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Física - Pré-Vestibular7 - Resoluções I - Modulo1b

Física - Pré-Vestibular7 - Resoluções I - Modulo1b

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Volume 1.

B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

professor, Exclusivo da apostila do professor, este guia apresenta a resolução dos exercícios

SUMÁRIO
Capítulo 1: Iniciação à Física – Unidades de Medida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 Tópico A: Unidades de Medidas Tópico B: Sistemas de Unidades Mecânicas – Sistemas MKS e CGS Tópico C: Notação Científica Tópico D: Ordem de Grandeza Tópico E: Algumas Relações Importantes Tópico F: Proporcionalidade entre Grandezas Físicas Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Capítulo 2: Análise Dimensional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Tópico A: Definição Tópico B: Introdução Tópico C: Verificação da Homogeneidade das Fórmulas Físicas Tópico D: Conversão entre as Unidades MKS e CGS, a partir da Expressão Dimensional da Grandeza Tópico E: Relação entre Unidades de Dois Sistemas Tópico F: Mudança de Escalas Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 Capítulo 3: Vetores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 Vetor etores Tópico A: Introdução Tópico B: Grandezas Escalares x Grandezas Vetoriais Tópico C: Elementos de um Vetor Tópico D: Notação de um Vetor Tópico E: Soma de Vetores → Tópico F: Produto de um Número Real (n) por um Vetor ( v ) Tópico G: Subtração de Vetores Tópico H: Decomposição Ortogonal de um Vetor Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 Capítulo 4: Introdução à Cinemática e Escalar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 Tópico A: Conceitos Básicos Tópico B: Classificação dos Movimentos Tópico C: Principais Gráficos da Cinemática e suas Respectivas Aplicações Tópico D: Classificação dos Movimentos a Partir de um Gráfico s x t ou v x t Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

Física I
1

Volume 1.B

Capítulo 1
Iniciação à Física – Unidades de Medida

Sabemos, do estudo da química, que 1 mol de qualquer substância possui, 6,02 . 1023 moléculas e que 1 mol de água possui massa igual a 18 g. No de moléculas 6,02 . 1023 x x → → Massa de água 18 g 350 g 6.1023 x 3, 5 . 102 → 18

1

C
N I. N . m = 2 = pascal m
–2

x=

6, 02 . 1023 x 350 g 18 g

Física I

→x=
N = pascal m2

II. J . m–3 = N . m . m–3 = N . m–2 = III. W . s . m =

3, 5 x 1025 ≅1,17 . 1025 → 3 → OG(x) = 1025

J .s.m=J.m=N.m.m= s 2 = N . m ≠ pascal

2

D

2

π . p . R4 π . p . R4 φ= →n= → 8. .φ 8.n.
→ Un(n) =

1 E

De acordo com a tabela dos prefixos múltiplos e submúltiplos decimais de uma unidade, temos: ⎧1 μ =10 –6 ⎪ ⎪1n =10 –9 ⎪ –1 ⎨1 d =10 ⎪ –2 ⎪1 c =10 ⎪1m =10 –3 ⎩

Un(p) x Un(R 4 ) Pa x m4 = = Un(l) x Un(φ) m3 mx s

N s Pa x m4 4 = Pa . m x 4 = Pa . s = 2 . s → 4 m m m s → Un(n) = N . m–2 . s

=

2 B
Conforme a resolução da questão anterior, temos: 1n = 10–9

3

C V = A . h = 2.000 km2 x 10 mm = = 2.000 x 106 m2 x 10 . 10–3 m = 2 . 107 m3 d= m kg 3 → m = d x V = 1.000 x 2 . 107 m → 3 V m

3 C
Tomemos como exemplo as unidades do sistema MKS.

→ m = 2 . 1010 kg

4

C Suponhamos que o volume da bola seja aproximadamente igual a 2 . V = 2 = 2 dm3 = 2 . 10–3 m3 → → OG(V) = 10–3 m3 B Consideremos a espessura média dos livros igual a 4 cm. = 2 105 x 4 cm = 2 . 105 x 4 . 10–2 m → → = 8 . 103 m → OG( ) = 104 m D Imaginemos que a capacidade do copo seja de 350 m . V = 350 m = 350 . 10–3 = 350 . 10–3 dm3 = 350 cm3 Sabemos que a densidade da água é igual a 1 g/cm3. d= m g →m=dxV=1 x 350 cm3 → V cm3

m m ⎧ ⎪Un(I) = N . s = kg . s2 . s = kg . s ⎪ ⎨ ⎪Un(Q) = kg . m ⎪ s ⎩

4 E
T= I I 2 m . g. b → T = m . g . b →

5

→ I = m . g . b . T2 → → Un(I) = kg . m . m . s2 = kg . m2 s2

6

5 A
FAT = k . v2 → k =
N ⎛m⎞ ⎜ ⎟ ⎝s⎠
2

FAT Un(FAT ) → Un(k) = = v2 Un(v 2 )

=

=

→ m = 350 g

s2 N 2 =N. m2 m s2

Volume 1.B
6 C
F Un(F) F = k . v2 → k = 2 → Un(k) = = v Un(v 2 )

x=

3 303 x 101 . 103 Pa = . 103 Pa → 19 19 → x ≅ 15,9 k Pa

=

N ⎛m⎞ ⎜ ⎟ ⎝s⎠
2

=

kg s2 s2 N m = N . 2 = kg . 2 . 2 = 2 m m m m s 2 s

15 E
Volume 600 m3 x x Tempo → 1s → 1 ano

7 B
P = 100 W = 100 Energia 100 J 200 J x Tempo → → 1s x
J s

x=

→x=

365 x 24 x 3.600 s x 600 m3 → 1s

→ x = 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 3,6 . 103 x 6 . 102 m3 → → x = 189 . 108 m3 = 1,89 . 1010 m3

x=

200 J x 1 s → x=2s 100 J

16 E 8 D
m J = N . m = kg . 2 . m = kg . m2 . s–2 s
6 . 10 h 60 cm 60 cm = = = = 6 . 10–4 d 105 1. 105 cm 1km

9 D

17 B
OG (700.000) = OG (7 . 105) = 106

O enunciado erra porque afirma que a usina de Ita é capaz de gerar 1.450 MW de energia a cada 1h. Como o watt (W) mede potência, mega watt (MW) também medirá esta grandeza.

18 B
VBaleia 102 = 1021 → 1021 → VBactéria VBactéria → VBactéria = 102 = 10–19 m3 1021

10 B

V = A . h = 252.000 km2 x 800 mm = = 252.000 x 106 m2 x 800 . 10–3 m = = 252 . 109 m2 x 8 . 10–1 m = = 2.016 . 108 m3 = 2,016 . 1011 m3 → → V ≅ 2 . 1011 m3 = 200 bilhões de m3.

19 D
No de batidas 70 x x → → Tempo 1 min 80 anos

11 C 12 B

1 Å = 10–10 m, portanto mede comprimento.

O ano-luz é uma unidade de espaço e corresponde à distância percorrida pela luz, no vácuo, durante 1 ano terrestre.

x=

70 x 80 anos → 1min
70 x 80 x 365 x 24 x 60 min → 1 min

13 C
Un (complacência) =
Un (volume) = atm Un (pressão)

→x=

14 A

→ x = 7 . 10 x 8 . 10 x 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 6 . 10 → → x = 2 .943 . 106 ≅ 2,9 . 103 . 106 → → x ≅ 2,9 . 109 batidas → OG(x) = 109

1 atm = 76 cm Hg = 1,01 . 105 Pa Pmáx = 120 mm Hg = 12 cm Hg 76 cm Hg → 1,01 . 105 Pa 12 cm Hg → x x=
12 cm Hg x 1, 01 . 10 5 Pa 76 cm Hg

20 D
⎧ k . v2 ⎪G1 = ⎪ ⎪ ⎨ k . (4v)2 16 kv 2 kv 2 = = 32 ⎪G2 = 1 ⎪ ⎪ 2 2 ⎩

→x=

12 x 1,01 . 102 . 103 Pa → 76

G2 = 32 G1

Física I
3

1 ano x 600 m3 → 1s

Volume 1.B
=
2, 4.1010 0,7

= 3,4 . 1010 x → → Álcool produzido 2,7 . 103 3,4 . 1010

1

C PE = 60 GW = 60 . 10 W = 6 . 10
9 10

Área plantada W = 6 . 10
10

J s

EE = 40% . Eliberada = 0,4 . 1023 J = 4 . 1022 J Energia elétrica x → → Tempo x 1s

10 km x

–2

2

Física I

4 . 1022 J 6 . 1010 J

x=

10–2 km2 x 3,4 . 1010 2,7 . 103

→x= x=
4 40 4 . 1022 J x 1 s = . 1012 s = . 1011 s → 6 6 6 . 1010 J
11

3,4 108 . km2 = 1,25 . 105 km2 2,7 103
1 1 . 2,5 . 105 km2 = área do Piauí 2 2

→ x = 6,7 . 10

1,25 . 105 km2 =

s

1 ano = 365 x 24 x 3.600 s = = 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 3,6 . 103 s = = 31,53 . 106 s = 3,15 . 107 s 1 ano → x → x= 3,15 . 107 s 6,7 . 1011 s
11

5

D No de pessoas 1 5 . 109 x → → No de cabelos 104 x

4

x = 5 . 109 x 104 = 5 . 1013 cabelos =

1 ano x 6,7 . 10 3,15 . 107 s

s

6,7 . 104 anos → 3,15

No de planetas 1 x

x → →

No de cabelos 5 . 1013 6 . 1023

→ x ≅ 21.200 anos

2

C De acordo com a escala temporal proposta, o homem moderno surgiu a apenas 4h, enquanto os primeiros vegetais existem a cerca de 3 anos. Logo, não pode se creditar ao homem todas as transformações existentes na Terra. D Podemos fazer a seguinte proporção. Idade real x Idade imaginária 45 anos 1h

x=

6.1023 x 1 → x = 1,2 . 1010 5.1013

6

3

D VOrós = 2 . 1012 = 2 . 1012 dm3 = 2. 109 m3 Volume de água 200.000 m3 2 . 109 m3 x= x → → Tempo 1s x = 10.000 s ≅ 3h

Terra → 4,5 . 109 anos → Agricultura → x → x=

2 . 109 m3 x 1 s 2 . 105 m3

4, 5 . 10 anos x 1h 45 anos
4, 5 . 109 anos x 1h 45 x 365 x 24 h
4, 5 . 109 4,5 . 10 x 3,65 . 102 x 2,4 . 10

9

7

E

x=

km m = g = 9,81 2 = 9,81 . 1.000 2 s ⎛ 1 ⎞
anos

1

x=

h⎟ ⎜ ⎝ 3.600 ⎠

x=

45 . 108 4,5 . 109 anos = anos = 39, 4 . 104 39, 4 . 104

= 9,81 x

1 3.6002 x km/h2 = 1.000 1

= 1,14 . 104 anos = 11.400 anos =

4

B
VGasolina V = 70% → VÁlcool = Gasolina = VÁlcool 0,7

9,81 x 362 x 1002 km/h2 = 1.000

= 9,81 x 1.296 x 10 km/h2 ≅ 1,3 . 105 km/h2 → → OG(g) = 105 km/h2

Volume 1.B
8
A 1 BTU → 1.055 J 50.000 BTU → x
50.000 BTU x 1.055 J 1 BTU

→ L1 . T–1 = Lx+y . T–2x →

1 ⎧ ⎪−2x = −1 → x = 2 ⎪ ⎨ → ⎪ 1 1 x + y = 1→ + y = 1 → y = ⎪ 2 2 ⎩
Logo, v = k .

x=

g.h

x = 5 . 104 x 1,055 . 103 J x = 5,275 . 107 J

3

C

9

C 462
ft 2 9,3 . 10 –2 m2 = 462 . = gal 3,8 L

=

4,62 . 102 x 9, 3 . 10 –2 m2 m2 = 11,3 3, 8 L L

10

C Aproximemos o grão de arroz para um cilindro de 1 mm de raio (da base) e 4 mm de comprimento. VGrão = A . h = π R2 . h = π . (1 mm)2 x 4 mm → → VGrão = 4π mm ≅ 12 mm
3 3

P = hx . cy . vz → → [p] = [h]x . [c]y . [v]z → → MLT–1 = (ML2T–1)x . (L . T–1)y . (T–1)z → → M . L . T–1 = Mx . L2x . T–x . Ly . T–y . T–z → → M . L . T–1 = Mx . L2x+y . T–x–y–z →
⎧x = 1 ⎪ ⎪2x + y = 1 → 2 . 1. + y = 1 → y = −1 ⎨ ⎪− x − y − z = −1 → −(x + y + z) = −1 → ⎪→ x + y + z = 1 → 1− 1+ z = 1 → z = 1 ⎩

VTotal = 12 . 1010 mm3 = 1,2 . 1011 mm3 = = 1,2 . 1011 . 10–9 m3 → VTotal = 120 m3 Dentre as opções apresentadas, a que mais se aproxima é a do volume de um vagão de trem.

x = 1, y = –1 e z = 1 → →p=

h.v c

4

D
Grandeza Espaço Massa Tempo Velocidade angular Dimensão L M T T–1 Unidade arbitrária 1,5 m 1,5 kg 1,5 . s k
x x x x

Capítulo 2
Análise Dimensional

Fator 1,5 1,5 1,5 ?

Unidade MKS m kg s rad/s

1

E E=x.c→x=
E → c

v=ω.R→ω=

[v] v L . T –1 → [ω] = = = T–1 [R] R L 1 rad/s → 1 ,5

→ [x] =

M . L2 . T−2 [E] = → [c] L . T−1

[ω] = T–1 → k = (1,5)–1 rad/s → k = →k=

→ [x] = M . L . T–1 Logo, a grandeza X tem a mesma dimensão de quantidade de movimento.

2 rad/s = 0,67 rad/s = 67% rad/s 3 Logo, a nova unidade é 33% menor que a original.

2

5
C v = k . gx . hy → → [v] = [k . gx . hy] → → [v] = [k] . [g]x . [h]y → → L. T–1 = 1 . (L . T–2)x . (L)y → → L . T –1 = Lx . T–2x . Ly →

D SII [S] = L2 → SII = 42 . SI → S = 16 I VII [V] = L3 → VII = 43 . VI → V = 64 I

Física I
5

⎧[p] = M . L . T –1 ⎪ –1 ⎪[c] = L . T ⎨ –1 ⎪[v] = T ⎪ 2 –2 2 -1 ⎩[h] =[energia] x [tempo] = ML T . T = ML T

Volume 1.B
↑ m d= →m= d xV→mαV→ V cte

→ [x] =

M . L−1 . T −2 M . L−3 x L . T −2

=L→

V m mII = II → II = 64 VI mI mI

→ [x] = [Espaço]

6

7 D
E

[R] = L ⎫ ⎪ ⎬ [V] = L3 ⎪ → V2 = 8 . V1 → R2 = ⎭

F . Δx [F] . [Δx] n = A . Δv → [n] = [A] . [Δv] →
3

8 . R1 → → [n] =

Física I

→ R2 = 2 . R1 → R2 = 2 mm

MLT −2 x L L2 x L . T −1

→ [n] = M . L–1 . T–1

8 C 1 B
[I] = [Q] = M . L . T–1 G=
a.l.m → t

2 D
⎧a =1 ⎪ [P] = M . L2 . T–3 → ⎨b = 2 ⎪c = -3 ⎩

→ [G] = → [G] =

[a] . [l] . [m] → [t]

6

L . T –2 x L x M → T → [G] = M . L2 . T–3

3 B
v=

9 D
C C → v2 = → ρ ρ
x= [v]n vn → [x] = → [a] a

→ C = v2 . ρ → [C] = [v]2 . [ρ] → → [C] = (L . T–1)2 . M . L–3 → → [C] = L2 . T–2 . M . L–3 → M . L–1 . T–2 [C] = M . L–1 . T–2 → [C] = [Pressão]

(L . T −1)n → L = L . T −2 → L2 . T–2 = (LT–1)n → → (L . T–1)2 = (L . T–1)n → n = 2

10 A

N F é unidade de = Pressão. m2 A

4 D
U= XY XY UZ → U2 = →Y= → Z Z X
[U]2 . [Z] (L . T −1)2 . M = → [X] L
2

[Pressão] = M . L–1 . T–2 (4) • Litro é unidade de volume. [Volume] = L3 (3) • N . s é unidade de F . Δt = Impulso. [Impulso] = M . L . T–1 (2) • kgf (quilograma-força) é unidade de força. [Força] = M . L . T–2 (1)

→ [Y] =

L2 . T −2 . M = M . L . T–2 → → [Y] = L → [Y] = [Força]

5 B
G = kW. m → v

11 D
Grandeza Espaço Massa Tempo Força Dimensão L M T M . L . T–2 Sistema arbitrário 10 m 10 kg 10–1 s k
x x x x

Fator 10 10 10–1 ?

Sistema MKS m kg s N

[k] . [w] . [m] → [G] = → [v] → [G] =

1. M . L . T . M = M2 . L . T–1 L . T −1

2

−2

6 A
ρ [ρ] x = μ . α → [x] = [μ] . [α] →

[F] = M . L . T–2 → k = (10) x (10) x (10–1)–2 N → → k = 10 . 10 . 102 = 10.000 N.

Volume 1.B
12 A
Grandeza Espaço Massa Tempo Força Dimensão L M T M . L . T–2 Sistema arbitrário 10 m 10 kg 10s k
x x x x

16 D
Fator 10 10 10 ? Sistema MKS m kg s N
Grandeza Espaço Massa Tempo Força Dimensão L M T M . L . T–2 Sistema arbitrário km t ms k
x x x x

Fator 103 103 10–3 ?

Sistema MKS m kg s N

[F] = M . L . T–2 → → k = (10) . (10) . (10)–2 N → k = 1 N

[F] = M . L . T–2 → → k = (103) . (103) . (10–3)–2 N → → k = 1012 N

13 D
Grandeza Espaço Massa Tempo Energia Dimensão L M T M . L2 . T–2 Sistema arbitrário 2m 2 kg 2s k
x x x x

Fator 2 2 2 ?

Sistema MKS m kg s J

17 A
=2 m ⎞ 1 ⎟ ' = 20 cm = 0, 2 m ⎠ → ’ = 10 1 ⎧ ⎪ ' = 10 ⎪ 1 ⎨ 3 [V] = L3 ⎪ ⎛ 1 ⎞ V → V’ = 1.000 V V' = ⎜ ⎟ ⎪ ⎝ 10 ⎠ ⎩

[E] = M . L2 . T–2 → k = (2) . (2)2 . (2) –2 J → k = 2 J

14 A
Grandeza Espaço Massa Tempo Dimensão L M T Sistema arbitrário 2X 3Y 2Z W'
x x x x

Fator 2 3 2 ?

Outro sistema X Y Z W

1 ⎧ ⎪ V' = 1.000 = V ⎪ m ⎨ →m= d .V→mαV ⎪ d= 1 V m' = =m cte ⎪ 1.000 ⎩
m’ = 1 1 m→2= m→ 1.000 1.000

→ m = 2.000 kg

18 D

Trabalho M . L2 . T–2
2 –2

De acordo com a resolução da questão anterior, temos: M1 =
1 . M2 → M2 = 1.000 M1 1.000

[Trabalho] = M . L . T → → W1 = (3) . (2)2 . (2)–2 W → W’ = 3 W

15 B
Grandeza Espaço Massa Tempo Sistema Dimensão arbitrário L M T 3m 5 kg 0,5s k
x x x x
−3

19 C
Fator 3 5 0,5 ? Sistema MKS m kg s W

Aplicando o raciocínio empregado na solução da questão 18, temos: m=
1 M .M→ m= 1.000 103

20 D

Potência M . L2 . T–3

A dosagem de um medicamento é definida em função de sua massa (m). Como as gotas são de um mesmo medicamento, elas têm a mesma densidade (d). d= → m →m= d .V→mαV→ V cte

⎛ 1⎞ [P] = M . L . T → k = (5) (3) . ⎜ ⎟ ⎝2⎠
2 –3 2

W→

→ k = 5 x 9 x 8 W → k = 360 W

m1 V = 1 m2 V2

Física I
7

Volume 1.B
• Força N é unidade de Tempo2 s2

⎡ Força ⎤ [Força] MLT –2 ⎢ = MLT–4 2⎥ = 2 = [Tempo] T2 ⎣ Tempo ⎦
1 2

3

B Un(h) = J x s → [h] = [Energia x Tempo] → → [h] = M . L2 . T–2 x T = M . L2 . T–1

x

2.x

Física I

⎧L 2 = 2 . L1 ⎪ [V] = L3 ⎨V =(2)3 . V → V2 = 8 . V1 ⎪ 2 1 ⎩
V1 m1 m1 V1 m2 = V2 → m2 = 8 V1 → m2 = 8 . m1

[1 ] 1 1 → [ƒ] = = T–1 [T] T T [T] = [Temperatura absoluta] = θ
ƒ= Toda e qualquer expressão que represente um expoente deve ser adimensional. Assim, temos:
⎡h . ƒ ⎤ ⎢ ⎥ = M o . Lo . To → ⎣k .t ⎦
[h] . [ƒ] → [k] . [t] = 1 →

Logo, uma única gota do conta-gotas maior substitui as oito gotas do conta-gotas menor.

8
→ [k] =

[h] . [ƒ] → [t] M . L2 . T −1 x T −1 = ML2T–2 . θ–1 θ

1

C k=

→ [k] =

2.k 1 J . ω2 → J = → 2 ω2
[2] . [k] [ ω]2

4

A v=
1 1 2 ε.μ →v = ε.μ →

→ [J] =

v=ω.R→ω= → [ω] =

[v] v → [ω] = → [R] R

→ε.μ=

1 → v2

L . T –1 → [ω] = T–1 L =

1 [1 ] 1 → [ε . μ] = [v]2 = (L . T −1)2 = 2 −2 → LT

[J] =

[2] . [k] [ ω]2
2

1. M . L2 . T –2 (T –1)2

→ [ε . μ] = L–2 . T2 =

5

C vα = C . pβ → ρ pβ ]→ ρ

=

M .L .T T
–2

–2

→ [J] M . L2

2

B • Joule é unidade de energia. [Energia] = M . L2 . T–2 • Força N é unidade de . Espaço m
⎡ Força ⎤ [Força] M . LT −2 ⎢ ⎥ = = M . T–2 [Espaço] = L ⎣ Espaço ⎦

→ [vα] [C . → [v]α =

[C] . [p]β → [ρ]
1 . (M . L–1 . T –2 )β M . L–3

→ (L . T ) = → Lα . T–α =

–1 α

Força N é unidade de Tempo s
⎡ Força ⎤ [Força] M . LT −2 ⎢ ⎥ = = = MLT–3 [Tempo] T ⎣ Tempo ⎦

M β . L−β . T −2β → M . L−3 → Lα . Tα . M0 = L–β+3 . T–2β . Mβ–1 →

⎧α = – β + 3 ⎪ → ⎨α = –2β ⎪0 = β – 1 → β = 1 → α = 2 ⎩

Volume 1.B
6
B Em todas as equações, o resultado da expressão fornecida deve exprimir tempo, logo sua dimensão deve ser igual a T. ⎡ 1 • ⎢ 2π . ⎢ ⎣ m.d⎤ ⎥ g ⎥ =1. ⎦ M.L L . T −2 =
M . T2 ≠ T

→ [t] = [ ]x . [v]y . [F]z → → T = (L)x . (LT–1)y . (M . L . T–2)z → → T = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z → → T = Mz . Lx+y+z . T–y–2z → ⎧z = 0 ⎪ − y − 2z = 1 → − y = 1 → y = −1 → ⎨ ⎪ x + y + z = 0 → x − 1+ 0 = 0 → x = 1 ⎩ x = 1, y = –1 e z = 0 → t =

⎡ • ⎢2π . ⎢ ⎣

d⎤ ⎥ g⎥ =1. ⎦

L L . T −2 =

T2 = T

M L T

−1 −1 2

≠T

⎡2 • ⎢π . ⎢ ⎣

m⎤ ⎥ g⎥ =1. ⎦

M L . T −2 =

M . L−1 . T 2 ≠ T

m = x . vy . F z → → [m] = [ ]x . [v]y . [F]z → → M = (L)x . (L . T–1)y . (MLT–2)z → → M = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z → → M = Mz . Lx+y+z . T–y–2z →

7

C P = k . rx . ρy . vz → → [P] = [k] . [r]x . [ρ]y . [v]z → → ML2 . T–3 = 1 . (L)x . (ML–3)y . (L . T–1)z → → M . L2 . T–3 = Lx . My . L–3y . Lz . T–z → → M . L2 . T–3 = My . Lx–3y+z . T–z →

⎧ z =1 ⎪ –y – 2z = 0 → –y – 2 = 0 → y = –2 → ⎨ ⎪ x + y + z = 0 → –2+1= 0 → x =1 ⎩
x = 1, y = –2 e z = 1 → m =
.F v2

⎧y =1 ⎪ → ⎨ –z = –3 → z = 3 ⎪ x - 3y + z = 2 → x – 3+ 3 = 2 → x = 2 ⎩

E = x . vy . Fz → → [E] = [ ]x . [v]y . [F]z → → ML2T–2 = (L)x . (LT–1)y . (MLT–2)z → → ML2 . T–2 = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z → M . L2 . T–2 = Mz . Lx+y+z . T–y–2z →

8

B

⎧[v] = L . T –1 ⎪ ⎪ ⎪ –2 ⎨[F] = M . L . T ⎪ [m] M ⎪[d] = = = M . L–1 [ ] L ⎪ ⎩
v = k . Fx . dy → [v] = [k] . [F]x . [d]y → → L . T–1 = 1 . (M . LT–2)x . (ML–1)y → → L . T–1 = Mx . Lx . T–2x . My . L–y → → M0 . L1 . T–1 = Mx+y . Lx–y . T–2x →
⎧ ⎪x + y = 0 ⎪ → ⎨ x – y =1 ⎪ 1 ⎪ –2x = –1 ⇒ x = 2 ⎩

⎧z = 1 ⎪ → ⎨− y − 2z = −2 → − y − 2 = −2 → y = 0 ⎪x + y + z = 2 → x + 0 + 1 = 2 → x = 1 ⎩ x = 1, y = 0 e z = 1 → E = F .
• t= → T = L . V–1
Dimensão L V F T Sistema novo a' b' c' t'
x x x x

V

Grandeza Espaço Velocidade Força Tempo

Fator k k k ?

