diversas vezes. p.. “Ementa: .) “Ementa: . ao fundamento de que ‘o Judiciário pode graduar ou excluir a multa. Federal Maria Isabel Pezzi Klein. até então não exigível o imposto devido diretamente do vendedor..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 163 Tributário Nacional. consumado o fato gerador. contraída. I. DJ de 24/06/03. 135. sendo inaceitável a pretensão de perpetuar obrigação sem causa ao vendedor contribuinte substituído.: Des. .003207-7/RS..) “Ementa: ... Rel. Decisão: 23/08/01. Milton Luiz Pereira.” (STJ. não pode a fiscalização impor àquele o dever de recolher o tributo... a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade. Rel. DJ de 11/03/02. e com a importância desta para os interesses da arrecadação’ (RE 61. 2ª Turma.... quando demonstrada a boa-fé do contribuinte.” (TRF-3ª Região. 5ª Turma.. AC 1999.00. O egrégio Supremo Tribunal Federal. . Rel. 1ª Turma. 175. Muito embora o CTN preveja que. rejeitando a imputação da responsabilidade penal objetiva.. 558. Decisão: 05/09/02.. p. . . 136. verificado ato que constitua infração à lei ou configure excesso de poderes na administração. Min..026342-0/SP.. REsp 184576/SP. Evandro Lins e Silva.. ou sócio-gerente. Salvo disposição de lei em contrário. do Código Tributário Nacional (CTN) atribui responsabilidade pessoal.: Min.” (TRF-4ª Região.” (STJ... O art. REsp 183644/SP. 19/03/68)..03. Federal Suzana Camargo. afastou a multa punitiva.) SEÇÃO IV Responsabilidade por Infrações Art. Rel. sob sua gestão.. Ultrapassada a fase da venda e compra. pela dívida tributária.160/SP. p. Decisão: 26/06/01. Decisão: 1º/04/03.. O Direito Penal brasileiro adota a teoria da culpabilidade (o agente somente responde pelos atos praticados na medida de sua culpabilidade). Franciulli Netto. de acordo com a gravidade da infração. DJ de 02/10/02. a quem a lei deferiu a responsabilidade tributária.

633. p... bastando. Decisão: 24/04/03. Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère. AC 2001.04.. dada a dificuldade de se apurar o elemento subjetivo em cada caso concreto. Federal Luciano Tolentino Amaral. Rel. 136). 136 do CTN.” (TRF-1ª Região.72. independendo da intenção do agente. DJ de 06/06/03. .. a existência de culpa. 162. sem má-fé do contribuinte.: Des. DJ de 23/10/02. natureza e extensão dos efeitos do ato’ (art. .) “Ementa: . sob pena de se incentivar a fraude fiscal com a aparência de inocência. p... ACr 2002. 2ª Turma. AMS 1998. 286. penalizando-o com a apreensão de veículo. Inteligência do art. AMS 2001.05. 3ª Turma. Responsabilidade objetiva.” (TRF-4ª Região.0660475/PR..) “Ementa: . II..: Des.) “Ementa: .004155-2/RO.61.” (TRF-2ª Região.00..) “Ementa: . DJ de 27/10/00.1ª Região ‘salvo disposição em contrário. . .010672-4/SP. Lesão ao erário.. 136 do CTN.” (TRF-4ª Região. . DJ de 23/05/ 02. o dano ao erário deve ser entendido como de natureza meramente potencial. 157.. Rel. VI. DJ de 13/11/01. Decisão: 30/04/02. a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou responsável e da efetividade... p.01.02. II. Não se pode imputar-se a responsabilidade pelo ato ilícito a terceiro...002379-3/SC.: Des... p.” (TRF-1ª Região.01.. 6ª Turma. Pena de perdimento..) “Ementa: .: Des. Rel. AC 2001.. tão-somente.01. Rel. 3ª Turma.... Federal Marli Ferreira. .. p. Decisão: 15/04/03. Aplicação subsidiária do art. Rel. Art. para afastar a multa quando a infração tributária ocorre com a adoção de postura referendada por autoridade administrativa. 462.: Des. 4ª Turma. Rel. de índole objetiva.0020461/DF. essa norma se dirige às infrações tributárias e não às penais..010208-5/RJ.00..164 Tribunal Regional Federal . Decisão: 25/09/01. 136 do CTN. a jurisprudência tem temperado o rigor do art. Federal Hilton Queiroz..” (TRF-3ª Região. DJ de 15/07/03. Decisão: 15/08/00.. Federal Guilherme Couto.: Des. Federal Alcides Vettorazzi..08. AMS 1999. Como a responsabilidade decorrente da violação à legislação tributária é objetiva..) . 136 do Código Tributário Nacional. Não é necessário dolo ou intenção do agente ou responsável para caracterizar a infração da legislação. sem a necessária averiguação do elemento subjetivo no cometimento da infração. 2ª Turma. O não-pagamento do tributo no prazo indicado pela legislação constitui infração tributária. Decisão: 24/09/02.01....

art. c) dos diretores. Rel. Decisão: 06/12/01. . quanto às infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico: a) das pessoas referidas no art. 187.. em tema de infração contra lei tributária.. Rel.781. “Ementa: . REsp 236902/RN. 137 do CTN. quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções. 137. contra aquelas por quem respondem. III.. p... quanto às infrações em cuja definição o dolo específico do agente seja elementar. impõe-se eximi-lo dos consectários da infração à luz do art. . 112 do CTN. .15466-2/DF... 4ª Turma. Milton Luiz Pereira. restringe à pessoa do agente da infração a responsabilidade tributária. ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito.: Des. Tratando-se de ilícito praticado por terceiro.. b) dos mandatários.: Min. . 137 c/c art.. 1ª Turma..) “Ementa: . II. Responsabilidade tributária por infração. contra estas. prepostos ou empregados. A responsabilidade é pessoal ao agente: I. Federal Nelson Gomes da Silva. . Decisão: 08/04/91. preponentes ou empregadores. .. I. CTN. 137. contra seus mandantes. II.... I. A responsabilidade pessoal do agente. sem o concilium fraudis do adquirente. p. Estando o terceiro adquirente de boa-fé e desconhecendo tratarse de crime de descaminho. função. mandato. DJ de 15/09/03. não se podendo atribuí-la na hipótese de o agente não ser sequer empregado da empresa à época em que se consumou a infração. III. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. 134. DJ de 11/03/02..01. 11. 137.) “Ementa: .: Min. contribuinte. DJ de 27/05/91... I. p...) “Ementa: . II. Decisão: 03/06/03. em casos que tais. vez que o art.” (TRF-1ª Região. Rel.. AMS 90... nenhuma penalidade tributária lhe pode ser imposta. 41 e 50 da Lei 8. REsp 457745/RS. O art.” (STJ... 1ª Turma.. salvo quando praticadas no exercício regular de administração. cargo ou emprego. Luiz Fux. pressupõe a intervenção daquele no ato. do CTN exclui expressamente a responsabilidade pessoal daqueles que agem no exercício regular do mandato.. b. sobrepondo-se tal norma ao disposto nos arts.” (STJ.212/91. 239..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 165 Art.

do pagamento do tributo devido e dos juros de mora.) “Ementa: ... O contribuinte do ISS que denuncia espontaneamente ao Fisco o seu débito em atraso.) Art. AC 1998.. quando o montante do tributo dependa de apuração. O benefício previsto no art.” (TRF-1ª Região. • Vide Súmula 208 do TFR: “A simples confissão da dívida. .” (TRF-4ª Região..” “Ementa: . A correta interpretação do art. 137. 13.: Des. o art.00. acompanhada. Decisão: 13/11/01.... 1ª Turma.. ao aplicar..1ª Região . Caso contrário. 653. p.01..04. DJ de 22/01/02. não configura denúncia espontânea. assentou de forma pacífica que não se decreta a perda de bens contendo mercadorias descaminhadas.781.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 137 do CTN é no sentido de que o mandante.: Des. recolhido o montante devido.” (TRF-4ª Região. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. 138 do CTN não se aplica aos casos em que o contribuinte faz opção pelo parcelamento do débito tributário...” (STF. Rel. Rel. está exonerado da multa moratória. se for o caso. 18. para .) “Ementa: .. 627..04.. 3ª Turma. exigindo-se. Federal Marga Inge Barth Tessler. A jurisprudência. 2ª Turma Suplementar. do CTN. preponente ou empregador só responde pelos atos do mandatário. e a desproporção entre o valor das mercadorias e o valor do veículo (Súmula 138 do antigo Tribunal Federal de Recursos).01. Rel. DJ de 04/04/01... 2ª Turma. .032926-9/BA. 138 do CTN. relacionados com a infração. AC 1998. Parágrafo único.. nos termos do art..0616667/PR. RE 106068/SP. Decisão: 06/08/85. Federal Márcio Antônio Rocha.01. DJ de 16/01/02. p.) “Ementa: . com juros de mora e correção monetária.. inciso I. acompanhada do seu pedido de parcelamento. Rel. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização.166 Tribunal Regional Federal . AMS 1997. p. . Rafael Mayer. Decisão: 30/11/00. já de longa data.. I. I. DJ de 23/08/85.. preposto ou empregado se existir orientação no sentido de infringir a lei. p. Decisão: 16/10/01.015376-0/RS.. II. deve o infrator arcar pessoalmente com as reprimendas impostas.: Min. em se verificando a falta de participação do proprietário do veículo. 138.. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração.

procedendo..” (STJ.” (STJ. e só será quitada quando satisfeito integralmente o crédito. Rel. p. ao pagamento do tributo. 1ª Turma. Rel. isto é.. 138 do CTN é necessário que o contribuinte efetue o pagamento integral do tributo devido acompanhado dos . que a infração não tenha sido identificada pelo Fisco nem se encontre registrada nos livros fiscais e/ou contábeis do contribuinte. I. Rel.. não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. mesmo porque não há a presunção de que. Nos casos em que há parcelamento do débito tributário.. Decisão: 17/06/02. como é o caso de aquisição de mercadorias sem nota fiscal. AGREsp 496781/PE. DJ de 08/09/03.. o integral pagamento do tributo devido e dos juros de mora.. 2ª Turma. . Decisão: 10/06/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 167 a exclusão da multa moratória. nos termos do art. 250. para que regularize sua situação perante o Fisco.) “Ementa: ..) “Ementa: .: Min. visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado. quando for o caso. 268. Nos casos em que há parcelamento do débito tributário. Decisão: 26/08/03. acrescido da correção monetária e juros moratórios. DJ de 15/09/03. .. III. só o pagamento integral extingue o débito. antes do procedimento administrativo ou medida de fiscalização relacionados com a infração. uma forma de estímulo ao contribuinte... p. não é pagamento. Franciulli Netto. do mencionado codex.. Para fazer jus ao benefício previsto no art.” (STJ. REsp 516337/RJ. DJ de 15/09/03.. 1ª Turma. p.. O instituto da denúncia espontânea exige que nenhum lançamento tenha sido feito. 265. Ela existe como incentivo ao contribuinte para denunciar situações de ocorrência de fatos geradores que foram omitidas. de venda com preço registrado aquém do real etc.” (EDREsp 251816/SC. pagas algumas parcelas. visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado.. O parcelamento. REsp 284189/SP. 1ª Seção.. 158.) “Ementa: . pois. p... III. II. DJ de 26/05/03. Francisco Peçanha Martins... Rel. Para exclusão da responsabilidade pela denúncia espontânea é imprescindível a realização do pagamento do tributo devido. José Delgado.. daí a legalidade da cobrança da multa em face da permanência do devedor em mora.: Min. 254. não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. as demais igualmente serão adimplidas. Decisão: 17/06/03.: Min.. A denúncia espontânea não foi prevista para que favoreça o atraso do pagamento do tributo.) “Ementa: ... e só será quitada quando satisfeito integralmente o crédito. Teori Albino Zavascki. .. O instituto da denúncia espontânea da infração constitui-se num favor legal.. I. e a este não substitui. ou o depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa .: Min.

008330-3/RJ. pressupõe a inexistência de procedimento administrativo fiscal e o pagamento integral do débito acrescido de juros de mora... Considera-se denúncia espontânea aquela efetuada pelo contribuinte ou responsável pela infração tributária. 74.02.) “Ementa: . AC 2001.: Des. mediante denúncia espontânea.) “Ementa: ... ... 321.. AMS 2001. que desonera o contribuinte da penalidade de multa.: Des.) “Ementa: . 45. II. O parcelamento de débito tributário. Rel. O dispositivo legal pressupõe o pagamento do tributo devido acompanhado de juros moratórios. DJ de 1º/08/03. EIAC 1999.168 Tribunal Regional Federal . Rel.. 88. p... Segundo o art.. a não-incidência sobre o montante devido (a partir do recolhimento) de acréscimos derivados da impontualidade (atualização monetária e juros). II. Decisão: 10/12/02. Decisão: 27/11/02. Rel.: Des. AC 2001...” (TRF-2ª Região. como. 138 do Código Tributário Nacional. 138 do CTN). p. p... DJ de 30/05/03. Decisão: 13/05/03. . I. II. DJ de 07/02/03.40. a denúncia espontânea deve ser acompanhada do pagamento do tributo ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa.) “Ementa: . 138 do Código Tributário Nacional. v. Federal Cândido Ribeiro. Federal Mário César Ribeiro. .” (TRF-1ª Região. do prévio pagamento do tributo.) “Ementa: .g..) “Ementa: .01.00.. Federal Hilton Queiroz.. na forma como prevista no art.0175033/DF. na inteligência da Súmula 208 do ex-TFR e dos precedentes desta Corte.. não pode ser confundida com a mera confissão de dívida seguida do pedido de parcelamento do débito. Rel.: Des.. AC 2000.009300-6/MG. 67. p.39. p. A denúncia espontânea.00... DJ de 02/04/03. DJ de 31/07/03.. Decisão: 02/10/01. . 4ª Turma. .38. 4ª Turma..00. acompanhada. O parcelamento do débito tributário não caracteriza o pagamento legalmente estabelecido (que se exige integral) para fruição das benesses decorrentes do instituto da denúncia espontânea (art. se for o caso. Decisão: 26/02/03..002803-4/PA.. sob pena de enriquecimento ilícito por parte do devedor.: Des. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. 3ª Turma. 3ª Turma. Rel.” (TRF-1ª Região. afasta a incidência da multa moratória... AMS 2001..00.001840-8/PI. A denúncia espontânea de que trata o art. I.. antes de iniciado o procedimento administrativo. 4ª Turma.01.” (TRF-1ª Região.. Federal Luciano Tolentino Amaral. acrescido de .1ª Região juros de mora. Rel..00. I..34.. 2ª Seção.012964-6/DF.. p. 138 do CTN. 3. Federal Ricardo Perlingeiro.: Des.” (TRF-1ª Região..” (TRF-1ª Região. não podendo ser substituídos pelo simples deferimento do parcelamento.. . DJ de 22/03/02. Decisão: 10/06/03.

acompanhada do pagamento do tributo. p. p. que... DJ de 18/12/02. . Não basta a declaração de débito por parte do contribuinte. Federal Consuelo Yoshida. Des. 139.: Des. exclui a responsabilidade do contribuinte.: Des. Decisão: 04/06/02. 138 do CTN somente se aplica às multas decorrentes do não-cumprimento de obrigações tributárias principais – que implicam diretamente pagamento de tributo – e não quanto àquelas de caráter acessório. nem a infrações de natureza substancial ou formal. DJ de 15/07/03.) “Ementa: . quando seu montante depender de apuração.. 171. 2ª Turma.. AMS 2001.01. DJ de 25/06/03.” (TRF-3ª Região. II.) TÍTULO III Crédito Tributário CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.027380-3/RS. p. O crédito tributário decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta.” (TRF-5ª Região. Decisão: 18/06/03. .71. aplicando-se o favor legal da denúncia espontânea a qualquer espécie de multa. Rel.03. Decisão: 11/06/03. Não havendo procedimento administrativo em curso contra o contribuinte pelo não-recolhimento do tributo e tendo sido deferido o pedido de parcelamento. II. .. AC 2002.70. 138 do CTN não faz distinção entre multa moratória e multa punitiva. O art... DJ de 15/04/03. 609.. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. 1ª Turma. enseja a aplicação do art. 6ª Turma.) “Ementa: . de Almeida. A confissão espontânea da dívida.” (TRF-4ª Região. Decisão: 28/11/02. II..060218-5/SP.. 583. REO 2000. Rel. p.. nos termos do art. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. 617. 1ª Turma.) “Ementa: . Federal Wellington M. AC 97.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 169 juros e correção monetária ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade.005396-9/RN. acrescido dos juros de mora previstos na legislação de regência.: Des. antes de qualquer ação fiscalizatória da Fazenda Pública. Rel..0070359/PR...00. O art.05. eximindo o contribuinte das penalidades decorrentes de sua falta.00.. . está configurada a denúncia espontânea. I. 138 do CTN... tornando inexigível o pagamento da multa moratória.. 138 do CTN.” (TRF-4ª Região.

AMS 91. muito menos direito a dedução ou restituição do mesmo..01. Rel. 141). não surge a obrigação tributária principal e. Tratar de modo diferenciado a compensação.. Se.. Art. a sua efetivação ou as respectivas garantias.969. O reconhecimento da remissão depende de previsão legal expressa. não há crédito tributário. fora dos quais não podem ser dispensadas. art. “Ementa: .04. o devedor é quem apresenta o seu débito como líquido e certo.170 Tribunal Regional Federal . Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.. Distinção entre isenção e não-incidência de tributo. p. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída.: Des. 141.. e 139.. situações que impõem relações obrigacionais do mesmo nível. sob pena de responsabilidade funcional (CTN. o crédito tributário é constituído pelo lançamento (142). O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue.: Des. § 1º. Rel. AMS 98.” (STJ. As circunstâncias que modificam o crédito tributário. na sistemática do CTN. O sistema jurídico tributário trata. ou que excluem sua exigibilidade não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. a parte devedora.” (TRF-4ª Região. 4ª Turma. não podendo o crédito tributário regularmente constituído ser dispensado. o Fisco.1ª Região “Ementa: .028. . pelo credor. Embora o crédito tributário não exista sem a obrigação tributária (que surge com a ocorrência do fato gerador). a fim de ser verificado. III. por ocasião da extinção do tributo por meio de pagamento.. 2ª Turma. no caso.. Arts. 19. é criar. Rel. de modo igual... sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. . 139 e 142).. Decisão: 03/06/96.” (TRF-1ª Região.. .) Art. sendo dela decorrente. 24. e somente ele torna a prestação exigível (arts.. Na não-incidência de tributo não ocorre o fato gerador.02193-1/BA....: Min.. ou as garantias ou os privilégios a ele atribuídos.. assim.) “Ementa: . o fato é que. isto é. Federal Leite Soares. 113. Decisão: 12/08/91. REsp 35583/SP. Ari Pargendler.021560/PR.. nos casos previstos nesta lei. sua extensão ou seus efeitos.. Decisão: 23/03/ 00. posteriormente. deve ser chamada para apurar a certeza e a liquidez do crédito que o contribuinte diz possuir. p. DJ de 03/05/00. sem autorização legal. do Código Tributário Nacional. DJ de 1º/07/96. DJ de 26/08/91. um privilégio para o contribuinte e uma discriminação para a Fazen- . no tocante à liquidez e à certeza do débito..) “Ementa: . 2ª Turma. 140. o mesmo há de se exigir para a compensação.

através de auto de infração ou notificação de lançamento. Federal Hilton Queiroz. 353. p. o prazo prescricional. calcular o montante do tributo devido. Rel.. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento. 142. que.: Des.) “Ementa: . REsp 193853/RS.. identificar o sujeito passivo e.” (TRF-1ª Região. José Delgado.. 57. •Vide Súmula 153 do TFR: Constituído. dentro do intervalo legal. até que sejam decididos os recursos administrativos. sob pena de responsabilidade funcional (CTN..003124-0/DF.) “Ementa: . 3ª Turma. O parcelamento de crédito tributário. Rel. somente por lei pode ser autorizado e regulamentado.15437-4/DF. não há falar em decadência. . I. DJ de 20/09/02. 114.. 1ª Turma.” (STJ. ultimar as providências necessárias à exigência dos tributos suspensos. Decisão: 23/02/99. Decisão: 28/08/02.. no qüinqüênio.) CAPÍTULO II Constituição do Crédito Tributário SEÇÃO I Lançamento Art. 3ª Turma.. .” (TRF-1ª Região. O regime de entreposto aduaneiro de exportação comporta um conjunto de incentivos fiscais. art. a partir daí.. o crédito tributário. Ag 2002. I. . p. Rel.. DJ de 07/06/99.01. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 171 da Pública.01.00. sendo caso..: Des. a autoridade fiscal deve..” Parágrafo único. assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. Federal Luciano Tolentino Amaral.. determinar a matéria tributável. todavia. 141). Logo. propor a aplicação da penalidade cabível. DJ de 06/02/98. uma vez não iniciado o despacho de exportação. incisos e parágrafos). AMS 93. . fica em suspenso.. Decisão: 29/10/97. ao ressarcimento do erário quanto aos benefícios fiscais fruídos e à aplicação da sanção cabível (Regulamento Aduaneiro.: Min. em princípio.. sob pena de responsabilidade funcional. fluindo. 182.. como modalidade de pagamento para fins de sua extinção. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória. art.

77.. DJ de 18/03/02.038606-8/GO. Federal Mário César Ribeiro. Luiz Fux. I. AMS 1999. obrigada a efetuar o lançamento como ato vinculado. Decisão: 12/12/01. p.. 1ª Turma.. p. O fato gerador faz nascer a obrigação tributária. Rel.38. É com o lançamento que se constitui o crédito tributário (art. REsp 332693/SP. sob pena de responsabilidade funcional (art.... do CTN). II. Decisão: 19/06/01.: Des.01.12748-8/TO.. I.00... 2ª Turma. sob pena de responsabilidade funcional.. A inscrição na dívida ativa não é pressuposto para formalizar a constituição do crédito tributário. Rel. Eliana Calmon. (Art. . O lançamento de tributo constitui atividade administrativa plenamente vinculada...) “Ementa: .. 238.: Min.: Min. p. Rel. tornando-se exigível a obrigação pelo sujeito passivo (art.) “Ementa: . DJ de 15/09/03. . p. 218.. 4ª Turma. 150 c/c 142 do CTN).) “Ementa: . Decisão: 13/08/02. ato pelo qual se constitui o crédito correspondente à obrigação (arts. DJ de 04/11/02.. DJ de 03/07/02. AMS 1998. I. Nas hipóteses de autolançamento.” (STJ. parágrafo único. Eliana Calmon.. 142. Federal Olindo Menezes. na hipótese. p..) “Ementa: ...” (STJ.. REsp 448527/SP.. p. O crédito tributário constitui-se com o lançamento.. que se aperfeiçoa com o lançamento. . Federal Cândido Ribeiro. Federal Carlos Olavo. O crédito tributário só se constitui pelo lançamento. .1ª Região “Ementa: .. Rel... III.01. Decisão: 24/06/97. AMS 1998.: Des.580.. p. II. 8. I. 2ª Turma.172 Tribunal Regional Federal . 181.003622-5/MG. DJ de 03/10/97.02.002317-7/MG. Rel.. Enquanto não houver crédito tributário regularmente constituído pelo lançamento. 3ª Turma. 142.” (TRF-1ª Região.. 46.. está ela. 81.. O crédito tributário constitui-se pelo lançamento. por expressa disposição legal. 142. Decisão: 19/08/03. Decisão: 28/11/01..: Min. .. é que se constitui o crédito tributário. Uma vez verificado pela Administração Fiscal o surgimento do fato gerador.03. 4ª Turma. .38.” (TRF-1ª Região. e este.) “Ementa: . 113 e 142 do CTN). tem o contribuinte direito à expedição da certidão negativa de débito fiscal.: Des.. reputa-se ocorrido quando da regular notificação ao sujeito passivo da obri- . CTN)...) “Ementa: . 3ª Turma. DJ de 25/01/02.. I..” (STJ..: Des. parágrafo único CTN). REsp 412365/SC. DJ de 09/09/02. Rel. I.. Decisão: 03/09/02.... AC 96. Rel.” (TRF-1ª Região. somente após o ato de homologação pelo Fisco.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.

01..) “Ementa: ..” (TRF-4ª Região.” (TRF-2ª Região. 3ª Turma.: Des. Federal Valmir Peçanha. Federal Luiz Antônio Soares. Federal Wellington M. I.. salvo se. na forma disciplinada pelo CTN. 142 do CTN.45211-2/RJ. Quando o valor tributário estiver expresso em moeda estrangeira. nenhuma diferença de ICM pode ser exigida em razão da variação cambial verificada entre a data do desembaraço aduaneiro e a da efetiva liquidação do contrato de câmbio. DJ de 18/07/02. quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira.. Inexistindo notícia de que o Fisco tenha realizado o lançamento. não há falar em débito do contribuinte. com a própria exação. p... art. Não se admite a exigência do pagamento do tributo com fundamento apenas na declaração do contribuinte. AG 2001..013778-6/SP. Rel. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação (CTN. DJ de 29/08/01. p. 1ª Turma. Salvo disposição de lei em contrário. como ao descumprimento da obrigação acessória..” (TRF-2ª Região.: Des. .445/88 e 2. Decisão: 26/02/02. DJ de 16/09/02.02.. Federal Baptista Pereira. 142 e 145 do CTN . Promovida a compensação pelo contribuinte do PIS recolhido com esteio nos Decretos-Leis 2.. . Rel. efetivando a notificação do sujeito passivo... “Ementa: . tanto em relação aos tributos cujo recolhimento não foi comprovado.03.042506-1/RS. desconhecida a taxa cambial na ocasião da liberação das mercadorias importadas. visto que não se pode prescindir do lançamento. 143)... 143... no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação.) “Ementa: . DJ de 02/04/03. a Administração não pode recusar-se a expedir a CND se não comprova a existência do débito ou sua exigibilidade. para que se constitua legalmente o crédito tributário. 92. p. de Almeida..: Des.” (TRF-3ª Região. 181. Rel. 142 do CTN).04..) “Ementa: . com observância do devido processo legal.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 173 gação tributária.02.016907-6/RJ. 536. AC 2001. uma vez que a obrigação tributária nasce com a ocorrência do fato gerador e torna-se exigível com o lançamento (art...: Des.) Art. consoante a dicção dos arts. 1ª Turma. REOMS 98. 4ª Turma.01..449/88. a cobrança do tributo se deu por . Decisão: 24/10/01. nos termos do art. Decisão: 09/08/01. Rel. AC 97. Decisão: 04/06/02.

.394.. . • Vide Súmula 577 do STF: “Na importação de mercadorias do exterior.: Min. Garcia Vieira. ainda que posteriormente modificada ou revogada. 144.1ª Região estimativa. Rel. Rel..” (STJ.) Art.174 Tribunal Regional Federal . 2ª Turma. DJ de 09/05/91. 242. Franciulli Netto. o lançamento do imposto remete-se à legislação vigente quando da ocorrência do fato gerador. . Decisão: 08/02/96. § 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que.. ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. Rel.. 2ª Turma... 1ª Turma.. p.” (TRF-2ª Região. O ICMS.) .” (STJ.02. 144 do CTN. Decisão: 08/04/03. AMS 89. exceto.. REsp 235333/SP... Quando o valor for expresso em moeda estrangeira. REsp 15450/SP.10928-3/RJ... p. Federal Clélio Erthal.: Min. . para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros.. Decisão: 16/12/99.. . pode ser exigido por ocasião do desembaraço aduaneiro. Decisão: 08/04/91. desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se considera ocorrido... o fato gerador do Imposto de Circulação de Mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do importador. a sua conversão em moeda nacional deve ser feita ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador e não ao câmbio vigente na data da remessa..: Min. nos termos do art.. § 2º O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de tempo. Rel. DJ de 21/02/00. ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios. ..” “Ementa: .. p.: Des..” (STJ. .. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente.) “Ementa: . Ari Pargendler. 1ª Turma. . DJ de 05/05/03. DJ de 04/03/96.. 108. Assim sendo. 5..) “Ementa: . posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação. neste último caso... na importação de mercadorias do exterior. tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização. Remessa de lucros para o exterior. REsp 326810/DF.. Correção cambial. a diferença cambial é referente ao período compreendido entre a data do registro da declaração de importação e o dia da entrada da mercadoria no território nacional...

está sujeito à regra do caput do referido art. I..07873-8/RJ. ainda que posteriormente modificada ou revogada. . por força do disposto no art.: Des.” (TRF-1ª Região.. 3ª Turma.. I. Decisão: 22/03/92.036099-0/SP.. O lançamento rege-se. 144 do CTN)... Federal Valmir Peçanha.. art.” (TRF-1ª Região. 1ª Turma.. § 1º. 106. AMS 89. do CTN. DJ de 04/08/00. A base de cálculo do Imposto sobre a Renda é o montante da renda ou proventos tributáveis dentro do exercício. e o lançamento se reporta à data da ocorrência do fato gerador da obrigação. DJ de 16/05/95. 226. 29. AC 89. Rel.. . do CTN dispõe que normas posteriores ao fato gerador. Rel.” (TRF-3ª Região. p.” (STJ.. DJ de 09/12/93.” (TRF-2ª Região. pela lei vigente na data da ocorrência do fato gerador (CTN. 4ª Turma. Rel. Decisão: 20/05/91. 291. 112.. Decisão: 25/08/93. 144 do CTN autorizaria a aplicação de legislação posterior à ocorrência do fato gerador. e sua apuração é feita por ocasião do balanço. I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 175 “Ementa: .072.) “Ementa: . .. .. DJ de 10/09/91. Rel. DJ de 08/08/02.. Decisão: 25/06/02..: Min. regendo-se pela lei então vigente (art... II. p. AC 94. A norma que rege os aspectos estruturais da incidência fiscal é a que está em vigor na data da ocorrência do fato gerador. 1ª Turma.” (TRF-2ª Região.. AC 96. 144. não procede a alegação do INSS de que o disposto no § 1º do art..: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). aspecto que. quanto aos elementos estruturais da obrigação tributária. 97.00.) “Ementa: ....03. p. 2ª Turma Suplementar.) “Ementa: .) “Ementa: . REsp 428026/RS.. Rel. 144..02.. inciso II.103420-4/MG. Garcia Vieira.) . O próprio art.. caput). p. aplicam-se imediatamente. A lei aplicável à constituição do crédito tributário será aquela que estiver a viger no momento da ocorrência do fato gerador (art.01. p. relativas ao estabelecimento de novos critérios de apuração. 3ª Turma. Normatiza o art... Rel. DJ de 21/10/02. fiscalização e garantia do crédito tributário. Federal Annamaria Pimentel..: Des. . Decisão: 26/05/ 00.02..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..02330-3/RJ.. Federal Clélio Erthal. Por outro lado.11376-2/MG. 144 do CTN). 144 do Estatuto Tributário Nacional que o lançamento se reporta à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente. AC 1999... Decisão: 27/08/02.) “Ementa: . 144.01.: Des. uma vez que a expressão ‘novos critérios de apuração’ não pode implicar o aumento do tributo devido...

para fins de lançamento de outros tributos.. DJ de 24/03/03. DJ de 25/04/03. III.. I.. não podendo ser interpretado de forma colidente com as garantias de inviolabilidade de dados e de sigilo bancário.” . Imprescindibilidade.. João Otávio de Noronha. 145. 147... iniciativa de ofício da autoridade administrativa. ainda que relativos a exercícios financeiros anteriores.. p. 5º.. usar as informações bancárias relativas ao recolhimento da CPMF.: Des. 2ª Turma.84. 2ª Turma. O Fisco pode. do CTN autoriza a aplicação da legislação posterior à ocorrência do fato gerador que instituiu novos critérios de apuração ou processos de fiscalização ao lançamento do crédito tributário. Mostra-se destituído de fundamento constitucional o argumento de que o art.. Decisão: 11/06/02. recurso de ofício..: Min..” (TRF-5ª Região. 693. Notificação por edital. . DJ de 27/05/02.. além de tratar-se de ato . Rel. Decisão: 28/05/03. .” (STJ... da Constituição de 1988. REsp 237009/SP. AG 2003. Francisco Peçanha Martins. 1ª Turma. . Rel.” (STJ..00. incisos X e XII..0110599/SC. de Almeida. § 1º. Decisão: 20/02/03.... II.. 144. Rel. Imprescindível a notificação regular ao contribuinte do imposto devido. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de: I.. 511. DJ de 18/06/03. Ausência de nulidade. . visto que este dispositivo refere-se a prerrogativas meramente instrumentais.. O CTN prevê a possibilidade de impugnação. Homenagem à natureza processual da nova norma.. 144 do CTN.) “Ementa: .. II. 2ª Turma. III. “Ementa: . Decisão: 20/ 11/01..1ª Região “Ementa: .174/01. nos termos do § 1º do art..) “Ementa: . I. posto que.. . Art. I. Lançamento. A não-localização dos sócios da empresa autuada legitima a notificação por edital no procedimento fiscal.: Des. 145 do CTN. elencados como direitos individuais fundamentais no art. p.) Art..) “Ementa: ... p. Federal Wellington M. 164..” (TRF-4ª Região. decorrentes do direito à intimidade e à vida privada..04. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima.. mesmo do lançamento com base na declaração efetuada pelo contribuinte. p. Rel. . AMS 2001. Notificação do lançamento.. 149.: Min. a partir da vigência da Lei 10. impugnação do sujeito passivo. nos casos previstos no art. REsp 72061/SP.. .005467-2/RN....01.176 Tribunal Regional Federal ..

AC 95.. Revisão de lançamento por erro de direito. Decisão: 07/05/02.) “Ementa: .) “Ementa: ..03.. 145..” .. I. I).052543-8/SP.. 145 do CTN a regular notificação do sujeito passivo da obrigação tributária. Federal Eloy Bernst Justo. . IV. DJ de 1º/02/02. 145 do CTN)..) “Ementa: ..” (STJ. Rel.” (TRF3ª Região. Federal Souza Pires. Decisão: 25/06/02. II. Decisão: 23/04/02. Luiz Fux. 512. REsp 412904/SC... . se o lançamento notificado pode ser alterado pelo sujeito passivo. .. Luiz Fux. 1ª Turma.: Des. como pontifica avelhantado brocardo jurídico..) “Ementa: . Rel. uma vez que seus efeitos já se produzem quando o sujeito passivo é ‘regularmente’ notificado (art.. revela-se incompatível vedar-se a retificação ex-officio do autolançamento. 4ª Turma. Tratando-se de crédito tributário constituído pelo lançamento de ofício.” (STJ..04.. 136. 2ª Turma Suplementar. 142. caput.. a alteração posterior constitui-se em mudança de critério jurídico vedado pelo CTN. não podendo o intérprete distinguir onde a lei não distingue. DJ de 27/05/02... A notificação do lançamento fiscal tem previsão expressa no art.00. exige o art.. mas com a notificação do lançamento. Rel. Num sistema tributário em que se admite a ‘denúncia espontânea’. Decisão: 24/10/00.: Min. .: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). p. A constituição definitiva do crédito tributário não se dá com a inscrição..: Des.....01.) “Ementa: . o crédito somente se considerará definitivamente constituído depois do julgamento do recurso administrativo interposto (CTN.. o dispositivo de regência não faz referência a que tipo de lançamento pode ser alvo de impugnação. AC 1998. 1ª Turma. acaso engendrado ‘tempestivamente’. 145. 1ª Turma.: Min. REO 1997. Decisão: 17/10/01.. DJ de 27/05/02. do CTN.. Destarte. . art.” (TRF-4ª Região. DJ de 08/08/02. Aceitando o Fisco a classificação feita pelo importador no momento do desembaraço alfandegário ao produto importado.....085593-5/SC. Rel.. . ou não..” (TRF-1ª Região. 86. REsp 396875/PR. e. ..01. p. p. DJ de 17/01/01.005602-4/MG. Rel..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 177 administrativo.. é evidente que conspira em favor de interpretação teleológica das regras do sistema a possibilidade de o sujeito passivo antecipar-se.. 101. . Havendo impugnação ao lançamento efetuado pela Administração Tributária. e inciso I. mesmo que assim não fosse.. p. p.. sua indispensabilidade decorreria diretamente dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa.

01.: Des. aos fatos geradores ocorridos posteriormente à sua introdução. 4ª Turma. de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial... Federal Oliveira Lima. no momento do desembaraço alfandegário do produto importado... . (CTN. ICM. I. em relação a um mesmo sujeito passivo.” (TRF-1ª Região. I. 146 do CTN. Lippmann Junior. Rel. Rel. . Rel. Federal Edgard A. Inalterabilidade do lançamento feito segundo critério estabelecido pelo Fisco. RE 100481/SP. AMS 89... Federal Eliana Calmon.. em ato concreto de autoridade. Art. 146 do CTN. DJ de 30/03/98.) “Ementa: .02629-1/DF. os efeitos da ação declaratória de inconstitucionalidade também devem observar os limites impostos pelo art. Pode o contribuinte retificar a sua declaração. Rel. Retificação da declaração: art.03. AC 1997. Decisão: 04/04/86. DOE de 30/10/89.912..178 Tribunal Regional Federal . em alguns casos. Carlos Madeira. 146. 4ª Turma. 4ª Turma. Rel.. a classificação feita pelo importador.. 6..” (TRF-3ª Região. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). I.. 67. art. 209.. 2ª Turma. AMS 91. V.11.01. p. Decisão: 05/03/99..004819-9/SP.” (STF. 592. p.... Aceitando o Fisco.: Des.. onerar .000651-7/RS. nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada. 291.) “Ementa: . . Decisão: 21/02/02. 4ª Turma. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente a sua introdução. “Ementa: Lançamento tributário. Decisão: 04/10/89. Novos critérios adotados pela autoridade tributária somente podem ser aplicados. Imposto de Renda. à vista de sua aplicação imediata.: Min. DJ de 02/05/86.. A modificação introduzida. ao depois.) Art. antes de haver o lançamento.. em relação a um mesmo sujeito passivo.. DJ de 04/06/99. não pode.” (TRF-1ª Região.. p... 146 do Código Tributário Nacional e ainda. p.00.. . alterá-la.: Des. ..) “Ementa: .) “Ementa: . . O ato normativo que consubstancia modificação de critério jurídico de sujeição tributária subsume-se...1ª Região (TRF-4ª Região.71. 146). DJ de 10/04/02.. Em se tratando de matéria tributária. p. AC 2000. Decisão: 10/02/98. Essa alteração constitui-se em mudança de critério jurídico vedado legalmente. considerando que a declaração de inconstitucionalidade de lei pelo Supremo Tribunal Federal pode.010998-9/PA.

DJ de 1º/09/ 99. DJ de 15/10/02.) “Ementa: .. A constituição definitiva do crédito tributário ocorre com o lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. “Ementa: .. presta à autoridade administrativa informações sobre matéria de fato. na forma da legislação tributária. Rel.: Des. 147. e antes de notificado o lançamento. atendendo ao princípio da segurança jurídica e certeza dos atos administrativos.37080-0/SC.” (STJ. 401. só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde.... não deverá a decisão ser aplicada retroativamente. AMS 98.. Decisão: 02/05/00. antes da notificação do devedor para efetuar o pagamento. p/ acórdão: Des. Decisão: 06/02/01. se não se configurou fraude no lançamento. O art. Rel.. Federal Suzana Camargo.. Sobre o valor da diferença do Imposto de Renda .. Garcia Vieira..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 179 o contribuinte em razão de lançamento do débito. 146 do CTN. Rel. p.) “Ementa: . p. sendo o mesmo exigível independentemente de notificação prévia ou instauração de procedimento administrativo.. . § 2º Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela. AC 94. indispensáveis à sua efetivação. REsp 247562/SP. Em se tratando de débito declarado pelo próprio contribuinte e não pago. Decisão: 25/05/99.” (TRF-4ª Região. Federal João Pedro Gebran Neto...” (TRF-3ª Região. proíbe a modificação nos critérios jurídicos adotados em relação a um mesmo sujeito passivo . não tem lugar a homologação formal..061924-1/SP.. 480. I. DJ de 29/05/00.03. 1ª Turma. § 1º A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante.: Min. p. São indevidos juros de mora e multa moratória à Fazenda Pública em débito do contribuinte decorrente de lançamento errôneo de dedução de valor na declaração de renda. 126. .. quando um ou outro. 5ª Turma. porquanto atinge situações já constituídas sob critério jurídico mais favorável.04. O lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro.) SEÇÃO II Modalidades de Lançamento Art. 1ª Turma...

35.02679-6/RJ. em caso de alteração.083842-5/PR.. Decisão: 15/08/01. visando a reduzir ou excluir o tributo.02.” (TRF-2ª Região. A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante. Rel.) “Ementa: . DJ de 19/04/02. 147 do CTN. I. .. os erros contidos nos termos do § 2º do art. 5º.34.. deverão ser retificados de ofício pela autoridade administrativa a que couber a revisão.: Des. ... O erro de lançamento pode ser retificado na esfera judicial. Rel. 97. 3ª Turma.. O contribuinte pode pedir a retificação de declaração. requerer a retificação dos dados à disposição da Receita Federal.00.1ª Região a pagar. DJ de 13/11/01. Rel. Federal Oliveira Lima.” (TRF-4ª Região. do CTN). Rel.01. apuráveis pelo exame da declaração.” (TRF-3ª Região.) .” (TRF-1ª Região. p.... p.. Federal Guilherme Beltrami. portanto.. 157.. 4ª Turma. Decisão: 03/12/ 02. 5ª Turma. Federal Nizete Rodrigues. Rel. 147.. p. 4ª Turma. DOE de 04/05/92. p. que veda a edição de norma legal capaz de excluir da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça a direitos dos cidadãos. Decisão: 18/03/92. Rel...00.. 1ª Turma. somente tem efeito para os lançamentos futuros.” (TRF-1ª Região.. § 1º. art..180 Tribunal Regional Federal . AMS 1999.013884-8/GO.03. anexando os documentos comprobatórios (cf. Comprovado o equívoco do valor em Ufir declarado pelo contribuinte quanto ao custo de aquisição de veículo e demonstrada a inexistência de ganho de capital que resultaria em fato gerador do Imposto de Renda..) “Ementa: . pois esta visa apenas corrigir o valor da moeda. 147. 147. 74. Federal Hilton Queiroz. resultante de dedução errônea na declaração de rendimento.” (TRF-1ª Região. porque a previsão contida no art. .. p. .029745-6/DF. DJ de 19/02/03..: Des. 74. é devida correção monetária. AC 89.. desde que o faça antes da notificação do lançamento (CTN. art. § 1º.: Des.007440-8/SP. Federal Hilton Queiroz. do CTN deve ser interpretada em consonância com o art.. 119. 4ª Turma. § 1º)...: Des. Sendo o cálculo do ITR feito com base nos dados cadastrais existentes a respeito do imóvel.) “Ementa: . XXXVI. . I..: Des. . antes de notificado o lançamento. AC 1999. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. AC 1999. é de ser desconstituído o título em que se fundamenta a execução fiscal. Decisão: 02/ 04/02.00. DJ de 11/07/02.. AC 99.04. Decisão: 21/05/ 02.. Cuidando-se de imposto lançado por declaração..040405-2/GO.) “Ementa: .) “Ementa: . AC 1999.01.. DJ de 17/01/01.. Federal Cândido Ribeiro. Decisão: 28/11/00..: Des.. deve o contribuinte.

” (TRF-5ª Região. in Comentários ao Código Tributário Nacional. quando o sujeito passivo for omisso.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 181 “Ementa: .. Do mesmo modo.: Des. desejo de não desgostar o contribuinte etc. mas nada impede a Administração de fazê-lo de ofício ou por provocação. 148 do CTN somente pode ser invocado para estabelecimento de bases de cálculo. que ocasionou uma diferença a maior no montante do ITR devido. 147 do CTN veda a correção do autolançamento pelo contribuinte após a notificação. direitos. DJ de 11/06/01. Nesses casos.. Rel. o terceiro.. em caso de contestação. louvando-se em elementos idôneos de que dispuser. o valor ou o preço de bens. 1ª Turma... Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela.. ficando a Fazenda Pública autorizada a arbitrar o preço. sejam do primeiro. ressalvada. O § 1º do art.. como magistralmente comenta Aliomar Baleeiro. 148.. mas apenas de erro material relativo à grafia dos valores. sejam do segundo e arbitrar o valor ou preço. ou tome em consideração. ao prestar informações. direitos.” (TRF-5ª Região. não se trata de erro a ser retificado para reduzir ou excluir tributo.. dentro do razoável’ (Misabel Abreu Machado Derzi. . arbitrará aquele valor ou preço.169634/RN.00. VII. passível de correção pelo próprio Fisco.. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado..05.) Art. 983. . dentro de processo regular.. O art. Rel. Decisão: 12/09/02. a autoridade lançadora. . Ed. serviços ou atos jurídicos registrados pelo contribuinte não mereçam fé. comodismo. quando a ocorrência dos fatos geradores é comprovada. conluio..) “Ementa: . REO 98. mas o valor ou preço de bens. por displicência. DJ de 15/10/02. serviços: ‘. Federal Ivan Lira de Carvalho.05. reticente ou mendaz em relação a valor ou preço de bens. A ausência de supressão dos três dígitos quando da transformação de cruzeiros em cruzeiros reais. às vezes deserta da verdade ou da exatidão. AMS 2000. p. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados.. 266. p. mediante processo regular. serviços ou atos jurídicos...: Des. direitos. a autoridade está autorizada legitimamente a abandonar os dados da declaração. administrativa ou judicial. 1ª Turma. Federal Castro Meira. A invocação desse dispositivo somente é cabível.. Decisão: 26/04/01. “Ementa: .053849-0/SE. Quando o cálculo do tributo tenha por base.. que levam ao cálculo do tributo devido. avaliação contraditória.. visto estar ela jungida à lei.

. 96.. DJ de 31/03/03. p. Rel. . Federal Hilton Queiroz.15154-5/MG. II.. através de arbitramento. 3ª ed. .) “Ementa: .. Federal Olindo Menezes.. REsp 200249/SP. neste caso.” (STJ. art. 3ª Turma.1ª Região Forense. O arbitramento da receita.) “Ementa: .) “Ementa: . DJ de 06/03/98.16840-0/MT. 148) e está sujeito à revisão judicial. 12... p.... 159. há de levar em conta o valor ou o preço desses serviços e não as despesas efetuadas pela empresa.182 Tribunal Regional Federal ....) .01. 1ª Turma.”(STJ. DJ de 17/03/00. Decisão: 14/05/02. 4ª Turma. Rel. II.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. O arbitramento não tem caráter ordinário.) “Ementa: . 148 do CTN. AC 93. a configuração de omissão de receita. Nos termos do art. .: Des. Rel. .” (STJ. 3ª Turma.... que. 1ª Turma. 2ª Turma... .” (TRF-1ª Região.. II.” (TRF-1ª Região... .” (TRF-1ª Região.. José Delgado. Rel... Rel. II. III. Rel. 193.. p. para efeito de fixação do ISS de empresa prestadora de serviços. O arbitramento.. p. obedecidos o devido processo legal e os critérios normativos. Francisco Peçanha Martins.20044-9/ BA. Federal Cândido Ribeiro. Decisão: 16/12/97.: Min. Decisão: 06/03/03.: Min. p. 1988). AGA 477831/MG.01. DJ de 09/06/00.. Só se justifica quando sejam omissas ou não mereçam fé as informações prestadas pelo sujeito passivo do tributo ou documentos por ele apresentados. DJ de 03/04/03. dês que provada sua desnecessidade ou excessividade.: Des. II. 4ª Turma.) “Ementa: . a inidoneidade dos registros contábeis autoriza o arbitramento do tributo. p.... O procedimento revisional de lançamento.. mas meio para realização do lançamento ex officio do tipo revisional.. Rel..) “Ementa: . DJ de 03/06/02. DJ de 19/03/01. Decisão: 13/02/01.01. REsp 397992/RS..00.: Min. por qualquer meio de prova. O arbitramento previsto no art. AC 2000. respeitadas as opiniões contrárias.. não é modalidade autônoma de lançamento. é legítimo e tem cabimento sempre em que demonstrada. 174. A legislação tributária permite o arbitramento do lucro quando a escrituração contábil se afigure imprestável aos fins de apuração do lucro real. Decisão: 28/03/00. AC 93...: Des. deve-se respaldar nos valores supridos . AC 96. Decisão: 08/10/99. tem caráter excepcional (CTN. 197..” (TRF-1ª Região. p. 148 do CTN. Decisão: 11/03/03.. Luiz Fux. 70.38.044052-0/MG.

ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou. deixe de atender. I. Decisão: 03/10/01.. A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública. 3ª Turma. VI. por quem de direito. VIII. O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos: I. a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa. . quando se comprove que. de ato ou formalidade essencial. pela mesma autoridade.066315-8/MS.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 183 “Ementa: . no lançamento anterior. quando se comprove falsidade. p. no exercício da atividade a que se refere o artigo seguinte.) Art.. embora tenha prestado declaração nos termos do inciso anterior.” (TRF-3ª Região. quando a declaração não seja prestada. DJ de 13/11/02. Federal Baptista Pereira. que dê lugar à aplicação de penalidade pecuniária. II. quando a lei assim o determine. quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo. remanesce à Fiscalização o recurso de proceder ao arbitramento para chegar aos valores que deveriam ter sido declarados. erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória. por parte da pessoa legalmente obrigada.03. quando a pessoa legalmente obrigada. agiu com dolo.. 149. fraude ou simulação.. IV. no prazo e na forma da legislação tributária. Rel. quando se comprove que o sujeito passivo.. quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. . recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente. ou omissão. 763. III. ou terceiro em benefício daquele. AC 96.: Des. a juízo daquela autoridade. no prazo e na forma da legislação tributária. VII. IX. À falta de apresentação pelo sujeito passivo de demonstrações contábeis idôneas à base de cálculo do Imposto de Renda. ou de terceiro legalmente obrigado. Parágrafo único. quando se comprove omissão ou inexatidão.. V.

. A identificação da modalidade de constituição do crédito fiscal dispensa lei formal. 122. Rel. 3ª Turma.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. A notificação prévia ao lançamento é dispensável no caso de lançamento de ofício.. do CTN (quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo. AC 1997... III. cabendo à lei a definição de outras hipóteses.00. Tal regra. p. VI.. 149 do CTN.005617-0/RO.. IV.” (TRF-1ª Região..... 423 do Decreto 58.. .00.. por isso que caracterizado o erro de direito. art.00. entretanto. . 288. ... III..050168-0/MG. Segundo o disposto no art. 68. . Rel.. Rel. 149. AC 1997.” (TRF-1ª Região. ou de terceiro legalmente obrigado.) .) “Ementa: . DJ de 05/12/02. II.025523-8/MG. REsp 41314/RS. o lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa quando se comprove omissão ou inexatidão.184 Tribunal Regional Federal . do CTN. Possibilidade.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). que dê lugar a aplicação de penalidade). 149 do CTN e seu inciso V..: Juiz Cândido Moraes (convocado)..1ª Região “Ementa: .” (TRF-1ª Região.01.. 121. 2ª Turma Suplementar. As situações previstas no art. conforme previsto no art.. é excepcionada no tocante ao lançamento de ofício...01. Caracterizado o não-recolhimento ou o recolhimento insuficiente de tributo. Tendo o lançamento originário se baseado em declarações inexatas prestadas pelo contribuinte. ex vi do disposto no art. na forma autorizada no art. DJ de 13/05/02.) “Ementa: .01. parágrafo único)...” (TRF-1ª Região. Decisão: 18/09/00. Ultrapassado o lustro destinado à constituição do crédito tributário ou à sua homologação. 149. p. estão relacionadas numerus apertus.400/66. vedado à Receita Federal praticar atos revisionais em decorrência da omissão do sujeito passivo.) “Ementa: . Erro de direito.. DJ de 22/09/00. III. tem lugar o lançamento revisional. Rel. DJ de 05/06/01. 150 do mesmo Código.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). Decisão: 30/06/00. 2ª Turma Suplementar. 178. art. AC 1998. p.. 149. que autorizam a feitura do lançamento revisional ou suplementar.01.00.. AC 1997. DJ de 18/07/02.. porque perecido está o seu direito (CTN.. .0475312/DF. . p. 4ª Turma. I. é lícito à autoridade administrativa revê-lo. p. no exercício da atividade a que se refere o art... Rel. O prazo inicial para a revisão do referido lançamento conta-se da data da notificação inicial para pagamento do Imposto de Renda.. I. 2ª Turma. Revisão do lançamento. ..: Min. Decisão: 12/11/02. Francisco Peçanha Martins.” (STJ.. Decisão: 12/03/02. Decisão: 19/04/02. CTN. 173 do CTN combinado com o parágrafo único do art. 149..) “Ementa: . por parte da pessoa legalmente obrigada.

através de auto de infração ou notificação de lançamento. não há falar em decadência. p/ acórdão: Des. inciso V. 150. que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa.) “Ementa: . fica em suspenso. que. . atividade vinculada. • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído.. É possível rever o lançamento de débito efetuado quando se comprove que. O lançamento. DJ de 07/03/01. do CTN).) Art. a partir daí. Rel. 149. AC 91. porém.03. salvo se comprovada a ocorrência de dolo. § 3º Os atos a que se refere o parágrafo anterior serão. visando à extinção total ou parcial do crédito. § 4º Se a lei não fixar prazo à homologação. o prazo prescricional. tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado. deve ser promovido de ofício pela autoridade fiscal quando constatadas irregularidades (omissão ou inexatidão) na declaração de tributos sujeitos a lançamento por homologação. 4ª Turma. ... ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou (art.. o crédito tributário.03. AC 94. sob condição resolutória da ulterior homologação do lançamento. na imposição de penalidade.” (TRF-3ª Região. . no lançamento anterior.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 185 “Ementa: . Federal Therezinha Cazerta.: Des. praticados pelo sujeito passivo ou por terceiro. sendo o caso. § 2º Não influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação. I. Decisão: 28/11/01. no qüinqüênio. DJ de 22/03/02.. a contar da ocorrência do fato gerador.. será ele de 5 (cinco) anos. fraude ou simulação. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. todavia.” § 1º O pagamento antecipado pelo obrigado nos termos deste artigo extingue o crédito..008109-5/SP.. Rel. p.0108363/SP. 149. p. considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito.” (TRF-3ª Região. expressamente a homologa. Decisão: 10/11/00. operase pelo ato em que a referida autoridade.. O lançamento por homologação. Federal Ferreira da Rocha... considerados na apuração do saldo porventura devido e. até que sejam decididos os recursos administrativos. 2ª Turma. ou sua graduação. 508.. do Código Tributário Nacional. 498. conforme o disposto no art. fluindo. IX. em princípio.

o sujeito passivo da obrigação tributária...383/91.. proceder ao lançamento de ofício dessa diferença ou do débito total. AGREsp 390842/ RR.. p. efetua o registro do seu crédito oponível submetendo suas contas à autoridade fiscal que terá cinco anos.” (STJ. REsp 278256/MG. Decisão: 19/02/02..” (STJ. 150). DJ de 10/03/03. DJ de 16/12/02. Os créditos previdenciários se constituem mediante o lançamento por homologação (CTN. 66 da Lei 8.) “Ementa: . a partir da homologação tácita. Franciulli Netto. Francisco Peçanha Martins.. A compensação no âmbito do lançamento por homologação está prevista no art. ou....) .. a norma contida no art. p. Rel. Não ocorrendo a homologação expressa.. REsp 330519/RS. da compensação efetivada. 190. só se configura definitivamente o crédito tributário após a homologação do pagamento realizado. Rel. DJ de 09/06/03.. Luiz Fux.. 291. . quando então poderá o Fisco.. que deve efetivar-se no prazo de cinco anos contados do primeiro dia do ano seguinte ao do fato gerador. . expirado este prazo sem que tal ocorra. acrescidos de mais cinco anos.: Min.” (STJ.) “Ementa: .. p.. Consolidado o entendimento desta Corte sobre o prazo prescricional para haver a restituição e/ou compensação dos tributos lançados por homologação.) “Ementa: . AGREsp 415328/SP. 150 do Código Tributário Nacional. I. em constatando alguma diferença a menor. ocorre após cinco anos. o direito de se pleitear a repetição de indébito se dá após o prazo de cinco anos. REsp 289181/MG. DJ de 30/06/03. por sua vez. que.. ao invés de antecipar o pagamento.. dá-se a homologação tácita. p. Decisão: 22/10/02. Decisão: 13/05/03. 2ª Turma. o direito do contribuinte de pleitear em juízo a restituição do indébito extingue-se decorrido um lustro da homologação tácita do lançamento...” (STJ. Rel. Decisão: 04/06/02. contados do fato gerador. contados do fato gerador. art. DJ de 25/03/02.: Min. nos termos do § 4º do art. A jurisprudência da egrégia Primeira Seção desta Corte é tranqüila ao afirmar que. se inexistente o pagamento.. 150 do Código Tributário Nacional. . Rel. Tratando-se de tributo cuja legislação tributária atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o seu pagamento sem o prévio exame da autoridade administrativa. Decisão: 18/04/02.. a teor do disposto no art. Eliana Calmon... 2ª Turma. Francisco Peçanha Martins. e daí começa a fluir o prazo do contribuinte para pleitear judicialmente a restituição e/ou compensação. para homologá-las. .. para hipóteses gerais de tributos que dependam de homologação. Rel. . 171.... conforme o caso. .: Min.. p....) “Ementa: .. 1ª Turma.: Min.186 Tribunal Regional Federal ..” (STJ. contados da ocorrência do fato gerador.. 2ª Turma. 154.: Min.1ª Região “Ementa: . 2ª Turma.. ou. norma dirigida ao contribuinte. 215. . 170/CTN refere-se à compensação de créditos tributários e é dirigida à autoridade fiscal.

