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LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 1 de 19
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1. Sinonímia: Hemograma. Mnemônico: HEM 2. Aplicabilidade: Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de hematologia do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Exame laboratorial de rotina para avaliação quantitativa e qualitativa dos elementos figurados do sangue. Sofre alterações significativas tanto nas doenças hematológicas quanto em doenças das mais variadas patogêneses, tendo, por isso, grande valor preditivo e diagnóstico. É composto pelos seguintes parâmetros: Contagem de eritrócitos, dosagem de hemoglobina, determinação do hematócrito, volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina corpuscular média (HCM), concentração hemoglobínica corpuscular média (CHCM) e amplitude de distribuição dos eritrócitos (RDW) que compõem o eritrograma; contagem de leucócitos e fórmula leucocitária que compõem o leucograma. 4. Principio do teste: O hemograma é realizado em equipamentos de automação total (Sysmex XE 2100) com reavaliação microscópica. O funcionamento e medidas realizadas baseiam-se na citometria de fluxo usando semicondutor laser, foco hidrodinâmico, impedância elétrica, SLS-método de detecção da hemoglobina (absorção espectrofotométrica), rádio freqüência, difusão direta e fluorescência direta. 5. Amostra: 5.1 Preparo do paciente: Sempre observar as orientações do médico assistente.

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 2 de 19 Apenas evitar colheitas de material após exercício físico (causa leucocitose) e nas duas horas que sucedem refeições fartas e ricas em gordura. As diferenças nas contagens do repouso à deambulação (aumento de 2 a 5% na hematimetria) e da manhã para a tarde (aumento na contagem de leucócitos), não apresentam significação clínica. Sempre observar as orientações do médico assistente. Vide POP-L4 – Coleta. 5.2 Tipo de amostra: Sangue total anticoagulado com EDTA K3 ou K2 (pó ou solução) na concentração final de 1,5 a 2,2 mg/ml.

.7 Amostras Inadequadas: Colhidas em frascos errados.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 3 de 19 5.4 Preservação e transporte: Transportar o material colhido a temperatura ambiente e dentro das normas de segurança legais. observando as recomendações do médico assistente. A etiqueta deve ser posicionada nos fracos de colheita a partir da tampa para o fundo em linha reta de forma que o código de barras fique visível e alinhado. Stromatolyser FB – Lise neutrófilos/basófilos: impedância e processo óptico (frasco de 5 l). As amostras são armazenadas em geladeira (número de patrimônio: 10939) por 48h após a realização do hemograma para confirmação de resultados.5 Identificação da amostra: Etiqueta com código de barras gerada pelo sistema de gerenciamento de dados do LAC (Sistema Esmeralda).3 Colheita: Observar as precauções universais para punção venosa. Stromatolyser NR – Lise e coloração eritroblastos: citometria de fluxo (frasco 1 l + 12ml). A amostra deve ser encaminhada ao laboratório o mais rápido possível. 6. Stromatolyser 4DS – Coloração leucócitos: citometria de fluxo (sache de 42ml). Usar seringa ou tubo a vácuo. Reagentes e materiais: Corantes: Solução de corante May-Grünwald-Giemsa.0ml. Tubos a vácuo contendo EDTA K3 (frascos de tampa roxa) com volume de aspiração preconizado (pediatria: 2.R.0 a 4. Amostras podem ser utilizadas. cefálica ou cefálica acessória). se assim solicitado.6 Estabilidade e armazenamento: A estabilidade da amostra colhida com EDTA K3 ou K2 é de 8h à temperatura ambiente e de 24h se refrigerada (2 a 8°C). mal identificadas. Corante panótico rápido. A colheita pode ser realizada a qualquer hora. Sulfolyser – Lise eritrócitos e complexo cromático hemoglobina: fotometria (frasco de 5 l). adultos: 3. cubital média. congeladas. para confirmação de resultados. Reagentes para automação: Cellpack – Solução de diluição: impedância e processo óptico (bombonas de 20 l). até 48h após a colheita desde que mantidas sob refrigeração (2 a 8°C). LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. coaguladas e em volume inadequado ao tubo usado. Stromatolyser IM – Leucócitos imaturos: impedância e processo óptico (bombonas 10 l). sem enrugamentos. Ret search II – Lise/coloração reticulócitos: difusão/fluorescência direta (frasco 1 l + 12ml). 5. Utilizar uma das veias da fossa antecubital (basílica. 5. 5. sendo ideal a realização do exame dentro de 6h após a colheita. Cellsheath – Solução de fluxo duplo: focagem hidrodinâmica (bombonas de 20 l). Stromatolyser 4DL – Lise eritrócitos: impedância e processo óptico (frasco de 5 l). 5.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.5ml).