Sistema antigo a b c t

x + y = 0 → y = –x → y = –

1 2

T = L . V–1 → t’ = (k) . (k)–1 . t → t’ = 1 . t • m=

.F v2

1 1 1 1 – x= e y = – → v = k . F2 . d 2 → 2 2
1 F2 1 d2

→ M = L . F . V–2
Dimensão L V F M Sistema novo a' b' c' m'
x x x x

Grandeza

Fator k k k ?

→v=k.

⎛F →v=k. ⎜ ⎟ ⎝d⎠

1 ⎞2

Sistema antigo a b c m

Espaço Velocidade Força Massa

→v=k.

F d

9

A t=

x

. vy . Fz →

Física I
9

⎡ d ⎤ • ⎢2π . F . x ⎥ = 1 . ⎢ ⎥ ⎣ ⎦

L M . L . T −2 . L =

v

Volume 1.B
M = L . F . V–2 → m’ = (k) . (k) . (k)–2 . m → m’ = 1 . m • [E] = [F . l] → E = F . L
Sistema novo a' b' c' e'
x x x x

Então:

BA – EA – DE – CD + CB = 0
Sistema antigo a b c e

EA – CB + DE = BA – CD

Grandeza Espaço Velocidade

Dimensão L V F E

Fator k k k ?

2

C Podemos reproduzir os vetores tornando-os consecutivos e somá-los pelo método geométrico.

Física I

Força Energia

a e c d b

s f

E = F . L → e’ = (k) . (k) x e → e’ = k2 . e Concluímos então que: t’ = 1 . t , m’ = 1 m e e’ = k2 . e

Observe que o vetor soma ( S ) é igual ao vetor p .

3

10

10

D A quantidade de luz (Q) coletada por um espelho é proporcional à sua superfície (S). Sendo o diâmetro do espelho do VLT igual a 16 m e o diâmetro do espelho do Cekc igual a 10 m, temos:

E Para simplificar a solução podemos substituir os dois grupos de vetores pelo vetor soma de cada um, unindo a origem do primeito vetor à extremidade do último. Basta que somemos os vetores encontrados, conforme o diagrama a seguir.
S2 S 0,5 cm

⎧L VLT =1,6 LCekc ⎪ [S] = L2 ⎨S =1,62 . S → ⎪ VLT Cekc ⎩
→ SVLT = 2,56 . SCekc
⎧SVLT = 2,56 . SCekc ⎪ Q α S → ⎨Q = 2,56 . Q ⎪ VLT Cekc ⎩

S1

S = S1 + S2

| S | = 4 x 0,5 cm = 2 cm

4

B Para encontrarmos o gráfico correto é suficiente checarmos o módulo do vetor soma nas duas situações abaixo. • θ = 0o = 0 rad:

M

| S| = |M | + |N| = 2 M

Capítulo 3
Vetores

N
• θ = 180o = πrad: | S| = | M | – |N| = 0

N

M

O único gráfico que satisfaz estas duas condições é o da opção B.

1

D Façamos com que a soma deles se anule:
BA CB –EA

5

A
→ → ⎧→ → ⎪ a + b = 11 i + 2 j ⎨→ → → → ⎪ a – b = 5 i + 10 j ⎩ →

2a
→ →

= 16 i + 12 j ⇒ a = 8 . i + 6 j

a + b = 11 i + 2 j ⇒

–CD

–DE

⇒ 8 i + 6 j + b = 11 i + 2 j ⇒ ⇒ b =3 i –4 j

Volume 1.B
Podemos então ilustrar os vetores a e b pela figura abaixo.
1 1 a 6 4 b

→ →

⇒ F1 =

F2 + F2 – F2 =

F2 = F

Observe que F1 é horizontal, devido a simetria que F e 1

F4 têm, em relação à horizontal. Assim, teremos:

3 8

F'

F2 F F

|b | =

32 + 42 =

25 = 5 Logo, a resultante será nula.

6

A Δ v = v – v0
→ →

→ Δ v = v + (– v0 )

8
Δv

A Resolvendo a equação em (x) teremos:

3 x =2a – c +3b
→ →

v0

v

–v0

120o

v0

3 x = 2(4 i – 2 j ) – (5 i – 4 j ) + 3(– 3 i – j )

3x =8 i – 4 j – 5 i + 4 j Usemos a fórmula que nos dá o módulo do vetor soma (| v0 | = | v | = v) S=
a2 + b2 + 2ab cos θ ⇒ v 2 + v 2 + 2 . v . v . cos120o ⇒


→ →

–9 i –3 j

3 x =–6 i –3 j → x =–2 i – j

|x| =

2 22 +1 =

5

–2i

⇒S= ⇒S=

–1j x

1 2v 2 + 2v 2 (– ) = 2

2v 2 – v 2 =

v2 = v

9

7

A

B Veja a figura
y 60 60.sen θ θ 60.cos θ x 60

Transportando os vetores F1, F2 e F4, para que eles se tornem concorrentes, temos:
F1 120o F2
30

F4

Fres = F1 + F4 + F2

Na direção (x), temos:
→ →

Chamemos de F1 à soma de F1 e F4 . Neste caso, teremos:

60 . cosθ = 30 ⇒ cosθ = Logo, a resultante valerá: R = 60 + 60 sen60o R = 60 + 60 . 3 2

1 ∴ θ = 60o 2

Fres = F1 + F2

O módulo de F é dado por: F1 =
1

→ 1

2 F2 + F4 + 2 . F . F4 . cos120o ⇒ 1 1

R = 60 + 30 3 = 30( 3 + 2)

⇒F =

1 F + F + 2.F.F – ⇒ 2
2 2

10

E Usando o mesmo procedimento da questão 7, temos:

Física I
11

|a|=

82 + 62 =

100 = 10

Volume 1.B
⎧F = 50 N 1 ⎪ F2 = 40 N ⎨ ⎪F = 40 N ⎩3

F1

Freγ = F + F2 + F3 1 Freγ = F + F1 1

Pitágoras: | x + y | =

32 + 42 = 5 cm

4 E
Observe as figuras:
5 5 V1 5 5 5
5
3

F2 F1

F3

V2
2 5

V4 5 2 5

Física I

5

F’ = F’ = F’ =

2 F2

+

2 F3

+ 2 . F2 . F3 . cos120

o

(Resultante nula)

Diagonal do quadrado: a 2 =5 2

1 402 + 402 + 2 . 40 . 40 . (– ) 2

1600 + 1600 – 1600 = 1600 = 40 N
→ 1

Portanto: | V1 + V2 | = 5 2
→ → → →

Observe que F tem a mesma direção de F . 1 Logo, o módulo da força resultante é dado por:

| V3 + V4 | = 5 2 | V1 + V2 + V3 + V4 | = 5 2 + 5 2 = 10 2 ≅ 10 x 1,4 ≅ 14

12

Freγ = F1 – F’ = 50 – 40 = 10 N

5 C 1 C
Das grandezas mencionadas são escalares: massa, energia cinética e temperatura Portanto, a única opção que só relaciona grandezas vetoriais é a “C” Observando a figura e aplicando diretamente a regra do paralelogramo:
F 60o F R

2 D
Representando os vetores de forma consecutiva, temos:
1 cm 1 cm a b

R2 = F2 + F2 + 2 . F . F . cos 60o R2 = F2 + F2 + 2F2 .
1 → R2 = 3F2 ∴ R = F 3 2

6 A
4 c s

Esquematizando:

3

S = a + b + c

⎯⎯⎯⎯ →

a+b

⎯⎯ →

a

⎯⎯ → 25 = S = 5 cm a + b = 70

b

| a + b | = 70

S=

32 + 42 =

3 B
Observando a figura a seguir:
y

a

a

+ b

b

x

y x+

| a + b | = 50 a2 + b2 = 2500
3 quadrados = 3 x 1 = 3 cm

Forma-se então o sistema:
⎧a + b =70 → b =70 – a ⎨ 2 2 ⎩a + b = 2500

4 quadrados = 4 x 1 = 4 cm

Volume 1.B
a2 + (70 – a)2 = 2500 → a2 – 70a + 1200 = 0 a = 40 ou a = 30 b = 30 ou b = 40 Resposta: 30 e 40

12 B

Verifique no diagrama abaixo que o vetor v constitui a soma dos vetores P e M , bem como dos vetores R e N .

7 D

Observe a figura:
x x 2 x x 2 x x 2 x x 2 x 2 x 2

M V

N V=P+M

P

Logo, o módulo do vetor soma será: S=x 2 +x s = 3x 2

13 A

2 +x

2

Está falsa a afirmativa “A”, pois os vetores têm apenas os módulos iguais. Para que dois vetores sejam iguais, eles devem ter o mesmo módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.

8 B
O módulo do vetor soma está obrigatoriamente compreendido no intervalo |v1 – v2| ≤ S ≤ v1 + v2 ⇒ ⇒ |12 – 18| ≤ S ≤ 12 + 18 ⇒ ⇒ 6 N ≤ S ≤ 30 N

14 A
→ →

Se os a e b vetores têm módulos respectivamente iguais a 14 u e 6u, podemos afirmar:
S = a + b ⇒ ⇒ • Smáx = a + b = 14u + 6u = 20u

9 A

• Smín = |a – b| = |14u – 6u| = 8u

Observe no diagrama construído abaixo que o vetor x é a

15 E

soma dos vetores a e b .
x b

A figura abaixo expressa o texto:

P 2P α

R θ P

x = a + b

a

10

A Vetores perpendiculares:

θ – ângulo entre os vetores θ = 90o + α No triângulo assinalado P 1 sen α = = → α = 30o 2 2P Logo: θ = 90o + 30o = 120o

a = |a|

|a

+

= b|

13

16 D

Verifique que:
S = AB + BE + CA ⇒ S = CA + AB + BE Como os vetores a serem somados são consecutivos, o vetor soma une a origem do primeiro à extremidade do

|b| = b
⎧a + b = 17 → b = 17 – a ⎪ ⎨ 2 2 ⎪a + b = 169 ⎩
a2 + (17 – a)2 = 169 → a2 – 17a + 60 = 0 a=
17 + 7 = 12 2 b = 17 – 12 = 5 Resposta: 12 e 5

último (CE)

17 B
Podemos somar os vetores, pelo diagrama abaixo:
1N 1N

11

B Observe que a soma dos vetores consecutivos A e C é dada pelo vetor B .

F2 R

R = F1 + F2 + F3 R = F1 + F3 + F2


R=
F1 F3

12 + 12 =

2N

B = A + C ⇒ A = B – C

Física I
13

R

V=R+N ⇒P+M=R+N

Volume 1.B

18 A
é igual à soma dos vetores v 2 e v3.

Observe no diagrama abaixo que a soma do vetor v1 e v4

| A x | + |Bx | = 2 . r III. (verdadeiro) – Veja a figura abaixo:

B y

A

v1 v4

v2 v3 S

Física I

A y = By = y
S


→ →

IV. (falsa) – Como os vetores A e B são perpendicularmente, temos:

19 D

Observe que a decomposição do vetor velocidade do pára-quedas reduz numa componente vertical igual ao vetor v 4.

S = A + B ⇒S=

A 2 + B2 ⇒ S = 2 . R

2
→ →

v = v x + vy e vy = v4

vx vy v

O módulo máximo será raro pela soma dos módulos. Isto acontece quando os vetores têm a mesma direção e o mesmo sentido. A) Smáx = 5 + 8 + 10 = 23 B) Smáx = 3 + 7 + 15 = 25 O módulo mínimo do caso “a” é nulo porque a soma dos módulos dos dois vetores menores é maior que o módulo do maior. Assim, eles podem constituir uma poligonal fechada (admitem a formação de um triângulo), dando resultante nula.
x y Smin = 0

14
20 D
Decompondo o vetor F1, encontramos o diagrama abaixo.

F4 F3

F1y F1x

F2

Quando somamos separadamente as componentes horizontais e verticais, obtemos as resultantes abaixo.

z

Ry Rx
Logo, o vetor soma é melhor representado pelo vetor da opção “D”.

Na situação “b” o módulo mínimo corresponde à diferença entre o módulo do maior vetor e a soma dos dois menores. Smín = 15 – (3 + 7) = 5 x
z y

3

D Novamente usaremos as propriedades geométricas do hexágono regular.
5 5 5 V1 V3 V4 5 5 5 V5 5 5

V2

1

E I.

(verdadeira) – Do estudo da geometria plana, sabemos que um triângulo inscrito em um semicírculo que tem como um dos lados o diâmetro é retângulo e tem como hipotenusa o diâmetro do semicírculo. II. (verdadeiro) – Veja a figura abaixo:
A

Transportanto os vetores paralelos da figura, a solução fica simplificada:
→ → → V1 + V2 = V3 = 10 → → → V4 + V5 = V3 = 10 → → → → S = V3 + V3 + V3 = 3 x 10 = 30 cm

B

Bx

Ax

Resposta: 30 cm

Volume 1.B
4
C

7

B

Resolvamos a equação em ( x )

Como os vetores a e b são iguais (mesmo módulo, mesma direção e mesmo sentido), temos:

2b =4a –2 x 2 x =4a –2b →

→ →

x =2a – b

d = a – b + c ⇒ d = c ⇒

⇒ | d | = | c | = 2u

x = 2 a + (– b )

8
120o x

D

10 = |2a|

|–b| = 6 60o

→ → ⎧→ ⎪a = 2 i + 3 j → → ⎪→ ⎪ ⎨b = 0 i + 2 j ⎪→ → → ⎪c = 1 i – 2 j ⎪ ⎩

Regra do paralelogramo

⎛ 1⎞ x2 = 102 + 62 + 2 . 10 . 6 ⎜ – ⎟ ⎝ 2⎠ 2 x = 100 + 36 – 60
x = 76 ∴ x =
2

I. (verdadeira) conforme o exposto acima II. (verdadeira) idem III. (verdadeira) b + c = 2 j + 1 i – 2 j ⇒ ⇒ b + c =1 i
→ → → →

4 x 19 → x = 2 19

Resposta: 2 19

5

C Como os vetores são concorrentes, podemos somá-los conforme a figura abaixo:
F3

→ →

9

A Organizando os dados e sendo a resultante nula teremos: Resultante nula na vertical:
b 6 by 60o bx c 45o ay a=3 ax

F' F1

R = F + F2 + F3 1

R = F +F 1
F’ =

→ 1

2 2 F2 + F3 =

62 + 32 =

45

F' R F1

R = F + F' 1
F2 1 +F
'2

3 2 = 6 . →a= 2 2 Resultante nula na horizontal: c = ax + bx

by = ay → a .

18 = 2

18 =3 2

R=

=

2 + 45
2

2

=

49 = 7

c=3.

2 + 2

6 .

1 3 2+ 6 → c= 2 2

10 6
B Veja o diagrama abaixo:
c d

C Vejamos uma solução mais simples. Observe a figura com dois vetores de módulos iguais a (a).

a y/2 a x/2 a

|s| = x a |D| = y

d = c – a = c + (– a )

a

–a

No paralelogramo acima as diagonais se cortam ao meio e são perpendiculares.

Física I
15

Podemos expressar a , b e c em função de i e j , conforme o exposto abaixo:

Volume 1.B
Então no triângulo assinalado.
⎛x⎞ ⎛y⎞ a2 = ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ ⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠
2

Calculemos o tempo gasto para cada passo dado pelo soldados. no de passos 120 1 x= x → → tempo 1 min x

2

a2 = a=

x2 y2 x2 + y2 + ∴ a2 = 4 4 4

x 2 + y2 2

1 x 1min 60s = = 0,5s 120 120

Física I

Capítulo 4
Introdução à Cinemática e Escalar

Para que o primeiro e o último soldados, e somente estes, estejam marchando com o mesmo pé, o som emitido pela primeira batida do tambor gastou 0,5s para chegar ao último soldado da fila. Podemos então calcular o comprimento da fila por: Δs = v . t = 340 x 0,5 = 170 m
som

Como o intervalo entre dois soldados consecutivos é de 2 m, o número de intervalos existentes é dado por:
170 = 85 intervalos. 2 Assim, o número de soldados (n) é dado por: n = N + 1 = 85 + 1 = 86 soldados

N=

1

16

A I. (falsa) O corpo pode estar em movimento em relação a um referencial e em repouso em relação a outro. Ex.: Uma árvore está em repouso em relação à Terra, mas está em movimento em relação ao Sol. II. (verdadeiro) De acordo com o exemplo acima. III. (verdadeiro) Veja o exemplo dado na teoria do tópico A. C Se calcularmos a velocidade média para as duas primeiras zonas, esta será a mesma para um número par qualquer de zonas.
v1 = 40 km/h x v2 = 60 km/h x

5

D O movimento é classificado quanto à rapidez como: A) uniforme → v cte → trecho BC B) Acelerado → |v| cresce → trecho DE C) Retardado → |v| decresce → trecho AB e CD

2

6

x ⎧ ⎪Δt1 = 40 ⎪ Δs Δs v= ⇒ Δt = ⇒ ⎨ Δt v ⎪ Δt = x ⎪ 2 60 ⎩ Δs1 + Δs2 Δs vm = = = Δt Δt1 + Δt 2 x+x

D Como a velocidade é dada pela inclinação da reta tangente ao gráfico, podemos afirmar que, de: 0 a 20 min → inclinação constante ⇒ v cte 20 min a 30 min → inclinaçao crescente ⇒ v crescente 30 min a 50 min → inclinação decrescente ⇒ v decrescente 50 min a 65 min → inclinação nula ⇒ repouso 65 min a 90 min → inclinação constante ⇒ v constante A opção que podemos considerar correta é a “D”, mas precisamos fazer uma ressalva: a velocidade é crescente entre 20 e 30 min.

x x ⇒ + 40 60

⇒ vm =

2x 120 = 2x . = 48 km/h 3x + 2x 5x 120

7

3

D Vm =

40 km 40 km Δs = = = 20 min 30 min – 10 min Δt

B Observemos que: 1a) A velocidade é positiva no intervalo é de 0 a 4s. Logo, o movimento é progressivo de 0 a 4s, e portanto “s” deve ser crescente. Assim, estão falsas as opções “C” e “D”. 2a) Como “v” cresce de 0 a 2s, a inclinação do gráfico s x t deve ser crescente e como “v” decresce de 2s a 4s, a inclinação neste trecho deve ser decrescente. Portanto, está também falsa a opção “A”. C Observe que os movimentos de A e B são uniformes, pois a inclinação de cada gráfico é constante. vA cte e vB cte ⇒ aA = aB = 0 Devido a inclinação do gráfico de A ser maior que a inclinação do gráfico de B, temos para qualquer instante: vA > vB No instante t = t0, os móveis A e B estão numa mesma posição. Julguemos então as opções:

=

40 km = 120 km/h 1 h 3
1 2 3 4 n

8

4

86

2m

2m

2m

Volume 1.B
A) (falsa) vA > vB, em qualquer instante. B) (falsa) Se vA > vB ⇒ ΔsA > ΔsB para qualquer intervalo de tempo. C) (verdadeiro) Se os dois estão numa mesma posição, eles estão à mesma distância da origem da trajetória. D) (falso) qA = qB = 0, em qualquer instante. E) (falso) vA > vB

1 B
1 km v1 = 40 km/h 1 km v2 = 60 km/h

9

vm =

Δs total Δs1 + Δs2 = = Δt total Δt1 + Δt 2

1+ 1 ⇒ 1 1 + 40 60

⇒ vm =

120 2 =2x = 48 km/h 3+2 5 120

10

A Observe que: 1a) No intervalo de tempo de 0 a 4s o móvel A foi mais rápido que o B e a diferença entre os deslocamentos é numericamente igual à área compreendida entre os gráficos de A e B.
v(m/s) 20 B A

2 D
Viagem completa: Δs = 390 km Δt = 3,5 h = 210 min • Trecho 1: vm = 120 km/h Δt = 50 min =
5 h 6

4

t(s)

vm =

Assim, temos: ΔsA – ΔsB = área =
N

Δs 5 ⇒ Δs = vm . Δt = 120 x = 100 km Δt 6

4 x 20 = 40 m 2

2o) O móvel B alcançará o móvel A quando, a partir do instante 4s, o seu deslocamento superar o de A em 40 m. Por analogia e pela igualdade dos triângulos, B alcança A no instante 8s, conforme a ilustração abaixo.
v(m/s) 40 20 4 8 B A

• Trecho 2: (Defeito mecânico) Δs = 0 Δt = 15 min • Trecho 3: Δs3 = Δstotal – (Δs1 + Δs2) = 390 – (100 + 0) = 290 km Δt3 = Δttotal – (Δt1 + Δt2) = 210 – (50 + 15) = 145 min Δs3 290 km 290 km v3 = Δt = = 145 = 250 x 60 km 145 min 3 h 145 h 60 v3 = 120 km/h

t(s)

Nesses 8s iniciais, o deslocamento de B é numericamente igual à área sob o gráfico de B.
v(m/s) 40

3 B
vm = 90 km/h = 25 m/s Δt = 1s Δs = vm . Δt = 25 x 1= 25 m

4 D
8 t(s)

Ele deve cumprir os 40 km nos 20 min que restam. Assim, temos: vm =
Δs 40 km 40 km = = = 120 km/h 1 Δt 20 min h 3

ΔsB = área =

N

8 x 40 = 160 m 2

Física I
17

A Observe que a seção horizontal do vaso é crescente no intervalo de altura de 0 a R (enchimento da primeira metade). Como a vazão da torneira é constante, a água vai subir cada decrescente). vez mais lentamente neste trecho (v decrescente Logo, o gráfico s x t deve ter uma inclinação decrescente neste trecho. No enchimento da segunda metade do vaso ocorre o inverso, pois a seção horizontal é decrescente. Logo a água vai subir cada vez mais rapidamente (v crescente). Logo, o gráfico s x t deve ter uma inclinação crescente. A opção correta é portanto a “A”. A opção “B” seria correta se o vaso fosse cilíndrico e a “C” se o vaso tivesse a forma de uma ampulheta.

1 ⎧ ⎪Δt1 = 40 h ⎪ Δs Δs v= ⇒ Δt = ⇒ ⎨ Δt v ⎪Δt = 1 h ⎪ 2 60 ⎩

Volume 1.B
5 E
• Trecho 1: Δs1 = 300 km v1 = 120 km/h Δt1 = Δs1 300 = = 2,5 h v1 120 vm = = 3000 m + 2000m Δs Δs1 + Δs2 = = 2000s + 1000s = Δt Δt1 + Δt 2
5000 m ≅ 1,667 m/s 3000s

9 C
100 km/h A x M 150 km/h x B

• Trecho 2: (Parada) Δs2 = 0 Δt2 = 30 min = 0,5 h

Física I

• Trecho 3: Δs3 = 600 – 300 = 300 km Δt3 = 3 h
600 Δs total 300 + 0 + 300 = = = 100 km/h 6 Δt total 2,5 + 0,5 + 3

x ⎧ ⎪Δt1 = 100 Δs Δs ⎪ vm = = Δt = ⇒ ⎨ Δt vm ⎪ Δt = x ⎪ 1 150 ⎩ vm =
Δs Δs1 + Δs2 = = Δt Δt1 + Δt 2

Vm =

6 D
vy = vm =
x

Δstotal x Δt total x

x+x ⇒ x x + 100 150

=

18
=

⇒ vm =

36 km 12 km + 20 km + 4 km = = 30 min 10 min + 15 min + 5 min

2x 300 = 2x . = 120 km/h 3x + 2x 5x 300

36 km = 0,5 h = 72 km/h

10 B
vm =
Δs Δs ⇒ Δt = ⇒ Δt vm 1000 = 250 h ≅ 10 dias 4

7 D
40 km v 100 km v + 10

⇒ Δt =

11 D
O deslocamento é obtido através da área do gráfico v x t.
v(m/s) +4

40 ⎧ ⎪Δt1 = v Δs Δs ⎪ vm = ⇒ Δt = ⇒ ⎨ Δt Vm ⎪Δt 2 = 100 ⎪ v + 10 ⎩
100 40 Δttotal = Δt1 + Δt2 ⇒ 3 = + ⇒ v + 10 v ⇒ 3 . v . (v + 10) = 40 . (v + 10) + 100 . v ⇒ ⇒ 3v2 + 30v = 40v + 400 + 100v ⇒ ⇒ 3v2 – 110v – 400 = 0 ⇒ ⇒v= ⇒V=
110 ± 12100 + 4800 ⇒ 6
110 + 130 110 ± 16900 = = 40 km/h 6 6

2 0 1 –4 2 4 8

t(s)

Δs (0 a 2s) = –A1 = – Δs (2s a 4s) = A2 =

4x2 = –4 m 2

6+4 x 4 = +20 m 2

8 A
3000 m 1,5 m/s 2000 m 2 m/s

Podemos ilustrar o movimento da partícula pela trajetória abaixo.
t = 2s 4 m t=0 t = 8s

3000 ⎧ = 2000s ⎪Δt1 = 1 ,5 ⎪ Δs Δs ⎨ vm = = Δt = ⇒ Δt ⎪Δt = 2000 = 1000s vm ⎪ 1 2 ⎩

20 m

A distância percorrida foi de 24 m, mas o deslocamento foi de 16 m.

