P. 1
Periodização de treinamento apliacada a musculação

Periodização de treinamento apliacada a musculação

|Views: 4.013|Likes:

More info:

Published by: Ítalo Jorge Alves Albuquerque on Dec 18, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/29/2013

pdf

text

original

PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO APLICADA A MUSCULAÇÃO

PROF. EDER LIMA

1) CONCEITO 2) ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO
• O MACROCICLO • Divisão do macrociclo • Período pré-preparatório • Fase do anteprojeto de treinamento • Fase diagnóstico • Período preparatório • Etapa de desenvolvimento I • Etapa de desenvolvimento II • Período de transição • OS MESOCICLOS • Mesociclo adaptação orgânica / ativação metabólica • Mesociclo força máxima • Mesociclo massa máxima • Mesociclo qualidade muscular • Mesociclo definição muscular • OS MICROCICLOS • Microciclo introdutório / recuperativo • Microciclo condicionante • Microciclo intermediário • Microciclo de controle e avaliação

Prof. Eder Lima - e-mail: ederbrlima@hotmail.com 1

e com períodos de transição após estes. * Mesociclos e * Microciclos. 2.com 2 . trabalhamos basicamente com Macrociclos semestrais quadrimestrais. séries. No caso da Musculação. o macrociclo do Musculação será dividido em três. significando. glúteos e panturrilhas. Na periodização leva-se em conta como individualmente cada organismo se adapta ao stress físico e se desenvolve num determinado espaço de tempo.1) O MACROCICLO O macrociclo compreende o espaço de tempo total para o treinamento.1. sendo esta divisão válida tanto para o macrociclo semestral quanto para o quadrimestral: A . desde o profiláticoterapêutico até visando a preparação física para alguma modalidade desportiva.1) DIVISÃO DO MACROCICLO Como em qualquer outro treinamento de alto nível. dieta. A periodização pode ser elaborada para os mais diferentes objetivos. o nível de stress físico a ser aplicado é planejado coadunando-o a uma alimentação adequada e aos dias de reparação necessários para uma plena recuperação não só muscular mas também orgânica.PERÍODO DE TRANSIÇÃO Prof. sem que nenhum grupo muscular se sobressaia de maneira exagerada sobre os demais. ou 2.PERIODO PRÉ-PREPARATÓRIO B . uma melhor qualidade muscular. respeitando-se os Princípios do Treinamento Desportivo e os Princípios Específicos da Musculação.e-mail: ederbrlima@hotmail. encerrando-se no peak (ápice) da forma física do trainee. num corpo feminino é bastante aceitável um ligeiro desequilíbrio em favor de coxas. EDER LIMA 1. Através da periodização obtém-se um treinamento realmente específico e individualizado. CORPO ESTETICAMENTE HARMÔNICO . específico de polimento. 2.aquele onde prevalece o equilíbrio e a simetria entre membros superiores.. com objetivos intermediários perfeitamente definidos. CONCEITO A periodização consiste na divisão do período de treinamento em ciclos de alta especificidade com diferentes metas de treinamento. inferiores e o tronco. Eder Lima . o período básico de formação e um segundo. etc. repetições. onde existem dois períodos distintos de treinamento. Contudo. eliminando desta forma o empirismo da tentativa e erro do treinamento. Aqui subdivide-se o treinamento em: * Macrociclo. Assim sendo. A duração de cada período dependerá basicamente do grau de desenvolvimento físico de cada trainee e da essência do macrociclo. cujo encerramemento se dá coincidindo com as férias de meio e fim de ano.PERÍODO PREPARATÓRIO C . Na Musculação. Primeiramente. ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO A Periodização quando aplicada a Musculação segue as mesmas regras e princípios que regem o treinamento do fisiculturismo.PERIODIZAÇÃO APLICADA A MUSCULAÇÃO PROF. um menor peso gordo (definição muscular) e dentro da melhor harmonia possíveis. Esta é a forma mais completa do chamado Treinamento Cíclico. sobrecargas.

