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10-12-2010

Fracturas

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Tratamentos conservadores

Descanso na boxe
Imobilização
Talas
Gesso
Os fragmentos não estão estáveis

Formação de calo ósseo

Trauma da pele
Infecção

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Membro imobilizado por longos períodos

Perca de elasticidade
Articulações não se movem
Atrofia muscular

Perda de proteoglicanos

Degenerescência da
cartilagem

Dor após a remoção da imobilização

Facturas articulares

Não há alinhamento dos bordos

Artrose

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Tratamento cirúrgico

Fixação externa

Fixação interna

Parafusos
Placas

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Parafusos
•Esponjosos

Passo mais largo

•Corticais

Passo mais estreito

Posicionais Compressão Placa

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Fractura da 1ª falange

Poldro com uma


semana de vida

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Incisão da pele em forma de I


Incisão do TEDC

Alinhamento e fixação da fractura

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Buraco para o parafuso


Medição do buraco

Colocação do 2º parafuso

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Raio x para confirmação do correcto posicionamento


dos buracos para os parafusos

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4 meses após a cirurgia

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Placa de compressão dinâmica

Guia de compressão

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Guia neutro

Placa tem que ser 1mm subenvergamento


encurvada para se
adaptar ao osso
Ao apertar
os
parafusos
vai haver
uma
compressão
adicional no
cortex distal

 Da lacuna no cortex distal

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Fractura do Rádio

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Preparação

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Incisão cranio lateral entre o extensor carpo radial e o


extensor digital comum

Dissecção da união entre os 2 músculos para ter acesso ao


rádio

O músculo carpo radial é puxado para a frente e os


restantes para trás

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Redução da fractura

Tensão no membro Alongamento dos músculos

Expor os 2 extremos Encaixar

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Fractura reduzida com pinças de redução

Redução dos fragmentos com parafusos de compressão

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Estabilizar as linhas de fractura com parafusos

Cuidado para não interferir com o


posicionamento da placa

Placa cranial é colocada em primeiro lugar

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Segurada com pinças

Coloca-se um parafuso acima e outro abaixo da linha de


fractura

Confirma-se o posicionamento correcto da placa e


colocam-se os parafusos restantes

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Fractura 1ª falange reduzida com auxílio


de um fluroscópio

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Fractura articular do carpo

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