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Frenômetro Inmetro

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MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO
Portaria INMETRO nº 139, de 30 de julho de 2004
O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas pela Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, e tendo em vista o disposto no artigo 3º, inciso III, da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e na alínea “a”, do subitem 4.1, da Regulamentação Metrológica aprovada pela Resolução nº 11, de 12 de outubro de 1988, do Conselho Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial – Conmetro, Considerando que os veículos automotores só poderão trafegar após a comprovação de atendimento aos requisitos e condições de segurança estabelecidos no Código de Trânsito Brasileiro - CTB, em seu art. 103 e nas Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito Contran; Considerando que os frenômetros de rolos devem atender a especificações mínimas, de forma a garantir a sua confiabilidade metrológica; Considerando que o assunto foi amplamente discutido com os fabricantes nacionais e entidades de classe, resolve baixar Portaria com as seguintes disposições: Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico Metrológico, em anexo, o qual estabelece as condições técnicas e metrológicas essenciais a que devem atender os frenômetros de rolos. Art. 2º Os frenômetros de rolos já em utilização poderão continuar em uso, desde que atendam aos erros máximos permitidos constantes do item 4 do Regulamento Técnico Metrológico anexo. Art. 3º Admitir-se-á a comercialização dos modelos de frenômetros de rolos com as características atuais de fabricação até 31 de dezembro de 2005 , desde que observados os erros máximos em Verificação Inicial, conforme item 6.2 do Regulamento Técnico Metrológico anexo. Art. 4º A partir de 1º de janeiro de 2006, só serão aceitos em verificação inicial os frenômetros que tenham seu modelo aprovado de acordo com este Regulamento. Art. 5º A partir da data de publicação desta Portaria, os modelos de frenômetros de rolos serão apreciados de acordo com as prescrições do Regulamento Técnico Metrológico, em anexo. Art. 6º As infrações a qualquer dispositivo deste Regulamento Técnico Metrológico, em anexo, sujeitarão os infratores às penalidades cominadas no artigo 8º da Lei 9.933, de 20 de dezembro de 1999. Art 7º Publicar esta Portaria no Diário Oficial da União, iniciando na vigência da data de sua veiculação.

ARMANDO MARIANTE CARVALHO JUNIOR Presidente do INMETRO

5 DISSIMETRIA DE FRENAGEM: Maior diferença entre as forças de frenagem medidas simultaneamente nas rodas de um mesmo eixo.5 Para o campo de medição da força de frenagem. 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 1. 2. 2.4 EFICIÊNCIA DE FRENAGEM POR EIXO: Soma das forças de frenagem de cada roda de um eixo dividida pela soma das cargas deste eixo. o newton (N) e seus múltiplos o decanewton (daN) e o quilonewton (kN). UNIDADES DE MEDIDA As seguintes unidades de medida são autorizadas para os frenômetros: 3. 2. 3.4 Para a carga.8 PONTO ZERO DE UM FRENÔMETRO: Indicação direta do frenômetro quando o mesmo estiver em funcionamento e apresentar valor nulo após a sua tara. PRESCRIÇÕES METROLÓGICAS 4. 2.6 IRREGULARIDADES CÍCLICAS DA FORÇA DE FRENAGEM (OVALIZAÇÃO): Variações da força de frenagem de uma mesma roda por uma ação constante sobre o comando de frenagem do veículo. 2. e a velocidade tangencial gerada pelos rolos tracionadores. medida no rolete auxiliar.1 Para o diâmetro e o comprimento dos rolos.2 Para o tempo decorrido. F é a força de frenagem da roda com maior valor. através da seguinte fórmula: D = (F – f) x 100 F onde: D é a dissimetria de frenagem. sobre os quais são apoiadas as rodas de um mesmo eixo do veículo. 1. em porcentagem.3 FORÇA DE FRENAGEM POR RODA: Ela é medida sobre a roda controlada. o metro(m) e o milímetro (mm).2 DESLIZAMENTO: Diferença entre as velocidades tangenciais da roda do veículo ensaiado. 3. 4. o minuto (min) e a hora (h).1. f é a força de frenagem da roda com menor valor. 