Prof. Eder Lima . * auxiliares ou parceiros de treino . já que deste depende a utilização ou não de bons suplementos alimentares. aplicação de cargas. onde cada qual representa um momento específico no desenvolvimento do trainee. ou se o atleta precisa trabalhar para sustentar sua própria e cara dieta e se este trabalho não drenará demais suas energias que deveriam estar concentradas no treinamento.já que a partir do resultado destes que o trabalho será calibrado e conduzido. * prognósticos para o futuro . • melhoria da coordenação.Observação: Como esta divisão vem do teinamento para fisiculturismo. Na academia a disponibilidade de mais equipamentos nos permite uma maior diversidade de exercícios. este apresenta ainda. A união destes mesociclos. subdividindo-se em três fases: a. * lastro fisiológico – principalmente em relação ao passado atlético e experiência no treinamento da musculação e hábitos alimentares.. Seleção de testes para a fase diagnóstico . caracterizará o comportamento da evolução do trainee.com 3 . * disponibilidade de tempo para treino .1) ETAPA DE DESENVOLVIMENTO I Composta em sua maioria por mesociclos básicos e tem como finalidade: • propiciar ao trainee uma adaptação às atividades. formam blocos com características peculiares em comum.Trainee * condição inicial . já que são poucos os treinadores que realmente têm uma formação acadêmica que associada a prática do esporte que lhes dê condições de trabalhar cientificamente com um trainee.e-mail: ederbrlima@hotmail. * local de treinamento . de uma maneira geral. eliminando desta forma os "curiosos" de nossa área de atuação. formando as etapas de trabalho. A -PERÍODO PRÉ-PREPARATÓRIO: Este período tem como objetivo um início correto para um treinamento plurianual. As etapas de trabalho de dividem em: b. etc.este último. métodos e técnicas de treinamento a serem utilizados.). onde quando da elaboração do anteprojeto. * condição sócio-econômica . principalmente a nível alimentar.esta deteminará o tempo total de trabalho que será necessário até que este atinja um desenvolvimento físico satisfatório. quando comparados ao treinamento numa academia de condomínio ou residência e ainda caso o trabalho seja desenvolvido outdoor (praças.este determinará as condições de treino.sendo este um dos fatores mais difíceis. parques. que não será aqui abordado título de informação será mantido e discutido mais à frente. • criação de hábitos de vida mais disciplinados. entre o período preparatório e o de transição. etc. o período de competição. determinante no sentido de quão qualitativo será o treinamento.1) FASE DO ANTEPROJETO DE TREINAMENTO É nesta fase que se tem o primeiro contato com a realidade do trabalho a ser executado e os objetivos a serem atingidos.Disponibilidades de * treinadores .estes são de fundamental importância quanto a segurança do trainee num treino muito intenso.quanto tempo será necessário para se atingir o máximo desenvolvimento e refinamento muscular. B.em função deste é que os tipos de treinamento a serem empregados serão escolhidos. etc. • correção de vícios posturais e dismorfias. . deve-se levar em conta os seguintes aspectos coletados em relação a ou ao: .PERÍODO PREPARATÓRIO A composição dos mesociclos dentro do período preparatório.

