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Volume 1.

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

Exclusivo da apostila do professor


professor,, este guia
apresenta a resolução dos exercícios

Física I
SUMÁRIO
Capítulo 1: Iniciação à Física – Unidades de Medida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
Tópico A: Unidades de Medidas
Tópico B: Sistemas de Unidades Mecânicas – Sistemas MKS e CGS
Tópico C: Notação Científica
Tópico D: Ordem de Grandeza
Tópico E: Algumas Relações Importantes
Tópico F: Proporcionalidade entre Grandezas Físicas
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1
Capítulo 2: Análise Dimensional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Tópico A: Definição
Tópico B: Introdução
Tópico C: Verificação da Homogeneidade das Fórmulas Físicas
Tópico D: Conversão entre as Unidades MKS e CGS, a partir da Expressão Dimensional da Grandeza
Tópico E: Relação entre Unidades de Dois Sistemas
Tópico F: Mudança de Escalas
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

Capítulo 3: V etor
Vetor es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
etores
Tópico A: Introdução
Tópico B: Grandezas Escalares x Grandezas Vetoriais
Tópico C: Elementos de um Vetor
Tópico D: Notação de um Vetor
Tópico E: Soma de Vetores →
Tópico F: Produto de um Número Real (n) por um Vetor ( v )
Tópico G: Subtração de Vetores
Tópico H: Decomposição Ortogonal de um Vetor
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
Capítulo 4: Introdução à Cinemática e Escalar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Tópico A: Conceitos Básicos
Tópico B: Classificação dos Movimentos
Tópico C: Principais Gráficos da Cinemática e suas Respectivas Aplicações
Tópico D: Classificação dos Movimentos a Partir de um Gráfico s x t ou v x t
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Volume 1.B
Sabemos, do estudo da química, que 1 mol de qualquer
substância possui, 6,02 . 1023 moléculas e que 1 mol de
Capítulo 1 água possui massa igual a 18 g.

Iniciação à Física – Unidades de Medida No de moléculas x Massa de água


6,02 . 1023 → 18 g
x → 350 g

6, 02 . 1023 x 350 g 6.1023 x 3, 5 . 102


1 C x= ≅ →
18 g 18
N
Física I

–2
I. N . m = 2 = pascal
m 3, 5
→x= x 1025 ≅1,17 . 1025 →
3
N
II. J . m–3 = N . m . m–3 = N . m–2 = = pascal → OG(x) = 1025
m2
J
III. W . s . m = .s.m=J.m=N.m.m=
s
= N . m ≠ pascal
2

2 D
1 E
π . p . R4 π . p . R4 De acordo com a tabela dos prefixos múltiplos e sub-
φ= →n= →
2 8.n.A 8.A.φ múltiplos decimais de uma unidade, temos:

Un(p) x Un(R 4 ) Pa x m4 ⎧1 μ =10 –6


→ Un(n) = = = ⎪
Un(l) x Un(φ) m3 ⎪1n =10 –9
mx ⎪
s –1
⎨1 d =10
⎪ –2
Pa x m4 4 s N ⎪1 c =10
= 4 = Pa . m x 4 = Pa . s = 2 . s → ⎪1m =10 –3
m m m

s
→ Un(n) = N . m–2 . s
2 B
3 C Conforme a resolução da questão anterior, temos:
V = A . h = 2.000 km2 x 10 mm = 1n = 10–9
= 2.000 x 106 m2 x 10 . 10–3 m = 2 . 107 m3
3 C
m kg 3 Tomemos como exemplo as unidades do sistema MKS.
d= → m = d x V = 1.000 x 2 . 107 m →
V m3
⎧ m m
→ m = 2 . 1010 kg ⎪⎪Un(I) = N . s = kg . s2 . s = kg . s

4 C ⎪Un(Q) = kg . m
Suponhamos que o volume da bola seja aproximadamente ⎪⎩ s
igual a 2 A.
V = 2 A = 2 dm3 = 2 . 10–3 m3 → 4 E
→ OG(V) = 10–3 m3
I I
m . g. b → T = m . g . b →
2
5 B T=
Consideremos a espessura média dos livros igual a 4 cm.
→ I = m . g . b . T2 →
A = 2 105 x 4 cm = 2 . 105 x 4 . 10–2 m →
→ A = 8 . 103 m → OG(A) = 104 m → Un(I) = kg . m . m . s2 = kg . m2
s2
6 D
Imaginemos que a capacidade do copo seja de 350 mA. 5 A
V = 350 mA = 350 . 10–3 A = 350 . 10–3 dm3 = 350 cm3
Sabemos que a densidade da água é igual a 1 g/cm3. FAT Un(FAT )
FAT = k . v2 → k = → Un(k) = =
v2 Un(v 2 )
m g
d= →m=dxV=1 x 350 cm3 →
V cm3 N N s2
= = 2 =N.
⎛m⎞
2
m m2
→ m = 350 g ⎜ ⎟
⎝s⎠ s2
Volume 1.B
6 C x=
3
x 101 . 103 Pa =
303
. 103 Pa →
F Un(F) 19 19
F = k . v2 → k = 2 → Un(k) = = → x ≅ 15,9 k Pa
v Un(v 2 )

N N s2 m s2 kg 15 E
= 2 = 2 = N . 2 = kg . . 2 = m
⎛m⎞ m m s 2 m Volume x Tempo
⎜ ⎟
⎝s⎠ s2
600 m3 → 1s
x → 1 ano
7 B
J
1 ano x 600 m3

Física I
P = 100 W = 100 x= →
s
1s
Energia x Tempo
365 x 24 x 3.600 s x 600 m3
100 J → 1s →x= →
1s
200 J → x
→ x = 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 3,6 . 103 x 6 . 102 m3 →
200 J x 1 s → x = 189 . 108 m3 = 1,89 . 1010 m3
x= 100 J → x=2s
16 E
8 D h 60 cm 60 cm 6 . 10
= = = = 6 . 10–4
m d 1km 1. 105 cm 105 3
J = N . m = kg . 2 . m = kg . m2 . s–2
s
17 B
9 D OG (700.000) = OG (7 . 105) = 106
O enunciado erra porque afirma que a usina de Ita é capaz
de gerar 1.450 MW de energia a cada 1h. 18 B
Como o watt (W) mede potência, mega watt (MW) também
medirá esta grandeza. VBaleia 102
VBactéria = 10 21
→ 1021 →
VBactéria
10 B
V = A . h = 252.000 km2 x 800 mm = 102
= 252.000 x 106 m2 x 800 . 10–3 m = → VBactéria = = 10–19 m3
1021
= 252 . 109 m2 x 8 . 10–1 m =
= 2.016 . 108 m3 = 2,016 . 1011 m3 →
→ V ≅ 2 . 1011 m3 = 200 bilhões de m3. 19 D

11 C No de batidas x Tempo
1 Å = 10–10 m, portanto mede comprimento. 70 → 1 min
x → 80 anos
12 B
O ano-luz é uma unidade de espaço e corresponde à
distância percorrida pela luz, no vácuo, durante 1 ano 70 x 80 anos
x= →
terrestre. 1min

13 C →x=
70 x 80 x 365 x 24 x 60 min

Un (volume) A 1 min
Un (complacência) = =
Un (pressão) atm → x = 7 . 10 x 8 . 10 x 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 6 . 10 →
→ x = 2 .943 . 106 ≅ 2,9 . 103 . 106 →
14 A → x ≅ 2,9 . 109 batidas → OG(x) = 109
1 atm = 76 cm Hg = 1,01 . 105 Pa
Pmáx = 120 mm Hg = 12 cm Hg
20 D
76 cm Hg → 1,01 . 105 Pa
12 cm Hg → x ⎧ k . v2
⎪G1 =
⎪⎪ A
12 cm Hg x 1, 01 . 10 5 Pa ⎨
x= → k . (4v)2 16 kv 2 kv 2
76 cm Hg ⎪G2 = = = 32
⎪ A 1 A
A
⎪⎩ 2 2
12
→x= x 1,01 . 102 . 103 Pa →
76 G2 = 32 G1
Volume 1.B
2, 4.1010
= A = 3,4 . 1010 A
0,7

1 C Área plantada x Álcool produzido


J
PE = 60 GW = 60 . 10 W = 6 . 10 9 10
W = 6 . 10 10 –2
10 km 2
→ 2,7 . 103 A
s
x → 3,4 . 1010 A
EE = 40% . Eliberada = 0,4 . 1023 J = 4 . 1022 J

Energia elétrica x Tempo 10–2 km2 x 3,4 . 1010 A


x= →
4 . 1022 J → x 2,7 . 103 A
6 . 1010 J →
Física I

1s
3,4 108
→x= . km2 = 1,25 . 105 km2
2,7 103
4 . 1022 J x 1 s 4 40
x= = . 1012 s = . 1011 s → 1 1
6 . 1010 J 6 6
1,25 . 105 km2 = . 2,5 . 105 km2 = área do Piauí
2 2
→ x = 6,7 . 10 11
s

1 ano = 365 x 24 x 3.600 s = 5 D


= 3,65 . 102 x 2,4 . 10 x 3,6 . 103 s =
No de pessoas x No de cabelos
= 31,53 . 106 s = 3,15 . 107 s
1 → 104
5 . 109 → x
4 1 ano → 3,15 . 107 s
x → 6,7 . 1011 s x = 5 . 109 x 104 = 5 . 1013 cabelos
11
1 ano x 6,7 . 10 s 6,7
x= = . 104 anos → No de planetas x No de cabelos
3,15 . 107 s 3,15
→ x ≅ 21.200 anos 1 → 5 . 1013
x → 6 . 1023
2 C
De acordo com a escala temporal proposta, o homem
6.1023 x 1
moderno surgiu a apenas 4h, enquanto os primeiros x= → x = 1,2 . 1010
vegetais existem a cerca de 3 anos. Logo, não pode se 5.1013
creditar ao homem todas as transformações existentes
na Terra. 6 D
VOrós = 2 . 1012 A = 2 . 1012 dm3 = 2. 109 m3
3 D
Podemos fazer a seguinte proporção. Volume de água x Tempo
200.000 m3 → 1s
Idade real x Idade imaginária
2 . 109 m3 → x
Terra → 4,5 . 109 anos → 45 anos
Agricultura → x → 1h 2 . 109 m3 x 1 s
x= = 10.000 s ≅ 3h
2 . 105 m3
9
4, 5 . 10 anos x 1h
x=
45 anos
7 E
4, 5 . 109 anos x 1h
x= 1
45 x 365 x 24 h m km
g = 9,81 2 = 9,81 . 1.000 2
=
4, 5 . 109 s ⎛ 1 ⎞
⎜ h⎟
x=
4,5 . 10 x 3,65 . 102 x 2,4 . 10
anos ⎝ 3.600 ⎠

4,5 . 109 45 . 108 1 3.6002


x= anos = anos = = 9,81 x x km/h2 =
39, 4 . 104 39, 4 . 104 1.000 1

= 1,14 . 104 anos = 11.400 anos 9,81 x 362 x 1002


= km/h2 =
1.000
4 B
VGasolina V = 9,81 x 1.296 x 10 km/h2 ≅ 1,3 . 105 km/h2 →
= 70% → VÁlcool = Gasolina =
VÁlcool 0,7 → OG(g) = 105 km/h2
Volume 1.B
→ L1 . T–1 = Lx+y . T–2x →
8 A
⎧ 1
1 BTU → 1.055 J ⎪⎪−2x = −1 → x = 2
50.000 BTU → x ⎨
→ ⎪ 1 1
x + y = 1→ + y = 1 → y =
⎪⎩ 2 2
50.000 BTU x 1.055 J
x=
1 BTU Logo, v = k . g.h
x = 5 . 104 x 1,055 . 103 J
x = 5,275 . 107 J 3 C

⎧[p] = M . L . T –1

Física I
9 C ⎪ –1
⎪[c] = L . T
ft 2 9,3 . 10 –2 m2 ⎨ –1
462
gal
= 462 . = ⎪[v] = T
3,8 L ⎪ 2 –2 2 -1
⎩[h] =[energia] x [tempo] = ML T . T = ML T
4,62 . 102 x 9, 3 . 10 –2 m2 m2
= = 11,3 P = hx . cy . vz →
3, 8 L L → [p] = [h]x . [c]y . [v]z →
→ MLT–1 = (ML2T–1)x . (L . T–1)y . (T–1)z →
10 C → M . L . T–1 = Mx . L2x . T–x . Ly . T–y . T–z →
Aproximemos o grão de arroz para um cilindro de 1 mm de → M . L . T–1 = Mx . L2x+y . T–x–y–z →
raio (da base) e 4 mm de comprimento.
VGrão = A . h = π R2 . h = π . (1 mm)2 x 4 mm → ⎧x = 1 5

→ VGrão = 4π mm ≅ 12 mm
3 3 ⎪2x + y = 1 → 2 . 1. + y = 1 → y = −1

VTotal = 12 . 1010 mm3 = 1,2 . 1011 mm3 = ⎪− x − y − z = −1 → −(x + y + z) = −1 →
⎪→ x + y + z = 1 → 1− 1+ z = 1 → z = 1

= 1,2 . 1011 . 10–9 m3 → VTotal = 120 m3
x = 1, y = –1 e z = 1 →
Dentre as opções apresentadas, a que mais se aproxima é
h.v
a do volume de um vagão de trem. →p=
c

4 D
Unidade Unidade
Grandeza Dimensão Fator
arbitrária MKS
Capítulo 2 Espaço L 1,5 m x
1,5 m

Análise Dimensional Massa M 1,5 kg 1,5 kg


x

Tempo T 1,5 . s 1,5 s


x

Velocidade ?
T–1 k x rad/s
angular
1 E
E v [v] L . T –1
E=x.c→x= → v=ω.R→ω= → [ω] = = = T–1
c R [R] L
[E] M . L2 . T−2 1
→ [x] = = → [ω] = T–1 → k = (1,5)–1 rad/s → k = rad/s →
[c] L . T−1 1,5

→ [x] = M . L . T–1 2
→k= rad/s = 0,67 rad/s = 67% rad/s
3
Logo, a grandeza X tem a mesma dimensão de quantidade Logo, a nova unidade é 33% menor que a original.
de movimento.
5 D
2 C
SII
v = k . gx . hy → [S] = L2 → SII = 42 . SI → S = 16
→ [v] = [k . gx . hy] → I
→ [v] = [k] . [g]x . [h]y →
VII
→ L. T–1 = 1 . (L . T–2)x . (L)y → [V] = L3 → VII = 43 . VI → V = 64
→ L . T –1 = Lx . T–2x . Ly → I
Volume 1.B
cte
m ↑
M . L−1 . T −2
d= →m= d xV→mαV→ → [x] = =L→
V M . L−3 x L . T −2
mII V m
→ = II → II = 64 → [x] = [Espaço]
mI VI mI
7 D
6 E F . Δx [F] . [Δx]
n = A . Δv → [n] = [A] . [Δv] →
[R] = L ⎫⎪

[V] = L3 ⎪⎭ → V2 = 8 . V1 → R2 = 8 . R1 →
3
MLT −2 x L
→ R2 = 2 . R1 → R2 = 2 mm → [n] = →
L2 x L . T −1
Física I

→ [n] = M . L–1 . T–1

8 C
a.l.m
1 B G= →
t
[I] = [Q] = M . L . T–1
[a] . [l] . [m]
2 D → [G] = →
[t]
⎧a =1 L . T –2 x L x M
⎪ → [G] = →
6 [P] = M . L2 . T–3 → ⎨b = 2 T
⎪c = -3
⎩ → [G] = M . L2 . T–3

3 B 9 D
vn [v]n
C C x= → [x] = →
v= → v2 = → a [a]
ρ ρ
→ C = v2 . ρ → [C] = [v]2 . [ρ] → (L . T −1)n
→ [C] = (L . T–1)2 . M . L–3 → → L = L . T −2 → L2 . T–2 = (LT–1)n →

→ [C] = L2 . T–2 . M . L–3 → M . L–1 . T–2 → (L . T–1)2 = (L . T–1)n → n = 2


[C] = M . L–1 . T–2 → [C] = [Pressão]
10 A
4 D N F
• é unidade de = Pressão.
XY XY UZ 2 m2 A
U= → U2 = →Y= →
Z Z X [Pressão] = M . L–1 . T–2 (4)
• Litro é unidade de volume.
[U]2 . [Z] (L . T −1)2 . M
→ [Y] = = → [Volume] = L3 (3)
[X] L
• N . s é unidade de F . Δt = Impulso.
L2 . T −2 . M [Impulso] = M . L . T–1 (2)
→ [Y] = = M . L . T–2 →
L • kgf (quilograma-força) é unidade de força.
→ [Y] = [Força] [Força] = M . L . T–2 (1)

5 B 11 D
m Sistema Sistema
Grandeza Dimensão Fator
G = kW. → arbitrário MKS
v
Espaço L 10 m 10 m
[k] . [w] . [m] x
→ [G] = →
[v] 10
Massa M 10 kg x kg
2 −2
1. M . L . T . M 10–1
→ [G] = = M2 . L . T–1 Tempo T 10–1 s s
L . T −1 x

Força M . L . T–2 k x
? N
6 A
ρ [ρ] [F] = M . L . T–2 → k = (10) x (10) x (10–1)–2 N →
x = μ . α → [x] = [μ] . [α] → → k = 10 . 10 . 102 = 10.000 N.
Volume 1.B
12 A 16 D
Sistema Sistema
Sistema Sistema Grandeza Dimensão Fator
Grandeza Dimensão Fator arbitrário MKS
arbitrário MKS
Espaço L km 103 m
Espaço L 10 m 10 m x
x

Massa M t 103 kg
Massa M 10 kg 10 kg x
x

Tempo T ms 10–3 s
Tempo T 10s 10 s x
x

Força M . L . T–2 k ? N
Força M . L . T–2 k x
? N x

Física I
[F] = M . L . T–2 →
[F] = M . L . T–2 →
→ k = (103) . (103) . (10–3)–2 N →
→ k = (10) . (10) . (10)–2 N → k = 1 N
→ k = 1012 N
13 D
Sistema Sistema 17 A
Grandeza Dimensão Fator
arbitrário MKS A=2 m ⎞ 1

Espaço L 2m x
2 m A' = 20 cm = 0, 2 m ⎠ → A’ = 10 A

2
Massa M 2 kg x kg ⎧ 1
⎪A' = 10 A 7

Tempo T 2s 2 s ⎨ 3 1
x [V] = L3 ⎪ ⎛ 1 ⎞ V → V’ = 1.000 V
V' = ⎜ ⎟
?
⎪⎩ ⎝ 10 ⎠
Energia M . L2 . T–2 k x J

⎧ 1
[E] = M . L2 . T–2 → k = (2) . (2)2 . (2) –2 J → k = 2 J ⎪⎪ V' = 1.000 = V
m ⎨
d= →m= d .V→mαV ⎪ 1
14 A V cte m' = =m
⎪⎩ 1.000
Sistema Outro
Grandeza Dimensão Fator
arbitrário sistema 1 1
m’ = m→2= m→
Espaço L 2X 2 X 1.000 1.000
x

Massa M 3Y 3 Y → m = 2.000 kg
x

Tempo T 2Z 2 Z
x
18 D
? De acordo com a resolução da questão anterior, temos:
Trabalho M . L2 . T–2 W' x W
1
M1 = . M2 → M2 = 1.000 M1
[Trabalho] = M . L . T →
2 –2 1.000
→ W1 = (3) . (2)2 . (2)–2 W → W’ = 3 W
19 C
15 B Aplicando o raciocínio empregado na solução da questão
Sistema Sistema 18, temos:
Grandeza Dimensão Fator
arbitrário MKS
1 M
3 m= .M→ m=
Espaço L 3m x m 1.000 103

Massa M 5 kg 5 kg
x
20 D
Tempo T 0,5s 0,5 s A dosagem de um medicamento é definida em função de
x
sua massa (m).
? Como as gotas são de um mesmo medicamento, elas têm
Potência M . L2 . T–3 k x W
a mesma densidade (d).

−3
m
⎛ 1⎞ d= →m= d .V→mαV→
[P] = M . L . T → k = (5) (3) . ⎜ ⎟
2 –3 2
W→ V cte
⎝2⎠
m1 V
→ = 1
→ k = 5 x 9 x 8 W → k = 360 W m2 V2
Volume 1.B
N Força
• é unidade de Tempo2
s2

⎡ Força ⎤ [Força] MLT –2


⎢ 2⎥ = 2 = = MLT–4
⎣ Tempo ⎦ [Tempo] T2

1 2 3 B
Un(h) = J x s → [h] = [Energia x Tempo] →
→ [h] = M . L2 . T–2 x T = M . L2 . T–1
x 2.x
1 [1] 1
Física I

⎧⎪L 2 = 2 . L1 ƒ= → [ƒ] = = T–1


T [T] T
[V] = L3 ⎨V =(2)3 . V → V2 = 8 . V1 [T] = [Temperatura absoluta] = θ
⎪⎩ 2 1

m1 V1 m1 V1 Toda e qualquer expressão que represente um expoente


m2 = V2 → m2 = 8 V1 → m2 = 8 . m1
deve ser adimensional. Assim, temos:
⎡h . ƒ ⎤
⎢ ⎥ = M o . Lo . To →
Logo, uma única gota do conta-gotas maior substitui as ⎣k .t ⎦
oito gotas do conta-gotas menor.
[h] . [ƒ]
→ [k] . [t] = 1 →
8
[h] . [ƒ]
→ [k] = →
[t]

1 C M . L2 . T −1 x T −1
→ [k] = = ML2T–2 . θ–1
θ
1 2.k
k= J . ω2 → J = →
2 ω2
4 A
[2] . [k] 1 1
→ [J] =
ε.μ →v = ε.μ →
2
[ ω]2 v=

v [v] 1
v=ω.R→ω= → [ω] = → →ε.μ= →
R [R] v2
L . T –1 [1] 1 1
→ [ω] = → [ω] = T–1 → [ε . μ] = [v]2 = (L . T −1)2 = 2 −2 →
L LT
→ [ε . μ] = L–2 . T2
[2] . [k] 1. M . L2 . T –2
[J] = = =
[ ω]2 (T –1)2 5 C
2
M .L .T –2 pβ
= → [J] M . L2 vα = C . →
T –2 ρ


2 B → [vα] [C . ]→
• Joule é unidade de energia. ρ
[Energia] = M . L2 . T–2
[C] . [p]β
N Força → [v]α = →
• é unidade de . [ρ]
m Espaço
1 . (M . L–1 . T –2 )β
–1 α
⎡ Força ⎤ → (L . T ) = →
[Força] M . LT −2 M . L–3
⎢ ⎥ = = = M . T–2
⎣ Espaço ⎦ [Espaço] L M β . L−β . T −2β
→ Lα . T–α = →
N Força M . L−3

s
é unidade de Tempo → Lα . Tα . M0 = L–β+3 . T–2β . Mβ–1 →

⎧α = – β + 3
⎡ Força ⎤ [Força] M . LT −2 ⎪
⎢ ⎥ = = = MLT–3 → ⎨α = –2β
⎣ Tempo ⎦ [Tempo] T ⎪0 = β – 1 → β = 1 → α = 2

Volume 1.B
B → [t] = [A]x . [v]y . [F]z →
6 → T = (L)x . (LT–1)y . (M . L . T–2)z →
Em todas as equações, o resultado da expressão fornecida
deve exprimir tempo, logo sua dimensão deve ser igual a T. → T = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z →
→ T = Mz . Lx+y+z . T–y–2z →
⎡ 1 m.d⎤ M.L
• ⎢ 2π . ⎥
g ⎥⎦ = 1 . L . T −2 = M . T2 ≠ T ⎧z = 0
⎢⎣ ⎪
− y − 2z = 1 → − y = 1 → y = −1
→ ⎨
⎪ x + y + z = 0 → x − 1+ 0 = 0 → x = 1
⎡ d⎤ L ⎩
• ⎢2π . ⎥
g ⎦⎥ = 1 . L . T −2 = T2 = T
⎣⎢ A
x = 1, y = –1 e z = 0 → t =
⎡ v
d ⎤ L

Física I
• ⎢2π . F . x ⎥ = 1 . M . L . T −2 . L = M −1L−1T2 ≠ T m = Ax . vy . Fz →
⎣⎢ ⎥⎦ → [m] = [A]x . [v]y . [F]z →
→ M = (L)x . (L . T–1)y . (MLT–2)z →
⎡2 m⎤ M → M = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z →
• ⎢π . ⎥
g ⎦⎥ = 1 . L . T −2 = M . L−1 . T 2 ≠ T → M = Mz . Lx+y+z . T–y–2z →
⎣⎢
⎧ z =1
7 C ⎪
–y – 2z = 0 → –y – 2 = 0 → y = –2
P = k . rx . ρy . vz → → ⎨
⎪ x + y + z = 0 → –2+1= 0 → x =1
→ [P] = [k] . [r]x . [ρ]y . [v]z → ⎩
→ ML2 . T–3 = 1 . (L)x . (ML–3)y . (L . T–1)z →
A.F
→ M . L2 . T–3 = Lx . My . L–3y . Lz . T–z → x = 1, y = –2 e z = 1 → m =
→ M . L2 . T–3 = My . Lx–3y+z . T–z → v2
9
E = Ax . vy . Fz →
⎧y =1 → [E] = [A]x . [v]y . [F]z →
⎪ → ML2T–2 = (L)x . (LT–1)y . (MLT–2)z →
→ ⎨ –z = –3 → z = 3
⎪ x - 3y + z = 2 → x – 3+ 3 = 2 → x = 2 → ML2 . T–2 = Lx . Ly . T–y . Mz . Lz . T–2z
⎩ → M . L2 . T–2 = Mz . Lx+y+z . T–y–2z →

B ⎧z = 1
8 ⎪
→ ⎨− y − 2z = −2 → − y − 2 = −2 → y = 0
⎧[v] = L . T –1 ⎪x + y + z = 2 → x + 0 + 1 = 2 → x = 1
⎪ ⎩
⎪⎪
⎨[F] = M . L . T
–2 x = 1, y = 0 e z = 1 → E = F . A
⎪ [m] M
⎪[d] = = = M . L–1 A
• t= → T = L . V–1
⎩⎪ [A] L V
v = k . Fx . dy → [v] = [k] . [F]x . [d]y → Sistema Sistema
Grandeza Dimensão Fator
→ L . T–1 = 1 . (M . LT–2)x . (ML–1)y → novo antigo
→ L . T–1 = Mx . Lx . T–2x . My . L–y → k
Espaço L a' a
→ M0 . L1 . T–1 = Mx+y . Lx–y . T–2x → x

⎧ Velocidade V b' k b
x
⎪x + y = 0
⎪ k
→ ⎨ x – y =1 Força F c' x c
⎪ 1
⎪ –2x = –1 ⇒ x = Tempo T t' ? t
⎩ 2 x

1 T = L . V–1 → t’ = (k) . (k)–1 . t → t’ = 1 . t


x + y = 0 → y = –x → y = –
2
A.F
1 1 • m= → M = L . F . V–2
1 1 – v2
x= e y = – → v = k . F2 . d 2 →
2 2 Sistema Sistema
1
Grandeza Dimensão Fator
1 novo antigo
F2 ⎛F ⎞2
→v=k. 1 →v=k. ⎜ ⎟ → Espaço L a' k a
⎝d⎠ x
d2
Velocidade V b' k b
F x
→v=k.
d k
Força F c' x c

9 A
Massa M m' x
? m
t = Ax . vy . Fz →
Volume 1.B
M = L . F . V–2 → m’ = (k) . (k) . (k)–2 . m → m’ = 1 . m Então:
→ → → → →
• [E] = [F . l] → E = F . L BA – EA – DE – CD + CB = 0
→ → → → →
EA – CB + DE = BA – CD
Sistema Sistema
Grandeza Dimensão Fator
novo antigo

Espaço L a' x
k a 2 C
Podemos reproduzir os vetores tornando-os consecutivos
Velocidade V b' k b e somá-los pelo método geométrico.
x

Força F c' k c s
Física I

x
a
Energia E e' x
? e e f
b

E = F . L → e’ = (k) . (k) x e → e’ = k2 . e c
d
Concluímos então que: → →
Observe que o vetor soma ( S ) é igual ao vetor p .
t’ = 1 . t , m’ = 1 m e e’ = k2 . e
3 E
Para simplificar a solução podemos substituir os dois grupos
10 D de vetores pelo vetor soma de cada um, unindo a origem
10 A quantidade de luz (Q) coletada por um espelho é do primeito vetor à extremidade do último.
proporcional à sua superfície (S). Basta que somemos os vetores encontrados, conforme o
Sendo o diâmetro do espelho do VLT igual a 16 m e o diagrama a seguir.
diâmetro do espelho do Cekc igual a 10 m, temos: S2
S
⎧⎪L VLT =1,6 LCekc
[S] = L2 ⎨S =1,62 . S → 0,5 cm S1
⎪⎩ VLT Cekc
→ → →
→ SVLT = 2,56 . SCekc S = S1 + S2

⎧⎪SVLT = 2,56 . SCekc | S | = 4 x 0,5 cm = 2 cm
Q α S → ⎨Q = 2,56 . Q
⎪⎩ VLT Cekc
4 B
Para encontrarmos o gráfico correto é suficiente checarmos
o módulo do vetor soma nas duas situações abaixo.
• θ = 0o = 0 rad:
→ → →
M | S| = |M | + |N| = 2 M

N
Capítulo 3 • θ = 180o = πrad:
→ → →
Vetores | S| = | M | – |N| = 0
N M
O único gráfico que satisfaz estas duas condições é o da
opção B.