3.1 FRENÔMETRO DE ROLOS: Equipamento destinado à verificação de esforços e da dissimetria de frenagem.3 Para a velocidade de ensaio. condutor dentro).7 FORÇA DE ATRITO PARASITA: Força de atrito de uma roda medida quando o comando de frenagem do veículo não é submetido a nenhuma ação.2 Este regulamento se aplica aos frenômetros de rolos destinados à medição da força de frenagem das rodas dos veículos leves e pesados. o quilômetro por hora (km/h).1 O presente regulamento estabelece as condições técnicas e metrológicas essenciais a que devem atender os instrumentos de medição de força de frenagem de veículos automotores denominados frenômetros de rolos.12 VEÍCULOS PESADOS: Veículos pesando acima de 35000N. 2. o Newton(N) e seu múltiplo o decanewton (daN).1 Erros máximos admissíveis nos ensaios estáticos de determinação do peso e da força de frenagem por roda: 4. O valor da dissimetria é obtido por eixo e expresso em porcentagem.REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO A QUE SE REFERE A PORTARIA INMETRO No 139 DE 30 DE julho DE 2004.1 Na apreciação técnica de modelo e na verificação incial. 2. dentro das condições de ensaio do veículo (veículo sem carga. 2.11 VEÍCULOS LEVES: Veículos pesando até 35000N. serão admitidos erros máximos relativos . TERMINOLOGIA 2. 2. 2. Ela é expressa em porcentagem. o segundo(s) e seus múltiplos.9 EFICIÊNCIA DE FRENAGEM POR RODA: Relação percentual entre a força de frenagem medida em uma roda e o peso incidente nessa roda.10 EFICIÊNCIA TOTAL DE FRENAGEM: Relação percentual entre a força total de frenagem e o peso total do veículo. 2. composto de dois pares de rolos acionados por motores. 1. 2. 3.

12 Dados mínimos que deverão constar na impressão: .8 Para os instrumentos importados. 5. em lugar de fácil visibilidade.3 Os frenômetros devem ser providos de função de determinação de eficiência de frenagem por eixo.6. o que for maior. .1 Na apreciação técnica de modelo será admitida uma dispersão de 5% em relação à média.1. 5.4 Os frenômetros interligados em rede devem possuir interface protetora de forma a coibir o acesso aos parâmetros metrológicos e funções que possam influenciar no resultado das medições.2 Nas verificações subsequentes serão admitidos erros máximos relativos de ± 2% para valores iguais ou superiores a 10000 N.5 Número de série e ano de fabricação.3 O erro máximo relativo admissível nas medições em serviço será de ± 10%. ou ajuste. não deve ser superior ao erro máximo admissível no ensaio aplicado. a dissimetria da frenagem.1. bem como a menor carga por eixo a partir da qual é assegurada a medição. 5.Dissimetria para cada eixo. 4. 5.2 Erros máximos admissíveis no ensaio dinâmico de repetitividade da pesagem por roda e da força de frenagem em condições reais: 4.6 Identificação da aprovação de modelo. para um mínimo de 10 medições e confiabilidade de 95%.11 O frenômetro deve efetuar impressão de resultados utilizando impressora própria ou ligada ao sistema informatizado do instrumento. de forma fidedigna. 5.4 A divergência entre as medições esquerda e direita.1 Os frenômetros e seus dispositivos devem ser fabricados com materiais de resistência adequada e possuir características capazes de assegurar a estabilidade desses instrumentos nas condições normais de uso.6. de forma a garantir a segurança metrológica do instrumento. correspondente a um mesmo eixo.6.Eficiência total de frenagem. 5. 5. 4. 4.Identificação do veículo.6.7 Restrições quanto à utilização.6.1 Os frenômetros devem funcionar normalmente e apresentar medições que satisfaçam o presente regulamento. 4.4 Designação do modelo.2 As características do equipamento devem permitir determinar no mínimo: a força de frenagem sobre cada roda.7 A dissimetria de frenagem é determinada/considerada para valores de força de frenagem superiores a 400N. 5.6. a força de frenagem parasita.2. não seja permitido. 5.3 Nome ou marca do fabricante.6.10 Meios devem ser previstos para proteger componentes e controles pré-regulados para os quais o acesso.6 Inscrições Obrigatórias: 5. de acordo com os exames e ensaios constantes no item 6(controle metrológico) e respectiva metodologia. . .de ± 1% para valores iguais ou superiores a 10000 N. as irregularidades da força de frenagem. 5.9 O frenômetro deve retornar ao início da escala (o ponto zero) a cada início de ensaio. 5.1 Inscrição do tipo de veículo: Veículo Leve. . constante no item 7(métodos de ensaios) 5. Veículo Pesado. 5. Para valores abaixo de 10000 N o erro máximo é constante e corresponde a 100 N.5. 5. Veículo Leve e Pesado. bem como a menor carga por eixo a partir da qual é assegurada a medição. 5. 5. 5. . PRESCRIÇÕES TÉCNICAS 5.2 A carga máxima que é capaz de suportar.6.Data e hora do exame. 5. e a carga por roda. 5.Força de frenagem por roda. ou 150 N. 5.5 O fabricante deve declarar a carga máxima que o instrumento suporta.8 A superfície de contato dos rolos tracionadores deve ser concebida de tal forma que o coeficiente de atrito µ desta superfície com o pneu do veículo seja maior que 0. além da identificação do fabricante deverá constar o nome do importador e o país de origem. Para valores abaixo de 10000 N o erro máximo é constante e corresponde a 200 N.

