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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE 

CENTRO DE ENSINO À DISTÂNCIA 

FACULDADE DE CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO 

CURSO DE LINCECIATURA EM ENSINO DE GEOGRAFIA 

ÈTICA SOCIAL
TRABALHOS DO MÓDULO 1‐1ª SESSÃO 

3º ANO 

DISCENTE:  

DINO MANUEL PEDRO RENDIÇÃO 

DOCENTE: 

DR. 

XAI-XAI, FEVEREIRO DE 2010


- A0203  – Ética Social* Geografia 2010 

 
Ìndice 

Conteúdo                        Pág. 
 

Introdução................................................................................................................................................................. 3

Ética Social ............................................................................................................................................................... 4

1. Descrevendo como é que a ética social passa a ter estatuto de ciência social ................................................ 4

2. Falando do facto ético do meu dia-à-dia. Descrevendo dando exemplos concretos ........................................ 5

3. Uma descrição relacionando o direito com a ética social, dando exemplos reais ............................................ 7

4. Descrevendo episódios vivido sobre a moral boa e má .................................................................................... 9

Conclusão............................................................................................................................................................... 11

Referencias Bibliograficas: ..................................................................................................................................... 12

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Introdução 

O presente trabalho é resumo dos resultado estudados e pesquisados referentes a cadeira de Ética Social,
inserida no curso de ensino de Linceciatura em ensino de Geografia.

O seu enquadramento neste ramo de ensino singe na perspectiva de fornecer aos futuros professores uma vasta
gama de conhecimentos e uma boa prática da ética e boa moral. Pois a tarefa que nós iremos abraçar é, por
características, uma tarefa social, pelo que torna-se uma necessidade que os futuros professores tenham uma
mente preparada não só para servirem de exemplos, mas também para promover a boa ética, através de estudos
e pesquisas integradas.

Neste módulo, fazemos algumas abordagens de factos éticos ligados ao nosso cotidiano, e como nós vemos
estes factos, procurando encontrar explicação dos aspectos que achamos mais críticos perante a ética. Portanto,
perceber a origem do conceito da ética social é uma maneira de escavar para entender como no passado
aspectos ligados a ética eram tratadas e como tem evoluido, tomando em conta que a ética e a moral liga-se a
questões de hábitos e costumes.

Os nossos limites neste assunto, não passam nada mais do que falar das características do moral ético, a ética e
livre vontade, buscando alguns exemplos e abordagens do senso comum.

Em geral, nas páginas seguintes, espelhamos como o facto ético tem sido algo para discussões em vários forúns,
dado que há correntes adversas quanto a consideração do facto ético. Por outro lado, a ética e o moral em certos
momentos são conduzidos pelo direito, a aplicação das leis. Pois ao declararmos a liberdade ao indivíduo, não é
atribuição de poderes para desrepeitar as leis, o bem para todos.

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Ética Social 

Temas para as 1ªs Sessões:

 A ÈTICA E A SUA ORIGEM/ CONCEITODE ÉTICA SOCIAL

 CARACTERÍSTICAS DO MORAL ÉTICO

 ÉTICA E LIVRE VONTADE

1. Descrevendo como é que a ética social passa a ter estatuto de ciência 
social 
 

Baseando – se na definição do Máriton Silva Lima, citado no módulo, que considera a ética como a ciência que
trata do emprego que o homem deve fazer de sua liberdade, para conseguir o seu fim último. Podemos ainda
considerar a ética a ciência que avalia o comportamento, os hábito, costumes e valores de um indivíduo dentro de
uma sociedade.

Com esta definição, podemos fazer uma relação para descrever a estatura da ética como uma ciência social.

Primeiro consideraria ciência social à toda ciência que estuda fenómenos ou factos ligados ao homem, da sua
inserção na sociedade e com outros homens. Portanto estabelece-se aqui uma estreita ligação do agir do homem
com a sociedade, levando deste modo o estudo da ética a cada realidade contextual da comunidade.

