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CUBASE 5 Manual Em Portugu s

CUBASE 5 Manual Em Portugu s

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Livro inicial

1

Tutorial preparado por Steve Kostrey Revisão e controle de qualidade: Cristina Bachmann, Heiko Bischoff, Marion Bröer, Sabine Pfeifer Agradecimentos a: Georg Bruns As informações deste documento estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, e não representam um compromisso por parte da Steinberg Media Technologies GmbH. O programa descrito neste documento está sujeito ao acordo de licença e não pode ser copiado para outras mídias, exceto como especificamente autorizado no acordo de licença. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou transmitida ou gravada para qualquer propósito, sem autorização prévia por escrito pela Steinberg Media Technologies GmbH. Todos os nomes de produtos e empresas citados neste documento são de propriedade de seus respectivos proprietários. Windows XP e Windows Vista são marcas da Microsoft Corporation. O logotipo Mac é usado sob licença. Macintosh e Power Macintosh são marcas da Apple. Data deste material: 7 de janeiro de 2009 © Steinberg Media Technologies GmbH, 2009. Todos os direitos reservados.

2

Sumário

3
Sumário

1 Livro Inicial 3 Sumário 6 Introdução
7 7 8 8 Bem-vindo Sobre os manuais e o recurso “help” Sobre as versões do programa Como entrar em contato conosco

46 A edição com “Controller Lane”

47 Tutorial 4: Trabalhando com loops
48 48 49 49 O navegador de loops: Loop Browser Acrescentando loops Para fazer cópias Inserção no projeto

9 Exigências do sistema e instalação
10 10 12 13 13 13 Sobre este capítulo Necessidades mínimas Instalação de hardware Instalação do Cubase Desfragmentação (apenas Windows) Registre o seu programa

50 Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos (apenas Cubase)
51 Introdução 51 Ajuste de aparelhos MIDI 51 Ajuste de “VST Conections” para instrumentos externos (Apenas Cubase) 55 52 Monitoração de instrumentos MIDI externos (Apenas Cubase) 53 Gravando MIDI e instrumentos externos

14 Ajuste o seu sistema
15 19 20 21 21 Ajustes de áudio Ajustes de MIDI Conexão de um sincronizador Ajustes de vídeo Otimizando a resposta de áudio

54 Tutorial 6: Mixagem e efeitos
55 55 56 56 57 58 60 61 Introdução Ajuste de volume Ajuste de pan Mute e solo Acrescentando Equalização (EQ) Efeitos de áudio Sobre a automação Exportação

23 Tutorial 1: Gravação de áudio
24 25 26 28 29 30 31 Criação de um novo projeto Ajuste de conexões VST Ajuste de sinal e gravação Reprodução Gravando modos com o ciclo desligado Gravação no modo “Cycle” Gravação em camadas

63 Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)
64 66 67 68 Busses Surround Ajustes para a mixagem em surround Gravando em surround Exportação de arquivo Surround

32 Tutorial 2: Edição de áudio
33 38 39 39 Procedimentos com Eventos Envoltória de eventos Processamento de áudio Histórico do processamento “offline”

69 Tutorial 8: Edição de áudio II “tempo and groove”
70 70 71 72 73 74 75 77 78 Revisão 76 Drum loop, andamento conhecido Drum loop, ajuste automático Drum loop, ajuste manual Uso de seleções Mudança da afinação com o “VariAudio” Edição de segmentos com “VariAudio” Alterando notas usando o “VariAudio” “VariAudio” e música vocal

40 Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI
41 41 42 42 43 44 44 45 Introdução Criação do track de instrumento Navegação pelos sons Gravação MIDI Reprodução MIDI Gravação com “Cycle” desligado Gravação Cycle O “Key Editor”

81 Tutorial 9: Administração de mídias

4
Sumário

82 82 84 85 86 86

Informações prévias “MediaBay,” “Loop Browser” e “Sound Browser” Escaneando com o “Loop Browser” Escolha de mídias Escute a mídia escolhida, usando o “Scope” Etiquetando

86 Índice remissivo com termo em inglês

5
Sumário

1 Introdução
6
Introdução

Bem-vindo
Parabéns e obrigado por sua escolha e aquisição do Cubase/Cubase Stúdio da Steinberg. 2009 é o 25º aniversário da Steinberg Media Technologies GmbH e nosso principal mote, “Criatividade em primeiro lugar!” nunca teve tanto significado quanto nos dias de hoje. Nestes muitos anos e muitas versões do Cubase, o produto cresceu a partir de um seqüênciador MIDI para provavelmente o mais poderoso produto de produção musical que o dinheiro pode comprar. E como usuário do Cubase, você se tornou um membro da maior comunidade de usuários de programas para produção musical do mundo. Com o Cubase você escolhe um sistema avançado de produção musical, que irá servir desde a primeira idéia até a mixagem final. Seja você um tecladista, compositor, engenheiro de mixagem, estudante ou professor — o Cubase abrange todas as possibilidades e fornece todas as ferramentas necessárias para gravar, editar, mixar e masterizar a música. Recursos únicos como o “Arranger Track”, “VST Sound”, “Control Room” (apenas Cubase) e a introdução do padrões como VST e ASIO são bons exemplos de como a tecnologia Steinberg sempre tem conduzido o desenvolvimento que depois será seguido pelos demais. Projetos de engenheiros de software da Steinberg e especialistas de hardware da Yamaha, a integração avançada de hardware e software da Steinberg é a escolha ideal para você usuário do Cubase. Completa conectividade e integração (“True Integrated Monitoring™”) são apenas algumas das vantagens do hardware e software que são feitos um para o outro. O Cubase 5 coloca novas ferramentas criativas em suas mãos, que permitirão que você realize suas idéias musicais de forma mas fácil e intuitiva que antes. LoopMash (apenas Cubase) é um instrumento virtual revolucionário que oferece inovação e novidade na forma de produzir novos ritmos e variações de loops. Groove Agent One combina uma bateria sampler poderosa com a possibilidade de edição detalhada do som — tudo completamente integrado no Cubase e funcionando lado a lado com o novo plug in Beat Designer para que você capture suas idéias de forma rápida e experimente com toda a liberdade. VariAudio oferece a edição integrada de afinação e duração de notas para notas individuais em gravação monofônica de voz- reduzindo a distância entre a gravação MIDI e a gravação e edição de áudio. O novo plug-in “Pitch Correct” do Cubase introduz a facilidade

para a correção da entonação e escalas em gravações de voz e instrumentos monofônicos. Se você estiver compondo, você vai adorar o VST Expression que facilita o trabalho na articulação de múltiplos instrumentos com a enorme biblioteca de possibilidades, que pode ser personalizada e se integra de forma transparente com a edição, com acesso ao recursos das telas “Key” e telas de edição de partitura, como “Score Editors”. Estes são apenas alguns exemplos de como o Cubase auxilia e amplia as suas possibilidades de criação. Não esqueça de fazer o registro em “MySteinberg” e tenha acesso ao suporte online e outros serviços adicionais exclusivos. Você também está convidado para a comunidade Cubase no nosso forum online, cubase.net. Nos veremos lá! Time da Steinberg Cubase

Sobre os manuais e o recurso “help”
A documentação do Cubase está dividida em diversas seções, indicadas na lista abaixo. Alguns documentos estão em formato Adobe Acrobat (extensão “.pdf”) – estes materiais podem ser acessados das seguintes formas: Você pode abrir o documento pdf a partir do submenu Documentation no menu Help do programa. No Windows você também pode abrir estes documentos na subpasta “Cubase Documentation” no menu Start do Windows. No Mac OS X os documentos pdf estão na pasta “/Library/ Documentation/Steinberg/Cubase 5”. Para ler documentos pdf, você precisa de um programa capaz de abrir arquivos deste formato instalado no seu computador. Um instalador do Adobe Reader foi fornecido no DVD.

Livro inicial (Preparações)
Este é o livro que você está lendo. Ele cobre as seguintes áreas: • • • Exigências quanto ao computador. Questões quanto à instalação. Ajustes do sistema para trabalho com áudio, MIDI e/ou vídeo.

7
Introdução

Tutoriais descrevendo os procedimentos mais comuns de gravação, reprodução, mixagem e edição no Cubase. Em outras palavras, este livro não entra em detalhes de qualquer janela, função ou procedimento do Cubase.

Se nada estiver indicado, todas as descrições e procedimentos deste material são válidos para o Cubase e Cubase Studio, seja em Windows ou Mac OS X. As imagens de tela são mostradas na versão Windows do Cubase.

Manual de operações
O manual de operações é a principal referência técnica do Cubase, com descrição detalhada dos procedimentos, parâmetros, técnicas e funções do Cubase. Inclui ainda informações detalhadas sobre o “Score Editor.” Você deve se acostumar com os conceitos e métodos descritos no manual Preparações antes de ler o Manual de operações.

Convenções de comandos de teclas
Muitos dos comandos de tecla padrão no Cubase usam teclas de modificação, que variam de acordo com o sistema operacional. Por exemplo, o atalho padrão para o comando Undo é [Ctrl]+[Z] no Windows e [Command]+[Z] no Mac OS X. Quando comandos de teclas com teclas de modificação são descritos neste manual, a indicação mostra primeiro como é feito no Windows e em seguida o modo de fazer no Mac, da seguinte forma: [Tecla de modificação do Windows]/[Tecla de modificação do Mac]+[tecla] Por exemplo, [Ctrl]/[Command]+[Z] significa “pressione [Ctrl] no Windows ou [Command] no Mac OS X, e enquanto está tecla fica pressionada, pressione [Z]”. Da mesma forma, [Alt]/[Option]+[X] significa “pressione [Alt] no Windows ou [Option] no Mac OS X, e pressione [X]”.
Note que este manual com freqüência indica “clique-direito”, em geral para abrir menus de contexto, etc. Se você estiver usando um Macintosh com mouse de um só botão, mantenha pressionado [Ctrl] e clique.

Aparelhos MIDI
Este documento em pdf contém descrições de como administrar aparelhos MIDI e painéis de aparelhos.

Referência de Plug-in
Este manual descreve os recursos e parâmetros dos plug-ins VST fornecidos, efeitos de áudio real-time, instrumentos VS e efeitos MIDI.

Aparelhos de controle remoto
Este documento em pdf lista os aparelhos MIDI de controle remoto e descreve como ajustar e usar estes equipamentos com o Cubase.

Referência de menus
Este documento em pdf tem a lista de todos os menus e suas opções, como uma breve descrição, para consultas rápidas.

Como entrar em contato conosco
No menu Help do Cubase você encontra itens para conseguir informações a ajuda adicional: • No submenu “Steinberg on the Web,” você pode encontrar links para os diversos sites da Steinberg na web. Escolha um e você automaticamente ativa o seu navegador e abre a página. Você pode conseguir suporte e informações de compatibilidade, repostas de perguntas frequentes, e links para download de novos drivers, etc. Isto exige que você tenha um navegador instalado no computador, e uma conexão ativa com a internet.

O diálogo “help”
Para informações usando o diálogo ativo, clique no botão Help.

Sobre as versões do programa
Este documento aborda duas versões do programa; Cubase e Cubase Studio, para dois sistemas operacionais diferentes, ou “plataformas”; Windows e Mac OS X. Alguns recursos descritos neste documento são aplicáveis apenas na versão Cubase. Sempre que for este o caso, isto fica indicado no cabeçalho do assunto discutido. Da mesma forma, alguns ajustes são específicos para alguma plataforma; Windows ou Mac OS X. Isto é claramente indicado nos casos em que se aplicar. Em outras palavras:

8
Introdução

2 Exigências do sistema e instalação

9
Exigências do sistema e instalação

Sobre este capítulo
Este capítulo descreve o que é necessário no computador, e como é o procedimento da instalação nas versões Windows e Mac do Cubase.

Notas gerais sobre como ajustar o seu sistema
No site da web da Steinberg, em “Support–DAW Components”, você encontra informações detalhadas do que considerar para a montagem de um sistema de computador para uso em trabalhos de áudio.

Necessidades mínimas
Para usar o Cubase, o computador deve obedecer as exigências mínimas abaixo:

• RAM – Existe uma relação direta entre a quantidade de RAM disponível e o número de canais de áudio que podem funcionar simultaneamente.
A RAM indicada acima é a exigência mínima, mas como regra geral “quanto mais melhor.”

Windows
• • • • Windows XP (Home ou Professional), ou Windows Vista (32bit e 64-bit – ver abaixo) Processador 2 GHz (Recomendado dual core) 1024 MB RAM Hardware de áudio compatível com Windows DirectX; Hardware de áudio compatível com ASIO recomendado para funcionamento com latência menor. Display com resolução de 1280x800 pixels 4GB livres no disco para instalação. Chave “Steinberg Key” e conector USB Leitor de DVD ROM é necessário para a instalação Conexão com Internet é necessária para ativação da licença

Tamanho do hard disk – O tamanho do hard disk determina quantos minutos de áudio você vai poder gravar. Gravar um minuto em qualidade CD estéreo usa 10 MB do hard disk. Ou seja, oito tracks em estéreo do Cubase usam até 80 MB do hard disk para cada minuto gravado. Velocidade do hard disk – A velocidade do disco rígido também determina o número de tracks de áudio que você pode usar. Este fator determina o número de informações que o disco pode ler, em geral expresso como “taxa sustentada de transferência.” Novamente, quanto mais melhor. Mouse com “scroll” (rolagem) - Você pode usar um mouse normal com o Cubase, mas recomendamos que se use um mouse com botão de rolagem. Isto acelera a velocidade para edição consideravelmente.

• • • • •

Macintosh
• • • • • • • • • Mac OS X 10.5.5 PowerPC G5 1 (recomendado Intel Duo) 1024 MB RAM Display com resolução de 1280x800 pixels Hardware de áudio compatível com CoreAudio 4 GB de espaço livre para instalação no disco. Steinberg Key e conector USB Leitor de DVD ROM é necessário para a instalação Conexão com Internet é necessária para ativação da licença

Exigências MIDI
Se você pretende usar os recursos MIDI do Cubase, você vai precisar dos seguintes itens: • • • Uma interface MIDI para conectar equipamento MIDI externo ao computador. Um instrumento MIDI. Quaisquer equipamentos de áudio que sejam necessários para ouvir o som dos equipamentos MIDI.

Se quiser instalar a versão 64-bits do Cubase, leia primeiro o documento ReadMe sobre este tópico antes de continuar.
Este documento, chamado “Windows_Vista_64bit_[language].rtf”, está no DVD de instalação no pasta ReadMe Files.

10
Exigências do sistema e instalação

Hardware de áudio
O Cubase funciona com hardwares de áudio que obedecem as seguintes especificações: • • • • • Estéreo. 16 bit. Suporte de pelo menos 44.1kHz como taxa de amostragem (sample rate). Windows – O hardware de áudio deve ter o driver especial para ASIO, ou um driver compatível com DirectX; ver abaixo. Mac – O hardware de áudio deve ter driver compatíveis com Mac OS X (CoreAudio ou ASIO).

O driver ASIO também pode ter suporte especial para uso simultâneo de diversos inputs e outputs, roteamento, sincronismo, etc. Drivers ASIO específicos são fornecidos pelos fabricantes das placas. Verifique o site na web do fabricante para conseguir a última versão do driver.
Se a sua placa de áudio tem um driver ASIO específico, recomendamos enfaticamente que este driver seja usado.

Se a placa de áudio se comunica diretamente pelo DirectX (apenas Windows)
DirectX é um “pacote” da Microsoft para administrar diversas mídias no Windows. O Cubase aceita o uso do DirectX, ou mais especificamente, DirectSound, que é a parte do DirectX usada para a reprodução e gravação de áudio. Isto exige dois tipos de drivers: Um driver DirectX para o uso da placa de áudio, permitindo a comunicação com o DirectX. Se a placa de áudio suporta o DirectX, o driver deve ser fornecido pelo fabricante da placa. Se o driver não é instalado com a placa, procure o web site do fabricante para mais informações. O driver ASIO DirectX Full Duplex, permite ao Cubase a comunicação com o DirectX. Este driver acompanha o Cubase, e não precisa qualquer instalação especial.

Uso do hardware do Macintosh (apenas Mac)
Apesar do Cubase ser projetado para entrada e saída de áudio multi-canal, é possível usar o programa com a configuração “básica” em estéreo para inputs e outputs. No momento da preparação deste manual, todos os modelos de Macintosh tem hardware interno de áudio em16 bits estéreo. Para informação detalhada, veja a documentação do seu computador. Dependendo de suas preferências e exigências, o uso do hardware interno de áudio pode ser suficiente para o uso do Cubase. Ele fica sempre disponível para ser selecionado no uso do Cubase – você não precisa instalar qualquer driver adicional. Alguns modelos de Macintosh tem output de áudio, mas não tem input. Isto significa que você apenas vai poder reproduzir o áudio — a gravação não será possível sem usar algum hardware de áudio adicional.

Sobre os drivers
Um driver é um programa que permite a comunicação com partes do hardware. Neste caso, o driver permite que o Cubase use o hardware de áudio. Em hardware de áudio, existem dois casos, que precisam configurações diferentes de driver:

Se o hardware de áudio tem um driver ASIO específico
Placas de áudio profissional normalmente vem com um driver ASIO específico. Isto permite a comunicação direta entre o Cubase e a placa de áudio. Com isso a placa de áudio tem uma menor latência (atraso entre inputoutput), o que é crucial para a monitoração do áudio pelo Cubase ou para o uso de instrumentos VST.

11
Exigências do sistema e instalação

Instalação de hardware
A chave “Steinberg Key”
Por favor, leia a seção a seguir antes de instalar o programa Cubase. No pacote do Cubase, você encontra a chave “Steinberg Key” (também chamada de “dongle” ou “eLicenser”), um hardware de proteção contra cópias, que é parte da segurança do Cubase. O Cubase não funciona sem a chave “Steinberg Key.”

Mais informações sobre transferência ou ativação de licenças, podem ser encontradas no “Help” do “Syncrosoft License Control Center.”

Instalação de hardware de áudio e seus drivers
1. Instale a placa de áudio e equipamentos relacionados no

computador, como descrito no manual da placa.
2. Instale o driver da placa. Dependendo do sistema

operacional do computador, existem diferentes drivers que podem ser usados: driver ASIO específico da placa, driver DirectX (Windows) ou driver Mac OS X (Mac):

Driver ASIO específico
Se a sua placa de áudio tem um driver ASIO específico, este driver deve ser fornecido com a placa, mas você sempre deve verificar o site da web do fabricante, para conseguir o driver mais recente. Para detalhes da instalação do driver, veja as instruções do fabricante.

Esta chave, é na verdade, um pequeno computador, em que a licença de uso de programas Steinberg fica armazenada. Todos os produtos Steinberg protegidos por hardware usam o mesmo tipo de chave, e você pode armazenar mais de uma licença na mesma chave. E as licenças podem (dentro de certos limites) ser transferidas entre chaves — o que é útil, por exemplo, se você quiser vender uma parte dos seus programas. O programa “Syncrosoft License Control Center” (que pode ser encontrado no menu Start/Programs do Windows ou na pasta Applications do Mac) é o local em que você pode verificar as licenças instaladas na sua chave “Steinberg Key.” Se você estiver usando outros produtos Steinberg com este tipo de proteção, você pode querer transferir todas as licenças de programas para uma única chave “Steinberg Key,” para que apenas uma porta USB do computador fique ocupada. Para a transferência de licenças entre as chaves, ative o “License Transfer Wizard” do programa “Syncrosoft License Control Center” e siga as instruções. Os programas Steinberg sempre tem um código para ativação da licença, mas nem sempre tem a chave “Steinberg Key” – se você quiser ativar a licença para programas Steinberg (por exemplo, um VSTi) na chave “Steinberg Key” recebida com o Cubase, ative o “License Download Wizard” do “Syncrosoft License Control Center” e siga as instruções.