sendo de suma importância a existência das duas fases. mas devendo propiciar um momento de estabilização (manutenção) daquilo que o atleta obteve durante o treinamento.2) ETAPA DE DESENVOLVIMENTO II Aqui busca-se a potencialização das caractrísticas físicas principais objetivadas (volume ou qualidade e definição musculares). para que quando do início de novo macrociclo não seja necessário retroceder demasiadamente nos níveis de volume e intensidade de treinamento. O mesociclo poderá caracterizar-se por: a) Parâmetro preponderante na aplicação da sobrecarga * mesociclo com preponderância no volume. portanto esta etapa deverá ser subdividida em duas fases: * Fase de adaptação .EXEMPLO DE PERÍODO PREPARTÓRIO SEMANAS ATIVIDADES MESOCICLOS FASE ETAPA 4–6 4 – 12 8 – 12 8 – 12 6 – 12 8 – 12 Adaptação Ativação Força Massa Qualidade Definição Orgânica Metabólica Máxima Máxima Muscular Muscular ADAPTAÇÃO EVOLUÇÃO ESPECIAL ESPECÍFICA DESENVOLVIMENTO I DESENVOLVIMENTO II PERÍODO PREPARATÓRIO IV-PERÍODO DE TRANSIÇÃO Este período se inicia logo após a competição. TABELA 1. mas sim com a real adaptação do organismo como um todo às atividades e onde também os estímulos crescem em ritmo lento. Um período de transição pode durar de 2 a 4 semanas. O mesociclo é o conjunto de microciclos (normalmente de 4 a 8) que possuem aspectos dominantes de mesma natureza e se encontram na mesma fase ou período do macrociclo.onde as intensidades já são mais fortes. o treinamento deve ter um caráter oscilatório de alternâncias entre os estímulos.2) OS MESOCICLOS Para que se aproveite sempre do fenômeno da supercompensação do estímulo aplicado.toda esta fase é composta preferencialmente de mesociclos de preparação e tem como objetivo aprimorar as características físicas (força e volume muscular) que serão prérequisitos para as características físicas finais objetivadas. Também sub-dividida em duas fases: * Fase especial . 2. pois a maior parte das pessoas quando inicia um treinamento. entendendo-se que já houve uma boa adaptação e consequente assimilação dos estímulos iniciais. * Fase específica . Prof. apresenta baixos níveis de condicionamento.Trata-se de uma etapa bastante delicada. o treinador deverá selecionar mesociclos básicos em que as intensidades são menores. * Fase de evolução . mas não adiantará em nada dividir em etapas um período preparatório inferior a três meses. b. uma vez que não se reduz substancialmente o nível de condicionamento já adquirido. Contudo. mas quando bem conduzido permitirá uma expressiva aceleração do ritmo do treinamento no reinício de um novo macrociclo.nesta fase é dada ênfase no desenvolvimento das características físicas finais (qualidade e definição musculares) A duração de cada etapa dependerá do estado inicial do trainee.com 4 . evitando uma saturação psicológica (inibição reativa) do atleta.e-mail: ederbrlima@hotmail. * mesociclo em que há substituição da preponderância do volume pela intensidade e viceversa. * mesociclo com preponderância na intensidade. Eder Lima . caso o atleta continue sua atividade em musculação normalmente.onde não há preocupação com a melhoria do volume muscular do trainee. Normalmente é feito em sua quase totalidade através em atividades generalizadas (diferentes as da musculação). desta forma.

BÁSICO 1 E 2 Mesociclo com preponderância no volume. maior homogeneidade no trabalho executado e uma oscilação da carga mais conveniente.ADAPTAÇÃO/ATIVAÇÃO 4X/S SPLIT O mesociclo de adaptação caracteriza-se por: Volume de séries – baixo Intensidade de carga – baixa Intensidade relativa – baixa O mesociclo de ativação metabólica caracteriza-se por: Volume de séries – moderado Intensidade de carga – baixa a moderada Intensidade relativa – moderada Prof. Aos poucos dependendo do nível de aptidão inicial do atleta.com 5 .b) Qualidade física visada c) Alguma outra característica marcante * priorização de algum grupo muscular. aumenta-se o estímulo gradativamente preparando o organismo para trabalhos futuros de maior intensidade e volume. Predominância na utilização de exercícios básicos. prevenindo desta forma o aparecimento do overtraining. E como dito anteriormente. utilizaremos os mesmos mesociclos do fisiculturismo. EXEMPLOS: 100 80 60 40 20 0 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a GRÁFICO 1.2 MESOCICLO BÁSICO . Mesociclos bem estruturados permitirão uma melhor definição dos objetivos parciais. utilizado no início do treinamento objetivando o aumento do lastro fisiológico do atleta. tanto a nível neuro-muscular quanto sistêmico. Eder Lima . sendo estes: 2.ADAPTAÇÃO/ATIVAÇÃO .e-mail: ederbrlima@hotmail.2.1) MESOCICLO ADAPTAÇÃO ORGÂNICA / ATIVAÇÃO METABÓLICA .3X/S 100 80 60 40 20 0 2a 3a 5a 2a 3a 5a 2a 3a 5a 2a 3a 5a 2a 3a 5a 2a 3a 5a 6a 6a 6a 6a 6a 6a GRÁFICO 1.1 MESOCICLO BÁSICO .