5. 5. 5. .2 O diâmetro dos rolos deve ser maior ou igual a 150 mm.22.Peso total do veículo. Quando necessário um dispositivo adicional. este deve acompanhar o instrumento.Eficiência do freio de estacionamento. 5.1 O frenômetro deve ser projetado de forma a suportar no mínimo veículos cuja carga por eixo seja de 127. 5.5 O instrumento deve ser capaz de medir forças de frenagem por roda de acordo com as faixas de medição e respectivas resoluções constantes no item 5.1 O frenômetro deve ser projetado de forma a suportar no mínimo veículos cuja carga por eixo seja de 127. com resolução mínima de 50N para indicação digital. 5.22 Veículos leves: 5.21 O instrumento deve ser concebido de forma tal que possibilite a realização dos ensaios estáticos previstos na aprovação de modelo e nas verificações metrológicas.3 O comprimento dos rolos deve ser maior ou igual a 900 mm. 5.24. 5.Aprovação ou não do veículo ensaiado.5.5 O instrumento deve ser capaz de medir forças de frenagem por roda desde zero até 5000 N.24. desde que este dispositivo de pesagem seja aprovado pelo Inmetro.23. eles devem ser previamente examinados pelo Inmetro.24. sendo que um dispositivo de pesagem externo ou pertencente a outro equipamento pode ser utilizado.3 O comprimento dos rolos deve ser maior ou igual a 600 mm.14 O frenômetro deve possuir dispositivo de parada automática em caso de avaria mecânica ou elétrica.22. 5.1 O frenômetro deve ser construido de forma a suportar no mínimo veículos cuja carga por eixo seja de 24.3 O comprimento dos rolos deve ser maior ou igual a 900 mm.5 kN (13000kgf). 5. 5.22.17 O instrumento deve fornecer ao operador as instruções mínimas. devem ser previamente apreciadas pelo Inmetro.22.22. 5. no mínimo as seguintes informações: .2 O diâmetro dos rolos deve ser maior ou igual a 150 mm. para veículos .19 O instrumento pode ser provido por dispositivos ou funções complementares. 5.24 Veículos leves e pesados 5.6 Dispositivo próprio para a determinação do peso estático por roda. 5. 5.5 kN (13000kgf).23.16 O frenômetro deve apresentar dispositivo de parada automática.23. 5.13 O frenômetro deve fornecer em seu dispositivo indicador. 5.4 O frenômetro deve ser projetado para uma velocidade fixa entre 2 km/h e 3 km/h.5 kN (2500kgf).23. visando a segurança e a correta observação do ciclo de medição. 5. 5.23.24.22.1 Quando estes dispositivos ou funções complementam ou têm interface nos parâmetros metrológicos.18 O frenômetro deve permitir o início de ensaio somente quando as duas rodas estiverem posicionadas e alinhadas corretamente sobre os rolos.Dissimetria para cada eixo. quando das diversas etapas de operação. com resolução mínima de 200N para indicação digital.23 Veículos pesados: 5. 5.2 O diâmetro dos rolos deve ser maior ou igual a 150 mm. 5.Força de frenagem por roda. 5.19.15 O frenômetro deve dispor de botão de emergência de parada rápida de fácil acesso e identificação. 5. 5. 5. critérios de aprovação do veículo.4 O frenômetro deve ser projetado para uma velocidade fixa entre 2 km/h e 6 km/h. ou outra função exigida pelo orgão competente de trânsito que possam comprometer a segurança metrológica.20 Toda adequação de programação quanto a forma de apresentação de resultados.22. 5. e de 200N para indicação analógica. e de 1000N para indicação analógica.6 Dispositivo próprio para a determinação do peso estático por roda. . 5. e que a comunicação com o frenômetro se faça de maneira a atender a este regulamento.4 O frenômetro deve ser projetado para uma velocidade fixa entre 2 km/h e 3 km/h. .5 O instrumento deve ser capaz de medir forças de frenagem por roda desde zero até 30000 N..24.23. em caso de bloqueio de uma das rodas ou quando o deslizamento entre as rodas dos veículos e dos rolos de tração (diferença de velocidades tangenciais entre o rolo tracionador e o rolete de controle ) atinja valores entre 20% a 30%.

