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Apostila Direito Tributario2-Exercicios

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Apostila do Curso de Direito Tributário Contendo questões já gabaritadas Contendo fichas-resumo

Atualizada até DEZEMBRO 2008. Prof. Jayro Tapajós

1º Capítulo: Conceito de Direito. Direito Público. Direito Tributário. Financiamento do Estado. Tributos. Quantos são os tributos atualmente, suas espécies e primeiras definições. A palavra direito assume diversas acepções, sempre em acordo com o contexto na qual a mesma é utilizada: Por exemplo: Quando alguém afirma – eu tenho direito a estacionar o meu veículo na melhor vaga do prédio, pois, pago pela mesma mediante ato contratual lícito está afirmando um direito subjetivo; se alguém considera tal vaga ao estacionamento um direito de ordem pública e contesta o direito contratual, o juiz ao dirimir a questão está aplicando o direito ao fato, logo direito positivo. Quando se está estudando normas tributárias aplicadas, por exemplo, legislação do imposto de importação, estamos nos referindo a um conjunto de normas que devem ser obedecidas na importação, logo direito objetivo, ou quando alguém sofre determinada injustiça, costumamos dizer que a ação não foi de direito, logo usando o termo no sentido de justiça. A elasticidade do termo e o estudo do Direito em si são tão abrangentes que exigem divisão de cunho didático, daí surgem as especificações do Direito, aqui entendido como ciência jurídica, ou seja, o Direito como sistema jurídico de normas, então teremos: o Direito Público, o Direito Tributário, entre tantos outros ramos do Direito. O Direito visa regular as diversas atividades de natureza humana, assegurando a convivência pacífica entre os seres humanos, para tal o mesmo se especializa em determinados segmentos. O Direito Público diz respeito à presença de interesse público relevante, assim nas relações jurídicas, onde se faz presente o interesse público como parte ativa ou passiva, estaremos diante de normas objetivas de Direito Público. Muitos autores, inclusive, classificam o próprio Direito Tributário como ramo do Direito Público, não significando, notem bem, qualquer grau de hierarquia entre os mesmos, mas vinculação, pois, o Direito Tributário, trata simplesmente das relações entre o Fisco (Estado, Nação) e o Contribuinte ( Pessoas físicas e jurídicas que estejam obrigadas a cumprir determinada obrigação em face da norma tributária vigente), logo, sendo uma das partes (Estado, Nação) de âmbito público, está o ramo tributário vinculado ao mesmo. Direito Tributário, portanto, é o ramo didaticamente autônomo do Direito que estuda as relações jurídicas entre o Estado e o Contribuinte, relativas a instituir, fiscalizar e arrecadar tributos. Sendo o Estado o pólo ativo e o contribuinte o pólo passivo. Assim, o Direito Tributário estuda uma das fontes de recursos das quais o Estado se nutre para fazer face às suas obrigações de Estado, logo, o objetivo do Direito Tributário é regulamentar juridicamente a ação de cobrança de tributos, não está o Direito Tributário preocupado em estudar o destino e o uso desses recursos, mas simplesmente a sua obtenção. O ramo do Direito que estuda o destino e uso desses recursos é o Direito Financeiro.

Segundo as fontes de recursos, as receitas estariam divididas em receitas originárias e derivadas. A primeira é originada dos serviços que o Estado presta ao cidadão, na forma de empresa privada, tal receita é oriunda de um preço a ser pago por ente privado, caso queira usufruir do serviço prestado pelo setor público. Por exemplo: O estádio de futebol pertence a Prefeitura a qual cobra pela cessão do mesmo aos clubes de futebol – aqui temos uma fonte originária de receitas. As receitas derivadas, como o próprio nome já indica, derivam do poder de polícia do Estado, o poder de impor normas que geram obrigação de pagar, fazer ou não fazer, em relação à cobrança de tributos. Exemplos: pagar o imposto de renda tanto pessoa física quanto jurídica; pagar o imposto de importação; pagar a taxa de esgoto; pagar a contribuição social; pagar determinada multa; pagar empréstimos compulsórios, nos casos especificados na lei; apresentar a declaração de imposto de renda anual (fazer), não rasurar os livros contábeis ( não fazer). Assim, enquanto, na obtenção de receita originária há uma relação contratual, na obtenção de receita derivada temos uma relação obrigacional determinada em lei, pois, não há tributo sem lei que o institua. Tributo O artigo 3º do Código Tributário Nacional diz: “tributo é toda prestação pecuniária compulsória – em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir – que não constitua sanção de ato ilícito – instituída em lei – e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.” Vejamos o significado de cada trecho da definição: a) prestação pecuniária compulsória – pagar obrigatoriamente em dinheiro; b) em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir – pagar em moeda corrente, atualmente há débitos em conta automáticos, pagamento por cheque, mas sempre garantido, que se reverterá em moeda corrente; c) que não constitua sanção de ato ilícito – não se refira ao pagamento de multas, sejam multas moratórias, sancionatórias, administrativas, pois, é multa a sanção do ato ilícito, logo multa não é tributo; d) instituída em lei – não existe tributo sem lei que o institua; e) cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada – cobrada através dos agentes (autoridades administrativas ) do fisco, seja municipal, estadual ou federal. Não tem a autoridade fiscal qualquer a possibilidade de estabelecer ato discricionário, por exemplo: escolher quem paga ou não determinado imposto e quanto deverá pagá-lo, o ato da autoridade administrativa é vinculado e será realizado exatamente na forma determinada em lei.

e cobrada mediante atividade plenamente vinculada à lei. taxas. Daqui surgia toda discussão doutrinária sobre conter três ou cinco espécies no conceito de tributo.O CONCEITO DE TRIBUTO OBEDECE A DOIS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS: O PRIMEIRO É O PRINCÍPIO FEDERATIVO E O SEGUNDO É O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE ESTRITA. f) Tributo: imposto. e) Tributo – prestação pecuniária. contribuições sociais e empréstimos compulsórios. em moeda corrente. o Direito em si é uno. O DIREITO TRIBUTÁRIO TRATA DAS RECEITAS DERIVADAS. c) Receita Originária – é um preço. mediante ato contratual com o setor público é denominada: a) b) c) d) Receita originária Receita derivada Receita objetiva Receita compulsória . O DIREITO TRIBUTÁRIO NÃO TRATA DAS RECEITAS CONTRATUAIS (ORIGINÁRIAS). compulsória. b) Direito Tributário – ramo didaticamente autônomo. d) Receita Derivada – é prestação obrigacional. Resumo: a) Direito – Possui larga acepção. que é gênero. Exercícios de Fixação: 1 . há uma lei. positivo (aplicação ao caso concreto) e no sentido de justiça. Tributos e suas espécies: Na Constituição Federal encontramos as espécies denominadas de impostos. foi recepcionado pela Constituição e definia as três primeiras espécies: impostos. contribuições de melhoria. tributo não é impor penalidade. objetivo (norma escrita). As receitas que derivam do patrimônio de particulares. empréstimos compulsórios. taxa. taxas e contribuições de melhoria. O Código Tributário Nacional. ORIUNDAS DOS TRIBUTOS E DAS MULTAS DE NATUREZA TRIBUTÁRIA E DEMAIS ACESSÓRIOS DA MESMA NATUREZA (JUROS DE MORA). Tal discussão se encontra hoje pacificada e objetivamente deverão ser consideradas as cinco espécies do gênero tributo. contribuições de melhoria. anterior a Constituição Federal atual. o entendimento da palavra dependerá do contexto no qual é utilizada: subjetivo (expectativa). fruto da Constituição anterior a de 1988. Portanto. há um contrato. contribuições sociais. logo 5 tipos. não é sanção de ato ilícito. tem vinculação ao direito público e aos demais ramos do direito. pois. instituída em lei.

a) b) c) d) prestação pecuniária compulsória em moeda instituída em lei cobrada mediante atividade plenamente vinculada inclusive a sanção por ato ilícito – multa 6. As receitas públicas que derivam do patrimônio de particulares. É receita derivada: a) b) c) d) multa preço emolumentos tarifas 4. Não faz parte do conceito de tributo. 7. O Direito Tributário não normatiza a) b) c) d) a forma de financiamento do Estado a partir das receitas derivadas a forma de financiamento do Estado a partir das multas tributárias a forma de financiamento do Estado a partir das receitas originárias a forma de financiamento do Estado e de suas receitas. despesa. É receita originária: a) b) c) d) imposto taxa de esgoto empréstimo compulsório renda de locação de espaço público 5. crédito e orçamento Receita originária . O Direito Financeiro estuda a a) b) c) d) Somente a despesa e a receita Somente a receita tributária Receita. mediante força de lei é denominada: a) b) c) d) Receita originária Receita derivada Receita objetiva Receita compulsória 3.2.

Em relação ao Direito como um todo. o que significa que o produto de sua arrecadação não pode estar vinculado a um programa de realizações específico. Ou seja. a lei que o instituir não pode vinculá-lo a uma despesa. relacionando-se com todos os demais ramos dada a unidade do Direito. 10. c) vincula-se apenas ao Direito Constitucional. Artigo 146 – inciso IV. possuindo metodologia própria de interpretação e estruturação. deveremos conhecer as especificações de cada espécie de tributo. não se relacionando com os demais ramos. . a quem compete a instituição de contribuição de melhoria. d) é considerado autônomo apenas do ponto de vista didático. 2º Capítulo: Os Tributos e suas especificações. e) relaciona-se com os demais ramos do Direito Público. por exemplo: A quem compete à instituição de impostos. O Direito Tributário estuda a a) b) c) d) Somente as receitas originárias As receitas originárias e as sanções As receitas derivadas e as sanções do ato ilícito Somente as receitas derivadas 9. destinada a diversas despesas e tal fato não significa vinculação. Classificações gerais. a quem compete à instituição de taxas.8. b) vincula-se apenas ao Direito Administrativo. via de seu artigo: a) b) c) d) Artigo 146 – inciso III. Obviamente a arrecadação de impostos será. Artigo 146 – inciso II. assim necessitamos conhecer as diferentes competências (divisão dos tributos e suas espécies). A partir do artigo 145 da Constituição Federal de 1988 encontramos a competência dos entes federados para instituição dos tributos. mediante a Lei Orçamentária. e quem tem competência para instituir contribuições sociais – quais são as contribuições denominadas como sociais. prescindindo totalmente dos diversos ramos do Direito Privado. a quem compete instituir empréstimos compulsórios. não se relacionando com os demais ramos. por exemplo: O imposto é receita não vinculada. O Fato Gerador. Além disso. Artigo 146 – inciso I. O CTN foi recepcionado pela Constituição Federal. o Direito Tributário (AFRF/1991): a) é totalmente independente dos demais ramos.

exercendo a sua competência cumulativa –o imposto de transmissão de bens imóveis (inter-vivos) e o imposto sobre serviços e o imposto sobre a propriedade territorial urbana. logo proveniente da transferência de bens de um morto – é imposto estadual e quando entre vivos é municipal. As taxas e as contribuições de melhoria poderão ser instituídas por qualquer das três esferas. inclui-se o próprio Distrito Federal. logo mediante lei complementar). imposto sobre operações financeiras e o imposto sobre grandes fortunas. aprovados por lei complementar. inclui-se o próprio Distrito Federal. de guerra externa ou sua iminência. No entanto. O que deve o Estado instituir? R – Entre os Estados. o imposto de transmissão quando se referir a espólio. há somente esta exceção e a citada entre parêntesis. O empréstimo compulsório é de competência especial e exclusiva da União. mais quantos forem no exercício da competência residual. PIS. decorrentes de calamidade pública. o imposto de importação. ou seja são 7 os impostos de competência privativa da União. As contribuições sociais ( INSS. bem como para atender a investimento público de caráter urgente e relevante interesse nacional. devido tanto por pessoas físicas quanto jurídicas e mais o imposto de renda na fonte. Atenção. com exceção da contribuição social para custeio previdenciário dos servidores dos estados e municípios (além da contribuição para iluminação pública – municípios e DF). PASEP.Princípio da anterioridade sujeita apenas a questão de investimento público. devendo ser instituído por lei complementar para atender a despesas extraordinárias. donde estão constitucionalmente autorizados a instituir tais contribuições previdenciárias todas as esferas de governo. a isto denomina-se de competência comum. O que deve o Município instituir? R – Entre os Municípios. o imposto sobre veículos automotores. CPMF) são de competência especial e exclusiva da União. o imposto de exportação. o chamado imposto de transmissão “causa mortis”. e deverão instituir os impostos denominados imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços ( ICMS). Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) e de . além do que deverão ser não-cumulativos. Ou seja. no município há imposto de transmissão. desde que. o imposto sobre produtos industrializados. mais os impostos e contribuições sociais residuais (competência residual. Nas demais contribuições – a de intervenção no domínio econômico (CIDE sobre combustíveis. Idem noventena.O que deve a União instituir? R – A união poderá instituir os impostos já previstos na Constituição Federal. desde que não tenham base de cálculo ou fato gerador igual aos já existentes e. só que denominado de bens imóveis e melhor para diferenciar da competência do estado – diz-se “inter vivos”. herança. imposto territorial rural. Os impostos previstos na esfera federal são: O imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. sendo uma receita vinculada a despesa que fundamentou sua instituição (Ver 150 III b) CF. pois.

07 impostos são de competência privativa da União. É entendimento doutrinário. diz-se que é não-vinculado. mediante lei complementar. são os mais usuais). de qualquer modo. 5 anos após cessada a guerra. Imposto residual – A União poderá instituir. uma vez que existem discussões doutrinárias sobre se é a própria lei que faz nascer uma obrigação tributária ou se tal ocorrência se daria objetivamente somente com a ocorrência do fato gerador. OAB. deve-se registrar que lei complementar exige maioria absoluta de votos do Congresso Nacional para a sua aprovação. mas com hipótese de instituição definida na Constituição Federal no artigo 154. para um exame da constitucionalidade da instituição de um determinado tributo. Falta falarmos dos impostos não nominados. Muitos autores denominam estas contribuições de parafiscais. Também. Lei complementar – necessidade de previsão legal e sujeita ao princípio da anterioridade mitigada (noventena). forma de apuração. pressuposto de fato. . A importância do fato gerador está justamente em determinar a natureza jurídica do tributo. tem-se que ter em mente a discussão sobre o seu fato gerador e tal disposição serve secundariamente a própria base de cálculo. podendo ter fatos geradores e base de cálculo igual aos já existentes e serão suprimidos gradativamente cessadas as causas de sua criação. Receita derivada. hipótese de incidência. (Ver arts. Imposto Extraordinário – A União poderá instituir por lei ordinária na iminência ou nos casos de guerra externa. fato imponível. portanto. CRM) a competência é especial e exclusiva da União. cabe conhecer os diversos termos pelos quais os estudiosos e juristas se referem ao fato gerador ( fato jurídico tributário. Atualmente o termo fato gerador está sendo substituído pelo termo fato jurídico tributário. No CTN. e 03 são de competência privativa do Município. há determinação que tal imposto se esgote. vinculado ou não vinculado. 03 são da competência privativa dos Estados e do DF. 146III e 150 I e III CF). sendo no inciso I – o chamado imposto residual e no inciso II – o chamado imposto extraordinário. onde o DF exerce a competência cumulativa.interesse das categorias econômicas e profissionais (Crea. no máximo. logo conhecer as características de cada tributo e suas especificações sói ser importante para a definição de sua instituição legal. impostos e contribuições sociais outras que não os definidos na própria Constituição desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos já discriminados na Constituição. RESUMO: Fato Gerador e suas especificações: Do imposto: O fato gerador dos impostos é uma situação que independe de uma contraprestação estatal específica em relação ao contribuinte.

tratando-se também de receita derivada e poderá ser instituída por qualquer das esferas governamentais – a chamada competência comum. d) – Todas são juridicamente inválidas. efetiva ou potencial. temos um exemplo tradicional: a taxa de lixo. Estados. tem base de cálculo igual a de impostos. Nota: A Constituição Federal de 1988 estabelece é proibido instituir taxa de expediente. Quanto ao poder de polícia se refere ao poder regulador e fiscalizador do Estado em proteção ao meioambiente e demais outros cuidados com o fito de proteger o interesse da coletividade em relação aos interesses individuais. logo concede a todos uma imunidade sobre tais taxas. de um serviço público (logo para utilizar é necessário que o serviço exista) e o segundo é o exercício regular do poder de polícia (logo que seja prestado com regularidade). bem determinada e o termo divisível se refere a possibilidade de individualizar os seus devedores. portanto. sem definição do fato gerador. tais serviços públicos – motivadores da cobrança de taxas – devem ser específicos e divisíveis. decorrente de obra pública. b) – Somente a taxa sobre o consumo de energia possui os critérios de individualidade e divisibilidade. tanto deverá ser satisfeita por quem gera lixo como por residentes de um determinado logradouro que não gerem lixo. Da contribuição de Melhoria: Na Constituição Federal artigo 145-III surge uma idéia inicial do que seja o fato gerador – A União. as demais são inconstitucionais. sendo de competência comum as esferas do governo. fato disposto na legislação tributária e por fim o . a taxa não poderá ter fato gerador e base de cálculo igual a de um imposto. Responda escolhendo a única correta: a) – A taxa de expediente é sempre constitucional. O termo específico se refere a uma utilidade pública específica. Exercícios de Fixação: 11. tal receita deverá se destinar a suprir as despesas com a prestação de tal serviço público. Logo diz-se que a taxa é receita vinculada.Da taxa: A taxa admite dois fatos geradores diferenciados. Nos artigos 81 e 82 do CTN vemos o complemento da idéia inicial – fato gerador é a valorização imobiliária decorrente de obra pública.Determinado município instituiu taxa de expediente a ser cobrada sobre todos os que buscassem informações no balcão da prefeitura. pois. portanto. uma vez que o serviço existe e está à disposição seja efetiva ou potencial. DF e Municípios poderão instituir contribuição de melhoria . Além disso. a única constitucionalmente aceita. primeiro a utilização. pois. Aqui alguns termos chamam a nossa atenção como: utilização efetiva ou potencial. tendo os limites – máximo individual (o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado) e limite – máximo total (A despesa total para a realização da obra pública). c) – Todas as três estão corretas em sua instituição e obedecem aos requisitos constitucionais necessários. Outro município criou taxa cujo fato gerador era o valor da prestação de serviço de bar e restaurante e um terceiro município instituiu a taxa de zoneamento e localização de açougues a ser cobrada sobre o valor do capital social registrado na junta comercial. Trata-se de receita vinculada para ressarcimento da despesa com a obra pública e receita derivada.

b) A taxa no caso presente é possível. e dos municípios. assim sendo não faz parte dos requisitos: a) – fixação prévia de prazo. pelo serviço efetivo da polícia é possível e constitucional instituir taxa a qual conviveria junto com os impostos. assim a taxa é juridicamente perfeita. d) A questão c estaria integralmente correta se retirasse a sua parte final (nem pelo efetivo). regulamentação prévia do processo administrativo de instrução e julgamento de impugnações. só usado por quem precisar. d) – somente as alternativas b e c estão corretas. . nem pelo efetivo. para impugnação. pois. não vinculada a qualquer atividade estatal específica em relação ao denominado contribuinte. em face de não se poder instituir receita vinculada a um serviço público obrigatório. caso ocorram e publicação prévia do memorial descritivo do projeto. b) – publicação prévia da delimitação da zona beneficiada. que taxas não podem ter como base de cálculo o capital social das empresas. pelos interessados. como exemplo: os serviços de segurança pública. é constitucional uma vez que sempre que for necessário poderá a polícia ser chamada a intervir. publicação prévia do orçamento do custo da obra. dos estados/DF. c) Não. posto que é um serviço potencialmente à disposição do cidadão. O Código Tributário Nacional estabelece. não inferior a quinze dias. tem a natureza jurídica de: a) b) c) d) – imposto – taxa – preço – contribuição parafiscal 14 – Alguns serviços públicos são notoriamente financiados pelos impostos. não é constitucional. Assim pergunta-se: É constitucional a instituição de taxa face o exercício potencial do poder de polícia? a) Sim. 12 – A Contribuição de Melhoria para sua instituição deverá atender a alguns requisitos.serviço prestado por bares e restaurantes já é tributado pelo ICMS e pelo ISS. logo. teria às feições de uma taxa de serviço. basta ter um telefone para contato. ainda. dos elementos informativos da obra. 13 – O tributo cuja obrigação tributária apresenta como fato gerador uma situação independente. donde se concluí que a polícia não precisa estar presente em todos os lugares o tempo todo. dentre eles temos: publicação prévia da delimitação da zona beneficiada. pois. c) – publicação prévia do orçamento do custo da obra. o qual já conta com fonte de financiamento própria no orçamento da união. portanto não se poderá instituir tal taxa nem pelo exercício potencial.

15 – Assinale a ERRADA: a) – Empréstimo compulsório é espécie do gênero tributo. 18 – Assinale a alternativa ERRADA no tocante a contribuição social: a) Alguns doutrinadores acreditaram inicialmente tratar-se de novo imposto. a do interesse de categorias profissionais e a de financiamento da seguridade social são específicas e de competência exclusiva. desde que seja instituído por lei complementar. b) Somente a CIDE é de competência exclusiva. atualmente pacificadores da questão. 16 – Dentre os tributos de competência privativa da União. se a hantavirose se propagar o Distrito Federal poderá criar um empréstimo compulsório para o combate ao rato. em determinadas circunstâncias. . seja a mesma instituída via lei ordinária. c) A contribuição previdenciária está sujeita a regra de anterioridade diferenciada em relação aos demais impostos. como por exemplo. ao interesse de categorias profissionais (OAB) ou para financiar a seguridade social (INSS). enquanto outros. c) – Empréstimo compulsório é receita derivada e vinculada ao fim para o qual foi instituído. logo. com as ressalvas constantes da Constituição Federal. d) – Serve para atender calamidades públicas. uma vez que a de seguridade social poderá ser instituída. c) Somente a de seguridade é de competência exclusiva. as contribuições. d) É de competência exclusiva tanto a CIDE quanto a do interesse de categorias profissionais. caso queiram os estados. se destinada a intervenção no domínio econômico – Cide. sendo todas receitas derivadas e vinculadas. pode-se afirmar que existe a competência exclusiva plena. d) Somente a lei complementar poderá instituir às contribuições por força de determinação constitucional. definiram como nova espécie do gênero tributo. portanto o tributo de competência exclusiva é: a) b) c) d) taxas preços impostos residuais contribuições especiais ou parafiscais 17 – Dentre as contribuições. b) Admite-se. ou de nova taxa. b) – A instituição do empréstimo compulsório é de competência exclusiva. mas há caso. o distrito federal e os municípios para fazer face as despesas com seus próprios servidores públicos. assim estaria integralmente correto afirmar: a) A CIDE. temos um de competência também exclusiva. ressalvado pela Constituição. precipuamente se houver ameaça iminente de guerra.