REPDJ de 08/09/00. art. 4ª Turma.00.” (STJ.” (TRF-1ª Região. do mesmo estatuto.01. DJ de 17/03/03. pois se trata de prazo destinado à Administração. Conforme o magistério doutrinário. com base nos elementos fornecidos. DJ de 10/03/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 187 “Ementa: . em considerando que os créditos não são compensáveis. por meio de uma declaração. o Imposto de Renda de Pessoa Física ou Jurídica encontra-se no rol dos tributos lançados por homologação. I. O lançamento por homologação se perfaz em relação aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. também qüinqüenal. Rel..053428-7/DF. 150 do CTN).) “Ementa: . dele notificando o sujeito passivo.00. Opera-se pelo ato em que a referida autoridade. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento. O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial. A postergação do termo inicial da decadência. convola.. operando-se a extinção do crédito tributário sob condição resolutória da ulterior homologação (CTN.. lança o tributo. p. 150. na repetição dos tributos lançados por homologação.. que é condição para a extinção definitiva .. IV. para se pleitear a restituição do pagamento indevido..: Min. III. Decisão: 28/09/00. III. para após o implemento da condição (decurso do prazo tácito de homologação).. para ampliá-lo. REsp 419984/SP. tomando conhecimento da atividade exercida pelo obrigado.. diferenciando-se da modalidade prevista no art.: Des. Decisão: 18/02/03. p. 150. AC 1999. do CTN.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). I.. onde o contribuinte se limita a fornecer dados e fatos relevantes.: Min. não interfere na contagem (termo inicial) do prazo de repetição. DJ de 23/11/00. Decisão: 17/12/02. 147... REsp 433573/RS. 1ª Turma. O Fisco.01. 183. expressamente a homologa (CTN.... a condição resolutória. . praticará o lançamento por homologação (previsto no art.. Rel. 3ª Turma.. art. Rel. prevista no art.” (TRF-1ª Região. § 4º). O prazo decadencial.) “Ementa: . ou que não é correto o alcance da superposição de créditos e débitos..) “Ementa: .. . Federal Olindo Menezes...) “Ementa: .. p. Rel.. previsto para a homologação do lançamento (art. 1ª Turma.. 87. § 1º. .077082-0/PA. haja vista que a legislação atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa.. José Delgado.. Decisão: 23/11/99. II. 20. e a Fazenda Pública. Humberto Gomes de Barros. AC 1998.. 150).. 102. O lançamento da compensação entre crédito e débito tributários efetiva-se por iniciativa do contribuinte e com risco para ele. em condição suspensiva. p. 150). Não quis a lei dar ao contribuinte prazo repetitório superior a cinco anos. sem base legal.” (STJ.

: Des. AC 1999.) “Ementa: ... 4ª Turma. § 1º. Federal Plauto Ribeiro. Rel. combinado com o art. mesmo sob condição resolutória da ulterior homologação do lançamento. Decisão: 26/02/03. 6ª Turma. AC 2000. I. Rel.) “Ementa: . 5ª Turma.... acrescidos de outros cinco anos. § 4º. p. 128. 3ª Turma. 150 do Código Tributário Nacional...088193-8/SP. extingue o crédito tributário (art. contados do termo final do prazo deferido ao Fisco para a apuração do tributo devido.. . . É vedado à Administração. 150. que tem início com a ocorrência do fato gerador. DJ de 13/09/00. 488.... criar óbices à compensação. . Tratando-se de lançamento sujeito à homologação.02. AMS 1999.00.081764-5/DF. do Código Tribunal Nacional.. inciso VII. . Rel. inciso I.006604-6/SP.. p.50.188 Tribunal Regional Federal . desde a ocorrência do fato gerador.. 93. sob condição resolutória da ulterior veri- . do CTN). a extinção do direito de repetir o indébito tributário somente ocorre decorridos cinco anos.. é dado afirmar que. 453. eis que.99... DJ de 09/05/03. DJ de 03/10/03. considera-se tenha havido a homologação tácita do lançamento tão-somente após o término do prazo decadencial de cinco anos. Segundo previsto pelo art. em que o contribuinte declara o que é devido e antecipa o pagamento. 156.. Federal Mário César Ribeiro. do Código Tributário Nacional.61. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. A sua atuação fiscalizatória dar-se-á a posteriori.001540-5/ES. o pagamento feito pelo contribuinte extingue a obrigação. Federal Mairan Maia. Decisão: 13/05/03. instituindo restrições não previstas nas normas disciplinadoras do procedimento em foco. DJ de 21/03/03.. .33... Decisão: 09/09/03.03.” (TRF-1ª Região.00. por falta de amparo legal.. o lançamento por homologação ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. não tendo a autoridade administrativa expressamente homologado tal atuar no lapso temporal previsto pelo art. Federal Suzana Camargo. Decisão: 19/03/03. a teor do § 4º do art. I. III.: Des.. II..) “Ementa: . 150 do CTN.1ª Região do crédito tributário...” (TRF-3ª Região.03. p.” (TRF-3ª Região. 168. Rel.. entendimento que se harmoniza com o disposto no art...: Des. DJ de 19/08/03.: Des. Federal Sérgio Schwaitzer.” (TRF-1ª Região. tem a Fazenda Pública cinco anos para verificar a correção da liquidação e do pagamento efetuados pelo contribuinte. IX.) “Ementa: .01.: Des.. 150. Rel.011449-0/BA...” (TRF-2ª Região... O pagamento antecipado do tributo. . AMS 2002. Decisão: 09/08/00.. 6ª Turma.. p. EDAC 2000.) “Ementa: .

DJ de 04/04/03.. 150. Rel.04. do CTN). inclusive quando a ação principal for declaratória de inexistência de obrigação tributária. Decisão: 29/11/01.: Des. moratória.. DJ de 16/01/02. Não havendo prazo fixado por lei para a referida homologação.04. Federal Maria Lúcia Luz Leiria.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 189 ficação pela autoridade administrativa (art. DJ de 20/08/03... Federal Luciane Amaral Correa.. ou compensar. 612. o termo inicial do prazo prescricional deve ser contado a partir da homologação. II.. § 4º. 1ª Turma. AMS 2000. será ele de cinco anos a partir da ocorrência do fato gerador (art.01. 150.) “Ementa: . a decadência do direito de restituir. ou a maior. .147311-3/RS. Nos casos de tributos sujeitos ao lançamento por homologação. Rel. • Vide Súmula 112 do STJ: “O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro.” • Vide Súmula 2 do TRF-3ª Região: “É direito do contribuinte. 502. p. Rel. ocorrerá cinco anos após a homologação expressa ou tácita do crédito tributário.83. p. 523. Tratando-se de tributo sujeito a lançamento na forma do art..” (TRF-5ª Região.. Federal Margarida Cantarelli.0014562/PE. 1ª Turma. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário: I. I..” (TRF-4ª Região.. 150. fazer o depósito integral de quantia em dinheiro para suspender a exigibilidade do crédito tributário.” . § 1º. as quantias recolhidas indevidamente.. p. .: Des. do CTN). AG 1999. o depósito do seu montante integral.. .. em ação cautelar. Decisão: 06/02/03. do CTN. nos termos do art. 150 do CTN. Decisão: 18/06/03.” (TRF-4ª Região.) “Ementa: .) CAPÍTULO III Suspensão do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art. 1ª Turma. § 4º.08. 151. I..01.. AC 2000.123391-2/RS.: Des.” • Vide Súmula 1 do TRF-3ª Região: “Em matéria fiscal é cabível medida cautelar de depósito.

“Ementa: . portanto. ou convertido em renda. p. . II. Decisão: 13/05/03. o parcelamento. A liminar em processo cautelar suspende a exigibilidade do crédito tributário sem ofensa ao art. Rel. o débito levantado. através de auto de infração ou notificação de lançamento. na via administrativa. todavia.. o prazo prescricional. Decisão: 24/06/03. Francisco Falcão. Ultrapassada essa fase inicial. havendo. 230. AGREsp 228792/CE.: Min.” (STJ. do CTN.. em princípio. Luiz Fux. 1ª Turma. as reclamações e os recursos. após o trânsito em julgado da sentença...: Min. em outras espécies de ação judicial. a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada. . a empresa obtém automaticamente o parcelamento do débito..190 Tribunal Regional Federal . Rel. 1ª Turma. de 10/01/01) (Vide Medida Provisória 38.) “Ementa: . puramente administrativa. que determina a suspensão do crédito tributário. incidência da regra insculpida no art. (Inciso incluído pela LCp 104. I. no qüinqüênio. ou dela conseqüentes. enquanto pendente de decisão. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso.” (STJ. DJ de 30/06/03. não há falar em decadência. nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo.” IV.” III. p. DJ de 04/08/03. V. de 10/01/01) (Vide Medida Provisória 38.. As disposições que regem o ingresso da empresa devedora junto ao Refis prevêem a homologação tácita do pedido de inscrição se a comissão encarregada de examinar tais pedidos não se manifestar no prazo de 75 (setenta e cinco) dias. fica em suspenso.. AGREsp 450052/RS. 151.1ª Região • Vide Súmula 18 do TRF-4ª Região: “O depósito judicial destinado a suspender a exigibilidade do crédito tributário somente poderá ser levantado. de 13/05/02) Parágrafo único. (Inciso incluído pela LCp 104.. 151 do CTN. fluindo a partir daí. que. VI. o crédito tributário..) .. até que sejam decididos os recursos administrativos.” • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído. I.. 134. • Vide Súmula 29 do TFR: “Os Certificados de Quitação e de Regularidade não podem ser negados. de 13/05/02) VI. a concessão de medida liminar em mandado de segurança..

” (STJ. II. REsp 193402/RS..01.. Garcia Vieira. não sendo possível a caução de títulos da dívida pública para esse fim por ausência de previsão legal.) .. 151. enquanto discutida a existência do débito tributário.... Decisão: 11/02/03. DJ de 18/09/03.38.095396-9/DF.) “Ementa: .056659-6/MG. . Decisão: 19/08/03.: Des. inciso II.” (TRF-1ª Região.. apenas. 151 do CTN e da Súmula 112 do STJ. ocorrerá a suspensão do crédito tributário (art. de que o depósito para os fins do art. II. p.... Se a empresa pretende suspender a exigibilidade do crédito tributário. Rel..01.. Rel. AC 1998. 85.. através de medida cautelar. não sendo suficiente para tanto a mera discussão judicial da dívida e o oferecimento de caução para segurar o juízo.00. Decisão: 11/06/02.. Os títulos da dívida pública não se prestam para a suspensão da exigibilidade do crédito tributário.) “Ementa: . 2ª Turma Suplementar. 2ª Turma.028189-7/MG. inciso II. nos termos do art. nos termos do art. Rel. em dinheiro. É cediço o entendimento.: Min. Federal Hilton Queiroz. 20. Rel. 2ª Turma.. que o depositante comprove em juízo a realização do depósito e requeira a cientificação da Fazenda Pública. tendo em vista a ausência de liquidez e certeza desses títulos. Franciulli Netto. II.. . A suspensão da exigibilidade do crédito tributário pelo depósito do montante integral do débito. DJ de 14/03/03.. p. mediante caução idônea pode a recorrente levantar o dinheiro depositado na ação para suspender a exigibilidade do crédito tributário... Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.” (TRF-1ª Região.00. p. ..) “Ementa: . p. AC 2000. conforme entendimento jurisprudencial pacífico desta Corte. Decisão: 03/03/98. II. Decisão: 1º/04/03. 47. do CTN.) “Ementa: .: Des. p.. Franciulli Netto. DJ de 14/03/03. DJ de 12/05/03... Somente o depósito integral e em dinheiro do valor do débito atende ao disposto no art. REsp 92244/RS. AC 1999.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 191 “Ementa: . tanto doutrinário quanto jurisprudencial..: Min. Decisão: 11/02/03. Rel. . p. DJ de 31/03/03.. DJ de 20/04/98.00.” (STJ. 4ª Turma.... 281. garante ao contribuinte não ser iniciado qualquer procedimento executório. 151 do CTN prescinde de autorização judicial ou do ajuizamento de ação cautelar. REsp 419855/SP. .. 184. III. do Código Tributário Nacional. 1ª Turma. Precedentes desta Corte Regional Federal.) “Ementa: .... Exige-se. Rel. Tendo sido efetuado o depósito integral. 4ª Turma. o meio legal previsto é o depósito do seu valor integral e em dinheiro.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada).. 151.: Min. 54. 151.. do CTN).” (TRF-1ª Região. ..” (STJ..

: Des. II. conforme art.02.01.) “Ementa: . Ag 2001.. O art...011199-4/AM.1ª Região “Ementa: . mas nos exatos termos e no valor da dívida que o Fisco está a exigir. Decisão: 29/05/02.) “Ementa: . Tendo o contribuinte obtido o parcelamento do débito. p. DJ de 06/08/03.. 1ª Turma. Rel. II. expressiva da sua real situação jurídica.01. A teor do disposto no art.. independentemente do depósito. .14701-6/RJ.. desde que presentes os pressupostos ensejadores da medida.001204-2/BA..” (TRF-1ª Região.. I. A LC 104/01 admite o parcelamento como modalidade de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. DJ de 20/06/02.01. não tem débito vencido.: Des. p.. Rel. inciso V. I.022261-5/DF. pois. Federal Ney Fonseca. p.) .) “Ementa: . enquanto se mantiver adimplente com as prestações. Rel. 151. que tem status de lei complementar.” (TRF-2ª Região. Decisão: 31/03/03... Decisão: 28/05/02... Decisão: 25/09/02. 42.. . 151. do CTN. estava consolidada a jurisprudência do STJ e desta Corte no sentido que somente é cabível a medida cautelar objetivando a suspensão do crédito tributário na hipótese de ser depositado o montante integral do débito em discussão. do CTN.. acrescentou às hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário a concessão de liminar em ‘outras espécies de ação judicial’. DJ de 27/09/02. assistelhe o direito à certidão positiva com efeito de negativa. 3ª Turma.. REO 2000..192 Tribunal Regional Federal .. Decisão: 20/05/02. não nos moldes que o contribuinte entende corretos.. 198. II.) “Ementa: . prevê a suspensão da exigibilidade do crédito tributário com a simples apresentação pelo contribuinte de reclamação ou recurso formal em sede administrativa.. do CTN . Federal Mário César Ribeiro.038463-7/RJ. Rel. com a redação da Lei Complementar 104. I)..: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). AC 96.02.00.. 3ª Turma. 151. AMS 2001....01. conforme preceito específico do CTN (art. A prestação de caução em TDA’s não se presta para suspender o crédito tributário referente ao AFRMM. ainda assim. V. 175. 4ª Turma..” (TRF-1ª Região. 59. não deixa de ser causa suspensiva da exigibilidade do crédito tributário. 151.: Des. Não representa obstáculo à pretensão o fato de ter sido o parcelamento concedido sem garantia. I.” (TRF-2ª Região. DJ de 20/06/02. II. O CTN. Federal Valéria Albuquerque. nos termos do art. O depósito para o caso deve ser integral e em dinheiro. do Código Tributário Nacional.. 151. Federal Luciano Tolentino Amaral..” (TRF-1ª Região. DJ de 09/04/03. AgRegAg 2002. Rel..33.00. de 10 de janeiro de 2001. p.. 268. p. pois. III. . 4ª Turma. .: Des.

II.0289144/SP. 645. De acordo com o art.. O rol taxativo do art. 151.. . p. Enquanto durar a ação e permanecer a suspensão da exigibilidade do crédito.. quando.: Des.” (TRF-4ª Região... 152. do Código Tributário Nacional.. A importância depositada fica indisponível até julgamento final. II. Decisão: 18/12/01. III. A moratória somente pode ser concedida: I. Federal Wellington M.01. Mesmo nesta hipótese.. Decisão: 18/06/03. p. 205 e 206 do CTN. Os valores depositados. a caução não é substitutiva da penhora. nem das providências admitidas pelo art.. DJ de 03/09/03.. no período posterior à inscrição do débito em dívida ativa e anterior ao ajuizamento da execução fiscal. Federal Wanderley de Andrade Monteiro. moratória). 3ª Turma. até o encerramento do processo. Rel. para os fins do art. DJ de 17/04/02. Federal Souza Ribeiro. 2ª Turma. em caráter geral: . p. 1ª Turma..” (TRF-2ª Região. 151 do CTN não comporta o oferecimento de bens em garantia para o fim de expedição da certidão negativa de débito.” (TRF-4ª Região. p.004405-3/SC..: Des. de Almeida. 151.71...15629-3/RJ.03. REOMS 98.. Federal Wellington M.02.. .021538-4/RS. 151 do CTN.. inciso III. 161.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 193 “Ementa: . AMS 2001. consistindo em medida acautelatória. DJ de 10/07/02. I. 206 do CTN.04. a reclamação ou recurso interposto visando elidir a cobrança da exação ou corrigir-lhe aspecto considerado irregular suspende a exigibilidade do crédito tributário. Decisão: 05/12/01. com direito à expedição da certidão do art. I. do CTN. Decisão: 11/06/03.” (TRF-3ª Região. art. 1ª Turma. por não ter ainda sido efetuada a penhora. 582.) “Ementa: .. Rel.) “Ementa: . A jurisprudência desta Corte admite o caucionamento em situação excepcional.. Rel. de Almeida.. AMS 95. Rel.) “Ementa: .) SEÇÃO II Moratória Art. AG 2001. fica o devedor impossibilitado de obter a certidão positiva com efeito de negativa. DJ de 25/06/03.. permanecem no patrimônio do contribuinte.: Des.. ante a existência de créditos tributários formalizados em termo de parcelamento e a não-caracterização das condições legais previstas nos arts.00.: Des. 400. 151. O parcelamento de débitos em regular cumprimento pelo contribuinte é causa suspensiva da exigibilidade (CTN. II. I. .

DJ de 18/12/96. 98.. não sua extinção.) Art. AC 1999. Decisão: 04/05/99.” (TRF-1ª Região. 152 e seguintes do Código Tributário Nacional. Federal Cândido Ribeiro... II.. “Ementa: . Federal Ricardo Perlingeiro. insere-se no âmbito da moratória individual.) “Ementa: . 3ª Turma. por despacho da autoridade administrativa.04. . Definindo-se o parcelamento tributário como dilação de prazo para pagamento de tributo em prestações. Rel.. Rel. do Distrito Federal ou dos Municípios. 770. 151. ou a determinada classe ou categoria de sujeitos passivos.. Federal Gilson Dipp..330.00. II.” (TRF-2ª Região. 81. em caráter individual. I.” (TRF-1ª Região.. DJ de 28/06/01.047252-9/RJ. p. . I. p. quando simultaneamente concedida quanto aos tributos de competência federal e às obrigações de Direito Privado. A moratória individual é ato bilateral e decorre de manifestação expressa de ambas as partes.00.44535-7/RS. II.: Des. Decisão: 15/ 10/96.) “Ementa: . Rel. 3ª Turma. AC 1999. do CTN) e leva à suspensão da exigibilidade do crédito tributário (art. 152.. do CTN). nos moldes do art. A lei que conceda moratória em caráter geral ou autorize sua concessão em caráter individual especificará. Decisão: 08/06/99.) “Ementa: .194 Tribunal Regional Federal .” (TRF-4ª Região. O parcelamento de um débito equivale à chamada moratória individual (art. DJ de 30/09/99. Decisão: 08/05/01.. AC 1997.. p. 1ª Turma. quanto a tributos de competência dos Estados. Rel..02.01.. . 4ª Turma..008838-0/DF. sem prejuízo de outros requisitos: ....: Des. A lei concessiva de moratória pode circunscrever expressamente a sua aplicabilidade a determinada região do território da pessoa jurídica de direito público que a expedir. Federal Eliana Calmon. b) pela União. I.. A moratória não impede a fluência dos juros de mora.1ª Região a) pela pessoa jurídica de direito público competente para instituir o tributo a que se refira. desde que autorizada por lei nas condições do inciso anterior..: Des.: Des.01.. 153. Parágrafo único. DJ de 06/08/99. AC 95.036778-1/MA. determinando a suspensão da exigibilidade do crédito e do curso da execução fiscal.01..

II. Salvo disposição de lei em contrário. Decisão: 30/06/98. art.. O art.. Decisão: 08/11/01. IV. A. não cumprindo a finalidade daquela norma.050686-4/PE. Rel. podendo atribuir a fixação de uns e de outros à autoridade administrativa.. AC 96.02.. a moratória somente abrange os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder..: Des..04. do CTN. inciso II). sendo caso: a) os tributos a que se aplica. letra f) .” (TRF-5ª Região. Rel.087. ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. Federal A. 153 do CTN prevê expressamente que deverão ser especificadas na lei que conceder a moratória as condições do favor (inciso II)..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 195 I. p. 153.00.” (TRF-2ª Região. 218.) “Ementa: ..72698-6/SC. que é incentivar a pronta satisfação do crédito tributário.) “Ementa: .” (TRF-4ª Região. Ramos de Oliveira. . 138 do CTN-66. “Ementa: . a exclusão de acessórios só poderá ser por ela autorizada (CTN-66... para cada caso de concessão em caráter individual. uma vez que a moratória não se equipara ao pagamento. 1.. Rel. dentro do prazo a que se refere o inciso I.. AMS 2000. as condições da concessão do favor em caráter individual. alínea c.01. Federal Ney Fonseca.) Art. caput e inciso III. não configura denúncia espontânea. Entendimento sumulado pelo extinto Tribunal Federal de Recursos (Súmula 208) coerente com o art. A simples confissão da dívida. AMS 2000. DJ de 15/02/01. O art. prevê que a lei que concede moratória especificará as garantias que devem ser fornecidas para beneficiário no caso de concessão em caráter individual. 1ª Turma. inclusive as garantias a serem fornecidas pelo benefício (inciso III.060665-4/RJ. 154. p. 153. Decisão: 11/12/00. 1ª Turma.: Des.. .. DJ de 02/09/98. Sujeita a moratória às regras da lei que a conceder. o prazo de duração do favor. 3ª Turma. acompanhada do seu pedido de parcelamento.: Des. b) o número de prestações e seus vencimentos. III. DJ de 21/03/02. Federal Nereu Santos.05.. c) as garantias que devem ser fornecidas pelo beneficiado no caso de concessão em caráter individual.

01. A moratória não aproveita aos casos de dolo. 125..: Des. como termo inicial. 4ª Turma...574. No caso do inciso I deste artigo. Rel... II. Federal Cândido Ribeiro. III. nos casos de dolo ou simulação do beneficiado. a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o referido direito. as condições de sua concessão.: Des. O art.” (TRF-1ª Região. no caso do inciso II deste artigo. Na disciplina do CTN. sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. sem dolo. DJ de 04/08/00.. Decisão: 26/05/00.. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação.. Rel.” (TRF-1ª Região. AC 96. DJ de 08/04/91. “Ementa: . Não suspende durante o prazo de cumprimento da moratória.196 Tribunal Regional Federal . Parágrafo único. . Decisão: 04/ 03/91. Revogada a moratória concedida ao devedor que descumpriu. conta-se.. II. fraude ou simulação do sujeito passivo ou do terceiro em benefício daquele.23718-0/AM.. AC 93. p.1ª Região Parágrafo único. ou de terceiro em benefício daquele. 155. a constituição definitiva do crédito tributário. 6. com imposição da penalidade cabível... DJ de 22/05/98.01.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). AC 89.. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora: I.) “Ementa: . 154 do CTN. para efeito da prescrição. dês que apurada a ocorrência de dolo ou simulação .” (TRF-1ª Região. Rel.06484-7/MG. sem imposição de penalidade.01.) Art... II. atevese a limitá-la aos créditos definitivamente constituídos ou constituídos pela notificação e a excluir do seu conteúdo apenas os casos de dolo.. ao definir a abrangência da moratória. 4ª Turma. 3ª Turma. fraude ou simulação. p. Federal Nelson Gomes da Silva.52706-0/MG.. Decisão: 17/02/98. a prescrição é qüinqüenal e adota. . nos demais casos. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito. p.) .. 274. A concessão da moratória em caráter individual não gera direito adquirido e será revogada de ofício. “Ementa: .

. com o respectivo parcelamento de débito.. apresentar-se-á como hábil a excluir a incidência da multa e dos juros. José Delgado. . dentre outras disposições. 1ª Turma. de 10/01/01.. ao parcelamento as disposições desta lei. DJ de 10/03/03. o art.. 155-A. ao estabelecer. . 1ª Seção. .. de 10 de janeiro de 2001.04. Rel. não se aplica aos casos ocorridos antes da vigência da referida lei. 487. p. de 10/01/01) § 1º Salvo disposição de lei em contrário. em seu § 1º. V. 254. 4ª Turma. que.” . III. 155-A da Lei Complementar 104/01... o seu simples parcelamento. § 1º.. . .19453-2/RS.) “Ementa: . O art. Federal Fábio Rosa.” (STJ. subsidiariamente..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 197 “Ementa: . Decisão: 14/05/02. (Parágrafo incluído pela LCp 104..” (TRF-1ª Região. O parcelamento será concedido na forma e condição estabelecidas em lei específica. relativas à moratória. DJ de 29/08/03.. 1ª Turma. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas. 110. AMS 95.. que acresceu ao Código Tributário Nacional. do Código Tributário Nacional. Franciulli Netto. 155-A. p. veio em reforço ao entendimento ora esposado. Rel.. p. Decisão: 09/12/97. do CTN. § 1º. AC 1998.) “Ementa: .. e que pode ser rescindido pelo mesmo se restar descumprido.. 120.34.. para tanto. acrescido pela Lei Complementar 104/01. Decisão: 06/02/03... DJ de 18/02/98.. (Parágrafo incluído pela LCp 104.: Des. III. A Lei Complementar 104..) Art. DJ de 26/05/03.) “Ementa: ..00.: Min. O parcelamento do débito representa uma das modalidades de concessão da moratória.. EDREsp 446691/SC..” (TRF-4ª Região. que ‘salvo disposição de lei em contrário. Rel.: Min.. o qual estabelece que ‘o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multa’.. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. de 10/01/01) § 2º Aplicam-se. de 10/01/01) “Ementa: .: Des. I. Aplicação do art. Rel.032552-3/DF.. somente na hipótese de previsão legal expressa. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas’. §§ 1º e 2º do art. REsp 284189/SP. 155-A.. situa-se no âmbito de discricionariedade do credor.. faz-se mister o pagamento integral do débito.” (STJ. 155-A. Decisão: 17/06/02. não sendo suficiente.. acrescentado pela Lei Complementar 104. A concessão de moratória.. p. Para a caracterização da denúncia espontânea. (Artigo incluído pela LCp 104.

106. 155-A do CTN. a consignação em pagamento. O art. I.. VII. AMS 2000. 156. intolerável a retroatividade. IV.082042-9/PR. 4ª Turma. O art. DJ de 07/11/02.) CAPÍTULO IV Extinção do Crédito Tributário SEÇÃO I Modalidades de Extinção Art. AC 2001. CTN (princípio da irretroatividade). Federal Hélio Sílvio Ourem Campos.99. 150 e seus §§ 1º e 4º. porquanto a exclusão da multa é direito que surge no momento da denúncia espontânea com o pedido de parcelamento.1ª Região (TRF-3ª Região. 1ª Turma. 164..” (TRF-5ª Região.: Des. Rel.: Des. p.013950-0/SP. 111. 658... o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do disposto no art. VI. somente é aplicável em hipóteses posteriores ao seu advento. o pagamento. Inteligência do art. Decisão: 29/05/02. a prescrição e a decadência. II. Rel.. Extinguem o crédito tributário: I. p. III. Rel.01. a compensação. II. Decisão: 23/04/03. 160.198 Tribunal Regional Federal . . CTN (na redação da LC 104/01). Federal Baptista Pereira. p.04..83.. p/ acórdão: Des.) “Ementa: . III. a transação.03. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. acrescentado pela LC 104/01.00. DJ de 06/08/03. Decisão: 17/09/02. no caso anterior à vigência do dispositivo.) “Ementa: . nos termos do disposto no § 2º do art. ..012688-3/PE. a remissão. DJ de 28/05/03.” (TRF-4ª Região. V. VIII. a conversão de depósito em renda. AC 1999. § 1º.. não pode retroagir de modo a prejudicar o contribuinte. 3ª Turma. 155-A. ao firmar que o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de multa.

a decisão judicial passada em julgado.... José Delgado..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 199 IX.01.. XI. X.. antes do lançamento. com a posterior conversão do depósito em renda. do CTN.) “Ementa: . p.. Com a autenticação do documento de depósito emitido pelo juízo pela instituição bancária. do CTN. 2ª Turma Suplementar. REsp 333258/DF.. O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial. DJ de 04/07/02.. REsp 496747/SC. p.” (STJ. 156.. REsp 388962/PR. II. DJ de 09/06/03. 2ª Turma. Decisão: 22/04/03..: Min. 191. 270. Rel. I). a dação em pagamento em bens imóveis..: Min.. 156. Rel. a decisão administrativa irreformável. 72. I. inciso X.... e 164. VI. VIII.. A decisão judicial transitada em julgado extingue o crédito tributário. Rel. de 10/01/ 01) Parágrafo único.: Min. Garcia Vieira. .: Juiz Cândido Moraes (convocado). na forma do art.. e. II. entendimento que se harmoniza com o disposto no . 172. que não mais possa ser objeto de ação anulatória. observado o disposto nos arts. 156.. Extingue-se o crédito tributário pelo pagamento integral da dívida. 1ª Turma. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento. sendo incabível a cobrança de quaisquer valores. 156. na forma e condições estabelecidas em lei. 144 e 149. p.37854-5/DF. Decisão: 25/06/02.) “Ementa: . Decisão: 09/04/02. Rel. Franciulli Netto. art. Decisão: 22/10/02. DJ de 12/05/03. . tem-se a extinção do crédito tributário. 1ª Turma. . (Inciso incluído pela LCp 104. para se pleitear a restituição do pagamento indevido. É correta a propositura da ação consignatória em pagamento para fins de o contribuinte se liberar de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores – arts... a teor do disposto no art. p. . se comprovada a satisfação do débito (CTN.. I.” (TRF-1ª Região.” (STJ. que é condição para a extinção definitiva do crédito tributário. DJ de 12/08/02. “Ementa: ..) “Ementa: . . AC 96. considera-se cumprida a obrigação pelo contribuinte .) “Ementa: ... do Código Tributário Nacional. A lei disporá quanto aos efeitos da extinção total ou parcial do crédito sobre a ulterior verificação da irregularidade da sua constituição.. assim entendida a definitiva na órbita administrativa....” (STJ..

O art. p/ acórdão: Des.006754-7/DF. Decisão: 06/04/99. 88.. Logo.. a decisão liminar que autoriza a compensação tem o mesmo efeito da decisão liminar que suspende a exigibilidade de tributo . o que possibilita o seu reconhecimento ex officio. do CTN.. Aplicação do art. .. DJ de 19/09/03. do Código Tributário Nacional. DJ de 12/04/02. art.. Decisão: 03/09/03.” (TRF-2ª Região. 156. Rel. Rel.200 Tribunal Regional Federal . Decisão: 29/05/01.02. não se prestando a tal fim singela decisão interlocutória.. p. DJ de 29/06/01.. quando transitar em julgado a decisão final. do CTN).. inciso I. de lei específica autorizadora. . Rel.099602-9/MG. pelo CTN (art. AMS 2001..: Des.” (TRF-4ª Região.03. AC 1999.. 156 do Código Tributário Nacional permite a compensação como forma de extinção do crédito tributário.. 711. p.01. apenas a decisão transitada em julgado tem esse condão. V. é forma de extinção da obrigação tributária examinável na esfera administrativa. AMS 95.. AC 1998.1ª Região art. Rel.. 168.. 156..025692-5/SP. V e 113.02.” (TRF-1ª Região. I).) “Ementa: . A compensação.. DJ de 1º/08/00.) “Ementa: . ao Judiciário compete declarar o direito de compensar crédito discutido... segundo entendimento da Corte Especial do STJ.) “Ementa: . Nos termos dos arts. Rel.. AC 2002.. mas sim com a devida conversão do referido depósito em renda em favor da União. Federal Luciano Tolentino Amaral. § 1º. 3ª Turma. 4ª Turma. p.03718-6/RJ.. AGA 99.00. inciso VII. Ag 1999.. 5ª Turma.: Des.056043- . Federal Tanyra Vargas. Federal Hilton Queiroz. .” (TRF-1ª Região.34. 156... I. III. A decisão liminar que autoriza a compensação de tributo.35. p.. VI. Federal Plauto Ribeiro. O que esta decisão liminar produz é a suspensão da exigibilidade do tributo. 3ª Turma. combinado com o art. 327.. I. Rel.01. como ocorre com a decadência. 608.00.. 156.) “Ementa: . 156 do CTN. Federal Andrade Martins. A extinção do crédito tributário não se dá com o depósito de seu valor.. DJ de 21/03/03.. 168.01.. .) “Ementa: .016625-9/GO...” (TRF-3ª Região. que será quitado. na verdade. Se conversão dos depósitos judiciais em renda extingue o crédito tributário (art.005374-1/ES. não extingue o crédito tributário porque.00. Decisão: 10/09/02. ..04. 4ª Turma.. 3ª Turma. por compensação. 103. DJ de 26/09/02...: Des. a prescrição extingue o crédito tributário e a própria obrigação tributária e não apenas o direito de ação.” (TRF-1ª Região.: Des. Decisão: 20/06/01. dependendo. Decisão: 18/02/03..) “Ementa: . somente por ação própria poderão ser restituídos (CTN. todavia.. . I. p. Federal Paulo Barata.: Des.” (TRF-2ª Região.. II e X).

3ª Turma. • Vide Súmula 560 do STF: “A extinção de punibilidade... § 2º. Decisão: 26/10/99.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Decisão: 20/08/02. 2ª Turma. AC 93.. não pode atingir o direito de propriedade.006216-2/SE.. . 157. Decisão: 28/05/99. AC 2000. DJ de 05/12/97. CF. .) “Ementa: .. I.: Des.. por falta de fomento jurídico.) SEÇÃO II Pagamento Art. DJ de 13/11/02. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. p. DJ de 20/08/99. Tratando-se o Imposto de Renda de tributo sujeito ao lançamento misto ou por declaração.. p. art.. Rel. Federal José Luiz B. do Estatuto Constitucional.” “Ementa: . 150. Caráter confiscatório.. Rel. Rel. ser aplicado às multas.. Multa. DJ de 10/11/99. ambos do CTN)... pois é com o pagamento que há a extinção do crédito tributário (art.. A imposição de penalidade não ilide o pagamento integral do crédito tributário.00. Federal Cândido Ribeiro. A multa. por força do art.” (TRF-1ª Região. com assento na garantia esculpida no art. Execução fiscal. não pode. 157 e 161.. AC 95. pelo pagamento do tributo devido. inciso I. ... Rel. CTN. estendese ao crime de contrabando ou descaminho. II.. Vedação de caráter proibitivo. .: Des. c/c 165. . art. 4ª Turma..” (TRF-5ª Região. 106. Multa.85. 13.01. Decisão: 1º/10/97. o início da fluência do prazo prescricional para a repetição do indébito ocorre no dia seguinte ao do pagamento. I.... Germano da Silva.. 341.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 201 1/RS. a fixação dos limites à sua imposição.016. IV.16149-4/MG..07520-6/MG. a pretexto de desestimular a reiteração de condutas infracionais.) . inciso I. De acordo com o CTN. ..: Des. CTN. 18. 1ª Turma. do Decreto-Lei 157/67.. p.01. 156.) “Ementa: . cabendo ao Poder Legislativo. 157. I. arts. a expressão monetária das multas pode ultrapassar o valor do imposto.. com base no princípio da proporcionalidade. 150. O caráter proibitivo vedado aos tributos.” (TRF-1ª Região..

158. quando total. .202 Tribunal Regional Federal . e só será quitado quando satisfeito integralmente o crédito. Rel.05. 158 do CTN. Art. pois. 158. Decisão: 18/08/93. “Ementa: . p. REsp 511480/RS.. DJ de 21/08/00. Rel... III. DJ de 06/10/03.. Impossibilidade..: Des.. do CTN . Rel. O parcelamento. visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado.. DJ de 17/09/93. Luiz Fux.”(STJ. II. p. Decisão: 24/06/03.. Decisão: 04/09/03.. .. pagas algumas parcelas. 46. Substituição de depósito em dinheiro por Títulos da Dívida Agrária (TDA’s) efetuado com a finalidade de suspender a exigibilidade do crédito tributário. Inteligência do art. as demais igualmente serão adimplidas.: Min. 1ª Turma.. “Ementa: . Quando a legislação tributária não dispuser a respeito.. 157 do CTN. Previsão legal de caução. não é pagamento e a este não substitui. O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento: I..: Min. 109.) Art... Liminar que suspende a exigibilidade do crédito tributário referente às contribuições previdênciárias. Alegação infundada de não-notificação para pagamento. REsp 504052/AL. 215. de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. das prestações em que se decomponha..03140-2/PE... No Direito Tributário. III. DJ de 04/08/03. a quitação de parcelas subsequëntes não cria a presunção de pagamento das anteriores. Federal Castro Meira. p. Decisão: 20/06/00. Pleno. AGAMS 92..” (STJ. Franciulli Netto.. I.. mesmo porque não há a presunção de que. Rel.) Art.” (TRF-5ª Região. p.. o pagamento é efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo. Hipótese em que o lugar da satisfação do débito é a .1ª Região “Ementa: . 159..) “Ementa: . REsp 186576/RS. Nos casos em que há parcelamento do débito tributário não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. 1ª Turma. quando parcial..) “Ementa: .” (STJ.089. ‘A ação contra o Estado para anular lançamento fiscal pode ser ajuizada no foro do domicílio do contribuinte’ . Parcelamento não cumprido. 2ª Turma.. José Delgado.: Min. 244. nos termos do art...

” (STJ. Rel. . Rel. .707.” (STF. p.) “Ementa: . 66 da Lei 7. DJ de 16/02/98. 96 do CTN). Federal Lázaro Guimarães.. expressão que compreende não apenas as leis. 86. 110.) Art. A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do pagamento.61769-8/CE. mas também os decretos e as normas complementares (CTN.502/64 e assim permaneceu até a edição da Lei 7... 160). 431. Decisão: 11/04/00.. II. o deslegalizou.) “Ementa: . Ari Pargendler. capitulada no art. 66. Decisão: 02/12/98.. via decreto. que. conquanto não submetido pela Constituição ao princípio da reserva legal. DJ de 12/04/99. Decisão: 04/02/99. . Ilmar Galvão. DJ de 15/09/00. como estipula. 96). também.. Francisco Peçanha Martins. Decisão: 02/12/96. 2ª Turma.. RE 140669/PE. p.) “Ementa: .450/85.. expressão que abrange os decretos (CTN.. AG 99. Rel. Adhemar Maciel. não é. Elemento do tributo em apreço que. p... que autorizou o ministro da Fazenda a fixar prazo de recolhimento do IPI. REsp 55946/SP. ..” (STJ. 2ª Turma.. não viola o CTN (arts. A redução de alíquota mediante pagamento antecipado.. REsp 115999/SP. O CTN admite a fixação do prazo para pagamento de tributo através de norma infralegal (art. e Portaria 266/88/MF.: Min.: Min.. 34.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 203 repartição competente do domicílio do devedor (art. art.. permitindo que sua fixação ou alteração se processasse por meio da legislação tributária (CTN. pela qual dito prazo foi fixado pela mencionada autoridade..05.. Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento.: Min.. Decisão: 04/12/97... 57. cláusula contratual. p. fora legalizado pela Lei 4. 159.. 160.. Rel... I. Rel. subsume-se no benefício fiscal consagrado no parágrafo ... A fixação da data do vencimento do imposto. 97 e 160) simplesmente porque o vocábulo ‘legislação’ não significa apenas lei.. 6º da Lei 8.) “Ementa: . art... 160 c/c art.: Des. A fixação do prazo de pagamento de tributos está afeta à legislação tributária (CTN. DJ de 18/05/01. . matéria reservada à lei... 160). p. Tribunal Pleno. nas condições que estabeleça. IPI. “Ementa: ..: Min.. art. . Art.033/90. Parágrafo único.450/85. 2ª Turma. REsp 95632/SP.. 96). art. no art. o vencimento do crédito ocorre trinta dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. DJ de 04/08/97.”(TRF-5ª Região. . 2ª Turma.” (STJ.. CTN). portanto.

160 do CTN. disciplina as situações de agravamento de carga tributária. 160.. 193. inexistindo prazo definido em lei. 189. Rel.02. Rel. p. podendo o Fisco marcar a data limite para o recolhimento quando lhe aprouver.: Juiz Hilton Queiroz (convocado). caput).” (TRF-1ª Região.. . assim não se qualificando as alterações de prazo para pagamento de tributos. AC 96.. Sendo assim. o prazo em questão pode ser fixado mediante portaria do Mi- . 2ª Turma. III. nos termos do art. II c/c o art.: Des.: Des. Decisão: 26/02/02.. sujeita aos princípios da legalidade e irretroatividade tributária.) “Ementa: .01.03.. 2ª Turma Suplementar.01. a própria legislação tributária pode fixar o prazo para pagamento de determinado tributo. AMS 94. Decisão: 29/04/97.18975-0/DF. que determinou a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. não estando.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 114. que abrange a garantia da anterioridade nonagesimal.... contado da intimação da sentença. DJ de 04/08/00. visto que.37075-3/MG. Federal Tourinho Neto.. .. 407... 160 do CTN.18504-9/AM. No período coberto pela liminar. conceder antecipações com descontos ou mesmo parcelamentos de crédito já constituído (CTN.. Na sistemática do CTN (art. com amparo na Constituição Federal (art. REO 92.) “Ementa: . Federal Baptista Pereira.. II. Decisão: 21/10/97..25099-9/MT. 97. DJ de 24/02/03. 3ª Turma. AC 96. 160. posteriormente cassada. AMS 97.: Des. ..01. não incidem multa e juros de mora..” (TRF-1ª Região. art. DJ de 1º/03/00.” (TRF-2ª Região. evidenciando a exclusão da situação do raio das hipóteses de aumento da carga tributária. b).... não se constitui em matéria de legalidade estrita. p.. ainda.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: .) “Ementa: . 34.. se o pagamento é efetivado dentro do prazo de trinta dias.. Rel. I.003747-6/SP. ao dispor sobre prazo para recolhimento de tributos. Rel. A fixação do período para recolhimento dos tributos.01. 4ª Turma. parágrafo único). A questão do prazo para pagamento de tributos constitui-se de política administrativa tributária. 3ª Turma. sendo-lhe facultado..278. O CTN.. AMS 95. p.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Rel.. p.29786-9/RJ. o princípio da não-surpresa do contribuinte.” (TRF-3ª Região.” (TRF-1ª Região. Decisão: 16/12/98..1ª Região único do art. DJ de 20/03/98. DJ de 16/05/97. II.. 3ª Turma. e havendo delegação legal. 160. p. O prazo para o pagamento do tributo não é elemento indispensável à lei tributária. . em regra.) “Ementa: . Rel. I. Decisão: 26/05/00.) “Ementa: .204 Tribunal Regional Federal ... 150. Decisão: 06/11/02. p. DJ de 1º/04/02. Federal Reis Friede. não reservou a matéria à lei tributária.

a um tempo. apenas. de modo que.. expressamente.515.) “Ementa: ... RE 109598/SP.. inconstitucional e ilegal..: Des. Rel.” (STF.. REsp 267788/PR. O crédito não integralmente pago no vencimento é acrescido de juros de mora.. DJ de 14/04/99. . § 1º Se a lei não dispuser de modo diverso. ‘se a lei não dispuser de modo diverso’. 274. Rel.: Min.” (STJ. II. sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta lei ou em lei tributária. permanecendo a mácula também na esfera infraconstitucinal. REsp 266172/RJ. § 1º.) “Ementa: .. EIAC 90... a taxa de juros de mora na restituição de indébito tributário é de 1% ao mês. Rel. seja qual for o motivo determinante da falta. § 2º O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo devedor dentro do prazo legal para pagamento do crédito. ao estipular que os créditos não pagos no vencimento serão acrescidos de juros de mora calculados à taxa de 1%. . ressalva. inexiste ilegalidade na sua aplicação. Contam-se a partir do vencimento da obrigação tributária e não.15254-7/PR... 2ª Turma. nada está a empecer seja essa indigitada taxa proscrita do sistema e substituída pelos juros previstos no Código Tributário (art. João Otávio de Noronha.) Art.. Juros moratórios.” (STJ. Francisco Peçanha Martins. Rel. . 161 do CTN. do CTN).04. A Taxa Selic para fins tributários é. 161. art. Consoante reiterada jurisprudência desta egrégia Corte. Incidente de Inconstitucionalidade no REsp 215881/PR)... 1ª Turma. Como não há pronunciamento de mérito da Corte Especial deste egrégio Tribunal que.....: Min. Decisão: 13/05/03.. 1ª Seção. não conheceu da argüição de inconstitucionalidade correspectiva (cf. .. . Decisão: 22/04/88.. 612. 161. conforme estabelecido no § 1º do art. 161 do CTN... “Ementa: ..” (TRF-4ª Região. estando a Selic prevista em lei. da citação inicial. DJ de 16/06/03. CTN. 19. 161. 2ª Turma. p.. 253. Néri da Silveira. p. Decisão: 03/03/99.: Min. Decisão: 1º/04/03.) “Ementa: . os juros de mora são calculados à taxa de um por cento ao mês.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 205 nistério da Fazenda. p. Federal Márcio Antônio Rocha. DJ de 12/08/88. em decisão relativamente recente. . DJ de 04/08/03.. p. O art.

haja vista que estes têm previsão legal (CTN.72.. AMS 1999. do CTN não proíbe que a lei venha a estabelecer juros moratórios em percentual superior a um por cento ao mês.” (TRF-4ª Região. § 1º. DJ de 09/06/03.) “Ementa: ... porque têm caráter meramente compensatório do prejuízo suportado pelo Fisco. Decisão: 15/10/02. O art.08. DJ de 29/01/03. 143. Decisão: 11/06/03. § 1º. 586.. Contribuição previdenciária incidente sobre verbas recebidas pelos conselheiros de conselho regional. 2ª Turma.1ª Região . do CTN prevê a possibilidade de regulamentação da taxa de juros por lei extravagante..: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada). . Decisão: 27/05/03. Os juros de mora são devidos pelo conselho regional. Rel.) “Ementa: . uma vez que o crédito não foi pago no vencimento... Rel. Federal Vera Lúcia Lima. Decisão: 15/10/02. II.” (TRF-1ª Região. AG 2000. . nem tampouco obsta a possibilidade de capitalização dos juros. Federal Hilton Queiroz. . AC 2001. art.) “Ementa: ...206 Tribunal Regional Federal .” (TRF-2ª Região. 161). seja qual for o motivo determinante da falta (CTN. bem como aplicados os juros de .. . O art... DJ de 25/06/03. 3ª Turma. o art.. Decisão: 05/11/02.0852286/TO. O art.. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. 118.. Federal Cecília Marcondes.. O Código Tributário Nacional somente possui natureza de lei complementar no tocante a matérias assim previstas na Constituição da República de 1988. do CTN não trata de matéria reservada à lei complementar.. DJ de 30/05/03.. DJ de 13/06/03.) “Ementa: . 161. 5ª Turma.01...02..: Des.. 161. Rel.” (TRF-3ª Região. Os juros de mora são devidos pelo atraso no pagamento.. AC 2000. p.: Des.. 78. p. 4ª Turma. II.. Rel. 1ª Turma. 218. se a lei não dispuser em contrário. 182. § 1º. deve o montante do crédito ser atualizado monetariamente...” (TRF-1ª Região.. 161. art. podendo ser alterado por lei ordinária..00.043449-9/SP.000792-8/SC.” (STJ. caput). III. p..03. p. REsp 438772/PR.. 161.. DJ de 29/01/03. do CTN. Porém.0437078/ES..02. 4ª Turma.. .99. Juros de mora.) “Ementa: . AC 2000. Rel.002024-9/MG. p. ..) “Ementa: .: Des. Rel. com força de lei complementar diz que os juros serão de 1%.. p.38.01. não havendo depósito do montante devidamente corrigido.: Min. . Decisão: 11/12/02... 161. Franciulli Netto... § 1º... decorrente da demora no recolhimento do débito fiscal. O fato de o impetrante ostentar a condição de pessoa jurídica de direito público não o exime do pagamento dos juros moratórios.: Des.

” (STJ. ou naqueles em que o erro seja imputável à autoridade administrativa. REsp 474100/RS. I). Relacionando-se a dívida em dinheiro. Rel.. § 4º A perda ou destruição da estampilha.. 162. a consignação com efeito de pagamento somente ocorre com o oferecimento da quantia devida.) “Ementa: . o pagamento de tributos por outras formas.00. ou o erro no pagamento por esta modalidade.” (STJ... I e II. p. 490.. . que não em dinheiro. salvo nos casos expressamente previstos na legislação tributária. Decisão: 07/08/03.. 162.05. I. 162.. em papel selado. . Luiz Fux. Rel.. O pagamento é efetuado: I.” (TRF-5ª Região.) “Ementa: .: Min. 161 do CTN.. ou por processo mecânico. fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos. 2ª Turma..) Art. reclama autorização legislativa (art. 150. AC 2002. nos termos do art.. não havendo como se reconhecer a possibilidade de efeito liberatório à ... em moeda corrente. § 3º O crédito pagável em estampilha considera-se extinto com a inutilização regular daquela. p.. DJ de 04/05/98. 1ª Turma.. não dão direito à restituição. 133. implica modalidade de pagamento vedada pelo Código Tributário Nacional (art. desde que não o torne impossível ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente. Decisão: 31/03/98. Federal Petrúcio Ferreira. II. DJ de 21/02/03. 2ª Turma. do CTN). REsp 87640/SP. § 2º O crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo sacado. Decisão: 30/04/02. DJ de 08/09/03. § 5º O pagamento em papel selado ou por processo mecânico equipara-se ao pagamento em estampilha. em estampilha.. cheque ou vale postal. “Ementa: .. . nos casos previstos em lei. 162 do CTN. Ari Pargendler.003038-6/PE. § 1º A legislação tributária pode determinar as garantias exigidas para o pagamento por cheque ou vale postal. Rel. ressalvado o disposto no art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 207 mora devidos desde o vencimento da dívida tributária – art. 226. A substituição do dinheiro por Títulos da Dívida Pública.: Des.: Min. p..

) “Ementa: . em face do § 2º do art.. . I.01.. AC 1999. caso o pedido seja julgado improcedente.: Des. II.. II. .. DJ de 11/09/03. É necessário que este depósito seja feito em moeda nacional. qual seja o efeito liberatório do débito tributário. Decisão: 26/10/00.: Des..” (TRF-2ª Região. . Nos termos do art.. não sendo admitido a substituição por Títulos da Dívida Pública. p. O oferecimento de Apólice da Dívida Pública em ação de consignação de pagamento para fins de pagamento de crédito tributário não encontra previsão legal. 81.. AC 1999. 12. uma vez que supõe conversão em renda em prol da Fazenda Pública. tendo em vista a exigência do depósito em dinheiro nos termos do art.” (TRF-1ª Região.1ª Região oferta dos TDA’s fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos.. Rel.. AC 89. por força do disposto no § 2º do art. II. 162.00. DJ de 06/09/02. DJ de 25/10/01...: Des.01.. I.208 Tribunal Regional Federal . DJ de 06/03/96. 3ª Turma.. 162. 4ª Turma. Rel.. Decisão: 12/02/96. 117. 162.01. o depósito deve ser feito em moeda corrente. DJ de 31/01/01. 3ª Turma.00. uma vez que ausente a caractéristica fundamental para garantir a instância.) “Ementa: ... . A simples emissão de cheque nominativo não tem o condão de gerar efeito liberatório de um efetivo pagamento...) “Ementa: .070339-0/MG. I.. Rel.004131-0/RJ. Federal Cândido Ribeiro. do Código Tributário Nacional .. Decisão: 28/08/01.03. conforme o disposto no art. Federal Olindo Menezes. Rel.) “Ementa: .. 33.0092393/PA. O depósito judicial em matéria tributária deve ser feito em moeda corrente nacional...: Des. Não há previsão legal que admita Títulos da Dívida Agrária como forma de extinção do débito tributário.” (TRF-1ª Região. AC 1999.00. do CTN. Decisão: 20/08/03... ainda mais quando referidos títulos sequer chegam a ser regularmente titularizados pelo consignante. p. Rel.02. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.111256-8/MG.. p. do CTN.. 162 do CTN/ . Decisão: 14/08/02.: Des. no sentido de que ‘o crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo sacado’. I.01.004283-2/SP. 162 do CTN. I. p. 6ª Turma. se a utilização de cheque sem fundos para o pagamento de tributos federais não opera a extinção do crédito tributário. AC 2001.” (TRF-3ª Região... Federal Andrade Martins.) “Ementa: .. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região. III.566. Federal Benedito Gonçalves.

