ENFERMAGEM Terça-feira, 5 de agosto de 2008 CLÍNICA MÉDICA PNEUMONIA É um processo inflamatório agudo do parênquima pulmonar causado por

bactéria, vírus, fungos ou gordura. As bactérias nos primários são causados pelo pneumococo. BRONCO PNEUMONIA É quando o processo pneumônico esta distribuído de maneira difusa tendo se originado nos brônquios e estendido para o parênquima adjacente. Causas: indivíduo debilitado, alcoólatras, desnutrição, exposição ao frio, paciente acamado por longo tempo, aspiração de alimentos, TCE, infecção anterior (faringite, laringite, amidalite). Quadro clinico: - tosse, expectoração sanguinolenta (mucóide-mucopurulenta). - dispnéia-cianose.taquicardia.- febre (hipertermia),(38.5-40-41°c.- cefaléia,anorexia,mialgia,calafrios.ausculta (estertores crepitantes e bolhosos)- desconforto sob esternal.- prostração. Diagnóstico: - cultura de secreções (hemocultura, antibiograma) e exame radiológico (tórax). anamnese.- exame físico Tratamento e cuidados de enfermagem: - fluidificar e facilitar a mobilização de secreções através de inalação. - nebulização contínua.- hidratação.- administração parenteral,soluções cristalóides ou colóides.dietoterapia-liquidos,leves,hipercalóricas e hiperproteicas.repouso no leito.- antibiótico terapia, analgésicos.- mudanças de decúbito.- exercícios respiratórios.- quadro de agitação psicomotora. Complicações: - arritmias cardíacas. - choque toxinfeccioso.- parada cardíaca. Edema Agudo de Pulmão Se refere a presença de excesso de fluido no pulmão, quer nos espaços intersticiais, quer nos alvéolos. Costuma acompanhar na insuficiência ventricular esquerda aguda.obs.:o edema agudo do pulmão constitui uma verdadeira emergência médica e enfermagem pois representa uma afecção com risco de vida. Causas: - doenças cardíacas: insuficiência ventricular esquerda aguda, infarto do miocárdio, estenose aórtica, doença grave da válvula mitral, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva. - sobrecarga circulatória: transfusões e infusões. - hipersensibilidade medicamentosa: alergia e envenenamento.- lesões pulmonares: inalação e fumaça, choque do pulmão, embolia ou infarto pulmonar.- lesões do sistema nervoso central: apoplexia, traumatismo encefálico.- infecções e febre.

Quadro clinico: - tosse e agitação durante o sono (sintomas premonitórios). - dispnéia grave e ortopnéia.- tosse com quantidade variável de saliva e espumosa, branca ou rósea.grande ansiedade e pânico.- respiração ruidosa- sibilos respiratórios, expiatórios e estertores bolhosos.- cianose com sudorese intensa.- veias do pescoço distendidas.taquicardia.- confusão mental.- hipertensão arterial. Tratamento e cuidados de enfermagem Objetivos: Melhorar a oxigenação e a ventilação, reduzir a congestão pulmonar. - medicações ansiolíticas e diazepan, diempax. - coloque o paciente em posição sentada, cabeça e ombros levantados, pés e pernas para baixo, para favorecer a retenção do sangue nas porções declives do corpo pelas forças gravitacionais, para diminuir retorno venoso.- se o edema pulmonar for causado por acidente cerebral, ou se ocorrer na vigência de insuficiência pulmonar crônica ou choque cardiogênico, estará contra indicado o uso de morfina.- fique atento para o aparecimento de depressão respiratória intensa.- forneça oxigênio em altas concentrações, para aliviar a hipóxia e a dispnéia, conforme prescrição médica.- ficar atento para queda de pressão arterial.- ficar atento para sinais de obstrução urinaria nos pacientes com hipertrofia prostática.- controle de gasometria.- suporte psicológico.- anotar tudo na papeleta do paciente. DPOC Asma Brônquica: apresenta uma hiper-reatividade das vias aéreas a diversos agentes. Fatores desencadeantes: - inalação de alérgeno- pó domiciliar (ácaro). - exercícios físicos.- infecção por vírus ou bactérias.- emoção.- aspirina.- tabagismo.- ar frio, poluição,perfumes.- alergentes. Sintomas: - dispnéia, cianose, chiado, fadiga, hipóxia, edema, perda de peso, fraqueza. Tratamento e cuidados de enfermagem: - apoio psicológico (administrar broncodilatadores, expectorantes, iodeto de potássio, corticosteróide comprimido, prednisona via oral ou injetável, cortisona( hidrocortisona), ação rápida tudo quando for prescrito pelo médico)- inalação. - decúbito posição de fowler.- sinais vitais.- observar respiração freqüentemente.- ambiente arejado, limpo e calmo.- acompanhar e anotar aceitação alimentar.- higiene bucal e corporal.- afastar produtos químico (alérgeno). Enfisema Pulmonar Aumento dos espaços aéreos distais ao bronquíolo terminal, acompanhados de destruição. Causas: - tabagismo, infecções das vias aéreas, poluição atmosférica, genética. Sintomas: - tosse, expectoração, hipóxia, dispnéia, anóxia. - dificuldade de deambular.

Tratamento e cuidados de enfermagem: - broncodilatadores (aminofilina, efedrina). - fluidificantes- xaropes, iodeto de potássio.antibióticoterapia (penicilina, ampicilina, tetracielinas).- oxigenoterapia.- inalação.sedativos.- corticosteróide.- sinais vitais.-higiene bucal e corporal.- anotar aceitação alimentar.- auxiliá-lo, se necessário na deambulação.- ambiente calmo e arejado.orientar a expelir secreções, anotar na papeleta aspecto das secreções e qualquer alteração do quadro.- medicar conforme prescrição médica. Bronquite É uma síndrome clínica caracterizada por tosse crônica com expectoração, mucosa ou mucopurolento. Sinais e sintomas: - tosse seca, mais tarde produtiva, irritativa, desconforto retroesternal. - roncos e sibilos difusos.- escarros ( mucosas e mucopurolento)- cianose, dispnéia, febre e calafrios são raros.- anorexia. Fatores desencadeantes: - produtos químicos. - forma de poluição atmosférica as infecções etc...- alimentos - ex: crustáceos. Tratamento e cuidados de enfermagem: - apoio psicológico. - expectorantes.- antibióticos.- broncodilatadores.- inalação, nebulização.- corticosteróide.- oxigênio.- evitar umidade, frio.- evitar ambiente poluídotabagismo. ICC- Insuficiência Cardíaca Congestiva: É a incapacidade do coração em bombear a quantidade necessária de sangue oxigenado para suprir a necessidade do corpo. Causas: Causado pela estenose e o estreitamento da aorta lado esquerdo. Quadro clinico: - dispnéia aos esforços. - tosse seca improdutiva e geralmente acorre á noite.- fadiga.insônia.- taquicardia.- inquietação, agitação.- edema de tornozelo.- distensão das veias do pescoço.- anorexia e náuseas.- nictúria.- fraqueza. Tratamento de enfermagem: - objetivo diminuir a carga cardíaca e melhorar desconforto. - manter repouso relativo ou absoluto conforme estado geral do paciente.- repouso em posição semi- elevado.administrar O2 na fase aguda.- controlar sinais vitais, constantemente.- observar aparecimento de cianose e notificar enfermeira e médico.- dieta pobre em sódio.proporcionar sono tranqüilo.- orientar o paciente para alimentar-se com calma e lentamente.- pesar diariamente.- fazer controle hídrico diariamente.- administra medicação prescrita, observar complicações ao administrar digitálicos.

2 o frasco a ser colocado deve ser estéril. . desidratação grave. o que caracteriza o choque.pressão contínua de um tumor. Exemplo pode ser uma complicação de tuberculose. Causas: arteriosclerose coronária. exame físico e toracosentese.tumores neoplasicos. 3 deve estar identificado com data e horário da troca.. Causas: . 4 conectar a extensão de látex no vidro.instala-se o dreno de tórax. graduado em ml e composto por um selo de água de maneira que o tubo extensor de vidro fique submerso..traumatismo da veia: pode ser trauma direto com injeção EV.ficar sentado muito tempo. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA É quando o coração é incapaz de bombear uma quantidade suficiente de sangue para satisfazer as necessidades de oxigênio e nutrientes dos tecidos..pneumonia. Esta ultima é feita pulsionando-se o espaço pleural para remover o liquido colher uma amostra para análise e aliviar os sintomas. exemplo hemorragias graves. Uma grande quantidade de derrame pleural causará falta de ar e dor no local. Há portanto uma falência do músculo cardíaco no sentido de bombear o sangue para o organismo. existem dois tipos: 1. Manifestações clinicas Habitualmente os sintomas são aqueles causados pela doença primaria. 5 despinçar o dreno.. A confirmação da presença do liquido é obtida por radiografia ultra-som. Derrame Pleural É uma coleção de liquido no espaço pleural.hipercoagulabilidade. Pode ser por uma liquido claro ou por sangue.prolongamento de uma infecção dos tecidos que cercam o vaso. Quando a quantidade de liquido é muito grande. 2. Choque cardiogênico: O volume de sangue total do organismo é diminuído. hipertensão arterial. doença muscular degenerativa. Trombo flebite: é uma infecção na qual se forma um coágulo numa veia.Flebites ou Trombo flebite Flebite: é uma inflamação das paredes de uma veia. Cuidados com o dreno: Trocar o frasco a cada 24 horas da seguinte maneira: 1 pinçar o dreno 15 cm acima da inserção no frasco. Aparece como conseqüência de uma doença primaria e nunca por si só. o aumento da freqüência cardíaca e a queda da pressão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva: Caracteriza-se por uma diferença entre o volume que chega ao átrio direito (vindo do organismo) e o que o coração consegue bombear de volta ao organismo. . em conseqüência de flebite ou devido á obstrução parcial da veia. cateteres de demora.atividade excessiva numa pessoa normalmente sedentária.

A. Confusão mental Crises epiléticas Ressecamento da pele e mucosas Sonolência e prostração constantes. dietoterapia 2ª diurética (+ ou – 30 dias) 3ª recuperação (2 a 3 meses para recuperação total). .Ressecamento da peleEdema generalizado. .Fadiga. exemplo exercícios físicos. Insuficiência renal Aguda Oligúria (/ 500 ml dia).Oligúria Metas da enfermagem com relação ao paciente Promover o repouso físico e emocional.Manifestações clinicas .R. Oxigenoterapia. o paciente é incentivado a reassumir as atividades que estava acostumado antes de sua enfermidade. Insuficiência renal aguda É a perda súbita e quase total da função do rim. geralmente é preciso diminuir algumas atividades que lhe possam fazer mal. estress. Possui um prognostico bom. Depois que sua insuficiência congestiva esta sob controle. é reversível quando submetida a tratamento medico. Ocorre quando os rins são incapazes de remover as substancias tóxicas do organismo e estas se acumulam no sangue.A cabeceira do leito deve permanecer elevada e os pés reclinados para baixo. manifesta-se por:. ou seja.Aliviar a ansiedade noturna. Posicionamento: .Tonteira. principalmente seu trabalho.Confusão mental. Tratamento diálise (sanguínea hemodiálise) peritonial.Exames laboratoriais alterados. Orientação do paciente Visa impedir a progressão da doença.Intolerância ao exercício físico e ao calorExtremidades frias. A I. No entanto. Transplante renal. Uréia/creatinina/Na + K+ Edema Ressecamento da pele Prognostico bom 3 fases 1ª oligúria (3 a 10 dias) Tratamentos diuréticos. Crônica Oligúria ou anúria Edema generalizado Exames laboratoriais alterados Na+ K+ Ur creat. .Evitar estresse.