Driver ASIO genérico de baixa latência (apenas Windows Vista)
No Windows Vista, você pode usar o driver ASIO genérico de baixa latência se não houver um driver ASIO disponível. Este driver acompanha o Cubase e não precisa de qualquer instalação especial.

Driver DirectX (apenas Windows)
Se a sua placa de áudio é compatível com DirectX, o driver DirectX deve ser instalado quando você instala a placa. Se você fizer o download de driver DirectX para a sua placa de áudio, você deve seguir as instruções do fabricante da placa para a instalação.

Drivers Mac OS X (apenas Mac)
Se você estiver usando um computador Macintosh, veja se está usando o último driver para Mac OS X correspondente ao hardware de áudio. Siga as instruções do fabricante para a instalação do driver.

12
Exigências do sistema e instalação

Teste da placa
Para saber se a placa de áudio irá funcionar como desejado, faça os dois testes abaixo: Use qualquer programa que acompanhe a placa para verificar se você pode gravar e reproduzir áudio sem problemas. Se a placa pode ser usada pelo driver padrão do sistema, tente a reprodução de áudio usando programas padrão do computador (por exemplo, o Windows Media Player ou o Apple iTunes).

instalados nesta instalação padrão, mas podem ser acrescentados manualmente a partir do DVD. Os capítulos de tutorial neste manual sempre se referem aos projetos do tutorial. Para poder seguir as instruções deste manual, você tem que arrastar os arquivos correspondentes para o seu computador. Você vai encontrar os projetos (Tutorial Projects) na pasta “Additional Content”.

Instalação de placa de interface MIDI/sintetizadores
As instruções para a instalação de interfaces MIDI, em geral acompanham o produto. No entanto, aqui estão em linhas gerais, os passos necessários:
1. Instale a interface (ou placa sintetizadora MIDI) no seu computador ou faça a conexão na “porta” (conector) do computador. Isto vai depender do tipo de interface que você tem. 2. Se a interface tem alimentação ou chave para ligar,

Desfragmentação do hard disk (apenas Windows)
Se você pretende gravar áudio em um hard disk que já tem muitos outros arquivos armazenados, agora é um bom momento de desfragmentar o disco. A desfragmentação reorganiza o endereçamento físico no disco para melhorar o funcionamento. Isto é feito com um programa especial de desfragmentação. É crucial para a gravação de áudio que o hard disk seja otimizado (desfragmentado). Você deve fazer este procedimento com regularidade.

ligue a interface.
3. Instale o driver da interface, como descrito na documentação que acompanha a interface. Você também pode verificar o site da web do fabricante para conseguir uma versão mais atualizada do driver.

Registre o seu programa
Encorajamos você a registrar sua cópia do programa. Com isso você pode receber suporte técnico e será avisado de atualizações, além de receber outras informações a respeito do Cubase. Você pode fazer o registro de duas formas: • No Cubase, abra o menu “Help” e indique a opção “Registration.”
Esta é a opção se você tem uma conexão com internet, e você abre a página Registration no web site da Steinberg. Para fazer o registro, basta seguir as instruções da tela.

Instalação do Cubase
O procedimento de instalação coloca todos os arquivos nos locais corretos automaticamente.

Windows
1. Dê um duplo-clique no arquivo de nome “Setup.exe”. 2. Siga as instruções da tela.

Macintosh
1. Dê um duplo-clique no arquivo de nome “Cubase5.mpkg” ou “Cubase Studio 5.mpkg”. 2. Siga as instruções da tela.

Quando você ativa o Cubase, é perguntado se você deseja iniciar o procedimento de registro. • Dentro do DVD de instalação do Cubase, você encontra um formulário de registro em formato pdf. Para fazer o registro, imprima o formulário, escreva as informações solicitadas e envie para a Steinberg.

Sobre os tutoriais
O DVD de programas tem diversos projetos e arquivos tutoriais, inclusive com vídeos. Estes arquivos não são

13
Exigências do sistema e instalação

3 Ajuste o seu sistema

14
Ajuste o seu sistema

Ajustes de áudio
Certifique-se que todos os equipamentos estejam desligados antes de fazer quaisquer conexões!

• A mixagem externa significa que você tem um hardware de mixagem, com sistemas de grupo ou bus, que pode ser usado para a alimentação de inputs no seu hardware de áudio.
No exemplo abaixo, quatro busses são usados na alimentação do sinal para os inputs do hardware de áudio. Os quatro outputs são conectados de volta ao mixer para monitoração e reprodução. Os demais inputs de mixer podem ser usado para a conexão de outras fontes de áudio, como microfones, instrumentos, etc.

Conexões de áudio
A forma exata de ajuste do seu sistema vai depender de diferentes fatores, por exemplo o tipo de projeto que você deseja criar, os equipamentos externos que você irá usar, as especificações do computador em uso, etc. Sendo assim, as seções a seguir, servem apenas como exemplos. Como você conecta o seu equipamento: Você pode usar conexão digital ou analógica, dependendo dos equipamentos que você tem.

Conexão de input e output estéreo – A conexão mais simples
Se você vai usar apenas input e output estéreo no Cubase, você pode conectar o seu hardware de áudio, por exemplo os inputs de sua placa de áudio ou interface de áudio, diretamente em inputs e outputs de um amplificador e alto-falantes.

Ajuste de áudio múlti-canal usando um mixer externo
Ao conectar a fonte do input (como um mixer) no hardware de áudio, você deve usar o output de busses, como o output sends ou similar que são saídas separadas da output master do mixer, evitando a gravação do que você estiver reproduzindo. Você também pode ter um hardware de mixagem que possa ser conectado por FireWire.

Para uso do Mixer interno do Cubase, você pode usar os inputs do seu hardware de áudio para conectar microfones e/ou aparelhos externos. Use os outputs do seu hardware de áudio para conectar o equipamento de monitoração.
Apenas Cubase: Você pode criar ajustes muito complexos usando instrumentos externos e efeitos externos, e integrar o Cubase sem problemas com o seu equipamento externo usando a função “Control Room” (veja os capítulos “Conexões VST: ajustes de busses de input e output” e “O Control Room” no Manual de Operações para detalhes).

Um ajuste simples em estéreo.

Este é o ajuste mais simples de todos – depois de ajustar os “busses” de input e output interno você pode conectar a fonte de áudio (por exemplo, um microfone) na sua interface de áudio e começar a gravação.

Input e output Múlti-canal
Provavelmente você tem outros equipamentos de áudio que deseja integrar com o Cubase, usando diversos canais para input e output. Dependendo do equipamento disponível, existem duas formas de se fazer isto. Você pode ou fazer a mixagem usando uma mesa de mixagem externa ou fazer a mixagem usando o mixer interno do Cubase.

Mixagem dentro do Cubase

15
Ajuste o seu sistema

Conexão para som “surround” (Apenas Cubase)
Se você pretende fazer a mixagem para som surround, você pode conectar os outputs de áudio em um amplificador de potência multi-canal, alimentando os canais da montagem de caixas acústicas no canais de surround.

Sobre o ajuste de intensidade de gravação (recording level) e os inputs
Quando você conecta o seu equipamento, você deve verificar se impedância e volumes da fonte de áudio está de acordo com o input usado. Normalmente, diferentes inputs estão preparados para uso de microfone, sinal de linha de produtos de consumo (-10dBV) e equipamentos com sinal de linha profissional (+4dBV), caso contrário, você precisa fazer os ajustes das características do input na interface de áudio ou no painel de controle (control panel) da mesma. Por favor veja a documentação do hardware de áudio para detalhes. O uso do input correto para cada sinal é importante para evitar gravações com distorções ou ruídos.
O Cubase não tem qualquer ajuste de sinal do input de áudio, em relação ao sinal recebido pelo hardware de áudio, uma vez que este sinal é ajustado de forma diferente em cada placa de áudio. O ajuste do sinal de input deve ser feito ou no programa fornecido com o hardware de áudio ou no painel de controle do mesmo (control panel; ver abaixo).

Configuração para a reprodução de som surround.

O Cubase suporta formatos de surround com até 6 canais de alto-falantes. A figura acima mostra a montagem do surround 5.1.

Fazendo ajustes para o hardware de áudio
• A maioria dos hardwares de áudio vem com um ou mais programas para permitir a configuração de inputs do hardware da forma desejada. Isto inclui: • A escolha de quais inputs/outputs ficam ativos. • Ajuste do sincronismo de “word clock” (quando disponível). • Ativar/desativar a monitoração pelo hardware (veja “Sobre a monitoração” na página 19). • Ajuste o sinal (level) de cada input. Isto é muito importante! • Ajuste os sinais de outputs, de acordo com o equipamento que você usa para a monitoração. • Escolha os formatos do input digital e o formato do output. • Fazendo ajustes para os buffers de áudio. Em muitos casos, todos os ajustes disponíveis para o hardware de áudio estão reunidos no painel de controle, que pode ser aberto a partir do Cubase, como descrito abaixo (ou pode ser aberto separadamente, se o Cubase não estiver ligado). Em alguns casos, podem existir diversos programas e painéis – por favor consulte a documentação do hardware de áudio para detalhes.

Gravação a partir da reprodução de um “CD player”
A maioria dos computadores tem um drive CD-ROM que também pode ser usado para tocar CDs de música. Em alguns casos, o “CD player” fica conectado internamente ao hardware de áudio de forma que você pode gravar o output do “CD player” diretamente no Cubase (consulte a documentação do hardware de áudio se não tiver certeza). • Todos os roteamentos e ajustes de volume para gravação a partir do CD (se existentes) são feitos no programa de ajuste hardware de áudio (veja “Fazendo ajustes para o hardware de áudio” abaixo). Você também pode arrastar os tracks de áudio diretamente do CD para o Cubase (veja o capítulo “Manejo de arquivos” no Manual de Operações).

Conexões “Word Clock”
Se você estiver usando uma conexão de áudio digital, você pode precisar da conexão “word clock” entre o hardware de áudio e os aparelhos externos. Por favor consulte a documentação que acompanha o hardware de áudio, para detalhes.
É muito importante que o sincronismo de “word clock” seja feito corretamente, ou irão ocorrer ruídos de “cliques” e “craques” nas gravações que você fizer!

Suporte “Plug and Play” para equipamentos ASIO
O hardware “Steinberg MR816” aceita o “Plug and

16
Ajuste o seu sistema

Play” no Cubase. Este equipamento pode ser conectado e ligado enquanto o programa estiver em funcionamento. O Cubase automaticamente usa o driver dos equipamentos da série MR816 e remapeia as conexões VST de acordo com este equipamento. • Lembre-se que a Steinberg não pode garantir que isto irá funcionar com outras configurações de hardware. Se não tiver certeza se o seu equipamento aceita o “plug and play”, consulte o manual que acompanha o seu equipamento. Se um equipamento não suporta o “Plug and Play” e o equipamento é conectado/desconectado enquanto o computador estiver funcionando, o equipamento pode ser danificado.
3. 4.

fabricante do hardware de áudio se existe um driver ASIO disponível, por exemplo para download pela Internet. No Windows Vista, você também pode usar o driver “Generic Low Latency ASIO” se não tiver um driver específico disponível. Indique o driver na lista “Devices” para abrir o diálogo de ajustes do Driver do seu hardware de áudio. Ative o painel de controle do hardware de áudio e faça os ajustes de acordo com a recomendação do fabricante do hardware de áudio.

• No Windows, você abre o painel de controle clicando o botão “Control Panel.” O painel de controle que aparece ao clicar este botão é fornecido pelo fabricante do hardware de áudio e não pelo Cubase (a não ser que você esteja usando o DirectX; veja abaixo). Estes ajustes são particulares para cada fabricante e modelo de placa de áudio. O painel de controle ASIO DirectX e Generic Low Latency ASIO são exceções, e são fornecidos pela Steinberg, e está descrito no diálogo “Help,” que é aberto clicando o botão “Help” do diálogo. Veja também as notas abaixo. • No Mac OS X, o painel de controle do hardware de áudio é aberto clicando “Open Config App” na página de ajustes para o equipamento de áudio no diálogo “Device Setup”. Note que este botão é disponível apenas para alguns hardwares. Se a opção “Open Config App” não estiver presente na sua montagem, veja a documentação do seu hardware de áudio para informações de como fazer os ajustes de hardware.

Indicando um driver e fazendo os ajustes de áudio no Cubase
A primeira coisa que você precisa fazer é indicar o driver correto no Cubase, e ter certeza que o programa se comunica com o hardware de áudio:
1. Ative o Cubase, indique “Device Setup” no menu “Devices” e clique em “VST Audio System” na lista “Devices” da esquerda.

5.

Se você pretende usar diversos programas de áudio ao mesmo tempo, você pode precisar ativar a opção “Release Driver when Application is in Background” na página “VST Audio System.” Isto permite que outro programa reproduza áudio pelo hardware de áudio mesmo que o Cubase esteja ativo. O programa que está correntemente ativo (ou seja, a janela “da frente” no desktop) terá o acesso ao hardware de áudio. Certifique-se que qualquer outro programa de áudio que tenha acesso ao hardware de áudio também esteja ajustada para liberar o driver ASIO (ou driver do Mac OS X) para que o Cubase possa usar o driver quando ficar ativo novamente. Se o seu hardware de áudio e o driver do mesmo aceitam a monitoração “ASIO Direct Monitoring,” você deve ativar a opção “Direct Monitoring” marcando na caixa correspondente, no diálogo do driver. Leia mais sobre monitoração neste capítulo e no capítulo “Recording” do Manual de Operações. Clique “Apply” e depois clique OK para fechar o diálogo.

6.

A página “VST Audio System” do diálogo “Device Setup.”

2.

Indique o driver do hardware de áudio no menu ASIO Driver. Pode existir diversas opções aqui, indicando o mesmo hardware. Quando você indica um driver, o mesmo é acrescentado na lista “Devices.” No Windows, recomendamos que você faça o acesso ao hardware usando um driver ASIO específico do hardware em uso, quando disponível. Se não houver um driver ASIO instalado, recomendamos que você verifique com o

7.

17
Ajuste o seu sistema

Se você estiver usando um hardware de áudio com um driver DirectX (apenas Windows)
Se o hardware de áudio do Windows não tem um driver ASIO específico, e o seu sistema não aceita a opção “Generic Low Latency ASIO” o driver DirectX é a próxima melhor opção.

Ajuste de portas de input e output
Depois que você indicou o driver e fez os ajustes descritos acima, você precisa indicar quais são os inputs e outputs a serem usados e nomear os mesmos:
1. No diálogo “Device Setup,” indique o driver na lista “Devices” da esquerda para ver os ajustes do driver do seu hardware de áudio.

O Cubase tem um driver chamado ASIO DirectX Full Duplex, disponível para ser indicado no menu “pop-up” “ASIO Driver” (página de VST Audio System).
Para aproveitar todas as vantagens do “DirectX Full Duplex,” o hardware de áudio precisa suportar o WDM (Windows Driver Model) em combinação com o DirectX versão 8.1 ou superior. Em todos os outros casos, os inputs de áudio são emulados pelo DirectX (veja o diálogo help do “ASIO DirectX Full Duplex Setup” para detalhes sobre como isto é informado). Durante a instalação do Cubase, o DirectX mais atualizado é instalado no computador.

Quando o driver “ASIO DirectX Full Duplex” é indicado no diálogo “Device Setup,” você pode abrir o “ASIO Control Panel” e fazer os ajustes a seguir (para detalhes, clique o botão Help no painel de controle): • “Direct Sound Output and Input Ports:” Na lista da esquerda da janela, todos os inputs e outputs disponíveis para “Direct Sound” estão listados. Em muitos casos, existe uma única “porta” em cada lista. Para ativar ou desativar uma “porta” da lista, clique a caixa de marca na esquerda da coluna. Se a caixa for marcada, a porta é ativada. • Você pode fazer os ajustes de “Buffer Size” e “Offset” na lista, se necessário, fazendo um duplo-clique no valor e digitando o novo valor.

Todos as portas de input e output do hardware de áudio estão listadas.

2.

Para esconder uma porta, clique na coluna “Visible” da porta (desmarcando a caixa).

Portas que não estão visíveis não podem ser selecionadas nas janelas de conexões VST, onde você ajusta os busses de input e output – veja “Ajuste de conexões VST” na página 25 e o capítulo “Conexões VST: ajustes de busses de input e output” no Manual de Operações.
Se você tentar esconder uma porta que já esteja em uso por um bus, aparece uma pergunta para confirmar se é isto mesmo que você deseja – lembre-se que isto inativa a porta! 3. Para alterar o nome de uma porta, clique no nome indicado na coluna “Show as” e digite um novo nome. É uma boa idéia escrever nomes para as portas que sejam relacionados à configuração dos canais (em vez de indicar o modelo do hardware)!

Na maioria dos casos, o ajuste padrão funciona bem. O “buffer” de áudio é usado quando o dado de áudio é transferido entre o Cubase e o hardware de áudio. Valores maiores asseguram uma reprodução sem defeitos, mas com isso, a latência (o tempo entre o momento que o Cubase manda o dado e o momento que o som é produzido no output) é maior.

“Offset”

Se um deslocamento é perceptível durante a reprodução entre gravações de áudio e MIDI, você pode fazer este ajuste para que a latência do output ou do input tenham a mesma duração.

Por exemplo, se você estiver usando uma montagem de áudio para surround 5.1 (Apenas Cubase), o nome das seis portas pode ser, por exemplo: Esquerda, Direita, Centro, Esquerda Posterior. Isto facilita a transferências de projetos entre diferentes computadores, de diferentes estúdios. Se o mesmo nome de portas é usado nos dois computadores, o Cubase automaticamente administra as conexão de bus corretamente quando você abre o projeto em outro computador.
4. Clique OK para fechar o diálogo “Device Setup” e confirmar as alterações e ajustes.

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Ajuste o seu sistema

Sobre a monitoração
No Cubase, “monitoração,” significa a escuta dos sinais de input enquanto se prepara a gravação, ou durante a gravação. Existe três formas de monitoração:

Certifique-se que o equipamento está desligado antes de fazer quaisquer conexões!

Monitoração externa:
A monitoração externa (escuta do sinal de input antes de que ele vá para o Cubase) exige um mixer externo para a mixagem da reprodução de áudio com o sinal de input. Pode ser uma mesa de mixagem tradicional ou um programa de mixagem do seu hardware de áudio, se o hardware de áudio tem um modo em que o input de áudio é mandado novamente para fora (normalmente chamado “Thru”, “Direct Thru” ou similar).

Esta seção descreve como conectar e ajustar equipamentos MIDI. Se você não tem equipamentos MIDI, você pode ignorar esta seção. Note que este é apenas um exemplo – você pode precisar ou querer conectar de forma diferente!