Volume 1.B
12 C
v(m/s)

16 A
O trecho em que o gráfico tem maior inclinação (a = tgθ) corresponde ao intervalo de 0 a 1s.
–2
N

6 5

17 C
O motor deixa de funcionar no instante em que a velocidade do foguete começa a decair (t = 10s) Δs (0 a 10s) ≅ área (v x t) =
t(s)

2

–1 –4 –3

0

3

6

9

a1 ≅ tgθ1 = a2 ≅ tgθ2 =

3 = 1 m/s2 3

18 C
Como a velocidade está diminuindo com o passar do tempo a única situação que pode ser associada a este gráfico é o movimento de um tijolo lançado verticalmente para cima até atingir a altura máxima, pois a sua velocidade vai diminuir até zero (inversão do sentido do movimento no ponto mais alto).

1 m/s2 3

−6 = – 2 m/s2 3 Logo: |a3| > |a1| > |a2|

a3 ≅ tgθ3 = –tgθ4 =

19 D
Δs (0 a 10s) = área (v x t) =
10 + 6 x 4 = 32 m. Como o 2 elevador é um corpo extenso, devemos exibir o seu deslocamento usando uma parte qualquer do mesmo. Considerando o seu teto, temos:
N

13 B
⎧ N Δs ⎪ , onde ⎨Δs = área v= Δt ⎪Δt = 20s ⎩
20 10

v(m/s)

0

5

10

15

20

t(s)

Δs = área = v=

N

(B + b) (20 ÷ 10) .h= . 20 = 300 m 2 2

H

Δs = 32 m

Δs 300 = = 15 m/s Δt 20

h=2m

v = 15 m/s

14 B
60

Assim, a altura do prédio é dada por: H = Δs + h = 32 + 2 = 34 m
v(cm/s)

20 B
Δv = área (a x t) = +(2 x 2) – (2 x 1) = + 2 m/s
a(m/s2) 2
N

10 0

2 –2

4

5

t(s)

50

t(s)

Δv = v – v0 ⇒ +2 = v – S ⇒ v = 7 m/s

a = tgθ =
N

N

50 = 1 cm/s2 50
N

Δs = área = a = 1 cm/s2

⎛ 60 + 10 ⎞ (B + b) .h= ⎜ ⎟ . 50 = 1750 cm 2 2 ⎝ ⎠

1

15 C

A) Os pneus dianteiros do veículo pressionam o sensor S1, no instante t = 0 e o sensor S2 no instante t = 0,1s. Logo v=

O trecho em que o gráfico é aproximadamente horizontal (v cte) está compreendido no intervalo de 5s a 8s.

2m Δs = = 20 m/s = 72 km/h 0,1 s Δt

Física I
19

10 x 500 ⇒ 2 3 h = Δs = 2500 m = 2,5 . 10 m

Volume 1.B
B) O sensor S1 foi pressionado pelos pneus dianteiros no instante t = 0 e pelos pneus traseiros no instante t = 0,15s. Assim, podemos dizer que a distância entre os pneus traseiros e dianteiros (distância entre os eixos) é dada por: Δs = v Δt = 20 x 0,15 = 3 m
I II 8º III IV I II 9º III IV
I II 10º III 300 301 30 30 30,0 30,1 0,0 –0,1 IV

232 233 234 264 265 266 267 297
298 299

22 23 24 24 25 26 27 27
28 29

23,2 23,3 23,4 26,4 26,5 26,6 26,7 29,7
29,8 29,9

–1,2 –0,3 0,6 –2,4 –1,5 –0,6 0,3 –2,7
–1,8 –0,9

2

Física I

C Representaremos os movimentos pela tabela abaixo, na qual as distâncias são medidas em metros e o tempo, em segundos. Para melhor visualização, a tabela é dividida em ciclos de duração de 33s cada, devido a especifidade do moviento da lebre.
C i c lo Insta nte início
I II 1º III IV 3 33
34 35 36 66 67 68 69 99 100 101 102 132 133 134 135 165 166 167 168 198

t 0
1 2

SL 0
1 2 3 3
4 5 6 6 7 8 9 9 10 11 12 12 13 14 15 15 16 17 18 18

ST 0
0,1 0,2 0,3 3,3
3,4 3,5 3,6 6,6 6,7 6,8 6,9 9,9 10,0 10,1 10,2 13,2 13,3 13,4 13,5 16,5 16,6 16,7 16,8 19,8

SL – ST 0
0,9 1,8 2,7 –0,3
0,6 1,5 2,4 –0,6 0,3 1,2 2,1
2º 0,6 0,3 0,0 –0,3 –0,6 –0,9 –1,2 –1,5 –1,8

Obs: Estamos considerando que no início da corrida a lebre e a tartaruga estão lado a lado (s = 0), embora o enunciado não tenha esclarecido. As tabelas abaixo mostram a evolução da posição da lebre em , relação à tartaruga (SL – ST), nos instantes I, II, III e IV no decorrer dos 10 primeiros ciclos. Neste caso, devemos considerar: sL – sT > 0 ⇒ a lebre vence a corrida sL – sT = 0 ⇒ a corrida sai empatada sL – sT < 0 ⇒ a tartaruga vence a corrida
Instante I ciclo 1º sL –sT 0,9 Instante III I ciclo 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º sL –sT 1,8 1,5 1,2 0,9 0,6 0,3 0,0 –0,3 –0,6 –0,9 Instante III ciclo 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º sL – sT 2,7 2,4 2,1 1,8 1,5 1,2 0,9 0,6 0,3 0,0 Instante IV IV ciclo 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º sL – sT –0,3 –0,6 –0,9 –1,2 –1,5 –1,8 –2,1 –2,4 –2,7 –3,0

20

I II III IV I II 3º III IV I II 4º III IV I II 5º III IV I II 6º III IV

–0,9 0,0 0,9 1,8 –1,2 –0,3 0,6 1,5 –1,5 –0,6 0,3 1,2 –1,8

3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º

Verifique que nas tabelas acima, a posição da lebre em relação à tartaruga evolui segundo uma PA de razão negativa (r = – 0,3), o que nos permite chegar às seguintes conclusões. 1o No instante I, a lebre vence a corrida somente nos três primeiros ciclos. 2o No instante II, a lebre vence a corrida somente nos seis primeiros ciclos. 3o No instante III, a lebre vence a corrida somente.nos nove primeiros ciclos. 4o No instante IV, a tartaruga sempre vence a corrida. Julguemos então as afirmativas: A) (verdadeira) De acordo com a tabela maior, a lebre atinge a posição 3 m no instante 3 s. A tartaruga atinge a posição 3 m no instante dado por: t = Δs/ v = 3 / 0,1 = 30 s

I II 7º III IV

199 200 201 231

19 20 21 21

19,9 20,0 20,1 23,1

–0,9 0,0 0,9 –2,1

Volume 1.B
B) (verdadeira) De acordo com as conclusões acima, o último momento em que a lebre não está atrás da tartaruga é o instante t = 300s, quando as duas estão juntas na posição s = 30 m. C) (falsa) Observando as tabelas acima, percebemos que a maior vantagem que a lebre abriu sobre a tartaruga foi de 2,7 m, no instante III do 1o ciclo, ou seja, no instante t = 3s. D) (verdadeira) Observando a tabela maior, percebemos que a lebre atinge a posição s = 15 m no instante t = 135s. A tartaruga atingirá esta posição no instante: t = Δs/v = 15 / 0,1 = 150s Logo, a tartaruga atinge a posição 15 m com um atraso de 15 s em relação à lebre, pois: tL = 135 s e tT = 150 s.

5

A As velocidades médias são iguais, pois nos três gráficos, temos:
a −0 a S – S0 Δs 2 = = = Vm = b−0 2b t – t0 Δt

6

D O único gráfico que corresponde a uma velocidade média de 2 m/s é o da opção “D”, coforme o exposto.

4

3

D Cálculo do deslocamento do trem A.
v(m/s) +5 1 50 –5 2 100 t(s) 150

100

Δs = área (v x t) = Vm =

N

100 x 4 = 200 m 2

Δs 200 = = 2 m/s Δt 100

7
5 x 50 5 x 100 – ⇒ 2 2

ΔsA = + A1 – A2 = + ⇒ ΔsA = – 125 m

D Os veículos estarão novamente emparelhados no instante em que os seus deslocamentos forem iguais, o que ocorre no instante t = 800s
v(m/s) A A1 A2 A t(s) B

Cálculo do deslocamento do trem B.
v(m/s) +5 2 1 –5 t(s) 50 100 150

B 0

200 400 600 800

ΔsB = – A1 + A2 = – ⇒ ΔsB = + 125 m

5 x 50 5 x 100 + ⇒ 2 2

Considerando s0 = 0 para os dois trens, no instante t = 150s, as suas posições podem ser ilustradas pela figura abaixo.
A –125 0 B +125

Observe que de 0 a 400s o veículo A foi o mais rápido que o B, enquanto de 400s em diante B foi mais rápido que A. De 0 a 400s A percorreu mais que B uma distância que é numericamente igual à área A1, enquanto de 400s a 800s, B percorreu mais que A uma distância que é numericamente igual à área A2. Como as áreas A1 e A2 são iguais, devido a simetria que o gráfico apresenta em relação ao eixo da abscissa t = 400s, os veículos se encontram em t = 800s;

8

Portanto, a distância entre eles no instante 150s vale 250 m

B A altura final da planta é numericamente igual à área do gráfico v x t. Percebe-se claramente que a área sob a curva de B é maior que a área sob a curva de A.
v

4

E A afirmativa da opção “E” está incorreta, pois as velocidades instantâneas dos dois são iguais nos dois instantes indicados no gráfico abaixo, pois seus gráficos s x t apresentam a mesma inclinação.
s B A

1

v

0

t1

t2

t

2

Física I
21

Volume 1.B
h = Δs = área (v x t) ⇒ ⇒ A1 > A2 ⇒ hfinalB > hfinalA
N

1 ano x x=

→ 3,2 . 107 s → 4,9 . 1017 s

9

Física I

C Como a bola inverte sucessivas vezes o sentido do seu movimento, a velocidade muda de sinal cada vez que a bola bate no piso e cada vez que ela atinge a altura máxima. Podemos eliminar os gráficos das opções “A” e “B”, pois nestes a velocidade não muda de sinal. Idenpendente da bola estar subindo ou descendo a aceleração dela será sempre a mesma (a cte = g). Como a aceleração corresponde à inclinação do gráfico v x t, este tem que ser representado por traços retos paralelos, o que nos permite eliminar também a opção “D”. E É correto afirmar que B ultrapassa A no ponto 1, pois a partir deste, temos sB > sA, enquanto B é ultrapassado por A no ponto 2, pois a partir deste tem-se sA > sB.

4,9 1 ano x 4,9 . 1017 s = . 1010 anos → 3, 2 3, 2 . 107 s

→ x ≅ 1,5 . 1010 anos = 15 . 109 anos → → x = 15 bilhões de anos

5

B Distância 5,4 km 12 km x → → Tempo 1h x

10

x=

12 km x 1h 12 x 3.600s = → 5, 4 5,4 km

→x=

4,3 1, 2 . 10 x 3,6 . 103 s → . 104 s → 5,4 5, 4

22

→ x ≅ 0,8 . 104 s → x ≅ 8.000s

No de passos

x

tempo

1

D As unidades de medida devem ser escritas sempre com letras minúsculas (newton), mas quando homenageiam pessoas (Isaac Newton) são simbolizadas por letra maiúscula (N). D Massa 1,67 . 10 x
–24

2 passos x

→ 1s → 8.000s

2

8.000s x 2 passos = 16.000 passos → 1s → x = 1,6 . 104 passos → OG(x) = 104 passos

x=

x

Volume
–39 3

6

E 1W → x → 107 erg/s 5 . 109 erg/s

g → 8,3 . 10 cm → 1 mm3

x=

1,67 . 10–24 g x 1mm3 → 8,3 . 10 –39 cm3
1,67 . 10 –24 . 10–3 kg x 1. 10 –3 cm3 8, 3 . 10 –39 cm3

1 W x 5 . 109 erg / s

x=

107 erg / s

= 5 . 102 W

→x=

7
2 . 108 kg

B G=π.
Q → t

→x=

1,67 16,7 . 109 kg = . 108 kg ≅ 8, 3 8,3

→ [G] = → [G] =

[ρ] . [Q] → [t]

3 4

C Ano-luz é unidade de espaço e corresponde à distância percorrida pela luz no vácuo, em 1 ano terrestre. C De acordo com a teoria de Gamov, temos:
2,1. 109 2,1. 109 →3= → T= t t

1. [Energia] M . L2T –2 = → [Tempo] T 2 –3 → [G] = M . L . T → → [G] = [Potência]
Dentre as unidades apresentadas, a única que mede potência é o watt (W).

→ t = 0,7 . 109 → → t = 0,49 . 1018 → → t = 4,9 . 1017 s

8

D

⎧L 2 = 2 . L1 ⎪ [V] = L3 ⎨V = 23 . V → V2 = 8 . V1 ⎪ 2 1 ⎩

Volume 1.B
Sendo a réplica feita do mesmo material da estatueta (bronze) as duas possuem a mesma densidade.
↑ m d= →m= d .V→mαV→ V cte

12

B Como os vetores formam uma poligonal fechada, temos:

A + B + C + D + E + F = 0 ⇒

m2 8 V1 V m = 2 → 2 = → m2 = 8 m 1 → m1 V1 V1 m1

⇒ A + B + C =– D – E – F

→ m2 = 8 M

13

C Observe a figura:
y

9

B


Observe no diagrama abaixo que: x + z = y

240º 60º F3= 4N

60º F1= 2N

y

z x

x

x + z = y

Logo, a resultante vale: R = F1 = 2N

10

B A soma dos vetores que formam os lados do quadrado é nula. Logo:

14

B • Tempo de deslocamento:
Δs Δs 500 ⇒ Δt = = = 10h Δt V 50 Δttotal = 10h + 12h = 22h

V=

R 2 R 2

R 2 S R 2

Se o trem parte às 16h de sexta-feira, após 22h, ele chega ao destino às 14h de sábado.

15

D Δs = área (v x t) ⇒ ⇒ 60 = a=
20 + 10 x t ⇒ 15 . t = 60 ⇒ t = 4s 2
N

No triângulo assinalado temos: S2 = (R 2 )2 + (R 2 )2 S2 = 2R2 + 2R2 ⇒ S2 = 4R2 S = 2R

20 − 10 10 Δv = 4−0 = = 2,5 m/s2 Δt 4

11

B Veja a figura

Anotações
y 60 60.sen θ 30 θ 60.cos θ x 60

Na direção (x), temos: 60 . cosθ = 30 ⇒ cosθ = Logo, a resultante valerá: R = 60 + 60 sen60o R = 60 + 60 . 3 2 1 ∴ θ = 60o 2

R = 60 + 30 3 = 30( 3 + 2)

Física I
23

F2= 4N

Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO
Professor(a): _____________________________________ Escola: ___________________________________________________ Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

Física II

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________

Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

professor, Exclusivo da apostila do professor, este guia apresenta a resolução dos exercícios

Física II
24

SUMÁRIO
Capítulo 1: Introdução à Óptica e Espelhos Planos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 Tópico A: Ótica Geométrica (conceitos básicos) Tópico B: Formação da Imagem no Espelho Plano Tópico C: Associação de Dois Espelhos Planos Tópico D: Translação e Rotação de Espelhos Planos Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Capítulo 2: Espelhos Esféricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 Tópico A: Introdução Tópico B: Raios Particulares Tópico C: Construção Geométrica de Imagens nos Espelhos Esféricos Tópico D: Equação de Gauss Tópico E: Aumento Linear Transversal (a) Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Capítulo 3: Refração da Luz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 Tópico A: Leis da Refração Tópico B: Ângulo Limite e Reflexão Total Tópico C: Dioptro Plano Tópico D: Lâminas de Faces Paralelas Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Δ FCD ~ Δ DFAB (Semelhança)
L 3 = 1 12 , ⇒
L = 2,5 m (a)

Capítulo 1
Introdução à Óptica e Espelhos Planos 2

1

A Consideraremos a lâmpada como uma fonte puntiforme. Observe a figura abaixo.
F
h = 1,2 m

D Chamamos de filtro de luz ao dispositivo que ao receber uma determinada luz policromática só se deixa atravessar por uma determinada luz monocromática. Assim, o filtro azul, ao receber luz branca (policromática) só permite a passagem da luz azul (monocromática). Como o objeto é vermelho (só reflete a luz vermelha), ao receber a luz azul vai se apresentar preto. D Dentre todos os raios luminosos apresentados, o único que obedece a 2a Lei da Reflexão (o ângulo de incidência deve ser igual ao ângulo de reflexão) é o raio que segue o trajeto P → D → Q, conforme a figura a seguir.

3
H=3m

A

= 1,0 m

B

C

L=?

D

i

r

Volume 1.B
Observe nos triângulos destacados que: ⎧ ⎪tgi = ⎪ ⎨ ⎪tgr = ⎪ ⎩ 12 =2 6 ⇒ tgi = tgr ⇒ i = r 6 =2 3 C em relação ao espelho (C’) às extremidades do espelho, conforme a figura abaixo.

C'

C 1,0 m

4

B Podemos ilustrar o trajeto do raio luminoso pela figura abaixo.
α α

A1 A2 A3

90 – α

15o15o 75o 75o 75o 15o 165o φ

1,0 m

Percebemos, então, que o gerente vê no espelho a imagem das atendentes A2 e A3.

7

Como a soma dos ângulos internos do triângulo destacado é igual a 180o, temos: 30o + 90o + 2α = 180o ⇒ 2α = 60o ⇒ α = 30o. Como a soma dos ângulos internos do quadrilátero destacado é igual a 360o, temos: 75o + 165o + φ + 90o – α = 360o ⇒ ⇒ 330o + φ – α = 360o ⇒ ⇒ 330o + φ – 30o = 360o ⇒ ⇒ 300o + φ = 360o ⇒ φ = 60o

E Sabemos que a imagem conjugada por um espelho plano é simétrica ao objeto em relação ao espelho. Logo, se o objeto permanecer fixo, mesmo que um observador mude de posição, a imagem deste objeto permanecerá na mesma posição (I). A Sabemos que o número de imagens que podemos observar através de dois espelhos planos que formam entre si um ângulo θ é dado por: n=
360 – 1 , onde θ é medido em grau. θ Para θ = 90o, teremos n = 3, conforme a figura abaixo.

8

5

A Imagine uma fonte puntiforme diante de um espelho plano. Para localizar a sua imagem basta que encontremos o ponto de intersecção dos seus raios refletidos.
POR

PIV
x

I2 y y

I1 x EA

x

x I3 O

Do exposto, concluímos que a imagem é virtual pois se virtual, acha na intersecção dos prolongamentos dos raios luminosos, e é simétrica ao objeto em relação ao espelho. Para uma fonte luminosa extensa basta que localizemos a imagem dos pontos extremos e unamos estes pontos.
x x

y EB

y

Na figura temos: O → objeto EA → espelho plano A EB → espelho plano B I1, I2 e I3 → imagens formadas. Neste caso, dizemos que: • I1 é a imagem que EA fornece para O. • I3 é a imagem que EB fornece para O. • I2 é a imagem que EB fornece para I1 ou a imagem que EA fornece para I3. Como a imagem fornecida por um espelho plano é enantiomorfa (invertida lateralmente), podemos afirmar que:

y

y

Pela simetria, podemos afirmar que o objeto e a imagem têm o mesmo tamanho.

6

E Para determinarmos o campo visual do espelho plano para o observador C, basta que liguemos o ponto simétrico de

Física II
25

Volume 1.B
• I1 e I3 são enantioformas (invertidas lateralmente) • I2 é idêntica a “O”, pois é fruto de uma reflexão dupla. • Cálculo da velocidade da imagem do ciclista em relação ao ônibus:
v = –10 km/h v = 80 km/h

9

B Podemos representar as duas situações através da figura abaixo.
7 cm i 7 cm O

Física II

P1 11 cm i 11 cm

A

O movimento da imagem do ciclista se deve ao movimento do próprio ciclista e ao movimento do espelho. Vejamos então a velocidade adquirida pela imagem, devido a cada um dos fatores, separadamente: 1. Movimento do espelho: Conforme a resolução da questão 15, temos:
v = 80 km/h Objeto v1 = 160 km/h Imagem

O

P2

A

Devido à simetria da imagem e objeto em relação ao espelho, temos:
AP1 = 7 cm e AP2 = 11 cm ⇒ PP2 = 4 cm 1

2. Movimento do objeto (ciclista):
v = –10 km/h Objeto v2 = 10 km/h Imagem

26

PP1 = PP2 ⇒ PP1 = 2 cm

d = PP1 + AP1 = 2 cm + 7 cm = 9 cm

10

A Tomemos por base o intervalo de tempo de 1s.
Fixo x x

Logo, a velocidade resultante da imagem, será dada pela soma dos vetores abaixo:
v1 = 160 km/ h ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯ → v 2 = 10 km /h ⎯⎯⎯⎯⎯→ ⎯

vimagem = 170 km/h

Portanto, a velocidade da imagem, em relação ao motorista (ônibus) poderá ser calculada pelo conceito de velocidade relativa.
x+2m x+2m
v = 80 km/h v = 170 km/h Imagem

Se a distância da imagem ao objeto aumentou de 2x para 2x + 4 m, no intervalo de tempo de 1s, a imagem se deslocou 4 m, portanto sua velocidade, em relação ao solo, é de 4 m/s. Observe que o movimento da imagem ocorre no mesmo sentido do movimento do espelho.

vREL = 170 – 80 = 80 km/h

12

11

C • Cálculo da velocidade de aproximação da bicicleta em relação ao ônibus:
v = 80 km/h v = –10 km/h

A I. (verdadeira) veja a solução da questão “pensando em sala no 9”. Nela, enquanto o espelho se deslocou 2 m, a imagem se deslocou 4 m II. (verdadeira) observe a demonstração abaixo.

θθ E1 α β α

α

Pelo conceito de velocidade escalar relativa, temos: vbicicleta, ônibus = 80 + 10 = 90km/h

E2

Volume 1.B
Pelo triângulo 1, temos: α + (90o + θ) + (90o – γ) = 180o ⇒ α = γ – θ Pelo triângulo 2, temos: β + 2θ + (180o – 2γ) = 180o ⇒ β = 2(γ – θ) Logo, concluímos que β = 2α III. (falsa) para que uma pessoa se veja completamente através de um espelho plano, basta que ela esteja totalmente imersa no campo visual do espelho. absorção, sendo a primeira, caso seja do tipo difusa, responsável pela cor que o objeto apresenta. reflexão e absorção
Raio incidente Raio refletido

Objeto opaco

4 A
Quando a luz incide na vidraça, parte dela sofre refração, passando a se propagar no vidro e parte sofre reflexão, dando origem à formação da imagem.

5 E
x h e x
Quando a janela é aberta toda a luz que nela incidia passa a entrar no quarto, pois não haverá a reflexão parcial da luz discutida na solução da questão anterior.

6 C

Placa de vidro Fotografia

Pela semelhança de triângulos temos:
b h e x h = ⇒ = ⇒ e= B H h 2x 2

A fotografia é vista pelos raios que são refletidos de maneira difusa por sua superfície (áspera). Neste caso, ao cobrirmos a fotografia com uma placa de vidro, parte da luz incidente na placa é refletida de forma regular (placa pólida), diminuindo a parcela incidente na fotografia, o que dificulta sua observaçãol. O virdo reflete parte da luz incidente.