060.: Des.. Rel.05.... DJ de 24/11/93. 1ª Turma.) “Ementa: . 50. 163 do CTN trata da possibilidade de imputação de pagamento quando houver mais de um débito do mesmo sujeito passivo em relação ao mesmo sujeito ativo. RCCR 96. 4ª Turma.. . Rel. sob a condição de ser devidamente resgatado pelo sacado.04.” (TRF-4ª Região. nenhum prejuízo à União advém da conduta delituosa.. na ordem decrescente dos montantes.: Des.. A substituição do dinheiro por Títulos da Dívida Pública. na ordem em que enumeradas: I. I). DJ de 25/06/02.” (TRF-4ª Região. “Ementa: .. implica modalidade de pagamento vedada pelo Código Tributário Nacional (art. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. Rel.00.. Segundo aduz o art. Decisão: 26/10/93. O contribuinte não está obrigado a compensar os valores de créditos escriturais do IPI com débitos consolidados inscritos no Programa de Recuperação Fiscal–Refis. AC 2002.. na ordem crescente dos prazos de prescrição. em primeiro lugar. a autoridade administrativa competente para receber o pagamento determinará a respectiva imputação.000169-6/RN. III. fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos.. e em segundo lugar aos decorrentes de responsabilidade tributária. obedecidas as seguintes regras..05574-7/SC.. 2ª Turma. às contribuições de melhoria. primeiramente. II. CTN. . nos termos da Súmula 107/STJ. Federal Ari Pargendler. I. relativos ao mesmo ou a diferentes tributos ou provenientes de penalidade pecuniária ou juros de mora. 163. aos débitos por obrigação própria. p.. 162. p.30781-3/SC.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.640. p. AG 93.) “Ementa: . I.” (TRF-5ª Região.. . Decisão: 21/03/96.. Existindo simultaneamente dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público.) Art. 162. DJ de 17/04/96. IV.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 209 66. . Decisão: 09/04/02. depois às taxas e por fim aos impostos. e § 2º.. o que afasta a competência da Justiça Federal para o processamento e julgamento do feito. 889.04.: Des. porquanto o art. II. 25. o pagamento pode ser efetuado através de cheque.

: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada). incontroversa. Luiz Fux.. A autoridade administrativa competente para receber o pagamento é que determinará ex officio a imputação segundo as regras do art.. O art.) “Ementa: . 2ª Turma Suplementar.. . multa e juros. p 465. 122. Decisão: 10/02/98..04. restando assegurado o direito do Fisco de discutir o restante em ação própria.) “Ementa: .. 309. I.01.” (TRF-4ª Região. O Código Tributário Nacional. Rel. 1ª Turma.... O art. 163 do Código Tributário Nacional. p. se o devedor tem mais de um deles. 121.07578-0/MG. AMS 96.... 1ª Turma.. procedimento previsto no art.. no caso de dois ou mais débitos vencidos de um sujeito passivo em relação a um mesmo sujeito ativo.” (TRF-3ª Região. III. DJ de 23/05/02.” (TRF-1ª Região. Federal Nino Toldo.. O pagamento do tributo fora do prazo de seu vencimento acarreta a cobrança de multa e juros de mora. .” (TRF-1ª Região. portanto.40160-2/PR. parcelas que correspondem. 163 do CTN. ao estabelecer a escala de recebimento das dívidas. pela soma. AMS 96.. A imputação do pagamento é a escolha do débito a ser extinto. AC 96.. I..021656-9/SP.14531-0/MG.210 Tribunal Regional Federal . . Federal Fábio Rosa. obedecendo-se a ordem ali prevista. . 163 do CTN norma geral.1ª Região II.. Se o valor recolhido a título de imposto foi insuficiente para quitar o tributo. Decisão: 16/10/98. Tratando-se de crédito compensável e débito consolidado via Refis torna-se inaplicável o art. I.. pode o Fisco promover a imputação.. AC 90. p. Rel. p. 4ª Turma. 163 do CTN pressupõe débitos para com o mesmo sujeito passivo. De acordo com o disposto no art.: Des.) “Ementa: . daí a imputação em pagamento imposta pelo Fisco. DJ de 26/11/98.) “Ementa: . REsp 448758/RS... a imputação do pagamento de débitos vencidos do mesmo sujeito passivo é prerrogativa do Fisco. 6ª Turma. Decisão: 25/03/03. . DJ de 07/04/03. DJ de 25/03/98. I.03. podendo subordinar o pagamento do crédito tributário à satisfação simultânea de outro crédito. Rel. DJ de 23/08/00..01.. 163. Rel. III.. ao valor do . Decisão: 09/10/01. decompondo o valor pago de modo a quitar primeiramente os acréscimos. p.” (STJ. II.) “Ementa: . 240.: Min. 163 do CTN assegura ao contribuinte o direito ao pagamento da parcela que julgar legítima e.. Rel.. em seu art.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).. consagra o princípio da autonomia das dívidas tributárias. 163 do CTN..: Des. que coerente com a regra especial instituidora do programa.. Decisão: 28/06/00.

por mais de uma pessoa jurídica de direito público.27740-9/PE.. “Ementa: . Ari Pargendler.689. Rel. 164. Federal Araken Mariz.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 211 crédito tributário na data do adimplemento da obrigação. DJ de 05/02/99.. 2ª Turma. O oferecimento de Título da Dívida Agrária não se coaduna com a ação de consignação em pagamento para efeito de pagamento de crédito tributário. DJ de 20/05/96.. art. do CTN. é a da ação de consignação em pagamento (CTN. AC 96. de recusa de recebimento.. p. A tutela típica do contribuinte. José Delgado. I).. 164... de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador. Rel. § 1º A consignação só pode versar sobre o crédito que o consignante se propõe pagar..: Des.” (STJ. DJ de 09/06/03. 191. considerando que sendo . . . VIII. 16. ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou de penalidade. II. Decisão: 18/04/96.. cobra-se o crédito acrescido de juros de mora. arts. É correta a propositura da ação consignatória em pagamento para fins de o contribuinte se liberar de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores. Decisão: 22/04/03. Rel. p.05. uma vez que o valor consignado deve ser feito em dinheiro.) Art. o pagamento se reputa efetuado e a importância consignada é convertida em renda.. 205. 1ª Turma...: Min.) “Ementa: .” (TRF-5ª Região.. REsp 55911/SP. e 164. ou ao cumprimento de obrigação acessória. sem prejuízo das penalidades cabíveis. Decisão: 10/12/98. quando o Fisco subordina a quitação do tributo ao pagamento de juros e de correção monetária. § 2º Julgada procedente a consignação.” (STJ. de exigência. .: Min. p. 2ª Turma.. de subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas sem fundamento legal.. Tem-se por legítima a consignação em pagamento de tributo que o Fisco se recusa a receber sem que esteja acompanhado de obrigação acessória. nos casos: I.. 156. REsp 496747/SC.. julgada improcedente a consignação no todo ou em parte..) “Ementa: . A importância do crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo. I. II. III.

. e 164.. motivada pelo ingresso do contribuinte ao Refis...060151-1/MG. VIII. Rel.: Des. 164.” (TRF-5ª Região.03.. AC 94..05.” (TRF-4ª Região.) “Ementa: .. plenamente aplicável o disposto no art. 156. A consignação em pagamento é forma correta de liberar-se o contribuinte de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores (art. Rel.. DJ de 05/02/02. . Ag 1999.. art... De se reconhecer que naqueles casos onde há desistência de ação consignatória.) SEÇÃO III Pagamento Indevido Art. incisos I a III). Federal Ney Fonseca. AC 2001. I.: Des. e a importância consignada deve ser convertida em renda da União (art. o pagamento se reputa efetuado e a importância consignada é convertida em renda’ (CTN.. Federal Castro Meira.032061-3/SP.01. . 1ª Turma..06868-2/PE. Rel. I.) “Ementa: . Decisão: 10/06/99. § 2º). p. seja qual for a .009445-5/GO.02. p. p.. DJ de 14/11/01.” (TRF-3ª Região. DJ de 26/04/02. 752. p. dado que ‘julgada procedente a consignação. ... art. no particular.00. Decisão: 24/06/98.. § 2º. p. II. . nos casos expressamente previstos na legislação de regência (CTN. Federal Hilton Queiroz.: Des. o pagamento se reputa efetuado. Decisão: 09/04/02. Rel. do CTN).: Des.. Rel. 1ª Turma. do CTN). 258.” (TRF-1ª Região. 215.. 1ª Turma. posto que o provimento que extingue o feito consignatório equivale..212 Tribunal Regional Federal . REO 97. DJ de 12/05/99. embora a importância do crédito tributário possa ser consignada judicialmente. A ação consignatória é a via escorreita para se pleitear o pagamento judicial de tributo cujo impedimento de recolhimento por Darf seja a inexistência do código de receita (art. 172.01.01. 3ª Turma. 164. AG 97.: Des..) “Ementa: . DJ de 09/07/99. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região.. 63.. .. AC 2000. Decisão: 25/10/01.) “Ementa: . à sentença de improcedência.: Des. Federal Baptista Pereira. de Almeida..00. 164. Federal Plauto Ribeiro. 165.. § 2º. DJ de 20/10/98. Decisão: 05/09/01. A determinação de depósito judicial encontra previsão no art. independentemente de prévio protesto.. à restituição total ou parcial do tributo. CTN).. 164. do CTN..04.1ª Região julgada procedente a consignação. Decisão: 21/10/98.032791-9/RS... p. 164. 88. Rel.. Federal Wellington M. o depósito só pode ser feito em dinheiro.42801-7/RJ.” (TRF-2ª Região.) “Ementa: . 164 do CTN . 3ª Turma. O sujeito passivo tem direito.. I.

. data em que foi editada a resolução senatorial..” (STJ. 275. I. Decisão: 15/10/02. ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido. A declaração de inconstitucionalidade proferida incidentalmente pelo Excelso Supremo Tribunal Federal no RE 121336/CE somente passou a ter eficácia erga omnes quando da promulgação da Resolução do Senado Federal 50/95. p.: Min. 165. inciso I. Declaração de inconstitucionalidade incidental. Laurita Vaz.” “Ementa: . Rel. independentemente do exercício financeiro em que se deu o pagamento indevido.. • Vide Súmula 162 do STJ: “Na repetição de indébito tributário... cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legislação tributária aplicável. DJ de 25/08/03. Declarada a inconstitucionalidade das normas referentes ao empréstimo compulsório.. 2ª Turma. RE 137689/PE. EREsp 152044/SP. 66.) “Ementa: .. nos seguintes casos: I. Rel. III.” (STF. do Código Tributário Nacional . Empréstimo compulsório sobre aquisição de veículos. ressalvado o disposto no § 4º do art.288/86..) “Ementa: .. DJ de 12/06/00. erga omnes. . II. os valores recolhidos a título de empréstimo compulsório sobre aquisição de veículos – hipótese autorizadora da repetição de indébito.” (STJ... 165 do CTN).) . ocasião em que foram tornados sem efeito os atos praticados sob abrigo dos artigos suspensos do Decreto 2. 2ª Turma... Decisão: 07/04/00. a correção monetária incide a partir do pagamento indevido. Decisão: 20/09/94. I. revogação ou rescisão de decisão condenatória.. DJ de 16/06/95. O prazo prescricional. que tornou indevidos. Néri da Silveira.. no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento.. anulação.. . erro na edificação do sujeito passivo.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 213 modalidade do seu pagamento. iniciou-se em 09/10/95.. na determinação da alíquota aplicável.. reforma.. Rel.268. . 1ª Seção. tem o contribuinte direito à repetição do indébito.: Min.. ex vi do art.. portanto... II... p.: Min. 162. . Eliana Calmon. REsp 346357/SP. p. O Código Tribunal Nacional autoriza o sujeito passivo a receber o que foi pago indevidamente (art.. 18..

00. 165.38. III. 3ª Turma. do CTN). Decisão: 10/12/02. 46.02. AC 2000. DJ de 13/12/02. p. .00. Rel. 165..) . 75.. CTN)..) “Ementa: .01. pois é quando resta afastada a presunção de constitucionalidade da lei (RE 136883-7/RJ. questionar sua validade junto ao Poder Judiciário.) “Ementa: . à restituição total ou parcial do tributo. em razão de erro – depósito judicial feito por equívoco.. Decisão: 08/10/02.: Des. Cuidando-se . II.214 Tribunal Regional Federal .. seja qual for a modalidade do seu pagamento. p. Federal Ricardo Regueira..” (TRF-2ª Região.... para evitar que. 79. Decisão: 06/11/00. 165 do CTN estabelece: ‘o sujeito passivo tem direito.. Federal Olindo Menezes. de acordo com o que prevê o art. I. É clara a autorização normativa à restituição de tributo recolhido indevidamente (art. Rel. futuramente.00. . I.: Des. até porque. da legalidade ou não de sua exigência. VIII.” (TRF-1ª Região. AC 1999. DJ I de 13/09/91)..) “Ementa: .1ª Região “Ementa: . de cobrança sem base constitucional. DJ de 07/02/03.. independentemente do exercício financeiro em que tenha ocorrido o pagamento indevido. 165. art..075005-4/MG.... DJ de 25/10/02.. ressalvado o disposto no § 4º do art. . com pedidos de liminar para afastar sua cobrança pela autoridade administrativa. 3ª Turma... O art.095880-0/MA. do Código Tributário Nacional. I.. a cada edição de norma legal instituidora de tributo detentora de presunção de constitucionalidade. Federal Luciano Tolentino Amaral.035164-7/RJ. Federal Plauto Ribeiro. DJ de 07/12/00. por sentença.. Rel. Decisão: 29/10/02....) “Ementa: . Rel. Declarada pelo Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade material da norma legal em que fundada a exigência de natureza tributária. é juridicamente possível a restituição dos valores indevidamente recolhidos.. 162 .01. 47. Decisão:25/09/ 02.01. até a confirmação. Rel. DJ de 25/10/02.” (TRF-1ª Região. AMS 1999. mas convertido em renda da União – impõe-se a restituição (art. p..38.: Des. Sepúlveda Pertence. não disponha mais de ação para reaver o que pagou indevidamente por força de lei. inciso I... AC 2000.. 4ª Turma... AC 1997. Demonstrado o pagamento indevido de tributo. 165). embora lhe seja facultado.005073-0/MG.01. não se pode exigir do contribuinte que venha. segue-se o direito do contribuinte à repetição do que pagou (CTN.” (TRF-1ª Região.. 1ª Turma. que estava em pleno vigor.” (TRF-1ª Região.: Des.. p.: Des. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.062383-5/MG. resistindo previamente ao recolhimento. 3ª Turma. . presumidamente constitucional. independentemente de prévio protesto. Rel.: Min. na eventualidade de declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal.

• Vide Súmula 546 do STF: “Cabe a restituição do tributo pago indevidamente. quando reconhecido por decisão.633.) “Ementa: .03. 166. 166 do CTN aplica-se. apenas. p. têm as empresas direito à restituição pleiteada. p. DJ de 16/04/03.” (TRF-4ª Região.: Des.006627-5/PR.: Min. DJ de 02/06/03. 498..090206-1/SP. ERE 89463/SP. no caso de tê-lo transferido a terceiro.) “Ementa: . Decisão: 20/11/ 01. Decisão: 10/09/ 86. Rel... 1ª Turma.) Art. pré-eliminando a transferência desse ônus ao preço cobrado ao consumidor final. Nas mercadorias sujeitas a tabelamento.. Decisão: 28/05/03.. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. tem assento no art. 165 do CTN. Luiz Fux.. Rel. . 5ª Turma.. Federal Daldice Santana. II.. 1ª Turma. p.. A restituição do tributo recolhido indevidamente encontra arrimo no art. seja qual for a modalidade de seu pagamento. Só a este faculta a lei (CTN. AAREsp 453830/SC.. é a estabelecida entre o sujeito passivo original e o primeiro adquirente da mercadoria. . Decisão: 15/05/03.017710-5/PE. estar por este expressamente autorizado a recebê-la. 19. O art.: Min. I. art. III. A restituição dos valores indevidamente recolhidos. Federal Wellington M. 165 do CTN .” “Ementa: .. .... de Almeida. . 165.70.03.. p... DJ de 17/10/86. 444.: Des. prevista no art. Decisão: 17/12/02.99. transferência do respectivo encargo financeiro somente será feita a quem prove haver assumido o referido encargo.” (TRF-5ª Região. 190.. Rel.... Rel.. AC 1999... DJ de 15/10/02. I. III. Rel..05. ou. nas hipóteses de repetição do indébito ou de compensação. DJ de 18/06/03. que assegura ao contribuinte o direito à devolução total ou parcial do tributo. AC 2002. 166) autorizar o contribuinte de direito a receber o que indevidamente pagou. III. A restituição de tributos que comportem. incluem-se nos custos os tributos pagos.” (TRF-3ª Região. p. Reconhecido o pagamento indevido. Carlos Madeira.. para efeito da repetição do indébito tributário.: Des..” (STF..00. A relação jurídica que tem relevo. do CTN. em virtude da inconstitucionalidade da exação. que o contribuinte de jure não recuperou do contribuinte de facto o quantum respectivo. Tribunal Pleno. AC 2001.) ...) “Ementa: . 407.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 215 “Ementa: .” (STJ. por sua natureza.

José Delgado. Rel. do IPI etc. salvo provando o pretendente haver assumido o respectivo encargo financeiro. sempre. comporta a transferência do respectivo encargo financeiro para terceiro ou não. AgREsp 474378/SP. expressamente. Essa posição consolidou-se por considerar que o art. I. 53. o contribuinte de direito transfere o encargo financeiro ao consumidor dos produtos e serviços.: Min.. 166 do CTN. por sua natureza.” (TRF-1ª Região. estabelece o art. Tributos que comportem... DJ de 11/07/03. ou não.) “Ementa: . do CTN. Federal Olindo Menezes. a teor do disposto no art. AGREsp 224586/ SP. só tem aplicação aos tributos indiretos. O art.: Des.030270-2/DF. Não caberá a restituição do indébito se o tributo... p. 166 do Código Tributário Nacional . DJ de 03/11/03.. . por sua natureza..... e quando não se deu. 1ª Turma. p. 166. DJ de 28/02/00.” (STJ. Decisão: 16/11/99.. aliás. ou estar autorizado a recebê-lo pelo terceiro.. Rel. AC 1999..: Min.. não assumindo a carga tributária. dele titular.) “Ementa: . Decisão: 16/04/02. comportar transferência do respectivo encargo. como é o caso do ICMS e do IPI. fazendo-se necessária a exigência da não-repercussão. 07/10/03. sem que se disponha de um critério seguro para saber quando se deu.” (STJ.. contém referência bem clara ao fato de que deve haver pelo intérprete. pois a natureza a que se reporta tal dispositivo legal só pode ser a jurídica. II. aliás. como.00...34. Nos tributos de natureza indireta.. identificação se o tributo. Rel. 3ª Turma.. dele titular. por sua natureza.” (STJ. como. isto é. salvo provando o pretendente haver assumido o respectivo encargo financeiro. p.) “Ementa: .1ª Região “Ementa: . por sua natureza (tributo indireto). como é o caso do ICMS.. 252.: Min. . aludida transferência.. II. Rel. 166. comportar transferência do respectivo encargo. 57. Garcia Vieira. transferência do respectivo encargo financeiro são somente aqueles em relação aos quais a própria lei estabeleça dita transferência. 166 do Código Tributário Nacional.. 1ª Turma. do CTN. 1ª Turma.. Francisco Falcão. Decisão: 03/06/03. 166 do Código Tributário Nacional. 109. presentes. REsp 403531/ SP. quando a lei. que é determinada pela lei correspondente e não por meras circunstâncias econômicas que podem estar.) “Ementa: . DJ de 20/05/02. Decisão. p. não caberá a restituição ou a compensação. . Se o tributo.216 Tribunal Regional Federal . em casos de repetição de indébito... III. II. Somente em casos assim aplica-se a regra do art.... como é o caso do ICMS. ou estar autorizado a recebê-lo pelo terceiro. não determina que o pagamento da exação é feito por terceiro. que se incorporam explicitamente aos preços. estabelece o art. . ...

.. da Lei 8. sendo possível.” (TRF-1ª Região. 4ª Turma...003427-0/MG.: Des..00..) “Ementa: .. AMS 2000. ..” (TRF-1ª Região..03. .069215-5/DF. sua compensação.. 4ª Turma. Art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 217 . .: Des..: Des. 43.129/95. Rel. AC 2000. Decisão: 19/09/01. Todos os tributos trazem em si uma repercussão econômica nos preços finais dos produtos.00. pois os preços praticados no mercado. . desnecessária a prova do não repasse dos ônus financeiros a terceiros. podendo teoricamente até mesmo não ocorrer. Decisão: 17/09/02.212/91. A correção monetária não agrava a carga tributária .. mas esta se mostra irrelevante se não há uma previsão . p.) “Ementa: ... p. a vedação dos arts. II. 4ª Turma.. 69. 178..) “Ementa: .01. por conseguinte. 166).. A contribuição previdenciária incidente sobre as quantias pagas aos empresários/administradores. exclusivamente. III. Decisão: 10/06/03. independentemente da prova de não ter ocorrido a transferência do encargo do recolhimento. DJ de 24/09/03.. Rel. nem impede a repetição. Federal Olindo Menezes... não são considerados como tributo indireto.. Só cabe restituição do tributo pago indevidamente e. . DJ de 04/10/02...” (TRF-1ª Região.. não existindo garantia constitucional que determine sua repercussão financeira. Decisão: 03/09/03. se não houver transferência do encargo financeiro a terceiro. em matéria tributária no tocante à repetição de indébito (CTN..00. art.. A distinção entre impostos diretos (que não são repassados financeiramente) dos indiretos (que o são) repercute. 166 do Código Tributário Nacional. autônomos e avulsos. 3ª Turma.38. Decisão: 28/05/02.006542-6/MT. Rel.) “Ementa: . a restituição ou compensação dos valores indevidamente recolhidos. 89. 3ª Turma... p. quando declarado inconstitucional. AC 2001..063353-5/MG. no preço do bem produzido ou do serviço oferecido.... Federal Hilton Queiroz. AMS 1999.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). 56.. DJ de 20/06/02.” (TRF-1ª Região. não dependem apenas da vontade de quem os oferece.. 166 do CTN. não leva o tributo a ser indireto. DJ de 1º/08/03.” (TRF-1ª Região.38. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. Rel... V. I. 166 do Código Tributário Nacional e 89. § 1º. em bens e serviços. a vedação contida no art.. VII.01. pois a ‘transferência’ não se dá na mesma proporção.011432-7/MG.36.. DJ de 06/03/02. AC 2000. a título de custo tributário. por conseguinte. logo.V. dessa forma. Não sendo o PIS considerado um tributo indireto. Rel. A repercussão meramente econômica.: Juiz Saulo Casali Bahia (convocado). p. não sendo aplicável. na concepção jurídica.. não lhes aplicando. com a redação da Lei 9.00. Súmula 546 do STF.. p.) “Ementa: .

Federal Andrade Martins. por sua natureza jurídica. 3ª Turma..) . que suporta o encargo financeiro do tributo (art.218 Tribunal Regional Federal . 3ª Turma. Decisão: 02/10/01. Rel.. aplicada a jurisprudência da Turma. 166 do Código Tributário Nacional em relação a tributos que por sua natureza comportem transferência do respectivo encargo a terceiro deve ser interpretada no sentido de não uma transferência econômica. III.) “Ementa: . EDAC 98. porém. p. 81..) “Ementa: . Rel. DJ de 25/04/00.61.. A compreensão pessoal de que o terceiro. tudo em função de como a lei tenha estruturado a incidência do gravame sobre o contribuinte de jure e sua transferência ao terceiro..: Des. para efeito do disposto no art. p.055041-3/RJ. A contribuição previdenciária não se inclui na categoria de ‘tributo indireto’.03. . que exigem seja.. II. DJ de 24/01/01. sequer sendo destacável no cômputo dos preços de serviços ou de mercadorias.. Decisão: 23/04/03. é o consumidor final.. 166 do CTN. DJ de 28/05/03. mas sim jurídica.007326-2/SP. DJ de 17/02/03.. Federal Benedito Gonçalves. Federal Carlos Muta.. . A dicção do art..”(TRF-2ª Região. material e processual...: Des.25745-1/RJ. O quantum do IPI recolhido por montadora de veículos automotores é obrigatoriamente repassado às suas concessionárias no momento em que estas os adquirem para revenda. cede diante de outro sólido convencimento. AC 1999. em face da disciplina traçada no art..01.” (TRF-2ª Região.067682-9/SP. 373.: Des. porque obrigatória – como ocorre no IPI – cogitando-se ali.09.” (TRF-3ª Região.. Rel.. p. 4ª Turma.03. 166 do CTN. I... meramente aleatória. Decisão: 24/11/99.. e Súmula 546/STF). 2ª Turma. Rel. AMS 96. AMS 96.. baseado nos princípios da segurança jurídica e da isonomia. 145.. da natureza jurídica desses tributos. Federal Carlos Muta. Decisão: 11/02/98. 4ª Turma. II. portanto. nas circunstâncias do caso concreto. sendo irrelevantes.: Des. comporte a transmissão do encargo financeiro a terceiro.. eis que não tem repercussão direta sobre os preços. DJ de 31/03/98.” (TRF-3ª Região.) “Ementa: . AC 1999.” (TRF-3ª Região. p.: Des..02. Federal Cruz Netto. que reconhece a legitimidade ativa da montadora para postular o ressarcimento do IPI.. na espécie. . 188.02.. A contribuição do salário-educação não é tributo que.074556-1/SP.1ª Região legal de que o ônus financeiro será suportado por terceiro... CTN. ulteriores repasses do custo do gravame aos novos adquirentes que se sucedam na circulação econômica daqueles bens. 166. uma vez que autorizada pela rede de concessionárias . Decisão: 13/12/00. Rel. .) “Ementa: .

01. À luz do que dispõem o art. 2ª Turma. não caracteriza tal espécie tributária. Parágrafo único..” (TRF-4ª Região. há repercussão econômica. .) .. do Código Tributário Nacional e a Súmula 188 deste Superior Tribunal de Justiça. Rel. são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença. CTN. I. art. parágrafo único. e não a partir de cada pagamento efetuado . Federal Fábio Rosa. Os juros de mora de 1% ao mês são devidos. tanto na repetição.” “Ementa: .: Min. evidentemente. DJ de 16/06/03.. é excepcional a transferência do encargo. como nos casos de IPI e ICMS em que. salvo as referentes a infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da restituição. Restituição do indébito. 1ª Turma... DJ de 03/02/03. I. p. I. . com correção monetária e juros de mora de 1% ao mês a partir do trânsito em julgado da decisão que determina a restituição. 167. a partir do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar. A restituição total ou parcial do tributo dá lugar à restituição. Rel.) “Ementa: . o valor pago ao erário compõe o custo do produto ou do serviço. 167.” (STJ. Correção monetária. 167 do Código Tributário Nacional. AG 1999...” (STF..... II.. DJ de 21/03/03.. p. 286. A restituição vence juros não capitalizáveis. Decisão: 10/12/02. na nota fiscal. AgRRE 250609/RJ.) “Ementa: . 525.: Min. Francisco Falcão.012290-0/RS. Franciulli Neto. • Vide Súmula 188 do STJ: “Os juros moratórios.) Art. 284. 167. Tributos indiretos constituem exceção e a contribuição sobre a folha de salário.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 219 “Ementa: . porém a partir do trânsito em julgado da sentença.: Min. 1ª Turma.: Des. nas ações de repetição de indébito o termo inicial dos juros moratórios se dá a partir do trânsito em julgado da sentença. Juros. Restituição do que foi pago indevidamente. Rel. AGA 439721/PR. na mesma proporção.. Em todos os tributos. dos juros de mora e das penalidades pecuniárias. como na compensação. Carlos Velloso. p..04. 2ª Turma. Entretanto... p. Decisão: 13/08/02. 63. sob cujo pretexto se cobrou a contribuição sobre o pró-labore. Rel. DJ de 18/08/99. na repetição do indébito tributário.” (STJ. parágrafo único.... . ou seja.. conforme preceito estabelecido no art. é lançado em separado o valor do imposto pago pelo comprador. Decisão: 17/12/02.... AGREsp 426365/SP. Decisão: 11/05/99.

AC 1999. não se aplicando.) “Ementa: . Humberto Gomes de Barros. Rel.. conforme entendimento jurisprudencial dominante. 210) “Ementa: .” (STJ. DJ de 1º/09/03.. DJ de 15/05/03.. p.... Decisão: 20/02/02.” (TRF-1ª Região. 219 do Código de Processo Civil. Rel.) “Ementa: . p.. 167. Decisão: 18/09/03. DJ de 28/10/03. . Decisão: 07/08/03. Tese consagrada na Primeira Seção.220 Tribunal Regional Federal . com o julgamento dos EREsp’s 291257/SC.. III. determinou a incidência de juros moratórios. 167. p. 80... REsp 384004/MG. .” (TRF-1ª Região. 3ª Turma. p. REsp 255952/PR.048231-0/DF.) . a restituição de tributos. art. ) “Ementa: . Federal Mário César Ribeiro. Os juros de mora são devidos a partir do trânsito em julgado da decisão que determinar a restituição do que foi pago indevidamente (CTN.... com o advento da Lei 9.. Na repetição de indébito. 246. p. DJ de 12/08/03.005461-2/BA. na mesma intensidade que aqueles aplicados nos casos de mora do contribuinte e previstos no § 1º do art.. O Codex Tributário..1ª Região “Ementa: . Castro Meira.33. 167. V. uma vez declarada inconstitucional a cobrança do adicional do Imposto de Renda. ao disciplinar. 167.. AC 1999..: Min.” (STJ.00. 161 c/c art. 236. Decisão: 27/08/02. 2ª Turma. em seu art. 4ª Turma.: Min. Federal Hilton Queiroz. 161. pois existindo lei especial para tratar de matéria tributária – Código Tributário Nacional – é nela que se deve buscar o termo inicial da incidência dos aludidos juros (cf..” (TRF-1ª Região. a regra do art..018503-4/MG. Na repetição de indébito. a partir do trânsito em julgado da sentença (art. do CTN). 4ª Turma. Nas ações de repetição de indébito tributário. p. parágrafo único. REsp 505050/SP. 399497/SC e 425709/SC em 14/05/03. AC 1999... 124.01.. 103. DJ de 20/03/02..: Des. Súmula 188/STJ). DJ de 06/06/03.00. Rel. III.” (STJ. Rel.: Min.38.: Des. do CTN.00. III. quando dispõe que a citação válida constitui em mora o devedor.) “Ementa: . ou seja. são calculados a contar do trânsito em julgado da decisão judicial na base de 1% ao mês.. 167 do CTN).... seja como restituição ou compensação tributária. no percentual de 1% ao mês. Rel. não mais tendo aplicação o art. . 2ª Turma. a correção monetária incide desde o recolhimento indevido até o efetivo pagamento. ao caso. os juros moratórios são devidos à razão de 1% ao mês. a partir de 1º/01/96. Decisão: 25/03/03. os juros de mora passaram ser devidos pela Taxa Selic a partir do recolhimento indevido. . 1ª Turma. parágrafo único). parágrafo único.: Juiz Ricardo Machado Rabelo (convocado). Franciulli Netto.. .. Rel.250/95.. Os juros de mora... Os juros moratórios reconhecidos em primeiro grau deverão ser aplicados a partir do trânsito em julgado da sentença (art. Decisão: 28/05/02.

Federal Chalu Barbosa.. por conseguinte.” (TRF-2ª Região.. dado que a Lei 5.. prevalecer o trânsito em julgado como marco inicial dos juros moratórios. 167. . § 1º). Rel. este diploma não tem o condão de se sobrepôr ao que fora previsto no art. mandada aplicar especificamente à compensação e à restituição. DJ de 11/04/03. § 1º).. parágrafo único. 3ª Turma.: Des.00.) ... 39.. Fluem os mesmos a partir do trânsito em julgado da sentença (art. não mais tendo aplicação o art... EDAC 2000.019834-0/DF. de acordo com o art..: Des.) “Ementa: . Decisão: 11/03/03.01.022641-4/RJ.. AC 98... Federal Suzana Camargo. II. 190. de 26/12/95... p.02.. Decisão: 25/03/03. p. afastados. 167. V.046752-2/SP. 30. .250/ 95 determine sua aplicação a partir de janeiro de 1996.00.01. p. são devidos os juros moratórios a partir da data do trânsito em julgado da decisão e não desde a citação.: Des.03. Decisão: 18/02/03.. VI. Na repetição de indébito ou na compensação. DJ de 14/03/03. Federal Carlos Olavo. DJ de 18/02/03. AC 2000. do CTN.” (TRF-2ª Região. incide a partir de 1º/01/96 (art. 39. Precedentes do STJ.. A taxa de juros do Sistema Especial de Liquidação e Custódia –Selic.009294-8/PA. Rel. Federal Olindo Menezes.) VII.” (TRF-1ª Região. IV. cuja taxa é de 1% a.. com o advento da Lei 9. da Lei 9... p/ acórdão: Des. Decisão: 05/08/03. 167.. p.250/95. 69) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.. 3ª Turma.34.01. Federal Frederico Gueiros. 161 c/c art.054126-6/DF. art. os juros de mora passaram ser devidos pela Taxa Selic a partir do recolhimento indevido. p.. do CTN. III. do Código Tributário Nacional.. 80.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 221 “Ementa: . pela Lei 9.250.51.. 3ª Turma. em repetição do indébito.. p. do CTN. devendo. .39. Rel. Este Tribunal tem entendido que.m.” (TRF-3ª Região. Decisão: 06/08/02. § 1º. deve ser aplicada tão-somente a Taxa Selic. Decisão: 12/02/03. 5ª Turma. Rel. . Os juros de mora são contados a partir do trânsito em julgado da decisão que determinar a restituição. 630... REO 2002.. AC 2001. 3ª Turma.. A partir de 1º de janeiro de 1996. Rel.: Des. (CTN. 39 da Lei 9. a partir de 1º/01/96.) “Ementa: . 4ª Turma... DJ de 06/05/03.: Des. 62. .. 167. . DJ de 02/04/03.013310-4/ES. Quanto aos juros de mora. DJ de 26/08/03.250/95.00. Federal Cândido Ribeiro. nesse período. parágrafo único. 161. que compreende juros e correção monetária..) “Ementa: . parágrafo único.” (TRF-1ª Região. § 4º.. os juros de mora e quaisquer outros índices de correção monetária. conforme dispõe o § 4º do art.172/66 tem natureza de lei complementar. Os juros moratórios têm incidência sobre o principal corrigido. Rel. muito embora o art.) “Ementa: . AC 2001.

do Código Tributário Nacional.. “Ementa: . 167.250/95). § 4º. 39. da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado. Federal Marli Ferreira..047978-1/SP. AC 2001.007623-0/AL.00.. p. 168.034279-3/PB. . anulado. calculados à taxa de 1% ao mês. a repetição do indébito. daquele diploma legal.: Des. dentro de dois. Tratando-se de restituição de indébito tributário.. p. a partir de 1º/01/96 somente há ensejo para aplicação da Taxa Selic (art. Decisão: 03/12/02.” (TRF-5ª Região. 614. 566. Rel. 165. sendo certo que... de modo que os juros devem ser equivalentes à Taxa Selic.222 Tribunal Regional Federal . . DJ de 11/02/03. parágrafo único.05. Decisão: 25/09/02.) “Ementa: . 167. Rel. DJ de 20/08/03.. 4ª Turma. parágrafo único. p. AC 1999. IV.0150770/RS.80... contados: I.) “Ementa: .. ou seja.” (TRF-5ª Região.00. AC 2000.. na hipótese do inciso III do art.. § 4º. 165... Tendo pleiteado o contribuinte. da Lei 9.: Des. 567. DJ de 18/02/03. por força do art. 1ª Turma.. ficou revogado o art... II. 167.61. do CTN somente deverá ser observada nos casos em que o trânsito em julgado for anterior a 31/12/95 .) “Ementa: ..00.. Rel. revogado ou rescindido a decisão condenatória.00. 168 e 169 do . perante a Administração. Rel. a qual já inclui correção monetária e juros de mora. na forma do que dispõe o art. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria.. Federal Alcides Saldanha.) Art. IV. 977. É possível a incidência cumulada de juros compensatórios de 1% a partir do trânsito em julgado da decisão definitiva que determinar a restituição (parágrafo único do art. Lei 9. AC 2000.” (TRF-4ª Região.: Des. Decisão: 18/06/03. Decisão: 31/10/02.. com o mesmo fim... Em caso de restituição de indébito. bem como a Súmula 31 deste Tribunal Regional Federal. .1ª Região “Ementa: . parágrafo único. e.. 1ª Turma. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. 167. p.” (TRF-3ª Região.. CTN). atendidos se encontram os arts. após o indeferimento ajuizado a ação judicial.. os juros de mora devem se ater ao comando normativo do Código Tributário Nacional.. DJ de 25/11/02. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos.250/95. no prazo de cinco anos. nas hipóteses dos incisos I e II do art.: Des. 6ª Turma. 39. A regra insculpida no art. da data da extinção do crédito tributário.71.

Consolidado o entendimento desta Corte sobre o prazo prescricional para haver a restituição/compensação dos tributos lançados por homologação. para o contribuinte pleitear a restituição dos valores indevidamente recolhidos. p. DJ de 1º/09/03. Teori Albino Zavascki. . o prazo decadencial só começa a fluir após o decurso de cinco anos da ocorrência do fato gerador. Rel.. previsto no art. efetua o registro do seu crédito oponível submetendo suas contas à autoridade fiscal.” (STJ. este não acontecendo.: Min. .” (STJ. REsp 261203/SP..: Min. expirando este prazo sem que tal ocorra..) “Ementa: .: Min. 167. .) . A partir de então. Decisão: 03/06/03. DJ de 1º/09/03..” (STJ. AGREsp 273435/MG. ADREsp 331335/ MG. elidindo divergências.. ao invés de antecipar o pagamento.) “Ementa: . Não há... que falar-se em decadência ou prescrição. Decisão: 11/06/02.) “Ementa: . I. Não ocorrendo a homologação expressa.. que terá cinco anos. 1ª Turma.. Decisão: 26/08/03. ditou que..) “Ementa: . Rel. p. Milton Luiz Pereira.. o prazo decadencial só começa a fluir após o decurso de cinco anos da ocorrência do fato gerador..” (STF.. Aldir Passarinho. 243. a partir da homologação tácita. Decisão: 04/06/02. 2ª Turma...: Min. contados do fato gerador.. DJ de 15/09/03.. somados mais cinco anos.. tem início o prazo de cinco. contados da homologação tácita.. Eliana Calmon. p. 2ª Turma. Francisco Peçanha Martins.... p. AGREsp 479142/DF. p. . Rel.. acrescidos de mais cinco anos. 1ª Turma. p. 241. AGREsp 76973/RJ. A Primeira Seção consagrou entendimento no sentido de que. A Primeira Seção. que. DJ de 30/09/02. II. do CTN. contados do fato gerador. 245. no caso do Imposto de Renda retido na fonte. faltante este. não havendo homologação expressa do lançamento pela autoridade fiscal.. contados estes da homologação tácita do lançamento. João Otávio de Noronha. DJ de 02/06/03.: Min.858. I. o sujeito passivo da obrigação tributária. DJ de 21/11/86. 246. sendo o empréstimo compulsório sobre aquisição de combustíveis sujeito ao lançamento por homologação.. Rel. o direito de se pleitear a repetição de indébito se dá após o prazo de cinco anos..” (STJ. dá-se a homologação tácita e daí começa a fluir o prazo do contribuinte para pleitear judicialmente a restituição/compensação.. Rel. para homologá-las.. II.. . 22.) “Ementa: . Rel. Decisão: 31/10/86. ocorre no final do ano-base. Decisão: 08/04/03. Sendo o empréstimo compulsório sobre aquisição de combustíveis sujeito ao lançamento por homologação. ela se dá tacitamente no final do prazo de cinco anos contados do fato gerador. AgRAI 111231/SP.. 168. somados mais cinco anos. I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 223 CTN. 2ª Turma. deste modo.: Min. 2ª Turma.” (STJ.

Decisão: 29/10/02. . REsp 479953/PE.016078-3/MG.” (TRF-1ª Região. 30. de que dispõe o contribuinte (art.34. contados da ocorrência do fato gerador... Ressalvado o entendimento pessoal. .” (STJ. DJ de 17/12/02. 168.. I. 150.. p.. O lapso decadencial em se tratando de tributo por homologação é decenal. p.. Decisão: 21/08/03. Decisão: 20/11/02. V. acrescido de mais cinco anos. Rel.: Min.” (STJ.. AC 2000. REsp 318782/MG.... I. o prazo decadencial de que trata o art.” (TRF-1ª Região. 1ª Turma. é de 5(cinco) anos. DJ de 13/12/02.1ª Região “Ementa: .: Des. DJ de 28/10/03.. no prazo de cinco anos contados da ocorrência do fato gerador. p.) “Ementa: . CTN). por se tratar de tributo sujeito a lançamento por homologação.. 3ª Turma. que. 251. no caso do tributo lançado por homologação.. . Rel. do CTN conta-se da homologação . conta-se da homologação tácita.38.: Des.. só ocorrerá após o transcurso do prazo de cinco anos.00. O prazo para pleitear a restituição do IOF.. Rel. DJ de 14/03/03. do CTN....019834-0/DF.. . I. Luiz Fux.. I. 62. 168. . . AMS 2000. 3ª Turma. contados a partir da retenção indevida na fonte. o prazo qüinqüenal de repetição. nos tributos lançados por homologação..224 Tribunal Regional Federal . computado desde o termo final do prazo atribuído ao Fisco para verificar o quantum devido a título de tributo. Federal Olindo Menezes. Decisão: 12/02/03. somente se inicia após o decurso de cinco anos contados a partir do fato gerador. DJ de 15/09/03.. acrescidos de mais um qüinqüênio. IV. Federal Cândido Ribeiro. Rel.. Castro Meira..) “Ementa: .03.38.” (TRF-1ª Região..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). tendo como termo a quo o pagamento indevido (art.. I. Decisão: 18/09/03. a qual deve se realizar. dá-se no pagamento antecipado do crédito fiscal.. de que trata o art.00.. segue-se a orientação jurisprudencial da Turma no sentido de que o prazo decadencial. I.. I. contados daquela da data em que se deu a homologação tácita. em não havendo homologação expressa. se outro interregno não estiver previsto em lei. Em se tratando de tributo sujeitos ao lançamento por homologação.: Min...) “Ementa: . 2ª Turma.004507-5/MG.. 168. 4ª Turma. A decadência do direito à repetição do indébito começa a fluir a partir da extinção do crédito fiscal. A jurisprudência desta Corte já assentou que a extinção do direito de pleitear a restituição de imposto sujeito a lançamento por homologação. . p.. 168. salvo havendo homologação expressa pelo Fisco (art... Segundo os precedentes do STJ. AC 2000. 243. conforme orientação do egrégio Superior Tribunal de Justiça. § 4º-idem). 84.. p. Rel... I..) “Ementa: .) “Ementa: . CTN).

Nos tributos lançáveis por homologação. Rel.00.” (TRF-1ª Região.. p. 40. 5ª Turma.. para se pleitear a restituição do pagamento indevido. do Código Tributário Nacional. do CTN). Decisão: 11/12/02.. 183.) “Ementa: . AMS 2002.: Des. . DJ de 14/08/03. Decisão: 17/06/03..” (TRF-2ª Região. Federal Luciano Tolentino Amaral.01. 59. EDAC 1997.. contados do termo final do prazo deferido ao Fisco para a apuração do tributo devido. . p. EIAC 2000..00. que é a data de extinção do crédito tributário (art. o contribuinte terá 05 (cinco) anos (decadência qüinqüenal) para pleitear a restituição do indébito tributário (art. se não houver outro prazo previsto em lei. caput. No prazo para repetição do indébito ou para compensação deve-se também computar os cinco anos necessários à homologação tácita do pagamento procedido pelo contribuinte (art. Prescreve a pretensão de repetição do indébito contra a Fazenda Pública após cinco anos de efetiva constituição do crédito. prescricional) de cinco anos previsto no art.. 150... 3ª Turma. Rel. Federal Hilton Queiroz.) “Ementa: . consoante o art. 2ª Seção.021533-5/BA. 168 do CTN. I.019187-6/BA. IV.” (TRF-1ª Região. I.. que é condição para a extinção definitiva do crédito tributário. 168. III. 168.01. a partir do pagamento indevido ou a maior .: Des. Federal Plauto Ribeiro. 168. entendimento que se harmoniza com o disposto no art..02.” (TRF-1ª Região. EDAMS 2000. I. CTN).00...066331-5/RJ. Rel.: Des. DJ de 30/01/03.: Des.051232-1/DF. inciso VII. inciso I. 88. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 225 tácita.) “Ementa: . combinado com o art.. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação.. Decisão: 11/06/03. § 4º. 22... Federal Mário César Ribeiro. 168 do Códi- . do CTN). p.. AC 2000. II. acrescidos de outros cinco anos. 4ª Turma. 4ª Turma. DJ de 26/06/02. 156. a qual deve se realizar no prazo de cinco anos. somados ao prazo decadencial (rectius. .) “Ementa: .) “Ementa: .. Rel.01. Decisão: 18/06/03. DJ de 11/07/03. Tida por havida a homologação.” (TRF-1ª Região. Federal Nizete Rodrigues... O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial. p.0424357/DF.. a extinção do direito de repetir o indébito tributário somente ocorre decorridos cinco anos.33...: Des.. DJ de 1º/08/03.. o termo a quo para fluência do prazo decadencial repetitório é o 1º dia do exercício seguinte aquele em que ocorre a homologação (tácita ou expressa). p. III... Decisão: 07/08/01. desde a ocorrência do fato gerador. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento.. o que pode resultar em período de até 10 (anos) entre a ocorrência do fato gerador e a perda do direito de pleitear a repetição. ..34.00.

168. Decisão: 29/04/ 03.. conta-se.61.006014-0/SC. V.. Federal Johonsom Di Salvo. 5ª Turma..” (TRF-4ª Região.” (TRF-3ª Região..61... 1ª Turma. p.: Des..70... extingue-se em cinco anos (art. .. DJ de 06/02/02. contado da data da extinção do crédito tributário. .” (TRF-3ª Região. AMS 1999. p. AC 2000. . de maneira que.035184-1/PR. . Em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. Rel. DJ de 22/04/03.. p. 839. O direito de pedir a devolução de crédito pago indevidamente ao Poder Público. isto é. DJ de 19/08/03. DJ de 20/08/03.012352-4/SP.. Decisão: 25/02/03. é de- ..) “Ementa: . Rel. Decisão: 29/07/03. resta evidente que o prazo para o contribuinte repetir ou compensar tributo cujo lançamento se dá por homologação é de 10 anos contados de cada um deles.) “Ementa: . o contribuinte antecipa o pagamento mas a extinção do crédito tributário submete-se à homologação pelo Fisco.: Des..02.00. Decisão: 08/11/01.: Des.” (TRF-4ª Região.00. operando-se esta a partir do pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. 208.226 Tribunal Regional Federal .. DJ de 21/10/02. ... DJ de 25/02/03. Rel. AC 2000. 6ª Turma.. 168. Federal André Fontes.” (TRF-2ª Região. I. que tem 5 anos para debruçar-se sobre o adimplemento.1ª Região go Tributário Nacional.99. Decisão: 08/05/02... Federal Leandro Paulsen. Contribuições sociais são tributos cujo lançamento ocorre por homologação. I. do CTN. I.) “Ementa: ..00.” (TRF-3ª Região. AC 2000... p.003877-2/SP.. 168 do CTN. começando a fluir somente após a homologação.. Decisão: 05/11/02.) “Ementa: . expressa ou tácita. ..) “Ementa: . é de dez anos a contar da ocorrência do fato gerador. CTN) e desde que este só é tido como juridicamente válido depois da homologação expressa ou tácita que decorre em até 5 anos contados de cada recolhimento antecipado. 168. o prazo prescricional para postular a restituição é de 5 anos (art.. 328.. AMS 2002.. Rel. Rel..064495-3/RJ..03. do decurso do prazo para homologação. Como o direito de repetir ou compensar só flui a partir do pagamento (art. I. Rel.) “Ementa: . I.. inciso I.. 168 do CTN). Federal Fábio Prieto. 458. do CTN). p. O prazo para o contribuinte pleitear a repetição do indébito ou a compensação extingue-se com o decurso do prazo de 05 (cinco) anos (art. 5ª Turma.72. 672. em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. Federal Dirceu de Almeida Soares. a título – inconstitucional ou ilegal – de tributo. 2ª Turma.. O Supremo Tribunal Federal já se posicionou no sentido de que o prazo extintivo do direito de pleitear a restituição.: Des.: Des.01736-9/SP..01.01. 438.. O prazo do art. p. estatuído no art. pena de tácita homologação. Federal Ramza Tartuce.. AMS 2000. 1ª Turma. 168 do CTN). I. seja decadencial ou prescricional.: Des.. na prática. .. a ser realizada pelo Fisco em igual período.

Decisão: 12/11/02. 169 do mesmo diploma legal.. AC 2000. II. 168. Rel. perante a Administração. .554..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 227 cadencial.... Decisão: 08/02/96.. o sujeito passivo tem o prazo de cinco anos para pedir a repetição do indébito. Uma vez requerida a restituição. com o mesmo fim. prazo prescricional. que se dá. AMS 2001. arts. .00. . por quaisquer dessas vias. 2ª Turma.. O prazo de prescrição é interrompido pelo início da ação judicial.. a ação de repetição pressupõe decisão administrativa denegatória do pedido de restituição do indébito. Aldir Passarinho. I. o prazo decadencial inicia quando decorridos 05 (cinco) anos a contar-se da homologação expressa ou tácita do lançamento. diferentemente do prazo que cuida o art..” (STF. “Ementa: . Decadência e prescrição na repetição do indébito. “Ementa: . 168 e 169 do CTN. sem interrupção ou suspensão.. o prazo para compensação será de dez anos após a ocorrência do fato gerador. dentro do referido lapso temporal.. 495). sendo essa tácita. a repetição do indébito. Federal Napoleão Maia Filho.858. O direito à compensação de pagamento indevido conta-se por cinco anos a partir da extinção do crédito tributário (art. não há mais que se cogitar da fluência do prazo decadencial...003074-6/RN. 2ª Turma. DJ de 21/02/03. Rel.: Des. I.” (TRF-5ª Região.) Art. podendo fazê-lo na esfera judicial ou na esfera administrativa.. Tendo pleiteado o contribuinte. atendidos se encontram os arts. concomitantemente. recomeçando o seu curso. por metade.) “Ementa: . Federal Petrúcio Ferreira.. 168.) “Ementa: . Prescreve em 2 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar a restituição. Rel. 2ª Turma. fulmina o próprio direito de repetir.. e. Quer no sistema do Código Tributário Nacional (art.84. a partir da data da intimação validamente feita ao representante judicial da Fazenda Pública interessada.. pois. quanto no do Código de Processo Civil (art.. p/ acórdão: Min. dentro de dois.. AgRAI 111231/SP. DJ de 18/03/96... 4ª Turma..” (TRF-5ª Região. do CTN.. .. . p. CTN. 169. I.: Des. DJ de 16/04/03. REsp 35278/RJ.012935-7/RN.. 3º). .. De acordo com o art.: Min. 7.” (STJ.. Decisão: 28/05/02. Parágrafo único. Rel. após o indeferimento ajuizado a ação judicial.. 169). I. no prazo de cinco anos. .00. 168 e 169. 22...84. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. p. do CTN). à homologação do Fisco. DJ de 21/11/86. Decisão: 31/10/86. p. Ari Pargendler.

. p..06842-1/PE..) “Ementa: . conclui-se que o ingresso de pleito repetitório na via administrativa interrompe a prescrição qüinqüenal.. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos.” (TRF-3ª Região.. DJ de 22/04/92.. se houver pedido administrativo pleiteando a restituição.. DJ de 22/04/02..05. . a apuração do seu montante..) SEÇÃO IV Demais Modalidades de Extinção Art. Federal Oliveira Lima. Decisão: 18/09/96.) “Ementa: . espécie de que trata o art. Rel. .. EDAC 91. 169 do Código Tributário Nacional. DJ de 13/08/90. 168 do CTN. p.” (TRF-3ª Região. Inocorre a decadência quando não existe pedido administrativo. para os efeitos deste artigo.. . vencidos ou vincendos. 4ª Turma. cominar redução maior que a correspondente ao juro de 1% (um por cento) ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento. . a lei determinará. 169).. 168 do mesmo diploma legal. Decisão: 26/03/02. que é de cinco anos. o prazo prescricional é de dois anos e conta-se da data em que o contribuinte tiver conhecimento da decisão indeferindo seu pleito (CTN.” (TRF-1ª Região. contados da lesão do direito. A lei pode. 169).: Des.. Rel.03..228 Tribunal Regional Federal . art. I. tanto que.. concorrendo..: Des.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). III. 2ª Turma Suplementar. AC 94.. 91..: Des. o prazo de prescrição para propor ação anulatória da decisão é de dois anos (art.000307-8/SP.. Interpretando-se o art. DJ de 26/11/96. nas condições e sob as garantias que estipular. 91.” (TRF-5ª Região. p. . ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa..25986-0/DF. em consonância com o Decreto 20.1ª Região remanescendo tão-somente o exame da prescrição. 4ª Turma.) “Ementa: . Decisão: 20/03/90.000.. Decisão: 18/03/92. 52. Rel. 2ª Turma. porém. Parágrafo único. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública. AC 89.01. Federal Homar Cais. ainda. AC 96.910/32. 170. Rel. Federal José Delgado.03. não podendo. prevista no art. a prescrição específica da ação anulatória da decisão administrativa denegatória da restituição. Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo.061825-0/SP. quando formulado e inadmitido.

. como tais.. 1ª Turma. .: Min.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 229 “Ementa: . A exegese do art. p. Conforme expressamente exige o art... DJ de 30/06/03. .. p/ acórdão: Min. porque constituem espécies de contribuições distintas.383/91 não revogou normas consignadas no Código Tributário Nacional (art... 154.. 170 do Código Tributário Nacional.” (STJ. DJ de 10/03/03.” (STJ.) “Ementa: . Decisão: 26/11/02... Rel. segundo o texto legal referenciado. AGREsp 331323/RJ. só se admite compensação quando existir lei ordinária a regulamentá-la.) “Ementa: . deve ser provido o recurso especial da Fazenda Nacional para fins de se determinar que a compensação deferida nos autos se efetue apenas com parcelas vencidas e vincendas do próprio PIS.” (STJ.. 92. não vejo impedimento à sua efetivação com parcelas vencidas e vincendas.. na definição legal (para justificarem a compensação). portanto. REsp 346841/RS. . Hipótese expressa na legislação (art. mormente quando se sabe das dificuldades existentes no relacionamento Fiscocontribuinte. José Delgado.. A certeza e a liquidez dos créditos são requisitos indispensáveis para a compensação autorizada por lei. Assim. o art. p. por sentença judicial . vencidos ou vincendos. 170 do CTN. José Delgado.. A Lei 8.. existindo possibilidade legal para se proceder à compensação. .. não há como limitar o seu direito de compensar apenas os seus créditos vincendos. Rel. A Primeira Seção do STJ assentou o entendimento de que os valores recolhidos indevidamente a título de PIS são compensáveis apenas com débitos vencidos ou vincendos do próprio PIS. AGREsp 495012/AL. DJ de 25/03/02.. deixa clara a conclusão de ser inegável que a compensação constitui direito do contribuinte. 170). credor do Fisco e.. 1ª Turma. Portanto. I. a compensação. II. Decisão: 07/02/02. em cada esfera dos entes federativos. Rel.. p... que é lei complementar e dispõe acerca dos pressupostos necessários a autorizar o instituto da compensação. são os créditos tributários expressamente declarados pelo Fisco e os reconhecidos. Decisão: 20/05/03... 170 do CTN). ao Finsocial e à CSL. se revestirem dos atributos de liquidez e certeza.. 1ª Turma. .. 156 do CTN) de extinção do crédito tributário. só poderá ser autorizada se os créditos do contribuinte em relação a Fazenda Pública.. Líquidos e certos. de extinguir o seu crédito tributário.. 193.. ao mesmo tempo submisso ao pagamento da exação. em consonância com a finalidade do instituto como real encontro de contas. 170 do CTN estabelece certas condições à compensação de tributos . Não podendo ser compensados com outros devidos e correspondentes à Cofins.: Min... II. José Delgado.) “Ementa: . nos termos em que está definida em lei (art.