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. salvo Sulfolyser que é de 90 dias. 9.3 Armazenamento: Temperatura ambiente e abrigo da luz solar. 6. Sysmex America. .2 Estabilidade: A estabilidade dos reagentes de automação é de 60 dias após a abertura e/ou instalação no equipamento. Calibração: A calibração dos equipamentos é realizada anualmente pelos técnicos da Sismex/Roche. O corante May-GrünwaldGiemsa em uso possui estabilidade de 24 horas e de 6 meses quando no frasco original. Amostras de pouco volume devem ser tratadas individualmente e seus resultados avaliados. Estação de dados e Impressora. volume. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Demais reagentes são produtos comerciais pronto para uso. Calibrador: X-Cal.R. Procedimento (passo a passo): • Preparação das amostras: Amostras de paciente: as amostras serão entregues no setor de hematologia (bancada de registro de material) provenientes do ambulatório. Vide POP-L14 – Sistema de informatização laboratorial. Para maiores detalhes vide POPE-H01 – Sysmex XE 2100. Inc. Avaliá-las quanto a identificação. postos de saúde comunitária. Inc. Cada equipamento é composto pelos seguintes módulos: analisador. Sismex America. coágulos e microcoágulos. Reagentes para calibração e controle de qualidade: Sangue controle: e-CHECK. 8. 6. Amostras mal identificadas devem retornar ao setor administrativo. exceto sangue controle e calibrador (em geladeira: 2 a 8°C).º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 4 de 19 Materiais: Lâminas: lâminas de vidro para microscopia. O corante panótico rápido em uso possui estabilidade de 7 dias e de 3 anos quando no frasco original. Unidade pneumática. uso “in vitro”. Equipamentos: Um equipamento de automação Sysmex XE 2100 (com contagem de reticulócitos) e dois equipamentos de automação Sysmex XE 2100 D (sem contagem de reticulócitos). sangue estabilizado para uso “in vitro. 7. HCR e HNSC). tamanho aproximado de 25 x 76 mm. para preparação dos corantes. Lâminas de vidro lapidadas nas quadro faces. devendo o auxiliar de laboratório providenciar sua nova colheita conforme rotina preconizada.1 Preparo: Vide Anexo-02 – Coloração de lâminas. 6. posição do rótulo. tamanho aproximado de 25 x 76 mm com uma das extremidades reduzidas (distensora). Amostras coaguladas serão rejeitadas incondicionalmente. emergência e hospitais (HCC.

3. Separar as amostras com os respectivos mapas de trabalho seguindo a prioridade estabelecida acima. HCR.n). se possível. VHS (somente para amostras realizadas no mesmo tubo do hemograma): numerar o rótulo do VSG com o mesmo número do hemograma. Teste de fragilidade osmótica: avisar o bioquímico responsável pela realização do exame para processá-lo após a realização do hemograma. no mapa de trabalho.. hospitais e ambulatório-postos de saúde comunitária). registrando seu número.2. Correr as amostras no modo sampler (tubo fechado). Utilizar-se dos equipamentos de automação previamente liberados para uso. Vide POP-H07 – Reticulócitos.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. numerando seqüencialmente. ambulatório e postos de saúde comunitária nos outros. Fazer a separação dos mapas priorizando: Emergência. devem ter tratamento prioritário: passar a amostra no equipamento de automação e o resultado diretamente a um bioquímico para triagem.R. Vide POPE-H01 – Sysmex XE 2100. Vide POP-H12 – Teste de fragilidade osmótica. atentar para que os códigos de barra fiquem voltados para frente (para leitura no equipamento).n e noturno: 1. Amostras com a solicitação de urgência. Observar.. . é diária e por turno (diurno: 1. caderno próprio. HCC.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 5 de 19 • Preparação dos mapas de trabalho: Retirar os mapas de trabalho conforme rotina preconizada (sistema esmeralda). separar o material. os tubos de amostras com os respectivos mapas de trabalho. colocar o rótulo numerado em um tubo (vazio) de automação para VSG e após a realização do hemograma processar o VSG. ficando assim assegurada a correta identificação numérica da próxima amostra. a existência de outra solicitação médica que não hemograma: Reticulócitos: separar o tubo para análise no equipamento de automação apropriado (Sysmex XE 2100 – Sysmex 2) ou processar o teste manualmente. Observar que a numeração é seqüencial e única para as amostras independentemente da origem. Amostras de pouco volume devem ser passadas no modo manual (tubo aberto). quando personalizadas.3. Anotar em. Caso apenas um dos equipamentos esteja habilitado passar as amostras na ordem de priorização (emergências. Utilizar os três equipamentos separando as amostras conforme a origem: emergência e hospitais preferencialmente no equipamento 2. identificar. Colocar os tubos já identificados nas racks do equipamento de automação. Vide POP-H11 – Velocidade de hemossedimentação. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.. Vide Anexo-03 – Critérios para triagem. Vide POP-H09 – Teste de falcização.2. nome do paciente e exames a realizar em caderno próprio para este fim.. Se não for possível a separação. Inicia em 1. Numerar o mapa de trabalho mesmo das amostras faltantes. o último número seqüencial utilizado. Teste de falcização: preparar a lâmina. • Corrida das amostras: Correr as racks com as amostras previamente identificadas e numeradas. Vide POPL14 – Sistema de informatização laboratorial. HNSC e ambulatório-postos de saúde comunitária. Passar os mapas de trabalho com os resultados ao bioquímico responsável pela triagem. e processá-lo.

