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ondas sonoras

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  • 1. INTRODUÇÃO
  • 1.1. Objetivos do trabalho
  • 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
  • 2.1. Radiações ionizantes e seus efeitos biológicos
  • 2.2. Ondas acústicas e seus efeitos biológicos
  • 2.3. Aspectos biológicos do inseto Ceratitis capitata
  • 3. METODOLOGIA
  • 3.1. Descrição das instalações físicas e equipamentos utilizados
  • 3.2. Análise estatística dos dados
  • 3.2.1 Análise de variância
  • 3.2.1.1. Quadro da análise de variância
  • 3.2.3 Teste de Tukey
  • 3.2.4 Distribuição de Poisson
  • 3.2.5 Delineamento experimental e modelo matemático
  • 3.2.6 Análise de Próbites
  • 3.3. Material experimental utilizado
  • 3.3.1 Composição da dieta artificial
  • 3.4. Experimentos com ondas acústicas
  • 3.4.2 Aplicação dos tratamentos
  • parâmetro “emergência de adultos perfeitos”
  • parâmetro “morte prematura”
  • parâmetro “má formação”
  • 3.4.10 Análise do parâmetro “sexo”
  • 3.5. Experimentos com raios gama
  • “emergência de adultos perfeitos”
  • 3.6. Experimentos de Interação: ondas acústicas e raios gama
  • 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
  • 4. 1. Experimentos com ondas acústicas
  • prematura”
  • “morte prematura”
  • formação”
  • “má formação”
  • 4.1.8. Resultados da análise do parâmetro “sexo”
  • 4. 2. Resultados dos experimentos com raios gama
  • gama
  • 5. CONCLUSÕES
  • 6. SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
  • REFERÊNCIAS

INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES

Autarquia associada à Universidade de São Paulo

EFEITOS DAS ONDAS ACÚSTICAS EM PUPAS DE Ceratitis capitata. (Wied., 1824) (Diptera: Tephritidae)

ADILSON CAMILO DE BARROS

Tese apresentada como parte dos requisitos para obtenção do grau de Doutor em Ciências na Área de Tecnologia Nuclear – Aplicações

Orientador: Prof. Dr. Valter Arthur

São Paulo 2007

ii DEDICATÓRIAS

À minha família

Meu pai: João de Barros, que iniciou minha biblioteca pessoal, presenteandome ainda quando criança com a primeira coleção de livros. Minha mãe: Neuza Correia de Barros, que incentivou meus estudos de Física mesmo sem saber exatamente o que era isso. Meu irmão: Adimilson de Barros, que também tornou-se professor e fez a revisão do inglês de vários trabalhos que publiquei no exterior e também do SUMMARY desta tese. Minha avó: Ottilia Benzi, que mesmo com cem anos de idade e saindo de uma internação hospitalar bastante debilitada perguntou-me: Daqui a dois dias será a sua defesa de doutorado, não é ?

Aos professores da rede pública do Estado de São Paulo que suportam um fardo pesado, pois sobre eles pesa a culpa de serem os responsáveis pelo pior sistema educacional do mundo, quando na verdade a culpa é de políticos e empresários inescrupulosos que estão enriquecendo com o sucateamento da escola pública. Nenhum país se torna 1º mundo com sistema educacional de 3º mundo.

iii AGRADECIMENTOS

Ao meu orientador prof. Dr. Valter Arthur pela paciência e credibilidade depositadas em mim, como também por todo o suporte acadêmico prestado.

Ao pesquisador João Justi Jr. do Instituto Biológico, por ajudar de todas as maneiras possíveis na realização dos trabalhos práticos.

Ao físico e fotógrafo Sérgio Vianna do Instituto Biológico, pela realização das fotos dos meus primeiros experimentos (In memoriam).

Ao pesquisador Adalton Raga do Instituto Biológico de Campinas, pela colaboração em prover sistematicamente os lotes da dieta inoculada com ovos de Ceratitis capitata.

Ao prof. Elie Aziz Chamoun, pelo empréstimo do decibelímetro.

Ao prof. Dr. Sérgio Oliveira Moraes do Departamento de Ciências Exatas da ESALQ - USP, pelo empréstimo do gerador de áudio e pela participação na banca do seminário geral de área e da defesa.

Aos técnicos Elizabeth S. R. Somessari e Carlos G. da Silveira do Centro de Tecnologia das Radiações do IPEN, pela boa vontade e simpatia em todas as vezes que foram necessárias as irradiações dos insetos.

Aos bibliotecários do IPEN: Eneida, Edna e Valdir pelo constante apoio, paciência e bom humor.

À Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, pelo apoio financeiro.

Às secretárias da Divisão de Ensino do IPEN: Ilze, Ana, Vera e Maria do Rosário, sempre muito atenciosas e prestativas.

na qual a riqueza do nosso tempo é a interface dos saberes. Sabedoria é poder saborear todos os saberes ”. Leonardo Boff .iv “ Estamos em uma fase mais avançada da humanidade. Temos que fazer a troca dos saberes para enriquecer o nosso acesso ao real.filósofo .

23 dB. Foi utilizado um tubo acústico de vidro com dimensões de 40.0 Hz . 10. Os resultados mostraram que há evidencias para rejeitarmos a hipótese de nulidade H0. 80. A radiação ionizante. situado no campus da USP em São Paulo. em hertz e quilohertz.0 kHz .0 kHz . 60. com atividade média de 3757.1 cm de diâmetro e ondas senoidais com respostas em decibéis.5 Gy .60 ± 1. 20.069 ± 293.96 ± 0. 50 Gy . Uma etapa da pesquisa verifica possíveis efeitos de interação entre ondas acústicas e raios gama. 10. que é o agente físico causal do tratamento denominado irradiação.5 Gy . aplicados em grays foram: 5.0 kHz e 20. Os experimentos de irradiação foram realizados no Centro de Tecnologia das Radiações do IPEN. Foi utilizada a fonte Gammacell modelo 220..51 dB até 123.0 Hz .v EFEITOS DAS ONDAS ACÚSTICAS EM PUPAS DE Ceratitis capitata. 2. 7. . 15 Gy . 40. de intensidade sonora de 93.0 Gy . 5.0 Gy .106 ± 0. 10. tratamento denominado sonicação. 1824) (Diptera: Tephritidae) ADILSON CAMILO DE BARROS RESUMO Este trabalho teve por objetivo investigar a hipótese de que as ondas acústicas provocam algum efeito mensurável no desenvolvimento de uma população de moscas das frutas. 1. foram 0 Hz (controle) . 100 Gy .245 quilograys por hora (kGy/h). Os níveis do tratamento sonicação aplicados. de que as médias dos tratamentos devido as ondas acústicas não diferem significativamente.0 kHz . (Wied. Os experimentos de sonicação foram realizados no laboratório de Entomologia do Instituto Biológico de São Paulo. 12.6 cm de comprimento por 9.0 Hz .0 Hz . Os níveis do tratamento irradiação. 150 Gy e 200 Gy.0 Hz . 15. foi utilizada como referência pois seus efeitos sobre os seres vivos e em especial sobre os insetos são amplamente conhecidos.0 kHz .484 curies (Ci) e taxa de dose média de 3.0 Hz .

15. This research also enquiries into the possible effects of acoustic waves and Gamma rays.60 ± 1. 5.0 kHz . 1. The experiments of radiation were carried out in the Centro de Tecnologia das Radiações . Ionizing radiation.and sinusoidal waves originated from three acoustic sources. as long as its effects on living beings and particularly on insects are widely known. .0 Hz . 40.5 Gy .0 Gy .0 kHz . a treatment denominated sonication.0 kHz .. 2. 12. Final results have pointed to evidences that would justify the rejection of null hypothesis H0.51 dB to 123. (Wied.0 Hz . 10.0 Hz . 1824) (Diptera: Tephritidae) ADILSON CAMILO DE BARROS SUMMARY The aim of this research has been to investigate the hypothesis that acoustic waves would provoke a measurable effect on a population of fruit flies. 100 Gy .0 Hz . 20.6 cm in lenght and 9. Levels applied to the sonication treatment. 60. Irradiation dosis applied in Grays were: 5.0 Hz .vi EFFECTS OF ACOUSTIC WAVES ON PUPES OF Ceratitis capitata. 80.0 kHz e 20.0 Hz . It has been used an acoustic tube made of glass . It has been employed a Gammacell source model 220 with average activity of 757. The experiments of sonication were carried out in the Laboratory of Entomology of the Instituto Biológico de São Paulo. to which the average of the treatments due to acoustic waves do not differ significantly from each other. 10. 15 Gy .40.484 curies (Ci) and an average dosis rate of 3. 10.IPEN. located within the campus of the University of São Paulo. the causative agent for the treatment designated by irradiation has been used as a reference. with response in decibels.245 quilograys per hour (kGy/h).0 Gy . which sound intensity varied from 93. 150 Gy and 200 Gy.96 ± 0. 50 Gy .106 ± 0.5 Gy .0 kHz .1cm in diameter . in hertz and quilohertz were: 0 Hz (control) .069 ± 293. 7.23 dB.

.......................1 Composição da dieta artificial ............................2.....................................3 Aspectos biológicos do inseto Ceratitis capitata.......4.............................12 3.........................2 2......24 Análise de Próbites ...................................3....3 Material experimental utilizado.................................2.................................................................9 3.................4 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” ...2 2...................................19 3.........4.........................1 Objetivos do trabalho .......................4.............................................12 3....23 Distribuição de Poisson ..........................................22 3..1 Esquema da montagem experimental para os tratamentos com ondas acústicas ... METODOLOGIA .4..................41 ..........25 3.1 Análise de variância ......2 Ondas acústicas e seus efeitos biológicos..................................2........................................................... INTRODUÇÃO ..........3 3...19 3......................5 Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos”....2 Análise estatística dos dados............2 3......7 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “morte prematura”.....27 3................vii SUMÁRIO Página 1..........................................4 Experimentos com ondas acústicas.27 3.................................1 1..............................29 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” .......4........................5 3................................................28 3..............................................................................2........2...................4 3.....2 2............2.................................................1 Quadro da análise de variância ...........................................................................6 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “morte prematura”.37 3.............................24 Delineamento experimental e modelo matemático .........3 Aplicação dos tratamentos.................................................................................35 3.............39 3............1..........6 Teste F .........................................1 Descrição das instalações físicas e equipamentos utilizados........................................................2...............5 2..............................................37 3............................................................................................................................28 3........4............. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................4...............2 3..1 Radiações ionizantes e seus efeitos biológicos.22 Teste de Tukey ........

...................................................85 4................................................4.....................................................................................101 REFERÊNCIAS ....................................................................................................92 5...4.....................102 ...............................................48 4..........10 Análise do parâmetro “sexo”..............................................................3 Resultados da análise de próbites no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos ...................... SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS.........4..............6 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “má formação”................1 Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos”...6 Experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama.........................................1.....................48 4..........4 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “morte prematura”............83 4...2 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”..7 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “má formação”......................100 6......5 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “morte prematura” ......9 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “má formação”...............................1....................5.................48 4.2 Resultados dos experimentos com raios gama .............1...........................................................................................................................................................................59 4.................................61 4.......................1....................1..............8 Resultados da análise de dados do parâmetro “sexo”........46 4..........1 Experimentos com ondas acústicas ...............67 4........................84 4.....74 4.................................................................................1..............45 3.......................viii 3... CONCLUSÕES............................. RESULTADOS E DISCUSSÃO ..43 3.76 4...................3 Resultados dos experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama........1.................8 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “má formação”................1..44 3...........41 3...................................................5 Experimentos com raios gama ..................................................................45 3.............................1 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”..

a hipótese de nulidade H0 estabelece que não há qualquer efeito das ondas acústicas sobre o desenvolvimento dos insetos. Não se trata de um estudo sobre os ultra-sons. deve ser testada para que sua validade seja determinada. quando o pesquisador se nega a utilizar hipóteses ou não é orientado para tal. É uma suposição que antecede a constatação (ou não) dos fatos e tem como característica uma formulação provisória . Na contrapartida a hipótese alternativa Ha rejeita a hipótese de nulidade. Estatisticamente. pois tal fenômeno. Na produção do trabalho científico. denominado fonotropismo. já é de amplo conhecimento na área de entomologia. tornou-se importante como referência devido à grande disponibilidade de informações dos seus efeitos sobre os seres vivos. A radiação ionizante. 2001). correrá o risco de produzir um trabalho confuso e sem embasamento científico. cujo mecanismo de interação com as células e tecidos já é bem conhecido devido às suas aplicações médicas. em particular sobre os insetos. A hipótese geral que alicerça o trabalho pode ser assim introduzida: “Todos os tipos de energia causam algum efeito sobre os seres vivos”. Também não se trata de investigar o aspecto comportamental dos insetos mediante ondas acústicas.. INTRODUÇÃO Este trabalho pretendeu investigar possíveis efeitos das ondas acústicas sobre o desenvolvimento de uma das fases do ciclo evolutivo do inseto Ceratitis capitata (Wied. 1824) (Diptera: Tephritidae). A hipótese específica a ser investigada neste trabalho é: “As ondas acústicas podem causar estimulação ou inibição sobre o desenvolvimento de uma população de insetos”. embora não seja o principal agente físico em estudo neste trabalho. A função da hipótese na pesquisa científica é propor explicações para certos fatos e orientar a busca de outras informações (OLIVEIRA. A hipótese é uma afirmação que se faz na tentativa de verificar a validade de resposta existente para um problema.1. 2004). A hipótese específica deve restringir a hipótese geral à variáveis e componentes que sejam fundamentais ao problema da pesquisa (APOLINÁRIO. .

Toda radiação é uma forma de energia (RUSSO. etc (DICIONÁRIO DE ECOLOGIA E CIÊNCIAS AMBIENTAIS. pode ser visualizada na figura 1. Entre as formas de energia presentes na natureza estão a mecânica (cinética e potencial). Um conceito muito importante é o de onda. c) Gerar uma hipótese estatística a partir da hipótese específica a fim de dar uma resposta em termos de H0 (hipótese de nulidade) ou Ha (hipótese alternativa) para os itens a e b acima. 1993). Podem ser mecânicas ou não mecânicas (RUSSO. líquido ou sólido. alterações no sistema enzimático das células . energia sonora.1. 2. energia calórica.1. que interfere na função de transferência de materiais críticos para a atividade celular . abalo ou distúrbio transmitido através do vácuo ou de um meio gasoso. b) Verificar se as ondas acústicas apresentam algum tipo de interação com a radiação ionizante no desenvolvimento de uma população de moscas. energia elétrica. energia eletromagnética. Dentre esses efeitos podemos citar as alterações da membrana celular (mudanças na permeabilidade seletiva). 2001).2 1. danos nas cadeias de DNA e RNA e alterações no metabolismo energético (CARNEIRO LEÃO. 1993). que é uma perturbação . . REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2. Uma visão geral das diferentes formas de energia presentes na natureza e que expõe de diferentes modos todos os seres vivos. Radiações ionizantes e seus efeitos biológicos Os efeitos que as radiações ionizantes causam sobre os organismos são estudados por um ramo da biofísica denominado radiobiologia. Objetivos do trabalho a) Verificar se as ondas acústicas apresentam propriedades estimuladoras ou deletérias sobre o desenvolvimento de uma população de moscas. energia nuclear. As ondas transmitem energia sem haver transporte de matéria. 1982).

1986). formação de tumores.Diagrama esquemático que exibe um panorama das diferentes formas de energia presentes na natureza e como ocorre sua propagação através do espaço na forma de radiação. . anorexia (perda de apetite). entre outros) ou por radioisótopos que possuem seus átomos com núcleos que se desintegram espontaneamente. As radiações ionizantes são emitidas por equipamentos especiais (tubos de raios-X ou aceleradores de elétrons. redução da fecundidade e esterilidade em adultos (ALVES.3 FIGURA 1 . As radiações ionizantes podem provocar a morte em qualquer estágio de desenvolvimento do inseto. raios-x e raios-γ são prejudiciais aos insetos. As radiações ionizantes como os raios ultravioleta C (λ ≤ 100 nm). atraso no desenvolvimento larval.