1 D 5 A
Façamos com que a soma deles se anule:
⎧→ → → →

BA ⎪ a + b = 11 i + 2 j
⎨→ → → →
CB ⎪ a – b = 5 i + 10 j

–EA → → → → → →
2a = 16 i + 12 j ⇒ a = 8 . i + 6 j
→ → → →
a + b = 11 i + 2 j ⇒
→ → → → →
–DE ⇒ 8 i + 6 j + b = 11 i + 2 j ⇒
–CD → → →
⇒ b =3 i –4 j
Volume 1.B
→ →
Podemos então ilustrar os vetores a e b pela figura abaixo. ⇒ F1 = F2 + F2 – F2 = F2 = F
1
→ →
1
Observe que F1 é horizontal, devido a simetria que F1 e
a b →
6 4 F4 têm, em relação à horizontal. Assim, teremos:

3
8 F' F2

|a|= 82 + 62 = 100 = 10

Física I
F F

|b | = 32 + 42 = 25 = 5

Logo, a resultante será nula.


6 A
→ → → → → →
Δ v = v – v0 → Δ v = v + (– v0 ) 8 A
Resolvendo a equação em (x) teremos:
→ → → →
Δv 3 x =2a – c +3b
→ → → → → → →
v0 v –v0 v0 3 x = 2(4 i – 2 j ) – (5 i – 4 j ) + 3(– 3 i – j )
120o
→ → → → → → → 11
3x =8 i – 4 j – 5 i + 4 j –9 i –3 j
Usemos a fórmula que nos dá o módulo do vetor soma → → → → → →
→ → 3 x =–6 i –3 j → x =–2 i – j
(| v0 | = | v | = v)

–2i
S= a2 + b2 + 2ab cos θ ⇒ |x| = 22 +12 = 5

⇒S= v 2 + v 2 + 2 . v . v . cos120o ⇒
–1j
x
1
⇒S= 2v 2 + 2v 2 (– ) = 2v 2 – v 2 = v2 = v
2
9 B
Veja a figura
7 A
→ → →
y
Transportando os vetores F1, F2 e F4, para que eles se 60
tornem concorrentes, temos: 60
F1 60.sen θ
θ
30 60.cos θ x
120o F2

F4

→ → → →
Fres = F1 + F4 + F2
Na direção (x), temos:
→ → →
1
Chamemos de F1 à soma de F1 e F4 . Neste caso, teremos: 60 . cosθ = 30 ⇒ cosθ = ∴ θ = 60o
2
→ → → Logo, a resultante valerá:
Fres = F1 + F2 R = 60 + 60 sen60o
60 . 3

R = 60 +
1 2
O módulo de F é dado por:
R = 60 + 30 3 = 30( 3 + 2)
F1 = F12 + F42 + 2 . F1 . F4 . cos120o ⇒

10 E
1 Usando o mesmo procedimento da questão 7, temos:
⇒F = 1 F + F + 2.F.F –
2 2

2
Volume 1.B
→ → → → → →
⎧F1 = 50 N F1 Freγ = F1 + F2 + F3 Pitágoras: | x + y | = 32 + 42 = 5 cm

⎨F2 = 40 N → → →
⎪F = 40 N Freγ = F1 + F1 4 E
⎩3
Observe as figuras:
5 5
V2
F2 F3 V1
5 5 5 V4 5
2 2
F1 5 5
3
5 5
Física I

F22 + F32 + 2 . F2 . F3 . cos120 o (Resultante nula) Diagonal do quadrado:


F’ =
a 2 =5 2
1
F’ = 402 + 402 + 2 . 40 . 40 . (– )
2 → →
Portanto: | V1 + V2 | = 5 2
F’ = 1600 + 1600 – 1600 = 1600 = 40 N
→ →
→ → | V3 + V4 | = 5 2
1
Observe que F tem a mesma direção de F1 .
Logo, o módulo da força resultante é dado por: → → → →

| V1 + V2 + V3 + V4 | = 5 2 + 5 2
Freγ = F1 – F’ = 50 – 40 = 10 N
12 = 10 2 ≅ 10 x 1,4 ≅ 14

5 C
Observando a figura e aplicando diretamente a regra do
paralelogramo:
1 C
Das grandezas mencionadas são escalares: massa, energia F
cinética e temperatura
Portanto, a única opção que só relaciona grandezas vetoriais R
60o
é a “C”
F
2 D
Representando os vetores de forma consecutiva, temos: R2 = F2 + F2 + 2 . F . F . cos 60o
1 cm
1
1 cm
R2 = F2 + F2 + 2F2 . → R2 = 3F2 ∴ R = F 3
2
a
b

6 A
c Esquematizando:
4 s

a

a+b

⎯⎯→ → →
3 ⎯⎯⎯⎯
→ → | a + b | = 70
→ → → b

⎯⎯→
S = a + b + c

S= 32 + 42 =
a + b = 70
25 = S = 5 cm

3 B
Observando a figura a seguir: a + b
a

y b
→ →
| a + b | = 50
x a2 + b2 = 2500
y
x+
3 quadrados =
Forma-se então o sistema:
3 x 1 = 3 cm
⎧a + b =70 → b =70 – a
⎨ 2 2
4 quadrados = 4 x 1 = 4 cm ⎩a + b = 2500
Volume 1.B
a2 + (70 – a)2 = 2500 → a2 – 70a + 1200 = 0
a = 40 ou a = 30 12 B

b = 30 ou b = 40 Verifique no diagrama abaixo que o vetor v constitui a
Resposta: 30 e 40 → → → →
soma dos vetores P e M , bem como dos vetores R e N .

7 D
Observe a figura: N
x M
V=P+M
V
x 2 V=R+N
x x x 2 x 2 x 2 R ⇒P+M=R+N

Física I
x 2
x 2 P

x
Logo, o módulo do vetor soma será: 13 A
Está falsa a afirmativa “A”, pois os vetores têm apenas os
S=x 2 +x 2 +x 2
módulos iguais.
s = 3x 2 Para que dois vetores sejam iguais, eles devem ter o mesmo
módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.
8 B
O módulo do vetor soma está obrigatoriamente compreendido 14 A
no intervalo → →
|v1 – v2| ≤ S ≤ v1 + v2 ⇒ Se os a e b vetores têm módulos respectivamente iguais 13
⇒ |12 – 18| ≤ S ≤ 12 + 18 ⇒ a 14 u e 6u, podemos afirmar:
→ → →
⇒ 6 N ≤ S ≤ 30 N S = a + b ⇒
⇒ • Smáx = a + b = 14u + 6u = 20u
9 A • Smín = |a – b| = |14u – 6u| = 8u

Observe no diagrama construído abaixo que o vetor x é a 15 E
→ → A figura abaixo expressa o texto:
soma dos vetores a e b .
x θ – ângulo entre os vetores
b θ = 90o + α
P R
No triângulo assinalado
→ → → a
x = a + b P 1
sen α = → α = 30o
2P α θ 2P
=
2
10 A Logo: θ = 90o + 30o = 120o
P
Vetores perpendiculares:

= 13 16 D
a = |a| + b| Verifique que:
|a → → → → → → → →
S = AB + BE + CA ⇒ S = CA + AB + BE
|b| = b Como os vetores a serem somados são consecutivos, o
vetor soma une a origem do primeiro à extremidade do
⎧⎪a + b = 17 → b = 17 – a →
⎨ 2 2 último (CE)
⎪⎩a + b = 169
a2 + (17 – a)2 = 169 → a2 – 17a + 60 = 0
17 + 7
a=
2
= 12 17 B
Podemos somar os vetores, pelo diagrama abaixo:
b = 17 – 12 = 5 1N → → → →
Resposta: 12 e 5 R = F1 + F2 + F3
→ → → →
F2
B
1N R = F1 + F3 + F2
11 R
→ → R= 12 + 12 = 2N
Observe que a soma dos vetores consecutivos A e C é

dada pelo vetor B .
→ → → → → →
F1 F3
B = A + C ⇒ A = B – C
Volume 1.B
→ →
18 A | A x | + |Bx | = 2 . r
→ → III. (verdadeiro) – Veja a figura abaixo:
Observe no diagrama abaixo que a soma do vetor v1 e v4
→ →
é igual à soma dos vetores v 2 e v3.
B A
y

v1 v2
v3
v4 S
→ → →
A y = By = y
Física I

S → →
IV. (falsa) – Como os vetores A e B são perpendicularmente,
temos:
19 D → →
S = A + B ⇒S=

A 2 + B2 ⇒ S = 2 . R
Observe que a decomposição do vetor velocidade do
pára-quedas reduz numa componente vertical igual ao

vetor v 4. 2 O módulo máximo será raro pela soma dos módulos. Isto
acontece quando os vetores têm a mesma direção e o
→ → → → → mesmo sentido.
v = v x + vy e vy = v4 vx
A) Smáx = 5 + 8 + 10 = 23
B) Smáx = 3 + 7 + 15 = 25
vy v
14 O módulo mínimo do caso “a” é nulo porque a soma dos
20 D módulos dos dois vetores menores é maior que o módulo
Decompondo o vetor F1, encontramos o diagrama abaixo. do maior. Assim, eles podem constituir uma poligonal
F1y fechada (admitem a formação de um triângulo), dando
resultante nula.
F4
x y
F3 F1x Smin = 0
F2
Quando somamos separadamente as componentes z
horizontais e verticais, obtemos as resultantes abaixo. Na situação “b” o módulo mínimo corresponde à diferença
entre o módulo do maior vetor e a soma dos dois menores.
Ry
x Smín = 15 – (3 + 7) = 5
z
Rx
Logo, o vetor soma é melhor representado pelo vetor da y
opção “D”.
3 D
Novamente usaremos as propriedades geométricas do
hexágono regular.
5

V1
5 5
V2
5 V3 5
1 E
V4
I. (verdadeira) – Do estudo da geometria plana, sabemos V5
5 5
que um triângulo inscrito em um semicírculo que tem
como um dos lados o diâmetro é retângulo e tem como
hipotenusa o diâmetro do semicírculo. 5
II. (verdadeiro) – Veja a figura abaixo: Transportanto os vetores paralelos da figura, a solução fica
simplificada:
→ → →
B A V1 + V2 = V3 = 10
→ → →
V4 + V5 = V3 = 10
Bx Ax
→ → → →
S = V3 + V3 + V3 = 3 x 10 = 30 cm
Resposta: 30 cm
Volume 1.B
4 C 7 B
→ → →
Resolvamos a equação em ( x ) Como os vetores a e b são iguais (mesmo módulo,
→ → → mesma direção e mesmo sentido), temos:
2b =4a –2 x → → → → → →
→ → → → → → d = a – b + c ⇒ d = c ⇒
2 x =4a –2b → x =2a – b → → →
⇒ | d | = | c | = 2u
→ → →
x = 2 a + (– b )
8 D
→ → → → →
10 = |2a| Podemos expressar a , b e c em função de i e j ,
conforme o exposto abaixo:

Física I
120o x
⎧→ → →
|–b| = 6 ⎪a = 2 i + 3 j
⎪⎪→ → →
60o ⎨b = 0 i + 2 j
⎪→ → →
⎪c = 1 i – 2 j
⎪⎩
Regra do paralelogramo I. (verdadeira) conforme o exposto acima
⎛ 1⎞ II. (verdadeira) idem
x2 = 102 + 62 + 2 . 10 . 6 ⎜ – ⎟ → → → → →
⎝ 2⎠ III. (verdadeira) b + c = 2 j + 1 i – 2 j ⇒
2
x = 100 + 36 – 60 → → → 15
⇒ b + c =1 i
x = 76 ∴ x =
2
4 x 19 → x = 2 19

Resposta: 2 19
9 A
5 C Organizando os dados e sendo a resultante nula teremos:
Como os vetores são concorrentes, podemos somá-los Resultante nula na vertical:
conforme a figura abaixo: b 6
F3 F'
→ → → →
R = F1 + F2 + F3 F1 by


60o bx ax
→ →
1 45o
R = F1 + F c

F’ = F22 + F32 = 62 + 32 = 45 ay a=3

F'

2 3 18 18
F1 by = ay → a . = 6 . →a= = =3
2 2 2 2
Resultante nula na horizontal:
→ → → c = ax + bx
R = F1 + F'
2 1 3 2+ 6
2 c=3. + 6 . → c=
R= F12 +F '2
= 2 + 45
2
= 49 = 7 2 2 2

10 C
6 B Vejamos uma solução mais simples. Observe a figura com
Veja o diagrama abaixo: dois vetores de módulos iguais a (a).
c d a |s| = x
y/2
a a
x/2

a |D| = y

→ → → → →
No paralelogramo acima as diagonais se cortam ao meio
a –a
d = c – a = c + (– a ) e são perpendiculares.
Volume 1.B
Então no triângulo assinalado. Calculemos o tempo gasto para cada passo dado pelo soldados.
2 2 no de passos
⎛x⎞ ⎛y⎞ x tempo
a2 = ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟
⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠ 120 → 1 min
1 → x
x2 y2 x2 + y2
a2 = + ∴ a2 = 1 x 1min 60s
4 4 4 x= = = 0,5s
120 120
x 2 + y2
a=
2 Para que o primeiro e o último soldados, e somente estes,
estejam marchando com o mesmo pé, o som emitido pela
primeira batida do tambor gastou 0,5s para chegar ao último
soldado da fila. Podemos então calcular o comprimento da
Física I

Capítulo 4 fila por:


Δs = v . t = 340 x 0,5 = 170 m
Introdução à Cinemática e Escalar som

Como o intervalo entre dois soldados consecutivos é de


2 m, o número de intervalos existentes é dado por:
170
N= = 85 intervalos.
2
1 A
Assim, o número de soldados (n) é dado por:
I. (falsa) O corpo pode estar em movimento em relação a
n = N + 1 = 85 + 1 = 86 soldados
um referencial e em repouso em relação a outro.
16 Ex.: Uma árvore está em repouso em relação à Terra,
mas está em movimento em relação ao Sol. 5 D
O movimento é classificado quanto à rapidez como:
II. (verdadeiro) De acordo com o exemplo acima.
III. (verdadeiro) Veja o exemplo dado na teoria do tópico A. A) uniforme → v cte → trecho BC

2 C B) Acelerado → |v| cresce → trecho DE


Se calcularmos a velocidade média para as duas primeiras zonas, C) Retardado → |v| decresce → trecho AB e CD
esta será a mesma para um número par qualquer de zonas.
v1 = 40 km/h v2 = 60 km/h 6 D
Como a velocidade é dada pela inclinação da reta tangente
x x ao gráfico, podemos afirmar que, de:
⎧ x 0 a 20 min → inclinação constante ⇒ v cte
Δs ⎪⎪Δt1 = 40 20 min a 30 min → inclinaçao crescente ⇒ v crescente
Δs 30 min a 50 min → inclinação decrescente ⇒ v decrescente
v= ⇒ Δt = ⇒ ⎨
Δt v ⎪ Δt = x 50 min a 65 min → inclinação nula ⇒ repouso
⎪⎩ 2 60
65 min a 90 min → inclinação constante ⇒ v constante

A opção que podemos considerar correta é a “D”, mas


Δs Δs1 + Δs2 x+x precisamos fazer uma ressalva: a velocidade é crescente
vm =
Δt
=
Δt1 + Δt 2
= x x ⇒
+ entre 20 e 30 min.
40 60
7 B
2x 120
⇒ vm = = 2x . = 48 km/h Observemos que:
3x + 2x 5x 1a) A velocidade é positiva no intervalo é de 0 a 4s. Logo, o
120 movimento é progressivo de 0 a 4s, e portanto “s” deve
ser crescente. Assim, estão falsas as opções “C” e “D”.
3 D 2a) Como “v” cresce de 0 a 2s, a inclinação do gráfico
s x t deve ser crescente e como “v” decresce de 2s a
Δs 40 km 40 km
Vm = = = = 4s, a inclinação neste trecho deve ser decrescente.
Δt 30 min – 10 min 20 min Portanto, está também falsa a opção “A”.
40 km
= 1
= 120 km/h 8 C
h Observe que os movimentos de A e B são uniformes, pois
3 a inclinação de cada gráfico é constante.
4 86 vA cte e vB cte ⇒ aA = aB = 0
1 2 3 4 n
Devido a inclinação do gráfico de A ser maior que a inclinação
do gráfico de B, temos para qualquer instante: vA > vB
No instante t = t0, os móveis A e B estão numa mesma posição.
2m 2m 2m Julguemos então as opções:
Volume 1.B
A) (falsa) vA > vB, em qualquer instante.
B) (falsa) Se vA > vB ⇒ ΔsA > ΔsB para qualquer intervalo
de tempo.
C) (verdadeiro) Se os dois estão numa mesma posição,
eles estão à mesma distância da origem da trajetória. 1 B
D) (falso) qA = qB = 0, em qualquer instante. 1 km 1 km
E) (falso) vA > vB v1 = 40 km/h v2 = 60 km/h

9 A ⎧ 1
Observe que a seção horizontal do vaso é crescente no
Δs Δs ⎪⎪Δt1 = 40 h
intervalo de altura de 0 a R (enchimento da primeira metade). v= ⇒ Δt = ⇒ ⎨
Como a vazão da torneira é constante, a água vai subir cada Δt v ⎪Δt = 1 h
⎪⎩ 2 60

Física I
vez mais lentamente neste trecho (v decrescente
decrescente). Logo, o
gráfico s x t deve ter uma inclinação decrescente neste trecho.
No enchimento da segunda metade do vaso ocorre o Δs total Δs1 + Δs2 1+ 1
vm = = = ⇒
inverso, pois a seção horizontal é decrescente. Logo a água Δt total Δt1 + Δt 2 1 1
+
vai subir cada vez mais rapidamente (v crescente). Logo, o 40 60
gráfico s x t deve ter uma inclinação crescente. A opção
correta é portanto a “A”. 2 120
⇒ vm = =2x = 48 km/h
A opção “B” seria correta se o vaso fosse cilíndrico e a “C” 3+2 5
se o vaso tivesse a forma de uma ampulheta. 120

10 A
Observe que: 2 D
1a) No intervalo de tempo de 0 a 4s o móvel A foi mais Viagem completa: 17
rápido que o B e a diferença entre os deslocamentos é Δs = 390 km
numericamente igual à área compreendida entre os Δt = 3,5 h = 210 min
gráficos de A e B.
v(m/s) • Trecho 1:
B vm = 120 km/h
20 A
5
Δt = 50 min = h
6
Δs 5
4 t(s) vm = ⇒ Δs = vm . Δt = 120 x = 100 km
Δt 6
Assim, temos:
N 4 x 20
ΔsA – ΔsB = área = = 40 m • Trecho 2: (Defeito mecânico)
2 Δs = 0
Δt = 15 min
2o) O móvel B alcançará o móvel A quando, a partir do instante
4s, o seu deslocamento superar o de A em 40 m. • Trecho 3:
Por analogia e pela igualdade dos triângulos, B alcança Δs3 = Δstotal – (Δs1 + Δs2) = 390 – (100 + 0) = 290 km
A no instante 8s, conforme a ilustração abaixo. Δt3 = Δttotal – (Δt1 + Δt2) = 210 – (50 + 15) = 145 min
v(m/s)
40 B
Δs3 290 km 290 km
v3 = Δt = = 145 = 250 x 60 km
20 A 3 145 min h 145 h
60
4 8 v3 = 120 km/h
t(s)

Nesses 8s iniciais, o deslocamento de B é 3 B


numericamente igual à área sob o gráfico de B. vm = 90 km/h = 25 m/s
Δt = 1s
v(m/s)
40 Δs = vm . Δt = 25 x 1= 25 m

4 D
Ele deve cumprir os 40 km nos 20 min que restam. Assim,
8 temos:
t(s)
Δs 40 km 40 km
vm = = = = 120 km/h
N 8 x 40 Δt 20 min 1
ΔsB = área = = 160 m h
2 3
Volume 1.B
5 E Δs Δs1 + Δs2 3000 m + 2000m
• Trecho 1: vm = = = 2000s + 1000s =
Δt Δt1 + Δt 2
Δs1 = 300 km
v1 = 120 km/h 5000 m
= ≅ 1,667 m/s
Δs1 300 3000s
Δt1 = = = 2,5 h
v1 120
9 C
• Trecho 2: (Parada) 100 km/h 150 km/h
Δs2 = 0 A M B
x x
Δt2 = 30 min = 0,5 h
Física I

• Trecho 3:
Δs3 = 600 – 300 = 300 km ⎧ x
Δt3 = 3 h Δs Δs ⎪⎪Δt1 = 100
vm = = Δt = ⇒ ⎨
Δt vm ⎪ Δt = x
Δs total 300 + 0 + 300 600 ⎪⎩ 1 150
Vm = = = = 100 km/h
Δt total 2,5 + 0,5 + 3 6
Δs Δs1 + Δs2 x+x
vm = = = ⇒
Δt Δt1 + Δt 2 x x
6 D +
100 150
Δstotal x
vy = vm = = 2x 300
x Δt total x ⇒ vm = = 2x . = 120 km/h
18 3x + 2x 5x
12 km + 20 km + 4 km 36 km 300
= = =
10 min + 15 min + 5 min 30 min
10 B
36 km Δs
= 0,5 h = 72 km/h Δs
vm = ⇒ Δt = ⇒
Δt vm

7 D 1000
⇒ Δt = = 250 h ≅ 10 dias
40 km 100 km 4
v v + 10
11 D
⎧ 40 O deslocamento é obtido através da área do gráfico v x t.
Δs Δs ⎪⎪Δt1 = v
vm = ⇒ Δt = ⇒ ⎨
Δt Vm ⎪Δt 2 = 100
v(m/s)
⎪⎩ v + 10
+4
40 100 2
Δttotal = Δt1 + Δt2 ⇒ 3 = + ⇒ t(s)
v v + 10
0 1 2 4 8
⇒ 3 . v . (v + 10) = 40 . (v + 10) + 100 . v ⇒
⇒ 3v2 + 30v = 40v + 400 + 100v ⇒ –4
⇒ 3v2 – 110v – 400 = 0 ⇒
110 ± 12100 + 4800
⇒v= ⇒ 4x2
6 Δs (0 a 2s) = –A1 = – = –4 m
2
110 ± 16900 110 + 130
⇒V= = = 40 km/h 6+4
6 6 Δs (2s a 4s) = A2 = x 4 = +20 m
2

8 A Podemos ilustrar o movimento da partícula pela trajetória


3000 m 2000 m abaixo.
1,5 m/s 2 m/s
t = 2s 4 m t=0 t = 8s

⎧ 3000
⎪⎪Δt1 = 1,5 = 2000s 20 m
Δs Δs
vm = = Δt = ⇒ ⎨
Δt vm ⎪Δt = 2000 = 1000s A distância percorrida foi de 24 m, mas o deslocamento foi
⎪⎩ 1 2 de 16 m.
Volume 1.B
12 C 16 A
v(m/s) N
O trecho em que o gráfico tem maior inclinação (a = tgθ)
corresponde ao intervalo de 0 a 1s.
6 17 C
5 –2
O motor deixa de funcionar no instante em que a velocidade
do foguete começa a decair (t = 10s)
–1 10 x 500
2
Δs (0 a 10s) ≅ área (v x t) = ⇒
–3 2
–4
h = Δs = 2500 m = 2,5 . 10 m
3

