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Apostila de Protocolo para TC helicoidal

Apostila de Protocolo para TC helicoidal

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Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Tomografia Helicoidal

Tomografia Helicoidal

Tr. Fátima Oliveira

Tr. Fátima Oliveira
fatimabnu@gmail.com

fatimabnu@gmail.com

9615-1457

9615-1457

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

CONSOLE DO OPERADOR

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

SALA DE EXAMES

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Tomografia Helicoidal – Passos

Tomografia Helicoidal – Passos

1 – Explicar procedimento ao paciente;

1 – Explicar procedimento ao paciente;

2 – Posicioná-lo, fazer scout ;

2 – Posicioná-lo, fazer scout ;

3 – Calcular tempo segundo o protocolo;

3 – Calcular tempo segundo o protocolo;

4 – Testar tempo de apnéia, ou não, ou

4 – Testar tempo de apnéia, ou não, ou
parar de engolir;

parar de engolir;

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Tomografia Helicoidal – Passos

Tomografia Helicoidal – Passos

5 – Puncionar acesso venoso, preparar o kit

5 – Puncionar acesso venoso, preparar o kit
da bomba injetora, ajustar bomba;

da bomba injetora, ajustar bomba;
6 – Mandar paciente para a posição (mesa);

6 – Mandar paciente para a posição (mesa);
7 – Acionar bomba ao lado do paciente;

7 – Acionar bomba ao lado do paciente;
8 – Término do Delay – acionar comando

8 – Término do Delay – acionar comando
para o paciente OK para o RX;

para o paciente OK para o RX;

OBS.: Conferir todos os passos antes

OBS.: Conferir todos os passos antes
de acionar a bomba injetora, pois o

de acionar a bomba injetora, pois o
exame não pode ser repetido

exame não pode ser repetido..

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer
TC

TC

Tórax

Tórax

Tosse

Tosse
Secreção – cor, sangue

Secreção – cor, sangue
Febre

Febre
Cirurgia prévia – a quanto tempo

Cirurgia prévia – a quanto tempo
Cansaço

Cansaço
Controle de tumor ou tratamento

Controle de tumor ou tratamento

Abdome

Abdome

Dor intensa – aguda

Dor intensa – aguda
Dor crônica – tipo cólica, tem melhora, quanto tempo, local

Dor crônica – tipo cólica, tem melhora, quanto tempo, local
Febre

Febre
Inchaço, muitos gases

Inchaço, muitos gases
Cirurgia recente – que tipo, quantos dias

Cirurgia recente – que tipo, quantos dias
Mudou cor da urina, odor

Mudou cor da urina, odor
Está evacuando direito, diarréia

Está evacuando direito, diarréia

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer
TC

TC

Crânio

Crânio

Exames anteriores

Exames anteriores
Dor – local, quanto tempo

Dor – local, quanto tempo
Cirurgia prévia – quanto tempo

Cirurgia prévia – quanto tempo
Acesso ou convulsão

Acesso ou convulsão
Trauma – local, ficou desacordado

Trauma – local, ficou desacordado

Coluna

Coluna

Dor ou alteração de formigamento – quanto tempo, está

Dor ou alteração de formigamento – quanto tempo, está
pior.

pior.
Irradiação para qualquer membro superior ou inferior – dir.

Irradiação para qualquer membro superior ou inferior – dir.
ou esq.

ou esq.
Se superior – fica no pescoço – ombro – cotovelo – mão

Se superior – fica no pescoço – ombro – cotovelo – mão
Se inferior – fica na pelve, joelho, pé

Se inferior – fica na pelve, joelho, pé
Operou – sente o mesmo ou mudou as características

Operou – sente o mesmo ou mudou as características
Exames anteriores

Exames anteriores

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer

Entrevista Com Pacientes Que Irão Fazer
TC ou RM

TC ou RM

Extremidades:

Extremidades:

Trauma, como foi, local e a quanto

Trauma, como foi, local e a quanto
tempo;

tempo;
Tem raios-x;

Tem raios-x;
Fraturou;

Fraturou;
Colocou metal.