R _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 20 – Sobre o valor de “verdade” dos enunciados que seguem . definindo seus fatos geradores. ou seja. naquilo. É devido a tal fato que muitos autores de doutrinas tentam negar a sua condição de lei complementar.19 – Leia a frase abaixo e indique se concorda ou se discorda e porque concorda ou discorda: O Código Tributário Nacional é quem regula os tributos ora existentes. mas materialmente (conteúdo) é realmente uma lei complementar. a) b) c) d) Os três enunciados são falsos Os três são verdadeiros Verdadeiros o primeiro e o segundo. uma contribuição de melhoria. até mesmo porque formalmente a sua votação se deu por maioria simples – logo lei ordinária. assim veio a teoria da recepção integrá-lo no mundo jurídico. quando recepcionada pela CF de 1967. I – Os fatos geradores são figuras típicas dos tributos não vinculados. não compondo a estrutura impositiva das taxas. . que decorrem de um fato revelador de uma atividade estatal direta e especificamente dirigida ao contribuinte. mas foi aprovado antes da Constituição Federal de 1988. uma contribuição social ou um empréstimo compulsório é: a) b) c) d) a destinação de sua arrecadação. II – Taxa é um tributo não-vinculado que tem como base de cálculo uma grandeza dimensível de fato estranho a qualquer atividade estatal referida ao obrigado. sendo o terceiro verdadeiro. III – O traço característico que diferencia taxa da contribuição de melhoria é que esta última tem como pressuposto o fato de o produto de sua arrecadação ter destinação legal voltada à realização de obra pública que valoriza o imóvel do contribuinte. sendo o terceiro falso Falsos o primeiro e o segundo. a qualidade de seus contribuintes. que não contrarie a Constituição Federal. quem determina que tal tributo é um imposto. 21 – Quem define a natureza jurídica de um tributo. podemos afirmar (AFTN1994). uma taxa. obviamente. definindo os institutos de cada espécie do gênero tributos. o nome com o qual é instituído. seus sujeitos passivos. o fato gerador. precipuamente.

a calamidade pública e a investimentos urgentes. seguindo as determinações constitucionais: poderá ter base de cálculo e fato gerador igual aos já existentes e será criado mediante lei ordinária. d) Competência extraordinária – A competência extraordinária é só da União. b) Competência comum – A competência comum é jurisdicionada por todas as pessoas jurídicas de direito público ( União. f) Competência cumulativa – A competência cumulativa se refere. ICMS e IPVA) e os Municípios poderão instituir 03 impostos ( ITBI. os Estados/DF poderão instituir 03 impostos (ITD. a criação da contribuição de iluminação pública. regulamentando a Constituição Federal que o recepcionou. c) Competência residual – A competência residual é só da jurisdição da União. estadual/df e municipal. Resumo das Competências Constitucionais: a) Competência privativa – A competência privativa se refere somente à instituição de impostos de jurisdição federativa. IPTU e ISS). mas lei ordinária em sentido material. conforme determina a Constituição Federal de 1988.22 – Escolha. b) O CTN continua com força de lei ordinária. a) O CTN formalmente é lei ordinária. ou seja. modernamente. somente a União poderá criar o chamado imposto novo. qual está de acordo com a teoria da recepção das normas gerais contidas no Código Tributário Nacional – CTN (AFTN-1998). A União poderá instituir 07 impostos ( II. Municípios) e se refere a instituição de taxas e de contribuições de melhoria. Os empréstimos compulsórios. IPI e IGF). mas é revogável por lei ordinária. ser não-cumulativo e criado mediante Lei Complementar. A questão dos investimentos estará sujeito a observar os princípios constitucionais da noventena e o anterioridade. IE. assumirá a competência cumulativa para criar os tributos de competência municipal. que alguns autores também denominam de especiais ou parafiscais. e) Competência exclusiva – A competência exclusiva alguns doutrinadores também intitulam como especial. ou seja. . caso queiram e cabe aos Municípios. ainda. A competência é exclusiva da União. Estados/DF. para criar o empréstimo compulsório. o que não ocorre em relação à calamidade pública e a guerra ou sua iminência. das afirmações abaixo. uma vez que não possui municípios. As exceções são que compete aos Estados/DF e aos Municípios criar as contribuições de seguridade social de seus próprios funcionários. d) O CTN é lei complementar em sentido formal. se destinam a fazer frente a guerras ou a sua iminência. IOF. sem qualquer exceção. somente ao Distrito Federal. c) O CTN foi recebido como lei complementar. desde que cumpra os requisitos constitucionais determinados: Não ter base de cálculo e nem fato gerador igual aos já existentes. IR. A competência é exclusiva da União. em face da matéria que trata. mas tem exceções para criar as denominadas contribuições sociais. somente a União poderá criar o chamado imposto para fazer face a guerra ou a sua iminência. mas com força de lei complementar. ITR.

3º Capítulo: Princípios Constitucionais Falar de princípios é necessário formular a idéia de um Sistema. Princípios Constitucionais Gerais: a) Federativo b) Anterioridade ou Anualidade c) Noventena d) Legalidade e) Irretroatividade da lei f) Isonomia ou igualdade g) Uniformidade h) Publicidade Princípios Constitucionais Específicos: a) Proibição ao Confisco b) Proibir que tributos limitem o tráfego c) Proibir diferenças de tratamento tributário d) Não cumulatividade e) Seletividade em função da essencialidade f) Imunidade Objetiva g) Imunidade Subjetiva Assim precisamos conhecer os princípios e a sua aplicação em matéria tributária. tendo em mente que um sistema visará sempre dar equilíbrio e ordem a um todo organizado. deveríamos denominar o presente estudo de Sistema de Princípios Constitucionais e Tributários. veja-se que não há hierarquia entre eles. mas simples equilíbrio sistêmico. Há princípios de natureza nitidamente tributários e que se encontram marcados na Constituição Federal de 1988. pois. senão em virtude lei – compare-se com o da legalidade. logo. No artigo 5º. se precisamos obrigar a pagar tributos é fundamental que exista lei que obrigue ao seu pagamento. a sua importância para o funcionamento equilibrado do Sistema Tributário Nacional. o DF e os municípios. O princípio Federativo: Estabelecido no artigo 18 da Constituição Federal determina que a organização políticoadministrativa do Brasil compreenderá a União. assim como há princípios de aplicação geral e que têm de ser levados em consideração pelos próprios princípios ditos específicos. onde só existirá o tributo em virtude de lei. como por exemplo: Direitos e Garantias Individuais. assim em virtude deste princípio são os tributos divididos por competências privativas de cada . inciso II vamos encontrar a máxima: ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo. estabelecendo diretrizes básicas a serem devidamente consideradas. os Estados.

É a forma específica adotada pela Constituição Federal para concretizar o princípio axiológico da não-surpresa. já houve época em que para um tributo pudesse ser cobrado deveria estar previsto na lei orçamentária aprovada previamente ao início da cobrança de um determinado tributo. O que isto quer evitar é a publicação de leis tributárias ao final do exercício financeiro. Exceções ao princípio da Anterioridade (artigo 150 III “B” da CF/1988): a) b) c) d) e) f) g) h) i) imposto de importação. Assim não é possível cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. o exercício financeiro coincide com o ano civil (artigo 165 da CF/1988 e Lei nº 4320. O princípio da Noventena: Estabelecido também no artigo 150 da CF impõe mais uma limitação a todos os tributos. um tomar para si o que é da competência de outra esfera. a União instituir tributos da competência dos Estados. quando a maioria esmagadora de contribuintes pessoas físicas e jurídicas não terão tempo suficiente para planejar o ano tributário seguinte a partir das novas disposições tributárias.esfera federativa. artigo 34). No Brasil. a partir do momento que completar 90 dias da publicação da lei. sendo que já valiam para as contribuições sociais – esta permanece com a noventena. O princípio da Anterioridade: Estabelecido no artigo 150 da CF. por exemplo. Mas os demais tributos ficam sujeitos a dupla regra: Se a lei está em vigor em 2004 poderá ser cobrado em 2005. há menos que se esteja sob ameaça de guerra. ainda que tenham fato gerador e base de cálculo igual a um imposto estadual. CIDE-combustível. somente. contribuições para a seguridade social (somente observam a noventena). veda as três esferas de governo cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. quando a União. Assim temos que um tributo cuja lei vigora no ano de 2004. Muitos autores em função da articulação do termo exercício financeiro constante no artigo constitucional em estudo denominam o princípio também como – Anualidade – fruto dos estudiosos do Direito Financeiro e de materialidade orçamentária. imposto sobre operações financeiras imposto sobre produtos industrializados impostos extraordinários de guerra. imposto de exportação. não poderá. não podendo. poderá instituir impostos. ICMS unifásico – sobre a gasolina para restabelecer alíquotas. Visa garantir a constitucionalidade dos tributos que vierem a ser instituídos nas três esferas de governo. via lei ordinária. somente poderá ser cobrado em 2005. . empréstimos compulsórios em razão de guerra externa ou de calamidade. Ou seja. pois. os tributos obrigados a respeitar tal princípio somente poderão ser exigidos a partir do 91º dia da data da publicação da lei que os houver instituído ou aumentado. Portanto.

12. pois. caso não seja transformada em lei dentro do prazo previsto. registre-se que a Medida Provisória tem “status” de lei ordinária.Há outras exceções quanto à base de cálculo. O princípio da Legalidade Restrita: Como já bastante comentamos – é a obrigação da existência de lei para fins de instituição de tributos. segundo o interesse da Nação. com a condição de que esteja transformada em lei até o final do exercício civil na qual foi publicada. a exemplo do IPTU e do IPVA. Exceções aos princípios da Legalidade e da Anterioridade. Para sabermos qual a lei. iptu e ipva para definir a base de cálculo. ainda. 150. acrescente-se a CIDE e o próprio ICMS sobre combustíveis sujeitos a uma única incidência. temos mais o imposto de exportação.O Princípio da Noventena possuí outros designativos como princípio da anterioridade nonagesimal ou princípio da anterioridade mitigada. Registre-se. perderá então. todos os citados foram criados por lei. empréstimo compulsório para efeito de guerra e de calamidade. E quanto à anterioridade são tributos de natureza extrafiscal. inclusive da Noventena: As exceções que iremos listar. mas regular o mercado nacional. mas também quanto à diminuição de alíquotas. deste modo é possível a instituição de tributos mediante Medida Provisória. . que a CPMF se extinguiu em 31. Ocorrem tais exceções quanto ao aumento. isto quanto à questão da legalidade. o imposto sobre operações financeiras e até a tão atacada CPMF. imposto de guerra. a exemplo do imposto de importação (decreto do poder executivo) e do imposto sobre produtos industrializados IPI(decreto do poder executivo). uma vez que o prazo da Emenda Constitucional que a instituía não foi prorrogado pelo Poder Legislativo Federal. a eficácia. Em Direito Tributário. O prazo é uma condição prévia que visa garantir a obediência ao próprio princípio da anterioridade. a função precípua dos mesmos não é arrecadar. ou seja. em sua maioria são exceções aparentes. a qual previa a sua majoração mediante atos menores – decretos e portarias.2007. as quais poderão ser determinadas até o dia 31 de dezembro e já valerão a partir do primeiro dia do ano seguinte. III “C”): a) b) c) d) e) f) g) imposto de importação. no sentido formal legislativo. imposto sobre operações financeiras. imposto de exportação. imposto de renda. deverá ser a instituidora de tributos. Exceções ao princípio da Noventena ( art. fazemos a pesquisa da resposta na Constituição – é esta quem define se Lei Complementar ou Ordinária. Todas estas exceções são em relação ao aumento ou diminuição de alíquotas. cada autor trata o princípio por um de seus nomes já admitidos pela Doutrina.

sujeita a anterioridade. em detrimento de outro. nunca para trás. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. Alguns autores exercitam a dialética – isonomia é tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais – Aristóteles e. então somente para fatos geradores a contar do vigor da lei poderão ser cobrados tributos. obedecidas as demais determinações dos demais princípios. mas também. NÃO HÁ EXCEÇÕES REFERENTES A TRIBUTOS AO PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE. uma vez que muitas leis determinam a sua entrada em vigor no dia da própria publicação. HÁ. como ocorre. deixa claro que não se poderá confundir ato de tributação com concessão de incentivos fiscais. somente poderá haver a cobrança a partir de 1º de janeiro de 2005. Exemplo: Lei tratando de imposto de renda estabelece como fato gerador a aquisição de empréstimos entre irmãos. dificilmente alguém encontraria imperfeição em tal máxima: daí alguns outros princípios surgem na legislação ordinária de cada tributo como por exemplo: o princípio da proporcionalidade – cada um deve pagar segundo o seu poder aquisitivo. poderiam indicar na lei que sobre os seus rendimentos o tributo seria de menor montante e isto o princípio da isonomia não permite. A POSSIBILIDADE DA LEI TRIBUTÁRIA RETROAGIR EM ALGUNS CASOS QUE SERÃO VISTOS ADIANTE. O princípio da Irretroatividade Benigna: Publicada a lei. claro. admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões do País. vigorando na data de publicação. Visa dar garantia aos entes federados de que a tributação oriunda da União não prejudicará um Estado. um Município em detrimento de outro. de forma a não tornar o tributo de cobrança dita regressivaquanto mais ganha menos paga e vice-versa. ao Distrito Federal ou a Município. proibida qualquer distinção em razão da ocupação profissional ou função dos contribuintes. caso haja. Lei publicada em 01 de outubro de 2004. com a entrada em vigor decorrido o prazo denominado “Vacacio Legis”. os fatos geradores de 2004 para trás não poderão ser atingidos. títulos ou direitos. NO ENTANTO. por . O princípio da Uniformidade: O artigo 151 da Constituição Federal proíbe a União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado. Visa evitar que uma determinada classe de contribuintes seja privilegiada em detrimento de outras classes – por exemplo: a classe dos legisladores que são os que fazem as leis. artigo 150 fala em: é vedado instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. O princípio da Isonomia ou Igualdade: Aqui a Lei Constitucional.Mas notem a parte final do texto não se aplica aos tributos excepcionalizados de cumprir com o princípio constitucional da anterioridade. antes do vigor da lei.

valendo o princípio para a remuneração dos servidores federais. estaduais ou municipais. mediante suspensão de tributos federais para a Zona Franca de Manaus. O princípio da Vedação ao Confisco: No artigo 150 da Constituição Federal consta que é proibido a todos os entes federados utilizar tributo com efeito de confisco. no interesse público. até porque enquanto isenção é e sempre será um favor fiscal implicando em não . o qual poderá ser lavrado tanto nos livros da própria empresa quanto em termos avulsos. Todo tributo ao ser instituído deve levar em consideração a capacidade econômica do contribuinte-alvo daquele tributo específico. Tal princípio vem disposto nos incisos do artigo 151 da CF é diz: É vedado a União tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados. Não se deve confundir este princípio com o da Moratória. Exemplo: o fiscal faz. ficando cópia de igual teor com o fiscalizado. significa sim que no ato de instituição do tributo o mesmo não deverá ser tão elevado que resulte no efeito de um confisco patrimonial. o qual se insere no próprio Direito Público. dos Municípios. significando que os atos praticados pelas autoridades fiscais deverão ser públicos. esse é um princípio de tributação chamado de respeito à capacidade contributiva. a retenção de livros fiscais. ou seja. O princípio da não tributação de títulos estaduais e municipais acima da tributação dos próprios títulos federais. bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos. no entanto. Ocorre que não há determinação objetiva sobre o que representa um confisco. mas há algumas exceções previstas na própria CF – artigos 155 e 156. Ou seja. estaduais e municipais. portanto. em face do que deverá lavrar o termo de retenção de documentação fiscal. a União não poderá tributar de forma diferenciada a remuneração pela aplicação em títulos federais. onde definem que caberá a lei complementar – leia-se a União. em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes. fica tal princípio sujeito ao direito subjetivo de cada um alegá-lo e vê-lo por via judiciária garantido. do DF. devem ser devidamente formalizados todos os procedimentos de natureza tributária-fiscal. se houver confisco tal matéria deverá ser declarada pelo Poder Judiciário. Aqui fica claro que o princípio visa evitar que a União possa interferir na política tributária dos demais entes federativos. O princípio da não invasão de competências: Diz o artigo 151 no inciso III da CF é vedado a União instituir isenções de tributos da competência dos Estados. poderá ser excluído o ICMS e o ISS sobre determinados produtos e serviços.exemplo. pois. Não significa que a Administração Tributária não possa confiscar bens patrimoniais de determinado contribuinte para fazer valer o crédito tributário não pago. em relação ao Estado do Amazonas com a concessão de incentivos fiscais. DF ou dos Municípios. O princípio da Publicidade abrange o Direito Público de uma forma geral e ao Direito Tributário.

por exemplo. pois. além do Pis e do Pasep incidentes sobre a importação. bem como a Contribuição Social. de qualquer natureza. bem como aos lubrificantes e combustíveis em geral. previsão contida em diversos dispositivos constitucionais. em listagem bastante extensiva: Listagem de Imunidades: Imunidade quanto a pagamento de taxas: o direito a petição aos poderes públicos. Alguns autores confundem tal princípio e lhe denominam de princípio da essencialidade. o correto é princípio da seletividade. assim evita-se que determinado ente federado possa praticar alíquotas diferenciadas internas em razão da procedência ou destino de determinado produto. df e municípios. em razão de sua procedência ou destino. o ICMS. Imunidade da receita de exportação em relação às contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico. DF e Municípios estabelecer diferenças tributárias entre bens e serviços. denominada COFINS. enquanto os produtos alimentícios compostos pela cesta básica terão baixa ou nenhuma tributação. Era a chamada isenção heterônoma. exclusiva da União. Não incidência constitucional é o princípio denominado Imunidade: Determinadas mercadorias ou pessoas são imunes à tributação de determinados tributos. ao ouro ativo financeiro. O princípio da Seletividade: Tal princípio determinado no artigo 153 da Constituição Federal é obrigatório no tocante a sua observância para o IPI e será opcional a sua observância para o ICMS. a essencialidade é critério para avaliar a menor ou maior tributação. significa que uma mercadoria será tributada em função da essencialidade da mesma para a sociedade. a qual poderá estabelecer diferenças em razão de procedência ou destino de produtos na importação. Com a Emenda Constitucional recente. aos livros. se transformou em imunidade como sempre deveria ter sido.pagamento do tributo. conceder aos devedores dos estados. aos jornais e aos periódicos. O princípio da Não-cumulatividade: Atualmente serão não cumulativos os impostos sob a obediência ao princípio elencado no artigo 153 da CF e temos: o imposto sobre produtos industrializados. Sobre moratória a União poderá. Imunidade do IPI em relação à exportação. Veja que não há proibição expressa a União. a obtenção de certidões em repartições públicas. . desde que conceda aos seus próprios devedores. exportação e na fixação de alíquotas interestaduais do ICMS. O princípio da não-limitação ao tráfego: O artigo 152 da CF diz que é vedado aos Estados. a moratória será uma dilatação de prazo para que o pagamento do tributo seja efetuado. logo quanto mais essencial menor tributação e vice-versa. o cigarro sendo um produto nada essencial terá tributação elevada. o imposto próprio da competência residual.

2007. não se refere à taxa.12. A CPMF foi extinta em 31.É vedado instituir impostos sobre o patrimônio. II – que seja portadora do certificado e do registro de Entidade de Fins Filantrópicos. é a tal entidade que o princípio se destina. a idosos. Tal disposição é extensiva aos partidos políticos. não se refere a contribuição de melhoria. inclusive educacional ou de saúde. aos templos de qualquer culto e aos sindicatos de trabalhadores. portanto. é vedado a União. a menores. 150 da CF Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. não faz parte da mesma. desde que sejam impostos. Também são imunes transferências de imóveis efetivamente desapropriados para fins de reforma agrária. vamos nos deparar com a palavra isenção no dispositivo constitucional. temos outras imunidades. pois. pois. ao DF e aos Municípios instituir impostos sobre (veja bem a expressão aqui é impostos – Não é TRIBUTOS).Imunidade do ITR em relação a pequenas glebas rurais. excepcionais ou pessoas carentes. exploradas por proprietário que não possua outro imóvel. aos Estados. imunidade. sem fins lucrativos que atenda aos requisitos de lei. indicam o tributo para a qual se aplica. não se refere a contribuições parafiscais. a renda ou serviços. Assim não haverá como um ente federado cobrar imposto sobre a renda auferida por outro ente federado. Tem-se também a imunidade em relação a CPMF nos casos elencados no artigo 85 das Disposições Transitórias da CF. fornecido órgão responsável. Isenção é matéria reservada a lei infraconstitucional. As imunidades acima são bastante taxativas. entre outras que: não incidirá CPMF sobre contas abertas especialmente para serviços de compensação e de liquidação. extensiva às autarquias e ás fundações instituídas e mantidas pelo poder público. vinculada as suas finalidades essenciais. São os requisitos: I – que seja reconhecida como de utilidade pública federal. conforme abaixo: Imunidades subjetivas A imunidade recíproca – Art. também no tocante às suas finalidades essenciais. . estadual ou do DF ou Municipal. ou imposto estaremos diante da chamada não-incidência constitucional. III – promova efetivamente a assistência social beneficente. a renda ou serviços uns dos outros. são imunes a contribuição social as sociedades beneficientes de assistência social declaradas de utilidade pública. ou qualquer outro imposto sobre o patrimônio. A Imunidade Recíproca é também extensiva às entidades beneficentes de assistência social. é apenas uma construção não muito feliz do artigo constitucional. logo. uma vez que sempre onde a constituição determinar é vedado cobrar tributo. aquisição de ações em bolsa. logo somente se refere a impostos. onde se vê. Muitas vezes ao estudarmos tais imunidades constitucionais.

instituidores ou benfeitores. relatório circunstanciado de suas atividades. assim limitando a competência dos entes federativos. anualmente ao órgão do INSS competente. conselheiros. Os princípios estudados foram: Federativo – O Brasil é uma República Federativa. outros vedando as três esferas de governo. Empresas Privadas Autarquias e Fundações Públicas Entidades Beneficentes de Assistência Social Artigo 150VI letra “c” e Artigo 195 parágrafo 7º Impostos s/ Contribuições Taxas e Outros patrimônio. dos Estados. remuneração e não usufruam vantagens ou benefícios a qualquer título. Seguridade Contribuições Tributos renda e Social de Melhoria serviços SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM NÃO NÃO (só recolhe o valor retido dos empregados). Quadro Resumo da Tributação: Tipo de Base CF/88 Organização Empresas Artigo 150 Públicas e Parágrafo 2º Sociedades de Economia Mista. do DF e dos Municípios. . alguns vedando a União de praticar determinados atos.IV – não percebam seus diretores. o sistema tributário está alicerçado em princípios constitucionais. V – aplique integralmente o eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais apresentando. formulando deste modo. em questão tributária. formada pela união indissolúvel da União. SIM SIM RESUMO DO CAPÍTULO: Como já foi afirmado todo sistema está estruturado a partir de princípios. preceitos de segurança jurídica. formando três esferas de governo – a federal. sócios.