Para entender a cienticificidade da ética social é explicada não pela ética como arte, mas a avaliação que é feita
aos hábitos e os costumes vividos pelo certo indivíduo dentro da sociedade são Bons ou Maus. O que se põem
em evidencia são hábitos manifestados pelos indivíduos e não apenas os hábitos e costumes por sí próprios.

Desta maneira, sabendo-se que, cada sociedade tem os seus hábitos e seus costumes, admite-se que a ética é
uma ciência não universal, porém ela dedica-se ao estudos dos comportamentos, hábitos e costumes do
indivíduo em relação a sua sociedade onde ele está inserido.

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A ética Social como ciência estabelece regras, maneiras de se comportar enquanto que as outras ciências têm
várias maneiras e podem evoluir e variar as suas visões universais de crítica em relação a certos pontos de
estudo, através de experiências e definir certas teorias.

Um factor simples de perceber sobre a ciência da ética, ela tem uma característica comum com as outras
ciências, que é o facto de relação com outras ciências. Portanto, o facto ético verifica relações com outras
ciências, tais como a antropologia, psicologia, sociologia, política, etc, buscando conhecimentos científicos para
melhor explicar o comportamento, origem e evolução de hábitos e costumes.

2. Falando do facto ético do meu dia­à­dia. Descrevendo dando exemplos 
concretos 
 

Abandonando as definições de ética, que são inúmeras, segundo as várias opções filosóficas, procurarei abordar
o assunto sob um prisma prático, pelo qual ética se apresenta como uma exigência do convívio social. Assim, eu
a tenho como a verdadeira educação, que não se confunde com a instrução, nem com as chamadas boas
maneiras, mas é aquilo que se exige dos homens no relacionamento social e que Fernando Sabino, em obra
outra que não a biografia de uma senhora de sua amizade, define com estas letras: "P.N.O", isto é, "pensar nos
outros", o que, fielmente observado, garante a harmonia social.

Muitas vezes, os países ricos ou as multinacionais tomam conhecimentos das lutas contra fome, epidemias, etc,
sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e doenças. O normal seria sentir piedade. Sentir uma
indignação diante de tamanha injustiça. Sentir uma certa responsabilidade para o mundo. Pórem , muito poucos
se movem pela solidariedade, participando desta forma das campanhas contra fome. Os seus sentimentos e suas
acções deviam exprimem um senso moral. Isto deveria passar por algum impulso incontrolável ou por alguma
emoção forte (medo, orgulho, ambição, vaidade, covardia), para fazer alguma coisa de que sentem vergonha,
remorso, culpa. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também
exprimem nosso senso moral.

Uma equipa EducaRede relacionam os factos éticos com a educação na escola e dizem: ‘‘aprender a ser cidadão
é, entre outras coisas, aprender a agir com respeito, solidariedade, responsabilidade, justiça, não violência;

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aprender a usar o diálogo nas mais diferentes situações e compromoter-se com o que acontece na vida colectiva
da comunidade e do país. Esses valores e essas atitudes precisam ser aprendidos e desenvolvidos pelos alunos
e, portanto, podem e devem ser ensinados na escola’’

A posição desta equipa é atribuir de forma formal, a reponsabilidade das escolas na contribuição para
aprendizagem na obtenção de valores que caracterizem um homem com uma ética aceitável, e concordo com
eles, pois a escola hoje em dia, o lugar onde os alunos passam maior parte do seu tempo e lugar propícioo para
uma aprendizagem.

Hoje, a exigência ética fundamental é de que seja recuperada a possibilidade de se reconstruírem


relacionamentos de comunhão entre as pessoas e entre as comunidades, em todos os níveis: familiar, social,
econômico, político, etc. Aqui se encontra o antídoto para o mal moral, porque a comunhão entre as pessoas
coloca-as na condição de crescerem com responsabilidade diante de si mesmas e dos outros e de se doarem,
realizando-se num contexto comunitário que favorece a atuação das exigências da solidariedade social.
Imaginemos na situação seguinte:

 Em um hospital já perante a ética médica, onde os profissionais receitam medicamentos errados, e o seu
colega de trabalho, ou a enfermeira, mesmo vendo a tabuleta do paciente, com o nome do amigo, não
pode dizer qual medicação foi receitada, pois é em cima desta ética que morrem muitos pacientes, e
nunca se sabe a causa.