EXEMPLO: 100 80 60 40 20 0 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a GRÁFICO 2. Predominância na utilização de exercícios básicos. EXEMPLO: 100 80 60 40 20 0 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a GRÁFICO 3.2) MESOCICLO FORÇA MÁXIMA . Eder Lima .PIRÂMIDE 4X/S SPLIT O mesociclo de força máxima caracteriza-se por: Volume de séries – moderado a alto Intensidade de carga – alta Intensidade relativa – moderada a alta 2.1 MESOCICLO MASSA MÁXIMA .PREPARAÇÃO 1 Neste mesociclo há uma substituição da preponderância do volume pela intensidade. especialmente se este for um dos objetivos a serem alcançados. objetiva a maior hipertrofia muscular possível tirando proveito do aumento dos níveis de força pelo mesociclo anterior.com 6 .PREPARAÇÃO 2 Mesociclo com preponderância na intensidade. uma vez que seu objetivo principal é aumentar os níveis de força do atleta.1 MESOCICLO FORÇA MÁXIMA . Equilíbrio entre exercícios básicos e isolados.3) MESOCICLO MASSA MÁXIMA .e-mail: ederbrlima@hotmail.2.2 INTENSIDADES 4X/S SPLIT O mesociclo de massa máxima caracteriza-se por: Volume de séries – moderado a alto Intensidade de carga – alta Intensidade relativa – alta Prof.2.2. já que esta é pré-requisito para a hipertrofia muscular.

EXEMPLO: 80 60 40 20 0 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a 2a 3a 5a 6a GRÁFICO 4.4) MESOCICLO QUALIDADE MUSCULAR .PREPARAÇÃO 2 Mesociclo em que há substituição da preponderância da intensidade pelo volume.MESOCICLO DE DEFINIÇÃO . objetivando o detalhamento do contornos musculares.com 7 .5) MESOCICLO DEFINIÇÃO .1 .1 GRUPO MUSCULAR POR SEMANA O mesociclo de qualidade muscular caracteriza-se por: Volume de séries – alto Intensidade de carga – moderada Intensidade relativa – alta 2.2. objetivando a maior redução possível do percentual de gordura corporal do trainee. Predominância absoluta de exercícios isolados.4X/S SPLIT .2. EXEMPLO: 100 80 60 40 20 0 2a 3a 4a 5a 6a sa 2a 3a 4a 5a 6a sa 2a 3a 4a 5a 6a sa 2a 3a 4a 5a 6a sa 2a 3a 4a 5a 6a as GRÁFICO 5. Maior predominância de exercícios isolados.6X/S SPLIT O mesociclo de qualidade muscular caracteriza-se por: Volume de séries – alto a altíssimo Intensidade de carga – moderada a baixa Intensidade relativa – alta a altíssima Prof.e-mail: ederbrlima@hotmail. Eder Lima .1 MESOCICLO DE QUALIDADE MUSCULAR .2.PREPARAÇÃO 2 Mesociclo com preponderância no volume.

e tem como objetivo adaptar o trainee a posteriores exigências de atividades mais intensas.INTENSIDADE MODERADA -4X/S CARGA REGULAR . EXEMPLO: 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a 2a 4a 6a GRÁFICO 6. O microciclo deve ser constituído de no mínimo três e no máximo seis dias.3) OS MICROCICLOS Compreendem um grupo de sessões de treinamento onde consegue-se organizar as atividades respeitando os tipos de cargas e os momentos de recuperação ideal para propiciar ao trainee a assimilação dos mais variados estímulos.MESOCICLO DE TRANSIÇÃO O mesociclo de transição caracteriza-se por: Volume de séries – baixo Intensidade de carga – baixa Intensidade relativa – baixíssima 2. porém sua maior característica está na diminuição de volume e intensidade de treinamento. média e forte. condicionante. podendo também ser utilizado no início da preparação. intermediário e de avaliação.com 8 . É o que permite a transição de uma etapa de trabalho para outra. bem como propiciar uma recuperação na passagem de uma carga para outra. ou médios ou fortes.2. 2. Os microciclos podem se apresentar com intensidades que variam entre fraca. divididos ainda em microciclo introdutório/recuperativo. EXEMPLOS: Fra 50% 40% 30% 20% 10% 0% SEG QUA SEX Fra Fra 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Mo Mo Mo Mo SEG TER QUI SEX GRÁFICO 1 GRÁFICO 2 CARGA REGULAR . Eder Lima . podendo a carga se apresentar com estímulos somente fracos. os estímulos deverão ser distribuídos na semana de modo que seus intervalos não ultrapassem um período superior a 48 horas. bem como durante este. se a opção for um microciclo de quatro ou cinco sessões deve-se programar as atividades de modo a propiciar uma recuperação ativa.2) MICROCICLO CONDICIONANTE É o que aparece com frequência no mesociclo.3.INTENSIDADE FRACA -3X/S 2. dependendo do objetivo e da disponibilidade para a prática da atividade. No caso de microciclos de três sessões.1) MICROCICLO INTRODUTÓRIO/RECUPERATIVO É normalmente utilizado no início de cada programa de treinamento. dependendo do nível de aptidão do Prof.e-mail: ederbrlima@hotmail.2.3. Caracteriza-se pela realização de várias sessões de treinamento de mesma intensidade (gráficos 1 e 2).6) MESOCICLO DE TRANSIÇÃO Compõe a etapa de manutenção que normalmente ocorre o período de competição do atleta.1 . responsável pelas trocas fisiológicas.