um dever a ser cumprido. . mas rigorosamente não tem o mesmo significado. Produtos de alíquota zero – estão no campo de incidência. a corrente majoritária é no sentido de que: Produtos de alíquota positiva – estão no campo de incidência. que haja algumas divergências entre os doutrinadores. portanto. pois. estar no campo de incidência significa que ocorre o fato gerador. denominada Código Tributário Nacional. materializa o crédito tributário. Produtos isentos (favor fiscal) – estão no campo de incidência. e significa que um tributo não poderá ser cobrado no mesmo exercício em que a lei entra em vigor. surge a obrigação tributária. Alguns autores denominam também de anualidade. Não estar no campo de incidência significa que não ocorre o fato gerador. Ainda. Desta forma. A isenção é um favor fiscal. está excluído por força da lei complementar. se haverá a obrigação tributária principal de pagar o imposto. logo a lei precisa estar em vigor no exercício anterior à sua cobrança – daí o termo anterioridade. Assim a isenção tem a função de excluir o crédito tributário. e somente pode-se fazer um favor se existir uma obrigação. mas sim a tributos. mas não nasce o crédito tributário. ou seja. não nasce o crédito tributário. particular atenção deve ser dada que não é referente somente a imposto. tanto no caso de isenção quanto de anistia (perdão somente da penalidade) nasce o fato gerador. Anterioridade – Atua sobre as três esferas e se refere a tributos de forma genérica. somente no exercício seguinte ao vigor da lei. ou seja. não nasce a obrigação tributária e. i) j) k) l) m) n) o) p) h) i) j) k) l) m) n) Federativo Anterioridade ou Anualidade Noventena Legalidade Irretroatividade da lei Isonomia ou igualdade Uniformidade Publicidade Proibição ao Confisco Proibir que tributos limitem o tráfego Proibir diferenças de tratamento tributário Não cumulatividade Seletividade em função da essencialidade Imunidade Objetiva Imunidade Subjetiva Campo de Incidência: Dizemos que um fato tributável está no campo de incidência se o fato hipótese representa o nascimento do fato gerador da obrigação tributária principal. por conseguinte.a estadual e a municipal e em matéria tributária a CF determina competências de cada ente federativo repartindo os tributos específicos de cada ente federativo. Produtos imunes – não estão no campo de incidência. a qual por via do lançamento. portanto. nasce a obrigação tributária.

a moratória e a imunidade. os princípios da legalidade. a imunidade e a decadência. É O DENOMINADO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. Exercícios de Fixação: 23 – Os contribuintes de cada um dos impostos são previstos na: a) b) c) d) Constituição Federal Lei complementar Lei ordinária Leis orgânicas municipais (constituições municipais). e) o princípio da anualidade só diz respeito aos impostos e contribuições de melhoria. 25 – Classificam-se como limitações constitucionais ao poder de tributar (TRF 1985): a) b) c) d) e) a liminar em mandado de segurança. 26 – Face ao disposto na Constituição do Brasil pertinente ao princípio da anualidade. d) o princípio da anualidade não alcança as taxas. da anterioridade e a imunidade tributária. a isenção e a imunidade. PORTANTO.ENQUANTO A COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL DÁ O PODER PARA QUE O ESTADO POSSA TRIBUTAR OS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS. c) imposto criado no início de determinado exercício não observa o princípio da anualidade. b) tributo instituído em um exercício só poderá ser exigido a partir do primeiro dia do exercício seguinte. marque a alternativa correta (TRF 1985): a) tributo instituído em determinado exercício poderá ser exigido no mesmo exercício. um princípio limitativo do poder de tributar. fonte secundária uma garantia do Estado (Nação). . SISTEMA: IDÉIA DE EQUILÍBRIO DE FORÇAS. 24 – O princípio da legalidade é: a) b) c) d) um princípio de interpretação das leis. OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS ESTABELECEM A LIMITAÇÃO DE TAL PODER. FAZENDO VALER OS DIREITOS E GARANTIAS DOS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS.

30 – Responda sim ou não. SIM. seletividade. serviços. SIM. 4º Capítulo: Os impostos privativos – Livro Primeiro do Código Tributário Nacional A Constituição Federal de 1988 apresenta a seguinte distribuição. anterioridade. NÃO. SIM. salvo: (AFRF 1980) a) quando autorizada pelo Congresso. A competência para instituir tributos é delegável? A competência para arrecadar e fiscalizar tributos desde que cometida à outra pessoa jurídica de Direito Público é delegável? a) b) c) d) SIM.27 – A competência tributária não pode ser delegada. discriminação esta seguida e regulamentada no Código Tributário Nacional. . NÃO. DF. anualidade. Municípios. b) quando autorizada pelo Poder Executivo. c) a atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos ou de executar leis. noventena. conferida por uma pessoa jurídica de Direito Público a outra. atos ou decisões administrativas em matéria tributária. NÃO. noventena. anterioridade. denominada de “discriminação constitucional de rendas”. d) aos Estados. NÃO. 28 – A Contribuição para o financiamento da seguridade social está sujeita ao princípio: a) b) c) d) anualidade. conforme abaixo: DA UNIÃO: Do Imposto de Importação (artigos 153 CF e 19 a 22 CTN). legalidade. 29 – O princípio que veda à União e demais entes federativos de cobrar tributos no mesmo exercício que os haja instituído ou que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou: a) b) c) d) e) irretroatividade benigna. Fato Gerador – A entrada de mercadoria no território nacional.

jornais e periódicos e o papel destinado a produzi-los. trata-se de um imposto com finalidade que supera a finalidade fiscal. Quando a alíquota for “ad valorem” o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria. Contribuinte: o importador ou quem a lei a ele equiparar. Alteração de alíquotas: mediante decreto do poder executivo. Base de Cálculo – 02 hipóteses: Quando a alíquota for específica – a unidade de medida. São Imunes ao imposto de importação: O ouro. 2ª Quando a alíquota for “ad valorem” – o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria. 43 a 45 CTN): . Do Imposto de Renda e Proventos de qualquer natureza ( art 153 CF e arts. Em virtude disso. Conversão da Moeda Estrangeira – Se a declaração de importação se der em moeda estrangeira. 23 a 28 CTN): Fato Gerador – A saída de mercadoria do território nacional. jornais e periódicos. 153 CF e Arts. Do Imposto de Exportação ( Art. uma vez que se trata de imposto com finalidade extrafiscal. Ou seja. Note-se que tal exceção é fundamental e constitucional. As alterações de alíquota não se sujeitam aos princípios da legalidade e da anterioridade. bem como não se sujeita ao da anterioridade. além do papel destinado à sua impressão. Os livros. os jornais e os periódicos. quando ativo financeiro ou instrumento cambial. destinado a fabricar livros. em uma venda em condições de livre concorrência. do papel-jornal. ao tempo da importação. ao tempo da exportação. será convertida ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador. em uma venda em condições de livre concorrência.Base de Cálculo – 02 hipóteses: 1ª Quando a alíquota for específica.o exportador ou quem a lei a ele equiparar. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. pois. Ex: Bebida importada pagará R$ a cada litro importado. Contribuinte . alguns autores dizem que o imposto de importação não se sujeita em relação à alteração de alíquotas ao princípio da legalidade. Imunidades: não se aplica sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial e sobre os livros. é extrafiscal – a proteção da indústria nacional. será a unidade de medida.

Contribuinte – O titular da disponibilidade . Montante real – lucro líquido auferido pela pessoa jurídica e renda líquida pelas pessoas físicas. Obedece aos princípios constitucionais da generalidade (pois abrange a todas as pessoas físicas e jurídicas). Disponibilidade econômica é o ganho concreto. a qualquer título. Renda – O produto do capital. Na saída nacional: o industrial ou quem a lei a ele equiparar. da fonte produtiva de renda ou dos proventos de qualquer natureza. em relação à determinada pessoa jurídica. . presumido. Base de Cálculo – Na importação: o preço normal acrescido do imposto de importação e demais encargos cambiais. do contribuinte ou equiparado a contribuinte. do trabalho ou da combinação de ambos. arbitrado. Responsável – A fonte pagadora. pela retenção na fonte.Fato Gerador – Aquisição de disponibilidade de rendas e proventos de qualquer natureza. disponibilidade jurídica – venda a prazo. Contribuinte – Na importação: o importador. A saída. também tido como princípio da capacidade contributiva. Montante presumido – antecipação de um lucro líquido esperado. Base de Cálculo – O montante real. Montante arbitrado – determinado pela autoridade fazendária. realizado e disponibilidade jurídica é o ganho garantido por contrato. Na saída: o valor da operação. da universalidade (sobre todas as rendas e proventos) e da progressividade (quanto maior a base de cálculo. seja disponibilidade econômica ou jurídica. Proventos de qualquer natureza – Os acréscimos patrimoniais – ex: lucro na venda de um imóvel. a qualquer título. maior a alíquota). quando não merecerem fé as declarações e comprovações apresentadas pelos contribuintes. Ex: disponibilidade econômica – percepção do salário mensal. ainda que efetivamente não obtido. Do Imposto sobre Produtos Industrializados: Fato Gerador – O desembaraço aduaneiro na importação. da renda e dos proventos de qualquer natureza. O possuidor.

Câmbio. também não incide sobre energia elétrica.Imunidades: Não incide IPI sobre a exportação para o exterior. quem comercializar títulos e ações em bolsa de valores estará diante do presente imposto. Há dois fatos geradores excludentes: quando ocorrer o fato gerador em relação a uma operação de crédito (empréstimo) NÃO ocorrerá o fato gerador referente a títulos e valores mobiliários e vice-versa. quem realizar um financiamento. ocorrerá sempre o fato gerador específico a cada operação. Atualmente já é parte de previsão constitucional. ou de documento (cheque) equivalente. Fato Gerador – Será diferenciado em função de cada operação nominada: Quanto à operação de crédito – a efetivação do crédito total ou parcial ou.Crédito. . Em resumo.Valores Mobiliários (ações). jornais e periódicos e o papel destinado a produzi-los. colocado à disposição do interessado. a transmissão do título.Títulos. . 63 a 67 do CTN): O imposto sobre operações financeiras é apelidado de IOF e é aplicado sobre operações de: . serviços de telecomunicações. o fato gerador quando ocorrer na emissão do título não ocorrerá no resgate e vice-versa. quem praticar uma troca de moeda nacional por estrangeira ou vice-versa. assim uma excluí a outra e nas operações em bolsa. logo.Seguro. . Quanto à operação de câmbio – a efetivação pela entrega da moeda nacional ou estrangeira. derivados de petróleo. 153 e arts. o pagamento ou resgate. Obedece ao princípio da Não – cumulatividade e será seletivo em função da essencialidade do produto. Não incide IPI sobre livros. quem contratar seguro. No entanto. as variações nas alíquotas do IPI estão sujeitas à noventena. a operação de crédito é uma operação com títulos. bem como não incide sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial. ainda. Alguns doutrinadores indicavam a necessidade de que tais alíquotas se sujeitassem ao princípio da noventena (entrar em vigor 90 dias após a publicação do decreto). Ou seja. Quanto à operação de seguro – a efetivação pela emissão da apólice ou documento equivalente ou. Do Imposto sobre Operações Financeiras (CF art. Quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários: a emissão do título. . pelo recebimento do prêmio. tanto realizado quanto posto á disposição. ainda. . Alíquotas – São baixadas por decretos presidenciais e não se sujeitam aos princípios da legalidade e da anterioridade. combustíveis e minerais.

esgotos sanitários. será rural o que não for urbano e para ser considerado urbano deverá apresentar. Imunidade: O ITR não incide sobre pequenas glebas rurais. Do Imposto sobre Grandes Fortunas (Artigo 153 CF): Apesar de previsto pela Constituição Federal de 1988 não foi instituído pela União. alegando os doutrinadores que deverá ser instituído por lei complementar a fim de que defina o que é grande fortuna. abastecimento de água. são excludentes. pois. Base de Cálculo: O valor fundiário. 29 a 31 CTN): O imposto territorial rural incide sobre a propriedade. e posto de saúde – a no máximo 3 KM do imóvel. Por exclusão. Na operação de câmbio – o montante da moeda nacional. pelo menos. na transmissão: o valor da cotação em bolsa. com canalização de águas pluviais.Base de Cálculo: Na operação de crédito – o montante da obrigação (principal mais juros). Alíquotas: Não se sujeitam à anterioridade. Do Imposto Territorial Rural – ITR (Art. a posse ou domínio útil de terrenos localizados na área rural de um município. Incide sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial à alíquota de 1% (um por cento). e no pagamento ou resgate: o preço. dois tipos dos melhoramentos abaixo: meio-fio ou calçamento. o valor da terra nua. e do produto dessa arrecadação 30% (Estados e DF ) e 70% destinado ao Município de origem. Na operação de seguro – o montante do prêmio. quando as cultive só ou com a sua família proprietário que não possua outro imóvel. Desta forma quando cobrado o ITR não poderá ser cobrado o IPTU e vice-versa. Contribuintes: Qualquer das partes. segundo as operações previstas. escola primária – a no máximo 3 KM do imóvel. Na operação de títulos e valores mobiliários – depende do momento: Na emissão: o valor nominal mais o ágio. ou seja. rede de iluminação pública. 153 CF e Arts. . sem benfeitorias.

Será não-cumulativo Poderá ser seletivo Alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. Contribuinte – Qualquer das partes. Quanto à transmissão de bens: poderá ser do estado onde processar o inventário ou arrolamento. jornal e periódicos e o papel destinado a fabricá-los. Quanto à entidade federativa titular. não incide sobre o papel. portanto. . ainda. não incide sobre o ouro. incide sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal. Imunidades: Não incide sobre a exportação.Ex: Bar e Restaurantes.DOS ESTADOS. DF: Do Imposto sobre a transmissão de propriedade ou de direitos – ITD (Art. mesmo que tais comunicações se iniciem no exterior. 38 a 42 do CTN): Fato Gerador – A transmissão de propriedade de bens móveis e imóveis ou de direitos via doação ou herança. quando ativo financeiro ou instrumento cambial. ou ainda. Do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação: O presente imposto necessita ser conhecido a partir de seu próprio nome. incide. Base de Cálculo – É o valor de mercado do bem ou direito transmitido. na transferência de imóveis será a pessoa jurídica de direito público onde o imóvel se localizar. não incide sobre transporte exclusivamente municipal e incide. onde tiver domicílio o doador. Incide sobre a importação tanto a praticada por pessoas físicas quanto jurídicas. Imunidade – Imóveis transferidos para fins de reforma agrária. ou até mesmo poderá ser o DF. 155 CF e Arts. sobre comunicações de forma genérica. Incide na prestação de serviços com fornecimento de mercadorias. logo. Alíquota – Alíquota máxima fixada pelo Senado Federal. . Portanto recebe o nome de Imposto “Causa Mortis”. sobre a circulação de mercadorias tanto nacionais quanto estrangeiras.

Não-incidência: Não é cobrado. a posse de bem imóvel. IPVA de embarcações e de aeronaves.Base de cálculo – A base de cálculo principal no tocante a mercadorias é o valor da operação. Contribuinte – O proprietário. Ex: Automóveis. no tocante a serviços é o valor da operação. não podendo. por força de jurisprudência reinante. pessoas ou bens. DOS MUNICÍPIOS. inclusive a cessão de aquisição de direitos. Fato Gerador: Transmissão ou Acessão. Do imposto sobre a propriedade de veículos automotores: Fato Gerador: É a propriedade sobre veículo automotor. o domínio útil. com fabricação autorizada e destinada ao transporte de mercadorias. por natureza ou por acessão física. exceto os de garantia. motocicletas. caracterizar confisco. . Alíquotas Mínimas fixadas pelo Senado Federal. Base de cálculo – Valor venal do imóvel. Contribuinte – proprietário. localizado na zona urbana. por ato oneroso. ou quem o possuir a qualquer título. Base de Cálculo: valor venal ou valor dos direitos transmitidos. Responsável – O adquirente. Do imposto sobre a transmissão de bens imóveis “Inter vivos”: Imposto sobre transmissão “intervivos” a qualquer título. de bens imóveis por natureza ou acessão física e de direitos relativos. titular do domínio útil (enfiteuta ou foreiro). Base de cálculo – O valor do veículo. Poderá ser progressivo em função da finalidade social do imóvel urbano. assim entendido qualquer veículo com propulsão por meio de motor. e. no entanto. DF: Do imposto sobre a propriedade territorial urbana: Fato Gerador – A propriedade.

Máxima de 5% Imunidades: Todo imposto incidente sobre o patrimônio e a renda (IRPJ. a União não poderá cobrar imposto de renda aos Estados. Do Imposto sobre Serviços: Fato Gerador: Prestação de Serviços previstos em lei complementar ( é uma listagem dos serviços incluídos como sujeitos ao pagamento do imposto). atendendo recomendação contida no artigo 146 da CF/1988. IPTU. Base de Cálculo: o preço do serviço prestado. DF. entre a União. Municípios. Quando destinados ao patrimônio de pessoa jurídica. Cisão ou fusão de pessoas jurídicas. assim como os Estados. Art. II – regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. os partidos políticos. bases de cálculo e contribuintes. bem como em relação aos impostos discriminados na Constituição. portanto. Anticrese. Domicílio: Tributa-se no local da prestação dos serviços. dispõe ser o adquirente quanto ao imóvel ou cessionários quanto à transmissão de direitos. logo. O Simples Nacional é um regime tributário que visa simplificar a arrecadação de tributos e está disciplinado na Lei Complementar nº 123/2006. III – estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. Incorporação. Imunidades: Hipoteca. Penhor. Para fins de reforma agrária. os sindicatos de trabalhadores ou seja. ISS) se submetem as mesmas imunidades. os Estados. não existe o imposto “simples”. também não pertence a qualquer espécie tributária.Contribuinte: quem a lei municipal dispuser. em matéria tributária. a principal é a imunidade denominada de recíproca – proibido tributar os entes federativos e suas autarquias. Quase sempre. o Distrito Federal e os Municípios. A construção civil no local de cada obra. 146 da CF/1988 – Cabe à lei Complementar: I – dispor sobre conflitos de competência. Imunidade: A exportação de serviços. Alíquotas: Mínima de 2% . . DF e Municípios não poderão cobrar os impostos de sua competência privativa sobre a União. os templos de qualquer culto. Noções sobre o Simples Nacional: Primeiro é fundamental esclarecer que o denominado “simples” não é um tributo. especialmente sobre a definição de tributos e suas espécies. IPVA. a dos respectivos fatos geradores.

O Simples Nacional abrange o recolhimento unificado dos seguintes tributos: Imposto de Renda Pessoa Jurídica. a partir do simples Nacional que começou a vigorar a partir de 01. .000. 02 dos Estados e 02 dos Municípios. ou seja. Contribuição para o PISxPASEP.2007. Portanto. no entanto. quando for o caso.07. seja de estados ou de municípios. É uma opção do contribuinte. crédito. Livros de Registro de Serviços Tomados ou Prestados. lançamento. Quanto aos tributos não arrolados pela sistemática simples deverão ser recolhidos e cumpridas todas as formalidades próprias de cada um dos tributos. deverão escriturar Livro de Entrada e Saída do Selo de Controle do IPI. não está obrigando a nenhuma empresa a participar do mesmo. Os optantes pelo Simples não estão dispensados de cumprir as obrigações acessórias determinadas na Lei. em conformidade com a lei instituidora dos mesmos. Contribuição para a Seguridade Social (cota patronal). a parte que interessa ao simples: adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas e definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte.00 até R$ 2. prescrição e decadência tributários e. Para tais efeitos será considerada: Microempresa – a pessoa jurídica que auferir receita bruta igual ou inferior a RS 240.000. Livros de Entradas e Saídas de Mercadorias. sendo 04 da União. Todo o recolhimento se dará mediante a utilização de uma Guia Única com a sigla PGDAS. ISS. Livros Registro de Inventário. Empresa de pequeno porte – a pessoa jurídica que auferir receita bruta superior a R$ 240. ICMS.00.400. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). logo. finalmente. inclusive regimes especiais ou simplificados. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). abrange todos os entes federativos e é administrado por um Comitê Gestor que tem oito integrantes.00. Assim.Normatizar a obrigação.000. não mais existem os demais sistemas simples. deverão emitir notas fiscais próprias do sistema simples e escriturar o Livro Caixa. a partir do momento da opção passa a ser irretratável para o ano calendário referente à opção realizada.

... II........ IPI.......... IPTU ....DF. somente........ IRF.............................. SIM IPVA..................... IPI........ II. IPVA......................................... ICMS... com execeção do IPI Exercícios de Fixação: 31 – Assinale a alternativa onde conste... IR................................. IOF-ouro ativo financeiro. IR. CIDE.......... tributos sujeitos à repartição: a) b) c) d) ISS.............. conforme literalmente disposto na CF/88: a) b) c) d) Imposto de Renda............ CIDE Nenhuma das alternativas...... ITR.......... ICMs............ IPI... IPI..................................... Municípios e Suas Autarquias..DA REPARTIÇÃO DAS RECEITAS: UNIÃO ESTADOS(DF) SIM SIM Não SIM SIM MUNICÍPIOS (DF) SIM SIM SIM SIM SIM IRRF p/Estados....... ICMs... SIM SIM Não Não Não SIM Não Não 32 – Assinale abaixo o imposto não sujeito a imunidade recíproca. IPTU.............. IE.... IOF/ouro ativo financeiro CIDE....SIM IMPOSTOS RESIDUAIS IMPOSTO DE RENDA TRIBUTOS MUNICIPAIS TRIBUTOS SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR ...

d) o desembaraço aduaneiro para todos os três fatos geradores. a saída de mercadorias do País. valor fundiário. União. 37 – A base de cálculo do ITR é o: a) b) c) d) valor venal. IPI. qual o imposto que incide sobre a mercadoria denominada ouro (metal precioso): a) b) c) d) IOF. importação e do IPI. União. . imposto sobre a transmissão de bens imóveis “inter vivos” e o imposto de transmissão de bens e direitos (herança) estão. utilizando o seu raciocínio. Estados e Municípios. União. União. b) o desembaraço aduaneiro. ICMs IR 34 – Quais os fatos geradores dos impostos de exportação. respectivamente.33 – Avaliando o que já estudou até o presente momento. DF. União. Estados e DF. a entrada de mercadorias no País e a saída a qualquer título. a saída e a entrada. c) a saída de mercadorias do País com destino ao exterior. indique. submetidos a competência privativa dos: a) b) c) d) União. 35 – Os impostos denominados de: imposto de renda. respectivamente. além do desembaraço aduaneiro. valor de mercado. na ordem indicada: a) a entrada de mercadorias no País. a saída. imposto sobre operações financeiras. valor de transação. 36 – Explique com suas palavras a competência cumulativa do DF: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________. a qualquer título e o desembaraço aduaneiro. Municípios e Estados.