1991).4 emitindo radiação corpuscular ou eletromagnética. Nas fontes de radiação ionizante. A segunda é chamada de “técnica do inseto estéril” (SIT) e consiste na criação massal do inseto-praga em laboratório. A competição com os insetos da população natural acarreta decréscimo do número de acasalamentos férteis. A radiosensibilidade dos insetos difere enormemente nos diferentes estágios do processo de metamorfose. da presença de raios gama. 1980).3 anos e o Césio-137 com meia vida de 30 anos (ARTHUR. obtendo dessa maneira a possibilidade de quebra da capacidade infectiva destes vírus. 1997). sobre a percepção pelos insetos. ou seja. Há dois tipos de aplicação prática das radiações ionizantes no controle de insetos-praga: A primeira é a aplicação direta que consiste em esterilizar ou matar toda a população de insetos em alimentos armazenados como grãos. as radiações ionizantes permitem obter vírus inativados para sua utilização como antígeno. Concluíram que o referido inseto percebe a radiação gama e se locomove em direção oposta à fonte (CAMPANHOLA. farinhas. conforme exemplos dados na figura 1. que resulta em redução drástica e até erradicação da espécie do local (ARTHUR. LOMBARDO. larva. No campo da imunologia. Em geral a radiosensibilidade é a mais alta no estágio de ovo e a mais baixa no estágio adulto do desenvolvimento (DIEHL. 1995). pupa ou adulto. os isótopos mais empregados são o Cobalto-60 com meia vida de 5. que o elétron que forma parte da ligação covalente entre átomos do esqueleto molecular do vírus seja lançado a grandes velocidades fora da posição de equilíbrio. frutas e carnes. . ela é influenciada pela idade do inseto: ovo. A inativação viral pode ser obtida por radiação ionizante eletromagnética ou corpuscular (SMOLKO. Dispuseram tubos de locomoção de lucite com 1m de comprimento. Wiendl e Walder (1975) realizaram estudos com Sitophilus zeamais. especiarias. radialmente à uma fonte gama de 60 Co e fizeram contagens dos indivíduos à diversas distâncias da fonte. que são esterilizados por meio de radiações ionizantes e liberados no ambiente. As interações entre radiação ionizante e matéria tem como conseqüências possíveis. 1997).

Assim a energia é transportada através do sistema em que a onda se propaga (DURÁN. Quando as ondas mecânicas ou radiações mecânicas se propagam através de um meio aeriforme como o ar. líquidos ou sólidos (BERG. o sistema elástico pode ser induzido. Em conseqüência deste fenômeno. Se uma fonte sonora emitir uma onda sonora cuja freqüência coincida com a do sistema. ocorrendo apenas o tipo L. Como toda onda contém energia. o relato bíblico da derrubada das Muralhas de Jericó. Nos sólidos pode haver combinação L e T. Ondas acústicas e seus efeitos biológicos As ondas mecânicas necessitam de um meio material para se propagarem. 2003). quando ela está se deslocando. Os meios podem ser aeriformes. é energia que estará sendo transportada na direção de seu movimento. Nos gases não. São também denominadas ondas longitudinais ou ondas L . . dizemos que os dois entram em ressonância. São também chamadas ondas transversais ou ondas T pois o sentido de propagação dessas ondas é perpendicular ao sentido da perturbação que sofrem as partículas do meio. Todo sistema elástico possui uma freqüência natural de vibração.2. São exemplos de ressonância acústica: cantores líricos que quebram copos de cristal com a voz. Quando as radiações mecânicas se propagam em meios sólidos como objetos. pois o sentido de propagação dessas ondas é paralelo ao sentido da perturbação que sofrem as partículas do meio.5 2. são normalmente denominadas vibrações. tropas militares em marcha sobre pontes que recebem ordem para sairem de forma a fim de as frequências da marcha e da ponte não coincidirem causando desmoronamento da última (RUSSO. a efetuar oscilações de amplitude muito superior à da fonte que o excitou. 1993). por acúmulo progressivo de energia. 1995). aviões supersônicos que estilhaçam vidraças . STORK. são denominadas ondas acústicas ou sonoras. ao contrário das ondas eletromagnéticas que se propagam mesmo na ausência de um meio material. destruída pela ressonância causada pela coincidência entre sua freqüência natural e a freqüência de vibração do vento. a ponte de Tacoma na América do Norte.

(RUSSO.6 A figura 2 ilustra um exemplo de ressonância acústica entre dois diapasões que não se encostam. 1993). Fonotropismo é o tropismo relacionado ao som (EIZEMBERG. uma membrana. podendo ser utilizados como atraentes ou repelentes. Uma onda sonora é produzida por um elemento vibrador ou fonte. Os sons são importantes no comportamento dos insetos. estando apenas próximos um do outro. FIGURA 2 – O diapasão A recebe pequenos choques mecânicos e passa a vibrar. um organismo vivo. Os infra-sons são ondas mecânicas com frequências menores que aquelas que o ouvido humano percebe (20 Hz). Tropismo consiste na orientação de um animal em relação à um estímulo. sendo sua velocidade de propagação uma função das propriedades do meio como o módulo de elasticidade e a densidade deste (COSTA. 2006). Os insetos tem capacidade de ouvir sons até 150 kHz. o som só se propaga nos meios elásticos. que também começa a vibrar. 2003). etc. Em virtude da natureza da onda sonora. um tubo. dependendo da freqüência (NETO et al. 1976). como fonotropismo. que pode ser positivo quando se aproxima do estímulo ou negativo quando se afasta do estímulo.. uma corda. uma placa piezoelétrica. que pode ser um cristal. Devido à proximidade induz a vibração no diapasão B. As fontes de infra-sons podem . através do fenômeno de ressonância acústica.

etc (CARNEIRO LEÃO. 1991). 1982). Este fenômeno é potencializado pela presença de oxigênio no meio. A despolimerização ocorre com polissacarídeos que são transformados em moléculas menores. (RÉMIZOV. Também ocorre elevação térmica do meio pela passagem dos ultra-sons. Há. A ativação molecular está na origem de certas reações em face das enormes pressões que desenvolvem. reações de oxi-redução. 2001). Esta característica permite.7 ser naturais ou artificiais. gelatina. também os percebem (CARNEIRO LEÃO. etc. O infra-som é fracamente absorvido por diferentes meios e por isso se propaga à distâncias consideráveis. etc. formadas às custas da liberação de gases dissolvidos quando ocorre a passagem dos ultrasons. Entre as propriedades fisico-químicas dos ultra-sons destacam-se a ativação molecular. raios. Os ultra-sons apresentam propriedades físicas. O aparelho auditivo do homem não consegue detectálos. Entre as propriedades físicas temos a pressão de radiação. Em intensidade elevada visa a produção de alterações no meio (DICIONÁRIO DE ECOLOGIA E CIÊNCIAS AMBIENTAIS. As artificiais podem ser explosões. prever tsunami (onda gigante) por ondas infra-sonoras medidas. porém animais como o cão e o morcego. automóveis. . A cavitação é uma propriedade física que consiste no surgimento de bolhas gasosas nos meios líquidos. reações explosivas. Os golfinhos. proteínas. Como fontes naturais temos o mar. através de ondas ultra-sônicas que eles próprios emitem. que além de emitir. 1982). Os ultra-sons são vibrações elásticas cujas menores frequências estão em torno de 20 000 Hz. etc. baseando-se na propagação dos infra-sons na crosta terrestre. etc. máquinas. a detecção de uma explosão à grande distância de sua fonte. fisico-químicas e biológicas. despolimerização de moléculas. cujo valor depende da energia e das características do meio material. exercida na superfície de separação de dois meios de índices de refração diferentes e que é responsável pela agitação do meio. Os ultra-sons podem ser usados com intensidades pequenas ou bastante elevadas: Em baixa intensidade visa a transmissão de energia ao meio . terremotos. É comum que os infra-sons venham acompanhados de ruído audível. tendo sido observado em amido. morcegos e mariposas são animais que se locomovem na busca de alimentos ou fugindo de perigos.

1988). indicaram baixa taxa de emergência e baixa porcentagem de sobrevivência para insetos de ovos depositados durante à exposição ao som (NELSON . Experimentos realizados mostraram que ondas sonoras de 39 kHz causaram a mortalidade total de Sitophilus oryzae em grãos armazenados. 1. Estudos com mariposas indianas de farinha. pois a temperatura atingida foi de apenas 38ºC . permanecendo deitados na água enquanto permanece a ação dos ultra-sons. SEUBERT. Muitas espécies de insetos utilizam-se da capacidade de percepção na freqüência do ultra-som para a sua sobrevivência .0 kHz e 12..25 kHz . Também é relatada a quebra de dormência de brotos de trigo pela exposição à frequência simples de som audível.0 kHz em diferentes níveis de intensidade. Evidências de que a energia sonora pode afetar a oviposição de insetos foram obtidas em estudos com insetos de grãos armazenados. mas os insetos foram mortos pelo efeito duplo com a ressonância obtida. A aplicação de ultra-sons produziu efeitos sobre o crescimento de células do meristema de raízes de Vicia faba. Ficou também comprovado que as ondas acústicas emitidas produziram aquecimento. 1973). como por explosão (CARNEIRO LEÃO. Sob energias ainda mais elevadas obtêm-se destruições celulares e de microorganismos. que como se sabe. que foram continuamente expostas à baixos níveis sonoros durante o período de oviposição que dura em torno de 4 dias. (1978) realizaram estudos sobre os efeitos biológicos das radiações acústicas no desenvolvimento de sementes de trigo expondo esse material à frequências sonoras de 0. 1982).30 kHz . 1964). Caso contrário ocorria inibição do desenvolvimento e redução significativa do número de raízes. Esses efeitos incluem redução da taxa de crescimento e depressão do índice mitótico (CATALDO. WEINBERGER et al. MILLER & GREGORY. 5. Os peixes perdem o sentido de equilíbrio. 1988). A exposição contínua à frequência sonora de 5 kHz provocou estimulação do crescimento do trigo se a intensidade do som não ultrapassasse a faixa de 82-92 dB.8 Entre as propriedades biológicas dos ultra-sons podemos citar a paralisação de certos organismos e o rompimento de estruturas celulares. (GALLO et al. não é letal a esta espécie (GALLO et al.

Os Diptera constituem uma das maiores ordens de insetos e seus representantes abundam em indivíduos e espécies em quase todos os lugares. 1993 . No Filo dos artrópodos enquadram-se os Insetos. os Crustáceos. (Isoptera: Kalotermitidae) e Lyctus brunneus (Coleoptera: Lyctidae) em obras de arte e patrimônio em madeira está sendo realizada na Universidade Federal do Paraná (GIOVANELLA. A família Tephritidae é representada por um grupo de dípteros de tamanho pequeno a médio nos quais as asas apresentam usualmente manchas ou faixas que podem formar padrões complicados (BORROR. Onicóforos e Trilobitas (este último grupo já fósseis).9 A pesquisa de freqüências sonoras capazes de interromper o ataque de agentes xilófagos como os cupins Cryptotermes sp. os Quilópodos. podos. “pés’. 2004). Aspectos biológicos do inseto Ceratitis capitata Os artrópodos (do gr. a mosca-do-mediterrâneo. como Pantópodas. os Diplópodos. ‘articulação’ . capitata. são invertebrados caracterizados pela presença de membros locomotores articulados em número par. Todos portadores de exoesqueleto quitinoso. 2007). DICIONÁRIO GREGO PORTUGUÊS. que ocorrem principalmente na África tropical. Os artrópodes formam o maior filo. arthron. ZUCCHI. os Aracnídeos. Merostomatas. 2. . está distribuída em quase todas as áreas tropicais e temperadas quentes do mundo. Essa espécie foi introduzida no Brasil no início do século XX (MALAVASI. C. 1973). PORTUGUÊS GREGO. 2000) e está representada iconograficamente na figura 3 (BASEL. além de outras Classes de invertebrados menos comuns. em número de indivíduos e variedades de espécies do reino Metazoa [animal] (DICIONÁRIO ETIMOLÓGICO E CIRCUNSTANCIADO DE BIOLOGIA. O gênero Ceratitis é composto por aproximadamente 65 espécies. 1969).3. αρθρóπoδα). DELONG. Entretanto.

O processo de metamorfose está representado na figura 4. tendo algumas importância como pragas (BORROR. Nos artrópodos quase toda a sua superfície externa constitui o exoesqueleto. a) ovo . capitata. c) pupa e d) adulto.Diagrama ilustrativo do processo de metamorfose completa pelo qual passa o inseto C. As larvas são geralmente ápodas.10 FIGURA 3 – Ceratitis capitata. a b c d FIGURA 4 . b) larva . 1969). vermiformes e da maioria dos tefritídeos são fitófagas. A larva passa ainda por vários ínstares não representados neste diagrama. revestimento rígido com invaginações nas quais se prendem os . DELONG. mosca-do-mediterrâneo ou mosca-das-frutas. Os Diptera passam por metamorfose completa e as larvas de muitos são chamadas vermes ou bichos de mosca.

Existem vários fatores. O período larval (figura 4b) tem duração de 6 a 11 dias à temperaturas de 13.11 músculos. Segundo Torre Bueno (1978). e é de 6 dias à uma temperatura de 26. Em temperaturas inferiores a 18. sendo variável na maioria dos insetos de 4 a 8. voltando a se alimentar de novo. não tem maduros. além dos intrínsecos da espécie. etc ( PARRA . A oviposição inicia-se no dia subseqüente ao do acasalamento. A partir daí o inseto deverá trocar seu estojo quitinoso por um maior para continuar crescendo. passando as larvas por três ínstares com durações de 26 à 48 horas (1º ínstar).1º C. processa-se em tempo pouco menor do que a da fêmea.1º C não se verifica eclosão alguma. assim sucessivamente até chegar à última muda.3º C. sexo. O número de ínstares não é constante. O ciclo se completa em 31 dias (PEDROSO. que fazem com que haja variação do número de ínstares tais como: fatores hereditários. ao emergirem dos pupários (figuras 3 e 4d) . temperatura. apresentam um período de incubação variável.3ºC o desenvolvimento é retardado consideravelmente. 24 à 48 horas (2º ínstar) e 48 à 265 horas (3º ínstar). 1972). A maturidade sexual do macho .4º C.8º C à 28. os órgãos genitais. Estas trocas de revestimentos são chamadas ecdises ou mudas e os tegumentos descartados são chamados de exúvias. 1989). chamadas apodemas. capitata mostrados na figura 4a . nutrição. indicado para designar os vários períodos pelo qual passa a larva durante o processo de metamorfose. . chama-se ínstar o período ou estágio entre ecdises. Os adultos.2º C. criação em grupos ou isoladamente. Esta armadura externa limita o crescimento constante podendo o inseto distender-se apenas até certos limites.1º C e T = 32. de 2 a 4 dias e se processam normalmente entre T = 21. Os ovos de C. HADDAD. A estadia pupal (figura 4c) varia de 9 à 11 dias a uma temperatura média de cerca de 24. Abaixo de 11. a partir da qual irá elaborar o exoesqueleto do adulto.

para as trocas gasosas. que dispõe de instalações apropriadas ao trabalho com insetos e uma sala climatizada onde durante todo o período de realização dos experimentos. fonte acústica 2 . d) Tubo de vidro pirex (tubo acústico) com 40. b) Termo-higrômetro incoterm. e) Bandejas plásticas e luvas descartáveis.1 cm de diâmetro. c) Fontes acústicas: fonte acústica 1 .5 ± 1. apresentou temperatura (média) de 26. Instrumentos utilizados: a) Decibelímetro (sound level meter) modelo lutron SL-4001. mostrada na figura 5).woofer (baixas freqüências). fonte acústica 3 . c) Papel filtro qualitativo de 80 g/m2 e 7 cm de diâmetro.alto falante (faixa de som audível.12 3.1 dB. que é um leve tecido fino de estrutura telada (HOUAISS. o qual mede o nível de intensidade sonora na faixa de 35 à 130 decibéis na escala C com resolução de 0.1. Descrição das instalações físicas e equipamentos utilizados A parte experimental foi realizada no Laboratório de Entomologia do Instituto Biológico de São Paulo. METODOLOGIA 3.tweeter piezoelétrico (altas freqüências). . Materiais diversos utilizados: a) Pinça especial para manipulação de larvas e pupas. 2001). b) Placas com tampa de tecido de voile.5 º C e umidade relativa do ar (média) de 77 ± 2 % .6 cm de comprimento por 9.