100..” (TRF-1ª Região. DJ de 09/05/03.” (TRF-1ª Região.: Des.009509-0/BA. a disciplinar a matéria. tradutora do interesse de agir). 66 da Lei 8. apta. nem no art.33. 3ª Turma..” (STJ. . 170 do CTN. ROMS 6727/SP. em ambos os casos sob condição de ulterior homologação pelo Fisco.” (TRF-1ª Região.) . que trata da compensação tributária. Ao Judiciário compete tão-somente declarar a compensabilidade que. a contestação negar a possibilidade de realização. Não há no art.. Rel.. 114.. 23. Decisão: 1º/04/03. divergente da jurisprudência da 4ª Turma/TRF1 e do STJ.430/96.. na prática. é cabível a sua realização por ordem judicial. IV.00. Federal Olindo Menezes. DJ de 06/06/03.383/91. quando for concreta e indevidamente negada na órbita administrativa. a despeito da expressa vedação do art. no caso de parcelas vincendas.: Min.. devidamente certificada. assentou que a compensação de créditos do PIS poderá ser feita. por provimento judicial. III. Decisão: 06/05/03.. .01.CTN). II. proposta ação ordinária sem aquele antecedente (negação do Fisco. p.” (TRF-1ª Região.00. p. contestar a possibilidade de realização.Código Civil e art. .637/02. O art. a 3ª Turma deste TRF1... 3ª Turma. poderá ocorrer sob a forma de compensação (arts.. será examinável na esfera administrativa.383/91 e art.Lei 8.044819-7/MG. 111. quando for concreta e indevidamente indeferida na órbita administrativa.01. DJ de 11/06/03... p. previsão de compensação de créditos tributários com débitos de terceiros.. Federal Hilton Queiroz.. com qualquer tributo administrado pela SRF. Conquanto a compensação tributária esteja inserida na esfera de atribuições da autoridade fiscal (art. p. proposta a ação sem aquele antecedente (negação do Fisco. . 170 ..) “Ementa: . 121. 4ª Turma. .: Des. por delegação do art.12145-5/GO. AMS 2002. oferecendo resposta. por decisão majoritária..: Des. no seu entender.) “Ementa: . tradutora do interesse processual). ou quando. 170 do Código Tributário Nacional autoriza a compensação de ‘créditos líquidos e certos’.CTN e 66 . AMS 96. A restituição. Rel. p. que se teve por revogado pela Lei 10. DJ de 1º/07/96.. DJ de 27/06/03..987. Decisão: 11/06/96. Vencido este Relator..230 Tribunal Regional Federal .017 . Rel. Rel.. em face da IN/SRF 210/02. a Fazenda Pública. 74 da Lei 9. 66 da Lei 8. III. Federal Luciano Tolentino Amaral. Demócrito Reinaldo.. 1ª Turma. AC 1999. Federal Hilton Queiroz. Decisão: 29/04/03.: Des.00. Rel. Decisão: 10/06/03.01.087988-7/DF. VI.) “Ementa: ... AC 1998.383/91). 170 . 1... 170 do Código Tributário Nacional. no que se relaciona com a exatidão dos cálculos.) “Ementa: .1ª Região com trânsito em julgado.. ou quando. que disciplinaram a matéria relativa à compensação. 4ª Turma.

No tocante à compensação. conforme preceitua o art. enquanto a outra constitui norma dirigida ao contribuinte e é relativa à compensação no âmbito do lançamento por homologação. ... 73 e 74 da Lei 9.. ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa.05. DJ de 13/05/03..383/91. Em se tratando de compensação por homologação. 170-A. Rel.. Conforme orientação firmada pelo colendo Superior Tribunal de Justiça ‘não há confundir a compensação prevista no art.. nas condições e sob as garantias que estipular..254. II.. a lei pode. Federal Petrúcio Ferreira.. I.. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos. 426. 1ª Turma. 170 do CTN. o Decreto 2. . ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa. 1ª Turma. Decisão: 31/03/03.05. IV.01. p.. VI. AG 2001.. enquanto a Lei 8. Rel.” (TRF-2ª Região.. para se obter o reconhecimento do direito à compensação com abrangência verificada nas disposições do Decreto 2.. Nos termos do art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 231 “Ementa: .019121-3/CE.138/97.” (TRF-5ª Região. É inconcebível a utilização de uma construção pretoriana com bases interpretativas sobre o art..138/97 cuida de compensação efetuada pela própria Secretaria da Receita Federal mediante procedimento interno.. 220.” (TRF-5ª Região. A primeira é norma dirigida à autoridade fiscal e concerne à compensação de créditos tributários.... .. 66 da Lei 8. . 1.00. . 170 do CTN. AMS 99. Federal Carreira Alvim. nas condições e sob as garantias que estipular.64110-6/PE.51. 2ª Turma.: Des. 170 do Código Tributário Nacional com a compensação a que se refere o art. 170 do CTN. que prevê a compensabilidade com quaisquer tributos ou contribuições.. 66 da Lei 8..’ . Rel. regulamentando os arts.004303-4/RJ... Decisão: 27/02/03.. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos... Federal Ivan Lira de Carvalho. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública. DJ de 28/03/03. DJ de 15/05/03. antes .383/91 – que admite a compensação apenas com tributos e contribuições de mesma espécie –. p.430/96 em atenção ao disposto no art.) Art. p.. vencidos e vincendos. posto que. AC 2001. ‘a Primeira Seção do STJ assentou o entendimento de que os valores recolhidos indevidamente a título de PIS são compensáveis apenas com débitos vencidos ou vincendos do próprio PIS. a lei pode.: Des.) “Ementa: ...383/91 trata de compensação por homologação procedida pelo contribuinte mediante registro na escrita fiscal do crédito oponível à Fazenda Pública. Decisão: 18/06/02.: Des. vencidos ou vincendos do sujeito passivo contra a Fazenda Pública .) “Ementa: . É vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo.

3ª Turma.” (TRF-1ª Região..1ª Região do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. 4ª Turma.01. DJ de 12/05/03. Ag 1999.. introduzido pela Lei Complementar 104/01. 170-A do Código Tributário Nacional corrobora o entendimento jurisprudencial que inadmite a possibilidade de se conceder. Rel. 284.00... O art..01. ao impedir a compensação mediante o aproveitamento de tributo antes do trânsito em julgado da decisão judicial. da Lei 1. Liminar e antecipação de tutela. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. .) “Ementa: .. de 10/01/01) • Vide Súmula 212 do STJ: “A compensação de créditos tributários não pode ser deferida por medida liminar. 13.) “Ementa: .: Des. 170-A.. II. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. veda a compensação mediante aproveitamento de tributo. 170-A do CTN. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.” (TRF-1ª Região. p.. Rel. 170-A do CTN.. O CTN. Rel. Decisão: 29/04/03. 121. Ag 2002.” “Ementa: . Necessidade de trânsito em julgado da decisão judicial. O art.. AC 1999.” (TRF-1ª Região. Impossibilidade....: Min. 4ª Turma. criou hipótese de efeito suspensivo para o recebimento de apelos em mandados de segurança. Federal Luciano Tolentino Amaral..533/51.00. Lei Complementar 104/01.. Franciulli Netto. p..00. (Artigo incluído pela LCp 104.” • Vide Súmula 45 do TRF-4ª Região: “Descabe a concessão de liminar ou de antecipação de tutela para a compensação de tributos.015736-0/MG..232 Tribunal Regional Federal .0886361/MG. 2ª Turma..) “Ementa: . Decisão: 15/10/02.014083-0/MT.” (STJ. p.. DJ de 14/03/03.” • Vide Súmula 213 do STJ: “O mandado de segurança constitui ação adequada para a declaração do direito à compensação tributária.. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. Decisão: 25/03/03. parágrafo único. 45. a compensação tributária. DJ de 23/05/03.38..: Des.. III. Rel. Federal Hilton Queiroz. em seu art. . DJ de 11/04/03. em sede de antecipação da tutela. 71. como exceção à regra do art... . I. Decisão: 18/02/ 03.: Des.) “Ementa: . Compensação.. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial’.. determina expressamente que ‘é vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo. REsp 440071/CE. . p.. O art. .

Da mesma sorte. 171. ... AG 2002..: Min. em matéria pertinente a tributos... seja quanto a impostos. 170A do Código Tributário Nacional. DJ de 05/05/03.01. . 2ª Turma.010010-0/RJ. 219.. A lei pode facultar. 2ª Turma.. mediante concessões mútuas.” (STJ. 3ª Turma.) “Ementa: .. 170-A do CTN não é aplicável quando já exista certeza quanto ao indébito.02. I. nas condições que estabeleça..” (TRF-2ª Região. Parágrafo único.) . DJ de 12/05/03. aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária celebrar transação que.. Decisão: 17/03/03. novo contorno jurídico.) “Ementa: . Destarte. 170-A do Código Tributário Nacional.01.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 233 I. A transação entre o contribuinte e o Fisco leva à extinção da obrigação (art. 140. não tendo ocorrido o trânsito em julgado da sentença que reconheceu o recolhimento a maior de tributo no exercício de 1995. Eliana Calmon. p.: Des. tais compensações somente podem ser autorizadas após o trânsito em julgado. Rel. requisito necessário a autorizar a antecipação de tutela ..” (TRF-2ª Região. 171 do CTN). “Ementa: . O art.. . AMS 2000. advinda de ação direta de inconstitucionalidade ou de resolução do Senado. Decisão: 26/10/99. Decisão: 29/10/02. DJ de 24/02/03. A questão . ou a concessão de tutela antecipada. passou a ter.01. Assim. com a edição da Lei Complementar 104. de 10 de janeiro de 2001. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo.. inaplicável a compensação de indébitos configurados antes da sua vigência. Federal Castro Aguiar. Rel. REsp 21743/RJ. DJ de 29/11/99.: Des.. p. A lei indicará a autoridade competente para autorizar a transação em cada caso.. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. segundo o qual ficou vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo. 4ª Turma.042484-6/RJ. previdenciárias ou qualquer outra. Federal Frederico Gueiros. não se pode falar em compensação e nem. IX. taxas ou contribuição de melhoria. econômicas. importe em determinação de litígio e conseqüente extinção de crédito tributário. p. seja quanto a contribuições sociais.. AGT 2002.. Rel. o crédito que o contribuinte pretende utilizar para compensar com os valores que lhe estão sendo cobrados ainda não goza de certeza e liquidez..: Des... 204. envolvendo compensação.02.) Art. o que afasta.02. p.” (TRF-2ª Região. À vista do art.. IV. que a todos vinculam. nos termos do art. Federal Valmir Peçanha.067263-8/RJ. ipso facto. em fumaça do bom direito. 146.. desde logo. Rel. Decisão: 05/02/03.. a concessão de liminar em mandado de segurança ou de medida cautelar..

234 Tribunal Regional Federal . II. por despacho fundamentado.. Rel. Natureza jurídica de transação.. ainda que de forma parcelada e mediante concessões mútuas. AGV 2001. 182. 507. 34 da Lei 9. DJ de 06/03/03. à situação econômica do sujeito passivo. Decisão: 02/09/02.. a condições peculiares a determinada região do território da entidade tributante. 4ª Turma. . quando cabível. mediante concessões mútuas. podem.1ª Região “Ementa: .. por meio de um ato de liberalidade. . remissão total ou parcial do crédito tributário.01. com providências efetivas ao pagamento.” (TRF-1ª Região..249/95 fala em promover o pagamento e. IV. A opção feita pela impetrante de integrar-se ao Refis é uma transação entre o contribuinte e a União. nada impede que este se faça após o ato de recebimento da acusação’. Art. Federal Hilton Queiroz. p.) Art.) “Ementa: . p. antecedentemente ao recebimento da denúncia.: Des. permitindo-lhe. REsp 228228/DF. em relação com as características pessoais ou materiais do caso. à diminuta importância do crédito tributário. nestas circunstâncias. 1ª Turma. Parágrafo único. 163.. a considerações de eqüidade.02. Federal Julieta Lídia Lunz. 5ª Turma.: Min. 172. . Rel.. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. . 155. nas condições previstas em lei. retira a justa causa para a ação penal. Decisão: 18/12/02. 171 do CTN..: Des. V. ao erro ou ignorância excusáveis do sujeito passivo. José Arnaldo da Fonseca..” (STJ.021101-9/RJ. o disposto no art.. modalidade de extinção do crédito tributário prevista no art...009816-2/DF. DJ de 08/05/03. A lei pode autorizar a autoridade administrativa a conceder. celebrar acordo que importe em terminação de litígio..00. DJ de 23/10/00. Programa de Recuperação Fiscal. p. 171 CTN. Decisão: 13/09/00.” (TRF-2ª Região. Transação..) “Ementa: . AMS 2002. ‘a transação proposta pelo contribuinte e aceita pelo Fisco.. com vista à extinção do crédito tributário pelo pagamento. quanto a matéria de fato.. o cumprimento de sua prestação fiscal de forma mais benéfica. atendendo: I.. I. que prevê que. O art. III. aplicando-se. Rel. I. sujeito passivo e ativo. formalizado bilateralmente o ajuste.34..

p. II.. fluindo. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos. . por vício formal.. • Vide Súmula 219 do TFR: “Não havendo antecipação de pagamento.718/98. da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado. 173.) Art. que. 606. no qüinqüênio. o mesmo ensejará julgamento de mérito.. 8º da Lei 9.. DJ de 29/03/99. Remissão disfarçada e iníqua de crédito tributário. do CTN. inciso IV. contados: • Vide Súmula 153 do TFR: Constituído. inciso IV. o prazo prescricional.. instituto cujas matrizes se encontram no art.172/66 erige-se também em ilegalidade qualificada. p/ acórdão: Des.303/86. em princípio. ..” II..03. Rel. Federal Andrade Martins.” (TRF-1ª Região. do CTN. III.. 172.01.718/98 refoge à exigência de eqüidade.00. o art. 172.07146-4/GO. e 172. Decisão: 26/02/99.. o crédito tributário. caracteriza-se como remissão. art. 156. I. em consonância com o disposto nos arts. decorrente de expressa autorização legal. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 235 “Ementa: .) “Ementa: . • Vide Súmula 108 do TFR: . AC 95. conforme previsto em lei (Decreto-Lei 2.. do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. O cancelamento de débito fiscal em razão do seu valor. Subversão dos vetores da eqüidade exigida pelo art. art. todavia. Cofins.. 8º. até que sejam decididos os recursos administrativos.. AG 1999. insculpida no inciso IV da disposição codificada. . a partir daí. Observando-se referido cancelamento em sede judicial. através de auto de infração ou notificação de lançamento. IV. 172 do Código Tributário Nacional. 269..” (TRF-3ª Região.. Lei 9. do CPC. da Lei 5.: Juiz Alexandre Vidigal (convocado). o direito de constituir o crédito previdenciário extingue-se decorrido cinco anos do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador.. 299. Rel. 4ª Turma. 29). A melhor doutrina inclina-se por caracterizar a remissão como figura extintiva abrangente tanto do tributo que não tenha sido recolhido como do que já o foi. II. . o lançamento anteriormente efetuado. 4ª Turma. fica em suspenso.012641-4/SP. A iniqüidade que afronta o art.. conforme previsto no art. DJ de 05/10/01.. V. não há falar em decadência.” I. Decisão: 23/08/00.. Ao instituir modalidade disfarçada de remissão fiscal. dado ser inerente à norma violada o valor de lei complementar.

.. 347.” (STJ. do Código Tributário Nacional... ou há prova de fraude. Rel. 150. os arts. p. Somente quando não há pagamento antecipado.. acrescidos de mais um qüinqüênio. I.” “Ementa: .: Min. a fixação do termo a quo do prazo decadencial para a constituição do crédito deve considerar. . p. I. Rel. § 4º. • Vide Súmula 210 do STJ: “A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos... do CTN deve ser interpretado em conjunto com seu art..236 Tribunal Regional Federal . Rel. ao sujeito passivo. 150. REsp 413343/SC.” (STJ. do CTN. . 173. e 173.: Min. REsp 463521/PR. do CTN. p. O direito de a Fazenda constituir o crédito tributário.. 1ª Turma. § 4º. I. 2ª Turma. 173. dolo ou simulação é que se aplica o disposto no art. O art.. 227. .: Min. p. Na hipótese em exame... DJ de 19/05/03. Humberto Gomes de Barros.” (STJ. 173. DJ de 21/10/ 02.. Somente quando não há pagamento antecipado. do CTN. 1ª Turma..: Min. de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento. REsp 395059/RS..” Parágrafo único. é de 5 (cinco) anos contados da ocorrência do fato gerador...1ª Região “A constituição do crédito previdenciário está sujeita ao prazo de decadência de cinco anos.. O direito a que se refere este artigo extinguese definitivamente com o decurso do prazo nele previsto. Interpretação dos arts. I.. Decisão: 17/12/02. 137. em conjunto. Luiz Fux.. I.. ou há prova de fraude. 184.... Eliana Calmon. I e 150. Decisão: 19/09/02..) “Ementa: .) “Ementa: . Em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. DJ de 17/02/03. contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação. o prazo decadencial será de cinco anos a contar da ocorrência do fato gerador. ‘O Código Tributário Nacional estabelece três fases inconfundíveis: a que vai até a notificação do lançamento ao sujeito passivo. .) “Ementa: . 173. § 4º. que cuida de lançamento por homologação (contribuição previdenciária) com pagamento antecipado. .. II.) “Ementa: ... Decisão: 27/08/03. Franciulli Netto. Decisão: 06/05/03. DJ de 28/10/03... Rel.” (STJ.... dolo ou simulação é que se aplica o disposto no art. em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. 1ª Seção. EREsp 278727/ DF. em que corre prazo de ..

365/MG. a partir daí. 178. I e II). ocorre a homologação tácita e. 151. RESp 223116/SP. Decisão: 18/06/03.” (STJ.: Min. contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado (CTN. 173.. 174)’ (RE 95..34. 173. DJ de 08/08/03. a Fazenda tem o prazo de cinco anos contados do primeiro dia do exercício seguinte à mencionada declaração (art. DJ de 11/07/03..051232-1/DF. relativa ao ano-base anterior. 111... Min. desse qüinqüênio.) “Ementa: . Para homologar declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física feita em determinado exercício..38. contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que se extinguiu o direito potestativo do Estado rever e homologar o lançamento. Rel. 2ª Turma.0053396/MG. AMS 2001. III. 1ª Turma.246/SP.. AC 2000. quando corre prazo de prescrição da ação judicial da Fazenda (art. a que começa na data da solução final do processo administrativo.00. em que não correm nem prazo de decadência. in DJ 03/12/81). concluindo-se que a decadência somente se opera depois de cinco anos. Federal Olindo Menezes. quando da análise do EREsp 169. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região.00.” (TRF-1ª Região. no qual compete ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade. Décio Miranda. contada do fato gerador. 150.” (TRF-1ª Região. por estar suspensa a exigibilidade do crédito (art.) “Ementa: . I). p.. Federal Plauto Ribeiro.. 173. 3ª Turma. .. p.00. Decisão: 17/06/ 03. A decadência do direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário.) “Ementa: .027637-6/DF. 173.01. é de cinco anos. a que se estende da notificação do lançamento até a solução do processo administrativo. hipótese em que a decadência..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 237 decadência (art... 3ª Turma.. § 4º.. Relator Min.: Des. Rel. Decisão: 26/08/03. é que se inicia o lapso para o contribuinte repetir o seu indébito.. 91. Não havendo homologação expressa durante esse período. REsp 190092/SP.) . é regida pelo art.: Des. . . Rel.. Decisão: 18/03/03. Rel.. I. 40. Rel. inciso I. A questão do termo inicial do prazo decadencial para constituição do crédito tributário foi objeto de debate na Primeira Seção desta Corte.. Decisão: 26/03/02. DJ de 11/04/03. DJ de 1º/07/02. EDAC 1997.. p. V. 277. como condição de exigibilidade do tributo – lançamento de ofício e por declaração – não se aplicando ao lançamento por homologação. Rel. A regra geral de decadência do art. Francisco Falcão.. III). p. I.” (STJ.. . art.. I.. p.: Des. do CTN). decorrente de tributos devidos e não recolhidos em data própria. Milton Luiz Pereira (DJ de 04/03/02).... nem de prescrição.: Min.. Franciulli Netto. DJ de 20/10/03.) “Ementa: . Federal Hilton Queiroz. . do CTN somente se aplica aos casos em que o lançamento fica a cargo da autoridade fiscal.

01.. Decisão: 18/06/03.. V. contados a partir do exercício seguinte àquele em que devida a exação. p. poderia ter sido efetuado. p. 173. 446. do CTN.03. Decisão: 27/11/02.. tivesse ocorrido pagamento.1ª Região “Ementa: .” (TRF-4ª Região. DJ de 18/12/02. Rel.017206-7/RJ. não se pode contar o prazo decadencial a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao do prazo para revisar o pagamento antecipado ou os valores apurados na DCTF ou GFIP..04. DJ de 13/08/03.068881-5/SP. Rel. Federal Wellington M.. o que se mostra paradoxal. Em relação à prescrição. 566. .: Des. § 4º. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos. 92. Rel.111200-8/SP. Decisão: 25/04/02.: Des. Os prazos previstos nos arts. DJ de 13/08/03. V.. 173. p. Federal Souza Ribeiro. ou seja.: Des.01. Nos termos do inciso I do art..212. 317. AMS 1998..: Des. 1ª Turma. o direito a proceder à compensação somente se extingue após o decurso de 10 anos. 1ª Turma.” (TRF-4ª Região. § 4º. AC 1999. ou seja.02.238 Tribunal Regional Federal . Aplicação do art. IV. 150.. I.99. I e 150. contados do fato gerador. 2ª Turma. inclusive tacitamente. Em se tratando de contribuição previdenciária devida em período anterior à edição da Lei 8.. do exercício seguinte ao do decurso dos cinco anos contados do fato gerador de que trata o art..) “Ementa: . I. tanto do ponto de vista da doutrina como do sistema do CTN. Federal Rogério Carvalho.. p. Federal Cecília Marcondes. de 24 de julho de 1991.036361-4/PR.) “Ementa: .. de Almeida. . Em se tratando de tributos sujeitos a lançamento por homologação e restando esta inviabilizada pela ausência de pagamento. Decisão: 10/09/02.. .. a decadência opera-se no prazo de cinco anos.. do CTN são excludentes.” (TRF-3ª Região. AMS 2001.. AMS 2002. 173 do CTN.. 97. .. § 4º. 3ª Turma.....) “Ementa: . 4ª Turma..” (TRF-2ª Região..: Des.” (TRF-3ª Região.. p.093974-2/RS.. do art.03. DJ de 14/11/02. Decisão: 21/ 08/02.01.) “Ementa: .04. contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em . o prazo para o lançamento supletivo de ofício. inicia-se no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento por homologação. Federal Leandro Paulsen. 173 do CTN. Rel. e 173.. do CTN. por forçada interpretação composta dos arts. somando-se o prazo da homologação tácita com o prazo propriamente dito de decadência. Orientação da Súmula 108/TFR. Entendimento contrário acarreta a aplicação cumulativa de duas causas de extinção do crédito tributário. 150. o prazo de decadência de cinco anos deve ser contado a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado..) “Ementa: . I.. DJ de 23/09/02. AC 94. Rel.

contados da data da sua constituição definitiva. 174.000949-0/RN.. DJ de 15/05/03.) “Ementa: . 3ª Turma.” (TRF-5ª Região. 173. Mesmo nos impostos de autolançamento. . contado do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado (CTN..00...84.: Des. Rel. o lançamento anteriormente efetuado’. Rel. II. .) Art. Rel..” (TRF-5ª Região.) “Ementa: .: Des. do CTN.126. DJ de 30/09/02. AC 2002. pela citação pessoal feita ao devedor. I. DJ de 24/04/03.05. II. que.63532-7/PE. CTN). Federal José Maria Lucena. Decisão: 27/03/03.. Nos termos do art. por vício formal. Federal Ridalvo Costa.. ao contrário da caducidade no Direito Civil (ainda assim temperado o princípio). Decisão: 20/06/02. A prescrição se interrompe: I. fica em suspenso. na hipótese prevista no art. de 1932. O prazo de cinco anos é reiniciado ‘da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado. 618.. até que sejam decididos os recursos administrativos. .910. admite interrupção. AC 99.” (TRF-5ª Região. do Código Tributário Nacional. o prazo prescricional.: Des.” • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído. Decisão: 27/02/03.. através de auto de infração ou notificação de lançamento.001624-3/PE. 1. não há falar em decadência..” Parágrafo único. a partir daí. em princípio. p. A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos. o crédito tributário. I. 173. 1ª Turma.. o prazo decadencial flui a partir do exercício seguinte àquele em que se esgotou o direito potestativo da Fazenda de rever e homologar o lançamento promovido pelo contribuinte. 173.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 239 que o lançamento poderia ter sido efetuado (art. 1ª Turma. • Vide Súmula 107 do TFR: “A ação de cobrança do crédito previdenciário contra a Fazenda Pública está sujeita à prescrição qüinqüenal estabelecida no Decreto 20.. no qüinqüênio. Federal Rogério Fialho Moreira. p. art. p. .83. 173. I). pelo protesto judicial.00. o direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário decai no prazo de cinco anos. todavia. 467. AMS 2001. II... A decadência em matéria tributária. fluindo.. I.

Moreira Alves. sem que haja ocorrido sua interposição. 174 do CTN sobre o art.. começando a fluir.. 2. Decisão: 06/10/82. . § 2º. . daí. DJ de 02/04/82. Franciulli Netto. por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial. 13.. .” (STF... por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. o prazo de prescrição da pretensão do Fisco.830/80 não são passíveis de suspender ou interromper o prazo prescricional. Néri da Silveira. Com a lavratura do auto de infração. DJ de 17/12/82. visto que somente a citação pessoal tem esse efeito. a que alude o art. e ainda não se iniciou a fluência de prazo para prescrição.) “Ementa: . Rel.) “Ementa: . Decisão: 27/05/03... Esta Corte Superior cristalizou o entendimento de que. da Lei 6. a decadência só é admissível no período anterior a essa lavratura.209. Rel. • Vide Súmula 248 do TFR: “O prazo da prescrição interrompido pela confissão e parcelamento da dívida fiscal recomeça a fluir no dia que o devedor deixa de cumprir o acordo celebrado. a que alude o art.. p.240 Tribunal Regional Federal . Tribunal Pleno.” (STJ. começando a fluir o prazo de prescrição da pretensão do Fisco. ou decidido o recurso administrativo interposto pelo contribuinte. o despacho que ordenar a citação não interrompe a prescrição. ou enquanto não for decidido o recurso dessa natureza de que se tenha valido o contribuinte.: Min. que importe em reconhecimento do débito pelo devedor.. em execução fiscal. há a constituição definitiva do crédito tributário.” (STF. 2ª Turma. 2º..1ª Região III. não mais corre prazo para decadência.. 301. AGA 488307/RJ. p.. § 2º. § 3º. estando a sua apli- . Decisão: 11/12/81. 1ª Turma.. consuma-se o lançamento do crédito tributário (art.: Min. 8º... depois. sem que ela tenha ocorrido. Rel.” • Vide Súmula 210 do STJ: “A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos. da Lei 6. I. RE 93749/RJ. DJ de 08/09/03...” “Ementa: . 174. e 8º. decorrido o prazo para interposição do recurso administrativo. As hipóteses contidas nos arts. Por outro lado. entre a ocorrência dela e até que flua o prazo para a interposição do recurso administrativo. devendo prevalecer o disposto no art. dá-se a constituição definitiva do crédito tributário.830/80.) “Ementa: . 174 do CTN.: Min. p...885.. da data da ciência da decisão definitiva ao contribuinte.. Decorrido o prazo para o recurso administrativo. IV. ou decidido o recurso administrativo interposto pelo contribuinte. ERE 94462/SP. 142 do CTN).

a prescrição há de ser decretada. contados da data da sua constituição definitiva.. DJ de 02/04/01. p. da Lei 6. 174 do Código Tributário Nacional. Nos termos do caput do art.: Min. 1ª Turma. nos termos em que foi admitido em nosso ordenamento jurídico. Rel.” (STJ. p. diferentemente. 274. IV. A paralisação do feito pelo prazo de um ano.. O CTN. pelos limites impostos no art. que é lei ordinária. Fincou a Primeira Seção o entendimento de que. 174). 8º.004985-0/MG. DJ de 02/06/03.. Os casos de interrupção do prazo prescricional estão previstos no art. 174 do CTN a ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos.. Decisão: 14/02/01. o qual tem natureza de lei complementar e. . 1ª Seção.830/80. I.830/80).) “Ementa: .) “Ementa: . I.. Em execução fiscal.. AC 2001. AGREsp 189150/SP....) “Ementa: .: Min. quando não encontrado o devedor ou localizados seus bens. 174 do Código Tributário Nacional...830/80) determina a suspensão do prazo prescricional pela inscrição do débito na dívida ativa (art. . . EREsp 85144/RJ.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 241 cação sujeita aos limites impostos pelo art.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). Rel. 174 do CTN.. se sobrepõe à Lei de Execuções Fiscais (6.) “Ementa: . devendo-se aplicar o art. 1ª Turma. efetiva-se a prescrição. em termos de prescrição. I.830/80. III. DJ de 10/07/03. Rel. o art. DJ de 25/02/02. o qual só se interrompe pelos fatos listados no parágrafo único do mesmo artigo. § 2º.. .. REsp 203509/SP.. não tem o condão de tornar a dívida impres- . 214. Decisão: 04/10/01. Decisão: 16/06/03.. O art. p. 96. A sua aplicação há de sofrer os limites impostos pelo art. II. no qual não se inclui a inscrição do crédito tributário’ .38. não prevalece a Lei 6. Decisão: 13/05/03. norma hierarquicamente superior. por isso...” (STJ..... Francisco Falcão. II. 174 do CTN..: Min. Não efetivada a regular citação do contribuinte antes de transcorridos cinco anos da data da constituição definitiva do crédito tributário. § 2º.. Eliana Calmon.. Decisão: 17/06/03.) “Ementa: .. § 3º)... I.. Dessa forma. .. ‘A LEF (Lei 6. Rel.00. não tem prevalência.. da LEF deve ser examinado com cautela..” (TRF-1ª Região.. 5ª Turma.” (STJ.: Min.. 220. José Delgado. 174 do CTN. 250. Rel.. REsp 432586/RO. . de tal forma que só a citação regular tem o condão de interromper a prescrição. 2º.” (STJ. 8º. passados mais de cinco anos entre a data da constituição definitiva do crédito tributário e a citação do devedor. p. p. DJ de 08/09/03. indica como termo a quo da prescrição a data da constituição do crédito (art.. 2ª Turma. Milton Luiz Pereira.

que não contempla quaisquer das hipóteses previstas no art. A imprescritibilidade é anomalia em nosso ordenamento jurídico.01. 149. 65. 4ª Turma. DJ de 06/03/03. p.002639-2/RO. Rel.. Não é legítima a interpretação do art. não há mais que se cogitar de decadência. 174 do CTN para a cobrança do crédito tributário tem início com a notificação do devedor da constituição definitiva do crédito. Federal Cândido Ribeiro.. que só a admite em casos excepcionais. REO 1998.006661-1/MG. Rel.. do Código Tributário Nacional.01. Rel. VI. previstos na Constituição..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). I. 174 do Código Tributário Nacional.00.. haja vista que.. 2ª Turma Suplementar.” (TRF-1ª Região.: Juiz Marcus Vinícius Reis Bastos (convocado). . Decisão: 17/06/03.. 2ª Turma Suplementar. 174. p..” (TRF-1ª Região. AC 2002. 181. resta consumada a prescrição do crédito tributário. admite a imprescritibilidade dos débitos para com a Fazenda. 40 da LEF que... IV.830/80.) “Ementa: . .) “Ementa: .242 Tribunal Regional Federal . Federal Mário César Ribeiro.. DJ de 21/08/03. O prazo prescricional de cinco anos previsto no art. 3ª Turma. recepcionado pela Constituição Federal como lei complementar.: Des. 174 do Código Tributário Nacional. O art. Decisão: 19/02/02... I.” (TRF-1ª Região. operou-se a prescrição . DJ de 15/05/03. em face do caput do art. REO 96. V. Rel..01..: Des.. Uma vez constituído o crédito tributário.. A interrupção que recusa a suspensão da prescrição por tempo indefinido é a única que se harmoniza com a norma do art. submetidos à execução fiscal. 174 do CTN.) “Ementa: . Decisão: 25/03/03.. a prescrição enceta com a constituição definitiva do crédito tributário.01. 174 do Código Tributário Nacional.” (TRF-1ª Região. III. DJ de 11/04/03. parágrafo único. iniciando a partir daí o prazo prescricional. em dissonância da CF e do CTN.. DJ de 08/04/02.44242-1/MG.034214-7/MG.1ª Região critível.. . entre esta data e a citação do executado transcorrem mais de cinco anos.. devendo ser interpretado sistematicamente com o art..01. p. II. 120. Os casos de interrupção do prazo prescricional estão previstos no art. p. Se contudo. Rel. 40 da Lei 6. 4ª Turma. AC 2002.) “Ementa: . 40 da Lei de Execuções Fiscais (LEF) deve ser analisado em consonância com o art..) “Ementa: . Transcorridos mais de 5 (cinco) anos entre a inscrição em dívida ativa e o ajuizamento da execução. Decisão: 26/11/02... 84.00.. .. através da notificação de lançamento revisional.00. p. AC 2003..00. Decisão: 12/03/03.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada).062243-9/MG.. ..” (TRF-1ª Região.

... A partir do momento em que o crédito está constituído definitivamente. . Federal Vera Lúcia Lima.” (TRF-4ª Região. não há constituição definitiva do crédito tributário e.01. Rel. AC 93.99. 174 do Código Tributário Nacional prevê a prescrição qüinqüenal.” (TRF-5ª Região. DJ de 09/05/03. .. REO 2002.003873-9/ES. Decisão: 18/06/03. Decisão: 07/08/02.014093-3/ PB.) “Ementa: .. .) “Ementa: .03. Federal José Maria Lucena.” (TRF-2ª Região. DJ de 29/01/03. possuindo o Fisco o prazo de cinco anos para ajuizar a ação de cobrança.05. conforme disposto no art.. Decisão: 26/09/02.. Rel.) “Ementa: . portanto. regularmente notificado ao sujeito passivo.” (TRF-2ª Região. Constituído definitivamente o crédito inicia-se o prazo prescricional. não se inicia o prazo prescricional. O art. . p.. Decisão: 15/10/02. Federal Mairan Maia. p. que é de 5 (cinco) anos. Rel.005029-0/RS. 631.057076-6/SP. REO 2001.. aplicável.71. Decorrido esse período de tempo sem que o titular do direito subjetivo invoque a tutela jurisdicional do Estado-juiz. 126. 1ª Turma. conforme o art. p.007490-2/ES. Rel. passa a fluir o prazo de prescrição... p. DJ de 10/01/03. 231.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 243 nos moldes do art..: Des. conforme o parágrafo único do mesmo artigo.. AC 1985.. p. ..: Des.... Inteligência do art.. bem como suas hipóteses de interrupção.. 1ª Turma. DJ de 06/ 08/03...) “Ementa: . Com o lançamento eficaz.026648-9/RO.50.. III.” (TRF-3ª Região. 174 do CTN. 5ª Turma. apenas. 174..: Des. 95. 3ª Turma. Federal Olindo Menezes.. DJ de 04/04/03. 131. Rel. Federal Wellington M.. 174 do Código Tributário Nacional. abre-se à Fazenda Pública o prazo de cinco anos para que ingresse em juízo com a ação de cobrança (ação de execução). deve ser observado exclusivamente o prazo da prescrição previsto no art.00.) “Ementa: .. de Almeida. REO 2002..01.) .. Peixoto (convocada). do referido código. 118. 6ª Turma. C. 174 do CTN.08. p. não abrangendo a prescrição intercorrente.01. AC 2001. . II.” (TRF-1ª Região.02. Rel. dar-se-á o fato jurídico da prescrição.. 174 do CTN.: Des... Decisão: 11/11/02. 1ª Turma.: Des.. Enquanto for possível realizar o lançamento de ofício. Tendo o Código Tributário Nacional status de lei complementar. ou seja. DJ de 02/09/02. Decisão: 25/03/03. à hipótese de não-propositura da ação.: Juíza Regina Coeli M.

) “Ementa: .13151-2/RS. 4ª Turma... Federal Eliana Calmon. AC 92. p. parágrafo único.) . inciso I) é. 175. Decisão: 03/02/93. 57. fator de desigualação e discriminação entre pessoas. DJ de 15/02/93... I. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias...: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM. ficar demonstrado que a desigualdade criada não teve em mira o interesse ou a conveniência pública na aplicação da regra da capacidade contributiva ou no incentivo de determinada atividade de interesse do Estado. A isenção não dispensa o seu beneficiário das obrigações accessórias (art. Inconstitucionalidade haverá se.244 Tribunal Regional Federal . .. DJ de 15/02/95.. coisas e situações. art. .” (TRF-1ª Região.31374-8/AM. Rel.” II.04.” (TRF-1ª Região. 6. p.” (TRF-4ª Região.. a isenção. 175. entretanto. EDAC 94. as isenções são inconstitucionais. Rel.: Des. I.1ª Região CAPÍTULO V Exclusão do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art. .” “Ementa: . Parágrafo único. A isenção como causa de exclusão do crédito tributário (CTN.. ou dela conseqüente. 175..461.: Des. DJ de 05/11/98. • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art.01. do CTN)..) “Ementa: . Decisão: 18/09/98.. e exclui o crédito tributário. REO 90.. Excluem o crédito tributário: I. 175. em determinada situação. A isenção se caracteriza pela dispensa do pagamento do imposto. Decisão: 1º/12/94.01. p. do CTN. 2ª Turma.16696-2/BA.. a anistia.. I. Rel..849.. Nem por isso. por sua própria natureza. • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS. sendo devida a apresentação da declaração de rendimentos. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído. segundo dispõe o art. Federal Teori Albino Zavascki. 4ª Turma. 3.

” (STJ.” (STJ. 176..00... 279. DJ de 11/07/03. sendo caso.. Decisão: 26/10/99. DJ de 29/11/99.. 146. 3ª Turma. • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS... 6ª Turma..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). ou redução de alíquota somente pode ocorrer em face de permissivo legal que expressamente contemple a situação. A isenção. A isenção. . 1ª Turma. p. estabelece a reserva de estrita legalidade para a fixação de condições e requisitos para a concessão de isenções. Rel. Federal Poul Erik Dyrlund..) “Ementa: .. Isenção tributária decorre expressamente de lei... Decisão: 09/04/02. José Delgado. Eliana Calmon.02.... 496. AC 1999.” (TRF-1ª Região.: Des. Federal Luciano Tolentino Amaral.: Min..01.” “Ementa: . ainda quando prevista em contrato. nos termos do art. 2ª Turma Suplementar.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 245 SEÇÃO II Isenção Art.: Min.” (TRF-2ª Região. .. I.) .01. os tributos a que se aplica e. em função de condições a ela peculiares. de forma inequívoca. . AC 99.026723-3/MT. que especifica as condições e requisitos para a concessão. o prazo de sua duração. está jungida ao princípio da legalidade estrita. p. 176 do CTN. I.. DJ de 29/04/02.) “Ementa: .026111-7/MG. isenção.. 176 do CTN. 2ª Turma. 104.. REsp 328775/RS.. não se podendo deixar de aplicá-la senão por permissivo legal. A sua não-incidência. Rel.. O art. REsp 19386/SP. III. Rel.00.. é matéria plenamente vinculada à lei. III..” (TRF-1ª Região. DJ de 31/01/02. Decisão: 20/09/01. . DJ de 22/10/01. como forma de exclusão do crédito tributário. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante. Rel. Parágrafo único...) “Ementa: . p.: Des. Ag 2002.28823-5/RJ. Rel. por ser norma de Direito Tributário.... p. decorre de lei que especifique os requisitos para a sua concessão. é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão. A incidência do Imposto sobre a Renda e proventos. Decisão: 24/10/01.) “Ementa: . A isenção. Decisão: 10/06/03. I. .

: Des... II.04. Federal Hermes S.. Decisão: 07/02/01. as isenções decorrem sempre de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão. Ag 2002. DJ de 20/04/98.. art.21307-1/RS. . deve o Judiciário seguir os caminhos legais. A teor do art. Decisão: 05/11/02. p.. em função de condições a ela peculiares... Salvo disposição de lei em contrário. Sem a tipificação legal não há isenção. p.. às taxas e às contribuições de melhoria. não cabe ao Judiciário atuação interpretativa extensiva.. 24.05.. DJ de 28/04/03. Decisão: 06/04/95.046220-8/SE.: Des.01.077360-1/SP.03.. AMS 95.. 3ª Turma. DJ de 08/09/99. Federal Petrúcio Ferreira.) .01. I.: Des. Federal Hilton Queiroz..25947-4/RS.343. 176 do CTN.00. AMS 94. p.04. é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para sua concessão (CTN.: Des. 4ª Turma. p.. 2ª Turma. Decisão: 10/12/97.” (TRF-1ª Região.. Federal Eliana Calmon. 218...: Des.00. podendo. 2ª Turma... 2ª Turma. 73. 176 do CTN). da Conceição Jr. Decisão: 24/06/99. I.. 176).. 968. A isenção é um favor legal e. Rel.. AMS 96.. DJ de 12/11/02. II.) “Ementa: .. conforme disposto no art. podendo ser limitada no tempo e restrita a determinada região do território da entidade tributante. Rel. DJ de 26/04/95. com estreiteza na interpretação.: Des. III..00. ..1ª Região “Ementa: . com o lançamento ou com a vigência da lei que a concede. deve ser interpretada restritivamente..028877-0/AM.) “Ementa: .” (TRF-3ª Região.” (TRF-5ª Região. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 92. II. .. AC 1997. AC 2001... Rel. II.) “Ementa: . Rel. Decisão: 15/10/02. aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão. p.) Art. ser definidas como benefício legal.” (TRF-4ª Região.. Em matéria de isenção.. “Ementa: . Em matéria de isenção.. DJ de 28/03/01. a isenção não é extensiva: I.” (TRF-4ª Região. ainda quando prevista em contrato. 4ª Turma. Rel.0415776/MT.. 177. O início da isenção não tem de coincidir com o fato gerador.. por isso.) “Ementa: . como norma benéfica. 176 do CTN/66 .246 Tribunal Regional Federal ... Federal Baptista Pereira. Rel. . portanto só por lei ordinária pode ser revogada. 622. p. porque sempre decorrerá de lei (art.” (TRF-1ª Região. . A isenção.

: Des. não pode ser revogada por lei nova. A isenção não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.” (STJ. AMS 2000... 104. como decorrência do princípio maior da Constituição Federal. 178. .988/89 para a concessão de isenção ali prevista..” “Ementa: . 2ª Turma. 924. isenção decorre de lei e não é extensível a tributo instituído após a sua concessão. 2ª Turma. 4ª Turma.. DJ de 15/05/03. (Redação dada pela LCp 24. da Constituição Federal de 1988.” (TRF-1ª Região. p..051031-7/SP. II.: Min.324/87 e pela Lei 7.: Des. p.. Federal Olindo Menezes. DJ de 07/08/98. Não há transmudação da isenção atribuída ao Finsocial para a Cofins..01. AMS 93. Decisão: 1º/04/98. p.) Art..) “Ementa: . ‘A teor do que reza o art. Decisão: 17/12/97. quando concedida por prazo certo e em função de determinadas condições tipifica direito adquirido. DJ de 18/02/02. I... Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. p. 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM.” (STJ. Decisão: 26/08/98...... a tempo certo.: Des. Federal Hilton Queiroz. REsp 166552/SP. A isenção tributária. Concedida a isenção fiscal..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 247 “Ementa: ..030789-2/AM.. que retroagiu para atingir o contribuinte durante a plena vigência da fruição do benefício. Inteligência dos arts. observado o disposto no inciso III do art. uma vez que concedida sob condição onerosa e por prazo certo (art. 103. Rel.. Milton Luiz Pereira... não podendo ser revogada ou modificada (art. 4ª Turma.. Rel.) . Federal Lúcia Figueiredo.: Min. A isenção. 3ª Turma.” (TRF-4ª Região. II. 178. Rel.. AC 95.. REsp 261534/SC. 158. de que a lei não pode prejudicar o direito adquirido.) “Ementa: . Preenchidas as condições impostas pelo Decreto-Lei 2.03. as isenções onerosas e com prazo certo e determinado não podem ser revogadas ou modificadas por lei. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada’ . AC 97. Decisão: 05/11/02. 239...” (TRF-1ª Região. CTN). Rel.. 1ª Turma.15310-6/BA. I. p. . II.: Des. DJ de 19/05/03.) “Ementa: .. Rel. de 07/01/75) • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art.. DJ de 14/10/98. pode ser revogada ou modificada por lei. Decisão: 22/05/01. 399.00. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. não pode essa ser revogada. 110. p... Rel. Decisão: 25/03/03. .04. DJ de 11/02/98. a qualquer tempo. .. 176 e 177.” (TRF-3ª Região. inciso II.01.) “Ementa: .. Franciulli Netto. 178-CTN).31976-2/RS. 178 do CTN.

Federal Ivan Lira de Carvalho. Federal Baptista Pereira.04.013719-4/PE.. p.: Des..” (TRF-4ª Região. I.. a isenção só pode ser modificada ou revogada.) “Ementa: .00.. A isenção.. Se o poder de isentar decorre de lei.. Nos termos do art. Rel.. EDAMS 2000.. AMS 1998. III. DJ de 1º/03/00.090088-0/SP.) . Rel. 178 do CTN).. A teor do art.” (TRF-1ª Região.069104-5/RS. . I. mediante lei formal. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.004679-2/MG.017717-3/DF. esta somente poderia ser revogada por outra de igual natureza. Federal Regina Coeli M. . 1ª Turma.01.) “Ementa: . Uma vez concedido o instituto da isenção por prazo certo..01. Decisão: 31/10/02. observado o disposto no inciso III do art... pode ser revogada por lei ordinária ou por medida provisória. Decisão: 24/10/00. a qualquer tempo. Decisão: 14/08/02.) “Ementa: .) “Ementa: . 3ª Turma.248 Tribunal Regional Federal . Decisão: 11/06/03. II. A isenção é benesse que emerge da política fiscal do Estado e pode.” (TRF-2ª Região....: Des. 402.” (TRF-1ª Região. p. inadmissível a revogação de isenção concedida por prazo certo ou sob condições onerosas.. p. 595. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições... Decisão: 16/12/98.00.38. Sendo a lei instituidora da isenção uma lei complementar.01. 1ª Turma.. p. 178 do Código Tributário Nacional e da Súmula 544 do STF.: Des. p. Federal Eloy Bernst Justo.) “Ementa: .. Federal Mário César Ribeiro. AC 2000.. (art.. Rel..1ª Região “Ementa: . o benefício passa a ser um direito adquirido do contribuinte. DJ de 25/04/02. somente a lei pode determinar a revogação. DJ de 03/02/03. 402. .. se não condicionada e por prazo certo. . 2ª Seção... 21..83. com base no art.” (TRF-3ª Região. Rel..00..03. a qualquer tempo.. segundo o qual a lei não prejudicará o direito adquirido. 104. 58.. 178 do Código Tributário Nacional. V. p.. AMS 2000.. A isenção tributária. . 4ª Turma.. Rel. DJ de 19/12/02. não sendo matéria adstrita à lei complementar. a isenção é revogável exceto se concedida por tempo certo ou se for onerosa. 178 do CTN. ser revogada ou modificada por lei.02.. C.” (TRF-5ª Região. DJ de 14/08/03.. Rel. .. EIAC 1998.. Peixoto. 116.... Decisão: 09/12/02. 1ª Turma. ..: Des. .: Des. REO 93.0347326/RJ.: Des. pode ser revogada ou modificada por lei. Federal Hilton Queiroz. Esta norma decorre de um princípio maior estabelecido na Constituição Federal. DJ de 10/01/01.

REsp 13574/PE. 2ª Turma. § 2º O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. Decisão: 09/10/01. sob condição onerosa.” (TRF-1ª Região. Rel.” (STJ. p. basta ao importador preencher os requisitos previstos na norma jurídica.. em cada caso.. III. independentemente de requerimento. 2ª Turma. . aplicável à atividade jurisdicional no processo de inventário. quando não concedida em caráter geral.14501-0/MG.” (STJ. Rel.... aplicando-se.. 155. o juiz do processo de inventário. por despacho da autoridade administrativa.) . para que a ela tenha direito.” “Ementa: . é efetivada. § 1º Tratando-se de tributo lançado por período certo de tempo.. Franciulli Netto. quando cabível. AC 96.. onde compete ao juiz. depois de ouvida a Fazenda Pública. Estando autorizada a autoridade administrativa a conceder isenção. 179) . 299. Decisão: 19/03/02. julgar o cálculo do Imposto de Transmissão Causa Mortis. é competente para declarar sua isenção. o disposto no art.. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato para sua concessão. o despacho referido neste artigo será renovado antes da expiração de cada período.. não ofende a regra inserida no art. DJ de 23/09/02. 2ª Turma Suplementar. • Vide Súmula 544 do STF: “Isenções tributárias concedidas. DJ de 29/10/01.) “Ementa: .... A isenção. Rel. ao regular a concessão da isenção pela autoridade administrativa. 223. p.. Tratando-se de isenção ou redução de caráter geral. REsp 173505/RJ. I. não podem ser livremente suprimidas.) “Ementa: . DJ de 11/10/99. art.: Min. pode fazê-lo por resolução. 179.01. Assim. O art. cessando automaticamente os seus efeitos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a continuidade do reconhecimento da isenção. p. .. Eliana Calmon.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 249 Art.. porquanto a competência da autoridade administrativa fiscal prevista pelo Código Tributário Nacional não exclui a competência do magistrado.. Decisão: 05/08/99. 57. 179 do Código Tributário Nacional. valendo como autorização a própria legislação (CTN.: Min.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). além de determinar o cálculo do valor do imposto.013 do Código de Processo Civil. 1..

REO 95. não se aplicando: I. e o art. . aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que.04. V.. Federal Fábio Rosa. quando vinculada à modalidade especial (CTN.: Des. 179 do CTN. encontra-se na dependência da prévia análise do caso concreto pelo órgão competente ... Rel. p.: Des.. p. .. sendo transformado em direito quando do seu deferimento pela autoridade administrativa. A protocolização do termo de opção pelo Simples somente gera uma expectativa de direito. 2ª Turma Suplementar. .: Des..) “Ementa: . Não se tratando de isenção concedida em caráter geral.1ª Região “Ementa: . 133... 3.) “Ementa: .01.49545-5/RS. . Rel. Decisão: 27/08/99.” (TRF-1ª Região.00.. 113. Rel.: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado). p. AC 97. sejam praticados com dolo. III. p. onde o interessado faça prova do preenchimento das condições e requisitos previstos para o gozo do benefício. sob pena de decadência. Federal Hermes S.043852-5/MG..01. 2ª Turma. REO 93.... 4ª Turma. Tratando-se de isenção individual...) “Ementa: . DJ de 08/05/03.04. Decisão: 24/06/99. A isenção é hipótese de exclusão do crédito tributário.55235-8/RS.. 180.. p.. 179 dispõe que aquela é efetivada por despacho da autoridade administrativa. .” (TRF-4ª Região.” (TRF-1ª Região.” (TRF5ª Região.. Decisão: 08/04/03. e. 176 do CTN. mesmo sem essa qualificação. Federal Castro Meira. 1ª Turma..) SEÇÃO III Anistia Art. Segundo o art. a isenção é decorrente de lei que especifica condições e requisitos exigidos para a sua concessão.250 Tribunal Regional Federal .05.22904-8/PE. art. 497. 179). conforme art.. AMS 1999. da Conceição Jr. I. DJ de 31/01/97. 1ª Turma.. 577. Rel. Rel.” (TRF-4ª Região. é da autoridade fiscal a competência para conceder isenção fiscal mediante requerimento com o qual o interessado faça prova que atende os requisitos estabelecidos em lei.03725-4/MG... A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede. sua prorrogação deve ser requerida antes de expirado o prazo da isenção concedida.. Decisão: 26/01/99. DJ de 1º/09/99.. AC 96.... DJ de 17/09/99. A isenção somente comporta ser concedida se atendidas as condições e requisitos previstos em lei. I.) “Ementa: .: Juiz Eduardo José Corrêa (convocado).969. DJ de 24/03/99... Decisão: 18/12/96.

por despacho da autoridade administrativa.. salvo disposição em contrário. quando não concedida em caráter geral. Decisão: 13/08/02. Rel. AC 1998. “Ementa: Revogação de anistia fiscal por ocorrência de fraude..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 251 fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em benefício daquele. I.. em cada caso.. 181... I. em caráter geral. II. .. 277. limitadamente: a) às infrações da legislação relativa a determinado tributo. 3ª Turma.. às infrações resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas naturais ou jurídicas. A anistia..: Des. 180 do CTN).) Art.01. A característica da anistia é justamente a de dispor para o passado.: Min. em função de condições a ela peculiares. DJ de 23/09/02. 1ª Turma. Necessidade de processo administrativo para apurar se houve qualquer das ressalvas do art. conjugadas ou não com penalidades de outra natureza.. c) a determinada região do território da entidade tributante.. II.054266-0/RS. d) sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder. DJ de 31/05/00.” (TRF-4ª Região. Luiz Fux.04. . ... Art. Rel. 180 do CTN. excluindo o crédito decorrente da imposição de penalidades ao contribuinte (art. é efetivada. AGA 431059/PR. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão. . 177. Federal Paulo Afonso Brum Vaz. Lícita é a revogação da anistia. A anistia pode ser concedida: I. A jurisprudência da Primeira Seção sedimentou entendimento de que somente deve ser repudiada por ilegalidade a revogação da anistia se não engendrado o procedimento administrativo com obediência ao contraditório e ao devido processo legal.. . p. 182. p. Decisão: 30/03/00.” (STJ. b) às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante..) “Ementa: . ou cuja fixação seja atribuída pela mesma lei à autoridade administrativa.