IOF. por força de lei complementar. IPVA. IPI.38 – Não excederá os limites fixados em resolução do Senado Federal a alíquota do imposto denominado de : a) b) c) d) IPI. IPI. ISS. ICMs. II. entre os contribuintes do ISS. assim restaurantes pagam pelo ato da venda de refeições. IPI. IOF. IPVA. 43 – O serviço de bar e de lanchonete está listado. IPTU. 42 – Os impostos abaixo listados NÃO se sujeitam ao princípio da anterioridade. IE. Municípios. ICMS. ITR. IR. IPTU. Municípios. IPTU. ICMS. IR. Quais são: a) b) c) d) IR. tanto um imposto de competência estadual quanto outro de competência municipal. ICMS e ISS. Estados. 41 – O serviço de transportes interestaduais e o de transportes intermunicipais são da competência. IPVA. Estados. IPTU. IPVA. IPTU. Transmissão “Causa Mortis”. ITR. ITD. 40 – Indique o grupo onde somente houver impostos sobre o patrimônio e a renda: a) b) c) d) IR. ICMS. CIDE. IPVA. respectivamente do(s): a) b) c) d) Estado. 39 – Indique o grupo onde somente houver impostos sobre a produção e a circulação: a) b) c) d) IRF. IOF. Imposto de importação. União. no tocante a alteração de suas alíquotas: a) b) c) d) IR. Estado. ICMs. ISS e ICMS. IPTU. União. Nenhuma das alternativas. ITBI. Imposto Predial e Territorial Urbano. II. . IE. ITR. ISS.

entidades sindicais de trabalhadores. COFINS. 46 – A Igreja da Assembléia Jovem. partidos políticos. não precisa preocupar-se em pagar a taxa de limpeza urbana. Resolução do Senado Federal. partidos políticos. taxa de limpeza pública. pode-se afirmar: a) b) c) d) A Igreja está imune somente da contribuição. Todas as alternativas estão corretas. 47 – Assinale a alternativa onde só houverem impostos: a) b) c) d) IPI. b) templos. associações de classe empresarial. genericamente: a) templos de qualquer culto. bem como a contribuição de seguridade social de seus empregados. IPTU. Municípios e suas autarquias. partido político.44 – As alíquotas máximas do ICMS são fixadas por: a) b) c) d) Decretos estaduais. A Igreja está imune tanto da taxa quanto da contribuição. Portarias dos executivos estaduais. somente. c) templos. b) sobre o valor adicionado. c) seletivo em função da essencialidade dos produtos. COFINS. . É a taxa e as contribuições. seletivo. ISS. A Igreja está imune somente da taxa. II. II. entidades patronais. IE. no uso de sua imunidade constitucional. 49 – O imposto sobre produtos industrializados é um imposto: a) sobre o valor agregado. IPI. ITR. COFINS. IOF. seletivo em função da progressividade de suas alíquotas. 48 – Assinale a alternativa onde todos os citados sejam imunes. devendo suas alíquotas serem maiores para produtos mais essenciais à população. União. Conselhos de contribuintes. A Igreja não está imune em relação a taxa e a contribuição. 45 – O que é um tributo vinculado: a) b) c) d) É o imposto de competência privativa de cada ente federativo. São as contribuições. IE. Estados. d) nenhuma das alternativas. CIDE. Da leitura do texto.

em geral. dentro. fora. dentro. As principais são as leis. Doutrinas (estudos e pesquisas de especialistas em Direito Tributário) e a Jurisprudência (julgamentos de juízes e tribunais). os tratados e convenções internacionais. Normas Gerais Legislação Tributária e o Processo Legislativo: A expressão “legislação tributária” compreende: as leis. V – medidas provisórias. dentro. e a alíquota zero. VII – resoluções do senado federal. dentro. dentro. enquanto as secundárias são as normas complementares (leia-se portarias. seletivo em função da essencialidade. LIVRO II do Código Tributário Nacional – CTN. dentro. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. devendo as suas alíquotas serem maior para menos essencial e menor para mais essencial. VI – decretos legislativos. fora. dentro.d) sobre o valor agregado. respectivamente: a) b) c) d) dentro do campo de incidência. Não se deve confundir a expressão “legislação tributária” e a sua abrangência com o constante no artigo 59 da CF/1988 – processo legislativo: I – emendas à CF. fora. Existem. fora. dentro. III – leis ordinárias. regular normas formais. fora. As denominadas fontes formais se dividem em principais e secundárias. 5º Capítulo: . A esse conjunto dá-se o nome de FONTES FORMAIS DO DIREITO TRIBUTÁRIO. 50 – No tocante a questão do campo de incidência. estabelecendo um procedimento. os tratados e convenções internacionais e os decretos. IV – leis delegadas. atos que visam. os decretos e normas complementares que tratam no todo ou em parte. fora. posso afirmar sem medo de errar que a isenção. estarão. a imunidade. a não-incidência (por ausência do fato gerador). as fontes denominadas não-formais: Costumes. fora. instruções normativas). ainda. II – leis complementares.

As medidas provisórias. definindo contribuintes. uma vez que tratados podem ser estabelecidos por período certo de tempo. a lei ordinária por disposição constitucional e assim por diante. a tendência majoritária é no sentido da suspensão. Resoluções do Senado – Determinam alíquotas máximas e mínimas de diversos impostos. tratando de forma específica cada espécie do gênero tributo. As leis complementares estabelecem normas gerais sobre a União. As leis delegadas são uma delegação do Congresso Nacional ao Presidente da República.Estudos anteriores nos levavam a considerar uma certa hierarquia. Assim cada uma das variáveis tem um objetivo. não há hierarquia entre leis. Municípios. há sim. base de cálculo. uma portaria não poderá dispor diferentemente da lei. é ato do presidente da república e são posteriormente submetidas ao Congresso Nacional. sob a alegação da urgência e da relevância. regulamentando a matéria constitucional. se era de maior hierarquia a lei complementar ou a lei ordinária. DF. de forma que haja representatividade social em relação a cada modificação legal. . visando dar ao processo legislativo a certeza de uma segurança jurídica. Decreto Legislativo – Ato do Poder Legislativo – aprovam tratados e convenções internacionais. para aprovar lei ordinária a maioria simples. sujeitos ativos e passivos. aqui sim há hierarquia. As leis ordinárias instituem os tributos. Outros princípios básicos são – os tratados e as convenções internacionais (força de lei ordinária) revoga a legislação tributária interna e será obedecida pela legislação que vier a ser elaborada no futuro. quem mais tinha validade. Naturalmente. Estados. Para modificar a constituição é necessário aprovação de 2/3 do Congresso Nacional. restam bastante simplificadas e explicadas. Para corrigir a constituição somente a emenda constitucional. tais questões. ou seja. no sentido amplo. Atualmente. define as condições em que o fato gerador será considerado ocorrido. tratam de assuntos próprios de uma lei ordinária.A doutrina discute se tais tratados suspendem ou revogam a lei. o Presidente da República irá elaborar uma lei comum por delegação do Congresso Nacional. fatos geradores. extinguem tributos. para aprovar lei complementar exige-se a maioria absoluta. penalidades. base de cálculo. desde que confirmada pelo DecretoLegislativo. Assim será utilizada a lei complementar por disposição constitucional. uma lei maior – a constituição. Então.

Quando o contribuinte observar normas complementares a sua atuação estará livre de imposição de penalidades. passam a ter “status” de práticas reiteradas – norma complementar. Das normas complementares: As normas complementares se compõem no conjunto de atos normativos e no conjunto de decisões administrativas. mas ressalva que a lei poderá dispor em contrário. e tal princípio serve também para as Portarias. Entre os atos normativos temos as portarias. 5).O alcance e o conteúdo dos Decretos se resumem aos das leis a que regulam. P. 4). Tribunais.A lei nova que estabeleça disposições gerais ou especiais. a par das já existentes. se a lei não dispuser em contrário. Da vigência da legislação tributária: O vigor da lei significa que a mesma está apta em termos formais para ser aplicada. poderá ainda ser necessário que se espere pelo transcurso de tempo da anterioridade. decisões estas aplicadas a casos concretos e caso. a lei irá vigorar na medida em que as pessoas jurídicas de direito público lhe reconheçam extraterritorialidade. a lei tributária que não dispuser em contrário obedecerá às disposições do Código Civil: 1). O artigo 101 do CTN define que a vigência. 45 dias após ser publicada. Instruções Normativas. temos as decisões coletivas: Conselhos de Contribuintes. circulares.A lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência. . a menos que haja disposição em contrário. rege-se pelas normas jurídicas em geral. entre outros atos administrativos. se admitida à lei. da cobrança de juros de mora e da correção do valor monetário da base de cálculo do tributo. 3). ordens de serviço e entre as decisões administrativas temos as decisões singulares dos julgadores tributários: inspetores. coordenadores. No tempo. No espaço. quando for o caso. no entanto. a existente não será revogada pela lei interpretativa. Logo. superintendentes. no espaço e no tempo. será observada a regra contida no Código Civil – vigorará 45 dias após a publicação. portanto.A lei vigorará em todo o País. a fim de que mantenham cadastros únicos. delegados. Ex: lei nova interpretando lei existente.No exterior. não revoga nem modifica a lei anterior. ou firmam convênio para permitir a transferências de dados entre os mesmos. 2).ex: A fiscalização federal estabelece convênios com as administrações estaduais e municipais. Acrescente-se os Convênios firmados entre as administrações tributárias.As portarias e demais atos administrativos entram em vigor na data de sua publicação. se tornem reiteradas. três meses depois de publicada.

ou seja. Assim. mas a sua eficácia se submete ao princípio da anterioridade. Da Aplicação da Legislação Tributária: Aplicar a lei faz referência ao tempo em que poderá ou não poderá ser aplicada. findam no prazo determinado. a partir de 1º de janeiro de 2005. lei no sentido de norma escrita que estabelece relações obrigacionais entre partes. e . Outro exemplo: Uma portaria que vigora e tem eficácia no dia de sua publicação. As isenções por prazo certo. c) Em três casos a lei tributária poderá retroagir: 1 – para dar interpretação a lei já vigente. findam quando revogadas. logo. quando: .6).Os convênios vigoram na data neles prevista. 8). Especial atenção deverá ser dada aos casos sujeitos a anterioridade. e as isenções de outros grupos de impostos que não sejam por prazo certo. às isenções por prazo certo e demais isenções de outros tributos não incluídos como do grupo patrimônio e renda. fatos anteriores à vigência da lei. Portaria é lei em sentido abrangente. Assim.instituem ou majoram impostos. lei aqui se diz no sentido abstrato. no tocante a isenções de impostos sobre o patrimônio e a renda. Portanto.definem novas incidências. inclusive.As decisões colegiadas – 30 dias após a publicação. Em matéria tributária a aplicação da lei observa determinados princípios especiais: a) não deverá ser aplicada a fatos passados. b) aplica-se aos fatos futuros e aos fatos pendentes. . exemplo: imposto sobre produtos industrializados. dependendo do caso em especial. a lei vigora a partir da sua eficácia e a lei somente será eficaz a partir do momento que suas hipóteses passem a valer concretamente para todos. somente vigorará concretamente falando. constando da lei que a mesma entra em vigor na data da publicação – Temos uma lei que estará vigorando a partir de setembro. faz coincidir tanto o vigor da lei quanto à eficácia da lei. Por exemplo: Lei aumentando alíquotas do imposto de renda publicada no dia 01 de setembro de 2004.extingue ou reduz isenções. 7). salvo disposição mais favorável ao contribuinte. podemos concluir que o vigor e a eficácia da lei poderão ocorrer ao mesmo tempo ou não. .No primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a publicação dos dispositivos de lei referentes a impostos sobre o patrimônio e a renda. temos no item 8 o próprio princípio da anterioridade.

não será capaz de prever todos os fatos de forma concreta. a possibilidade de conhecer a movimentação financeira de uma contacorrente qualquer e a partir daí proceder o lançamento do imposto de renda devido.Como é possível retroagir. Toda regra jurídica por mais precisão técnica que possa contar. como por exemplo: Duplicatas. Ex. lançando o tributo com base na movimentação financeira. por exemplo: um contrato não poderá determinar que a outra parte passa a ser o contribuinte ou responsável de . o contrato no Direito Privado faz regra entre as partes e tais contratos não poderão modificar e nem se opor a legislação tributária. o conteúdo e o alcance. 3 – quando novos instrumentos forem dados à fiscalização para fins de melhorar a eficácia de suas fiscalizações. É o princípio de retroagir para beneficiar o infrator. nem tampouco às diferenças concretas entre questões similares. como por exemplo: descumprimento de obrigações acessórias. sucessivamente. Da Integração da Legislação Tributária: Integrar é preencher lacunas. a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará. assim a lei tributária não poderá modificar o conceito que o Direito Privado tem sobre seus próprios institutos. De outro lado. Assim é fundamental ao aplicador da lei saber integrar a lei a casos concretos. Para tal. para dispensar de multas aplicadas a atos infracionais.” Ainda. Promissórias. ou quando instituir pena mais branda do que a existente. mas poderá o direito tributário utilizar as definições.2 – para dispensar ou desonerar atos de infração cometida. assim define o artigo 108 do Código Tributário Nacional: “Na ausência de disposição expressa. conteúdo e alcance dos mesmos. 2) Os princípios gerais do Direito Tributário. ou seja. não podendo o direito tributário modificar o entendimento sobre os mesmos. 3) Os princípios gerais do Direito Público. entre outros. sobre integração temos o artigo 109 do CTN – Os princípios gerais de Direito Privado utilizam-se para fins de entender a definição. O fato gerador é o marco no tempo para aplicação da legislação tributária vigente ao tempo da ocorrência do fato gerador. 4) A equidade – não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. ou quando definir pena menos severa à existente. poderia passar a fiscalizar os últimos cinco anos anteriores a 2003. ou seja. na ordem indicada: 1) A analogia – desde que não resulte na exigência de tributo não devido em lei. A partir de 2003 a fiscalização recebeu um novo instrumento legal. desde que ainda não julgada. mas não para definir efeitos tributários.

172. pois o Ato Complementar nº 36. c) o método teleológico – estudo da finalidade da norma. f) o método benigno – “ a dúvida favorece o acusado. Os métodos de interpretação se constituem em verdadeira ciência da interpretação. objetivos. de 25 de outubro de 1966) é considerado (AFRF/1994): a) uma lei ordinária. o conteúdo e o alcance de determinada norma. Da Interpretação da Legislação Tributária: A interpretação visa esclarecer. entre outros. a fim de poder aplicá-la a situação concreta. Assim integrar é tomar por base princípios legais já existentes em outras matérias correlatas a questão não prevista em lei. conseqüências. quando a lei define quem é o contribuinte e o responsável pelo pagamento do tributo. que reservaram a matéria nela contida para leis dessa categoria. do objetivo da lei. de 1966.” Interpreta-se usando o método literal a legislação tributária que disponha sobre: a) a suspensão ou exclusão do crédito tributário. d) o método lógico-sistemático – o mais moderno. por força das normas constitucionais supervenientes. denominada de HERMENÊUTICA: a) o método gramatical ou literal – vale exatamente o que está escrito. por determinação legal. d) Um Código que somente pode ser derrogado por outro Código. enquanto integrar é somente preencher as lacunas. b) o método histórico ou do nascimento da norma – estudo das causas que determinaram a criação da lei. A isenção se interpreta. pois interpretar é dar entendimento correto a significado de uma lei. Integrar não significa interpretar. c) dispensa de obrigações tributárias acessórias. Exercícios de Fixação: 51 – O Código Tributário Nacional (Lei nº 5. as omissões da lei. de modo literal. as causas. e) o método de interpretação autêntica ou legal – quando a lei é interpretada mediante nova lei expedida pelo poder legislativo. por ter sido aprovada como tal. c) uma lei ordinária que. b) uma lei ordinária que adquiriu força de lei complementar desde a CF 1967. via métodos. devendo estudar toda a sistematização da lei. pode ser livremente alterada por outra. . métodos legislativos. b) outorga de isenção. ou seja. lhe deu esse status.determinado tributo. fins.

uma vez que são fontes principais.12. Assinale a alternativa correta: a) b) c) d) Não valeu a isenção para o ano de 2003. a resolução do senado federal. as leis. 53 – Norma complementar são: a) b) c) d) as leis. o decreto legislativo. a definição de responsável. podemos afirmar que são (AFRF/1996): a) veículos normativos privativos do legislativo. Valeu inclusive para dezembro de 2002. para aprovação de tratados e convenções internacionais. jurisprudências. a lei delegada. por força do poder de legislar concorrentemente sobre essa matéria. b) veículos normativos de competência privativa do Presidente da República com força de lei.2002.12.e) Uma lei federal que. as circulares. IOF. 56 – Lei municipal estabelece isenção do ISS a partir de 30. Não valeu somente para os dias 30 e 31 de dezembro de 2003. no respeitante a impostos estaduais.2004. as portarias. os tratados e os decretos. fontes secundárias. os tratados e os decretos. d) veículos normativos. No dia 30. a definição do fato gerador.2003. Revogada a partir de 01. usados para o aumento das alíquotas do IPI. assim: . e) veículos normativos que se prestam à aprovação dos regulamentos dos impostos federais.01. 54 – Não depende de lei: a) b) c) d) a definição de contribuinte. tal isenção é revogada. c) veículos normativos do legislativo. 52 – Sobre os decretos executivos federais. atualização monetária da base de cálculo. 57 – Lei tributária é publicada sem determinar o dia em que entra em vigor. costumes. doutrinas. uma vez que são fontes secundárias. 55 – Quem aprova o tratado e as convenções internacionais é : a) b) c) d) o decreto executivo. previsto na CF/1988. pode ser alterada por lei estadual. as ordens de serviço. idôneos para instituir impostos extraordinários. com força de lei. IR. IE.

c) não retroage nunca. d) O emprego da equidade não poderá resultar na dispensa de tributo devido.a) b) c) d) nunca mais entrará em vigor. c) Só valeria a alíquota menor. d) Como a alíquota menor é mais benéfica. considerou que a redução só poderia ser aplicada após o ano de 2004. por força do Código Civil.40. passou de 30% para 20%.01.2004 a alíquota do produto classificado como 22. 58 – Aplica-se a ato pretérito a lei tributária: a) quando deixar de definir o ato como infração. considerou que todos os que pagaram com alíquota de 30% em 2003 têm direito à restituição do indébito. por força do Código Civil. 45 dias após a sua publicação. ainda que já julgado. pois. a alíquota aplicável é a da ocorrência do fato gerador. c) Integrar é preencher lacunas. desde que não definitivamente julgado.2004. via do uso do princípio da analogia e da equidade. usando. . ainda que não devido. considerou corretamente o seguinte: a) Considerou corretos os lançamentos dos contribuintes em que constava a alíquota de 20% para os produtos importados a partir do dia 01. em face do princípio constitucional da anterioridade. entre outros. b) Interpretar é explicar o alcance e o conteúdo da norma.2004 do produto em tela. considerando que fazia tal verificação no dia 31.2004.01.00.12. c) O emprego da equidade não poderá resultar na dispensa de tributo. entrará em vigor a partir do exercício seguinte ao da sua publicação. d) nenhuma das anteriores. b) Sabendo que a lei tem maior força obrigacional que o decreto. os princípios do Direito Tributário. b) O emprego da analogia poderá resultar na cobrança de tributo. após 30 dias da publicação do decreto. 90 dias após a sua publicação. face a omissão do dia em que deve entrar em vigor. 59 – No dia 01.01.00 na Tabela de Incidência do IPI. segundo o auditor. b) quando lhe comine pena menos severa. por força da noventena. 61 – Assinale a correta: a) O emprego da equidade poderá resultar na dispensa de tributo devido . O Auditor Fiscal verificando importações do dia 01. d) Nenhuma está correta. 60 – Assinale a correta: a) Interpretar é preencher lacunas usando os métodos científicos de interpretação.

c) e que defina infrações. esta última em caso de dúvida quando a graduação da pena a ser aplicada.62 – A analogia resulta. extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado. progressividade. literalmente. 65 – A regulamentação do fato gerador de cada tributo somente pode ser estabelecida por : a) b) c) d) lei complementar. ou seja. b) A interpretação será legal quando feita por um advogado conceituado. 63 – Assinale a correta: a) A interpretação será lógico-sistemática quando proceder a uma análise sistêmica da norma. lei ordinária. decreto. extensivamente. proporcionalidade. em decreto. quando corretamente empregada. literalmente. portarias. extensivamente e analogicamente. interpreta-se (AFRF/1994): a) b) c) d) e) analogicamente. nenhuma das anteriores. estudando e analisando as causas. literalmente e de maneira mais favorável ao acusado. b) sobre a dispensa do cumprimento de obrigações acessórias. a) b) c) d) em lei. simultaneamente. em não criar tributo não previsto em lei. em portaria. c) A interpretação será autêntica quando realizada pelo próprio autor do projeto de lei. 64 – A lei tributária que. literalmente. extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado. literalmente e analogicamente. 66 – A definição do fato gerador de cada tributo somente pode ser estabelecida. assim estamos diante do princípio constitucional da: a) b) c) d) legalidade. d) A interpretação será teleológica quando estudar e analisar as conseqüências da norma. conseqüências. a) disponha sobre a suspensão do crédito tributário. objetivos e o método legislativo de instituição da lei. . equidade.

lei complementar. SIM. 68 . b) – retroage sempre a lei tributária.67 – A instituição do fato gerador do tributo se dá por: a) b) c) d) lei ordinária. via de lei ordinária. NÃO. decreto-lei. d) – não há alternativa válida. NÃO. base de cálculo. assim quiser a lei. b) a multa. . 71 – A isenção exige interpretação literal e lei interpretativa não revoga a lei interpretada. pois. SIM. decreto.A União. Responda SIM ou NÃO conforme concorde ou não com as assertivas: a) b) c) d) SIM. o DF e os Municípios quando. 69 – A definição de fato gerador. exceto para responsabilizar terceiros. c) legislação tributária que estabeleça a sua competência para criar ou a majorar o tributo. b) decreto que estabeleça a criação ou a majoração do tributo. NÃO. quando e em qualquer caso. ainda que não exista lei. no caso de guerra ou na sua iminência. d) sempre poderá instituir. lei ordinária somente. instituírem tributos deverão verificar se há: a) regulamento que estabeleça a criação ou a majoração do tributo. há lacunas. portaria. sujeito passivo da obrigação tributária serão necessariamente estabelecidos em: a) b) c) d) lei complementar. NÃO. decreto 70 – É caso de retroatividade permitida: a) – retroage quando outorga ao crédito maiores privilégios e garantias. c) – retroage quando se referir a responsabilidade de terceiros. SIM. os Estados. ressalvados os casos previstos na CF/1988. haja vista que a União poderá instituir impostos utilizando a sua competência residual. 72 – Na área tributária é considerada penalidade: a) o imposto.