Esta situação passa de simples um facto de responsabilidade, mas também a ética social, o bom senso, a
solidariedade, etc.

Outros exemplos de factos éticos que assistimos dia a dia são:

 Assassinar, roubar bens, produtos ou serviços, que criam prejuizos enormes aos proprietários, é um facto
ético e até contra lei;
 A honestidade é um facto ético que todos os seres humanos precisaria de ter como uma característica
comum;
 O abuso de poder, viôlencia doméstica ou sexual são factos negativos em todas as sociedades e lugares;
 Provocar barrulho desnecessário em lugares públicos ou outros distúrbios para o resto das pessoas;

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 O pai que não toma responsabilidade da sua família, que despende a sua remuneração salarial no
consumo de bebidas alcólicas ou outras drogras e em outros actos que não benefecie a sua familia, vive
um facto ético por análisar;
 Respeitar as ideias dos outros

3. Uma descrição relacionando o direito com a ética social, dando exemplos 
reais 
 

Um aspecto essencial nesse tema é, a distinção do direito da ética social, para melhor explicar a percepção de
cada um dos termos ao longo das abordagens. O direito é tudo aquilo que o homem deve ser portador de uma
diginidade que não se vende, não se transfere e não se abdica. O direito humano, o direito de viver, que leva-nos
a amar filhos, pai, membros da família, povo, raça e nação. Neste contexto, o homem pode ou não gozar os seus
direitos dependendo dos seus fins, mas a ética social, é um facto que todos enquanto gozam os seu direitos, faz-
se uma avaliação de como ele está vivendo, em relação ao comportamento, hábitos e costumes de um indivíduo
numa sociedade.

Por isso, perante os direitos humanos, ainda precisamos de avaliar a ética social, mas por outro lado é necessário
estabelecer uma relação clara destes dois fenómenos familiares. Para os direitos humanos, existe um órgão que
define esta diginidade em vários aspectos, com base da liberdade, da justiça e da paz. A Declaração Universal
dos Direitos do Homem afimam a dignidade na perspectiva de que cada homem como um membro da sociedade
tem a obrigação de contribuir para o bem comum ou bem de todos. E o homem contribuindo para o bem comum,
estaria a agir mediante um valor ético social, cumpridos com os deveres de cidadão ou de sócio.

O direito e a ética social tem uma acção de coperação para os indivíduos, tendo o homem o direito de emprego,
que é automaticamente a ser um bem humano, quer dizer que, o trabalho completa o seu comportamento na
maneira de agir e se realiza como pessoa e como membro de uma comunidade e na família.

Quero concordar com a afrimação de alguns estudos feitos que considera o meio laboral como um elemento que
molda o indivíduo, e dos cargos de trabalho que mudam a conduta do indivíduo, não pelas leis e regulamentos

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impostos, mas sim, como um factor ético que ajuda a complementar o homem na sociedade, nos nossos hábitos,
em virtudes, na aceitação de certos costumes.

Significando que, pertencendo uma organização, tem o direito como trabalhador para atender a sociedade,
portanto isto tende a exigir a solidariedade e socialização entre as pessoas membros da sociedade, assumindo
certos valores éticos aceites nesta sociedade.

Todos tem os mesmos direitos, mas cada um pode gozá-los a sua maneira, não obstante, devendo observar as
normas e condutas ou seja o valor ético. Apesar da ética ser algo mais relacionado com os desejos voluntários ou
involuntários elas não devem entrar em contraste com os direitos ou deveres do homem.

Oliveria, Monteiro e Martinins (1994:345) falam da disposição para a personalidade que é a capacidade para
experimentar o respeito da lei moral enquanto motivo por si suficiente do livro arbítrio. Esta capacidade para
simples respeito da lei moral em nós, seria o sentimento moral que, em sí, não constitui ainda um fim da
disposição natural, a menos que seja motivo para o simples arbítrio. [...] não conveiente chamar disposição para a
personalidade à simples ideia da lei moral com o respeito que lhe anda associado; é a própria personalidade (a
ideia da humanidade considerada dum modo absolutamente intelectual). [...]