Física I
0 3 6 9 t(s)

3 18 C
a1 ≅ tgθ1 = = 1 m/s2 Como a velocidade está diminuindo com o passar do tempo
3 a única situação que pode ser associada a este gráfico é o
1 movimento de um tijolo lançado verticalmente para cima
a2 ≅ tgθ2 = m/s2 até atingir a altura máxima, pois a sua velocidade vai diminuir
3
até zero (inversão do sentido do movimento no ponto mais
−6 alto).
a3 ≅ tgθ3 = –tgθ4 = = – 2 m/s2
3
Logo: |a3| > |a1| > |a2| 19 D
v(m/s) N 10 + 6
13 B Δs (0 a 10s) = área (v x t) = x 4 = 32 m. Como o
2
20 19
⎧⎪ N elevador é um corpo extenso, devemos exibir o seu
Δs
v= , onde ⎨Δs = área deslocamento usando uma parte qualquer do mesmo.
Δt 10
⎪⎩Δt = 20s Considerando o seu teto, temos:

0 5 10 15 20 t(s)

N (B + b) (20 ÷ 10)
Δs = área = .h= . 20 = 300 m Δs = 32 m
2 2 H

Δs 300
v= = = 15 m/s
Δt 20
h=2m
v = 15 m/s
Assim, a altura do prédio é dada por:
H = Δs + h = 32 + 2 = 34 m
14 B
v(cm/s)
20 B
60 N
Δv = área (a x t) = +(2 x 2) – (2 x 1) = + 2 m/s
a(m/s2)
2


10 2 4 5 t(s)
–2
0 50 t(s)
Δv = v – v0 ⇒ +2 = v – S ⇒ v = 7 m/s

N 50
a = tgθ = = 1 cm/s2
50

N N (B + b) ⎛ 60 + 10 ⎞
Δs = área = .h= ⎜ ⎟ . 50 = 1750 cm
2 ⎝ 2 ⎠
1 A) Os pneus dianteiros do veículo pressionam o sensor
a = 1 cm/s2 S1, no instante t = 0 e o sensor S2 no instante
t = 0,1s. Logo
15 C Δs 2m
O trecho em que o gráfico é aproximadamente horizontal v= = = 20 m/s = 72 km/h
(v cte) está compreendido no intervalo de 5s a 8s. Δt 0,1s
Volume 1.B
B) O sensor S1 foi pressionado pelos pneus dianteiros no I 232 22 23,2 –1,2
instante t = 0 e pelos pneus traseiros no instante
t = 0,15s. Assim, podemos dizer que a distância entre II 233 23 23,3 –0,3
os pneus traseiros e dianteiros (distância entre os eixos) 8º
III 234 24 23,4 0,6
é dada por:
Δs = v Δt = 20 x 0,15 = 3 m IV 264 24 26,4 –2,4

2 C I 265 25 26,5 –1,5


Representaremos os movimentos pela tabela abaixo, na
II 266 26 26,6 –0,6
qual as distâncias são medidas em metros e o tempo, em 9º
segundos. III 267 27 26,7 0,3
Para melhor visualização, a tabela é dividida em ciclos de duração
Física I

IV 297 27 29,7 –2,7


de 33s cada, devido a especifidade do moviento da lebre.
I 298 28 29,8 –1,8
C i c lo Insta nte t SL ST SL – ST
II 299 29 29,9 –0,9
início 0 0 0 0 10º
III 300 30 30,0 0,0
I 1 1 0,1 0,9 IV 301 30 30,1 –0,1
II 2 2 0,2 1,8 Obs: Estamos considerando que no início da corrida a

III 3 3 0,3 2,7
lebre e a tartaruga estão lado a lado (s = 0), embora o
enunciado não tenha esclarecido.
IV 33 3 3,3 –0,3
As tabelas abaixo mostram a evolução da posição da lebre em
20 I 34 4 3,4 0,6 relação à tartaruga (SL – ST), nos instantes I, II, III e IV, no decorrer
dos 10 primeiros ciclos. Neste caso, devemos considerar:
II 35 5 3,5 1,5
2º sL – sT > 0 ⇒ a lebre vence a corrida
III 36 6 3,6 2,4 sL – sT = 0 ⇒ a corrida sai empatada
sL – sT < 0 ⇒ a tartaruga vence a corrida
IV 66 6 6,6 –0,6

Instante I Instante IIII Instante III Instante IV


IV
I 67 7 6,7 0,3
ciclo sL –sT ciclo sL –sT ciclo sL – sT ciclo sL – sT
II 68 8 6,8 1,2
3º 1º 0,9 1º 1,8 1º 2,7 1º –0,3
III 69 9 6,9 2,1
2º 0,6 2º 1,5 2º 2,4 2º –0,6
IV 99 9 9,9 –0,9
3º 0,3 3º 1,2 3º 2,1 3º –0,9

I 100 10 10,0 0,0 4º 0,0 4º 0,9 4º 1,8 4º –1,2

II 101 11 10,1 0,9 5º –0,3 5º 0,6 5º 1,5 5º –1,5



III 102 12 10,2 1,8 6º –0,6 6º 0,3 6º 1,2 6º –1,8

IV 132 12 13,2 –1,2 7º –0,9 7º 0,0 7º 0,9 7º –2,1

8º –1,2 8º –0,3 8º 0,6 8º –2,4


I 133 13 13,3 –0,3
9º –1,5 9º –0,6 9º 0,3 9º –2,7
II 134 14 13,4 0,6
5º 10º –1,8 10º –0,9 10º 0,0 10º –3,0
III 135 15 13,5 1,5
Verifique que nas tabelas acima, a posição da lebre em
IV 165 15 16,5 –1,5 relação à tartaruga evolui segundo uma PA de razão negativa
(r = – 0,3), o que nos permite chegar às seguintes conclusões.
I 166 16 16,6 –0,6 1o No instante I, a lebre vence a corrida somente nos três
primeiros ciclos.
II 167 17 16,7 0,3 2o No instante II, a lebre vence a corrida somente nos seis

III 168 18 16,8 1,2 primeiros ciclos.
3o No instante III, a lebre vence a corrida somente.nos
IV 198 18 19,8 –1,8 nove primeiros ciclos.
4o No instante IV, a tartaruga sempre vence a corrida.
I 199 19 19,9 –0,9
Julguemos então as afirmativas:
II 200 20 20,0 0,0
7º A) (verdadeira) De acordo com a tabela maior, a lebre
III 201 21 20,1 0,9 atinge a posição 3 m no instante 3 s. A tartaruga atinge
a posição 3 m no instante dado por:
IV 231 21 23,1 –2,1 t = Δs/ v = 3 / 0,1 = 30 s
Volume 1.B
B) (verdadeira) De acordo com as conclusões acima, o
último momento em que a lebre não está atrás da
5 A
As velocidades médias são iguais, pois nos três gráficos, temos:
tartaruga é o instante t = 300s, quando as duas estão
juntas na posição s = 30 m. a
−0
C) (falsa) Observando as tabelas acima, percebemos que Δs S – S0 2 a
Vm = = = =
a maior vantagem que a lebre abriu sobre a tartaruga Δt t – t0 b−0 2b
foi de 2,7 m, no instante III do 1o ciclo, ou seja, no
instante t = 3s.
D) (verdadeira) Observando a tabela maior, percebemos
6 D
O único gráfico que corresponde a uma velocidade média
que a lebre atinge a posição s = 15 m no instante
de 2 m/s é o da opção “D”, coforme o exposto.
t = 135s. A tartaruga atingirá esta posição no instante:
t = Δs/v = 15 / 0,1 = 150s

Física I
4
Logo, a tartaruga atinge a posição 15 m com um atraso de
15 s em relação à lebre, pois: tL = 135 s e tT = 150 s.

3 D
Cálculo do deslocamento do trem A. 100

v(m/s) N 100 x 4
Δs = área (v x t) = = 200 m
+5 2
1 Δs 200
t(s) Vm = = = 2 m/s
50 2 100 150 Δt 100
–5 21
7 D
5 x 50 5 x 100 Os veículos estarão novamente emparelhados no instante
ΔsA = + A1 – A2 = + – ⇒ em que os seus deslocamentos forem iguais, o que ocorre
2 2
no instante t = 800s
⇒ ΔsA = – 125 m
v(m/s)

Cálculo do deslocamento do trem B. A B


v(m/s) A1 A2
+5
2 B A
t(s) 0 200 400 600 800 t(s)
1 50 100 150
Observe que de 0 a 400s o veículo A foi o mais rápido que
–5
o B, enquanto de 400s em diante B foi mais rápido que A.
5 x 50 5 x 100 De 0 a 400s A percorreu mais que B uma distância que é
ΔsB = – A1 + A2 = – + ⇒
2 2 numericamente igual à área A1, enquanto de 400s a 800s,
⇒ ΔsB = + 125 m B percorreu mais que A uma distância que é numericamente
igual à área A2. Como as áreas A1 e A2 são iguais, devido a
Considerando s0 = 0 para os dois trens, no instante t = 150s, simetria que o gráfico apresenta em relação ao eixo da
as suas posições podem ser ilustradas pela figura abaixo. abscissa t = 400s, os veículos se encontram em t = 800s;

A B
8 B
–125 0 +125 A altura final da planta é numericamente igual à área do
gráfico v x t. Percebe-se claramente que a área sob a curva
Portanto, a distância entre eles no instante 150s vale 250 m de B é maior que a área sob a curva de A.
v
4 E
A afirmativa da opção “E” está incorreta, pois as velocidades
instantâneas dos dois são iguais nos dois instantes
indicados no gráfico abaixo, pois seus gráficos s x t 1
apresentam a mesma inclinação.
B A
s
v

2
0 t1 t2 t
Volume 1.B
N 1 ano → 3,2 . 107 s
h = Δs = área (v x t) ⇒ x → 4,9 . 1017 s
⇒ A1 > A2 ⇒ hfinalB > hfinalA 1 ano x 4,9 . 1017 s 4,9
x= = . 1010 anos →
3, 2 . 107 s 3, 2
9 C
Como a bola inverte sucessivas vezes o sentido do seu → x ≅ 1,5 . 1010 anos = 15 . 109 anos →
movimento, a velocidade muda de sinal cada vez que a
bola bate no piso e cada vez que ela atinge a altura máxima. → x = 15 bilhões de anos
Podemos eliminar os gráficos das opções “A” e “B”, pois
nestes a velocidade não muda de sinal.
Idenpendente da bola estar subindo ou descendo a 5 B
aceleração dela será sempre a mesma (a cte = g).
Física I

Como a aceleração corresponde à inclinação do Distância x Tempo


gráfico v x t, este tem que ser representado por traços 5,4 km → 1h
retos paralelos, o que nos permite eliminar também a 12 km → x
opção “D”.

10 E 12 km x 1h 12 x 3.600s
É correto afirmar que B ultrapassa A no ponto 1, pois a x= = →
5,4 km 5, 4
partir deste, temos sB > sA, enquanto B é ultrapassado por
A no ponto 2, pois a partir deste tem-se sA > sB. 1, 2 . 10 x 3,6 . 103 s 4,3
→x= → . 104 s →
5, 4 5,4

→ x ≅ 0,8 . 104 s → x ≅ 8.000s


22

No de passos x tempo
1 D 2 passos → 1s
As unidades de medida devem ser escritas sempre com x → 8.000s
letras minúsculas (newton), mas quando homenageiam
pessoas (Isaac Newton) são simbolizadas por letra
8.000s x 2 passos
maiúscula (N). x= = 16.000 passos →
1s
2 D → x = 1,6 . 104 passos → OG(x) = 104 passos

Massa x Volume 6 E

1,67 . 10 –24
g → 8,3 . 10 cm –39 3 1W → 107 erg/s
x → 1 mm3 x → 5 . 109 erg/s

1,67 . 10–24 g x 1mm3 1 W x 5 . 109 erg / s


x= → = 5 . 102 W
8,3 . 10 –39 cm3 x=
107 erg / s

1,67 . 10 –24 . 10–3 kg x 1. 10 –3 cm3


→x=
8, 3 . 10 –39 cm3
7 B
Q
G=π. →
1,67 16,7 t
→x= . 109 kg = . 108 kg ≅ 2 . 108 kg [ρ] . [Q]
8, 3 8,3
→ [G] = →
[t]
3 C 1. [Energia] M . L2T –2
Ano-luz é unidade de espaço e corresponde à distância → [G] = = →
percorrida pela luz no vácuo, em 1 ano terrestre. [Tempo] T
→ [G] = M . L . T →
2 –3

4 C → [G] = [Potência]
De acordo com a teoria de Gamov, temos:
Dentre as unidades apresentadas, a única que mede potência
2,1. 109 2,1. 109 é o watt (W).
T= →3= →
t t
8 D
→ t = 0,7 . 109 →
→ t = 0,49 . 1018 → ⎧⎪L 2 = 2 . L1
[V] = L3 ⎨V = 23 . V → V2 = 8 . V1
⎪⎩ 2 1
→ t = 4,9 . 1017 s
Volume 1.B
Sendo a réplica feita do mesmo material da estatueta (bronze)
as duas possuem a mesma densidade.
12 B
cte
Como os vetores formam uma poligonal fechada, temos:
m ↑ → → → → → → →
d= →m= d .V→mαV→ A + B + C + D + E + F = 0 ⇒
V
→ → → → → →
m2 V m 8 V1 ⇒ A + B + C =– D – E – F
→ = 2 → 2 = → m2 = 8 m 1 →
m1 V1 m1 V1
13 C
→ m2 = 8 M Observe a figura:
y
9 B
→ → → F2= 4N

Física I
Observe no diagrama abaixo que: x + z = y
240º
60º
y 60º F1= 2N x
z

F3= 4N
x
→ → → Logo, a resultante vale: R = F1 = 2N
x + z = y
14 B
10 B • Tempo de deslocamento:
A soma dos vetores que formam os lados do quadrado é
Δs Δs 500 23
nula. Logo: V= ⇒ Δt = = = 10h
Δt V 50
Δttotal = 10h + 12h = 22h

R 2 R 2 Se o trem parte às 16h de sexta-feira, após 22h, ele chega


S ao destino às 14h de sábado.
R 2
R 2 15 D
N
Δs = área (v x t) ⇒
20 + 10
No triângulo assinalado temos: ⇒ 60 = x t ⇒ 15 . t = 60 ⇒ t = 4s
2
S2 = (R 2 )2 + (R 2 )2
Δv 20 − 10 10
S2 = 2R2 + 2R2 ⇒ S2 = 4R2 a= = 4−0 = = 2,5 m/s2
Δt 4
S = 2R

11 B Anotações
y
Veja a figura
60
60
60.sen θ
θ
30 60.cos θ x

Na direção (x), temos:


1
60 . cosθ = 30 ⇒ cosθ = ∴ θ = 60o
2

Logo, a resultante valerá:


R = 60 + 60 sen60o
60 . 3
R = 60 +
2
R = 60 + 30 3 = 30( 3 + 2)
Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO

Professor(a): _____________________________________

Escola: ___________________________________________________

Física II
Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
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Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

Exclusivo da apostila do professor


professor,, este guia
apresenta a resolução dos exercícios
Física II

SUMÁRIO
Capítulo 1: Introdução à Óptica e Espelhos Planos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
Tópico A: Ótica Geométrica (conceitos básicos)
Tópico B: Formação da Imagem no Espelho Plano
Tópico C: Associação de Dois Espelhos Planos
Tópico D: Translação e Rotação de Espelhos Planos
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Capítulo 2: Espelhos Esféricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
24
Tópico A: Introdução
Tópico B: Raios Particulares
Tópico C: Construção Geométrica de Imagens nos Espelhos Esféricos
Tópico D: Equação de Gauss
Tópico E: Aumento Linear Transversal (a)
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Capítulo 3: Refração da Luz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
Tópico A: Leis da Refração
Tópico B: Ângulo Limite e Reflexão Total
Tópico C: Dioptro Plano
Tópico D: Lâminas de Faces Paralelas
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

Δ FCD ~ Δ DFAB (Semelhança)

Capítulo 1 L
=
3
1 1, 2
⇒ L = 2,5 m (a)

Introdução à Óptica e Espelhos Planos


2 D
Chamamos de filtro de luz ao dispositivo que ao receber
uma determinada luz policromática só se deixa atravessar
por uma determinada luz monocromática. Assim, o filtro
1 A azul, ao receber luz branca (policromática) só permite a
Consideraremos a lâmpada como uma fonte puntiforme. passagem da luz azul (monocromática). Como o objeto é
Observe a figura abaixo. vermelho (só reflete a luz vermelha), ao receber a luz azul
vai se apresentar preto.
F

3 D
h = 1,2 m

Dentre todos os raios luminosos apresentados, o único


que obedece a 2a Lei da Reflexão (o ângulo de incidência
H=3m

 = 1,0 m deve ser igual ao ângulo de reflexão) é o raio que segue o


A B
trajeto P → D → Q, conforme a figura a seguir.

C D i r
L=?
Volume 1.B
Observe nos triângulos destacados que: C em relação ao espelho (C’) às extremidades do espelho,
conforme a figura abaixo.
⎧ 12
⎪⎪tgi = =2
6
⎨ ⇒ tgi = tgr ⇒ i = r
⎪tgr = 6 C' C
=2
⎪⎩ 3 1,0 m

4 B A1
Podemos ilustrar o trajeto do raio luminoso pela figura
abaixo.
A2

Física II
α A3
α
90 – α

15o15o
1,0 m
75o
75o Percebemos, então, que o gerente vê no espelho a imagem
75o das atendentes A2 e A3.
165o φ
15o
7 E
Como a soma dos ângulos internos do triângulo destacado Sabemos que a imagem conjugada por um espelho plano é
é igual a 180o, temos: simétrica ao objeto em relação ao espelho. Logo, se o
30o + 90o + 2α = 180o ⇒ 2α = 60o ⇒ α = 30o. objeto permanecer fixo, mesmo que um observador mude 25
de posição, a imagem deste objeto permanecerá na mesma
Como a soma dos ângulos internos do quadrilátero posição (I).
destacado é igual a 360o, temos:
75o + 165o + φ + 90o – α = 360o ⇒ 8 A
⇒ 330o + φ – α = 360o ⇒ Sabemos que o número de imagens que podemos observar
⇒ 330o + φ – 30o = 360o ⇒ através de dois espelhos planos que formam entre si um
⇒ 300o + φ = 360o ⇒ φ = 60o ângulo θ é dado por:
360
5 A n= – 1 , onde θ é medido em grau.
θ
Imagine uma fonte puntiforme diante de um espelho plano.
Para localizar a sua imagem basta que encontremos o ponto Para θ = 90o, teremos n = 3, conforme a figura abaixo.
de intersecção dos seus raios refletidos.

POR
PIV I2 I1

x y y x

EA
x x
Do exposto, concluímos que a imagem é virtual
virtual, pois se
acha na intersecção dos prolongamentos dos raios I3 O
y y
luminosos, e é simétrica ao objeto em relação ao espelho.
Para uma fonte luminosa extensa basta que localizemos a EB
imagem dos pontos extremos e unamos estes pontos.
Na figura temos:
x x O → objeto
EA → espelho plano A
EB → espelho plano B
I1, I2 e I3 → imagens formadas.

y y Neste caso, dizemos que:


• I1 é a imagem que EA fornece para O.
Pela simetria, podemos afirmar que o objeto e a imagem • I3 é a imagem que EB fornece para O.
têm o mesmo tamanho. • I2 é a imagem que EB fornece para I1 ou a imagem que EA
fornece para I3.
6 E
Para determinarmos o campo visual do espelho plano para Como a imagem fornecida por um espelho plano é
o observador C, basta que liguemos o ponto simétrico de enantiomorfa (invertida lateralmente), podemos afirmar que:
Volume 1.B
• I1 e I3 são enantioformas (invertidas lateralmente) • Cálculo da velocidade da imagem do ciclista em relação
• I2 é idêntica a “O”, pois é fruto de uma reflexão dupla. ao ônibus:
v = –10 km/h v = 80 km/h
9 B
Podemos representar as duas situações através da figura abaixo.

7 cm 7 cm
i O O movimento da imagem do ciclista se deve ao movimento
do próprio ciclista e ao movimento do espelho. Vejamos
então a velocidade adquirida pela imagem, devido a cada
Física II

P1 A um dos fatores, separadamente:


1. Movimento do espelho:
11 cm 11 cm Conforme a resolução da questão 15, temos:
i O v = 80 km/h
v1 = 160 km/h
Objeto
P2 A Imagem

Devido à simetria da imagem e objeto em relação ao


espelho, temos: 2. Movimento do objeto (ciclista):
AP1 = 7 cm e AP2 = 11 cm ⇒ PP
1 2 = 4 cm v = –10 km/h v2 = 10 km/h
26
PP1 = PP2 ⇒ PP1 = 2 cm Objeto Imagem

d = PP1 + AP1 = 2 cm + 7 cm = 9 cm

10 A Logo, a velocidade resultante da imagem, será dada


Tomemos por base o intervalo de tempo de 1s. pela soma dos vetores abaixo:
v1 = 160 km/ h
⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯ →
Fixo x x vimagem = 170 km/h
v 2 = 10 km /h
⎯⎯⎯⎯⎯ ⎯→

Portanto, a velocidade da imagem, em relação ao


motorista (ônibus) poderá ser calculada pelo conceito de
velocidade relativa.
x+2m x+2m v = 80 km/h v = 170 km/h

Imagem

Se a distância da imagem ao objeto aumentou de 2x para vREL = 170 – 80 = 80 km/h


2x + 4 m, no intervalo de tempo de 1s, a imagem se
deslocou 4 m, portanto sua velocidade, em relação ao 12 A
solo, é de 4 m/s. I. (verdadeira) veja a solução da questão “pensando em
Observe que o movimento da imagem ocorre no mesmo sala no 9”. Nela, enquanto o espelho se deslocou 2 m, a
sentido do movimento do espelho. imagem se deslocou 4 m
II. (verdadeira) observe a demonstração abaixo.
11 C
• Cálculo da velocidade de aproximação da bicicleta em
relação ao ônibus:
θθ
v = 80 km/h v = –10 km/h
E1
α

α
α
β

Pelo conceito de velocidade escalar relativa, temos:


vbicicleta, ônibus = 80 + 10 = 90km/h E2
Volume 1.B
Pelo triângulo 1, temos: absorção, sendo a primeira, caso seja do tipo difusa,
α + (90o + θ) + (90o – γ) = 180o ⇒ α = γ – θ responsável pela cor que o objeto apresenta.
Raio
Pelo triângulo 2, temos: reflexão e absorção Raio
refletido
β + 2θ + (180o – 2γ) = 180o ⇒ β = 2(γ – θ) incidente

Objeto opaco
Logo, concluímos que β = 2α
4 A
Quando a luz incide na vidraça, parte dela sofre refração,
III. (falsa) para que uma pessoa se veja completamente
passando a se propagar no vidro e parte sofre reflexão,
através de um espelho plano, basta que ela esteja
dando origem à formação da imagem.
totalmente imersa no campo visual do espelho.

Física II
5 E
Quando a janela é aberta toda a luz que nela incidia passa
x e x a entrar no quarto, pois não haverá a reflexão parcial da luz
h discutida na solução da questão anterior.

6 C Placa de vidro

Fotografia

Pela semelhança de triângulos temos: A fotografia é vista pelos raios que são refletidos de maneira
difusa por sua superfície (áspera). Neste caso, ao cobrirmos
b h e x h
= ⇒ = ⇒ e= a fotografia com uma placa de vidro, parte da luz incidente
B H h 2x 2 na placa é refletida de forma regular (placa pólida), 27
diminuindo a parcela incidente na fotografia, o que dificulta
sua observaçãol.
O virdo reflete parte da luz incidente.

7 20
Analisemos separadamente o comportamento dos raios
1 51,2%
Seja i0 a intensidade da luz incidente na primeira lâmina e “1” e “2”.
i1, i2 e i3 as intensidades de luz que emergem das lâminas 1, • Raio “1”:
2 e 3, respectivamente. Podemos então afirmar que: E
i1 = 0,8 . i0
i2 = 0,8 . i1 = 0,8 x 0,8 . i0 = 0,64 i0
i1
i3 = 0,8 i2 = 0,8 x 0,64 i0 = 0,512 i0
P
⇒ i3 = 51,2%i0
r1
2 D α1
Devido à grande distância entre o Sol e a Terra, os raios E
solares que chegam à Terra podem ser considerados
0 Q1
praticamente paralelos.
Assim, os raios que tangenciam os extremos do edifício e i1 = r1 (2a Lei da reflexão)
do poste, determinando os limites das sombras projetadas α1 = i1 60o
α1 = r1 (alternos internos)
no solo formam triângulos semelhantes, conforme a figura
abaixo. A partir do triângulo OPQ1, temos:

OP 10 3 10 3
A tgα1 = ∴ tg60o = ∴ 3 ∴ = OQ ∴
OQ1 OQ1 1
A' ∴ OQ1 = 10 cm
H
2m
C'
B 10 m C B' 50 cm • Raio “2”:

Pela semelhança dos triângulos, podemos determinar a E


altura do edifício (H) pela relação:
H 10 m H 10 m i1
2 m = 50 cm ∴ 2 m = 0,5 m ∴ H = 40 m P r1

3 B α2
Sendo o objeto opaco (não permite a passagem de luz em E
seu interior), a luz incidente poderá sofrer reflexão ou 0 Q2
Volume 1.B
i2 = r2 (2a Lei da reflexão)
α2 = i2 30o 15
α2 = r2 (alternos internos) = 5 imagens
3
A partir do triângulo OPQ2, temos: Logo:
360° 360°
OP 10 3 3 10 3 5= –1⇒6= = θ = 60°
tgα2 = OQ ∴ tg30o = ∴ = ∴ θ θ
2 OQ2 3 OQ2 o
Resp: 60
∴ OQ2 = 30 cm
11 D
A partir dos segmentos OQ1 e OQ2, podemos dizer que: Considerando, inicialmente, apenas os espelhos E1 e E2,
Q1Q2 = OQ2 – OQ1 = 30 – 10 = 20cm teremos:
Física II

360o
OQ2 = 20 cm N(E =
– = 3 imagens
,E
1 2 90o)

Acontece que, as imagens e o objeto, darão imagens no


8 A espelho (E3).
Pela 2a Lei da Reflexão, podemos concluir que: para o raio
O O1 O2 O3
luminoso retornar do espelho palno M2 seguindo a mesma
trajetória de ida devemos ter incidência normal (i = 0o).
Assim, a situação pode ser representada pela ilustração
abaixo. E3
M2

O7 O6 O5 O4
28 P2
7 imagens
i1 r1 Resp: 7 imagens
β
α
M1 0
12 D
P1 Considere o esquema abaixo:
24 m
i1 = r1 = 30o (2ª Lei da Reflexão)
r1 + α = 90o ∴ 30o + α = 90o ∴ α = 60o
1,80 m

Assim, como a soma dos ângulos internos do triângulo H1


(Fig. 1)
QP1P2 é 180o, devemos ter:
α + β + 90o = 180o ∴ 60o + β + 90o = 180o L
∴ β = 180o – 150o = 30o L
1,80 m

H1
9 D
Montemos a figura abaixo.