Conexão de equipamentos MIDI
Neste exemplo vamos assumir que você tem um teclado MIDI e um módulo de som MIDI externo. O teclado é usado tanto para alimentar o computador com mensagens MIDI na gravação, como é usado na reprodução dos tracks MIDI. O módulo de som é usado apenas para a reprodução. Com o uso da função MIDI Thru do Cubase (descrito adiante) você vai poder ouvir o som correto do módulo de som ao tocar o teclado ou ao gravar.

Via Cubase
Neste caso, o áudio passa do input do Cubase, e possivelmente pelos efeitos e EQ do Cubase, e depois volta para o output. Você controla a monitoração com ajustes no Cubase. Permite controlar o volume da monitoração pelo Cubase e o acréscimo de efeitos apenas no sinal monitorado.

Monitoração “ASIO Direct”
Se o hardware de áudio é compatível com ASIO 2.0, ele pode suportar a monitoração “ASIO Direct Monitoring” (este recurso pode estar disponível em hardware de áudio nos drivers Mac OS X). Neste modo, a monitoração real é feita no hardware de áudio, que manda o sinal de input novamente para o output. No entanto, a monitoração é controlada pelo Cubase. Isto significa que a monitoração direta pelo hardware de áudio pode ser ligada/desligada automaticamente pelo Cubase. A monitoração está descrita em detalhes no capítulo “Gravação” do Manual de Operações. No entanto, ao fazer os ajustes você precisa perceber uma coisa: Se você deseja usar a monitoração externa por um hardware de áudio, verifique se as funções correspondentes estão ativadas no programa deste hardware. Se você estiver usando o hardware de áudio “RME Audio Hammerfall DSP” certifique-se que o “pan law” está ajustado em -3dB no “preferences” desta placa.

Montagem MIDI típica.

Você pode querer usar mais de um instrumento na reprodução. Neste caso, basta conectar o MIDI Thru do módulo de som ao MIDI In do próximo instrumento, e seguir com este tipo de instrumento. Com este tipo de conexão, você sempre toca o teclado durante a gravação, e pode usar todos os equipamentos para produzir som na reprodução.
Se você pretende usar mais de três geradores de som, recomendamos que você use uma interface com mais de um output, ou use uma “MIDI Thru box” em vez dos conectores Thru dos equipamentos.

Ajustes de MIDI
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Ajuste o seu sistema

Ajustes de “MIDI Thru” e “Local On/Off”
Na seção “MIDI” do diálogo Preferences (que está no menu File do Windows e no menu Cubase do Mac OS X), você vai encontrar um ajuste chamado “MIDI Thru Active”. Isto está relacionado ao ajuste do seu instrumento, chamado “Local On/Off” ou “Local Control On/Off”. • Se você usar um teclado MIDI, como descrito acima, neste capítulo, o MIDI Thru deve ser ativado, e o instrumento deve ser ajustado na opção “Local Off” (algumas vezes chamado Local Control Off – veja o manual do instrumento para detalhes). O sinal MIDI do teclado é gravado no Cubase e ao mesmo tempo, retorna para o instrumento, para que você ouça o que está tocando, sem que o teclado toque diretamente seus próprios sons.

Ajuste de portas MIDI no Cubase
O diálogo “Device Setup” permite que você faça o ajuste do seu sistema MIDI das seguintes maneiras:
• Nota: Quando você muda o ajuste de portas MIDI no diálogo “Device Setup,” os ajustes são automaticamente aplicados no programa.

Mostrando e escondendo as portas MIDI
As portas MIDI estão listadas no diálogo Device Setup na página “MIDI Port Setup.” Clicando na coluna “Visible” para input MIDI ou output MIDI, você pode escolher se cada item deve ser listado ou não no menu MIDI pop-up do programa. Se você estiver tentando esconder uma porta MIDI que já esteja em uso em um track ou aparelho MIDI, uma mensagem de aviso aparece, permitindo que você esconda – e desconecte – a porta; ou você pode cancelar o procedimento, e manter a porta MIDI visível, e funcionando.

Ajustando a opção “All MIDI Inputs”
Quando você grava MIDI no Cubase, você pode indicar qual input MIDI cada track MIDI deve usar. No entanto, você também pode indicar a opção “In All Inputs” em uma porta input, e isto faz com que todos os dados MIDI de qualquer input MIDI seja gravado. A opção “In All Inputs” na página “MIDI Port Setup” permite que você especifique quais inputs são incluídos quando você indica a opção “All MIDI Inputs” em um track MIDI. Isto pode ser útil se seu sistema tem diversas instâncias do mesmo input MIDI físico – desativando as duplicadas, você tem certeza que apenas o dado MIDI desejado é gravado. • Se você tem uma unidade MIDI de controle remoto conectada, você também deve desativar a opção “In All Inputs” deste input MIDI. Isto evita a gravação acidental dos dados do controle remoto quando a opção “All MIDI Inputs” é indicada no input de um track MIDI.

Com o “MIDI Thru” ativo no Cubase, os dados MIDI recebidos são imediatamente retransmitidos para o MIDI OUT.

Se você usar um teclado MIDI independente, ou um teclado que não tem som – o MIDI Thru do Cubase precisa estar ativo, mas você não precisa procurar o ajuste “Local On/Off” no instrumento. O único caso em que o MIDI Thru deve ser desativado no Cubase é quando você tem um único teclado que não pode ser ajustado no modo “Local Off.” Observe que o MIDI Thru é ativado apenas nos tracks MIDI que estão disponibilizados para gravação ou que estão com o botão Monitor ativado. Veja o capítulo “Recording” no Manual de Operações para mais informações.

Conexão de um sincronizador
Verifique se todos os equipamentos estão desligados antes de fazer quaisquer conexões!

No uso do Cubase com um gravador de fita externo, você pode precisar acrescentar um sincronizador ao sistema. Todas as conexões e procedimentos de ajustes de sincronismo estão descritos no capítulo “Sincronismo” do Manual de Operações.

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Ajuste o seu sistema

Ajustes de vídeo
Sempre faça as conexões com todos os equipamentos desligados!

Dois aspectos do funcionamento
Existem dois aspectos do funcionamento em relação ao Cubase:

O Cubase reproduz vídeos nos formatos AVI, Quicktime ou MPEG. No Windows, a reprodução de vídeo pode ser feita com um destes produtos: “Video for Windows,” “DirectShow” ou “Quicktime.” Isto assegura a compatibilidade com uma grande quantidade de formatos de arquivo de vídeo. No Mac OS X, o “Quicktime” é sempre usado para a reprodução de vídeo. Em geral, existem duas formas para a reprodução de vídeos: • Sem o uso de hardware especial, usando a CPU do computador. Neste caso, o “codec” está no software. Pode ser uma boa opção em muitas situações, mas limita o tamanho da janela do vídeo, assim como a qualidade da imagem. Usando hardware de vídeo, por exemplo com a conexão de um monitor externo.

Tracks e efeitos
Falando claramente: quanto mais rápido é o computador, mais tracks, efeitos, e EQ você poderá usar. Exatamente o que é um “computador rápido,” é quase uma ciência à parte, mas daremos algumas dicas aqui.

Tempo de resposta reduzido (latency)
Outro aspecto do desempenho é o tempo de resposta. O termo “latência” indica o “buffer”, ou seja, o armazenamento temporário de pequenos trechos de áudio durante os diversos passos nos processos de gravação e reprodução no computador. Quanto maiores estes trechos, maior a latência. Uma latência grande é a coisa mais irritante que pode acontecer quando se monitora uma gravação no computador, quer dizer, quando você ouve o que é tocado ao vivo pelos efeitos e mixer do Cubase. No entanto, tempos longos de latência (centenas de milisegundos) também afetam outros processos, como a mixagem: em geral, quando um efeito ou fader é movimentado, você só percebe a alteração após este atraso. Enquanto a monitoração direta e outras técnicas reduzem o problema associado com latência longa, um sistema com resposta rápida é sempre mais conveniente para trabalhar. • Dependendo do hardware de áudio, é possível reduzir a latência, normalmente diminuindo o tamanho e número de “buffers.”

Mac OS X: Usando a porta FireWire, você pode reproduzir o vídeo em um monitor externo usando um conversor “DV-to-analog” ou uma câmera DV (veja também o capítulo “Vídeo” no Manual de Operações). Isto é válido quando um vídeo DV ou QuickTime é usado na reprodução. Windows: Placas gráficas “Multi-head” com suporte para “overlay” podem ser usadas para apresentar o vídeo em um monitor externo. Os seguintes fabricantes tem soluções que foram testadas e funcionam: nVIDIA e Matrox.

Caso você pretenda usar um hardware especial de vídeo, faça a instalação e ajuste recomendada pelo fabricante do mesmo. Antes de usar o hardware de vídeo com o Cubase, recomendamos que você teste a instalação do hardware com os programas fornecidos com o hardware e/ou com o Windows Media Player ou Quicktime Player (Mac OS X).

Para detalhes, consulte a documentação do hardware de áudio, ou, se estiver usando o driver DirectX do Windows, o diálogo help.

Otimizando a resposta de áudio
Esta seção dá algumas dicas e conselhos sobre como conseguir o máximo do seu sistema Cubase. Alguns textos indicam propriedades do hardware que podem ser usadas como guia para melhorar o sistema. Este texto é conciso. Veja detalhes mais atualizados no web site da Cubase (veja “Como nos encontrar” na página 8)!

Fatores do sistema que afetam o funcionamento
CPU e cache do processador
Não basta dizer que é melhor quanto mais rápido for o processador do computador. Existem outros fatores que afetam a velocidade aparente do computador: a velocidade do bus, e o tipo (PCI é recomendado), o tamanho da memória cache do processador, e, claro, o tipo de marca do processador. O Cubase se baseia em cálculos pesados com ponto flutuante. Ao procurar o processador, escolha um que seja poderoso em cálculos aritméticos com ponto flutuante. Lembre também que o Cubase tem suporte total para sistemas múlti-processados. Por isso, se o seu computador

21
Ajuste o seu sistema

tem mais de um processador, o Cubase irá aproveitar isso com capacidade total, distribuindo a carga de processamento igualmente entre todos os processadores disponíveis. Veja “Opções avançadas” na página 22.

2. Selecione a etiqueta “Advanced” e clique o botão “Settings” na seção “Performance”. O diálogo “Performance Options” aparece. 3. Selecione a etiqueta “Advanced”. 4. Na seção: Processor Scheduling” selecione “Adjust for best performance of: Background services”. • 5. Clique OK para fechar os diálogos.

Hard disk e controle do hard disk
O número de tracks que o hard disk pode gravar e reproduzir ao mesmo tempo depende da velocidade do hard disk e do controlador do hard disk. Se você usa disco e controle E-IDE, certifique-se que o modo de transferência é “DMA Busmaster.” No Windows, você pode verificar o modo corrente ligando o programa “Windows Device Manager” e consultando as propriedades dos controles IDE ATA/ATAPI nos canais primário e secundário. O modo de transferência DMA é o padrão que é normalmente ativado, mas este padrão pode ser desligado pelo sistema caso ocorra algum problema de hardware.

Faça os ajustes nos parâmetros que afetam o desempenho
Faça os ajustes de “audio buffer”
Os “buffers” de áudio afetam como o áudio é mandado e recebido no hardware de áudio. O tamanho do buffer de áudio afeta a latência e a qualidade do áudio. Em geral, quanto menor o tamanho do buffer, menor a latência. Por outro lado, o uso de buffers pequenos vai exigir mais do computador. Se o buffer for muito pequeno, ocorrem ruídos, como cliques, pops e outros problemas no áudio. • No Mac OS X, você pode ajustar o tamanho de buffers na página “VST Audio System” do diálogo “Device Setup.” Você também pode achar ajuste de buffer no painel de controle do hardware de áudio. No Windows, você ajusta o tamanho do buffer no painel de controle do hardware de áudio (que é aberto clicando o botão “Control Panel” na página do driver, no diálogo “Device Setup”).

Hardware de áudio e driver para o hardware de áudio
O hardware e seu driver podem ter algum efeito no desempenho. Um driver de baixa qualidade pode reduzir o desempenho do computador. O projeto do driver para o hardware faz toda a diferença quando à latência.
Novamente, recomendamos fortemente que você use um hardware de áudio para o qual exista um driver ASIO específico!

Isto é especialmente verdadeiro se você usar o Cubase no Windows: • No Windows, drivers ASIO escritos especificamente para o hardware são mais eficientes que o driver Generic Low Latency ASIO e DirectX e produz latência menor. • No Mac OS X, um hardware de áudio com um driver bem escrito para o Mac OS X (Core Audio) pode ser muito eficiente e produzir uma latência muito pequena. No entanto, recursos adicionais estão atualmente disponíveis apenas com drivers ASIO, como por exemplo, o “ASIO Positioning Protocol.” Ativando a opção “Lower Latency” basicamente desativa a proteção da CPU para sobrecarga, mas permite uma latência menor. Veja o diálogo help para detalhes.

Opções avançadas
Na página “VST Audio System” você encontra a seção “Advanced options.” Neste local estão os ajustes avançados para “VST Engine,” incluindo a opção de processamento múltiplo. Se esta opção estiver ativa (ajuste padrão se você tem uma CPU multi-processada ou com hiper encadeamento) e com mais de uma CPU no sistema, a carga é distribuída igualmente entre todas as CPUs disponíveis, permitindo que o Cubase possa fazer uso completo do poder combinado dos diversos processadores. Veja o diálogo help para detalhes.

Otimizando o agendamento do processador (apenas Windows)
Para conseguir a menor latência possível com o ASIO no Windows XP (sistema com um único CPU), o ajuste de “system performance” tem que ser otimizado para tarefas de fundo (background tasks): 1. Abra o “Control Panel” do “Windows” no menu “Start” e selecione “System”.

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Ajuste o seu sistema

4 Tutorial 1: Gravação de áudio

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Tutorial 1: Gravação de áudio

Criação de um novo projeto (new project)
Nesta seção explicaremos como criar um novo projeto, “salvar” o projeto e abrir o projeto que foi “salvo.” Quando você abre o Cubase uma tela vazia aparece. Você precisa, ou criar um novo projeto, ou abrir um projeto existente.

10.. Você deve estar olhando para o seu primeiro projeto do Cubase agora, parabéns! Se você olhar na janela superior do Cubase (esta janela é chamada de “Project”) veja que por enquanto, o nome deste projeto é “Untitled1”. Siga adiante para ver como “salvar” o seu primeiro projeto.

O nome do projeto

Ainda não terminamos! Até agora apenas criamos um projeto vazio no Cubase. Já temos uma pasta no hard disk, mas o projeto ainda não foi salvo.

Para criar um novo projeto
1. 2. Vamos criar o novo projeto indicando “New Project” no menu “File.” A caixa de diálogo “Templates” (modelos) vai abrir. As opções de “Templates” são discutidas na seção “Manejo de arquivos” do Manual de Operações. Indique a opção “Empty”. Isto cria um novo projeto sem nada. Clique “OK”. O Cubase sugere a criação de uma pasta no disco rígido para que o arquivo do projeto e todos os arquivos relacionados fiquem em um lugar seguro. Cada projeto deve ficar na sua própria pasta. Ter muitos projetos na mesma pasta pode gerar confusão. Navegue para o local onde deseja criar o projeto.

Para salvar o projeto
1. Indique a opção “Save As…” no menu “File.” A diferença entre os comandos “Save” e “Save As” serão vistas no capítulo “Manejo de arquivos” no Manual de Operações. Você vai perceber que o Cubase está na pasta “Meu primeiro projeto” que você criou anteriormente. É nesta pasta que você quer “salvar” o projeto. Digite o nome do projeto – pode usar “Meu primeiro projeto Cubase” por exemplo. Clique “Save” – e pronto!

3. 4. 5.

2.

3.

Para fechar um projeto
1. Certifique-se que você está na janela “Project.” A janela “Project” é a sua principal janela de trabalho. Veja o capítulo “A janela Project” no Manual de Operações. Indique o comando “Close” no menu “File.” Caso você tenha feito qualquer alteração no projeto desde o último salvamento, serão apresentadas as opções “Save”, “Don’t Save” ou “Cancel”. Clique “Save” se quiser fazer o salvamento das últimas alterações.

6.

NOTA: Você ainda não está “salvando” o projeto neste ponto! Você vai criar a pasta no disco rígido em que o projeto será “salvo” mais tarde. Isto será explicado adiante.
7. 8. Clique “Create” no PC ou “New Folder” no Mac para criar a nova pasta para o seu projeto. Digite um nome para a nova pasta. Se você digitar o nome do projeto como “Meu primeiro projeto” a pasta pode ser chamada “Meu primeiro projeto” ou “Primeiro projeto”. O que é importante é que você está criando uma pasta no disco rígido para armazenar o projeto. Esta pasta deve ter um nome único diferente de outros projetos do Cubase que você tenha criado anteriormente. Clique “OK” no PC ou “Open” no Mac. A pasta do projeto é criada no hard disk!

2.

9.

24
Tutorial 1: Gravação de áudio

Para abrir um projeto
Agora que você salvou e fechou o projeto, vamos ver como o projeto pode ser aberto.

qualquer coisa na coluna “Bus Name,” dê um clique direito com o mouse e indique “Remove Bus”.

Abra o projeto usando o comando “Open”
1. 2. Indique o comando “Open” no menu “File.” Depois, navegue até a pasta em que está o projeto a ser aberto. Depois de localizar e selecionar o projeto, clique “Open” e o projeto é carregado na memória.

Abra o projeto usando o submenu “Recent Projects”
O Cubase lembra dos projetos mais recentes e lista estes projetos no submenu “Recent Projects” do menu “File.”
1. 2. Selecione a opção “Recent Projects” no menu “File.” Indique o projeto que deseja abrir clicando uma vez sobre o nome do mesmo. 3. Agora clique o botão “Add Bus.” Indique “Stereo” em “configuration” e “1” em “count” e clique “OK.”

Ajuste de conexões VST
A janela das conexões VST permite que você ajuste os sinais de input e output do Cubase para o seu hardware de áudio. O Cubase chama estas vias de áudio de “busses”. Esta seção irá mostrar como ajustar estes “busses” de forma que você possa gravar e reproduzir. Certifique-se que você leu os capítulos “Necessidades do sistema e instalação” na página 8 e “Ajuste o seu sistema” na página 14, para que o seu hardware de áudio fique ajustado corretamente antes de prosseguir.
Carregue o projeto chamado “VST Conections” que está na pasta “Tutorial 1.”

Isto acrescenta um novo bus estéreo (Left e Right) permitindo que o áudio existente no Cubase seja levado ao hardware de áudio.
4. Como ouvimos a música geralmente numa mixagem em estéreo, tudo o que precisamos é de um output estéreo. Podemos ouvir a música em mais de 2 canais, se tivermos por exemplo uma montagem em surround (apenas Cubase). Dependendo do seu hardware de áudio, os outputs devem ser ajustados agora. Você também pode indicar os outputs preferidos no menu de lista “Device Port.”

5.

Note que os projetos “Tutorial” não são instalados durante a instalação do Cubase. Você acha os projetos (Tutorial Projects) no DVD do programa, na pasta “Additional Content”.

Normalmente você deve indicar os outputs estéreo normais como outputs principais em estéreo (“main outputs” da placa de áudio). Ajustes mais sofisticados exigem que você indique outros outputs e pode ser necessário acrescentar outros busses.

Acrescentando outputs
1. Abra o menu “Devices” e indique “VST Conections”. A tecla padrão para este comando é [F4].