Ao concordar com estes autores, fica-me a tarefa de analisar o facto da disposição natural que todos nós
devíamos ter, infelizmente, nem todos temos esta capacidade. Tendo esta dificiência, se assim consideramos,
precisamos da lei como tal, para regular aqueles que por natureza perderam a sua disposição natural ao respeito
da lei moral. Mas se todos nós fossémos tão naturais quanto ao sentimento moral e humano, não precisaríamos
de ter tantas leis para nós mesmo.

Abrunhosa e Leitão (1994:215-216) fazem uma abordagem da construção da pessoa como sujeito moral, dizem
que o contacto com os outros processa-se num clima de afectividade em que a natureza das emoções vividas a
vai orientando na selecção e hierarquia de preferências e rejeições. Dado que vivem em sociedade, a simples
coexistência cede lugar a convivência com os outros, o que coloca a necessidade de cumprir normas e actuar em
função de padrões e de valores.

No campo dos valores evidencia-se a moral na medida em que a acção do sujeito encontra no outro um
espectador que o restringe, sempre apto para julgá-lo, a impedi-lo e, quantas vezes, a puni-lo. O querer individual
defronta-se, deste modo, com o querer do outro. As necessidades, os impulsos, os desejos pessoais deparam

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com um dever-ser, construido e ditado como ideal pela sociedade e estatuído nos seus códigos. O conflito instala-
se e, no sujeito, nasce o sentido da liberdade.

Deste modo, em todo este processo, o homem assume uma postura activa. Apercebendo-se da sua condição de
ser entre outros seres, coagidos a nortear-se por regras e valores que eles próprios não criaram, e com os quais
nem sempres estão de acordo. A racionalidade permite-lhe a tomada de consciência de tudo o quanto o rodeia,
permite-lhe analisar criticamente aquilo com que depara, avaliar as suas acções e as dos outros, confrontando
aquilo que quer e pode fazer com aquilo que julga dever fazer.

Nisto, a sua consciência adqire uma dimensão moral, procura actuar segundo um projecto livremente construido
na consciência de que o seu projecto é um de entre muitos possíveis.

4. Descrevendo episódios vivido sobre a moral boa e má 
 

Baseando-se nas afrimação de Abrunhosa e Leitão (1994: 216): ‘‘A consciência de si adquire, agora, uma
dimensão moral que lhe permite formular juizos de valor, segundo os quais as coisas, as situações, as pessoas,
as ocorrências não são simples factos, mas são sempre boas ou más. Movendo-se no campo do bem e do mal, o
homem procura actuar segundo um projecto livremente constrido, na consciência de que o seu projecto é um de
entre muitos possíveis.

Mas, uma vez determinado, é só naquele que ele investe, dado que a sua elaboração resoltou da sua vontade
responsável e livre. Assumi-o como seu, arcando com os riscos inerentes a tudo aquilo que venha acontecer,
sabendo que o futuro é sempre sonho, incerteza, aventura.

Em muitos casos deparei-me com pessoas desonestas, onde ao programar um econtro ou seja uma realização
de um combinado, não se fazem presentes simplesmente e sem nenhuma comunicação, não se preocupam com
nada nem com o tempo que vai se perdendo, o mesmo até pode se aplicar aos atrazos nos compromissos. Isto,
de certa maneira retira a confiança apesar de ser um facto ético não aceitável. Outros fazem o mesmo ao não
cumprir as suas suas promessas.

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Diáriamente temos frequentemente viajado junto com velhos e mulheres grávidas e crianças, e assisitimos
pessoas aparentemente saúdaveis não cedendo a esse grupo de pessoas que em princípio, pelas suas
capacidade físicas e/ ou psciológicas precisam de uma certa prioridade ou apoio. O mesmo tem acontecido nas
bichas de ATM, ou de pagamento de diversos serviços.