..” (TRF-1ª Região. que sejam previstos em lei. Somente através de lei formal.” (TRF-4ª Região. Turma de Férias. de qualquer origem ou natureza.: Des.. DJ de 13/09/95. responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e das rendas. Parágrafo único. AMS 1998. novas garantias e privilégios podem ser acrescidos àqueles relacionados no CTN.04.. III. p.1ª Região Parágrafo único. AMS 93.) Art.. 4ª Turma.00. inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade. IV. 184. aplicando-se. p. A sua instituição por lei ordinária publicada antes do exercício de sua aplicação não importa em violação aos princípios constitucionais tributários.01.. Decisão: 26/07/95.. Decisão: 28/09/00. 112. . o disposto no art. seu espólio ou sua massa falida.) “Ementa: . As garantias e os privilégios do crédito tributário estão relacionados numerus apertus no CTN. seja qual for a data da constituição do ônus ou da . 183 do CTN-66. Rel.. A enumeração das garantias atribuídas neste Capítulo ao crédito tributário não exclui outras que sejam expressamente previstas em lei. estando autorizadas no art. DJ de 23/11/00.. Federal João Surreaux Chagas.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). quando cabível. II.. “Ementa: .131. 155. 61. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. 183. A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza deste nem a da obrigação tributária a que corresponda. em função da natureza ou das características do tributo a que se refiram... As antecipações de tributo pertinem com as garantias outorgadas ao crédito tributário.252 Tribunal Regional Federal . CAPÍTULO VI Garantias e Privilégios do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art. I. Rel. do sujeito passivo.33786-0/RS. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens.091177-6/PA..

01.01581-3/MT. art.... Rel. alienação ou oneração operadas antes da inscrição do crédito em dívida ativa em fase de execução não podem ser reputadas fraudulentas (CTN.: Des... os decorrentes da legislação trabalhista. Os bens gravados com hipoteca oriunda de cédula de crédito podem ser penhorados para satisfazer o débito fiscal. p. I. art. O art. “Ementa: . 184).. ou seja. p. .. DJ de 11/11/02. 3ª Turma Suplementar.. .” (TRF-1ª Região... 2ª Turma. (CTN..) “Ementa: . 3ª Turma. 184). Ajuizada execução fiscal contra a empresa devedora.) “Ementa: . II.. renda e direitos do devedor respondem pela satisfação do crédito tributário (CTN. AC 93. norma de lei complementar.” (TRF-1ª Região. Federal Cândido Ribeiro. DJ de 21/11/97. 2ª Turma. art. Decisão: 21/10/99... AC 89. Rel. DJ de 26/10/93.. 99. 134. p.: Min.) “Ementa: .. 185).: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado)...) “Ementa: . ressalvados. em obediência ao princípio da hierarquia das leis. Decisão: 30/09/97.. Decisão: 06/03/02.) “Ementa: . AC 94.” (STJ.... Rel. Em execução fiscal são penhoráveis os bens gravados por cédulas de crédito industrial. A Fazenda Pública.” (TRF-2ª Região.: Min. REsp 268641/SP. os que não podem ser penhorados para a satisfação do crédito de quaisquer credores. REsp 222142/SP.. Francisco Peçanha Martins. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 253 cláusula. 1ª Turma. As cláusulas de impenhorabilidade.. sobre o DL 413/69.965.. 178. somente depois de comprovado que ela não tem bens suficientes para o adimplemento da obrigação . ... DJ de 29/11/99. 184 do CTN estabelece que apenas os bens e as rendas que a lei declara absolutamente impenhoráveis.10001-4/RJ..: Des.” (STJ. 117.05715-8/MG. p. Decisão: 04/08/93. . 184/CTN. e não os que podem ser penhorados por alguns credores (credor hipotecário). Entretanto. DJ de 15/04/02. Rel. O crédito tributário prefere a qualquer outro. Rel. I. é que não podem ser penhorados para a satisfação do crédito tributário.. A totalidade dos bens. na cobrança judicial da dívida ativa...01.02. não está sujeita a concurso de credores. Federal Silvério Cabral. Garcia Vieira.. inalienabilidade e incomunicabilidade do imóvel de propriedade do diretor não prevalecem contra o crédito paratributário.. apenas. Decisão: 24/09/02. excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis. em face da prevalência do art.

I.. p. . II. Rel.: Des. Luiz Fux. I. p. REsp 352764/MT. 349.” (TRF-5ª Região. AGA 458716/SP. Decisão: 05/12/02.” (STJ. nulo ou anulável o ato tido por fraudulento. . por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução. 552.. AG 97. 1ª Turma. art. Decisão: 10/09/98..: Min. DJ de 21/10/02.. 185 do CTN. A presunção de fraude. 185. o fato de que será oferecido à penhora em outras execuções.. 184 do CTN-66. conforme preceitua o art.04. Para se caracterizar fraude à execução é necessário que o devedor seja devidamente citado. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas.) .04682-4/AL. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados pelo devedor bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida em fase de execução. Exegese do art. 1ª Turma.45475-9/SC. 184 do Código Tributário Nacional. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 280. 3ª Turma... Decisão: 27/08/02.) “Ementa: . A presunção ditada no art. 364. 69 do Decreto-Lei 167/67 e art. Garcia Viera.) Art. ou seu começo. AC 97. também.. DJ de 13/03/98. p.. Pouco importa.: Juiz Manoel Erhardt (substituto).1ª Região pode o processo ser redirecionado contra o suposto co-responsável. DJ de 14/10/98... Rel. a mesma não é oponível contra a Fazenda Pública em face do princípio da hierarquia das leis. Ainda que se tratasse de impenhorabilidade absoluta.. não torna inexistente. Rel. ....: Min. mas objetiva.” (TRF-4ª Região. 2ª Turma. “Ementa: . II.. p. por si.. posto que o mesmo responde pela dívida fiscal ainda que a penhora seja posterior à emissão daquele título.05. 185 do CTN não é de índole subjetiva. Parágrafo único. O fato de o bem nomeado pela empresa estar vinculado à cédula de crédito industrial não é justificativa para sua recusa. DJ de 19/12/02.254 Tribunal Regional Federal . Rel. ante o privilégio do crédito tributário.) “Ementa: . Inadmissível a prevalência da impenhorabilidade dos bens vinculados à cédula de crédito rural. desde que seja suficiente para garantir todas elas. Decisão: 27/11/97.” (STJ. competindo à parte exeqüente provar a ciência pelo terceiro adquirente de existência da demanda ou de constrição..

Federal Daniel Paes Ribeiro. Decisão: 05/02/02. Decisão: 20/05/03. II.) “Ementa: ... não estão presentes os requisitos necessários para sua caracterização se a alienação do imóvel objeto de constrição ocorreu antes do ajuizamento da execução .” (TRF-1ª Região. 190.01. 4ª Turma. da Lei 6. qualquer alienação ou oneração de bens pelo executado é presumidamente fraudulenta (art. art.: Des. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou renda. na hipótese em que a alienação do bem imóvel do devedor do Fisco se deu antes do ajuizamento da execução. bem mais drástico. Decisão: 23/04/03. p. Ag 2001.) “Ementa: .025687-2/MG.. I. 185 do CTN).” (TRF-1ª Região. se há dívida ativa inscrita em fase de execução. Rel. estabelece no art.. I. a alienação de bens. I.02. . Rel..38. A presunção de fraude de que trata o art. Rel. . somente sendo cabível após formalizada a penhora (art. 185.. não sendo suficiente a inscrição regular do crédito tributário. presume-se fraudulenta. No CPC três situações podem levar à fraude à execução (art. 185 do CTN é juris et de jure. Decisão: 11/10/02. 14... DJ de 15/03/02... Federal Olindo Menezes. ao tempo da aquisição. Rel. I.. IV.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. p. REsp 475684/SC. III. 2ª Turma.” (STJ. 119.: Min. Portanto..38. 244..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 255 “Ementa: . ou seu começo. DJ de 07/10/02..00. II. p. ajuizada a execução e promovida a citação..) “Ementa: .. p. AC 1998.. O entendimento da jurisprudência é no sentido de que para a caracterização de suspeita de fraude à execução faz-se mister que a alienação do bem tenha ocorrido após a concretização da citação válida do devedor ou. REsp 388121/SC.: Des. Decisão: 17/09/02. pois. se onerosa.....: Min.. . 185 do CTN). .001155-7/MG.00. 100. Eliana Calmon. então. II.. caput). Rel. 1ª Turma. DJ de 06/11/02. O fundamento de que a providência objetiva evitar a fraude à execução é inócuo. que o credor prove o conhecimento do adquirente sobre a existência de ação executiva contra o alienante. Luiz Fux. O CTN. A anotação da existência da execução nos registros de veículo junto ao Detran não tem forma legal. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução (CTN. p.... 185 que..” (STJ. DJ de 23/05/03. AC 2000. .. Presume-se fraudulenta a alienação de bens de sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública após a citação do devedor no processo de execução. DJ de 09/06/03.. É assente no Superior Tribunal de Justiça o entendimento no sentido de não considerar caracterizada a fraude à execução (art. 6ª Turma.011579-0/MG. 593).... Federal Hilton Queiroz.: Des.830/80).) “Ementa: . 65.. 3ª Turma.

DJ de 22/05/02.. Aldir Passarinho Junior. 1ª Turma. Rel. 275.. II. apresentado por ente federal em execução que tramita na Justiça Estadual. Decisão: 28/09/99. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas. ....” (TRF-5ª Região.” “Ementa: .00. Decisão: 03/10/02. Rel.04. após o que qualquer alienação de bens ou rendas. parágrafo único). 340.. Não há presunção de fraude à execução na alienação de bem do sujeito passivo em débito com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa se o devedor tiver reservado bens ou rendas suficientes ao total pagamento do devido (CTN. 53.. Federal Baptista Pereira.. DJ de 04/06/03. não desloca a competência para a Justiça Federal. 185 do CTN). Federal Edílson Nobre...028135-6/SP. p. 4ª Turma.: Des. I. AC 98. Rel.05. Decisão: 04/09/ 02.. será presumida como fraudulenta (art. p.29529-4/RS. I..) “Ementa: .. III. interesses e negócios da massa falida..03. art. AC 97.042113-9/CE. A remuneração do síndico da falência goza de preferência sobre os créditos tributários.1ª Região fiscal. O juízo da falência é indivisível e competente para todas as ações e reclamações sobre bens. Rel.” • Vide Súmula 270 do STJ: “O protesto pela preferência de crédito. . DJ de 27/10/99..) “Ementa: .” (TRF-3ª Região. 3ª Turma. DJ de 16/12/02. p. 185. seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste.256 Tribunal Regional Federal . AG 2001. EDREsp 135296/MG. Germano da Silva. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho. 545.. ressalvada a cobrança .) SEÇÃO II Preferências Art. . A inscrição do débito tributário pela Fazenda Pública no livro de registros da dívida ativa estabelece o marco temporal. • Vide Súmula 219 do STJ: “Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida... p..” (TRF-4ª Região.: Des.: Min. Decisão: 30/04/ 02. 186. O crédito tributário prefere a qualquer outro.” (STJ.) “Ementa: .: Des. ou seu começo. por parte do devedor. 4ª Turma.. por meio de celebração do compromisso de compra e venda. inclusive a remuneração do síndico.. Federal José Luiz B.

137835-0/MG. 72. DJ de 12/03/03. tem preferência sobre o crédito tributário (art. AC 1998.. AC 1999.... . não alcançando os bens penhorados em execução fiscal.01.. 144. 122.) “Ementa: . Ag 2002. Decisão: 26/03/02.: Juiz Wilson Alves de Souza (convocado). O crédito decorrente da legislação do trabalho.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 257 judicial do crédito tributário.) “Ementa: .” (STJ.” (TRF-1ª Região. que não se sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. IV. REsp 450770/RS. dado o seu caráter alimentar. quais sejam.. p.. 3ª Turma Suplementar. 7º da Lei de Falências e art.) “Ementa: . DJ de 17/05/02.. 236. p.... DJ de 05/06/03. Decisão: 18/12/02. em face da norma emergente do art.. Rel. 73..00. de obediência aos critérios legais de preferência no pagamento dos credores. ou qual o tempo de sua constituição. .” (TRF-1ª Região.. 186-CTN). O crédito tributário prefere a qualquer outro.00. Ag 2000. primeiramente. DJ de 27/02/03. sim. I. Federal Olindo Menezes.: Des. Nos termos do art.0120639/MG. mas.00. seja de que natureza for. A impenhorabilidade dos bens gravados por cédula de crédito rural é relativa (art. . Rel.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. 3ª Turma. Rel. p. I. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho.. DJ de 17/02/03.. inventário ou arrolamento...00.. os trabalhistas e.01. concordata. o crédito tributário exerce preferência sobre qualquer outro. 1ª Turma. 186 do CTN é taxativo quanto à preferência dos créditos fiscais. mesmo na hipótese em que a penhora fiscal já se encontra registrada. I. 29 da Lei de Execução Fiscal).. seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste... . os créditos . I..) “Ementa: .. II. Federal Hilton Queiroz.01. 3ª Turma.” (TRF-1ª Região.. por expressa disposição legal (art. Luiz Fux.: Min. Decisão: 17/12/02. 186 do CTN).083124-4/MG. os tributários. p.: Des. 186 do CTN.. ressalvados os créditos trabalhistas.. têm preferência aos créditos tributários. depois. 4ª Turma.. Decisão: 06/02/03. Os créditos trabalhistas. (Arts.. Rel.040089-6/MG. p. I. 69 do Decreto-Lei 167/67). Decisão: 27/05/03. 186 do CTN. que só pode ser afastada em concurso com os créditos de natureza trabalhista.01. Rel. 186 e 187 do CTN c/c art.. Em que pese o fato de a penhora na ação de execução promovida pela CEF ter sido realizada antes da penhora efetuada na ação trabalhista. . O art. eis que não se cuida de preservar o direito da Fazenda Pública em face de terceiros.: Juiz Ricardo Machado Rabelo (convocado).

247. . II. concordata. a penhora far-se-á no rosto dos autos do processo da quebra.) Art.. 186.02. 657. Decisão: 1º/08/02. mesmo que o imóvel penhorado tenha sido adjudicado em outra execução.04. que o ‘crédito tributário prefere a qualquer outro. I. AGVAG 1999. Federal Therezinha Cazerta.) “Ementa: . A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência.” . 2ª Turma.. 4ª Turma. 186 do Código Tributário Nacional). inclusive o crédito com garantia hipotecária. 1.: Des. alcança até os casos em que ocorre a penhora sobre o mesmo bem. AG 2002.. independentemente do concurso de credores. AC 99. Federal Élcio Pinheiro de Castro..05. Rel. seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste.22630-3/PE. 1ª Turma. à exceção do crédito trabalhista. O crédito tributário..04. p. inventário ou arrolamento. 187... 216. Decisão: 16/12/02.” (TRF-4ª Região. Rel. 6ª Turma. p.. p.021169-8/SP.” (TRF-5ª Região.. Trata-se de privilégio absoluto que. Inteligência do art. DJ de 28/03/03. 186 do CTN.00..) “Ementa: . DJ de 30/07/02.” (TRF-4ª Região.) “Ementa: ..: Des. AG 98.21387-0/ES. não ficam os bens penhorados sujeitos à arrecadação no juízo falimentar.023. O crédito tributário goza de privilégio sobre créditos ordinários. com penhora realizada antes desta.) “Ementa: . Rel. p. DJ de 30/09/02.1ª Região trabalhistas têm preferência sobre os demais. I. 1ª Turma.. em seu art. Decisão: 29/06/00.. Rel... Rel.: Des. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho’. 725.... DJ de 31/03/99.. Federal Frederico Pinto de Azevedo.: Des.. O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro.03996-6/PR.. prefere a qualquer outro.. I. • Vide Súmula 44 do TFR: “Ajuizada a execução fiscal anteriormente à falência.” (TRF-3ª Região. Decisão: 09/03/99.. Decisão: 25/06/02. p. . proposta a execução fiscal contra a massa falida. citando-se o síndico..03. . .01. na qual não foi observada a existência de penhora registrada.. Federal Fábio Rosa.: Des. ACR 98.” (TRF-2ª Região. excetuando-se os de natureza trabalhista (art.. O legislador no Código Tributário Nacional firmou princípio ao dispor.102234-2/PR. salvo os de natureza trabalhista.258 Tribunal Regional Federal . Federal Poul Erik Dyrlund. mesmo os que possuam garantia real ou especial. seja qual for a natureza ou o tempo de sua constituição.. DJ de 20/09/00. .

. 89.. ‘Ajuizada a execução fiscal anteriormente à falência. p. REsp 502336/CE. Municípios. prossegue-se com a mesma.) .. II.01. Rel.. Federal Hilton Queiroz.” (STJ. 187 do CTN. 9º.01.” • Vide Súmula 244 do TFR: “A intervenção da União. • Vide Súmula 563 do STF: “O concurso de preferência a que se refere o parágrafo único do art..: Min.. ‘Os créditos fiscais não estão sujeitos a concurso de credores (art..00. Rel. José Delgado. III. conforme se dessume do art.. 222.063262-2/MG... 132. concordata. ‘A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. inciso I. da Constituição Federal. União. 275. DJ de 05/02/02...” (TRF-1ª Região. Rel. suas autarquias e empresas públicas em concurso de credores ou de preferência não desloca a competência para a Justiça Federal. 1ª Turma. 187 do Código Tributário Nacional é compatível com o disposto no art. II. 1ª Turma. p.) “Ementa: .: Des. . Decisão: 13/05/ 03. p. . Federal Olindo Menezes. Estados. citando-se o síndico. Francisco Falcão. conjuntamente e pro rata. I. 4ª Turma. RHC 14040/PR. Decisão: 23/10/01. Rel. não ficam os bens penhorados sujeitos à arrecadação no juízo falimentar. fazendo-se a penhora no rosto dos autos (Súmula 44 do extinto TFR)’ .. proposta a execução fiscal contra a massa falida. na seguinte ordem: I. Decisão: 13/05/03.) “Ementa: . p. porquanto os bens penhorados em execução fiscal não se submetem ao processo falimentar.: Des... Decisão: 05/09/01..) “Ementa: . A decretação de falência ocorrida posteriormente à penhora do bem não tem o condão de regularizar a situação do depositário infiel.” “Ementa: . O concurso de preferência somente se verifica entre pessoas jurídicas de direito público.. conjuntamente e pro rata. ...119281-2/MG. 187 do CTN). DJ de 05/10/01. I.: Min.” (STJ.” (Ag 2000.00. 29 da LEF e 187 do CTN). Distrito Federal e Territórios.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 259 Parágrafo único. DJ de 30/06/03. Ag 2000. DJ de 02/06/03.. inventário ou arrolamento’ (art. Se a execução fiscal já fora ajuizada antes da falência.. 3ª Turma..’ Súmula 44 do TFR. a penhora far-se-á no rosto dos autos do processo de quebra.. com penhora realizada antes desta..

já penalizados pela natureza subsidiária de seus créditos e. reproduzido pelo art.) .. devendo observar a ordem estabelecida pelo art. no caso. 6ª Turma.. Embora o crédito tributário não esteja sujeito à habilitação em falência (art. concordata. I. 187 do CTN). inventário ou arrolamento. liquidação.) “Ementa: . A cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência.” (TRF-1ª Região. .) “Ementa: . p..61.830/80 (Lei de Execuções Fiscais).) “Ementa: . 370. 187 do CTN. .. p..00. 3ª Turma.. do CTN estabelece o concurso de preferência. III. O crédito tributário não se submete à habilitação nos juízos universais a que a regra se reporta. 29. Decisão: 07/11/00.04.. DJ de 28/02/02. AG 98. Decisão: 19/03/03.830/80).. porquanto seu privilégio se sobrepõe a todos os demais credores. 153. nos termos do art.... A Fazenda pode executar diretamente os bens do insolvente. O art.: Des..260 Tribunal Regional Federal . não transferir somente a estes o encargo da pena objetivamente cominada ao falido. DJ de 27/08/03. Rel. no sentido de excluir do crédito tributário executado o valor relativo à multa moratória.: Des... parágrafo único. DJ de 17/01/01.” (TRF-3ª Região.052331-8/SC.: Des. 187 do CTN estabelece a independência da cobrança do crédito tributário em face de qualquer outro procedimento. 1ª Turma.” (TRF-4ª Região. prevalece íntegra a solução adotada na Súmula 565 do Supremo Tribunal Federal. Decisão: 06/ 02/02. a posição da Fazenda Pública.” (TRF-3ª Região. Rel.007099-1/SP.) “Ementa: .024929-8/MG. Federal Baptista Pereira. constando como primeira da lista a União. com ofensa ao princípio da proporcionalidade. eis que baseada em princípios fundamentais do Direito: não exacerbar. Decisão: 13/08/03... a Lei 6.03. Federal Carlos Muta. a concordata ou o concurso de credores.. O concurso de preferência pode ser instaurado entre pessoas jurídicas de direito público. parágrafo único.1ª Região “Ementa: . ainda. .01. . O art.03. entre pessoas jurídicas de direito público. p.. do Código Tributário Nacional...” (TRF-3ª Região. assegurada à Fazenda Pública a execução de seus créditos por meio de ação própria.. I. privilegiada com a própria preferência no pagamento. 447. 70. 3ª Turma. I. p. 3ª Turma. DJ de 11/04/03. I. da Lei de Execuções Fiscais (Lei 6. . p. AC 2001.. Rel. Decisão: 05/12/01. na cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública. AG 95. 187.06..: Des. em detrimento de todo o universo dos quirografários. Rel. tal como a falência. DJ de 28/05/03. AC 1998. Federal Eloy Bernst Justo..013117-6/SP. Federal Cândido Ribeiro.. 127..: Des. Rel. parágrafo único. ainda que de caráter universal.. exceto aqueles cujos créditos decorrem da legislação trabalhista.. 187.027553-9/SP. Federal Lazarano Neto.. Ag 2001.01..

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 261 “Ementa: . do Código Tributário Nacional. 4ª Turma..: Des. que se não compraz com o disposto no art. se a massa não puder efetuar a garantia da instância por outra forma. O concurso de credores caracteriza-se como um incidente da fase de pagamento. Efetuada a penhora na execução fiscal. o que se constituiria. não há cogitar de reserva de numerário. p.05. classificados e implementados. ouvido. mandando reservar bens suficientes à extinção total do crédito e seus acrescidos.” § 1º Contestado o crédito tributário. Decisão: 19/11/02.. remeter o produto da expropriação da execução fiscal ao juízo universal significa submeter o erário ao concurso de credores em juízo alhures. Decisão: 11/09/01. Desta sorte. p.. 932.” (TRF-5ª Região.. 188.: Min. AG 2002.99... no juízo da concordata. Inteligência do art. V.000889-6/AL. nos termos da Lei 6. VI. em garantia dúplice.. § 1º. o representante da Fazenda Pública interessada. • Vide Súmula 219 do STJ: “Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida. pagáveis preferencialmente a quaisquer outros e às dívidas da massa. São encargos da massa falida. inclusive a remuneração do síndico.) Art. Rel. exigíveis no decurso do processo de falência. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas. O crédito tributário.) “Ementa: ... liquidação extrajudicial ou qualquer outro procedimento. sem dúvida.. não se submete a concurso de credores. Franciulli Netto. . “Ementa: . § 2º O disposto neste artigo aplica-se aos processos de concordata. 2º da Lei de Execução Fiscal.” (STJ... 188.. I. violando a norma complementar federal. no qual os créditos são verificados. Ressalva do entendimento do relator no sentido de que a exegese escorreita que preserva tanto as prerrogativas do Estado quanto o privilégio dos créditos . Federal Edílson Nobre. seja em processo falimentar. o juiz remeterá as partes ao processo competente. 134..830/80 e do CTN. 2ª Turma.. quanto à natureza e valor dos bens reservados. DJ de 12/11/01. os créditos tributários vencidos e vincendos. . Rel. DJ de 04/02/03. REsp 185838/SP.

. 190. p. arts.. 3ª Turma. os créditos tributários vencidos ou vincendos..CTN). . informado o juízo fazendário fiscal pelo juízo falimentar acerca dos créditos preferenciais.: Min. exigíveis no decurso da liquidação. Não será concedida concordata nem declarada a extinção das obrigações do falido. como soem ser os trabalhistas e derivados de ações acidentárias. 191 e 193) foi outorgado exatamente para compensar a demora da Fazenda . DJ de 11/02/03.05. Rel. Decisão: 27/10/98. São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou vincendos. Rel.” (TRF-5ª Região. Federal Alcides Saldanha. remetendo a sobra ao juízo da falência.023930-2/MG. exigíveis no curso do processo de quebra. Contestado o crédito tributário.. . 191. Luiz Fux. REsp 450770/RS. AC 97. p.. Art. 1ª Turma. constituídos ou a constituir.. sem que o requerente faça prova da quitação de todos os tributos relativos à sua atividade mercantil.) “Ementa: . São pagos preferencialmente a quaisquer créditos habilitados em inventário ou arrolamento. Parágrafo único.. DJ de 30/04/99. devendo por eles responder o síndico (arts. a cargo do de cujus ou de seu espólio. V . I. CTN. 188 e 134. a cargo de pessoas jurídicas de direito privado em liquidação judicial ou voluntária..1ª Região necessarium vitae.: Des. proceder-se-á na forma do disposto no § 1º do artigo anterior. ou a outros encargos do monte. “Ementa: .) Art. DJ de 17/02/03.00. Rel. Inteligência do art. reserve a parcela necessária a esse implemento e só após proceda ao pagamento das preferências tributárias.. recomenda que. 189. 236. Art. É exigível da massa falida a multa fiscal moratória decorrente de obrigação vencida no decurso do processo falimentar. A decretação da falência da empresa não exonera do pagamento dos créditos tributários vencidos e vincendos.. 1ª Turma. .. exigíveis no decurso do processo de inventário ou arrolamento..: Des.262 Tribunal Regional Federal . 490. 543. Decisão: 14/11/02. AMS 1998. p.” (TRF-1ª Região...01. 188.. Decisão: 17/12/02.42453-5/PB... Parte dos chamados privilégios e garantias do crédito tributário (CTN. Federal Olindo Menezes.” (STJ..) “Ementa: .

REsp 50529/SP. . Decisão: 12/03/02. ao invés da valorização da iniciativa do credor. Decisão: 20/10/98... Rel. do Distrito Federal ou dos Municípios. Reserva-se ao Estado o direito de reclamar em sede apropriada. Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio. Ele se amolda ao sistema de lançamento por homologação. 1ª Turma. José Delgado. 193. 192.. 1ª Turma.) “Ementa: .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 263 Pública na respectiva cobrança. V. contrariando lei expressa. 188. p. Decisão: 05/05/98.: Min. Rel. de modo que.” (STJ.. “Ementa: . 2ª Turma. autorizar a contratação de contribuinte com a Administração Pública sem prova da regularidade de suas obrigações. DJ de 18/12/98. DJ de 15/03/99. DJ de 24/06/02. IV. Milton Luiz Pereira.) Art. Rel. “Ementa: .: Min..156. . p. 1ª Turma.. 97. O simples pagamento do valor obtido mediante aplicação das leis faz presumir a extinção resolúvel do crédito tributário. REsp 179324/DF.) . p. 192 do CTN. ou sua autarquia. 3. . ROMS 9938/RO. DJ de 20/02/95.. 316. Humberto Gomes de Barros.. eventual diferença. consagrado no art... REsp 74207/RS..) Art.. Esta presunção é compatível com o art. relativos à atividade em cujo exercício contrata ou concorre. Decisão: 07/ 12/94.” (STJ.: Min.” (STJ. não cabe ao Judiciário. Salvo quando expressamente autorizado por lei. Ari Pargendler.. vige na espécie o princípio de que o crédito tributário prefere independentemente de quem tenha a precedência da penhora. Desmerece habilitação em licitação pública a concorrente que não satisfaz as exigências estabelecidas na legislação de regência e ditadas no edital.. Rel.” (STJ. celebrará contrato ou aceitará proposta em concorrência pública sem que o contratante ou proponente faça prova da quitação de todos os tributos devidos à Fazenda Pública interessada. nenhum departamento da Administração Pública da União... 150 daquela lei complementar. dos Estados..: Min. ou às suas rendas. p. II..

194.. arquivos. p.. Decisão: 05/04/01.) “Ementa: . Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e os comprovantes dos lançamentos neles efetuados serão conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações a que se refiram. documentos.264 Tribunal Regional Federal . de apresentação obrigatória por ocasião das atividades fiscais. sua apreensão. não representa nenhuma ilegalidade.. regulará.. Parágrafo único. 195 do CTN não autoriza a apreensão de livros documentos pela fiscalização.. HC 18612/RJ. Rel. II. 117. limitado o exame aos pontos objeto da investigação. II. I. industriais ou produtores. ” (STJ. Rel. contribuintes ou não. a competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação. não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias. Decisão: 17/12/02.1ª Região TÍTULO IV Administração Tributária CAPÍTULO I Fiscalização Art.. 244. observado o disposto nesta lei. DJ de 18/06/01. inclusive. REsp 300065/MG. inclusive às que gozem de imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal. 195.. 5ª Turma..: Min. p. Art. O art. . Parágrafo único. Tendo em vista o poder de fiscalização assegurado aos agentes fazendários e o caráter público dos livros contábeis e notas fiscais. ou especificamente em função da natureza do tributo de que se tratar. José Delgado. • Vide Súmula 439 do STF: “Estão sujeitos à fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais.. 1ª Turma. A legislação a que se refere este artigo aplicase às pessoas naturais ou jurídicas.) . Gilson Dipp. A legislação tributária. ” (STJ. Para os efeitos da legislação tributária. Os documentos e livros que se relacionam com a contabilidade da empresa não estão protegidos por nenhum tipo de sigilo e são. em caráter geral. sem autorização judicial. livros. . DJ de 17/03/03.: Min.... papéis e efeitos comerciais ou fiscais dos comerciantes. ou da obrigação destes de exibi-los.” “Ementa: . durante a fiscalização.

09494-7/MG. É inerente ao cargo de fiscais de tributos examinar livros e documentos contábeis de contribuintes. 4ª Turma.: Des. 3ª Turma. . Os comerciantes... REO 91... no exercício de suas atribuições fiscais. Rel. quando solicitados pelo Fisco..) “Ementa: .. 10.. Decisão: 21/02/94. ” (TRF-2ª Região.) “Ementa: . MS 95. A primazia conferida pelo Código Tributário Nacional para exame de livros comerciais e outros papéis é própria e exclusiva da fiscalização tributária strictu sensu.: Des.: Juiz José Henrique Guaracy Rebêlo (convocado).: Des. .02200-8/BA..: Des. Decisão: 05/10/99. Rel.. parágrafo único. 87.. Rel. ” (TRF-1ª Região. p. . II.. 4ª Turma. DJ de 17/03/94. Decisão: 28/11/95.. Decisão: 04/04/00.... embora não o exclua.. ” (TRF-1ª Região. Não há óbice legal a que essa apresentação se dê na repartição fiscal.. papéis e efeitos fiscais.) “Ementa: .005.789. AC 93... III... O prazo para guarda dos livros fiscais e comprovantes pertinentes aos lançamentos fiscais tem seu termo com a extinção do lapso prescricional e não com o de decadência.01. Federal Cândido Ribeiro. 1.. 127.. 2ª Seção. .209. 1ª Turma Suplementar. balanços e documentos apresentados . DJ de 17/12/99.. AC 93. AMS 91. A substituição dos documentos originais por microfilmes é limitativa do direito de o Fisco examinar os documentos referidos no art.: Des. Prazo para guarda dos livros fiscais. . . CTN. Decisão: 11/09/01....01. .01. I. Independe de prévio mandado judicial a regular apreensão de livros de registro fiscal por agentes da fiscalização tributária. Federal Nelson Gomes da Silva. 258. arquivos. industriais e produtores são obrigados a exigir livros.. I..10639-6/PA.. 195. DJ de 29/01/02. bem assim realizar diligências e investigações para apurar a exatidão das declarações. p. Rel. ressalvada a requisição judicial.. onde se faz o lançamento do débito.01. DJ de 18/12/95. para acurado exame de eventual ocorrência de fraude. I... feita dentro das normas próprias e quando não for possível a Administração obter por seus próprios meios a informação de que necessita... documentos. 195 do CTN.. p. Rel.) .. 3ª Turma. p.. Decisão: 12/03/02. Federal Frederico Gueiros.025521-7/RJ. ” (TRF-1ª Região. art..) “Ementa: .01. Federal Fernando Gonçalves. HC 2001..... .01.22770-7/DF. .) “Ementa: . DJ de 08/04/02. Rel. Pode o Fisco exigir do contribuinte a apresentação de seus livros e documentos contábeis para o efeito de apuração de débito tributário.” (TRF-1ª Região. representado pelos fiscais.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 265 “Ementa: . Federal Hilton Queiroz... e não no estabelecimento do contribuinte. II. p... DJ de 09/06/00.02.. ” (TRF-1ª Região.34744-0/MG.

. na forma da legislação aplicável.) “Ementa: .. em um dos livros fiscais exibidos. art. ” (TRF-4ª Região. em prejuízo ao sigilo profissional que lhe é assegurado. Rel.. . 576..266 Tribunal Regional Federal . p. 4ª Turma. Ramos de Oliveira..: A. DJ de 10/01/01.) “Ementa: . sempre que possível.54725-7/RS. ‘Para os efeitos da legislação tributária. Decisão: 14/11/00. 1ª Turma. AC 1999. III. I.. para fornecimento de documentos ou esclarecimentos.. Parágrafo único..: Des. 350. documentos. A limitação do parágrafo único do art. p. AC 95. DJ de 11/11/02. livros. Eventuais informações quanto à origem de seus rendimentos não têm o condão de expor suas relações profissionais. assim. possuindo. não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias.04.. p... bem como os comprovantes dos lançamentos neles efetuados. preservada a privacidade do contribuinte. A. A ocorrência de prescrição ou decadência dos créditos tributários não impede o acesso da fiscalização aos documentos. .’ (art. I. Rel. .) Art.01. A mera notificação. ” (TRF-4ª Região.. 6ª Turma.: Des. A autoridade administrativa que proceder ou presidir a quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento. AG 2002. 85. dos comerciantes industriais ou produtores.083375-0/RS. do CTN). até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações a que se refiram (CTN.. . III.00... II.. Decisão: 23/10/02. Decisão: 05/12/00. Os termos a que se refere este artigo serão lavrados. estando. ou da obrigação destes de exibi-los. com o fim de explicar a incompatibilidade apurada entre a Declaração Anual de Rendimentos e sua movimentação financeira..1ª Região “Ementa: . 195).04. o dever de sigilo quanto aos dados a que tem acesso. ” (TRF-3ª Região.... A atividade fiscalizatória da autoridade decorre ex vi legis. 196. .03.. Rel. decorrendo da inobservância a imposição de multa por obrigação acessória descumprida. DJ de 31/01/01. outrossim. arquivos.. 195. Impõe-se ao sujeito passivo tributário a obrigação de conservar os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal. . não implica violação ao sigilo profissional.035250-6/SP.. que fixará prazo máximo para a conclusão daquelas.. caput. 195 do CTN não desobriga a exibição dos documentos no caso de o comerciante ainda deles dispor. tornando-as públicas. por parte do Fisco ao profissional. papéis e efeitos comerciais ou fiscais. V. Federal Maria Isabel Pezzi Klein. Federal Mairan Maia.

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quando lavrados em separado deles se entregará, à pessoa sujeita à fiscalização, cópia autenticada pela autoridade a que se refere este artigo.

“Ementa: .... O lançamento do crédito é aperfeiçoado pela notificação ao sujeito passivo pela lavratura do auto de infração ou pela notificação de exigência fiscal. ....” (STJ. REsp 8873/MG. Rel.: Min. Garcia Vieira. 1ª Turma. Decisão: 22/05/91. DJ de 24/06/91, p. 8.619.) “Ementa: .... O Código Tributário Nacional, em seu art. 196, indica, de forma indireta, que não pode ficar ao arbítrio da autoridade estatal a decisão de concluir ou não a diligência fiscalizatória, sob pena de turbar-se o direito ao livre exercício de atividade profissional conferido aos seus administrados. Todo poder discricionário conferido ao agente governamental encontra-se limitado pelos preceitos contidos na lei, de modo que a conveniência e a oportunidade de proceder a qualquer fiscalização, bem como as suas prorrogações, também deverão encontrar-se subsumidas aos ditames traçados pela legislação tributária. .... ” (TRF-2ª Região. AG 2001.02.01.032138-0/RJ. Rel.: Des. Federal Ricardo Regueira. 1ª Turma. Decisão: 25/02/02. DJ de 02/05/02.) “Ementa: .... II. A falta de notificação à pessoa sujeita à fiscalização, configura, de per si, nulidade do auto de infração, uma vez que a observância desse requisito é de rigor, conforme reza a disposição contida no parágrafo único do art. 196 do Código Tributário Nacional. .... ” (TRF-4ª Região. AC 1998.04.01.031464-0/PR. Rel.: Des. Federal Alcides Vettorazzi. 4ª Turma. Decisão: 05/12/00. DJ de 31/01/01, p. 569.)

Art. 197. Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à autoridade administrativa todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I. os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício; II. os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras; III. as empresas de administração de bens; IV. os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais; V. os inventariantes; VI. os síndicos, comissários e liquidatários;

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VII. quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. Parágrafo único. A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.

“Ementa: .... IV. O poder de investigação do Estado é dirigido a coibir atividades afrontosas à ordem jurídica, e a garantia do sigilo bancário não se estende às atividades ilícitas. .... V. Não cabe ao Banco do Brasil negar, ao Ministério Público, informações sobre nomes de beneficiários de empréstimos concedidos pela instituição, com recursos subsidiados pelo erário federal, sob invocação do sigilo bancário, em se tratando de requisição de informações e documentos para instruir procedimento administrativo instaurado em defesa do patrimônio público. .... ” (STF. MS 21729/DF. Rel.: Min. Marco Aurélio. Tribunal Pleno. Decisão: 05/10/95. DJ de 19/10/01, p. 33.) “Ementa: .... I. Se é certo que o sigilo bancário, que é espécie de direito à privacidade, que a Constituição protege, art. 5º, X, não é um direito absoluto, que deve ceder diante do interesse público, do interesse social e do interesse da justiça, certo é também, que ele há de ceder na forma e com observância de procedimento estabelecido em lei e com respeito ao princípio da razoabilidade. .... ” (STF. RE 219780. Rel.: Min. Carlos Velloso. 2ª Turma. Decisão: 13/04/99. DJ de 10/09/99, p. 23.) “Ementa: .... A Lei Tributária Nacional (art. 197, parágrafo único) limita a prestação de informações àqueles dados que não estejam legalmente protegidos pelo sigilo profissional. Esta egrégia Corte vem decidindo no sentido da ilegalidade da quebra do sigilo bancário mediante simples procedimento administrativo fiscal, face a garantia constitucional da inviolabilidade dos direitos individuais, exceto quando houve relevante interesse público e por decisão do Poder Judiciário, guardião dos direitos do cidadão. .... ” (STJ. REsp 114760/DF. Rel.: Min. Francisco Peçanha Martins. 2ª Turma. Decisão: 06/05/99. DJ de 23/08/99, p. 95.) “Ementa: .... III. O sigilo bancário somente pode ser quebrado em decorrência de determinação judicial, em face da vedação do parágrafo único do art. 197 do Código Tributário Nacional, que, por ser norma hierarquicamente superior, torna sem eficácia, através de interpretação sistemática, as previsões de quebra de sigilo bancário com base

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em procedimento administrativo ....” (TRF-1ª Região. AMS 95.01.21754-0/MG. Rel.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada). 3ª Turma. Decisão: 09/12/99. DJ de 1º/03/00, p. 16.) “Ementa: .... I. O Fisco somente tem autorização legal para exigir das instituições financeiras informações acerca de negócios, bens, operações e atividades que não envolvam atos de créditos ou débitos, ou prestação de serviços (portanto, não pode revelar, por exemplo, operações de crédito ou débito do correntista), ex vi do art. 197 do Código Tributário Nacional .... ” (TRF-1ª Região. AMS 96.01.38131-7/DF. Rel.: Juiz Evandro Reimão dos Reis (convocado). 3ª Turma Suplementar. Decisão: 03/10/01. DJ de 29/04/ 02, p. 501.) “Ementa: .... IV. A autoridade fiscal pode solicitar informações para a instrução e apuração de débito tributário, incumbido às instituições financeiras o dever de prestálas, salvo, porém, no tocante àquelas protegidas pelo sigilo bancário, do qual somente poderão ser eximidas pelo Poder Judiciário (Lei 4.595/64, art. 38, § 5º; Lei 8.021/90, art. 8º; CTN, art. 197, II, parágrafo único). ” (TRF-1ª Região. AMS 2000.38.00.0364095/MG. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 03/09/02. DJ de 26/03/03, p. 63.) “Ementa: .... IV. As informações sobre o patrimônio das pessoas não se inserem nas hipóteses do art. 5º, X e XII, da Constituição Federal, uma vez que o patrimônio não se confunde com a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem e, nesta linha, o próprio Código Tributário Nacional, em seu art. 197, II, estabelece que os bancos são obrigados a prestar todas as informações de que disponham em relação aos bens, negócios e atividades de terceiros à autoridade administrativa.” (TRF-2ª Região. HC 2002.02.01.009989-3/ES. Rel.: Des. Federal Frederico Gueiros. 3ª Turma. Decisão: 05/11/02. DJ de 04/02/03, p. 140.) “Ementa: .... V. O art. 197 do CTN obriga, em seu inciso II, que os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras prestem, à autoridade administrativa, todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros, sem que seja necessária autorização judicial para tanto. O exercício da autoridade fiscal não pode ficar dependendo, sempre e a cada passo, de permissão judicial para o fornecimento de informações bancárias, porquanto é atividade expressamente autorizada em lei. .... ” (TRF-3ª Região. AG 2003.03.00.0119907/SP. Rel.: Des. Federal Lazarano Neto. 6ª Turma. Decisão: 20/08/03. DJ de 05/09/03, p. 387.)

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“Ementa: .... O Código Tributário Nacional, em seu art. 197, inciso II, preconiza que os bancos são obrigados a prestar todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios e atividades de terceiros à autoridade administrativa. .... ” (TRF-4ª Região. AC 2002.04.01.048186-0/SC. Rel.: Des. Federal Vilson Darós. 2ª Turma. Decisão: 26/11/02. DJ de 26/02/03, p. 720.) “Ementa: .... I. O art. 197 do CTN há de ser interpretado em consonância com o art. 38 da Lei 4.595/64, também com status de lei complementar, pelo que cumpre às instituições financeiras responderem às requisições de informação do Fisco, salvo quanto às que importem violação ao sigilo bancário. ....” (TRF-5ª Região. AMS 98.05.086356/SE. Rel.: Des. Federal Petrúcio Ferreira. 2ª Turma. Decisão: 25/08/98. DJ de 04/12/98, p. 1.138.)

Art. 198. Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades. (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) § 1º Excetuam-se do disposto neste artigo, além dos casos previstos no art. 199, os seguintes: (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) I. requisição de autoridade judiciária no interesse da justiça; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) II. solicitações de autoridade administrativa no interesse da Administração Pública, desde que seja comprovada a instauração regular de processo administrativo, no órgão ou na entidade respectiva, com o objetivo de investigar o sujeito passivo a que se refere a informação, por prática de infração administrativa. (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) § 2º O intercâmbio de informação sigilosa, no âmbito da Administração Pública, será realizado mediante processo regularmente instaurado, e a entrega será feita pessoalmente à autoridade solicitante, mediante recibo, que formalize a transferência e assegure a preservação do sigilo. (Parágrafo incluído pela Lcp 104, de 10/01/01)

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§ 3º Não é vedada a divulgação de informações relativas a: (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) I. representações fiscais para fins penais; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) II. inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) III. parcelamento ou moratória. (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01)

“Ementa: É legítima a requisição de informações, pelo magistrado, ao Imposto de Renda, no interesse da justiça. Nada justifica a proteção ao inadimplente em detrimento da boa-fé no mundo dos negócios e do prestígio da justiça. .... ” (STF. RE 94608/SP. Rel.: Min. Cordeiro Guerra. 2ª Turma. Decisão: 06/04/84. DJ de 18/05/84, p. 7.729.) “Ementa: .... ‘A jurisprudência do STJ acolhe entendimento no sentido de que não se justifica pedido de expedição de ofício a órgãos públicos para obter informações sobre bens de devedor, no exclusivo interesse do credor, mormente quando não demonstrado qualquer esforço de sua parte nesse sentido, devendo prevalecer o sigilo de que aquelas são revestidas.’.... .... ‘A requisição judicial, em matéria deste jaez, apenas se justifica desde que haja intransponível barreira para a obtenção dos dados solicitados por meio da via extrajudicial e, bem assim, a demonstração inequívoca de que a exeqüente envidou esforços para tanto .... Falecendo demonstração cabal de que foram exauridas, sem êxito, as vias administrativas para obtenção de informações referentes aos bens dos sócios, não há demonstração de vulneração aos arts. 399 do CPC e 198 do CTN, que conferem ao magistrado a possibilidade de requisitá-las.’ .... ” (STJ. REsp 499949/MG. Rel.: Min. José Delgado. 1ª Turma. Decisão: 06/05/03. DJ de 02/06/03, p. 219.) “Ementa: .... I. Desvendar informações sigilosas através da atuação jurisdicional somente se mostra possível em situações excepcionais, devidamente comprovadas, sob pena de o magistrado substituir as partes, mitigando os encargos que lhes são atribuídos em prejuízo da sua imparcialidade. .... ” (TRF-1ª Região. Ag 2001.01.00.010911-3/PA. Rel.: Des. Federal Luciano Tolentino Amaral. 3ª Turma. Decisão: 19/02/02. DJ de 08/ 03/02, p. 58.) “Ementa: .... Inexiste constrangimento ilegal em inquérito policial instaurado por requisição de membro do Ministério Público Federal para apuração de possível crime de sonegação fiscal, porquanto a obtenção de prova que embasou e motivou a instaura-

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ção do procedimento investigatório foi obtida através de regular processo judicial. ....” (TRF-2ª Região. HC 2001.02.01.034225-4/ES. Rel.: Des. Federal Fernando Marques. 4ª Turma. Decisão: 23/10/02. DJ de 05/11/02, p. 225.) “Ementa: .... As informações acerca de conta bancária e declaração de bens revestem-se do caráter sigiloso disciplinado pelo art. 198 do Código Tributário Nacional, com a redação dada pela Lei Complementar 104, de 10 de janeiro de 2001. Somente nos casos em que a informação pretendida revestir-se do caráter sigiloso ou não for possível a obtenção do documento pela parte, é que se deve proceder à requisição judicial. ....” (TRF-3ª Região. AG 2000.03.00.063008-0/SP. Rel.: Des. Federal André Nabarrete. 5ª Turma. Decisão: 12/11/02. DJ de 08/04/03, p. 359.) “Ementa: .... os agentes fazendários que por dever de ofício tiverem acesso às informações bancárias somente poderão utilizá-las nos limites fixados pela lei, estando vedada a divulgação ou exposição ao conhecimento de terceiros (CTN, art. 198, caput). ....” (TRF-3ª Região. AMS 1999.03.99.058644-8/SP. Rel.: Des. Federal Cecília Marcondes. 3ª Turma. Decisão: 21/05/03. DJ de 18/06/03, p. 357.) “Ementa: .... X. A nova redação do art. 198 do Código Tributário Nacional, mormente o seu § 3º, inciso I, mediante interpretação sistemática, apenas e tão-somente coteja a vontade do legislador em otimizar os procedimentos de fiscalização e investigação dos crimes do colarinho branco, através do sistema de intercâmbio de informações entre o Poder Judiciário, a Administração Pública e os Estados estrangeiros, a partir de cooperação internacional própria. .... ” (TRF-4ª Região. PET 2001.04.01.070153-2/RS. Rel.: Des. Federal Fábio Rosa. 4ª Seção. Decisão: 21/11/01. DJ de 23/01/02, p. 183.)

Art. 199. A Fazenda Pública da União e as dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios prestar-se-ão mutuamente assistência para a fiscalização dos tributos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou específico, por lei ou convênio. Parágrafo único. A Fazenda Pública da União, na forma estabelecida em tratados, acordos ou convênios, poderá permutar informações com Estados estrangeiros no interesse da arrecadação e da fiscalização de tributos. (Parágrafo incluído pela LCp 104, de 10/01/01)

“Ementa: .... I. A fiscalização municipal deve restringir-se à sua área de competência e jurisdição.

. inclusive no tocante à prova emprestada.. 179.. para fundamentar a constituição do crédito tributário... AC 1998. IV... Decisão: 23/09/99. II. Atribuição cooperativa que só se perfaz por lei ou convênio. AC 96. Rel.. AC 94.. com a troca de informações e aproveitamento de atos de fiscalização entre as entidades estatais (União. . Decisão: 17/06/03... a prova emprestada da autuação fiscal do órgão estadual foi apenas o ponto de partida para a autuação pela Receita Federal. estar-se-ía concedendo poderes à municipalidade de fiscalizar fatos ocorridos no território de outros entes federados.. 7º e 199). DJ de 03/03/00..) “Ementa: . 3ª Turma.. Decisão: 20/08/02. inviabilizando. 125..062219-2/MG.) “Ementa: ... Dês que o novo lançamento fiscal seja autônomo e esteja embasado na legislação do respectivo tributo. II.. consistente no uso. a utilização da prova emprestada não nulifica.) “Ementa: . Rel. II. quando a atribuição de fiscalizar tributos ou a permuta de informações for estabelecida. . inclusive. ou seja. ” (STJ.) “Ementa: . 2ª Turma. A cooperação entre as Fazendas Públicas. 274. 4ª Turma. Decisão: 26/05/00. 3ª Turma. Decisão: 27/10/98. REsp 73086/SP. p. 7º e 199. ” (TRF- . DJ de 04/08/00.. Federal Eustáquio Silveira.01.: Min. I. 160.. .: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado). A chamada ‘prova emprestada’. A assistência mútua entre as Fazendas Federal e Estadual não pode consubstanciar-se na utilização tão-somente da prova emprestada.. Rel. p. DJ de 04/11/02. ” (TRF-1ª Região.09071-8/BA.. DJ de 07/05/99.00. p. Ao permitir que o Município de São Paulo exija a apresentação de livros fiscais e documentos de estabelecimentos situados em outros Municípios. Eliana Calmon. 99. DJ de 30/06/03.53560-8/BA. por uma esfera do Poder Público.. p. REsp 310210/MG.. João Otávio de Noronha.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)... Estados. tem assento no art. em caráter geral ou específico.: Des. 199 do CTN. ” (STJ.. Rel.. . mormente quando . é admissível nos estritos limites em que o CTN a prevê. sem qualquer outra prova do fato gerador do tributo em discussão. I.) “Ementa: . ” (TRF1ª Região... por lei ou convênio (arts.. 2ª Turma.01. que estes exerçam o seu direito de examinar referida documentação de seus próprios contribuintes.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 273 II.: Min.. . p.” (TRF-1ª Região. É legítima a utilização da prova emprestada em matéria de autuação fiscal.01. A capacidade tributária ativa permite delegação quanto às atividades administrativas.. III. de auto de infração lavrado por outra esfera.. Rel. ... Distrito Federal e Municípios). em seus arts.

para fins de autuação referente ao Imposto de Renda. . . .: Des. Federal João Pedro Gebran Neto. Rel. AC 1999..) “Ementa: . tampouco justifica a inteira omissão dos agentes fiscais federais.05.01. Federal Manoel Álvares. DJ de 24/04/03.042030-1/CE. Federal Tourinho Neto. ” (TRF-4ª Região.00.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). 200.) “Ementa: . ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção.. Com a edição do Decreto-Lei 200/67 ficou firmada a prestação de assistência mútua entre os Fiscos Federal e Estadual. p. AMS 89. Rel. situação que consubstancia a mútua assistência que deve existir entre as Fazendas (art.. o uso pela Fazenda Nacional de prova produzida pela Fazenda Estadual. Admite-se..) “Ementa: .. Federal Ivan Lira de Carvalho.. . 77.. Rel. 3ª Turma... p. DJ de 18/11/02. ) Art. 152.. sem nenhuma outra verificação da ocorrência. 2ª Turma Suplementar. estabelecida pelo art. O art..00.03. DJ de 14/02/01. Decisão: 12/06/02.01.14577-0/MG. AMS 91. p.1ª Região 1ª Região. 29. Contudo. p. estadual ou municipal. O art. II. ” (TRF-1ª Região. AG 2000..04. I. Rel..029231-6/SP.. e reciprocamente. para. tal cooperação não vai ao ponto de se dispensarem elementos seguros de prova da infração.. exclusivamente. Decisão: 27/02/03. Decisão: 26/11/02. ” (TRF-5ª Região.. lavrar auto de infração referente à omissão de receita.103503-1/BA. p.: Des. . 199 do Código Tributário Nacional). 4ª Turma. ou quando necessário à efetivação de medida prevista na legislação tributária. As autoridades administrativas federais poderão requisitar o auxílio da força pública federal.. AC 96.: Des. Não pode o Fisco Federal basear-se. ” (TRF-3ª Região. quando vítimas de embaraço ou desacato no exercício de suas funções. 2ª Turma... Decisão: 11/11/91.... DJ de 21/11/91. 199 do Código Tributário Nacional determina que os entes integrantes da Fazenda Pública devem prestar mútua assistência na fiscalização dos tributos e na permuta de informações.480. fato gerador da obrigação.) “Ementa: ... 419. 199 do Código Tributário Nacional através da permuta de informações para a fiscalização dos tributos respectivos. 1ª Turma. DJ de 06/02/03. em auto de infração lavrado pelo Fisco Estadual. Rel. 199 do CTN condiciona a assistência mútua entre as Fazendas Públicas à préexistência de lei ou convênio.47103-1/RS. 739. I. Decisão: 26/10/00.274 Tribunal Regional Federal .: Des.

..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 275 “Ementa: . para a constituição da dívida ativa. regularmente inscrita na repartição administrativa competente.) .: Min..: Min. CTN) simplesmente porque o vocábulo ‘legislação’ não significa apenas lei.) “Ementa: .. Rel.. . ... Tendo em vista o poder de fiscalização assegurado aos agentes fazendários e o caráter público dos livros contábeis e notas fiscais. Serviço de fornecimento de água e esgoto.. via decreto. 5ª Turma. Uma vez que a remuneração dos serviços de água e esgoto é feita por taxa. DJ de 1º/07/02. CTN... p.: Min.. • Vide Súmula 40 do TFR: “A execução fiscal da Fazenda Pública Federal será proposta perante o Juiz de Direito da Comarca do domicílio do devedor. 2ª Turma. 315. sua apreensão.. 201 e 202 do CTN.. desde que não seja ela sede de Vara da Justiça Federal. REsp 63618/SP.. durante a fiscalização.. . pela lei ou por decisão final proferida em processo regular. Rel.. face à obrigatoriedade da ligação domiciliar à rede pública e. II. A fixação da data do vencimento do imposto. 201. 217. relativa à restituição da importância depositada em garantia de instância. deve-se obedecer aos requisitos dos arts. Parágrafo único. REsp 127960/RS. Francisco Falcão. a liquidez do crédito. Rel.. Irregularidade. p. Francisco Peçanha Martins. 1ª Turma.” “Ementa: . Decisão: 17/12/02.” • Vide Súmula 47 do TFR: “Cancelado o débito fiscal. 97 e 160. a correção monetária.” (STJ. tendo em vista a natureza tributária da exação.. depois de esgotado o prazo fixado. Decisão: 02/06/98. p. 201. 244. para pagamento.. Decisão: 18/10/01. A fluência de juros de mora não exclui.” (STJ.) CAPÍTULO II Dívida Ativa Art.. .. ” (STJ. Inscrição de dívida ativa. não representa nunhuma ilegalidade. para os efeitos deste artigo. Gilson Dipp.. não viola o CTN (arts. . o mesmo raciocínio é válido para o texto do art. DJ de 17/03/03. Ausência de processo administrativo. HC 18612/RJ. DJ de 18/12/98.. incide a partir da data da efetivação do depósito.. Natureza tributária. Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza.