C r objeto (Fig. 2)
A 36 m
O
0,04 m 1,80 m
H1 L
B Da fig. 1 temos: = H1 36
1.80 24 = = 1,5
O D H L H2 24
Da fig. 2 temos: 2 =
1.80 36

0,40 m d 13 D
Observe a figura.
ΔOAB ~ ΔOCD 0

0,40 0,04
0,40 + d = 1,80

1,80 x 0, 40 75 cm
0,40 + d =
0, 04 B
A D
0,40 +d = 18 ⇒ d = 17,60 m d

ΔOAB ~ ΔOAD
10 A
Se de três objetos obtemos 15 imagens, cada objeto h 2d
produziu: = ∴ h = 150 cm
75 d
Volume 1.B
1. Encontrar o ponto O’, simétrico a O, em relação ao
14 12 cm plano do espelho (E).
Observe a figura 2. Unir o ponto O’ aos extremos do espelho (retas “r” e
2,0 cm “s”).
3. O campo visual estará situado à frente do espelho e
2,0 cm será limitado pelas retas “r” e “s” (região sombreada).
r
x
600 E
4,0 cm Campo
visual

Física II
4,0 cm O' O
x x

No polígono mostrado temos: s


Aplicando então a regra vista acima, percebemos que a
x + 60° + 180° = 360°
lâmpada estará situada no campo visual do espelho, caso
x = 120°
este se encontre na posição do espelho E2 (figura abaixo).
As imagens estarão sobre uma circunferência,
simetricamente colocadas como mostra a figura:
E2

8cm 01 O
O'
m

x x
4c

03

4cm 17 B
600 0 29
8cm 60
0 Seja PP1 = PP2 = x
4cos Na posição (P1)
600
d E
0
60
05 4cos 8cm

O' O

02

P1
04
d–x
1 d–x=7
d=4. . 2 + 8 = 12 cm
2 Na posição (P2) E

15 E
Aplicando a expressão: O' O
360°
N= – 1 10 – 1 = 9 imagens
36°
360° P2
Como: = 10 (par), então o número de imagens
36°
d + x = 11 d+x
independe da posição de (P) entre os espelhos.
Portanto:
16 B d−x =7
Chamamos de “Campo Visual” de um espelho plano em (+) 2d = 18 ⇒ d = 9 cm
relação a um observador “O” à região que este pode d + x = 11
observar por intermédio do espelho.
Uma maneira prática de se obter os limites deste campo 18 B
visual (figura abaixo) consiste em: Observe que a rotação é em torno de um eixo perpendicular
ao plano do espelho. (Veja figura).
r O Eixo
E
Campo Espelho
visual
O' O
x x
s I
Volume 1.B
Nessa situação, a imagem, como o objeto, permanecerão fixos.
Resp: 0° 22 B
Devido a inversão lateral sofrida pela imagem, conforme
vimos nas questões anteriores, o fato do mostrador do relógio
19 E parecer indicar 6h 15min, implica que este marca na realidade
Segundo o texto, concluímos que o espelho deslocou-se de:
17 – 10 = 7 cm 5h 45min, pois estas configurações são invertidas
lateralmente, conforme você pode observar abaixo.
Portanto a imagem deslocou-se:
2 x 7 = 14 cm
Resp: 14 cm
Física II

20 B
6h15min 5h45min
A figura mostra os efeitos das velocidades do espelho e do
objeto, superpostos. 5h 45min
E VE = 3,0 m/s
23 B
Observe a figura abaixo, onde E1 representa um espelho
VP = 2,0 m/s
P P' plano que reflete um raio de luz, que incide formando um
ângulo x com a reta normal ao espelho.
V'P = 2,0 m/s V"P = 6,0 m/s Normal
(N1)
Raio Raio
Mantendo fixo o espelho: incidente refletido
30 |V’p| = |Vp| = 2,0 m/s (RI) x x (RR1)

Mantendo fixo o objeto: O


E1
|V”p| = 2 VE = 2 x 3 = 6,0 m/s A

Superpondo os efeitos temos: Consideremos que o espelho gire um ângulo α no sentido


Vimg = 6 – 2 = 4,0 m/s (p/ direita) (B) horário, em torno de um eixo “O” perpendicular ao plano
desta folha de papel, e que o raio incidente conserve sua
21 D direção inicial (figura abaixo).
A imagem fornecida por um espelho plano é simétrica ao
Raio Normal
objeto, em relação ao espelho, ou seja, encontram-se de incidente
lados opostos e a uma mesma distância. (N2)
(RI)
O
Objeto Imagem α E1
y
y Raio
refletido
B (RR2)
x x
E2
Assim, se o espelho se afasta uma distância “d” do objeto
(fixo), as novas distâncias do objeto e da imagem ao espelho Imagine agora uma superposição das figuras anteriores,
serão “x + d” (figura abaixo). que mostre a posição relativa entre os raios refletidos nas
duas situações (RR1 e RR2), conforme a figura abaixo.
Objeto x d d x Imagem Calculemos o valor do ângulo β , formado entre os raios
refletidos RR1 (situação inicial) e RR2 (após a rotação do
espelho).
RI N1 RR1

Verificamos então que a imagem se afasta “d” do espelho e


N2
“2d” do objeto. Concluímos assim que num mesmo
x x
intervalo de tempo, enquanto o espelho se desloca uma
distância “d”, a imagem se desloca “2d” o que nos permite O
dizer que: E1
α A
vimagem = 2vespelho
y RR2
v = 30 km/h y
β
B
C
E2
vespelho = vcarro = 30 km/h
Volume 1.B
Sabemos que a soma dos ângulos internos de um triângulo t = 1s
qualquer é igual a 180o. Apliquemos então esta propriedade
para os triângulos OAB e CAB. A posição da pessoa será 6m à frente

Triângulo OAB: Δs
vm = ⇒ Δs = vm . Δt = 6 x 1 = 6 m
Δt
O A
α
x
90 –
y
B 5m

Física II
α + (90 + x) + (90 – y) = 180 ∴ α = y – x (I)
2m

6m x
Triângulo CAB:
Extremidade da sombra
A
Pela semelhança dos triângulos, temos:
x x
b h x 2m
180 – 2y = ⇒ x +6m = ⇒ 5x = 2x + 12 m ⇒
B B H 5m
β ⇒ 3x = 12 m ⇒ x = 4 m
C
Assim, o deslocamento da sombra da extremidade superior
β + 2x + (180 – 2y) = 180 ∴ β = 2y – 2x (III) da pessoa vale 10m. Logo, sua velocidade vale: 31
Δs 10 m
v= = = 10 m/s
Δt 1s
Comparando as equações (I) e (II) vistas anteriormente,
temos: β = 2α.
Logo, se o espelho gira 10o no sentido horário, o raio 2 A
refletido gira 20o (α = 10o ⇒ β = 2α = 2 . 10 = 20o) no Quando encontramos o campo visual do espelho para a
sentido horário. jovem que está em A, percebemos que o seu amigo precisa
se deslocar apenas 2 m para começar a ser visto através do
20° no sentido horário espelho. A''

24 D
Sabemos que a imagem conjugada por um espelho plano é
2m A
sempre do mesmo tamanho do objeto.
Quando nos afastamos de um espelho plano temos a ilusão B
que nossa imagem diminui. Na verdade o que diminui é o 1m
ângulo visual (ângulo formado pelos raios luminosos que 1m
recebemos dos pontos extremos de nossa imagem). Δs Δs 2m
É igual à ilusão que temos quando observamos os postes vm = ⇒ Δt = v = 1m / s = 2s
Δt m
de uma avenida. Os mais distantes parecem menores.
3 Quando unimos o ponto
simétrico do observador (P’)
em relação ao espelho à
extremidde L da parede opaca
e à extremidade B da sala,
encontramos o trecho NB da
parede que pode ser vista pelo
1 10 observador em P, através do
t=0 espelho JK.
2m
D J K C

2m

O L

Posição da sombra A P M N B
Volume 1.B
Como os triângulos LMN e P’OL são semelhantes, temos: Se os triângulos L’AD e BCD são semelhantes, temos:
b h MN LM MN 6m
= ⇒ = ⇒ = ⇒ 1
B H OL P 'O 4m 18 m b h s1 20 cm
= ⇒ = ⇒
2 B H 100 + x + S1 60 cm
⇒ MN = m 3
3
100 + x
⇒ 100 + x + s1 = 3s1 ⇒ s1 = ⇒
2
Se os triângulos P’JK e P’NB também são semelhantes,
x
temos: ⇒ s1 = 50 +
2
b h JK 12 m 1
Física II

= ⇒ = 24 m ⇒ JK = NB ⇒ É evidente que a extensão da “sombra” 1 é maior que 20 m,


B H NB 2
portanto a “sombra” obtida pelo raio luminoso que une o
1 ponto L ao ponto B é a que mede 20 m. Assim, podemos
⇒ JK = ( MB – MN ) ⇒ calcular a distância x, conforme a figura a seguir.
2
1 2 1 16 8
⇒ JK = x (6 – )= x = m⇒ 100 cm L
2 3 2 3 3
⇒ JK ≅ 2,7 m
B
60 cm
4 24s
O campo visual do espelho para um observador colocado 20 cm
em P poderia ser encontrado graficamente pela figura abaixo.
32 r C  D E S2 C F

P x
5m
3m Observe que os triângulos LEF e BEC são semelhantes,
portanto:
A 9m B
b h s2 20
= ⇒ = ⇒
P' B H s2 + 100 − x 60
Devido a semelhança dos triângulos P’AB e P’CD, temos: 20 1 20 1
⇒ = ⇒ = ⇒
b h 9m 3m 20 + 100 − x 3 120 − x 3
= Þ = 8 m ⇒ A = 24 m ⇒ 120 − x = 60 ⇒ x = 60 cm
B H A
Substituindo o valor de x na expressão encontrada para a
Se um objeto se movimentasse sobre a reta r com sombra 1, temos:
velocidade de 1m/s, ele seria vista enquanto percorresse a x 60
distância A = 24m, por um tempo “t” dado por: s1 = 50 + = 50 + = s1 = 80 cm
2 2
ΔS A 24m
t= = = = 24s
v v 1m / s 6 C
Aplicando o princípio da reversibilidade, se um observador Na figura v = 0,5 m/s. Fazendo a relativa
se deslocar sobre a reta r com velocidade de 1m/s, ele
avistará a imagem de um objeto colocado em P durante 24s.

5 80 cm 30º 30º
Vejamos a representação gráfica do raio luminoso que
V
delimita cada “sombra”. V
Encontremos inicialmente a extensão da “sombra” limitada 60º 120º I
V 0
pelo raio luminoso refletido no espelho. Para isto, basta VR
que liguemos o ponto simétrico à lâmpada (L’) em relação V
ao espelho à extremidade superior do objeto.
Na imagem, o ângulo entre as duas velocidades é 120°.
Logo:
100 m 100 m L vR = v = 0,5 m/s
L'

B 7 D
Cada indivíduo formará:
360°
A O C D N= – 1= 5 imagens.
x S1 60°
Volume 1.B
Portanto, o número total de imagens será: 2 B
Nt = 2 x 5 = 10 imagens De acordo com a construção de imagens vista abaixo, isto
Aparecerão na chapa: acontece quando o objeto é colocado entre o centro de
10 imagens + 2 unidades = 12 indivíduos curvatura e o foco.

8 B A
Se o espelho desloca-se 10 cm em relação a um objeto
parado, então a imagem deslocar-se-á de: B'
Δ ximagem = 2 Δ xespelho C B F V
Δ ximagem = 2 x 10 = 20 cm
A'

Física II
9 A
Veja a figura abaixo:
3 B
Objeto
P impróprio
m (no infinito)
30
0,
Imagem
real (no foco)
O 5,0 Rad/s

0,
30
m
Se a distância da lâmpada ao espelho (concha) é “infinita”
sua imagem real (intersecção dos próprios raios refletidos)
2 x 5,0= 10 Rad/s está situada sobre o foco, distando assim 25 mm do vértice 33
V V do espelho (f = R/2 = 50/2 = 25mm).
V = w . R ⇒ V = 10 x 0,3 = 3 m/s
4 E
De acordo com a construção abaixo, o ponto L deve
10 C coincidir com o centro de curvatura do espelho E2 (o raio
Observemos a figura: incidente é refletido pelo mesmo caminho) e com o foco do
espelho E1 (o raio incidente é refletido paralelamente ao
eixo principal).

E1
Trocando a
posição dos ponteiros
E2
Imagem
2h e 45min
L

5 A
Podemos representar a situação descrita pela figura abaixo, o

Capítulo 2
que nos leva à conclusão, de acordo com a resolução da
questão 2, que a imagem fornecida pelo espelho é real,
invertida e maior que o objeto, o que nos permite concluir, por
Espelhos Esféricos exclusão, que a única opção que pode estar correta é a “A”.

o = 6 cm f = 30 cm

i = –12 cm C F V
1 C p = 45 cm
Para o espelho (E1) o raio luminoso reflete-se sobre o incidente. p' = 90 cm
Portanto, o ponto luminoso encontra-se em seu centro.
Verifiquemos então se o tamanho da imagem realmente é
R1 24 igual a 12 cm.
f1 = = = 12cm
2 2 • Cálculo da distância da imagem ao espelho (p’):
Para o espelho (E2) o raio incidente reflete-se paralelo ao 1 1 1
1 1 1
eixo principal. Portanto, o ponto luminoso encontra-se em = + ∴ = + ∴
f p p' 30 45 p'
seu foco.
f2 = 36 cm 3p’ = 2p’ + 90 ∴ p’ = 90 cm
Volume 1.B
• Cálculo do aumento linear transversal (A): • Cálculo do raio de curvatura (R):
p' 90 R
A=– =– ∴A=–2 f= ∴ R = 2f = 2.1, 5 m = 3 m
p 45 2
R = 3,0 m
• Cálculo do tamanho da imagem:
i i
A= ∴ −2 = ∴ i = −12cm
0 6

O sinal “–” (negativo) apenas reforça a conclusão de que a


imagem é invertida. 1 E
Física II

A imagem é real e invertida de tamanho igual a 12 cm. De acordo com a figura, o ponto (P) é o foco do espelho.
f = VP ⇒ R = 2f = 2 VP

6 Dados: p = 3cm
2 A
A = +1,2 O espelho em questão não é gaussiano. Porém, as leis da
R=? reflexão devem ser obedecidas. Seja a incidência no ponto
superior do espelho.
• Cálculo da distância da imagem ao espelho (p’):
p' p'
A=− ∴1,2 = − ∴p' = −3,6 cm
p 3 45o
L/2 45o 2m
O L/2
• Cálculo da distância focal (f):
34
1 1 1 1 1 1 1 1 1
= + ∴ = + ∴ = − ∴
f p p ' f 3 −3,6 f 3 3,6
3,6
∴ 3,6 = 1, 2f − f ∴ 3,6 = 0, 2f ∴ f = = 18 cm Teorema de Pitágoras no triângulo assinalado:
0, 2
L2
2⋅ = 2 ⇒ L2 = 4 ∴ L = 2m
• Cálculo do raio de curvatura (R): 4
R Resp: 2,0 m
f= ∴R = 2f = 2.18 = 36 cm
2
3 A
A luz que vem do Sol chega com raios paralelos. Portanto,
o espelho deverá ser côncavo e o monte de papel deverá
7 D estar no foco do espelho (Veja figura a seguir).
Da figura fornecida, tiramos:
R
P= Sol
2 Papel

R F C
f=–
2
a=?
Então: d
RR 50 m
f – –
2 1
a= = = 2 = R 50
f −P R R –R 2 d=f = = = 25m
– – 2 2
2 2

8 D 4 C
Dados: p = 2m De acordo com os raios particulares para um espelho
p’ = 6m esférico gaussiano, temos:
R=?

• Cálculo da distância focal (f):


(passando
1 1 1 1 1 1 E.P pelo
= + ∴ = + ∴ 6 = 3f + f ∴ F foco)
f p p' f 2 6
∴ 4f = 6 ∴ f = 1,5 m
Volume 1.B
5 30 7 B
Aplicando o “Princípio da Reversibilidade dos Raios A face côncava é a única que pode fornecer imagem invertida
Luminosos” à propriedade vista na questão anterior, (real), e esta se forma na frente da colher, por estar na
podemos dizer que: “o raio que incide pelo foco principal intersecção dos próprios raios refletidos.
é refletido paralelamente ao eixo principal”, conforme a Já a face convexa, fornece imagem virtual (direita), que por
figura abaixo. estar na intersecção dos prolongamentos dos raios
refletidos, deve estar atrás da colher.
Ra
io
inc
ide
nte
8 D
Dados
Ho = h p=d=? a( – )

Física II
C F V
R h
f=+ Hi =
Raio refletido 2 2
f
A = f −p
Assim, a imagem do objeto AB estará situada sobre o raio
refletido indicado na figura abaixo.
R R
A h/2 2 1 2
− = ∴− =
h R 2 R −d
3 cm B −d
3 2 2
– F
1 cm R 3R
– d− = R ∴ d=
2 2 35

9 Se a imagem é virtual, direita e menor, o espelho é convexo.


0
O ângulo formado entre o objeto (AB) e sua imagem será H0
Hl =
então o ângulo “ θ ” indicado na figura acima, cuja tangente 2 I
poderá ser calculada pelo triângulo sombreado. a(+) v F
x y
3
cateto oposto cm 3 d
tgθ = = 3 = ⇒
cateto adjacente 1 cm 3

H0 H y 1
3 | x | + | y | = d+ = − 0 ⇒ =
⇒ θ = arctg = 30o 2 2 x 2
3
θ = 30o |x| + 2|y|
d 2d
2|y| + |y| = d ⇒ |y| = logo: |x| =
3 3
6 A
Podemos ilustrar a situação descrita pela figura abaixo. 2d
Sendo: p =
3
d
2 cm p' = −
R = 30 cm 3

C F V −1
2d ⎛ d ⎞
50 cm ⎜− ⎟
3 ⎝ 3⎠ 2d
f= =−
2d d 3

3 
 3
Observe que a construção de imagem feita na figura abaixo d/3

indica uma imagem real, invertida e menor que o objeto.


2d
Resposta: Convexo, f = − e |x| = 2d/3
3

10 3
B' Dados:
B C F V
Espelho convexo:
A'
20
f=– = – 10 cm p = 15 cm
2
Volume 1.B
p' f − p' f − 220
Ho = 5 cm a= ∴ – 10 =
Hl = ? f f
–10 f = f – 220
Cálculo de p’:
–11 f = – 220
p ⋅ p' f = 20 cm
f = p + p' Logo: R = 2 x 20 = 40 cm

–2
15 p'
3
13 A
– 10 = 15 + p' ⇒ 3p’ = – 30 – 2p’ p . p'
Côncavo f = p + p'
5p’= – 30 ∴ p’= – 6 cm
Física II

p = 20 cm
Cálculo de HI
20 p'
Hl −6 H 6 f = 30 cm 30 =
=− ⇒ l = 20 + p'
HO 15 5 15
p’ = ? 60 + 3p’= 2p’
HI = 2 cm a=? p’ = – 60 cm (imagem virtual)
Portanto:
−6 f 30
=3 a= ∴ a= =3
2 f −p 30 − 20

11 D 14 B
36 O espelho é côncavo e o objeto estará antes do centro. Sendo a imagem real, invertida e menor, o objeto real deve
se encontrar antes do centro.
Logo p > 2 f
O p'
15 B
Ho Observe a figura abaixo:
I
CH F V O
I

20 cm

P
P'
P

16 cm
⎧ HI 1
⎪Ho = 3HI → a = – =– Vamos encontrar os módulos de |P| e |P’|
⎨ 3 H I 3
⎪p – p' = 20 (I) |P| + |P’| = 16

P'
p' 1 p' 3 = P ⇒ |P’| = 3 |P|
a=– ⇒– =– ⇒ p = 3p’ ⇒ p = 3 x 10 = 30 cm
p 3 p
|P| + 3|P| = 16 ⇒ 4 |P| = 16 ⇒ |P| = 4 cm
|P’| = 16 – 4 = 12 cm
Substituindo em (I):
Portanto teremos: p = 4 cm (objeto real)
3p’ – p’ = 20 ⇒ 2p’ = 20 ⇒ p’= 10 cm
p’= – 12 cm (imagem virtual)
p' . p 10 × 30 300
R = 2⋅ = 2. =2 = 15 cm Logo, o raio valerá:
p '+ p 10 + 30 40
P '⋅ P −12 ⋅ 4
R = 2f = 2 . =2. = 12 cm
12 A P '+ P −12 + 4
Veja o esquema a seguir: Resp: 12 cm

P O E
HO

10HO

1 A
220 cm = P' Observe a figura abaixo:
Volume 1.B
E2 E1
4 D
Montando a figura temos:
f = 15 cm
O
P P' P'
60
f= = 30 cm
C F V 2
x x f

60 cm = R

Física II
40 cm
5 C
Observe a figura abaixo:
P = 40 + x O

P' = 40 – x

C F V
Temos:
(40 + x) . (40 – x)
15 = ¨
40 + x + 40 – x I
d
1.200 = 1.600 – x2 ⇒ x2 = 400 P = 1,8m
x = 20 cm P ' = 3,6m 37
Por Gauss, temos:
1,8p'
2 D 1,2 =
Temos que: 1,8 + p'
R 3p'
f=+ 2= ∴ 3,6 + 2p’ = 3p’ ⇒ p’ = 3,6
2 1,8 + p'
p=d=?
h2 1
H0 = h a=– =– Então:
h 2 d = 3,6 – 1,8 = 1,8 m
h f
H1 = a=
2 f –p 6 D
Como as estrelas estão muito distantes, os raios luminosos
R destas, ao incidirem no espelho podem ser considerados
1 2 paralelos. Neste caso, os raios refletidos devem convergir
– =
2 R para um mesmo ponto (o foco do espelho).
– d
2
R R 3R 7 C
R=– +d ∴ d=R+ = A construção da imagem do objeto luminoso se deve a
2 2 2
uma infinidade de raios luminosos que saem do objeto e
3 C incidem no espelho.
Observando a figura, veremos claramente que a imagem A inserção do anteparo opaco irá impedir a incidência de
será virtual. uma parte destes raios luminosos, mas a parcela restante
formará a imagem na mesma posição, com o mesmo
tamanho, mas com uma luminosidade menor.
I

O
8 03
• Reflexão no espelho plano plano:
12 cm Sabemos que a imagem fornecida por um espelho plano
para um objeto colocado à sua frente apresenta as seguintes
V
características: é simétrica ao objeto em relação ao espelho
P= 20,0 cm e possui tamanho igual ao do objeto. Assim, a imagem A’
do objeto A pode ser representada pela figura a seguir.
o = 15 mm
i = 15 mm

30,0 cm
A' A

A amplitude valerá:
20 cm 20 cm C F V
f 30 30
a= = = = 3
f –p 30 – 20 10
Volume 1.B
• Reflexão no espelho esférico
esférico: A imagem C’D’ é maior que o segmento CD e fica “à
Vejamos inicialmente a posição relativa de A’ para o espelho esquerda” do centro de curvatura.
esférico, para que possamos caracterizar a imagem final
C
A”, que este fornece.
D
A' A
D' O F V
R = 2f = 40 cm
C'
C F V
20 cm 60 cm
f = 20 cm Representando numa única ilustração os segmentos A’B’ e
C’D’, e finalmente, unindo-se os vértices A’ e C’ e os vértices
B’ e D’, percebemos que a imagem tem a forma de um
Física II

Calculemos então o tamanho da imagem A” que o espelho trapézio, conforme a figura abaixo.
esférico conjuga para o objeto A’.
A'
C F
15 mm

f = 20 cm D' B'
A'
C F V C'
p = 120 cm
10 Esta questão é fantástica. Muita gente acha que faltam dados.
Pela equação de Gauss, podemos localizar a imagem. Na verdade a única informação necessária é o valor do
raio terrestre que é aproximadamente 6.400km.
1 1 1 1 1 1 A superfície do lago não é rigorosamente plana, como
= + ∴ = + ∴ 6p’ = p’ + 120 ∴ pensamos. Ela é uma superfície esférica cuja curvatura é o
f p p' 20 120 p'
38 próprio raio terrestre.
120 Assim, quando os raios luminosos paralelos (a Lua está
∴ p’ = = 24 cm
5 muito distante da Terra) incidem na superfície refletora
convexa do lago, forma-se uma imagem virtual no foco do
A partir das expressões que indicam o valor do aumento espelho convexo. Logo, a imagem dista do romântico casal
linear transversal, podemos finalmente calcular o tamanho aproximadamente 3.200km.
da imagem A”. R 6400km
p’= f = = = 3200 km
i 2 2
A=
o p' i 24 cm
i
p' → =– ∴ 15 mm = – ∴
A=− o p 120 cm
p

i 1 15 mm
∴ 15 mm = – ∴i=– = – 3 mm
5 5
F
O sinal “–” (negativo) indica apenas que a imagem é invertida.
C
|i| = 3 mm

9 D
Podemos encontrar a imagem do quadrado através da
imagem de dois lados opostos, conforme a ilustração
abaixo. Trabalharemos com os lados verticais (AB e CD).