Os funcionários que vão aos seus postos de trabalho sob o estado de embriaguês e perdem respeito ao público é
um facto verídico. Por outro lado é negativo a cobrança de valores ilicitos para vender serviços que são de sua
mera obrigação ou mesmo outros tipos de cobranças, exemplos: agentes de polícia de trânsito que já tem livrado
muitos condutores em situações ilegais pela troca de valores e isto tem se aplicado em outras áreas.

Um proprietário de uma viatura automóvel abandona um indivíduo acidentado ou gravamente doente, pelo que
podia ajudá-lo pelo seu transporte ao hospital mais próximo para ser salvo, isto tem acontecido nas nossas
sociedade e testemunhámos estas atitudes.

VÁZQUEZ (1982) considera que em algumas circustâncias, alguns factos éticos chegam a ser considerados de
algo comum ou nomal para um grupo de pessoas. Por isso, a ética se confunde muitas vezes com a moral,
todavia, deve-se deixar claro que são duas coisas diferentes, considerando-se que ética significa a teoria ou
ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, enquanto que moral, quer dizer, costume, ou
conjunto de normas ou regras adquiridas com o passar do tempo. A ética é o aspecto científico da moral, pois
tanto a ética como a moral, envolve a filosofia, a história, a psicologia, a religião, a política, o direito, e toda uma
estrutura que cerca o ser humano. Isto faz com que o termo ética necessita ter, em verdade, uma maneira
correcta para ser empregado, quer dizer, ser imparcial, a tal ponto a ser um conjunto de princípios que norteia
uma maneira de viver bem, consigo próprio, e com os outros.

Como base no conceito do VÁSQUEZ, os factos éticos são relativos até num certo ponto. Mas na ética, os
indivíduos devem mostrar um comportamento semelhante humano, enquanto que na moral, poderá depender dos
seus costumes ou experiências, o que algumas vezes uma atitude pode ser aceite numa sociedade e em outra
não.

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Conclusão 

O estudo da Ética Social, deu-nos mais uma vez, uma oportunidade para discutir e analisar certos factos

éticos do nosso cotidiano, despertando deste modo a nossa atenção como intervenientes neste campo de

acção. Com estes conhecimentos obtidos, somos capazes de interpretar e explicar a necessidade de uma

boa prática da ética e até que ponto, certos hábitos, costumes e comportamento podem ser julgados ou

relativos olhando para cada caso.

Ao discutirmos os factos éticos, fomos ver que o seu conceito não é algo independente, mas sim uma

conjuntura de factores que funcionam sob uma influência, pois não poderemos falar da ética sem perceber o

comportamento humano, a filosofia, as leis (o direito), que dão origem a ética.

Contudo, a ética que hoje as sociedades apresentam é definida principalmente pela maneira como ela é

vivida, embora sabendo que existem aspectos globais que podem universalmente ser aceites ou reprovadas.

Mas a verdade é que cada sociedade tem suas marcas de hábitos e costumes que podem diferir uma da

outra, então ao reflectir devemos, em alguns momentos singularizar as sociedades para não entrar em

constrastes com os conceitos no geral.

Conhecendo bem a nossa sociedade, facilmente podemos notar as atitudes que não fazem o nosso carácter

e a nossa tarefa em princípio é, no entano apoiar para que a sociedade caminhe dentro dos parámetros

normais em termos éticos, partindo na influência que temos na tarefa educativa.

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Referencias Bibliograficas: 

1. OLIVEIRA, Filomena; MONTEIRO, António e MARTINS, Luís: Filosofar 2, 11º Ano, Sintra
Editora, 1ª Edição. São Paulo, 1994

2. ABRUNHOSA, Maria António e LEITÃO, Miguel: Introdução à Filosofia, Um outro olhar


sobre o mundo, 10º Ano, Edições ASA, 1ª Edição, Lisboa 1993

3. VÁSQUES, Adolfo Sánches. Ética. Rio de Janeiro, Civilização, 1982.

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