Colocou metal.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

As imagens de TC são apresentadas em

As imagens de TC são apresentadas em
um plano transversal ao objeto, a partir

um plano transversal ao objeto, a partir
da análise computadorizada dos valores

da análise computadorizada dos valores
de atenuação obtidos durante o giro de

de atenuação obtidos durante o giro de
360º do feixe de raios-X em torno do

360º do feixe de raios-X em torno do
objeto em análise, concomitantemente

objeto em análise, concomitantemente
ao giro sincronizado das câmaras de

ao giro sincronizado das câmaras de
detecção de radiação.

detecção de radiação.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Análise das Imagens num Plano

Análise das Imagens num Plano
Helicoidal

Helicoidal

Uma mesma imagem de TC pode ser

Uma mesma imagem de TC pode ser
apresentada acentuando-se ou diminuindo-

apresentada acentuando-se ou diminuindo-
se o contraste entre diferentes estruturas,

se o contraste entre diferentes estruturas,
através do recurso denominado janela de

através do recurso denominado janela de
observação das imagens.

observação das imagens.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

.

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

No abdome, as imagens de TC

No abdome, as imagens de TC
documentadas com janela fechada, menos

documentadas com janela fechada, menos
de 400 UH são mais úteis na avaliação de

de 400 UH são mais úteis na avaliação de
órgãos parenquimatosos, enquanto as

órgãos parenquimatosos, enquanto as
imagens documentadas com a janela

imagens documentadas com a janela
aberta mais de 400 UH, têm maior

aberta mais de 400 UH, têm maior
utilidade na avaliação de vísceras ocas.

utilidade na avaliação de vísceras ocas.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

A TC helicoidal, também denominada TC
espiral, representa um novo avanço
tecnológico na área de diagnóstico por
imagem, ao permitir a rotação contínua da
ampola de raios X acoplada à
movimentação contínua do paciente através
do equipamento de TC a uma velocidade
constante.
Durante esse processo, o foco de feixe de
raios X tem uma trajetória helicoidal em
relação ao objeto em análise, de onde se
origina a terminologia helicoidal.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

Análise das Imagens num Plano Helicoidal

Na TC helicoidal os dados são obtidos

Na TC helicoidal os dados são obtidos
continuamente, gerando uma aquisição

continuamente, gerando uma aquisição
volumétrica em uma única manobra de

volumétrica em uma única manobra de
apnéia, reduzindo significativamente o

apnéia, reduzindo significativamente o
registro de dados posicionalmente errado,

registro de dados posicionalmente errado,
possível coma TC convencional não-

possível coma TC convencional não-
helicoidal. A partir da aquisição volumétrica

helicoidal. A partir da aquisição volumétrica
de dados, as reconstruções de imagens em

de dados, as reconstruções de imagens em
planos diversos do transversal são também

planos diversos do transversal são também
mais fidedignas.

mais fidedignas.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de
Imagens Tomográficas

Imagens Tomográficas

Nos equipamentos com metodologia

Nos equipamentos com metodologia
helicoidal, as imagens são geralmente

helicoidal, as imagens são geralmente
obtidas com 3 a 10 mm de espessura,

obtidas com 3 a 10 mm de espessura,
utilizando-se um deslocamento de mesa

utilizando-se um deslocamento de mesa
variável de 3 a 10 mm por segundo,

variável de 3 a 10 mm por segundo,
obtendo-se a melhor sensibilidade com

obtendo-se a melhor sensibilidade com
menores espaçamentos entre as imagens.

menores espaçamentos entre as imagens.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de
Imagens Tomográficas

Imagens Tomográficas

Durante a realização do exame pode-se

Durante a realização do exame pode-se
determinar o pitch, sabendo-se que um

determinar o pitch, sabendo-se que um
pitch maior resulta em menor tempo de

pitch maior resulta em menor tempo de
exame ou em maior área estudada para um

exame ou em maior área estudada para um
mesmo tempo, porém há redução na

mesmo tempo, porém há redução na
qualidade da imagem. Usualmente, na TC

qualidade da imagem. Usualmente, na TC
helicoidal abdominal, adotam-se protocolos

helicoidal abdominal, adotam-se protocolos
de exames com pitch variando de 1:1 a 2:1.