necessária e suficiente a sua ocorrência. A lei é necessária em face ao princípio constitucional da legalidade. quanto ao seu descumprimento e em face de aplicação da penalidade pecuniária. A principal diferença entre a obrigação principal e a acessória é que na primeira o Estado está exigindo um pagamento. d) nda. Lembrar que o fato gerador atinge fatos presentes e futuros. a qual não sendo observada sujeita o particular a penalidade pecuniária. A obrigação acessória é a obrigação de fazer ou deixar de fazer. pois. Exemplos: Um contrato é assinado e diz “ quando realizada a hipótese prevista na cláusula y . uma condição a qual se ocorrida fará nascer o fato gerador e na condição resolutória desde a assinatura do contrato estará ocorrendo o fato gerador. encerra-se a ocorrência do fato gerador. Para que a obrigação tributária exista e seja legal são necessários a existência de 4 elementos: a) Lei. a qual ocorrida. O fato gerador é uma situação prevista em lei. É uma relação jurídica que tem por objeto uma obrigação de pagar. 6º Capítulo: Obrigação Tributária. como objeto da obrigação principal tem-se o pagamento do tributo ou de penalidade pecuniária e se extingue quando satisfeito o crédito tributário decorrente da obrigação tributária.c) a correção ou atualização monetária da base de cálculo. os futuros sob condição resolutória ou suspensiva. não foi . ocorre o fato gerador. é uma hipótese. se transformaria em obrigação principal. emissão de documentos fiscais. de fazer ou não fazer. surgindo a condição resolutória. prevista na legislação tributária. Na condição suspensiva o contrato prevê no ato de sua assinatura. logo. logo condição suspensiva. d) Sujeito passivo. deverá recolher-se x em impostos”. onde o Estado tem o direito de exigir e o particular de fazer o que o Estado exige ou de não fazer o que o Estado determina não fazer. A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador. denominada hipótese de incidência. escrituração. c) Sujeito ativo. b) Fato gerador. Assim temos o artigo 113 do CTN: A obrigação tributária é principal ou acessória. conforme determine a lei. É a obrigatoriedade ou dispensa de registros.

finda os efeitos do mesmo. ocorrido o fato gerador. não significando que todo fato gerador do IR seja sempre complexo. ou seja. mas a condição prevista no contrato. Simples: FG IPI. Estadual ou Municipal. ITBI. tendo o fato gerador outros aspectos a considerar: material – a situação definida em lei como necessária e suficiente a sua ocorrência. logo a União. estaduais e municipais. . logo ao mesmo tempo. O fato gerador e a obrigação tributária nascem de forma concomitante. está sujeita a tributação. - O sujeito ativo é uma Pessoa Jurídica de Direito Público Federal.ex: o ganho de capital (um provento – venda de imóvel com ágio). por comerciantes registrados ou não registrados. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. Complexo: IR – soma de fatores jurídicos. sejam praticadas por capazes ou incapazes. marca. Um contrato é assinado e a partir daí surge o fato gerador e é devido o tributo e no contrato há uma cláusula “ se ocorrida a hipótese y este contrato perderá os seus efeitos” aqui se está diante de uma condição resolutória. será fato gerador independentemente das ações levadas a efeito pelos contribuintes. não seja dada saída a mercadoria já vendida. ITD. sobre fato gerador. Da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. b) dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. espacial – local da ocorrência – marca uma jurisdição – há fatos geradores dos impostos federais. Estados e Municípios. Assim. há os simples como p. ICMS. responsáveis ou terceiros.a assinatura simplesmente que fez nascer o fato gerador. Contínuo: decurso do ano: IPTU. ocorrida resolve o contrato. sujeitos ativo e passivo são denominados de elementos subjetivos da obrigação tributária. Ex: Caso até o terceiro dia . temporal – o momento da ocorrência. Ex: A renda proveniente de uma atividade ilícita. Pessoal – sujeitos ativo e passivo. a contar da emissão da Nota Fiscal. DF. é a legislação do dia da ocorrência do FG. Ex: A saída da mercadoria é fato gerador do IPI. devemos saber que o fato gerador e sua definição legal é interpretada abstraindo-se: a) da validade jurídica dos atos. no quarto dia será considerado ocorrido o fato gerador do IPI. IE e II. sejam ações lícitas ou ilícitas. ou imoral. Quantitativo – Base de cálculo ou “Quantum debeatur”. O sujeito passivo se divide em contribuintes (relação pessoal e direta com o fato gerador) e responsáveis ( os que a lei assim definir). ITR. Ainda. também qual a legislação a ser aplicada. ou seja. IPVA.

a responsabilidade por substituição.Responsabilidade Solidária: Há a solidariedade de fato – quando diversas pessoas têm interesse comum numa determinada situação tributária e há a solidariedade legal – a definida no Código Tributário Nacional. b) os tutores e curadores em relação aos tributos devidos por seus tutelados e curatelados. Não abrange penalidades em virtude de ato ilícito. responsabilidade exclusiva. havendo pois. favorece ou prejudica os demais. Como se vê é amplo o campo das responsabilidades: Já vimos a responsabilidade solidária. e) o síndico e o comissário. salvo se outorgada há apenas um dos obrigados. Uma vez que a responsabilidade por infrações é pessoal ao agente. prevista no artigo 128 do CTN. o espólio pelo “de cujus”. A isenção ou remissão (perdão) do crédito exonera a todos. pela massa falida ou concordatária. temos a responsabilidade por infrações que é pessoal ao agente ( a quem cometeu). Ex: Indústria de Cigarros é responsável por substituição e recolhe o IPI e o ICMS de toda a cadeia de distribuição até o varejo. c) os administradores de bens de terceiros. São responsáveis solidários – Artigo 134 CTN: a) os pais pelos tributos devidos por seus filhos. f) os tabeliães. d) o inventariante pelo espólio. . Esta responsabilidade do artigo 134 só abrange tributos e mora. um grande leque de contribuintes e responsáveis conforme definição de lei complementar e também. a responsabilidade por sucessão. permite obrigar a um terceiro recolher antecipadamente o tributo devido por toda uma cadeia de produção. escrivães e demais serventuários de ofício pelos tributos devidos sobre atos praticados por eles ou perante eles em razão de seu oficio. Exemplo: o CTN define que a responsabilidade da pessoa incorporadora ou das fundidas (que resultam de fusão). Responsabilidade por Substituição. g) os sócios. Efeitos da solidariedade: Na solidariedade o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais. A interrupção ou prescrição em favor ou contra um dos obrigados. subsistindo pelo saldo aos demais. em relação aos tributos devidos pelos incorporados ou fusionadas é de quem incorporou. distribuição e varejo. já no momento que dá saída ao cigarro da indústria. no caso de liquidação de sociedades de pessoas. logo. onde terceiros passam a ser responsáveis. da própria lei que institui cada tributo.

Subsidiária do Adquirente – Se o vendedor retoma a exploração do ramo comercial antes de completar 6 meses do ato da venda. transformação. por exemplo: o filho menor. No entanto. a responsabilidade é pessoal de quem infringir). caso o vendedor não cumpra com a sua obrigação de pagar os tributos). prepostos. quando a responsabilidade tributária passará a ser do(s) novo(s) ente(s) que surgir(em). Espólio (pelos tributos devidos pelo morto (de cujus) até a data da sucessão. o que as tornará solidárias. limitado ao quinhão partilhado para cada um dos herdeiros). - b) Responsabilidade por sucessão comercial: São os casos de fusão. ou seja tanto do contribuinte. geralmente ocorre mediante a participação de diversas pessoas. a doutrina.(subsidiária – significa que o adquirente somente será cobrado. os tutores e curadores em relação aos tutelados e curatelados. ou seja. o inventariante pelo espólio. contrabando. simulação. diz que esta . - d) Responsabilidade de Terceiros: Refere-se a todos os listados no artigo 134 do CTN ( os pais em relação aos filhos menores. dolo. A infração à lei. os administradores de bens de terceiros. Mandatários. (sóciocotista aquele que adquire ações da empresa). quanto do responsável. c) Fundo de Comércio: Integral do Adquirente – Se o vendedor cessa a exploração após a venda. os sócios de empresas que não sejam do tipo sociedade anônima e limitada. No tocante a esta responsabilidade de terceiros o CTN informa ser a mesma solidária. Remitente (que arremata bens em hasta pública). por exemplo: os pais. entre outros citados no artigo 134 já transcrito integralmente nesta apostila. descaminho. incorporação. Herdeiros (pelos tributos devidos a partir da sucessão. sócios-cotistas não têm responsabilidade tributária.Resumo do Estudo sobre Responsabilidade Tributária: a) Responsabilidade Pessoal: Adquirente de Imóveis. acertadamente. sonegação. empregados que agem com excesso de poder ou desrespeito aos objetivos sociais da empresa. Integral do Vendedor – quando o comprador após a compra não dá seqüência a atividade do ramo adquirido. Infratores da lei (quando há infração è lei – fraude. cisão.

juntamente com o recolhimento do tributo. em geral. caso o contribuinte não satisfaça com o pagamento dos tributos então o responsável será cobrado a pagar. ocultar o fato gerador do tributo. a denúncia deverá ser aceita pelo Fisco. os doutrinadores vêem aqui um benefício de ordem. g) Exclusão da Responsabilidade: Somente há uma forma de um contribuinte ou responsável se excluir da Responsabilidade Tributária em relação a infrações ou falta de recolhimento de tributos é apresentar espontaneamente uma denúncia formal ao fisco declarando a sua omissão. de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. ou ação de fraudar. Quando um contribuinte assume a antecipação de pagar os tributos devidos pelos demais contribuintes da cadeia de distribuição do produto. Assim a fábrica de cigarros é contribuinte em relação ao seu próprio imposto e responsável por substituição em relação às demais parcelas pertencentes aos demais contribuintes (atacadistas e varejistas). além de pagar o seu próprio tributo. Ou seja. de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas de privação de qualquer natureza. da multa de mora e dos juros de mora. Somente desta forma. Da capacidade tributária passiva – Artigo 126 CTN: Ser capaz para efeitos de estar na condição de contribuinte. Do Domicílio Tributário – Artigo 127 do CTN: . recolhendo os valores ao Tesouro Nacional. f) Responsabilidade por substituição: Refere-se. mais os acréscimos legais (multa e juros de mora). não basta a confissão tem de haver o pagamento integral do tributo. ou seja. Exemplo: Na indústria de cigarros a fábrica de cigarros ao dar saída ao mesmo já demonstra na documentação fiscal o valor do seu próprio imposto e o valor do imposto devido pelos atacadistas e varejistas que irão comercializar o cigarro. bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. de responsável.responsabilidade é subsidiária. apresentando a denúncia formal. logo de sujeito passivo independe: da condição da capacidade civil das pessoas naturais. Ou seja. aos impostos sobre produtos industrializados e de Circulação de Mercadorias e Serviços ( IPI e ICMS).

principais. se incerta ou desconhecida o centro habitual de suas atividades. portanto se divide em obrigação: a) b) c) d) principal e acessória. Exercícios de Fixação: 73 – Quanto à obrigação tributária posso afirmar que é uma relação jurídica. podemos afirmar: a) Será a condição suspensiva. 3ª Regra: Quando não for possível a regra 1 e a regra 2. c) Será sempre suspensiva. . d) Será sempre resolutória. b) Será a condição suspensiva desde a prática do ato ou celebração do negócio e resolutória desde o seu implemento. pessoa jurídica de direito público: qualquer das repartições dentro do território de cada entidade tributante. ou de cada estabelecimento em relação aos atos ali praticados. a primeira é a de pagar e a segunda é a de fazer ou não fazer. então: será considerado como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação tributária. primeira e segunda. só pagar o tributo. 74 – Quando se tratar de fato gerador sujeito à condição. 75 – Qual é o objeto da obrigação principal: a) b) c) d) declarar a dívida tributária. Só pagar a penalidade pecuniária. pagar o tributo ou penalidade pecuniária. conforme determine a lei.1ª Regra: O domicílio tributário será o escolhido pelo contribuinte ou responsável. acessórias. desde que não prejudique a ação da autoridade administrativa. 2ª Regra: Na falta de eleição (de escolha) do contribuinte ou responsável: pessoa natural: a sua residência habitual ou. pessoa jurídica de direito privado: o lugar de sua sede. A relação jurídica tem por objeto uma obrigação principal e outra acessória. desde o momento do seu implemento e resolutória desde a prática do ato ou celebração do negócio.

simples e complexo. pessoal. nenhuma das anteriores. contribuinte e responsáveis. complexo e contínuo. 80 – Na solidariedade passiva o favorecimento ou desfavorecimento em relação a um dos obrigados. a lei e o fato gerador. não favorece a ninguém. nda. o IPTU é considerado um imposto de fato gerador_____________. .76 – Quais os elementos da obrigação tributária: a) b) c) d) o fato gerador. 77 – A definição legal de fato gerador é realizada abstraindo-se dos efeitos dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. complexo e simples. portanto. 81 – O fato gerador ocorrido. complexo. Complemente as lacunas e informe abaixo: a) b) c) d) contínuo. temporal. 79 – O imposto de renda é considerado um imposto de fato gerador__________. o lançamento. ao lançamento tributário. contínuo e complexo dizem respeito: a) b) c) d) a obrigação tributária. Tanto a conclusão quanto à premissa são falsas. quantitativo. ao crédito tributário. faz nascer: a) b) c) d) a obrigação tributária. salvo disposição em contrário: a) b) c) d) favorece ou prejudica os demais. a dívida. espacial. caso alguém venda mercadorias sem estar registrado como comerciante não estará sujeito a pagar tributos. 78 – Os aspectos material. simples. A afirmação é: a) b) c) d) A conclusão é falsa. só favorece a um dos beneficiados. A premissa é falsa. contínuo e simples. contínuo. sujeito ativo e passivo. ao fato gerador. mas a conclusão é verdadeira. e o ICMS é considerado um imposto de fato gerador______________.simples. os sujeitos ativos e passivos. Ambas são verdadeiras. o fato gerador. só favorece e não prejudica aos demais. a lei. mas a premissa é verdadeira.

fato gerador. c) a penalidade pecuniária.82 – A obrigação tributária principal surge: a) b) c) d) com a assinatura do contrato. 87 – Quando não houver eleição de domicílio por parte do contribuinte. somente a penalidade pecuniária. com a ocorrência do fato gerador. 86 – Qual a primeira regra de domícilio: a) Vale o domicílio eleito pelo contribuinte ou responsável. quando o escolhido prejudicá-lo. pagar o que for cobrado. b) cumprir com as prestações de fazer ou não fazer no interesse da Administração Tributária. 85 – A situação definida em lei como necessária e suficiente à ocorrência é conceito de: a) b) c) d) base de cálculo. obrigação tributária acessória. b) Vale o domicílio eleito pelo fisco. com o registro do contrato. 84 – Caracteriza uma obrigação principal: a) b) c) d) tanto a penalidade pecuniária quanto o pagamento do tributo. desde que não prejudique a fiscalização. somente o pagamento do tributo. o fisco aplicará a regra nº: a) b) c) d) número 1 número 2 número 3 número 4. . nda. d) nda. c) Qualquer lugar de bens de contribuintes ou responsáveis. 83 – O objeto da obrigação tributária acessória é: a) pagar o tributo devido. d) É onde o sujeito morar. obrigação tributária principal.

. as quais aluga para terceiros. c) Vai pagar. com juros e correção monetária. ainda que não registrada. regra geral. se o agente provar que agiu sem dolo ou culpa. 7º Capítulo: Do Crédito Tributário. provada a boa fé do agente. desde que recolha o imposto.. levando em consideração a natureza da obrigação tributária principal. de imediato. b) O CTN diz que capacidade tributária independe das condições do sujeito passivo. três impostos: O IPI porque é uma indústria de fabricação. quando ainda não escritas em dívida ativa. sem embargo de o devedor ter que pagar o tributo não recolhido. além de presidiário está tentando sustentar a família. cumprindo pena. e o imposto de renda por auferir renda pela locação. mas um presidiário tem direito à equidade. Pergunta-se se tal presidiário está sujeito à tributação? a) Coitado. 90 – As multas fiscais por infração ao dever de recolher tributos devidos (AFRF/1994): a) são elididas pela denúncia espontânea. o ICMS ao dar a saída em locação na primeira vez.88 – Descreva a regra nº 02: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________. d) não passam da pessoa do infrator dado que a responsabilidade penal e semi-penal é sempre pessoal e exige pesquisa do elemento volitivo do agente. Artigo 139 do Código Tributário Nacional – O crédito tributário decorre da obrigação tributária principal e tem a mesma natureza desta. 89 – Um presidiário. não tem imposto a pagar. c) são objetivas. em processo regular. O fato gerador ao ocorrer gera. logo não há imposto a pagar. e) são eliminadas. prescindindo. d) Não estou muito seguro. mas acho que não paga e se pagar vai ser um imposto bem reduzido. da pesquisa do elemento vontade. adquire madeira e produz na marcenaria da prisão mesas de sinuca. pelo menos. Com o ato administrativo de lançamento é constituído o crédito tributário. mesmo após a autuação fiscal. b) são elididas. a obrigação tributária principal.

e propor aplicação de penalidades. a matéria tributável que atuará sobre o lançamento será a vigente há cinco anos.O artigo 140 do CTN informa que as circunstâncias que modificam o crédito tributário. se for o caso. calcular o montante devido. Para praticar o ato de lançamento a autoridade administrativa segue outras determinações do Código Tributário Nacional. Assim o ato de lançamento se constitui de 5 fases: se ocorreu a hipótese de incidência. Ex: O dia do lançamento é 31 de dezembro de 2004. sua extensão. identificar o sujeito passivo/ responsáveis e finalmente. calcular o valor devido. assim o lançamento poderá deixar de seguir a legislação do tempo da ocorrência do fato gerador. exclusões. o ato administrativo de constituir o crédito tributário é vinculado a lei e exclusivamente de competência da autoridade administrativa. se for o caso. como por exemplo: O lançamento segue a legislação do dia da ocorrência do fato gerador. suspensões) são obrigatoriamente previstas em lei. exceto. Tais circunstâncias (modificação do crédito tributário. determinar a matéria tributável. garantias. ainda que posteriormente modificada ou revogada. O Lançamento: O ato de lançamento. Há exceções a regra acima. qual a legislação atuante (matéria tributável). 3 – De ofício. quando a legislação posterior ao fato gerador: - a) tenha instituído critérios novos de apuração ou processos de fiscalização. propor aplicação de penalidades. privilégios. ou que excluem sua exigência não afetam a obrigação tributária principal que lhe deu origem. Lançar corresponde a um procedimento administrativo com a finalidade de verificar: se ocorreu o fato gerador. c) tenha outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios. ainda que modificada ou revogada. ou seus efeitos. desde que acatada em 2ª instância de julgamento. mas o fato gerador ocorreu há cinco anos. quanto atribuir responsabilidades a terceiros. identificar o sujeito passivo. somente poderá ser alterado nos casos a seguir: 1 – pela impugnação do sujeito passivo. desde que acatada em 1ª instância de julgamento. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo. b) tenha ampliado os poderes das autoridades administrativas. quando: . suas garantias e privilégios. ou seja. 2 – por recurso de ofício.

Ex: IPI. c) as reclamações e os recursos ( são na esfera administrativa – impugnações e recursos nas instâncias superiores de julgamento administrativo. tácita – em razão do decurso de prazo de cinco anos a contar do lançamento. d) falsidade. nesse caso. c) não prestados os depoimentos e esclarecimentos ou prestá-los indevidamente à autoridade administrativa. b) o depósito do seu montante integral (geralmente para discutir a questão em juízo. B – Lançamento por Declaração ou Lançamento Misto. alguns doutrinadores citam a declaração de bagagem como forma de lançamento por declaração. logo o prazo que está se referindo o CTN. Atualmente. cabendo ao sujeito passivo pagar ou impugnar. Ex: Lançamento para cobrar tributos aduaneiros ( II e IPI vinculado) em ato de revisão aduaneira. b) quando a declaração não seja prestada. omissão comprovadas nas declarações obtidas pelo Fisco junto a seus contribuintes. uma vez que independe da participação ou não participação do sujeito passivo ou do responsável. sendo o ato homologatório. O lançamento de ofício é um ato de iniciativa exclusiva da autoridade administrativa. o sujeito passivo prestaria uma declaração prévia ao lançamento. O lançamento do ITR no início de sua tributação pela área federal se assemelhava a tal lançamento. Modalidades de Lançamento: A – Lançamento de Ofício ou Lançamento Direto. erro. Poderá ser um Auto de Infração ( se no serviço externo estiver a autoridade administrativa) ou Notificação de lançamento ( se no serviço interno estiver a autoridade administrativa). No lançamento por homologação. é prazo de decadência. O lançamento por declaração ou misto está em desuso – seria da seguinte forma. por quem de direito. É um procedimento unilateral. a responsabilidade é exclusiva do sujeito passivo e suas declarações persistem para todos os efeitos legais.a) for determinação de lei.) . A característica deste lançamento é o pagamento antecipado do tributo devido. na maioria das vezes. ICMS. no prazo e na forma da legislação tributária. sem que ao final. Suspensão do Crédito Tributário: a) a moratória ( dilatação de prazo para pagamento). C – Lançamento por Homologação ou Autolançamento. se for vencido o sujeito passivo. estar devendo juros de mora). com base nesta declaração prévia a autoridade administrativa promoveria o lançamento.