I.” (TRF-2ª Região... AC 1998. .04. 3ª Turma. p. 202 e 204 do CTN. § 5º.. Decisão: 09/09/99. sendo caso.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. 201 do CTN. p. a quantia devida e a maneira de calcular os juros de mora acrescidos. O termo de inscrição da dívida ativa (CDA) tem função precípua de materializar a dívida ativa tributária regularmente inscrita na repartição administrativa. I... p.0295902/MG.” (TRF-1ª Região. II.00.1ª Região “Ementa: . unilateralmente. Rel. parágrafo único. 195. Aplicação do art.. Rel. o dos co-responsáveis.. a data em que foi inscrita. CDA o fato de ter sido constituída unilateralmente. Federal Sérgio Schwaitzer... não importa na garantia integral do juízo da execução. . a origem e a natureza do crédito. nos termos dos arts. II. DJ de 28/01/02.02. o título executivo da sua dívida ativa.077153-3/MG.01.. art... O termo de inscrição da dívida ativa. sempre que possível. DJ de 27/05/98. 6ª Turma. A inscrição em dívida ativa pressupõe prévio inadimplemento do contribuinte... 2ª Turma Suplementar.276 Tribunal Regional Federal . AC 2001. o nome do devedor e.00. o domicílio ou a residência de um e de outros. 2º. sendo caso. instrumentalizando pertinente ação executória fiscal pela Fazenda Pública... não macula a . II e IV).) “Ementa: .. autenticado pela autoridade competente. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado. 201. pretendido pela agravante. 202.. Federal Fábio Rosa. Ag 1997. Decisão: 28/04/98.. DJ de 16/06/00.009237-7/RJ.. Rel.01.. LEF. bem como. DJ de 18/02/03... 146. V. AC 96. p.) “Ementa: . 201 do CTN-66. O simples depósito do valor atualizado da multa. nos termos do art. 431. III. 201. Rel.. .: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado).40029-0/ SC. Decisão: 13/ 11/01.01.: Des. já que a dívida inscrita está sujeita à fluência dos encargos legais sem prejuízo da sua liquidez (CTN. eis que a Fazenda Pública dispõe do poder legal de constituir.. indicará obrigatoriamente: I. .) “Ementa: . 1ª Turma. Decisão: 20/06/01.: Des. o número do processo administrativo de que se originar o crédito. .” (TRF-1ª Região. desnecessitando notificação para pagamento antes do ajuizamento da ação fiscal.” (TRF-4ª Região. IV. art. 466.) Art..

REsp 212974/MG. bem como forma de cálculo de juros e de correção monetária. Castro Meira. 2ª Turma.” (STJ. tem-se entendido que os requisitos listados no art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 277 Parágrafo único. § 5º... acarretando. 208. Conforme preconizam os arts. DJ de 19/05/03. p.. além dos requisitos deste artigo.01. Rel. desde que tal providência não prejudique o exercício do direito de defesa do executado. 58.: Min.” (STJ. p. 1ª Turma.. I. 110.. o número do processo administrativo de que se originou o crédito. II. 3ª Turma. 145. A sua ausência. 2º e §§ 5º e 6º da LEF podem ser relevados. I. . AGA 315019/SP. Rel. Os requisitos essenciais.: Min. da Lei 6. da Lei 6.. DJ de 25/02/02. Rel. Garcia Vieira. Decisão: 27/11/01. AC 95. Rel.: Juiz Reynaldo Soares da Fonseca (convocado). sim.. sua ausência. 202 do CTN.. . A finalidade desta regra de constituição do título é atribuir à CDA a certeza e liquidez inerentes aos títulos de crédito. Decisão: 26/10/00.830/80. Rel. Luiz Fux.) “Ementa: .01. a fim de que fiquem demonstradas a certeza e liquidez do critério fiscal correspondente. da natureza e do fundamento legal da dívida através da indicação de preceitos legais aplicáveis não induz à nulidade da CDA. Decisão: 17/06/03.. I.. 2ª Turma Suplementar.. 202 do CTN e no art. p...830..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).) “Ementa: ... A nulidade da CDA só pode ser declarada em face da inobservância dos requisitos formais previstos nos incisos do art. o que confere ao executado elementos para opor embargos...” (STJ. obstando execuções arbitrárias. § 5º. .03002-6/MG.. que devem constar da certidão da dívida ativa. .. AC 96.) “Ementa: ... são os constantes dos arts.. 202 do CTN e 2º. inclusive a indicação da natureza do débito e sua fundamentação legal.. Não obstante a nuance formal da CDA.. a inscrição da dívida ativa somente gera presunção de liquidez e certeza na medida que contenha todas as exigências legais.: Min. .) “Ementa: .. IV. “Ementa: .18931-7/MG.” (TRF-1ª Região. 105.. AGA 485548/RJ.) “Ementa: .. 202 do Código Tributário Nacional e 2º.. DJ de 27/09/ 99. DJ de 12/08/03. causa de nulidade da inscrição e do procedimento dela decorrente. DJ de 07/12/00. 1ª Turma.. A certidão conterá.. implicaria em nulidade. p. O termo de inscrição da dívida ativa indicará. p.. I. obrigatoriamente. Decisão: 06/05/03. A discriminação da origem. a indicação do livro e da folha da inscrição.. Decisão: 17/08/99.” (TRF-1ª Região.

Rel.. DJ de 28/10/02.. . A. AC 2000. p. É imperativo que esse procedimento siga as regras estabelecidas no art. 202 do Código Tributário Nacional. 202. DJ de 21/03/01.. p.. 3ª Turma. Rel. tem o efeito de permitir que.002788-5/RS.01. nos termos do art.. DJ de 22/10/02. qual seja a obrigatoriedade de se determinar de que maneira foram calculados os juros de mora acrescidos à dívida inicial . DJ de 13/11/02. do CTN autorizar a indicação na dívida ativa dos ‘co-responsáveis’.014487-0/RJ. desde que não comprometida a essencialidade do documento tributário e inexistindo prejuízo para a defesa.) “Ementa: .103127-6/SC. desde que presentes a vinculação do terceiro à obrigação tributária (art. 3ª Turma.. 4ª Turma. À Fazenda Pública é permitido o pedido de reforço de penhora que se mostre insuficiente. O fato de o art. 142. 1ª Turma. evidentemente..: Des.. II. haja eventual redirecionamento desta.” (TRF-2ª Região. Decisão: 28/08/02.. A inscrição e a extração da certidão da dívida ativa devem ser feitas com severo rigor formal..01. Federal Tânia Heine. I.: Des.047276-5/RJ.” (TRF-3ª Região. Na certidão de dívida ativa não se exige conste o valor dos juros e demais encargos. Federal Ney Fonseca.004925-3/SP. DJ de 05/05/03.. Decisão: 05/12/00.: Des.. 134 e 135 do CTN.. do CTN)..) “Ementa: .) “Ementa: . 429..” (TRF-4ª Região. Federal Márcio Antônio Rocha.. .: Des.04. A existência de eventuais falhas formais na CDA não afeta a validade do título.02. 3ª Turma.. I. p. p. Decisão: 25/03/03.) . Federal Nery Junior.: Des.) “Ementa: . Federal A..278 Tribunal Regional Federal . AG 2002.03. pp. e sim a maneira de seu cálculo (art.02.” (TRF-2ª Região. Não constitui vício a divergência entre o valor do crédito inscrito e o atribuído à inicial na execução. AC 1999. II. 37. Ramos de Oliveira. ou ainda a responsabilidade do terceiro nos termos dos arts. 202..) “Ementa: .. AG 2000. AC 2001. DJ de 19/07/00.01. acrescido dos juros e encargos já vencidos. III. Rel. AC 1999. 121).. 154/155. 139. .. .: Des.04. pois este está. Decisão: 04/05/00. no curso de execução... 202 do Código Tributário Nacional.” (TRF-2ª Região..007250-4/RJ. É desnecessária a indicação da alíquota e base de cálculo na certidão da dívida ativa.. Rel.02. I.01.... Federal Frederico Gueiros. II. 2ª Turma. Decisão: 30/09/02.01... contendo os requisitos elencados no art. Rel. inciso I. 202 do CTN. Rel..” (TRF-4ª Região.. Decisão: 17/09/02.99. 777. .1ª Região II. p.

Luiz Fux.. IV. se a certidão da dívida ativa inclui parcela substancial da qual a executada estava isenta. . basta indicar a taxa de juros e o respectivo fundamento legal. p. que somente poderá versar sobre a parte modificada. não se configurando qualquer óbice ao prosseguimento da execução. A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no artigo anterior.01. os juros de mora. “Ementa: .) Art. dispensando-se estar instruída com memória discriminada do cálculo. 740.. . Para o efeito do inciso II do art.: Des.. acusado ou interessado o prazo para defesa. Federal Castro Meira.. Federal Vilson Darós. nos .. Decisão: 06/05/03. p. mediante substituição da certidão nula. 202 do CTN-66. para sanar esta nulidade. a nulidade da CDA não deve ser declarada por eventuais falhas que não geram prejuízos para o executado promover a sua defesa.. AG 1999. V.” (TRF-5ª Região. p. Rel. prevista no art.04... ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente. a multa e a correção monetária. mas a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância. 203 do CTN. III.. providenciar a substituição da certidão nula até a decisão de primeira instância.” (TRF-4ª Região.. O descaso para com os ditames norteadores do art. DJ de 19/05/03. A pena de nulidade da inscrição e da respectiva CDA. posto conspirar contra o princípio da efetividade aplicável ao processo executivo extrajudicial. DJ de 14/05/99.01599-4/PE. devolvido ao sujeito passivo.: Des. AGA 485548/RJ.. 46. 202 do Código Tributário Nacional torna nula a certidão de dívida ativa.830/80 não exige que a inicial da execução fiscal seja instruída com memória discriminada da atualização da dívida.. 145... Isto porque o insignificante defeito formal que não compromete a essência do título executivo não deve reclamar por parte do exeqüente um novo processo com base em um novo lançamento tributário para apuração do tributo devido.. 203.. não gerando esta efeito algum ao orbe jurídico. A Lei 6. deve. revela-se descabida a sua invalidação.) “Ementa: . Rel.: Min. 2ª Turma. Decisão: 17/02/00. Decisão: 15/04/99. DJ de 29/03/00. AC 96.” (STJ. Rel. I.) “Ementa: . Estando o título formalmente perfeito.. deve ser interpretada cum granu salis. 1ª Turma. Destarte. com a discriminação precisa do fundamento legal sobre que repousam a obrigação tributária.013517-7/RS. 1ª Turma. Conforme decidiu esta Corte.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 279 “Ementa: ..05.

03.. A substituição da CDA. p. sob pena de nulidade daquele título e a execução dele decorrente . DJ de 03/09/96. DJ de 18/02/03. . 4ª Turma....) “Ementa: . . 6ª Turma.: Des. Rel.280 Tribunal Regional Federal . REsp 347423/AC. Possibilidade de substituição da certidão.) “Ementa: .. I.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..” (TRF-1ª Região.. p. Humberto Gomes de Barros. Decisão: 20/06/01. A omissão de quaisquer dos requisitos da certidão. Rel. ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e.. Decisão: 28/05/02. a devolução do prazo de defesa ao sujeito passivo.. Eventualmente verificada qualquer nulidade na inscrição ou no processo de cobrança dela decorrente.. Rel. 431.01. é necessário substituir-se a certidão nula.. 203 do CTN. tem amparo legal. Rel. .” (STJ. Requisitos legais.02. (Art.: Min. AC 2001.01.. .. sendo impositiva. .. determinar seu saneamento mediante substituição da certidão.. .) “Ementa: . Nulidade de certidão de dívida ativa e do processo de execução...) “Ementa: . Decisão: 17/08/00. I. Federal Homar Cais.: Min. Decisão: 12/06/96. 64. II. Rel. 109.. Decisão: 17/12/02... ainda. p.” (TRF-2ª Região. Apesar do caráter formal da certidão de dívida ativa. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída. Federal Sérgio Schwaitzer. III.” (STJ....” (STJ. REsp 222033/PB.. 203).) “Ementa: .1ª Região termos do art. p. Decisão: 05/03/02. art. a substituição da CDA até a decisão de primeira instância só é possível em se tratando de erro material ou formal. antes da decisão de primeiro grau. 1ª Turma.. DJ de 17/02/03. 275.009237-7/RJ.) Art. Eliana Calmon. REsp 385388/MG. 226. o art. 2ª Turma Suplementar. p.00.: Min. Se a parcela substancial de certidão de dívida ativa refere-se a crédito inexistente.” (TRF-3ª Região.. 203 do CTN).0305846/SP. DJ de 15/04/02. admite-se que seja relevado vício de forma dês que o mesmo não prejudique o exercício do direito de defesa do executado.. do processo executivo (Código Tributário Nacional.. . Rel. 1ª Turma... DJ de 18/09/00. p. I. mais.070818-7/MG. até a decisão de primeira instância. DJ de 05/08/02... 2ª Turma. 203 do CTN é expresso ao viabilizar ou. Humberto Gomes de Barros. 204....: Des.289.. AC 1998. acusado ou interessado. conseqüentemente. 101. REO 90.

341.. AC 91. 110... I...” (TRF-2ª Região.. 444.: Des. pois se presume a plena ciência do interessado quanto às normas para sua expedição (art. como tal. característica inerente aos atos administrativos em geral. 3º – Lei 6. II..062747-5/RJ...) ... Rel. § 5º.01. a cargo do executado ou de terceiro a quem aproveite. a presunção de certeza e liquidez do título executivo é relativa.00. Rel. da Lei 6.) “Ementa: . art.. podendo ser ilidida por prova inequívoca .. DJ de 08/08/03.” (TRF-1ª Região. A dívida ativa regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez. 2ª Turma.. 204 do CTN e arts. 3º da Lei 6. art. 204. AG 2000..830/80. Rel..” (STJ. nos moldes do art.. que só pode ser afastada mediante prova inequívoca em contrário (CTN... Decisão: 26/06/02.. III.. Por outro lado. 3º). LEF. Segundo o disposto no parágrafo único do art. AC 2000. DJ de 18/02/03. respectivamente. A certidão de dívida ativa tem a natureza jurídica de ato administrativo e.: Min. 6ª Turma. I.02.830/80. DJ de 18/02/02. Federal Olindo Menezes. Decisão: 09/10/01. DJ de 31/01/02. 204 – CTN e art. Federal Poul Erik Dyrlund.. Rel. Para que o executado desconstitua o título executivo é necessária a prova idônea e robusta capaz de elidir a sua presunção legal. A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca.. 4ª Turma.. 2º.0511369/DF.01... AC 1999. 161.. 3ª Turma. valendo como prova pré-constituída. Decisão: 24/06/03. Paulo Medina.: Des. p.. somente podendo ser elidida por prova inequívoca. .” (TRF-2ª Região.04746-2/ES.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 281 Parágrafo único. art. AGA 307639/RS. e 3º.) “Ementa: .. Federal Carlos Olavo. “Ementa: . também goza da presunção de certeza e de liquidez. goza da presunção de legitimidade. (Cf. Decisão: 10/12/02. . 204 do CTN). p.” (TRF-1ª Região.: Des. . As certidões de dívida ativa gozam de certeza e liquidez. p.830/80 e art.: Des. quando regularmente inscrita. p.) “Ementa: . 204 do Código Tributário Nacional.132705-6/MG.) “Ementa: .00.01. Rel..02. Não há como acoimar de precária a CDA no que se refere à origem e à natureza da dívida. Federal Franca Neto. I. 6ª Turma.). a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite. DJ de 12/09/03. Decisão: 12/09/01.

que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa. 360.) CAPÍTULO III Certidões Negativas Art. Federal Marga Inge Barth Tessler..72.. 579.1ª Região “Ementa: . Decisão: 16/12/02. Decisão: 22/10/02. bem como do efeito de prova pré-constituída (art. Destarte.) “Ementa: .002708-8/SC. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição.282 Tribunal Regional Federal .32569-3/PE.. seja feita por certidão negativa.04. II. Rel.. Federal Newton de Lucca. Rel.03. p. nos embargos do devedor. 31 da Lei 6. Federal Nereu Santos.: Des.. I. AC 94. . .. • Vide Súmula 73 do TFR: “Não cabe exigir dos Municípios o certificado de quitação.. A certidão de dívida ativa é dotada por lei de presunção de liquidez e certeza..094318-1/SP. 3ª Turma. Para afastar tal presunção é necessário prova inequívoca em contrário...” (TRF-3ª Região. Decisão: 16/11/00. A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo.” (TRF-5ª Região. quando exigível. o ônus da prova cabe ao executado. DJ de 06/11/02. p/ acórdão: Des.. que. . A dívida ativa regularmente inscrita goza de liquidez e certeza. domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. nos termos do art. 631. 205. ou regularidade de situação. deve mostrar que a CDA não se constitui de requisitos atinentes à sua validade.. tendo ela efeito de prova pré-constituída. I.” ... DJ de 09/04/01. p..830/80).05. 204 do CTN). 204 do CTN. AC 2001. Rel. somente podendo ser elidida mediante prova inequívoca a cargo do sujeito passivo do terceiro a quem aproveite (art. 4ª Turma. Parágrafo único..” (TRF-4ª Região. Milita em favor da certidão de dívida ativa a presunção de certeza e liquidez... p. expedida à vista de requerimento do interessado. 3ª Turma. AG 97.: Des. 204 do Código Tributário Nacional c/c art. O onus probandi no sentido de apresentar elementos que afastem a referida presunção compete ao executado.) “Ementa: . DJ de 28/03/03.

. Fornecimento de certidão negativa.) “Ementa: . 249.. DJ de 23/09/02.. sem ele não há cogitar de débito. REsp 216790/RS. .: Des. I. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. art. 1ª Turma.. I. DJ de 25/02/02. 2ª Turma.. despida de exigibilidade. cabendo-lhe somente orientar os agentes administrativos no exercício de suas atribuições.” (STJ. p. p.. líquido.. antes do lançamento. atestando a regularidade da compensação realizada pelo contribuinte. Decisão: 09/11/99. Decisão: 09/10/01. haja que em ato ordinatório interna corporis não pode contrariar ou restringir o disposto em decreto ou lei... para o fim de expedição de certidão negativa de débito – CND.. Decisão: 04/09/01.. regra que não se excepciona aos tributos sujeitos ao chamado lançamento por homologação. DJ de 02/06/03.: Min. Luiz Fux.. 2ª Turma. 205 e 206 do CTN.. 185. Federal Mário César Ribeiro. p. I.... DJ de 22/04/02.. 4ª Turma. REsp 412966/SC....” (TRF-1ª Região. Rel. Há diferenças entre a certidão negativa de débito e a positiva. com efeito de negativa. I.. afigurando-se. I.” (STJ. CTN.) “Ementa: .” (STJ..” (STJ. cujas modalidades dos arts. 1ª Turma.. Eliana Calmon..) “Ementa: . Franciulli Netto. 229. REsp 328045/SC. o contribuinte tem direito à certidão negativa de débito.) “Ementa: .006472-0/MG. .. 205. . O contribuinte tem direito à certidão negativa de débito quando a recusa de seu fornecimento está fundada na ausência do procedimento administrativo concernente à homologação do tributo. consistentes na apresentação de defesa ou de recurso administrativo.) “Ementa: . Decisão: 15/08/02..: Min. é que terá ele assegurado o direito à certidão negativa.00. somente depois da chancela da autoridade fazendária competente. 556. Ag 1999. Se é por meio do lançamento que o crédito tributário é constituído.: Min...01. Rel. Rel. p. AGREsp 397708/MG. ... 265. por isso mesmo.. DJ de 17/03/00. ilegal e abusiva a recusa de autoridade administrativa em expedir a certidão negativa de débito. existe tão-somente uma obrigação fiscal. .. Sem crédito constituído definitivamente. uma vez que.: Min.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 283 “Ementa: . Rel. Decisão: 16/05/03. O fornecimento de certidão negativa de débito não pode ficar condicionado ao cumprimento de exigências constantes de ordem de serviço do INSS. Jurisprudência pacífica desta Corte no sentido de que não pode ser negada ao contribuinte a expedição de certidão negativa de débito enquanto não constituído o crédito tributário.. Milton Luiz Pereira. p. Rel.. certo e exigível.

DJ de 04/09/03. não se apresenta como legítima a recusa no fornecimento da certidão requerida. p.” (TRF-1ª Região. a expedição deverá ser de certidão positiva..: Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz (convocado). DJ de 13/06/01. Não se encontrando os débitos do impetrante. devidamente inscritos na dívida ativa.01. Rel.. quando. 4ª Turma.. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. 105. Rel... Decisão: 12/06/01. DJ de 18/09/03.023996-1/MG. p.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada)... Decisão: 18/12/02. 205. Decisão: 26/11/02.: Des.. p. quando em seu nome não constar nenhum débito tributário inscrito para com o Fisco e tem direito a obter a certidão positiva com efeito de negativa (art. I. de 15 de dezembro de 1998. p. previsto no art..) “Ementa: .122459-2/BA.... Decisão: 26/08/03. I. AMS 99. que acrescentou o § 3º ao art.” (TRF-1ª Região. parágrafo único.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). arts. 37. conforme os arts..23390-1/MG. . DJ de 30/04/03. Federal Raldênio Bonifácio Costa. I.. 82. . 151 do CTN. 2ª Turma Suplementar.284 Tribunal Regional Federal . 205 do CTN).. 5ª Turma.: Des.038629-4/MG.) “Ementa: . Decisão: 05/08/03..) “Ementa: . AMS 1999. Considerando-se que a exigibilidade do crédito tributário se encontra suspensa por força do parcelamento da dívida.” (TRF-2ª Região. .. 4ª Turma. 106. para fornecer a certidão negativa de débito. este estiver com a sua exigibilidade suspensa. Rel. e 205).: Des. 104. independentemente da garantia. impõe-se a concessão da segurança para determinar a expedição do referido documento.02. Contribuinte tem direito à certidão negativa de débito (CND – art. Rel. 114 da Carta Magna.. Estando comprovado que não existe crédito tributário definitivamente constituído. se há a dívida e se encontra com a exigibilidade suspensa..” (TRF-1ª Região. não pode a Administração Tributária se recusar à emissão de certidão negativa de débito (CTN.38. Inexistindo débito fiscal e tendo a autoridade coatora extrapolado o prazo de dez dias. AMS 95. uma vez que as sentenças trabalhistas que reconheceram o vínculo empregatício são anteriores à Emenda Constitucional 20.1ª Região II. Federal Carlos Olavo. REO 1999.. REO 1999.01. III.) . p. p. 2ª Turma Suplementar. Inexistindo o débito.) “Ementa: . . do CTN.00.. DJ de 20/02/03. Rel.49437-5/MA. tem o contribuinte o direito à certidão negativa de débito prevista no art. DJ de 09/01/03..00..00.” (TRF-1ª Região. em decorrência de alguma das hipóteses previstas no art. mesmo havendo o débito tributário. com efeito de negativa. o contribuinte possui o direito à CND. . 151. 206 do CTN).. 205 do CTN.. I... 97. 205 e 206 do CTN. enquanto..01. 2ª Turma Suplementar.. I. Decisão: 24/11/00.06866-9/RJ... REO 96.. Rel.) “Ementa: ..01.” (TRF-1ª Região. .

Decisão: 21/ 05/03. A expedição de certidão negativa de débitos e de certidão positiva com efeitos de negativa (arts. DJ de 03/07/03..0014089/RJ.. por qualquer dos meios previstos em lei. Sem crédito constituído defintivamente.. . certo e exigível.. AMS 2002.: Des. ou que sejam objeto de execução com penhora efetivada ou ainda que tenham sua exigibilidade sus- .. Suspensa a exigibilidade do crédito tributário. Fornecimento de certidão negativa. p. .. 205 (CND) e a certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão de inexistência no art. Rel.041674/ES. 89.. prevê a possibilidade de certidão de inexistência de tributos no art. c/c arts. AG 2001. Decisão: 25/09/02. à época da negativa pela autoridade. líquido. Federal Consuelo Yoshida.. a existência da ação judicial discutindo o valor do tributo.) “Ementa: .) “Ementa: .” (TRF-2ª Região. . é direito do contribuinte obter a certidão negativa ou positiva com efeitos negativos. DJ de 28/05/03.51. nos termos do art. Decisão: 14/05/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 285 “Ementa: . Se o crédito tributário não se encontra formalmente constituído pelo lançamento..” (TRF-3ª Região. 205 do Código Tributário Nacional. 354.. ajuizamento de ação de execução fiscal.. 151. Não se pode negar a expedição de certidão negativa de débitos.. 205 e 206 do Código Tributário Nacional) tem por objetivo comprovar que o contribuinte encontra-se em situação regular perante o Fisco. 443. p. 2ª Turma. norma com força de lei complementar e aplicável às contribuições previdenciárias ante sua natureza tributária. 6ª Turma. CTN. Federal Sérgio Schwaitzer. Rel. AMS 2001.) “Ementa: . DJ de 18/02/03. no caso..” (TRF-3ª Região. Decisão: 27/08/02.51. Tal certidão deve ser expedida se..03. DJ de 07/11/02.00. 6ª Turma. p. o Código Tributário Nacional.063668-5/SP. Federal Maurício Kato... 205. Rel.. esta última nos casos de débitos não vencidos.016212-6/RJ.. era regular a situação do contribuinte ou se não havia.03.009125-1/SP.. I. com liminar concedida. 367. AMS 98.: Des.” (TRF-2ª Região.... ainda. Ao tratar das certidões negativas de débitos.) “Ementa: .” (TRF-2ª Região. art. o contribuinte tem direito a certidão negativa de débito.. I..02. 431. p. Federal Franca Neto. 2ª Turma.: Des. . I. ou a existência de execução fiscal garantida por penhora. REO 95.) “Ementa: .. IV. DJ de 11/11/02..: Des. Federal Castro Aguiar. nos termos do art. Decisão: 10/12/02.. p. quando inexistem débitos perante a Previdência Social. . 205 do CTN.. 6ª Turma.. Rel. tem o contribuinte o direito à obtenção da certidão negativa de débito a que alude o art. 206.. do CTN. I.01.04..: Des.. Rel.. 205 e 206.

933. • Vide Súmula 38 do TFR: “Os Certificados de Quitação e de Regularidade de Situação não podem ser negados.018184-4/CE..71.. p. DJ de 18/06/03. Decisão: 12/11/02.. A obtenção de certidões em repartição pública. I. 205 do CTN.. A mera alegação de greve do INSS não enseja a emissão da CND.00.) “Ementa: ....” (TRF-5ª Região. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora.61. conforme dispõe o art.” (TRF-3ª Região. sendo necessário que a impetrante comprove que preenche os requisitos do art. . 454.: Des.005286-8/AL. Rel.” (TRF-4ª Região. 151 do mesmo código. .05.) “Ementa: . O contribuinte em situação fiscal regular não pode ser prejudicado pelo movimento paredista no serviço público. . à inexistência de débitos fiscais com o ente emissor.” (TRF-5ª Região. Rel. DJ de 04/02/03. Rel.. nesta hipótese.021538-4/RS. Rel. 495.. 1ª Turma.. p.005736-9/SP..: Des. 205 do Código Tributário Nacional.. configura-se o cabimento da certidão negativa de débito de que trata o art. .. não há razão plausível para recusa no fornecimento de certidão negativa. Federal Frederico Pinto de Azevedo. ou cuja exigibilidade esteja suspensa. Federal Wellington M.71. posto que constitui esta direito do contribuinte.” . DJ de 25/06/03.. art. AMS 2001. XXXIV..00. Antes de se materializar o lançamento por parte da autoridade administrativa inexiste o débito do contribuinte perante o ente tributante e. AMS 2001. II. 206).80.. Uma vez parcelado o débito tributário. 4ª Turma. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria.) “Ementa: . constitui direito individual garantido na Lei Maior (art. de Almeida. A emissão de certidão negativa de débito está condicionada. I.. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. Decisão: 28/05/03. Decisão: 11/06/03.” (TRF-4ª Região.. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos..) Art. se o débito estiver garantido por penhora regular (CTN. p. para a defesa de direitos e esclarecimentos de situações pessoais. DJ de 11/02/03.02..20.1ª Região pensa por qualquer das causas do art.: Des. b)..286 Tribunal Regional Federal . Decisão: 07/11/02.... O lançamento constitui o crédito tributário e lhe confere exigibilidade.00.004002-4/RS. p. III. p. Decisão: 27/08/02. DJ de 09/10/02. 1ª Turma.. REO 2001. 206.) “Ementa: .: Des.. 533. 582. 2ª Turma. . 205 do CTN.: Des. 5º. Rel. AMS 2000. 1ª Turma. Federal Souza Ribeiro.. AG 2002.

. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão negativa (CTN. 222... 206) . ou cuja exigibilidade esteja suspensa. REsp 196026/RS...) “Ementa: ...: Min. O art. Decisão: 06/04/99.. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 287 “Ementa: ..) “Ementa: . pouco importando que este seja inexigível.) “Ementa: . REsp 363518/ES.. 2ª Turma.. Ofertada caução real no processo cautelar é de se conceder certidão positiva com efeitos de negativa. Francisco Peçanha Martins.. Não se reveste de ilegalidade a determinação de que a expedição de certidão positiva com efeito de negativa esteja condicionada à penhora de bens suficientes que garantam o débito exeqüendo.. recebidos e processados. todavia. se a exigibilidade do crédito tributário está suspensa por força de parcelamento. DJ de 25/09/00.. DJ de 10/02/03.. não pode ser negado o fornecimento da certidão prevista no art.. 2ª Turma.) “Ementa: ......” (STJ. Comprovada a garantia do juízo em executivo fiscal. Laurita Vaz. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão negativa (CTN. II. 206 do CTN conspira em prol do interesse público.. DJ de 15/04/02.” (STJ. 1ª Turma. em se tratando de pessoa jurídica de direito público não sujeita à penhora de bens. 91. Decisão: 05/09/02. 206 do CTN dispõe: ‘Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos. Ari Pargendler. Esta Corte firmou o entendimento de que: ‘Na execução fiscal proposta contra Município.: Min.. Luiz Fux. 206 do CTN. 206) . AGA 333133/SP. tem o embargante direito . garantindo o débito. através da penhora efetivada. Rel.: Min..” (STJ.. Rel. p. p. p. 138. 175.. nos termos do art. DJ de 19/05/03. posto que a exegese do art.. art. Decisão: 06/05/03. 1ª Turma. AGA 469422/SC. p. Garcia Vieira. I. Decisão: 07/11/02.. .. 206 do CTN..’ II. Rel. opostos embargos à execução. REsp 279365/SC. É necessário seja a mesma efetivada. A certidão negativa de débito não pode ser emitida se existente o crédito tributário. Suspensa a exigibilidade do crédito tributário por força de parcelamento. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora..) “Ementa: . Decisão: 12/03/02. não basta o oferecimento de bens à penhora.. 2ª Turma.: Min. p. . . DJ de 30/09/02..: Min. Para ser reconhecido o direito à certidão negativa de débito. I. Rel.” (STJ.” (STJ. I. art. 180.

. Para a concessão de certidão positiva com efeitos de negativa de débitos. DJ de 07/02/03.. p.36... Rel. 206 do Código Tributário Nacional.044721-3/MG. Contribuinte tem direito à certidão positiva com efeito de negativa. Decisão: 19/11/02. É direito do devedor de crédito tributário obter certidão positiva com efeito de negativa. AMS 1999.. . Ag 2000.. I. implica na suspensão da exigibilidade do crédito tributário. art.01. p. Decisão: 26/11/02. do Código Tributário Nacional..38. Ag 2001. p. Rel. III e 206.078629-0/MG. ... enquanto pendente a análise de recurso administrativo.288 Tribunal Regional Federal . .” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . 206). 80.. Federal Hilton Queiroz. 80.” (TRF-1ª Região.CTN. Ag 2002. 205. quando ocorre a homologação tácita (Decreto 3. Decisão: 05/08/03..03.003787-9/MT. p.: Des.431/00. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. 206 do CTN.000400-8/MG.” (TRF-1ª Região. dando ao optante o direito à expedição da certidão prevista no art.. Decisão: 24/03/03. Decisão: 04/12/ 02..) “Ementa: . p. art. (Cf. DJ de 12/03/03... DJ de 07/04/03. 109.000040-6/DF. I.: Min. I. p. é necessário que o crédito não esteja vencido. Decisão: 15/10/02.01.1ª Região à expedição de certidão positiva com efeitos de negativa.. garantido por penhora ou com a sua exigibilidade suspensa em virtude de depósito integral. 172. p.00. I.” (STJ. AMS 1999. Rel. . Federal Mário César Ribeiro. se propõe garantir a satisfação do crédito. quando o débito encontra-se garantido por penhora (CTN.. Federal Selene Maria de Almeida.. Rel. .) “Ementa: . 69.. I. 4ª Turma..137177-6/DF.. tem o contribuinte o direito à expedição de certidão positiva com efeito de negativa. AC 2000. que contenha débitos ajuizados e não garantidos. Decisão: 24/06/03. 95.’ . 13. Rel. I.) “Ementa: .: Des. 254. Federal Olindo Menezes.) “Ementa: . 5ª Turma. 1ª Turma. A opção do contribuinte pelo Refis.. Estando o crédito tributário..) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. §§ 1º e 2º). DJ de 08/08/03.... DJ de 04/09/03..: Des.. DJ de 02/12/02.00. em curso de cobrança executiva... 4ª Turma.. c/c o art. 151. art.00.01. conforme previsto nos arts. mediante o oferecimento de fiança bancária. em caso de execução. que tenha sido garantido por penhora. 2ª Turma Suplementar.” (TRF-1ª Região.00. 4ª Turma. 3ª Turma. cujo lançamento pretende discutir.) .” (TRF-1ª Região.. Rel.. DJ de 19/02/03. O devedor faz jus à obtenção de certidão positiva de débitos com efeitos de negativa..: Des... Luiz Fux. ou que esteja com sua exigibilidade suspensa.01.00.. Rel.). 206 . nos termos do art.: Des..: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada). REsp 443024/RS.

.. abster-se de expedi-la quando já ofertada garantia. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora. Decisão: 29/10/02.) “Ementa: . II. seja pelo fato de os débitos estarem sub judice. Nos termos do art.” (TRF-2ª Região.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 289 “Ementa: .. 206 do Código Tributário Nacional. 274.. p.002297-2/MG... O Código Tributário Nacional autoriza a expedição de certidão positiva de débito. 3ª Turma... . tem o mesmo efeito da certidão negativa de débitos a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos. O art. DJ de 21/02/03.01. DJ de 1º/08/03. Rel.: Des. p.01.01.) “Ementa: ..” (TRF-1ª Região. 206). 206 do CTN prevê expressamente a possibilidade de emitirse certidão positiva com efeitos de negativa na hipótese de suspensão da exigibilidade do crédito tributário como quando ocorre o depósito integral de seu montante. Certidão de regularidade fiscal.” (TRF-3ª Região. Decisão: 25/02/03. AG . não pode ser negado o fornecimento de certidão de débito. I. ..38.) “Ementa: . Achando-se suspensa a exigibilidade do crédito tributário. II. REO 1999. muito menos. . 3ª Turma.033306-9/MG. Rel. DJ de 20/03/03. I.. AMS 2000.00. I.. quando se tratar. DJ de 21/03/03. 206 do CTN autoriza a expedição de certidão positiva com efeito de negativa. de créditos cuja exigibilidade esteja suspensa (art. Rel. Estando o débito devidamente constituído. 206.. .” (TRF-1ª Região. ou cuja exigibilidade esteja suspensa.00. .. AC 2002. com efeitos de negativa. 21. REO 1998.) “Ementa: . Federal Valmir Peçanha.008702-7/RJ.. sob o argumento de que inexiste garantia para a transação firmada.. CTN. Rel.. Parcelamento do débito... O art. Federal Cândido Ribeiro. 92. Decisão: 25/02/03. p.. 4ª Turma.. 99... não pode o legislador ordinário condicionar a concessão de certidão negativa de débitos ou de certidão positiva com efeito de negativa ao fornecimento de garantias e.. p... II. Decisão: 24/06/03.38..02.01409-2/ES.) “Ementa: . no prazo.. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora.00.02.. Art. DJ de 09/01/03.: Des..025483-0/MT. das obrigações assumidas pelo contribuinte. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. 39..: Des. AMS 2002...” (TRF-2ª Região.: Juiz Eduardo José Corrêa (convocado). 2ª Turma Suplementar. p.: Des. Rel.. Federal Frederico Gueiros.. 4ª Turma. entre outras hipóteses. Estando regular o parcelamento com o cumprimento. Decisão: 21/10/02. . seja pela existência de penhora. a certidão positiva com efeito de negativa poderá ser expedida se sua exigibilidade estiver suspensa.” (TRF-1ª Região.

687.: Des. 320.. p..) “Ementa: .) “Ementa: . p. Rel. 206 do CTN. Decisão: 29/04/ 03.. Decisão: 29/10/02.61. DJ de 1º/07/03.” (TRF-3ª Região. .) “Ementa: . 401. ad instar da hipótese alvitrada no art.” (TRF-3ª Região. Rel. Federal Suzana Camargo. ou cuja exigibilidade esteja suspensa. I. 5ª Turma.034294-7/SP. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com efeitos de negativa. Federal Mairan Maia. Federal Baptista Pereira.. I. Nos termos do art. uma vez que a certidão apresentada tem os efeitos de negativa. AMS 2000. DJ de 28/05/03.. tem o impetrante o direito à liberação pretendida. 206) podem ser expedidas nos casos de existência de créditos não vencidos.: Des. REOMS 1999. 5ª Turma.61..) . Estando a liberação de mercadoria importada condicionada à apresentação de CND por parte do importador. II.” (TRF-3ª Região.00.09.. 206 do CTN. de caucionar bem em garantia do débito tributário. 206 do Código Tributário Nacional. 6ª Turma. p. 206 do CTN. Reconhece-se direito ao contribuinte-devedor. Rel. Decisão: 03/09/03. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. p.027127-6/SP...054082-9/SP. 1ª Turma. p.03. 198. obtendo o mesmo efeito da penhora em execução fiscal.00. nos termos do art.) “Ementa: .035954-5/SP. Federal André Nabarrete. incapaz de atender qualquer das hipóteses legais que provoque a suspensão da exigibilidade do crédito tributário (art.: Des. Rel. IV.039077-3/SP. DJ de 17/06/03.” (TRF-4ª Região. . em feito cautelar ou ordinário.03. AC 2001. Certidões positivas com efeitos de negativas (art. 145.1ª Região 2001. 93.. em curso de cobrança executiva em que houvesse penhora. Rel..00.. Porém. Decisão: 15/04/03.” (TRF-3ª Região.290 Tribunal Regional Federal . AMS 1999. ou que estivessem com a exigibilidade suspensa.: Des. 2ª Turma. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora..99. DJ de 02/04/03..03.72.. o que. nos termos do art. DJ de 06/08/03. somente é possível a expedição de certidão. REOMS 96. viabilizaria a emissão de certidão positiva com efeitos de negativa.: Des. desde que se refira a créditos não vencidos.) “Ementa: . 206 do CTN. Rel.. Federal Marianina Galante. Decisão: 02/05/02..000033-9/SC... se a exigibilidade dele está suspensa por força de parcelamento. A prestação de garantia real tem o desiderato de suspender a exigibilidade dos créditos fiscais. p. DJ de 19/09/03.. 3ª Turma. com os mesmos efeitos da negativa de débito.. Decisão: 11/06/03. 151 do CTN). II. A certidão negativa de débito não pode ser emitida se pendente o crédito tributário. e tendo apresentado este certidão positiva onde há a certificação de que os débitos são objetos de execução garantida por penhora.: Des.... preconizado no art.

. Decisão: 15/12/02.00.. a autoridade administrativa não pode negar a emissão de certidão de regularidade fiscal. pressupõe que. Art.. 4ª Turma. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. 206 do CTN. pode ser emitida certidão positiva com efeito .: Des. pelo ajuizamento de ação fiscal. A concessão da certidão positiva com efeitos de negativa. . 206 do CTN. AG 2002.. AMS 2002. suspende-se a exigibilidade do crédito tributário ainda que o pedido liminar tenha sido inicialmente negado.” (TRF-4ª Região.. DJ de 18/06/03.: Des. O simples fato de existir crédito tributário impossibilita o contribuinte de obter apenas a CND..008650-4/RS. CND. 206). salvo na existência de outros créditos cuja exigibilidade não esteja suspensa. Federal Wellington M. DJ de 10/04/03. Rel. I. Decisão: 04/06/03. Decisão: 10/12/02. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. Decisão: 11/02/03. AMS 2000. Decisão: 11/06/03. Nos casos de débito tributário discutido judicialmente.: Des. p. ou cuja exigibilidade estiver suspensa (CTN.) “Ementa: . de Almeida. Nesta situação. de modo a torná-lo exigível.) “Ementa: . 494. na forma do art. DJ de 04/04/03. contra o requerente. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 291 “Ementa: . em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora.. 1ª Turma.01.” (TRF-5ª Região... REO 2000.055808-9/SC.81. p.07.... Rel.) “Ementa: ... Federal Paulo Machado Cordeiro. p. p. Sendo a decisão judicial de mérito favorável ao contribuinte. onde o contribuinte ofereceu bens a penhora.006262-0/PB. 4ª Turma.” (TRF-5ª Região.” (TRF-5ª Região.00.. 1ª Turma. DJ de 25/06/03.. . 206 do CTN.017632-8/CE. em havendo execução da dívida fiscal.01. 206 do CTN. DJ de 25/03/03. . A certidão positiva com efeito de negativa de débito é devida quando existirem. art. tem o contribuinte direito à expedição de certidão positiva com efeitos de negativa como dispõe o art. Rel. II. créditos não vencidos.04..05.82. fazendo jus à certidão positiva com efeito de negativa caso se encontre resguardado por uma das hipóteses previstas no art..) “Ementa: . 861. 1ª Turma. Estando o crédito tributário em curso de cobrança executiva garantida por penhora tem direito o contribuinte à certidão positiva com efeito de negativa. 496. Enquanto não constituído o crédito tributário por seu regular lançamento..: Des...71. I.) “Ementa: .: Des. sendo indevida a permanência da inscrição no Cadin. p... 588.. I. Rel.” (TRF-4ª Região. REO 2000.... Rel. 206 do CTN. esteja garantido o juízo pela penhora regularmente efetivada.017819-8/PE.. inteligência do art.. 573. Federal Napoleão Maia Filho..

todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido. p. A certidão negativa de débito. Decisão: 16/05/02. I.. responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir. à mercê de oferecimento de garantia para a sua expedição. p..) “Ementa: . 206 do CTN..) Art. tem direito à obtenção de certidão positiva de débito com efeito de negativa. p. é hipótese de concessão de certidão positiva de débito com efeitos de negativa. 3ª Turma. Federal Ivan Lira de Carvalho.: Des..” (TRF-5ª Região. REO 2002.001005-6/AL.80.00. DJ de 16/04/03.) “Ementa: .. O contribuinte. I.82.1ª Região de negativa de débitos.000001-4/AL. em Direito Tributário.) “Ementa: .. DJ de 27/03/03. . Federal Petrúcio Ferreira..82. respondendo. 1. inteligência do art. Embora a garantia por meio de penhora no processo de execução não seja causa de suspensão da exigibilidade do crédito tributário.292 Tribunal Regional Federal . pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos. 208. II.00.01. Rel. Independentemente de disposição legal permissiva. Federal Napoleão Maia Filho. 440. impõese a expedição de certidão positiva com efeito de negativa.. A certidão negativa expedida com dolo ou fraude. Decisão: 17/09/02. quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade de direito.. nos termos do art. que contenha erro contra a Fazenda Pública. Decisão: 25/02/03. 1ª Turma. porém. será dispensada a prova de quitação de tributos.: Des..: Des.. exceto as relativas a infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator.00.” (TRF-5ª Região.. cujo débito fiscal encontra-se parcelado.80. DJ de 13/05/03... Art. expressamente prevista no art. juros de mora e penalidades cabíveis. é o meio pelo qual se prova a quitação de determinado tributo. é o documento que busca informar a real situação fiscal do contribuinte. REO 2000. REO 2002..001407-1/PB. .004... DJ de 28/04/03. Havendo defesa administrativa pendente de julgamento. I. Rel. ou o seu suprimento. .” (TRF-5ª Região. Federal Nereu Santos. 2ª Turma.002765-9/PB. . Rel. REO 2001. 206 do CTN. Rel.. 207. posto que não exigida no momento oportuno. p. 4ª Turma. 405. 206 do CTN. . 460. Decisão: 20/03/03.: Des..” (TRF-5ª Região...

. o pagamento efetuado no primeiro dia útil do seu vencimento. 31. Contribuições previdenciárias. salvo se não houver expediente.01. Federal Olindo Menezes. O disposto neste artigo não exclui a responsabilidade criminal e funcional que no caso couber.. dentro do prazo de cinco dias. “Ementa: . A expressão “Fazenda Pública”. Para efeito da intimação pessoal prevista no art. 1º desta mesma lei.” Parágrafo único. . quando empregada nesta lei sem qualificação. 2ª Turma.. Decisão: 07/12/93. “Ementa: . . Só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato. Rel..830/80. DJ de 24/03/94. 210-CTN). excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento. 3ª Turma. Recaindo o dia de vencimento do pagamento de contribuição previdenciária em feriado ou ponto facultativo.: Des.. I.. Feriado.: Des. Os prazos fixados nesta lei ou na legislação tributária serão contínuos. Rel. 209. I. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento (art.. as autarquias incluem-se no conceito de Fazenda Pública. abrange a Fazenda Pública da União.) Art.. AC 92.02.. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 293 Parágrafo único.07656-5/MG.” (TRF-2ª Região. ou a publicação com efeito de intimação for feita nesse dia.. AC 96. o prazo judicial terá início na segunda-feira imediata. 210. III.” (TRF-1ª Região.. do Distrito Federal e dos Municípios.08025-9/RJ.862. 25 da Lei 6. a teor do art... Decisão: 1º/04/96. caso em que começará no primeiro dia útil que se seguir. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindose o de vencimento. • Vide Súmula 310 do STF: “Quando a intimação tiver lugar na sexta-feira. Pagamento. não . DJ de 17/05/96.. Contam-se os prazos. dos Estados. Federal Alberto Nogueira. Prazo. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. O prazo de prescrição qüinqüenal tributária é contado de forma contínua.) “Ementa: . Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato..

481. Os Estados pertencentes a uma mesma região geoeconômica celebrarão entre si convênios para o estabelecimento de alíquota uniforme para o imposto a que se refere o art. 214.30667-0/MG. 213. por decreto. que revo- . 211. I.. Incumbe ao Conselho Técnico de Economia e Finanças. Sendo certo que na contagem dos prazos fixados no Código Tributário Nacional (art. do Ministério da Fazenda. o disposto no § 1º do art. estaduais e municipais expedirão. 2ª Turma Suplementar. 60.01. 4ª Turma. relativa a cada um dos tributos.. Rel. AMS 93.. .. a consolidação. no caso de exportação para o exterior.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). .. Federal Mário César Ribeiro. da legislação vigente.. “Ementa: . Os Municípios de um mesmo Estado procederão igualmente.. para excluir ou limitar a incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias.” (TRF-1ª Região. Os Poderes Executivos federal.016409-1/MG. contra convênio ICM 73/87. 52. Mandado de segurança repressivo-preventivo. DJ de 11/06/99. impetrado por sociedades agroindustriais no setor sucroalcooleiro. é legítima a prorrogação. art.. 212.. em texto único. .. bem como que o vencimento somente se dá em dia de expediente normal da repartição.. no que se refere à fixação da alíquota de que trata o art. 210) e na legislação tributária em geral exclui-se o dia do início e inclui-se o dia do vencimento.. aplicando-se subsidiariamente...) “Ementa: Prazo para o pagamento de tributo (CTN. do prazo do vencimento para o pagamento de tributo cujo termo final ocorreu em dia de sábado. repetindo-se esta providência até o dia 31 de janeiro de cada ano. 210). p.294 Tribunal Regional Federal . DJ de 14/10/02.00.01. Art. Art. AMS 1998. prestar assistência técnica aos governos estaduais e municipais. p.. . Art.) Art.: Des. O Poder Executivo promoverá a realização de convênios com os Estados. para o primeiro dia útil subseqüente. Decisão: 16/03/99. Decisão: 10/09/02. 495.” (TRF-1ª Região. Rel. Parágrafo único. com o objetivo de assegurar a uniforme aplicação da presente lei. dentro de 90 (noventa) dias da entrada em vigor desta lei.1ª Região está sujeito a multa. 125 do Código Civil.

74.) Art. de 14/11/66. e retido por aquela autarquia econômica. de 1965.025. a alíquota de imposto a que se refere o art. parágrafo único. “Ementa: I. 53. como previsto nas regras acima citadas. de 14/11/66) I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 295 gou a isenção daquele tributo em relação a produtos industrializados destinados ao IAA para exportação. art. 1ª Turma.) Art. 21 da Emenda Constitucional 18.: Min. de 07/01/75. O Poder Executivo proporá as medidas legislativas adequadas a possibilitar. § 3º. 6º. art. 16 da Lei 4. Art. Rel. 5º. A lei estadual pode autorizar o Poder Executivo a reajustar. .119. § 2º. Rel. 3º.589. o cumprimento do disposto no art. de 11 de dezembro de 1964. Federal D’Andrea Ferreira. de 28/02/67. só poderiam ser aumentadas mediante lei. bem como a do art.: Des. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27. da CF. p. no exercício de 1967.11913-0/RJ. AMS 89. X. Decisão: 29/04/81. de 10 de junho de 1966. da Carta de 67/69. Prevalência do princípio da legalidade tributária. § 6º. Competência do egrégio Superior Tribunal de Justiça: art.737. da CF de 88.” (STF. Lei Complementar 24. DJ de 22/05/81. art. 23. onde têm suas respectivas sedes as impetrantes. As disposições desta lei.. Código Tributário Nacional. art. 54 da Lei 5. sem prejuízo do disposto no art. e 77. notadamente as dos arts. art. Ato Complementar 36. a. Art. denominação que passa a ter o Imposto Sindical de que tratam os arts. Acolhimento da preliminar de nulidade do processo.02.. de 13/03/67. Antônio Neder. 2ª Turma. RE 76114/SP. 52.533/51. Decisão: 09/02/94.” (TRF-2ª Região. dentro de limites e segundo critérios por ela estabelecidos. II. DJ de 22/09/94. e não por meio de decreto. de 14/11/66) . Decreto-Lei 28. 17. 217. 4. 214 do CTN. 215. 150. 216.. p. não excluem a incidência e a exigibilidade: (Artigo acrescentado pelo Decreto-Lei 27. 19 da Lei 1. As alíquotas do ICM. sem compressão dos investimentos previstos na proposta orçamentária de 1967. art. pela ausência dos litisconsortes passivos necessários: o ministro da Fazenda (União) e os secretários de Fazenda dos Estados de Pernambuco e de Alagoas. 105. I. Art. 215. da “contribuição sindical”. b. 578 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho. Ato Complementar 35.

de 14/11/66) IV. p...” “Ementa: . 165. Não exige o Estado.807. de obrigação de fiscalizar e tutelar a garantia assegurada ao empregado optante pelo FGTS. Decisão: 02/12/87. 34 da Lei 4. de 14/11/66) V.. criada pelo art. pelo Poder Público.296 Tribunal Regional Federal . Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27. 71 e 74 da Lei 3.929. mas. (Inciso acrescentado pelo DecretoLei 27. de 2 de março de 1963.. da Constituição Federal.903. de 13 de setembro de 1966.214. de 13 de setembro de 1966. Rel. da Constituição. III. DJ de 1º/07/88. As contribuições para o FGTS não se caracterizam como crédito tributário ou contribuições a tributo equiparáveis.. DJ de 10/10/86. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27. de 29 de novembro de 1965. como receita pública.) .863.” (STF. não implica torná-lo titular do direito à contribuição.107. Tribunal Pleno. As contribuições previdenciárias relativas a débito anterior à Emenda Constitucional 8/77 ostentam natureza tributária. de que trata o art.. quando aciona o empregador. AgRAI 101900/SP. 22 e 23 da Lei 5.. XIII. e outras de fins sociais criadas por lei. 34 da Lei 4.. item XVI. 2ª Turma. em prol do recolhimento da contribuição do FGTS...1ª Região II. 2º da Lei 5. Sua sede está no art.. valores a serem recolhidos ao erário. 16..” (STF. da contribuição destinada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. com as alterações decorrentes do disposto nos arts. p. que integram a contribuição da União para a Previdência Social. Os depósitos do FGTS pressupõem vínculo jurídico. daí.: Min. de 29 de novembro de 1965.) “Ementa: . Não há. . .107. A atuação do Estado.: Min. 18. Rel. Francisco Rezek. de 08/12/66 Texto original: das denominadas “quotas de previdência” a que aludem os arts. das contribuições enumeradas no § 2º do art. de 26 de agosto de 1960 com as alterações determinadas pelo art. 157.. com disciplina no Direito do Trabalho. . de 14/11/66) • Vide Súmula 191 do TFR: “É compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. Decisão: 16/09/86. RE 100249/SP. decorre do cumprimento. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27.863. Néri da Silveira. contribuição de natureza fiscal ou parafiscal. da contribuição destinada a constituir o “Fundo de Assistência” e “Previdência do Trabalhador Rural”... de 14/11/66 e revogado pelo Ato Complementar 27. apenas. de que trata o art. ou de órgão da Administração Pública. 158 da Lei 4.