corrigindo a contagem global de leucócitos se for o caso. Observar a forma. Os dados de controle de qualidade resultam na liberação dos equipamentos de automação e são revistos pelo responsável do setor e/ou laboratório. CAP (freqüência quadrimestral).GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.2 Externo: Controle PNCQ (freqüência mensal). Observar a existência de eritroblastos. granulações citoplasmáticas etc. dimensão. coloração e empilhamento dos eritrócitos. Usar objetiva de 50X de imersão ou 40X a seco. tintoriais e atípicas.1 Interno: Background. Corar as distensões sangüíneas. Vide POPE-H01 – Sysmex XE 2100. O equipamento de automação Sysmex II faz a distinção de eritroblastos se solicitado.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 6 de 19 Fazer distensões sangüíneas das amostras previamente marcadas na triagem realizada pelo bioquímico responsável. logo resultados provenientes desta automação não devem ter o número total de leucócitos corrigidos quando este parâmetro tiver sido solicitado e corretamente emitido. e-CHECK em três níveis (baixo. Fazer a fórmula leucocitária percorrendo a lâmina ao longo da distensão junto a borda lateral da cauda. Avaliar as plaquetas quanto ao número e morfologia independentemente de terem sido solicitadas ou não. e acrescentar as informações importantes diretamente na papeleta de resultados impressa pela equipamento de automação. Vide POPE-H01 – Sysmex XE 2100. Repetibilidade (freqüência semanal). limpas e secas a mesa de lâminas. Utilizar-se dos microscópios do setor (Olympus CX40). a objetiva de 100X de imersão deve ser reservada para avaliação de inclusões. 10. 10. Vide Anexo-01 – Confecção de lâminas. Controle de qualidade: 10. Avaliar a série vermelha focando campos da cauda da distensão onde os eritrócitos não se sobrepõem. Vide POPE-H01 – Sysmex XE 2100.R. Contar 100 leucócitos classificando-os. Atentar para características morfológicas. amostra do dia anterior (duas amostras normais) e reprodutibilidade (freqüência diária). . Vide Anexo-02 – Coloração de lâminas. se necessárias. método em ameia (iniciar a contagem na borda lateral penetrando no corpo da lâmina em movimento ziguezague) ou método em ameia modificado (contar dois campos perto e paralelos à borda da distensão. Após a avaliação microscópica fazer as alterações. contá-los separadamente dos leucócitos relacionando-os com 100 leucócitos. depois quatro campos em ângulo reto e dois campos paralelos à borda. Verificar se os dados numéricos do resultado fornecido pelos equipamentos de automação são comparáveis aos vistos ao microscópio. • Avaliação microscópica da amostra: (Bioquímicos) Examinar as lâminas das amostras selecionadas após coloração. utilizando-se dos históricos para hemograma. normal e alto). Passar as distensões coradas. Fazer a liberação dos resultados nos arquivos de interfaceamento ou diretamente no Sistema Esmeralda. Vide Anexo-04 – Históricos. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. e assim por diante).