Exclusão do Crédito Tributário: a) a isenção. Estudo das figuras de suspensão. a dação em pagamento ( entrega de bens em pagamento). a compensação. a prescrição(após lançado de ofício) e a decadência ( antes do lançamento de ofício). Em caráter geral somente pela Pessoa Jurídica de Direito Público competente para instituir o tributo a que se refira a moratória e. a remissão (perdão de todo o crédito tributário).d) concessão de liminar em mandado de segurança. e) concessão de liminar ou tutela antecipada em outras ações judiciais. a decisão judicial passada em julgado favorável ao reclamante. e somente a União poderá conceder em relação a tributo da competência privativa de cada ente tributante. b) a anistia (perdão da dívida. . extinção e exclusão do crédito tributário: Moratória: Poderá ser concedida em caráter geral ou em caráter individual. desde que concedida aos da área federal e às obrigações de direito privado. o pagamento antecipado e a homologação do lançamento. f) o parcelamento. sob condição do pagamento do tributo). a decisão administrativa passada em julgado favorável ao impugnante. nem aos estados sobre os do município e vice-versa. Não há assim previsão de que um Estado. Extinguem o Crédito Tributário: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) o pagamento. a transação. do DF. ou Município possa instituir moratória em relação a tributos federais. a consignação em pagamento. Ou seja. em relação a penalidades. pela União quanto a tributos da competência dos Estados. Municípios. A suspensão do crédito tributário não dispensa do cumprimento das obrigações acessórias. DF. cada ente federativo poderá conceder em relação aos seus próprios tributos. a conversão do depósito em renda. desde que também o faça em relação aos seus próprios.

o prazo para pagamento e o valor dos juros. É uma dilatação de prazo para pagar os tributos e poderá ser aplicada a determinadas regiões. classes ou categorias de sujeitos passivos. Atenção: o parcelamento não extingue o crédito tributário.Para conceder moratória em caráter individual. Em caráter individual não gera direito adquirido. É importante observar que o depósito deverá ser feito em dinheiro e integralmente. o pagamento de uma parcela não significa o pagamento das anteriores ou posteriores e quando houver o pagamento integral de um lançamento referente a crédito tributário não significará que tenha havido o pagamento de outros lançamentos porventura existentes. ou nos casos previstos em lei. nos dias modernos o pagamento se dá realmente em moeda corrente ou cheque. o prazo será de trinta dias da notificação. mais a multa. ou seja. em despacho fundamentado da autoridade administrativa. pela Tutela Antecipada). cheque ou vale postal. não fixar o local para pagamento. o lançamento da penalidade não ilide o pagamento do principal. salvo disposição legal em contrário. não excluindo a incidência de juros e multas. apenas o suspende. Pagamento: Esta é a forma mais usual de extinção do crédito tributário e a legislação informa sobre alguns cuidados. quando a autoridade administrativa juntamente com o crédito lançado. enquanto se discute a razão e o direito. não será efetivada a sua cobrança. também lança multas referente a penalidades. desde que autorizado por lei e submetida ás condições acima. Depósito do Montante Integral: Visa como já foi dito evitar a fluência de juros de mora. deverá ser analisado o caso a caso. O pagamento será efetuado em moeda corrente. como ocorre na . eles serão: efetuados no local do domicílio do sujeito passivo e na repartição competente do seu domicílio. e os juros seriam de 1% ao mês. Assim parcelar crédito tributário não tem os mesmos efeitos do pagamento integral do mesmo. Parcelamento: Será concedido na forma e nas condições estabelecidas em lei específica. enquanto a questão é discutida na esfera administrativa ( pela impugnação e recursos) ou na esfera judicial ( pelo Mandado de Segurança. bem como não ilide o pagamento integral do crédito tributário – nesse caso do total do lançamento. em papel selado ou por processo mecânico (atualmente. Quando a legislação do tributo for omissa. Reclamações e Recursos: É a própria impugnação ao lançamento da autoridade administrativa ou recursos administrativos nas instâncias superiores de julgamento. em estampilha. e até mesmo por desconto direto em conta bancária. está suspenso o crédito. via computadores. ou seja. Quando o pagamento for em parcelas.

Quando forem diversos os débitos vencidos. Por óbvio que um pagamento realizado mediante cheque somente será considerado válido após o desconto do mesmo. 3º Municípios. tanto por erro de lançamento de ofício no tocante a base de cálculo e a sua formação (alíquotas. inclusive. cabendo a quem se julgar prejudicado entrar com ação anulatória. O direito a restituição do pagamento indevido: Quando o contribuinte comprovadamente pagar tributo maior que o devido. Somente poderá receber restituição de tributos aquele que assume verdadeiramente o encargo do pagamento – ou seja. Ou quando de qualquer forma. d) na ordem decrescente dos montantes – primeiro os maiores. vencidas e de coisas fungíveis. logo devidos ao mesmo sujeito ativo. seja administrativa ou judicial. conjuntamente e pro-rata. pois. reformada a decisão administrativa. no sentido estrito – lei ordinária. . Assim se duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra. No caso de dívidas com o fisco sempre será necessário para existir o direito à compensação que haja lei.importação). significa pagar primeiro os que estão mais perto de prescrever. Assim sendo a Fazenda Pública poderá denegar a restituição. etc) quanto por erro de lançamentos sujeitos a homologação. DF e Territórios. ou da data em que tornar a decisão definitiva. o CTN estabelece uma ordem de quitação: a) em primeiro lugar – aos débitos por obrigação própria e em segundo lugar aos débitos por responsabilidade tributária. medida provisória determinando a realização de compensação. Compensação: Para haver compensação é necessário haver direitos e obrigações mútuos. as duas obrigações extinguem-se até onde se compensarem. depois taxas e depois impostos. inclusive até mesmo por erro de identificação do sujeito passivo. b) primeiramente. às contribuições de melhoria. A compensação será entre dívidas líquidas. c) na ordem crescente dos prazos de prescrição. da data da extinção do crédito tributário. ou seja. conjuntamente e pro-rata. alegando que o requerente não é contribuinte de direito. o contribuinte de direito (também conhecido como contribuinte “de jure”. O prazo geral para cobrança de indébito é de cinco anos a contar. de seu pagamento. judicial de cobrança de crédito tributário já pago. a decisão de denegação prescreve em dois anos. 2º Estados. Quanto diversas pessoas jurídicas estiverem concorrendo sobre em relação a um só devedor a ordem de preferência é: 1º União.

e) a condições peculiares de determinada região do território da entidade tributante. c) a diminuta importância do crédito tributário. cessa a contagem de prazo de decadência e se inicia. assim a palavra com escrita diferente em nada tem a ver com o instituto tributário da remissão. d) a considerações de equidade. Ou seja. ou seja com a homologação tácita do mesmo. quanto à matéria de fato. estando prevista no artigo 171 do CTN. o lançamento anteriormente efetuado. portanto. como é o caso da remissão. Remissão: Remissão tributária. Quando o favor fiscal é submetido a despacho fundamentado da autoridade administrativa não gerará direito adquirido. A perda do direito do fisco de lançar é a decadência estabelecida. no sentido de perdão de uma dívida tributária é escrita com duplo “ss”. a partir de determinado momento. Diz o artigo 172 do CTN que a lei poderá autorizar a autoridade administrativa a conceder. Aqui quando se refere a lançamento. . apesar de ter ocorrido a expressão “lançamento por homologação” não tem o condão de cessar o prazo de decadência. Assim. considerando: a) à situação econômica do sujeito passivo.Transação: É uma espécie de negociação jurídica onde credor e devedor acertam concessões mútuas com a finalidade de extinguir obrigações recíprocas. Decadência: É perda do direito de lançar. face as características pessoais ou materiais do caso. este somente será cessado com o decurso do prazo de cinco anos. o mesmo será integralmente revogado. quando o fisco pratica o lançamento dito de “ofício”. o realizado pela autoridade fiscal. basta verificar que se perdemos o direito de lançar é porque não foi realizado o lançamento em tempo hábil: o tempo será de cinco anos. remissão total ou parcial do crédito tributário. a contagem da prescrição. uma vez comprovada de que não fazia jus ao benefício. contados: a) do primeiro dia útil do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. b) da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado por vício formal. pois. Da mesma forma que na compensação é fundamental a existência de lei no seu sentido estrito. está se referindo ao lançamento de ofício. lançamento por homologação. por despacho fundamentado. Logo. b) ao erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo.

é que ocorre o recolhimento ao Tesouro Nacional dos tributos sujeitos a tal lançamento e a homologação será. Aqui. houve homologação do período fiscalizado. É prazo sujeito a interrupção: a) b) c) d) pela citação pessoal feita ao devedor. alguns doutrinadores acreditam que tendo a empresa contribuinte por homologação sofrido fiscalização. mas o procedimento de cobrança. pois. mas sobre tal assunto há controvérsias. pelo protesto judicial. . por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial. o prazo continua a correr pelo que restar. tendo o devedor se submetido ao lançamento e lhe satisfeito. O lançamento. A decadência pode ser declarada de ofício pelo juiz. dando razão ao fisco e pagou o crédito tributário. Aquilo que era discutível e estava depositado em juízo ou administrativamente para evitar a mora e atualização monetárias. tácita – pelo simples decurso do prazo de cinco anos a contar do lançamento. por qualquer motivo. único ato capaz de cessar a decadência e iniciar a partir de determinado momento a prescrição. Há a previsão da homologação expressa. mas da ação de cobrar. o sujeito passivo se deu por vencido. após a discussão do mesmo. portanto. logo o prazo é de decadência. na decadência não há interrupção de prazos.Prescrição: Não há perda de direito. não foi eficaz. ela correrá celeremente. Conversão do Depósito em Renda: É uma das formas de pagamento e extinção do crédito tributário. ou seja. na prescrição ela terá de ser comprovada pela parte interessada. convertendo o que estava depositado em renda definitiva. na maioria das vezes. sendo o prazo de prescrição também de 5 anos a contar da data de constituição definitiva do lançamento. que importe em reconhecimento do débito pelo devedor. ponto de muitas discordâncias entre os autores de direito tributário. em linguagem simples. por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. e nada sendo encontrado para lançar de ofício. enquanto não houver o lançamento. foi realizado em tempo hábil. também quando a lei fala em “lançamento” está se referindo ao lançamento de ofício. passou a ser líquido e certo. como ocorre no IPI no ICMS. Na prescrição cessada a interrupção. Pagamento antecipado e homologação do lançamento: Estas duas figuras – pagamento antecipado e homologação do lançamento – são atos próprios do lançamento por homologação. seja em juízo ou administrativamente. o realizado pela autoridade fiscal. Isenção e Anistia – Excludentes do crédito tributário.

Cada tributo relaciona os atos e fatos excluídos de sua tributação, uma vez que isenção é matéria sujeita a reserva legal, ou seja, lei no sentido estrito precisa prevê-la a fim de que tenha validade. Não há isenção constitucional, há isenção legal – de lei portanto. A constituição trata de não-incidências, logo imunidades, ainda que por vezes, se utilize da expressão “isenção”. A isenção poderá ser objetiva quando se referir a coisas tangíveis – roupas, sapatos, redes de dormir, etc. Poderá ser subjetiva quando se referir a uma determinada pessoa e a determinadas circunstâncias – a isenção para deficientes adquirirem veículos adaptados ao seu grau de deficiência física, é um exemplo de isenção subjetiva. Outras isenções são dadas por prazo certo. As isenções por prazo certo e sujeitas ao critério de verificação da autoridade administrativa não geram direito adquirido, mas quando concedida em caráter geral passa a gerar o chamado direito adquirido e nesses casos, somente poderá ser revogada, mediante lei, e com observância do princípio da anterioridade. Finalmente, ainda que existam controvérsias, a maioria dos doutrinadores, informa que nos casos de exclusão de crédito tributário, ficam em suspenso pelo prazo prescricional o próprio crédito tributário e o lançamento, no entanto, permanecem efetivos a obrigação tributária e o fato gerador. Na anistia se tem um perdão fiscal – perdão em relação somente a penalidades, a infrações da legislação tributária, desde que não caracterizem crimes ou contravenções e desde que não haja dolo, fraude, simulação ou conluio. Assim caberá a cada entidade tributante, mediante lei no sentido estrito, anistiar infrações da legislação tributária; infrações de baixo montante; e anistiar as penalidades e infrações pecuniárias de determinada região do território da entidade tributante. Mas há uma condição básica para que se possa conceder e obter a anistia é o pagamento do tributo no prazo fixado na lei. Dispensa-se multas, não o tributo. Exercícios de Fixação: 91 – Podemos afirmar corretamente que base de cálculo é: a) b) c) d) o valor do imposto devido; o montante que define em valores a hipótese de incidência; é o valor do lançamento; é o próprio fato gerador.

92 – Podemos afirmar corretamente que fato gerador é: a) uma situação de fato, definida em termos jurídicos como hipótese de incidência, sempre recaindo sobre uma situação que tenha expressão econômica; b) fato gerador é o montante devido pelo contribuinte; c) fato gerador é a previsão de um valor a pagar; d) nda.

93 – Assinale a estritamente correta, conforme o texto estudado: a) b) c) d) o fato gerador tem a mesma natureza da obrigação tributária; a obrigação tributária tem a mesma natureza do fato gerador; o crédito tributário tem a mesma natureza da obrigação tributária; nda.

94 – A alíquota aplicável a determinado fato gerador, será aquela vigente: a) b) c) d) 30 dias antes da ocorrência do fato gerador; no dia seguinte a ocorrência do fato gerador; no dia da ocorrência do fato gerador; no dia do lançamento.

95 – Determinada lei entrou em vigor 100 dias após a ocorrência do fato gerador, tal lei determinava melhores condições de fiscalização, como a troca de informações cadastrais entre as entidades tributantes. O fiscal, na qualidade de autoridade administrativa, utilizou a lei de forma retroativa, para fatos geradores antes do vigor da lei. O fiscal agiu: a) errado e vai responder a inquérito administrativo disciplinar; b) errado, mas é erro escusável; c) corretamente, pois, o CTN permite que a lei tributária possa retroagir quando define maiores poderes ao fisco; d) corretamente, mas não vai valer o lançamento.

96 – O lançamento por homologação é realizado pelo: a) b) c) d) – pelo fiscal; – pela autoridade administrativa; – tanto pelo fiscal como pelo contribuinte; – pelo contribuinte;

97 – O lançamento por homologação tem como características: a) o pagamento antecipado e a homologação tácita – 5 anos após o lançamento; b) o pagamento sob condição resolutória de posterior homologação; c) o pagamento antecipado sob condição resolutória de posterior homologação, a qual poderá ser tácita ou expressa; d) as letras “a” e “c” estão integralmente corretas; 98 – O ato privativo da autoridade administrativa de identificar o sujeito passivo, calcular o valor tributável ou “quantum debeatur”, verificar alíquota incidente, e a ocorrência do fato gerador se denomina: a) lançamento;

b) crédito tributário; c) formalização do crédito tributário; d) as letras “a” e “c” estão corretas. 99 – Em relação á diferença entre decadência e prescrição, podemos anotar: a) Ocorre decadência quando não houve a constituição do lançamento do crédito tributário e ocorre prescrição quando o crédito, por alguma omissão, deixa de ser cobrado no prazo prescricional; b) A diferença é apenas de semântica; c) É que ambas extinguem o direito da ação de cobrar; d) É que ambas extinguem o direito de cobrar. 100 – Excluem o crédito tributário: a) a isenção e a anistia, mas permanecem válidos a obrigação tributária e o fato gerador; b) o pagamento e a conversão do depósito em renda; c) a concessão de medida liminar em mandado de segurança; d) nda. 101 – Suspendem o crédito tributário: a) a moratória, o pagamento, o depósito do montante integral, as reclamações e os recursos; b) a moratória, o parcelamento, o depósito do seu montante integral, as reclamações e os recursos, a concessão de medidas liminares; c) a concessão de medidas liminares, a compensação, a transação e a remissão; d) nda. 102 – A compensação, a transação e a remição, são formas de: a) b) c) d) exclusão do crédito tributário; extinção do crédito tributário; suspensão do crédito tributário; nda.

103 – Assim como a moratória, a isenção e a anistia: a) b) c) d) aproveitam todos os casos, inclusive, os dolosos e em conluio; não aproveita os casos de dolo, fraude e simulação, mas admite o conluio; não aproveita os casos de dolo, fraude, simulação e conluio; nda.

104 – O vencimento do crédito tributário, quando a legislação tributária não fixar, período diverso, se dará:

devidos por um mesmo sujeito passivo. não é sujeito a concurso de credores ou qualquer outro tipo de habilitação. vencido em 15/11/1983.000. R$ 25. (AFRF/1994): 1 – R$ 200. 30 dias após a notificação enviada pelo sujeito ativo.00. pertinente ao imposto de importação. todo e qualquer bem responde pelas dívidas tributárias.00.00 e R$ 8.000.000.00.00 e R$ 6. a ordem a ser observada pela autoridade administrativa na quitação por imputação dos seguintes créditos tributários. vencido em 10/05/1982. c) na ordem: R$ 8.000.000. 4 – R$ 50. de acordo com o Código Tributário Nacional. 30 dias do lançamento. gravados por ônus real.000. os bens: a) b) c) d) absolutamente impenhoráveis. . correspondente a taxa rodoviária única. arrolados em garantia. b) na ordem: R$ 200.000.00.000.000. somente não respondendo por tais dívidas tributárias. vencido em 20/12/1983.00. relativo à contribuição de melhoria. cheque ou vale postal.000.a) b) c) d) 30 dias após a notificação válida ao sujeito passivo. 107 – O crédito tributário possui garantias e privilégios de forma a garantir o cumprimento por parte do sujeito passivo de suas dívidas com o Erário Público. concernente ao imposto de importação.000. a) na ordem: R$ 200.000. estampilha ou cheque.00.000. R$ 6. R$ 50. R$ 25.000.00 e R$ 200. papel selado e processo mecânico. R$ 50. estampilha ou cheque.00. na qualidade de responsável. R$ 8. b) em moeda corrente.00. 106 – Assinale a alternativa que indica corretamente.000.00. nos casos de falência e de concordata fica sujeito a habilitação. vencido em 10/02/81. R$ 50. d) nenhuma das alternativas está correta. 105 – O pagamento do crédito tributário pode ser efetuado: a) em cheque ou vale postal. vencido em 10/03/1983.00.00. 108 – O Crédito tributário quanto a sua cobrança judicial: a) b) c) d) está sujeito a concurso de credores.000. 3 – R$ 25.00.00. c) em moeda corrente.00. 2 – R$ 8. R$ 6.00. 5 – R$ 6.000. R$ 25. em dinheiro.00.000. além da estampilha. referente a imposto de renda na fonte.000.00.000. d) papel selado. nda. dependerá de arrolamento prévio.

que estava em débito de R$ 100. Por homologação. arquivos. Por declaração. dispondo sobre os poderes das autoridades administrativas no exercício de suas atribuições de fiscalização. também de forma específica. sem necessidade de qualquer ordem judicial. vamos localizar os poderes e demais regras que regulam a atividade da fiscalização.109 – Qual é o ato. Autolançamento. Este tipo de lançamento é denominado: a) b) c) d) De ofício. Assim tanto regula genericamente o poder da autoridade fiscal. Só há restrição em relação à residência domiciliar das pessoas físicas e nesse caso será necessária a ordem judicial. procedimento que constitui o crédito tributário: a) b) c) d) o fato gerador.000. a base de cálculo. o lançamento. como em relação a cada tributo. foi notificado mediante Auto de Infração por falta de pagamento de tributos. a determinação da alíquota aplicável. Também não há nem poderá haver qualquer dificuldade em examinar livros. pois. portanto. sejam contribuintes ou não.00 reais em imposto e R$ 75. 110 – Determinado contribuinte submetido à fiscalização. Para efeitos tributários não há como limitar ou excluir o direito do fisco em examinar livros.00. documentos e quaisquer papéis. . estando o estabelecimento regularmente aberto e em horário de funcionamento normal. no cumprimento de suas atribuições. Determina a aplicação da legislação tributária a todas as pessoas naturais e jurídicas.000. adentrar em qualquer estabelecimento sob fiscalização. papéis. 8º Capítulo: Da Administração Tributária Da Dívida Ativa Noções básicas sobre Processo Administrativo Tributário (Contencioso Tributário Federal) Da Administração Tributária: Nos artigos 194 a 200 do Código Tributário Nacional – CTN. ainda que imunes ou isentas. em multa. só podem alegar o direito ao sigilo algumas poucas entidades (padres. logo. além de que os fiscalizados tem a obrigação de exibi-los quando solicitados e no prazo e forma requeridos. Significa que o fisco poderá. todos estão sujeitos à fiscalização.

escrivães e demais serventuários de ofício. os leiloeiros e despachantes oficiais. por sinais. devem os mesmos sofrer registro nos livros apresentados pelos fiscalizados ou até mesmo a termo. as casas bancárias. a colaboração e proteção de força policial. A administração tributária e seus servidores estão obrigados a guardar sigilo em relação aos fatos de seu conhecimento. públicos. comissários e liquidatários. excluindo-se as informações e provas necessárias à formulação da representação fiscal para fins penais. Mediante intimação estão obrigados a informar sobre os negócios e atividades de terceiros: a) os tabeliães. . ou seja. d) as corretoras. a inscrição na dívida ativa. mas o próprio auditor fiscal no desempenho de suas funções. e em obediência a publicidade de seus atos. A administração fazendária e seus servidores fiscais terão dentro de sua área de atuação e jurisdição. Devendo os atos da fiscalização serem de natureza legal. precedência sobre os demais setores administrativos. b) os bancos. f) os síndicos. devendo para tal ser regularmente inscrita na repartição competente (Procuradoria da Fazenda Nacional para os créditos tributários federais). inclusive. os transportadores. após esgotados os prazos para pagamento fixados em processo regular. além de troca de informações entre entes públicos conveniados e a solicitação de informações ao fisco via ordem judicial. por exemplo. a fim de bem cumprir com às suas atribuições. além de multas administrativas e judiciais. A dívida ativa tributária. g) quaisquer outros em razão de seu ofício. isso significa. logicamente se constitui a partir dos créditos tributários não satisfeitos pelo sujeito passivo. c) as empresas de administração de bens. Qualquer ato agressivo. quando o fiscalizado deverá ficar com cópia. sujeitando o infrator a condução sobre prisão para prestação de depoimentos.advogados e bancos em geral). seja verbal. que os demais órgãos públicos estão obrigados a prestar ajuda quando solicitada por um agente da fiscalização tributária. caixas econômicas e demais instituições financeiras. Todos deverão guardar os documentos e livros de efeitos fiscais pelo prazo mínimo de 5 anos – que é o prazo prescricional. não é somente a administração que poderá solicitar a força policial. seja agressão física ou outro ato de negação que vise dificultar a fiscalização será considerado como embaraço e desacato ao agente tributário. Da Dívida Ativa: O capítulo está contido nos artigos 201 a 204 do CTN. O agente fiscal tem poder de requisitar. o parcelamento e a moratória. e) os inventariantes.