07235-8/DF.01. 2ª Turma Suplementar. p. I.: Des.) “Ementa: . p. . V). DJ de 17/05/93... Rel. de 31/12/70. Federal Adhemar Maciel.20444-0/DF..32046-2/MG..613.. DJ de 25/07/02. no seu art.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).816. 217. 217. art.. AC 96. de 29/11/65. afasta a aplicabilidade das regras tributárias. 16. EIAC 91. inciso IV. 217. também não viola o CTN. de 10 de outubro de 1949. que ressalvou a sua cobrança (art. . 218. IV.01. O adicional.. Decisão: 09/04/97. Federal Tourinho Neto..” (TRF-1ª Região. em todo o território nacional. 217. em seu art. II. Garcia Vieira.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 297 “Ementa: .... . A natureza tributária das contribuições previdenciárias clareja-se no Código Tributário. revogadas as disposições em contrário. 279. O próprio CTN. . Rel. O CTN.064.: Min. O CTN.06590-8/DF.01. 18.. 3º) – não se atrita com o Código Tributário Nacional.. 3ª Turma.. no art. VII. II... A exigência.863. Decisão: 03/05/93.863.01.. p. Decisão: 16/05/94.. V. de 29/11/65 (art. 2ª Seção. não se rege pelo CTN.. REsp 47135/SP.. Rel. DJ de 20/06/94.01. AC 94. p.. p.: Des.23151-0/DF.. .057..” (TRF-1ª Região. 35) e Decreto-Lei 1. REPDJ de 10/05/02. especialmente a Lei 854. AC 96. 4. 217). DJ de 18/06/99.” (TRF-1ª Região. expressamente.) “Ementa: . .” (TRF-1ª Região. Rel.” (STJ. EDAC 93. Esta lei entrará em vigor..146..” (TRF-1ª Região. de 1955. Decisão: 16/04/99. .. 1ª Turma.) “Ementa: . Federal Olindo Menezes.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). manteve o adicional criado pela Lei 2. p.. que ressalvou a sua cobrança (art.. Rel. 18.. de 31/12/70 (art.. referendou as exigências para o Funrural.) “Ementa: . mantido pela Lei 4. DJ de 09/03/92. 217. Decisão: 16/04/02...) Art.. 4ª Turma.146. Tranqüila é a jurisprudência do STF de que o crédito FGTS. Rel. III.: Des.) “Ementa: . por ser do trabalhador. com a alteração dada pelo Decreto 27/66. 51. 3ª Turma. Decisão: 17/12/91.... e pelo Decreto-Lei 1. no dia 1º de janeiro de 1967. mantida pela legislação ordinária posterior – Lei 4.

licitação: art. 205. 194 a 208 ADMINISTRADORES DE BENS – de terceiros. I AGÊNCIAS FINANCEIRAS (CF/88) – oficiais de fomento. 185 e parágrafo único ALÍQUOTAS (CF/88) – alteração: art. até quando serão conservados: art. 200 termo de inscrição da dívida ativa. curso. indicações obrigatórias: arts. § 2º ALIENAÇÃO FRAUDULENTA – ou oneração de bens ou rendas. VIII – – orçamento fiscal. parágrafo único – de cobrança de crédito tributário. prescrição: art. – finanças. metas e prioridades: art. 205 e 206 requisição do auxílio da força pública federal. § 1º normas: art. 165. taxas: art. 145. liquidez do crédito: art. 201 a 204 . § 4º AÇÃO(ÕES) – anulatória. interrupção e reinício: art. 207 – dívida ativa: arts. parágrafo único livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e comprovantes de lançamentos. legislação: art. 208 e parágrafo único certidão negativa. II. § 1º – – certidão negativa expedida com dolo ou fraude: art. § 5º. política de aplicação: art. de investimento e da seguri– regiões: art. parágrafo único presunção de certeza e liquidez da dívida regularmente inscrita. § 1º dade social: arts. 43 e §§ 1º a 3º – serviços públicos. caput – serviços públicos. § 2º – – – – federal. 167. 194 a 200 intimação escrita. estadual ou municipal por autoridades administrativas: art. e 167. 201. 202 e 203 – anulatória.Índice Alfabético-Remissivo do Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência e do Sistema Tributário Nacional na Constituição Federal de 1988 (*) ABUSO DE PODER ECONÔMICO (CF/88) – repressão: art. 165. 165. objetivos e metas: art. 197 e parágrafo único juros de mora. parágrafo único – certidões negativas: arts. curso. 163. diretrizes. 175. plano plurianual. 165. § 2º – investimento. 174 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (CF/88) – federal. efeito de prova: art. 134. 174. inclusão: art. I – gestão financeira e patrimonial. 204 e parágrafo único prova de quitação mediante certidão negativa: arts. responsabilidade quanto aos tributos devidos por estes: art. para prestação de informações: art. 35. interrupção e reinício: art. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública: art. prazo para fornecimento: art. II ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA – arts. 131. 165. conceituação: art. 173. 205 a 208 – dispensa de prova de quitação de tributos ou seu suprimento: art. 153. parágrafo único – dívida ativa tributária. prescrição: art. art. e DT. 195. 169. plano plurianual. § 9º. 201 e parágrafo único – – – fiscalização: arts. III ADQUIRENTE – responsabilidade tributária: art. 169 – de cobrança de crédito tributário.

I – a fatos geradores futuros e aos pendentes. impostos. 174. § 3º – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros. alteração pelo Poder Executivo. 174. 117 ATOS NORMATIVOS – normas complementares das leis. de imóveis. limites: art. 173 e §§ lº a 5º – concessão em caráter geral ou limitadamente: art. § 2º. 22. VI. 100. parágrafo único ARREMATANTE – de produtos apreendidos ou abandonados. 182 e parágrafo único ANULAÇÃO DE DECISÃO – condenatória. I e § 1º ANISTIA – arts. será imediata: art. alteração pelo Poder Executivo. II ÁREAS URBANIZÁVEIS – consideradas urbanas por lei municipal. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. 19 – específica. direito à restituição total ou parcial do tributo: art. 105 APOSENTADORIA (CF/88) – rendimentos: art. cobrança judicial de crédito tributário. contribuinte do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. base de cálculo do Imposto sobre a – fixação apenas pela lei. proibição: art. 21 veis e de Direitos a eles Relativos. quando se reputarão perfeitos e acabados: art. § 2º . § 3º ATOS ADMINISTRATIVOS – vide também ATOS NORMATIVOS despacho da autoridade administrativa: art. II ARROLAMENTO – habilitação em. 165. § 2º ATIVIDADE ECONÔMICA (CF/88) – exploração direta pelo Estado: art. 187 ASSISTÊNCIA SOCIAL (CF/88) – instituições de. II ARREMATAÇÃO – em hasta pública. 39 – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. 65 Importação de produtos estrangeiros: art. 103. c. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: art. base de cálculo do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. 32. 150. apoio e estímulo: art. 170. parágrafo único – princípios gerais: arts. acordo: art. ressalva: art. finalidade: art. 130. 20.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 299 ALÍQUOTA(S) – ad valorem. 180 a 182 – lei. I ATOS INTERNACIONAIS (CF/88) – transporte internacional. não estará sujeita a: art. sub-rogação: art. III APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – a ato ou fato pretérito: art. Câmbio e Seguro. 174. 97. caput ATOS JURÍDICOS – condicionais. início. efetivação por – livre exercício: art. 106 – vigência. ressalva: art. § 4º ASSOCIAÇÃO (CF/88) – atividade garimpeira: art. para efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 181 – infrações que abrangerá: art. IV ANALOGIA – aplicação da legislação tributária: art. 108. 153. 178. 170 a 181 ATIVIDADE GARIMPEIRA (CF/88) – organização: art. 180 – não concedida em caráter geral. finalidade: art.

§ 2º. Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos: art. 34. do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros. alteração pelo Poder Executivo. ressalva: art. 65 – créditos ao Fundo de Participação dos Estados – e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. 97. II. II BASE DE CÁLCULO – atualização de seu valor monetário. § 3º – de taxa. 156. equiparação à majora– fixação pela lei. 64 – do Imposto sobre Operações de Crédito. proibição: art. § 2º – Nacional: art. 100. caso em que não constituirá majoração de tributo: art. 83 BENS (CF/88) – da União: art. § 6º – móveis. ao Tribunal de Contas da União. e § 2º. § lº BANCO CENTRAL (CF/88) – disponibilidade de caixa. imposto: art. art. 87 prazo para comunicar ao Tribunal de Contas da União o crédito feito a cada Estado. parágrafo único – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. 33 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Ter– do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. alteração do Poder Executivo. II – atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. 164 – empréstimos: art. § 1º – prazo para creditar a cada Estado. 164. 97. parágrafo único – do Imposto sobre a Exportação: arts. § 2º Federal e a cada Município quotas aos mesmos devidas: art. Câmbio e Seguro. negócios ou atividades de terceiros: art. 150. 77. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. § 2º – imóveis. 155. renda ou serviços. parágrafo único – impostos sobre patrimônio. exclusão: art. 38 BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE (CF/88) – criação: DT.300 Índice Alfabético-Remissivo AUTARQUIA (CF/88) – dívida pública interna e externa da. 93. 47 do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 197. 30 veis e de Direitos a eles Relativos: art. art. quanto a Estados e Municípios que celebrem convênios com a União: art. 176. II . 93 – – do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. proibição quanto à mesma: art. 21 ritorial Urbana: art. finalidade: art. 34. prazo: art. 164. modificação. 163. caput BANCOS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. de quotas devidas aos mesmos: art. finalidade: art. 20 – emissão de moeda: art. art. disposições: art. ao Distrito – será comunicado pelo Tribunal de Contas da União sobre os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal: art. § 11 BANCO DO BRASIL – comunicação dos créditos feitos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. § 1º. 87. ao Distrito Federal e a cada Município. § 1º – títulos de emissão do Tesouro 164. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. e DT. 34. 69 ção: art. agente depositário: art. e DT. 92 – do tributo. 97. IV BEBIDAS – exclusão da participação na arrecadação de imposto incidente sobre o mesmo. Câmbio e Seguro. 24 e 25 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art.

77. a. e DT. § 1º CAIXAS ECONÔMICAS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. aprovação: art. II – dispensa da prova de quitação de tributos ou seu suprimento: art. 155. 174 BRASILEIROS (CF/88) – pesquisa. fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. parágrafo único CERTIDÕES NEGATIVAS – arts. ou de direitos reais sobre imóveis. prazo para comunicação pelo Tribunal de Contas da União ao Banco do Brasil: art. 156. 150. feita pelo Tribunal de Contas da União ao Banco do Brasil. II CÂMARA MUNICIPAL (CF/88) – política de desenvolvimento urbano. parágrafo único. 207 grafo único COISA JULGADA – extinção do crédito tributário: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 301 – ou direitos. V. art. § 2º distribuição proporcional do Fundo de Participação dos Fundos dos Estados e do Distrito Federal: art. 126 CAPITAL (CF/88) – estrangeiro. e DT. § 1º CÂMBIO (CF/88) – operações. 208 e pará- . art. II CHEQUE – pagamento de crédito tributário: art. 205 a 208 – judicial de crédito tributário. inadmissibilidade: art. 34. negócios ou atividades de terceiros: art. § 1º mortis e doação: art. 205 e 206 CESSÃO DE DIREITOS – relativos às transmissões de propriedade ou do domínio útil de bens imóveis. 174. do Distrito Federal e Município. 172 CAPITAL DE EMPRESAS – taxa calculada em função do mesmo. e DT. parágrafo único – prova de quitação de tributo: arts. interrupção da prescrição da ação para cobrança de crédito tributário: art. I. 34. 176. inventário ou arrolamento: art. 148. 92 – de cada Estado. 163. plano diretor. 15. limitação por meio de tributos: art. 205. VI CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA – fatores de que independerá: art. 162 e §§ 1º e 2º CITAÇÃO – pessoal feita ao devedor. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. impostos sobre a transmissão causa – tráfego de. II CALAMIDADE (CF/88) – despesas extraordinárias: empréstimo compulsório: art. § 1º. lucros: art. não estará sujeita a concurso de credores. 34. prescrição da ação: art. 182. 92 – – distribuição de parcela. disposições sobre: art. 197. art. reinvestimentos. 88. 35. I COBRANÇA – do crédito tributário. prazo: art. determinação de: art. com exceção dos direitos reais de garantia. investimentos. 187 COEFICIENTE INDIVIDUAL DE PARTICIPAÇÃO – comunicação referente ao mesmo. 91. ou habilitação em falência. concordata. § 6º – prazo para seu fornecimento: art. § 1º CALAMIDADE PÚBLICA – instituição de empréstimos compulsórios pela União: art. I. X COMBUSTÍVEIS – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RE- – expedida com dolo ou fraude: art.

6º a 15 – importação e exportação. III – Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. do Distrito Federal e dos Estados não divididos em Municípios para instituir impostos: art. ressalva: art. 63 Imposto sobre Produtos Industrializados: art. e parágrafo único. I – COMPENSAÇÃO – de créditos tributários: art. e 135. I CONCURSO DE CREDORES – cobrança judicial de crédito tributário. II CONDIÇÃO SUSPENSIVA – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. 18 – Imposto sobre a Exportação: art. 8º CONCORDATA – concessão. IV. prova de quitação de tributos: art. 156. 6º – legislativa plena quanto à competência tributáCOMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA – arts. monopólio da União: art. 134. 191 – responsabilidade tributária: arts. 40 – minérios e minerais nucleares. V. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS COMÉRCIO (CF/88) – importação e exportação. II CONSIGNAÇÃO – judicial da importância do crédito tributário pelo sujeito passivo: casos: art. monopólio da União: art. efeitos: art. I CÔNJUGE MEEIRO – responsabilidade tributária: art. II COMPETÊNCIA – vide também COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONCORDATÁRIO – responsabilidade tributária do síndico e do comissário: arts. 177. 117. 7º e parágrafos – limitações: arts. 177. 156. 68 ria.302 Índice Alfabético-Remissivo LATIVAS A COMBUSTÍVEIS. ressalva: art. ressalva: art. Câmbio – e Seguro. 29 Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer Natureza: art. 19 – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. art. LUBRIFICANTES. 43 e Direitos a eles Relativos: art. 117. 134. Zona Franca de Manaus: DT. 187 CONDIÇÃO RESOLUTÓRIA – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. cobrança judicial de crédito tributário. 164 e parágrafos CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO – extinção do crédito tributário: art. 35 – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – Imposto sobre Operações de Crédito. 9º a 15 – não-exercício. 170 habilitação em. VI – competência legislativa plena. 23 – Imposto sobre a Importação: art. 46 . VIII – da União. e 135. petróleo e gás natural. não está sujeita à: art. V COMISSÁRIO – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 32 – – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. negócios ou atividades de terceiros: art. 6º a 8º – indelegabilidade. 131. não estará sujeita ao mesmo: art. 187 – extinção do crédito tributário: art. 197. 6º – disposições gerais: arts.

II – do Imposto sobre Operações de Crédito. 42 – direitos. 82 CONTRIBUINTE (CF/88) – impostos. 70 CONTRIBUIÇÃO (CF/88) – de melhoria. 81. art. § 1º CONTRIBUIÇÃO – relativa a cada imóvel. 145. a – taxas. 81 e 82 exclusão de sua responsabilidade pelo crédito tributário. § 5º. dos Estados. Câm– – – – bio e Seguro. não-cumprimento. III – social: art. finalidade: art. VI COOPERATIVA (CF/88) – atividade garimpeira: art. normas complementares das leis. § 2º CORRETORES – intimação escrita para prestar informações so- – do Imposto sobre a Exportação: art. 145. § 1º CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA – arts. competência tributária da União. 174. do Distrito Federal e dos Municípios: art. forma e prazos da contribuição devida. características: art. 81 – limite total e limite individual: art. 175. Distrito Federal e Municípios. e 170. 150. 156. II CONVÊNIOS – celebrados com a União. como será determinada: art. 34. 27 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. 100. § 1º – instituição. 34 – do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. participação de Estados e Municípios de até dez por cento da arrecadação efetuada: art. § 2º – requisitos mínimos observados em lei: art. 82. V – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. utilização de serviços públicos: art. e DT. IV CONTRIBUINTES – autônomos. atribuição da mesma a terceiro: art. 51 e parágrafo único do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 82. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: art. 121. § 2º. 82. 22 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 83 e parágrafo único – – tratamento desigual. 31 . II. 98 – impostos. 82. definição de: art. art. 51. 145. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. 150. in fine – notificação do contribuinte: art. 100 e parágrafo único – contribuição relativa a cada imóvel. 155. serviços públicos: art. 128 notificação do montante.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 303 CONSUMIDOR (CF/88) – defesa: arts. parágrafo único CONVERSÃO DE DEPÓSITO EM RENDA – extinção de crédito tributário: art. em caso de contribuição de melhoria. Estados. § lº – revogação ou modificação da legislação tributária interna: art. 134 e 135 parágrafo único. XII. 149 e parágrafo único. §§ 3º e 4º COOPERATIVISMO (CF/88) – apoio e estímulo: art. respon– sujeito passivo da obrigação principal: art. 174. CONVENÇÕES INTERNACIONAIS – normas complementares: art. I – obrigação principal. § 2º sabilidade de terceiros: arts. parágrafo único. determinação: art. em caso de contribuição de melhoria: art. para efeito do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. § 1º celebrados entre a União. proibição: art. e DT. 66 do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 34.

será vinculada e obrigatória. 180 – anistia não concedida em caráter geral. 188 e parágrafos . utilização e transposição: arts. 163 – – efetivação e garantias respectivas. § 8º. e § 2º – – – anistia. 139 – desconto pela antecipação do pagamento. proibição: art. revoga– cobrança judicial.304 Índice Alfabético-Remissivo bre bens.especiais. ordem: art. – – – operações de. negócios ou atividades de terceiros: art. 181 – anistia. 197. 165. 167. e 189. 182 e parágrafo único anistia. 155 e parágrafo único – – especiais. IV CRÉDITOS (CF/88) – adicionais. 167. prescrição. indispensabilidade: art. 141. 193 de direito público. projeto de lei. imputação: art. V. 165. e DT. 182 atividade administrativa de lançamento. III. disposições sobre: art. 145 anistia. não concessão em caráter geral. casos: art. VII – instituições oficiais da União. 180 – decorre da obrigação principal: art. § 8º. concordata. 191 – concorrência pública. requerimento do interessado. condições: art. e 168 extraordinário. 182 e parágrafo único – disposições gerais: arts. §§ 2º e 3º – cobrança. critérios: arts. abertura e vigência: art. critérios: arts. infrações abrangidas pela mesma. 187. 174. ressalva: art. prova que fará o mesmo: art. 142. e 167. 188. e 167 suplementar. in fine – encargos da massa falida: art. conteúdo: art. inaplicação: art. 167. extinção do direito. efetivação por despacho. concessão em caráter geral ou limitado: art. § 1º. § 8º. 160. exclusão do: art. 166. casos: art. 139 a 141 – dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público. como se procederá: arts. parágrafo único – anistia. parágrafo único circunstâncias modificadoras. prova da quitação de tributos para sua concessão: art. inventários ou arrolamento: art. IV – operações de. II – anistia. contagem do prazo: art. 163. acréscimo de juros de mora. e 168 – compensação: art. 142 contestação. contagem: art. casos. caput . infrações que abrangerá: art. contratação. 170 e parágrafo único – concordata. 139 a 193 – abrangido pela moratória. 167. parágrafo único – constituição: arts. ressalva: art. 37 suplementar. não afetarão a obrigação tributária que deu origem ao: art. 175. utilização e transposição: arts. 164 e parágrafos Pública. art. abertura e vigência: art. despesas de capital excedentes: art. 166. requerimento pelo interessado. abertura. 166. prova de quitação de tributos pelo contratante ou proponente. parágrafo único – concurso de preferência entre pessoas jurídicas – consignação judicial pelo sujeito passivo. 140 ção de moratória: art. efetivação por despacho: art. efeitos quanto a concurso de credores ou habilitação em falência. apreciação: art. parágrafo único CRÉDITO TRIBUTÁRIO – arts. 187 – ilimitados. competência: art. VII § 8º. responsabilidade funcional: art. 142 a 150 – constituição pela Fazenda – – – – alteração de lançamento regularmente notificada ao sujeito passivo. 173 e parágrafo único constituição pelo lançamento. 154 – ação para cobrança.

179 e parágrafos – – moratória. 161 e parágrafos – exclusão: arts. conceituação: art. ressalva: art. 177 juros de mora e penalidades. 125. efetuação e revisão de ofício. – isenção. decorrerá de lei. pelo não-pagamento integral no vencimento: art. prova que fará o interessado: art. 155 e parágrafo único – isenção restrita a determinada região: art. isenção: arts. revogação: art. especificações: art. 183 a 185 – – garantias e privilégios. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. casos de dolo. 171 e parágrafo único – extinção. 175 e parágrafo único – juros de mora. 185 e parágrafo único – lançamento. efeti– isenção ou remissão. 180 a 182 – exclusão. revogação ou modificação: art. 144 – extinção mediante transação que importe em concessões mútuas: art. 178 – moratória. VI – – isenção. 176 a 179 – exclusão pela isenção e pela anistia: art. 147 a 150 – modifcação nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa. 152 a 155 – moratória. fraude ou simulação: art. § 1º – lançamento: arts. ressalva: art. 201. 156 e parágrafo único. 143 liquidez. pro– – lançamento. 176. 173 e parágrafo único do sujeito passivo ou de terceiro: art. 97. parágrafo único modalidade de extinção: arts. I – isenção não concedida em caráter geral. 146 – isenção. II parágrafo único – moratória: arts. preferências: arts. disposições gerais: art. requisito para seu início: art. disposições gerais: arts. 154. 176 – modalidades de lançamento: arts. parágrafo único vação por despacho. 142 – lançamento. 141 – extinção: arts. conversão em moeda nacional: art. revisão. 152 e parágrafo único moratória. efetuação com base na declaração – – – – exigibilidade suspensa ou excluída: art. 186 a 193 isenção. requerimento. 153 – natureza: art. 149. 150 e parágrafos do fato gerador: art. pagamento indevido: arts. não será excluída pela fluência de juros de mora: art. legislação aplicável: art. 144 e parágrafos lançamento por homologação: art. pagamento: arts. parágrafo único va de quitação de tributos. valor tributável expresso em moeda estrangeira. 175 a 182 – exclusão. taxa: art. 149 lançamento. apenas pela lei. no exercício do lançamento. concessão: art. 165 a 169 – falência. anistia: arts. relativamente a um mesmo sujeito passivo: art. para sua declaração: art. reportar-se-á à data da ocorrência – lançamento. 142 a 146 – lançamento. presunção. 157 a 164 – extinção. 139 . e 170 a 174 – – – garantias e privilégios: arts. especificações: art. extinção das obrigações do falido. 156 a 174 – extinção do direito de constituí-lo: art. suspensão e extinção dos mesmos. casos: art. 175. efeitos. 191 fraude na alienação ou oneração de bens ou rendas. concessão em caráter individual. ou de dispensa ou redução de penalidades: art. efetivação. exclusão do: art. tributos a que não se estenderá: art. 183 a 193 – garantias e privilégios. das hipóteses de exclusão. 147 e parágrafos lançamento. 161.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 305 – estabelecimento. 175 – exclusão.

151 e parágrafo único – retificação dos erros: art. lançamento efetuado com base na mesma: art. 134. 150. 169 e parágrafo único – vencidos ou vincendos. serviços ou atos jurídicos como base do cálculo do tributo. 156. sub-rogação na pessoa dos adquirentes: art. 174 e parágrafo único regularmente constituído. parágrafo único de pagamento indevido: art. V DECISÃO ADMINISTRATIVA – irreformável. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. pagamento integral do: – preferência: art. a cargo de pessoas jurídicas de ato privado em liquidação. em caso de pagamento indevido. 156. VI. IX DECISÃO JUDICIAL – passada em julgado. disposições gerais: art. direitos. art. extinção de crédito tributário: art. extinção do direito de pleiteá-la: art. 156. 148 vencidos ou vincendos. 147. § 1º DECRETOS – conteúdo e alcance. arbitramento. 147 e parágrafos – – remissão total ou parcial. 141 relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. 165 pecuniárias. 160 . juros não capitalizáveis: art. casos. ressalva: art. quando não importará em presunção de pagamento: art. prova de quitação de tributos para seu proferimento: art. 128 – restituição de juros de mora e penalidades – – restituição. 186 – prescrição de ação anulatória da denegação de restituição: art. vencimento: art. extinção do crédito tributário: art. X DECLARAÇÃO – de sujeito passivo ou de terceiro. 158 art. 190 seu espólio. a que estarão restritos: art. para reduzir ou excluir tributo: art. 157 – penalidade. 172 CRIME (CF/88) – de responsabilidade: investimento. ressalva: art. imposição. II DECADÊNCIA – extinção do crédito tributário: art. e § 4º. 162. 130 remissão total ou parcial: art. § 2º – retificação por iniciativa do próprio declarante. b. § 2º – – – transação extintiva de: art. preferência: art. 172 e parágrafo único cho fundamentado: art. preferência quanto ao pagamento: art. 192 – suspensão: arts. modificação ou extinção: art. não-inclusão no plano plurianual: art. concessão em despa– responsabilidade de terceiro: art.306 Índice Alfabético-Remissivo – pagamento efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo: art. forma: art. 99 – – suspensão. 167. 151 a 155 – suspensão da exigibilidade: art. 168 restituição. 162 e parágrafos – pagamento. 159 extinto o: art. 167. 34. 171 e parágrafo único valor ou preço de bens. § 1º CURADORES – responsabilidade quanto a tributos devidos por seus curatelados: art. a cargo do de cujus ou – – – prescrição de ação para cobrança: art. 189 e parágrafo único – pagamento em cheque. § 1º CULTO RELIGIOSO (CF/88) – templos. em caso – sentença de julgamento de partilha ou adjudicação. 167 e parágrafo único – restituição total ou parcial do tributo. 151 e parágrafo único tempo do pagamento não estipulado. quando se considerará – pagamento. proibição de impostos: art. e DT. 147.

159. contrato social ou estatutos: art. 131. 145 e 155 – regional. limitação por meio de tributos: art. irrigação. I. § 4º. art. e DT. recursos da União: DT. II DESAPROPRIAÇÃO (CF/88) – indenização de benfeitorias: art. incentivos fiscais. § 1º DIRETORES – de pessoas jurídicas de direito privado. § 5º – não-sujeição: art. III – por interesse social: art. responsabilidade do espólio: art. não gera direito adquirido: art. 151. Distrito Federal e Municípios o produto da arrecadação de impostos. e DT. 209 a 218 DISTRIBUIÇÃO – de parcela a Municípios. 172. 184. § 1º DIREITO ADQUIRIDO – concessão de moratória em caráter individual: art. art. empréstimo compulsório: art. I DESENVOLVIMENTO (CF/88) – nacional. parágrafo único DIREITO FINANCEIRO (CF/88) – finanças públicas: arts. 184. c. 138 e parágrafo único DEPÓSITO – do montante integral do crédito tributário. suspensão da exigibilidade deste: art. 131. 150. III DESENVOLVIMENTO URBANO (CF/88) – política de: art. diretrizes e bases: art. V. concessão: art. II DEMISSÃO – de autoridades arrecadadoras de impostos que não entregarem aos Estados. 34. receitas tributárias. 155 – despacho concedente de remissão do crédito tributário. II – extraordinárias. § 1º – excedentes a créditos orçamentários ou adicionais. 10 e 11 DE CUJUS – tributos devidos pelo mesmo. 184. art. respeito ao: art. 182. 163 e 164 DIREITO INDIVIDUAL (CF/88) – de tráfego. 135. 184. § 2º – do produto da arrecadação dos Impostos sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e sobre Produtos Industrializados: art. 182 e §§ 1º a 4º DESPESAS PÚBLICAS (CF/88) – com pessoal: art. distribuição: art. exclusão da responsabilidade: art. 185 – pelo Município: art. determinação: art. 46. coeficiente individual de participação. 100 e parágrafo único – regional. art. § 1º DENÚNCIA – espontânea da infração. art. I – regional. 38 – tributos devidos pelo mesmo. 145. e DT. prazo: art. I. proibição: art. 34. planejamento. § 1º – isenção de impostos: art. § 1º – impostos. 42 . 85. 169 e § 1º. 167. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 91. §§ 1º. 86 DISTRITO FEDERAL (CF/88) – competência tributária: arts. 160. § 3º DESCONTO – concessão pela legislação tributária em caso de antecipação de pagamento: art. §§ 1º a 5º – processo judicial: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 307 – normas complementares: art. responsabilidade do sucessor e do cônjuge meeiro: art. 174. parágrafo único DESEMBARAÇO ADUANEIRO – fato gerador do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 148. 151. III DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS – arts. 34. e DT.

308 Índice Alfabético-Remissivo – contribuição dos servidores. limites: art. § 1º – – despesa com pessoal: art. e DT. I. disposições: art. II – dos Estados. art. 147 – impostos. 153. liquidez do crédito: art. II – tributos. instituição e normas: art. e DT. I. 94 e § 1º lativas a Combustíveis. a. e § 4º DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA . I. § 2º. 77 – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. 150. 149. 18. 155. 34. parágrafo único. 85. IV art. arrecadação. I. competência do: art. disposições: art. 179 – operações cambiais. a. e §§ 1º e 2º. vedada a retenção: art. 201 A 204 – conceituação: art. diferença entre bens e serviços. e 39. 155. indicações obrigatórias: arts. art. I. 201. Lubrificantes. ressalva: art. 201 – impostos. 163. II – incorporação definitiva à sua receita do produ– to de arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. remuneração e proventos. § 2º DÍVIDA AGRÁRIA (CF/88) – título. tributação. II – recursos repassados pela União: art. repartição com: arts. 159. II . tratamento jurídico diferenciado: art. autorização: art. arts. depósito: art. distribuição pela União: art. divulgação e critérios de – tributos. DIVULGAÇÃO – de informação sobre a situação econômica ou financeira de sujeitos passivos ou terceiros pela Fazenda Pública. e DT. III. inadmissibilidade. revogação de moratória e penalidades: art. § 5º. e DT. 164. 160 e parágrafo único – juros de mora. e §§ 1º e 2º. 34. requisição por autoridade estrangeira. 95 – percentagens no Imposto sobre Operações Re- – fundo de participação do: arts. 163. limites: art. 151. 159. imóvel rural. proi– tributos. 151. 169. a. e DT. emissão e resgate. e parágrafo único. § 2º instituição cumulativa de impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios: art. § 5º. 187. limites e proibições: arts. indenização: art. II – externa e interna. 151. instituição: art. caput. isenção pela União: art. II. 34. renda. § 2º. e parágrafo único – fato gerador das taxas cobradas pelo: art. 161. tributação. 160. parágrafo único – impostos da União. III – tributos. 184. I DOCUMENTOS (CF/88) – de natureza comercial. § 1º DISTRITO FEDERAL – concurso de preferência: art. 161. 38 – disponibilidade de caixa. II. 162 bição: art. parágrafo único. II – títulos. VI – receitas tributárias da União. art. e DT. repartição com: arts. art. 204 e parágrafo único – presunção de clareza e liquidez da dívida regu– termo de inscrição da dívida ativa. art. Energia Elétrica e Minerais do País: art. 157. 153. 34. 202 e 203 – microempresa e empresa de pequeno porte. parágrafo único larmente inscrita: art. 198 e parágrafo único DOAÇÃO (CF/88) – imposto sobre: art. disposições: 163. 152 DÍVIDA PÚBLICA (CF/88) – agentes públicos. arrecadação. 157. 181 DOLO – de beneficiado ou terceiro. § 3º percentagem obrigatoriamente destinada ao orçamento de despesas de capital: art. II.ARTS. I. 160 e parágrafo único rateio: art. do Distrito Federal e dos Municípios. 159. 34. 155 – impostos municipais. 151. 85.

164. princípio da ordem econômica: art. 108. 150. IX. 165. VI. casos excepcionais: art. 170. c. 32 EMPRESAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. aproveitamento. tratamento diferenciado: arts. 173.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 309 – do sujeito passivo ou de terceiro. 168 ECONOMIA POPULAR (CF/88) – atos contra a. 187. 176. art. LUBRIFICANTES. VII – hidráulica. . e DT. efeitos quan– extinção de crédito tributário. 149. 169 § 1º. § 1º – estatais. VIII EMPRESAS (CF/88) – brasileira de capital nacional. caput. 38 pública. 15. e § 1º – renovável. 170. contrato social ou estatutos: art. II EMPREGO (CF/88) – pleno acesso ao. 150. §§ 5º e 7º. 29 DOTAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS (CF/88) – entrega dos recursos. art. IV. orçamento: art. política agrícola: art. 208 e parágrafo único DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO – art. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS EQÜIDADE – aplicação da lei tributária: art. finalidades e aplicação de recursos: art. § 3º – eletrificação rural. punição: art. 155. VII de: art. § 9º – elétrica. negócios ou atividades de terceiros: art. e § 2º – concessionárias e permissionárias de serviços públicos: art. e DT. e § 4º EMPREGADOS – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. exploração e aproveitamento: art. 34. responsabilidade pelo pagamento: DT. § 4º ENERGIA ELÉTRICA – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. responsabilidade do funcionário: art. e 179 pública. 154. 35. impostos. 34. § 4º – – – micro e pequenas empresas. incidência de tributo: art. 148. parágrafo único EMPRÉSTIMOS AO TESOURO NACIONAL (CF/88) – concessão vedada: art. prazo: art. 175 art. inadmissibilida– na expedição de certidão negativa. despesa com pessoal: art. 176. exploração de atividade econômica: art. Imposto sobre Circulação de Mercadorias. livre aproveitamento: art. 173 e §§ 1º a 3º – do sujeito passivo ou de terceiro. efeitos quanto à moratória: art. pesquisa e lavra de recursos minerais: art. 15 – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 135. § 1º ENERGIA (CF/88) – elétrica. art. § 1º EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO – atribuição privativa da União. parágrafo único to ao lançamento: art. proibição: art. II EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO (CF/88) – instituição. 127 e parágrafos DOMÍNIO ÚTIL DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. e DT. 176. § 5º EDUCAÇÃO (CF/88) – instituições de. 197. § 1º – prazo e condições de resgate. fixação em lei: art.

84 e parágrafo único ESPÓLIO – responsabilidade tributária: art. § 2º. 162 bição: art. e DT. II fundo de participação dos: arts. 151. parágrafo único total ou parcial do crédito tributário: art. 159. instituição e normas: art. art. 151. 85. I. II – impostos. retificação de ofício: art. diferenças entre bens e serviços. arrecadação. I e II. 83 – contribuição de melhoria: art. 165. proi– tributos. instituição. e 161. I. e DT. e parágrafo único. I 153. parágrafo único recursos repassados pela União: art. 34. parágrafo único. participação em arrecadação: art. tratamento jurídico diferenciado: art. 160 e parágrafo único – na identificação do sujeito passivo. 179 – operações cambiais. II impostos. distribuição pela União: art. e parágrafo único. repartição: arts. industrial ou profissional. 41 concurso de preferência: art. remissão impostos da União. parágrafo único. II. 159.310 Índice Alfabético-Remissivo ERRO(S) – contidos na declaração. III ESTABELECIMENTO – comercial. 159. negócios ou atividades de terceiros: art. II. IV. vedada a retenção: art. § 1º ESTADOS – arrecadação de impostos de competência da União: art. § 4º – microempresa e empresa de pequeno porte. e DT. § 3º. aquisição por pessoa de direito privado. e DT. § 5º. § 2º. 157. repartição com: arts. 155 – impostos. a. 34. responsabilidade tributária: art. divulgação e critérios de – tributos. 160. 145. servidores. e 135. 172. III – tributos. II. 158. 77 – – – dívida pública dos. 160 e parágrafo único rateio: art. 163. limites e proibições: arts. 35 – despesa com pessoal: art. e DT. VI – receitas tributárias da União. 162. 160. restituição – no pagamento de crédito tributário mediante estampilha. e parágrafo único. e DT. III – contribuição. e §§ 1º e 2º. distribuição aos Municípios: arts. parágrafo único. 161. efeitos quanto à restituição: art. III. e 39. 161. 133 ESTADOS (CF/88) – competência tributária: arts. IV – escusável. § 2º. I – tributos. 38 – disponibilidade de caixa. § 2º – – efeitos quanto ao lançamento: art 149. § 1º – competência quanto ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. arts. competência do: art. 187. arrecadação. 152 – – responsabilidade tributária: arts. 157. arrecadação. 153. 150. 134. I. a. art. II total ou parcial do tributo: art. §§ 1º e 2º. a. arts. 145 e 155 – celebração de convênios com a União. ESCRIVÃES – intimação escrita para prestar informações sobre bens. art. III. 149. isenções pela União: art. 159. 34. I. Ill. II art. proibição: art. 34. I. art. tributação. 164. VI. 197. e parágrafo único. e 160 – fato gerador das taxas cobradas pelos mesmos: – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. depósito: art. I. II. 147. § 5º. 34. 169. III. e 39. quanto a matéria de fato. renda. II. 151. 131. disposições: art. Il to da arrecadação do Imposto sobre a Renda – incorporação definitiva à sua receita do produ- . § 3º – – competente para o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art.

95 – data de sua ocorrência. 35. 143 – definição legal. 116 – que seja a propriedade. 23 EXPORTADOR – ou pessoa equiparada. art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 311 e proventos de qualquer natureza. ressalva: art. 191 FALSIDADE – efeitos quanto ao lançamento: art. 163 e 164 . 165. parágrafo único – do Imposto sobre a Exportação: art. Câmbio e Seguro. § 2º – da obrigação principal. contribuintes do Imposto sobre Exportação: art. 134. prova de quitação de tributos: art. II EXPORTAÇÃO – fato gerador do imposto: art. conversão do valor tributável expresso em moeda estrangeira: art. 130 FILHOS MENORES – responsabilidade tributária dos pais: art. 153. 35. § 3º EXPORTAÇÃO (CF/88) – imposto. e parágrafo único – não divididos em municípios. instituição: art. III – – percentagem obrigatoriamente destinada ao orçamento de despesas de capital: art. 27 EXTRATERRITORIALIDADE – da legislação tributária dos Estados. 102 FALÊNCIA – habilitação. obrigações acessórias: art. 94 e § 1º percentagens no Imposto sobre Operações Relativas a Combustíveis. 144 – da taxa. Lubrificantes. instituição cumulativa de impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios: art. 149. 19 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 68 futuros e pendentes. proibição quanto ao mesmo: art. 124. 165. não estará sujeita à: art. 85. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. Energia Elétrica e Minerais do País: art. I FINANÇAS PÚBLICAS (CF/88) – gestão: art. 114 – normas gerais: arts. sub-rogação de créditos tributários na pessoa dos adquirentes. II. 97. I. 35 – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. 18. domínio útil ou a posse de bens imóveis. 77. 32 – do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. do Distrito Federal e dos Municípios: art. 187 FALIDO – declaração da extinção das obrigações. e DT. cobrança judicial de crédito tributário. 63 – – do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 23 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. IV FATO(S) GERADOR(ES) – câmbio do dia de sua ocorrência. interpretação: art. 115 – da obrigação principal: art. parágrafo único EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA (CF/88) – publicação de relatório: art. responsabilidade solidária das pessoas que tenham interesse comum na situação que o constitua: art. § 9º. § 2º – da obrigação acessória: art. 29 veis e de Direitos a eles Relativos: art. aplicação imediata da legislação tributária: art. definição em lei. II – da obrigação tributária principal. relativos a herdeiros ou legatários. o lançamento reportarse-á à mesma: art. transmissões causa mortis: art. 118 – distintos. ressalva: art. 105 – quando se considerará ocorrido: art.

200 – política urbana. 83 FUNÇÃO SOCIAL (CF/88) – imóvel rural. 182. efeitos quan– extinção de crédito tributário. obrigatoriedade: art. tributos. disposições: art. 150. 184 – constituição dos fundos: arts.312 Índice Alfabético-Remissivo FISCALIZAÇÃO – arts. 149. 194 a 200 – – – – intimação escrita. IX – do sujeito passivo ou de terceiro. em caso de alienação ou oneração cálculo das percentagens destinadas aos Fundos de Participação dos Municípios. aplicações: art. 200 FRAUDE – de autoridade. 182 – propriedade urbana. percentagem: arts. 149. § 1º FUMO – exclusão da participação na arrecadação de imposto incidente sobre o mesmo. 88 a 90 . art. ressalva: art. 92 e 93 comprovação da aplicação das quotas estaduais e municipais: art. 154. lI proibição: art. FUNDO DE COMÉRCIO – aquisição por pessoa natural ou jurídica de direito privado. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. 176. 86 e 87 – critério de distribuição do Fundo de Participação dos Estados: arts. responsabilidade do funcionário: art. responsabilidade: art. 196 e parágrafo único legislação tributária. 133 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS – critério de distribuição: arts. 185 e parágrafo único – percentagem no Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e no Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 208 e parágrafo único de bens ou rendas. e DT. parágrafo único cálculo e pagamento das quotas estaduais e municipais: arts. 88 a 90 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL – distribuição: arts. 150. quanto a Estados e Municípios que celebrem convênios com a União: art. VII de: art. efeitos quanto à moratória: art. pesquisa. prestação de informações à autoridade administrativa. 94 – – FRONTEIRAS (CF/88) – faixa de. 86. 88 a 90 ção dos Municípios: art. em caso de embaraço ou desacato no exercício de suas funções: art. desenvolvimento: art. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. 197 e parágrafo único lavratura dos termos necessários para o início do procedimento: art. § 2º – impostos sobre patrimônio. 194 e parágrafo único requisição de força pública por autoridade administrativa federal: art. 38 – dívida pública interna e externa. § 2º FUNDAÇÃO PÚBLICA (CF/88) – despesa com pessoal: art. parágrafo único to ao lançamento: art. cumprimento da: art. 163. 88 a 90 FORÇA PÚBLICA – requisição por autoridade administrativa federal. 169. renda ou serviços. § 1º. em lançamento anterior. 86 a 94 – – presunção. § 4º – do sujeito passivo ou de terceiro. exclusão do produto da arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. inadmissibilida– na expedição de certidão negativa. 91 – critério de distribuição do Fundo de Participa– distribuição do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. 86 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS – arts. efeitos quanto ao lançamento: art. junto a outra. desapropriação: art.

Distrito Federal e Municípios: art. § 1º. VII FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS – cálculo das percentagens destinadas aos mesmos. I e III – ratificação pelo Congresso Nacional. § 1º – desapropriação: art. § 1º – competência tributária da União: 154 arts. exclusão da parcela do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. I IMPOSTOS (CF/88) – aplicação de recursos no desenvolvimento regional. § 4º IDOSO (CF/88) – aposentado. 184 e §§ 1º a 5º IMPORTAÇÃO (CF/88) – produtos estrangeiros. 36 GÁS NATURAL (CF/88) – monopólio da União: art. 22. § 2º. 177. § 3º GUERRA EXTERNA (CF/88) – despesa extraordinária. I HOMOLOGAÇÃO – do lançamento. 34. § 10 – impostos extraordinários: art. 91 e parágrafos – percentagens quanto ao Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 154. penal ou administrativa: art. 76 HIDROCARBONETOS FLUIDOS (CF/88) – monopólio da União: art. 189 e parágrafo único FUNDOS (CF/88) – de participação dos Estados. DT. I IMPORTADOR – ou pessoa equiparada. 35 IMÓVEIS PÚBLICOS (CF/88) – usucapião: art. 159. art. imposto: arts. 150. 15. I prazo: GERENTES – de pessoas jurídicas de direito privado. art. e DT. 91 e parágrafos – percentagens: art. § 2º – orçamento anual: art. 94. 34. títulos que receberão: art. 183. 35. 153 e . 145. 34. extinção de crédito tributário: art. 86 – ou sua iminência. II. § 5º. § 3º IMÓVEIS RURAIS (CF/88) – beneficiários de distribuição. instituição de empréstimos compulsórios pela União: art. § 9º. do Distrito Federal e dos Municípios: arts. e 39 – instituição e funcionamento: arts. VII IMÓVEIS – imposto sobre sua transmissão e direitos a eles correspondentes. 165. empréstimo compulsório: art. 148. Estados. fato gerador: art. 170. e 161.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 313 – percentagem a aplicar na distribuição do produ- to da arrecadação de impostos entre a União. art. b. a. 153. contrato social ou estatutos: art. condições: DT. imposto de renda: art. 135. 156. e DT. 86. art. I – características: art. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. arts. 167. I. e DT. 150. IX. parágrafo único – critério de distribuição: art. II. § 2º. III. II GUERRA EXTERNA – ou sua iminência. 150 e parágrafos – prazo: art. 165. 177. 86 – lançamento: art. contribuintes do Imposto sobre Importação de produtos estrangeiros: art. e 153. I. II IGUALDADE (CF/88) – regional e social: art. III GOVERNADOR – responsabilidade civil. e parágrafo único. instituição temporária de impostos extraordinários pela União: art.

cobrança e repartição: arts. fins de reforma agrária: art. instituição e normas: – sobre serviços de transporte e de comunicação. § 1º. e parágrafo único. . 155. 156 da União. § 5º sobre operações de crédito. 153. e DT. e DT art. 8º e 9º – sobre propriedade predial e territorial urbana. I – – – sobre importação. 3º e 4º. § 2º. §§ 6º. 155. I – – – competência tributária dos Estados e do Distrito Federal: art. instituições: art. 156. arrecadação e distribuição aos Municípios: arts. instituição e cobrança: arts. III. – – – sobre mercadorias e serviços. § 1º. caput. e DT. 153. VI. como ativo financeiro ou instrumento cambial. 156. § 1º – instituição e cobrança: arts. 34. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. § 2º art. combustíveis líquidos e gasosos. art. § 9º sobre circulação de mercadorias. responsabilidade pelo pagamento: DT. II. 145. I. § 4º. 150. art. compe– extraordinários. X. e VII sobre importação. e parágrafo único. – sobre propriedade territorial rural. instituição e normas: art. instituição e nor– solo urbano. § 5º – livros. 184. 161. II – graduação segundo a capacidade econômica do contribuinte: art. 150. art. parágrafo único dos Estados. 34. aproveitamento inadequado: art. 153. § 1º. IV. art. 155. 157. 160. I sobre propriedade de veículos automotores. § 3º. § 3º tência da União: art. instituição. 34. art. § 2º. III. I instituição e normas: art. instituição: art. § 10 sobre circulação de mercadorias. e DT. e 153. condições: DT. § 3º. §§ 6º e 8º – sobre transmissão inter vivos. instituição e cobrança: arts. 150. 159. 153. instituição e normas: art. II. e § 5º. § 5º. câmbio e seguro. e DT art. I – patrimônio. art. § 1º. 156. § 1º ração: art. 34. e DT. art. 34. e DT.e DT. I. e § 2º. e § 3º. § 1º – estaduais e municipais dos Territórios. e DT. V. § 5º. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. competência do Distrito Federal: art. 39. empresa distribuidora de energia elétrica. alíquotas. 153. 34. 153. II sobre grandes fortunas. caput. 150. alíquotas. jornais. art. 155. lubrificantes e minerais. § 6º 182. 158. caput. proibição e ex– – – – sobre renda e proventos. 150. § 1º sobre exportação. 34. instituição: art. 10. e DT. 158. câmbio e seguro. § 2º. e DT. alteração: art. alteração: art.§§ 2º. 2º. art. 153. exceção: art. I e II. I – sobre circulação de mercadorias. e DT. § 1º – sobre produtos industrializados. 34. a e c. I. e 153. II instituição e normas: arts. § 6º ouro. 155 competência tributária dos Municípios: art. c ceções: art. 155. § 1º recursos. 161. – sobre transmissão causa mortis e doação. § 1º 154. 34. 147 – – – – sobre exportação. §§ 1º e 2º. 155.314 Índice Alfabético-Remissivo – competência tributária da União. incidência. 34. – isenção. 153. instituição e normas: art. 154. e § 4º. instituição e normas: art. instituição e normas: arts. 150. e § 1º – – – municipais. dos Estados. 159. alte– – sobre produtos industrializados. normas: arts. II e III. alteração: art. consumidor. 34. alíquotas. 156. d. alíquotas. renda ou serviços. 34. e DT. § 2º. § 6º mas: art. 153. IV. valor adicionado. 145. arts. 153. art. defesa: art. art. 34. 150. e § 1º. VI. caput. 153. proibição: art. 147 Municípios. periódicos e papel. 153. § 1º sobre operações de crédito. art. VI. arrecadação e distribuição: arts. do Distrito Federal e dos Municípios: art. desenvolvimento regional. definição: art. VI. 34. I energia elétrica. § 1º 150. e 161.

74 a 76 – extraordinários. e DT art. 155 – em Território Federal. I IMPOSTO DE TRANSMISSÃO INTER VIVOS (CF/88) – instituição pelo Município: art. 150. § 1º – instituição e cobrança: arts. 150. 27 – destinação da receita líquida: art. § 1º. 26 – instituição nos Territórios Federais. 155 e §§ 1º a 3º IMPOSTOS DOS MUNICÍPIOS (CF/88) – art. 147 IMPOSTOS EXTRAORDINÁRIOS (CF/88) – instituição: art. § 1º. 23 a 28 – alteração das alíquotas ou base de cálculo pelo Poder Executivo. e 153. II. finalidade: art. § 1º – componentes do sistema tributário nacional. 155. 1º. 150. II IMPOSTO SOBRE A EXPORTAÇÃO – arts. 29 a 45 – sobre o patrimônio ou renda. e § 4º. I IMPOSTO SOBRE A IMPORTAÇÃO – arts. IV – base de cálculo: arts. 154. II art. 19 a 28 – sobre o patrimônio e a renda: arts. proibição: art. limite: art. fixação: art. alteração: art. e 153. 155. 156 e §§ 1º a 3º IMPOSTOS ESTADUAIS (CF/88) – base de cálculo: art. 155. 34. 28 – fato gerador: art. 104 IMPOSTO DE TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS (CF/88) – alíquotas. casos: art. 23 IMPOSTO SOBRE A IMPORTAÇÃO (CF/88) – alíquotas. 156. 75. 20 – contribuintes: art. 155. § 3º . 16 a 76 – art. 18. III – alteração de alíquotas ou bases de cálculo. 24 e 25 – contribuinte: art. competências e limitações: art. 17 – conceito: art. II IMPOSTO SOBRE A EXPORTAÇÃO (CF/88) – alíquotas. b. 19 a 22 – competência para sua instituição: art. I – instituição e cobrança: arts. 16 – disposições gerais: arts. 155. 22 – disposições aplicáveis quando a incidência seja sobre tal operação: art. § 1º IMPOSTO(S) – arts. e § 2º IMPOSTOS DA UNIÃO (CF/88) – arts. competência: art. § 3º IMPOSTO SOBRE MINERAIS (CF/88) – incidência de imposto: limite: art. 19 IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS (CF/88) – a que atenderá: art. finalidade: art. § 1º. 155.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 315 – templos. II IMPOSTO SOBRE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS (CF/88) – incidência de tributo. início da vigência dos dispositivos de lei respectivos: art. 21 – instituição: art. 153. 153. 153 e 154 IMPOSTOS DOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL (CF/88) – art. VI. 155. alteração: art. 76 – instituição cumulativa pelo Distrito Federal e Estados não divididos em municípios: art. instituição. 46 a 73 – sobre o comércio exterior: arts. § 2º – instituição: art. 16 a 18 – especiais: arts. pela União: – sobre a produção e a circulação: arts. 18. II – fato gerador: art.

I – fato gerador: art. 48 IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES (CF/88) – instituição: art. 159. II IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (CF/88) – distribuição pela União: art. 32. 49 e parágrafo único – remessa para Estado. 32 a 34 – disposições aplicáveis. 67 IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS À CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS – vide Decreto-Lei 406/68 – seletividade em função da essencialidade dos produtos: art.316 Índice Alfabético-Remissivo IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO. 86 – fato gerador: art. e §§ 1º a 3º IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS – arts. 159. 29 IMPOSTO SOBRE A RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA (CF/88) – a quem pertence: art. 75. 64 – competência: art. § 1º IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL – arts. ou Distrito Federal. quando a incidência for sobre a distribuição: art. I. 32 e parágrafos – zona urbana. 155. 29 a 31 – base de cálculo: art. 63 a 67 sobre a produção ou sobre o consumo: art. III IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. destinação: art. I. CÂMBIO E SEGURO E SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS – arts. 32 – contribuintes: art. 30 – contribuinte: art. II. III IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA (CF/88) – instituição pelo Município: art. I. 85. de produtos sujeitos a tal tributo. 46 a 51 – base de cálculo: art. parágrafo único – contribuinte: art. e § 1º IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA – arts. 33 e parágrafo único – competência: art. e § 1º IMPOSTO SOBRE A RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA . conceito: art. I – base de cálculo: art. 66 – fato gerador: art. 74 – distribuição: art. 65 – distribuição: art. 31 – distribuição aos municípios da localização dos imóveis. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS – arts. 34 – fato gerador: art. 46. 74 e 75 – competência: art. 50 – base de cálculo: art. I – alteração de alíquotas ou bases de cálculo. 155. 63 – contribuintes: art. finalidade: art. pela União: art. LUBRIFICANTES. 157. 47 – competência: art. nota fiscal de modelo especial. 63 e parágrafo único – receita líquida. 95 – fato gerador: art. 46 – não-cumulatividade: art. 46 – conceito: art. conteúdo desta: art. 156. 75. 74 e parágrafos IMPOSTO SOBRE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (CF/88) – instituição: art. 51 e parágrafo único – disposições aplicáveis quando a incidência seja – distribuição pela União: art.

41. imóvel urbano. § 4º. 35 e 41 – contribuinte: art. I IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO DE BENS IMÓVEIS E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS – arts. reavaliação e reconfirmação: DT. 41. competência: art. § 1º – base de cálculo: art. 42 – dedutibilidade quanto ao – – – em dinheiro. Distrito Federal Municípios. III Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. art. desapropriação: art. art. observações: art. imóvel urbano. autorização: art. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. imóvel rural: art. 145. 176. 68. pela União: art. 38 – competência: arts. 36 e 37 e parágrafos IMPOSTO TERRITORIAL – vide IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA E IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL ÍNDIOS (CF/88) – terra dos. à receita dos Estados. alteração de lançamento: art. 184. 44 – competência: art. 43 a 45 – base de cálculo: art. 35 a 42 – base de cálculo: art. ressalva: art. §§ 1º e 2º por convênio entre Estados. ressalva: arts. 85. I – – não confirmados por lei. § 1º INFORMAÇÃO COMERCIAL (CF/88) – requisição. 69 – competência: art. I – fato gerador: art. caput – Zona Franca de Manaus: DT. 156. art. II IMPUGNAÇÃO – de elementos publicados conforme determinação da lei relativa à contribuição de melhoria: art. II e III – e do sujeito passivo. 45 e parágrafo único – distribuição: art. benfeitorias: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 317 – arts. 182. 181 . 181 INFORMAÇÕES (CF/88) – requisição por autoridade estrangeira. § 2º INDELEGABILIDADE – da competência tributária. 68 – contribuinte: art. art. 35 e parágrafo único – limites quanto à alíquota: art. caput em título da dívida pública. 68 a 70 INCENTIVOS FISCAIS (CF/88) – desenvolvimento sócio-econômico regional: art. 7º INDENIZAÇÃO (CF/88) – em dinheiro. obrigações acessórias: art. 41. revogação sem prejuízo dos direitos adquiridos: DT. 184. III IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA – vide Decreto-Lei 406/68 IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES – arts. 40 INCORPORAÇÃO – definitiva do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. desapropriação: art. 182. pesquisa. § 3º em título da dívida agrária. 86 e parágrafo único – distribuição aos Estados. § 3º – setoriais. 40 – fato gerador: art. 43 IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA (CF/88) – instituição. 39 – não-incidência sobre a transmissão de bens ou direitos. Distrito Federal e Municípios. 151. 43 – contribuintes: art. desapropriação rural. 82. reavaliação: DT. 70 – fato gerador: art. 85.