7 20 1 51,2%
Seja i0 a intensidade da luz incidente na primeira lâmina e i1, i2 e i3 as intensidades de luz que emergem das lâminas 1, 2 e 3, respectivamente. Podemos então afirmar que: i1 = 0,8 . i0 i2 = 0,8 . i1 = 0,8 x 0,8 . i0 = 0,64 i0 i3 = 0,8 i2 = 0,8 x 0,64 i0 = 0,512 i0 ⇒ i3 = 51,2%i0 Analisemos separadamente o comportamento dos raios “1” e “2”. • Raio “1”:

E i1 P α1 0 r1 E Q1 α1 = i1 60o

2 D
Devido à grande distância entre o Sol e a Terra, os raios solares que chegam à Terra podem ser considerados praticamente paralelos. Assim, os raios que tangenciam os extremos do edifício e do poste, determinando os limites das sombras projetadas no solo formam triângulos semelhantes, conforme a figura abaixo.

i1 = r1 (2a Lei da reflexão) α1 = r1 (alternos internos)
A partir do triângulo OPQ1, temos:

A A' H B 10 m C 2m B' 50 cm C'

10 3 OP ∴ tg60o = ∴ OQ1 OQ1 ∴ OQ1 = 10 cm
tgα1 = • Raio “2”:

10 3 3 ∴ = OQ ∴ 1

Pela semelhança dos triângulos, podemos determinar a altura do edifício (H) pela relação: H 10 m H 10 m 2 m = 50 cm ∴ 2 m = 0,5 m ∴ H = 40 m

E i1 P r1 α2 0 Q2 E

3 B
Sendo o objeto opaco (não permite a passagem de luz em seu interior), a luz incidente poderá sofrer reflexão ou

Física II
27

Volume 1.B
i2 = r2 (2a Lei da reflexão) α2 = r2 (alternos internos)
A partir do triângulo OPQ2, temos: OP 10 3 ∴ tgα2 = OQ ∴ tg30o = OQ2 2 ∴ OQ2 = 30 cm A partir dos segmentos OQ1 e OQ2, podemos dizer que: Q1Q2 = OQ2 – OQ1 = 30 – 10 = 20cm OQ2 = 20 cm
10 3 3 = ∴ OQ2 3

α2 = i2 30o

15 = 5 imagens 3 Logo:

5=

360° 360° –1⇒6= = θ θ o Resp: 60

θ = 60°

11 D
Considerando, inicialmente, apenas os espelhos E1 e E2, teremos:

Física II

8 A

360o – = 3 imagens ,E 1 2 90o Acontece que, as imagens e o objeto, darão imagens no espelho (E3).
N(E = )
O O1 O2 O3

Pela 2a Lei da Reflexão, podemos concluir que: para o raio luminoso retornar do espelho palno M2 seguindo a mesma trajetória de ida devemos ter incidência normal (i = 0o). Assim, a situação pode ser representada pela ilustração abaixo.
M2 P2 i1 M1 P1 r1 α

E3

28

O7

O6

O5

O4

β 0

7 imagens Resp: 7 imagens

12 D
Considere o esquema abaixo:
24 m

1,80 m

i1 = r1 = 30o (2ª Lei da Reflexão) r1 + α = 90o ∴ 30o + α = 90o ∴ α = 60o Assim, como a soma dos ângulos internos do triângulo QP1P2 é 180o, devemos ter: α + β + 90o = 180o ∴ 60o + β + 90o = 180o ∴ β = 180o – 150o = 30o

H1 L L

(Fig. 1)

1,80 m

9 D
Montemos a figura abaixo.
C r objeto A O 0,04 m B O D 1,80 m

H1

(Fig. 2) 36 m

H1 L = 1.80 24 H L Da fig. 2 temos: 2 = 1.80 36 Da fig. 1 temos:

H1 36 = = 1,5 H2 24

0,40 m

d

13 D

Observe a figura.
0

ΔOAB ~ ΔOCD 0,40 0,04 0,40 + d = 1 ,80 0,40 + d =

1,80 x 0, 40 0, 04
A d

75 cm D B

0,40 +d = 18 ⇒ d = 17,60 m

10 A
Se de três objetos obtemos 15 imagens, cada objeto produziu:

ΔOAB ~ ΔOAD
h 2d = ∴ h = 150 cm 75 d

Volume 1.B
14 12 cm
Observe a figura
2,0 cm 2,0 cm 600 x 4,0 cm 4,0 cm
O' x x s

1. Encontrar o ponto O’, simétrico a O, em relação ao plano do espelho (E). 2. Unir o ponto O’ aos extremos do espelho (retas “r” e “s”). 3. O campo visual estará situado à frente do espelho e será limitado pelas retas “r” e “s” (região sombreada).
r E Campo visual O

No polígono mostrado temos: x + 60° + 180° = 360° x = 120° As imagens estarão sobre uma circunferência, simetricamente colocadas como mostra a figura:
4c

Aplicando então a regra vista acima, percebemos que a lâmpada estará situada no campo visual do espelho, caso este se encontre na posição do espelho E2 (figura abaixo).
E2 O' x x
O

8cm 03 4cm 8cm 600 05
0

m

01

600
60 4cos
0

0

17 B
Seja PP1 = PP2 = x Na posição (P1)
E

d 8cm

60 4cos

O'

O

02 04
P1 d–x d–x=7

1 d=4. . 2 + 8 = 12 cm 2

Na posição (P2)

E

15 E

Aplicando a expressão:
360° N= – 1 10 – 1 = 9 imagens 36°

O'

O

360° = 10 (par), então o número de imagens 36° independe da posição de (P) entre os espelhos.

Como:

P2 d + x = 11 d+x

Portanto:

16 B

Chamamos de “Campo Visual” de um espelho plano em relação a um observador “O” à região que este pode observar por intermédio do espelho. Uma maneira prática de se obter os limites deste campo visual (figura abaixo) consiste em:
r E Campo visual O' x x s O

d−x =7 d + x = 11

(+) 2d = 18 ⇒ d = 9 cm

18 B
Observe que a rotação é em torno de um eixo perpendicular ao plano do espelho. (Veja figura).
O Eixo Espelho

I

Física II
29

Volume 1.B
Nessa situação, a imagem, como o objeto, permanecerão fixos. Resp: 0°

22 B

19 E

Segundo o texto, concluímos que o espelho deslocou-se de: 17 – 10 = 7 cm Portanto a imagem deslocou-se: 2 x 7 = 14 cm Resp: 14 cm

Devido a inversão lateral sofrida pela imagem, conforme vimos nas questões anteriores, o fato do mostrador do relógio parecer indicar 6h 15min, implica que este marca na realidade 5h 45min, pois estas configurações são invertidas lateralmente, conforme você pode observar abaixo.

Física II

20 B
A figura mostra os efeitos das velocidades do espelho e do objeto, superpostos.
E VP = 2,0 m/s VE = 3,0 m/s

6h15min

5h45min

5h 45min

23 B
Observe a figura abaixo, onde E1 representa um espelho plano que reflete um raio de luz, que incide formando um ângulo x com a reta normal ao espelho.
Normal (N1) Raio incidente (RI) O A Raio refletido (RR1) E1

P

P' V'P = 2,0 m/s V"P = 6,0 m/s

30

Mantendo fixo o espelho: |V’p| = |Vp| = 2,0 m/s Mantendo fixo o objeto: |V”p| = 2 VE = 2 x 3 = 6,0 m/s Superpondo os efeitos temos: Vimg = 6 – 2 = 4,0 m/s (p/ direita) (B)

x x

21 D
A imagem fornecida por um espelho plano é simétrica ao objeto, em relação ao espelho, ou seja, encontram-se de lados opostos e a uma mesma distância.
Objeto Imagem

Consideremos que o espelho gire um ângulo α no sentido horário, em torno de um eixo “O” perpendicular ao plano desta folha de papel, e que o raio incidente conserve sua direção inicial (figura abaixo).
Raio incidente (RI) α y y Raio refletido (RR2) E2 Normal (N2) E1

O

x

x

B

Assim, se o espelho se afasta uma distância “d” do objeto (fixo), as novas distâncias do objeto e da imagem ao espelho serão “x + d” (figura abaixo).
Objeto x d d x Imagem

Imagine agora uma superposição das figuras anteriores, que mostre a posição relativa entre os raios refletidos nas duas situações (RR1 e RR2), conforme a figura abaixo. Calculemos o valor do ângulo β , formado entre os raios refletidos RR1 (situação inicial) e RR2 (após a rotação do espelho). N1 RI RR1

Verificamos então que a imagem se afasta “d” do espelho e “2d” do objeto. Concluímos assim que num mesmo intervalo de tempo, enquanto o espelho se desloca uma distância “d”, a imagem se desloca “2d” o que nos permite dizer que:
vimagem = 2vespelho v = 30 km/h

N2 x x O α A y y β C B E2 E1 RR2

vespelho = vcarro = 30 km/h

Volume 1.B
Sabemos que a soma dos ângulos internos de um triângulo qualquer é igual a 180o. Apliquemos então esta propriedade para os triângulos OAB e CAB. t = 1s A posição da pessoa será 6m à frente vm =
Δs ⇒ Δs = vm . Δt = 6 x 1 = 6 m Δt

Triângulo OAB: O α A x 90 –

y
B

α + (90 + x) + (90 – y) = 180 ∴ α = y – x (I) Triângulo CAB: A x x 180 – 2y β C β + 2x + (180 – 2y) = 180 ∴ β = 2y – 2x (III)
Comparando as equações (I) e (II) vistas anteriormente, temos: β = 2α. Logo, se o espelho gira 10o no sentido horário, o raio refletido gira 20o (α = 10o ⇒ β = 2α = 2 . 10 = 20o) no sentido horário. 20° no sentido horário

2m 6m x

Extremidade da sombra

Pela semelhança dos triângulos, temos:

B

x 2m b h = ⇒ x +6m = ⇒ 5x = 2x + 12 m ⇒ 5m B H ⇒ 3x = 12 m ⇒ x = 4 m Assim, o deslocamento da sombra da extremidade superior da pessoa vale 10m. Logo, sua velocidade vale: v=
Δs 10 m = = 10 m/s Δt 1s

2

A Quando encontramos o campo visual do espelho para a jovem que está em A, percebemos que o seu amigo precisa se deslocar apenas 2 m para começar a ser visto através do espelho. A''

24 D
Sabemos que a imagem conjugada por um espelho plano é sempre do mesmo tamanho do objeto. Quando nos afastamos de um espelho plano temos a ilusão que nossa imagem diminui. Na verdade o que diminui é o ângulo visual (ângulo formado pelos raios luminosos que recebemos dos pontos extremos de nossa imagem). É igual à ilusão que temos quando observamos os postes de uma avenida. Os mais distantes parecem menores.
2m B 1m A 1m

2m Δs Δs vm = ⇒ Δt = v = 1m / s = 2s Δt m

3

1

10 t=0

Quando unimos o ponto simétrico do observador (P’) em relação ao espelho à extremidde L da parede opaca e à extremidade B da sala, encontramos o trecho NB da parede que pode ser vista pelo observador em P através do , espelho JK.
D

2m

J

K

C

2m

O

L

Posição da sombra

A

P

M N

B

Física II
31

5m

Volume 1.B
Como os triângulos LMN e P’OL são semelhantes, temos:
b h MN LM MN 6m = ⇒ = ⇒ = ⇒ B H 4m 18 m OL P 'O

Se os triângulos L’AD e BCD são semelhantes, temos:
1

⇒ MN =

2 m 3

20 cm b h s1 ⇒ = ⇒ = B H 100 + x + S1 60 cm
3

Se os triângulos P’JK e P’NB também são semelhantes, temos:

Física II

12 m b h 1 JK = ⇒ = 24 m ⇒ JK = NB ⇒ B H 2 NB ⇒ JK = ⇒ JK =
1 ( MB – MN ) ⇒ 2

100 + x ⇒ 100 + x + s1 = 3s1 ⇒ s1 = ⇒ 2 x ⇒ s1 = 50 + 2
É evidente que a extensão da “sombra” 1 é maior que 20 m, portanto a “sombra” obtida pelo raio luminoso que une o ponto L ao ponto B é a que mede 20 m. Assim, podemos calcular a distância x, conforme a figura a seguir.
100 cm L

1 2 1 16 8 x (6 – )= x = m⇒ 2 3 2 3 3

⇒ JK ≅ 2,7 m

4

B

24s O campo visual do espelho para um observador colocado em P poderia ser encontrado graficamente pela figura abaixo.
r P 5m 3m A 9m B C D

60 cm

20 cm E x S2 C F

32

Observe que os triângulos LEF e BEC são semelhantes, portanto:

P'

b h s2 20 = ⇒ = ⇒ B H s2 + 100 − x 60 20 1 20 1 = ⇒ = ⇒ 20 + 100 − x 3 120 − x 3 ⇒ 120 − x = 60 ⇒ x = 60 cm ⇒
Substituindo o valor de x na expressão encontrada para a sombra 1, temos:
s1 = 50 + x 60 = 50 + = s1 = 80 cm 2 2

Devido a semelhança dos triângulos P’AB e P’CD, temos: 3m b h 9m = Þ = 8 m ⇒ = 24 m B H Se um objeto se movimentasse sobre a reta r com velocidade de 1m/s, ele seria vista enquanto percorresse a distância = 24m, por um tempo “t” dado por:
ΔS 24m = = = 24s v v 1 /s m Aplicando o princípio da reversibilidade, se um observador se deslocar sobre a reta r com velocidade de 1m/s, ele avistará a imagem de um objeto colocado em P durante 24s. t=

6

C Na figura v = 0,5 m/s. Fazendo a relativa

5

80 cm Vejamos a representação gráfica do raio luminoso que delimita cada “sombra”. Encontremos inicialmente a extensão da “sombra” limitada pelo raio luminoso refletido no espelho. Para isto, basta que liguemos o ponto simétrico à lâmpada (L’) em relação ao espelho à extremidade superior do objeto.

30º 30º V V 0 60º V 120º I V

VR

L'

100 m

100 m

L

Na imagem, o ângulo entre as duas velocidades é 120°. Logo: vR = v = 0,5 m/s

B

7
S1 D

D Cada indivíduo formará: N=
360° – 1= 5 imagens. 60°

A

O

x

C

Volume 1.B
Portanto, o número total de imagens será: Nt = 2 x 5 = 10 imagens Aparecerão na chapa: 10 imagens + 2 unidades = 12 indivíduos

2

B De acordo com a construção de imagens vista abaixo, isto acontece quando o objeto é colocado entre o centro de curvatura e o foco.
A B' C B F V

8

B Se o espelho desloca-se 10 cm em relação a um objeto parado, então a imagem deslocar-se-á de: Δ ximagem = 2 Δ xespelho Δ ximagem = 2 x 10 = 20 cm A Veja a figura abaixo:
P
0, 30 m

9

3

B
Objeto impróprio (no infinito) Imagem real (no foco)

O
0, 30

5,0 Rad/s

m

2 x 5,0= 10 Rad/s V

Se a distância da lâmpada ao espelho (concha) é “infinita” sua imagem real (intersecção dos próprios raios refletidos) está situada sobre o foco, distando assim 25 mm do vértice V do espelho (f = R/2 = 50/2 = 25mm).

V = w . R ⇒ V = 10 x 0,3 = 3 m/s

4

10

C Observemos a figura:

E De acordo com a construção abaixo, o ponto L deve coincidir com o centro de curvatura do espelho E2 (o raio incidente é refletido pelo mesmo caminho) e com o foco do espelho E1 (o raio incidente é refletido paralelamente ao eixo principal).
E1

Trocando a posição dos ponteiros Imagem 2h e 45min

E2 L

5

Capítulo 2
Espelhos Esféricos

A Podemos representar a situação descrita pela figura abaixo, o que nos leva à conclusão, de acordo com a resolução da questão 2, que a imagem fornecida pelo espelho é real, invertida e maior que o objeto, o que nos permite concluir, por exclusão, que a única opção que pode estar correta é a “A”.

o = 6 cm i = –12 cm C

f = 30 cm F p = 45 cm V

1

C Para o espelho (E1) o raio luminoso reflete-se sobre o incidente. Portanto, o ponto luminoso encontra-se em seu centro.
R1 24 = = 12cm 2 2 Para o espelho (E2) o raio incidente reflete-se paralelo ao eixo principal. Portanto, o ponto luminoso encontra-se em seu foco. f2 = 36 cm f1 =

p' = 90 cm

Verifiquemos então se o tamanho da imagem realmente é igual a 12 cm. • Cálculo da distância da imagem ao espelho (p’):

1 1 1 1 1 1 = + ∴ = + ∴ p p' p' f 30 45 3p’ = 2p’ + 90 ∴ p’ = 90 cm

Física II
33

A'

Volume 1.B
• Cálculo do aumento linear transversal (A): • Cálculo do raio de curvatura (R):
R ∴ R = 2f = 2.1 5 m = 3 m , 2 R = 3,0 m f=

p' 90 A=– =– ∴A=–2 p 45
• Cálculo do tamanho da imagem:
A= i i ∴ −2 = ∴ i = −12cm 0 6

Física II

O sinal “–” (negativo) apenas reforça a conclusão de que a imagem é invertida. A imagem é real e invertida de tamanho igual a 12 cm.

1 E
De acordo com a figura, o ponto (P) é o foco do espelho.
f = VP ⇒ R = 2f = 2 VP

6

Dados: p = 3cm A = +1,2 R=? • Cálculo da distância da imagem ao espelho (p’):

2 A
O espelho em questão não é gaussiano. Porém, as leis da reflexão devem ser obedecidas. Seja a incidência no ponto superior do espelho.

A=−

p' p' ∴1 = − ∴p' = −3,6 cm ,2 p 3

L/2 O

45o 45o 2m L/2

34

• Cálculo da distância focal (f):
1 1 1 1 1 1 1 1 1 = + ∴ = + ∴ = − ∴ f p p ' f 3 −3,6 f 3 3,6 3,6 ∴ 3,6 = 1 2f − f ∴ 3,6 = 0, 2f ∴ f = = 18 cm , 0, 2

Teorema de Pitágoras no triângulo assinalado: L2 = 2 ⇒ L2 = 4 ∴ L = 2m 4 Resp: 2,0 m 2⋅

• Cálculo do raio de curvatura (R):
f= R ∴R = 2f = 2.18 = 36 cm 2

3 A

7

D Da figura fornecida, tiramos: P=
R 2

A luz que vem do Sol chega com raios paralelos. Portanto, o espelho deverá ser côncavo e o monte de papel deverá estar no foco do espelho (Veja figura a seguir).
Sol C

Papel F

f=–

R 2
d

a=? Então: f = a= f −P R = 2 = R R –R – – 2 2
– R 2

50 m

1 2

d=f =

R 50 = = 25m 2 2

8

D Dados: p = 2m p’ = 6m R=? • Cálculo da distância focal (f):

4 C
De acordo com os raios particulares para um espelho esférico gaussiano, temos:

1 1 1 1 1 1 = + ∴ = + ∴ 6 = 3f + f ∴ p p' f f 2 6 ∴ 4f = 6 ∴ f = 1,5 m

F

(passando E.P pelo foco)

Volume 1.B
5 30
Aplicando o “Princípio da Reversibilidade dos Raios Luminosos” à propriedade vista na questão anterior, podemos dizer que: “o raio que incide pelo foco principal é refletido paralelamente ao eixo principal”, conforme a figura abaixo.
Ra io inc

7 B
A face côncava é a única que pode fornecer imagem invertida (real), e esta se forma na frente da colher, por estar na intersecção dos próprios raios refletidos. Já a face convexa, fornece imagem virtual (direita), que por estar na intersecção dos prolongamentos dos raios refletidos, deve estar atrás da colher.

ide

nte
F V

8 D
R 2 h 2

C Raio refletido

f=+

Hi =

Assim, a imagem do objeto AB estará situada sobre o raio refletido indicado na figura abaixo.
A 3 cm 3 B

f A = f −p
R R h/2 2 ∴− 1 = 2 − = R h 2 R −d −d 2 2
d− R 3R = R ∴ d= 2 2

F

1 cm

9 Se a imagem é virtual, direita e menor, o espelho é convexo.
O ângulo formado entre o objeto (AB) e sua imagem será então o ângulo “ θ ” indicado na figura acima, cuja tangente poderá ser calculada pelo triângulo sombreado. 3 cm 3 cateto oposto tgθ = = 3 = ⇒ 3 cateto adjacente 1 cm ⇒ θ = arctg θ = 30o 3 = 30o 3
Hl = H0 2
0 I v x d F y

a(+)

| x | + | y | = d+
|x| + 2|y|

y 1 H0 H = − 0 ⇒ = 2 2 x 2
d 2d logo: |x| = 3 3

2|y| + |y| = d ⇒ |y| =

6 A

Podemos ilustrar a situação descrita pela figura abaixo.

Sendo: p =
p' = − d 3

2d 3

2 cm C

R = 30 cm F V

50 cm

2d ⎛ d ⎞ ⎜− ⎟ 3 ⎝ 3⎠ f= 2d d − 3 3
d/3

−1

=−

2d 3

Observe que a construção de imagem feita na figura abaixo indica uma imagem real, invertida e menor que o objeto.

Resposta: Convexo, f = −

2d e |x| = 2d/3 3

B' B C A' F V

10 3
Dados: Espelho convexo: f=–
20 = – 10 cm p = 15 cm 2

Física II
35

Dados Ho = h

p=d=?

a( – )

Volume 1.B
Ho = 5 cm Cálculo de p’: p ⋅ p' f = p + p'
15 p' – 10 = 15 + p' ⇒ 3p’ = – 30 – 2p’
–2
3

p' Hl = ?

f − p' f − 220 ∴ – 10 = f f –10 f = f – 220 –11 f = – 220 f = 20 cm Logo: R = 2 x 20 = 40 cm

a=

13 A
Côncavo p = 20 cm p . p' f = p + p'
20 p' 20 + p'

Física II

5p’= – 30 ∴ p’= – 6 cm Cálculo de HI Hl H −6 6 =− ⇒ l = HO 15 5 15 HI = 2 cm Portanto:
−6 =3 2

f = 30 cm p’ = ? a=?

30 =

60 + 3p’= 2p’ p’ = – 60 cm (imagem virtual)

a=

f 30 =3 ∴ a= f −p 30 − 20

11 D

14 B
Sendo a imagem real, invertida e menor, o objeto real deve se encontrar antes do centro. Logo p > 2 f

36

O espelho é côncavo e o objeto estará antes do centro.

O Ho CH I 20 cm

p'

15 B
F V

Observe a figura abaixo:
I O

P

P' 16 cm

P

HI 1 ⎧ =– ⎪Ho = 3HI → a = – 3 HI 3 ⎨ ⎪p – p' = 20 (I) ⎩

Vamos encontrar os módulos de |P| e |P’| |P| + |P’| = 16 P' 3 = P ⇒ |P’| = 3 |P| |P| + 3|P| = 16 ⇒ 4 |P| = 16 ⇒ |P| = 4 cm |P’| = 16 – 4 = 12 cm Portanto teremos: p = 4 cm (objeto real) p’= – 12 cm (imagem virtual) Logo, o raio valerá: R = 2f = 2 . Resp: 12 cm
O HO E

p' p' 1 a=– ⇒– =– ⇒ p = 3p’ ⇒ p = 3 x 10 = 30 cm p p 3
Substituindo em (I): 3p’ – p’ = 20 ⇒ 2p’ = 20 ⇒ p’= 10 cm R = 2⋅ p' . p 10 × 30 300 = 2. =2 = 15 cm p '+ p 10 + 30 40

12

A Veja o esquema a seguir:
P

P '⋅ P −12 ⋅ 4 =2. = 12 cm P '+ P −12 + 4

10HO

1
220 cm = P'

A Observe a figura abaixo:

Volume 1.B
E2 f = 15 cm P P' x x P' E1

4

D Montando a figura temos:
O C F f I V

f=

60 = 30 cm 2

40 cm

5
P = 40 + x

C Observe a figura abaixo:
O

P' = 40 – x

C

F

V

Temos:
(40 + x) . (40 – x) ¨ 40 + x + 40 – x 1.200 = 1.600 – x2 ⇒ x2 = 400

15 =

I

d P = 1,8m P ' = 3,6m

x = 20 cm 1,8p' 1,8 + p'

Por Gauss, temos:

2

D Temos que: R f=+ 2 p=d=? H0 = h H1 =
h 2
R 1 2 = R 2 – d 2

1,2 =

2= 1 h2 =– 2 h

3p' ∴ 3,6 + 2p’ = 3p’ ⇒ p’ = 3,6 1,8 + p'

a=– a=

Então: d = 3,6 – 1,8 = 1,8 m

f f –p

6

D Como as estrelas estão muito distantes, os raios luminosos destas, ao incidirem no espelho podem ser considerados paralelos. Neste caso, os raios refletidos devem convergir para um mesmo ponto (o foco do espelho). C A construção da imagem do objeto luminoso se deve a uma infinidade de raios luminosos que saem do objeto e incidem no espelho. A inserção do anteparo opaco irá impedir a incidência de uma parte destes raios luminosos, mas a parcela restante formará a imagem na mesma posição, com o mesmo tamanho, mas com uma luminosidade menor. 03 • Reflexão no espelho plano plano: Sabemos que a imagem fornecida por um espelho plano para um objeto colocado à sua frente apresenta as seguintes características: é simétrica ao objeto em relação ao espelho e possui tamanho igual ao do objeto. Assim, a imagem A’ do objeto A pode ser representada pela figura a seguir.
A' A

R=–

R R 3R +d ∴ d=R+ = 2 2 2

7

3

C Observando a figura, veremos claramente que a imagem será virtual.
I O 12 cm V P= 20,0 cm

8

30,0 cm

A amplitude valerá:
30 f 30 = = = 3 a= 10 f –p 30 – 20

o = 15 mm

i = 15 mm

20 cm

20 cm

C

F

V

Física II
37

60 cm = R

Volume 1.B
• Reflexão no espelho esférico esférico: Vejamos inicialmente a posição relativa de A’ para o espelho esférico, para que possamos caracterizar a imagem final A”, que este fornece.
A' A R = 2f = 40 cm
C'

A imagem C’D’ é maior que o segmento CD e fica “à esquerda” do centro de curvatura.
C D D' O F V

20 cm

60 cm

C

F V f = 20 cm

Física II

Calculemos então o tamanho da imagem A” que o espelho esférico conjuga para o objeto A’.
15 mm

Representando numa única ilustração os segmentos A’B’ e C’D’, e finalmente, unindo-se os vértices A’ e C’ e os vértices B’ e D’, percebemos que a imagem tem a forma de um trapézio, conforme a figura abaixo.
C F B' A'

A' f = 20 cm C p = 120 cm F V
D' C'

10
Pela equação de Gauss, podemos localizar a imagem.

38

1 1 1 1 1 1 = + ∴ = + ∴ 6p’ = p’ + 120 ∴ p p' p' f 20 120
∴ p’ =
120 = 24 cm 5

A partir das expressões que indicam o valor do aumento linear transversal, podemos finalmente calcular o tamanho da imagem A”.

Esta questão é fantástica. Muita gente acha que faltam dados. Na verdade a única informação necessária é o valor do raio terrestre que é aproximadamente 6.400km. A superfície do lago não é rigorosamente plana, como pensamos. Ela é uma superfície esférica cuja curvatura é o próprio raio terrestre. Assim, quando os raios luminosos paralelos (a Lua está muito distante da Terra) incidem na superfície refletora convexa do lago, forma-se uma imagem virtual no foco do espelho convexo. Logo, a imagem dista do romântico casal aproximadamente 3.200km. p’= f =
R 6400km = = 3200 km 2 2

A=

i o

p' A=− p

i p' 24 cm i =– ∴ 15 mm = – ∴ 120 cm p o

i 1 15 mm ∴i=– = – 3 mm ∴ 15 mm = – 5 5

O sinal “–” (negativo) indica apenas que a imagem é invertida. |i| = 3 mm

F C

9

D Podemos encontrar a imagem do quadrado através da imagem de dois lados opostos, conforme a ilustração abaixo. Trabalharemos com os lados verticais (AB e CD).
A B O C D F V

capítulo 3
Refração da Luz

A imagem A’B’ é do mesmo tamanho de AB e se encontra na mesma vertical de AB.
A B' = B O A' F V

1

B n= c c 3 ,5 = = =1 v 2c 2 3

Volume 1.B
2
D Sendo o vidro mais refringente que o ar (nvidro > nar), o raio refratado deve estar mais próximo da normal. Além disso devemos considerar que o raio refratado e o raio incidente devem estar em quadrantes opostos.
Ar Água 6m L i=L sen L = F
40o 40o 50o 50o 40o

O

R

P

4 5

Aplicando a identidade trigonométrica conhecida, temos:

16 9 3 + cos2L = 1 ⇒ = cos2L ⇒ cosL= 25 25 5

Assim, o raio refratado deve estar na região destacada, limitada pelo prolongamento do raio incidente e o prolongamento da normal. Logo, o ângulo entre o raio refletido e o refratado deve estar entre 100o e 140o.