O prognostico é ruim. náusea.É tratada com diuréticos e dietoterapia adequada. na uretra (uretrite).na próstata ou no rim. A principio os sintomas seriam muito semelhantes ao da insuficiência renal aguda. sonolência e prostração. contaminação fecal do meato uretral. É um processo agudo que provoca queimação(Ásia). desconforto e às vezes sangramento. Infecções do trato urinário São uns grupos de infecção causadas pela presença de micro organismos no trato urinários. podendo ocasionar desconforto abdominal e ate obstrução intestinal pode ocorrer devido á má alimentação ou pode ser secundário a outras doenças intestinais. Esta fase perdura de três á dez dias.peritonial e hemodiálise. stress. visto que em geral a doença não tem retorno.pode ocorrer devido à ingestão de alimentos irritantes. Diarréia É o aumento súbito do numero de evacuações. perdura-se um mês. Insuficiência renal crônica É uma deterioração progressiva e lenta na função renal. refluxo de urina da bexiga para os ureteres e destes para os rins. com perda da consistência das fezes. O tratamento é feito com antiácidos.Podemos distinguir três fases da doença. falta de alimentação. O trato urinário normal é estéril exceto próximo ao orifício uretral. tipo sanguíneo e stress emocional. Ulcera péptica É uma escavação formada na parede do estomago. GASTRITE É a inflamação do estomago. falta de apetite ou pode ser assintomática o tratamento é feito à base de antiácidos e alimentação adequada. embora os sintomas propriamente ditos ocorram subitamente. mas com o passar do tempo o paciente apresenta neuropatias resultando em: crise convulsiva. A infecção pode predominar na bexiga (cistite). duodeno ou esôfago. 2ª fase diurética é quando o organismo começa a reagir ao tratamento e o paciente urina cerca de 2. Uma outra opção seria o transplante renal. Ocorrem devido à má alimentação. decorrente de vários fatores: Má alimentação.assim como a realização de diálise que pode ser feita de duas maneiras. alimentação adequada e às vezes cirúrgica. com ou sem sintomas. assim como a alimentação perdura-se de trinta á sessenta dias. Refluxo de urina da uretra para a bexiga.500ml nesta fase. Constipação É a diminuição do numero de evacuações. 1ª fase oligurica é quando o paciente apresenta a oligúria e todos os demais sintomas da doença. abuso do álcool e do fumo usa de medicamentos. provocando dores. 3ª fase de recuperação é quando o paciente já esta quase totalmente recuperado e retoma suas atividades normais.ou pode ser secundaria a .medicamentos. Este paciente devera usar de medicamentos diuréticos e fazer dietoterapia constantemente.

Diabete mellitus É uma patologia crônica.Fome.pode haver: .Visão dupla. Se a hemorragia for muito intensa pode causar a morte.temporal e posterior do encéfalo.freqüentemente de perda de consciência por um período variável de tempo.TonturasParalisação de meio corpo. O paciente desde o inicio tem o sangue com níveis altíssimos de glicose e precisa ser submetido ao uso de insulina subcutânea e fazer uma dietoterapia rigorosa.Este tipo de acidente vascular cerebral é mais freqüente na idade de 30 á 40 anos. Os sintomas são produzidos quando o aneurisma aumenta e comprime os nervos cranianos ou quando o aneurisma se rompe causando uma hemorragia cerebral.outra doença intestinal. Ambas ocorrem em qualquer idade.Dor. Este órgão. Aneurisma É uma doença congênita ou adquirida através dos anos.mas somente de uma dieta adequada que impeça a glicose de subir a níveis altos no sangue.podendo ocorrer em qualquer idade.e é devido a uma perda de função do pâncreas.independente do tipo. Cefaléia É uma dor que se instala na região cefálica e que pode ser causada por vários fatores: .Stress.Na diarréia não á perda de muco e sangue e o quadro persistem por pouco tempo.O rompimento de um aneurisma produz uma cefaléia intensa e de aparecimento rápido.Cegueira.Nervosismo.que é responsável pela produção de insulina para de funcionar.Ou ser conseqüências de doenças primarias A dor se instala na região frontal.Rigidez da nuca e da coluna.incurável e pode ser de dois tipos.os pacientes em geral não necessitam do uso de insulina.pois é essencialmente conseqüente de outros fatores. .Na maioria das vezes é curada por si só.deixando que o sangue atinja nível de glicose alto.mas que é acompanhado de eliminação de muco e sangue. Diabete tipo 1 juvenil É a mais grave.Pode haver um ou mais aneurismas na mesma região. Diabete tipo 2 ou adulto É um tipo menos grave da doença. Hiperglicemia: é quando a taxa de glicose no sangue esta baixa. Desinteira É um quadro semelhante à diarréia . Hiperglicemia: é quando a taxa de glicose no sangue esta alta.Zumbidos.caracteriza-se com um defeito na parede de um vaso cerebral provocando um enfraquecimento local.assim como pode também comprometer toda a região. Ocorre devido a processos infecciosos e persiste por vários dias.

Pode haver somente corte do couro cabeludo como também pode ocorrer fraturas dos ossos cranianos. Epilepsia É uma doença caracterizada por crises convulsivas freqüentes.Perda do controle vesical e intestinal DERRAME É a perda súbita da função cerebral. Costuma ser provocado por alguns destes quatro motivos.Fatores de risco. Embolia cerebral: um coagulo de sangue.traumatismo de crânio.rigidez muscular. As principais manifestações da doença são movimentos prejudicados. A doença é progressiva e o paciente geralmente chega ao óbito devido á parada respiratória.Perda da comunicação .Diabete Manifestação clinica O derrame pode produzir muitas deficiências neurológicas como: .tremor.Hipertensão .Idade avançada. Diminuição do fluxo: sanguíneo em uma região do cérebro.Doença de Parkinson É uma alteração neurológica que afeta o controle dos movimentos é caracterizada por lentidão de movimentos.falta de oxigenação. causa muito ou pouca seqüela.c.E Os traumatismos de crânio englobam os ferimentos do couro cabeludo do crânio e o da massa cerebral.atrofia dos músculos esqueléticos ou voluntários.como comprometimento da massa encefálica.tremores cerebrais.vômitos e aspiração pulmonar.Paralisia motora abaixo do nível da lesão. Pode ser causada. ou outro material transportado vindo de outra parte do corpo.Perda dos movimentos. Durante a crise o paciente corre risco de ter falta de oxigenação no cérebro.Perda sensorial total. Traumatismo craneocefalico T. Quando se atende o t. HEMORRAGIA CEREBRAL .C.hipertensão.Os sintomas são: . Crise convulsiva É um episodio de atividade motora ou psíquica anormal que é conseqüência de uma descarga excessiva proveniente nos neurônios celebrais. Traumatismo raquimedular É uma lesão da medula espinhal que pode ocorrer em qualquer ponto e dependendo deste.infecção do sistema nervoso insuficientes renal.fraqueza e ausência de reflexo. Distrofia muscular degenerativa É uma doença crônica caracterizada por um enfraquecimento progressivo.Deterioração da atividade mental Problemas especiais dos pacientes neurológicos .ocorre freqüentemente nos acidentes de transito.Doença cardíaca . Trombose: o coagulo de sangue dentro de um vaso sanguíneo do cérebro ou do pescoço.e. deitar o paciente em uma mesa dura ou maca deixando o corpo alinhado e imóvel.febre muito alta.tremores e rigidez muscular.

realização de mudança de decúbito.4 .Irmãos. muitos pacientes apresentam incontinência urinaria e fecal.Parentes próximos. carne de galinha.3 .Historia de vida. 3 técnica de vestir avental para entrar no quarto de isolamento.Cirurgia Historia familiar . Implementação: Por em pratica as ações pré estabelecidas durante o planejamento. Indireto: pessoas com mãos contaminadas que contaminam os alimentos. massagem de conforto. No torpor o paciente apresenta aborrecimento quando estimulado por sensação dolorosa ou auditiva. quando o paciente respira freqüentemente pela boca as estruturas bucais tendem ressecar. Processo de enfermagem . SALMONELOSE Definição: salmonelose é uma forma de intoxicação alimentar que é causada de ingestão de alimentos contaminados pelo agente infeccioso. 10 técnica para sair do quarto. planejamento. por isso os lábios a língua e as gengivas devem ser lubrificadas freqüentemente.Cuidados com eliminação.2 .Consideração psicológicas.Cuidados com a pele para prevenção de escaras. O paciente inconsciente Inconsciência é uma condição na qual existe depressão da função cerebral variando desde o torpor. 9 técnica para retirada do propés. o paciente pode desenvolver altos níveis de stress e pode haver agressão da auto estima sendo necessário apoio psicológico.Doenças da infânciaAdolescência Vida adulta. necessitando de cuidados higiênicos mais intensos.Infância.Higiene oral. Avaliação dos resultados: por em pratica o que foi conseguido e o que não foi.1 . vaca e leite).Avaliação. . No caso do coma profundo o paciente não responde a qualquer reflexo é ausente. porco. Sintomatologia: possui três síndromes. Modo de transmissão Direto: ingestão de alimentos contaminados com fezes (água.Planejamento.Desenvolvimento. DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Descrição dos procedimentos: 1 técnica de isolamento 2 técnica de lavagem das mãos na unidade de isolamento. 4 técnica de transporte do paciente acamado em quarto isolado.Diagnostico de problemas do paciente (físico e psicológico).Planejar ações com objetivo de minimizar os problemas diagnosticados Estacionamento de metas: O porque de cada passo.Acidentes pessoais.Mãe.Entrevista.5 .Inicio.Pai.Tratamentos já realizados Exame físico .Nascimento. 5 técnica para recolher o lixo de dentro do quarto isolado. 8 técnica para retirar o gorro ao sair do quarto isolado. discutindo novas formas de abordagem dos problemas não selecionados.Problemas de saúde Historia da doença atual . 7 técnica para retirar a mascara ao sair do quarto isolado.Necessidades nutricionais se houver distúrbio de deglutição é conveniente alimentação por sonda. 6 técnica para recolher roupa suja de dentro do quarto isolado.

cólicas abdominais. vacinação. Conceito de Prontuário do Paciente . lagos e esgotos).É o conjunto de documento e informações referentes a um paciente e sua doença escrito de modo claro e conciso. isolamento do doente e remoção adequada de fezes humanas.1. desinteira. Modo de transmissão: por contato direto ou indireto com ratos e cães contaminados. ombros e costas. dores abdominais. hemiplegias. Sintomatologia: dor localizada. Transmissão: efetua-se geralmente por contato direto com o doente através de gotículas de saliva. convulsões e até o coma. dores no corpo.2. DIFTERIA Atinge de preferência populações de hábitos higiênicos precários e na faixa etária até dez anos de idade. surdez e paralisia do globo ocular. Vacinação: são aplicadas três doses com intervalo de dois meses entre cada uma. calafrios. confusão. Profilaxia: como a difteria é uma doença transmitida pelas vias respiratórias e secreções o paciente deve permanecer em isolamento total respiratório pó 14 dias. septicemia: o quadro clinico se caracteriza com febre alta. náuseas. náuseas e vômitos em jato. 3. uso de luvas e botas em trabalhadores desses locais. 1ª Dose 2 meses2ª Dose 4 meses3ª Dose 6 meses1ª reforço aos 18 meses LEPTOSPIROSE Definição: é uma doença infecciosa aguda que acomete o ser humano principalmente na época das chuvas e também caracterizado como profissional. controle dos comunicantes. refrigerar os alimentos preparados. Provoca grande mortalidade. febre moderada. charques e arrozais. Postado por PRISCILLA às 17:55 1 comentários Links para esta postagem PRONTUÁRIO Conceito de Prontuário . prostração. Profilaxia: cozinhar os alimentos. pneumonia. calafrios. mal estar. irritabilidade. pois é freqüente em trabalhadores de esgotos. Profilaxia: Extermínio de ratos. o contato indireto ocorre por meio de alimentos contaminados. artrite e meningite. vômitos. delírio.Todo prontuário completo de um paciente deve conter os seguintes dados: . Sintomatologia: inicio súbito de febre. diarréia e desidratação. febre entérica: o quadro clinico se caracteriza por diarréia e febre. Componentes do Prontuário . MENINGITE MENINGOCÓCICA Sintomatologia: febre alta. Profilaxia: isolamento total do paciente. Gastrenterite: quadro clinico se caracteriza por febre. rigidez de nuca. limpeza e eliminação de locais alagados. A infecção se localiza nas mucosas do nariz ou faringe e o local apresenta placas brancas acinzentadas. incidem mais nos meses frio do ano.É o conjunto de documentos escritos relativos a determinada pessoa ou fato. cefaléia intensa. cefaléia. Na forma mais grave da doença há icterícia e urina colúrica com confusão mental. Durante o curso da doença podem aparecer problemas motores.Esses animais excretam a bactéria da leptospirose na urina e á sobrevivência do microorganismo em águas (rios. Os comunicantes crianças devem permanecer em quarentena por 10 dias apartir do contato.