Você vai ver diversas etiquetas na parte superior da janela. Por enquanto, veremos apenas “Input” e “Output”. Veja o capítulo “VST Conections” no Manual de Operações para detalhes.
Primeiro, vamos indicar “Output.” Desejamos começar do zero, e retirar qualquer coisa que encontrarmos ai, apenas para o caso do ajuste não estar correto. Se você encontrar

2.

25
Tutorial 1: Gravação de áudio

Acrescentando Inputs
Abra agora a etiqueta “Input” e ajuste os inputs que irá usar para gravar no Cubase.
1. 2. Faça como foi explicado para a criação de outputs. Dê um clique direito e indique “Remove Bus”. Clique o botão “Add Bus”. Indique “Stereo” em “configuration” e “1” em “count” e clique “OK”.

Ajuste de sinal (level) e gravação
Nesta seção, iremos gravar um contrabaixo em mono usando o input “Mono In”. Certifique-se que o hardware de áudio está ajustado, e que você leu a seção “Ajuste de conexões VST” na página 25.
Carregue o projeto chamado “Recording” que está na pasta “Tutorial 1.”

Isto cria um bus estéreo (Left e Right) permitindo que o input de áudio do hardware de áudio chegue ao Cubase para gravação. • Um input estéreo é útil para gravar áudio em dois canais. Um exemplo disso é a gravação de teclados com os canais direito e esquerdo do áudio. Se você quiser gravar em mono ou com um canal, você pode criar busses separados. Vamos fazer isto agora.
Clique o botão “Add Bus”. Indique “Mono” em “configuration” e “2” em “count,” e clique “OK”.

Acrescentando um track mono
1. Agora, vamos acrescentar um track mono para fazermos a gravação. Abra o menu “Project” e indique “Audio” no submenu “Add Track.” Indique “Mono” em “Configuration” e “1” em “Count.” Clique “OK”.

2.

1.

Isto acrescenta um track de áudio mono na nossa janela “Project.”

Isto acrescenta dois novos busses mono, permitindo que o áudio do input do hardware de áudio chegue ao Cubase para gravação.
2. Em seguida, clique na coluna “Device Port” para indicar os inputs de áudio do hardware de áudio para inputs estéreo e mono.

3.

Clique no novo track que você criou e certifique-se que o “Inspector” está aparecendo.

O “Inspector” permite ver e manipular muitas informações do track escolhido.

Agora você deve estar pronto para gravar áudio no Cubase e depois, reproduzir o áudio gravado.

Clique para abrir o “Inspector” e veja a janela “Inspector”

4.

Certifique-se que “Mono In” está selecionado no input do track de áudio, e que “Stereo Out” está selecionado no output do track de áudio. Você pode ter diferentes inputs e outputs baseados no seu hardware de áudio.Veja o capítulo “Conexões VST” no Manual de Operações para informações mais detalhadas. Ajustando “Mono In”, poderemos gravar o áudio do input esquerdo da placa de áudio em um track do

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Tutorial 1: Gravação de áudio

Cubase. Ajustando o output na opção “Stereo Out” poderemos ouvir depois o que gravarmos.

Ajuste de volumes (level)
Temos um contrabaixo tocando por um amplificador, com um microfone na frente do alto falante do amplificador. Este microfone está conectado diretamente no input microfone do Steinberg MI|4. Temos que ajustar o sinal no MI|4, para ter o volume máximo sem “clipar.”
1. Ativando o botão Monitor você pode ouvir o contrabaixo.

Você pode ver e ouvir o áudio chegando no track.

Ligando o clique do metrônomo
Queremos que toque um clique de metrônomo no fundo, enquanto gravamos o contrabaixo, para que a gravação fique alinhada com os compassos e tempos do Cubase.
1. Ative o botão “Metronome/Click” no painel “Transport.”
A coluna azul claro da direita indica o áudio recebido no track.

2.

Agora clique o botão “Record Enable” do track. Ativando o Record Enable do track, o Cubase é informado qual o track que você pretende gravar. Você pode gravar diversos tracks, ativando vários botões “Record Enabled” ao mesmo tempo.

2.

Se quiser dois compassos de contagem antes de começar a gravação, ative também o botão “Precount/Click.”

3. 3. Agora precisamos ajustar o andamento rítmico do nosso projeto. Isto vai afetar a velocidade com que os cliques tocam. Você pode ajustar o andamento abaixo do ajuste de clique.

No “Inspector,” abra a etiqueta “Channel.” Isto apresenta o fader do canal do track escolhido.

Nesta figura, temos o ajuste 125, significando 125bpm (batimentos por minuto).

Clique na indicação da seta para ver o fader do canal.

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Tutorial 1: Gravação de áudio

Você precisa cuidar para que o máximo de volume, que não produza distorção, chegue aos inputs de áudio da placa de áudio. A maioria das placas de áudio tem algum tipo de indicação de volume. Se a sua placa não tem esta indicação, não se preocupe, podemos fazer o ajuste da mesma forma.
Mova o fader para cima e para baixo para que o volume fique suficientemente alto sem acender o vermelho no medidor de sinal (channel meter). Se o volume chegar no vermelho, isto produz a “clipagem” ou distorção. Observe a linha próximo à parte superior do medidor – certifique-se que o volume não passa sobre esta linha!

Realmente é simples assim, mas existem alguns truques para se aprender, de forma que a reprodução seja precisamente o que você deseja.
Carregue o projeto chamado “Playback” que está na pasta “Tutorial 1.”

4.

Para iniciar a reprodução
Existem várias formas de ativar a reprodução no Cubase. • Clique o botão “Play” no painel “Transport.”

• • •

Pressione a barra de espaço no teclado do computador. Você alterna entre Start e Stop. Pressione a tecla [Enter] do teclado numérico do computador. Dê um duplo-clique na metade inferior da régua.

Depois do ajuste do sinal, você está pronto para gravar!

Gravando o contrabaixo
1. 2. Posicione o cursor no começo do projeto. Isto garante que iremos começar a gravar no compasso 1. Clique no botão Record para gravar o contrabaixo. Como o botão “Precount/Click” está ativo, vamos ouvir dois compassos de contagem antes da gravação começar. Clique “Stop” quando terminar. Desligue os botões “Monitor” e “Record Enable” do track, para não ouvir o input, nem gravar no track de agora em diante.
Dê um duplo-clique na metade inferior da régua, onde está indicado o mouse…

3. 4.

Parabéns! Você acabou de gravar o primeiro áudio no Cubase. Siga para a próxima seção para saber como reproduzir o áudio.

… ativando a reprodução

Indique o evento de áudio de nome “Audio 01_01” e indique a opção “Loop Selection” no menu Transport.
A tecla padrão para este comando é [Shift]+[G]. Esta é a forma mais rápida de fazer o loop do evento de áudio, e ativar a reprodução!

Reprodução
Vamos ver como reproduzir o áudio no Cubase. Você pode estar pensando que é simples – basta acionar “Play”.

Para interromper a reprodução
• Clique o botão “Stop” no painel “Transport.”

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Tutorial 1: Gravação de áudio

• • •

Clicando o botão “Stop” duas vezes você move o cursor para a posição no projeto em que deseja iniciar a reprodução. Pressione a barra de espaço no teclado do computador. Isto alterna entre stop e start. Pressione a tecla “0” do teclado numérico do computador.

esas opções na seção “Gravação no modo Cycle” na página 29.

Reprodução cíclica
O Cubase tem a possibilidade de fazer um loop, ou ciclo em uma seção do seu projeto. Para ajustar a posição do ciclo, você precisa ajustar os “locators” da esquerda e da direita.
1. No painel Transporte, ajuste o locator esquerdo em “1” e o locator direito em “5”. Isto informa o Cubase que você quer um “loop” ou ciclo entre os compassos 1 e 5.

A gravação no modo “Replace” não fica sobreposta ao que já existia no track. A gravação interrompe o áudio no ponto que a gravação começa, substituindo o que havia anteriormente. Lembre-se que o áudio que é substituído não é eliminado de forma permanente. Apenas é cortado e retirado, e pode ser recuperado mais tarde.

Teremos um loop de 4 compassos, uma vez que o fim do compasso 4 é o começo do compasso 5.

Gravação no modo “Cycle”
Você pode gravar com a opção “cycle” ligada.
Carregue o projeto chamado “Cycle Recording” que está na pasta “Tutorial 1”.

Locator esquerdo colocado em “1” (indicação da linha superior) e direito colocado em “5” (indicação do local que está a seta). Ciclo ativado.
2. 3. Certifique-se que o botão “Cycle” foi ativado. Clique o botão “Play” no painel “Transport” e o Cubase toca o trecho repetidamente, até você clicar “Stop”. Não esqueça – você pode posicionar os “locators” para ficar em torno do evento desejado, ligue “Cycle” e ative a reprodução usando o comando [Shift]+[G].

Até agora, mostramos como acrescentar tracks, gravar e reproduzir. Agora vamos acrescentar uma guitarra ao contrabaixo, usando a gravação cíclica. Esta forma de gravação permite fazer diversas passagens, e depois escolher qual ficou melhor. Se você ainda não reviu a seção anterior deste tutorial, por favor, revise agora, porque iremos nos mover um pouco mais rápido agora.

Gravando uma guitarra
1. Vamos acrescentar outro track de áudio “Mono.” Veja a descrição na seção “Acrescentando um track mono” na página 26. Agora você terá um track chamado “Audio 01” e um track “Audio 02”. Até agora não nos preocupamos em nomear os tracks, mas vamos fazer isto já.

Gravando modos com o ciclo desligado
Existem três modos para gravar quando o ciclo estiver desligado. O que será feito é chamado de gravação linear. Os três modos são: • Normal • Merge • Replace Para gravação de áudio, as opções “Normal” e “Merge” são iguais. Escolha qualquer uma destas e você pode gravar sobre outro evento de áudio, e o resultado aparece como uma sobreposição. Então, você pode escolher entre os eventos sobreposto, indicando qual irá tocar. Discutimos

2.

3.

Dê um duplo-clique em “Audio 01” e digite o nome “Bass”.

29
Tutorial 1: Gravação de áudio

4.

Dê um duplo-clique em “Audio 02” e digite o nome “Elec Guitar”. Agora está bem melhor.

8.

Sempre é bom nomear os tracks antes de começar a gravar. Desta forma os eventos de áudio assumem o nome do track. Como “Audio 01” foi o nome do primeiro track o evento de áudio foi nomeado “Audio 01_01”. O sufixo “_01” indica que esta foi a primeira gravação do track “Audio 01.” Vamos mostrar como renomear este arquivo de áudio no capítulo “Tutorial 2: Edição de áudio” na página 32.

Clique o botão “L” no painel “Transport” uma vez, assegurando que a gravação começa no “locator” esquerdo (left).

9.

Clique o botão “Record” no painel “Transport”. Enquanto você grava a guitarra, deixe o ciclo repetir pelo menos três vezes, para ter três takes diferentes da guitarra.

10. Clique “Stop” ao terminar. Acabamos de gravar três “takes” de guitarra. Agora vamos ver como escolher o melhor entre os takes. Carregue o tutorial chamado “Cycle Recording 2” que está na pasta “Tutorial 1.”

Escolha entre os diferentes takes
5. Certifique-se que “Cycle” foi ativado, ajuste o “locator” esquerdo em 2 e o “locator” direito em 18. O loop, ou ciclo vai ficar entre os compassos 2 e 18. 1. Mantendo pressionado [Alt]/[Option], dê um clique direito no novo evento de áudio de guitarra que você acabou de gravar e escolha um “take” no submenu “Set to Region”.

6.

No painel Transporte, certifique-se que “Mix (MIDI)” está na opção “Cycle Record Mode”.

Se você der um clique direito sem manter pressionada a tecla de modificação, você vai ver a caixa de ferramentas (toolbox) em vez do menu de contexto. Este comportamento é determinado pela opção “Popup Toolbox on Right Click” do diálogo Preferences (página Editing– Tools). O Cubase gravou todas as passagens que fizemos durante a gravação em modo loop (Cycle). As passagens são chamadas de “Takes”. No nosso exemplo, temos três “takes” diferentes. Vamos escolher qual ficou melhor.

Com este ajuste, você pode gravar a guitarra, e em cada repetição de ciclo, um novo “take” é criado. Depois vamos escolher o melhor “take” e usar como linha da guitarra.

2.
Veja a indicação de gravação em loop (Modo Cycle Record) ao lado de Mix (MIDI).

Escute os diferentes “takes,” depois indique o “Take 1”.

7.

Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” no track “Elec Guitar.”

30
Tutorial 1: Gravação de áudio

Gravação em camadas (Stacked)
A gravação em camadas é similar à gravação “cycle,” mas tem uma diferença — você pode ver os “takes” que gravou, em vez de ficarem escondidos um por baixo do outro.
1. 2. 3. Crie um novo track de áudio “Mono.” Mude o nome do track para “Guitar 2”. No painel Transporte, indique o modo de gravação “Cycle Record —Stacked”.

9.

Abra o diálogo Preferences (página Editing–Audio) e certifique-se que a opção “Treat Muted Audio Events like Deleted” está ativa.

10. Na barra de ferramentas, selecione a ferramenta “Mute,” e você vai poder mudar entre os takes da gravação “stack.”

11. Você está vendo os três takes. Os dois de baixo estão em “mute” (sem som) e o superior está com cor verde (Take 1) e é o que irá tocar.

O menu pop-up de “Cycle Record Mode.”
4. 5. 6. Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” no track “Guitar 2”. Clique o botão “Record” no painel “Transport.”. Ao terminar a gravação, clique “Stop”.

Você irá ver os eventos de áudio gravados, aparecendo um abaixo do outro, como takes separados.
12. Ative o “Mute” no “Take 1” e desligue o “Mute” do “Take 2”.

Desta forma você ouve o “Take 2.” Observe que agora é o “Take” 2 que fica verde.
7. Clique a borda inferior do track “Guitar 2” e arraste para baixo para aumentar o tamanho. melhorando muito a visualização dos takes.

13. Você pode fazer o mesmo para o “Take 3”.

Continue com o próximo capítulo, onde mostraremos como editar o que foi gravado, usando algumas das ferramentas.
8. Desative os botões “Record Enable” e “Monitor.” Carregue o tutorial chamado “Stacked Recording” que está na pasta “Tutorial 1.”

31
Tutorial 1: Gravação de áudio

5 Tutorial 2: Edição de áudio

32
Tutorial 2: Edição de áudio

Procedimentos com Eventos
Nesta seção aprenderemos a editar “eventos” ou “partes.” As edições incluem as funções de renomear (rename), mudar o tamanho (resize), dividir (split), colar (glue), mover (move), copiar (copy), repetir (repeat), silenciar (mute), apagar (erase) e acrescentar efeito de fade.
Carregue o projeto chamado “Event Operations” que está na pasta “Tutorial 2.”

5.

Observe que o evento de áudio agora indica o nome “Bass”.

O nome mudou de “Audio 01_01” para “Bass”.

Renomear — Rename
Olhando os eventos de áudio que gravamos previamente, percebemos que o track de contrabaixo tem um evento de áudio chamado “Audio 01_01”. Isto aconteceu porque o nome do track originalmente era “Audio 01” e o sufixo “_01” indica que este é o 1º arquivo de áudio gravado no track. O segundo arquivo de áudio ficaria com o nome “Audio 01_02”. Arrumar o nome dos arquivos de áudio permite manter o projeto claro e fácil de entender. Vamos renomear o arquivo “Audio 01_01” com o nome “Bass”:
1. Selecione a ferramenta de seleção.

Mudança do tamanho do evento — Resize
Você muda o tamanho dos eventos ajustando o início e/ou o fim do evento. Junto com a ferramenta de divisão (split), é a ferramenta de edição mais usada.
1. 2. Selecione a ferramenta de seleção de objetos. Clique no evento que você deseja ajustar o tamanho. No nosso caso vamos mudar o tamanho do evento “Bass.”

2. 3.

Clique no evento “Audio 01_01”. Certifique-se que “Show Event Infoline” está ativado na barra de ferramentas.

3.

Posicione o cursor sobre um dos quadros na parte inferior esquerda ou direita do evento. Clique e ajuste o evento “Bass” para que fique alinhado com o evento “Elec Guitar_01”.

• O “Event Infoline” fornece informações detalhadas do objeto ou objetos selecionado no display de eventos.
4. Mude o nome de “Audio 01_01” para “Bass” abaixo da palavra “File”.

Isto muda o nome do arquivo de áudio diretamente no hard disk – fácil!

Divisão de eventos — Split
33
Tutorial 2: Edição de áudio

A edição de divisão é usada para cortar eventos. Você pode dividir ou cortar um evento com a opção “Snap” ativa quando quiser alinhar o evento com compassos ou tempos.

direito na barra de ferramentas (a barra superior em que estão os botões de ferramentas).

Divisão com “Snap” desligado
Divisão com “Snap” desligado permite o corte sem qualquer referência em relação a pulsos ou compassos.
1. Selecione a ferramenta de corte (Split).

Isto permite que você mude o que é mostrado na parte superior da janela “Project.” Personalização é a base do Cubase.

2.

Certifique-se que “Snap” está desligado (apagado).

3.

Você agora pode dividir ou cortar o áudio em qualquer lugar, clicando no evento.

Dê um clique direito na barra de ferramentas. Existe mais coisas para ver na tela, abaixo da barra de ferramentas.

4. As linhas indicam as divisões feitas no evento “Bass.” 4. Você pode desfazer os procedimentos, indicando “Undo Split” no menu Edit pelo mesmo número de vezes que você usar a ferramenta de corte. Use esta opção, e certifique-se que não existem mais divisões no evento “Bass.” 5.

Indique a opção “Default” se você mudar algo e quiser voltar para os ajustes padrão. Em seguida, dê novamente um clique direito e escolha “Automation Mode” para que as ferramentas de automação fique escondidas. Agora você pode ver o suficiente para continuar a usar a ferramenta de corte (Split). Com a função “snap” à vista, indique “Grid” no menu popup do Snap, que fica à direita do botão Snap.

6.

Divisão (split) com “Snap” ativo
Ativando o “Snap” o corte ou divisão é feito usando referências temporais. Você pode, por exemplo, cortar os tracks de “Elec Guitar” em compassos ou tempos.
1. 2. Selecione a ferramenta de corte (Split). Certifique-se que “Snap” está ativo.

O “Snap” permite editar nas subdivisões do tempo. O mais comum é usar compassos e tempos. Você pode cortar exatamente no compasso com o “Snap” ativo. Se estiver desligado, você corta em qualquer lugar. Veja mais sobre “Snap” no capítulo “A janela Project” no Manual de Operações.

Uma grade indicará os pontos possíveis de corte.

7.

Em seguida, indique “Bar” como opção do parâmetro “Grid Type”.

3.

Se você tiver problemas para ver outras coisas além dos botões de ferramentas (“Tool Buttons”), dê um clique

Agora o corte apenas pode ser feito a cada compasso.

34
Tutorial 2: Edição de áudio

8.

Você pode cortar o evento “Elec Guitar_01” precisamente nas divisões de compasso. Faça o corte nos compassos 6, 10 e 14.

Deslocamento de eventos (Move)
Vamos mover todos os eventos da janela de projeto do compasso 2 para o compasso 1.
1. Indique a ferramenta de seleção.

Corte (split) com o uso de [Alt]/[Option]
1. 2. Indique a ferramenta de corte (Split tool). Mantenha pressionado [Alt]/[Option] e clique no evento bass no compasso 3 e o tamanho da divisão será repetido até o fim do evento.