18.1 Unidades: Os resultados são expressos em Unidades Internacionais padronizadas pelo Comitê Internacional de Estandardização em Hematologia.R. Valores de referência: Homem Mulher Hemácias em milhões/uL 4. Vide Valores de referência.36. sendo liberados diretamente em rede informatizada e interfaceada após conferência individualizada por profissional de nível superior habilitado. multiplicar os parâmetros acima por 10. 27.54. 11.2 Cálculos: Valor real da contagem global de leucócitos (WBC) em caso de presença de mais de 10 eritroblastos em 100 leucócitos: WBC = WBC(total) x 100 / (100 + n.4 Hematócrito em % 40. Média em fL 76. Alterações de resultados devem ser rubricadas. 11. Resultados: As informações contidas nos laudos de resultado resultam das medidas efetuadas no equipamento com alterações e informações acrescidas após avaliação microscópica da amostra. hematócrito e plaquetas pela diluição realizada com a amostra. 11. Resultados dentro dos limites de normalidade. Glob. Diluição de amostras: multiplicar os parâmetros: leucócitos. Vide POP-L12 – Valores críticos.5 .0 RDW 11. hemoglobina. hemácias. Resultados fora dos limites normais. Glob.0 . via interfaceamento.0 Hem.000 .GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.10.ex.3 Critérios de aceitação: Resultados cujas amostras foram preparadas rigorosamente dentro das condições estabelecidas.0 36. Os demais parâmetros do resultado não necessitam cálculos.8 Hemoglobina em g/dL 13.5.32.0 .: diluição 1:10 (uma parte de sangue + 9 partes de diluente Cellpack) .0 11. Resultados dentro de valores críticos (com risco de morte ao paciente) devem ser liberados após confirmação.96. Média em pg. de triagem ou com alarmes dos equipamentos de automação devem ser liberados após processamento e confirmação de resultados. p.000 6.6.5 .0 .0 C.5 -16. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. H.0 .º de eritroblastos em 100 leucócitos).000 .000 .47.0 Vol.0 .9 .16.5 . triagem e sem nenhum alarme dos equipamentos de automação podem ser liberadas diretamente em rede. Média em % 32. 12.0 Leucócitos : Adultos 4 a 7 anos 5. Glob.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 7 de 19 11.5 3. Estão expressos em formato aceito e consagrado internacionalmente. revisão e contato com o médico solicitante se possível.15.

Priorizar: Hematócrito: inferior a 15.500 .000/µ L. com partículas de referência estandardizada. Valores críticos: São resultados que podem comprometer a vida do paciente. 15.000.0.500 45 0 100 1. Eritrócitos (RBC) 0.0fL Plaquetas (PLT) 0. Volume corpuscular médio (MCV) 37. pelo fabricante.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.500.0-250.0-25.5 Segmentados 40 .0-197.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 8 de 19 8 a 12 anos % Promielócitos 0 Mielócitos 0 Metamielócitos 0 . Amostras cujos parâmetros ultrapassarem os limites de linearidade devem ser repassadas após diluição 1:5 ou 1:10 em diluente Cellpack.500 .0-2. 14.500 500 7. Devendo o médico assistente ser informado imediatamente. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.000 3. com sangue humano. O parâmetro MCV foi testado.R.10 Linfócitos 20 . Leucócitos: inferior a 1000 e superior a 100000.000/µ L Hemoglobina (HGB) 1.0-7. Pacientes com resultados já conhecidos não necessitam informação ao médico assistente.1 Bastões 1 .000/µ L.75 Eosinófilos 1 .000 uL(mm3) 45 1.000 600 200 1. Limitações do método: 15.6 Basófilos 0 Monócitos 2 . Vide POP-L12 – Valores críticos. Hemoglobina: inferior a 5. Linearidade: A linearidade dos resultados é variável conforme o parâmetro em estudo: Leucócitos (WBC) 0.0g/dl. os demais.1 Interferentes: • Ligados a amostra: 4.13.45 Plasmócitos 0 13.

Não deve ser usado para contagem de plaquetas. 17. Descartar resíduos . 16. Amostra de pouco volume: Pode causar hemo-diluição se o anticoagulante usado for líquido. acompanhamento de terapias medicamentosas.). Interpretação dos resultados: Exame de auxílio diagnóstico para doenças hematológicas e sistêmicas. Sangue anticoagulado com heparina: Não deve ser usado para o leucograma (variação significativa no número de linfócitos). Biossegurança: Usar equipamento de proteção individual (luvas. reações infecciosas e inflamatórias. entre outras patologias. Pode provocar erro de diluição por aspiração incorreta do equipamento de automação.R. Avaliação da distensão sangüínea ao microscópio sempre que os resultados estiverem fora dos limites de normalidade. Amostra lipêmica: interferência com hemoglobina (aumento). Proceder a desobstrução das câmaras conforme descrito no Manual on line. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Anotar no mapa de trabalho correspondente. Repetir o exame. Amostras hemolisadas: Os equipamentos de automação possuem mecanismos de compensação afim de minimizar erros. Entupimento nas câmaras de diluição: Resultados das contagens tendem a zero.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 9 de 19 Excesso de anticoagulante (EDTA): Causa desidratação dos eritrócitos (alterações morfológicas) e alteração para menos do hematócrito (Erro pouco significativo nos contadores eletrônicos). Interferência por indução eletromagnética: Resultados sempre com alarme (*). Providenciar nova colheita de material. neoplasias hematológicas. Repetir o exame. Na impossibilidade de nova colheita de material avisar o bioquímico responsável e anotar no mapa de trabalho correspondente. Fazer a descontaminação de bancadas e equipamentos conforme as normas de segurança do laboratório. Anotar no mapa de trabalho correspondente. Anotar no mapa de trabalho correspondente. óculos etc. Repetir o exame. Valores fora dos limites de referência podem indicar: anemias. Amostra com microcoágulos: Pode apresentar resultados errôneos por erro na diluição da amostra. Se usado imediatamente após a colheita as diferenças são pouco significativas.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. • Ligados ao equipamento de automação: Erro na homogeneização da amostra por falha no sistema: Apresenta resultados menores ou maiores dependendo da sedimentação do material. Nem sempre o resultado apresenta alarme o que prejudica a avaliação. Pode ser usado para o eritrograma. Anotar no mapa de trabalho correspondente. Falha na aspiração da amostra: Resultados sempre com alarme. Amostra coagulada: Rejeição incondicional dos resultados.