FIGURA 6 – Osciloscópio utilizado nos experimentos de sonicação. conforme ilustra a figura 6.13 FIGURA 5 – Fonte acústica no 1 utilizada nos experimentos de sonicação. À direita exemplo de onda senoidal utilizada em todos os experimentos. . modelo MFG 4200 function generator. d) Osciloscópio modelo Tektronix TDS 310 de 2 canais. com resolução de tempo na faixa de 10 μs/divisão até 10 ns/divisão. conforme mostra a figura 7. À esquerda vista geral do painel frontal. e) Gerador de áudio Minipa.

f) Fonte de cobalto 60 do tipo gammacell 220 da Atomic Energy of Canadá Limited Commercial Products (Otawa .1 84 ± 0.1 .2 50 ± 0.9 75 ± 0.Dados numéricos do perfil de resposta da fonte acústica 1 obtida com o medidor de intensidade sonora (decibelímetro) em função de diferentes frequências.5 66.4 ± 0. FREQÜÊNCIA (Hz) INTENSIDADE SONORA (dB) 0 25 ± 0. A curva de resposta para a fonte acústica 1 foi obtida com auxílio do medidor de intensidade sonora (decibelímetro).4 75 ± 0. do gerador de áudio e do osciloscópio.Canadá). Os dados numéricos coletados foram organizados na tabela 1 e geraram o gráfico da figura 8 na página 17.3 90.14 FIGURA 7 – Gerador de áudio minipa.3 ± 1. TABELA 1 .

2 118.4 ± 0.5 235.7 ± 0.0 210.1 107.5 155.0 ± 0.1 110.9 110 ± 0.0 ± 0.15 100 ± 0.0 ± 0.0 ± 0.0 ± 0.3 ± 0.1 115.5 ± 0.0 ± 0.5 ± 0.8 ± 0.1 103.1 105.0 ± 0.3 119.6 125 ± 0.1 120.0 ± 3.9 ± 0.8 ± 0.8 140.9 160.0 250.0 ± 0.8 ± 0.1 106.7 190.7 150.2 ± 0.9 ± 0.3 ± 0.7 245.0 ± 0.0 ± 0.8 225.2 ± 0.0 145.8 ± 0.8 185.7 135.6 300.2 ± 0.0 ± 1.5 205.2 119.4 ± 0.2 117.3 ± 0.0 ± 0.1 104.7 175.9 ± 0.9 170.1 117.1 106.4 ± 0.8 230.0 ± 0.1 105.1 118.4 ± 0.8 215.8 ± 0.0 ± 0.5 ± 0.6 200.1 .0 ± 0.0 ± 1.2 120.0 ± 2.0 450.1 119.5 120 ± 0.3 117.5 105 ± 0.8 240.0 400.7 ± 0.1 ± 0.1 109.7 ± 0.5 130.0 ± 0.6 ± 0.2 119.0 ± 0.0 ± 0.1 113.0 ± 0.9 220.1 117.1 120.0 ± 2.5 ± 0.1 98.4 ± 0.0 ± 0.1 117.7 115 ± 0.1 117.8 ± 0.8 350.1 111.6 195.1 118.5 ± 0.0 ± 1.1 116.3 ± 0.0 ± 0.5 ± 0.0 ± 0.1 100.0 ± 0.1 119.0 440.0 ± 1.0 ± 0.1 117.1 101.9 165.0 ± 0.0 ± 0.0 97.

0 6500.0 ± 5.0 3500.0 1100.16 500.1 .0 1500.1 103.0 7000.1 95.0 ± 6.0 ± 0.0 900.1 99.0 ± 5.8 ± 0.0 ± 23.0 ± 2.5 850.1 100.1 ± 0.4 ± 0.4 ± 0.8 ± 0.0 ± 5.7 ± 0.1 ± 0.5 ± 0.0 ± 9.1 100.7 ± 0.0 6000.0 ± 3.0 ± 1.1 103.1 99.1 ± 0.0 ± 4.0 ± 3.0 ± 11.1 100.1 100.0 2000.0 ± 3.0 1400.0 950.1 107.1 102.0 3000.0 750.1 108.0 ± 9.0 4000.0 2500.0 650.0 800.1 108.0 ± 16.6 ± 0.1 98.2 ± 0.0 4500.0 ± 4.0 1000.9 ± 0.1 113.1 108.1 109.0 ± 0.1 100.1 101.8 700.9 ± 0.0 7500.0 5000.5 ± 0.0 1150.9 ± 0.1 104.0 ± 14.1 100.0 ± 7.0 1250.8 102.1 106.0 ± 4.0 600.8 ± 0.0 109.0 1050.0 ± 3.3 ± 0.8 ± 0.1 102.0 550.1 100.0 1300.5 ± 0.2 ± 0.3 ± 0.1 103.0 ± 0.1 100.7 ± 0.0 ± 4.0 1200.1 100.5 ± 0.0 ± 16.0 ± 10.0 ± 6.0 ± 0.0 ± 2.0 ± 8.6 ± 0.0 ± 2.1 102.1 101.0 ± 23.0 ± 3.1 ± 0.1 ± 0.9 ± 0.0 5500.9 ± 0.

39 ± 0. A taxa de dose e a atividade da fonte são corrigidas mensalmente pelo fator de decaimento do 60 Co.17 NÍVEL DE INTENSIDADE SONORA (dB) 130 120 110 100 90 80 70 60 0 200 400 600 800 1000 1200 FREQUÊNCIA (Hz) FIGURA 8 . a taxa de dose é um dos principais fatores que determina as conseqüências biológicas de uma dada dose absorvida. em geral reduzidos (HALL.Gráfico que representa a curva de resposta de pressão sonora da fonte acústica 1. .11) x 1014 Bq. a atividade média da fonte foi de 3757.069 ± 293.245 kGy/h. Os experimentos foram realizados entre 2005 e 2007.106 ± 0. situado na cidade de São Paulo. A última intercomparação de taxa de dose com o IDAS-IAEA foi feita em 2003. 1994) . os efeitos biológicos são. A dose de trânsito média foi de 2. Para raios X e raios gama.nas dependências do IPEN. Quando a taxa de dose é baixa e o tempo de exposição é extendido. A referida fonte está instalada no CTR . contendo 7 pastilhas de 60Co em cada lápis. Nesse período.484 Ci ou (1. obtido com os dados apresentados na tabela 1.233 Gy. A fonte Gammacell 220 é constituída por 35 lápis encapsulados em aço inox com 1 cm de diâmetro e 20.Centro de Tecnologia das Radiações .3 cm de altura. A taxa de dose (média) foi de 3.657 ± 0.

7.5 Gy . 50 Gy . A taxa de dose (média) com o atenuador foi de 0. . que permite a passagem de 30% do feixe inicial. capitata para irradiação.5 Gy .070 Gy. O atenuador selecionado foi o de 70%.074 kGy/h. 100 Gy .3. 12.5 Gy foi necessário a utilização de atenuadores de chumbo ilustrados na figura 10. sendo necessário neste caso multiplicar a taxa de dose do dia pelo fator de correção adimensional 0. A dose de trânsito (média) com o atenuador foi de 0. FIGURA 10 – Atenuadores de chumbo utilizados no experimento para redução da dose e da taxa de dose. 30% e 50% do feixe inicial respectivamente. À direita: detalhe da colocação das placas com as pupas de C. 150 Gy e 200 Gy. Os atenuadores também alteram a taxa de dose (TD) e a dose de trânsito (DT). Os atenuadores disponíveis eram de 90%. 10 Gy .932 ± 0.797 ± 0. 15 Gy . 70% e 50% que reduzem o feixe a 10%. As doses utilizadas foram de 5 Gy . Para se obter doses tão baixas como aquelas entre 5 Gy e 12.18 FIGURA 9 – À esquerda: vista geral da fonte gamacell do IPEN.

refere-se de maneira ampla a um conjunto de situações experimentais e procedimentos estatísticos para a análise de respostas quantitativas de unidades experimentais (DEVORE.2. 2006). y. Na tabela.. y2.1 Análise de variância A análise de variância ou mais resumidamente ANOVA. . y. y1n y2n y3n .... 2006). O procedimento para a análise de variância. y1. y3. níveis do tratamento ou doses. neste trabalho foi realizado no pacote estatístico SAS. 1999). . k yk 1 yk 2 ykn yk. y 3. . ....2. .. .. y12 y22 y32 .19 3. . . Cada linha varia de 1 até k e representa o número de tratamentos. y 2. .. . . . Tratamento (nível) 1 2 3 .. A idéia é comparar a variação devido aos tratamentos com a variação devido ao acaso ou resíduo (VIEIRA... . yk . ... A comparação se faz por meio do teste F (VIEIRA. .. . por exemplo. Deste modo y32 representa. . . .. y representa um valor observado. os insetos observados na placa 2 do tratamento 3.. . Um determinado tratamento apresenta vários níveis ou doses.. .. Observações Total Média y1. Análise estatística dos dados 3.. Cada coluna varia de 1 até n e representa o número de repetições por tratamento.. y11 y21 y31 . . A tabela 2 organiza os dados observados para as operações necessárias a fim de se chegar aos resultados. TABELA 2: Esquema de organização dos dados para análise de variância segundo Montgomery (2005).

2.1) e (3. n i = 1. yi = ∑ yij j =1 n (3. .n é o número total de observações de todos os experimentos. que representa o total de observações atribuídas à um tratamento. Em geral há n observações sob o i − ésimo tratamento..2) Onde n é o número de placas por tratamento... representa a média geral de todos os experimentos. N (3..20 Vamos supor que temos k tratamentos ou k diferentes níveis de um fator que queremos comparar.2) demonstram os cálculos necessários para a obtenção do valor y i .5) mostra que não há diferenças entre as médias observadas em decorrência dos tratamentos aplicados. é o total de observações de todos os experimentos e y .. A hipótese de nulidade H0 (equação 3.. que representa a média geral de todos os experimentos.. y.1) yi. A equações (3. y.4) demonstram os cálculos necessários para a obtenção do valor y . é a média das observações de todas as repetições atribuídas à um tratamento. temos yi . k (3. A variável-resposta yij de cada um dos k tratamentos é uma variável dependente que representa a j − ésima observação de um tratamento i .3) e (3. Neste trabalho. o valor de n é igual a 5 para todos os experimentos. que é a média de todas as repetições de um tratamento. = y.4) Onde N = k .3) y .. = ∑∑ yij i =1 j =1 k n (3. = yi ... De modo análogo y i . As equações (3. Em nossa explanação teórica da análise de variância.

A variância é dada pela equação (3.5) A hipótese alternativa Ha (equação 3..6) para pelo menos um par (i . A soma de quadrados é dada por: SQtotal = SQtrat + SQres O quadrado médio dos tratamentos é dado por: (3. H a : μi ≠ μ j (3. o número de graus de liberdade total é dado pela expressão (3. De modo análogo. isto é.. em decorrência predominantemente dos tratamentos aplicados.. Neste trabalho k =12.6) exclui a possibilidade de aceitarmos H0 pois representa a condição de que as médias observadas não são iguais. podemos dizer que somente n − 1 dos valores de amostras podem variar livremente. Por esse motivo.7): S 2 = ∑ ( yi . j ) Os graus de liberdade estão relacionados com a variância da amostra em estudo. . Por essa razão o número de graus de liberdade de tratamentos é dado pela expressão (3.8): k −1 (3.. n − 1 graus de liberdade (LEVINE.9) O número de graus de liberdade do resíduo é dado pela diferença entre o número total de observações de todos os experimentos N e o número de tratamentos k.21 H 0 : μ1 = μ2 = . = μk (3.7) Para se conhecer a variância S 2 primeiramente precisamos conhecer a média geral y .8) Onde k é o número de tratamentos empregados. ) 2 i =1 n (3. − y .9): N −1 (3.10) . 2000). como pode ser visto na tabela 3.

2.. TABELA 3: Quadro típico da análise de variância.22 QM trat = SQtrat k −1 (3. O teste não comprova nenhuma das hipóteses.1. SQres N −k (3. 59.2 Teste F Os valores de F estão associados ao número de graus de liberdade do numerador e ao número de graus de liberdade do denominador (VIEIRA.1. A tabela 3 reproduz o formato de resposta fornecida na janela OUTPUT (saída) do programa SAS conforme será visto nas páginas 49. ) 2 i =1 j =1 k n QM res 3. 76 e 83 desta tese.∑ i =1 ( y i . ) 2 k QM trat QM trat QM res Resíduo Total N −k N −1 SQres = SQtotal − SQtrat SQtotal = ∑∑ ( yij − y . Causas de Variação Tratamentos Graus de Liberdade k −1 Soma de Quadrados Quadrado Médio F SQtrat = n. existe evidência contra a hipótese da nulidade H0. 75. 68.2.11) O quadrado médio do resíduo é dado por: QM res = 3. Se o resultado do teste for significante. de que as médias . 1999).12) Quadro da análise de variância A tabela 3 sintetiza os procedimentos matemáticos utilizados na análise dos dados segundo o modelo adotado. − y ..

k −1. Para proceder ao teste. 1990). N −k (3.3 Teste de Tukey O teste de Tukey é baseado na amplitude total estudentizada e pode ser utilizado para comparar todo e qualquer contraste entre duas médias de tratamentos.é o número de repetições.é o valor da amplitude total estudentizada ao nível de 5% ou de 1% de probabilidade.) ou honestly significante difference (HSD) . 3.s.2. 2006).13) for verdadeira: F > Fα . q . Δ = q. então se rejeita essa hipótese (VIEIRA. k − 1 e N − k . Se a inequação (3.13) Então devemos rejeitar H0 e concluir que há diferenças entre a média dos tratamentos. 2006). .14) Onde: Δ . suposto o mesmo para todos os tratamentos (neste trabalho r = 5 ).diferença mínima significante (d. O valor de F calculado é dado pela razão entre o quadrado médio dos tratamentos e o quadrado médio do resíduo (MONTGOMERY. QM res . O teste é exato e de uso simples quando o número de repetições é o mesmo para todos os tratamentos (PIMENTEL GOMES.23 são iguais. O valor de F tabelado deve ser consultado em uma tabela de F para os parâmetros α.é o quadrado médio do resíduo da análise de variância.m. QM res r (3. costuma-se primeiro calcular a diferença mínima (equação 3.14) que deve haver entre duas médias para que elas possam ser consideradas diferentes a determinado nível de significância (VIEIRA. 2005). r .

3.... μ .24 3.71828. y . e .. pois os experimentos não ocorreram todos no mesmo dia.4 Distribuição de Poisson Na teoria da probabilidade e na estatística. A parcela experimental definida foi a seguinte: cinco placas por tratamento com vinte indivíduos em cada placa. ou seja. Foi descoberta por Siméon Denis Poisson (17811840) (WIKIPÉDIA. A probabilidade de Poisson pode ser escrita como: P( y ) = Onde: e.). 20 (3. 1999) sendo necessário introduzir um fator de correção para a análise de variância. UFPR.. a distribuição de Poisson é uma distribuição de probabilidades de dados discretos. O delineamento experimental aplicado na análise dos dados foi considerado um caso particular de experimento inteiramente casualizado (VIEIRA... teste F e teste de Tukey..16) .2. é usada para modelar dados de contagem. 2007).2. 2 .é a base do logaritmo natural ( e ≅ 2. não cabendo a distribuição normal que é frequentemente empregada para uma distribuição de probabilidades de dados contínuos. 2007 .é a probabilidade de Poisson em função do valor observado y . 2006).5 Delineamento experimental e modelo matemático Os delineamentos tratam da forma como as unidades experimentais são arranjadas (VIEIRA. 2 . Nesta pesquisa foi utilizada a distribuição de Poisson.15) P( y ) .parâmetro experimental (média aritmética das placas para um parâmetro considerado). 12 e j = 1. 1997): yij = μ + ti + eij Onde: com i = 1.. O modelo matemático associado ao delineamento aplicado é o seguinte (NOGUEIRA.valor de contagem observado.μ μ y y! (3.