108. 174. § 2º JUROS DE MORA – acréscimo ao crédito não integralmente pago no vencimento: art. parágrafo único INTERPRETAÇÃO – analogia: art. natureza e extensão dos efeitos do ato: art. IV. IV – cálculo. 150. 111 – mais favorável ao contribuinte. 134. em dúvida: art. 161 e parágrafos – princípios gerais de direito público: art. 172 IRRIGAÇÃO (CF/88) – aplicação de recursos. 108. § 4º JAZIDAS DE PETRÓLEO (CF/88) – monopólio da União: art. 177. III – princípios gerais de direito tributário: art. d JUROS (CF/88) – taxa de. 13. e § 1º – de tributos federais. § 3º INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (FUNDAÇÃO) – apuração da superfície territorial e estimação da população de cada entidade participante do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal: art. II – responsabilidade pelos tributos devidos pelo espólio: art. 110 – literal: art.318 Índice Alfabético-Remissivo INFRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – responsabilidade independente da intenção do agente ou do responsável e da efetividade. I JAZIDAS DE MINERAIS (CF/88) – prioridade das cooperativas: art. lei especial: art. 112 – propriedade: art. 177 JAZIDAS (CF/88) – legislação sobre: art. 163. agente depositário: art. II INTIMAÇÃO – escrita. I. para apresentação de informações à autoridade admimistrativa quanto a negócios de terceiros: art. 176. parágrafo único despacho: art. 178 – tributos aos quais não será extensiva: art. 42 ISENÇÃO(ÕES) – arts. 177. 164. não estará sujeita: art. política de aplicação: art. aplicação: art. disposições sobre: art. cobrança judicial de crédito tributário. negócios ou atividades de terceiros: art. V – oficial. § 2º INVENTÁRIO – habilitação em. 179 e parágrafos – não concedida em caráter geral. 176 a 179 – fiscalização das. parágrafo único – e integração da legislação tributária: arts. 165. 22. XII – eqüidade: art. estaduais e municipais para os serviços públicos que conceder. 164. 107 a 112 – revogação ou modificação: art. 136 INSTITUIÇÃO FINANCEIRA (CF/88) – agências financeiras oficiais. distribuição: DT. 197 INVENTARIANTE(S) – intimação escrita para prestar informações sobre bens. efetivação por – restrita à determinada região: art. VI. 109 JAZIDAS DE GÁS NATURAL (CF/88) – monopólio da União: art. disponibilidade de caixa. lei de diretrizes orçamentárias. controle: art. 176 e §§ 1º a caso de 4º – princípios: art. 187 INVESTIMENTOS (CF/88) – de capital estrangeiro: art. 161. 88. § 1º . 197. taxa: art. art. e § 2º – limitações da lei tributária: art. 107 – princípios gerais de direito privado. 108. 108. I JORNAIS (CF/88) – imposto sobre: art.

155 e parágrafo único sujeito passivo julgada improcedente: art. 106 – aplicação imediata a fatos geradores futuros e aos pendentes: art. em caso de dúvida: art. 144 – – revisão de ofício: art. 149 e parágrafo único – homologação. conversão em moeda nacional: art. § 1º – consignação judicial do crédito tributário pelo – fluência. utilização na aplicação da: art. o – valor tributável expresso em moeda estrangeira. modificação. 149 – revisão. quando ocorrerá: art. parágrafo único – conteúdo de tal expressão: art. 86 a 112 – normas complementares das leis. 102 competência para constituir crédito tributário pelo: art. 108. 110 e das convenções internacionais e decretos: art. 97 a 99 e – por homologação: art. 100 e parágrafo único art. 108. dos tratados – princípios gerais de Direito Privado. revogação de moratória: art. 111 – leis. fixação mediante lei. 144 e parágrafos – modalidades: arts. 97. e § 2º estabelecimento em lei: art. 149. 145 – arbitramento de valor ou preço – – – de bens que sirva de cálculo do tributo. § 1º cominação de penalidades. requisitos: art. III – alíquota e base de cálculo do tributo. ressalva: art. aplicação: – princípios gerais de Direito Público. pará- – lei tributária. tratados e convenções internacionais decretos: arts. 142 efetuação com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro: art. 156. 142 a 150 aplicável.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 319 – cobrança de crédito tributário. 107 a 112 – interpretação literal: art. equiparação à sua majoração: art. 96 – decretos. do Distrito Federal e dos Municípios. 164. utilização na aplicação da: art. I. responsabilidade funcional: art. 97. 97. 146 – interpretação: art. 97. parágrafo único – aplicação: arts. utilização na aplicação da: art. VII – legislação aplicável: art. 147 a 150 – modificação de critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa em relação a um mesmo sujeito passivo: art. 107 – interpretação e integração: arts. mediante lei: art. 99 – dos Estados. caso em que não excluirá a liquidez de crédito tributário: art. 97. § 2º – analogia. interpretação da maneira mais favorável ao contribuinte. conceitos e formas de direito privado: art. extinção de crédito tributário: art. VI – efetuação de ofício: art. 201. 147 e parágrafos – eqüidade. 148 atividade administrativa vinculada e obrigatória. 150 e parágrafos – reportar-se-á à data da ocorrência do fato gerador da obrigação: art. 108. quando será iniciada: grafo único lei tributária. 112 conteúdo e o alcance dos institutos. suspensão e extinção de créditos tributários ou de dispensa ou redução de penalidades. 109 art. 105 – – – LANÇAMENTO – arts. 142. conteúdo e alcance: art. extraterritorialidade: art. III – fato gerador da obrigação tributária principal. em caso de constituição de pessoa jurídica de direito público pelo desmembramento territorial de outra: art. 143 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – arts. IV . – hipótese de exclusão. IV. 120 base de cálculo do tributo. estabelecimento em lei: art. não poderá alterar a definição. V – alteração. 105 e 106 – aplicação a ato ou fato pretérito: art.

§ 5º – impostos sobre patrimônio. limites: art. 101 – empresas concessionárias e permissionárias de – estadual. proteção. caput – impostos sobre ouro como ativo financeiro ou instrumento cambial. utilização na aplicação da: art. parágrafo único – LEI (CF/88) – abuso do poder econômico. propriedade predial e territorial urbana. § 4º lavra. § 1º § 1º – impostos. 170. 150. 173. majoração ou redução. 177. 34. ressalvas: – Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste. criação: DT. § 1º – impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza. ressalva: art. 104 vigência no espaço e no tempo. ressalva: art. e § 4º – atividade econômica. 167. – municipal. parágrafo único. modificação de critérios: DT. 34. investimento: art. depósitos. regulamentação: art. art. fiscalização. 98 art. 40. renda ou serviços: art. administração pública federal. parágrafo único. mediante lei: – tributos. 158. garantia e participação: art. § 1º – impostos incidentes sobre mercadorias e serviços: art. transporte e utilização: art. mediante lei. predominância: art. normas: art. VI. 175. parágrafo único – – – impostos sobre propriedade territorial rural. 103 vigência de dispositivos de leis referentes a impostos sobre o patrimônio ou renda. objetivos e metas. 174 art.320 Índice Alfabético-Remissivo – princípios gerais de Direito Tributário. 173. ressalva: art. II 158. § 2º – – – disponibilidade de caixa. diretrizes. art. art. § 2º tratamento jurídico diferenciado: art. 153. § 3º serviços públicos. § 2º – microempresas e empresas de pequeno porte. normas: art. 156. caput art. instituição ou extinção. §§ 2º e 3º materiais radioativos. 164. repartição de receitas: art. § 6º – – administração pública. 165. 153. 184. § 11 – capital estrangeiro. imposto progressivo: art. § 2º – administração pública. despesa com pessoal: art. livre exercício. incentivo e planejamento: art. – federal. 178. imóvel rural: art. alíquotas. benefício. definição. 136 a 138 venções internacionais: art. – convênios. 179 – atividade econômica. cobrança: DT. exploração pelo Estado: – atividade econômica. 174. que instituam ou majorem tais impostos. início. § 5º – impostos. 173. definam novas hipóteses de incidência ou que extingam ou reduzam isenções. 176. § 3º empresa brasileira de capital nacional. 97. 175 – vigência: arts. – armadores e navios brasileiros. Zona Franca de Manaus. II – revogação ou modificação por tratados e con– tributos. repressão: art. 171 empresa pública. II decisões e – diretrizes orçamentárias. § 1º . § 4º – imposto sobre transmissão causa mortis e doação. 108. II – federal. 172 – cooperativismo e associativismo. 153. 169 administração pública. 145. requisitos: art. normas: art. 101 a 104 – vigência de atos administrativos. 150. repartição de receitas: art. ressalvas: art. 165. relações com o Estado e a sociedade: art. resultado. disposições aplicáveis: art. normas: art. 97 – desapropriação. parágrafo único. Municípios. plano plurianual: art. Territórios. investimentos: art. caput – direitos dos usuários: art. estímulo: art. II – responsabilidade por infrações da: arts. c. normas: art. 153.

vigência: DT. art. art. 34. 175 sistema tributário. 34. 165. regulamentação: art. § 3º – produtos semi-elaborados. § 1º art. parágrafo único LEI – atribuições exclusivas: art. lI LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (CF/ 88) – instituição: art. § 1º. I tributos. instituição: art. aéreo e terrestre. 35. 172 e parágrafo único – remissão total ou parcial do crédito tributário. § 3º – impostos sobre serviços de qualquer natureza. 39. I. art. autorização pela. §§ 1º e 6º tributos. 155. LEI COMPLEMENTAR (CF/88) – administração pública. I – empréstimo compulsório. 169. art. 154. 165 – finanças públicas: art. e DT. § 1º – orçamento anual. parágrafo único orçamentária anual. 168 – – – tributos. – processo judicial. § 1º – plano plurianual. parágrafo único LEILOEIROS – intimação escrita para prestar informações so- – extinção de crédito tributário. III – tributos. 156. 163. despesa com pessoal: art. art. § 3º Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e doação. 156. 167. art. 155. 178 – recursos aos Poderes Legislativos e Judiciário e Ministério Público. e DT. e DT. e 156. limitações constitucionais: art. § 4º – transporte marítimo. casos especiais de regulamentação. 34. 165. distribuição. 171 e parágrafo único – normas complementares: art. 159. 182 – – – – política tarifária. 13. normas gerais: art. § 2º. e DT. § 3º impostos sobre grandes fortunas. 165. responsabilidade jurídica: art. autorização pela: art. Poder Público: art. diretrizes. 150. e § 2º LEI ESPECIAL – isenção tributária para serviços públicos concedidos pela União: art. diretrizes gerais: art. 165. – orçamento. Estados. 170 – tributos. fixação: art. definição: art. art. I e III. normas gerais: arts. e DT. § 6º. 148. disposição: arts. 34. 34. empresa brasileira: art. 146. iniciativa do Poder Executivo: art. § 2º – ordem econômica e financeira e economia popular. §§ 1º. aproveitamento: art. a – solo urbano. II. 34. dos serviços públicos: art. VII definição e normas: art. 153. 10 e 11 serviços públicos. III e DT. programas ou projetos não inclusos: art. 166. regulamentação. e DT. legislação. Distrito Federal e Municípios: art. normas: art. alíquotas. art. aplicação: art. I. I – gestão financeira e patrimonial. prazo de entrega: art. 161. lavra e aproveitamento de potenciais. § 9º. União: art. condições: art. 184. 178. cobrança: art. recursos. 35. 155. e DT. X. e DT. conflitos de competência entre a União. – – – – impostos. § 5º – pesquisa. art. II. exigência ou majoração: art. 38 . 146. § 1º fixação de normas: art. 97 – compensação de créditos tributários. III região semi-árida do Nordeste. § 2º. § 6º impostos sobre combustíveis líquidos e gasosos. conteúdo: art. 9º. XII. 146. III. 100 e parágrafo único autorização pela: art. objetivos e metas: – política de desenvolvimento urbano. instituição: art. art. 165. parágrafo único. 182. § 2º – impostos. desapropriação: art. 173.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 321 – – navegação de cabotagem e interior: art. §§ 5º e 8º – orçamentos. 175. prestação. 176. c. instituição.

32. atividade garimpeira: art. 179 MINERAIS (CF/88) – imposto. 134. IV . IV LEI MUNICIPAL – áreas consideradas urbanas. 150. monopólio da União: art. contrato social ou estatutos: art. VI – limitações: art. e parágrafo único MATERIAL RADIOATIVO (CF/88) – transporte e utilização. a MICROEMPRESAS (CF/88) – tratamento jurídico diferenciado: art. VI LIQUIDEZ – de crédito tributário: não será excluída pela fluência de juros de mora: art. parágrafo único MANDADO DE SEGURANÇA – concessão de medida liminar. § 2º LEI TRIBUTÁRIA – interpretação de maneira mais favorável ao contribuinte. prazo de entrega: art. V. 155. negócios ou atividades de terceiros: art. para efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 197. suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. 135. 112 MANDATÁRIO – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 151. em caso de dúvida: art. parágrafo único LIVROS (CF/88) – imposto sobre: art. 177. 174. § 3º MINERAIS – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. negócios ou atividades de terceiros: art. 82. 145.322 Índice Alfabético-Remissivo bre bens. suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. publicação prévia determinada pela lei relativa a contribuição de melhoria: art. competência da União: art. V MINISTÉRIO PÚBLICO (CF/88) – recursos. d LIVROS DE ESCRITURAÇÃO – comercial e fiscal e comprovantes de lançamentos. 164. industrialização e comércio. 151. dotação orçamentária. LUBRIFICANTES. 170. § 3º MATÉRIA TRIBUTÁRIA (CF/88) – conflitos de competência em: art. IV LIMITAÇÃO DO PODER DE TRIBUTAR (CF/88) – arts. enriquecimento. § 2º MEIO AMBIENTE (CF/88) – defesa: princípio da ordem econômica: art. 201. 195. 177. VI. monopólio da União: art. 168 MOEDA (CF/88) – emissão. reprocessamento. limite: art. caput – arts. 197. § 3º MEMORIAL DESCRITIVO – de projeto. II MASSA FALIDA – responsabilidade tributária do síndico e do comissário: art. 150 a 152 LIMITAÇÕES DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA – vide também COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA e TRIBUTO(S) – proteção. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS MINÉRIOS E MINERAIS NUCLEARES (CF/88) – pesquisa. 9º a 15 LIQUIDATÁRIOS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. I. 110 LIMINAR – em mandado de segurança. até quando serão conservados: art. lavra.

160 rateio: art. 145 e 156 – tributos. fraude ou simulação do sujeito passivo ou de terceiro. condições da concessão: – em caráter individual. institui– impostos. – especificações em lei: art. § 2º. disposições: art. conversão: art. proi– tributos. distribuição – aos: arts. 158. divulgação e critérios de – tributos. 143 MOEDA NACIONAL – valor tributável convertido em: art. diferenças entre bens e serviços. IV e parágrafo único.parágrafo único art. 156.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 323 – oferta. 151. I – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. I MUNICÍPIOS (CF/88) – competência tributária: arts. 159. arrecadação. 159. especificação em lei: art. III convênios celebrados com a União. política de desenvolvimento urbano: art. II. limites: art. depósito: art. e 39. 151. b. 154 – dolo. 34. vedada retenção: art. parágrafo único – imposto dos Estados. 154. 34. III. I. 169. §§ 1º e 3º. art. instituição e normas: art. 158. arts. controle: art. parágrafo único gaso- – aplicabilidade circunscrita a determinada região: art. 164. e DT. 155 e parágrafo único 155 e parágrafo único porte. 187. arrecadação. 159. art. e DT. 38 – disponibilidade de caixa. 179 – operações cambiais. e 160 recursos repassados pela União e pelos Estados. III. § 5º. § 1º – contribuição. VI – Poder Público.I impostos da União. instituição e normas: art. 159. e § 1º ção e normas: art. 152 – prazo. 153. 153. § 1º – despesa com pessoal: art. I – concessão em caráter individual: art. servidores. lI fundo de participação dos: arts. 161. 143 MORATÓRIA – arts. 152. § 3º. participação em arrecadação: art. 160. parágrafo único – impostos. – distribuição do produto da arrecadação de Im- . instituição. 164. 152. § 3º MUNICÍPIOS – competência para o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. e DT. 161. 153. competência dos: art. e parágrafo único. art. renda. b. 34. III. II – impostos sobre propriedade predial e territorial urbana. arts. não gerará direito adquirido: art. e DT. instituição e normas: art. III. I. 156 – impostos sobre combustíveis líquidos e sos. §§ 1º e 3º. 151. 156. 153. tributação. e parágrafo único. 152 a 155 II. especificação em lei: art. 158. 160 – microempresa e empresa de pequeno – em caráter individual. efeitos quanto à: art. repartição com: arts. 182 – em caráter individual. II – créditos abrangidos. 163. I e II – impostos sobre transmissão inter vivos. 153 – número e vencimento de prestações. § 2º. I e II. 34. lI. 32 – – concurso de preferência: art. 150. revogação de ofício: art. 83 – – dívida pública dos. parágrafo único. b – – receitas tributárias da União e dos Estados. parágrafo único. 149. 152. § 3º – concessão em caráter geral: art. distribuição aos: arts. ressalva: art. tratamento jurídico diferenciado: art. proibições e limites: arts. 162 bição: art. vedada a retenção: art. § 2º MOEDA ESTRANGEIRA – valor tributável expresso em. § 2º. 160 e 161. arrecadação. e 39. 156. e DT. I.

100 e parágrafo único NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO – arts. 113. definição legal: interpretação: art. tratados. convenções internacionais e decretos: art. 145. responsabilidade tributária: art. em caso de contribuição de melhoria: art. 131. distribuição pela União: art. 95 çamento de despesas de capital: art. 91. 113. ou do Estado para o Distrito Federal. 127 e parágrafos – efeitos da solidariedade. 113. I to da arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. quota NÃO-INCIDÊNCIA DE IMPOSTO – sobre a transmissão de bens imóveis e direitos a eles relativos. em caso de remessa de produtos sujeitos ao Imposto sobre Produtos Industrializados. 138 e parágrafo único – denúncia espontânea da infração. . 82. 113 e parágrafos – domicílio tributário: art. ressalva: arts. 125 – espólio. 123 responsabilidade: art. limitações. I – fato gerador das taxas cobradas pelos: art. 96 a 208 NOTA FISCAL – modelo especial. Lubrificantes. quanto ao montante. 94 e § 1º que lhes será atribuída: art. 122 – adquirente ou remitente. sujeito passivo: art. § 3º – acessória. fato gerador: art. 85. 85. 126 – convenções particulares relativas à NEGÓCIOS JURÍDICOS CONDICIONAIS – reputados perfeitos e acabados: art.324 Índice Alfabético-Remissivo posto Territorial Rural. 50 responsabilidade tributária. 77 – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. exclusão da – disposições gerais: art. distribuição pela União: art. obrigações acessórias: art. 117 – transporte marítimo internacional. 37 e parágrafos NAVEGAÇÃO (CF/88) – de cabotagem e interior: art. acordos: art. 131 – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. objeto: art. 178 e parágrafo único – capacidade tributária passiva: art. 85. decorre da legislação tributária: art. casos. ressalva: art. III – fato gerador: arts. pela União: art. percentagens: art. § 2º – incorporação definitiva à sua receita do produ- – participação no Imposto sobre Operações Relativas a Combustíveis. parágrafo único – acessória. inobservância. responsabilidade tributária: art. III OBRAS PÚBLICAS – contribuição de melhoria para fazer face ao seu custo: art. 116 e 117 – fato gerador. 81 OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA . § 5º – percentagem obrigatoriamente destinada ao or– resultantes da fusão de outras unidades. § 2º OBRAS PÚBLICAS (CF/88) – contribuição de melhoria: art. de um para outro Estado. 178. II NOTIFICAÇÃO – de contribuinte. ressalva: art. § 2º – acessória. 85. conversão em obrigação principal quanto à penalidade pecuniária: art. § 2º – Imposto Territorial Rural. Energia Elétrica e Minerais do País.VIDE SOLIDARIEDADE OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA – acessória. 118 . 114 a 118 – fato gerador considerado ocorrido e com efeitos existentes: arts. 36. forma e prazos de pagamento da contribuição. conteúdo: art. 115 – acessória. 117 NORMAS COMPLEMENTARES – das leis.

responsabilidade tributária: art. § 1º. parágrafo único de investimento das empresas estatais: art. fato gerador: art. surgimento: art. e DT. e § 2º ração e organização: arts. abertura e vigência: art. despesa com pessoal: art. 165. elaboração e organi– diretrizes orçamentárias. IV ORÇAMENTO (CF/88) – acompanhamento e fiscalização. conteúdo: art. 136 a 138 – responsabilidade solidária: art. 124 e 125 – sub-rogação de créditos tributários na pessoa – – – – criação de cargos e concessão de vantagens. ressalva: art. e § 9º. 134 e 135 – responsabilidade dos sucessores: arts. recursos. projeto de lei. §§ 2º e 3º 167. § 5º. 149. V. revisão: DT. 166. 169 da seguridade social: arts. 113. III. 166. comprovação. 38 § 9º. art. in fine – principal. abertura e vigência: art. recursos. 169. e DT. 132 e parágrafo único pessoa natural ou jurídica de direito privado. § 1º – responsabilidade de terceiros: arts. efeitos quanto ao lançamento: art. 130 e parágrafo único sub-rogação em direitos. II – diretrizes orçamentárias. pela lei: art. 97. 165. 129 a 133 – responsabilidade pelo crédito tributário. II – – principal. 165. 11. VIII. I. 165. caput. ressalva: art. competência da Comissão Mista Permanente: art. 167. de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. § 8º. e 168 créditos extraordinários. 149. 113 – principal. atri– responsabilidade por infrações: arts. 131. conteúdo: art. III OMISSÃO – de ato ou formalidade essencial. responsabilidade tributária: art. § 1º – principal ou acessória: art. responsabilidade tributária: art. efeitos quanto ao lançamento: art. abertura: art. 149. 121 e parágrafo único – administração pública. III. utilização: arts. e § 2º – principal. 113. III. 165. 195 e 198. 113. utilização e transposição: arts. 121 a 123 – diretrizes orçamentárias. lei. 166. lei. 135 – solidariedade: arts. 124 e parágrafo único buição a terceiro vinculado ao fato gerador: art. 128 a 138 – resultante de atos praticados com excesso de – créditos ilimitados. – – sujeito ativo: arts. sujeito passivo: art. transformação ou incorporação de outra. 165. responsabilidade pelos créditos correspondentes: art. elabo- . § 8º. 167. elaboração e organização: arts. – anual. aquisição. – créditos suplementares. 114 – principal. I. 120 sucessor a qualquer título e cônjuge meeiro. art. § 5º. 133 principal. por pessoa jurídica de direito público constituída pelo desmembramento de outra. 166. IX – – de pessoa legalmente obrigada. 167. junto a outra. 35. I de adquirentes de imóveis. concessão e utilização: art. e 168 poderes ou infração de lei. e § 9º. § 1º. objeto: art. exercício de 1989. 166. § 2º – anual. I – créditos especiais. definição de seu fato gerador. art. e §§ 5º e 8º – créditos adicionais: art. 165. contrato social ou estatutos. 167. legislação tributária aplicável. II. II. V – créditos suplementares. 128 – – créditos especiais.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 325 – pessoa jurídica de direito privado resultante de fusão. condições: art. II zação: art. V – relativa a elemento de declaração obrigatória. 166. por autoridade. § 6º. § 1º. VII – responsabilidade tributária: arts. 119 e 120 – sujeito passivo: arts. execução. extinção: art. 39 – anual. efeitos quanto ao lançamento: art.

158 – de um crédito: quando não importará em pre– – efetuação na repartição competente do domicílio do sujeito passivo: art. caput – União. diretrizes. elaboração e apreciação: arts. demonstrativo: art. art. I – fiscal. processo legislativo. I. e DT. b – – – – plano plurianual. 160. publicação: art. I – consignação judicial da importância do crédito tributário pelo sujeito passivo: art. proibição e ressalvas: art. vigência: DT. pelos Estados. emendas: art. art. § 6º art. remanejamento ou transferência. prazo. compatibilização com outros planos: art. I. e § 4º riais. I ORDEM ECONÔMICA (CF/88) – e financeira. projeto. 166. modificação. 166. punição: art. variação. 166. 37 – plano e programas nacionais. em caso de antecipação: art. VIII – operações de créditos excedentes às despesas de capital: art. 82. 94 – fiscal. 167. I. 157 a 169 – programas ou projetos não incluídos na lei do: – proibição: art. III. art. aplicação: – receita tributária. 170 OURO (CF/88) – ativo financeiro ou instrumento cambial. e § 1º – títulos da dívida agrária. § 4º. apreciação pelo Congresso Nacional: art. art. 159 existência simultânea de dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com – projetos de lei. caput. despesa e receita. 162. encaminhamento e deliberação: art. 35. 165. e 168 – execução. impostos. 35. § 3º – fiscal e de investimento das empresas estatais: art. elaboração e organização: art. e 166. 166. 167. e 156. 184. 153. 174 – princípios: art. inclusão obrigatória: art. 173.326 Índice Alfabético-Remissivo § 4º. vinculação. parágrafo único sunção de: art. recursos sem despesas correspondentes. 166. §§ 2º a 4º – projeto de lei. 166. condições: art. 165. VII – projeto de lei. I – do custo da obra. 167. transposição de recursos: arts. VI – dotações orçamentárias. 167. percentagem obrigatoriamente destinada ao mesmo. 167 – projeto de lei. § 1º plano plurianual. 165. § 8º projeto de lei orçamentária. publicação prévia determinada na lei relativa à contribuição de melhoria: art. I plano plurianual. 164 e parágrafos – projeto de lei orçamentária anual. normas: art. caput – antecipado. § 4º revisão da lei orçamentária: DT. utilização: art. recursos. 165. 165. § 5º PAGAMENTO – arts. reforma agrária: art. § 6º – – – – projeto de lei orçamentária anual. recursos. e § 2º. e DT. e DT. 35. § 2º. transposição. II – recursos. § 1º. atos contra a. §§ 1º e 7º. 39. e § 9º. I. § 5º. relatório. § 5º – funções do Estado: art. 165. regionais e seto– plano plurianual. proposta: art. § 5º – cheque: art. 167. objetivos e metas da administração pública federal: art. juros de mora e penalidades: art. § 7º crédito não integralmente pago no vencimento. encaminhamento e sanção. 167. VI. 161 e parágrafos desconto. caput. 165. projeto de ORÇAMENTO – de despesas de capital. art. utilização: art. I art. 165. e § 1º plano plurianual. 167. investimento. extinção do crédito tributário: arts. Poderes da União: art. Distrito Federal e Municípios: art. IV . § 1º. 150.

c. transformação ou incorporação. VI. domicílio tributário: art. § 1º. 157 PESQUISA (CF/88) – e lavra de minérios e minerais nucleares. 150. 78. responsabilidade tributária: art. e parágrafos de direito público. alíquotas. vencimento do crédito.e § 1º PARTIDOS POLÍTICOS (CF/88) – impostos sobre patrimônio. resultante de fusão. 167 tempo não fixado para o mesmo. 150. competência para concessão: art. 165. 9º. proibição: art. juros de mora e penalidades pecuniárias. 153. § 4º. sub-rogação nos direitos desta. alteração: art. 132 e parágrafo único de direito público constituída pelo desmembramento territorial de outra. § 3º PLANOS E PROGRAMAS DE GOVERNO (CF/88) – elaboração e apreciação. I. I PAPEL – destinado exclusivamente à impressão de jornais. vedação: art. e DT. II PERIÓDICOS (CF/88) – imposto sobre: art. § 1º . adquirente de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. V PESSOA JURÍDICA – de direito privado. legislação tributária aplicável: art. 34. III. domicílio tributário: art. isenção tributária: art. e parágrafos de direito privado. 167. 160 PESSOAS NATURAIS – domicílio tributário: art. art. monopólio da União: art. 168 – prescrição da ação anulatória da decisão – – – – – de direito privado. IV. I. 78 – exercício regular: art. 127.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 327 a mesma pessoa jurídica de direito público. 150. monopólio da União: art. V. imputação: art. 177. responsabilidade tributária: art. d – impostos. imposição penalidade: art. 163 – extinção do crédito tributário: art. I PODER DE POLÍCIA – conceito: art. 165 a 168 – integral do crédito tributário. 152. d. 166 restituição. II. 155. I e II – e projetos não incluídos na lei orçamentária anual. periódicos e livros. moratória. competência exclusiva do Congresso Nacional: arts. 120 de direito público. § 1º PETRÓLEO (CF/88) – e gás natural. derivados de: art. 162 – indevido: arts. industrial ou profissional. § 1º PENSÃO (CF/88) – incidência de imposto: art. VI. 133 de – moeda corrente: art. renda ou serviços. a quem será feita: art. 127. 156. I – forma: art. quando ocorrerá: art. 127. 162. 153. § 2º. casos: art. 167. e § 4º PEDÁGIO (CF/88) – cobrança: art. I – prazo para pleitear restituição: art. 165 – – – restituição total ou parcial do tributo ao sujeito – – restituição total ou parcial do tributo. a administrativa que denegar restituição: art. 162. 150 a 152 PODER EXECUTIVO (CF/88) – impostos. e 166. parágrafo único passivo. 177 – vale postal: art. juros não capitalizáveis: art. ressalva: art. parágrafo único PODER DE TRIBUTAR (CF/88) – limitação: arts. 169 e parágrafo único restituição de tributos que comportem transferência do encargo financeiro.

36 Congresso Nacional. pedágio: art. § 4º Congresso Nacional. 163. recursos. 166. relatórios: art. patrimônio. operações cambiais. remanejamento ou transPODER PÚBLICO (CF/88) – atividade econômica. 182 órgãos e entidades públicas. art. dotação orçamentária. 168 PODER LEGISLATIVO (CF/88) – Congresso Nacional: Comissão Mista Permanente. 166. execução. projetos de modificação. § 9º e 166 Congresso Nacional. autorização: arts. proibição: art. 175 vias. 165. projetos de lei dos orçamentos: arts. 41 – iniciativa de leis. impostos. Câmbio e Seguro. prazo: DT. 167. dotação orçamentária. VI – recursos. §§ 2º a 4º Congresso Nacional. autorização: art. parágrafo único – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre a Importação. 32 – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 165. § 1º PODER JUDICIÁRIO (CF/88) – orçamento fiscal. ratificação. art. prazo de votação: DT. mensagem ao Congresso Nacional: art. autorização: art. lei orçamentária anual: art. finalidade: art.328 Índice Alfabético-Remissivo – incentivos fiscais. art. § 5º. e 167. 150. 39. VI serviços públicos. disposições: art. 171. fundos. 165. 165. regulamentação. IX – orçamento da seguridade social. projetos de lei dos orçamentos. 165. 34. VIII recursos. 182 e 183 POSSE DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. planos e programas nacionais. § 3º – orçamentos. 168 ferência. 166. § 2º. I orçamento fiscal. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. finalidade: art. 167. I – fundos. prazo de entrega: art. apreciação: art. art. 165. § 5º PODER EXECUTIVO – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre a Exportação. VIII – – – – orçamentos. § 1º bens e serviços. utilização. 170. V. regionais e setoriais. 167. e DT. distribuição. 167. § 2º municipal. art. preferência à empresa brasileira: art. conservação. prestação e licitação: art. instituição. § 8º. competência: art. 29 . 34. política de desenvolvimento urbano: art. V Congresso Nacional. tributos arrecadados. transposição. § 5º. 182 e §§ lº a 4º POLÍTICA URBANA (CF/88) – arts. autorização: art. §§ 1º e 2º – – – – – – Congresso Nacional. lei orçamentária anual: art. I a III – orçamento fiscal. finalidade: art. orçamentos: art. 26 orçamento fiscal. 65 – – – – – – autarquias e fundações. prazo de entrega: art. recursos. 184 a 191 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO (CF/88) – art. autorização: art. lei orçamentária anual: art. renda e serviços. § 5º. 166. reavaliação: DT. 165. parágrafo único POLÍTICA AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E REFORMA AGRÁRIA (CF/88) – arts. créditos especiais ou suplementares. I – recursos. emendas: art. e DT. autorização: art. utilização. 150. aquisição. 21 – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre Operações de Crédito.

108. 92 – de pagamentos. 125. não-computação do tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação: art. aplicação da legislação tributária: art. § 1º para fornecimento de certidão negativa: art. ao Distrito Federal e a cada Município. 82. 108. aplicação da legislação tributária: art. penal ou administrativa: art. II de Contas da União o crédito feito a cada Estado. contrato social ou estatutos: art. 204 e parágrafo único – relativa. III PRESIDENTE DA REPÚBLICA (CF/88) – contas do: art. § 1º – para homologação de lançamento: art. 166. § 4º – para impugnação de elementos constantes da publicação prévia determinada pela lei relativa à contribuição de melhoria: art. 185 e parágrafo único – para o Banco do Brasil comunicar ao Tribunal de Contas da União os totais relativos a impostos creditados mensalmente ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. 82. 93 ao Banco do Brasil os coeficientes individuais de participação de cada Estado. efeitos: art. 205. 15. ao Distrito Federal e a cada Município. 166. 168 PREFEITO – responsabilidade civil. em caso de guerra externa ou sua iminência: art. 82. parágrafo único – – de créditos tributários.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 329 PRAZO(S) – contagem: art. em alienação ou onerações de bens ou rendas. parágrafo único – – de pagamento de contribuição de melhoria: art. ressalva: art. em favor ou contra um dos obrigados. V – interrupção. 94. 156. § 6º PRESTADOR DO SERVIÇO – contribuinte do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 155. pelo sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. relativamente a quotas devidas aos mesmos: art. 85. 93. III . quotas devidas aos mesmos: art. II PROCESSO ADMINISTRATIVO – de instrução e julgamento da impugnação de elementos constantes da publicação prévia determinada pela lei relativa à contribuição de melhoria. até sua ocorrência: art. 210 e parágrafo único lei. fixação em lei: art. 150. 87. produto da arrecadação de impostos. em casos em que o pagamento de um crédito não importará na mesma: art. 109 – para o Tribunal de Contas da União comunicar – para pleitear restituição de tributo: art. 76 aos Estados. § 2º – – para o Banco do Brasil comunicar ao Tribunal projetos de lei dos orçamentos. parágrafo único – para o Banco do Brasil creditar a cada Estado. 135. 195. III tributário. II PRESCRIÇÃO – da ação para cobrança de crédito tributário. do Distrito Federal e Municípios: art. Distrito Federal e Municípios. 174 e parágrafo único – de empréstimo compulsório. parágrafo único – para as autoridades arrecadadoras entregarem – – extinção do crédito tributário: art. encaminhamento ao Congresso Nacional: art. § 3º PREPOSTOS – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de – – público. § 2º máximo para supressão de impostos extraordinários instituídos pela União. 70 PRESUNÇÃO – de fraude. de certeza e liquidez de dívida regularPRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO – privado. 158 mente inscrita: art. conservação obrigatória de livros de escrituração. aplicação: art. regulamentação: art. parágrafo único do direito à cobrança de crédito tributário. interrupção: art. sob pena de demissão: art.

do Imposto sobre a Exportação. contribuinte do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. para efeitos do imposto sobre Produtos Industrializados: art. I. competência legislativa: art. 166. § 4º § 3º – urbana. 166. recursos sem despesas correspondentes: art. § 2º – dos orçamentos. 170. e DT. III – comprovação da aplicação: art. 156. 153. 6º. apreciação e tramitação: arts. 29 PROTESTO JUDICIAL – interrupção da prescrição da ação para cobrança de crédito tributário: art. aprovação: art. II tributária. – urbana. 166. I QUITAÇÃO – de tributos. 28 . penalidades: art. § 6º – orçamentária. parágrafo único – líquida. 191 QUOTAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS – cálculo e pagamento: arts. 153. 182. II PROVA – de quitação de tributos. 94. indenização: art. 153. § 4º PRODUTO INDUSTRIALIZADO – caracterização. 46. § 6º – orçamentária. 157 e 162 – – – predial e territorial urbana. caput. 22. desapropriação. 184. § 4º RECEITA – de tributos. 165. 19 PROGRAMAS NACIONAIS (CF/88) – elaboração: art. e 166. § 1º privada. III – fixação de alíquotas: art. destinação: art. para concessão de concordata ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. §§ 2º a 5º – dos orçamentos. 20. 165. parágrafo único PRODUTOS ESTRANGEIROS – importação. III PRODUTO INDUSTRIALIZADO (CF/88) – destinado ao exterior. 166. § 4º PROJETO DE LEI (CF/88) – de diretrizes orçamentárias. demonstrativo: art. aproveitamento inadequado. 32 – leilão. impostos.330 Índice Alfabético-Remissivo PROCESSO JUDICIAL (CF/88) – desapropriação rural: art. vinculação. § 9º. § 3º PRODUTO(S) APREENDIDO(S) OU ABANDONADO(S) – arrematante. II – solo urbano. 191 PUBLICAÇÃO – prévia de elementos. domínio. distribuição a pessoas jurídicas de direito público. art. 182. 153. encaminhamento ao Congresso Nacional: art. 183 – urbana. 82. observada pela lei relativa à contribuição de melhoria: art. prova. § 8º PROPRIEDADE (CF/88) – função social: art. 92 e 93 – dos orçamentos. § 1º RECEITA (CF/88) – tributária: repartição: arts. § 5º. aquisição: art. princípio da ordem econômica: art. imposto: art. parágrafo único. função social: art. 184 – rural. fato gerador do imposto: art. fixação de alíquotas: art. base de cálculo do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. imposto: art. para concessão de concordata ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. 182. § 3º. desapropriação por interesse social: art. 167. 35. 170. 174. § 4º – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. e § 2º PROPRIEDADE DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. emendas: art. IV – rural. 165. proibição e ressalvas: art.

IV – tributária. 167. 155. II – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. contrato social ou estatutos: art. 176 RECURSOS HUMANOS (CF/88) – empresas brasileiras. 135. VIII – formação mediante receita líquida do Imposto sobre Operações de Crédito. III – total ou parcial de crédito tributário: art. IV – transposição. I RENDA (CF/88) – instituição de imposto vedada: art. lavras de recursos minerais. utilização: art. 174. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 174. § 3º – jazidas de petróleo e gás natural. 150. § 5º REFORMA DE DECISÃO – condenatória. em virtude do mesmo: art. fundações e fundos. 131. participação: art. a REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTARIAS (CF/88) – arts. monopólio da União: art. Câmbio e Seguro. do Imposto sobre Operações de Crédito. fixação das condições em lei: art. III RECURSO(S) – de ofício. §§ 3º e 4º – incidência de tributos: art. 145. 177 – jazidas. exploração ou aproveitamento: art. 165. monopólio da União: art. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. 184. 172 e parágrafo único REMITENTE – responsabilidade tributária: art. III RESERVAS MONETÁRIAS – formação mediante receita líquida do Imposto sobre a Exportação: art. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. III RESCISÃO DE DECISÃO – condenatória. 151. 176. 67 – desapropriação por interesse social. V – pesquisa e lavra. 83 a 95 RECLAMAÇÕES – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. remanejamento ou transferência dos. § 2º – minérios e minerais nucleares. resultado. exploração ou aproveitamento: art. prioridade às cooperativas: art. § 4º RECURSOS PÚBLICOS (CF/88) – déficit de empresas. 67 – ensino: art. 176 – garimpagem associativa. 15. direito à restituição de tributo: art. competência da União: art. 167. isenção: art. 184 – impostos. destinação: arts. 167. 184. alteração do lançamento. 165. III REMISSÃO – extinção do crédito tributário: art. 177. destinação: art. VI. efeitos. Câmbio e Seguro. 125.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 331 – líquida. 151. minas e potenciais de energia hidráulica. parágrafo único RESOLUÇÃO (CF/88) . II – ou isenção de crédito tributário. condições: art. VI REFORMA AGRÁRIA (CF/88) – benfeitorias. 156. § 1º RESGATE – de empréstimo compulsório. requisitos: art. restituição total ou parcial de tributo: art. indenização: art. ressalva: art. 157 a 162 REPRESENTANTES – de pessoas jurídicas de direito privado. áreas e condições: art. 28 RECURSOS HÍDRICOS (CF/88) – potenciais de energia hidráulica. 176 – lavra.

I – prazo para pleiteá-la: art. alíquotas. aprovação: art. III butárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 128 a 138 – de erros contidos na declaração. 197. e § 2º. 132 e parágrafo único – de terceiro. Ill – – juros não capitalizáveis: art. 155 e parágrafo único – créditos tributários. fixação dos limites da alíquota do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. e parágrafo único SERVIÇOS PÚBLICOS (CF/88) – empresas concessionárias e permissionárias: art. 49. 135 a 138 – por infrações da legislação tributária: arts. § 2º. interrupção: art. 39 RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA – arts. 106 REVISÃO – de ofício. § 1º RESOLUÇÃO – do Senado Federal. parágrafo único prazo de prescrição. do lançamento. 131 – por créditos correspondentes a obrigações tri- – de decisão condenatória. parágrafo único. concessão ou permissão: art. fixação: art. 155. 149 REVOGAÇÃO – de concessão de moratória em caráter individual: art. casos: art. 168 – prescrição da ação anulatória da decisão administrativa que denegá-la: art. direito à restituição total ou parcial do tributo: art. § 4º. parágrafo único. § 2º RETROATIVIDADE DA LEI – aplicação da lei a ato ou fato pretérito. 134. 167 RETIFICAÇÃO DE DECLARAÇÃO – por iniciativa do próprio declarante. 130 e parágrafo único – de pessoa jurídica de direito privado resultante de fusão. § 5º. 155. II RESTITUIÇÃO – de tributos que comportem transferência de encargo financeiro. transformação ou incorporação: art. aplicação: art. 136 RESPONSÁVEL – sujeito passivo da obrigação principal: art. 165. ressalva: art. IV. quando caberá: art. pelo crédito tributário: art. quando se admitirá: art. § 1º. alíquotas. parágrafo único SERVENTUÁRIOS DE OFÍCIO – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 175. 134 e 135 – dos sucessores: arts. 165. sub-rogação na pessoa de adquirentes de imóveis. 182. I – – total ou parcial do tributo. 121. 129 a 133 – pessoal: art. parágrafo único SEGURIDADE SOCIAL (CF/88) – orçamento: art. IV e V – título da dívida pública.332 Índice Alfabético-Remissivo – impostos. ao sujeito passivo. III SENADO FEDERAL (CF/88) – impostos. 167. 128 – de terceiros: arts. proporcionalidade. para reduzir ou excluir tributo. a quem será feita: art. juros de mora e – prestação de. casos: art. transferência para período ou períodos seguintes: art. competência: art. 175 . emissão. 147. contrato social ou estatutos: art. IV penalidades pecuniárias. 166 SALDO – em favor do contribuinte. ressalva: art. 169 – responsabilidade tributária: art. negócios ou atividades de terceiros: art. VI. 169. 147. 165 total ou parcial do tributo.

VI. II – pessoas solidariamente obrigadas: art. 182. responsabilidade tributária: art. negócios ou atividades de terceiros: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 333 – taxas. 34. 155. parcelamento ou edificação: art. 38 – utilizados por contribuinte. e DT. § 4º. II SERVIÇO(S) PÚBLICO(S) – utilização efetiva ou potencial. ressalva: art. 198 e parágrafo único SOBERANIA (CF/88) – nacional. negócios ou atividades de terceiros: art. 34. divulgação pela Fazenda Pública. VII – extinção de crédito tributário. impostos. utilização dos: art. efeitos quanto ao lançamento: art. 150. legislação tributária aplicável: art. 34. § 1º. 119 e 120 SUJEITO PASSIVO – consignação judicial da importância do crédito tributário. inadmissibilidade. caput – de obrigação acessória: art. 149. determinações: DT. 134. 17 SITUAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – de sujeitos passivos e terceiros. 145 a 162 – vigência: DT. e parágrafo único – exploração de atividade econômica: art. 120 SUCESSOR – responsabilidade tributária: art. VIl. e parágrafo único SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL (CF/88) – fundo de participação. 79 SIGILO PROFISSIONAL – quanto a informações prestadas à autoridade administrativa sobre bens. 145. 150. parágrafo único SIMULAÇÃO – de beneficiado com moratória ou de terceiro. art. II SUJEITO ATIVO – da obrigação tributária: arts. 2º – impostos que o integram: art. e parágrafo único SOLIDARIEDADE – efeitos. 77 SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL – disposições a respeito: art. fato gerador de taxas: art. I SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA (CF/88) – despesa de pessoal: art. §§ 3º a 5º – normas gerais: arts. caracterização: art. 164 e parágrafos – responsabilidade tributária: art. 125 – de sujeito passivo ou de terceiro. vigência: DT. I SUB-ROGAÇÃO – de pessoa jurídica de direito público constituída pelo desmembramento territorial de outra. efeitos quanto à moratória: art. e § 4º SÍNDICO(S) – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 197. 131. I. 154. revogação e penalidade: art. ressalva: art. c. nos direitos desta. 170. art. § 4º SINDICATOS (CF/88) – dos trabalhadores. 122 . 124 e parágrafo único SOLO (CF/88) – urbano. inadmissibilidade: art. 134. proibição: art. vigência: DT. 34. 173 SÓCIOS – liquidação de sociedade de pessoas. princípios da ordem econômica: art. casos: art. art. § 2º – – instituição de impostos. 169. V. específicos e divisíveis. parágrafo único – de sujeito passivo ou de terceiro. art. art. § 1º leis regulamentadoras. 197.

197.334 Índice Alfabético-Remissivo – de obrigação principal: art. 153. 121 e parágrafo único dificação mediante convenções particulares. VII intimação escrita para apresentação à autoridade administrativa de informações referentes a negócios de: art. 155. para efeito de sua instituição e cobrança: art. 123 TELECOMUNICAÇÕES (CF/88) – impostos. I. parágrafo único. eleitos quanto ao lançamento: art. II cálculo em função do capital das empresas. mo– dolo. 149. 145. parágrafo único. VI – de obrigações tributárias. I – responsabilidade: arts. definição legal. VII – identificação. caput. e § 1º . 150. 151 e parágrafo único TABELIÃES – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 202 TERRITÓRIO NACIONAL – entrada de produtos estrangeiros. 128 SUSPENSÃO – da exigibilidade do crédito tributário: art. I – – – – lançamento efetuado com base na declaração do: art. § 5º. e 161. 183. e DT. 77 e parágrafo único – cobradas pela União. 145. do Distrito Federal e dos Municípios: art. 147 dolo. efeitos quanto ao lançamento: art. 80 – instituição de impostos pela União: art. 18. art. 150. 147 – competência tributária da União. II – pedágio. 145. 158. 147 com exclusão da responsabilidade do contribuinte: art. § 3º TEMPLOS RELIGIOSOS (CF/88) – instituição de impostos vedada: art. cobrança: art. inadmissibilidade: art. in fine ou Municípios. Distrito Federal – TERRITÓRIOS FEDERAIS – concurso de preferência: art. dos Estados. VI. 187. 34. III impostos dos Estados. dos Estados. II compreendidas no âmbito das atribuições da União. indicações obrigatórias: art. distribuição aos: art. fato gerador: art. negócios ou atividades de terceiros: art. in fine – impugnação. serviços de: art. 142. V. – responsabilidade tributária: art. do Distrito Federal ou dos Municípios. 19 TERRITÓRIOS (CF/88) – impostos. b TERCEIRO(S) – ação ou omissão que implique penalidade pecuniária. posse: art. 149. 134 e 135 – responsabilidade por crédito tributário. § 1º TAXAS – arts. VI. 158. alteração do lançamento: art. efeitos quanto ao lançamento: art. I TÍTULO DE DOMÍNIO (CF/88) – área urbana. competência: art. distribuição aos: arts. II. 77. fato gerador do Imposto sobre a Importação: art. 149. parágrafo único. fraude ou simulação. arrecadação. arrecadação. 77 a 80 – – – impostos da União. 134. parágrafo único. Estados. fraude ou simulação em benefício de sujeito passivo. inadmissibilidade: art. 197 lançamento efetuado com base na declaração de: art. e parágrafo único TAXAS (CF/88) – bases de cálculo: art. § 2º TERMO DE INSCRIÇÃO – de dívida ativa. competência da União: art.

utilização: art. fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. § 1º desenvolvimento regional. 100 e parágrafo único – revogação ou modificação da legislação tributária interna: art. 34. art. 87. 150. III – interestadual e intermunicipal. e DT. isenção e redução: art. 162 – – – – – – cobrança. cálculo de quota: art. 177. § 2º. 150. III TRANSMISSÃO DE DIREITOS REAIS SOBRE IMÓVEIS – fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. 34. 165. parágrafo único – prazo para comunicar ao Banco do Brasil os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal e Municípios: art. proibição: art. 152 empresas públicas e sociedades de economia mista. 35. III – legislação tributária. proibição: art. livre exercício: art. Estados. sobre os totais relativos a impostos creditados mensalmente ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. monopólio da União: art. 173. parágrafo único TRANSPORTE (CF/88) – aéreo. cálculo de quotas: art. e DT. 163. e § 1º. e DT. desenvolvimento sócio-econômico regional: art. taxas e contribuição de melhoria. V. 151. 94. 43. parágrafo único 34. 34. parágrafo único TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – comunicação do Banco do Brasil. §§ 1º e 2º fundo de participação. 92 suspensão do pagamento de distribuições do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre Produtos Industrializados: art. §§ 2º e 3º – TRIBUTOS (CF/88) – arrecadação. limitações.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 335 TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (CF/88) – emissão e resgate: art. IV tituição e normas: art. 151. incentivos. §§ 1º e 6º confisco. competência da União. IV TÍTULOS DE CRÉDITO (CF/88) – imposto: art. III diferença entre bens e serviços. 34. ins– petróleo e gás natural. 35. 155. 35. 161. proibições e exceções: art. – – impostos. III. 98 – isenção. proibição: art. art. art. 150. II TRABALHADORES (CF/88) – ofício. § 2º . § 1º. I TRATADOS – normas complementares: art. 178 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (CF/88) – fundo de participação. profissão ou atividade econômica. divulgação e critérios de rateio: art. marítimo e terrestre: art. II. 170. I TRANSMISSÕES CAUSA MORTIS – fatos geradores distintos. alterações: art. §§ 6º e 8º – fundo de participação. § 2º. IV. determinações: DT. e DT. art. impostos. § 1º TRANSAÇÃO – extinção do crédito tributário: art. 161. parágrafo único TRÁFEGO (CF/88) – de pessoas ou bens. Distrito Federal e Municípios: art. § 2º – de granéis: art. V. obrigações e privilégios fiscais: art. 155. 156. art. II TRANSMISSÃO DE PROPRIEDADE – ou do domínio útil de bens imóveis. 145 incentivos fiscais. quanto aos herdeiros ou legatários: art. 178.

§ 3º – empresas. parágrafo único – conceito: art. depósito: art. II. 134. pela lei: art. determinação: art. I – modificação da base de cálculo. art. caso em que não constituirá majoração de tributo: art. 155. responsabilidade do síndico e do comissário: art. IV escrivães e demais serventuários de ofício. e parágrafo único ministradores dos bens respectivos: art. 155. I – isenção para os serviços públicos concedidos pela União: art. parágrafo único – disponibilidade de caixa. IV. 153. art. § 1º – tráfego de pessoas e bens. responsabilidade de tutores ou curadores: art. ressalva: art. 180 TUTORES – responsabilidade quanto a tributos devidos por seus tutelados: art. 97. 5º data ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. 34. § 1º – criação de impostos: arts. incidência: art. 153 e 154 – contribuições. 5º – prova de quitação. agente normativo e regulador: art. serviços públicos: art. limitações por meio – uniformidade de: arts. art. 97. Estados. 173 – bens: art. 34. 3º – devidos pela massa falida ou pelo concordatário. 38 – despesa e receita. e parágrafo único devidos pelo espólio. I a VII. 100. 191 – vigência: art. 154. instituição. 97. §§ 1º e 6º TRIBUTO(S) – atualização do valor monetário da base de cálculo do. II – empréstimo compulsório. § 3º – majoração ou redução pela lei. 152. I – instituição. 134. 6º. § 1º – natureza jurídica específica. 4º – o que será considerado como tal: art. I e – desapropriação por interesse social. e DT. 151. § 5º. 146 – operações relativas a combustíveis líquidos e gasosos. caput – instituição ou extinção. e DT. ressalva: art. 165. art. I. instituição. e parágrafo único devidos por filhos menores. 9º. 13. II – atividade econômica. 184 – devidos sobre os atos praticados por tabeliães. III. 134. 169. 150. e parágrafo único – despesa com pessoal: art. maioria do capital social da. 151. III. 145. parágrafo único – atualização do valor monetário e da respectiva TURISMO (CF/88) – promoção e incentivo. § 3º cia: art. responsabilidade do inventariante: art. art. variações. competência: art. responsabilidade dos sócios: art. 34. Distrito Federal e Municípios: art. 176 – competência tributária: arts. 134. 9º. art. exclusão: art. 97. exploração: art. pela lei. responsabilidade dos ad– devidos por tutelados ou curatelados. 150. reforma agrária: art. § lº II. 134. 134. e DT. caput. 150. art. e DT. 174 base de cálculo. II – operações relativas a energia elétrica. responsabilidade: art. 134. e parágrafo único – – – devidos por terceiros. V – majoração vedada.336 Índice Alfabético-Remissivo – limitação do poder de tributar: arts. V. 175. competência comum da União. VI. 134. V. § 1º – liquidação de sociedade de pessoas. orçamento de investimentos: art. responsabilidade dos pais: art. 34. quando será vedada: art. 97. para concessão de concor– quais são: art. ressalva: art. e DT. 148 . incidên– política tarifária. – fixação de sua alíquota e base de cálculo. § 2º – competência legislativa: art. VIl – matéria objeto de lei complementar: art. parágrafo único de: art. equiparação à sua majoração: art. 39. e DT. competência exclusiva: art. 164. 34. II UNIÃO (CF/88) – atividade econômica. 150. 149. projeto de revisão da lei orçamentária: DT.

187. disposições sobre: art. VI pesquisa de lavra de recursos minerais e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica. art. parágrafo único – manutenção. I e § 1º VALOR FUNDIÁRIO – base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 176. e 159 imóveis. competência de: art. § 5º. arrecadação. 150 e 151. b – – – – competência quanto ao Imposto de Importação: art. 77 impostos extraordinários. I instituição de isenção para serviços públicos mediante lei especial e tendo em vista o interesse comum: art. § 2º – – – monopólio. art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 337 – impostos arrecadados. emissão. 40. 158. 76 instituição de empréstimos compulsórios. distribuição: arts. § lº UNIÃO – competência para conceder moratória: art. modificação: DT. 30 VALOR TRIBUTÁVEL – expresso em moeda estrangeira. 183 e §§ 1º a 3º – imóveis públicos: art. I a IV. 33 – competência quanto ao Imposto sobre Produ– – – concurso de preferência: art. 19 competência quanto ao Imposto sobre a Exportação: art. I – – – – – – impostos estaduais e municipais dos Territórios. casos: art. para os efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. divulgação e critérios de – tributos. prazo: DT. caput ZONA URBANA – conceituação. minérios e minerais nucleares: art. do Imposto Territorial Rural: art. Distrito Federal e Municípios. 34. distribuição: DT. 29 competência quanto ao Imposto sobre Operações de Crédito. 153 e 154 – irrigação. 183. limites e proibições: arts. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. I distribuição aos Estados. 32. tratamento jurídico diferenciado: art. instituição. autorização ou concessão: art. do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. e § 1º operações cambiais. 177. 157. 23 competência quanto ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 164 – monopólio. Câmbio e Seguro. § 3º VALE POSTAL – pagamento de crédito tributário: art. parágrafo único. 153. art. 15 instituição de impostos nos Territórios Federais: art. e DT. 179 – moeda. competência da: art. instituição: arts. petróleo e derivados: art. 147 fato gerador de taxas cobradas pela mesma: art. 85. 162 USUCAPIÃO (CF/88) – área urbana: art. V. 163. casos excepcionais: art. 177. 152. I. base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 143 VALOR VENAL – de bens ou direitos transmitidos. 13. 42 – microempresa e empresa de pequeno porte. base de cálculo do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. 40. 46 – de imóvel. I e II. 18. art. II distribuição aos Municípios da localização dos ZONA FRANCA DE MANAUS (CF/88) – critérios disciplinadores. § 1º . § 1º rateio: art. recursos. parágrafo único – impostos. 38 – tributos. 63 tos Industrializados: art. 162. 85. conversão: art.

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