Vide Manual de biossegurança. estaduais e locais. 1997. . Hemograma: manual de interpretação. – Porto Alegre: Artes Médicas.R. 18. 1995. Anexo-03 – Critérios para triagem. Anexo-04 – Históricos. 3.ed. Renato.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. Barbara J. Células sangüíneas: um guia prático. Bibliografia: Bain. Failace. Anexo-02 – Coloração de lâminas. Operator’s manual XE-2100L/XE-2100D Main. – Porto Alegre: Artes Médicas. 19. Anexos: • • • • Anexo-01 – Confecção de lâminas.ed. Operator’s manual XE-2100L/XE2100D IPU e manual online.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 10 de 19 de acordo com as Boas Práticas de Laboratório e com as normas federais. 2. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.

2. 3. velocidade e gota menores. A confiabilidade das informações obtidas com o exame do esfregaço (distensão) sangüínea depende principalmente de distensões bem feitas e devidamente coradas. • Finalidade do exame: Importante na avaliação hematológica. Lápis dermográfico. Empurrar a lâmina distensora para frente a uma velocidade moderada e constante. a velocidade utilizada no espalhamento da gota de sangue ou o tamanho da gota. seca e isenta de pó e gordura e apoiada em uma superfície plana ( bancada de trabalho).GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. 4. uniforme e ser livre de estrias. Lâmina distensora (lâmina lapidada nas quatro faces.R. Secar a distensão ao ar por agitação ou por meio de um ventilador. A secagem lenta resulta em concentração de artefatos. Limpar a lâmina distensora utilizando uma gaze embebida em solução fisiológica. Deixar o sangue espalhar-se e completar o angulo formado entre as duas lâminas. Repetir o processo para todos os hemogramas solicitados. Técnica: Colocar uma gota ( 2 a 3 mm de diâmetro) de sangue devidamente homogeneizado (usando tubo de micro-hematócrito) aproximadamente a 1 cm do final de uma lâmina para microscopia limpa. As bordas devem ser livres. melhor é a distribuição individual das células na lâmina. até que a gota de sangue tenha sido espalhada em um filme moderadamente delgado. Para uma distensão mais delgada: ângulo. Método: Método de Cunha – Preparo da distensão com uso de duas lâminas de vidro para microscopia. Identificar as lâminas com número seqüencial do setor e com as iniciais do nome do paciente. 8. Deve possuir aparência regular. A espessura da distensão pode ser ajustada alterando-se o ângulo da lâmina distensora. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Puxar a lâmina distensora para traz até entrar em contato com a gota de sangue. 7. com uma área de transição gradual de uma parte à outra. Para uma distensão mais espessa: ângulo. usando lápis dermográfico. 6. Interpretação: A boa distensão deve ter uma porção espessa e uma porção delgada (cauda). Com o polegar e o indicador segurar o final (extremidade) da lâmina distensora com ângulo de 30 a 45 graus em frente a gota de sangue na lâmina descrita acima. Lâminas de vidro para microscopia. Nas distensões de espessura ótima ocorre uma distribuição uniforme e separação das células sangüíneas em direção a cauda. Tubos de micro-hematócrito. Quanto mais rápido o filme de sangue for secado ao ar. com as bordas recortadas a fim de torná-la ligeiramente mais estreita que as lâminas para microscopia). . 5. Observar para que o ângulo entre as lâminas seja mantido igual em todo o processo. velocidade e gota maiores. Reagentes / Materiais: Solução salina (soro fisiológico) para limpeza da lâmina distensora.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 11 de 19 Anexo-01 – Confecção de lâminas • • • • 1. uma para receber a distensão e outra chamada de lâmina distensora. ondas ou buracos.