fabricado no Brasil ou importado.1.3 Todo frenômetro aprovado em verificação inicial.1. 6. c) Ensaio estático de determinação do erro da pesagem por roda. b) Ensaio estático de determinação do erro da força de frenagem.6 Dispositivo próprio para a determinação do peso estático por roda. de acordo com o estabelecido na Norma NIE-DIMEL-013. 6. devendo o requerente prover os meios necessários para sua execução.1.1. h) Ensaio de descargas eletrostáticas. 6.2. se a documentação apresentada está completa e de acordo com o exigido.1.3 Ensaios: o frenômetro deve ser previamente preparado/programado de acordo com o requerido pelo serviço responsável pela aprovação do modelo. quando aplicável. k) Ensaio climático. deverá portar a respectiva marca de verificação metrológica. 6.3 Verificações metrológicas periódicas e eventuais . sendo permitido a utilização de duas escalas.leves. 6. c) Ensaio dinâmico de repetitividade da pesagem por roda e da força de frenagem em condições reais.1.2 O fabricante deve disponibilizar os meios necessários para viabilizar a apreciação técnica do modelo quanto a deslocamentos. 6. e comparando-o com o respectivo memorial descritivo. deve ter seu modelo aprovado de acordo com este regulamento. se o memorial descritivo do modelo esclarece e define as características construtivas e metrológicas.2 Exame geral: tem como objetivo verificar se o modelo foi concebido de acordo com as exigências deste regulamento. d) Ensaio de determinação da velocidade do instrumento.2. 6. 6. acompanhado de um simulador em substituição às partes componentes eletromecânicas.2. CONTROLE METROLÓGICO 6.1.1 Todo frenômetro de rolos.2. 6.2. especificações técnicas e operacionais.2 Verificação inicial 6.1 O fabricante ou importador. d) Ensaio estático de determinação do erro da força de frenagem.1.1. em suas dependências ou em local apropriado designado pelo Órgão Metrológico competente. instalações e adequações do instrumento. i) Transientes elétricos na linha de alimentação.5 para veículos pesados.24. 6. e que a comunicação com o frenômetro se faça de maneira a atender a esse regulamento. e no item 5.1. exame geral e ensaios do frenômetro. f) Ensaio de determinação do deslizamento e parada automática.1 Exame da documentação: verifica-se.2 Na verificação inicial serão procedidos os seguintes exames: a) Verificação se o frenômetro conserva as características do modelo aprovado. j) Radiações eletromagnéticas. indicadores.1. g) Ensaio de falhas e variação na linha de alimentação. no caso de veículos leves. identificações e inscrições. deverá apresentar a solicitação de aprovação de modelo. 6. e) Ensaio dimensional. a apresentação do instrumento para verificação inicial.4 A apreciação técnica do modelo consiste no exame do frenômetro de acordo com este regulamento. um dispositivo de pesagem externo ou pertencente a outro equipamento pode ser utilizado. fornecendo um ciclo completo de medição.23.1. 6. b) Verificação do perfeito funcionamento de todos os dispositivos operacionais e suas funções.1 É de responsabilidade do fabricante ou do requerente.2 A apreciação técnica do modelo consiste nas seguintes etapas principais: exame da documentação. acompanhada: a) da documentação requerida. b) apresentação de um frenômetro.1 Aprovação de modelo 6. acompanhado de um simulador que emule um ciclo completo de medição.2. sendo que.3 O instrumento deve ser apresentado para apreciação técnica de modelo. Serão efetuados os seguintes ensaios: a) Ensaio estático de determinação do erro da pesagem por roda. 6.1. desde que este dispositivo de pesagem seja aprovado pelo Inmetro. 5.