Em toda situação dose-resposta.sas. Por exemplo uma vitamina. ti é o efeito do tratamento no parâmetro em análise e mede o afastamento da média de uma placa μi em relação a μ . etc. variações climáticas. eij é o erro aleatório atribuído à causas não controladas pelo pesquisador. as placas numeradas de 1 à 5 segue a ordem: Placa 1 é a mais próxima da fonte.. certas respostas não permitem essa graduação e são expressas apenas como “ocorridas” ou “não ocorridas”. O exemplo mais óbvio é a morte. 1999).6 Análise de Próbites Segundo Finney (1980) muitas pesquisas tem como preocupação a relação entre um estímulo e uma resposta conforme mostrado na figura 11. ou seja. Porém. Por exemplo um animal. μ é a média geral (já corrigida) de todos os experimentos. . uma planta. (ti = μi − μ ) .2. 2) O sujeito. Nos experimentos com ondas acústicas. 3. A análise dos dados foi realizada no pacote estatístico SAS versão 8. uma droga. A medida quantitativa de uma resposta é quase sempre preferida quando praticável. diferenças entre as unidades experimentais.com/sashtml/ (SAS INSTITUTE INC. um teste mental. uma população de insetos. . Também denotada por y . etc. uma população humana.1 cujo guia do usuário está disponível em http://v8doc. erros do experimentador.25 yij é a j − ésima observação realizada sob um tratamento i . dois componentes devem ser considerados: 1) O estímulo. um agente físico como a radiação ionizante. a fim de verificar possíveis efeitos de um gradiente de distância em relação à fonte. Placa 2 é a segunda mais próxima até a Placa 5 que é a mais afastada da fonte.

A curva característica de uma regressão de próbites assemelha-se à letra S.26 ESTÍMULO Ex. em geral. O estímulo aplicado ao sujeito é dosado. morte. onde os valores no eixo das ordenadas varia. ou seja. Trata-se de uma distribuição normal cumulativa. peso. alteração de contagem. 1980). Como resultado o sujeito manifesta uma resposta como crescimento.: radiação ionizante RESPOSTA Ex. a ocorrência ou não-ocorrência dependerá da intensidade do estímulo. em termos de intensidades necessárias para produzir as mesmas respostas.resposta. ou mais usualmente. objeto de estudo da análise de próbites. delineia-se uma intensidade específica em unidades de concentração. etc. Diferentes estímulos podem ser comparados em termos de magnitudes de respostas que eles produzem. Se a resposta característica é quantitativa. também chamada de curva sigmoidal conforme ilustra a figura 12 (FINNEY. FIGURA 12 – Curva característica obtida na análise de regressão de próbites.: câncer FIGURA 11 – Diagrama ilustrativo de exemplo estímulo . sinais de esgotamento. tempo ou outra medida apropriada e sob condições ambientais controladas. . mudança de cor. de 0 até 1 e no eixo das abscissas tem valores específicos da análise que está sendo feita.

1 Composição da dieta artificial A dieta empregada para o desenvolvimento das larvas de C. 1996). À direita: detalhe de placa onde está ocorrendo emergência de adultos. capitata.3. Material experimental utilizado Os insetos foram criados em dieta artificial e submetidos aos diversos tratamentos em determinado estágio do seu ciclo evolutivo. O material era enviado em recipientes plásticos com tampa de tecido de voile para as trocas gasosas e encaminhado para a sala climatizada para o desenvolvimento constante e homogêneo das moscas até atingir a fase desejada do ciclo evolutivo quando então eram montadas as placas e aplicados os tratamentos. pode ser preparada com base na fórmula especificada na tabela 4 abaixo (RAGA. A dieta já inoculada com os ovos era proveniente do Instituto Biológico de Campinas. pupas jovens de dois à três dias de idade.27 3. 3.3. gaiolas ou unidades experimentais. . À esquerda: vista geral onde se observam cinco repetições por tratamento. A primeira placa de cada fila é a de número 1 e a última é a de número 5. FIGURA 13 – Placas. a saber.

osciloscópio . 3.tubo acústico .00 g 25.50 g 1. capitata é de aproximadamente 4000 ovos / kg de dieta.decibelímetro .28 TABELA 4 – Composição da dieta artificial para o desenvolvimento das larvas de C.00 g 10.gerador de áudio .4.Diagrama esquemático da montagem experimental para o tratamento sonicação em que: 1.fonte acústica . Ingrediente Açúcar mascavo Levedo de Cerveja Leite em pó Nipagin Tetraciclina Cenoura crua ralada Bagacilho de cana Ácido benzóico Ácido clorídrico Quantidade 40.4.25 g 25.00 g 12. Experimentos com ondas acústicas 3.00 g 195 ml 5 ml A proporção na dieta de C.1.25 g 0.placas (unidades experimentais) . 4 .capitata. 3 . 6 . Esquema da montagem experimental para os tratamentos com ondas acústicas 5 6 4 1 2 3 FIGURA 14 . 2 . 5 .

As placas foram analisadas criteriosamente. cada indivíduo nelas contidas.sexo. Montou-se então os entomogramas.4. C. 15 kHz . D. mostrados nas figuras 15 à 25. 80 Hz . 20 Hz . Ao serem abertas.morte prematura.má formação. 10 Hz .2 Aplicação dos tratamentos A montagem experimental foi realizada conforme o diagrama da figura 14. 2 kHz . 60 Hz . cuja principal finalidade foi a organização dos dados. 10 kHz . foi observado na lupa estereoscópica e classificado segundo os parâmetros: A. Os entomogramas também evitaram a perda de contagem ou contagem dupla de um mesmo indivíduo como aconteceu nos experimentos-piloto.emergência de adulto perfeito. 1 kHz . FIGURA 15 – Entomograma controle. 20 kHz e o controle.29 3. O tempo de exposição do material ao campo acústico foi padronizado em 2 horas para todos os experimentos incluindo aqueles interativos com os raios gama. . B. 40 Hz . As freqüências acústicas aplicadas foram de 5 Hz .

.30 Figura 16 – Entomograma do tratamento acústico de 5 Hz. FIGURA 17 – Entomograma do tratamento acústico de 10 Hz.

31 FIGURA 18 – Entomograma do tratamento acústico de 20Hz. . FIGURA 19 – Entomograma do tratamento acústico de 40 Hz.

32 FIGURA 20 – Entomograma do tratamento acústico de 60Hz. . FIGURA 21 – Entomograma do tratamento acústico de 80 Hz.

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FIGURA 22 – Entomograma do tratamento acústico de 2 kHz.

FIGURA 23 – Entomograma do tratamento acústico de 10 kHz.

34

FIGURA 24 – Entomograma do tratamento acústico de 15 kHz.

FIGURA 25 – Entomograma do tratamento acústico de 20 kHz.

35

A partir de uma coleção de entomogramas, foram extraídos os dados numéricos para as contagens de cada parâmetro analisado.

3.4.3. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância do principal parâmetro desta pesquisa, que é a “emergência de adultos perfeitos”. Tal parâmetro foi considerado o principal por ser o mais informativo de todos e que forneceu a maior quantidade de dados. Nos entomogramas das figuras 15 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 1 e 9. Essa numeração é uma escala arbitrária classificatória do estado dos insetos observados nas placas após a metamorfose completa ocorrida na sala climatizada. Os resultados encontram-se na seção 4.1.1. , página 48.
DATA ceratitis; INPUT dose adultos;OUTPUT; DATALINES; 1 16.078 /*CONTROLE GERAL*/ 1 15.619 1 15.914 1 15.985 1 16.404 2 16.432 /*FREQUENCIA ACUSTICA 2 17.297 2 15.568 2 12.108 2 8.649 3 15.827 /*FREQUENCIA ACUSTICA 3 15.827 3 15.827 3 14.994 3 16.660 4 12.304 /*FREQUENCIA ACUSTICA 4 13.842 4 16.918 4 23.070 4 16.918 5 21.060 /*FREQUENCIA ACUSTICA 5 19.656 5 18.252 5 22.464 5 21.060 6 18.536 /*FREQUENCIA ACUSTICA 6 15.345 6 16.685 6 17.241

DE 5 Hz*/

DE 10 Hz*/

DE 20 Hz*/

DE 40 Hz*/

DE 60 Hz*/

190 12 18. PROC CHART.780 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 16.568 7 15. RUN.568 8 15.891 9 17.703 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 16. /*TESTE DE TUKEY*/ MEANS dose/TUKEY.432 7 16. RUN. RUN.203 12 15. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM.012 7 14. PROC PLOT DATA=ceratitis.544 10 17.271 10 14.215 . PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL.224 9 16.36 6 18.190 12 17. PROC MEANS.228 12 17. HBAR adultos.215 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ 12 16.228 11 16.868 8 16. MODEL adultos=dose/ss3.203 11 15.432 7 15. RUN. RUN. MEANS dose. VAR adultos. RUN. PROC PRINT DATA=saida.271 10 14.891 10 12. PLOT adultos*dose="*". VBAR adultos.808 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 15. . RUN.796 8 15. RUN.726 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 17. VAR adultos. VAR adultos.190 11 18. CLASS dose.808 8 10.808 9 17. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM.544 11 17.780 9 14. OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.215 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 15.

304 13.297 15.078 15. INPUT adultos@@. OUTPUT. Os resultados encontram-se na seção 4.568 12.544 15.868 16.544 17. 16.685 17.432 15. CLASS dose. página 59.203 17. página 61. .568 15.404 8.3.891 14.796 17.780 14. DATA a. END.271 14.345 16. .703 16. MODEL adultos=dose/ss3. RUN. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”.432 17. observed=response/N. MEANS dose/TUKEY.656 18.568 15. PROC GLM.190 18. 16.1. INPUT dose N response. RETURN.808 15.994 12.271 17.726 17. INFILE cards eof=eof. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação do teste de Tukey.827 14.4.842 16. eof:do dose=0 to 11 by 0. .012 15.2.619 15. DATALINES. DO rep = 1 TO 5.190 17.070 21.4.780 16.464 18.108 15.252 22.190 18.060 18.827 15.536 15.37 3.891 17.4.060 19.215 3. OUTPUT.918 21.215 16.827 15.224 12.1.5. DATA ceratitis.649 16. DO dose = 1 TO 12. END.985 16.660 16. OUTPUT. DATALINES.808 16.215 15.914 15.808 10.432 16.203 15. END.228 16.241 14.20.228 .918 23. Os resultados encontram-se na seção 4. Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação da análise de próbites para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”.

203 15.464 21.780 16.656 18.404 16.827 15.304 13.544 17.568 15.228 17.610 15.012 14.271 14.241 18. 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 16.536 15.190 18.918 21.38 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 7 7 7 7 7 8 8 8 8 8 9 9 9 9 9 10 10 10 10 10 11 11 11 11 11 .796 15.994 16.190 17.914 15.203 15.868 16.827 14.703 16.190 18.215 16.568 15.078 15.808 10.780 14.918 23.215 15.297 15.808 15.345 16.215 .891 12.660 12.808 17.685 17.640 15.228 16.432 17.544 17.842 16.891 17.827 15.568 12.432 15.060 18.432 16.271 14.726 17.108 8.224 16.985 16.060 19.070 16.252 22.

714 3 0.250 5 2. DATA ceratitis.286 2 10.39 PROC PROBIT log10. 1 2. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “morte prematura” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância dos dados para o parâmetro “morte prematura”. PLOT observed*dose prob*dose / OVERLAY FRAME CFRAME=ligr VAXIS=axis1 HAXIS=axis2 LEGEND=legend1.125 4 2.OUTPUT. RUN. página 67. Os resultados encontram-se na seção 4.000 4 3.500 3 7.419 /*FREQUENCIA ACUSTICA 5 2.4.000 3 0. TITLE 'SAIDA DA ANALISE DE PROBITES'. DATALINES.1. 3. TITLE 'PLOTAGEM DAS PROBABILIDADES'. OUTPUT out=B p=prob std=std xbeta=xbeta.222 1 3.500 3 15. RUN.286 2 4.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA 3 7. AXIS1 MINOR=none COLOR=black LABEL=(angle=90 ROTATE=0).066 1 3. Nos entomogramas das figuras 15 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 2 e 3. INPUT dose adultos.172 2 0. PROC GPLOT.419 DE 5 Hz*/ DE 10 Hz*/ DE 20 Hz*/ DE 40 Hz*/ .671 /*CONTROLE GERAL*/ 1 2.750 4 0. MODEL response/N=dose / lackfit inversecl itprint.375 /*FREQUENCIA ACUSTICA 4 3.750 4 1.000 2 4. AXIS2 MINOR=none COLOR=black.4 . LEGEND1 LABEL=none FRAME CFRAME=ligr CBORDER=black POSITION=center VALUE=(justifv=center).419 5 1.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA 2 0.968 5 2.452 5 0.870 1 3.6. MODEL response/N=dose / d=logistic inversecl.

PROC MEANS.143 10 4.308 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ 12 4.000 9 0.286 7 4.615 12 5. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM.292 6 1. PROC PLOT DATA=ceratitis. MEANS dose.143 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 2.932 6 3. HBAR adultos.615 12 2.000 8 3. RUN.863 6 2.308 11 3. PROC CHART.750 9 0.461 . RUN.143 7 2. OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.316 7 2.286 11 3. MODEL adultos=dose/ss3.286 10 0.40 6 0. VBAR adultos.308 12 3. PROC PRINT DATA=saida. PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL.461 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 4.250 8 5. VAR adultos. RUN. RUN.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 1. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM.857 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 60 Hz*/ 6 1. VAR adultos.769 12 2. VAR adultos.000 8 0.462 11 4.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 5. PLOT adultos*dose="*".000 9 20.428 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 2.286 8 5. /*TESTE DE TUKEY*/ .000 9 5.143 7 4.000 10 6.615 11 2. CLASS dose. RUN.000 10 4. RUN. RUN.

419 1.1. 2. RUN.769 2.750 1. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “má formação” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância dos dados para o parâmetro “má formação”.286 4.000 4. OUTPUT.308 3.461 4.615 2. PROC GLM.4.750 0.125 2.461 .932 3.308 3. MEANS dose/TUKEY.419 2.375 3.172 0.316 2.000 6. Os resultados encontram-se na seção 4. RUN. 3.6.286 10. MODEL adultos=dose/ss3. DO dose = 1 TO 12.4.292 1.286 0.143 2.066 3.714 0.462 4.500 15. END.41 MEANS dose/TUKEY.000 3. END.419 0.671 2.968 2.250 2.870 3.1.615 2.428 2.8. CLASS dose. DATA ceratitis.863 2. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “morte prematura” O programa a seguir foi desenvolvido para aplicação do teste de Tukey dos dados para o parâmetro “morte prematura”. DATALINES.308 4.286 4. Nos entomogramas das figuras 10 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 5 e 8.286 5.000 0.143 4.000 4.000 0.000 7.500 7.857 1.286 3.143 4.00 0.7. Os resultados encontram-se na seção 4.000 1.00 5.5 . página 76.615 5. DO rep = 1 TO 5.000 5.250 5. INPUT adultos@@.000 0. .750 0.452 0.222 3. página 74.143 2.000 20.000 3. 3.

003 1 1.000 2 3.OUTPUT.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 40 Hz*/ 5 0. INPUT dose adultos.875 4 2.000 2 0.500 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 0.000 3 0.000 2 3.000 3 0.544 6 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 0.000 8 0.214 8 1.000 10 2.000 9 0.003 1 1.000 9 0.214 8 5.000 7 0.783 7 1.071 10 2.813 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 Hz*/ 4 0.000 3 0.071 2 0.214 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 0.357 8 3.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 3.938 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ .000 7 0. DATALINES.250 5 0.000 4 2.000 10 3. 1 1.978 6 0.071 9 0.813 5 0.625 5 2.938 4 6.563 4 1.938 11 0.500 5 1.750 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 5 Hz*/ 2 0.143 10 1.587 6 0.750 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 Hz*/ 3 0.000 11 0.750 3 3.118 /*CONTROLE GERAL*/ 1 2.938 12 0.783 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 60 Hz*/ 6 2.42 DATA ceratitis.304 1 2.938 11 0.143 11 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 0.000 6 0.000 7 0.000 9 0.

DATALINES.783 2. HBAR adultos.003 1. VAR adultos. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM. PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL.071 0. PROC PRINT DATA=saida.4.000 0. RUN. INPUT adultos@@. RUN. DO rep = 1 TO 5.000 .750 0.000 12 0. PROC PLOT DATA=ceratitis. RUN.1.000 0.625 2.000 0.563 1. RUN. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM. RUN.003 1. PROC CHART.000 .118 2. PLOT adultos*dose="*".43 12 0. DO dose = 1 TO 12.000 2. END. OUTPUT.500 0.000 0.000 12 0.7.000 3.000 3.9.544 0. Os resultados encontram-se na seção 4.000 12 0.000 0. PROC MEANS.000 0. MEANS dose. /*TESTE DE TUKEY*/ MEANS dose/TUKEY.000 0.000 0.978 0. RUN. 1. VAR adultos. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “má formação” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação do teste de Tukey dos dados para o parâmetro “má formação”. END. RUN. 3.587 0.750 3.938 6.500 1. VBAR adultos.000 0. página 83.813 0.304 2.783 1. CLASS dose. DATA ceratitis. OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.750 0.250 0. RUN. VAR adultos.813 0.875 2. MODEL adultos=dose/ss3.