Deixar atuar por 15 minutos. Mistura de eosinato de azul-de-metileno (May-Grünwald) e azur-eosina (Giemsa). 2. • Interpretação: Macroscopicamente uma distensão bem corada deve apresentar uma cor rosa-mate uniforme. Misturar os sais corantes com a glicerina. 10. Deixar atuar por 3 minutos.pronto para uso após filtragem”. homogeneizando constantemente.16 g 3. lavando-a com água. • Método: May-Grünwald-Giemsa. É a partir de uma lâmina apropriadamente corada que serão reconhecidos os elementos sangüíneos. Colocar a solução em um frasco plástico de 5 litros. 7. Lavar em água corrente. • Reagentes: Álcool metílico p. Observar para que. ou o corante • . (usar as etiquetas auto-colantes) Colocar a data de preparo e rubricar. 8. ao colocar a água. Limpar o verso da lâmina com gaze e álcool. Técnica de coloração: 1. 8. 6. Álcool metílico: 5 litros 5.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 12 de 19 Anexo-02 – Coloração de lâminas Finalidade do exame: Importante na avaliação hematológica.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. Deixar em banho-maria (56°C) por uma hora. o corante não escorra. Colocar água (não necessita ser tratada) sobre a lamina com o corante. Cobrir lâmina com a distensão sangüínea com a solução corante filtrada. 3. Anotar na ficha própria (controle de qualidade). 7. Filtrar apenas a quantidade necessária para uso. Esta solução é estável por até 12 meses deste que mantida ao abrigo da luz e hermeticamente fechada. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. 5. 6. a liberação ou não do corante para uso. • Preparo da solução corante: 1.3 ml 4. Deixar secar. Identificar o frasco: “Corante May-Grunwald-Giemsa .33 g 2. Corante May-Grünwald: 4. Homogeneizar o corante e a água. Método derivado do Romanowski. glicerina e sais corantes comerciais de May-Grünwald e Giemsa. 4. Fazer teste com o corante elaborado (corar algumas lâminas) afim de verificar sua eficácia. Distensões de cor vermelha intensa de eosina estão excessivamente ácidas. Fornece coloração a todos os elementos celulares.R. 9. uma distensão corada pode ser descorada cobrindo-se a lâmina com etanol. Corante Giemsa: 8. Glicerina: 33. Se necessário. Acrescentar o álcool metílico aos poucos.a. repetindo-se esta seqüência até que a coloração tenha desaparecido.

Grânulos específicos dos basófilos: púrpura-escuro. • Coloração característica: 1. Os grânulos dos eosinófilos coram-se de azul-escuro ou de cinza-escuro. os leucócitos são geralmente pálidos. . com grânulos eosinófilos de um vermelho brilhante. Quando coradas de cor púrpura-escura: coloração alcalina ou excessiva. Ajustar o pH da água se necessário. Citoplasma dos linfócitos: Azul. • Controle de qualidade: Corantes satisfatoriamente elaborados com sais de boa procedência proporcionam coloração dentro dos padrões aceitos. ou o corante agiu durante muito tempo. corantes filtrados que tenham sido utilizados pelo plantão noturno. Grânulos específicos dos eosinófilos: laranja 10. Os grânulos dos neutrófilos normais ficam excessivamente corados. Microscopicamente a apreciação de uma boa coloração é feita pela avaliação das plaquetas. Grânulos específicos dos neutrófilos. Corpos de Döhle: azul-acinzentado.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 13 de 19 atuou durante pouco tempo. 6. 4. Citoplasma dos monócitos: azul-acinzentado. É difícil distinguir os eritrócitos policromáticos dos normais. Estas devem apresentar-se azuladas com finas granulações azurófilas. simulando granulação tóxica. Distensões de cor cinza ou cinza azulada ou esverdeada estão muito alcalinas. PH da água muito baixo (ácido): os componentes basófilos não se coram adequadamente. 7. 5. Quando coradas de azul-pálido: coloração ácida ou insuficiente. Verificar no início da rotina e desprezar. Grânulos promielocíticos e bastões de Auer: vermelho-purpúreo. Citoplasma basófilo (rico em RNA): azul-escuro. 3. ou trocar o corante em uso. linfócitos e plaquetas: púrpura-claro ou rosa. PH da água muito alto (alcalino): captação excessiva do corante básico com excesso de coloração. • Interferentes: Presença de contaminantes (geralmente acido acético) no álcool metílico. Utilizar água com o pH adequado o que pode ser avaliado verificado-se a coloração da distensão macroscopicamente e microscopicamente conforme descrito acima. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. 8.R. Cromatina e corpos de Howell-Jolly: púrpura. 2. Eritrócitos: rosa. 9.