d) Ensaio de falhas e variação na linha de alimentação (IEC 61000-4-11): d. Erro máximo admitido é o constante do item 4. deve obrigatoriamente. b) Ensaio estático de determinação do erro da força de frenagem: Verificação das forças de frenagem.1.1. 6. 6.1 Exame geral a) Exame visual.3. 7.3.3.1 Aprovação de modelo 7. 6. está sujeito à inspeção metrológica.6. aplica-se pesos padrão. com duração de meio ciclo. .2. em uso no território brasileiro. local adequado para as marcas de verificação e selagem. na data e.1.3. independente de data.6 É de responsabilidade do detentor do frenômetro apresentar o mesmo para a verificação periódica e eventual. b) Exame dimensional e funcional para constatar: as dimensões dos caracteres dos elementos indicadores. para constatar: a correta identificação dos elementos indicadores e operacionais e respectiva simbologia. de forma escalonada de 0% até 100% e posteriormente de 100% a 0% da carga máxima de utilização. de forma escalonada de 0% a 100% e posteriormente de 100% a 0% da carga máxima de utilização. podem ser realizados exames específicos.1.3 . diretamente sobre o local de medição ou através de dispositivo próprio. hora ou local. e da correta instalação do frenômetro.2 Ensaios 7. como: reparos.4. o correto funcionamento e não interferência de dispositivos opcionais. aplicam-se os mesmos exames e ensaios estabelecidos para as verificações periódicas. 6. com intervalos de pelo menos dez segundos. b) Inspeção geral. d) Ensaio estático de determinação do erro da força de frenagem.1. que coloquem em risco sua confiabilidade metrológica. 50 e 60% do seu comprimento para a medição do seu diâmetro tomando como média aritmética o valor considerado para a verificação da velocidade. c) Ensaio dimensional: Proceder a medição do diâmetro do rolo tracionador em 30. c) Ensaio estático de determinação do erro da pesagem por roda. aplica-se pesos padrão. se for o caso. incluindo exame visual. em intervalos de 10%.3. O ensaio deve ser repetido dez vezes. a clareza das legendas e dos elementos indicadores e sua capacidade de leitura. no local designado pelo Órgão Metrológico competente. Erro máximo admitido é o constante do item 4. teclas).2 Na inspeção metrológica. METODOS DE ENSAIOS 7.4 Inspeção metrológica 6. a proteção e selagem dos cabos de transmissão.3.3 Nas verificações periódicas serão procedidos os seguintes exames: a) Exame da documentação do frenômetro.3. deve obrigatoriamente. o correto funcionamento de todas as operações previstas e exigidas. através de dispositivo próprio. o correto funcionamento do dispositivo impressor. 6. reinstalação. contra corpos estranhos e o atendimento aos requisitos de impressão.4. de acordo com o objetivo da inspeção. operacional. quando submetido a intervenções. se o instrumento ou seus complementos estão protegidos(vedados). a facilidade e a correta operação dos diversos dispositivos (chaves.4 Todo frenômetro.1 Todo frenômetro. em uso no território brasileiro. as inscrições obrigatórias.2 É de responsabilidade do detentor do frenômetro apresentar o instrumento para verificação periódica.5 Nas verificações eventuais.1 Ensaios estáticos: a) Ensaio estático de determinação do erro da pesagem por roda: Verificação das cargas verticais. 7. em intervalos de 20%. ser submetido à verificação periódica anual.1. ser submetido à verificação eventual.1. 6.1) Ensaios de redução da tensão e interrupção de curta duração na linha de alimentação: Ensaio de redução da tensão: Redução da tensão em 30%: a tensão de alimentação do instrumento deve ser reduzida em 30%.1 Todo frenômetro. constantes do subitem 6. 6. atualização de parâmetros ou por solicitação expressa de órgão do poder público.