RUN. para melhor visualização. na página 85.071 0. Tratamento controle 5 Hz 10 Hz 20 Hz 40 Hz 60 Hz 80 Hz 1 kHz 2 kHz 10 kHz 15 kHz 20 kHz machos 42.000 3. PROC GLM.000 3.10 Análise do parâmetro “sexo” Distingue-se facilmente o macho da fêmea.44 0.8 % 56 % 52 % 41 % 53.4 % 51 % 35 % 40 % 44 % 51 % 43 % fêmeas 48. Os resultados em termos percentuais foram organizados na tabela 5 e geraram o gráfico da figura 40.000 0.4.000 3.55 % 36 % 43 % 47 % 45 % 48.000 2.000 0.2 % 6% 9.000 .214 0.000 0.214 5.938 0.000 0.143 0.000 2.938 0.4 % 43 % 55.000 0.143 1.214 0. 1.357 3. dois apêndices filiformes terminados em forma de espátula (GALLO et al.071 0.938 0.5 % indefinidos 8. CLASS dose.938 0.Porcentagem de machos e fêmeas observados nos experimentos de sonicação. MEANS dose/TUKEY. MODEL adultos=dose/ss3. 2002). TABELA 5 .2 % 4% 4% 8% 4% .. na fronte e entre os olhos. pois aquele possui.55 % 15 % 3% 8% 7% 6.000 0.89 % 49 % 54 % 45 % 48 % 45.000 0.

1.078 /* CONTROLE GERAL */ 0 20 15. eof:do dose=0 to 11 by 0.842 2 20 13.441 2 20 15. Experimentos com raios gama Os efeitos deletérios das radiações ionizantes sobre os seres vivos já são amplamente conhecidos.867 2 20 13. END. a radiação ionizante não representa o principal tratamento em estudo mas sua importância está em dois aspectos: fornecer dados para comparação com os tratamentos acústicos e permitir a verificação da ocorrência ou nãoocorrência de efeitos de interação entre tratamentos. OUTPUT.637 1 20 12.437 /* 5 Gray */ 1 20 9. conforme já explicado na introdução. acidentes nucleares e a II guerra mundial com todas as suas conseqüências.5.404 1 20 14. observed=response/N.619 0 20 15.287 2 20 13. que ocorreram ao longo do século XX.2 .914 0 20 15. RETURN.20. 3. página 85.447 /* 7. através de dados de experimentos intencionais. Neste trabalho. INPUT dose N response.45 3.985 0 20 16.755 . OUTPUT. Porém é o gráfico da figura 41.5. 0 20 16.228 1 20 11.5 Gray */ 2 20 15.020 1 20 12. Os resultados encontram-se na seção 4. que fornecerá a melhor base de comparação. INFILE cards eof=eof. página 91. Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação da análise de próbites para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” nos experimentos com radiação ionizante. DATALINES. DATA a.

000 /* 100 Gray */ 7 20 0.6.160 /* 10 Gray */ 3 20 15.901 4 20 7. RUN.46 3 20 13.000 5 20 0.000 9 20 0.000 6 20 0.000 7 20 0.000 8 20 0.000 /* 15 Gray */ 5 20 0. Experimentos de Interação: ondas acústicas e raios gama Tanto no tratamento irradiação como na sonicação temos energia depositada em tecidos biológicos. MODEL response/N=dose / d=logistic inversecl.000 7 20 0.827 5 20 0.000 . PLOT observed*dose prob*dose / OVERLAY FRAME CFRAME=ligr VAXIS=axis1 HAXIS=axis2 LEGEND=legend1.000 /* 50 Gray */ 6 20 0.000 8 20 0. MODEL response/N=dose / lackfit inversecl itprint. TITLE 'SAIDA DA ANALISE DE PROBITES'. OUTPUT out=B p=prob std=std xbeta=xbeta.864 /* 12.000 9 20 0.000 5 20 0.000 /* 200 Gray */ 9 20 0.5 Gray */ 4 20 11.000 6 20 0. RUN. PROC PROBIT log10. LEGEND1 LABEL=none FRAME CFRAME=ligr CBORDER=black POSITION=center VALUE=(justifv=center).852 4 20 7.000 7 20 0. AXIS1 MINOR=none COLOR=black LABEL=(angle=90 ROTATE=0). 3.000 5 20 0.000 6 20 0.000 7 20 0. PROC GPLOT.266 4 20 10.000 6 20 0.561 3 20 16.000 9 20 0. Este fato motiva as seguintes perguntas: Há interações entre os tratamentos ? Podem as ondas acústicas potencializar os .000 9 20 0. AXIS2 MINOR=none COLOR=black. TITLE 'PLOTAGEM DAS PROBABILIDADES'.901 4 20 13.000 8 20 0.055 3 20 14.573 3 20 10.000 /* 150 Gray */ 8 20 0.000 8 20 0.

a sonicação foi padronizado em 1 hora para todos os experimentos. por essa razão. 7.47 efeitos deletérios das radiações ionizantes ? Podem as ondas acústicas atenuar os efeitos deletérios das radiações ionizantes. O tempo.5 Gy .5 Gy. embora implicitamente ele seja fundamental. . A figura 26 mostra o entomograma de tratamentos interativos: radiação ionizante e ondas acústicas. não entrará na análise estatística como um terceiro tratamento. além do controle que não recebeu radiação. A análise gráfica de dados consegue fornecer tendências importantes sobre possíveis efeitos de interação entre tratamentos. O tempo entre a irradiação e FIGURA 26 – Entomograma de tratamentos interativos:10 Gy e 1kHz. por algum mecanismo ainda desconhecido? As doses de radiação ionizante empregadas foram de 5.0 Gy . Tratamentos combinados (radiação_tempo_sonicação) envolveram o transporte do material após a irradiação. do IPEN ao Instituto Biológico. 10 Gy e 12.

as freqüências acústicas designadas aqui como “dose”.48 4. Number of observations permite contar o número total de observações realizadas.1. RESULTADOS E DISCUSSÕES 4. Experimentos com ondas acústicas 4. ou seja. . nesta etapa do experimento igual a 60. 1. Class Level Information fornece informações à respeito das variáveis indicadas como classificatórias no comando CLASS. August 12.1. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 15:43 Tuesday. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 O programa SAS oferece uma fonte tipográfica chamada SAS monospace que foi utilizada para formatação de palavras do programa a fim de distingui-las e destacá-las ao longo do texto das discussões dos resultados. The GLM Procedure representa a indicação do procedimento que gerou o resultado.

3147823 Mean Square 12.4831620 F Value 3.02 Pr > F 0.0039 Dependent Variable:adultos fornece a variável resposta ou variável dependente obtida no experimento. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 12. a qual deve refletir as diferenças entre os níveis da variável independente. .02 Pr > F 0.49 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 137. DF representa os graus de liberdade para as doses utilizadas. Error representa a linha do quadro de análise de variância onde é computado o erro experimental. neste caso 11. As conclusões finais são tomadas com base na relação entre o efeito das doses e do erro experimental. a saber: Mean Square = 137.0039 R-Square 0.3147823 = 12. Model é a linha do quadro de análise de variância que mede o efeito de todos os componentes do modelo.4085296 335. O erro também é denominado resíduo.44323 Root MSE 2.4831620 4.3147823 198. a existência de efeito entre os tratamentos. através do teste F.033104 adultos Mean 16. August 12.409012 Coeff Var 12. Source (dose) são as linhas do quadro de análise de variância que testam.33903 Source dose DF 11 Type III SS 137.1335110 F Value 3. Mean Square é o quadrado médio calculado pela razão entre Type III SS e DF . 4831620 11 F Value ou valor F calculado é dado pela razão entre os quadrados médios de doses (tratamentos) e do resíduo conforme apresentado na tabela 3 na página 22. neste caso as freqüências acústicas.7233119 15:43 Tuesday.

7406000 15.4052000 16.2712000 16.02) é maior do que o F tabelado (também denominado valor crítico de F).58663278 0.0000000 14. Como o valor de F calculado (Fcalc = 3.8102000 0. encontramos o valor de F de 1.8270000 16.6104000 20.05] e encontramos o valor de F de 2.02 4. de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais. havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% para a variável “emergência de adultos perfeitos”.12688706 1. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 15:43 Tuesday.35881767 1.01] (STOCKBURGER. 2007).58901995 4. 2007 3 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 -----------adultos----------Mean Std Dev 16.4984000 17. Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos (numerador) e 48 graus de liberdade do resíduo (denominador). podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0.1335110 Pr > F fornece o nível de significância para rejeição da hipótese de nulidade H0.968 no nível de significância de 5% [ou 0.0176000 16. Type III SS é a soma de quadrados indicado para a análise de experimentos desbalanceados.1638000 15. Opta-se então por Ha.15451535 .97066504 1.01). a hipótese de nulidade deve ser rejeitada.596 no nível de significância de 1% [ou 0.32029190 1.50 F value = 12. 4831620 ≅ 3. August 12.23951793 0.0108000 15.28376134 3.60080630 1. Como o valor calculado pelo SAS é 0.72323288 2.7132000 15.46077606 1.05 e 0.0039 que é menor do que os níveis previamente definidos de α (0.

The SAS System Frequency 15:43 Tuesday.25 18. apresentando média.25 23.7228142 16.25 13. erro padrão e intervalo de confiança dos dados analisados.6902256 2.75 16. August 12. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas. August 12.3390333 5.75 21.75 11.3079563 15. desvio padrão. 2007 5 35 30 25 20 15 10 5 ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ˆ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 8. . variância.51 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 15:43 Tuesday.9552525 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ O programa SAS realiza a estatística descritiva básica.75 adultos Midpoint FIGURA 27 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS. 2007 4 Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 16.3854194 0.

75 ‚ ‚* ‚ ‚*** ‚ ‚******* ‚ ‚************************************* ‚ ‚******** ‚ ‚*** ‚ ‚* ‚ Šƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒ 5 10 15 20 25 30 35 Frequency 15:43 Tuesday.75 21. introduz na seqüência os valores em termos percentuais. onde se verifica que 61.75 16. 1977). Embora seja repetitivo com o gráfico anterior nesse aspecto. No gráfico da figura 28 de adults Midpoint versus Frequency verificamos a linha horizontal em destaque em frente ao valor 16. ou seja.67 FIGURA 28 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS. Isto reflete a adequação do modelo matemático empregado para a análise dos dados. levemente leptocúrtica.00 1. Percent 1. valor mais freqüente observado na coleção de dados.67 13. .33 5.00 93.67 6.25 13. Freq 1 4 11 48 56 59 60 Cum.67 61.52 O gráfico da figura 27 mostra a distribuição de freqüências e dá o destaque para a média geral das placas de todos os tratamentos para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” incluindo os controles e não para um tratamento específico. August 12.00 6 Freq 1 3 7 37 8 3 1 Percent 1.25.75 11. 2007 Cum.33 100.67 % de todas as placas estão próximos à média geral. Trata-se da moda.33 98. Podemos imaginar uma linha que passa pelo topo de todas as colunas desenhando uma curva simétrica. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas.00 11.25 18.33 80. ou seja.67 5. The SAS System adultos Midpoint 8.67 18. com achatamento menor do que aquele verificado em uma distribuição normal (NETO.25 23.

0700000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 16. Symbol used is '*'. 2007 dpadrao 2. August 12.3390 15:43 Tuesday. onde se observam as flutuações acima e abaixo da média.6490000 23. 2007 9 Plot of adultos*dose. adultos ‚ 24 ˆ ‚ ‚ * ‚ ‚ * 22 ˆ ‚ ‚ * ‚ ‚ 20 ˆ ‚ * ‚ ‚ ‚ * * * * 18 ˆ * ‚ * ‚ * * * * * ‚ * * * * * ‚* * * * * 16 ˆ* * * ‚* * * ‚ * * * ‚ * * ‚ * * 14 ˆ * ‚ ‚ ‚ * ‚ * 12 ˆ * ‚ ‚ ‚ * ‚ 10 ˆ ‚ ‚ ‚ * ‚ 8 ˆ ‚ Šˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 29 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS. .38542 8 The SAS System 15:43 Tuesday.3390333 2. 2007 7 N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 16.3854194 8.53 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 15:43 Tuesday. August 12. August 12.

partindo do número 16 do eixo y. no entanto não importa as razões casuais que fizeram tal fato tornarse único nas várias placas em observação.30795632 . 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 980. Na linha vertical que parte da dose 2 no eixo x. que fungou alterando as contagens. logo de imediato observamos um ponto de dispersão.0377894 16353.58165442 335. Ignorando-o e unindo verticalmente os quatro pontos restantes. desenham-se barras que oscilam para cima e para baixo na direção y. Podemos verificar que para a dose 5 (tratamento de 40 Hz) e dose 6 (tratamento de 60 Hz). porém em outras abordagens de análise.342 5. porém para as dose 5 e 6. uma placa e apenas ela. teremos a barra que corta o eixo x. A maioria das barras corta a linha horizontal da média. Esta análise pictórica dos dados exibe um efeito estimulador dos tratamentos 40 Hz e 60 Hz sobre a “emergência de adultos perfeitos” em relação ao controle.38541938 -0. Esses pontos de dispersão podem ser ignorados pois a causa que os produz é relacionada à variações do acaso. imaginando-se uma linha horizontal paralela ao eixo x. Ocorrem também pontos de dispersão. como por exemplo.723312 0. August 12. Esse resultado é observado várias vezes nessa pesquisa.5639 14. podemos dividir o conjunto de dados em dois grupos: contagens de insetos acima da média dos controles e abaixo da média dos controles. cujas características são o afastamento da média e o isolamento dos demais pontos do conjunto ao qual pertencem. que correspondem respectivamente aos tratamentos 40 Hz e 60 Hz. Também podemos observar pontos dispersos na linha vertical imaginária que parte da dose 4. Unindo-se verticalmente os asteriscos correspondentes para cada dose. The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 16.3390333 2.5995135 15:43 Tuesday.69022563 2.54 No gráfico da figura 29. o primeiro ponto superior e da dose 6 o primeiro ponto inferior. temos a maior concentração de pontos acima da média. podemos verificar uma oscilação positiva.

Os dados geraram um coeficiente de assimetria igual a -0.1957).288025 1.30350 15. indicando uma assimetria muito pequena para a esquerda. .1957).0600 O coeficiente denominado Kurtosis no trecho de programa exibido anteriormente.0050 <0.143992 0.0018 <0. O valor obtido de uma distribuição rigorosamente simétrica é zero (KENDALL . que é uma medida do achatamento da distribuição dos dados.0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0. Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 53.19000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 2.0100 <0.656452 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq 0. BUCKLAND .38542 5.0001 <.928962 0.0700 23. levemente achatada.0700 21. que não compromete o modelo utilizado na análise dos dados.33903 16. ou seja. O termo curtose foi introduzido por Karl Pearson em 1906.03779. representa a curtose (em português). Skewness mede a tendência de que os desvios sejam maiores em uma direção em relação à outra. mede a assimetria da curva.05633 30 915 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <. O valor de curtose de uma distribuição rigorosamente normal é 3 (KENDALL .79950 NOTE: The mode displayed is the smallest of 6 modes with a count of 3.42100 1. O valor obtido no experimento é 2. ou seja.55 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 16. Isto indica uma curva de distribuição levemente platicúrtica.69023 14.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% Estimate 23.0001 <. BUCKLAND .582.

O valor correspondente a 50% Median indica que 50% da população é menor que 16. O quantil 1 (Q1) indica que apenas 25% dos valores são menores que 15.2560 e 25% dos dados da amostra são maiores que este valor.070 Obs 22 21 25 24 19 Os extremos (Extreme Observations) são especialmente úteis na busca de valores digitados de maneira incorreta ou fora dos padrões esperados para a variável em estudo.060 22.4565. O quantil 3 (Q3) indica que 75% dos valores são menores que 17.304 12.4565 14.464 23.2560 16. também conhecido como mediana.56 Mode é a moda.649 10.0330 12. valor mais frequente na amostra. Extreme Observations -----Lowest----Value 8.868 12.3940 17.726 Obs 10 38 9 16 46 -----Highest---Value 19.6490 15:43 Tuesday.6490 8.060 21.3035 indivíduos e que o restante é maior.3035 15. August 12. The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Quantiles (Definition 5) Quantile 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% 1% 0% Min Estimate 18. Não inclui os valores médios mais representativos do conjunto de dados.2060 8. 2007 11 O quantil (Quantile) mais utilizado é o de 50%. .656 21.108 12.