A Certidão de Dívida Ativa conterá os mesmos elementos do Termo de Inscrição e será autenticada pela autoridade competente. f) o número do processo administrativo ou do auto de infração. d) a indicação. Certidão Negativa de Débitos Fiscais: Artigos 205 a 208 do CTN. então é providenciada a Certidão. e ao executado quando houver substituição será garantido à devolução de prazos para embargos à execução. que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa. A dívida ativa tem rito processual para fins de execução judicial regido pela Lei 6830/1980. se neles estiver apurado o valor da dívida. O Termo de Inscrição deverá conter: a) nome do devedor. quando exigível. seja feita por certidão negativa. e) a data e o número da inscrição. a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida. o domicílio ou residência de um e de outros. somente sendo regida pelo Código de Processo Civil de forma subsidiária. goza da presunção “júris tantum”. de estar a dívida sujeita à atualização monetária. domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. ou seja. caso não aceito e não pago. prazos próprios. Basta.A dívida ativa tributária. Primeiro a PFN elabora um simples Termo de Inscrição e apresenta ao devedor. sempre que conhecido. a apresentação pela PFN do título extrajudicial denominado Certidão de Dívida Ativa para que possa impetrar ação judicial de execução de bens do devedor. o qual poderá ser sanado até o momento de ocorrer à decisão de primeira instância (judicial) mediante substituição da certidão nula por outra sem os erros ou omissões da anulada. logo devida. portanto. Qualquer omissão ou erro anulará a certidão. Artigo 205 – A lei poderá exigir que a prova de quitação de determinado tributo. regularmente registrada. presunção relativa até prova em contrário. Logo é prova pré-constituída para todos os efeitos a dívida ativa regularmente inscrita. expedida à vista de requerimento do interessado. de que é dívida certa e líquida. c) a origem. . bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para o cálculo. se for o caso. b) o valor originário da dívida. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10(dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição. logo tem rito próprio. bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato. dos co-responsáveis e.

respondendo. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato. será dispensada a prova de quitação de tributos. do Distrito Federal e dos Municípios. dos Estados. todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido. sem dispensar as demais responsabilidades funcionais e penais. com os meios e recursos a ela inerentes. créditos em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora (logo reservados para pagamento dos tributos devidos. à segurança e à propriedade. pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos. Tal alegação de direitos é praticada quando a não observância de prazo – dez dias – para concessão da certidão não é observada pela repartição competente e tal omissão possa acarretar a caducidade de um direito. em processo judicial ou administrativo. Comprova a abrangência nacional do CTN. “Todos são iguais perante a lei. Do Contencioso Tributário: O Contencioso Administrativo Tributário tem origem nos lançamentos que são contestados pelos contribuintes na esfera administrativa. Finalmente nos artigos 209 e 210 do CTN temos as disposições finais. exceto as infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator. à liberdade. à igualdade. . ou o seu suprimento. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. juros de mora e penalidades cabíveis. quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade do direito. ou créditos cuja exigibilidade estejam suspensos ( exemplo: créditos tributários lançados e impugnados pelo sujeito passivo na instância administrativa). no entanto. Nos demais incisos diz ainda: ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal e são inadmissíveis. as provas obtidas por meios ilícitos. Artigo 210 – Dos prazos: os prazos fixados nesta Lei ou na legislação tributária serão contínuos. responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir. Artigo 208 – A certidão negativa expedida com dolo ou fraude. que contenha erro contra a Fazenda Pública. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento. É previsto no artigo 5º da Constituição Federal no inciso LV. Artigo 207 – Independentemente de disposição legal permissiva. Artigo 209 – A expressão “Fazenda Pública” quando empregada nesta Lei sem qualificação abrange a Fazenda Pública da União.Artigo 206 – Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos (logo ainda não devidos). mediante bens penhorados e que serão levados a hasta pública). sem distinção de qualquer natureza. no processo. nos termos seguintes: LV – aos litigantes.

Insatisfeito com o resultado. A segunda instância é realizada pelos julgadores colegiados. poderá ser lavrado mediante termo avulso. quando o processo será remetido para julgamento da 1a instância administrativa. Da decisão do Sr. a) b) c) d) e) o imune. em qualquer dos livros fiscais e inclusive. Há também uma terceira instância. O contencioso se inicia pela impugnação ao crédito tributário lançado. quando o contribuinte consegue decisão favorável do Conselho de Contribuintes e a Procuradoria da Fazenda Nacional. a) no livro Diário. a pessoa jurídica não constituída formalmente.Dentre as alternativas a seguir. mas sim recurso. elevar o seu caso a 2ª instância de julgamento. ainda.Quando a administração tributária em decisão administrativa irreformável anula o crédito lançado pela autoridade administrativa está extinto o crédito tributário. todos estão sujeitos á fiscalização. podendo ser diversa a sorte de cada um dos processos. Assim as decisões no Processo Administrativo Tributário e os julgados administrativos tem força de eficácia para manter ou extinguir créditos tributários. discorda do fato. E decisão administrativa irreformável significa aquela que não mais possa ser objeto de ação anulatória. . pelo Conselho de Contribuintes. 112 – O termo de início de fiscalização. mediante recurso (não mais impugnação). a pessoa natural. denominada especial que corresponde ao Ministro da Fazenda. Exercícios de Fixação: 111 . o isento. Ministro da Fazenda. pelas Delegacias Regionais de Julgamento. na instância administrativa. preferencialmente no livro de Ocorrências. poderá o contribuinte. d) em termos avulsos. todos Auditores Fiscais da Receita Federal. ou qualquer outro termo fiscal deverá ser lavrado obrigatoriamente. c) pelo CTN. do qual o contribuinte deverá receber cópia. b) em qualquer livro. em qual há um que não esteja sujeito à fiscalização tributária. A primeira instância é realizada pelos julgadores colegiados. em igual quantidade de Auditores Fiscais da Receita Federal e Representantes do empresariado nacional. não cabe recurso.

Certidão de Dívida Ativa. impugnando o crédito. conforme consta do CTN. b) Que o contribuinte foi autuado pela fiscalização. para fins de apresentação à fiscalização quando intimados a fazêlo. tem como efeito: a) b) c) d) interromper o prazo decadencial. garantia e liquidez totais. dez anos. 117 – A inscrição do débito em Dívida Ativa. garantia e liquidez. mediante termo de início. mediante Certidão de Dívida Ativa. pelo prazo determinado em lei. 115 – A declaração do fisco de que o contribuinte está em dias com suas responsabilidades tributárias se expressa pela declaração: a) b) c) d) Certidão Negativa ou positiva com efeito de negativa. Certidão Positiva de Débitos Fiscais. documentos de interesse fiscal.113 – Todos os contribuintes deverão guardar livros. dá ao crédito tributário a certeza de: a) b) c) d) garantia e liquidez. O início da fiscalização. ou que na esfera judicial. com efeito de negativa: a) Que o contribuinte é devedor remisso. ofereceu bens à penhora. d) Nenhuma das anteriores. relativas. 114 – Assinale a correta. 116 – O que significa uma Certidão Positiva de Débitos Fiscais. Tal prazo é de: a) b) c) d) cinco anos e é decadencial. . absolutas. b) administrativo. c) Que entrou na justiça para se defender mediante Mandado de Segurança. Só liquidez. nenhuma das anteriores. se condenado ao pagamento. em fase atual de julgamento. interromper o prazo prescricional. três anos. Nenhuma das anteriores. 118 – A Certidão de Dívida Ativa é um título: a) judicial. pois só o lançamento faz tudo cessar. cessar a espontaneidade do fiscalizado. cinco anos e é prescricional. mediante ato de lançamento e exerceu a sua defesa.

mas poderá ser corrigida se concordar o sujeito passivo. anulável e extingue a dívida se for indicado o erro ou omissão pelo devedor. b) o advogado. mediante qual procedimento: a) b) c) d) mediante impugnação. mediante embargos à execução. nula. certidão de dívida ativa. todas as alternativas estão corretas. d) os bancos. desde que seja dia de expediente normal na repartição emitente da notificação. que manda em todo mundo. moratória. 121 – Quais dentre as pessoas abaixo não está obrigada a revelar o que sabe ao fisco. mediante intimação: a) os tabeliães e os serventuários de ofício nos cartórios. 124 – Quantos aos prazos da legislação tributária. 122 – O sigilo fiscal não prejudica a realização de : a) b) c) d) representação fiscal para fins penais.c) extrajudicial. nula. c) somente o padre. 119 – É possível contestar um crédito tributário inscrito em dívida ativa. 120 – O que significa a precedência que a autoridade administrativa no exercício da fiscalização de tributos tem sobre as demais autoridades: a) b) c) d) que não precisa obedecer nem mesmo ao juiz. . mediante recurso aos procuradores. 123 – O erro ou omissão constante de Certidão de Dívida Ativa. mas poderá ser corrigida até decisão de primeira instância. onde quiser. d) formal. nenhum dos anteriores. a torna: a) b) c) d) nula e extingue a dívida sem qualquer possibilidade de correção. que poderá solicitar ajuda a qualquer outro agente ou órgão público. podemos afirmar corretamente: a) somente se iniciam no dia seguinte da notificação do lançamento. que entra em qualquer lugar.

segundo o CTN notificação de lançamento é feita por meio eletrônico. entre outros. Anúncios em jornais. seja um Delegado ou um Inspetor. mas também quando desconhecido o domicílio poderá ser feita mediante: a) b) c) d) Proclamas. 127 – O procedimento fiscal se inicia sempre que houver um: a) ato de ofício da fiscalização. o primeiro é lavrado pela autoridade administrativa denominada Auditor Fiscal e o segundo é firmado pelo chefe da Repartição. ponto facultativo. não existe a divisão entre lançamentos internos e externos. 30 dias. b) com o registro da importação no Siscomex. uma intimação. Quanto a presente afirmação podemos dizer que é: a) falsa. 125 – Quantos dias tem o servidor público para expedir certidão de quitação de tributos federais. 8 dias. pois. nenhum das anteriores. c) inclui-se o último dia do prazo. d) fato que chegue ao conhecimento da autoridade administrativa.As intimações deverão ser feitas pessoalmente. b) falsa. não existe a notificação de lançamento. . c) falsa. até mesmo em caso de feriado. Chamadas em televisão. um termo de apreensão de mercadorias. ou seja. um termo de início. 10 dias. dispensa assinaturas manuais. d) inclui-se o dia da notificação. d) Verdadeira. na jurisdição da repartição emitente da notificação. admitindo-se a intimação via AR. regularmente requerida: a) b) c) d) 5 dias. de qualquer dívida entre pessoas jurídicas e físicas. c) com a lavratura do auto de infração. 129 . 128 – O Auto de Infração é lançamento externo e a Notificação de Lançamento é interno. Editais. de um contrato entre um permissionário e o setor público.b) exclui-se o último dia do prazo. 126 – A dívida ativa tributária é proveniente de crédito tributário e a dívida ativa não tributária é proveniente de: a) b) c) d) de qualquer dívida entre particulares.

questões de equidade e de analogia. permitirá recurso à : a) b) c) d) ao Delegado de Julgamento Regional. não se relacionando com os demais ramos. c) vincula-se apenas ao Direito Constitucional. Nenhuma das anteriores. b) vincula-se apenas ao Direito Administrativo. ao Secretário da Receita Federal. apenas do ponto de vista didático. d) sempre que foi conveniente ao interesse público. contrária à lei ou à evidência de provas. b) julgar de ofício. decisões dos Conselhos de Contribuintes contrárias a tais contribuintes. decisões dos Conselhos de Contribuintes contra a União. 132 – A decisão não unânime pelo colegiado. 134 – Assinale a única correta (AFRF 1989): a) o CTN relaciona a jurisprudência judicial como fonte formal do direito tributário brasileiro. o Direito Tributário (AFRF 1991): a) é totalmente independente dos demais ramos. d) nenhuma das anteriores.130 – Ao Ministro da Fazenda em instância especial compete: a) julgar em instância especial. Questões de Concursos: 133 – Em relação ao Direito como um todo. mediante recurso de ofício. d) é considerado autônomo. prescindindo totalmente dos diversos ramos do Direito Privado. em recurso dos Procuradores da Fazenda Nacional. da qual não mais caberá recurso. . e) relaciona-se apenas com os demais ramos do Direito Público. Câmara Superior de Recursos Fiscais. quando o crédito tributário exigido e mantido for de elevado valor e superior a limite fixado pelo Ministro da Fazenda. b) emitir decisão contrária ao sujeito passivo. possuindo metodologia própria de interpretação e estruturação. c) em qualquer dos casos elencados nas letras “a” e “b”. quando o crédito tributário for de elevado valor e superior a limite fixado pelo Ministro da Fazenda. a decisão divergente em casos similares. não se relacionando aos demais ramos. da qual não mais caberá recurso. c) julgar em instância especial. sempre que: a) emitir decisão favorável ao sujeito passivo. 131 – A Delegacia Regional de Julgamento é obrigada a recorrer de ofício.

e) dilatar o prazo decadencial do Código Tributário Nacional para lançar de ofício tributo federal. d) atribuir à pessoa imune a responsabilidade pelos tributos cuja retenção a lei tenha determinado. suas condições e limites. leis ordinárias e decretos-lei. de acordo com o CTN. o dever de cumprir a obrigação acessória. 135 – A competência tributária da União. Estados e Municípios é definida em : a) b) c) d) e) Constituição do Brasil. exclusivamente. Leis complementares federais. 136 – Lei ordinária da União pode (AFRF 1984): a) autorizar o Executivo a definir as hipóteses de concessão de isenção. d) Não se equipara à majoração de tributos a modificação de sua base de cálculo que importe em torná-lo mais oneroso. somente podendo ser alterado por lei complementar federal. o Distrito Federal e os Municípios. 137 – Lei ordinária pode (AFRF 1984): a) b) c) d) e) delegar ao Executivo a atribuição o sujeito passivo do tributo. o Distrito Federal e Municípios. os Estados. Leis complementares federais. Constituição do Brasil e em leis constitucionais. c) Por não estarem expressamente mencionados no CTN. exclusivamente. podendo ser alterado por lei ordinária federal e medida provisória. revogar isenção condicionada e a prazo certo. os Estados. leis complementares. as medidas provisórias não podem definir hipóteses de créditos tributários.b) Apesar de integrar a legislação tributária. atribuir a terceiro. 138 – O Código Tributário Nacional obriga (ICMS 1989): a) a União. b) revogar isenção concedida por lei estadual ou municipal. autorizar o Executivo a fixar penalidade às infrações tributárias que definir. c) conceder isenções de tributos estaduais e municipais quando houver relevante interesse público. revogar tratados e convenções internacionais anteriores. Constituição do Brasil. . quando este arrola o que se compreende por legislação tributária. podendo ser alterado por lei complementar federal ou estadual. decretos-leis e leis ordinárias. c) a União. os decretos expedidos pelo Presidente da República não são atos válidos para extinguir tributos. que não se vincula diretamente ao fato gerador da obrigação principal. b) os Estados e Municípios.

c) tanto no culposo quanto doloso. porque se trata de ato definitivamente julgado. domínio útil ou posse. vai pagar os tributos prejudicados. os Estados. são utilizáveis os princípios gerais de direito privado? II – A lei tributária federal pode. b) a partir de 45 dias da data de sua publicação. Intimado a pagar o imposto e a multa devidos. e) lei que estabelece normas gerais de direito tributário. um contribuinte defendeu-se judicialmente. e) a União. d) somente a partir do exercício financeiro seguinte (1981). ainda em 1980. somente podendo ser alterado por lei ordinária. possibilitará a cobrança do tributo (AFRF 1984): a) a partir de 1º de janeiro de 1980. seguro ou de títulos mobiliários ? . c) a nova lei retroage. d) a nova lei retroage. 140 – Autuado por infração á legislação do imposto sobre produtos industrializados. Assinale a alternativa correta aplicável ao fato acima mencionado ( AFRF 1989): a) a lei vigente á época da infração somente não é aplicável ao caso se foi expressamente revogada pela posterior. 141 – Qual a diferença entre expedir uma certidão negativa com erro culposo (erro não intencional) e erro doloso (com intuito de lesar o fisco). b) tanto no culposo quanto doloso. com a finalidade de limitar a tributação a respeito. a notificação de lançamento. 139 – Lei municipal que elevou a alíquota do IPTU em 10 de janeiro de 1980. o Distrito Federal e os Municípios. b) a nova lei não é aplicável ao caso. para efeito de excluir o imposto devido. c) a partir da data em que a administração expedir. mas sim.d) os Estados. d) nenhuma das anteriores. para fins de definição do fato gerador de imposto. alterar os conceitos de câmbio. e os efeitos sobre o funcionário relapso: a) no erro culposo não há como responsabilizar pelos créditos tributários porventura prejudicados. além das penalidades administrativas e penais. mas no doloso sim. A decisão final do litígio lhe foi desfavorável. 142 – Assinale a alternativa que contenha a seqüência correta de respostas as três perguntas abaixo (AFRF 1989): I – Para definir o que é propriedade. ele fica sabendo que entrou em vigor uma lei que deixa de definir como infração o ato praticado. podendo ser alterado por lei complementar federal e estadual. apenas para excluir a multa devida. nada terá a sofrer. jamais se aplica a ato ou fato pretérito. o Distrito Federal e os Municípios. o contribuinte que agiu em conluio com o mesmo. publicada no Diário Oficial do Município na mesma data.

sucessivamente. equidade. c) analogia. e) é constitucional. 145 – Lei complementar da União Instituiu empréstimo compulsório para absorver temporariamente poder aquisitivo da população. eximir o acusado de qualquer penalidade. princípios gerais de direito privado. não. por ter sido instituído por lei complementar. e) equidade. sim. b) analogia. a autoridade competente aplicará a legislação tributária. Sim. Esse empréstimo compulsório (AFRF 1991): a) b) c) d) é inconstitucional.III – o emprego da eqüidade. Sim. por ter sido instituído por lei complementar. princípios gerais de direito público. princípios gerais de direito público. visando a atenuar os rigores de uma lei. é constitucional. princípios gerais de direito tributário. princípios gerais de direito privado. princípios gerais de direito tributário. pode resultar na dispensa de tributo injusto? a) b) c) d) e) Não. aplicar a analogia. 143 – Na ausência de dispositivo legal. não. na seguinte ordem (TRF 1988): a) analogia. deveria ter sido instituído por lei ordinária federal. sim. Não. princípios gerais de direito público. sim. princípios gerais de direito público. não. a autoridade competente para julgar infrações à legislação tributária deve (AFRF 1989): a) b) c) d) e) utilizar o princípio da equidade. equidade. pois não corresponde às hipóteses constitucionais de empréstimos compulsórios. d) analogia. princípios gerais de direito público. pois trata de matéria urgente e de relevante interesse nacional. princípios gerais de direito privado. não. equidade. é inconstitucional. interpretar a norma da maneira mais favorável ao acusado. Não. 146 – Não pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da lei que o instituiu o imposto (AFRF 1989): . sim. não. em face da tendência à hiperinflação. 144 – Em caso de dúvida quanto à capitulação legal do fato. sim. aplicar a pena mais severa. equidade. analogia.

e) taxa de alvará de licenciamento x a propriedade de imóvel urbano. só poderá ser exigida 90 dias após a data da publicação da lei instituidora. imposto sobre circulação de mercadorias. ela pode ser cobrada cumulativamente pela União. instituiu contribuição em favor da seguridade social incidente sobre concursos de prognósticos. Estados. c) tendo em vista o fato gerador da contribuição de melhoria. em face do princípio da anterioridade da lei. É correto afirmar que essa contribuição (AFRF 1991): a) b) c) d) e) é exigível após 45 dias da data de publicação da lei.a) b) c) d) e) imposto de importação. imposto de exportação. b) por ser de competência tributária comum. imposto sobre grandes fortunas. 149 – Lei da União. a) b) c) d) e) a destinação de sua arrecadação. limitando-se a estipular a competência para instituílos. publicada em 16 de janeiro de 1991. as taxas podem ser cobradas pela União. . imposto sobre produtos industrializados. a sua denominação. terá eficácia somente a partir do exercício financeiro seguinte ao de sua instituição. pode ser exigida a partir da data de publicação da lei que a criou. o tipo de lei que o instituiu. é inconstitucional. a denominação e demais características formais adotadas pela lei. b) taxa de coleta de lixo x utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição. pois falece competência da União para instituí-la. Estados e Municípios. 147 – É imprescindível para a determinação da natureza jurídica do tributo. o fato gerador. 150 – Assinale a única alternativa não correta (AFRF 1984): a) a Constituição não cria tributos. d) é defeso a União instituir imposto sobre os serviços de transporte e comunicações. por ser privativo dos Estados e do Distrito Federal o ICMS. 148 – Considere a relação taxa e fato gerador e responda corretamente: a) taxa de iluminação pública x poder de polícia. d) taxa de fiscalização de boates x utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição. Distrito Federal e Municípios. c) taxa de cemitério x poder de polícia.

d) tratando-se de atos contra os bons costumes. 152 – Para que uma contribuição de melhoria seja cobrada é necessário que uma obra pública: a) b) c) d) e) seja projetada. o titular é incapaz sob o ponto de vista tributário. a taxa de melhoramento de portos. a contribuição de melhoria. II – Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra prestação imposta pela legislação tributária. nra.se de ilícito penal não há que se falar em incidência tributária. repugna ao direito tributário considerálo como suscetível de se submeter à incidência da norma tributária. eis que para o direito tributário é irrelevante a ilicitude ou licitude da atividade tributária. Indique o tratamento adequado ao caso (AFRF 1991): a) por configurar ilícito penal e atentado aos bons costumes. ser cobrada de funcionários civis e militares aposentados. a taxa de limpeza pública. 154 – Quando tem por fato gerador uma situação que independe de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. nem (AFRF 1980): a) b) c) d) ser cobrada indistintamente de todos. ser cobrada em função do capital das empresas. a matéria está fora da área de incidência tributária. 155 – Em relação às afirmativas abaixo. é “tributo não-vinculado” (AFRF 1989): a) b) c) d) e) a taxa de fiscalização. b) por caracterizar uma atividade ilícita juridicamente. o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. valorize imóvel particular. que explora atividade de lenocínio. valorize área urbana. teve os rendimentos auferidos na referida atividade submetidos à incidência do imposto de renda pessoa física pela fiscalização da Delegacia da Receita Federal. 153 – A taxa não pode ter base de cálculo ou fato gerador idêntico ao que corresponde a imposto. e) a matéria está dentro do campo de incidência tributária. seja realizada. c) tratando.151 – Dona Geni. . Nesse sentido. diz-se um “tributo não-vinculado”. assinale a opção correta (AFRF 1991): I – A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de tributo ou multa. ser cobrada de funcionário ex-combatente de guerra.