2.

Você pode tentar fazer este corte com o “Snap” ligado ou desligado.

Clique e segure o mouse em uma área vazia da janela “Project.” Arraste para selecionar todos os eventos. Quando você soltar o botão do mouse, todos os eventos estarão selecionados.

3.

Indique “Undo Split” no menu Edit e deixe o evento “bass” da forma que estava.

Colagem e união de eventos (Glue)
Usando a ferramenta de cola “Glue tool” você pode reunir eventos que foram cortados com a ferramenta de corte “Split.”
1. Selecione a ferramenta de cola, “Glue tool.” 3. Com todos os eventos selecionados, clique e arraste-os para o compasso 1.

2.

Reuna novamente os eventos da divisão do track “Elec Guitar” clicando imediatamente antes de cada parte da divisão. Certifique-se que foram todos colados.

4.

Clique em uma área vazia da janela “Project” para que nenhum evento permaneça selecionado.

35
Tutorial 2: Edição de áudio

Cópia de eventos (Copy)
Use a cópia de eventos copiando eventos para outras áreas da janela “Project.” Se quiser fazer várias cópias de uma vez, veja “Repetição” na página 36.

copiando, e o ícone muda para uma seta com o sinal “+” indicando que está sendo feita uma cópia.

Uso das funções de cópia (Copy) e recolocação (Paste)
1. Para copiar um evento de áudio, clique no evento desejado e indique “Copy” no menu Edit. No nosso caso, clique no evento “Elec Guitar_01”. Posicione o cursor no ponto do projeto em que deseja fazer a cópia. Colocaremos o cursor no compasso 17. Certifique-se de clicar o track em que deseja colocar a cópia do evento. Indique “Paste” no menu Edit. É possível que você tenha outro track selecionado. Neste caso, o comando “Paste” coloca a cópia em outro track. Sempre observe o track que está selecionado antes de indicar o comando “Paste.”

Repetição
A opção de repetição (Repeat) é uma grande opção para repetir algo continuamente diretamente após o evento que você deseja que repita.
1. Clique o evento “bass” com a ferramenta de seleção. 2. Indique “Repeat” no menu Edit. 3. No diálogo que é aberto, indique quantas cópias deseja acrescentar, digitando o valor no campo “Count.”

2. 3.

4.

Agora você tem dois eventos “guitar.” Observe que também copiamos os takes do track “guitar.” Poderemos usar isto mais tarde.

Uso da tecla [Alt]/[Option]
1. 2. Indique a ferramenta de seleção e mantenha pressionado [Alt]/ [Option]. Iremos copiar os eventos de “Guitar 2.” Lembre-se que são três eventos, empilhados na gravação (gravação “Stack). Selecione todos os eventos de “Guitar 2” clicando e arrastando, como vimos acima. Clique e segure os eventos selecionados, depois arraste para a posição em que deseja a cópia. Então, solte o botão do mouse.

• Você também pode usar a opção “Shared Copies” se quiser. Esta opção cria “aliases” do evento original. Isto significa que você pode alterar o evento original (por processamento ou edição) e as cópias irão refletir esta alteração. Isto economiza muito tempo!
4. Clique “OK” e a repetição é colocada diretamente depois do evento “bass.”

3.

Não se preocupe se o ícone de uma tesoura (“Scissor”) aparecer. Você clica e segura o evento que estiver

36
Tutorial 2: Edição de áudio

Silenciando (Mute)
O uso da função “Mute” em um evento, impede que o evento produza som. Você usa o “Mute” em tracks para que os demais eventos do track continuem a tocar, sem que o evento em “Mute” produza som. Observe que isto é diferente de usar o “Mute” do track.
1. Indique a ferramenta de silêncio (Mute tool).

Acrescentando um “fade”
Acrescentando o fade (variação gradual de volume) em um evento, o evento pode ter o volume subindo gradualmente a partir do zero (fade in) ou reduzindo gradualmente até zero (fade out).
1. 2. Indique a ferramenta de seleção. Clique no evento em que deseja acrescentar o “Fade.”

2.

Clique no evento que deseja silenciar (Mute).

Observe os triângulos azuis que aparecem na parte superior esquerda e direita do evento.

3. 3. Para desligar o “Mute” do evento, clique novamente no evento usando a ferramenta “Mute” e o evento volta ao normal.

Clique em um dos triângulos azuis e mova, para que o “fade” apareça.

• Se você arrastar sobre uma área com a ferramenta “Mute,” você ativa o “Mute” em diversos eventos ao mesmo tempo. Da mesma forma, você pode desligar o “Mute” nos diversos eventos.

Apagar (Erase)
1. Indique a ferramenta de apagar (Erase tool).

4.

Para “fades” mais avançados, dê um duplo-clique na área de fade para abrir o diálogo “fade.” Veja o capítulo “Fades e Crossfades” no Manual de Operações, para mais informações.

2.

Clique nos eventos que deseja apagar.

Dê um duplo clique no trecho da forma de onda à direita, para abrir o diálogo “fade.”

37
Tutorial 2: Edição de áudio

Envoltória de eventos (Envelopes)
O “envelope” é uma curva de volume para um evento de áudio. Permite o ajuste de volume ao longo do tempo.
1. Indique a ferramenta de lápis (Pencil tool). Ao mover o lápis sobre um evento de áudio, um símbolo de curva de volume é mostrado ao lado da ferramenta. Clique no evento “Elec Guitar_01” e observe que um ponto de “envelope” aparece. Clique em várias alturas, alto ou baixo, dentro do evento, e você muda o volume do evento para forte ou fraco. Clique em outros lugares, criando outros pontos.

Normalize
O processamento “Normalize” aumenta o volume de áudio até o volume desejado. Normalmente o ajuste é para que o volume chegue até “0” dB ou “-1” dB produzindo o máximo de volume sem dano para a informação. O uso comum deste processamento é aumentar o volume de áudio de gravações que foram feitas com um volume baixo no input. • Por favor, note que, em algumas situações, esta função pode levar a distorções. Sendo assim, tenha cuidado, e escute o material após o processamento, para saber se o som ficou como você deseja.
Com a ferramenta de seleção, clique no evento de áudio a ser processado. Você pode usar a ferramenta “Range Selection” para indicar o trecho de áudio a ser processado.

2.

3.

1.

Quando você cria outros pontos de “envelope,” você ajusta o volume ao longo do tempo. A forma de onda irá refletir as mudanças que você fizer.

Carregue o projeto chamado “Event Operations 2” que está na pasta “Tutorial 2.” Este projeto tem todas as opções de mudanças de eventos que aprendemos até aqui.

2.

No menu “Audio”– submenu “Process,” indique “Normalize”.

Processamento de áudio
O Cubase tem outras possibilidade de mudança do áudio, além da divisão e mudança de tamanho. Você pode “normalizar” (normalize— ajustar o volume no máximo permitido), reverter (revert— o som toca de trás para frente), mudar a afinação (pitch shift), e mudar a duração (time stretch), apenas para citar alguns. Para a explicação completa de processamentos de áudio, veja o capítulo “Funções de processamento de áudio” no Manual de Operações.
Carregue o projeto chamado “Processing Audio” que está na pasta “Tutorial 2.” 3. Ajuste o controle deslizante indicando a intensidade. Os ajustes “0” db ou “-1” db são os mais comuns.

Você pode processar todo o evento de áudio ou usar a ferramenta de seleção da região (Range Selection Tool) para indicar um trecho do áudio a ser processado.

4.

Clique o botão “Process” e o áudio é “normalizado.”

Vamos mostrar como usar os processamento Normalize e Reverse em um evento de áudio.

Para a descrição dos botões “More” e “Preview,” veja o capítulo “Funções de processamento de áudio” no Manual de Operações.

38
Tutorial 2: Edição de áudio

Reverse
O comando “Reverse” reverte o áudio selecionado. O som fica como se você tocasse uma fita gravada no sentido contrário.
1. Com a ferramenta de seleção, clique no evento de áudio a ser processado. Neste caso, vamos indicar o evento “bass.” Você também pode usar a ferramenta “Range Selection” e indicar um trecho do áudio para o processamento. No menu “Audio” – submenu “Process,” indique “Reverse”. Se você copiou eventos na janela “Project” esta caixa de diálogo irá abrir. A caixa pergunta se você quer alterar também os eventos copiados (Continue) ou se uma nova versão deve ser criada, de forma que apenas o que foi selecionado é afetado (New Version).

O diálogo “Offline Process History” mostra os processamentos que foram aplicados ao evento de áudio.

2. 3.

• Você pode clicar em “Modify” para mudar os ajustes de “Normalize”. • Você pode substituir o “Normalize” com outro processamento, selecionando a função no menu pop-up e clicando “Replace By”. • “Remove” é usado para eliminar um processamento da lista. •O botão “Deactivate” alterna “Deactivate” e “Activate”, permitindo ignorar (bypass) um processamento temporariamente sem remover o processamento.

4.

Clicando em “Continue” ou “New Version” o processamento “reverse” é realizado.

• Para mais informações veja o capítulo “Processamento de Áudio e Funções” no manual de operações.

Histórico do processamento Offline (Offline process history)
No processamento de áudio, o áudio não sofre alterações permanentes. Em vez disso, o Cubase memoriza as alterações e registra cópias de segurança (backups) dos arquivos. Você pode cancelar um processamento, fazer alterações, trocar um processamento com outros efeitos ou remover todo um processamento. Isto é feito nos bastidores, e você pode acessar o que foi feito com o diálogo “Offline Process History”. Nós processamos o evento de áudio “Bass” com “Normalize” e “Reverse”. Clique no evento “Bass” para que fique selecionado e indique “Offline Process History…” no menu “Audio”.

39
Tutorial 2: Edição de áudio

6 Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

40
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

Introdução
Neste capítulo, vamos acrescentar mais instrumentos na música. Nos tutoriais anteriores, já gravamos áudio. Agora vamos gravar MIDI. Existem duas formas em que o som MIDI pode aparecer no Cubase: com instrumentos virtuais, que são sintetizadores dentro do computador, ou usando um hardware MIDI tradicional. Este tutorial irá focalizar instrumentos virtuais, e o capítulo “Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos” na página 50 mostra como gravar usando um sintetizador externo.

3.

Verifique se o “Inspector” está aparecendo.

4.

Criação do track de instrumento
Carregue o projeto chamado “Recording MIDI 1” que está na pasta “Tutorial 3.” 1. Vamos começar acrescentando uma parte de cordas na música. A partir do menu “Project” – submenu “Add Track,” indique “Instrument.” Nas versões anteriores do Cubase, você precisaria de um track MIDI com o endereçamento (roteamento) para o instrumento virtual, que fica na pasta da janela “VST Instruments.” Você ainda pode usar este método, mas os tracks de instrumentos são bem mais convenientes.

Clique no campo do nome do track de instrumento. Deve ser o único track de instrumento criado, por isso o nome deve ser “HALionOne 01”. Dê um duplo-clique neste nome e digite “Strings”.

5.

Clique no botão “Edit Instrument” para abrir o painel de controle de “HALionOne”.

2.

No menu pop-up “Instrument,” indique “HALion-One”, depois clique “OK”.

6.

Um track de instrumento é criado abaixo o track selecionado na janela “Project.”

Se você quiser que “HALionOne” fique sempre sobre as outras janelas de trabalho, dê um clique direito na barra próximo da parte superior do instrumento e indique “Always on Top”.

Dê um clique direito no botão, e indique “Always on Top.”

41
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

Navegação pelos sons
Iremos carregar sons no instrumento virtual “HALionOne”.
Carregue o projeto chamado “Recording MIDI 2” que está na pasta “Tutorial 3.” 1. Clique o botão “Preset” em “HALionOne” e indique “Load Preset” no menu pop-up.

Gravação MIDI
Agora que temos o nosso som, vamos gravar algo. A gravação de MIDI bastante similar à gravação de áudio, veja o capítulo “Tutorial 1: Gravação de áudio” na página 23.
1. Certifique-se que seu teclado MIDI está conectado ao computador, diretamente por USB ou usando uma interface MIDI. Veja o capítulo “Ajuste o seu sistema” na página 14 para informações sobre o ajuste do MIDI no computador. Queremos que teclado MIDI seja roteado para este track e toque o “HALionOne”. Certifique-se que o “Inspector” é mostrado para podermos ver o roteamento de input e output MIDI. Em seguida, no menu pop-up “input routing,” indique o input MIDI a ser usado. A maioria das pessoas deixa este ajuste na opção “All MIDI Inputs” para não se preocupar sobre qual input vai para qual lugar. A opção “All MIDI Inputs” usa o sinal MIDI de todos os inputs e endereça para este track. Existem alguns casos em que não se deve fazer isto, mas em 99% do tempo, é seguro usar esta opção.

2.

3. 2. Na seção “Category,” certifique-se que “Strings” está selecionado, e desmarque qualquer outra coisa, e clique em “Strings”. Em “Sub Category” clique em “Synth”. Você vai filtrar a lista para mostrar apenas cordas sintetizadas. Escolha um som de corda na lista da direita,.

4.

Abaixo do menu pop-up do roteamento de MIDI input, você ajusta o “MIDI output.” O ajuste aqui deve ser o instrumento virtual “HALionOne”. Se, por qualquer razão, você precisar mudar este ajuste para outro instrumento, o ajuste pode ser feito aqui. Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” no track e toque algumas notas no seu teclado MIDI. Você deve ver e ouvir o sinal MIDI chegando diretamente no track.

5.

Ajustando o track com “Record Enable” possibilita que o Cubase saiba que você deseja gravar neste track. Você pode ter diversos tracks com “Record Enabled” ativado ao mesmo tempo.

42
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

6. 7.

Ajuste o “locator” esquerdo no compasso “1” e o “locator” direito no compasso “57”. Certifique-se que “Cycle” está desligado. Iremos gravar sem o “loop.” Veremos a gravação MIDI com “Cycle” na seção “Gravação Cycle” na página 44. Pressione [1] no teclado numérico do computador. Isto move o cursor para o “locator” esquerdo. Clique o botão “Record” e grave alguns compassos de música.

Para interromper a reprodução
• • • • Clique o botão “Stop” no painel “Transport.” Clicando o botão “Stop” duas vezes você move o cursor para a posição no projeto em que deseja iniciar a reprodução. Pressione a barra de espaço no teclado do computador. Isto alterna entre “Stop” e “Start.” Pressione a tecla “0” do teclado numérico do computador.

8. 9.

Reprodução em loop (Cycle)
O Cubase permite fazer um “loop” ou “ciclo” no projeto. Para indicar o trecho que fica repetindo, você usa dois “locators,” um na esquerda e outro na direita, indicando os extremos do ciclo.
1. No painel Transporte, ajuste o locator esquerdo em “1” e o locator direito em “5”.

10. Clique o botão Stop quando terminar. 11. Desative os botões “Monitor” e “Record Enable” no track, para não ouvir o input nem gravar novamente neste track.

Parabéns! Você fez sua primeira gravação MIDI no Cubase. Siga para a próxima seção para saber como reproduzir a gravação MIDI.

Isto informa ao Cubase que você deseja fazer um ciclo entre os compassos 1 e 5. Teremos então um “loop” de 4 compasso, uma vez que o fim do compasso 4 é o começo do compasso 5.

Reprodução MIDI
Veja agora, como reproduzir o MIDI no Cubase. Pode parecer simples – basta acionar “Play”. E na verdade é simples, mas existem truque a aprender, para que a reprodução do que você deseja seja feita com precisão.
Nesta seção, carregue o projeto “MIDI Playback” que está na pasta “Tutorial 3.”

Locator esquerdo em “1,” linha superior. Locator direito em “5”. “Cycle” ativado (segundo botão da direita para a esquerda).
2. 3. Certifique-se que “Cycle” foi ativado. Clique o botão “Play” no painel “Transport” e o Cubase toca em loop, repetindo até que você clique “Stop.”

Para ativar a reprodução
• Clique o botão “Play” no painel “Transport.”

• • • •

Pressione a barra de espaço no teclado do computador. Você alterna entre “Start” e “Stop.” Pressione a tecla [Enter] do teclado numérico do computador. Dê um duplo-clique na metade inferior da régua. Selecione o evento MIDI chamado “Strings” e indique “Loop Selection” no menu “Transport.”
A tecla padrão para este comando é [Shift]+[G]. Esta é a forma mais rápida de ativar o loop no evento MIDI e ativar a reprodução!

43
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

Modos de gravação com “Cycle” desligado
Existem três modos de gravação quando “Cycle” está desligado. Estas formas de gravações são chamadas de “gravação linear.” • Normal A gravação “Normal” permite gravar sobre gravações MIDI anteriores. Você poderá ver as partes MIDI na tela, uma sobre a outra. A gravação anterior é conservada, mas os dados ficam em eventos separados. • Merge A gravação “Merge” conserva dados MIDI de gravações anteriores no mesmo track. Este tipo de gravação é bastante usado para gravação da parte de bateria. Grava-se um instrumento por vez, começando com bumbo, depois caixa, depois chimbau, etc. Os dados MIDI são reunidos como uma única parte MIDI. • Replace A gravação “Replace” substitui o MIDI que estava gravado anteriormente no track.

5.

No painel Transporte, certifique-se que “Mix (MIDI)” está indicado em “Cycle Record Mode”.

Faça assim para gravar a bateria, e em cada repetição do ciclo, o MIDI é acrescentado na mesma parte. Isto facilita a criação de ritmos complexos na gravação da bateria.

Modos de gravação “Cycle”

6.

Ative o botão “AUTO Q”. Isto automatiza a função “quantize” que alinha os eventos MIDI com o pulso da gravação. Uma boa opção se não estivemos tocando com muita precisão.

7.

Agora, precisamos indicar a definição do “quantize.” Isto permite que o Cubase saiba como alinhar as notas MIDI. Indique a opção “1/8” no menu pop-up “Quantize Type.”

Gravação Cycle
A gravação MIDI também pode ser feita com “Cycle” ativado.
Carregue o projeto chamado “Cycle Recording MIDI” que está na pasta “Tutorial 3.” 8.

Gravando uma bateria MIDI
1. Vamos acrescentar outro track “Instrument” e indicar “HALionOne” como o instrumento a ser usado. Veja como, na página 41, em “Criando um track de instrumento”. Clique o campo “program” da janela “Inspector” e carregue um som de bateria, que você escolher, entre as opções da categoria “Drums&Perc”, sub-categoria “Drumset”. Altere o nome do novo track para “Drums”. Certifique-se que Cycle foi ativado e ajuste o locator esquerdo em “9” e o locator direito em “13”. 9.

Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” no track “Drums.” Clique o botão “L” no painel “Transport.” uma vez. Isto garante que a gravação comece no “locator” esquerdo.

2.

10. Ative o botão “Record” no painel “Transport” e vamos gravar o chimbau na primeira passagem, o bumbo na segunda passagem e a caixa na terceira passagem. 11. Acione “Stop” ao terminar.

3. 4.

12. Agora desloque e copie esta parte de bateria, de forma que o resto da música tenha a batida da bateria.

Assim a gravação em loop acontece entre os compassos 9 e 13.

44
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

O deslocamento e cópia foram vistos no capítulo “Tutorial 2: Edição de áudio” na página 32.

2.