A C

B
O
D
F V
capítulo 3
Refração da Luz

A imagem A’B’ é do mesmo tamanho de AB e se encontra


na mesma vertical de AB.
A
B' = B 1 B
O F V c c 3
n= = = = 1,5
A' v 2c 2
3
Volume 1.B
2 D Ar O
R
P
Sendo o vidro mais refringente que o ar (nvidro > nar), o raio Água
refratado deve estar mais próximo da normal. Além disso
devemos considerar que o raio refratado e o raio incidente 6m
devem estar em quadrantes opostos. L i=L
4
sen L =
5
F

40o 40o Aplicando a identidade trigonométrica conhecida, temos:


50o ⎛4⎞
2

sen2L + cos2L = 1 ∴ ⎜ ⎟ + cos2L = 1 ∴

Física II
50o ⎝5⎠
40o 16 9 3
∴ + cos2L = 1 ⇒ = cos2L ⇒ cosL=
25 25 5

4
Assim, o raio refratado deve estar na região destacada,
senL 5 4
limitada pelo prolongamento do raio incidente e o Assim, teremos: tgL = = =
cosL 3 3
prolongamento da normal.
Logo, o ângulo entre o raio refletido e o refratado deve 5
estar entre 100o e 140o. Pelo triângulo OPF hachurado, temos:
R 4 R 24m
3 B tgL = ∴ = ∴R = = 8m
Podemos representar os raios luminosos pela figura abaixo. 6m 3 6m 3
R=8m 39

6 D
58o 58o O fato do asfalto ser “preto” faz com que este tenha alto
poder de absorção da luz incidente, tornando-o aquecido
32o 32o
em relação ao ambiente.
58o Assim, as camadas de ar próximas ao asfalto aquecem por
32o
influência deste. Com o aquecimento, o ar se torna menos
denso, pelo fenômeno da dilatação térmica. A diminuição
da densidade do ar o torna menos resistente à passagem
da luz, o que faz aumentar a velocidade de propagação da
luz, fazendo diminuir seu índice de refração (n = c/v).
Logo, os ângulos de incidência e refração medem
respectivamente 58o e 32o.

4 E
De acordo com a Lei de Snell, temos:
Refringência
sen i n2 sen 48° nx crescente
= ⇒ = ⇒
sen r n1 sen 30° nar Concluímos assim que à medida que a luz solar se aproxima
0,74 nx do asfalto ela atinge meios menos refringentes (figura a
⇒ = ⇒ nx = 1,48 seguir). Isto faz com que a luz se afaste da normal, a cada
0,50 1
refração sofrida, tornando-a mais rasante.
Portanto, o ângulo de incidência cresce a cada nova
5 08 refração, fazendo-o tender ao ângulo limite de refração.
O círculo iluminado pela lâmpada, visto por um observador Quando o ângulo de incidência superar o ângulo limite,
fora d’água, se deve aos raios que passam da água para o conforme vimos na questão anterior, haverá reflexão total
ar, sofrendo refração (i < L, pois nágua > nar). da luz (figura abaixo).

i
Ar
Ar frio 1
Água
Ar quente 2
L L L L i>L i
r
n1 > n2 ⇒ r > 1
P

Observe a figura vista abaixo, onde representamos um raio


luminoso que incide com ângulo igual ao ângulo limite (i = L).
Neste caso, o ponto de incidência (P) pertence à
circunferência que limita o círculo iluminado, sendo sua
Refringência
distância ao ponto “O” igual ao raio (R) desejado. crescente
Volume 1.B
A reflexão total sofrida pela luz, devido à mudança do índice
de refração do ar faz o asfalto parecer molhado. sen i n2
= ⇒ sen i ⋅ n1 = senr ⋅ n2 ⇒
sen r n1

7 D ⎧sen a × n = sen b × n1
Ao olhar para a água, o observador verá a imagem de P por ⎪
⇒ ⎨sen b × n1 = sen c × n2 → sen a × n = sen d × n ⇒
reflexão da luz que ao sair de P incide na superfície livre da ⎪
⎩sen c × n2 = sen d × n
água (Espelho Plano), e a imagem de Q por refração da luz
que ao sair de Q emerge para o ar. ⇒ sen a = sen d ⇒ a = d ⇒ i = r
Localizemos então as imagens vistas para P e Q.
sen b n2
sen b x n1 = sen c x n2 ⇒ = ⇒
• Imagem de P: sen c n1
Física II

Como a superfície livre da água funciona como um espelho n1 < n2 ⇒ sen c < sen b ⇒ c < b ⇒ r2 < r1
plano para a luz que sai de P, a imagem deste será simétrica
ao objeto. 10 B
Conforme vimos na resolução da questão anterior, quando
Objeto
um raio luminoso atravessa uma lâmina envolvida por um
Ar único meio, o raio emergente é paralelo ao raio incidente.
Água Apesar de não haver desvio angular do raio luminoso ao
atravessar a lâmina, este se desloca lateralmente de uma
Imagem distância “d” (figura abaixo), cujo valor poderá ser
encontrado, em função de i, r e da espessura da lâmina (e),
Figura 1 da seguinte forma:
• Imagem de Q: (Dioptro Plano) i
A imagem do boneco Q será vista um pouco acima da sua
40 1 A
posição real, o que nos permite representá-la pela figura
abaixo. i–r
P
e 2 r
r

Ar 1 M B
Água i d
Imagem

Objeto Observe os triângulos retângulos AMB e APB,


Figura 2 A
Fazendo uma superposição das figuras “1” e “2”, Δ e
cos r = ∴ A = cos r
encontramos como posição relativa das imagens de P e Q A
a situação da figura abaixo. r

e 

Imagem de Q

Imagem de P
M B
8 B
Sabemos que devido o dioptro plano, o meio círculo que A Δ
sen (i – r) = ∴ d = A . sen (i – r) ∴
está sob a placa de vidro será visto um pouco acima de sua A
i–r
posição real.
Devido os objetos mais próximos serem vistos sob um e

P ∴ d = cos r . sen (i – r) ∴
ângulo visual maior, o observador verá o círculo segundo a
figura da opção “B”. d sen(i − r)
∴d=e. cos r
9 B
Apliquemos a Lei de Snell às três refrações que a luz sofre B
ao atravessar o conjunto.
sen(i − r)
d=e. cos r
a n
b n1
b Aplicando a Lei de Snell à primeira refração, temos:
c n2
c sen i n2 sen 60° 3
= ⇒ = ⇒
d sen r n1 sen r 1
Volume 1.B
Portanto, a dispersão da luz se deve às refrações que a luz
3 sofre ao atravessar o prisma.
2 = 3 ⇒ sen r = 1 ⇒ r = 30° Resposta: opção “C”
sen r 1 2

Aplicando a fórmula do desvio lateral, temos:

e ⋅ sen ( i – r ) 10cm × sen ( 60° – 30° )


d= = ⇒
cosr cos30° 1 E
Vejamos a figura abaixo:
10 cm × sen 30° 10 cm × 1/2
⇒d= = ⇒
cos 30° 3

Física II
2
10 cm 10
⇒d= ≅ ≅ 5,7 cm
3 1,7
60o 60o
11 D α N=1
Quando o raio luminoso atravessa o prisma ele sofre duas
refrações. Na primeira refração o raio luminoso não sofre N= 3
θ = 30o
desvio pois a incidência é “normal”. Na segunda refração o
raio luminoso se afasta da normal, pois incide de forma oblíqua
do meio mais refrigente para o meio menos refringente. Assim,
o percurso correto é o do raio luminoso 4.

41
i 1⋅ sen 60° = 3 ⋅ senθ
r
3 1
= 3 ⋅ sen θ ∴ sen θ = ⇒ θ = 30°
2 2
12 C
α + 30° + 60° = 180° ⇒ α = 90°
A luz branca é policromática, isto é, consiste na composição
de diversas luzes monocromáticas, que se diferenciam uma
da outra pelas freqüências das ondas que as constituem. 2 15°
Quando um raio luminoso atravessa um prisma de vidro Observe a figura abaixo:
imerso no vácuo este sofre um desvio angular ( Δ ), decorrente
das duas refrações consecutivas, conforme a figura abaixo.
N= 2
N
Vácuo Vácuo
Vidro d
45o = i θ
Raio Δ Raio α R/2
Δ1 Δ2 R
incidente emergente
C

Este desvio é igual à soma dos desvios Δ1 e Δ2 que o raio R


sofre na primeira e segunda refrações, respectivamente, ou 1
seja: Δ = Δ1 + Δ2. No triângulo assinalado: cos α = 2 = ⇒ α = 60°
R 2
Verifica-se que no desvio Δ a luz branca sofre ao atravessar
Portanto:
o prisma é diferenciado para as diversas freqüências de
onda (diversas cores) que a constituem, devido às diferentes θ = 30°
velocidades destas no interior do vidro. Este desvio é Lei de Snell:
máximo para a onda de maior freqüência (violeta) e mínimo 1. sen i = 2 . sen 30°
para a de menor freqüência (vermelha).
O fenômeno acima descrito pode ser ilustrado pela figura 2
abaixo, o que constitui a dispersão da luz branca em suas sen i = ⇒ i = 45°
2
diversas faixas monocromáticas.
O desvio mostrado na figura será:
d = i – θ = 45° – 30° = 15°
Vermelha
Laranja
bra
nca Amarela
Verde
3 A
Luz Observe as condições na figura a seguir:
Azul
Anil Lei de Snell:
Violeta
1.sen 45° = n . sen(90° – i)
Volume 1.B
2 2 6 C
= n . cos i ⇒ cos i =
2 2n Considere um raio luminoso que sofre refração, passando
de um meio “1” para um meio “2”, conforme a figura abaixo.
2
sen2i + cos2i = 1 ⇒ sen2i = 1 – Normal
4n2 Raio
incidente
4n2 − 2 4n2 − 2
sen2i = ⇒ seni =
4n2 2n
45o i
1
2
Física II

90o – i r
i>r Raio
N
i refratado

Para este fenômeno, podemos aplicar as Leis da Refração,


vistas abaixo.
Para que haja reflexão total na face vertical: 1a Lei: O raio incidente, o raio refratado e a normal são
i>L coplanares.
sen i > sen L 2a Lei (Lei de Snell): A relação existente entre os ângulos de
incidência (i) e de refração (r) é dado por:
4n2 − 2 1
>
sen i n2 sen i v1
42
2n n
= (I) ou = (II)
sen r n1 sen r v2
( )
2
> ( 2)
2
4n2 − 2 Obs.: Ao usar as fórmulas acima, lembre que: “1” é o meio
2
4n – 2 > 4 onde se propaga o raio incidente e “2” o meio em que se
propaga o raio refratado.
3
4n2 > 6 ⇒ 2n2 > 3 ∴ n >
2 Assim, como a questão considera que o ângulo de incidência
é maior que o ângulo de refração (i > r), temos:
4 D ⎧0° < i < 90°
Vejamos as figuras a seguir: i > r ⇒ sen i > sen r, pois ⎨
⎩0° < r < 90°
N
Logo, aplicando as equações (I) e (II) vistas anteriormente,
temos:
α = 45o sen i n2
(I) = ⇒ sen i > sen r ⇔ n2 > n1 ∴ n1 < n2
sen r n1
θ θ sen i v1
5 3 (II) = ⇒ sen i > sen r ⇔ v1 > v 2
4 α= 45o sen r v 2
Ar
3 n1 < n2 e v1 > v2

3
7 D
I. (verdadeira). Aplicando a equação (I) da resolução da
3 questão 12, temos:
senθ = tgα = 1 ⇒ α = 45°
5 sen i n2
= ⇒ n1 > n2 ⇔ sen r > sen i ⇒ r > i
sen r n1
2
sen 45° = Assim, o raio refratado se afasta da normal, o que permite
2
que “w” o represente (figura abaixo).
Equação de Snell
1 ⋅ sen α = n ⋅ sen θ

2 3 5 2
1⋅ = n⋅ ⇒ n = i
2 5 6
1
2
5 A r w
o
nv sen 60
= = 3.
nAr sen 30o
Volume 1.B
II. (falsa). “y” não pode representar o raio refratado do
nAR 1
raio incidente “x” pois estes devem estar em quadrantes q= ⋅p∴q = ⋅ 3 = 2,0 cm
opostos (figura abaixo). nL 1,5

Raio
incidente 12 E
Observe a figura:

R = 6 7 cm NAR = 1,0

L
H 4

Física II
L Nágua =
3

Raio
refratado 4
1 3 3
III. (verdadeira). Conforme foi visto acima. sen L = = ⇒ 3 ⇒ tg L =
4 4 L 7
Somente I e III são corretas.
3 2 2
4 –3 = 7
8 A
sen i n2 6 7
tg L = (no triângulo assinalado)
De acordo com a Lei de Snell, temos sen r = n , onde n1 e H
1

n2 são constantes que dependem dos meios e do tipo de luz. 6 7 3 6 7× 7


= ⇒H= 14 cm
H 7 3 43
9 A
Observe a figura:
R = 6cm 13 C
nAR = 1,0 A imagem será vista a uma distância da fronteira de:
0 P = 100 cm no = 1,0
4
450 = L q=? nob =
nL 6 cm 3
450 no 1 300
q= . p = 4 . 100 = = 75 cm
C nob 4
3
1 2 1 2× 2 A imagem é virtual.
Sne L: ∴ = ∴ nL = = 2
n 2 nL 2× 2

10 0,30 m 14 C
Observe que: Separando os dados:
TV (tamanho visto) P = 1,0 m
TR (tamanho real) no = 1
no (índice onde está o observador) 4 no 1 3
nob (índice onde está o objeto) nob = q = n . P = 4 . 1 = m = 75
3 ob 4
no
TV = . TR 3
nob cm
para incidências próximas da normal q=? A imagem é virtual.
1
4 15 45
TV = 4 . 0,40 = . 0,40 = 0,30 m
3 3 Aplicando a equação conhecida para um ponto P localizado
no fundo do aquário, temos:
11 A
Observe a figura
S1 S2
nL
Nar
P
P'
h
q
nL=1,5 60 cm
P'

P = 3,0cm P
Volume 1.B
d' nobservador d' n
= ∴ = ar ∴
d nobjeto d nágua i = 45o
I
c N= 2
d' v ar d' c/ v r = 30o
∴ = ∴ = = água ∴
d c d var c/ e
45o
v água

d' v água h 225, 000km / s N J I'


∴ = ∴ = ∴
d v ar 60cm 300,000km / s e – 10
Física II

10 cm
225 225 Lei de Snell:
∴h= ⋅ 60cm = cm = 45cm
300 5
1 . sen 45° = 2 . sen r
h = 45 cm
2
= 2 . sen r ⇒ r = 30°
2
16 C
No triângulo: (INI’)
Imagem
NI' NI'
tg 45° = ⇒ 1= ⇒ e = NI'
e e
Logo: NJ = e – 10
d'
d Objeto
44 No triângulo (INJ) temos:
e − 10
tg30° =
e

3 10
= 1−
3 e
d' nobservador d' nágua
= ∴ = ∴ 10 3
d nobjeto d nar = 1−
e 3
d' 4/ 3 4
∴ = ∴ d' = 1200 ⋅ = 1600m 10 10
1200m 1 3 = 0, 423 ⇒ e = ≅ 23,64
e 0,423

d’ = 1600 m
Resp.: 23,64 cm

20 D
17 6 Observe o esquema:
2 AR
Nar = 1,0
Veja os dados: A
dmin = 30o i i
r r 3mm = q
Δ = 90o n nL P' 5mm = P
n=?

dmin = 2i – A ∴ 30° = 2i - 90° ∴ i = 60° P

A = 2r ⇒ 900 = 2r ∴ r = 45° nAR 1 5


q= ⋅ p ⇒ 3 = ⋅ 5 ∴ nL =
Snell: nL nL 3
1 . sen60° = n . sen45°
3
= n⋅
2
∴n =
3
=
6 21 E
2 2 2 2 Observando a condição temos:

18 B
Para cores diferentes, as inclinações dos raios são diferentes, NAR = 1,0
portanto, os índices de refração de um material são i
diferentes para cores diversas.

19 23,64 cm
Observe a figura a seguir: NV = 1,6
Volume 1.B
Snell:
1 2 1
1,6 seni = 1 . sen90° sen 45° > ⇒ > ⇒
n 2 n
1
seni = = 0,625 ⇒ i = arcsen 0,625 2
1,6 ⇒n> ⇒ n > 2 ⇒ n > 1,41
2
22 A
Como os raios i1 e i3 são paralelos, então:
n1 = n3.
O raio i2 se aproxima da normal. Portanto, n2 > n1.

23 E

Física II
O raio emergente é paralelo ao incidente. 1 A
Na figura abaixo temos:
Veja a figura.
N nAR

α
θ 60o
nm
30o
120o
60o 30o

45
θ Equação de Snell:
1 . sen 60° = nm . 30°
α + θ = 90°
3 1
θ = 90° − α = nm ⋅ ⇒ nm = 3
2 2

24 A 3
Analisemos o comportamento do raio luminoso no interior
do prisma.
• Refração do raio na face vertical do prisma
prisma:
2 B
Observemos a figura a seguir:
Como o raio incide perpendicularmente à superfície ele a
atravessa sem sofrer desvio (i = 0o ⇒ r = 0o).
θ AR

Face
=4

45o
vertical
5
o

Raio Raio
incidente refratado 45o
θv = 30o
15o

45o

• Reflexão total na face S (face inclinada)


inclinada):
Para que haja reflexão total do raio luminoso é necessário Equação de Snell:
que: i > L. nar . sen θar = nv . sen θV
Face S 1 . sen 45° = nv . sen 30°
2 1
= nV ⋅ ⇒ nV = 2
2 2
Raio i = 45o
incidente Vi r
A Resp: 2
Raio dr
refletido o
3 E
Observe a figura:
sen i n2 sen L nAR
= ⇒ = ⇒ n
q = AR ⋅ P
sen r n1 sen 90° nPRISMA nAG Ar
sen L 1 1 1 Água q
⇒ = ⇒ sen L = 1,5 = . P
1 n n 4 I P
4 × 1,5
Para que haja reflexão total é necessário que: P=
3 O
i > L ⇒ sen i > sen L ⇒ P = 2,0 m
Volume 1.B
Portanto:
4 C
Seja a figura: ( ) ( )
L + 90 ° − θ + 180 ° − φ + 90 ° = 360 ° ⇒

⇒ L − θ − φ = 0° ⇒ φ = L − θ ⇒
⇒ φ = 45° − 7,5° ⇒ φ = 37,5°
Ar
Água 7 A figura abaixo ilustra alguns dos raios luminosos que saem

3,0 m = P
q da lâmpada puntiforme em direção à superfície de separação
da água da piscina e do ar.
nág. = 1,3
Física II

A O B Ar
Água
L L
n 1
q = o ⋅P = × 3,0 = 2,3 m h
L
nob 1,3
Resp: 2,3 m

5 A A luz emitida pela lâmpada puntiforme L que consegue


A luz se aproxima ao penetrar na água, se afasta ao entrar passar da água para o ar intercepta a superfície de separação
no vidro e se afasta ao emergir para o ar.
dos dois meios em uma região circular de diâmetro AB e
6 Podemos ilustrar o traçado do raio luminoso pela figura raio OA = OB = R = 1,5 m
abaixo.
46 45o Aplicando a lei de Snell ao ângulo limite (L), temos:
sen i n2 sen L n
= ⇒ = AR ⇒
L sen r n1 sen 90° nÁGUA
30o
θ sen L 1
θ ⇒ = ⇒ sen L = 3/4
1 4/ 3
2
φ ⎛3⎞
sen2L + cos2 L = 1⇒ ⎜ ⎟ + cos2 L = 1⇒
⎝ 4⎠
1a Refração: 9 7 7
⇒ + cos2 L = 1 ⇒ cos2 L = ⇒ cos L =
sen i n2 sen 45° nB 2 / 2 nB 16 16 4
= ⇒ = ⇒ = ⇒
sen r n1 sen 30° nA 1/ 2 nA
sen L 3/ 4 3 7 3 7
tg L = = = × ⇒ tg L =
nB cos L 7 /4 7 7 7
⇒ = 2
nA
De acordo com o triângulo sombreado do LBO, temos:
Reflexão i=r= θ
OB 3 7 R 3 7 1,5m
tg L = ⇒ = ⇒ = ⇒
OL 7 h 7 y
2a Refração
1,5m × 7 1,5m 7
sen i n2 sen L n ⇒h= = × ⇒
= ⇒ = A ⇒ 3× 7 3 7
sen r n1 sen 90° nB
⇒ h = 0,5. 7m
sen L 1 1 2 2
⇒ = ⇒ sen L = × = ⇒ L = 45°
1 2 2 2 2
Sendo a profundidade da piscina H = 2 7 m, até a lâmpada

Saberemos que a soma dos ângulos internos de um triângulo chegar à profundidade h = 0,5 7 m, esta se desloca
é igual a 180°. Assim, para o triângulo sombreado, verticalmente a distância.
podemos afirmar que:
Δs = H − h = 2 7 − 0,5 7 ⇒ Δs=1,5 7m
( 90 ° − L ) + ( 90 ° + 30 ° ) + 2θ = 180 ° ⇒ Finalmente, sendo a velocidade vertical de ascenção da
⇒ − L + 30° + 2θ = 0° ⇒ lâmpada v = 7 m/s, ela é vista por um observador fora
⇒ − 45° + 30° + 2θ = 0° ⇒ 2θ = 15° ⇒ θ = 7,5o da piscina durante o intervalo de tempo dado por:
Δs Δs 1,5 7
Analisando agora o quadrilátero destacado. Sabendo que v= ⇒ Δt = = ⇒ Δt=1,5s
a soma dos seus ângulos internos deve ser igual a 360°. Δt v 7
Volume 1.B
Observe que para cada reflexão que a luz sofre, o raio
8 Podemos ilustrar o
luminoso avança uma distância “x”, ao longo da extensão
trajeto do raio luminoso
que penetra na fase i da fibra óptica.
óptica pela figura ao lado. Pelo triângulo sombreado, temos:
x x
r tg60° = ⇒ 3= ⇒ x = 3 mm
d 3
Pela lei de Snell, temos:
sen i n2 sen θ nF Finalmente, através de uma proporção podemos calcular o
= ⇒ = ⇒ i'
sen r n1 sen r nAR número de reflexões que o raio sofre.
N
Avanço longitudinal → no de reflexões

Física II
sen 45° 2 2 /2 2
⇒ = ⇒ = ⇒ 3 mm → 1
sen r 1 senr 1 64 mm → x

1 64mm x 1
⇒ senr = ⇒ r = 30° x= ⇒ x ≅ 21,33
2 3mm
Logo, ocorrerão 21 reflexões totais até o raio emergir da
Analisando o raio luminoso que tenta sair da fibra óptica, fibra óptica.
podemos calcular o seu ângulo de incidência pelo triângulo
sombreado. 9 D
r + i’ + 90° = 180° ⇒ Antes dos raios luminosos emitidos pelo objeto AB serem
⇒ 30° + i’ + 90° = 180° ⇒ i’ = 60° refletido na face maior do prisma, a face horizontal os
refrata gerando uma imagem A’B’ na posição horizontal,
Se aplicarmos a lei de Snell para este raio que tenta sair da devido a existência de um dioptro plano.
fibra óptica, temos: d’ > d, pois nPrisma > nAr 47
sen i n2 sen i' nAR
= ⇒ = ⇒
sen r n1 sen r nF

3
sen60° 1 2 1
⇒ = ⇒ = ⇒
senr 2 senr 2
A B
6
⇒ senr = A' B'
2
Como os raios que emergem da face inferior do prisma
Como 6 > 2, teríamos sen r > 1, o que sabemos ser incidem na sua face maior, sofrendo reflexão total, conforme
impossível. Isto acontece porque o ângulo de incidência (i’) a figura a seguir, a imagem A’2B’ do dioplo será objeto para
é maior que o ângulo limite para este par de meios. Logo, o espelho plano.
a luz sofrerá reflexão total. Pela figura abaixo, percebemos
que o raio refletido incide na face posterior novamente
formando 60° com a normal, o que nos permite concluir
que a luz sofrerá seguintes reflexões totais no interior da
fibra, até emergir na sua outra base, conforme a figura a
seguir.

x
60o Como a imagem de um espelho plano é simétrica ao objeto
em relação ao espelho, devemos ter a imagem final A’’B’’
simétrica a A’B’ em relação ao “espelho plano”, conforme
a figura abaixo.