4X/S 2.3. devido à característica de sua intensidade. 4.trainee.4X/S GRÁFICO 6 CARGA DECRESCENTE-CRESCENTE . Eder Lima . Tem como objetivo propiciar a estabilização e/ou melhoria da performance.3X/S 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Ter Qui Sex For Mod Mod For GRÁFICO 5 CARGA CRESCENTE-DECRESCENTE . ou até mesmo utilizar dois tipos de carga nos microciclos de semana inteira (gráficos 3. EXEMPLOS: 100% 80% 60% 40% 20% 0% SEG QUA SEX Fra Mod Fort 100% 80% 60% 40% 20% 0% SEG QUA SEX Fort Mod Fra GRÁFICO 3 CARGA CRESCENTE .3X/S 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Ter Qui Sex Mod For For Mod GRÁFICO 4 CARGA DECRESCENTE . O objetivo deste microciclo é o de propiciar o incremento da capacidade física específica objetivada para o condicionamento. 5 e 6).3X/S GRÁFICO 8 CARGA REGULAR CRESCENTE . EXEMPLOS: 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Q ua Sex For Mod Mod 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Q ua Sex Mod Mod For GRÁFICO 7 CARGA REGULAR DECRESCENTE . que pode ser regular decrescente ou regular crescente (gráficos 7.3) MICROCICLO INTERMEDIÁRIO Como o próprio nome diz. 8.com 9 .3X/S Prof. Os tipos de carga nele utilizados podem ser crescentes ou decrescentes. pode ser utilizado entre diferentes microciclos.e-mail: ederbrlima@hotmail. 9 e 10).

Eder Lima .3.For 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Ter Qui Mod Mod For 100% 80% 60% 40% 20% For For Mod Mod Sex 0% Seg Ter Qui Sex GRÁFICO 9 CARGA REGULAR CRESCENTE .3X/S Prof.com 10 . Note que as cargas de trabalho fortes coincidem com os dias de testagem.4X/S GRÁFICO 10 CARGA REGULAR DECRESCENTE .4) MICROCICLO DE CONTROLE E AVALIAÇÃO Utilizado quando se é necessário o teste de carga máxima. mas com um intervalo regular de recuperação onde a carga de trabalho é mais fraca (gráfico 11). EXEMPLO: For 100% 80% 60% 40% 20% 0% Seg Qua Sex Fra For GRÁFICO 11 CARGA DECRESCENTE-CRESCENTE .e-mail: ederbrlima@hotmail.4X/S 2.