4 senL 4 5 = = Assim, teremos: tgL = 3 cosL 3 5

Pelo triângulo OPF hachurado, temos:
R 4 R 24m ∴ = ∴R = = 8m 6m 3 6m 3 R=8m tgL =

3

B Podemos representar os raios luminosos pela figura abaixo.

6
58o 32o 58o 32o 58o 32o

Logo, os ângulos de incidência e refração medem respectivamente 58o e 32o.

D O fato do asfalto ser “preto” faz com que este tenha alto poder de absorção da luz incidente, tornando-o aquecido em relação ao ambiente. Assim, as camadas de ar próximas ao asfalto aquecem por influência deste. Com o aquecimento, o ar se torna menos denso, pelo fenômeno da dilatação térmica. A diminuição da densidade do ar o torna menos resistente à passagem da luz, o que faz aumentar a velocidade de propagação da luz, fazendo diminuir seu índice de refração (n = c/v).

4

E De acordo com a Lei de Snell, temos:
sen i n2 sen 48° nx = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen 30° nar 0,74 nx ,48 ⇒ = ⇒ nx = 1 0,50 1
Refringência crescente

5

08 O círculo iluminado pela lâmpada, visto por um observador fora d’água, se deve aos raios que passam da água para o ar, sofrendo refração (i < L, pois nágua > nar).
Ar Água

Concluímos assim que à medida que a luz solar se aproxima do asfalto ela atinge meios menos refringentes (figura a seguir). Isto faz com que a luz se afaste da normal, a cada refração sofrida, tornando-a mais rasante. Portanto, o ângulo de incidência cresce a cada nova refração, fazendo-o tender ao ângulo limite de refração. Quando o ângulo de incidência superar o ângulo limite, conforme vimos na questão anterior, haverá reflexão total da luz (figura abaixo).
i Ar frio 1 2 r n1 > n2 ⇒ r > 1

L

L L P

L

i>L i

Ar quente

Observe a figura vista abaixo, onde representamos um raio luminoso que incide com ângulo igual ao ângulo limite (i = L). Neste caso, o ponto de incidência (P) pertence à circunferência que limita o círculo iluminado, sendo sua distância ao ponto “O” igual ao raio (R) desejado.

Refringência crescente

Física II
39

⎛4⎞ sen2L + cos2L = 1 ∴ ⎜ ⎟ + cos2L = 1 ∴ ⎝5⎠

2

Volume 1.B
A reflexão total sofrida pela luz, devido à mudança do índice de refração do ar faz o asfalto parecer molhado.
sen i n2 = ⇒ sen i ⋅ n1 = senr ⋅ n2 ⇒ sen r n1 ⎧sen a × n = sen b × n1 ⎪ ⇒ ⎨sen b × n1 = sen c × n2 ⎪ ⎩sen c × n2 = sen d × n → sen a × n = sen d × n ⇒

7

D Ao olhar para a água, o observador verá a imagem de P por reflexão da luz que ao sair de P incide na superfície livre da água (Espelho Plano), e a imagem de Q por refração da luz que ao sair de Q emerge para o ar. Localizemos então as imagens vistas para P e Q. • Imagem de P: Como a superfície livre da água funciona como um espelho plano para a luz que sai de P a imagem deste será simétrica , ao objeto.
Objeto Ar Água Imagem Figura 1

⇒ sen a = sen d ⇒ a = d ⇒ i = r

sen b x n1 = sen c x n2 ⇒

Física II

sen b n2 = ⇒ sen c n1

n1 < n2 ⇒ sen c < sen b ⇒ c < b ⇒ r2 < r1

10

B Conforme vimos na resolução da questão anterior, quando um raio luminoso atravessa uma lâmina envolvida por um único meio, o raio emergente é paralelo ao raio incidente. Apesar de não haver desvio angular do raio luminoso ao atravessar a lâmina, este se desloca lateralmente de uma distância “d” (figura abaixo), cujo valor poderá ser encontrado, em função de i, r e da espessura da lâmina (e), da seguinte forma:
i 1 2 A i–r e r r P

40

• Imagem de Q: (Dioptro Plano) A imagem do boneco Q será vista um pouco acima da sua posição real, o que nos permite representá-la pela figura abaixo.

Imagem Objeto Figura 2

Ar Água

1

M B i d

Observe os triângulos retângulos AMB e APB,

A
cos r =

Fazendo uma superposição das figuras “1” e “2”, encontramos como posição relativa das imagens de P e Q a situação da figura abaixo.

Δ

r e

e ∴ = cos r

Imagem de Q Imagem de P

M

B
sen (i – r) =
Δ

8

B Sabemos que devido o dioptro plano, o meio círculo que está sob a placa de vidro será visto um pouco acima de sua posição real. Devido os objetos mais próximos serem vistos sob um ângulo visual maior, o observador verá o círculo segundo a figura da opção “B”. B Apliquemos a Lei de Snell às três refrações que a luz sofre ao atravessar o conjunto.
a b b c c d
n n1 n2

A i–r P d

∴ d = . sen (i – r) ∴

e ∴ d = cos r . sen (i – r) ∴ ∴d=e. sen(i − r) cos r

9

B

d=e.

sen(i − r) cos r

Aplicando a Lei de Snell à primeira refração, temos:

sen i n2 sen 60° 3 = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen r 1

Volume 1.B
3 2 = 3 ⇒ sen r = 1 ⇒ r = 30° sen r 1 2

Portanto, a dispersão da luz se deve às refrações que a luz sofre ao atravessar o prisma. Resposta: opção “C”

Aplicando a fórmula do desvio lateral, temos:

11

D Quando o raio luminoso atravessa o prisma ele sofre duas refrações. Na primeira refração o raio luminoso não sofre desvio pois a incidência é “normal”. Na segunda refração o raio luminoso se afasta da normal, pois incide de forma oblíqua do meio mais refrigente para o meio menos refringente. Assim, o percurso correto é o do raio luminoso 4.

60o 60o α θ = 30o

N=1 N= 3

i r

1⋅ sen 60° = 3 ⋅ senθ

12

C A luz branca é policromática, isto é, consiste na composição de diversas luzes monocromáticas, que se diferenciam uma da outra pelas freqüências das ondas que as constituem. Quando um raio luminoso atravessa um prisma de vidro imerso no vácuo este sofre um desvio angular ( Δ ), decorrente das duas refrações consecutivas, conforme a figura abaixo.
Vácuo Raio incidente Vácuo Vidro Δ Δ1 Δ2

3 = 2

3 ⋅ sen θ ∴ sen θ =

1 ⇒ θ = 30° 2

α + 30° + 60° = 180° ⇒ α = 90°

2 15°
Observe a figura abaixo:
N= 2 N 45o = i θ R d α C R/2

Raio emergente

Este desvio é igual à soma dos desvios Δ1 e Δ2 que o raio sofre na primeira e segunda refrações, respectivamente, ou seja: Δ = Δ1 + Δ2. Verifica-se que no desvio Δ a luz branca sofre ao atravessar o prisma é diferenciado para as diversas freqüências de onda (diversas cores) que a constituem, devido às diferentes velocidades destas no interior do vidro. Este desvio é máximo para a onda de maior freqüência (violeta) e mínimo para a de menor freqüência (vermelha). O fenômeno acima descrito pode ser ilustrado pela figura abaixo, o que constitui a dispersão da luz branca em suas diversas faixas monocromáticas.
Vermelha Laranja Amarela Verde Azul Anil Violeta

R 1 No triângulo assinalado: cos α = 2 = ⇒ α = 60° R 2
Portanto: θ = 30° Lei de Snell: 1. sen i = sen i =

2 . sen 30°

2 ⇒ i = 45° 2 O desvio mostrado na figura será: d = i – θ = 45° – 30° = 15°

Luz

bra

nca

3 A
Observe as condições na figura a seguir: Lei de Snell: 1.sen 45° = n . sen(90° – i)

Física II
41

⇒ cosr cos30° 10 cm × sen 30° 10 cm × 1/2 ⇒d= = ⇒ cos 30° 3 2 10 cm 10 ⇒d= ≅ ≅ 5,7 cm 1 ,7 3

d=

e ⋅ sen ( i – r )

=

10cm × sen ( 60° – 30° )

1 E

Vejamos a figura abaixo:

Volume 1.B
2 2 = n . cos i ⇒ cos i = 2 2n sen2i + cos2i = 1 ⇒ sen2i = 1 –
2 4n2

6 C
Considere um raio luminoso que sofre refração, passando de um meio “1” para um meio “2”, conforme a figura abaixo.
Normal Raio incidente
45o

sen2i =

4n2 − 2 ⇒ seni = 4n2

4n2 − 2 2n

i 1 2

Física II

90o – i i N

r i>r Raio refratado

Para que haja reflexão total na face vertical: i>L sen i > sen L 4n2 − 2 1 > 2n n

Para este fenômeno, podemos aplicar as Leis da Refração, vistas abaixo. 1a Lei: O raio incidente, o raio refratado e a normal são coplanares. 2a Lei (Lei de Snell): A relação existente entre os ângulos de incidência (i) e de refração (r) é dado por: sen i n2 = sen r n1

42

(

4n2 − 2
2

)

(I)

ou

2

> ( 2)

2

sen i v1 = sen r v2

(II)

4n – 2 > 4
4n2 > 6 ⇒ 2n2 > 3 ∴ n > 3 2

Obs.: Ao usar as fórmulas acima, lembre que: “1” é o meio onde se propaga o raio incidente e “2” o meio em que se propaga o raio refratado. Assim, como a questão considera que o ângulo de incidência é maior que o ângulo de refração (i > r), temos:

4 D

Vejamos as figuras a seguir:
N α = 45o θ 5 Ar 3 3 4 α= θ 45o 3

⎧0° < i < 90° i > r ⇒ sen i > sen r, pois ⎨ ⎩0° < r < 90° Logo, aplicando as equações (I) e (II) vistas anteriormente, temos: sen i n2 (I) = ⇒ sen i > sen r ⇔ n2 > n1 ∴ n1 < n2 sen r n1

(II)

sen i v1 = ⇒ sen i > sen r ⇔ v1 > v 2 sen r v 2
n1 < n2 e v1 > v2

7 D
tgα = 1 ⇒ α = 45°

3 senθ = 5

I. (verdadeira). Aplicando a equação (I) da resolução da questão 12, temos: sen i n2 = ⇒ n1 > n2 ⇔ sen r > sen i ⇒ r > i sen r n1 Assim, o raio refratado se afasta da normal, o que permite que “w” o represente (figura abaixo).

sen 45° = Equação de Snell 1 ⋅ sen α = n ⋅ sen θ 1⋅ 2 3 5 2 = n⋅ ⇒ n = 2 5 6

2 2

i 1 2 r w

5 A
nv sen 60 = = 3. nAr sen 30o
o

Volume 1.B
II. (falsa). “y” não pode representar o raio refratado do raio incidente “x” pois estes devem estar em quadrantes opostos (figura abaixo).
Raio incidente

q=

nAR 1 ⋅p∴q = ⋅ 3 = 2,0 cm nL 1 ,5

12 E
Observe a figura:
R = 6 7 cm NAR = 1,0

L L
Raio refratado

Nágua =

III. (verdadeira). Conforme foi visto acima. Somente I e III são corretas.

sen L =

4 3 3 1 = ⇒ 3 ⇒ tg L = 4 4 7 L 3 2 – 32 = 7 4

8 A
sen i n2 De acordo com a Lei de Snell, temos sen r = n , onde n1 e 1 n2 são constantes que dependem dos meios e do tipo de luz. tg L = 6 7 (no triângulo assinalado) H

9 A

6 7 3 6 7× 7 = ⇒H= 14 cm H 3 7

Observe a figura:
nAR = 1,0 0 450 = L 450 C R = 6cm

13 C

A imagem será vista a uma distância da fronteira de: P = 100 cm no = 1,0 q=? q= nob =
4 3

nL

6 cm

Sne L:

1 2 1 2× 2 ∴ = ∴ nL = = n 2 nL 2× 2

1 300 no . p = 4 . 100 = = 75 cm 4 nob 3

2

A imagem é virtual.

10 0,30 m
Observe que: TV (tamanho visto) TR (tamanho real) no (índice onde está o observador) nob (índice onde está o objeto) no TV = . TR nob para incidências próximas da normal

14 C
Separando os dados: P = 1,0 m no = 1 nob = cm q=?
4 3

no 3 1 q = n . P = 4 . 1 = m = 75 4 ob 3 A imagem é virtual.

1 4 TV = 4 . 0,40 = . 0,40 = 0,30 m 3 3

15 45
Aplicando a equação conhecida para um ponto P localizado no fundo do aquário, temos:

11 A
Observe a figura
S1 nL Nar P nL=1,5 P = 3,0cm P' q S2

h P' P 60 cm

Física II
43

H

4 3

Volume 1.B
d' nobservador d' n = ∴ = ar ∴ d nobjeto d nágua
i = 45o I N= 2 r = 30o 45o e

c v d' v ar d' c / ∴ = ∴ = = água ∴ c d d var c / v água
∴ d' v água h 225, 000km / s = ∴ = ∴ d v ar 60cm 300,000km / s
N

J e – 10 10 cm

I'

Física II

225 225 ∴h= ⋅ 60cm = cm = 45cm 300 5 h = 45 cm

Lei de Snell: 1 . sen 45° =

2 . sen r

16 C
Imagem

2 = 2 . sen r ⇒ r = 30° 2 No triângulo: (INI’)
NI' NI' ⇒ 1= ⇒ e = NI' e e Logo: NJ = e – 10

tg 45° =
d'

44

d Objeto

No triângulo (INJ) temos: tg30° =
e − 10 e

3 10 = 1− 3 e

d' nobservador d' nágua = ∴ = ∴ d nobjeto d nar
∴ d' 4/ 3 4 = ∴ d' = 1200 ⋅ = 1600m 1200m 1 3

10 3 = 1− e 3

10 10 = 0, 423 ⇒ e = ≅ 23,64 e 0,423
Resp.: 23,64 cm

d’ = 1600 m

20 D 17
6 2 Veja os dados: dmin = 30o
AR A i r r n i

Observe o esquema:
Nar = 1,0

Δ = 90o n=?

3mm = q nL P' 5mm = P

dmin = 2i – A ∴ 30° = 2i - 90° ∴ i = 60° A = 2r ⇒ 900 = 2r ∴ r = 45° Snell: 1 . sen60° = n . sen45°
3 2 = n⋅ ∴n = 2 2 3 6 = 2 2

P

q=

nAR 1 5 ⋅ p ⇒ 3 = ⋅ 5 ∴ nL = nL nL 3

21 E

Observando a condição temos:

18 B
Para cores diferentes, as inclinações dos raios são diferentes, portanto, os índices de refração de um material são diferentes para cores diversas.
i NAR = 1,0

19 23,64 cm
Observe a figura a seguir:
NV = 1,6

Volume 1.B
Snell: 1,6 seni = 1 . sen90° seni = sen 45° > 1 2 1 ⇒ > ⇒ n 2 n

1 = 0,625 ⇒ i = arcsen 0,625 1 ,6

⇒n>

2 ⇒ n > 2 ⇒ n > 1,41 2

22 A
Como os raios i1 e i3 são paralelos, então: n1 = n3. O raio i2 se aproxima da normal. Portanto, n2 > n1. O raio emergente é paralelo ao incidente. Veja a figura.

1

A Na figura abaixo temos:
N nAR 60o 30o 60o 120o nm 30o

θ

α

θ

α + θ = 90° θ = 90° − α

Equação de Snell: 1 . sen 60° = nm . 30°
3 1 = nm ⋅ ⇒ nm = 3 2 2

24 A
Analisemos o comportamento do raio luminoso no interior do prisma. • Refração do raio na face vertical do prisma prisma: Como o raio incide perpendicularmente à superfície ele a atravessa sem sofrer desvio (i = 0o ⇒ r = 0o).
Face vertical

3

2

B Observemos a figura a seguir:
θ AR

45o

Raio incidente

Raio refratado
45o

45o

θv = 30o

• Reflexão total na face S (face inclinada) inclinada): Para que haja reflexão total do raio luminoso é necessário que: i > L.
Face S

Equação de Snell:

nar . sen θar = nv . sen θV
1 . sen 45° = nv . sen 30° 2 1 = nV ⋅ ⇒ nV = 2 2 2 Resp:

Raio incidente

i = 45o

A Vi r Raio dr o refletido

2

3

sen i n2 sen L nAR = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen 90° nPRISMA
⇒ sen L 1 1 = ⇒ sen L = 1 n n

E Observe a figura: n q = AR ⋅ P nAG
1 . P 4 4×1 ,5 P= 3 P = 2,0 m

Ar Água I O P

1,5 =

q

Para que haja reflexão total é necessário que: i > L ⇒ sen i > sen L ⇒

Física II
45

23 E

=4 o 5

15o

Volume 1.B
4
C Seja a figura: Portanto:
L + 90 ° − θ + 180 ° − φ + 90 ° = 360 ° ⇒

(

) (

)

⇒ L − θ − φ = 0° ⇒ φ = L − θ ⇒

⇒ φ = 45° − 7,5° ⇒ φ = 37,5°
3,0 m = P
Ar Água q nág. = 1,3

7

A figura abaixo ilustra alguns dos raios luminosos que saem da lâmpada puntiforme em direção à superfície de separação da água da piscina e do ar.
A L O L L B Ar Água

Física II

n 1 q = o ⋅P = × 3,0 = 2,3 m nob 1 ,3 Resp: 2,3 m

h

5 6

A A luz se aproxima ao penetrar na água, se afasta ao entrar no vidro e se afasta ao emergir para o ar. Podemos ilustrar o traçado do raio luminoso pela figura abaixo.
45o

A luz emitida pela lâmpada puntiforme L que consegue passar da água para o ar intercepta a superfície de separação dos dois meios em uma região circular de diâmetro AB e
,5 raio OA = OB = R = 1 m

46

Aplicando a lei de Snell ao ângulo limite (L), temos:
sen i n2 sen L n = ⇒ = AR ⇒ sen r n1 sen 90° nÁGUA
⇒ sen L 1 = ⇒ sen L = 3/4 1 4/ 3
2

L

30o θ θ

φ

⎛3⎞ sen2L + cos2 L = 1⇒ ⎜ ⎟ + cos2 L = 1⇒ ⎝ 4⎠
⇒ 9 7 7 + cos2 L = 1 ⇒ cos2 L = ⇒ cos L = 16 16 4

1a Refração:

sen i n2 sen 45° nB 2 / 2 nB = ⇒ = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen 30° nA 1/ 2 nA
⇒ nB = 2 nA i=r= θ

tg L =

sen L 3/ 4 3 7 3 7 = = × ⇒ tg L = cos L 7 7 /4 7 7

Reflexão

De acordo com o triângulo sombreado do LBO, temos:

tg L =
2a Refração sen i n2 sen L n = ⇒ = A ⇒ sen r n1 sen 90° nB
⇒ sen L 1 1 2 2 = ⇒ sen L = × = ⇒ 1 2 2 2 2 L = 45°

OB 3 7 R 3 7 1 ,5m ⇒ = ⇒ = ⇒ OL 7 h 7 y

⇒h=

1 ×7 1 ,5m ,5m 7 = × ⇒ 3 3× 7 7

⇒ h = 0,5. 7m Sendo a profundidade da piscina H = 2 7 m, até a lâmpada chegar à profundidade h = 0,5 7 m, esta se desloca verticalmente a distância. Δs = H − h = 2 7 − 0,5 7 ⇒ Δs=1,5 7m Finalmente, sendo a velocidade vertical de ascenção da lâmpada v = 7 m/s, ela é vista por um observador fora da piscina durante o intervalo de tempo dado por:
v= Δs Δs 1 7 ,5 ⇒ Δt = = ⇒ Δt=1,5s Δt v 7

Saberemos que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180°. Assim, para o triângulo sombreado, podemos afirmar que:

( 90 ° − L ) + ( 90 ° + 30 ° ) + 2θ = 180 ° ⇒
⇒ − L + 30° + 2θ = 0° ⇒ ⇒ − 45° + 30° + 2θ = 0° ⇒ 2θ = 15° ⇒ θ = 7,5o Analisando agora o quadrilátero destacado. Sabendo que a soma dos seus ângulos internos deve ser igual a 360°.

Volume 1.B
8
Podemos ilustrar o trajeto do raio luminoso que penetra na fase óptica pela figura ao lado.
i

Observe que para cada reflexão que a luz sofre, o raio luminoso avança uma distância “x”, ao longo da extensão da fibra óptica. Pelo triângulo sombreado, temos:
r

tg60° =

Pela lei de Snell, temos:
sen i n2 sen θ nF = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen r nAR
sen 45° 2 2 /2 2 ⇒ = ⇒ = ⇒ sen r 1 senr 1
i' N

x x ⇒ 3= ⇒ x = 3 mm d 3

Finalmente, através de uma proporção podemos calcular o número de reflexões que o raio sofre.

⇒ senr =

1 ⇒ r = 30° 2

x=

64mm x 1 ⇒ x ≅ 21 ,33 3mm

Analisando o raio luminoso que tenta sair da fibra óptica, podemos calcular o seu ângulo de incidência pelo triângulo sombreado. r + i’ + 90° = 180° ⇒ ⇒ 30° + i’ + 90° = 180° ⇒ i’ = 60° Se aplicarmos a lei de Snell para este raio que tenta sair da fibra óptica, temos:
sen i n2 sen i' nAR = ⇒ = ⇒ sen r n1 sen r nF

Logo, ocorrerão 21 reflexões totais até o raio emergir da fibra óptica.

9

D Antes dos raios luminosos emitidos pelo objeto AB serem refletido na face maior do prisma, a face horizontal os refrata gerando uma imagem A’B’ na posição horizontal, devido a existência de um dioptro plano. d’ > d, pois nPrisma > nAr

3 sen60° 1 2 = 1 ⇒ ⇒ = ⇒ senr senr 2 2
⇒ senr = 6 2

A A'

B B'

Como 6 > 2, teríamos sen r > 1, o que sabemos ser impossível. Isto acontece porque o ângulo de incidência (i’) é maior que o ângulo limite para este par de meios. Logo, a luz sofrerá reflexão total. Pela figura abaixo, percebemos que o raio refletido incide na face posterior novamente formando 60° com a normal, o que nos permite concluir que a luz sofrerá seguintes reflexões totais no interior da fibra, até emergir na sua outra base, conforme a figura a seguir.
d x

Como os raios que emergem da face inferior do prisma incidem na sua face maior, sofrendo reflexão total, conforme a figura a seguir, a imagem A’2B’ do dioplo será objeto para o espelho plano.

60o

Como a imagem de um espelho plano é simétrica ao objeto em relação ao espelho, devemos ter a imagem final A’’B’’ simétrica a A’B’ em relação ao “espelho plano”, conforme a figura abaixo.
B''

A''

A A'

B B'

Física II
47

Avanço longitudinal 3 mm 64 mm

→ → →

no de reflexões 1 x

Volume 1.B
10
B • 1o Fenômeno: Refração (ar → água) Quando os raios emitidos pela lâmpada atravessam a superfície de espaço ar (água, devido o dioplo plano, formase uma imagem a uma distância d’ acima da superfície dada por:
nágua d' n2 d' = = = ⇒ d n1 250 nar

2

D Consideremos a influência do movimento do objeto e do espelho na imagem.
V2 = 5 m/s V1 = 2 m/s (E) 2 m/s 10 m/s

VI = 10 – 2 = 8 m/s O I

Física II

d' 1 ,33 = ⇒ d' = 332,5cm 250 1

• 2° Fenômeno: Reflexão (espelho plano) Devido à simetria entre o objeto e o espelho, a imagem estará abaixo do espelho à mesma distância que o objeto se encontra acima deste. d’ = d = 200 + 332,5 ⇒ d’ = 532,5 cm

* Professor amigo! Estimule a solução mental do tipo de problema acima.

3

D Quando o espelho gira de um ângulo (θ) em torno do eixo que passa por (P) e é perpendicular ao plano da figura, o raio refletido girará de (2,0 θ) como já foi demonstrado no conteúdo do capítulo em curso! Como o movimento da imagem é circular: VI = WI . R = 1 x 20 = 20 cm/s Resp: 20 cm/s

48

• 3° Fenômeno: Refração (água → ar) Os raios refletido pelo espelho plano “saem” de um ponto 532,5 cm abaixo do espelho plano, portanto 733,3 cm abaixo do dioptro plano água/ar. Aplicando a equação do dioptro plano, a imagem final estará a uma distância d’ dada por:

4

d' n2 d' n = ⇒ = ar ⇒ d n1 d nágua
d' 1 732,5 ⇒ = ⇒ d' = ⇒ d ≅ 550 cm 732,5 1 ,33 1 ,33 Finalmente, se a imagem final do sistema está 550 cm abaixo da superfície que separa o ar da água, esta se encontra 350 cm abaixo do espelho. despelho = 550 – 200 ⇒ despelho = 350 cm

E Observe as construções de imagem
o i V F C

V

F

C

i

1

C Figura de acordo com o enunciado.
Objeto 25 m O A dmin B D 4m 12 m 16 m 25 m C

V

F

i

C

As imagens dos objetos colocados nas posições 2, 3 e 4 se formam respectivamente nas regiões 1, 8 e 7.