1997). de caixa e de probabilidade normal são técnicas de análise exploratória de dados (DIAS. não há observações distantes da parte principal dos dados (sem outliers. abaixo do símbolo # está representado o número de vezes que o valor do ramo aparece no conjunto de . ou seja. pontos fora da curva). • Extensão da simetria na distribuição de valores. • Número e localização dos picos. que corresponde a média geral dos controles. No diagrama de ramos e folhas (Stem Leaf) busca-se uma representação visual informativa do conjunto de dados analisados. Por último. 11 e 9.57 Stem 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 Leaf 1 5 11 7 02235 222233388 012244447789999 0222366668888889 2557 8 137 9 6 ----+----+----+----+ # 1 1 2 1 5 9 15 16 4 1 3 1 1 Boxplot * 0 0 | | +-----+ *--+--* +-----+ | | 0 0 * Um gráfico de ramo e folhas. O diagrama cresce para dois picos nos ramos 16 e 15. Na coluna à direita do diagrama de ramo e folhas. 2006): • Indicação de um valor típico ou representativo. Há lacunas nos ramos 20. quando nos movemos para baixo e então declina. Um diagrama de ramo e folhas transmite informação sobre os seguintes aspectos dos dados (DEVORE. • Presença de lacunas nos dados. • Presença de valores fora da curva. mas o pico está centralizado na região dos ramos 15 e 16. O diagrama sugere que um valor típico ou representativo está na linha do ramo 15. • Extensão da dispersão ao redor do valor típico.como aconteceria se houvessem valores discrepantes. Seu formato não é perfeitamente simétrico.

. onde se observam a normalidade (+) e a dispersão dos dados (*). Os diagramas de caule e folha conduzem a impressões gerais sobre um conjunto de dados. 2007 12 FIGURA 30 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS.5+ * | * ++ | ** ++++ 20. logo à frente do ramo 17 indica que ele contém o quartil 3 (Q3).5+ ++***** | ****** | ********* 14. O Boxplot é usado para descrever as características mais proeminentes de conjuntos de dados. A cruzeta (+) na linha da mediana indica o posicionamento da média da amostra.5+ ++++ |+++ * | 8. possivelmente ocultando importantes informações sobre o mecanismo gerador dos dados. quarto inferior. August 12. a ordem em que as observações foram obtidas. O Boxplot tem base no seguinte resumo de números: menor valor observado. 2006). quarto superior e maior valor observado (DEVORE. (3) a extensão e a natureza de qualquer desvio em relação à simetria e (4) a identificação de outliers.5+ ++++ | ++*+ | +++**** 17. Trata-se portanto da freqüência de cada dado no grande conjunto deles. Essas características incluem (1) centro. Um diagrama de ramo e folhas não mostra. o valor 17 apareceu 9 vezes. mediana. observações que normalmente estão distantes da maior parte dos dados. no entanto.58 dados. The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Normal Probability Plot 23. Por exemplo. A linha horizontal tracejada do Boxplot.5+ * +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 15:43 Tuesday. a linha tracejada inferior a essa com uma cruzeta (+) no meio.5+ ****+++ | *+++ | +**+* 11. em frente ao ramo 16 contém a mediana dos dados e a linha horizontal tracejada mais inferior na frente do ramo 15 indica o quartil 1 (Q1). (2) dispersão.

August 12. August 12.1335110 F Value 3.44323 Root MSE 2.4831620 F Value 3.3147823 198.7233119 21:08 Tuesday.0039 .033104 adultos Mean 16.1.59 O gráfico da figura 30 mostra a dispersão dos dados (*) em relação à uma linha que representa a distribuição normal padrão (+). 4.2.02 Pr > F 0.4831620 4.0039 R-Square 0.02 Pr > F 0.409012 Coeff Var 12. 2007 7 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 137. Podemos observar a normalidade dos dados pela “nuvem” de pontos dos dois tipos que se agrupam ao longo de uma reta média crescente.4085296 335. 2007 8 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 12. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 21:08 Tuesday.3147823 Mean Square 12.33903 Source dose DF 11 Type III SS 137.

os tratamentos alocados em A diferem significativamente dos alocados em B.741 15. O valor de F calculado é 3. Tukey Grouping A A A A A A A A A A A Mean 20. No entanto diferem de uma letra para outra. que em geral as baixas freqüências.498 17.02.271 15.60 The SAS System The GLM Procedure 21:08 Tuesday.968 (STOCKBURGER. Os tratamentos com letras iguais A.4153 Means with the same letter are not significantly different. Sendo assim. duas a duas.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 4. Podemos observar.405 16. em dois grupos distintos A e B cujas diferenças são significativas ao nível de 5% pois Fcalc > Ftab.827 15. neste caso.000 15. com exceção de .164 16.133511 Critical Value of Studentized Range 4.810 16. 2007). B ou AB não diferem significativamente entre si.713 16.018 14. 2007 9 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate.85605 Minimum Significant Difference 4. August 12. Alpha 0.011 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 5 6 12 9 4 11 1 3 7 10 8 2 B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B O teste de Tukey compara as médias.610 16. classificando-as. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ. O valor de F tabelado para 11 graus de liberdade do numerador e 48 graus de liberdade do denominador corresponde a 1.

1.00042271 Log10(dose) -0.87781219 Algorithm converged. Resultados da análise de próbites no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.1018 0.85215 -512.98017 -512.66298949 287. representado pela dose 1 e alocado no grupo B.85121 Intercept 0 0.66298949 Log10(dose) 342. 4. September 16.R.208825842 0.5361 DF 9 9 Pr > ChiSq 0.85121 -512.3. 2007 Probit Procedure Iteration History for Parameter Estimates Iter 0 1 2 3 4 Ridge 0 0 0 0 0 Loglikelihood -707.01012 -514.2800443686 0. Goodness-of-Fit Tests Statistic Pearson Chi-Square L.6224 16.37611546 342.2826332971 0.6353538482 0.2826332971 Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.0565 . Chi-Square Value 14.000376086 Last Evaluation of the Negative of the Hessian Intercept Intercept Log10(dose) 501.61 10 Hz diferem significativamente do grupo controle.A response N 51 812.679 1020 56 NORMAL -512.635379199 0.6353538482 Log10(dose) 0 0.8512079 Last Evaluation of the Negative of the Gradient Intercept -0.5975570699 0.

30 0.1034 -3.62 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.7538 -122.5508 -4.10342 0.35 0.15 0.63535 0.02 0.4592 -5.53815354 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 2.07 0.8067 -3.2258 -4.0899 0.28263 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU -2.70 Log10(dose) -10.4790 -9.5577 -109.7652 -1.4990 -3.0001 Intercept 0.418486 SIGMA -2.418486 2.2531 -3.6347 -19.13648 37.2193 -6.1453 -2.0467 -4.3702 -3.7903 -189.9150 -5.7261 -79.45 0.8180 -62.6657 -138.8072 -151.6344 -4.3494 -169.03 0.9918 -6.1776 .7490 -7. September 16.20 0.7778 -178.2361 -3.08 0.0391 -1.65 0.0677 -7.40 0. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.04 0.5145 -8.4422 -8.919050 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.6989 -2.2479795 SIGMA 3.6113 -3.0812 -45.3516 -0.6926 -2.8034 -1.3824 -54.7444 4.9993 -3.55 0.10 0.5738 -0.4696 -7.60 0.5883 -146.8847 -0.06 0.01 0.0360 -0.7823 -5. fiducial limits will be calculated using a t value of 1.1444 -2.028728 -2.7593 -156. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.9155 -142.0384 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 0.25 0.6428 -3.05 0.6856 -98.3479 -28.7524 -162.96. September 16.50 0.5112 -1.5371 -70.6428 -88.7807 -37.2699 -1.3372 -0.2886 <.3926 95% Fiducial Limits -207.3439 -2.09 0.1000).2480 -1.9025 -8.8053 -0. 2007 Probit Procedure Response-Covariate Profile Response Levels Number of Covariate Values 2 11 Since the chi-square is small (p > 0.

1385 0.89293 382.215E-147 2.04450 0.31078E61 1.769E-170 1.97 0.09204 0.0004264 0.3442 2.37553 5.9795E-6 0.6508E-7 1.9736 3.30 0.621E-208 1.58E-152 1.85 0.95 0.94614E-6 0.4754 1.6675 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.5902E-10 1.9830 -9.8061 43.7234 2.19708 528.95 0.07 0.63 0.2300 81.062E-110 2.87887 38.92 0.6508 34.5866 1.3193E-11 3.1455E-63 8.03478E-8 1.35590 141.01 0.0000232 0.85025 96.99 dose 3.97 0.18681 220.99 0.91 0.01717 0.89167 68.09 0.78235E-8 3.70 0.40498 1.5561E-9 1.0587E-10 1.5593 38.05372 0.00203 0.00200 0.6981E70 4.473E-179 1.20398 9.09548E14 4.0002447 0.6346 70.33895 2492 8.3189E-29 3.62482E34 6.25 0.2863 2.61264E-9 8.0005583 0.65081E99 .4191 2.05 0.0007172 0.9031E-80 1.6931 54.91 0.93304E48 4.0000581 0.96 0.5718 3.1759 14.55 0.4737E-20 2.4956 2.60326 50. September 16.1498 2.6567 99.98 0.39192E-8 6.81302 1.85 0.20 0.99542E43 4.35 0.50 0.769E-123 2.0000788 0.15 0.3966 0.21607E-6 5.7298 1.0001561 0.08 0.74E-163 1.0185 5.25165E-9 3.7066 1.0001002 0.46006 0.8787E-89 2.94 0.0000281 0.0007156 0.93 0.03082 0.6568E-46 4.0003170 0.8989 3.00453 0.90716 941.60 0.80 0.75 0.2530 3.36792 26.65 0.35114 313.5826 2.9929 1.45 0.2763E-99 1.6433 61.4958 2.03 0.96 0.13029 149.02 0.26681 0.90 0.06 0.763E-139 2.98 0.4066 5.4907 30.50528 3.488E-38 2.2952E-55 1.0002276 0.00914 0.39915E38 2.668E-190 4.0806 0.80 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.47466 792.94155 3.01912E-7 1.04 0.159E-143 1.01334 1791 3730 8835 25501 104352 961605 95% Fiducial Limits 1.24708 193.4765 48.39851E54 4.53619E81 4.15656 0.5867 0.90 0.559E-157 2.10 0.5207E-71 4.40 0.92 0.00565 0.94 0.01573 0.13042 0.9462 4.75 0.9839 2.83672 29.47555E30 3.93 0.8379 1.

8252 -3.1804 -84.05 0.6486 -7.1151 -8. 2007 Probit Procedure Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.15 0.23561 33.6863 -121.0228 -6.17625 0.265884 SIGMA -1.06 0.5129 -95.20 Log10(dose) -11.64 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.03 0.0147 -149.02733 0.0793514 SIGMA 2.9755 4.1195 -109. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.8174 -4.8047 -162.8853 95% Fiducial Limits -183.5118 -8.2992 -3.09 0.744970 -1.1918 .1643 -3.6628 -126.10 0.0423 -2.5538 -4.01 0.3974 <.9007 -132.49406 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU -2.A response N 51 812. September 16.6231 -3.04 0.931632 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.1347 -139.5572 -2.3800 -9.0001 Intercept 0.4504 -3.7622 -6.02 0.8296951 Algorithm converged.0390 -7.3898 -5.1072 -113.679 1020 56 LOGISTIC -512.08 0.265884 0.0360 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 1.5902 -4. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.02403697 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 1. September 16.3821 -4.5266 -5.3149 -7.5791 -117.9565 -9.07 0.0699 -3.

95 0.1098 2.601E-96 4.12401 118.9444 -0.05 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.55 0.5603 2.9510 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.02 0.94 0.91 0.85 0.08 0.8740 3.2842 79.29875 401.50 0.45 0.20 0.6718E-10 3.00277 0.01289 0.7360 43.07E-110 6.4861 0.65 0.50122 0.9449E-16 3.4899 3.98146 363.0000130 0.1605 -0.93548E43 6.15 0.93 0.5189 -0.45 0.80 0.257E-140 2.84277E-8 9.99 dose 4.6256 -1.54116E49 1.76787 205.96 0.6035 2.0000498 0.92 0.25 0.0002382 0.3531 4.92 0.3030 -3.9743E-7 2.25 0.1488 0.2809E-29 5.77198E26 1.40 0.01 0.01129 233.0005021 0.61972 2.0742 12.333E-150 1.84751E34 5.93467 32.06 0.9564 5.35739 731.7943 -3.595E-114 3.97 0.7321 -0.8411 49.02368 0.8723E-55 2.22213 1433 3089 7591 22550 90448 627822 16647196 95% Fiducial Limits 1.4947 2.0001495 0.60 0.5709E-42 5.99 -4.9349 2.3138 2.96 0.31234 748.6732 -1.2213 -75.02122 0.00327 0.90 0.924E66 1.5179 1.2587 -0.8157 57.3304E-76 2.00126 0.8640 3.0489 -1.14103E-9 2.4775 -67.10 0.75 0.3855 -1.3000 -0.2330 -28.91 0.8897 -1.93 0.1052E-10 7.45431E79 8.95458 43.6921 -60.814E-118 7.6434 1.1627 100.24615E-8 4.85329 1.39406 5.059E-127 2.6623 -41.40 0.3644 0.8478E-36 1.1683E-12 1.50 0.70 0.6787 30.6213 -54.0001606 0.07 0.1443 0.30 0.98 0.3679 2.00833 0.09 0.99152 60.11366 0.4472 -35.30 0.1851 0.65 0.35 0.60 0.25132 2046 11191 2.32794 27.97 0.3919E-61 9.8803 4.72888E-7 2.568E-184 9.2666 38.80 0.0004653 0.14914 0.9972 1.3323 -2.2132E-23 5.18532 0.0794 -1.2829 -15.40925E12 4.4855 -2.94 0.174E-133 2. September 16.07716E-9 9.41780 86.0000415 0.95 0.98 0.53127 3.0761E-85 3.7266 1.08213 128.0000152 0.2259 -7.44559E38 6.0009072 0.0056 -47.3109 4.9331E100 .65 0.00643 0.0003545 0.4896E-8 1.12657E57 1.2818 34.8264 -0.0000851 0.0006850 0.04 0.0689 0.04116 0.75 0.30276 0.43213 1.1562 3.05512 0.70 0.06910 0.79386E-6 0.8925 -22.667E-163 7.03 0.0518 66.9134E30 1.2655E-8 1.35 0.636E-122 7.55 0.4315 2.0317E-68 2.3819 26.7812 1.1764E-48 3.40866 9.9000 -2.7978 7.56893E-6 0.85 0.90 0.

É possível verificar no gráfico que as ondas acústicas não provocam aumento de mortalidade na população em estudo. que sugere efeito estimulativo das ondas acústicas. A modelagem dos dados em termos de uma regressão de próbites mostrou-se inadequada para o efeito das ondas acústicas. Comparando-se o gráfico da análise de próbites da figura 31 para as ondas acústicas com o gráfico da figura 41 da análise de próbites para os raios gama. então a não existência de um limiar faz sentido e valores discretos e independentes de dose não gerarão necessariamente um mesmo efeito. Uma possível explicação é a de que tal limiar não exista para as ondas acústicas. na página 91. mesmo que sejam próximos.66 O comando PROBIT do SAS gera valores baseados na distribuição fiducial introduzida por Ronald A. fica fácil compreender o que ocorreu: Enquanto as radiações ionizantes apresentam um efeito deletério sobre a população. O objetivo desta distribuição é produzir uma listagem de valores dos parâmetros não conhecidos. verificar a tendência que o gráfico exibe. Na verdade a única finalidade desta tabela gerada no programa é a construção do gráfico da figura 31 onde efetivamente podemos verificar se os tratamentos provocam uma tendência nos dados. Não permite. portanto. porém muito diferente da típica curva sigmoidal de análise de próbites. O mais importante passo na análise de próbites é. extrair um limiar de dose para um certo efeito como o LD50. por exemplo. Notar que os valores de dose estão sempre situados entre os limites fiduciais. Se o mecanismo de interação entre ondas acústicas e células dos insetos tiver natureza de ressonância. Fiducial Limits é sinônimo de intervalo de confiança. como no exemplo físico dos diapasões. como acontece para radiações ionizantes e drogas químicas. O gráfico exibe uma reta média com inclinação positiva. No gráfico intitulado Plotagem das Probabilidades (figura 31) tem-se o valor de dose no eixo das abscissas e as probabilidades no eixo das ordenadas. pois trata-se do óbvio. mas isto não representa nenhuma importante informação. cujo efeito é cumulativo nos organismos. as ondas acústicas apresentam um efeito contrário. Fisher em 1930. . Na prática. extrapolando-os de modo que se assemelhem à teoria de intervalo de confiança. parâmetro conhecido na radiobiologia como a dose letal que mata 50 % da população em estudo.