Avaliação/controle da solução corante : avaliar a coloração proporcionada macroscopicamente e microscopicamente segundo as características tintoriais caracterizadas no Anexo-02 do POP-H01 – Hemograma. a cada troca de bombona de corante. Data do controle Lib. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Informar. a qualidade da coloração proporcionada e ações tomadas em caso de coloração não satisfatória. Uso: Sim/Não Ação tomada Rubrica • Corante: data de produção .º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 14 de 19 CONTROLE DE QUALIDADE SOLUÇÕES CORANTES • CORANTE DE MAY-GRÜNWALD-GIEMSA : Solução corante produzida pelo Setor de Hematologia conforme técnica descrita no ANEXO-02 – Coloração de lâminas do POP-H01– Hemograma Volume produzido: bombonas de 5 litros. semanalmente ou sempre que necessário.R.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. Mergulhar e retirar a lâmina na solução 3 do corante panótico por 10 vezes consecutivas. • Método: Panótico Rápido. 2. . Coloração característica: idem ao método May-Grünwald-Giemsa. Vide bula do kit. 4.R. 3. Reagentes: Kit comercial contendo 3 frascos com 500ml cada (corantes: 1. Técnica de coloração: Mergulhar e retirar a lâmina na solução 1 do corante panótico por 5 vezes consecutivas. prontos para uso. Aguardar 5 segundos para escorrer o excesso de corante. 5. Deixar secar. 2 e 3). LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Lavar em água corrente. Repetir o mesmo procedimento na solução 2.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 15 de 19 • • • 1.

NRBC. 4 CHCM: inferior a 30 e superior a 35. Avaliar o gráfico de dispersão celular emitido pelo equipamento de automação para estabelecer provável desvio a esquerda. Turb/HGB. 5 RDW: superior a 18. 12 Plaquetas: inferior a 100000 e superior a 800000. células jovens. 11 Basófilos: superior a 2%. . 3 VCM: inferior a 70 e superior a 108.5. Quando for solicitado somente HB: a liberação pode ser realizada independentemente do valor. Hemoglobina: inferior a 10 e superior a 19. Imm Gran. RBC Agglut. granulócitos imaturos. 9 Monócitos: superior a 18%. Blasts. Iron Def. Abn Ly/Bl. 10 Eosinófilos: superior a 25%.R.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.5). RBC Lyse Res. HGB Defect. 7 Neutrófilos: superior a 80%. Atypical Ly. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n. Quando não for solicitado contagem de plaquetas: inferior a 70000. 6 Leucócitos: inferior a 3000 e superior a 14000. Fragments. PLT Clumps e PLT C(S). atipias e blastos e frente a flags: Left Shift.º: 4 Data da efetivação: POP: H01 Página 16 de 19 Anexo-03 – Critérios para triagem 1 2 Idade: inferior a 1 anos e superior a 85 anos. desde que avalie-se a correlação com o HT (CHCM entre 30 e 35. 8 Linfócitos: inferior a 10 e superior a 55%.