5

Δ DOAB ~ Δ OCD
dmin 4 = ⇒ dmin = 5,0m 25 20
5

B Dados fornecidos: p = 20 cm f = 30 cm (côncavo) a=?

a=

f 30 = =3 f − P 30 − 20

Volume 1.B 6
C Separemos os dados: f(côncavo) a=2 P=? Teremos que: a= ⇒ sen i v1 sen 45° v1 = ⇒ = ⇒ sen r v2 sen 30° v2

2 /2 v1 v = ⇒ 1 = 2 1/2 v2 v2

f f −P

11

A Do estudo de dioptro plano, temos:

2p = f ⇒ P =

f 2

→ meio do observador → meio do objeto De acordo com a ilustração, temos:

7

D Da figura fornecida, tiramos: P= f=–
R 2
R 2

⎧d' < d ⇔ n1 < n2 ⎪ d' n1 = ⇒ ⎨d' > d ⇔ n1 > n2 d n2 ⎪ ⎩d' = d ⇔ n1 = n2

12

a=? Então:
R R − − f 2 = 2 = 1 a= = f −P − R − R −R 2 2 2

40 Analisemos as três refrações que o raio luminoso sofre ao atravessar o conjunto.
Ar Água Vidro Ar r b b a a i

8

B Dados: na = 4/3 nv = 3/2 va =? vv Por analogia com a questão anterior:
na v a 4 /3 v a v a 4 2 8 = ∴ = ∴ = ⋅ = nv v v 3/2 v v vv 3 3 9

seni n2 = ⇒ seni.n1 = senr.n2 ⇒ senr n1 ⎧seni.nAr = sena.nÁgua ⎪ ⎪ ⇒ ⎨sena.nÁgua = senb.nVidro ⎪ ⎪senb.nVidro = senr.nAr ⎩
⇒ seni. nAr = senr . nAr ⇒
⇒ sen i = sen r = i = r ⇒ r = 40°

va 8 = vv 9

9

B Como o raio luminoso se aproxima da normal, o meio 2 é mais refringente que o meio 1. sen i n2 = sen r n1 i > r ⇒ sen i > sen r ⇒ n2 > n1 Como o índice de refração é inversamente proporcional à velocidade de propagação da luz no meio, temos. c n= v n2 > n1 ⇒ v2 < v1 D

Anotações

10

c sen i n2 seni v2 = ⇒ = ⇒ c sen r n1 senr v1

Física II
49

2=

f ⇒ 2f – 2 P = f f −P

d' n2 = d n1

Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO
Professor(a): _____________________________________ Escola: ___________________________________________________ Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

Física III

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________

Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

professor, Exclusivo da apostila do professor, este guia apresenta a resolução dos exercícios

Física III
50

SUMÁRIO
Capítulo 1: Termometria e Propagação do Calor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 ermometria Propagação Tópico A: Termometria Tópico B: Transferência de Calor Tópico C: Calorimetria Tópico D: Diagrama de Fases Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 Capítulo 2: Gases e Termodinâmica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Ter ermodinâmica Tópico A: Estudo dos Gases Tópico B: 1a Lei da Termodinâmica Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56

Capítulo 1
Termometria e Propagação do Calor

5

C Se Q1 = Q2 m1c1ΔT1 = m2c2ΔT2 logo, se as capacidades térmicas (mc) forem iguais os ΔT também serão iguais. 15 0 Q 1 cx m .15 mΔT = = = Q 2 cy 20 0 mΔT m .10 A) A transição ocorre em (70 – 40)min, logo a energia consumida na transformação foi de 30 x 30 = 900 cal. Q = mL 900 = 30 L → L = 30 cal/g B) Q = mcΔT (calor sensível) 30 . (80 – 70) = 30 . c . (80 – 40) ⇒ c = 0,25 cal/goC Observe que este calor específico é um só no intervalo de 40 oC a 80 oC, que contém o intervalo pedido.

6 1
D
cm 14 x 4
oC

100 20 0

x–4 20 – 0 = 14 – 4 100 – 0
20 x–4 = 100 10

7

x–4=2 x = 6 cm

2

A O corpo A sofreu a maior elevação pois 10oC equivalem a 18oF:
ΔC ΔF ΔF 10 = → = → ΔF = 18oC 5 9 9 5

8

E
II 50 g 0oC

3 4

A O calor flui sempre no sentido das temperaturas decrescentes. B Ele dificulta a perda de calor evitando/diminuindo a sensação de frio.

I

g

∑Q = 0 mcΔTI + MLII + mcΔTII = 0 200 . 1 (Te – 80) + 50 . 80 + + 50 . 1 . (Te – 0) = 0 250 Te = 12000 Te = 48oC

Volume 1.B
9
C Como não sabemos se há calor na água suficiente para derreter o gelo, vamos verificar. I. calor que a água pode liberar se esfriar até 0°C: Q = mcΔT Q = 400.1.(22-0) Q = 8800cal II. calor gasto para aquecer o gelo até 0°C: Q = mcΔT Q = 150.0,5.(0-(-20)) Q = 1500cal III. calor necessário para derreter todo o gelo: Q = mL Q = 150.80 Q = 12000cal Observando as quantidade de calor obtidas em I, II e III constatamos que 1500 < 8800 < 12000+1500, isto é, há calor suficiente para levar o gelo até 0°C mas não há calor suficiente para derretê-lo todo. Item C.

3

TF – 32 Tc = (Se TC = x → TF = x + 40) 9 5 x + 40 – 32 x = ⇒ 9x = 5x + 40 5 9

4x = 40 → x = 10oC ou 50oF

4 C

5

h 25 10 5

oC

100 Ta 0

T –0 10 – 5 = A 100 – 0 25 – 5

5 Ta = → Ta = 25 oC 100 20
1

5

6 A escala Fahrenheit, apesar de menos adotada e de não
pertencer ao sistema internacional de unidades é mais precisa pois tem 180 divisões onde a Celsius apresenta apenas 100, tornando a unidade öF menor que a unidadeoC.

10

A I. verdadeiro: por estar numa temperatura menor que o ponto de orvalho, o copo causa a condensação de vapor d’água no ar ambiente. II. verdadeiro: quanto maior o choque térmico, maior a parcela de vapor que condensa, tornando-se visível. III. verdadeiro: ao resfriar, a pressão do ar interno diminui. A Aumentando a temperatura, o ponto de ebulição será atingido. B Quando líquido e vapor entram em equilíbrio dinâmico as velocidades de vaporização e condensação se igualam e na mesma proporção que vapor vira líquido, o líquido vira vapor. A concentração de vapor se mantém constante.

7

98 TE –2

100 TC 0

TE – (–2) T –0 = C ¨ 98 – (–2) 100 – 0
TC = TE + 2

11 12

8 D

Como ΔC/5 = F/9 , uma variação de 10oC corresponde a uma variação de 18oF Assim verifica-se que São Paulo . teve uma maior variação de temperatura.

9 C 10 B
A cerâmica conduz melhor o calor, rouba calor mais rapidamente dos pés, dando uma sensação mais intensa de frio.

1

oA 30 TA –20

oC

100 TC 0

TA – (– 20) T –0 = C 30 – (– 20) 100 – 0
T TA + 20 = C → Tc = 2 TA + 40 50 100
1 2

11 A
A areia quente aquece o ar nas proximidades fazendo com que ele suba por convecção. O ar frio que está sobre o mar vem então para ocupar o lugar do ar quente que subiu.

12 D
No vácuo, o único processo viável para a propagação do calor é a irradiação.

Mas queremos que TA = – TC, logo: TC = 2 (–TC) + 40 3TC = 40 → TC = 13,3oC

13 E

2 C
Ty – 20 50 – 0 = 100 – 0 80 – 20
1

T – 20 50 = Y 60 100
2

O Efeito Estufa é próprio da atmosfera natural da Terra e é necessário para que a Terra não congele por inteiro devido à perda de calor para o espaço. Ele foi acelerado pela poluição causada pelo uso massivo de combustíveis fósseis e pela derrubada de florestas e redução/envenenamento de superfícies líquidas (consumidores de CO2), causando um aumento na proporção de CO2 livre na atmosfera e um aumento na taxa de retenção de calor pela atmosfera.

14 C
TY = 50oY Caso parássemos a produção massiva de CO2, ainda demoraria um bom tempo para a temperatura parar de

TY – 20 = 30 →

Física III
51

Sabendo que 32oF equivalem a 0oC, concluímos que estará bastante frio e o item “C” seria o mais conveniente. Veja que o traje espacial, apesar de ser aquecido não seria muito adequado para ir ao parque além de ser de difícil obtenção.

Volume 1.B
subir, pois teríamos que esperar que os consumidores naturais de gás carbônico dessem conta de todo o excesso gerado pelo homem.

23 D

15 E
O reservatório deve ser um bom isolante, para reter o calor; não convém que seja metálico. O vidro cria um efeito estufa e melhora a eficiência, assim como a placa escura também ajuda.

Em contato com a pessoa o termômetro tende ao equilíbrio com esta e, ao final, a temperatura indicada é a de equilíbrio térmico.

24 C
1,5 quilocalorias por minuto equivalem a 1,5 x 4000J em 60s que nos dão uma potência de 100W. Dentre os aparelhos citados, o único coerente com esta potência é a lâmpada incandescente.

Física III

16 C
A água demora mais para esquentar pois tem calor específico maior que a terra. O ar frio é mais denso e tende a descer. O vidro provoca efeito estufa pois é opaco para radiações de calor. O material refletor nas garrafas térmicas é para dificultar a irradiação.

25 E
Graficamente
oC

25 I

17 Se Q = mcΔT → ΔT = mc ou C

Q

Q
–10

II III

Q

Aquecerá mais lentamente o corpo que tiver a maior capacidade térmica (C = mc). Pelos dados da tabela o maior produto mc pertence ao cobre.

(1 = 1000 g de H2O) Q total de calor extraído é dado pela soma das três etapas: Q = QI + QII + QIII Q = mcΔTI + mL + mcΔTII Q = 1000 . 1 . (– 25) + 1000 . (– 80) + 1000 . 0,5 . (–10) Q = – 110.000 cal

52

18 D 19 B

Este conceito corresponde ao de calor específico.

Q = mcΔT 800 = 500 . c . 2 c = 0,8 J/goC

26 A) Se há sobra de gelo, a temperatura de equilíbrio é de
0oC. B) ΣQ = 0 mcΔT + mL = 0 100 . 1 (0 – T) + 20 . 80 = 0 100 T = 1600 T = 16oC

20 C

Para aquecer rapidamente, a panela deve ter baixo calor específico e, para a temperatura subir do modo mais uniforme possível, a condutibilidade deve ser a maior possível.
c m

21 D

oC

27 D
T
Tc = 60oC

30 10 t

Situação I ΣQ = 0 m . c (60 – 100) + 1000 . 1 . (60 – 20) = 0 – 40 mc = – 40000 mc = 1000 cal/oC → capacidade térmica da barra Situação II ΣQ = 0 mcΔTB + mcΔTA = 0 1000 . (Te – 100) + 3000 . 1 . (Te – 20) = 0
1000 Te – 100. 000 + 3 000 Te – 60 000 = 0 (÷ 1000)

–10

ΣQ = 0 Qref + Qg + QL + Qg = 0 1000 . 0,95 . (10 – 30) + m . 0,5 . (0 – (–10)) + m . 80 + + m . 1 . (10 – 0) = 0 – 19.000 + 5m + 80m + 10m = 0 95m = 19000 m = 200 g de gelo como cada cubo é de 50 g, ele precisaria de cubos
200 =4 50

4 Te = 160 →

Te = 40oC

22 Q = mcΔT
m = 0,6 g

28 E
I. O calor específico na fase líquida é: C=

9000 m = 200 . 1 . (36 – 9) 9000 m = 200 . 27

6000 Q = = 0,5 cal/goC 200 . 60 mΔT

Volume 1.B
II e III. A temperatura de ebulição é 80oC e o calor latente de vaporização é de: Q = mL (18 – 6) . 103 = 200 . LV → LV = 60 cal/g IV. E o calor específico no estado de vapor é de: C= Momento ENEM

40 C

Quanto maior a altitude, menor a pressão e o ponto de ebulição.

6000 Q = = 0,75 cal/goC 200 . 40 mΔT

Logo, III e IV são corretas.

29 Q1 = mLf + mcΔT
Q1 = 180 m Q2 = mLV Q2 = m . 540

1

Q1 = m . 80 + m . 1 (100 – 0)

ΣQ = 0 Qcal + QI + QII = 0 CΔT + mcΔTI + mcΔTII = 0 400 (40 – 20) + 200 . 1 . (40 – 20) + 300 . (40 – T) = 0 12000 – 300 T + 12000 = 0 3 00 T = 240 00 T = 80oC

Q2 540 m = =3 Q1 180 m

2

Graficamente
oC

30 C
Vê-se no gráfico que a temperatura estabilizou-se para a transformação num valor mais alto para o sólido A (TA > TB) e podemos ver também que a transformação foi mais demorada para o corpo B, indicando que este precisou de mais calor, logo LA < LB.
100 80 10 Q(cal)

31 D
Quando um corpo recebe calor, sua temperatura pode aumentar ou seu estado de agregação pode mudar, mantendo, neste caso, a temperatura constante durante a transformação.

ΣQ = 0 mcΔT + mcΔT + mL = 0 400 . 1 (70) + m . 1 (– 20) + m (– 540) = 0 28000 = 260 m m=5g

32 D
A temperatura do copo mais baixa que a do ambiente provoca a condensação do vapor existente no ar.

3 4 5

B O alumínio tem menor calor específico, por isso, esquenta mais rápido. A O ar aquecido pela lâmpada sobe e gira o ventilador. B Q = mL 200 . (8 – 2) = 200 . L L = 6 cal/g C
mcΔT 360 . 1. (30 – 25) Q = = = 60 cal/s ΔT 30 ΔT II. Q = mcΔT Pot = Δt’ = mcΔT 60 . Δt’ = 900 . 0,6 . (30 – 20) Δt’ = 90,0s = 1,5 min

33 D
I. (F) A superfície dos oceanos é muito maior propiciando uma maior evaporação. II. (V) III. (V) IV. (V) A chuva cai devido à gravidade. Os rios também “descem” o relevo em direção ao oceano. V. (V) A construção de barragens, o desvio de cursos d’água, os aterros alteram a dinâmica das águas.

34 D
Ao expandir, a pressão baixa e a substância tende a sublimar.

6

I. Pot =

35 E

Ao começar a ebulição a temperatura se mantém independente do fluxo de calor fornecido. 2. Líquido 3. Vapor

36 1. Sólido

37 Expande ao solidificar pois sua curva de fusão é decrescente. 38 Os três, pois trata-se do ponto triplo. 39 A substância vaporiza.

7

ΣQ = 0 m1c1ΔT1 + m2c2ΔT2 + m3c3ΔT3 = 0 Como a massa é proporcional ao volume e só há uma substância; (m = dV) podemos usar o volume pela massa. 5 . (T – 10) + 3 (T – 60) + 2 (T – 85) = 0 10 T = 400 → T0 = 40oC

Física III
53

Volume 1.B
8
Para igualar as quantidades de água e gelo, é necessária a fusão de 100 g de gelo: ΣQ = 0 Qgelo + Qágua = 0 mL + mcΔT = 0 100 . 80 + 100 . 1 (0 – T0) = 0 100 T0 = 8000 T0 = 80oC
30o IV Te III II I –40

Física III

9

B
PF E PE D Sol A PS O B Vapor Liq C

ΣQ = 0 QI + QII + QIII + QIV = 0 mcΔTI + mL + mcΔTIII + mcΔTIV = 0 30 . 0,5 . 40 + 30 . 80 + 30 . 1 . (Te – 0) + 200 . 1 . (Te – 30 ) = 0 600 + 2400 + 30 Te + 200 Te – 6000 = 0 230 Te = 3000 Te ≅ 13oC

Capítulo 2
Gases e Termodinâmica

54

Observando as regiões do gráfico, teremos: AB – sublimação BC – liquefação CD – solidificação DE – fusão

10

1

D
2 P' PV P'V' = ⇒ = 3 n nT n'T' n 4

A Gases como o CO2, vapor d’água e o metano (CH4) são causadores de efeito estufa pois dificultam a perda de calor para o espaço. A) Q = mcΔT e m=dV Q = 1000 . (5 x 106 . 1,5 x 106 . 10).4000.2 Q = 6 x 1020 J B) Pot . Δt = Q 6,0 . 1010. Δt = 6 x 1020 Δt = 1010s A A pressão do fio abaixa o ponto de fusão do gelo, fundindoo. Ao cessar a pressão o ponto de fusão volta ao normal e ocorre o degelo. Q = mcΔT P . Δt = mcΔT 400 . 15 = 300 . c . (40) c = 0,5 cal/goC

P’ = 1,5 atm

11

2

B P V1 P V P V 1 = 2 2 = 3 3 T T2 T3 1 35 .1 10 . 3 5. 6 = = ⇒ T1 > T2 = T3 T1 T2 T3

12

3

E

13

= Área = P . ΔV = (10 – 5) . (5 – 105) = 25 . 105 J

N

4

14

Chamemos de QC o calor liberado na combustão de todo o país e Q o calor absorvido pela neve. 0,4 QC = n . Q onde n é o número de operações: 0,4 . 6000 . 500 = n (mcΔT + mL + mcΔT) 1.200.000 = n (200 . 0,5 . 20 + 200 . 80 + 200 . 1 . 60) 1.200.000 = n (30.000) n = 40 vezes

C Em AB, ΔU > 0, pois é uma compressão ( < 0) sem troca de calor. Em BC, ΔU > 0 pois ΔT > 0 (PBVB < PCVC). Em CD, ΔU < 0 pois é uma expansão ( > 0) sem troca de calor. Em DA ΔU < 0 pois ΔT < 0 (PDVD > PAVA). No ciclo todo ΔU = 0.

1 C
Pela Lei Geral:

15

D Graficamente:

P'V' PV = n'T' nT

Volume 1.B
P . V0 T0

=

P' . 2' V0 4 T0

P’= 2P

10 C
Como o gráfico V x T é uma reta, a transformação foi isobárica. Aplicando a eq. de Clapeyron em A: pV = nRT p . 20 = 1 . 0,082 . 310 p = 1,27 atm O volume em B pode ser calculado pela lei geral:

2 B
V 1,5 P . PV 2 = T T2 1

PA VA TA

=

PB VB TB
VB = 40

3 A
É o gráfico que corresponde aos processos.

20 VB = ⇒ 310 620

4 D
PV nT =
10 V 0,8 P . V' ⇒ V’ = 8 nT

Calculo de : = P . ΔV = 1,28 . 105 . (40 – 20) . 10–3 em unidades do S.I. = 2574 J

Δx Δ% = . 100 Þ Δ% = x0

10 V –V 8 . 100 = 25% V

11 D 12 D

= 0 na transformação isométrica pois ΔV = 0

5 D
Pela eq. de Clapeyron PV = nRT

P = 1 atm (105 N/m2 ) V = 1 (10-3 m3 ) R = 8, 3 J/mol k T ≅ 27o C = 300 k n= N 6 . 1023

3 1 kT = mv2 2 2 Ao duplicar a velocidade do lado direito da equação, a temperatura quadruplica. Agora, se analisarmos pela equação de Clapeyron, PV = nRT, o aumento da temperatura provocará um aumento proporcional na pressão.

EC =

13 A

Como num ciclo de ΔU = 0 ⇒ Q = e o trabalho pode ser calculado pela área interna do ciclo.
N

| |=

b .h 0,5 . 500 = = 125 J 2 2

substituindo: 105 . 10–3 =
N . 8,3 . 300 6 .1023

14 C

Se ΔT = 0 ⇒ ΔU = 0

N = 2,4 . 1022 em ordem de grandeza: 1022

15 A

6 B
PV = nRT 3.2,05 = (6/32).0,082.T T = 400K = 127oC

ΔU = Q – ΔU = –42 – 60 ΔU = –102 J Q < 0 pois é cedido.

16 A
3 kT, como a temperatura é uniforme, todas as 2 moléculas terão a mesma energia cinética média.
Ec =

7 E
A lei geral dos gases é válida para gases não reagentes.

8 A
Se o processo é isobárico, precisamos de um gráfico que mostre P constante ou um gráfico que mostre V diretamente proporcional a T (reta crescente) pois PV=nRT.

1 2 m V , então, as moléculas de O2 (mais 2 leves) terão, em média, velocidades maiores: Ec(O2) = Ec(CO2); V(O2) > V(CO2) Mas Ec =

9 A
O trabalho pode ser calculado pelas áreas sob as curvas:
(5 . 102 + 2 . 10 2 ) . 2 = 700J 2 = 2 . 2 . 102 = 400J ABC
AC

=

1

D

Física III
55

3 T T2 = 0,75T1 ⇒ 2 = 4 T1

Volume 1.B
A isocórica (isovolumétrica) está representada no gráfico (I) pois este demonstra uma relação constante entre P e T ao passo que a isobárica está no gráfico III, que mostra uma razão constante entre V e T.

11

Na situação inicial: PV = nRT 8 . 82 = n . 0,082 . 400 ⇒ n = 20 Aplicando a lei geral dos gases:
8V 2V = e n’ = 5 20T n'T logo Δn = 20 – 5 = 15 mol e Δm = 15 . 24 = 360 g PV P'V' = nT n'T'

2 3

A Em ambos os processos, a temperatura duplicou, logo a energia cinética média das moléculas também. A O processo AB tem acréscimo de temperatura (ΔU > 0) e > 0 pois o volume aumentou, o que só é possível com fornecimento de calor. Já o processo BC começou e terminou com a mesma temperatura pois PBVB = PCVC, então, em BC não há variação de energia interna. D = pΔv = 50 . (5 . 10–3 m3) = 2,5 . 10–1 J B Estando na mesma sala, em equilíbrio térmico, as moléculas terão a mesma energia cinética média (EC =
3 KT) 2

Física III

12

4 5

3V 3V = ⇒ n’ = 4,5 5 x 450 n' x 500 portanto Δn = 5 – 4,5 = 0,5 mol

13

A) ΔU = (3/2)nRΔT. Se o processo é isotérmico (ΔT=0), temos ΔU=0. B) Sendo ΔU=0 e ΔU=Q - W teremos Q = W = 200J
PV P'V' = nT n'T' p2 1054 = ⇒ p = 2 x 105 Pa nT nT

56

14

A)

EC (O2) = EC (He)
1 1 m . V2(O2) = m’V’2 (He) 2 2 32 . V2(O2) = 4V’2 (He)
V(He) V(O2 ) =

8 = 2 2 ≅ 2,8

B) ΔU = Q – W 0 = Q – W (isotérmica) Q = W = área Q=
(B + b)h 2

6

C
V 3P PV 2 = ⇒ T = 273 oC 2T + 273 T + 273

Q=

(2 x 105 + 1 x 105 )(4 – 2) = 3 x 105 J 2

7 8

B Sendo uma expansão (ΔV>0) há trabalho positivo. Se o processo é adiabático, Q = 0. C Na compressão (ΔV<0) e sendo isotérmica a temperatura se mantém. Como d = m / V, a redução de volume acarreta um aumento na densidade. E I. Verdadeiro, pois PV = nRT e se V diminui, P deve aumentar para manter a igualdade. II. Falso. Sendo PV = nRT, com P constante, se V aumenta, T deve aumentar para manter a igualdade. III. Verdadeiro. Sendo ΔU = Q – W, com Q = 0 (adiabática) e W < 0 (compressão) teremos ΔU>0 e, conseqüentemente ΔT > 0. m PV P'V' = en= M nT n'T'

1

98 TE –2

100 TC 0

TE – (– 2) T –0 = C 98 – (– 2 ) 100 – 0
TC = TE + 2

9

2 3 4 5

B Usando a equação da resposta anterior. TC = 40 + 2 → TC = 42oC A A água, ao evaporar, rouba calor da pele, resfriando-a. A A ausência de fluidos no meio impede a convecção. E Q = mcΔT Q = 20 . 4,18 . 5 Q = 418 J

10

2V P'V = ⇒ P’ = 12 atm 32 192 T T 32 32

Volume 1.B 6
Qf = mLf 422 = 20 Lf Lf = 21,1 cal/g Qv = mLv 11.040 = 20 Lv Lv = 552 cal/g

11

ΣQ = 0 mcΔT + mL = 0 80 . 0,03 . (0 – 200) + m . 80 = 0 80 m = 80 . 6 m=6g

7

Graficamente:
oC

12

40 III II –10 I Q

13

A Se a altitude é maior a pressão é menor e o ponto de ebulição (que é diretamente proporcional à pressão) fica menor. menor B Aplicando a lei geral dos gases:

Somando as três fases temos: Q = mcΔTI + mL + mcΔTIII Q = 100 . 0,5 . (10) + 100 . 80 + 100 . 1 . (40) Q = 12.500 cal

14

P'V' PV = n'T' nT
2 . 600 300
2

8

Graficamente
10 5 M1

=

p' . 400 ⇒ P’= 3,2 atm 320

M2

15

D A – Verdadeiro – PV = nRT B – Verdadeiro – V =
3 nRT 2

ΣQ = 0 mcΔT2 + mL1 + mcΔT1 = 0 M2 . 1 (– 5) + M1 . 80 + M1 . 1 . 5 = 0 5 M2 = 85 M1 M2 = 17 M1

C – Verdadeiro D – Falso – pois 1oC equivale a 1,8oF

16

9

C

A O trabalho de cada cilíndro é proporcional ao seu volume ( = pΔV), logo, cilindros maiores permitem potências maiores. (Lembre que nada é de graça, se a potência é maior, o consumo também é).