2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 A descrição do significado de cada comando já foi realizada no item 4.67 1. 0 0. 8 0.1. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “morte prematura” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 01:02 Monday. indo-se diretamente para os resultados e sua interpretação. 4. 6 0. 2 1. 9 0. 7 0.1. 4 0 1 2 3 4 5 d ose ob ser ved E i m ed P oba l i t y V ue st at r bi al 6 7 8 9 10 11 FIGURA 31 – Gráfico da análise de próbites gerado pelo programa SAS para os vários níveis do tratamento sonicação. e não será repetida daqui por diante para os outros parâmetros. 1 1.4.1. . 5 0. August 18.

01] (STOCKBURGER. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 01:02 Monday. encontramos o valor de F igual a 1. Como o valor de F calculado (Fcalc = 0. 2007 3 N -----------adultos----------Mean Std Dev . August 18.0764585 F Value 0.74 Pr > F 0.68 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 97. 2007).50711 Root MSE 3. August 18. não havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% .74) é menor do que o F tabelado.596 no nível de significância de 1% [ou 0.8921106 12.89211063 F Value 0. A interpretação desse resultado parcial é compatível com os resultados gerais do experimento. em nenhuma freqüência. não alterando a porcentagem de mortes naturais ocorridas nessas populações.4832273 01:02 Monday.81321693 Mean Square 8. de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais.8132169 579. para a variável ou parâmetro “morte prematura”.6987 Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos [numerador] e 48 graus de liberdade do resíduo [denominador].74 Pr > F 0. As ondas acústicas não apresentam efeitos deletérios.492333 Source dose DF 11 Type III SS 97.05] e encontramos o valor de F igual a 2. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 8.144377 Coeff Var 99.475120 adultos Mean 3.968 no nível de significância de 5% [ou 0.6700104 677. sobre as populações de moscas observadas. Já a radiação ionizante aumenta a porcentagem de mortes com o aumento da dose chegando em 100% de mortalidade para 50 Gy. não podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0.6987 R-Square 0.

4827666 3.85720000 6.96508741 1. August 18.3677075 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Frequency ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 0 4 8 12 16 20 01:02 Monday.3886231 0.88507655 1.00020000 3. 2007 4 Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 3.17376944 2.44308899 0. .39145274 6.93540000 2.00000000 6.27073777 8.4374694 2.50417177 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 01:02 Monday.32582521 0.00020000 3.4923333 11.00000000 3.6169592 4.69 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 3. August 18.69220000 3.27495020 1.69220000 0.22823497 4.68394905 0. onde se observam as médias das placas para o parâmetro “morte prematura”.21583836 2.42860000 3. 2007 35 30 25 20 15 10 5 adultos Midpoint FIGURA 32 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS.25000000 1.05200000 3.00000000 2.

The SAS System adultos Midpoint 0 4 8 12 16 20 ‚ ‚**************** ‚ ‚************************************** ‚ ‚*** ‚ ‚* ‚ ‚* ‚ ‚* ‚ Šƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒ 5 10 15 20 25 30 35 Frequency 01:02 Monday.22 indivíduos. ou seja. nos controles. ou seja.33 5.67 FIGURA 33 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS.33% e sua frequência acumulada que é de 90 %.00 95. Podemos ver também a porcentagem do valor 4 que é de 63.33 100. Percent 26.67 98.4923333 3.00 6 Freq 16 38 3 1 1 1 Percent 26. Freq 16 54 57 58 59 60 Cum.67 90. August 18.3886231 0 20.67 1. Trata-se da moda.70 O gráfico da figura 32 mostra o valor mais freqüente 4 que representa a média das mortes prematuras com tratamentos acústicos. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas para o parâmetro “morte prematura”. No gráfico da figura 33 verificamos a linha horizontal em destaque na frente do valor 4. o valor mais freqüente observado na coleção de dados para o parâmetro “morte prematura” com os tratamentos acústicos.67 63.05 ± 0.00 1. Esse valor não difere significativamente da média de mortes prematuras nas placas. Não difere muito do valor da média dos controles que é 3.0000000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 01:02 Monday. 2007 Cum. 2007 7 .00 96. The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 3. August 18. sem os tratamentos acústicos.67 1.

5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ 15.22 indivíduos para o parâmetro “morte prematura”.38862 8 As figuras 34 e 35 mostram as flutuações dos valores em torno da média dos controles (3.0 ˆ * * * * * ‚ Šƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 34 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS. The SAS System Plot of adultos*dose.5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ * 10. August 18.22 indivíduos). onde se observam as flutuações acima e abaixo da média dos controles de 3.5 ˆ * * * * * * ‚ * * * ‚ * * ‚ * * * ‚ 0. respectivamente. 2007 9 adultos ‚ ‚ 20.71 The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 3.0 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ 7.0 ˆ * ‚ ‚ ‚ ‚ 12. as verificações da normalidade (+) e a dispersão dos dados (*) para o parâmetro “morte prematura”.5 ˆ * ‚ ‚ * ‚ * ‚ 5.0 ˆ * * ‚ * * * * * ‚ * * ‚ * * * * ‚ * 2. 2007 dpadrao 3. .49233 01:02 Monday.05 ± 0. 01:02 Monday. August 18. Symbol used is '*'.05 ± 0.0 ˆ * ‚ ‚ ‚ ‚ 17.

0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0.54 11.740176 0.4827666 10.00000 2.9680 1.38862311 2.56961 3.5897102 677.0050 <0.72 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 3. 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 209.38850 Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 7.0303457 01:02 Monday.534798 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq <0.26675 97.1070 6.0000 0.0001 <.0001 <0.43746936 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 3. August 18.000000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 3.76032328 1409.968000 0.483227 0.38862 11.0000 20.211522 0.0001 <.0000 .48277 20.0985 4.0100 <0.492333 2.2860 2.8975 0.0000 9.49233333 3.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% Estimate 20.983035 26 689 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <.

0000 0.500 10.0000 01:02 Monday. 2007 11 Extreme Observations ----Lowest---Value 0 0 0 0 0 Obs 49 43 41 39 15 -----Highest---Value 7.000 20.73 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Quantiles (Definition 5) Quantile 1% 0% Min Estimate 0. August 18.714 15.500 7.000 Obs 12 13 10 14 44 Stem 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Leaf 0 # 1 Boxplot * 0 1 * 7 1 0 55 4 00008 333333666 1223455588 11112333344479 012599 0000000089 ----+----+----+----+ 2 1 5 9 10 14 6 10 | | | +-----+ *--+--* | | +-----+ | .

5+ * +++ | +++ 8. August 18.5+ | +++ 10.5+ ******* | ****+ 0.5+ | * 14. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “morte prematura” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 21:34 Monday.5+ * | 18.5+ | 12.5+ +++ | +++* * 6.5+ * * ** ******+ +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 FIGURA 35 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS para verificação da normalidade (+) e dispersão (*) dos dados.1.74 The SAS System 01:02 Monday. 4.5+ | 16.5+ +++**** | +***** 2. 2007 2 .5+ +++ * | +++ **** 4. August 18.5. 2007 12 The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Normal Probability Plot 20. August 18. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations The SAS System 60 21:34 Monday.

935 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 9 3 2 12 11 10 1 7 8 4 6 5 .000 3. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ.000 3.74 Pr > F 0.429 3.4832273 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 8.000 2.81321693 Mean Square 8.89211063 F Value 0.74 Pr > F 0.5469 Means with the same letter are not significantly different.692 3.8921106 12. Alpha 0.8132169 579. August 18.250 2.0764585 F Value 0.692 3.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 12.50711 Root MSE 3.492333 Source dose DF 11 Type III SS 97. 2007 3 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate.6987 The SAS System The GLM Procedure 21:34 Monday.85605 Minimum Significant Difference 7.6987 R-Square 0.000 6.000 3.75 The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 97.144377 Coeff Var 99.052 1.6700104 677.475120 adultos Mean 3. Tukey Grouping A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A Mean 6.857 3.07646 Critical Value of Studentized Range 4.

4. A diferença das médias em termos de porcentagem.0083 Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos (numerador) e 48 graus de liberdade do resíduo (denominador).34160798 F Value 2. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “má formação” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 12:13 Thursday. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 47. é grande. 1997 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 4.174667 Source dose DF 11 Type III SS 47.72 Pr > F 0.1.6072 Root MSE 1.264026 adultos Mean 1.5977618 F Value 2. August 21. encontramos o valor de F igual .76 O teste Tukey não distingue diferenças importantes entre as populações estudadas para o parâmetro “morte prematura” com a aplicação dos tratamentos acústicos.6925656 124.6.3416080 1. Segundo o teste não há efeitos prejudiciais de nenhuma freqüência acústica em termos de aumentar a quantidade de mortes nas populações observadas.7576877 76.72 Pr > F 0. no entanto.383749 Coeff Var 107.75768773 Mean Square 4.0083 R-Square 0. August 21.4502533 12:13 Thursday.

01] (STOCKBURGER.57120000 0.30000000 2. 2007). Ocorre uma redução significativa de má formações nas populações em estudo com a aplicação dos tratamentos acústicos. August 21.00040000 0.67082039 2.13500000 0.71420000 0.18760000 0.79969400 0.49980000 1.968 no nível de significância de 5% [ou 0.13789471 1.75000000 3.77 a 1. podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0. 1997 3 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 -----------adultos----------Mean Std Dev 1. Como o valor de F calculado (Fcalc = 2.75890591 1.46754647 1.72) é maior do que o de F tabelado.22161029 0. August 21.51376376 0.56280000 0.00000000 1.08858414 0.50000000 0.5498490 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ .04582503 0.1093263 1.596 no nível de significância de 1% [ou 0. indicando possíveis propriedades restauradoras desses tratamentos. de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais.4523520 0.1874978 0. havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% para a variável “má formação”.1746667 2.87500000 1.41948635 The SAS System The MEANS Procedure 12:13 Thursday.00000000 1.05] e encontramos o valor de F igual a 2.67705098 2.7994844 1. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 12:13 Thursday. 2007 4 Analysis Variable : adultos Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 1.

0 1.2 2. O valor 0.4 3. August 21.50 ± 0.78 The SAS System Frequency 12:13 Thursday. 2007 5 ‚ ***** 25 ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** 20 ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** 15 ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** 10 ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** 5 ˆ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 0. O valor 1. . antes da aplicação dos tratamentos acústicos.47 indivíduos.6 4.2 representa a media dos controles de má formações nas placas.0 adultos Midpoint FIGURA 36 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS. onde se observam as médias das placas para o parâmetro “má formação”. O gráfico da figura 36 mostra a distribuição de freqüências para o parâmetro “má formação”. O valor da média dos controles é de 1.8 6.0 corresponde à média de má formações nas placas após a aplicação dos tratamentos acústicos. O gráfico revela que as ondas acústicas reduziram a quantidade de má formações nas populações comparadas.

67 98. August 21.33 28. Percent 43.00 1. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas para o parâmetro “má formação”.0.4 3.67 86. Trata-se da moda. 2007 dpadrao 1. August 21.6 4. The SAS System The MEANS Procedure 12:13 Thursday.33 15. em frente ao valor 0.45235 8 .33 100.5630000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 1.0 12:13 Thursday.8 6. valor mais freqüente observado após o tratamento com as ondas acústicas.1746667 1. 2007 Cum.00 10.00 6 Freq ‚ ‚**************************************************** ‚ ‚********************************** ‚ ‚****************** ‚ ‚************ ‚ ‚** ‚ ‚** ‚ Šƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆ 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 Frequency 26 17 9 6 1 1 Percent 43. 2007 7 Analysis Variable : adultos N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 1.4523520 0 6.33 71.33 % dos valores observados nas placas.17467 12:13 Thursday.79 The SAS System adultos Midpoint 0.67 1. Freq 26 43 52 58 59 60 Cum.0 1.67 FIGURA 37 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS. Podemos verificar que corresponde a 43.2 2. August 21. No gráfico da figura 37 verificamos a linha horizontal em destaque.67 96.

2007 9 Symbol used is '*'.80 As figuras 38 e 39 mostram as flutuações dos valores em torno da média dos controles (1. 12:13 Thursday. onde se observam as flutuações acima e abaixo da média dos controles de 1. adultos ‚ ‚ 7 ˆ ‚ ‚ ‚ * ‚ ‚ 6 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ * ‚ 5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ ‚ 4 ˆ ‚ * * ‚ ‚ ‚ ‚ * * 3 ˆ * ‚ * ‚ ‚ * * ‚ ‚ * 2 ˆ * ‚ * ‚ ‚ * ‚ * * ‚ * 1 ˆ * * * * * * * ‚ * * ‚ * * ‚ ‚ ‚ 0 ˆ * * * * * * * * * ‚ Šƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 38 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS. respectivamente.50 ± 0. The SAS System Plot of adultos*dose.47 indivíduos) e as verificações da normalidade (+) e dispersão dos dados (*) para o parâmetro “má formação”.50 ± 0.47 indivíduos para o parâmetro “má formação”. August 21. .

0001 <.0001 <.0000 0.860500 0.452352 1.450253 0.264961 17.00300 Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 6.8605 0.0050 <0.18749784 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 1.5630 3.5630 6.17466667 1.56300 2.10932633 2.65358 3.0000 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos 12:13 Thursday.10933 6.5 315 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <.81 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 1.000000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 1.6395 12:13 Thursday. 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 70. August 21.174667 0.0001 <0.24076 123.835554 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq <0.209314 0.48 2.2140 2.55189693 207.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% Estimate 6.0030 0.0000 0. August 21.45235 2.62647498 124.7500 3.0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0. 2007 11 .0100 <0.798965 0.

25+ * * ** ************* +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 FIGURA 39 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS para verificação da normalidade (+) e dispersão (*) dos dados.75+ * | | | * | +++ | +++ | **++ | **+*++ | **++ | ***+ | ++** | ++++*** | ++***** 0. .750 5.0000 0.0000 Extreme Observations ----Lowest---Value 0 0 0 0 0 Obs 60 59 58 57 53 ----Highest---Value 3. August 21.82 Quantiles (Definition 5) Quantile 1% 0% Min Estimate 0. 2007 12 Normal Probability Plot 6.563 Obs 46 10 11 38 18 Stem 6 6 5 5 4 4 3 3 2 2 1 1 0 0 Leaf 6 # 1 Boxplot 0 4 1 0 88 0222 5588 0011 59 0111123 6688899999 0000000000000000000000000 ----+----+----+----+----+ 2 4 4 4 2 7 10 25 | | | +-----+ | | | + | *-----* +-----+ The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos 12:13 Thursday.357 6.750 3.214 3.

2007 3 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate. August 22.597762 Critical Value of Studentized Range 4.264026 adultos Mean 1.34160798 F Value 2.6925656 124.7. August 22.1. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 4. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 47. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “má formação” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 10:40 Friday.6072 Root MSE 1. Alpha 0. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ.7451 Means with the same letter are not significantly different.383749 Coeff Var 107.7576877 76.0083 The SAS System The GLM Procedure 10:40 Friday.72 Pr > F 0.0083 R-Square 0.5977618 F Value 2.3416080 1.4502533 60 10:40 Friday.75768773 Mean Square 4.83 4.85605 Minimum Significant Difference 2.174667 Source dose DF 11 Type III SS 47. August 22.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 1.72 Pr > F 0. .

com a aplicação dos tratamentos acústicos.7500 0.3000 0.7142 1. A porcentagem de indefinidos não altera drasticamente essa relação entre machos e fêmeas no controle.1350 0.5712 1. não é possível concluir nada a respeito de possíveis efeitos sobre a emergência de machos ou fêmeas. No entanto.8. Já para freqüências baixas como 5 Hz.84 Tukey Grouping A A A A A A A A A A A A A A A A A A A Mean 3. mesmo que considerássemos os indivíduos sem sexo definido como machos.1876 0. pois temos uma situação semelhante ao controle. 10 Hz e 40 Hz. Podemos verificar que a porcentagem de emergência de fêmeas no controle é um pouco maior do que a verificada para machos.8750 0.0004 2.1.0000 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 4 8 10 2 1 6 5 3 11 7 12 9 B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B O teste Tukey gera dois grupos significativamente distintos A e B para o parâmetro “má formação”. . Resultados da análise do parâmetro “sexo” O gráfico da figura 40 foi elaborado com os dados da tabela 5.5628 0. para os tratamentos de 1kHz e 2 kHz a emergência de fêmeas é muito superior que a de machos.5000 1. embora a porcentagem de emergência de machos seja maior. mesmo levando-se em consideração os indivíduos com sexo indefinido. 4.4998 1.