Intenso edema dos grandes lábios.Membros compridos em relação ao corpo. Hábitos pessoais.. termo de responsabilidade. histopatológico. idade. por formação da membrana hialina e ausência de substância surfactante dentro dos alvéolos. evolução.Profissão. Clareza de linguagem e de função. nacionalidade. prescrição médica.A.Peso geralmente inferior a 2.Social . nome do cônjuge. perante a médicos. Responsabilidade. Para o hospital: permite maior flexibilidade quanto as transferências e altas. com todas as variáveis antecedentes. Para o médico: desde que contenha os dados convenientemente registrados. nº de horas de trabalho.. respiração) e P. Pulso. o hospital e a poderes públicos. (Temperatura. filiação. Gráfico de balanço hídrico. Diagnóstico provisório: Exame físico: interrogação sobre os diversos aparelhos. residência e trabalho. relatório do serviço social. que apresenta as seguintes características: . baixando a média de permanência como também auxilia na qualidade dos serviços prestados e na coleta de dados para fins estatísticos.Predisposição á infecções.P. diagnóstico definitivo.. .naturalidade. estado civil. Origem e história. Relacionamento hereditário. Gráficos de T. O prontuário é um documento de grande valia para: O paciente: é o instrumento utilizável em caso de reivindicações. Postado por PRISCILLA às 17:52 0 comentários Links para esta postagem RN Recém-nascidos (RN) O recém nascido é classificado. necrópsia. da seguinte forma: RN Pré-Termo É a criança nascida em um período inferior a 37 semanas de gestação. permite a enfermagem condições de ter o plano de cuidados atualizados.Insuficiência respiratória grave. nº de filhos.Testículos geralmente ausentes da bolsa escrotal. Médico: Anamnese.Excesso de lanugem..500 kg(o RN a termo que apresenta este mesmo peso é chamado de PIG. eletrocardiograma.Edema ocular intenso. Condições para elaborações do prontuário Consciência. Relatório de cirúrgia: anestesia. Queixa principal. Exames complementares: laboratório.nº de registro.R...Estatura geralmente inferior a 47 cm. eletro-encefalograma. concotitantemente e conseqüente da enfermidade. Para a equipe de saúde: independente de ser objeto permanente de informações. Econômico .Reflexos deficientes. situação previdenciária. salário. cor... Enfermagem: Relatório de enfermagem.pequeno para a idade gestacional)..Predisposição á hemorragias.Ausência de vérnix caseoso. nome completo.. segundo a sua idade gestacional. raio x. Para pesquisa: fornece elementos de casos diversos. torna-se importante para o diagnóstico e tratamento. endereço. (Pressão arterial).

para a prevenção de infecções oculares e principalmente infecção gonocócica).Tórax (podem apresentar tumefação dos mamilos)..Reflexo de moro (hiperextenção dos quatro membros.Estar paramentado conforme a rotina. todo o corpo e desaparecem após o primeiro mês de vida.Aspirar as vias aéreas superiores (VAS0 com sonda própria para RN.Freqüência cardíaca(FC) em média de 140 bat/min. sendo que estas devem conter o nome da mãe..Instabilidade térmica (queda de temperatura caso não seja corretamente aquecido). pode ocorrer uma sobreposição dos ossos do crânio.P. através de máscara própria. que apresenta as seguintes características ..Pré aquecer o campo esterilizado no qual será envolto o RN..Freqüência respiratória (FR) de 30 a 60 respiração/min. sem abreviaturas. que ocorrem devido a pressões sofridas pelos tecidos durante o trabalho de parto).. para não lesar as mucosas. . .Realizar CREDE (uso de Nitrato de Prata a 1% (argirol) sendo 01 gota em cada olho. seguida de flexão). informando a mãe de forma clara e precisa.Colher amostra de sangue da ...Membros curtos em relação ao corpo. RN Pós Termo É a criança nascida após 41 semanas de gestação..Deslocamento quase total do vérnix caseoso. podendo diminuir ou perdurar por toda a vida..Fontanelas (partes moles existentes entre os ossos do crânio e que se fecham com o decorrer do crescimento) as fontanelas deverão apresentar-se planas.. podem ser edemas ou hematomas que desaparecem na primeira semana.Lembrar que toda máscara deve abranger nariz e boca.Verificar que não haja nenhum sangramento pelo coto umbilical.. sendo indispensável o uso de luvas estéreis para a manipulação do RN..Ligar previamente o berço aquecido..introduzida delicadamente através da boca e narinas. Atendimento ao RN em sala de parto ...Vérnix caseoso (substância gordurosa e esbranquiçada que recobre o corpo para proteção da pele.Jamais puncionar região glútea de um RN porque não se sabe qual é a localização correta do nervo ciático. que apresenta as seguintes características: ..1 mg de Kanakion (IM) na região da coxa (face lateral externa). voltando a posição normal logo nas primeiras horas de vida. caracteriza-se por ser uma respiração abdominal superficial.A cabeça é grande em relação ao corpo (sendo o perímetro cefálico de 33 á 35 cm normal).O cordão umbilical possuem 2 artérias e 1 veia.. durante introdução e a retirada da sonda.RN a Termo É a criança nascida entre 38 a 40 semanas da gestação.Manter a aspiração inativa. e devem ser preenchidas de forma absolutamente iguais..Identificação do RN através da impressão da planta do pé (impressão plantar) e das digitais da mãe. que deverá estar limpo e forrado com lençol.Verificar o sexo da criança.Bossas (saliências no couro cabeludo. devido a uma adaptação ao canal de parto. para o rosto do RN.O abdômen apresenta-se abaulado pelo aumento fisiológico do fígado e baço. não ultrapassando os limites do contorno da face.Variação da FC por estar entrando em sofrimento fetal. Colocam-se pulseiras de identificação no RN e na mãe..Anotar o horário correto do nascimento.Manter o RN sempre aquecido.Lanugem (pelos finos e felpudos que recobre..Manchas Mongólicas(manchas azuladas que aparecem geralmente na região glútea.Prevenir hemorragia administrando 0.Milia sebácea(pequenos pontos de acúmulo de gordura na pele sempre localizados na face.A aproximadamente de 80 x 40 mmHg.Pele enrugada.Fornecer oxigênio úmido.Pouca lanugem.Colocar Cord Clamp (clamp de cordão) no coto umbilical deixando-o com apenas 2 cm de comprimento...

dependendo das suas condições. hipotérmicos. realizando a retirada do vérnix caseoso das dobras da pele.mãe e do RN( pelo cordão umbilical)..Aspirar as secreções das V.Estar corretamente paramentado conforme rotina. sempre seguindo as técnicas de pesagem.Observar presença de más formações aparentes. prematuros ou com qualquer outra alteração..Observar a presença de tomadas adequadas para cada tipo de plug..dois (2) Coloração: Cianose generalizada . delicadamente. quantidade e freqüência. lembrando que o aspecto normal das fezes é pastoso. de coloração verde escura.Manter a isolete ligada.um (1)Hipertonia (normal) . mesmo em desuso. APGAR: É a avaliação do estado geral do RN.A.zero (0)Cianose nas extremidades ...Encaminhar o RN ao berçário com os papéis de rotina devidamente preenchidos.(devido ao tempo que uma isolete leva para atingir a temperatura ideal. sempre que necessário.Observar o APGAR do RN.dois (2) Freqüência cardíaca: Ausente . Cuidados de Enfermagem: . pouco peso..Esta avaliação é feita através de notas dadas nos seguintes itens.Checar o preenchimento correto dos papéis.um (1)Corado (normal) dois (2) Tônus: Atonia .um (1)Normal .Lavar as mãos antes e depois de tocar em cada RN para prevenir o impetigo.É importante lembrar que após cada mamada. é preciso que se tenha sempre uma outra ligada para receber as urgências).. berço aquecido ou em uma isolete..zero (0)Bradicardia irregular .zero (o)Fraco .S.Manter o RN aquecido e em decúbito lateral ( riscos de hipotermia e da bronco aspiração. Cuidados com o RN na Isolete: O RN poderá ser colocado em berço comum. realizada no 1º e 5° minuto de vida.Observar atentamente o nível de oxigenação do RN.zero (0)Bradipnéia irregular .Coloca-se em isolete os recém-nascidos com problemas respiratórios.Checar a identificação do RN.Fazer a higiene sempre que necessária do RN..Observar eliminação urinária e ainda seu aspecto. somente se o estado do RN não for considerado bom..dois (2) Freqüência respiratória: Ausente .um (1)Normal . sendo repetida no 10º minuto.zero (0)Hipotonia . conforme o estado da criança: Choro: Ausente .Usar sabonete de glicemia para o banho.Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. lembrando que nos primeiros dias de vida..dois (2) Cuidados com o RN no berçário: .Pesar o RN diariamente. ocorre uma perda de peso de até 10% ( perda ponderal).um (1)Normal . o RN deverá ser mantido em decúbito lateral por causa do risco de bronco aspiração. sendo estas de 0 a 2.abservar também a voltagem adequada e em caso de alteração comunicar a ..

Controle do tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligada.Fototerapia pode ser intermitente ou contínua de .É a função do fígado eliminar a bilirrubina da corrente sanguínea. Icterícia Neonatal: É uma distúrbio fisiológico que dá á pele e mucosas uma coloração amarelada em decorrência de pigmentos biliares na corrente sanguínea.Abrir as janelas laterais somente se houver necessidade de manuseio do RN. evitando assim lesões graves por ação da luz (na ausência de material próprio. com anotação de data e número de horas/dia( o tempo de vida útil da lâmpada é no máximo 200 horas).O tratamento da icterícia.Verificar o funcionamento do termômetro e dos alarmes. Observação :atualmente foi abolido o uso de líquidos nos compartimentos internos da isolete. que não é capaz de eliminar uma quantidade normal de hemácias destruídas.jamais usando produtos voláteis. sendo que a temperatura ideal de uma isolete é entre 36 a 37 graus.Não riscar. pois neste distância o RN receberá as radiações sem sofrer queimaduras. manter os óculos com papel escuro e gaze). portanto.Retirada do RN da fototerapia para a amamentação.. Surge após as primeiras 24 horas de vida e desaparece em uma semana em média.Surge nas primeiras 24 horas de vida e pode levar até mais de 10 dias para desaparecer. não colocar objetos nem cobrir a tampa acrílica. tanto a fisiológica quanto a patológica é feito através da hidratação..Controle do estado de hidratação do RN.manutenção.Manter a higiene rigorosa do interior e exterior da isolete usando água e sabão neutro para a limpeza. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas..Controle rigoroso da temperatura corporal.Não permitir que o fio fique tracionado para não danificar nem desligar a isolete involuntariamente... fototerapia e exo-transfusão sanguínea em casos graves. da ação do calor.Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea..Manter as lâmpadas a 50 centímetros do RN. temos duas causas de icterícias.Manter a isolete em local de fácil alcance visual. tais como álcool.. sendo que esta é o resultado das destruição das hemácias.O RN deverá estar despido.Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da isolete.Limpeza freqüência do berço e do RN. por transformarem-se em meios de cultura de bactérias.Verificar o encaixe perfeito da bandeja interna.. sobrecarregando o fígado. lembrando que sempre que ela for aberta. pois ela foi feita com este material para permitir que se visualize o RN.. perderá calor resfriando o RN. Icterícia Fisiológica: Causada pelo excesso de hemácias destruídas.....O RN poderá estar em berço ou isolete.Mudança freqüente de decúbito para que a desimpregnação seja uniforme. pois pode ocorrer desidratação devido á sudorese pela ação do calor.. A Fototerapia é usada nos casos de Icterícia Neonatal. Icterícia Patológica: Causada pela imaturidade do fígado do RN. mesmo que a prescrição seja contínua. Cuidados de Enfermagem: . éter e benzina. Cuidados com o RN na Fototerapia: Fototerapia é o tratamento a base de luz visando a retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.Verificar a validade do filtro de ar.. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada... o que exigirá atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.