B''

A''

A B
A' B'
Volume 1.B
10 B 2 D
• 1o Fenômeno: Refração (ar → água) Consideremos a influência do movimento do objeto e do
Quando os raios emitidos pela lâmpada atravessam a espelho na imagem.
superfície de espaço ar (água, devido o dioplo plano, forma-
se uma imagem a uma distância d’ acima da superfície dada V2 = 5 m/s
por: (E)
V1 = 2 m/s 2 m/s 10 m/s
d' n2 d' nágua
= = = ⇒
d n1 250 nar
VI = 10 – 2 = 8 m/s
d' 1,33
⇒ = ⇒ d' = 332,5cm O I
Física II

250 1

* Professor amigo! Estimule a solução mental do tipo de


• 2° Fenômeno: Reflexão (espelho plano) problema acima.
Devido à simetria entre o objeto e o espelho, a imagem
estará abaixo do espelho à mesma distância que o objeto 3 D
se encontra acima deste. Quando o espelho gira de um ângulo (θ) em torno do eixo
d’ = d = 200 + 332,5 ⇒ d’ = 532,5 cm que passa por (P) e é perpendicular ao plano da figura, o
raio refletido girará de (2,0 θ) como já foi demonstrado no
conteúdo do capítulo em curso!
• 3° Fenômeno: Refração (água → ar)
Os raios refletido pelo espelho plano “saem” de um ponto Como o movimento da imagem é circular:
532,5 cm abaixo do espelho plano, portanto 733,3 cm VI = WI . R = 1 x 20 = 20 cm/s
48 Resp: 20 cm/s
abaixo do dioptro plano água/ar. Aplicando a equação do
dioptro plano, a imagem final estará a uma distância d’
dada por: 4 E
Observe as construções de imagem
d' n2 d' n
= ⇒ = ar ⇒
d n1 d nágua
o
d' 1 732,5 i
⇒ = ⇒ d' = ⇒ d ≅ 550 cm
732,5 1,33 1,33 V F C

Finalmente, se a imagem final do sistema está 550 cm


abaixo da superfície que separa o ar da água, esta se
encontra 350 cm abaixo do espelho.
despelho = 550 – 200 ⇒
despelho = 350 cm
V F C i

1 C
V F i C
Figura de acordo com o enunciado.

Objeto
C
A
O
25 m dmin 25 m As imagens dos objetos colocados nas posições 2, 3 e 4 se
B formam respectivamente nas regiões 1, 8 e 7.
D
4m 5 B
12 m 16 m Dados fornecidos:
p = 20 cm
Δ DOAB ~ Δ OCD f = 30 cm (côncavo)
a=?
dmin 4
= ⇒ dmin = 5,0m f 30
25 20 a= = =3
5 f − P 30 − 20
Volume 1.B
6 C sen i v1 sen 45° v1
Separemos os dados: ⇒ = ⇒ = ⇒
sen r v2 sen 30° v2
f(côncavo)
a=2 2 /2 v1 v
P=? ⇒ = ⇒ 1 = 2
Teremos que: 1/2 v2 v2

f
a=
f −P
11 A
Do estudo de dioptro plano, temos:
f d' n2
2= ⇒ 2f – 2 P = f =
f −P

Física II
d n1

f → meio do observador
2p = f ⇒ P = → meio do objeto
2
De acordo com a ilustração, temos:
7 D ⎧d' < d ⇔ n1 < n2
Da figura fornecida, tiramos: d' n1 ⎪
= ⇒ ⎨d' > d ⇔ n1 > n2
R d n2 ⎪
P=
2 ⎩d' = d ⇔ n1 = n2

R
f=–
2
12 40
Analisemos as três refrações que o raio luminoso sofre ao
a=? atravessar o conjunto.
Então:
49
R R Ar i
− −
f 2 2 1
a= = = = Água a a
f −P − R − R −R 2
2 2 Vidro b b

Ar r
8 B
Dados:
na = 4/3 seni n2
= ⇒ seni.n1 = senr.n2 ⇒
nv = 3/2 senr n1
va
=? ⎧seni.nAr = sena.nÁgua
vv
⎪⎪
Por analogia com a questão anterior: ⇒ ⎨sena.nÁgua = senb.nVidro ⇒

na v a 4 /3 v a v a 4 2 8 ⎪⎩senb.nVidro = senr.nAr
= ∴ = ∴ = ⋅ =
nv v v 3/2 v v vv 3 3 9
⇒ seni. nAr = senr . nAr ⇒
va 8
= ⇒ sen i = sen r = i = r ⇒ r = 40°
vv 9

9 B Anotações
Como o raio luminoso se aproxima da normal, o meio 2 é
mais refringente que o meio 1.
sen i n2
=
sen r n1
i > r ⇒ sen i > sen r ⇒ n2 > n1
Como o índice de refração é inversamente proporcional à
velocidade de propagação da luz no meio, temos.
c
n=
v
n2 > n1 ⇒ v2 < v1

10 D
c
sen i n2 seni v2
= ⇒ = ⇒
sen r n1 senr c
v1
Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO

Professor(a): _____________________________________

Escola: ___________________________________________________

Física III
Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________

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Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

Exclusivo da apostila do professor


professor,, este guia
apresenta a resolução dos exercícios
Física III

SUMÁRIO
Capítulo 1: Ter mometria e Pr
ermometria opagação do Calor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
Propagação
Tópico A: Termometria
Tópico B: Transferência de Calor
Tópico C: Calorimetria
Tópico D: Diagrama de Fases
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
Capítulo 2: Gases e TTer
er modinâmica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
ermodinâmica
50 Tópico A: Estudo dos Gases
Tópico B: 1a Lei da Termodinâmica
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56

5 C

Capítulo 1
Se Q1 = Q2
m1c1ΔT1 = m2c2ΔT2
logo, se as capacidades térmicas (mc) forem iguais os ΔT
Termometria e Propagação do Calor também serão iguais.

Q 15 0
cx mΔT m .15 1
6 =
Q
= =
cy 20 0 2
1 D mΔT m .10
oC
cm x–4 20 – 0
14 100 = 7 A) A transição ocorre em (70 – 40)min, logo a energia
14 – 4 100 – 0 consumida na transformação foi de 30 x 30 = 900 cal.
x 20
4 0 Q = mL
x–4 20
= 900 = 30 L → L = 30 cal/g
10 100
x–4=2 B) Q = mcΔT (calor sensível)
x = 6 cm 30 . (80 – 70) = 30 . c . (80 – 40) ⇒ c = 0,25 cal/goC

2 A Observe que este calor específico é um só no intervalo


O corpo A sofreu a maior elevação pois 10oC equivalem a de 40 oC a 80 oC, que contém o intervalo pedido.
18oF:
ΔC ΔF 10 ΔF
= → = → ΔF = 18oC 8 E
5 9 5 9
50 g
II 0oC ∑Q = 0
3 A mcΔTI + MLII + mcΔTII = 0
O calor flui sempre no sentido das temperaturas decrescentes. 200 . 1 (Te – 80) + 50 . 80 +
+ 50 . 1 . (Te – 0) = 0
4 B 250 Te = 12000
Ele dificulta a perda de calor evitando/diminuindo a sensação I Te = 48oC
de frio. g
Volume 1.B
9 C Tc TF – 32
Como não sabemos se há calor na água suficiente para 3 = (Se TC = x → TF = x + 40)
5 9
derreter o gelo, vamos verificar.
I. calor que a água pode liberar se esfriar até 0°C: x x + 40 – 32
Q = mcΔT = ⇒ 9x = 5x + 40
5 9
Q = 400.1.(22-0)
Q = 8800cal 4x = 40 → x = 10oC ou 50oF

II. calor gasto para aquecer o gelo até 0°C: 4 C


Q = mcΔT Sabendo que 32oF equivalem a 0oC, concluímos que estará

Física III
Q = 150.0,5.(0-(-20)) bastante frio e o item “C” seria o mais conveniente. Veja
Q = 1500cal que o traje espacial, apesar de ser aquecido não seria muito
adequado para ir ao parque além de ser de difícil obtenção.
III. calor necessário para derreter todo o gelo:
Q = mL 5 h oC
T –0
Q = 150.80 10 – 5
25 100 = A
Q = 12000cal 25 – 5 100 – 0
10 Ta
5 0
Observando as quantidade de calor obtidas em I, II e III 5 Ta
= → Ta = 25 oC
constatamos que 1500 < 8800 < 12000+1500, isto é, 20 100
1 5
há calor suficiente para levar o gelo até 0°C mas não há
calor suficiente para derretê-lo todo. Item C.
6 A escala Fahrenheit, apesar de menos adotada e de não
10 A pertencer ao sistema internacional de unidades é mais
I. verdadeiro: por estar numa temperatura menor que o precisa pois tem 180 divisões onde a Celsius apresenta 51
ponto de orvalho, o copo causa a condensação de vapor apenas 100, tornando a unidade öF menor que a unidadeoC.
d’água no ar ambiente.
II. verdadeiro: quanto maior o choque térmico, maior a 7 98 100 TE – (–2) T –0
parcela de vapor que condensa, tornando-se visível. TE TC = C ¨
III. verdadeiro: ao resfriar, a pressão do ar interno diminui. 98 – (–2) 100 – 0
–2 0
TC = TE + 2
11 A
Aumentando a temperatura, o ponto de ebulição será atingido. 8 D
Como ΔC/5 = F/9 , uma variação de 10oC corresponde
12 B a uma variação de 18oF. Assim verifica-se que São Paulo
Quando líquido e vapor entram em equilíbrio dinâmico as teve uma maior variação de temperatura.
velocidades de vaporização e condensação se igualam e na
mesma proporção que vapor vira líquido, o líquido vira vapor.
A concentração de vapor se mantém constante.
9 C

10 B
A cerâmica conduz melhor o calor, rouba calor mais rapidamente
dos pés, dando uma sensação mais intensa de frio.

TA – (– 20) T –0 11 A
= C
oA oC
1
30 100 30 – (– 20) 100 – 0 A areia quente aquece o ar nas proximidades fazendo com
TA TC que ele suba por convecção. O ar frio que está sobre o mar
TA + 20 T vem então para ocupar o lugar do ar quente que subiu.
–20 0 = C → Tc = 2 TA + 40
50 100
1 2 12 D
Mas queremos que TA = – TC, logo: No vácuo, o único processo viável para a propagação do
TC = 2 (–TC) + 40 calor é a irradiação.

3TC = 40 → TC = 13,3oC
13 E
O Efeito Estufa é próprio da atmosfera natural da Terra e é
necessário para que a Terra não congele por inteiro devido
2 C
à perda de calor para o espaço. Ele foi acelerado pela
50 – 0 Ty – 20 poluição causada pelo uso massivo de combustíveis fósseis
= e pela derrubada de florestas e redução/envenenamento
100 – 0 80 – 20
de superfícies líquidas (consumidores de CO2), causando
1 um aumento na proporção de CO2 livre na atmosfera e um
50 T – 20 aumento na taxa de retenção de calor pela atmosfera.
= Y
100 60
2 14 C
Caso parássemos a produção massiva de CO2, ainda
TY – 20 = 30 → TY = 50oY demoraria um bom tempo para a temperatura parar de
Volume 1.B
subir, pois teríamos que esperar que os consumidores
naturais de gás carbônico dessem conta de todo o excesso 23 D
gerado pelo homem. Em contato com a pessoa o termômetro tende ao equilíbrio
com esta e, ao final, a temperatura indicada é a de equilíbrio
térmico.
15 E
O reservatório deve ser um bom isolante, para reter o
calor; não convém que seja metálico. O vidro cria um efeito 24 C
estufa e melhora a eficiência, assim como a placa escura 1,5 quilocalorias por minuto equivalem a 1,5 x 4000J em
também ajuda. 60s que nos dão uma potência de 100W. Dentre os
aparelhos citados, o único coerente com esta potência é a
lâmpada incandescente.
16 C
Física III

A água demora mais para esquentar pois tem calor


específico maior que a terra. O ar frio é mais denso e tende 25 E
a descer. O vidro provoca efeito estufa pois é opaco para Graficamente
oC
radiações de calor. O material refletor nas garrafas térmicas
é para dificultar a irradiação. 25
I
Q Q II
17 Se Q = mcΔT → ΔT = mc ou C –10
III
Q

Aquecerá mais lentamente o corpo que tiver a maior


capacidade térmica (C = mc). Pelos dados da tabela o maior (1A = 1000 g de H2O)
produto mc pertence ao cobre.
Q total de calor extraído é dado pela soma das três etapas:
Q = QI + QII + QIII
52 18 D Q = mcΔTI + mL + mcΔTII
Este conceito corresponde ao de calor específico.
Q = 1000 . 1 . (– 25) + 1000 . (– 80) + 1000 . 0,5 . (–10)
Q = – 110.000 cal
19 B
Q = mcΔT
800 = 500 . c . 2 26 A) Se há sobra de gelo, a temperatura de equilíbrio é de
c = 0,8 J/goC 0oC.
B) ΣQ = 0
mcΔT + mL = 0
20 C 100 . 1 (0 – T) + 20 . 80 = 0
Para aquecer rapidamente, a panela deve ter baixo calor
específico e, para a temperatura subir do modo mais uniforme 100 T = 1600
possível, a condutibilidade deve ser a maior possível.
T = 16oC
21 D c oC
27 D
m T
Tc = 60oC
30
10

t
Situação I –10
ΣQ = 0
m . c (60 – 100) + 1000 . 1 . (60 – 20) = 0 ΣQ = 0
– 40 mc = – 40000 Qref + Qg + QL + Qg = 0
mc = 1000 cal/oC → capacidade térmica da barra 1000 . 0,95 . (10 – 30) + m . 0,5 . (0 – (–10)) + m . 80 +
+ m . 1 . (10 – 0) = 0
Situação II – 19.000 + 5m + 80m + 10m = 0
ΣQ = 0 95m = 19000
mcΔTB + mcΔTA = 0 m = 200 g de gelo
1000 . (Te – 100) + 3000 . 1 . (Te – 20) = 0
200
1000 Te – 100. 000 + 3 000 Te – 60 000 = 0 (÷ 1000) como cada cubo é de 50 g, ele precisaria de =4
50
4 Te = 160 → Te = 40oC cubos

22 Q = mcΔT 28 E
9000 m = 200 . 1 . (36 – 9) I. O calor específico na fase líquida é:
9000 m = 200 . 27 Q 6000
C= = = 0,5 cal/goC
m = 0,6 g mΔT 200 . 60
Volume 1.B
II e III. A temperatura de ebulição é 80oC e o calor latente Momento ENEM
de vaporização é de:
Q = mL 40 C
(18 – 6) . 103 = 200 . LV → LV = 60 cal/g Quanto maior a altitude, menor a pressão e o ponto de
IV. E o calor específico no estado de vapor é de: ebulição.
Q 6000
C= = = 0,75 cal/goC
mΔT 200 . 40

Logo, III e IV são corretas.

Física III
29 Q1 = mLf + mcΔT 1 ΣQ = 0
Q1 = m . 80 + m . 1 (100 – 0) Qcal + QI + QII = 0
CΔT + mcΔTI + mcΔTII = 0
Q1 = 180 m
400 (40 – 20) + 200 . 1 . (40 – 20) + 300 . (40 – T) = 0
12000 – 300 T + 12000 = 0
Q2 = mLV
3 00 T = 240 00
Q2 = m . 540
T = 80oC
Q2 540 m
= =3 2 Graficamente
Q1 180 m
oC

30 C
Vê-se no gráfico que a temperatura estabilizou-se para a 100 53
transformação num valor mais alto para o sólido A (TA > TB) 80
e podemos ver também que a transformação foi mais
demorada para o corpo B, indicando que este precisou de 10
mais calor, logo LA < LB.
Q(cal)
31 D ΣQ = 0
Quando um corpo recebe calor, sua temperatura pode mcΔT + mcΔT + mL = 0
aumentar ou seu estado de agregação pode mudar, 400 . 1 (70) + m . 1 (– 20) + m (– 540) = 0
mantendo, neste caso, a temperatura constante durante a 28000 = 260 m
transformação.
m=5g
32 D
A temperatura do copo mais baixa que a do ambiente 3 B
provoca a condensação do vapor existente no ar. O alumínio tem menor calor específico, por isso, esquenta
mais rápido.
33 D
I. (F) A superfície dos oceanos é muito maior propiciando 4 A
uma maior evaporação. O ar aquecido pela lâmpada sobe e gira o ventilador.
II. (V)
III. (V)
5 B
IV. (V) A chuva cai devido à gravidade. Os rios também Q = mL
“descem” o relevo em direção ao oceano. 200 . (8 – 2) = 200 . L
V. (V) A construção de barragens, o desvio de cursos L = 6 cal/g
d’água, os aterros alteram a dinâmica das águas.
6 C
34 D mcΔT
Q 360 . 1. (30 – 25)
Ao expandir, a pressão baixa e a substância tende a sublimar. I. Pot = = = = 60 cal/s
ΔT ΔT 30
35 E II. Q = mcΔT
Ao começar a ebulição a temperatura se mantém Pot = Δt’ = mcΔT
independente do fluxo de calor fornecido. 60 . Δt’ = 900 . 0,6 . (30 – 20)
Δt’ = 90,0s = 1,5 min
36 1. Sólido 2. Líquido 3. Vapor
7 ΣQ = 0
37 Expande ao solidificar pois sua curva de fusão é decrescente. m1c1ΔT1 + m2c2ΔT2 + m3c3ΔT3 = 0
Como a massa é proporcional ao volume e só há uma
38 Os três, pois trata-se do ponto triplo. substância; (m = dV) podemos usar o volume pela massa.
5 . (T – 10) + 3 (T – 60) + 2 (T – 85) = 0
39 A substância vaporiza. 10 T = 400 → T0 = 40oC
Volume 1.B
8 Para igualar as quantidades de água e gelo, é necessária a 30o
IV
fusão de 100 g de gelo:
Te
ΣQ = 0
Qgelo + Qágua = 0 III
mL + mcΔT = 0 II
I
100 . 80 + 100 . 1 (0 – T0) = 0
–40
100 T0 = 8000
ΣQ = 0
T0 = 80oC QI + QII + QIII + QIV = 0
mcΔTI + mL + mcΔTIII + mcΔTIV = 0
Física III

30 . 0,5 . 40 + 30 . 80 + 30 . 1 . (Te – 0) + 200 . 1 . (Te –


9 B 30 ) = 0
600 + 2400 + 30 Te + 200 Te – 6000 = 0
PF 230 Te = 3000
E
PE Te ≅ 13oC

Liq
D C
Sol

Capítulo 2
O
A B Vapor
PS
Gases e Termodinâmica
Observando as regiões do gráfico, teremos:
54 AB – sublimação
BC – liquefação
CD – solidificação
DE – fusão
1 D
10 A
PV P'V' 2 P'
Gases como o CO2, vapor d’água e o metano (CH4) são = ⇒ = 3
nT n'T' n
causadores de efeito estufa pois dificultam a perda de calor n
para o espaço. 4
P’ = 1,5 atm
11 A) Q = mcΔT e m=dV
Q = 1000 . (5 x 106 . 1,5 x 106 . 10).4000.2 2 B
Q = 6 x 1020 J P1 V1 P V P V
B) Pot . Δt = Q = 2 2 = 3 3
T1 T2 T3
6,0 . 1010. Δt = 6 x 1020
Δt = 1010s 35 .1 10 . 3 5. 6
= = ⇒ T1 > T2 = T3
T1 T2 T3
12 A
A pressão do fio abaixa o ponto de fusão do gelo, fundindo-
o. Ao cessar a pressão o ponto de fusão volta ao normal e 3 E
ocorre o degelo. N
= Área
13 Q = mcΔT = P . ΔV = (10 – 5) . (5 – 105)
P . Δt = mcΔT = 25 . 105 J
400 . 15 = 300 . c . (40)
4 C
c = 0,5 cal/goC Em AB, ΔU > 0, pois é uma compressão ( < 0) sem troca
de calor. Em BC, ΔU > 0 pois ΔT > 0 (PBVB < PCVC). Em
CD, ΔU < 0 pois é uma expansão ( > 0) sem troca de
14 Chamemos de QC o calor liberado na combustão de todo calor. Em DA ΔU < 0 pois ΔT < 0 (PDVD > PAVA). No ciclo
o país e Q o calor absorvido pela neve. todo ΔU = 0.
0,4 QC = n . Q onde n é o número de operações:
0,4 . 6000 . 500 = n (mcΔT + mL + mcΔT)
1.200.000 = n (200 . 0,5 . 20 + 200 . 80 + 200 . 1 . 60)
1.200.000 = n (30.000)
1 C
n = 40 vezes Pela Lei Geral:
PV P'V'
15 D =
Graficamente: nT n'T'
Volume 1.B
P . V0 P' . 2' V0 10 C
= P’= 2P Como o gráfico V x T é uma reta, a transformação foi
T0 4 T0
isobárica. Aplicando a eq. de Clapeyron em A:
pV = nRT
2 B p . 20 = 1 . 0,082 . 310
V
PV 1,5 P . p = 1,27 atm
= 2
T1 T2
O volume em B pode ser calculado pela lei geral:
3

Física III
T PA VA PB VB
T2 = 0,75T1 ⇒ 2 =
T1 4 =
TA TB

3 A 20 VB
= ⇒ VB = 40 A
É o gráfico que corresponde aos processos. 310 620

4 D Calculo de :
= P . ΔV
PV 0,8 P . V' 10 V = 1,28 . 105 . (40 – 20) . 10–3 em unidades do S.I.
= ⇒ V’ =
nT nT 8 = 2574 J

10 V 11 D
–V
Δx 8 = 0 na transformação isométrica pois ΔV = 0
Δ% = . 100 Þ Δ% = . 100 = 25%
x0 V
12 D 55
5 D 3 1
Pela eq. de Clapeyron PV = nRT EC = kT = mv2
2 2
Ao duplicar a velocidade do lado direito da equação, a
temperatura quadruplica. Agora, se analisarmos pela
P = 1 atm (105 N/m2 ) equação de Clapeyron, PV = nRT, o aumento da temperatura
provocará um aumento proporcional na pressão.
V = 1 A (10-3 m3 )
R = 8, 3 J/mol k 13 A
T ≅ 27o C = 300 k Como num ciclo de ΔU = 0 ⇒ Q = e o trabalho pode
ser calculado pela área interna do ciclo.
N
n= N
6 . 1023 b .h 0,5 . 500
| |= = = 125 J
2 2
substituindo:
N 14 C
105 . 10–3 = . 8,3 . 300 Se ΔT = 0 ⇒ ΔU = 0
6 .1023
N = 2,4 . 1022 15 A
em ordem de grandeza: 1022 ΔU = Q –
ΔU = –42 – 60
6 B ΔU = –102 J
PV = nRT Q < 0 pois é cedido.
3.2,05 = (6/32).0,082.T
T = 400K = 127oC 16 A
3
7 E Ec = kT, como a temperatura é uniforme, todas as
A lei geral dos gases é válida para gases não reagentes. 2
moléculas terão a mesma energia cinética média.
8 A 1 2
Se o processo é isobárico, precisamos de um gráfico que Mas Ec = m V , então, as moléculas de O2 (mais
2
mostre P constante ou um gráfico que mostre V diretamente
leves) terão, em média, velocidades maiores:
proporcional a T (reta crescente) pois PV=nRT.
Ec(O2) = Ec(CO2); V(O2) > V(CO2)
9 A
O trabalho pode ser calculado pelas áreas sob as curvas:
(5 . 102 + 2 . 10 2 ) . 2
AC
= = 700J
2
= 2 . 2 . 102 = 400J
1 D
ABC
Volume 1.B
A isocórica (isovolumétrica) está representada no gráfico
(I) pois este demonstra uma relação constante entre P e T
11 Na situação inicial:
PV = nRT
ao passo que a isobárica está no gráfico III, que mostra
8 . 82 = n . 0,082 . 400 ⇒ n = 20
uma razão constante entre V e T.
Aplicando a lei geral dos gases:
2 A
Em ambos os processos, a temperatura duplicou, logo a 8V 2V
= e n’ = 5
energia cinética média das moléculas também. 20T n'T
logo Δn = 20 – 5 = 15 mol
3 A e Δm = 15 . 24 = 360 g
O processo AB tem acréscimo de temperatura (ΔU > 0)
Física III

e > 0 pois o volume aumentou, o que só é possível


com fornecimento de calor. Já o processo BC começou PV P'V'
12 nT
=
n'T'
e terminou com a mesma temperatura pois PBVB = PCVC,
então, em BC não há variação de energia interna. 3V 3V
= ⇒ n’ = 4,5
5 x 450 n' x 500
4 D
= pΔv = 50 . (5 . 10–3 m3) = 2,5 . 10–1 J portanto Δn = 5 – 4,5 = 0,5 mol

5 B 13 A) ΔU = (3/2)nRΔT. Se o processo é isotérmico (ΔT=0),


Estando na mesma sala, em equilíbrio térmico, as temos ΔU=0.
moléculas terão a mesma energia cinética média B) Sendo ΔU=0 e ΔU=Q - W teremos Q = W = 200J
3
(EC = KT) PV P'V'
56 2 14 A) =
nT n'T'
EC (O2) = EC (He)
1054 p2
1 1 = ⇒ p = 2 x 105 Pa
m . V2(O2) = m’V’2 (He) nT nT
2 2
32 . V2(O2) = 4V’2 (He)
B) ΔU = Q – W
V(He) 0 = Q – W (isotérmica)
V(O2 ) = 8 = 2 2 ≅ 2,8 Q = W = área
(B + b)h
C Q=
6 2
V
3P (2 x 105 + 1 x 105 )(4 – 2)
PV 2 Q= = 3 x 105 J
= ⇒ T = 273 oC 2
T + 273 2T + 273

7 B
Sendo uma expansão (ΔV>0) há trabalho positivo. Se o
processo é adiabático, Q = 0.

8 C
Na compressão (ΔV<0) e sendo isotérmica a temperatura TE – (– 2) T –0
se mantém. Como d = m / V, a redução de volume acarreta
1 98
TE
100
TC
= C
98 – (– 2 ) 100 – 0
um aumento na densidade. –2 0
TC = TE + 2
9 E
I. Verdadeiro, pois PV = nRT e se V diminui, P deve
aumentar para manter a igualdade.
2 B
Usando a equação da resposta anterior.
II. Falso. Sendo PV = nRT, com P constante, se V aumenta, TC = 40 + 2 → TC = 42oC
T deve aumentar para manter a igualdade.
III. Verdadeiro. Sendo ΔU = Q – W, com Q = 0 (adiabática) e
W < 0 (compressão) teremos ΔU>0 e, conseqüentemente
3 A
A água, ao evaporar, rouba calor da pele, resfriando-a.
ΔT > 0.

PV P'V' m 4 A
10 nT
=
n'T'
en=
M
A ausência de fluidos no meio impede a convecção.

2V P'V 5 E
= ⇒ P’ = 12 atm Q = mcΔT
32 192
T T Q = 20 . 4,18 . 5
32 32 Q = 418 J
Volume 1.B
6 Qf = mLf 11 ΣQ = 0
422 = 20 Lf mcΔT + mL = 0
Lf = 21,1 cal/g 80 . 0,03 . (0 – 200) + m . 80 = 0
80 m = 80 . 6
Qv = mLv
11.040 = 20 Lv
Lv = 552 cal/g m=6g

7 Graficamente: 12 B
O aumento de pressão, aumenta o ponto de ebulição da
oC

Física III
água, fazendo que a temperatura se eleve mais que uma
panela aberta.
40
III 13 A
II Se a altitude é maior a pressão é menor e o ponto de
I
Q ebulição (que é diretamente proporcional à pressão) fica
–10
menor
menor.
Somando as três fases temos:
Q = mcΔTI + mL + mcΔTIII 14 B
Q = 100 . 0,5 . (10) + 100 . 80 + 100 . 1 . (40) Aplicando a lei geral dos gases:
PV P'V'
Q = 12.500 cal =
nT n'T'
8 Graficamente
2 . 600
2
p' . 400
= ⇒ P’= 3,2 atm 57
300 320
10
M2
5 15 D
A – Verdadeiro – PV = nRT
M1
3
B – Verdadeiro – V = nRT
2
ΣQ = 0 C – Verdadeiro
mcΔT2 + mL1 + mcΔT1 = 0 D – Falso – pois 1oC equivale a 1,8oF
M2 . 1 (– 5) + M1 . 80 + M1 . 1 . 5 = 0
5 M2 = 85 M1 16 A
M2 O trabalho de cada cilíndro é proporcional ao seu volume
= 17 ( = pΔV), logo, cilindros maiores permitem potências
M1
maiores. (Lembre que nada é de graça, se a potência é
maior, o consumo também é).
9 C
Anotações
80
Te
40

ΣQ = 0 (1 cm3 ↔ 1 g H2O)
mcΔTC + mcΔTL = 0
50 . 1 (Te – 80) + 150 . 1 . (Te – 40) = 0
50 Te – 4000 + 150 Te – 6000 = 0
200 Te =10.000

Te = 50oC

10 B
ΣQ = 0
(2m) . c . (Te – 25) + 3m . C (Te– 60) = 0 (÷ mc)
2 (Te – 25) + 3 (Te – 60) = 0
5 Te – 50 – 180 = 0
5 T3 = 230

Te = 46oC
Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO

Professor(a): _____________________________________

Escola: ___________________________________________________

Física IV
Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
__________________________________________________________________________________

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_________________________________________________________________________________

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Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

Exclusivo da apostila do professor


professor,, este guia
apresenta a resolução dos exercícios
Física IV

SUMÁRIO
Capítulo 1: Carga Elétrica e Eletrização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
Tópico A: Noção de Carga Elétrica
Tópico B: Princípios da Eletrostática
Tópico C: Condutores e Isolantes
Tópico D: Eletrização por Atrito, Contato e Indução
Tópico E: Detectores Eletrostáticos
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
58 Capítulo 2: Força e Campo Elétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
Tópico A: Lei de Coulomb
Tópico B: Campo de uma Carga Pontiforme
Tópico C: Linhas de Força
Tópico D: Campo Elétrico de Várias Cargas
Tópico E: Campo Elétrico Uniforme
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64

Q 3, 2 . 10 –6 C
Capítulo 1
N= = → N = 2,0 . 1013 elétrons
e 1,6 . 10 –19 C

Carga Elétrica e Eletrização 5 A


Por atrito, o gato adquire carga positiva. Ao tocar na cuba
X, esta também se eletriza positivamente por contato. E por
indução Y fica negativa e Z positiva.