nos termos do direito pertinente. o respectivo contrato foi registrado em 02. as duas primeiras são corretas. desde o momento em que se identifique contribuinte. 15. c) implemento da condição suspensiva. 157 – Regra geral.12.1985.1985.1986. d) tratando-se de situação de fato. 156 – Quando o fato gerador for uma situação jurídica de natureza condicional. nos termos do direito aplicável.1984. e) implemento da condição resolutiva.1984. 30.05. somente a terceira é correta. Assinado aos 15. b) tratando-se de situação de fato. 10. desde o momento em que esteja definitivamente constituída. com a entrega da notificação de lançamento ao sujeito passivo. d) prática do ato jurídico.06.1984.12. nos termos do direito aplicável. c) em qualquer situação.10. b) publicação da lei que defina como fato gerador essa situação jurídica.10.1984. somente a segunda é correta.06. a respectiva obrigação tributária surgirá a partir do momento da (o) (AFRF 1989): a) constituição do crédito tributário. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio. Mário concluiu o curso superior.1984. desde o momento em que tenha sido iniciada a sua constituição. a) b) c) d) e) somente a primeira é correta. as três são corretas. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos (AFRF 1991): a) tratando-se de situação jurídica. Aos 30.12. se suspensiva a condição. O fato gerador do imposto sobre transmissão de bens imóveis ocorreu em (PFN 1985): a) b) c) d) e) 30.1984 .05.III – A aplicação da penalidade não pecuniária origina uma obrigação tributária principal. e) tratando-se de situação jurídica. se suspensiva a condição. desde o momento em que estejam em vias de se concretizar as circunstâncias materiais que produzirão os efeitos que lhe são próprios. 158 – Em 10.12.1986. caso o rapaz conseguisse concluir o curso superior até 13. ou da celebração do negócio jurídico. 02. João disse a seu filho Mário que lhe doaria um determinado imóvel.

celebração do negócio. é definida pelos princípios gerais do direito penal. Considerando-se que o locador. como de fato concluiu.12. ainda. em relação aos negócios jurídicos submetidos a condição resolutória. que no exemplo acima exista negócio sob condição. Assim se a questão perguntasse sobre fato gerador de negócio jurídico. o locatário e a empresa administradora do imóvel que o locatário assumiria todos os encargos tributários incidentes sobre o imóvel. a qual ocorrida faria nascer o fato gerador ou se daria logo na celebração do negócio – transferir o imóvel caso o filho concluísse o curso superior até 13. a eficácia da lei que instituiu o tributo. a interrupção da prescrição em favor de um dos obrigados não beneficia os demais. verificação de outras circunstâncias materiais necessárias pra que a situação de fato produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. 162 – A obrigação tributária principal surge com: a) b) c) d) a publicação da lei que instituiu o tributo.1986. 160 – Salvo disposição em contrário. considera-se ocorrido o fato gerador. a resposta seria fato gerador sob uma das condições. implemento da condição suspensiva. a partir do momento do(a) (AFRF 1991): a) b) c) d) e) ocorrência da situação fática. como proprietário do imóvel.OBS: esta questão induz o raciocínio para o fato gerador sob condição. Não significando. o lançamento de ofício. é o . 163 – Em contrato de locação de imóvel ficou pactuado entre o locador. que exigissem a sua interveniência. a responsabilidade por infrações a legislação tributária (AFRF 1985): a) b) c) d) depende da intenção do agente. 159 – Regra geral. considera relevantes apenas as ações ou omissões praticadas com boa-fé. implemento da condição resolutória. mas o que pergunta é quando ocorreria o fato gerador do imposto de transmissão de imóvel – na data da transmissão é a resposta. a ocorrência do fato gerador. independe da intenção do agente. a interrupção da prescrição contra um dos obrigados prejudica os demais. é só uma indução. ficando a empresa administradora responsável pela sua administração e fiel execução de todas as cláusulas contratuais. 161 – Salvo disposição em contrário. tratando-se de situação jurídica. na solidariedade (AFRF 1985): a) b) c) d) o pagamento feito por um dos obrigados não beneficia os demais. a isenção outorgada pessoalmente a um dos obrigados exonera os demais.

b) sucessor a qualquer título (herdeiro ou legatário) pelos tributos devidos pelo “de cujus”. pelos tributos devidos em relação aos bens adquiridos. sucessivamente. condicionada à inexistência de fraude ou simulação. nessa matéria. viesse a ser exigido. por escrito. tabelião.contribuinte do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. d) locador. em face da disposição contratual referida. em relação aos tributos devidos pela liquidada. b) locatário e. pelos tributos devidos por seus filhos menores. 164 – É pessoalmente responsável o (AFRF 1989): a) b) c) d) e) pai. pelos tributos devidos por seus tutelados. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. c) locador ou locatário. da empresa administradora. O Fisco nesse caso tem o direito a (AFRF 1984): . exclusiva. pelo crédito tributário. o município deve cobrar o tributo. se o primeiro recusar-se a pagá-lo. estabelecendo que o comprador se responsabilizaria pelo imposto que. d) remidor. pelos tributos devidos em relação aos atos praticados por ele. é (AFRF 1984): a) b) c) d) e) solidária. subsidiária. nos termos do CTN. uma vultosa venda sem nota fiscal. e) locador. em face do disposto no referido contrato. de produtos sujeitos ao IPI. porventura. adquirente. pelos tributos devidos pelo “de cujus”. c) cônjuge meeiro. a responsabilidade da pessoa incorporadora ou daquela que resulta de fusão. pelos tributos devidos em relação aos bens remidos. 166 – Segundo o CTN. pelos tributos devidos pelo espólio. inventariante. que lhe transfere o encargo tributário. em relação aos tributos devidos pelas incorporadas ou fusionadas. preferencial. o fisco. conforme a conveniência do fisco. do (AFRF 1991): a) locatário. 167 – Determinada empresa industrial contratou. com um atacadista. tutor. não ocorre quando há: (AFRF 1989): a) sócio. pois os acordos particulares não vinculam. do locatário ou da empresa administradora. 165 – A responsabilidade pessoal.

remisão. 168 – A pessoa física tem capacidade tributária passiva: ( Fisco Estadual MG 1985): a) b) c) d) e) somente a partir dos 16 anos de idade. o domicílio tributário. prescrição. d) quanto às firmas individuais. 171 – Uma das modalidades de exclusão do crédito tributário é a: (AFRF 1989): a) b) c) d) e) transação. no caso de impossibilitar a fiscalização do tributo. remissão total ou parcial do crédito tributário. são solidariamente responsáveis. anistia. metade de cada um. 169 – De acordo com o CTN. por despacho fundamentado. o lugar de sua sede. independentemente de idade. d) o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação será. ou. na forma da legislação aplicável ( AFRF 1984): a) quanto às pessoas jurídicas de direito público. exigir do comprador o tributo. somente o lugar de sua sede central. por força do contrato. além de exigir multa da empresa industrial por sonegação fiscal. somente quando for maior de 18 anos e civilmente capaz. c) a residência das pessoas físicas não pode ser escolhida como domicílio tributário. a sua residência habitual. somente quando maior de 21 anos e civilmente capaz. b) o domicílio tributário eleito pelo contribuinte em nenhuma hipótese poderá ser recusado pela autoridade administrativa.a) b) c) d) todo o tributo do comprador. c) quando às pessoas jurídicas de direito privado. 172 – A lei pode autorizar a autoridade administrativa a conceder. em qualquer hipótese. b) quanto às pessoas naturais. quando houver: . considera-se como domicílio tributário do contribuinte que não o elegeu. moratória. e) a autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito. ainda que incerta ou desconhecida. 170 – Assinale a alternativa certa: (TRF 1985): a) o domicílio tributário não poderá ser escolhido pelo contribuinte. pois devido ao conluio. todo o tributo da indústria. o da residência de seu titular. pois tal contrato não pode ser oposto à Fazenda Pública. já que o contrato faz lei entre as partes. independentemente de idade e de capacidade civil. em relação aos atos ou fatos que derem origem a cada estabelecimento. se civilmente capaz.

175 – As isenções (IAPAS 1985): Esta questão não mede necessariamente conhecimento da lei. 177 – O favor fiscal que. mas a capacidade do aluno em prestar atenção no que está escrito: a) podem ser revogadas a qualquer tempo por lei. salvo se concedidas por prazo certo ou em função de determinadas condições. quando a legislação não fixar o tempo para o pagamento: a) b) c) d) e) 45 dias. no primeiro dia do exercício seguinte áquele em que ocorreu o lançamento. é (AFRF 1991): a) a imunidade. dispensa o contribuinte do pagamento de tributo devido. ignorância do sujeito passivo quanto à matéria de direito. 15 dias. 173 – A contagem do prazo de prescrição da ação para a cobrança do crédito tributário inicia-se (ICMS ES): a) b) c) d) e) na data do protesto inicial. . na data da constituição definitiva do crédito tributário. pela lavratura do auto de infração. pela citação pessoal feita ao devedor.a) b) c) d) e) relevante importância do crédito tributário. por qualquer ato administrativo que constitua o devedor em mora. projeto de anistia definido pela autoridade competente. condições peculiares a determinada região do território da entidade tributante. 10 dias. 174 – A prescrição da ação de cobrança do devedor se interrompe: a) b) c) d) e) pela ocorrência do fato gerador. na data em que deveria ter ocorrido o pagamento do crédito tributário. b) isenção. questões de ordem administrativa de cada contribuinte. salvo se concedidas por prazo certo e em função de determinadas condições. b) podem ser revogadas a qualquer tempo por lei. 176 – Quantos dias depois da data da notificação do lançamento ao contribuinte ocorrerá o vencimento do crédito tributário. na data da ocorrência do fato gerador. estabelecido em lei do poder tributante competente. pelo lançamento. 30 dias. 5 dias.

c) isonomia; d) moratória; e) prescrição. 178 – O prazo para que se dê o fato jurídico da decadência e da prescrição (AFRF 1991): a) interrompe-se no caso de decadência e suspende-se no caso de prescrição; b) suspende-se no caso de decadência e interrompe-se no caso de prescrição; c) interrompe-se e suspende-se no caso de decadência e apenas se suspende no caso de prescrição; d) interrompe-se e suspende-se no caso de prescrição e apenas se interrompe no caso de decadência; e) interrompe-se e suspende-se no caso de prescrição e não se interrompe e nem se suspende no caso de decadência; 179 – A competência tributária residual da União caracteriza-se pela possibilidade de ela (AFRF 1991): a) aumentar seus impostos, majorando base de cálculo ou alíquotas, mas respeitados os princípios constitucionais; b) instituir impostos extraordinários, havendo iminência ou no caso de guerra externa; c) criar, por lei complementar, um novo imposto, distinto dos previstos na Constituição, de índole não-cumulativa; d) instituir empréstimo compulsórios, nos casos expressamente previstos na Constituição; e) instituir taxas e contribuições de melhoria. 180 – A competência tributária não pode ser delegada, salvo (AFRF 1980): a) quando autorizada pelo Congresso; b) quando autorizada pelo Poder Executivo; c) a atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos ou de executar leis, serviços, atos ou decisões administrativas em matéria tributária, conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra; d) aos Estados, Distrito Federal e Municípios. 181 – A atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra pode ser revogada (AFRF 1985): a) b) c) d) pelo acordo entre as partes; pela União, quando esta assim quiser; por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido; somente depois de decorrido o prazo de um ano.

182 – Para dirimir conflitos de competência em matéria tributária entre os Estados e o Distrito Federal , a Constituição Federal elege (AFRF !980): a) b) c) d) a resolução do Senado Federal; a lei complementar; a emenda constitucional; a lei ordinária.

183 – Assinale a INCORRETA: a) Para os efeitos da legislação tributária, não tem aplicação quaisquer dispositivos legais excludentes do direito do fisco de examinar livros, mercadorias, documentos, papéis e demais efeitos comerciais ou fiscais; b) Todas as pessoas estão sujeitas à fiscalização, tanto naturais quanto jurídicas, exclusive as imunes e as isentas; c) Todas as pessoas estão sujeitas à fiscalização, tanto naturais quanto jurídicas, inclusive as imunes e as isentas; d) No exercício de suas atribuições, a autoridade administrativa do fisco tem precedência sobre os demais agentes de órgãos públicos. 184 – Assinale a Correta: a) A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez, logo trata-se de presunção absoluta; b) A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez, logo trata-se de presunção “jure et jure”; c) A dívida ativa é uma presunção “júris tantum”; d) Não existe presunção na dívida e sim certeza, seja relativa ou absoluta. 185 – Assinale a Correta: a) As certidões negativas serão expedidas em 10 dias da entrada do requerimento; b) Tem o mesmo efeito de certidão negativa a certidão positiva que apresente créditos vencidos e não pagos; c) Tem os mesmos efeitos de certidão negativa a certidão positiva de crédito vencido em curso de cobrança executiva em que não tenha sido efetivada a penhora; d) Tem os mesmos efeitos de certidão negativa a certidão positiva de crédito cuja exigibilidade não esteja suspensa. 186 – Assinale a alternativa que indica o prazo fixado pelo Código Tributário Nacional para que o sujeito passivo, cujo pedido de restituição foi denegado, proponha ação anulatória de decisão administrativa, sob pena de correr sua prescrição (AFRF 1980): a) b) c) d) trinta dias, contados da ciência da decisão administrativa; dois anos, contados da ciência da decisão administrativa; cinco anos, contados da data de extinção do crédito tributário; cinco anos, contados da data de ciência da decisão administrativa.

187 – Esgotado o prazo para pagamento, o crédito tributário regularmente inscrito na repartição competente recebe a denominação de (ICMS-RJ): a) b) c) d) e) indébito tributário; débito incobrável; receita residual; restos a pagar; dívida ativa.

188 – Diga sim quando correta e não quando incorreta: a) No processo administrativo tributário a movimentação do processo é de responsabilidade do órgão fazendário que representa a União; S b) No processo administrativo tributário a movimentação do processo é de responsabilidade do Poder Judiciário; N c) Cada ente federativo tem o seu próprio processo administrativo tributário; S d) O processo administrativo tributário é um só para todas as esferas de governo; N e) O processo administrativo tributário não permite ao contribuinte defender-se via judicial; N f) Se o contribuinte preferir seguir direto para a via judicial estará desistindo da via administrativa, por força de normativo legal; S g) Se o contribuinte defender-se administrativamente, implicará necessariamente estar desistindo da via judicial; N h) Quando a decisão administrativa for desfavorável ao sujeito passivo, somente lhe restará pagar a dívida tributaria; N a) b) c) d) todas as alternativas são erradas; todas as alternativas são corretas; São corretas as sentenças contidas nas letras a; c; f, somente; Estão erradas as sentenças a; b; d; e; g; h.

189 – O procedimento fiscal tem início sempre por um ato de ofício notificado ao contribuinte, podendo ser uma simples intimação, um termo de início de fiscalização, ou até mesmo: a) b) c) d) e) o começo do despacho aduaneiro; o registro da declaração de importação ou de exportação; o desembaraço aduaneiro; a lavratura do auto de infração; a denúncia espontânea do contribuinte.

190 – A intimação deverá ser sempre pessoal, mas quando não for possível admite-se a intimação via “AR”, além da intimação por: a) Aviso em jornal de grande circulação; b) Intimação via Diário Oficial da União; c) Edital, simplesmente;

c) Foi determinada a autoridade preparadora. nem ao menos havia sido avisado de tal procedimento em andamento pela fiscalização. Vale para todos os impostos. secretario da receita federal. d) as decisões do Colegiado do Conselho de Contribuintes. pois. 192 – O Ministro da Fazenda em instância especial julga: a) tudo que lhe for enviado pela autoridade administrativa. b) O auto de infração foi considerado nulo. portanto. Vale para todos os tributos. . c) os recursos elaborados e propostos pelos Procuradores da Fazenda Nacional junto ao Conselho de Contribuintes quando houver sido dado ganho de causa ao sujeito passivo da ação fiscal. pois. taxas e contribuições de melhoria. a resposta que o contribuinte recebeu do órgão julgador: a) A fase litigiosa do processo se inicia com a impugnação da exigência pelo sujeito passivo. apresentando o Mandado de Procedimento Fiscal ao contribuinte. pelos auditores-fiscais da receita federal. em conformidade com o Procedimento Administrativo Tributário – PAT. renda e serviços. b) os recursos elaborados e propostos pelos Procuradores da Fazenda Nacional junto ao Conselho de Contribuintes quando houver sido dado ganho de causa a própria Fazenda Nacional.d) NRA. o seu direito à ampla defesa e ao contraditório está garantido pela própria impugnação apresentada. apresentou defesa a autoridade julgadora (DRJ) alegando não ter podido exercitar o seu amplo direito de defesa. em qualquer caso. inclusive. Vale para impostos. 191 – Certo contribuinte. órgão central ou regional da SRF. Qual das alternativas abaixo corresponde. não lhe foi dado conhecimento da fiscalização. Diante disso. uma vez que o ato de revisão aduaneira é presuntivo. ficou surpreendido quando recebeu em sua importadora um Auto de Infração – sob o título Revisão Aduaneira. em razão de não ter havido o contraditório. 194– Consulta dos contribuintes sobre classificação de mercadorias é atendida e resolvida por/pela(o): a) b) c) d) e) inspetor da receita federal. delegado da receita federal. 193 – Sobre imunidade recíproca é correto afirmar: a) b) c) d) Só vale para impostos sobre o patrimônio. d) Nenhuma das respostas anteriores. que reveja o seu lançamento a partir da estaca zero.

indisponíveis. Certo. o controle externo da legalidade – momento no qual o poder judiciário verifica os atos das autoridades administrativas. 198 – Responda certo ou errado. definitividade dos julgados – a coisa julgada é definitiva. Ação Direta de Inconstitucionalidade. a) b) c) d) Mais ou menos certo. de execução. Ação anulatória de débitos fiscal. aqui também já existe uma certa tendência em diante de fatos concretos admitir-se rever a coisa julgada. . Ação declaratória de existência ou inexistência de relação jurídico-tributária. poder expropriatório – o poder do estado na ação de execução fiscal em retirar parte do patrimônio do sujeito passivo. relação triangular – o autor. Indique a título de aprofundamento ao estudo do Direito Tributário. Embargos à execução. o formalismo – os atos judiciais tem forma própria e deverão ser observados. seria só autor e réu. havendo atualmente uma tendência de reduzir tais formalismos. impenhoráveis. 197 – A ação para cobrança da Dívida Ativa regularmente inscrita é: a) b) c) d) e) de mérito. Errado. conforme o enunciado abaixo: São características de todos os processos judiciais tributários. 196 – Na fase de discussão judicial da Dívida Ativa da União há uma ação muito usual pelos contribuintes inscritos em tal Dívida. porquanto entendem que na área administrativa o autor e o julgador é o Estado. liminar. o réu. Lei de regência – significa que compete a União legislar sobre direito processual. obrigando ao pagamento da dívida (penhora bens que possam satisfazer o montante devido). penhoráveis. Nenhuma das anteriores.195 – Os bens pertencentes ao patrimônio público são considerados: a) b) c) d) sagrados. o julgador (alguns autores consideram que no processo administrativo não existe tal relação. incidental. cautelar. qual poderia ser tal procedimento: a) b) c) d) e) Ação de repetição de indébito.

O fiscal. Dois anos após foi editado um decreto municipal atualizando monetariamente os referidos valores. E ( ) Estaria afrontando o princípio da irretroatividade. B ( ) As normas jurídicas tributárias deverão obedecer aos princípios constitucionais tributários. C ( ) A legalidade tributária não permite o aumento de tributos por meio de medida provisória.199 . no exercício de suas atribuições. deverá obedecer tanto às leis tributárias quanto aos princípios constitucionais. E ( ) O Princípio da legalidade tributária se refere tão-somente a instituição de tributos. B ( ) Deve exigir pois foi obedecido o princípio da legalidade. Diante dessa verdade possível deve o fiscal exigir o imposto sobre o patrimônio e a renda criado por lei e em conformidade com a Constituição e o CTN. em face do fato gerador do imposto de renda ser complexivo. prescrição e decadência tributários deverá ser estabelecida mediante lei complementar originada de cada ente tributante. C ( ) Estaria afrontando o princípio da anterioridade. no mesmo ano calendário de sua instituição: A ( ) Não deve exigir pois estaria ferindo o princípio da legalidade. lançamento. crédito. D ( ) Estaria afrontando o princípio da anualidade. . 200 – Assinale a correta: A ( ) A fixação de normas gerais em matéria tributária sobre obrigação. com exceção as normas que forem provenientes da lei complementar. Em tais circunstâncias pode-se afirmar que o decreto é juridicamente válido. D ( ) Determinada lei tributária municipal referente ao IPTU definiu os valores do imposto que tinha como referência a área construída do imóvel.

A 70.A 66.Subjetiva 37.B 19.B 46.D 45.D 62.B 72.D 6.C 40.B 43.C 86.D 50.A 13.A 93.A 71.C 49.A 100A 101B 102D 103C 104A 105C 106C 107A 108D 109D 110A 111E 112C 113B 114C 115A 116B 117A 118C 119C 120B 121B 122D 123C 124A 125C 126C .C 44.C 58.D 51.A 64.D 54.B 3.D 39.A 75.D 79.E 65.C 32.B 73.A 11.C 96.C 35.A 36.D 10.E 53.A 21.C 38.B 77.D 5.C 33.B 24.A 23.A 68.E 26.D 48.D 55.C 61.C 9.C 31.A 78.C 8.C 90.B 25.D 22.B 56.A 60.A 69.D 16.C 94.C 91.B 80.B 76.B 92.D 98.D 57.A 81.GABARITO: 1.Subjetiva 89.C 83.D 97.A 2.Concordo 20.D 18.C 28.C 7.C 15.A 4.A 42.C 17.A 63.C 34.A 59.B 52.A 67.D 47.B 88.A 41.C 95.A 74.D 12.D 99.C 29.B 27.B 84.A 14.E 30.A 85.A 82.A 87.

127128129130131132133134135136137138139140141142143144145146147148149150- A D D A A C D B A D E A D B A E C C D E C B B C 151152153154155156157158159160161162163164165166167168169170171172173174- E D C E D C E B C D C B D B A D C C C E D E C D 175176177178179180181182183184185186187188189190191192193194195196197198199200- A B B E C C C B B C A B E C A C A C A C D E C B C D .

Os impostos privativos – Livro I do Código Tributário Nacional. 9. 4. Crédito Tributário. Espécies do gênero Tributo.Noções sobre o Regime de Arrecadação denominado Simples Nacional. Competência Constitucional para instituir tributos. Legislação Tributária.Programa do Curso de Direito Tributário: 1. 12. 13. Divisão das Receitas Tributárias. 6. 10. 3. Obrigação Tributária. Conceito de Direito. 7. 8. 2.Administração Tributária. 5. 11. Limites Constitucionais ao Poder de Tributar.Noções sobre Dívida Ativa.Noções sobre Certidão Negativa de Tributos Federais e Contencioso Administrativo. .

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