Nós queremos que a música comece com chimbau e bumbo. Apague a caixa clicando uma vez e mantendo o mouse pressionado, enquanto arrasta sobre as notas de caixa.Selecione os compassos 1 a 8.

Esta forma de seleção é também chamada de “laço.”

13. Cole todas as partes em uma só. A ferramenta de cola foi vista no capítulo “Tutorial 2: Edição de áudio” na página 33. 3. Pressione a tecla [Delete] para apagar as notas da caixa (snare). Amplie a imagem (Zoom in) no compasso 1 e apague todas as notas de chimbau (hit-hat) com a ferramenta “Erase” do “Key Editor” para que você ouça apenas as semínimas. Agora apague todas as outras notas de chimbau dos compassos 2 a 8 usando o método que desejar.

O “Key Editor”
O “Key Editor” é onde você pode alterar dados MIDI
Carregue o projeto chamado “Key Editor” que está na pasta “Tutorial 3.”

4.

5.

Apagando notas MIDI
1. Dê um duplo-clique na parte “Drums” abrindo o “Key Editor.”

Aqui nós podemos ver as notas da bateria alinhadas com o a figura de um teclado, que fica à esquerda. Na parte inferior, temos a intensidade (velocity) de cada nota MIDI, e na parte superior, temos a régua de tempo..

Cópia de notas MIDI
Vamos copiar as notas MIDI do compasso 1 para os compassos 2 até 8.
1. Selecione as notas de chimbau do compasso 1. Mantenha pressionado [Alt]/[Option] e arraste as notas do compasso 1 para o compasso 2. Isto copia as notas para o compasso 2.

Teclado e régua de tempo

2.

Continue copiando até o compasso 9.

45
Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

Crie ou desenhe notas MIDI
Agora vamos desenhar um prato de virada (crash) no compasso 25.
1. Navegue até o compasso 25 e clique no teclado de piano no lado esquerdo da tela “Key Editor.” Clique nas várias teclas até ouvir o som de prato de virada que deseja criar. Uma boa opção é a nota C#2.

1.

Para poder ver “Controller Lane” clique o botão “Controller Lane Presets” na parte inferior esquerda de “Key Editor.”

2. 3. 4.

Indique a opção “Velocity Only” para ver apenas a intensidade das notas. Você pode escolher a informação MIDI a ser visualizada ou alterada no menu pop-up. Você também pode indicar a opção “Setup” para ver outros controles.

2.

Selecione a ferramenta de lápis (Pencil) da janela “Key Editor” e desenhe uma nota do prato de virada no compasso 25 clicando e arrastando um compasso inteiro.

5.

Clique e arraste em “Controller Lane” para indicar as novas intensidades (velocity) das notas. Você também pode fazer desenhos em curvas e planos inclinados usando a ferramenta Line em seus diversos modos.

Clique e arraste com o lápis

A edição com ”Controller Lane”
Esta edição, permite que você use linhas para alterar dados MIDI. Você pode desenhar curvas com a função “Controller Lane” e isto permite que você acrescente ou modifique as variações do MIDI em dados como velocity e controles. O uso mais comum é nas edições de velocity, pitch bend e números de controle para filtro, etc. Se a intensidade (velocity) MIDI está muito alta ou muito fraca em algumas notas, você pode ver e editar este valor na parte inferior da janela “Key Editor.”

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Tutorial 3: Gravação e edição de MIDI

7 Tutorial 4: Trabalhando com loops

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Tutorial 4: Trabalhando com loops

O navegador de loops: Loop Browser
O “Loop Browser” permite que você tenha uma única janela para acesso fácil e rápido a todos os loops. Na janela “Loop Browser” você pode procurar arquivos de áudio, usar etiquetas para categorias, acrescentar arquivos de áudio no andamento do projeto que estiver aberto, além de outras possibilidades.
Carregue o projeto chamado “Loops” que está na pasta “Tutorial 4.”

4.

Clique o botão “Play” para escutar o “loop.” A opção “Play in Project context” permite ouvir o loop no andamento do projeto. Isto é útil se o loop que você estiver escutando tiver um andamento diferente do que está em uso no projeto.

Auto Play – o segundo botão superior, da direita para a esquerda faz com que a reprodução do loop comece automaticamente quando você indicar um arquivo. Veja na parte superior esquerda os controles “Audition” (Start, Stop, Pause, Cycle e controle deslizante de volume)

Acrescentando loops
1. Indique a opção “Open Loop Browser” no menu “Media.”
Procure os “loops” nestas listas. Escute os “loops” que ficam selecionados. Ative o botão “Play in Project Context,” que é o botão no canto superior direito.

5.

Se você tiver muitos loops, você pode procurar entre eles usando a opção Filter que fica na parte superior da seção “Viewer.”

6.

Quando encontrar um loop que queira usar, arraste-o e solte no projeto. Se você não criou um track de áudio para o loop, um track é criado automaticamente neste momento.

2.

Depois que o “Loop Browser” terminar de verificar seu hard disk(s) para arquivos de loop, os loops são apresentados na seção “Viewer.” Indique um arquivo “loop” na seção “Viewer” e você irá ver o arquivo graficamente abaixo, na seção “Scope.”
Arraste do “Loop Browser” para o projeto.

3.

7.

Altere o nome do novo track para “Loop 1”.

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Tutorial 4: Trabalhando com loops

Para fazer cópias
Agora que já temos um “loop” vamos fazer cópias do mesmo usando a função “Repeat.”
1. 2. 3. 4. Clique no evento superior da janela “Project,” selecionando-a. Indique “Repeat” no menu Edit. No diálogo que é aberto, ajuste o campo “Count” com o valor “13”. Clique “OK”. O loop é copiado 13 vezes, e todas as repetições são colocadas alinhadas, uma após a outra.

Inserção no projeto
Iremos acrescentar mais um loop. Desta vez usaremos o comando “Insert into Project.”
1. 2. Crie um novo track de áudio estéreo. Altere o nome do track para “Loop 2,” certifique-se que o track está selecionado, para usar o comando “Insert into Project” no track. Posicione o cursor no local onde deseja a inserção do loop. Neste caso, indicaremos o compasso 9. No “Loop Browser,” dê um clique direito no loop desejado e indique “Insert into Project at cursor”. Isto insere o loop na janela “Project” no compasso 9, no track “Loop 2.”

3. 4.

5.

Use o comando “Repeat” para repetir o loop até o fim do projeto.

Você deve ler sobre “Loop Browser” no capítulo “MediaBay” no Manual de Operações.

49
Tutorial 4: Trabalhando com loops

8 Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos

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Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos

Introdução
Neste tutorial vamos mostrar como ajustar seus aparelhos MIDI, e como gravar estes aparelhos no Cubase. Você precisa ter um teclado MIDI para a reprodução de dados MIDI transmitidos pelo Cubase, e as gravações de áudio para processamento posterior na mixagem final. O aprendizado do uso das ferramentas corretas torna estes passos mais fáceis. Acrescentando instrumentos externos você pode ter o áudio de um teclado MIDI conectado diretamente no input da sua placa de áudio para que o Cubase possa monitorar e gravar o sinal em tempo real.

3.

Agora, vamos acrescentar o “MIDI output” para “K2000”. Selecione esta opção no menu pop-up “Output.” Isto será muito útil logo mais!

4.

Feche o “MIDI Device Manager” quando terminar.

Ajuste de aparelhos MIDI
Primeiro vamos ajustar os aparelhos MIDI que você conectou ao computador. Por favor, note que cada passo pode variar, e você deve ler detalhes no Manual de Operações para que tudo fique 100% da forma que deseja. Este tutorial explica um ajuste básico com a interface Steinberg MI4 e um teclado Kurzweil K2000.
Carregue o projeto chamado “External MIDI 1” que está na pasta “Tutorial 5.” 1. 2. Comece abrindo “MIDI Device Manager” no menu “Devices.” Em seguida, clique o botão “Install Device,” de forma que você possa acrescentar o K2000. Indique-o na lista, depois clique “OK”.

O “MIDI device” contém todas as informações necessárias para você indicar “patches” no aparelho MIDI que você estiver usando. Se o seu equipamento estiver na lista, indique-o. Se o seu equipamento MIDI não está na lista, você pode indicar a opção “Define New…” e criar uma descrição do equipamento. Para isso, leia o pdf “MIDI Devices,” para informações mais detalhadas.

Ajuste de conexões “VST” para instrumentos externos
Agora já temos todos os aparelhos MIDI ajustados e podemos ajustar os inputs de forma que você possa ouvir o áudio do output do teclado tocando através dos inputs de áudio do Steinberg MI4. Isto é o que chamaremos “instrumentos externos”: permitir que seus instrumentos MIDI toquem no Cubase.
Carregue o projeto chamado “External MIDI 2” que está na pasta “Tutorial 5”. 1. 2. 3. No menu “Devices,” indique “VST Conections”. A tecla padrão para este comando é [F4]. Abra a etiqueta “External Instruments.” Clique no botão “Add External Instrument” e digite “K2000” no campo “Name.” Você pode usar qualquer nome que quiser, se tiver outros equipamentos, diferentes dos usados neste tutorial. Queremos que o áudio do K2000 seja estéreo. Isto significa que termos que conectar fisicamente cabos de áudio do output do K2000 ao input do hardware de áudio. Indique “1” em “Stereo Return(s)” uma vez que o K2000 tem output esquerdo (left) e direito (right).

Você pode ter outro teclado, que não o K2000, que pode estar na lista. Neste caso, indique o seu teclado.

4.

51
Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos

5.

Nós criamos um equipamento MIDI anteriormente, por isso, clique em “Associate MIDI Device” e indique “K2000”.

10. Em “instrument”, indique o instrumento externo que criamos. No nosso caso será “K2000”. Em “count” indique “1”.

Para criar um equipamento MIDI (MIDI Device, se você não achou o seu equipamento na lista), indique “Create Device”.

11. Clique “OK” para fechar o diálogo.

6. 7.

Clique “OK” para fechar o diálogo. Você precisa fazer o ajuste correto de inputs e outputs para o bus do seu novo instrumento externo na coluna Device Port.

Agora vamos para a próxima seção monitorar o instrumento externo. Vamos também escolher o som e gravar no formato MIDI.

É assim que o bus do instrumento externo deve ficar.

Monitoração de instrumentos MIDI externos
Carregue o projeto chamado “External MIDI 3” que está na pasta “Tutorial 5.” 1. 2. Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” no track “K2000.” Toque algumas notas no teclado do K2000. Você verá os indicadores MIDI do painel “Transport” acender, e poderá ouvir o K2000 tocando através do Cubase. Toque qualquer teclado que você tenha criado em “MIDI Device Manager” para este tutorial.

8.

Feche a janela “VST Conections” e indique o track “Loop 2.”

Vamos acrescentar um novo track. Indicando o track “Loop 2,” o novo track é acrescentado abaixo deste.

Escute o som do K2000 tocando através do Cubase, e observe os indicadores MIDI in e MIDI out .

3.

9.

Abra o menu “Project” e, no submenu “Add Track,” indique “Instrument”.

Vamos mudar o nome do track “K2000” para “Piano” e vamos gravar o piano neste track. Isto não altera o nome do instrumento externo na janela “VST Conections,” altera o nome apenas na janela “Project.” Lembre-se que criamos o aparelho MIDI, ou “MIDI device” no “MIDI Device Manager.” Com a indicação de “MIDI Device” diversas informações, sobre nomes de patchs, bancos e outras informações ficam disponíveis. Isto irá ajudar, pois já temos todos os nomes de programas do K2000 à disposição. Clique no botão “Programs” no

4.

52
Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos

“inspector” e indique a opção “Stereo Grand” para termos um som de piano.

2.

Se estiver usando outro equipamento MIDI neste tutorial, indique um som de piano do equipamento que você estiver usando.

Se o sinal estiver fraco, você pode clicar no botão “Edit Instrument” e mover o slider “Return Gain” para ajustar o volume do instrumento externo.

3.

Clique o botão “Record” no painel “Transport” e grave uma linha de piano.

4. Clique o botão “Stop” quando terminar.

Pronto. Agora estamos monitorando e tocando o instrumento externo. Você pode acrescentar efeitos e EQ ao instrumento externo como se fosse um instrumento virtual ou um track de áudio. Faremos isso no próximo tutorial. Agora, vamos gravar MIDI.

5.

Desative os botões “Record Enable” e “Monitor” do track “Piano” para deixar de ouvir o sinal do input e para não gravar acidentalmente.

Gravando MIDI e instrumentos externos
Carregue o projeto chamado “External MIDI 4” que está na pasta “Tutorial 5.” Vamos gravar MIDI no track do instrumento.
1. Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” do track “Piano,” se ainda não estiverem ligados.

Parabéns! Você acabou de gravar o primeiro instrumento MIDI externo. Vá para o próximo tutorial onde veremos mixagem, EQs, efeitos, automação e exportação.
Carregue o projeto chamado “External MIDI 5” que está na pasta “Tutorial 5” para ouvir todas as alterações que fizemos até aqui.

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Tutorial 5: Instrumentos MIDI externos

9 Tutorial 6: Mixagem e efeitos

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Tutorial 6: Mixagem e efeitos

Introdução
Nesta seção partiremos do resultado dos 5 tutoriais e faremos uma mixagem, com o volume correto, equalização e efeitos. A automação será acrescentada, e depois, exportaremos o áudio resultante.
Carregue o projeto chamado “Mixing 1” que está na pasta “Tutorial 6.”

Fader de canal, Medidor do canal, Valor de pico no medidor de canal

Ajuste de volume
Primeiro vamos ajustar os volumes do projeto. Isto permite ter um equilíbrio (balanço) preliminar da mixagem, para acrescentarmos a equalização (EQ) e os efeitos em seguida. 1. Indique o “Mixer” no menu “Devices.” A tecla padrão para este comando é [F3].
2. Apenas Cubase: Esconda os canais de input da vista (não iremos usar estes canais agora), clicando o botão “Hide Input Channels” no painel comum da esquerda do Mixer.

6.

Você também pode ajustar o fader fazendo um duploclique na área “Channel Level” (volume do canal) e digitando o valor desejado. Cuidado com o volume máximo produzido no movimento dos faders, para conseguir o máximo de volume sem “clipar.” Você sabe o que é “clipar”: quando o indicador “CLIP” acende no ouptut do canal. Se isto acontecer, reduza o volume e clique em “CLIP”. Assim, você apaga a indicação do aviso.

7. 3. 4. Clique o botão “Play” no painel “Transport” e escute a mixagem. Mova os faders de cada track para ouvir cada track da forma que desejar.

5.

Se por qualquer razão você precisar voltar o fader para 0dB (ajuste padrão), você pode fazer um “[Ctrl]/[Command]clique” diretamente na área do fader.

• Agora que ajustamos os volumes, vamos ver o ajuste de pan (panorama).

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Tutorial 6: Mixagem e efeitos

Ajuste de panorâmica
Carregue o projeto chamado “Mixing 2” que está na pasta “Tutorial 6.” 1. Ajuste o pan de cada track movendo a posição do som na mixagem estéreo. Você pode deixar o sinal no centro, entre alto-falantes esquerdo e direito, ou desviar o som para a esquerda e direita, ou deixar completamente no alto falante esquerdo ou direito.

Isto deixa a seção de ritmo ampla, com um som mais distribuído no espaço.

Agora que resolvemos o pan, vamos ver como usar Mute e Solo.
2. Com um clique-direito na área do controle de pan de alguns tipos de track você terá três opções de pan. As opções de pan estão descritas em detalhes no capítulo “O Mixer” no Manual de Operações.

Mute e solo
Carregue o projeto chamado “Mixing 3” que está na pasta “Tutorial 6.”

Em cada track existe um botão “M” de “mute” e “S” de “solo.” O “Mute” evita que o track produza som, e o “Solo” faz com que apenas o track (ou tracks) com o “S” aceso toque.

• Para voltar o pan para o centro (posição padrão), use “[Ctrl]/[Command]-clique” em qualquer lugar da área do controle de pan.
3. Vamos ajustar o pan das duas guitarras, uma levemente para a esquerda, e outra para levemente a direita. Isto distribui o som.
Botões Mute e Solo

• • •

Você pode ter diversos tracks em “Mute” ou “Solo” ao mesmo tempo. Com o track em “Solo” os demais tracks ficam em “Mute.” Se você quiser apagar/desativar todos os mutes ou solos, clique no botão “Deactivate all Mute” ou “Deactivate all Solo” no painel comum da esquerda do Mixer.

4.

Mantenha o track “Drums” no centro, e mova “Loop 1” um pouco para a esquerda e “Loop 2” um pouco para a direita.

Existem situações em que você deseja que alguns tracks toquem mesmo que outro track esteja com “Solo” ativo. Se você usar [Alt]/ [Option]-clique em no botão “S,” o track é colocado no modo “Imune a Solo.” Isto permite que o track continue a tocar mesmo que outro track esteja em solo. Para

56
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

desativar este modo imune ao solo, basta usar [Alt]/ [Option]clique novamente.

Clique na área da curva de EQ para ligar o EQ. Clique o botão “EQ Band Active” para ligar um EQ.

Isto completa o que veremos de mute e solo por enquanto; vamos agora continuar com a equalização, ou “EQ.”

Acrescentando Equalização (EQ)
Carregue o projeto chamado “Mixing 4” que está na pasta “Tutorial 6.”

EQ ou equalização é o um processamento que amplifica ou atenua freqüências para que você possa colocar cada instrumento corretamente na mixagem. EQ é um ajuste subjetivo, e pode ser bastante influenciado pelo estilo da música que você estiver mixando. Vamos percorrer os recursos de equalização (EQ) que o Cubase tem a oferecer, mas você deve experimentar e tentar outros presets na sua mixagem.
1. Ative “Solo” no track “Drums” e clique o botão “Edit Instrument Channel Settings.”

4.

Clique e mova os pontos EQ para cima, para baixo, para a direita ou para a esquerda. Movendo o ponto EQ para cima ou para baixo, você aumenta ou reduz o ganho do EQ. O ganho faz cada EQ em particular mais intenso ou mais suave. O “EQ Band Gain” na parte inferior da janela EQ indica o valor do ganho.

Caso você mantenha pressionado [Ctrl]/[Command], você pode restringir o movimento do EQ, para que seja apenas para cima e para baixo.

2.

Isto abre a janela de ajustes de canal (Channel Settings), onde você pode, por exemplo, fazer os ajustes de “EQ.” Coloque uma seção da música em loop para poder ouvir as mudanças produzidas no som pelos ajustes de equalização que você fizer.

• Existem quatro bandas de EQ em cada track.
3. Clique o botão “EQ Band Active” de cada “EQ” para que fiquem ligados. Você também pode clicar na área das curvas de EQ para ligar o EQ.
Mova o EQ para cima ou para baixo para aumentar ou reduzir o ganho. Valor do ganho em “EQ Band Gain” fica indicado na parte inferior.

5.

Movimentando o ponto de EQ para a direita ou esquerda muda a freqüência do EQ. O ajuste “EQ Band Freq” da parte inferior da janela EQ informa o valor da freqüência. Caso você mantenha pressionado [Alt]/[Option], você pode

57
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

restringir o movimento do EQ de forma que seja apenas para a direta e esquerda.

8.

Você pode desativar (bypass) a ação de EQs clicando no botão “Bypass Equalizers.” Se você usar [Alt]/[Option]clique, você faz o “reset” do EQ. Uma janela de diálogo abre para confirmar se você deseja o reset de EQs. Se você tiver certeza, e quiser confirmar, clique “Yes”.