acordo com a prescrição médica.Uso de parâmetros próprios de isolamento.As lesões provocadas consistem em placas brancas e escamosas. que podem estar sozinhos em casa e a separação da família)..A adaptação da criança dependerá de vários fatores tais como: . quanto á sua recuperação e quanto ao tratamento dispensado á criança. prescrito em casos mais graves.Isolamento do RN infectado.Sendo o contato de chupetas e utensílios de berçário a fonte de contaminação secundária.atropelamentos.Causadas através da contaminação em berçário.As complicações mais freqüentes da monilíase podem levar a uma glossite intensa. Cuidados de enfermagem: . para que seu corpo não sinta a diferença de temperatura. ou seja..pústulas e crostas. em que ela poderá sentir-se desprotegida.Idade.. Hospitalização da Criança: A necessidade de hospitalização da criança implica em uma situação especial. 15 minutos antes do banho. Cuidados de enfermagem: ..A mãe parece a ser principal fonte de contaminação. onde a regra básica de higiene não é cumprida.Lavagem das mãos. de ficar sem a mãe. dentro dos limites estabelecidos.Antibiótico por via EV. gengivas e bochechas. Impetigo: É uma doença infecciosa da pele. Monilíase: É uma infecção grave causada pelo fungo cândida albicans.Situação domésticaMaturidade.A candidíase intestinal é menos freqüente nos RN alimentados por leite materno...Uso de pomada de Neomicina(nebacetin).Reação familiar é internação A hospitalização afetará alguns aspectos da vida da criança e seus familiares. do médico)Aspecto emocional da mãe. transporte. para que possa. maus tratos. por ter sido colocada abruptamente em um ambiente tão diferente.Tratamento e atenção recebidos neste contato.Higiene oral freqüente com água bicarbonatada. preocupação com os outros filhos. cooperando com a criança e seus acompanhantes durante todo o período de internação.Diagnóstico. que recobrem total ou parcialmente as mucosas da língua.. pois a lactoferrina insaturada deste leite inibe a atividade do cândida albicans. quando ocorrer infecções secundarias.A equipe de enfermagem deverá estar atenta a todos estes aspectos.Aspecto econômico ( gastos com a internação.Retirada do RN da fototerapia.. uma esofagite pseudo membranosa.. generalizada.Existe uma clara relação entre monilíase infantil vaginal e oral.Rompimento das pústulas com agulha estéril (25x6).Experiência de internações anteriores. lavar as mãos antes e depois da manipulação de cada recémnascido.Aspecto legal ( crianças vítimas de agressões. dificultando a alimentação normal do RN. a saber: . ter compreensão. abandono) e ainda falta de documentos que comprovem sua idade. enterite ulcerosa ou ainda diarréia profusa com o comprometimento do estado geral do RN. . estupros.Aspecto familiar ( revezamento dos familiares no hospital. caracterizada por vesículas.Lavagem com Kmno4(permanganato de potássio).remédios) e ainda o medo de perder o emprego por estar com o filho no hospital.Instilação oral de 1 ml de solução de nistatina conforme prescrição médica.Aplicação tópica de violeta genciana em solução aquosa de 1%.Aspecto emocional da criança ( medo de injeção.

seguir os procedimentos corretos.Retirar as chupetas que estão amarradas em volta do pescoço.A. que é um local de grande sensibilidade térmica.Nunca alimentar uma criança deitada. . cianose e icterícia).Não molhar talas e gessos.. não forçar a aceitação .Não encher demais a banheira.Dar banho.. hematomas. as rotinas hospitalares não permite que os familiares tragam alimentos de sua casa. observando fimose e acúmulo de secreções.Coletar o maior número possível de informações junto ao acompanhante..Usar sabonete neutro... doces...Observar as eliminações e coletar informações com o acompanhante sobre micções e evacuações. sempre que necessário. Cuidados de enfermagem durante o banho: O banho da criança deverá ser dado visando os seguintes objetivos: ..Limpar as dobras da pele.. agitação e timidez). devendo ser cumprida corretamente..Não se pode permitir a entrada de balas. do tratamento médico. sem excessos.. obesidade.. e de corpos estranhos). área física e outros pacientes á criança e acompanhantes recém chegados. quantidade e intervalos.Despir a criança.. independente da sua idade ou maturidade.Observar as condições de higiene das roupas e do corpo.. fazendo anotação dos mesmos.Manter a criança com segurança na água (lembrar que ela facilmente poderá escorregar). desconforto.Mesmo mães acostumadas a alimentar de maneira errada.Verificar a temperatura da água com a região anterior do punha. chocolates e chicletes.Observar as condições físicas. quanto ao tipo..Anotar o procedimento e sua intercorrências.Apresentar a enfermagem.Pesagem da criança (fundamental no momento da internação).Secar corretamente.A falta de conhecimentos das normas e rotinas poderá trazer problemas para todos..S.Manter a cabeça da criança elevada.Nunca deixar a criança sozinha no banho.Respeitar o apetite natural da criança...Retirar crostas do couro cabeludo. agressividade.. lembrando dos riscos que os mesmos acarretam á criança. para não entrar em discordância com o tratamento que esta sendo feito.Cuidados de enfermagem na admissão da criança: . presença de secreções nas V.Preparar todo o material antes de despir a criança.Evitar correntes de ar. previamente amolecidas com óleo ( amêndoa ou mineral).Promover a higiene.Verificar se a criança esta hidratada ou não. emagrecimento..Não tracionar scalps e jelcos. São regras básicas para os cuidados de enfermagem: .Proteger os ouvidos e os olhos da criança.Geralmente.Observar presença de lesões.. O banho poderá ser dado várias vezes ao dia. ou ainda elevar a cabeceira da cama ou fazer uso do "bebê-conforto".Vestir criança apropriadamente.. Cuidados de enfermagem durante a alimentação: A alimentação e a hidratação oral são introduzidas seguindo a prescrição médica. observando sempre os seguintes cuidados.superficial.Verificar e anotar os sinais vitais.Promover uma queda de temperatura corporal em caso de febre. faz parte portanto. pois o risco de ocorrer uma bronco aspiração é muito grande. pois todos os dados serão importantes para um maior conhecimento da criança e suas condições.Promover o relaxamento da criança. retrações. escoriações e dermatites.Observar respiração ( irregular. entregando as roupas e sapatos ao responsável.Deve-se sentar a criança ou pegar o bebê no colo.. mostrando ao responsável para esclarecer as origens das lesões. deverão durante a permanência no hospital...Ter especial cuidado na higiene das genitais.identificando-as se necessário. infantilização.Observar coloração da pele ( palidez... que poderá aspira-los.Observar desenvolvimento físico e psicológico (desnutrição.

observando para que não fique muito apertado..alimentar. quando em desuso. a perfusão sanguínea das ..Em casos de dispnéia intensa deve-se evitar a alimentação ou fazê-la pausadamente e com muito cuidado.. a realização de exames ou tratamentos.Travar após tarar.Permitir. tendo por base o peso da criança.Orientar a criança.Dobrar a extremidade restante sob os pés da criança imobilizando seus membros inferiores.Atar o cadarço da faixa de restrição somente nas estruturas fixas do leito.Examinar.Anotar corretamente o peso.Existem dois tipos de restrições a sabe: Mumificação: Consiste na imobilização total da criança..entrelaçando os cadarços com voltas duplas...Crianças até 2 anos. sempre lembrando dos perigos de uma bronco aspiração. onde a equipe de enfermagem deverá obedecer aos seguintes procedimentos: .Verificar. com freqüência.Lavar as mãos. posicionando-o ao longo do corpo.Não tocar na criança durante a pesagem.. especificando kg e grs.Desfazer a restrição tão logo seja possível. salvo em casos específicos de desnutrição. mantendo a mão sob os glúteos Envolver a criança com a outra extremidade do lençol. .Promover a eructação.Não colocar objetos sobre e balança.. manter a calcinha ou cueca e usar a balança de pedestal. e ou a mãe ou acompanhante sobe o motivo da restrição.Orientar a criança. uma vez que as doses de medicamentos e de soros são todas calculadas. e ou a mãe ou acompanhante sobre o motivo da restrição. se possível.A fixação nas grades móveis pode provocar graves lesões no membro restrito.. imobilizando assim o membro superior esquerdo. trocando após a pesagem. em balança de bandeja.Anotar aceitação e intercorrências.Deverão ser respeitados os seguintes cuidados.. proteção da criança inconsciente e ainda para evitar que a criança remova sonda ou drenos.Observar com freqüência se a criança tem condições de respirar satisfatoriamente. com freqüência.Na contenção de extremidades existem também procedimentos que deverão se seguidos rigorosamente: .Manter a criança em decúbito lateral com apoio... se houver compreensão. Cuidados de enfermagem na pesagem: A pesagem é fundamental na pediatria.. ao serem abaixados. se houver compreensão.. Contenção das extremidades: É o tipo de restrição usada principalmente para manter-se a via endovenosa ou evitar traumatismos em crianças que sejam agitadas. a posição da criança e acomoda-la confortavelmente..Deitar a criança sobre um lençol dobrado em triangulo..Dobrar a extremidade direita do triangulo sobre o braço direito. para a realização de exames.. que crianças maiores alimentem-se sozinhas..Forrar a bandeja com lençol descartável ou papel toalha...Colocar o braço esquerdo da criança paralelo ao corpo..Crianças com mais de 2 anos. Cuidados de enfermagem nas restrições: Restrição mecânica é a limitação dos movimentos através da contenção de um ou mais segmentos do corpo.O tronco deve ser envolvido por estar extremidade observando-se que não fique solto ou muito apertado. sob vigilância rigorosa. manutenção da via de hidratação parenteral. despidas totalmente.Normalmente ela é indicada na realização de exames.Só destravar depois de colocar a criança e travar novamente antes de retira-la.Envolver o punho ou tornozelo da criança com a faixa de restrição..Pesar diariamente em jejum.Tarar a balança antes de pesar.. garantindo assim a segurança da criança.Lavar as mãos..

colocar a medicação líquida em uma seringa. facilmente pose-se perder grande parte delas dentro do equipo..... para facilitar o aleitamento. com freqüência.. Via Intramuscular: .Observar vômitos logo após a ingestão de medicamentos.. local que nem sempre agrada a mãe.A região do deltóide ( MMSS) não é usada para medicação.É preciso observar hábitos como o de chupar o dedo.Membros inferiores.A quantidade máxima de líquido injetado não deve ser maior que 3 ml. 12x6). Via Endovenosa: .A movimentação dela poderá quebrar a agulha durante a injeção.Tentar obter apoio do acompanhante. Tipos de Punções Venosas: O local de escolha para a punção venosa visa atender as necessidades da criança.. dormir de bruços.Mudar. lembrando que o risco de hiper hidratação em pediatria é maior. usar sempre equipo de microgotas para que se tenha um controle real do gotejamento. na tarefa de fazer com que a criança entenda a importância daquele remédio. esfregar os pezinhos.O uso de jelco em membros é bastante indicado por sua maior durabilidade.Nunca realizar medicação diretamente na veia.. 30x7. se necessário. pelos graves riscos que a mesma oferece. somente em crianças acima de 10 anos com boa massa muscular.Evitar o uso de colheres a fim de não machucar a criança. dispensado... ou até da dose total.Pode ocorrer de uma agulha curta não introduzida por inteiro...Lembrar que o excesso de mobilização da criança torna o gotejamento irregular e descontrolado.. o decúbito da criança para evitar a formação de zonas de isquemia.Orientar o acompanhante para que não altere o gotejamento do soro.Em crianças menores.Punção em jugular deve ser reservada para situações de urgência e feita por um profissional experiente. .Observar a massa muscular da criança para a escolha do comprimento da agulha (30x8.Em recém-nascidos usa- . ou muito rebeldes. para a escolha do local adequado da punção. de fácil entendimento. pode-se chegar ao limite de 5 ml.Nem sempre o acompanhante é capaz de colaborar.É de fundamental importância a maneira de segurar a criança.. principalmente durante o banho e a alimentação. tendo seu uso restrito algumas vacinas. sendo as dosagens pediátricas muito pequenas. pois a criança costumam cuspir...Em bebês que estão amamentados.Usar sempre escala de gotejamento. evita-se punções cefálicas uma vez que a umidade impede a boa fixação do esparadrapo. evita-se punções em MMSS..extremidades restritas. lembrando que.As preferências da mãe só devem ser atendidas se estiverem de acordo com as condições da criança.Observar se a criança deglutiu a dose total e fazer a reposição. somente em situações de emergência na presença do médico.Lavar o equipo da bureta..Em crianças sob oxitenda.Observar se a criança não aspira a medicação.Evitar o excesso de líquidos.Somente usar copinho em crianças maiores. sendo nesse caso. Regras básicas de Medicação na Pediatria Via oral: . lembrando que o melhor local para punção venosa em bebês é a rede venosa cefálica.Diluir as medicações em bureta.Remover a restrição periodicamente.Manter sempre a pinça do equipo de soro longe do alcance da criança.Em soros de manutenção. para que não haja perda de parte da dose.. para facilitar a introdução diretamente dentro da boca.Evitar que a criança veja a seringa. quadril e tórax devem estar mobilizados.