1 C 6 C
A carga elétrica de um corpo é proporcional ao número de A carga final de cada esfera será:
cargas elementares que ele possui em excesso. Assim, 50 . 10 –6 – 14 . 10 –6
Q = (NP – NE) . e = (4 . 1018 – 2 . 1018) . 1,6 . 10–19 = Q= = 18 . 10–6 C;
2
= 3,2 . 10–1C
A carga transferida pela esfera A é igual à carga recebida
2 E pela esfera B que é igual a 32 . 10–6 C.
Sendo a carga positiva significa que o corpo perdeu N Logo, o número de elétrons transferidos de A para B, foi
elétrons. Qtransf 32 . 10 –6 C
N= = → N = 2,0 . 1014 elétrons
N=
Q
=
1C
→ N = 6,25 . 1018 elétrons
e 1,6 . 10 –19 C
e 1,6 . 10 –19 C
Logo, a ordem de grandeza OG = 1019. 7 B
Ambos se eletrizam, mas as cargas geradas no papel toalha
3 B escoam para o corpo do estudante.
Como ocorre repulsão significa que a esfera está eletrizada
positivamente. 8 A
Considerando os anéis inicialmente neutros, podemos dizer
4 A que os dois anéis sofrerão indução eletrostática pela
Se a esfera está com carga negativa significa que ela possui aproximação do bastão e desse modo ocorrerá atração
excesso de elétrons. entre o anel e o bastão.
Volume 1.B
9 B 10 E
I. Verdadeira; nuvens eletricamente positivas podem O ar nas proximidades da chama se ioniza. Os cátions
induzir cargas elétricas negativas no solo.
formados, por serem maiores que os elétrons liberados,
II. Verdadeira; o trovão é uma conseqüência da expansão
produzem uma corrente de ar (vento elétrico) no sentido da
do ar aquecido.
placa negativa.
III. Verdadeira; numa descarga elétrica, a corrente elétrica
é invisível sendo o relâmpago conseqüência da
ionização do ar. 11 C
Ao passar o pente no cabelo, ambos se eletrizam por atrito.
10 Na situação proposta, teremos indução total nas superfícies Ao aproximarmos o pente eletrizado do papel neutro

Física IV
internas das esferas Y e Z. Assim, teremos: ocorrerá uma atração mútua, obedecendo à 3a lei de
A) QI(Y) = – QX = –(–4nC) = + 4nC Newton.
B) Qe(Y) = QX + QY = –4nC + (–2nC) = –6nC
C) Qi(Z) = –Qe(Y) = –(–6nC) = + 6nC 12 A
D) Qe(Z) = Qe(Y) + QZ =–6nC + (–9nC) = –15nC Por indução, B eletriza-se positivamente enquanto C, em
contato com a terra, permanece neutra. Ao retirarmos o fio
terra e afastarmos a esfera A, a carga positiva de B se
dividirá com a esfera C por contato. Assim, QA < 0 ;
QB > 0 e QC > 0.
1 C
Sabemos que a carga elétrica de um corpo é um múltiplo 13 B
inteiro da carga elementar. Sabemos que todo corpo possui cargas elétricas
Q 7, 2 . 10 –19 (prótons e elétrons), porém, só fica eletrizado aquele
Assim, sendo N = = = 4,5. Logo a em que o número de prótons é diferente do número 59
e 1,6 . 10 –19
de elétrons. Assim, a afirmativa I é verdadeira,
medida está errada e não merece confiança.
enquanto II e III são falsas. A afirmativa IV trata da
eletrização por atrito, enquanto a afirmativa V lembra
2 B a eletrização por indução.
Carga elétrica é uma propriedade intrínseca dos prótons e
dos elétrons que são partículas presentes em toda a matéria.
Logo, é uma propriedade da matéria. 14 D
Na eletrização por atrito um corpo ganha elétrons enquanto
3 D o outro perde elétrons.
Os átomos, em condições normais, possuem o número de
prótons igual ao número de elétrons. Isto é: o átomo é 15 D
neutro. Como prótons e elétrons possuem cargas de As cargas existentes na cabeça e nas lâminas tendem a se
mesmo módulo, é necessário que cada elétron produzido concentrar nas lâminas.
seja acompanhado da produção de um próton.
16 E
4 C Como o bastão é isolante, as cargas ficam localizadas na
Sendo a matéria eletricamente neutra podemos dizer que o
região do atrito, ficando a outra região neutra.
número de prótons e igual ao número de elétrons.

5 B 17 D
Se a carga é positiva é porque o corpo perdeu O bastão negativo induz na esfera A uma carga positiva e
na B uma carga negativa.
4 . 10–15 C
N= = 2,5 . 104 elétrons
1,6 . 10–19 C
18 C
Fazendo-se o contato entre x e t, obtemos duas esferas
6 D neutras. Fazendo agora o contato de x ou t com a esfera y
Sendo Q = N . e, temos: obtemos duas esferas com carga –Q.
Q = 6 . 1023 . 1,6 . 10–19 C = 9,6 . 104 C

7 C 19 E
O bastão de vidro positivo eletriza por contato a esfera
Sendo a carga do próton +1e, devemos ter: (d, u, u)
condutora A, que induz nas esferas B e C em contato, uma
Sendo o nêutron de carga nula, devemos ter: (d, d, u)
carga negativa em B e positiva em C. Aproximando-se B(–)
8 B de D ligada à terra eletrizaremos D positivamente por
Sendo a força de uma bola sobre a outra de mesma indução.
intensidade, os fios devem apresentar a mesma inclinação;
opção B. Nas opções A e D deveria haver atração, e na 20 D
opção C não deveria haver interação elétrica. Para ocorrer a eletrização por contato e a eletrização por
indução devemos dispor inicialmente de um corpo
9 A previamente eletrizado. Na eletrização por atrito os corpos
Resolvendo o sistema encontraremos a carga pedida. estão inicialmente neutros.
Volume 1.B
positivas induzidas no lado da esfera oposto ao bastão. O
contato poderá ser feito em qualquer ponto da esfera.

12 A
1 C Como as esferas ficarão próximas uma da outra após o
Seja N = x.10y o número de elétrons retirados do corpo. afastamento da barra eletrizada, as cargas elétricas
Como N = Q/e, teremos: induzidas nas esferas irão se atrair localizando-se na região
de maior aproximação entre elas.

64 . 10 –6
13 D
Física IV

x . 10y = ⇒ x . 10y = 4,0 . 1014 ⇒ x = 4 e


1,6 . 10 –19 À medida que o objeto se aproxima do eletroscópio as
y = 14 ⇒ x + y = 18 folhas se aproximam uma da outra;
Como o objeto e o eletroscópio têm cargas de mesmo
módulo e sinais opostos, fazendo-se o contato ambos
2 A
ficarão neutros.
Para um corpo ser eletrizado é necessário que o número de
prótons seja diferente do número de elétrons. Qualquer corpo
pode ser eletrizado quando trabalhado de forma adequada. 14 Como as placas condutoras têm espessura fina, o
equilíbrio eletrostático da placa superior será atingido
3 B quando a carga +Q se distribuir uniformemente de modo
Como o papel estava neutro foi necessário que ocorresse Q
que as faces 1 e 2 tenham ambas uma carga igual a + .
a polarização do papel para em seguida ocorrer a atração. 2
Essa distribuição provoca, por indução, o aparecimento
4 A Q
Colocando os objetos em seqüência fazemos uma série de uma carga igual a – na face 3 da placa inferior que,
60 2
tribo elétrica, onde o objeto que está acima fica positivo Q
quando atritado com o objeto que está embaixo. Veja: por estar descarregada, passa a exibir uma carga + na
2
• Vidro sua face 4.
• Lã
• Algodão
• Enxofre
15 A) Ao encostar um corpo eletrizado positivamente com a
tampa metálica, esta, junto com a fita de alumínio, se
eletriza positivamente (eletrização por contato). Cada
5 B “perna” da fita fica positiva e portanto elas passam a se
Devemos lembrar que o fenômeno da atração eletrostática repelir fazendo com que formem um ângulo α1 entre
ocorre entre corpos com cargas elétricas de sinais opostos, elas.
como também, entre um corpo eletrizado e um corpo neutro. B) Ao aproximar um corpo positivo da tampa metálica,
este atrairá elétrons livres para cima, deixando as
6 B “pernas” ainda mais positivas, fazendo com que a
Fazendo o contato entre C e A, teremos C e A com 8μC cada; repulsão seja ainda maior. Portanto α2 > α1.
Fazendo agora o contato entre C e B, teremos C e B com
6 μC cada.

7 D
Sabemos que cargas elétricas de sinais opostos se atraem
como também, um corpo eletrizado atrai um corpo neutro.
Capítulo 2
8 D
Não podemos afirmar a condição elétrica do condutor B. Força e Campo Elétrico
Então podemos dizer que ele pode estar neutro.

9 E
A soma das cargas antes da desintegração tem que ser
igual à soma das cargas após a desintegração. Assim, o
neutrino deverá ter carga nula.
1 D
Observando o gráfico e aplicando a lei de Coulomb,
10 D
teremos:
Fazendo o contato entre A e D, teremos QA = QD = 3q
Fazendo o contato entre B e C, teremos QB = QC = 3q d2 . F 42 . 10 . 10 –6
Q2 = = ⇒ Q = 0,13μC
Assim, os novos grupos formados terão uma carga total k0 9 . 109
igual a 6q.
2 D
11 E Após o contato as esferas ficam com cargas iguais;
Mantendo-se o bastão positivo na mesma posição as cargas
negativas induzidas na esfera não poderão se deslocar. Q
Q1 = Q2 = = 2 . 10–6 C.
Assim, elétrons subirão da terra para neutralizar as cargas 2
Volume 1.B
A força de repulsão entre elas será: 9 A
9 . 109 . 2 . 10 –6 . 2 . 10 –6 2,4 . 10 –13 N
F= → F = 40 N Devemos ter: Felét = P → E = →
(3 . 10–2 )2 4,8 . 10 –19 C
→ E = 5,0 . 105 para cima
3 B
k o . Q1 . Q2 9. 109 . 2Q . 3Q 10 C
F= → 0,6 = → Sendo o campo elétrico uniforme a força elétrica sobre o
d2
32
corpo será constante em intensidade, direção e sentido.
Q = 10–5 C

Física IV
Logo, o movimento do corpo será retilíneo e uniformemente
acelerado.
4 C
Observe que a carga elétrica de B antes do processo
eletrostático era negativa por ter nB elétrons em excesso.
O processo fez o corpo B perder 2 nB elétrons. Logo, o
corpo B ficou com nB prótons em excesso. Isto significa que 1 C
teremos apenas uma alteração no sentido da força de Lembre-se que a aceleração de um corpo depende da força
interação entre A e B. Ou seja, F1 = F2. resultante e da massa do corpo. Como as partículas têm a
mesma massa e a força sobre elas representa ação e reação,
5 C suas acelerações terão a mesma intensidade.
Observando a figura e aplicando a lei de Coulomb, temos:
2 C
k . q . 2q Devemos ter
2 16k . q2 61
FR = 2x ⎛ L 3 ⎞ → FR = k 0 . q1 . q 2 k 0 . q2 . q3 d
⎜⎜ ⎟⎟ 3L2 F13 = F23 ⇒ = ⇒x=
⎝ 2 ⎠ x2 (d – x)2
3

–q 3 A
Sabemos que as forças elétricas podem ser atrativas ou
repulsivas e a força gravitacional é apenas atrativa.
L
L 3
4 E
A força resultante sobre a esfera C será determinada pela
F +2q
relação:
F FC = FAC + FBC , onde
L 2 k0 . q . q
FAB = = 0,5 ⇒ k0 . q2 = 8,0 . 10–2
(0, 4)2
+q k0 . q . q 8, 0 . 10 –2
FAC = = = 0,32 N
(0, 5)2 0, 25
k0 . q . q 8, 0 . 10 –2
6 B FBC = 2 = = 8,0 N
As cargas iguais que se opõem pelo diâmetro geram (0,1) 0,01
campos que se anulam no ponto P. Assim, basta observar o Logo, FC = 8,32 N
diâmetro que contém as cargas + 3q e + 4q. Vê-se
facilmente que o campo elétrico gerado pela carga + 4q é 5 B
maior que o campo elétrico gerado pela carga + 3q. Logo, Pela lei de Coulomb, temos:
o vetor 2 representa o campo elétrico resultante. k 0 . e . 2e k . 2e2
F= 2
= 0 2 .
7 d d
A) Vê-se que a força elétrica sobre a carga é contrária ao
campo elétrico. Logo, a carga q é negativa.
6 E
B) Observando o triângulo de vetores podemos escrever:
Observe que as três cargas positivas irão duplicar as forças
F q.E exercidas pelas três cargas negativas diametralmente opostas.
tgθ = =
P m.g Assim, a força elétrica colocada no ponto P será duplicada.

7 C
8 A Calculando as forças:
Sendo o campo elétrico uniforme a força sobre a carga k0 . q . q
será constante. FAB = =F
22
Aplicando a 2a lei de Newton, temos:
k0 . q2 = 4F
q.E 4 . 10–6 . 3 . 103 k0 . q . q 4F
a= = → a = 2,4 m/s2 FCB = =
m 5 . 10 –3 32 9
Volume 1.B
Comparando as forças que A e C exercem sobre B, teremos: 16 A
4F 5F Para que o campo elétrico tenha o sentido indicado é
FR(B) = FAB – FCB = F – = necessário que na diagonal 1-4 o campo elétrico seja no
9 9
sentido do vértice 4 e na diagonal 2-3 o campo elétrico
seja no sentido do vértice 2. Assim, nos vértices 1 e 3
8 D devemos ter cargas positivas e nos vértices 2 e 4 cargas
As forças Fo e FL variam com inverso do quadrado da negativas.
distância entre as partículas. Todavia, quando as partículas
estão no fluído isolante a intensidade da força de interação
17 E
diminui devido a polarização que este meio sofre; fato que
Física IV

A partir da solução anterior, calculemos o campo que cada


não ocorre no vácuo. carga gera no centro do quadrado.
9 A
Aplicando a lei de Coulomb determinaremos o valor da k0 . q 2k0 . q
E1 = E2 = E3 = E4 = =
carga. ⎛L 2 ⎞
2 L2
⎜⎜ ⎟⎟
2
d .F (6 . 10 –1)2 . 10 ⎝ 2 ⎠
q2 = = = 4 . 10–10 ⇒ q = 2 . 10–5 C
k 9 . 109
Na diagonal (1-4) e (2-3), o campo resultante vale:
10 A 2k 0 . q k0 . q
A intensidade da força F entre o núcleo e o elétron é E1,4 = E2,3 = 2 . 2 =4.
L L2
inversamente proporcional ao quadrado da distância
entre eles.
Como as diagonais são perpendiculares, o campo E será:
62 11 A ⎛ k0 . q ⎞ 4 2 . k0 . q
Cargas positivas no interior de um campo elétrico recebem
2
E2 = E 1,4 + E 22,3 = 2 ⎜ 4 . L2 ⎟ ⇒ E =
⎝ ⎠ L2
forças que apresentam o mesmo sentido do campo.
Para a carga elétrica colocada no ponto P, devemos ter:
12 E
Podemos determinar a força que uma carga puntiforme k0 . Q 4k 0 . q
exerce sobre outra aplicando a lei de Coulomb, e a partir E= 2 =
⎛L ⎞ L2
da lei, determinar a intensidade do campo elétrico no ponto ⎜ ⎟
onde se encontra a segunda carga. ⎝2⎠

k 0 . q1 . q2 F 1,6 . 10 –2 Fazendo a igualdade dos campos elétricos encontraremos


F= ⇒ E = q2 = = 8,0 . 104 N/C
d2
2, 0 . 10 –7
a carga Q = q . 2.

13 C
Observe que antes da posição x 1 o elétron terá 18 A
Observe que a massa está em gramas. Assim,
velocidade vo. Entre as posições x1 e x 2 o elétron será m
desacelerado uniformemente, chegando em x2 com q . E = 10–3 m . g ⇒ E = 10–2 N/C
q
velocidade menor que vo. A partir de x2 sua velocidade
permanece constante.
19 B
Observa-se facilmente, que os campos elétricos terão a
14 D mesma intensidade, já que ocorre apenas uma troca nas
intensidades das componentes x e y do vetor resultante,
porém, suas direções são diferentes.

20 E
Sendo as cargas de mesmo módulo e o triângulo eqüilátero,
os campos elétricos terão a mesma intensidade. Fazendo-
se a soma vetorial encontraremos o vetor resultante.

Observando o triângulo dos vetores podemos escrever:


F q.E 3 q 3 g
tgθ = = m.g = ⇒ = .
P 4 m 4 E
1 C
15 A α T
Como as cargas têm o mesmo módulo e estão eqüidistantes P
do ponto O, os quatro vetores terão o mesmo módulo e
apresentam uma simetria em relação ao eixo x. Fazendo a
soma vetorial obtemos a resposta.
F'
Volume 1.B
uma massa lançada horizontalmente no vácuo. Desse
k 0 . Q2 modo, a trajetória será um arco de parábola. Teremos:
Inicialmente temos F =
d2 x=v.t

k 0 . Q2 d2 . F a . t2 q . E t2
Quando suspendemos por um fio F’ = = y= =
d12 d12 2 2 2

F' d2 . F 2 9 C
Sendo tgα = = 2 ⇒ cotg(α) = d 1 . m . g/d2 . F A força elétrica deverá ser para cima. Logo, a carga q é
P d1 . m . g
negativa. Sendo o movimento uniforme a força resultante

Física IV
será nula.
2 D
Se a força resultante tem o sentido de q2, significa que q2 é
10 C
menor que +Q ou é negativa, enquanto q1 é idêntica a –Q.
Os campos em P terão sentidos contrários. Fazendo o
Assim, q1 + q2 < 0.
módulo da diferença entre os campos encontraremos:
3 B
EP =
k . 3Q k . Q
– =
k.Q
2
Fazendo a colocação das forças elétricas sobre cada carga 9d 2
4d2
12d
e desenhando a força resultante, determina-se o sentido da
aceleração. 11 A
Lembrando que o sentido do campo elétrico é da carga
4 B positiva para a negativa, temos facilmente a solução.
Independente do sinal da carga q as forças que agirão sobre
ela terão a mesma intensidade e formarão um ângulo de 12 E
60o entre si. Assim, a intensidade da força resultante será: Para que o campo elétrico tenha intensidade nula no vértice 63
F R2 = F2 + F2 + 2F . F . cos60o = 3F2 ⇒ FR = 3F D é necessário que a soma dos campos criados pelas cargas
de A e C em D se anulem com o campo gerado pela carga de
k.Q.q B em D, conforme a figura abaixo. Lembrando que q’ < 0.
em que F =
R2
ECD
5 D
Observe que na descida a esfera B, por indução, exerce EBD EAD
uma força de atração em A.
Assim, T1 = P + Felétrica;
Na subida a esfera B, eletrizada positivamente por contato
com A, exerce uma força de repulsão elétrica diminuindo a
força de tração. Assim, T2 = P – Felétrica. 2 2 2
⎛ k . q' ⎞ ⎛ k . q´ ⎞ ⎛ k . q´ ⎞
2
E BD = E 2AD + E CD
2
⇒⎜ 2 ⎟ = ⎜ L2 ⎟ + ⎜ L2 ⎟
6 D ⎝ (L 2 ) ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠
A carga geradora do campo elétrico está localizada na
intersecção das retas que indicam as direções dos campos (q')2
nos pontos A, B e P. Observe que a distância do ponto P à = q2 + q2 ⇒ q’ = –2 2 q
4
carga é do dobro da distância do B à carga. Assim, a
intensidade do campo elétrico em P será:
13 O campo elétrico induzirá a esfera não condutora fazendo
EB 24 aparecer um campo elétrico induzido dentro e fora da esfera.
EP = = = 6 N/C Assim, o campo na região I aumenta e na região II diminui.
4 6
Observe a figura.
7 B
A esfera está em repouso. Logo, a força resultante é nula.
Veja a figura a seguir. – + E
Einduzido –– Einduzido + induzido
– +
– +

α T – +
P

Fel 14 Observe que a carga colocada em repouso no ponto x = a


Felétrica m . g . tgα será atraída pelas cargas fixas. No ponto x = 0, a força
Teremos tgα = ⇒E= resultante sobre a carga livre será nula e sua velocidade
P q será máxima. A partir de x = 0 a força resultante sobre a
carga livre inverte o sentido e a carga passará a diminuir
8 B sua velocidade até parar no ponto x = –a. Assim, a
Se a força elétrica é a força resultante sobre a carga o seu velocidade será máxima em x = 0 e a velocidade será nula
efeito será idêntico ao efeito do campo gravitacional sobre em x = +a e x = –a.
Volume 1.B
16 no 2o contato entre C e A teremos:
15
Utilizando as equações da solução anterior, teremos: –5 + 1
qC = qA = = –2nC
x 0, 2 2
t= = = 2 . 10–3 s
V0 100
no 2o contato entre C e B teremos:
2m . y 2 . 1,6 . 10 . 10–3 –2 –2 + 1 1
E= = 16 . 103 V/m q C = qB = = – nC
2 = 2 2
q.t 5 . 10–4 . (2 . 10 –3 )2
Assim teremos: qA = –2 nC ; qB = qC = –1/2 nC
Física IV

7 A
Aplicando a lei de Coulomb, temos:
k . Q . 3Q k.Q.Q
= 3 . 10–1 ⇒ = 10–1
d2 d2

1 C Sendo uma carga positiva e outra negativa, após o contato


A partícula ganhou as cargas serão de mesmo sinal.

6, 4 . 10 –15 k.Q.Q
q F’ = = 10–1 N
N=
e
=
1,6 . 10–19
= 4,0 . 104 elétrons d2

8 D
2 C Após o contato a carga em cada esfera passará a ser –Q. A
Estando E2 eletrizada positivamente, por ocasião do contato, redução no módulo do produto das cargas acarreta uma
64 elétrons fluirão de E1(neutra) para E2 até que ocorra o redução na intensidade da força F. A força será de repulsão.
equilíbrio eletrostático. Assim,
4,8 . 10 –9 9 D
Q1 = Q2 = = 2,4 . 10–9 C A força resultante sobre a carga será a força elétrica e sua
2
aceleração dada pela 2a lei de Newton
9 . 109 . 10 –6 . 1,6 . 10 –9
Q 2, 4 . 10 –9 F= = 3,6 N
Sendo N = = = 1,5 . 1010 elétrons (2 . 10 –3 )2
e 1,6 . 10 –19
3,6
a = 9 . 10 –2 = 40 m/s2
3 C
Sendo R2 = 2R1 teremos Q’2 = 2Q’1.
Pelo princípio de conservação da carga elétrica, teremos:
Q’1 + 2Q’1 = Q1 + Q2
10 E
O campo elétrico terá o mesmo sentido da força elétrica já
3Q’1 = 16Q – 4Q ⇒ Q’1 = 4Q e Q’2 = 8Q que a carga é positiva.
F 10
4 A E=
q
=
2 . 10 –6
= 5 . 106 N/C
Temos o efeito fotoelétrico. Elétrons são retirados da placa
metálica pela incidência de luz violeta; a placa fica positiva
e atrai a esfera por indução; ao tocar na placa metálica a 11 C
esfera perde elétrons para a placa ficando com carga A força elétrica entre o próton e o elétron fará o papel de
positiva; a placa e a esfera se repelem. resultante centrípeta.
Assim teremos:
5 A
me . v 2 k.e.e 9 . 109 . (1,6 . 10 –19 )2
Sendo a carga final proporcional ao raio de cada esfera e = ⇒ V2
= ⇒
pelo princípio de conservação da carga elétrica, teremos: R R2 9,1. 10 –31 . 10 –10
Q + 3Q + 5Q = –10μ – 30μ + 13μ ⇒ v = 1,6 . 106 m/s
9Q = –27μ ⇒ Q = –3μC
12 C
Logo, a esfera de raio 3R terá uma carga – 9μC Aplicando a lei de Coulomb, temos:

6 B qA
k( ) . qB d
No 1o contato entre C e A teremos: k . qA . qB 2
= 2 ⇒x=
–12 + 2 d2 x 2
qA = qC = = –5nC
2
13 A
no 1o contato entre C e B teremos: F 1, 2
–5 + 7 E= = = 3,0 . 105 N/C
qC = qB = = + 1nC q 4 . 10 –6
2
Volume 1.B
14 D Anotações
Estando o ponto P eqüidistante das cargas os vetores terão
o mesmo módulo. Sendo o da carga positiva divergente e o
da carga negativa convergente, conclui-se que o resultante
será vertical para baixo.

15 A
Os vetores terão o mesmo módulo e estarão sobre as
diagonais do quadrado, tendo o mesmo sentido os campo
gerados pelas cargas nos vértices opostas. O vetor resultante

Física IV
será horizontal para a direita.