6.

Mantendo pressionado [Shift] enquanto se movimenta o ponto EQ para cima ou para baixo, altera a qualidade do EQ. Este ajuste pode ser chamado de amplitude do EQ. A indicação “EQ Band Q” da parte inferior da janela EQ informa o valor deste ajuste.

Experimente com EQs em todos os tracks deste tutorial. Uma boa dica de quando usar o EQ é que, em geral é melhor retirar volume com o uso do EQ (reduzir o ganho) que acrescentar.
Fizemos muitas mudanças de EQ neste tutorial. Escute e veja as alterações carregando o projeto “Mixing 5” que está na pasta “Tutorial 6.”

Vamos agora prosseguir para os efeitos.

Efeitos de áudio
Carregue o projeto chamado “Mixing 6” que está na pasta “Tutorial 6.”

Vamos começar a usar alguns efeitos. Podemos acrescentar efeitos inserindo o efeito diretamente no track, ou podemos criar um canal “FX” e usar “auxiliar send” de cada track para mandar o sinal para o canal FX.
7. O botão “Preset Management” permite que você registre e recupere ajustes “presets.” Escolha na lista a opção que produz o som mais próximo ao desejado e faça apenas pequenos ajustes. Depois, você pode fazer o registro do seu ajuste como um novo “preset.

Efeitos de inserção (Insert)
1. 2. Deixe o Mixer aberto. Você pode abrir o “Mixer” pelo menu Devices ou pressionando [F3]. Ative a reprodução em loop (ciclo) da seção da música para que você possa ouvir tudo e perceber as mudanças. O projeto tutorial tem locators e ciclos já ajustados para isso. Mude estes ajustes se desejar.

58
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

3.

Clique no botão “Edit Audio Channels Settings” no track “Bass” para abrir a janela “VST Audio Channel Settings.”

Canais FX
Agora vamos mostrar como criar e usar canais “FX”
1. Feche o Mixer e indique “FX Channel” no submenu “Add Track” do menu “Project.”

4.

Usaremos o efeito “Compression” no track “Bass” para deixar o volume com menos flutuações. Clique no slot “Select Insert Type 1” e indique a opção “Compressor” no submenu “Dynamics.”

2. 3.

Indique “Stereo” em “Configuration”, indique o efeito “StereoDelay” e clique OK. Iremos colocar um efeito delay (eco) no track “Elec Guitar.” Vamos ajustar o delay de forma que os lados esquerdo e direito tenham atrasos diferentes. Verifique para que “Mix” fique ajustado em “100.0”. Ajustando o delay estéreo com diferenças entre o lado esquerdo e direito resulta em um efeito mais dinâmico.

4.

Para o ajuste do delay, clique o botão “Edit Channels Settings” do track “Elec Guitar.”

5.

Faça os ajustes da compressão. No final desta seção, você poderá carregar o próximo tutorial que terá todas as alterações que fizemos.

5.

Indique “FX 1-StereoDelay” no menu pop-up “Select Send Destination.”

59
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

6.

Clique o botão “Activate Send 1” para ligar o “send.” Isto permite que você mande o sinal da guitarra para o “StereoDelay”.

Sobre a automação
A automação permite fazer com que objetos como botões e fader se movam sozinhos. Isto é muito útil porque você pode informar ao Cubase quais mudanças devem ser feitas em que momento, e as mudanças são lembradas e ocorrem novamente sem precisar da sua atenção.
Carregue o projeto chamado “Mixing 7” que está na pasta “Tutorial 6.” 1. Criamos previamente um “fade in” (aumento gradual do volume) no track “Elec Guitar.” Vamos retirar o “fade” deste evento de áudio, e criar uma automação para substituir o “fade.”

7.

Movimente o slider para a direita aumentando o volume do envio (send) para o efeito “StereoDelay.” Você irá começar a ouvir o eco na guitarra. Clicando o botão “S” (solo) do track você pode ouvir o que está acontecendo mais claramente.

Aproxime (Zoom in) para podermos ver o primeiro evento de áudio mais claramente.

8.

O interessante dos canais FX, é que o canal parece e funciona como um canal de áudio regular. Quando você ajusta o EQ de um canal FX, apenas este efeito é alterado pelo EQ. No nosso caso, alterando o EQ em “FX 1 – StereoDelay,” o canal FX, apenas o EQ do delay é modificado.

2. 3.

Selecione o evento e indique a opção “Remove Fades” no menu “Audio.” Clique o botão “Show/Hide Automation” no canto esquerdo do track. Você pode precisar mover o mouse sobre o botão da área esquerda até que o botão apareça, porque este é um botão que aparece apenas quando você precisa dele.

4. 5.

Selecione a ferramenta de lápis (Pencil tool). No subtrack que aparece abaixo do evento de áudio, use a ferramenta de desenho (“Draw tool”) para desenhar a automação de forma que simule um fade in.

60
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

6.

Você também pode usar a ferramenta de linha (“Line tool”) para desenhar a automação como uma linha reta. Perfeito para uma automação de “fade in.”

1.

Ajuste o “locator” esquerdo no compasso 1 e o locator direito no compasso 65 usando o painel “Transport.” Isto garante que toda a música seja exportada.

7.

Escute a automação de “fade in” que acabou de ser criada.

2. 3.

Você deve ter percebido que quando usamos a ferramenta de lápis (Pencil Tool) para desenhar a automação, o botão “R” (Read Enable) do track ficou em destaque. Isto significa que a automação deste track está em leitura ou reprodução. Você pode desligar este botão e a automação não será lida. No nosso caso, desenhamos uma automação de volume, e se desligarmos a automação, o volume não produzirá o efeito de “fade in,” e irá ficar com volume fixo no mesmo valor.

No menu “File” – submenu “Export,” indique “Audio Mixdown…”. O diálogo “Export Audio Mixdown” abre. Este diálogo está descrito em detalhes no capítulo “Exportação da mixagem de áudio” no “Manual de Operações.” Por favor, consulte este capítulo para informações mais completas.

Existem diversos exemplos para mostrar sobre automação. Por exemplo, podemos automatizar nossos efeitos, ou o envio para o efeito, no ajuste “send level.” Podemos até automatizar os objetos enquanto o Cubase estiver em reprodução. A automação pode ser criada no modo de “Write,” movendo quase qualquer coisa para criar automações que poderão ser editadas depois para um ajuste fino! Leia mais no capítulo “Automação” no Manual de Operações para ver como a automação pode ajudar muito.
4. 5. “File Name” é o nome do arquivo a ser exportado. Vamos digitar o nome como “Mixing Mixdown”. O “Path” é onde você deseja que o arquivo da exportação fique, no computador. Use o botão “Choose” para navegar até a pasta em que deseja fazer o registro do arquivo a ser exportado. Por conveniência, existe a opção “Use Project Audio Folder,” que registra o arquivo exportado na pasta de áudio do projeto. Este é um dos melhores lugares para colocar este arquivo, de forma que não se perca, nem seja apagado acidentalmente. Certifique-se que “Use Project Audio Folder” foi ativado para esta exportação. Normalmente vamos querer exportar o arquivo no formato “Wave File” que está indicado em “File Format”. Mas isto vai depender principalmente do formato que o outro programa usa, por exemplo, o programa que grava CDs.

Exportação
Agora que temos o projeto mixado, queremos exportar para que possa ser importado em outro programa, como por exemplo um programa que cria CDs, como o WaveLab.
Carregue o projeto “Mixing 8” que está na pasta “Tutorial 6.”

Antes de poder exportar a nossa mixagem, precisamos informar ao Cubase quantos compassos devem ser exportados. Podemos fazer isto ajustado os “locators.”

6.

61
Tutorial 6: Mixagem e efeitos

7.

Você pode indicar que deseja o som dos outpus estéreo — “Stereo Out” seja exportado. Isto faz com que o arquivo seja gerado pelo sinal do output principal que vemos no Mixer. Você também pode indicar outputs individuais de cada canal de áudio, para flexibilidade na exportação. Neste caso, vamos indicar “Stereo Out”.

11. Depois de fazer todos estes ajustes, clique o botão “Export.”

12. Ao final você vai ver o arquivo que foi exportado no novo track estéreo que será criado.

13. Verifique o som do novo track em “Solo” para saber se ficou como você desejava. Carregue o projeto chamado “Mixing 9” que está na pasta “Tutorial 6” e veja o resultado desta exportação.

8.

Ajuste os valores de “Sample Rate” e “Bit Depth” a serem usados. Indicaremos respectivamente 44.100 kHz e 16 bit, que são o padrão para se produzir CDs de áudio. Ative as três opções na parte inferior do diálogo, para importar o áudio de volta para o Cubase após a exportação, e criar automaticamente um track de áudio. A janela “Export Audio Mixdown” irá fechar após a exportação. Recurso importante – Exportação em tempo real — “Real-Time Export”!

9.

10. Antes de terminar, existe um recurso muito importante que devemos indicar. É a opção “Real-Time Export.” Como temos um instrumento MIDI externo que está tocando, temos um teclado, e o áudio está entrando no Cubase, vamos precisar que a mixagem de áudio seja feita em tempo real. Isto assegura que os dados MIDI sejam corretamente transmitidos para o instrumento MIDI e o som produzido é gravado no retorno. Não esqueça este passo!

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Tutorial 6: Mixagem e efeitos

10 Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

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Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

Busses Surround
O uso do surround no Cubase não exige esforço. O Surround é apenas uma extensão do que já vimos - basta acrescentar alguns canais. Vamos fazer os ajustes de inputs e outputs preparando o surround. Para usar realmente o surround no seu computador, você vai precisar de um hardware de áudio que tenha 6 ou mais inputs e outputs. Se o seu hardware de áudio tem apenas algo entre 2 e 5 inputs ou outputs, existirão seções deste tutorial que não irão funcionar na sua configuração. Para saber mais sobre surround, além deste tutorial, consulte o capítulo “Som Surround” no “Manual de Operações.”
Carregue o projeto chamado “Surround 1” que está na pasta “Tutorial 7.”

(ou 6 outputs individuais), indique 6 outputs independentes na coluna “Device Port.”

Ajuste dos inputs do surround
Agora vamos abrir a etiqueta “Input” e ajustar os inputs que serão usados para a gravação do som surround no Cubase.
1. 2. Faça o mesmo que foi feito nos outputs. Dê um clique direito e indique a opção “Remove Bus”. Agora clique o botão “Add Bus.” Indique “5.1” em “configuration” e “1” em “count” e clique “OK”.

Ajuste de outputs do Surround
1. 2. Vá ao menu “Devices” e indique “VST Conections”. A tecla padrão para este comando é [F4]. Vamos indicar primeiro a etiqueta “Output.” Queremos começar do zero, por isso, vamos remover tudo que estiver indicado aqui, para o caso de que haja algum ajuste incorreto. Se tiver alguma coisa na coluna “Bus Name,” dê um clique direito com o mouse e indique “Remove Bus”.

Isto acrescenta um novo bus de som surround 5.1, que permitirá gravar áudio no Cubase em Surround 5.1.

3.

Clique na coluna “Device Port” para os canais do bus e indique os inputs do hardware de áudio no menu de contexto.

3.

Clique o botão “Add Bus.” Indique “5.1” em “configuration” e “1” em “count” e clique “OK”.

Como o Surround 5.1 precisa de 6 inputs individuais, indique 6 inputs independentes na coluna “Device Port.”

Isto acrescenta um novo bus de som surround 5.1 (Esquerdo (Left), Direito (Right), Centro (Center), LFE, Traseira Esquerda (Left Surround) e Traseira Direita (Right Surround)) permitindo que tenhamos o áudio do Cubase endereçado ao hardware de áudio.
4. Clique na coluna Device Port para os canais no bus e indique os outputs que desejar (aqueles que você conectou a cada um dos alto-falantes indicados) a partir do menu de contexto. Como o Surround 5.1 precisa de 6 alto-falantes

64
Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

Gravando com um bus de input 5.1
Com um bus 5.1você pode gravar surround como um arquivo de áudio múlti-canal em um track de áudio. Isto é bastante conveniente e deixa os arquivos alinhados, de forma que não entrem fora de fase. Abaixo está um exemplo da gravação com o bus 5.1.

Com o Surround 5.1 usa 6 inputs, você deve indicar 6 inputs independentes na coluna “Device Port.”

Gravando com 6 busses de input mono
Você também pode criar busses mono independentes para os inputs 5.1. Isto permite grande flexibilidade em termos de roteamento, EQ, efeitos, etc. Abaixo, está um exemplo de gravação com 6 busses mono independentes.

4.

Altere o nome dos inputs para “Left” (esquerda), “Right” (direita), “Center” (centro), “LFE” (subwoofer), “Left Surround” (traseira esquerda) e “Right Surround” (traseira direita).

Vamos mostrar como gravar o som surround usando busses mono independentes.
1. 2. Dê um clique direito no bus “5.1 In” e indique “Remove Bus”. Clique o botão “Add Bus.” Indique “Mono” em “configuration” e “6” em “count” e clique “OK”. Isto cria 6 busses mono independentes, que iremos configurar como input surround.

Isto completa o que era necessário fazer na janela “VST Conections.” Agora já podemos ajustar os tracks.

3.

Clique na coluna “Device Port” dos busses e indique os inputs desejados do seu hardware de áudio no menu de contexto.

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Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

Ajustes para a mixagem em surround
Vamos ajustar os inputs e outputs na janela “VST Conections,” e agora precisamos ajustar os tracks no Cubase para que fiquem com os nomes corretos, tenham os inputs certos e tenham o output correto no hardware de áudio.
Carregue o projeto chamado “Surround 2” que está na pasta “Tutorial 7.”

pop-up “Input Routing.” Ajuste o track “Right” com o input “Right,” e faça de modo similar nos demais tracks.

Ajuste dos inputs dos tracks
1. Feche a janela “VST Conections” e crie 6 tracks de áudio mono.

Ajuste do output dos track
2. Altere o nome dos tracks para tracks “Left” (esquerdo), “Right” (direito), “Center” (centro), “LFE” (subwoofer), “Left Surround (traseiro esquerdo)” e “Right Surround” (traseiro direito). Lembre-se que você deve escrever o nome dos tracks antes de gravar. Isto permite que os arquivos de áudio fiquem com nomes adequados, como “Left Surround_01” e “LFE_01” em vez de “Audio 07_09,” que provocaria muita confusão. Carregue o projeto chamado “Surround 3” que está na pasta “Tutorial 7”. 1. Abra o menu pop-up “Output Routing” em cada um dos tracks e faça o endereçamento dos outputs correspondentes. “Left” com ouput “Left,” “Right” com o output “Right,” etc.

Uma alternativa seria indicar o output “5.1” em cada um dos tracks.
3. Agora precisamos indicar o input correto para cada track. Ajuste o track com nome “Left” com o input “Left” no menu

Neste caso você irá ter um botão de ajuste de pan surround em cada track. Para isto, veja o capítulo “Som Surround” no

66
Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

“Manual de Operações” para informações mais detalhadas do ajuste de pan no surround.

1.

Ative os botões “Record Enable” e “Monitor” nos tracks.

2.

Certifique-se que “Cycle” esteja desligado (apagado).

3.

Clique o botão “Record” para gravar. .

Agora que ajustamos todos os inputs e outputs, vá para a próxima seção para informações sobre a gravação surround.

Gravando em surround
Estamos prontos para gravar o som em surround. Isto quer dizer que vamos gravar 6 canais ao mesmo tempo. Estes canais estão endereçados para o output 5.1 que ajustamos na janela “VST Conections.” Temos 6 inputs mono como entrada. Poderíamos usar um track de áudio configurado como track 5.1 como dissemos antes, mas o uso de 6 tracks mono nos possibilita flexibilidade para alterações e edições futuras.
Carregue o projeto chamado “Surround 4” que está na pasta “Tutorial 7.”

4. 5.

Clique o botão “Stop” quando terminar a gravação. Desative os botões “Record Enable” e “Monitor” em todos os tracks para não ouvir os inputs nem gravar tracks de agora em diante.

• Os procedimentos básicos de gravação estão descritos no capítulo “Tutorial 1: Gravação de áudio” na página 23. Para informações mais detalhadas veja o capítulo “Gravando” capítulo no “Manual de Operações.” Fora de cena temos 6 canais de áudio (mixagem para som surround) chegando aos 6 inputs mono. Podemos ouvir isto depois de carregar o próximo projeto.

Parabéns! Você fez sua primeira gravação de mixagem 5.1 no Cubase. Siga para a próxima seção para saber como exportar um arquivo “surround.”

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Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

Exportação de arquivo Surround
Agora que a mixagem surround foi gravada, iremos exportar a gravação, para que possa ser importada por outro programa, como um programa de autoração DVD. A exportação do mix surround não é diferente da exportação de outras mixagens. Veja “Exportação” na página 61. A única diferença é que você deve escolher outro formato de arquivo, dependendo do propósito da mixagem. E você precisa escolher se quer exportar todo o surround em um arquivo, ou a saída de cada canal individualmente. • Se você exportar a mixagem surround e escolher a inserção automática o resultado do novo track no projeto será um track de áudio como um canal múltiplo 5.1.

Carregue o projeto chamado “Surround 5” que está na pasta “Tutorial 7,” para ver o resultado desta exportação.

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Tutorial 7: Produção “Surround” (Apenas Cubase)

11 Tutorial 8: Edição de áudio II “tempo and groove”

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Revisão
Nesta seção passaremos pelos diversos exemplos de arquivos de áudio que tem a informação de andamento (tempo) e será mostrado como estes arquivos podem seguir o andamento do projeto no Cubase, em poucos passos.
Carregue o projeto chamado “Tempo and Groove 1” que está na pasta “Tutorial 8.”

3.

Dê um duplo-clique no “drum loop” e o “Sample Editor” vai abrir.

Drum loop, andamento conhecido
Neste exemplo importamos um loop de bateria com o andamento conhecido. Esta é uma das formas mais rápidas de ajustar o andamento do loop de bateria com o andamento do projeto. O andamento deste loop é de 100 batimentos por minuto.
4. Clique na etiqueta “Definition,” e no campo “tempo,” digite 100.

Desta forma o Cubase saberá que o andamento deste arquivo de áudio é 100bpm. Com esta informação, o Cubase pode alterar o andamento (time stretch) do áudio corretamente. Além de indicar o andamento, você pode indicar o número de compassos, se souber. Em ambos os casos, o áudio será ajustado.

O andamento do projeto no Cubase é de 120 bpm, diferente do loop de bateria.
5. 6. Ative o “Preview.” O loop de bateria agora está de acordo com o andamento do projeto. Feche o “Sample Editor.” Indique o loop de bateria na janela do projeto e indique “Loop Selection” no menu “Transport.” Ou você pode usar o comando de tecla [Shift]+[G].

Iremos ajustar o andamento do loop de bateria com o andamento do projeto:
1. Ative “Play” no painel “Transport.”

7.

Você vai ouvir o loop de bateria fora do andamento do “clique.”
2. Ative “Stop” no painel “Transport” e desative o “clique.”

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Agora você vai ouvir o loop de bateria ajustado ao andamento do projeto. Fique à vontade para mudar o andamento no painel “Transport” desativando o track “Tempo.” O loop de bateria segue as mudanças de andamento.

6.

Indique o primeiro compasso do loop (os primeiros 16 picos, até o 17º). Ative “Audition Loop” e clique o botão “Audition.”