normalmente mal sucedidos. com o aparecimento de novas tecnologias. por vezes apresenta-se em angiomas planos... em que a parte posterior das lâminas vertebrais não se fecha. a herniação apresenta-se recoberta por uma fina camada de pele na sua parte central aumentando de espessura para a periferia.Na nádega usa-se o quadrante superior externo. torna-se então possível o tratamento da criança particularmente de complicações como: hidrocefalia. formando um lipoma. das algaliações intermitentes. Mas apesar destes extraordinários progressos. uma vez que era desconhecido o tratamento médico. O mielomeningocelo pode aparecer em qualquer segmento da coluna vertebral.se a região da face lateral externa da coxa (músculo vasto lateral) por não se saber exatamente a localização do nervo ciático na região glútea. A pele que recobre está integra. Os primeiros tratamentos a serem efectuados incluíam a aplicação de substâncias esclerosantes à base de iodo e o enfaixamento do mielomeningocelo. como resultante da . Em 1990 com o aparecimento de técnicas como shunts valvulares. que corresponde à medula. Mongani explica a origem a origem desta malformação. ladeada por uma zona branca acinzentada que corresponde à piamater).se por uma malformação congénita da coluna vertebral que surge entre a 3ª e 4ª semana de gravidez. designa-se por mielomeningecelo1. próteses ortopédicas. Foi nos dois últimos centenários. deve-se recomendar ao acompanhante a aplicação de compressas quentes no local Postado por PRISCILLA às 17:50 0 comentários Links para esta postagem A Criança com Mielomeningocelo Em escavações arqueológicas foram encontrados corpos de crianças com mielomeningocelo. acompanhado por uma hérniação com envolvimento meningeo e elementos neurais (medula e/ou raízes dos nervos raquidianos). que se verificou um progressivo aperfeiçoamento no tratamento. Complicação frequente é a meningite ascendente. Em 1769. • Mielomeningocelo com lipoma – Entre a pele e a medula intercala-se tecido adiposo. com mais de 3000 anos. O encerramento cirúrgico do mielomeningocelo torna-se também possível. tais como a hidrocefalia e a malformação de chiari. uma vez que a medula espinal fica na superfície corporal totalmente a descoberto(aparece com cor vermelha escura no centro. problemas ortopédicos e urinários. O mielomeningocelo é uma das 3 formas de apresentação da espinha bífida. Há 3 tipos de apresentação do mielomeningocelo: • Mielomeningocelo forma aberta ulcerada – É a forma mais grave do mielomeningocelo. A espinha bífida caracteriza.Após injeções dolorosas. Já Aristóteles e Hipócrates descreveram esta malformação. Pode estar associado a outras malformações do sistema nervoso. Estas crianças eram abandonadas ou era lhes dado infanticida. ainda há muito por descobrir e aperfeiçoar no sentido de proporcionar uma melhor qualidade e vida à criança/ pais com mielomeningocelo. • Mielomeningocelo forma fechada epitilizada– Nesta forma. Quando existe um defeito dos arcos posteriores. mas o mais frequente é na região lombo-sagrada.

• Radiações. olhos em sol poente. apneia. É fundamental avaliar diariamente o perímetro cefálico. acumulação de secreções e espasticidade. Existe uma maior incidência no sexo masculino e em crianças de raça caucasiana. a RMN. • Efectuar balanço hídrico pois pode existir perda de liquor e soro pela mal formação. o electromiograma. A hidrocefalia é também um défice neurológico frequente. fazer uma monitorização contínua de sinais vitais e uma avaliação neurológica sempre que necessário. e da electroforese da acetilcolinesterase. em 1886. • Factores genéticos – Alterações ligadas ao génese PAX 3. dilatação das veias do couro cabeludo. Esta é a teoria mais aceite. Os cuidados de Enfermagem são planeados em função dos défices presentes: • Nas primeiras 48 horas é fundamental manter a criança em decúbito ventral (dorsal se for permitido). . – Se existe uma bexiga neurogénica flácida é importante iniciar treinos vesicais. vómitos. Apesar de extensos estudos epidemológicos. sendo provavelmente multifactorial: • Factores teratógénicos – Adição de determinadas substâncias/agentes durante as primeiras semanas da embriogése (agentes bloqueadores do canal de cálcio. a urografia e a cistometria são importantes no despiste dos défices existentes e de outras malformações associadas. irritabilidade. • Fazer penso único de acordo com a prescrição. paralisia das cordas vocais. podem indicar a malformação de Chiari. ecografia.super distensão do tubo neural e consequente ruptura do mesmo. O diagnóstico é feito durante a gravidez através da medição sérica maternal da alfa fetoproteína. Após o nascimento a TAC. As crianças são submetidas à colocação de um shunt ventriculo-peritoneal ou a ventriculocisternostomiaO encerramento cirúrgico é feito nas primeiras 24 horas de vida e tem como objectivo prevenir a infecção e proteger os nervos espinhais. vitamina A. Quanto mais alta a lesão maiores serão os défices. a eco-transfontanelar. a causa mantêm-se desconhecida. fosfolipase c. Esta super distensão está relacionada com a circulação de licor. fontanela hipertensa. Devem ser feitos entre a 16ª e a 18º semana de gravidez a fim de permitirem o aborto terapêutico. engasgo. – Aumento do perímetro encefálico. Deficiência maternal ou fetal em ácido fólico. o raio X. amniocentese. estridor. a cistografia. É função do enfermeiro fazer ensino aos pais sobre algaliação. 15% dos casos existem há nascença e 80% desenvolvem-se posteriormente. Recklinghausen. defende que o mielomeningocelo surge devido a uma falha no encerramento do tubo neural durante o período da embriogénese. • Causa viral – Tem se verificado uma maior incidência durante os meses de inverno. As complicações dependem do nível e da extensão da lesão. Caracteriza-se por uma acumulação anormal do líquido cefalorraquidiano a nível craniano. crises convulsivas e alteração do estado de consciência são indicativos de hidrocefalia activa. bem como avaliar a eficácia desse ensino. – Dificuldade alimentar. • Vigiar sinais de infecção.

Ano 18. Grupo editorial. O prognóstico da saúde da criança com mielomeningocelo depende do défice neurológico presente ao nascimento. Neurologia Pediátrica. temperatura) e movimentos voluntários. sinais e sintomas. e os recém-nascidos (RN) eram mantidos junto às suas mães imediatamente após o nascimento. A morte tardia é causada por infecção do tracto urinário. 13º EDIÇÃO. insuficiência renal ou complicação do Shunt. etc. Eduardo.). os partos eram realizados em casa. 2ª edição. bem como a orientação à mãe sobre a saúde de binômio mãe e filho. Por exemplo. ANCANTARA. Com a criação dos hospitais -maternidades. para isso é necessário ensinar a mãe sobre a importância de afasta-lo de fontes de calor. É de fundamental importância o apoio aos pais. Dicionário de Medicina. Revista Rol de Enfermaria. esta rotina foi passada para normas gerais de procedimentos de assistência e obedecida até o final do século XIX. HISTÓRICO Nos primórdios da história da cultura humana. LLORENS. permanece com a mãe. – Se a criança apresenta gessos correctivos é importante vigiar sinais e sintomas de comprometimento neurocirculatório. até a alta hospitalar. Abril 1995. Barcelona. Este sistema possibilita a prestação de todos os cuidados assistenciais. Revista do Hospital Pediátrico de Coimbra.. BIBLIOGRAFIA FENICHEL. Gerald M. OCEANO. andarilhos. nº 200. colónia de ferias e subsídios que estes pais podem requerer para os seus filhos. G. ensino especial. 1972. 6º edição. a enervação vesical assim como a presença de lesões cerebrais associadas. PICAÑOL. 24h por dia. FIGUEIRAS. MACONDES. Existe a Associação de Espinha Bifída e Hidrocefalia de Portugal que patrocina ajudas técnicas (carrinhos. 1ª edição.pedriatia Básica. logo após o nascimento. 1995. incluindo a capacidade motora.– Se existe diminuição da sensibilidade dolorosa é importante que a criança não sofra acidentes. o Hospital Jonhs Hopkins foi construído sem enfermaria especial para RN e nele a rotina de alojamento conjunto existiu até 1890. Pedro de. com o encaminhamento para as instituições de apoio. Nelson Tratado de Pediatria. Alojamento Conjunto é o sistema hospitalar em que o recém-nascido sadio. Postado por PRISCILLA às 17:42 0 comentários Links para esta postagem O QUE É ALOJAMENTO CONJUNTO? O QUE É ALOJAMENTO CONJUNTO? Segundo o Ministério da Saúde. No New York Hospital foi . Porto Alegre. retorno vascular. num mesmo ambiente. A morte precoce deve-se normalmente a infecção do sistema nervoso central ou à hidrocefalia grave. Devem entrar em contacto com a assistência social para se informarem das ajudas que existem a nível nacional. Abril 1995. edição de 1996. Pediatria para Enfermeiros. Editora Guanabara. observando as características da pele (cor. objectos cortantes e objectos pesados. 1994 BEHRMAN & VANGMAN.

24h por dia. impossibilitadas de cuidar dos filhos. visando esclarecer às dúvidas da mãe e incentiva-lá nos momentos de insegurança. visando esclarecer dúvidas. Permitir aprendizado materno sobre como cuidar do RN. foi facilmente difundida e aceita por causa das altas taxas de mortalidade infantil devido às epidemias de diarréias. permitido que as questões de espaço físico e treinamento de recursos humanos fossem adequados à realidade local de cada serviço de saúde. ajudaram nesta mudança de atitude. Estas normas deveriam passar a ser observadas nas unidades médicas assistenciais próprias. contratadas e conveniadas do INAMPS. doenças respiratórias. No início dos anos 90. as mulheres eram hospitalizadas para cuidados obstétricos e. Estimular a participação do pai no cuidado com o RN. outras patologias infecciosas e pelas incidências de sespis maternas. Favorecer troca de experiências entre as mães.utilizado até 1898. . com apoio da UNICEF. No início do século XX. Reduzir o índice de infecção hospitalar cruzada. que percorreu o mundo mostrando a sobrevida de RN pequenos tratados dentro de incubadoras. um obstetra francês. Melhorar a utilização das unidades de cuidados especiais para RN. Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN). OBJETIVOS DO ALOJAMENTO CONJUNTO Aumentar os índices de Aleitamento Materno. Essa nova proposta. gravemente enfermas. Estabelecer vínculo afetivo entre mãe e filho. os hospitais-maternidades passaram a ser dotados de enfermarias próprias para RN. com o objetivo de conhecer a situação dos alojamentos conjuntos no Brasil. chamadas de berçários. Considerou-se fundamental a permanência do bebê junto à mãe e as orientações por parte da equipe de saúde através das ações educativas. após a Exposição de Berlim de 1896. Os resultados obtidos pelas enfermarias para crianças prematuras de Pierre Budin. Aumentar o n0 de crianças acompanhadas por serviço de saúde. sem rigidez de horário. enfermarias com grande números de RN manuseados exclusivamente pela equipe hospitalar. através do Sistema de Alojamento Conjunto. a resolução n0 18/INAMPS dirigida aos hospitais públicos e conveniados estabeleceu normas e tornou obrigatória a permanência do filho ao lado da mãe. Reduzir a ansiedade da mãe (ou pais) frente às experiências vivenciadas . Em 1985. Orientar e incentivar a mãe (ou pais) na observação de seu filho. sendo necessária a criação de locais especiais para o RN. Ficaram assim instituídos os berçários. freqüentemente causadoras de enfermidades nos RN. aonde as crianças permaneciam em berços suspensos aos pés do leito das mães. e o sucesso alcançado por Martin Cooney. Somente em 1983. foi publicada o programa de reorientação da assistência obstétrica e pediátrica com as normas básicas do Sistema de Alojamento Conjunto. Possibilitar o acompanhamento da Amamentação. baseada em normas rígidas de isolamento. realizou pesquisa cujos resultados apontaram que 47% das 667 unidades pesquisadas desconhecia a Resolução INAMPS 18/83. Outra possibilidade foi que. deste modo.