Anotações
80 Te 40

ΣQ = 0 (1 cm3 ↔ 1 g H2O) mcΔTC + mcΔTL = 0 50 . 1 (Te – 80) + 150 . 1 . (Te – 40) = 0 50 Te – 4000 + 150 Te – 6000 = 0 200 Te =10.000 Te = 50oC

10

B ΣQ = 0 (2m) . c . (Te – 25) + 3m . C (Te– 60) = 0 (÷ mc) 2 (Te – 25) + 3 (Te – 60) = 0 5 Te – 50 – 180 = 0 5 T3 = 230 Te = 46oC

Física III
57

B O aumento de pressão, aumenta o ponto de ebulição da água, fazendo que a temperatura se eleve mais que uma panela aberta.

Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO
Professor(a): _____________________________________

Data:

_____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

Física IV

Escola: ___________________________________________________

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________

Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

professor, Exclusivo da apostila do professor, este guia apresenta a resolução dos exercícios

Física IV
58

SUMÁRIO
Capítulo 1: Carga Elétrica e Eletrização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Tópico A: Noção de Carga Elétrica Tópico B: Princípios da Eletrostática Tópico C: Condutores e Isolantes Tópico D: Eletrização por Atrito, Contato e Indução Tópico E: Detectores Eletrostáticos Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Capítulo 2: Força e Campo Elétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Tópico A: Lei de Coulomb Tópico B: Campo de uma Carga Pontiforme Tópico C: Linhas de Força Tópico D: Campo Elétrico de Várias Cargas Tópico E: Campo Elétrico Uniforme Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64

Capítulo 1
Carga Elétrica e Eletrização 5

N=

Q 3, 2 . 10 –6 C = → N = 2,0 . 1013 elétrons e 1,6 . 10 –19 C

A Por atrito, o gato adquire carga positiva. Ao tocar na cuba X, esta também se eletriza positivamente por contato. E por indução Y fica negativa e Z positiva. C A carga final de cada esfera será: 50 . 10 –6 – 14 . 10 –6 = 18 . 10–6 C; 2 A carga transferida pela esfera A é igual à carga recebida pela esfera B que é igual a 32 . 10–6 C. Logo, o número de elétrons transferidos de A para B, foi Q= N=
Qtransf 32 . 10 –6 C = → N = 2,0 . 1014 elétrons e 1,6 . 10 –19 C

1

C A carga elétrica de um corpo é proporcional ao número de cargas elementares que ele possui em excesso. Assim, Q = (NP – NE) . e = (4 . 1018 – 2 . 1018) . 1,6 . 10–19 = = 3,2 . 10–1C E Sendo a carga positiva significa que o corpo perdeu N elétrons. N= 1C Q = → N = 6,25 . 1018 elétrons 1,6 . 10 –19 C e

6

2

Logo, a ordem de grandeza OG = 1019.

7

3

B Como ocorre repulsão significa que a esfera está eletrizada positivamente. A Se a esfera está com carga negativa significa que ela possui excesso de elétrons.

B Ambos se eletrizam, mas as cargas geradas no papel toalha escoam para o corpo do estudante. A Considerando os anéis inicialmente neutros, podemos dizer que os dois anéis sofrerão indução eletrostática pela aproximação do bastão e desse modo ocorrerá atração entre o anel e o bastão.

8

4

Volume 1.B
9
B I. Verdadeira; nuvens eletricamente positivas podem induzir cargas elétricas negativas no solo. II. Verdadeira; o trovão é uma conseqüência da expansão do ar aquecido. III. Verdadeira; numa descarga elétrica, a corrente elétrica é invisível sendo o relâmpago conseqüência da ionização do ar. Na situação proposta, teremos indução total nas superfícies internas das esferas Y e Z. Assim, teremos: A) QI(Y) = – QX = –(–4nC) = + 4nC B) Qe(Y) = QX + QY = –4nC + (–2nC) = –6nC C) Qi(Z) = –Qe(Y) = –(–6nC) = + 6nC D) Qe(Z) = Qe(Y) + QZ =–6nC + (–9nC) = –15nC

10 E
O ar nas proximidades da chama se ioniza. Os cátions formados, por serem maiores que os elétrons liberados, produzem uma corrente de ar (vento elétrico) no sentido da placa negativa.

11 C

12 A

Por indução, B eletriza-se positivamente enquanto C, em contato com a terra, permanece neutra. Ao retirarmos o fio terra e afastarmos a esfera A, a carga positiva de B se dividirá com a esfera C por contato. Assim, QA < 0 ; QB > 0 e QC > 0.

1 C
Sabemos que a carga elétrica de um corpo é um múltiplo inteiro da carga elementar. Assim, sendo N =
Q 7, 2 . 10 = = 4,5. Logo a e 1,6 . 10 –19 medida está errada e não merece confiança.
–19

13 B

2 B

Carga elétrica é uma propriedade intrínseca dos prótons e dos elétrons que são partículas presentes em toda a matéria. Logo, é uma propriedade da matéria. D Os átomos, em condições normais, possuem o número de prótons igual ao número de elétrons. Isto é: o átomo é neutro. Como prótons e elétrons possuem cargas de mesmo módulo, é necessário que cada elétron produzido seja acompanhado da produção de um próton.

Sabemos que todo corpo possui cargas elétricas (prótons e elétrons), porém, só fica eletrizado aquele em que o número de prótons é diferente do número de elétrons. Assim, a afirmativa I é verdadeira, enquanto II e III são falsas. A afirmativa IV trata da eletrização por atrito, enquanto a afirmativa V lembra a eletrização por indução.

14 D
Na eletrização por atrito um corpo ganha elétrons enquanto o outro perde elétrons.

3

15 D
As cargas existentes na cabeça e nas lâminas tendem a se concentrar nas lâminas.

4 C
Sendo a matéria eletricamente neutra podemos dizer que o número de prótons e igual ao número de elétrons.

16 E
Como o bastão é isolante, as cargas ficam localizadas na região do atrito, ficando a outra região neutra.

5 B
Se a carga é positiva é porque o corpo perdeu N=

17 D
4 . 10–15 C = 2,5 . 104 elétrons 1,6 . 10–19 C
O bastão negativo induz na esfera A uma carga positiva e na B uma carga negativa.

18 C
Fazendo-se o contato entre x e t, obtemos duas esferas neutras. Fazendo agora o contato de x ou t com a esfera y obtemos duas esferas com carga –Q.

6

D Sendo Q = N . e, temos: Q = 6 . 1023 . 1,6 . 10–19 C = 9,6 . 104 C C Sendo a carga do próton +1e, devemos ter: (d, u, u) Sendo o nêutron de carga nula, devemos ter: (d, d, u) B Sendo a força de uma bola sobre a outra de mesma intensidade, os fios devem apresentar a mesma inclinação; opção B. Nas opções A e D deveria haver atração, e na opção C não deveria haver interação elétrica. A Resolvendo o sistema encontraremos a carga pedida.

7

19 E

8

O bastão de vidro positivo eletriza por contato a esfera condutora A, que induz nas esferas B e C em contato, uma carga negativa em B e positiva em C. Aproximando-se B(–) de D ligada à terra eletrizaremos D positivamente por indução.

20 D
Para ocorrer a eletrização por contato e a eletrização por indução devemos dispor inicialmente de um corpo previamente eletrizado. Na eletrização por atrito os corpos estão inicialmente neutros.

9

Física IV
59

10

Ao passar o pente no cabelo, ambos se eletrizam por atrito. Ao aproximarmos o pente eletrizado do papel neutro ocorrerá uma atração mútua, obedecendo à 3a lei de Newton.

Volume 1.B
positivas induzidas no lado da esfera oposto ao bastão. O contato poderá ser feito em qualquer ponto da esfera.

1

C Seja N = x.10y o número de elétrons retirados do corpo. Como N = Q/e, teremos:

12

A Como as esferas ficarão próximas uma da outra após o afastamento da barra eletrizada, as cargas elétricas induzidas nas esferas irão se atrair localizando-se na região de maior aproximação entre elas. D À medida que o objeto se aproxima do eletroscópio as folhas se aproximam uma da outra; Como o objeto e o eletroscópio têm cargas de mesmo módulo e sinais opostos, fazendo-se o contato ambos ficarão neutros. Como as placas condutoras têm espessura fina, o equilíbrio eletrostático da placa superior será atingido quando a carga +Q se distribuir uniformemente de modo Q que as faces 1 e 2 tenham ambas uma carga igual a + . 2 Essa distribuição provoca, por indução, o aparecimento Q de uma carga igual a – na face 3 da placa inferior que, 2 Q por estar descarregada, passa a exibir uma carga + na 2 sua face 4. A) Ao encostar um corpo eletrizado positivamente com a tampa metálica, esta, junto com a fita de alumínio, se eletriza positivamente (eletrização por contato). Cada “perna” da fita fica positiva e portanto elas passam a se repelir fazendo com que formem um ângulo α1 entre elas. B) Ao aproximar um corpo positivo da tampa metálica, este atrairá elétrons livres para cima, deixando as “pernas” ainda mais positivas, fazendo com que a repulsão seja ainda maior. Portanto α2 > α1.

Física IV

x . 10y =

64 . 10 –6 ⇒ x . 10y = 4,0 . 1014 ⇒ x = 4 e 1,6 . 10 –19

13

y = 14 ⇒ x + y = 18

2

A Para um corpo ser eletrizado é necessário que o número de prótons seja diferente do número de elétrons. Qualquer corpo pode ser eletrizado quando trabalhado de forma adequada. B Como o papel estava neutro foi necessário que ocorresse a polarização do papel para em seguida ocorrer a atração. A Colocando os objetos em seqüência fazemos uma série tribo elétrica, onde o objeto que está acima fica positivo quando atritado com o objeto que está embaixo. Veja: • Vidro • Lã • Algodão • Enxofre B Devemos lembrar que o fenômeno da atração eletrostática ocorre entre corpos com cargas elétricas de sinais opostos, como também, entre um corpo eletrizado e um corpo neutro. B Fazendo o contato entre C e A, teremos C e A com 8μC cada; Fazendo agora o contato entre C e B, teremos C e B com 6 μC cada. D Sabemos que cargas elétricas de sinais opostos se atraem como também, um corpo eletrizado atrai um corpo neutro. D Não podemos afirmar a condição elétrica do condutor B. Então podemos dizer que ele pode estar neutro. E A soma das cargas antes da desintegração tem que ser igual à soma das cargas após a desintegração. Assim, o neutrino deverá ter carga nula. D Fazendo o contato entre A e D, teremos QA = QD = 3q Fazendo o contato entre B e C, teremos QB = QC = 3q Assim, os novos grupos formados terão uma carga total igual a 6q. E Mantendo-se o bastão positivo na mesma posição as cargas negativas induzidas na esfera não poderão se deslocar. Assim, elétrons subirão da terra para neutralizar as cargas

14

3 4

60

15

5

6

7 8

Capítulo 2
Força e Campo Elétrico

9

1

10

D Observando o gráfico e aplicando a lei de Coulomb, teremos: Q2 =
42 . 10 . 10 –6 d2 . F = ⇒ Q = 0,13μC 9 . 109 k0

11

2

D Após o contato as esferas ficam com cargas iguais; Q1 = Q2 =
Q = 2 . 10–6 C. 2

Volume 1.B
A força de repulsão entre elas será:

9

A Devemos ter: Felét = P → E = → E = 5,0 . 105 para cima

9 . 109 . 2 . 10 –6 . 2 . 10 –6 → F = 40 N F= (3 . 10–2 )2

2,4 . 10 –13 N → 4,8 . 10 –19 C

3

B 9. 109 . 2Q . 3Q k o . Q1 . Q2 → 0,6 = → 2 d 32 Q = 10–5 C F=

10

4

C Observe que a carga elétrica de B antes do processo eletrostático era negativa por ter nB elétrons em excesso. O processo fez o corpo B perder 2 nB elétrons. Logo, o corpo B ficou com nB prótons em excesso. Isto significa que teremos apenas uma alteração no sentido da força de interação entre A e B. Ou seja, F1 = F2. C Observando a figura e aplicando a lei de Coulomb, temos:

1 C
Lembre-se que a aceleração de um corpo depende da força resultante e da massa do corpo. Como as partículas têm a mesma massa e a força sobre elas representa ação e reação, suas acelerações terão a mesma intensidade.

5

k . q . 2q
FR = 2x ⎛ L 3 ⎞ ⎜ ⎜ 2 ⎟ ⎟ ⎝ ⎠
–q
2

2 C
Devemos ter F13 = F23 ⇒
k 0 . q1 . q 2 x2

→ FR =

16k . q2 3L2

k 0 . q2 . q3
=

(d – x)

2

⇒x=

d 3

3 A
Sabemos que as forças elétricas podem ser atrativas ou repulsivas e a força gravitacional é apenas atrativa.

L

L 3
F +2q F

4 E
A força resultante sobre a esfera C será determinada pela relação: FC = FAC + FBC , onde FAB =
+q

L 2

k0 . q . q = 0,5 ⇒ k0 . q2 = 8,0 . 10–2 (0, 4)2
8, 0 . 10 –2 k0 . q . q = = 0,32 N 0, 25 (0, 5)2

FAC =

6

B As cargas iguais que se opõem pelo diâmetro geram campos que se anulam no ponto P Assim, basta observar o . diâmetro que contém as cargas + 3q e + 4q. Vê-se facilmente que o campo elétrico gerado pela carga + 4q é maior que o campo elétrico gerado pela carga + 3q. Logo, o vetor 2 representa o campo elétrico resultante. A) Vê-se que a força elétrica sobre a carga é contrária ao campo elétrico. Logo, a carga q é negativa. B) Observando o triângulo de vetores podemos escrever: q.E F = tgθ = P m.g

k0 . q . q 8, 0 . 10 –2 = = 8,0 N 2 (0,1) 0,01 Logo, FC = 8,32 N
FBC =

5 B
Pela lei de Coulomb, temos: F=
k . 2e2 k 0 . e . 2e = 0 2 . 2 d d

7

6 E
Observe que as três cargas positivas irão duplicar as forças exercidas pelas três cargas negativas diametralmente opostas. Assim, a força elétrica colocada no ponto P será duplicada.

8

7 C
A Sendo o campo elétrico uniforme a força sobre a carga será constante. Aplicando a 2a lei de Newton, temos: a=
q.E 4 . 10–6 . 3 . 103 = → a = 2,4 m/s2 m 5 . 10 –3

Calculando as forças:
k0 . q . q =F 22 k0 . q2 = 4F k0 . q . q 4F FCB = = 32 9

FAB =

Física IV
61

C Sendo o campo elétrico uniforme a força elétrica sobre o corpo será constante em intensidade, direção e sentido. Logo, o movimento do corpo será retilíneo e uniformemente acelerado.

Volume 1.B
Comparando as forças que A e C exercem sobre B, teremos: FR(B) = FAB – FCB = F –
4F 5F = 9 9

16 A

8 D
As forças Fo e FL variam com inverso do quadrado da distância entre as partículas. Todavia, quando as partículas estão no fluído isolante a intensidade da força de interação diminui devido a polarização que este meio sofre; fato que não ocorre no vácuo.

Para que o campo elétrico tenha o sentido indicado é necessário que na diagonal 1-4 o campo elétrico seja no sentido do vértice 4 e na diagonal 2-3 o campo elétrico seja no sentido do vértice 2. Assim, nos vértices 1 e 3 devemos ter cargas positivas e nos vértices 2 e 4 cargas negativas.

Física IV

17 E
A partir da solução anterior, calculemos o campo que cada carga gera no centro do quadrado.
k0 . q ⎛L 2 ⎞ ⎜ ⎜ 2 ⎟ ⎟ ⎝ ⎠
2

9 A
Aplicando a lei de Coulomb determinaremos o valor da carga. E1 = E2 = E3 = E4 = =

2k0 . q L2

(6 . 10 –1)2 . 10 d .F q2 = = = 4 . 10–10 ⇒ q = 2 . 10–5 C 9 . 109 k
2

Na diagonal (1-4) e (2-3), o campo resultante vale:

10 A
A intensidade da força F entre o núcleo e o elétron é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.

E1,4 = E2,3 = 2 .

2k 0 . q k0 . q =4. 2 L L2

Como as diagonais são perpendiculares, o campo E será:
k0 . q ⎞ ⎛ 4 2 . k0 . q 2 E2 = E 1,4 + E 2 = 2 ⎜ 4 . L2 ⎟ ⇒ E = 2,3 ⎝ ⎠ L2

62

11 A
Cargas positivas no interior de um campo elétrico recebem forças que apresentam o mesmo sentido do campo.

12 E
Podemos determinar a força que uma carga puntiforme exerce sobre outra aplicando a lei de Coulomb, e a partir da lei, determinar a intensidade do campo elétrico no ponto onde se encontra a segunda carga. F= F 1,6 . 10 –2 k 0 . q1 . q2 ⇒ E = q2 = = 8,0 . 104 N/C 2 2, 0 . 10 –7 d

Para a carga elétrica colocada no ponto P devemos ter: , E=
k0 . Q ⎛L ⎞ ⎜ ⎟ ⎝2⎠
2

=

4k 0 . q L2

Fazendo a igualdade dos campos elétricos encontraremos a carga Q = q .

2.

13 C
Observe que antes da posição x 1 o elétron terá velocidade vo. Entre as posições x1 e x 2 o elétron será desacelerado uniformemente, chegando em x2 com velocidade menor que vo. A partir de x2 sua velocidade permanece constante.

18 A

Observe que a massa está em gramas. Assim, m N/C q . E = 10–3 m . g ⇒ E = 10–2 q

19 B
Observa-se facilmente, que os campos elétricos terão a mesma intensidade, já que ocorre apenas uma troca nas intensidades das componentes x e y do vetor resultante, porém, suas direções são diferentes.

14 D

20 E
Sendo as cargas de mesmo módulo e o triângulo eqüilátero, os campos elétricos terão a mesma intensidade. Fazendose a soma vetorial encontraremos o vetor resultante. Observando o triângulo dos vetores podemos escrever: tgθ = q.E q F 3 3 g = m.g = ⇒ = . m P 4 4 E

1

C

15 A
Como as cargas têm o mesmo módulo e estão eqüidistantes do ponto O, os quatro vetores terão o mesmo módulo e apresentam uma simetria em relação ao eixo x. Fazendo a soma vetorial obtemos a resposta.

P

α

T

F'

Volume 1.B
Inicialmente temos F = k 0 . Q2 d2 uma massa lançada horizontalmente no vácuo. Desse modo, a trajetória será um arco de parábola. Teremos: x=v.t

Quando suspendemos por um fio F’ =

d2 . F k 0 . Q2 = 2 2 d1 d1

y=

q . E t2 a . t2 = 2 2 2

Sendo tgα =

d2 . F F' 2 = 2 ⇒ cotg(α) = d 1 . m . g/d2 . F d1 . m . g P

9

2

D Se a força resultante tem o sentido de q2, significa que q2 é menor que +Q ou é negativa, enquanto q1 é idêntica a –Q. Assim, q1 + q2 < 0. B Fazendo a colocação das forças elétricas sobre cada carga e desenhando a força resultante, determina-se o sentido da aceleração. B Independente do sinal da carga q as forças que agirão sobre ela terão a mesma intensidade e formarão um ângulo de 60o entre si. Assim, a intensidade da força resultante será:
2 F R = F2 + F2 + 2F . F . cos60o = 3F2 ⇒ FR = 3F

10

C Os campos em P terão sentidos contrários. Fazendo o módulo da diferença entre os campos encontraremos: EP =
k.Q k . 3Q k . Q – = 2 2 12d2 9d 4d

3

11 12

4

A Lembrando que o sentido do campo elétrico é da carga positiva para a negativa, temos facilmente a solução. E Para que o campo elétrico tenha intensidade nula no vértice D é necessário que a soma dos campos criados pelas cargas de A e C em D se anulem com o campo gerado pela carga de B em D, conforme a figura abaixo. Lembrando que q’ < 0.

em que F =

k.Q.q R2

ECD EBD EAD

5

D Observe que na descida a esfera B, por indução, exerce uma força de atração em A. Assim, T1 = P + Felétrica; Na subida a esfera B, eletrizada positivamente por contato com A, exerce uma força de repulsão elétrica diminuindo a força de tração. Assim, T2 = P – Felétrica. D A carga geradora do campo elétrico está localizada na intersecção das retas que indicam as direções dos campos nos pontos A, B e P Observe que a distância do ponto P à . carga é do dobro da distância do B à carga. Assim, a intensidade do campo elétrico em P será:
EB 24 = = 6 N/C EP = 4 6

6

⎛ k . q´ ⎞ ⎛ k . q´ ⎞ ⎛ k . q' ⎞ 2 2 E BD = E 2 + E CD ⇒ ⎜ AD 2 ⎟ = ⎜ L2 ⎟ + ⎜ L2 ⎟ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ (L 2 ) ⎠ (q')2 = q2 + q2 ⇒ q’ = –2 2 q 4

2

2

2

13

O campo elétrico induzirá a esfera não condutora fazendo aparecer um campo elétrico induzido dentro e fora da esfera. Assim, o campo na região I aumenta e na região II diminui. Observe a figura.

7

B A esfera está em repouso. Logo, a força resultante é nula. Veja a figura a seguir.

P

α

T

– – Einduzido – – – – –

Einduzido

+ E + induzido + + +

Fel
Teremos tgα =

14
Felétrica m . g . tgα ⇒E= P q

8

B Se a força elétrica é a força resultante sobre a carga o seu efeito será idêntico ao efeito do campo gravitacional sobre

Observe que a carga colocada em repouso no ponto x = a será atraída pelas cargas fixas. No ponto x = 0, a força resultante sobre a carga livre será nula e sua velocidade será máxima. A partir de x = 0 a força resultante sobre a carga livre inverte o sentido e a carga passará a diminuir sua velocidade até parar no ponto x = –a. Assim, a velocidade será máxima em x = 0 e a velocidade será nula em x = +a e x = –a.

Física IV
63

C A força elétrica deverá ser para cima. Logo, a carga q é negativa. Sendo o movimento uniforme a força resultante será nula.

Volume 1.B
15
16 Utilizando as equações da solução anterior, teremos: t=
0, 2 x = = 2 . 10–3 s 100 V0

no 2o contato entre C e A teremos: –5 + 1 = –2nC qC = qA = 2 no 2o contato entre C e B teremos: –2 + 1 1 q C = qB = = – nC 2 2 Assim teremos: qA = –2 nC ; qB = qC = –1/2 nC

E=

2 . 1,6 . 10 . 10 2m . y = 16 . 103 V/m 2 = 5 . 10–4 . (2 . 10 –3 )2 q.t

–3

–2

Física IV

7

A Aplicando a lei de Coulomb, temos: k . Q . 3Q k.Q.Q = 3 . 10–1 ⇒ = 10–1 d2 d2 Sendo uma carga positiva e outra negativa, após o contato as cargas serão de mesmo sinal. F’ =
k.Q.Q = 10–1 N d2

1

C A partícula ganhou N=

6, 4 . 10 –15 q = = 4,0 . 104 elétrons e 1,6 . 10–19

2
64

C Estando E2 eletrizada positivamente, por ocasião do contato, elétrons fluirão de E1(neutra) para E2 até que ocorra o equilíbrio eletrostático. Assim, Q1 = Q2 = 4,8 . 10 –9 = 2,4 . 10–9 C 2

8

D Após o contato a carga em cada esfera passará a ser –Q. A redução no módulo do produto das cargas acarreta uma redução na intensidade da força F A força será de repulsão. . D A força resultante sobre a carga será a força elétrica e sua aceleração dada pela 2a lei de Newton F=

9

2, 4 . 10 –9 Q Sendo N = = = 1,5 . 1010 elétrons 1,6 . 10 –19 e

9 . 109 . 10 –6 . 1,6 . 10 –9 = 3,6 N (2 . 10 –3 )2

3

C Sendo R2 = 2R1 teremos Q’2 = 2Q’1. Pelo princípio de conservação da carga elétrica, teremos: Q’1 + 2Q’1 = Q1 + Q2 3Q’1 = 16Q – 4Q ⇒ Q’1 = 4Q e Q’2 = 8Q A Temos o efeito fotoelétrico. Elétrons são retirados da placa metálica pela incidência de luz violeta; a placa fica positiva e atrai a esfera por indução; ao tocar na placa metálica a esfera perde elétrons para a placa ficando com carga positiva; a placa e a esfera se repelem. A Sendo a carga final proporcional ao raio de cada esfera e pelo princípio de conservação da carga elétrica, teremos: Q + 3Q + 5Q = –10μ – 30μ + 13μ 9Q = –27μ ⇒ Q = –3μC Logo, a esfera de raio 3R terá uma carga – 9μC

3,6 a = 9 . 10 –2 = 40 m/s2

10

4

E O campo elétrico terá o mesmo sentido da força elétrica já que a carga é positiva. 10 F = = 5 . 106 N/C E= 2 . 10 –6 q C A força elétrica entre o próton e o elétron fará o papel de resultante centrípeta. Assim teremos:

11

5

9 . 109 . (1,6 . 10 –19 )2 k.e.e me . v 2 = ⇒ V2 = ⇒ 9,1. 10 –31 . 10 –10 R2 R
⇒ v = 1,6 . 106 m/s

12

C Aplicando a lei de Coulomb, temos:
k . qA . qB = d2

6

B No 1o contato entre C e A teremos: –12 + 2 = –5nC qA = qC = 2 no 1o contato entre C e B teremos: –5 + 7 = + 1nC qC = qB = 2

k(

qA ) . qB d 2 ⇒x= 2 2 x

13

A E= 1, 2 F = = 3,0 . 105 N/C 4 . 10 –6 q

Volume 1.B 14
D Estando o ponto P eqüidistante das cargas os vetores terão o mesmo módulo. Sendo o da carga positiva divergente e o da carga negativa convergente, conclui-se que o resultante será vertical para baixo. A Os vetores terão o mesmo módulo e estarão sobre as diagonais do quadrado, tendo o mesmo sentido os campo gerados pelas cargas nos vértices opostas. O vetor resultante será horizontal para a direita. B

Anotações

15

16

k.q k . 4q d = 2 ⇒ 1 =2 2 d2 d2 d1

17

B Os campos elétricos terão sentidos opostos. Logo o campo resultante será a diferença entre os campos individuais. EP = k . q1 k . q2 9 . 109 . 20 . 10 –6 – d2 = – 2 d1 4 . 10 –2 2 –

9 . 109 . 64 . 10–6 64 . 10–2

EP = 45 . 105 – 9 . 105 = 3,6 . 106 N/C

18

D Os campos gerados no centro pelas cargas nos vértices A e D, e C e F, se anulam. As cargas nos vértices B e E geram campo elétricos de mesma intensidade e sentido. Logo, o campo resultante no centro do hexágono será: E=

2 . 9 . 109 . 5 . 10–5 2k . Q = = 1,0 . 107 N/C 2 9 . 10–2 L

19

D Os campo EAC e EBC serão perpendiculares, logo, o campo resultante será dado pelo teorema de Pitágoras.
2 EC

⎛ k . QB ⎞ ⎛ k . QA ⎞ = ⎜ ⎟ + ⎜ y2 ⎟ = x2 ⎠ ⎝ ⎝ ⎠
⎛ 9 . 109 . 48 . 10 –6 ⎞ ⎛ 9 . 109 . 16 . 10 –6 ⎞ ⎟ + ⎜ ⎟ = ⎜ –2 ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ 16 . 10 4 . 10 –2 ⎝ ⎠ ⎝ ⎠
2 2

2

2

2 E C = (27 . 105)2 + (36 . 105)2 ⇒ EC = 45 . 105 N/C

20

E Cada placa gera campo elétrico uniforme para pontos próximos da superfície. Assim, considerando pequenas distâncias teremos os seguintes campos elétricos:

+Q +E0 –E0 +2E0 +E0 –E0 +2E0

–Q +E0 –E0 +2E0

+2Q +E0 –E0 +2E0

Fazendo a soma vetorial dos campos em cada região encontraremos o item E.