16 B
k . 4q k.q d
= 2 ⇒ 1 =2
d12 d2 d2

17 B
Os campos elétricos terão sentidos opostos. Logo o campo
resultante será a diferença entre os campos individuais.
k . q1 k . q2 9 . 109 . 20 . 10 –6
EP = 2 – 2 = –
d1 d2 4 . 10 –2

9 . 109 . 64 . 10–6 65

64 . 10–2

EP = 45 . 105 – 9 . 105 = 3,6 . 106 N/C

18 D
Os campos gerados no centro pelas cargas nos vértices A
e D, e C e F, se anulam. As cargas nos vértices B e E geram
campo elétricos de mesma intensidade e sentido. Logo, o
campo resultante no centro do hexágono será:
2k . Q 2 . 9 . 109 . 5 . 10–5
E= = = 1,0 . 107 N/C
L2
9 . 10–2

19 D
Os campo EAC e EBC serão perpendiculares, logo, o campo
resultante será dado pelo teorema de Pitágoras.
2 2
⎛ k . QA ⎞ ⎛ k . QB ⎞
E C2 = ⎜ 2 ⎟ + ⎜ y2 ⎟ =
⎝ x ⎠ ⎝ ⎠
2 2
⎛ 9 . 109 . 48 . 10 –6 ⎞ ⎛ 9 . 109 . 16 . 10 –6 ⎞
= ⎜⎜ –2 ⎟ + ⎜⎜
⎟ ⎟⎟
⎝ 16 . 10 ⎠ ⎝ 4 . 10 –2 ⎠

E C2 = (27 . 105)2 + (36 . 105)2 ⇒ EC = 45 . 105 N/C

20 E
Cada placa gera campo elétrico uniforme para pontos
próximos da superfície. Assim, considerando pequenas
distâncias teremos os seguintes campos elétricos:
+Q –Q +2Q
+E0 +E0 +E0 +E0

–E0 –E0 –E0 –E0

+2E0 +2E0 +2E0 +2E0

Fazendo a soma vetorial dos campos em cada região


encontraremos o item E.
Volume 1.B

COLEÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIO

Professor(a): _____________________________________

Escola: ___________________________________________________

Física V
Data: _____/_____/_____

Críticas e Sugestões
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Volume 1.B

Resolução de Exercícios
Volume 1.B

Exclusivo da apostila do professor


professor,, este guia
apresenta a resolução dos exercícios
Física V

SUMÁRIO
Capítulo 1: Introdução à Análise Dimensional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
Capítulo 2: Pr opagação da Luz, Espelhos Planos e V
Propagação etor
Vetor es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
etores
Capítulo 3: Carga Elétrica e Processos de Eletrização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
Capítulo 4: Lei de Fourrier para a Condução de Calor em Sólidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69

66 Capítulo 5: Espelhos Esféricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70


Capítulo 6: Fluxo Elétrico e Lei de Gauss . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Questões de Aprofundamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
Exercícios de Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73

Capítulo 1
Introdução à Análise Dimensional 1 D
10 . 104 – 2,5 . 104
= 7,5 . 104 → O.G = 105

1 2 E
v=k.S
[F] = [M] , [a]
[v] [F] = M . L . T–2
[k] =
[S]
3 C
LT –1 2π
[k] = ω= ⇒ [ω] = T–1
L T
[k] = M0L0T–1 Q = mv ⇒ [Q] = M . LT–1

2 D 4 E
1g 10–3 [β] = [α] . [R]–2
= = 103 kg/m3 [β] = M0LT–2 . L2
cm3 10–6 m3
[β] =M0L3T–2
Unid. (β) no SI = m3/s2
3 C
vα = CPβ . ρ–1 5 A
[v]α = [P]β . [ρ]–1
(M0L1T–1)α = [M1 . L–1 . T–2]β . [M1 . L–3T0]–1 F
P=
M0LαT–α = (Mβ . L–β . T–2β) (M–1 . L3T0) Área
M0LαT–α = M(β–1) . L(3–β) . T–2β I. (F) o correto é N/m2.
Comparando os expoentes II. (F) pois J m3 = N . m . m3
= N m4 ≠ N/m2
0 =β –1
β =1 J
α = (3 – β) III. (F) pois Wsm3 = . s . m3
α=2 s
–α = –2β
= N . m . m3 = N m4 ≠ N/m2
Volume 1.B
→ →
6 [σ] = [F] . [L] . [d]–3 b =2j
[σ] = MLT–2 . L . L–3 → →

[σ] = ML–1 . T–2 c =i–2j


Unid. (σ) = kg/m . s2 → → →
b + c =1i
P → →
7 γ= v b = 0 i+ 2 j

P +c =i – 2 j
γ=
2 → → →
⎛ d⎞

Física V
π⎜ ⎟ . L b + c = i
⎝ 2⎠
Logo: C são todas corretas.
γ . πd2. L
P= E
4 2
O eclipse lunar ocorre na fase de lua cheia, quando a Terra
está entre o Sol e a Lua. Como a Lua, nestas ocasiões, entra
8 No rompimento F1 = P1
totalmente na sombra da Terra, o eclipse lunar pode ser visto
d13 γ π d12 L1 em qualquer ponto da Terra voltado para o fenômeno.
σ. =
L1 4
3 D
4σd1 = γπL 12 O espelho plano não altera o tamanho da imagem e esta
sempre fica numa distância do espelho igual à do objeto.
de modo geral. Assim, a distância também se reduz à metade.
67
γ π L21
d1 =

Se L2 = 2L1
1 D
γ π ( 2L1)
2
Os eclipses solares ocorrem em lua nova enquanto os
d2 =
4σ lunares, em lua cheia. O intervalo entre estas duas fases é
de 14 dias (meio ciclo lunar).
γ π L21
d2 = 2 D

d2 = 4d1
i O
9 D
Se o acréscimo de massa é de 1,5 x 1011 kg por ano, em x
d D
anos teremos 1,5 x 1019 kg de sódio, logo:
i o 5 o
X = 1,5 x 1019 kg/1,5 x 1011 kg n = ⇒ = ⇒ od = 5D
d D d D
X = 108 anos
i' o 4 o
10 C o = ⇒ = ⇒
d D' d D + 100
5 x 3,8 x 105 x 106 mm = N x 1,3 x 10-1mm
N = 14,6 x 1012 ⇒ od = 4(D + 100)
N = 1,46 x 1013 cuja ordem de grandeza é 1013 Substituindo n em o:
5D = 4D + 400
D = 400m

Capítulo 2
3 I. A figura apresenta intersecção entre as penumbras (C).
II. A figura apresenta penumbras separadas (A).
Propagação da Luz, Espelhos Planos e
Vetores 4 C
Para que os raios retornem pela mesma trajetória, os raios
devem incidir perpendicularmente ao espelho horizontal.
N

1 C
45
45
→ → →
a =2i +3j
Volume 1.B
Como î = r , todos os ângulos agudos serão iguais a 45o
l = 45o.
⇒ A S
20u
30o
5 B 90o
Usando a propriedade î = r , traçamos o campo visual a x
partir de C.
A módulo da soma pode ser encontrado pelo teorema de
A B
Pitágoras ou ainda fazendo S = 20.cos30° = 10 3 u
Física V

11 A
Dependendo do ângulo entre as componentes, elas podem
ter módulo maior que o do vetor.

12 Para resolver a situação devemos perceber que ela só é


possível quando os dois vetores têm o mesmo módulo:

C X
3
4 4
6 C
3
X
1m
Aplicando o teorema de Pitágoras:
1,5 m 32 + 42 = x2
68
x=5
1m

1
=
1+ 1 Capítulo 3
1, 5 D
Carga Elétrica e
D = 3m
Processos de Eletrização
7 D

8 x2 + (2x)2 = ( 20 )2
5x2 = 20
x=2 1 C
Quando aproximamos A e B de C, há indução de cargas
9 A nas primeiras.
Transportando de vetores de tal forma que eles formem + –
+ – + +
uma linha diagonal, teremos: + A B – +C
++ –– ++

Ao afastarmos A de B, a primeira fica positiva pois perdeu


elétrons para B, ficando a segunda negativa.

V1 2 C
No primeiro contato:
Q+O Q
V4 2
=
2
para cada;

V3 V2 No segundo contato, a esfera que estava inicialmente neutra,


Q
agora tem carga :
2
No desenho podemos ver que:
Q
→ → → → → → → → → Q+ 3Q
v1 + v 4 – v 2 – v 3 = 0 ⇒ v1 + v 4 = v 2 + v 3 2 = para cada;
2 4

10 O valor do menor pode ser encontrado fazendo Q 3Q


x = 20.sen30o = 10u. A esfera 1 ficou com e a 3 com .
2 4
Volume 1.B
II. Verdadeiro.
3 C
Nula. Com a aproximação de M há uma divisão nas cargas III. Verdadeiro. Devido às cargas opostas, há atração entre
de N, mas a carga total permanece nula enquanto não for A e B.
feito contato em N ou um aterramento.

Capítulo 4
Lei de Fourrier para a Condução de
1 Se B repele C ambos estão eletrizados com o mesmo sinal, Calor em Sólidos

Física V
que é o oposto de A, pois esta é atraída. Se A é negativa
conclui-se que B e C são positivos A(–); B(+) e C(+).

2 C
O atrito não move “todos” os elétrons da estrutura, somente
1 B
os superficiais. I. Falso – decresce linearmente
II. verdadeiro
III. verdadeiro – se a temperatura descresce linearmente,
3 Qf = +1 – 5 = – 2μC para cada. no ponto médio teremos a média dos extremos.
2
2 O fluxo pelo carpete é igual ao fluxo
4 Para que a moeda fique positiva será necessário retirar elétrons. pela parede.
Q = n . ce
3,2 . 10–9 = n . 1,6 . 10–19 ∅ 0,1. k . A (T – 18)
18oC 30oC ∅ = ∅ = = 69
n = 2 . 1010 elétrons. c p
1

k . A (30 – T)
4q + 3q + 2q 9 1 cm 15 cm = = T = 22,8oC
5 Qf= = q = 3qparacadaecomomesmosinal. 15
3 3
6 E Solução do desafio
Água pura, vidro, porcelana e ar seco são maus condutores
(isolantes). O item E apresenta apenas metais, que são Pelo princípio da conservação da energia, a
bons condutores. energia que entra por uma extremidade deve
sair pelas outras, já que não pode haver
7 D “vazamento” lateral.
Usando a técnica de eliminação: ao atritarmos X e Y, eles
adquirem cargas simétricas, isto elimina os itens A e B. Z é ∅1 = ∅2 + ∅3
eletrizado por contato com X, portanto sua carga deve ter o
mesmo sinal, o que nos deixa os itens D ou E. Ao eletrizar
W usando Y como indutor, ele adquire carga de sinal oposto, 0,92 A (100 – T) 0,26 . A (T – 0) 0,12 . A . (T – 0)
fato que elimina o item E. = +
46 13 12
200 – 2T = 2T + T ⇒ T = 40 C o

8 A
As esferas se estabilizam com cargas proporcionais aos seus
respectivos raios. Assim, para a esfera de raio 3R, teremos:
3R
Qf = (–10 – 30 + 13)( R + 3R + 5R )

–27 1 D
Qf = = –9 μC
3 O gelo é mau condutor de calor, possibilitando que o calor
gerado dentro do iglu mantenha-se dentro deste.
9 D
As esferas se estabilizam com cargas proporcionais aos 2 ∅AC = ∅CB
seus respectivos raios:
k . A (200 – T) k . A (T – 60)
R R =
Q’A = (2Q – Q)( R + 3R ) Q’B = (2Q – Q)( R + 3R ) 50 30
600 T – 3 T = 5 T – 400
Q 3Q 8 T = 1000
Q’A = Q’B =
4 4 T = 125oC

10 D 3 As paredes espelhadas impedem a irradiação enquanto o


I. Falso. A indução provocada por B torna A negativa. “vácuo”, a condução e a convecção.
Volume 1.B
B)
4 D
5 D C 40 F
O alumínio conduz melhor o calor, “roubando” calor mais 60 30
rapidamente da nossa pele, causando uma maior sensação de
frio, apesar dos dois vasilhames estarem à mesma temperatura. i
hi = – 3
6 D
I. deve-se facilitar a convecção para uniformização mais
rápida do interior da geladeira.
2 Observe que p’ < 0 (imagem virtual) e f = 10.
Pela figura:
Física V

II. o gelo é mau condutor de calor e reduz a eficiência das


21 = X + |p’|
trocas.
como p’ < 0 ⇒ |p’| = – p’
III. a sujeira e a obstrução da serpentina do radiador diminui
assim: 21 = x – p’ n
a eficiência do refrigerador pois também dificulta as
Pela equação de Gauss:
trocas.
1 1 1 1 1 1
= + ⇒ = + o
120oC T 0oC f p p' 10 x P'
7
Resolvendo o sistema formado por n e o por substituição:
3L/5 2L/5
1 1 1
Como não há perdas, o fluxo na primeira parte da barra é = +
10 x x – 21
igual ao fluxo na segunda parte:
x2 – 41x + 210 = 0
k.A(120 – T) k.A(T – 0)
= x1 = 35 ⇒ não satisfaz pois x < 10
70 3L/5 2L/5
3T = 240 – 2T x2 = 6
T = 48o C
3 D
k .A(T – 20) Se objeto e imagem são reais p > 0 e p’ > 0 e se |o| =
k1.A(150 – T)
8 A) = 2 3|i| ⇒ p > p’, assim:
e1 e2
⎧p – p' = 20 n
40 . 20 . (150 – T) 50 . 20 . (T – 20) ⎪
= ⎨i –p' –1 –p' o
10 20 ⎪ o = p ⇒ 3i = p ⇒ p = 3p'
5T – 100 = 1200 – 8T ⎩
T = 100 oC Substituindo em o em n.
(3p’) – p’ = 20 ⇒ p’ = 10 ⇒ p = 30
Aplicando na equação de Gauss:
k 2.A(T – 20)
B) φ = 1 1 1
e2 = + ⇒ f = 7,5 ⇒
f 30 10
50 . 20 . (100 – 20) ⇒ R = 2 . 7,5
φ=
0, 20 R = 15 cm
φ = 400 kJ/s

Capítulo 5 1 C
À medida que o objeto se aproxima do espelho, a imagem
Espelhos Esféricos se afasta, tornando-se cada vez maior
V
O

1 A) Aplicando a equação dos pontos conjugados: V´

1 1 1
= +
f p p'

1 1 1
= + 2 A
30 p 40 Se o jovem vê sua imagem no espelho, ela é virtual. Sendo
p = 120 ampliada, o espelho não poderia ser convexo (fornece
Volume 1.B
imagem menor), logo o espelho é côncavo e o objeto (rosto)
está entre o foco e o vértice:
5 B
Se a imagem é invertida, ela é real, portanto está em relação
1 1 1 –p' ao espelho, do mesmo lado que o objeto. Sendo a imagem
= + A=
f p p' p maior, p’ > p, logo o espelho está à esquerda do objeto,
que está entre C e F.
1 1 1 –p' p
= + +2 =
f p (–2p) p o
1 1 1
= – p’ = –2p
f 50 100 F C

Física V
f = 100 cm = 1 m i

⇒ R=2m 6 A
I. verdadeiro
3 C II. verdadeiro
Se a imagem é direta, ela é virtual e se é menor, o espelho III. Falso - para qualquer posição do objeto na frente do
é convexo. espelho convexo, a imagem é virtual, direita e menor
IV. Falso
h
h 5 7 A
A
15 cm
i p' 71
A= = B C F V P
O p

h/5 −p'
=
h 15

p’ = –3 cm Para um objeto real posicionado além do centro de


curvatura, a imagem é real, invertida e menor. Com o objeto
1 1 1 movendo-se rumo ao infinito (p → ∞), a imagem tende ao
= +
f p p' foco (p’ → f).

1 1 1 8 B
= +
f 15 (–3) O espelho da questão tem raio 80, portanto sua distância
focal é de 40. (R = f/2). Objetos colocados sobre o
15 15 centro geram imagens reais, invertidas e do mesmo
f=– ⇒ |R|=+
4 2 tamanho do objeto.

4 Se a imagem é virtual e menor, o espelho é convexo. 9 C

8 4
O
20 p´
i

i p'
A) A = =
O p
Se R=16 ⇒ f = 8.
4 –p' i –p' –4y –p'
= = p ⇒ = p ⇒ p’ = 4p
8 20 o y
p’ = – 10 cm
1 1 1 Aplicando a eq. de Gauss:
B) = +
f p p' 1 1 1
= p + p'
1 f
1 1
= +
f 20 (–10) 1 1 1
= p + 4p
f = –20 cm (convexo) 8
p = 10 ⇒ p’ = 40
Volume 1.B
Pela figura pode-se observar que a distância entre imagem
e objeto pode ser calculada como: k ( qA + qB )
Assim: E =
r2
d = p’ – p ⇒ d = 40 – 10 ∴d = 30

10 C
Aplicando a equação de Gauss:
1 1 1 1 A) Como o pêndulo defletiu no sentido oposto ao do
= p + p' campo, conclui-se que q < 0.
f
1 1 1
Física V

= + p' B) T
20 10
Fe T
p’ = –20 θ P

θ
–p' Fe
A= p P

–(–20)
A= Fe
10 fgθ2
P
A=2
qE
A imagem será ampliada 2 vezes. fgθ = mg

72 ⎛ qE ⎞
θ = arctg ⎜⎜ mg ⎟⎟
⎝ ⎠

2 E
Raciocinando com o auxílio da Lei de Gauss:

Capítulo 6 φ = 4kπQ
Fluxo Elétrico e Lei de Gauss Como a carga envolvida pelas duas superfícies é a mesma,
conclui-se que o fluxo é o mesmo.

3 C
Haverá indução total e uma carga –Q na superfície interna
do condutor oco. As linhas da força devem ser
1 perpendiculares às superfícies carregadas.

4 D
ra qB
No equilíbrio:
rb Fe
fgθ
P
qA
3 qE
= mg
4

A) Para r < ra q 3 g
Adotando uma gaussiana esférica de r < ra, observa- = .
m 4 E
se que a carga no seu interior é nula. Logo, E = 0.
B) Para ra < r < rb 5 D
Adotando uma gaussiana com raio no intervalo dado As cargas ficam distribuídas como na figura.
teremos Q = qA:
φ = E . A = 4kπQ
E . 4πr2 = 4kπQA – – –Q
– +Q –
– A +
– + + –
kqA –
E= –
r2

C) Adotando agora uma gaussiana esférica com r > rb, A superfície externa está aterrada e permanece neutra, não
Q = qA + qB induzindo cargas em C.
Volume 1.B
6 D 4 D
E [ ] = ML2T–2 → unid ( ) = kgm2/s2
[a] = M0LT–2 → unid (a) = m/s2
[E] = ML2T–2 → unid (Ec) = kgm2/s2

+ + + + + + + + + E
5
[peso] MLT –2
r [ρ] = = 3 = ML–2T–2
[vol] L
L

Física V
6 B
Neste caso, a simetria é axial, portanto a gaussiana
A grandeza obtida tem eq. dimensional dada por
adequada é cilíndrica, coaxial ao fio.
[G] = ML–1T–2 que corresponde a uma pressão.
Em toda ela o campo será normal à superfície.
Logo:
φ=E.A 7 C
Cada animal deve ser “multiplicado” por 6, assim, de 2
4kπQ = E . 2πrL
cachorros veremos 12 e de 1 gato veremos 6.
2k . (λ . L) = E . r . L
Assim, cada animal gerará 5 imagens nos espelhos:
2kλ 360
E= 5= – 1 ⇒ α = 60o
r α

8 B
Grandeza quantizada, descontínua ou discreta é aquela que 73
só pode existir com múltipla de uma certa quantidade mínima,
Não pode assumir qualquer valor. À essa quantidade mínima
denominamos “quantum” da grandeza.
1 A) L – comprimento; metro (m)
M – massa; quilograma (kg)
T – tempo; segundo (s) 9 D
Se há atração ou ambos estão eletrizados com cargas
B) α, β e γ são dimensões físicas de G com relação às opostas ou 1 deles está neutro. O item que não satisfaz a
grandezas M, L e T. Se G for uma potência. nenhuma das duas condições acima é o D. Na condição do
item D os corpos repeliriam um ao outro.
[Trabalho] [F] . [dist.]
[G] = = 10 E
[Tempo] [Tempo] O espelho da questão é côncavo pois pode gerar imagens
invertidas (reais). Enquanto a imagem for direita, ela é virtual
MLT –2 . L e maior (A > 1). Entre os pontos x = 30 e x = 50 temos
[G] =
T a mudança direita ⇔ invertida, o que indica a passagem
[G] = ML2T–3 pelo foco. Estando o foco no intervalo 30 < f < 50, o
centro está no intervalo 60 < 2f < 100. Se o objeto for
Logo, α = 1; β = 2; γ = –3 colocado em x = 110 ele estará certamente além do centro
e terá imagem real, invertida e menor. Assim, todas são
D corretas.
2
Velocidade:
[V] = M0LT–1 11 C
A distância focal de um espelho não depende do meio em
Trabalho: que ele está imerso.
[ ] = [F] x [d] = ML2T–2
12 E
Pressão: Sendo a imagem real, ela é invertida e como é maior, está
mais distante do espelho:
[F] MLT –2
[P] = = = ML–1T–2
[A] L2 O

Logo: F
[G] = (M0LT–1) x (ML2T–2) x (ML–1T–2) x T i
[G] = M2L2T–4

3 D
Pela unidade deduz-se que a grandeza procurada tem uma Do enunciado temos:
equação dimensional dada por: [G] = ML2T –2 que P = 4 cm
corresponde a um trabalho ou uma energia. P’ = 12 cm
Volume 1.B
Pela equação de Gauss:
5 D
1 1 1
= + [F] . [ Δx]
f 4 12 [η] = [A] . [ Δv]

48
f= ⇒ f = 3 cm MLT –2 . L
16 [η] =
L2 . LT –1

Como R = 2f ⇒ R = 6 cm [η] = M . L–1 . T–1

13 B 6 E
Física V

As linhas de força entram no corpo 1, logo, ele é negativo. As [F] MLT –2


linhas de força saem do corpo 2, o que indica sua carga positiva. [P] = = = ML–1T–2
[A] L2
14 E
Nula. Todo o excesso de carga num condutor em equilíbrio 7 D
deve estar na sua superfície externa. Não deve haver campo [F] MLT –2
resultante dentro do condutor. [k] = 2 = = ML–1
[v ] L2 T –2
15 E Logo, unid (k) = kg/m
A carga se distribui na superfície externa e fica mais adensada
onde houver pontas.
8 8 A´

74 6 B´

1 D 2 B
[ ] = [F] . [d] = MLT–2 . L
[ ] = ML2T–2
0
A 2 4 6 0 8 10 12 14 16
2 C
[a] . [L] . [m]
[G] = A) Fazendo a simetria dos pontos A e B, em relação ao
[t]
plano do espelho, obtemos os pontos A’ e B’. Assim A’
M0LT –2 . L . M (0; 8) e B’ (0; 6).
[G] =
T B) Fazendo as semelhanças para os triângulos com vértice
[G] = ML2T–3 em B’, obtemos o intervalo onde B’ pode ser visto, que
vai de x = 6 a x = 15.
3 D
2 6
[Q] = [m] . [v] = ⇒ x=6
2 x
[Q] = M . LT–1
2 6
Mas [F] = M . LT–2 = ⇒ x = 15
5 x
LT –2
Multiplicando [Q] por
LT –2 Fazendo as semelhanças para os triângulos com vértice
teremos: com A’:
MLT –1 . LT –2 4 8
[Q] = = ⇒ x’ = 4
LT –2 2 x
0
[Q] = F . L T
4 8
= ⇒ x = 10
4 B 5 x
Pela equação temos:
P Fazendo a intersecção dos resultados, a imagem A’B’
σ= logo pode ser vista completamente entre os pontos x = 6 e
0, 5 V 2
x = 10.
[P] [F]
[σ] = =
[V 2 ] [A] . [V]2 9 A
–2 A carga deve se distribuir proporcionalmente aos raios,
MLT
[σ] = assim a esfera 1, que tem o dobro do raio de 2, deve ficar
L . L2T –2
2
com o dobro de carga de 2. Para que a carga positiva de 1
[σ] = M . L–3 T0
aumente, ela deve perder elétrons para 2.
Volume 1.B
10 A 15 + 2μC
Dispondo os materiais numa série triboelétrica:
+ – 1μC
Vidro –
B – 1μC –
Seda – + A + –
+ +
– –
Enxofre –
X

Física V
O material de cima fica positivo quando atritado com
qualquer material abaixo dele. A) Por indução total, a carga Q2 deve ser de – 1μC
Assim, quando se atrita o vidro com x, o vidro fica positivo. B) Os pontos que estão na região 10 cm < R < 20 cm
O item “D” fica errado por generalizar (“nenhum”) não se sofrem ação de um campo gerado apenas pela carga
referindo apenas aos meteriais citados na questão. Q1 (1μC), Logo:
kQ1
11 A E=
R2
Estando os dois pisos no mesmo ambiente, ambos estarão
em equilíbrio térmico com o ambiente e entre si, embora, 9 . 109 . 1. 10 –6
devido à melhor condutibilidade térmica do mármore, E=
(12 . 10 –2 )2
possamos senti-lo “mais frio” que a madeira.
9
12 Sendo no litoral a pressão atmosférica é de 1 atm e o gelo E= . 107
144
derrete a 0oC: 75
E = 6,25 . 105 N/C
120ºC T 0ºC
L L L C) Para pontos na região R > 25 cm o campo é gerado
A B C
3 3 3 pela carga total na superfície de B:

Pela lei de Fourrier para a condução: kQ


E=
∅AB = ∅BC d2

9 . 109 . 2 . 10 –6
E=
k . A (120 – T) k . A (T – 0) (3 . 10 –1)2
=
L L
2. E = 2 . 105 N/C
3 3
2T = 120 – T Anotações
3T = 120
T = 40oC

x
13

8 8

50
f=
2
Os raios que indicam paralelos ao eixo do espelho côncavo
formariam uma imagem real no foco do espelho côncavo.
A reflexão no espelho plano cria uma imagem real, simétrica
do foco do 1o espelho.
f=x+8
25 = x + 8
x = 17

14 Q = σ . área
Q = 2 . 10–6 . (4πR2)
Q = 2 . 10–6 . 4 . π . (6 . 10–2)2
Q = 288 . 10–10 π
Q ≅ 9,04 . 10–8 C