com intensidade de 8kV e dez descargas por contato (diretamente no corpo do instrumento). . de forma a verificar a manutenção de suas características funcionais e metrológicas. 8. 8. ensaio Ab. Estando a temperatura estabilizada. bloqueio de funções (armazenamento de dados) e erros superiores aos admitidos na indicação. Frio: este ensaio deve ser realizado de acordo com a norma IEC 68-2-1. deve permanecer exposto a uma temperatura de –10 °C ± 3 oC. ensaio cíclico Db.2 O instrumento deve ser instalado de forma sólida. verifica-se o desempenho do instrumento. durante 2h. O desvio padrão máximo admitido exclusivamente devido ao instrumento deverá estar conforme o item 4. a) Ensaio dinâmico de repetitividade da pesagem por roda e da força de frenagem em condições reais: No ensaio dinâmico de repetitividade o veículo de ensaio deve ser colocado sobre os rolos e deve-se proceder a 10 ciclos completos de medição. Após o término do segundo ciclo e na temperatura ambiente. no momento do travamento pela parada automática. b) Pneus dentro das condições de segurança estabelecidas pelo orgão competente. com intensidade de 6kV.2. Calor úmido: Este ensaio é realizado de acordo com a norma IEC 68-2-30. CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO 8. Serão efetuados dois ciclos de 24 horas cada.16. O ensaio deve ser repetido dez vezes. durante 2h.Redução da tensão em 60%: a tensão de alimentação do instrumento deve ser reduzida em 60%. e umidade de 93%. 7. com duração de cinquenta ciclos. g) Ensaio de imunidade a radiações eletromagnéticas (IEC1000-4-3): submete-se o instrumento a um campo eletromagnético de intensidade de 3V/m.2. Devem ser escolhidos pontos do instrumento. registra-se a velocidade do rolete de controle e do rolo tracionador e verifica-se se o índice de deslizamento está de acordo com o prescrito no item 5. constituido por pulsos de amplitude de 2kV. verifica-se o bom desempenho do instrumento. teste Bd. com duração de 15ms e com intervalos de repetição de 300ms. estejam no mesmo plano horizontal.2) Ensaio de interrupção na linha de alimentação: Submete-se o instrumento à interrupção de tensão por um período de 250 ciclos. são considerados falhas significativas. O instrumento não deve ser energizado. descritas abaixo: Calor seco: o ensaio é realizado de acordo com a norma IEC 68-2-2. c) Ensaio de determinação do deslizamento e parada automática: Nas mesmas condições do item anterior. e pressão recomendada pelo fabricante do veículo. O instrumento deve ser submetido a uma temperatura de +55°C± 2o C. A umidade absoluta do ar não deve exceder a 20g/ m ³ . O instrumento. b) Ensaio de determinação da velocidade do instrumento: Com o veículo posicionado no instrumento. h) Ensaio climático: este ensaio é composto de duas fases. f) Ensaio de transientes elétricos (IEC 61000-4-4): Instrumentos medidores de velocidade que utilizam alimentação elétrica em corrente alternada: Linha de alimentação: Aplica-se na linha de alimentação trem de pulsos positivos e negativos. O instrumento não deve apresentar falha significativa em qualquer das aplicações (não deve alterar ou perder as funções e indicações). d. O instrumento deve ser submetido à temperatura de +40 °C. quanto à sua correta operação. e com impedância de 50Ω. como o veículo. sendo estas aplicadas com intervalos de 10s. Reiniciações. com modulação em amplitude de 80% com 1 kHz de onda senoidal. normalmente sujeitos a descargas (acessíveis ao operador). o instrumento deve ser ligado e ensaiado.1 Condições de Ensaio do Veículo a) Veículo vazio sem carga e com condutor. e) Ensaio de influência das descargas eletrostáticas (IEC 1000-4-2): Aplicam-se dez descargas pelo ar.2 Ensaios dinâmicos. com intervalos de pelo menos dez segundos. com tempo de subida de 5ns e duração de 50ns. determina-se a velocidade dos rolos comparando-a com a velocidade declarada. sua operação. e de maneira a garantir que tanto o instrumento. Estando a temperatura estabilizada. em freqüências de 26 MHz a 1000 MHz. funções e determinação dos erros.1. funções e determinação dos erros.

5 O instrumento deve ser operado de forma apropriada de acordo com as prescrições regulamentares e instruções constantes de seu manual ensejando medições seguras e confiáveis.18. .2 As informações fornecidas por esses instrumentos não são necessariamente correlacionáveis com os resultados dos ensaios em pista real.3 O veículo deve ser posicionado corretamente sobre o equipamento de forma a atender o item 5. de acordo com a regulamentação aplicável. DISPOSIÇÕES GERAIS 9. 8.3 É de responsabilidade do detentor do instrumento. e metrológicas do modelo aprovado e estar com seus elementos. zelar pela correta manutenção do mesmo através das firmas permissionárias do serviço de instalação e conserto. 9.4 Todo frenômetro deve manter as características construtivas. 9.8. operacionais. dispositivos e funções em perfeitas condições de conservação e funcionamento. 9.1 Para efeito deste regulamento o importador assemelha-se ao fabricante. 8.

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