Chicago: Contemporary Books Inc. Ney Pereira. 1.GOMES.ROBERGS.. Fundamentos do treinamento de força muscular. Edalton Bases de anatomia e cinesiologia. 198p. Edwards.ed.ed. Nabil.. 1999. 423p . Raimundo. Fisiologia do exercício: energia. Robert. . 1.ed. Rio de Janeiro: Medsi. Nutrição. Rip up!. Princípios fundamentais de fisiologia do exercício.ed. Tim.ed.ed. 1. Anatomia do corpo humano.. 1992. teoria e metodologia do treinamento 4. 1. 1984.3. 1989. Edward. John. Chicago: Contemporary Books Inc.ed. . 2002. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos.ed. avaliação médica.ed. . 1. 1. Benedito. William D. Robert A. 1. 2003.WEIDER. The gold's gym training encyclopedia. 581p. New York: Sterling Publishing Co.ZAKHAROV. The heart rate monitor book. 1985. nutrição e desempenho humano.BEAN. 227p. KATCH. KATCH. 255p. KATCH. Donald K.. CORNACCHIA. The weider sistem of bodybuilding. 141p. 2. FILHO. Chicago: Contemporary Books Inc. 141p.ed. 1989. 2. Chicago: Contemporary Books Inc. Steven J. Joe. Antônio A. Maggie Greenwood..GARDNER.HATFIELD. . Ultimate bodybuilding. 1. Treinamento de força consciente 1. 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1991. jul 1992. 1 ed. 192p. Anita. HESPANHA. 1992. 276p. A prática da preparação física. 1986.ed. William J. 308p. Turíbio Exercício. Sacramento: Fleet Feet Press..ed. Woodland Hills. Joe. .ed. 571p. Victor L. SOUZA JR.WEIDER. Chicago: Contemporary Books Inc. 347p. Andrei. O – preparação fisiológica. 247p . 508p..VIVACQUA.ed. Medida e avaliação em educação física. 1.FOX. .GHORAYEB. Rio de Janeiro: Sprint.McARDLE. Ricardo.WEIDER. 3. São Paulo: Editora Phorte. 1999. 2. 1.McARDLE. 338p. 302p .. Robert. 223p. 237p .GRYMKOWSKI. Londrina: APEF.ed. 2002.BITTENCOURT. CONNORS.COMERSKI. . in Muscle & Fitness Magazine.FLECK. São Paulo: Editora Phorte: 2002. São Paulo: Manole. Steven J. 1984. WEIDER.DANTAS. Recovery formula. KIMBER. REYNOLDS. aspectos especiais e preventivos.MIRANDA.SALLY. 3. Victor L. . Joe. 1984. Chicago: Contemporary Books Inc. Chicago: Contemporary Books Inc.ed. Tudor O.KENNEDY. Power: a scientific approach. Bill. Ergometria e reabilitação em cardiologia. 1980. 346p. 1983.. Rio de Janeiro: Medsi. Peter. Nelson.WEIDER. Bill.HATFIELD. .ed. New York: The Putnam Publishing Group.ed. 2. p104. ROBINSON. 333p. . São Paulo: Editora Phorte. MATHEWS. 1999. . Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport.BOMPA. 1986. BARROS. Estélio H.ed. 2001.com 11 . 1984. Frederick C. Rio de Janeiro: Editora Sprint. 1992. São Paulo: Editora Atheneu. Frederick C. .FLECK.M.ed. OSBURN. 489p. . 1984.ed. Rio de Janeiro: Sprint. Ciência do treinamento desportivo. . Guia completo de treinamento de força. Bodybuilding: a scientific approach. 510p. Porto Alegre: Artemd.ed.ed. . 1. KATCH. 574p . 1992. BIBLIOGRAFIA: Prof.ed. 1. . 1981. 2. .KENNEDY. Periodização.BOMPA. Reps! building massive muscle! 1. 128p.KENNEDY. . . William A.e-mail: ederbrlima@hotmail. 1. Lorenzo J.PEREIRA. William D. Frank I. Scott O. Treinamento de força para fitness e saúde.1988. Chicago: Contemporary Books Inc. 1993. Betty. Joe. New York: Sterling Publishing Co. Frank I. 452p.. KRAEMER. São Paulo: Atheneu.ed. Bodybuilding: the weider approach.ed. 216p. The weider body book. . 1. São Paulo: Editora Phorte. The gold's gym book of bodybuilding. Eder Lima .. Bill. Musculação: uma abordagem metodológica. . Tudor O.. . REYNOLDS. 218p.ed. 1983. Weston D.ed. Donald K. Ken. São Paulo: Editora Phorte: 2000. Edward L. Tácito Pessoa de Dimensões biológicas do treinamento físico. . . 1. 496p .ed. Rio de Janeiro: Interamericana. Cross training: uma abordagem metodológica. Rio de Janeiro: Interamericana.SPRAGUE. Built! 1. O. 1980.ed. controle de peso e exercício. Robert. 1. REYNOLDS. 1. ROBERTS.MATHEWS.128p .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->