anisocitose 9+ Microcitose 9+ Hipocromia 9+ 003.macrocitose 3+ 034.hemácias fragmentadas (esquizócitos) 1+ 073.hemácias fragmentadas (esquizócitos) 3+ 081.restos celulares (raros) 252.plaquetas gigantes (algumas) 304.anisocitose 2+ 021.R.eliptócitos 1+ 102.eritroblastos: 999 em 100 leucócitos 161.Corpúsculos de Dohle (numerosos) 271.corpos de Howell-Jolly em várias hemácias 180.anomalia granulocítica de Pelger-Huet 280.eritroblastos (raros) 162.hipocromia 1+ 032.corpos de Howell-Jolly em numerosas hemácias 181.hemácias fragmentadas (esquizócitos) 2+ 082.Corpúsculos de Dohle (raros) 263.estomatócitos 3+ 151.acantócitos 3+ 143.hemácias em alvo (target cells) 3+ 091.restos celulares (alguns) 254.presença de crio-aglutininas 192.mononucleares atípicos (raros) 213.Corpúsculos de Dohle (alguns) 264.esferócitos (vários) 124.Anisocitose 3+ 023.macrocitose 2+ 065.linfócitos atípicos (numerosos) 206.mononucleares atípicos (vários) 221.hemácias em gota (dacriócitos) 2+ 103.pontilhado basófilo em várias hemácias 171.policromatocitose 2+ 031.anéis de Cabot 202.alguns macrócitos 072.corpos de Heinz 194.vacuolizações citoplasmáticas nos neutrófilos 2+ 242.restos celulares (vários) 262.acantócitos 2+ 141.presença de células linfomatosas 211.presença de células com núcleo clivado 212.hemácias em gota (dacriócitos) 1+ 093.hipocromia 3+ 043.mononucleares atípicos (alguns) 214.pecilocitose 3+ 053.plaquetas gigantes (várias) 311.anisocitose 9+ Microcitose 9+ Hipocromia 9+ 013.hemácias em alvo (target cells) 2+ 092.drepanócitos 3+ 123.algumas hemácias hipocromicas 054.Corpúsculos de Dohle (vários) 270.hipocromia 2+ 041.pontilhado basófilo em algumas hemácias 164.granulações tóxicas 2+ 231.linfócitos atípicos (raros) 203.diferencial prejudicado pela leucopenia 301.plaquetas dismórficas (várias) 320.drepanócitos 1+ 112. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.alguns micrócitos 064.vacuolizações citoplasmáticas nos neutrófilos 3+ 241.linfócitos atípicos (alguns) 204.eliptócitos 2+ 111.alguns macrócitos e micrócitos 071.neutrófilos hipersegmentados (alguns) 241.º: 4 Data da efetivação: POP n.neutrófilos hipersegmentados (vários) 251.hemácias em gota (dacriócitos) 3+ 101.aglutinação plaquetária .rouleaux acentuado sugestivo de disproteinemia 201.neutrófilos hipersegmentados (raros) 243.microcitose 2+ 061.corpúsculos de Pappeheimer (siderossomas) 195.linfócitos atípicos (vários) 205.º: H01 Página 17 de 19 Anexo-04 – Históricos 001.pecilocitose 2+ 051.mononucleares atípicos (numerosos) 223.esferócitos (raros) 122.999.restos celulares (numerosos) 261.policromatocitose 1+ 022.esferócitos (numerosos) 133.acantócitos 1+ 132.dupla população hemática 193.plaquetas dismórficas (raras) 313.auto-aglutinação sugestiva da presença de crio-aglutininas 190.presença de microcoágulos 333 (insere uma linha em branco editável) 002.policromatocitose 3+ 033.99 011.drepanócitos 2+ 121.corpos de Howell-Jolly em raras hemácias 173.granulações tóxicas 1+ 222.estomatócitos 1+ 142.pontilhado basófilo em raras hemácias 163.corpos de Howell-Jolly em algumas hemácias 174.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.hemácias em alvo (target cells) 1+ 083.eliptócitos 3+ 113.granulações tóxicas 3+ 232.microcitose 1+ 052.plaquetas dismórficas (numerosas) 330.pecilocitose 1+ 042.pontilhado basófilo em numerosas hemácias 172.esferócitos (alguns) 131.microcitose 3+ 063.plaquetas gigantes (raras) 303.sugestivo de anomalia granulocítica de Pelger-Huet 302.anisocitose 1+ 012.vacuolizações citoplasmáticas nos neutrófilos 1+ 233.neutrófilos hipersegmentados (numerosos) 253.plaquetas gigantes (numerosas) 312.plaquetas dismórficas (algumas) 314.estomatócitos 2+ 150.rouleaux 191.macrocitose 1+ 062.

361.º: 4 Data da efetivação: POP n.aparente trombocitopenia 350.plaquetas aparentemente normais em numero e morfologia 341.plaquetas normais.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. contagem prejudicada.nítida trombocitopenia 351.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.º: H01 Página 18 de 19 340.aparente trombocitose 360.nítida trombocitose 370 contagem de plaquetas prejudicada .

º: H01 Página 19 de 19 Informações: Atividades Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Liberado por: Desativado por: Distribuição: Local Responsável Dalton Kittler de Mello Márcia Henriques Xavier Raquel Arrieche Fernandes Andréa Cauduro de Castro Assinatura Data Ass.GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.º: 4 Data da efetivação: POP n.R.responsável Data/distribuição Data/recolhimento Revisões: Revisado por: Assinatura Data Desativado: Data:_______/_______/_______ Desativado por:_____________________________________________________________ Motivo:____________________________________________________________________ . LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.

º: 4 Data da efetivação: POP n. Antonio Marina Carniel Marques Mariza Rodrigues Marlene Casagranda Moema Tassoni Silva Osmaninho Maschmann Ralf Wagner Raquel Arrieche Fernandes Rosangela Silveira Santos Sônia Oliveira Fernandes Valéria Grazziotin Dexheimer Zuleida Garcia Abreu Assinatura: Data: __________________________________________________________________________ . compreendemos e seguiremos fielmente este procedimento: Nome: Adriane Turconi Severo Alessandra M. P. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – SETOR DE HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Procedimento Operacional Padrão SANGUE TOTAL Data da 1ª versão: 06/12/2002 Automação Sysmex XE 2100 Versão n.R. Amaral Màrcia Henriques Xavier Marigley F. Santos Janildes Camozzato José Dutra Inácio Leandro C.º: H01 Página 20 de 19 Conhecimento: Colaboradores devem ler e dar ciência (por escrito).GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C. Declaramos que lemos. Lemes Arno Neuhof Cíntia Cichowski Santos Dalton Kittler de Mello Elaine Catarina de Freitas Atarão Ellen Eunice Ludwig Fátima Bernardina S.

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