de exames com pitch variando de 1:1 a 2:1.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de

Termos e Valores Utilizados para Obtenção de
Imagens Tomográficas

Imagens Tomográficas

Nos tomógrafos convencionais deve-se optar por

Nos tomógrafos convencionais deve-se optar por
espessuras de 4 a 5 mm, mesmo que se necessite

espessuras de 4 a 5 mm, mesmo que se necessite
de um espaçamento das imagens de 8 a 10 mm, no

de um espaçamento das imagens de 8 a 10 mm, no
caso de grandes áreas a serem estudadas.

caso de grandes áreas a serem estudadas.

Isso permite uma melhor definição das estruturas

Isso permite uma melhor definição das estruturas
normais e diminui o efeito de volume parcial em

normais e diminui o efeito de volume parcial em
lesões de reduzidas dimensões.

lesões de reduzidas dimensões.

Esse efeito ocorre quando a estrutura analisada

Esse efeito ocorre quando a estrutura analisada
tem dimensões menores do que a espessura da

tem dimensões menores do que a espessura da
imagem de TC e, portanto, tem seus valores de

imagem de TC e, portanto, tem seus valores de
atenuação

influenciados

pelas

estruturas

atenuação

influenciados

pelas

estruturas

adjacentes.

adjacentes.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

TELA DE EXIBIÇÃO

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

TELA DE EXIBIÇÃO

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

TELA DE EXIBIÇÃO

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

ACESSÓRIOS - CRÂNIO

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

ACESSÓRIOS - CRÂNIO

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

ACESSÓRIOS – CRÂNIO/TIRAS
DE SEGURANÇA

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

ACESSÓRIOS - PROTETORES

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

A luz de centragem
A luz de centragem
vista de cima é como uma cruz , a
vista de cima é como uma cruz , a
linha horizontal deve ficar no limite inferior do mento, a linha

linha horizontal deve ficar no limite inferior do mento, a linha
horizontal para centrar o paciente no centro do tubo. Vista

horizontal para centrar o paciente no centro do tubo. Vista
de lado existe uma luz em forma de linha para colocar na

de lado existe uma luz em forma de linha para colocar na
altura média do paciente, serve para altura.

altura média do paciente, serve para altura.

LUZ DE CENTRAGEM

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº1 - Crânio

Protocolo nº1 - Crânio

1 – Crânio

1 – Crânio

Scout em perfil:

Scout em perfil:

Scout nada mais é que um raio-x, uma visão

Scout nada mais é que um raio-x, uma visão
ampla de todo o crânio. Deve ser lateral

ampla de todo o crânio. Deve ser lateral
para poder serem planejados seus planos de

para poder serem planejados seus planos de
cortes. Geralmente pode ser chamado de

cortes. Geralmente pode ser chamado de
pacotes. No caso do crânio são dois pacotes.

pacotes. No caso do crânio são dois pacotes.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Deitar o paciente na mesa de exame:

Deitar o paciente na mesa de exame: com a cabeça em
com a cabeça em
direção ao gantry e pés para fora. Acomodar a cabeça do

direção ao gantry e pés para fora. Acomodar a cabeça do
paciente no suporte apropriado para o exame. Orientá-lo a

paciente no suporte apropriado para o exame. Orientá-lo a
não mexer a cabeça durante o exame e respirar

não mexer a cabeça durante o exame e respirar
normalmente.

normalmente.

Centrar a cabeça do paciente

Centrar a cabeça do paciente pela luz de centragem do
pela luz de centragem do

aparelho para aquisição das imagens.

aparelho para aquisição das imagens.

