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EN APOLOGETICA 404 inferno. 0 inferno jé foi chamado de cruel, desu- mano e bérbaro. Bertrand Russet disse que quem ameaga pessoas com o castigo eterno, como Jesus fez, desumano (Russell, p. 593-4). Os incrédulos em geral tém questionado a existéncia e a justica do inferno, Os cristéos ortodoxos, no entanto, ca- tdlicos e protestantes, tém defendido a realidade ¢ eqiiidade do inferno. A existéncia do inferno, A existéncia do inferno tem sido defendida por argumentos baseados nas Es- crituras e na razio humana, Jesus ensinou a existéncia do inferno, As Escrituras afirmam enfaticamente a doutrina do inferno. Algu- mas das afirmagées mais fortes de que existe um in- ferno vem de Jesus Cristo, a segunda pessoa da TxIN- nave. Ele falou mais sobre o inferno que sobre o céu, Jesus advertiu: “Nao tenham medo dos que matam o corpo, mas néo podem matar a alama. Antes, tenham. medo daquele que pode destruir tanto a alma como 0 corpo no inferno” (Mt 10.28). Ele acrescentou sobre aqueles que o rejeitam: “Assim como a joia é colhido e queimado no fogo, assim também aconteceré no fim desta era” (Mt 13.40). No sermao profético, proferido no monte da Oli- veiras, nosso Senhor disse que no juizo final Deus did “aos que estiverem & sua esquerda: ‘Malditos, apar- tem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e 0s seus anjos” (Mt 25.541), Sobre a seriedade do perigo do inferno, Jesus advertiu: “Se a sua mao 0 fizer tropecar, corte-a. E melhor entrar na vida muti- lado do que, tendo as duas maos, ir para o inferno, ‘onde o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43).A realidade do inferno ¢ ébvia segundo a histéria vivida contada por Jesus em Lucas 16. Essa histéria é diferente de uma 25 parébola, j4 que nela Jesus usa o nome real de uma pessoa (Lazaro). A hisi6ria fala do destino de um rico eum mendigo, Lazaro, apés a morte: Havia um homem rico quese-vestade pirpuraedelinko fino e vivia no luxo todos os dias. Diante do seu portaa fora