ALIMENTAÇÃO DO RN -Seio materno em livre demanda. Nutricionista. sem risco de infecção (situações de risco de infecção: mãe febril. que tenham sido orientadas sobre o alojamento conjunto durante o pré-natal. apropriados para Idade Gestacional e sem patologia. com treinamento prévio e contínuo para atualização. . um para cada 30 binômios. Enfermeiro. . de preferência próximo à área de puerpério. -Malformação que impeçam a amamentação. . bolsa rota há mais de 24 horas. respeitando o nível de complexidade. com boa vitalidade. Técnico e auxiliar de enfermagem. RN nascido fora do centro obstétrico). um para cada 8 binômios. -RN com peso acima do percentil 90 ou abaixo do percentil 10 para a idade gestacional. -Alto risco de infecção. -Icterícia precoces. recebendo antibiótico. de rotina e de plantão. o RN será de levado para a mãe entre 2 e 6 horas após o parto.Boletim de Apgar igual ou superior a 7 no primeiro minuto.000g.Peso de nascimento superior a 2. Assistente social.500g menos de 4. EXCLUSÃO DO RN -Apgar abaixo de 7 no primeiro e no quinto minuto. -Proibida amamentação cruzada. POPULAÇÃO A SER ATENDIDA MÃE Com ausência de patologia que contra-indique ou impossibilite o contato com RN e.Em caso de cesariana. . -Não oferecer bicos ou chupetas. -RN de mãe diabética. de vida. Psicólogo. só sob prescrição médica. um para cada 20 binômios. RECURSOS HUMANOS A equipe multiprofissional mínima de recursos humanos que vai prestar cuidados ao binômio mãe-filho. deve ser composta de: Médicos pediatras e obstetras. adequado controle térmico. -Patologias diagnosticadas ao exame imediato. boa sucção.RN a termo. entre outros.LOCALIZAÇÃO Dentro da maternidade. se possível. Pode ser feita em enfermaria ou em quartos. . -Mamadeira de leite ou outras alimentação.. RECÉM-NASCIDO . respeitando-se as condições maternas.

higiene. -Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade. -Esclarecer sobre os cuidados específicos. Após esse período. aí ficará por cerca de seis horas (esse período pode ser estendido para 12 horas para nascidos por fórceps e a 24 horas para os cesariados). o pediatra avalia as condições clínicas do RN (primeiro exame e determinação da idade gestacional) e autoriza a sua ida para o Alojamento Conjunto. pontuando sempre estas orientações com os hábitos da mãe de modo a intregá-la em suas experiências anteriores e expectativas. respeitando a opinião da mãe. -Colher dados pertinentes aos objetivos do Alojamento Conjunto. -Esclarecer sobre objetivos gerais do Alojamento Conjunto. . mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difíceis -Oportunizar que o pai participe nos encontros da enfermeira com a mãe. O RN será transportado pelo pessoal de enfermagem até o berço colocado do lado da mãe. -Avaliar suas condições físicas e emocionais. A duração do Alojamento Conjunto deverá ser. após prévia comunicação sobre a vinda do RN e avaliação da capacidade da mãe de recebê-lo. do próprio profissional. -Retornar com a mãe os dados já existentes em seu prontuário de modo a esclarecê-los ou ampliá-los.. quando necessário. ATENDIMENTO DA MÃE E DO RN NO ALOJAMENTO CONJUNTO O atendimento ao binômio no Alojamento Conjunto constitui-se na operacionalização da função educativa do Sistema. deambulação. com possibilidade de retorno. A interrupção do Alojamento Conjunto poderá ser feita por determinação médica por motivos maternos ou do RN. de modo a situá-la melhor no ambiente. sendo este reencaminhado ao berçário. a oportunidade de instalação do Alojamento Conjunto. sendo a mãe esclarecida sobre o motivo da transferência.FLUXOGRAMA O RN será conduzido da sala de reanimação para o berçário onde receberá cuidados rotineiros de higiene. -Propiciar condições para que na mãe possa reconhecer seu filho. etc. com dietas. os quais propiciam ações mais específicas à realidade da pessoa. e da clientela. incentivandoo a expressar suas opiniões. -Trazer o RN para junto da mãe. -Fornecer a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão no Alojamento Conjunto. Colocados em berço aquecido no Berçário de Observação. no mínimo. e demonstrar-lhe que sua chegada já estava sendo preparada com interesse pelo profissional. Esse atendimento acontece de forma contínua durante a internação e se dá de forma individualizada e em grupo. de 60 horas completas. ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM PRESTADO DE FORMA INDIVIDUAL Aqui descreveremos algumas ações que o enfermeira pode realizar nesta unidade. -Avaliar. AÇÕES DE ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO INDIVIDUAL -Receber a mãe no Alojamento Conjunto após sua alta no Centro Obstétrico. mas essas ações realizadas pelo enfermeira podem sofrer influência do serviço. medicação. E quando a mãe demonstrar que pode prestar todos os cuidados ao RN.

1994 . DOU no 167 de 1/9/93.315-16. p. prováveis causas de choro.176-180.E . -Supervisionar os cuidados prestados pela mãe: troca de roupa. MINISTÉRIO DA SAÚDE. avaliação da temperatura. mãe e pai possam participar de um encontro juntos. BARROS. -Acompanhar a evolução diária do RN. BRENELLI. Portaria MS/GM no 1. In: NEME. SEGRE..EMA. e reforçar as orientações sobre as características e cuidados com o RN. com suas vantagens e possíveis dificuldades. atividade sexual no puerpério. Estabelecer um número de assuntos a serem abordados.1993. MA. 1-8. "Pediatria Básica".M.CAM. "Manual de Neonatologia". encaminhamentos e avaliações clínicas periódicas. 1994. São Paulo. reconhecendo assim. SEGRE. DL. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com objetivo de que ela possa sentir-se capaz de conhecer e avaliar seu filho. objetivando orientá-la e esclarecê-la em suas dúvidas. Savier. profilaxia da dermatite amonical. "Alojamento Conjunto". situações onde necessitará da ajuda do profissional de saúde para auxiliá-la no atendimento da criança. p. SANTORO JR. sono. MARETTI.JLA. "Obstetrícia Básica". JCR. de modo que. mesmo com um tempo de internação menor. atividades. etc. características psicológicas e físicas do puerpério.e as dificuldades que estejam enfrentando no cuidado com seus filhos.17-19. 1993. estendendo este estímulo à participação do pai sempre que este tiver presente.M. São Paulo. BARBIERI.066. Revinter. 13. 26 de agosto de 1993. cuidados com o coto umbilical..B. São Paulo. In: DINIZ. -Orientar a mãe sobre os demais cuidados com os filhos: vestuários. "Assistência Hospitalar a Recém Nascido: Recomendações para Padronização". também. HB. O atendimento ao grupo deve ser feita de forma sistemática. seção I. In: MARCONDES. BIBLIOGRAFIA BRASIL. necessidades afetivas. EMA. -Preparar alta da mãe e do RN. AÇÕES DE ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO EM GRUPO Esse tipo de atendimento visa a troca de experiências entre as mães e pais. Savier. Revinter. anticoncepção. Deve ser realizado pela equipe assistencial da Unidade de forma conjunta. 8o ed. COSTA. avaliação da cor da pele.CAM. São Paulo. CORRADINI.016. incluindo: amamentação. de modo à esclarecer aos participantes do grupo dúvidas sobre assuntos relacionados à sua área de atuação. -Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer as informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe. LD.-Realizar os os primeiros cuidados com RN e orientar a mãe incentivando-a a cuidar do filho. com a exposição de sentimentos em relação a maternidade e paternidade. CASANOVA. p. revisando orientações dadas e fornecendo os encaminhamentos necessários. medidas de higiene. "Manual de Neonatologia". MTZ. p. "Alojamento Conjunto". RAMOS. In: DINIZ. -Acompanhar a evolução diária da paciente objetivando reforçar orientações e detectar precocemente problemas clínicos e emocionais. "Cuidados ao Recém-Nascidos em Alojamento Conjunto". "Normas Básicas para Alojamento Conjunto". p. eliminações.

Seu valor de referência é <0. Coeficiente de variação. In: MUIRA.. o enfermeiro intensivista deve estar concentrado nas correlações clínicas que aquele resultado traduz. Postado por PRISCILLA às 17:21 0 comentários Links para esta postagem Exames Laboratoriais no Paciente Grave Ao analisar um exame laboratorial a beira do leito de um paciente em estado crítico. Já os índices de sensibilidade especificidade e valor preditivo ajudam a avaliar o grau de confiabilidade do resultado. p. É um exame simples.Seus valores de . Valor preditivo. sendo um que possa ser detectado precocemente após o início da dor e outro que possa ser detectado mais tardiamente. permanecendoelevado por 5 a 9 dias. como traumas.No diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM) recomenda-se a dosagem de pelo menos dois marcadores de necrosecardíaca. Seuvalor de referência é < 5 ng/ml.35.Seu valor de referência é 10-92 ng/ml.Atinge seu pico máximo entre 6h e 12h e normaliza após 24h. Especificidade. pois apenas 15% desses apresentam alguma alteração eletrocardiográfica.28 mmol/l co2 total: 23.45 pCO2: 35. porém de grande valia na prática clínica.E e cols. como: Valor de referência.100 mmHg BE: +/. devem-se levar em conta alguns conceitos básicos. os marcadores de lesão miocárdica representam um grande avanço nodiagnóstico da síndrome coronariana aguda. Avaliação Laboratorial RespiratóriaGasometria: exame muito utilizado para verificação das condições respiratórias e metabólicas do paciente. estabelecendo sempre a correlação do valor com a condição clínica do paciente. Avaliação Laboratorial RenalA primeira avaliaçao da função renal no paciente crítico é feita por meio da medida da Uréia (U) e da Creatinina (C) no sangue. 1993.7. Avaliação Laboratorial CardíacaUtilizado muito em unidades de terapia intensiva. MF. " Aspectos Gerais da Assistência de Enfermagem em Sistema de Alojamento Conjunto". estabelecido por cada laboratório.29 mmol/l Saturação de O2: >95% As alterações nos valores falam a favor de alcalose respiratória ou metabólica ou acidose respiratória ou metabólica.01 ng/ml. 41-43.RIGATTI. pode-se definir se determinado resultado está ou não alterado. Senibilidade.Troponina: marcador cardíaco mais exato na lesão miocárdica.Atinge seu pico em 12h e normaliza após 48h. Vale a pena ressaltar que a mioglobina com valoresalterados isoladamente pode estar relacionada a várias situações clínicas. " Neonatologia: Princípios e Pratica". Na interpretação de um exame laboratorial.CK-MB massa: apresenta-se elevada no sangue após 8h do início da dor. Baseado sempre no valor de referência. Apresenta-se elevado no sangue após 4h.2 mmol/l HCO3: 22. São Paulo. Está presente no sangue de 1h a 3h após o início da injúria miocárdica. Arte Médica. Os valores de referência para a gasometria arterial são: pH: 7. A elevação da U/C com uma relação menor ou igual a 20 é sinal de falência renal. Os marcadores cardíacos mais utilizados são:Mioglobina: é o marcador mais recente. insufuciência renal etc.45 mmHg pO2: 85.

entra em um contato com a CNCDO para que haja a abordagem com a família e para a autorização dos exames . Postado por PRISCILLA às 17:14 0 comentários Links para esta postagem Cuidados Intensivos de Enfermagem com o Doador de Órgãos e Tecidos Os critérios para o diagnóstico de Morte Encefálica (ME) estão definidos na Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). o coma aperceptivo com ausência de atividades motoras supra. Os exames complementares precisam demonstrar: Ausência de atividade elétrica cerebral ouAusência de atividade metabólica cerebral ouAusência de perfusão sangüínea cerebral.0 mg/dl Pigmentos biliares: ausentes Hemoglobina: ausentes. desordens metabólicas adquiridas. que conceitua Morte Encefálica como a situação irreversível das atividades encefálicas e de tronco cerebral. Cabe ao enfermeiro ou ao médico ter o compromisso ético de notificar a existência de um potencial doador em sua unidade.12 g/l Albumina: ausente Glicose: ausente Corpos cetônicos: ausentes Urobilinogênio: inferior a 1. Análise dos Sedimentos Leucócitos: inferior a 16 mil/ml Hemácias: inferior a 14 mil/ml Células Epiteliais: inferior a 16 mil/ml Cilindros hialinos: ausentes Granulosos: ausentes Cristais: ausentes Filamento de muco: ausente Avaliação Laboratorial HepáticaA doença hepática evolui frequentemente sem sintomatologias. alcoolismo e drogas.Na suspeita de ME.espinal e apnéia.8 a 8. Ainda como marcadores hepáticos temos:Aspartano aminotransferase (AST ou TGO) com um valor normal de 15-37 Ul/l e a Alanina aminotransferase (ALT ou TGP) e está diretamente relacionado a lesão hepática. há obrigatoriedade de notificação à Central de Notificação. Na UTI. doenças congênitas. como parâmetros clínicos a serem observados para a constatação de morte encefálica.115 Ul/l e 114. Seu valor de referência é 30-65 Ul/l.A elevação da amilase pancreática e da lipase fala a favor de pancreatite. Seus valores de referência são 25.1.2 mg/dl respectivamente.Análise Física Cor: amarelo citrino Aspecto: límpido Densidade: 1010 a 1025 pH: 4. auto-imune.286 U/l respectivamente.referência são 15-45 mg/dl e 0.0 Análise Química Nitrito: negativo Proteínas totais: inferior a 0. testes laboratoriais para o reconhecimento da injúria hepática se mostram de grande valia diagnóstica. cor e desidade). As causas mais comuns de doença hepática são: viral. por esta razão. quando existe a identificação de um potencial doador. na lei nº 1480/1997. Captação e Distribuição de Órgãos e Tecidos (CNCDO) de sua cidade.O exame de urina 1 compreende na observação e análise física (apecto. análise química e análise de sedimentos. a equipe mutidisciplinar após algumas discussões.6. Para isso.