LUZ DE CENTRAGEM

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

POSICIONAMENTO/LUZ DE
CENTRAGEM

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

POSICIONAMENTO/LUZ DE
CENTRAGEM

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

CORONAL/LUZ DE CENTRAGEM

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

CORONAL

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº1 - Crânio

Protocolo nº1 - Crânio

Marcar orientado pela linha

Marcar orientado pela linha
órbito-meatal, em crianças

órbito-meatal, em crianças
e recém-nascidos utilizar a

e recém-nascidos utilizar a
linha supra-órbito-meatal.

linha supra-órbito-meatal.
2 mm de espessura com 5

2 mm de espessura com 5
mm de intervalo até acima

mm de intervalo até acima
da sela túrsica.

da sela túrsica.
2 mm de espessura com 2

2 mm de espessura com 2
mm de intervalo (4/5 cortes)

mm de intervalo (4/5 cortes)
7 mm de espessura com 7

7 mm de espessura com 7
mm de intervalo até a

mm de intervalo até a
convexidade.

convexidade.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº1 - Crânio

Protocolo nº1 - Crânio

Crianças pequenas –

Crianças pequenas –
direto 5 mm de espessura

direto 5 mm de espessura
com 5 mm de intervalo;

com 5 mm de intervalo;
Patologias – tumores,

Patologias – tumores,
nódulos, ... voltar e cortar

nódulos, ... voltar e cortar
com cortes finos

com cortes finos
Fotografar

incluir

Fotografar

incluir

topograma

com

topograma

com

orientação dos cortes.

orientação dos cortes.
Janela: fossa posterior +

Janela: fossa posterior +

lisa

e

cérebro

+

lisa

e

cérebro

+

granulado.

granulado.
Se houver lesão óssea, 1

Se houver lesão óssea, 1
filme com janela óssea.

filme com janela óssea.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº 1 – Crânio

Protocolo nº 1 – Crânio

Fov, zoom ou diâmetro: O menor possível para

Fov, zoom ou diâmetro: O menor possível para
melhor definição de pixel (1.2 ou 350)

melhor definição de pixel (1.2 ou 350)
Matrix média: 356x356. Filtro Standers.

Matrix média: 356x356. Filtro Standers.
Caso precise injetar contraste se repete a mesma

Caso precise injetar contraste se repete a mesma
programação.

programação.
Em casos de trauma documenta-se um filme para

Em casos de trauma documenta-se um filme para
janela óssea.

janela óssea.
Geralmente são documentados dois filmes com 20

Geralmente são documentados dois filmes com 20
imagens cada.

imagens cada.
Em casos de lesões podem ser feitos cortes

Em casos de lesões podem ser feitos cortes
coronais para melhor localização destas lesões.

coronais para melhor localização destas lesões.
Os cortes coronais serão vistos no planejamento de

Os cortes coronais serão vistos no planejamento de
seios da face.

seios da face.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº 1 - Crânio (Sem

Protocolo nº 1 - Crânio (Sem
Contraste)

Contraste)

Metodologia:

Metodologia:

Realizados cortes tomográficos no plano

Realizados cortes tomográficos no plano
axial, em série única, sem infusão de

axial, em série única, sem infusão de
contraste.

contraste.
Análise:

Análise:
Não há evidências de processo expansivo

Não há evidências de processo expansivo
intra craniano ou de coleções extra axiais

intra craniano ou de coleções extra axiais
supra ou infra tentoriais.

supra ou infra tentoriais.
Não há sinais de lesões intra

Não há sinais de lesões intra
parenquimatosas focais ou de calcificações

parenquimatosas focais ou de calcificações
patológicas.

patológicas.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº 1 – Crânio (Sem

Protocolo nº 1 – Crânio (Sem
Contraste)

Contraste)

O sistema ventricular tem topografia,

O sistema ventricular tem topografia,
morfologia e dimensões normais.

morfologia e dimensões normais.
Aspecto anatômico das cisternas da base e

Aspecto anatômico das cisternas da base e
da convexidade dos hemisférios cerebrais.

da convexidade dos hemisférios cerebrais.

Os coeficientes de atenuação das

Os coeficientes de atenuação das
substâncias branca e cinzenta são normais.

substâncias branca e cinzenta são normais.

H.D.: Exame dentro dos parâmetros da

H.D.: Exame dentro dos parâmetros da
normalidade.

normalidade.

Profª Tr Fátima Izonete de Oliveira

Protocolo nº 1 - Crânio (Com Contraste)

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