Física IV
65

Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO
Professor(a): _____________________________________ Escola: ___________________________________________________ Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

Física V

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________

Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

professor, Exclusivo da apostila do professor, este guia apresenta a resolução dos exercícios

Física V
66

SUMÁRIO
Capítulo 1: Introdução à Análise Dimensional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 Capítulo 2: Propagação da Luz, Espelhos Planos e Vetores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 Propagação Vetor etores Capítulo 3: Carga Elétrica e Processos de Eletrização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 Capítulo 4: Lei de Fourrier para a Condução de Calor em Sólidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 Capítulo 5: Espelhos Esféricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 Capítulo 6: Fluxo Elétrico e Lei de Gauss . Questões de Aprofundamento . . . . . . . Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 . 74 . 73

Capítulo 1
Introdução à Análise Dimensional
1 D
10 . 104 – 2,5 . 104 = 7,5 . 104 → O.G = 105

1

v=k.S

2 E
[F] = [M] , [a] [F] = M . L . T–2

[v] [k] = [S] LT –1 [k] = L [k] = M0L0T–1

3 C
2π ⇒ [ω] = T–1 T Q = mv ⇒ [Q] = M . LT–1

ω=

2

D
1g 10–3 = = 103 kg/m3 cm3 10–6 m3

4 E
[β] = [α] . [R]–2 [β] = M0LT–2 . L2 [β] =M0L3T–2 Unid. (β) no SI = m3/s2

3

C vα = CPβ . ρ–1 [v]α = [P]β . [ρ]–1 (M0L1T–1)α = [M1 . L–1 . T–2]β . [M1 . L–3T0]–1 M0LαT–α = (Mβ . L–β . T–2β) (M–1 . L3T0) M0LαT–α = M(β–1) . L(3–β) . T–2β Comparando os expoentes

5 A
P=
F Área I. (F) o correto é N/m2. II. (F) pois J m3 = N . m . m3 = N m4 ≠ N/m2

0 =β –1 α = (3 – β) –α = –2β

β =1 α=2

III. (F) pois Wsm3 =

J . s . m3 s

= N . m . m3 = N m4 ≠ N/m2

Volume 1.B
6 [σ] = [F] . [L] . [d]–3
[σ] = MLT–2 . L . L–3 [σ] = ML–1 . T–2 Unid. (σ) = kg/m . s2
P 7 γ= v

b =2j

→ →

c =i–2j

b + c =1i
b = 0 i+ 2 j

→ →

γ=

P ⎛ d⎞ π⎜ ⎟ . L ⎝ 2⎠
2

+c =i – 2 j b + c = i

Logo: C são todas corretas. γ . πd2. L P= 4

2

8 No rompimento F1 = P1
σ.
3 d1

L1

=

2 γ π d1 L1

E O eclipse lunar ocorre na fase de lua cheia, quando a Terra está entre o Sol e a Lua. Como a Lua, nestas ocasiões, entra totalmente na sombra da Terra, o eclipse lunar pode ser visto em qualquer ponto da Terra voltado para o fenômeno. D O espelho plano não altera o tamanho da imagem e esta sempre fica numa distância do espelho igual à do objeto. Assim, a distância também se reduz à metade.

4

2 4σd1 = γπL 1

3

de modo geral. d1 =

γ π L2 1 4σ

Se L2 = 2L1
γ π ( 2L1) d2 = 4σ
2

1 D
Os eclipses solares ocorrem em lua nova enquanto os lunares, em lua cheia. O intervalo entre estas duas fases é de 14 dias (meio ciclo lunar).

d2 =

γ π L2 1 4σ

2 D
i d D
⇒ ⇒
5 d

d2 = 4d1

O

9 D
Se o acréscimo de massa é de 1,5 x 1011 kg por ano, em x anos teremos 1,5 x 1019 kg de sódio, logo: X = 1,5 x 1019 kg/1,5 x 1011 kg X = 108 anos

i o = D d
o i' = D' d

=

o D

⇒ od = 5D ⇒

10 C
5 x 3,8 x 105 x 106 mm = N x 1,3 x 10-1mm N = 14,6 x 1012 N = 1,46 x 1013 cuja ordem de grandeza é 1013

4 d

=

o D + 100

⇒ od = 4(D + 100) Substituindo em : 5D = 4D + 400 D = 400m

Capítulo 2
Propagação da Luz, Espelhos Planos e Vetores

3 I. A figura apresenta intersecção entre as penumbras (C).
II. A figura apresenta penumbras separadas (A).

4 C
Para que os raios retornem pela mesma trajetória, os raios devem incidir perpendicularmente ao espelho horizontal.

N

1

C

a =2i +3j

45

45

Física V
67

Volume 1.B
Como î = r , todos os ângulos agudos serão iguais a 45o ⇒ A = 45o.
20u S 30o 90o x

5 B
Usando a propriedade î = r , traçamos o campo visual a partir de C.
A B

A módulo da soma pode ser encontrado pelo teorema de Pitágoras ou ainda fazendo S = 20.cos30° = 10 3 u

Física V

11 A

Dependendo do ângulo entre as componentes, elas podem ter módulo maior que o do vetor.

12 Para resolver a situação devemos perceber que ela só é
possível quando os dois vetores têm o mesmo módulo:
C X 4 X
1m 1,5 m 1m D

3 3

6 C

4

68

Aplicando o teorema de Pitágoras: 32 + 42 = x2 x=5

1+ 1 1 = 1, 5 D
D = 3m

Capítulo 3
Carga Elétrica e Processos de Eletrização

7 D 8 x2 + (2x)2 = ( 20 )2
5x2 = 20 x=2

1

9 A
Transportando de vetores de tal forma que eles formem uma linha diagonal, teremos:

C Quando aproximamos A e B de C, há indução de cargas nas primeiras.
+ + + A ++ B – – – –– + + +C+ +

Ao afastarmos A de B, a primeira fica positiva pois perdeu elétrons para B, ficando a segunda negativa.

V1 V4 V3 V2

2

C No primeiro contato:
Q Q+O = para cada; 2 2

No segundo contato, a esfera que estava inicialmente neutra, agora tem carga
Q : 2

No desenho podemos ver que:
v1 + v 4 – v 2 – v 3 = 0 ⇒ v1 + v 4 = v 2 + v 3
→ → → →

Q+ 2

Q 2

=

3Q para cada; 4 Q 3Q e a 3 com . 2 4

10 O valor do menor pode ser encontrado fazendo
x = 20.sen30o = 10u.

A esfera 1 ficou com

Volume 1.B
3
C Nula. Com a aproximação de M há uma divisão nas cargas de N, mas a carga total permanece nula enquanto não for feito contato em N ou um aterramento. II. Verdadeiro. III. Verdadeiro. Devido às cargas opostas, há atração entre A e B.

Capítulo 4
que é o oposto de A, pois esta é atraída. Se A é negativa conclui-se que B e C são positivos A(–); B(+) e C(+).

2 C
O atrito não move “todos” os elétrons da estrutura, somente os superficiais.

1

3 Qf = +1 – 5 = – 2μC para cada.
2

B I. Falso – decresce linearmente II. verdadeiro III. verdadeiro – se a temperatura descresce linearmente, no ponto médio teremos a média dos extremos. O fluxo pelo carpete é igual ao fluxo pela parede.
18oC ∅ 30oC ∅ = ∅ = c p

4 Para que a moeda fique positiva será necessário retirar elétrons.
Q = n . ce 3,2 . 10–9 = n . 1,6 . 10–19 n = 2 . 1010 elétrons.

2

0,1. k . A (T – 18) = 1

5

Qf=

4q + 3q + 2q 9 = q = 3qparacadaecomomesmosinal. 3 3

1 cm

15 cm

=

k . A (30 – T) = T = 22,8oC 15

6 E
Água pura, vidro, porcelana e ar seco são maus condutores (isolantes). O item E apresenta apenas metais, que são bons condutores.

Solução do desafio Pelo princípio da conservação da energia, a energia que entra por uma extremidade deve sair pelas outras, já que não pode haver “vazamento” lateral. ∅1 = ∅2 + ∅3

7 D
Usando a técnica de eliminação: ao atritarmos X e Y, eles adquirem cargas simétricas, isto elimina os itens A e B. Z é eletrizado por contato com X, portanto sua carga deve ter o mesmo sinal, o que nos deixa os itens D ou E. Ao eletrizar W usando Y como indutor, ele adquire carga de sinal oposto, fato que elimina o item E.

8 A

0,92 A (100 – T) 0,26 . A (T – 0) 0,12 . A . (T – 0) = + 46 13 12 o 200 – 2T = 2T + T ⇒ T = 40 C

As esferas se estabilizam com cargas proporcionais aos seus respectivos raios. Assim, para a esfera de raio 3R, teremos: 3R Qf = (–10 – 30 + 13)( R + 3R + 5R )

Qf =

–27 = –9 μC 3

1 D
O gelo é mau condutor de calor, possibilitando que o calor gerado dentro do iglu mantenha-se dentro deste.

9 D
As esferas se estabilizam com cargas proporcionais aos seus respectivos raios: R Q’A = (2Q – Q)( R + 3R ) Q’A =
Q 4

2 ∅AC = ∅CB
k . A (200 – T) k . A (T – 60) = 50 30 600 T – 3 T = 5 T – 400 8 T = 1000
T = 125oC

R Q’B = (2Q – Q)( R + 3R ) Q’B =
3Q 4

10 D
I. Falso. A indução provocada por B torna A negativa.

3 As paredes espelhadas impedem a irradiação enquanto o
“vácuo”, a condução e a convecção.

Física V
69

1 Se B repele C ambos estão eletrizados com o mesmo sinal,

Lei de Fourrier para a Condução de Calor em Sólidos

Volume 1.B
4 D 5 D
O alumínio conduz melhor o calor, “roubando” calor mais rapidamente da nossa pele, causando uma maior sensação de frio, apesar dos dois vasilhames estarem à mesma temperatura. B)
C 60 40 F 30 i

hi = – 3

6 D

Física V

I. deve-se facilitar a convecção para uniformização mais rápida do interior da geladeira. II. o gelo é mau condutor de calor e reduz a eficiência das trocas. III. a sujeira e a obstrução da serpentina do radiador diminui a eficiência do refrigerador pois também dificulta as trocas.

2

Observe que p’ < 0 (imagem virtual) e f = 10. Pela figura: 21 = X + |p’| como p’ < 0 ⇒ |p’| = – p’ assim: 21 = x – p’ Pela equação de Gauss:
1 1 1 1 1 1 = + ⇒ = + x p P' f 10 p'

7

120oC 3L/5

T 2L/5

0oC

Resolvendo o sistema formado por
1 1 1 = + x 10 x – 21

e

por substituição:

Como não há perdas, o fluxo na primeira parte da barra é igual ao fluxo na segunda parte:
k.A(120 – T) k.A(T – 0) = 3L/5 2L/5 3T = 240 – 2T T = 48o C

x2 – 41x + 210 = 0 x1 = 35 ⇒ não satisfaz pois x < 10 x2 = 6

70

3

8 A)

k .A(T – 20) k1.A(150 – T) = 2 e2 e1
40 . 20 . (150 – T) 50 . 20 . (T – 20) = 10 20 5T – 100 = 1200 – 8T T = 100 oC

D Se objeto e imagem são reais p > 0 e p’ > 0 e se |o| = 3|i| ⇒ p > p’, assim:
⎧p – p' = 20 ⎪ –p' –1 –p' ⎨i ⎪ o = p ⇒ 3i = p ⇒ p = 3p' ⎩

B) φ =

k 2.A(T – 20) e2

Substituindo em em . (3p’) – p’ = 20 ⇒ p’ = 10 ⇒ p = 30 Aplicando na equação de Gauss:
1 1 1 = + ⇒ f = 7,5 ⇒ 30 10 f ⇒ R = 2 . 7,5 R = 15 cm

φ=

50 . 20 . (100 – 20) 0, 20

φ = 400 kJ/s

Capítulo 5
Espelhos Esféricos

1 C
À medida que o objeto se aproxima do espelho, a imagem se afasta, tornando-se cada vez maior
V O V´

1

A) Aplicando a equação dos pontos conjugados: 1 1 1 = + p p' f
1 1 1 = + 40 30 p

2 A
Se o jovem vê sua imagem no espelho, ela é virtual. Sendo ampliada, o espelho não poderia ser convexo (fornece

p = 120

Volume 1.B
imagem menor), logo o espelho é côncavo e o objeto (rosto) está entre o foco e o vértice: 1 1 1 = + p f p' 1 1 1 = + p f (–2p)
1 1 1 = – 50 100 f f = 100 cm = 1 m

5 B
Se a imagem é invertida, ela é real, portanto está em relação ao espelho, do mesmo lado que o objeto. Sendo a imagem maior, p’ > p, logo o espelho está à esquerda do objeto, que está entre C e F .
p o F C p´ i

–p' A= p +2 = –p' p

p’ = –2p

⇒ R=2m

6 A
I. verdadeiro II. verdadeiro III. Falso - para qualquer posição do objeto na frente do espelho convexo, a imagem é virtual, direita e menor IV. Falso

3 C
Se a imagem é direta, ela é virtual e se é menor, o espelho é convexo.
h h 5 15 cm

7 A
A

i p' A= = O p
h/5 −p' = h 15

B

C

F

V

P

p’ = –3 cm 1 1 1 = + p f p'
1 1 1 = + 15 f (–3)

Para um objeto real posicionado além do centro de curvatura, a imagem é real, invertida e menor. Com o objeto movendo-se rumo ao infinito (p → ∞), a imagem tende ao foco (p’ → f).

8 B
O espelho da questão tem raio 80, portanto sua distância focal é de 40. (R = f/2). Objetos colocados sobre o centro geram imagens reais, invertidas e do mesmo tamanho do objeto.

f=–

15 15 ⇒ |R|=+ 4 2

4 Se a imagem é virtual e menor, o espelho é convexo.
8 20 p´ 4

9 C

O i

A) A =

i p' = O p

Se R=16 ⇒ f = 8.
–p' –p' –4y i = p ⇒ = p ⇒ p’ = 4p y o

4 –p' = 8 20 p’ = – 10 cm

B)

1 1 1 = + p f p'
1 1 1 = + 20 f (–10)

Aplicando a eq. de Gauss:
1 1 1 = p + p' f 1 1 1 = p + 4p 8 p = 10 ⇒ p’ = 40

f = –20 cm (convexo)

Física V
71

Volume 1.B
Pela figura pode-se observar que a distância entre imagem e objeto pode ser calculada como: d = p’ – p ⇒ d = 40 – 10 ∴d = 30 Assim: E =
k ( qA + qB ) r2

10 C

Aplicando a equação de Gauss:
1 1 1 = p + p' f

1 A) Como o pêndulo defletiu no sentido oposto ao do
campo, conclui-se que q < 0. B)
Fe θ T T Fe θ P

Física V

1 1 1 = + p' 20 10 p’ = –20

–p' A= p
–(–20) 10 A=2

P

A=

fgθ2

Fe P

A imagem será ampliada 2 vezes.

qE fgθ = mg ⎛ qE ⎞ θ = arctg ⎜ mg ⎟ ⎜ ⎟ ⎝ ⎠

72

2 E

Capítulo 6
Fluxo Elétrico e Lei de Gauss

Raciocinando com o auxílio da Lei de Gauss: φ = 4kπQ Como a carga envolvida pelas duas superfícies é a mesma, conclui-se que o fluxo é o mesmo.

3 C

1
ra rb qA qB

Haverá indução total e uma carga –Q na superfície interna do condutor oco. As linhas da força devem ser perpendiculares às superfícies carregadas.

4 D
No equilíbrio: fgθ
Fe P

qE 3 = mg 4
q 3 g = . 4 E m

A) Para r < ra Adotando uma gaussiana esférica de r < ra, observase que a carga no seu interior é nula. Logo, E = 0. B) Para ra < r < rb Adotando uma gaussiana com raio no intervalo dado teremos Q = qA: φ = E . A = 4kπQ E . 4πr2 = 4kπQA

5 D
As cargas ficam distribuídas como na figura.
– – –Q – +Q – – A + – + + – – –

E=

kqA r2

C) Adotando agora uma gaussiana esférica com r > rb, Q = qA + qB

A superfície externa está aterrada e permanece neutra, não induzindo cargas em C.

Volume 1.B
6 D
E

4

D [ ] = ML2T–2 → unid ( ) = kgm2/s2 [a] = M0LT–2 → unid (a) = m/s2 [E] = ML2T–2 → unid (Ec) = kgm2/s2 E [ρ] =

+

+

+

+ r

+

+

+

+

+

5

MLT –2 [peso] = = ML–2T–2 L3 [vol]

Neste caso, a simetria é axial, portanto a gaussiana adequada é cilíndrica, coaxial ao fio. Em toda ela o campo será normal à superfície. Logo: φ=E.A 4kπQ = E . 2πrL 2k . (λ . L) = E . r . L E=

6 7

B A grandeza obtida tem eq. dimensional dada por [G] = ML–1T–2 que corresponde a uma pressão. C Cada animal deve ser “multiplicado” por 6, assim, de 2 cachorros veremos 12 e de 1 gato veremos 6. Assim, cada animal gerará 5 imagens nos espelhos: 5=

2kλ r

360 – 1 ⇒ α = 60o α

8

1

A) L – comprimento; metro (m) M – massa; quilograma (kg) T – tempo; segundo (s) B) α, β e γ são dimensões físicas de G com relação às grandezas M, L e T. Se G for uma potência.

B Grandeza quantizada, descontínua ou discreta é aquela que só pode existir com múltipla de uma certa quantidade mínima, Não pode assumir qualquer valor. À essa quantidade mínima denominamos “quantum” da grandeza. D Se há atração ou ambos estão eletrizados com cargas opostas ou 1 deles está neutro. O item que não satisfaz a nenhuma das duas condições acima é o D. Na condição do item D os corpos repeliriam um ao outro. E O espelho da questão é côncavo pois pode gerar imagens invertidas (reais). Enquanto a imagem for direita, ela é virtual e maior (A > 1). Entre os pontos x = 30 e x = 50 temos a mudança direita ⇔ invertida, o que indica a passagem pelo foco. Estando o foco no intervalo 30 < f < 50, o centro está no intervalo 60 < 2f < 100. Se o objeto for colocado em x = 110 ele estará certamente além do centro e terá imagem real, invertida e menor. Assim, todas são corretas. C A distância focal de um espelho não depende do meio em que ele está imerso. E Sendo a imagem real, ela é invertida e como é maior, está mais distante do espelho:
O F i

9

[G] =

[Trabalho] [F] . [dist.] = [Tempo] [Tempo] MLT –2 . L T

10

[G] =

[G] = ML2T–3 Logo, α = 1; β = 2; γ = –3

2

D Velocidade: [V] = M0LT–1 Trabalho: [ ] = [F] x [d] = ML2T–2 Pressão: [P] =

11 12

[F] MLT –2 = = ML–1T–2 [A] L2

Logo: [G] = (M0LT–1) x (ML2T–2) x (ML–1T–2) x T [G] = M2L2T–4

3

D Pela unidade deduz-se que a grandeza procurada tem uma equação dimensional dada por: [G] = ML2T –2 que corresponde a um trabalho ou uma energia.

Do enunciado temos: P = 4 cm P’ = 12 cm

Física V
73

L

Volume 1.B
Pela equação de Gauss:

1 1 1 = + f 12 4
f=

5

D [F] . [ Δx] [η] = [A] . [ Δv] [η] =

48 ⇒ f = 3 cm 16

MLT –2 . L L2 . LT –1

Como R = 2f ⇒ R = 6 cm

[η] = M . L–1 . T–1

Física V

13 14

B As linhas de força entram no corpo 1, logo, ele é negativo. As linhas de força saem do corpo 2, o que indica sua carga positiva. E Nula. Todo o excesso de carga num condutor em equilíbrio deve estar na sua superfície externa. Não deve haver campo resultante dentro do condutor. E A carga se distribui na superfície externa e fica mais adensada onde houver pontas.

6

E [P] =

[F] MLT –2 = = ML–1T–2 [A] L2

7

D [k] = [F] MLT –2 = ML–1 2 = [v ] L2 T –2

15

Logo, unid (k) = kg/m

8

8 A´ 6 B´ 4

74

1 2

D [ ] = [F] . [d] = MLT–2 . L [ ] = ML2T–2 C [G] = [G] =

2 B 0

A

2

4

6 0 8

10

12

14

16

[a] . [L] . [m] [t]

M0LT –2 . L . M T [G] = ML2T–3

A) Fazendo a simetria dos pontos A e B, em relação ao plano do espelho, obtemos os pontos A’ e B’. Assim A’ (0; 8) e B’ (0; 6). B) Fazendo as semelhanças para os triângulos com vértice em B’, obtemos o intervalo onde B’ pode ser visto, que vai de x = 6 a x = 15.
6 2 = ⇒ x=6 x 2 6 2 = ⇒ x = 15 x 5

3

D [Q] = [m] . [v] [Q] = M . LT–1 Mas [F] = M . LT–2 Multiplicando [Q] por teremos:
MLT –1 . LT –2 LT –2 0 [Q] = F . L T

LT –2 LT –2

Fazendo as semelhanças para os triângulos com vértice com A’:
8 4 = ⇒ x’ = 4 x 2

[Q] =

4

B Pela equação temos: σ=
P logo 0, 5 V 2

8 4 = ⇒ x = 10 x 5

[σ] = [σ] =

[P] [F] = [V 2 ] [A] . [V]2
–2 2

Fazendo a intersecção dos resultados, a imagem A’B’ pode ser vista completamente entre os pontos x = 6 e x = 10.

9

MLT L . L2T –2 [σ] = M . L–3 T0

A A carga deve se distribuir proporcionalmente aos raios, assim a esfera 1, que tem o dobro do raio de 2, deve ficar com o dobro de carga de 2. Para que a carga positiva de 1 aumente, ela deve perder elétrons para 2.

Volume 1.B
10
A Dispondo os materiais numa série triboelétrica:
+ Vidro Seda Enxofre X

15

+ 2μC – 1μC – B – 1μC – – + A + – + + – – –

O material de cima fica positivo quando atritado com qualquer material abaixo dele. Assim, quando se atrita o vidro com x, o vidro fica positivo. O item “D” fica errado por generalizar (“nenhum”) não se referindo apenas aos meteriais citados na questão.

A) Por indução total, a carga Q2 deve ser de – 1μC B) Os pontos que estão na região 10 cm < R < 20 cm sofrem ação de um campo gerado apenas pela carga Q1 (1μC), Logo: E=
kQ1 R2

11

A Estando os dois pisos no mesmo ambiente, ambos estarão em equilíbrio térmico com o ambiente e entre si, embora, devido à melhor condutibilidade térmica do mármore, possamos senti-lo “mais frio” que a madeira. Sendo no litoral a pressão atmosférica é de 1 atm e o gelo derrete a 0oC:
120ºC A L 3 L 3 T B L 3 0ºC C

E=

9 . 109 . 1. 10 –6 (12 . 10 –2 )2

12

9 . 107 144 E = 6,25 . 105 N/C

E=

C) Para pontos na região R > 25 cm o campo é gerado pela carga total na superfície de B: E=
kQ d2

Pela lei de Fourrier para a condução: ∅AB = ∅BC k . A (T – 0) k . A (120 – T) = L L 2. 3 3 2T = 120 – T 3T = 120 T = 40oC

E=

9 . 109 . 2 . 10 –6 (3 . 10 –1)2

E = 2 . 105 N/C

Anotações

13

x

8 50 2

8

f=

Os raios que indicam paralelos ao eixo do espelho côncavo formariam uma imagem real no foco do espelho côncavo. A reflexão no espelho plano cria uma imagem real, simétrica do foco do 1o espelho. f=x+8 25 = x + 8 x = 17

14

Q = σ . área Q = 2 . 10–6 . (4πR2) Q = 2 . 10–6 . 4 . π . (6 . 10–2)2 Q = 288 . 10–10 π Q ≅ 9,04 . 10–8 C

Física V
75

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