Avaliação da ausência de reflexo de tosse. deve-se evitar: FiO2 > 0. ou seja. facilitando o fluxo renal.O uso de drogas vasoativas é aceito.Padrão Hematológico: manter a Hemoglobina > 10g% (hemotrasfundir se necessário).Com base no Termo de Declaração de Morte Encefálica (Res. As etapas do exame neurológico consistem em : Identificação do coma arreceptivo. CUIDADOS COM AS CÓRNEASDeve-se ocluir corretamente os olhos. Em potenciais doadores de pulmão. corrigindo alterações que posam surgir.OBS: Em pacientes entre 13. devido sua ação betadrenérgica (efeito vasopressor) e alfadrenérgica (vasoconstricção sistêmica). . Pressão Inspiratória > 30 cmH2O e sobregarga pulmonar de líquidos. temos como Protocolo. PAS > 100 mmHg e PVC > 10 cm H2O.. diminuir o FiO2 e PEEP para que tenhamos a saturação de oxigênio em torno de 98.Avaliação do padrão pupilar (midríase). CUIDADOS VENTILATÓRIOSDeve-se diminuir a hiperventilação. Em doses maiores. é comum os doadores apresentarem EAP pelo súbito aumento de catecolaminas circulantes. Após a concordância dos familiares com a doação. pode ter efeitos deletérios para os órgãos. o uso de Dopamina numa velocidade de infusão entre 2-3 mcg/kg/min tem ação dopaminérgica.Avaliação da ausência de reflexo córneo.vestibulares (calórica). pois é ele que mantém o doador viável para a doação. provocando vasodilatação renal e mesentérica. desde que se respeite o ajuste de dose. Potássio plasmático entre 4-5 mEq/l Cálcio normal Fósforo normal Glicemia normal.9%. os termos de doação e de orientação do processo de doação e transporte devem ser assinados.Padrão Renal: Hidratar o paciente e manter o fluxo urináiro entre 0. contra. intervalo de 6 horas).30 anos.Avaliação da ausência de resposta as provas óculo. Uma cópia do termo de autorização de doação é entregue para a família.Padrão Ventilatório: Manter a Saturação de O2 > 90%. sendo que nenhum deles posa fazer parte da equipe de transplantes.complementares que diagnosticarão a ME e autorização da retirada dos órgãos e tecidos. inicia-se um processo de manutenção das condições fisiológicas dos órgãos para que haja a preservação de suas atividades funcionais. SF0.Avaliação da ausência de reflexo oculocefálicos. CUIDADOS HEMODINÂMICOSControlar e corrigir a Hipotensão Arterial baseandose nos valores de PVC e PA. Lembrar que soluções glicosadas em excesso pode provocar hiperglicemia e hiponatremia por diluição e infusões de solução cristalóide de Na podem provocar hipernatremia grave.indicando a remoção dos órgãos.5 (50%).palpebral. Evitar a formação de úlcera de córnea. para isso.5 a 2 ml/Kg/h. com colírios. Sódio plasmático abaixo de 160 mEq/l .100%. Os cuidados com o doador de órgãos e tecidos deverá estar voltado para o contole geral dos seguintes padrões: Padrão Hemodinâmico: manter PAM: 80-100 mmHg. Os exames de diagnóstico de ME devem ser realizados por dois médicos.Temperatura Corporal: Manter o doador sempre acima de 34º C. o uso de soluções cristalóide iso. soluções lubrificantes. O enfermeiro tem um papel fundamental nessa etapa. realizando a hidratação dos mesmos.Padrão Metabólico: Manter o Ácido láctico normal.Após a realização do segundo exame e se confirmado a ME. PEEP > 5 cmH2O. CFM nº1480/97) o médico intensivista realiza as etapas do exame para o diagnóstico de ME obedecendo o tempo de intervalo entre um exame e outro (crianças acima de 6 anos. PaCO2 entre 30-40 mmHg e PaO2/FiO2 > 200.osmóticas e solução de ringer lactato.

45:1012-4. A definition of irreversible coma: report of the Ad Hoc Committee of the Harvard Medical School to Examine the Definition of Brain Death. O mecanismo que causa este aumento do conteúdo de oxigênio no sangue arterial tem sido motivo de numerosos estudos em modelos animais com doença pulmonar induzida.35:211-8.) 589 (West 1993 and West Supp. que ocorre em cerca de 70% a 80% dos pacientes com Síndrome da Angústia Respiratória no Adulto (SARA). alterações de glicose sérica. Schapiro R.Essa melhora da oxigenação pode ser atribuída a vários mecanismos que podem ocorrer isolados ou associados.45:1003-11. The role of the public in public policy on the definition ofdeath.A. como também em muitos pacientes com SDRA.8. Neurology 1995. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Na presença de distúrbios da coagulação plasma fresco e se necessário concentrado de plaquetas. 12 Uniform Laws Annotated (U.5. President’s Commission for the Study of Ethical Problems in Medicine and Biomedical and Behavioral Research. Na presença de hipotermia. 344. alterações de cálcio.3. Postado por PRISCILLA às 17:12 0 comentários Links para esta postagem Efeito da Posição Prona em Pacientes com Síndrome da Angústia Respiratória no Adulto A posição prona auxilia na melhora da troca gasosa em aproximadamente dois terços dos pacientes com SDRA. JAMA 1968. 69-77. Deve-se utilizar o aquecimento passivo para evitar tal complicação. Dentre eles. Baltimore: Johns Hopkins University Press. Neurology 1995. Mohandas A. Schneider S. vasoconstrição. CUIDADOS HEMATOLÓGICOSDistúrbios da coagulação podem ser decorrentes a perda sanguínea. In: Youngner SJ. Ashwal S.J Neurosurg 1971.3:5-11.: Government Printing Office. Arnold RM. Brain death: a clinical and pathological study. hipertpotassemia.CURRENT CONCEPTS N Engl J Med.org · 12212.4. Determining brain death in adults. Brock DW. Brain death in children. The definition of death: contemporary controversies. 1999:293-307.9.10. Goulon M.6.205:337-40. Diagnosis of brain death: statement issued by the honorary secretary of the Conference of Medical Royal Colleges and their Faculties in the United Kingdom on 11 October 1976. Rev Neurol (Paris) 1959.estão: .nejm. deve-se estar atento para a presença de arritmias cardíacas. hiponatremia. Mollaret P. Vol. Manter hematócrito acima de 30%. diminuindo a oferta de oxigênio para os tecidos. BMJ 1976. No. eds. 2001·www. 16 April 19. hipernatremia.7.101:3-5.O efeito fisiológico mais importante da posição prona é a melhora da oxigenação.L. diminuição da função renal e desvio da curva de dissociação da hemoglobina.2:1187-8. Defining death: a report on the medical. 1997). Practice parameters for determining brain death in adults (summary statement). legal and ethical issues in the determination of death. Washington. as unidades de pulmão pouco e/ou não-aeradas apresentam principal localização nas posições pulmonares dependentes. Le coma dépassé (mémoire préliminaire).Uniform Determination of Death Act.CUIDADOS HIDROELÉTROLÍTICOSMonitorar e corrigir a hipopotassemia. fósforo e glicemia. hipotermia e fibrinólise. transfusão de sangue estocado. Wijdicks EF. Chou SN. 1981.C. The Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology. CONTROLE DE TEMPERATURAA ME provoca o desaparecimento dos mecanismos hipotalâmicos centrais de termorregulação resultando em alteração da temperatura. D. Pediatr Neurol 1987. Nestes modelos.

o que permite uma melhor aeração destas regiões.Para concluir. o que contribui para o colapso destas regiões. o que facilita o seu colabamento. provavelmente.Em posição prona. na presença de edema pulmonar. Diminuição dos efeitos de compressão que favorecem o colabamento alveolar (atelectasia).O motivo pelo qual o gradiente de pressão transpulmonar se comporta desta forma nas diferentes regiões pulmonares não está plenamente esclarecido. liberação de substâncias vasoconstritoras e remodelamento da circulação pulmonar.que tinha considerável fração de ambos pulmões sob peso cardíaco. devido ao aumento da câmaracardíaca direita secundária à hipertensão pulmonar decorrente da vasoconstrição hipóxica. mas pode ser atribuído a diversos fatores:Peso pulmonarComo o processo patológico da doença é uniforme em todo o pulmão. pois a variação da pressão pleural entre a região dependente e a não dependente é menos acentuada. na posição supina a expansão pulmonar é menor nas porções dependentes. o movimento do diafragma na posição supina é uniforme enquanto que na posição prona ocorre maior movimentação da região dorsal. fazendo com que o conteúdo abdominal induza a um desvio cefálico das regiões mais posteriores do diafragma em posição supina.Massa cardíacaEm indivíduos normais. o que permite a formação de atelectasias mais extensas na região dorsal. a pressão pleural é sempre maior nas regiões dependentes do pulmão (menos negativa). somado à ação da gravidade. de modo que a expansão alveolar é menor nesta região. a redistribuição da ventilação alveolar. de modo que se torna mais expandida.a distribuição da pressão transpulmonar torna-se mais homogênea quando comparada à posição supina. Estudos tomográficos em posições prona e supina compararam as áreas pulmonares que estavam sob compressão cardíaca e mostraram que ao contrário da posição supina.a diminuição dos fatores que contribuem para o colabamentoalveolar. em posição supina.Entretanto. diminuindo o desvio do diafragma. Essa situação foi mostrada claramente pelos estudos de . o peso do conteúdo abdominal fica repousado sobre a superfície do leito. a região dorsal é a mais colapsada. Já em posição prona.Este fato ocorre porque. a compressão do diafragma pelos órgãos abdominais se torna menor. este efeito pode ser ainda mais acentuado. à movimentação diafragmática e ao formato da caixa torácica. na posição prona apenas uma pequena fração de ambos pulmões estava sob este efeito.Qualquer que seja o posicionamento de um indivíduo.Alteração da mobilidade diafragmática e desvio cefálico do conteúdo abdominalEm humanos. e a redistribuição da perfusão. A sedação e a paralisia dos pacientes ventilados mecanicamente deprimem o tônus muscular diafragmático. o edema pulmonar faz o peso pulmonar aumentar. o que agrava a diferença de pressões transpulmonares entre as regiões dependentes e não dependentes.Ao se pronar o doente. faz com que as regiões dependentes sofram colapso. que é a diferença entre a pressão alveolar e a pressão pleural.Configuração da caixa torácicaA configuração da caixa torácica pode influenciar a pressão transpulmonar das diferentes regiões pulmonares. Na posição prona ela assume uma forma mais retangular. de modo que a formação de atelectasias se torna menor. a pressão pleural torna-se ainda mais positiva na porção dependente. devido ao peso do pulmão e da massa cardíaca. a expansão alveolar é sempre dependente da pressão transpulmonar. o que. Desta maneira. Nos pacientes com SARA. o peso do coração sobre regiões dependentes do pulmão diminui o gradiente de pressão transpulmonar. Independentemente de o pulmão apresentar ou não lesão. Na posição supina seu formato é triangular (ápice em cima). Estes fatores na posição prona são todos amenizados. exercendo grande influência na aeração destas regiões. a região dorsal não sofre mais ação do peso pulmonar.