6714 Intercept 0 0.85 Porcentagem % 60 machos fêmeas indefinidos 50 40 30 20 10 0 controle 5 Hz 10 Hz 20 Hz 40 Hz 60 Hz 80 Hz 1 kHz 2 kHz 10 kHz 15 kHz 20 kHz Tratamento acústico FIGURA 40 – Gráfico da porcentagem de emergência de machos e fêmeas observados.050465497 . September 29.90804 -369.96633 -369. 4.6716 -369.0962865677 1.8503343563 1. Resultados dos experimentos com raios gama SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.0621426809 1.050465497 -3. 2007 Probit Procedure Iteration History for Parameter Estimates Iter 0 1 2 3 4 5 Ridge 0 0 0 0 0 0 Loglikelihood -623.936846505 -3. 2.0954153407 1.047524923 -3.6714 -369.83246 -384.260524556 -2.0962865677 Log10(dose) 0 -2. para os diversos tratamentos acústicos.

A response N 45 253.36 will be used in computing fiducial limits. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.02377 3.0001 <.22363013 185.921 900 56 NORMAL -369.R.64783843 123.3209 225.6713992 Last Evaluation of the Negative of the Gradient Intercept 0.0001417095 Last Evaluation of the Negative of the Hessian Intercept Intercept Log10(dose) 364.0001) is not caused by systematic departure from the model.0660 Intercept 0.1083 DF 7 7 Pr > ChiSq <.64783843 Log10(dose) 185.332.0029 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 1.59630 1. Please check to be sure that the large chi-square (p < 0.0001 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.86 Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.3800 8.05047 . September 29.8782 0.0001610608 Log10(dose) 0. Goodness-of-Fit Tests Statistic Pearson Chi-Square L. Chi-Square Value 212.56554316 Algorithm converged. 2007 Probit Procedure Response-Covariate Profile Response Levels Number of Covariate Values 2 9 All variances and covariances have been multiplied by the heterogeneity factor H= 30. A t value of 2.09629 -3.

60 0.21437 2.12275 0.83410 2.70417 0.10123 -0.87616 -3.45 0.62655 -1.30317 0. September 29.44244 0.55316 0.64906 0.03 0.30460 1.06695 -0.53129 0.46019 0.06073 -0.92382 1.02 0.60662 0.01171 1.74157 -0.40049 -2.005551 SIGMA -0.73503 -2.14886 0.21452 -0.31819 0.011495 -0. September 29. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability dose 95% Fiducial Limits .50 0.40 0.03494 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.012104 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.40058 0.38340 0.08014 -0.54349 0.17983 -0.87 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU 0.86907 0.55876 -0.35 0.04215 -3.69915 0.25 0.33404 2.07361 -0.37069 -1.99 Log10(dose) 1.93857 0.65070 0.18748 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.96 0.17030 0.22087 -0.34327 0.52681 3.35938337 SIGMA 0.09866 0.24647 -3.13827 0.94776 3.58786 0.12200 1.24574 0.75 0.74251 0.27633 0.38526 -0.32781882 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 0.47362 0.04 0.80 0.42180 0.77950 0.23307 0.18872 0.20 0.10 0.57013 0.48570 0.06 0.93329 0.93534 -1.91 0.19745 0.95 0.85 0.62683 0.65 0.005551 0.07 0.98 0.15030 -0.23321 0.08841 0.51844 -3.81999 0.21972 0.59254 0.20501 0.97 0.39324 0.79891 0.80057 0.84318 0.29894 0.14327 -1.50016 0.15 0.35938 0.40324 95% Fiducial Limits 0.01 0.25718 -0.10789 2.92 0.55 0.81610 0.30816 -2.93 0.08 0.61144 -2.05 0.89860 0.56924 1.63528 0.30 0.01962 -0.03264 0.50090 -2.94 0.67426 0.72292 0.10208 2.09 0.90 0.31387 -0.92725 -2.70 0.08348 0.97594 0.12441 -0.58049 0.63358 2.47135 2.

88

0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99

13.24354 10.78055 9.46113 8.57613 7.91767 7.39720 6.96908 6.60682 6.29373 6.01866 5.00202 4.31800 3.80622 3.39853 3.05984 2.76972 2.51523 2.28762 2.08060 1.88943 1.71028 1.53984 1.37491 1.21195 1.04622 0.86949 0.83149 0.79209 0.75092 0.70746 0.66095 0.61020 0.55313 0.48543 0.39515

6.31782 5.52729 5.06028 4.72350 4.45715 4.23475 4.04226 3.87129 3.71645 3.57404 2.97592 2.47310 2.00990 1.57562 1.18469 0.85714 0.60136 0.41185 0.27621 0.18131 0.11605 0.07190 0.04259 0.02363 0.01182 0.00492 0.00398 0.00316 0.00245 0.00184 0.00133 0.00091 0.00057 0.00030 0.00011

3363.63570 1264.95586 682.49459 430.11185 296.04184 215.79678 163.81964 128.19933 102.73183 83.91143 37.08860 20.16494 12.55060 8.68104 6.54783 5.28347 4.47402 3.91327 3.49533 3.16343 2.88531 2.64119 2.41770 2.20429 1.99040 1.76092 1.71085 1.65851 1.60327 1.54425 1.48014 1.40884 1.32664 1.22576 1.08378

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES

20:00 Monday, September 29, 2007

Probit Procedure Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.A response N 45 253.921 900 56 LOGISTIC -374.1232046

Algorithm converged.

Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.21068 0.35797 86.1098 210.3968 <.0001 Intercept <.0001

Variable Intercept Log10(dose)

DF 1 1

Estimate 1.95504 -5.19237

89

Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU 0.37652156 SIGMA 0.1925901

Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 0.000427 -0.000140 SIGMA -0.000140 0.000176

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday, September 29, 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99 Log10(dose) 1.26150 1.12605 1.04598 0.98858 0.94359 0.90644 0.87469 0.84689 0.82210 0.79969 0.71059 0.64351 0.58810 0.53970 0.49574 0.45461 0.41517 0.37652 0.33787 0.29843 0.25730 0.21334 0.16494 0.10953 0.04245 -0.04664 -0.06906 -0.09385 -0.12165 -0.15340 -0.19055 -0.23554 -0.29294 -0.37300 -0.50845 95% Fiducial Limits 1.16833 1.04775 0.97621 0.92473 0.88425 0.85070 0.82193 0.79665 0.77401 0.75346 0.67079 0.60707 0.55308 0.50467 0.45963 0.41657 0.37453 0.33271 0.29038 0.24676 0.20090 0.15156 0.09694 0.03412 -0.04224 -0.14404 -0.16970 -0.19810 -0.22996 -0.26638 -0.30903 -0.36071 -0.42670 -0.51881 -0.67481 1.38192 1.22656 1.13499 1.06953 1.01836 0.97622 0.94031 0.90897 0.88110 0.85598 0.75714 0.68421 0.62533 0.57513 0.53062 0.48988 0.45158 0.41466 0.37826 0.34153 0.30360 0.26338 0.21940 0.16935 0.10905 0.02934 0.00933 -0.01277 -0.03753 -0.06579 -0.09883 -0.13881 -0.18975 -0.26074 -0.38069

90

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday, September 29, 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99 dose 18.25981 13.36742 11.11690 9.74055 8.78196 8.06195 7.49363 7.02900 6.63903 6.30500 5.13557 4.40056 3.87350 3.46500 3.13143 2.84846 2.60117 2.37970 2.17708 1.98808 1.80843 1.63433 1.46197 1.28687 1.10269 0.89817 0.85298 0.80566 0.75570 0.70243 0.64484 0.58138 0.50940 0.42364 0.31013 95% Fiducial Limits 14.73416 11.16214 9.46686 8.40881 7.66037 7.09092 6.63638 6.26103 5.94308 5.66840 4.68590 4.04641 3.57335 3.19649 2.88158 2.60959 2.36880 2.15135 1.95157 1.76506 1.58818 1.41763 1.25009 1.08174 0.90732 0.71773 0.67655 0.63373 0.58889 0.54152 0.49088 0.43580 0.37437 0.30282 0.21144 24.09438 16.84838 13.64564 11.73624 10.43174 9.46715 8.71594 8.10902 7.60506 7.17763 5.71665 4.83290 4.22019 3.75952 3.39327 3.08946 2.82864 2.59814 2.38923 2.19550 2.01186 1.83392 1.65729 1.47688 1.28544 1.06990 1.02173 0.97103 0.91720 0.85942 0.79647 0.72643 0.64602 0.54860 0.41621

DIEHL. 1995). Este fato já é amplamente conhecido (HALL. 1994 . Podemos verificar no gráfico da figura 41 a tendência de redução da população com o aumento da dose de radiação ionizante.91 FIGURA 41 – Gráfico de análise de próbites gerado pelo programa SAS para os vários níveis do tratamento irradiação. .

como já esperado. 3. Resultados dos experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama Os gráficos das figuras 42 à 49 demonstram uma tendência em deslocar a média de “emergência de adultos perfeitos” para cima ( para a direita no eixo das abscissas). Em alguns casos não desloca a média.06 0. porém em nenhum caso ocorre deslocamento da média de “emergência de adultos perfeitos” para baixo (para a esquerda no eixo das abscissas) após aplicação de tratamento acústico. Distribuição de Poisson P(y) 0. a radiação ionizante desloca a média do número de indivíduos da população para baixo devido a seus efeitos deletérios em relação ao controle.02 0. .00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 42 . quando são aplicados os tratamentos acústicos após a radiação ionizante.92 4.Distribuição de probabilidades de Poisson.10 controle 5 Gy 0.08 0.04 0. Na figura 42. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e o controle.

00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 43 . .10 controle 5 Gy + 60 Hz 0.08 0. Na figura 43.02 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima tornando-a indistinta do controle.Distribuição de probabilidades de Poisson. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy + 60 Hz e o controle.93 Distribuição de Poisson P(y) 0.04 0. como se a radiação ionizante não tivesse sido aplicada.06 0.

5 Gy + 60 Hz 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas depois da radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima. ou seja.02 0.94 Distribuição de Poisson P(y) 0.5 Gy + 60 Hz e o controle. .5 Gy que apresentaria efeito deletério deslocando o pico para baixo em relação ao controle.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 44 . para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7. leva o pico do gráfico para a direita no eixo das abscissas.10 controle 7.04 0.06 0. Na figura 44.08 0.Distribuição de probabilidades de Poisson. ao contrário do esperado para uma dose de 7.

as duas curvas deveriam ser coincidentes pois o único tratamento determinante seria a dose de 5 Gy.06 0.08 0. Na figura 45.04 0.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 45 .Distribuição de probabilidades de Poisson. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima. .10 5 Gy 5 Gy + 60 Hz 0.95 Distribuição de Poisson P(y) 0. Se as ondas acústicas não apresentassem nenhum efeito.02 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e 5 Gy + 60 Hz.

Na figura 46.5 Gy + 60 Hz 0.04 0.5 Gy e 7. .06 0.Distribuição de probabilidades de Poisson. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7.10 7.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 46 .5 Gy 7.08 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante provocam a mesma tendência observada na figura 45.5 Gy + 60 Hz.96 Distribuição de Poisson P(y) 0.02 0. deslocando para cima o número de indivíduos em relação ao tratamento irradiação com dose de 7.5 Gy.

os quais exibem sempre a mesma tendência já evidenciada nos gráficos das figuras 43 a 46.08 0.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 47 .97 Distribuição de Poisson P(y) 0. .06 0.10 5 Gy 60 Hz 0. As figuras 47 a 49 mostram gráficos comparativos.02 0.04 0.Distribuição de probabilidades de Poisson. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e 60 Hz.

5 Gy e 60 Hz.98 Distribuição de Poisson P(y) 0.02 0.5 Gy 60 Hz 0. .Distribuição de probabilidades de Poisson.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 48 .06 0.10 7.04 0.08 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7.

06 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy + 60 Hz e 60 Hz.99 Distribuição de Poisson P(y) 0.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 49 .04 0.02 0.08 0. .Distribuição de probabilidades de Poisson.10 60 Hz 5 Gy + 60 Hz 0.

podem apresentar propriedades estimuladoras sobre a emergência de uma população de moscas. . dependendo de sua freqüência. controle de ruído. construção de instrumentos musicais. embora haja estudos sob o ponto de vista de cada efeito separadamente.Em relação às ondas acústicas. . as baixas freqüências (da ordem de Hertz). dependendo de sua freqüência. Arquitetura e Fonoaudiologia. . podem apresentar propriedades restauradoras. capazes de reverter em certo grau os efeitos deletérios de baixas doses de radiação ionizante sobre uma população de moscas. CONCLUSÕES .Devemos rejeitar a hipótese de nulidade H0 e aceitar a hipótese alternativa Ha pois as médias dos tratamentos são significativamente diferentes para pelo menos um par de tratamentos. Embora a Acústica seja uma grande área do conhecimento humano.As ondas acústicas.As ondas acústicas. que mostraram-se praticamente inexistentes. pois não há na literatura científica estudos sob o ponto de vista da interação.O trabalho também é original em termos da comparação entre efeitos da radiação ionizante e das ondas acústicas sobre seres vivos.100 5.A originalidade deste trabalho tornou-se evidente a partir das pesquisas bibliográficas e levantamento de artigos em bases de dados internacionais sobre o tema. está predominantemente voltada para a indústria automobilística. apresentam maior efeito de estimulação nas moscas do que as altas freqüências (da ordem de quilohertz). . . .

.101 6. a fim de aumentar a produção das larvas. . SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS .Investigar a possibilidade de aplicar a sonicação em Biofábricas que produzem larvas para controle biológico no campo.Investigar a possibilidade de aplicar a sonicação no tratamento de radioacidentados.

Dissertação (mestrado) . 2 ed. COSTA NETO. copyright de 1975. Basel. . Acústica técnica.7 cm. . CAMPANHOLA.V.W. 127p. jan. S. R. 653p.77-79. Inc. Ilustração de Max H. W. 1973 color.E. 2004. BASEL. 300p. vol.. ARTHUR. CATALDO. 1982. Porto: Porto Editora. GREGORY. 510p. 1973. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda e Editora da Universidade de São Paulo. COSTA.H. Suiça: Ciba-Geigy Ltda. p. STORK. Princípios de biofísica. 1995. 112p.. 211-213. vol. Universidade de São Paulo.: Edgard Blücher Ltda. 407p.. Percepção de radiações ionizantes por insetos. 534p. F. 1391p..) Controle microbiano de insetos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CARNEIRO LEÃO. New Jersey: Prentice-Hall. M. APPOLINÁRIO.Centro de Energia Nuclear na Agricultura. São Paulo: Atlas. Série dicionários académicos. In: Dicionário etimológico e circunstanciado de biologia. Estatística. DELONG.M.L. 1977. 2003. São Paulo. E. S. ARTRÓPODES. p. 2 ed. p. D./jun. 20. p. 1980. 59. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico.A. ARTRÓPODE. 1ª ed.O. São Paulo: Editora Manole. Basle. F.13. (Coord. The Mediterranean fruit fly: Ceratitis capitata Wied. 1986. D. O Biológico. 1ª ed. C.L. 1993.3 cm x 28. 264p. BORROR. São Paulo: Editora Scipione Ltda. P. português-grego.B.C. The physics of sound.G. Introdução ao estudo dos insetos. M. 1969. M. SP: Editora Edgard Blücher Ltda. 383p. 898. Piracicaba. São Paulo. 2004. 1973.D.J. MILLER. 1997... 34. Controle de insetos-praga por radiações ionizantes. Radiation Botany. In: Dicionário grego-português.P. BERG. D.102 REFERÊNCIAS ALVES. A description of ultrasonically induced chromosomal anomalies in Vicia faba.

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