que compararam a tomografia computadorizada de tórax nas posições prona e supina. hipertensão intracraniana.A oxigenação pode cair durante o procedimento de virar da posição prona para a supina. talvez devido ao trabalho dos enfermeiros e fisioterapeutas nos cuidados com o manejo dos pacientes nesta posição. serão responsáveis por virar o paciente.a incidência de complicações graves na posição prona. ComplicaçõesComo relatado no trabalho de Gattinoni et al. Entretanto. visto que ocorre abundante drenagem de secreção após o posicionamento em prona. apesar da não contraindicação. caso o objetivo principal seja o de diminuir a lesão pulmonar induzida pela ventilação mecânica. CuidadosPara minimizar algumas complicações. É aconselhável que esteja preparada para realizar aspiração da cânula. deve-se avaliar quanto à presença de cateteres de diálise e drenos torácicos. Caso o efeito desejado seja a melhora da oxigenação arterial. Questiona-se se há realmente a necessidade de voltar o paciente para a posição supina. Ulcerações cutâneas também ocorrem. primeiramente para o decúbito lateral. Existem ainda grupos que conseguiram reduzir o edema de face posicionando o paciente em Trendelemburg reverso (10°). posicionadas uma de cada lado do leito. e os eletrodos para monitorização cardíaca fixados no dorso.a mais estudada e a principal indicação é a SARA. É importante salientar que pacientes que tiveram falha prévia podem responder em uma segunda tentativa. para conseguir a oxigenação adequada. freqüentemente envolvendo o . é importante. visto que a lesão pulmonar causada pelo ventilador pode se iniciar com poucos minutos de ventilação mecânica não protetora. Uma deverá permanecer na cabeceira do leito e será responsável pelo tubo endotraqueal. Contra-indicaçõesA posição prona é contra-indicada em casos de queimadura ou ferimentos na face ou região ventral do corpo. sem que resultasse em severa hipotensão. E a terceira e quarta pessoas. são baixas..No entanto. mudar a posição da cabeça a cada duas a quatro horas. ela deve ser utilizada somente nas situações de necessidade de altas frações inspiradas de oxigênio. pois rapidamente ela deverá melhorar.parar a alimentação enteral e constatar a presença de resíduos alimentares.Gattinoni et al. a posição prona deve ser utilizada o mais rápido possível. Somente após 30 minutos sem melhora na oxigenação podemos considerar como potencial falha do processo e ficar atentos. verificar se o tubo endotraqueal está posicionado 2 cm acima da carina e fixado de forma segura. e em seguida para a posição prona. já que este procedimento não traz nenhuma vantagem sobre a resposta positiva da posição. hipotensão severa e arritmias.ocorrendo em praticamente 100% dos pacientes que permanecem poucas horas na posição prona. IndicaçõesApesar de os efeitos benéficos da posição prona terem sido mostrados em várias patologias pulmonares. Este dado não deve ser visto como falha. como extubação acidental. Os braços devem ser posicionados ao longo do corpo. antes do procedimento. A utilização da posição prona pode ter diferentes objetivos. Não é necessário que se faça suspensão abdominal. em 1991. instabilidade da coluna vertebral. por até duas horas. com a cabeça voltada para um dos lados.assegurar-se de que todos os acessos e cateteres estão desconectados. imediatamente após o diagnóstico da SDRA/lesão pulmonar aguda e também se deve utilizá-la o maior tempo possível. os trabalhos que reportaram esta complicação observaram regressão total do edema algumas horas depois de retornar o doente para a posição supina. ProcedimentoSão necessárias quatro pessoas para o posicionamento do paciente.durante o posicionamento em prona. outras complicações menos graves são mais comuns. Uma segunda pessoa ficará encarregada de cuidar para que cateteres. aguardando uma possível resposta. O edema facial é a mais comum das complicações. drenos e conexões não sejam tracionados. arritmias graves ou hipotensão severa e. No entanto.

Ferrer M. 11. Conference on the scientific basis of respiratory therapy. Sanderson M. A prospective study. Martinez M.Drakulovic MB. 6. 1989. Sessler AD. The prone position improves arterial oxygenation in patients with pulmonary insufficiency submitted to mechanical ventilation. Rossaint R.115(4):559-66. 1989. Beynen FM. Allen SJ. 1974. Albert RK. Am Rev Respir Dis. Bryan AC. Pappert D. Japan. Nogue S. 1997. Comments of a devil’s advocate. como deslocamento de cateter venoso central e barotrauma devido a intubação traqueal seletiva. Brown RS. Crit Care Med. Este problema pode ser contornado reduzindo-se o volume de dieta administrada e com a utilização do Trendelemburg reverso. orelhas.queixo. Kyoto. Apenas um único relato de ulceração infecciosa de córnea foi descrito na literatura. pois pode aumentar a ocorrência de paresias neuromusculares. Betbese AJ. Short-term effects of prone position in critically ill patients with acute respiratory distress syndrome. é observada dificuldade com alimentação enteral. Referências Bibliográficas 1. 5.4(1):13-4. Pulmonary physiotherapy in the pediatric age group. Intensive Care Med. 4. Mancebo J. 1999. A sua gravidade possui correlação direta com o tempo e a idade dos pacientes. Hlastala MP. Blanch L. 1994. Marsh HM.16(3):783-6. . Piehl MA. 3. Gruning T. 1990. mas pode ser evitada realizando-se aspirações do tubo endotraqueal com maior freqüência. a necessidade de sedação é maior. Marcolin R. são raras. 1988. devido a vômitos ou aumento de resíduo gástrico. Beppu OS. Supine body position as a risk fator for nosocomial pneumonia in mechanically ventilated patients: a randomized trial. Lancet. 1976. neste caso reduzindoo refluxo esofágico.354(9193):1851-8.Improved oxygenation in patients with acute respiratory failure: the prone position. Nicolas JM. Robertson HT. Gattinoni L. Am Rev Respir Dis. Thompson DA. Fink MP. Bauer TT. 7. Falke KJ. Gentilello L. Leasa D. Effects of a rotating bed on the incidence of pulmonary complications in critically ill patients. A clinical study. Crit Care Med. Chest. região anterior do tórax. A obstrução de vias aéreas pode ocorrer devido ao acúmulo de secreções. e este fato é preocupante. 1977.The prone position improves arterial oxygenation and reduces shunt in oleic-acid-induced acute lung injury.106(5):1511-6.23(10):1033-9. 8. cristas ilíacas e joelhos. Cohn SM. Helsmoortel CM. Douglas WW.110(6 Pt 2):143-4. Mascheroni D. Torres A. Chest. et al. Outras complicações. mas na maior parte das vezes não requerem tratamento tópico específico. The efficacy of an oscillating bed in the prevention of lower respiratory tract infection in critically ill victims of blunt trauma. Influence of positioning on ventilation-perfusion relationships in severe adult respiratory distress syndrome. que aparecem freqüentemente em pacientes graves internados nas unidades de terapia intensiva. Lee PC. 2. et al.97(1):132-7. Am Rev Respir Dis. 1988. Langer M. Use of extreme position changes in acute respiratory failure.94(1):103-7. 1987. Mas A. que novamente pode ser benéfico. Em alguns casos.Kapadia AS. Perez M.135(3):628-33. Hernandez D. em posição prona. Rehder K. Stein KL. In: 5° Congress on Intensive & Critical Care Medicine. Tonnesen AS. Chest. 9. Sept 3-8. The prone position in ARDS patients.Outro ponto desfavorável é que. Slama K. 10.

18.Vertical gradient of regional lung inflation in adult respiratory distress syndrome.New York: McGraw-Hill. Am J Respir Crit Care Med.What is the optimal duration of ventilation in the prone position in acute lung injury and acuterespiratory distress syndrome? Intensive Care Med. Postado por PRISCILLA às 17:09 0 comentários Links para esta postagem Complicações da terapia IV A terapia intravenosa é peremptória na maioria dos doentes institucionalizados e assume particular interesse para a classe de enfermagem. Giles S. o denominado Extravasamento. Vitale G. Chatte G. Dubois JM. Mascheroni D. .Valenza F. Pelosi P. Sirodot M. p. dentro dos quais salientam-se os quimioterápicos (vincristina. o Visão ENFernal pretende discutir os dois últimos. Neste post. et al. Efeito da ventilação em posição prona na oxigenação arterial de pacientes com síndrome da angústia respiratória aguda [tese]. São Paulo: Universidade Federalde São Paulo. Mc Auley DF. Principles and practice of mechanical ventilation. 1998. vinblastina…). ocorrendo a sua passagem acidental para os tecidos adjacentes. Sab JM. ficando o tema da flebite para abordar posteriormente. Prone position in mechanically ventilated patients with sever acute respiratory failure.Am J Respir Crit Care Med. Acta Anaesthesiol Scand. Eur Respir J. 2002. et al. 16. Gao F. Mascheroni D. No caso da solução ser um vesicante. Intensive Care Med. Patient positioning in acute respiratory failure.42(3):329-34. 1997. Vicardi P. editor. Effects of ventilation in ventral decubitus position on respiratory mechanics in adult respiratory distress syndrome.157(2):387-93. Brazzi L. 19. contudo tratam-se de conceitos bastante diferentes.149(1):8-13. dopamina.12. Crotti S. sendo as mais comuns o aparecimento de flebite. Tubiolo D.20(4):1017-28. 1997. Existe uma lista extensa de problemas associados à infusão venosa periférica. Fichter H. Gattinoni L.2002. Brochard L. Hevroy O.155(2):473-8. bicarbonato de sódio. Ambos referem a situações em que a solução não está a ser infundida para o espaço intravenoso. Improved oxygenation using the prone position in patients with ARDS. regra geral não provoca danos sérios ao portador de CVP quando em quantidades mínimas. Pelosi P.23(12):1219-24. 15. chamamos a essa situação uma Infiltração. D’Andrea L. Aardal S. possibilitando o aparecimento de danos. In: Tobin M. descamação do tecido e necrose tecidular extensa. Pelosi P.Lemaire F. poderá ocorrer lesões que vão desde a dor no local. 13. 1998. Gaussorgues P. Grandes infiltrações podem provocar lesões nervosas e síndrome de compartimento.1067-76. Roupie E. Pesenti A. a formação de vesículas. Flaatten H. Effects of prone position on respiratory mechanics and gas exchange during acute lung injury. 1994. sem danos associados aos tecidos. Servillo G. 1998. dado ser responsável pela sua escolha. o extravasamento e a infiltração. Rossano F.28(4):414. Se se tratar de uma solução não-vesicante. 17.1994.8. Perkins GD. esmolol e cloreto de potássio. Robert D. São facilmente confundíveis e vulgarmente utilizados na gíria clínica como situações semelhantes. Rosseti HB. Gattinoni L. manutenção e vigilância para prevenção das possíveis complicações associadas. De Robertis E. sendo a solução reabsorvida com o tempo. Gattinoni L. Am J Respir Crit Care Med. Embora comum. Pelosi P. 20. o rompimento de vasos. Valenza F. 14. Prone position in acute respiratory distress syndrome.

Para a infusão de um vesicante não é fundamental um novo acesso periférico. Em caso de extravasamento. apesar de ambas requererem especial atenção pelos Enfermeiros. Aplicar antídotos. contudo o enfermeiro deverá actuar perante as politicas hospitalares e recorrer aos serviços farmacêuticos para recolher apoio.com. como é o caso do "dimetilsulfoxide" tópico. Segundo o mesmo artigo. "dexrazoxane" intravenoso.” . dado serem estes os responsáveis directos pelos acidentes causados pelas queimaduras químicas. em casos que o justifique. atendendo ao tipo de medicamento. tiossulfato de sódio ou o "hialuronidase" por via subcutânea. o que lhe confere autonomia profissional e leva à necessidade de obter conhecimento técnico-científico sobre os mecanismos de administração de drogas utilizando esta via. Noeli Marchioro Liston Andrade Ferreira e Enfa. havendo quem preconize a avaliação das infusões de 15 a 30 em 30 minutos.9% com pelo menos 20-30ml. Avaliar o grau de dano tecidular para ponderar cirurgia. identificar alterações locais decorrentes da infusão venosa e conhecer os efeitos adversos dos extravasamentos para garantir uma administração segura de medicamentos. Por estes motivos e por não haver tratamento específico para o extravasamento. desde que correctamente optimizado. o Enfermeiro deverá confirmar com clareza o correcto posicionamento do cateter. Para terminar. Aplicar frio ou calor. existe 2 tipos de mitos a serem banidos da prática de enfermagem: 1. O retorno de sangue num CVP não é um critério seguro para confirmação do seu posicionamento. e poderá ser necessário: Vigiar o local de extravasamento. A prevenção é o método de eleição aceite pelos autores da bibliografia pesquisada. Contudo em situações em que tal não ocorra. do local no corpo e do intervalo de tempo entre o reconhecimento do acidente e do momento em que aconteceu efectivamente. alertando para a monitorização apertada dos sinais de extravasamento. um novo acesso periférico não garante melhor segurança do que um anterior.O grau de lesão vai depender do agente químico. Roseli Perpetua Marassi: “É competência e responsabilidade do enfermeiro a administração de medicação por via endovenosa. cada laboratório apresenta recomendações para manuseamento do químico em causa. adequado às necessidades da terapia prescrita pelo médico. pelo que as guidelines apostam no flush da via com solução salina a 0. conhecer as vias mais adequadas para obter um bom acesso venoso. A actuação varia de acordo com a situação. Gerir analgesia. segundo artigo publicado pela nurse. da sua concentração e quantidade. Concluindo. observando no local a formação de tumefacção. o extravasamento trata-se de uma situação bem mais grave do que a infiltração. Para prevenção da infiltração é fundamental a optimização dos CVP e. a Infusion Nurse Society recomenda que agentes vesicantes deverão ser administrador via CVC. 2. utilizar fixações corretas para que haja uma vida mais longa do acesso venoso. cito uma frase retirada do artigo “Avaliando Condutas na Preservação da Infusão Venosa no Doente Hospitalizado” publicado pela Profª.

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