Drum loop, ajuste automático
Carregue o projeto chamado “Tempo and Groove 2” que está na pasta “Tutorial 8.” 7.

Neste exemplo vamos importar um loop de bateria com andamento desconhecido. Esta é uma das formas mais rápidas de ajustar o andamento do loop de bateria com o andamento do projeto.
1. Ative “Play” no painel “Transport.”.

Enquanto você escuta, você deve determinar o fim do loop para que a reprodução seja correta.

Você vai ouvir o loop de bateria tocando fora do andamento indicado pelo “clique.”
2. 3. Clique em “Stop”. Dê um duplo-clique no loop de bateria. 8. Afaste (Zoom out) e clique “Auto Adjust” na etiqueta “Definition.”

A janela “Sample Editor” vai abrir.
4. Ative o “Modo Musical” na barra de ferramentas. Ativando o “Modo Musical” você pode escutar as mudanças de andamento imediatamente. Abra a etiqueta “Definition” e amplie (Zoom in) do primeiro compasso. Você pode usar o controle deslizante “zoom slider” da parte inferior direita. Use o “Zoom in” de forma que possa ver até 18 picos de forma de onda.

5.

9.

Feche o Sample Editor e escute se o loop toca como desejado!

71
Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Drum loop, Ajuste manual
Carregue o projeto chamado “Tempo e Groove 3” que está na pasta “Tutorial 8.”

8.

Aproxime (Zoom in) dos compassos do loop de bateria. No nosso caso, são os compassos 2, 3 e 4.

Aqui vamos usar o que já aprendemos nos exemplos anteriores. Neste exemplo, temos um loop de bateria com andamento desconhecido e com notas que precisam ser corrigidas. Veremos também como corrigir a posição dos sons manualmente, ajustando a grade (Timing Grid) no “Sample Editor.”
1. Ative “Play” no painel “Transport.”

Você vai ouvir que o loop de bateria está fora do “clique.”
2. 3. Ative o “Stop.” Dê um duplo-clique no loop de bateria. 9. Mova as linhas da grade de compassos para perto do começo dos ataques das imagem das formas de onda. Certifique-se que esteja movendo apenas as linhas de grave dos compassos 2, 3 e 4. Você vai ver o aviso “Stretch Previous - Move Next” aparecer.

O “Sample Editor” vai abrir.
4. 5. Ative o “Modo Musical”. Ativando este modo, você ouve as mudanças de andamento quando elas ocorrerem. Indique o número de compassos que o loop de bateria deve ter. Neste caso este número é “4.” O loop de bateria agora está de acordo com o andamento do projeto. Ative “Playback” no painel “Transport.” Você vai perceber que o loop de bateria não está exatamente no “clique.” Está perto, mas não está exato. Isto acontece porque o loop tem variações e deslocamentos de acentuação. Vamos corrigir isto. Ative “Manual Adjust.”

6.

Movendo as linhas de grade das posições de compasso, você pode mudar o andamento do compasso anterior enquanto desloca os compassos seguintes.

7.

Isto permite que você faça o ajuste manual de “Timing Grid” para a correção de andamento manualmente,
Carregue o projeto chamado “Tempo e Groove 4” que está na pasta “Tutorial 8” e veja o ajuste da grade das linhas de compasso.

72
Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

10. Agora mova as linhas de grades de pulso para próximo do começo dos ataques indicados na forma de onda.

um pouco depois do compasso 5 e imediatamente após o compasso 7.

Aproxime (Zoom in) para alinhar a grade com o pulso exatamente. Faça isto para todo o loop de bateria; em todos os pontos em que o ritmo esteja fora do andamento.

Carregue o projeto chamado “Tempo e Groove 5” que está na pasta “Tutorial 8” e veja a grade de pulsos ajustada. 11. Feche o “Sample Editor.” 12. Clique no loop de bateria, e indique “Loop Selection” no menu “Transport.”

Para que a seleção esteja de acordo com o nosso exemplo, clique na etiqueta “Range” e digite 411427 no campo “Start” e 616843 no campo “End.”

Agora você pode ouvir o loop de bateria alinhado perfeitamente com o andamento do projeto. Fique à vontade para mudar o andamento em “Transport” desativando primeiro o track “Tempo” e perceba que o loop de bateria segue as alterações do andamento.

Uso de seleções
Carregue o projeto chamado “Tempo and Groove 6” que está na pasta “Tutorial 8”.

5.

Neste exemplo vamos usar um arquivo de áudio com andamento desconhecido. Vamos usar apenas uma pequena parte do arquivo de áudio para criar um loop de bateria.
1. 2. 3. Ative “Play” no painel “Transport” e ouça como o loop de bateria está fora do “clique.” Ative “Stop.” Dê um duplo-clique no loop de bateria.

Clique na etiqueta “Hitpoints” e indique “Slice & Close”. Com isso, você vai ter um loop a partir do corte da seleção realizada, e pode ajustar o loop no andamento do projeto. O “Sample Editor” irá fechar, e você volta para a janela “Project.”

O “Sample Editor” vai abrir.
4. Iremos criar um loop de 2 compassos a partir do arquivo de áudio. Use a ferramenta para indicar extensão, “Range Selection tool.” Clique e arraste para selecionar a porção do arquivo de áudio que será usada como arquivo de bateria. Selecione e ouça o resultado: a seleção deve ser 6. Clique no loop de bateria, e indique “Loop Selection” no menu Transport.

Agora você pode ouvir se o loop de bateria está corretamente ajustado com o andamento do projeto. Você pode mudar o andamento em “Transport” mas deve primeiro desativar o track Tempo. Observe como o loop de bateria acompanha a mudança de andamento.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Mudança da afinação usando “VariAudio”
Carregue o projeto “VariAudio 1” que está na pasta “Tutorial 8”.

Quando você move o segmento pela primeira vez, você pode receber uma mensagem indicando que o “VariAudio” precisa que o algorítmo seja colocado na opção “Solo”.

Neste exemplo, temos um arquivo de áudio de saxofone com algumas notas erradas. Vamos alterar as afinações de notas individualmente, criando uma nova linha de saxofone.
1. 2. Dê um duplo-clique no arquivo de áudio para abrir o “Sample Editor”. Abra a etiqueta “VariAudio”.

Você sempre sabe a afinação original de cada segmento pela linha laranja que aparece quando você move o segmento.

3.

Active o modo Pitch & Warp.

O Cubase analisa o arquivo de áudio e determina as afinações.
4. Movimente livremente os segmentos que aparecem sobre o arquivo de áudio para alterar as afinações.

Os segmentos correspondem às notas de áudio do saxofone, detectadas pelo Cubase durante a análise. Se você aproximar o suficiente (zoom in) você poderá ver a afinação da nota e o desvio dos segmentos em relação à afinação quando o apontador do mouse estiver sobre o segmento.

Quando você move o segmento para cima ou para baixo, ele automaticamente interrompe o movimento nos passos de semitom. Se você mantiver pressionado [Shift] você pode mover o segmento livremente, sem que o movimento pare (snap) a cada semitom.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Uso de “Pitch Quantize”
Se o arquivo de áudio tem todas as notas corretas, mas algumas estão desafinadas, você pode corrigir a afinação usando a função “Pitch Quantize”. • Selecione os segmentos que deseja usar o “pitch quantize” e ajuste o controle deslizante “Pitch Quantize”. O segmentos se movem para o semitom mais próximo. Você pode fazer o “quantize” de todos os segmentos pressionando [Ctrl]/[Command]-[A] para selecionar todos e ajustar o controle deslizante “Pitch Quantize”.

O Cubase começa a analisar o arquivo de áudio e detecta as afinações.

Podemos ver imediatamente que existe um problema com o segmento médio. Deveriam ser dois segmentos em vez de um.
4. Mova o apontador do mouse para a borda inferior do segmento.

Você vai perceber que o apontador do mouse se transforma em uma tesoura.

Carregue o projeto “VariAudio 2” que está na pasta “Tutorial 8” para ouvir as alterações na nova linha de saxofone.

Edição de segmentos usando o VariAudio
Neste exemplo vamos começar a explorar as diversas possibilidades na edição de segmentos. O modo “Segments” permite a edição de segmentos individuais, incluindo a mudança das posições de começo e fim do segmento, corte ou colagem de segmentos, deslocamento ou eliminação de segmentos..
Carregue o projeto “VariAudio 3” que está na pasta “Tutorial 8”.

5. Clique no segmento, na posição em que a afinação muda.

Observe que agora você tem dois segmentos que podem ser movimentados de forma independente.

6. Imediatamente antes destes segmentos, existem dois segmentos que precisam ser colados. Você pode clicar no primeiro segmento enquanto mantém pressionado [Alt]/ [Option].

Dividindo e colando segmentos
1. Dê um duplo-clique no arquivo de áudio para abrir o “Sample Editor”. 2. Abra a etiqueta “VariAudio”. 3. Ative o botão “Segments”.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Um tubo de cola aparece. Isto junta os segmentos que você clicou com o próximo segmento.

O quinto segmento precisa ter o ponto de início ajustado. A dica aqui é olhar o arquivo de áudio sobre o fundo e ver onde a forma de onda começa.

4. Clique e segure no começo do quinto segmento e movimente o ponto de início para a direita.

Carregue o projeto “VariAudio 4” que está na pasta “Tutorial 8” para ver as alterações deste arquivo de áudio.

Alterando os pontos de início (start) e fim (end) do segmento
Existem ocasiões em que os segmentos não estão exatamente onde você gostaria. Você vai precisar editar o começo e fim do segmento. Isto pode acontecer por ruídos ou outras variações que fazem com que o arquivo de áudio seja analisado incorretamente.
Carregue o projeto “VariAudio 5” que está na pasta “Tutorial 8”. 1. Dê um duplo-clique no arquivo de áudio para abrir o “Sample Editor”. 2. Abra a etiqueta “VariAudio”. 3. Ative o botão “Segments”.

5. Agora, clique e segure o fim do quarto segmento, e ajuste a sua duração para que fique alinhada com o quinto segmento.

Agora o quarto e quinto segmento estão na posição correta. Em geral é melhor fazer com que o fim e começo de dois segmentos fiquem alinhados.

O Cubase começa a analisar o arquivo de áudio e detecta as afinações.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

6. O último segmento parece ser muito curto. Clique e arraste o segmento para que o segmento fique tão longo quando o áudio.

Alterando notas com o “VariAudio”
As notas podem ser alteradas individualmente com a edição chamada “micro pitches”. Você pode modificar a modulação de afinação, como por exemplo um vibrato, trêmolo ou uso de “slide” usando o controle deslizante “Straighten Pitch” ou fazendo a edição da micro afinação (micro pitches).
Carregue o projeto “VariAudio 7” que está na pasta “Tutorial 8”.

Afinação exata
1. Dê um duplo-clique no arquivo de áudio para abrir o “Sample Editor”. 2. Abra a etiqueta “VariAudio”. Estando no modo “Segments”, os segmentos são mostrados com um fundo achurado. 3. O modo “Pitch & Warp” já deve estar selecionado. Se não estiver, clique no botão “Pitch & Warp” ativando-o.

Uso de segmentos para alterar o áudio temporalmente
1. Volte para o modo “Pitch & Warp”. O atalho para isto é pressionar [Tab].

Observe que o último segmento tem muita variação de afinação no seu interior.

O modo “Pitch & Warp” permite que a afinação e a duração do segmento sejam mostrados em um fundo liso.
2. O último segmento parece estar um pouco longo demais. Encurte o último segmento para que fique com aproximadamente a metade do tamanho. 4. Selecione o último segmento e mova o controle deslizante “Straighten Pitch” para a direita.

Você está fazendo uma edição de “time stretch” no segmento. Quando você edita a duração do segmento de áudio, etiquetas “warp tabs” são criadas. Para mais informação sobre edições “time stretch”, veja o capítulo “Edição de amostras - Sample Editor” no Manual de Operações.

Isto reduz a intensidade da variação na modulação de afinação dentro do segmento, removendo esta variação de afinação.

5. Escute a reprodução para ouvir as alterações. Fique à vontade para usar o “Straighten Pitch” em todos os segmentos. Isto pode ser útil para a correção de pequenas variações de afinação, indesejáveis na sua gravação. Carregue o projeto “VariAudio 6” que está na pasta “Tutorial 8” para verificar as alterações feitas no arquivo de áudio.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Micro afinação —micro pitches
Carregue o projeto “VariAudio 8” que está na pasta “Tutorial 8”.

Desta vez, o uso de “tilt anchor” é usado como um eixo em torno do qual a curva de micro afinação gira.

Neste exemplo iremos alterar a afinação do segmento ajustando a micro afinação (micro pitches).
1. Dê um duplo-clique no arquivo de áudio para abrir o “Sample Editor”. 2. Abra a etiqueta “VariAudio”. 3. O modo “Pitch & Warp” já deve estar selecionado. Se não estiver, clique no botão “Pitch & Warp” para ativar este modo. 4. Clique no ângulo superior direito do segmento.

VariAudio e vocais
Neste exemplo usaremos o “VariAudio” em uma voz com tracks de “backing”. Leia os exemplos anteriores de “VariAudio” antes de prosseguir com esta seção.

O apontador do mouse se torna uma seta para cima/baixo.
5. Arraste para baixo para mudar a curva de “micro pitch”.

Vamos tentar simular o som de saxofone rebaixando a afinação, deslizando para baixo.

Edição de vozes
Carregue o projeto “VariAudio 10” que está na pasta “Tutorial 8”.

Corrigindo a segmentação
1. Toque e escute o som do projeto. Observe como está o som da voz antes do uso do VariAudio.

6. Reproduza o arquivo de áudio para ouvir as alterações. Você vai perceber que o som não é muito realista, uma vez que o saxofonista em geral espera quase o final da nota e rebaixa a nota rapidamente. Aqui que você deve acrescentar uma ancoragem da mudança de afinação (tilt anchor) para conseguir o som que deseja. 7. 8. Indique o comando “Undo tilt micro pitches” no menu “Edit”. Mova o apontador do mouse para a borda superior do segmento. Clique para inserir a ancoragem (tilt anchor).

O andamento (tempo) deve ser ajustado em 75 BPM e o ciclo deve ser ligado para um loop entre os compassos 1 e 7.
2. 3. 4. Dê um duplo-clique no evento “Vocal audio” para abrir o “Sample Editor”. Abra a etiqueta “VariAudio” e ative o modo “Segments”. Clique enquanto mantém pressionado [Alt]/[Option] para colar os primeiros dois segmentos da primeira seção e o segundo e terceiro segmentos da segunda seção vocal. Estes segmentos devem ser unidos para que a mudança de afinação possa ser feita corretamente.

Na primeira palavra ‘ba-by’, cole reunindo as duas afinações que fazem o som ‘ba’. Cole reunindo o segundo e terceiro segmento que fazem o som ‘rea’ da palavra ‘ready’.

9.

Clique novamente no ângulo superior direito do segmento e arraste para baixo.

78
Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Reunir alguns segmentos enquanto muda a afinação ajuda a manter as características próprias do som, e o resultado é um som mais natural.

Edição da afinação (pitch)
1. Dê um duplo-clique no evento de áudio “Vocal” para abrir o “Sample Editor” e rode para baixo para poder ver os segmentos de “VariAudio”. Certifique-se que o modo “Pitch & Warp” está selecionado na etiqueta “VariAudio”. Mova o ‘ba’ de ‘baby’ até a afinação ‘E3’. Mova o ‘rea’ de ‘ready’ até a afinação ‘E3’.

2. 3. 4.

Clique enquanto mantém pressionado [Alt]/[Option] para colar, reunindo os dois segmentos de cada seção vocal.

5.

Agora mova o fim de ‘are’ e o ‘you’ até ‘E3’. Faça isto selecionado os três segmentos e movendo o superior até ‘E3’.

Clique e arraste para selecionar todos os três segmentos.

Esta imagem é o que você vê após reunir os segmentos com a colagem.
Carregue o projeto “VariAudio 11” que está na pasta “Tutorial 8” para ver as alterações feitas na gravação de voz.

Depois de alterar a segmentação, nós podemos ajustar a afinação dos segmentos que criamos.

6. Reproduza o áudio para ouvir as alterações realizadas.

79
Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

Criando um efeito no vocal
Vamos fazer algo divertido com a voz, criando uma mudança de afinação para cima.
1. Mova o ‘dy’ de ‘ready’ até ‘G3’.

Isto cria uma variação de afinação bastante natural na voz.
7. Reproduza o áudio para escutar todas as alterações. Carregue o projeto “VariAudio 12” que está na pasta “Tutorial 8” para ouvir as alterações feitas na voz.

Faça isto selecionado os dois segmentos que compõe o ‘dy’ em ‘ready’. Movimente juntos estes segmentos.

Polimento das vozes
Nesta seção iremos usar o “Pitch Quantize” na voz, e faremos alguns pequenos ajustes.
1. Dê um duplo-clique no evento de áudio “Vocal” para abrir o “Sample Editor” e rode para baixo para poder ver os segmentos de “VariAudio”. Certifique-se que o modo “Pitch & Warp” está selecionado na etiqueta “VariAudio”. No menu “Edit” indique “Select All “ou pressione [Ctrl]/ [Command]-[A]. Mova o controle deslizante de “Pitch Quantize” para cima aproximadamente 80%.

2. 3. 4.

2. Agora ative o modo “Segments” pressionando [Tab] e mova o apontador do mouse para a borda inferior do segmento.

Você vai perceber que o apontador vira uma tesoura.

Isto move o segmento aproximando-o das notas mais próximas.
5. Reproduza o áudio para ouvir a alteração.

O controle deslizante “Pitch Quantize” coloca tudo na afinação. Observe que a frase ‘well babe’ ficou com um som estranho. Algumas vezes, estar um pouco fora do tom é mais correto, em algumas frases vocais.
6. Selecione os três segmentos da frase ‘well babe’ e indique “Pitch Changes” no menu “Reset” na etiqueta “VariAudio”.

3. Separe o fim do segmento para que fique parecido com a figura abaixo.

Isto move estes segmentos de volta para a afinação original.

Carregue o projeto “VariAudio 14” que está na pasta “Tutorial 8” para ouvir as mudanças finais feitas na voz.

4. Clique em qualquer lugar, exceto nos segmentos, para deselecionar os três segmentos. 5. Ative novamente o modo “Pitch & Warp”. 6. Agora mova o último segmento até o ‘C4’.

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Tutorial 8: Edição de áudio II - “tempo and groove”

12 Tutorial 9: Administração de mídias

81
Tutorial 9: Administração de mídias

Informações prévias
“MediaBay” é a área do Cubase que permite localizar, identificar, catalogar, e organizar seus sons (presets VST 3 e track preset), loops de áudio/MIDI, vídeo e arquivos de projetos. Você irá ouvir e ler sobre dois termos diferentes associados com o “MediaBay:” Sons VST e MediaBay. “VST” são as iniciais de “Virtual Studio Technology,” e o conceito é a possibilidade de administrar um número cada vez maior de plug-ins, instrumentos, presets, etc. A ferramenta que reune todos os plug-ins, instrumentos e presets é o “MediaBay.”

Na verdade não importa qual você escolha, todas estas opções tem a mesma funcionalidade. A razão de escolher uma destas opções e não as outras, são os diversos botões e recursos que são ligados ou desligados, e que permitem maior facilidade de encontrar o que você estiver procurando. Por exemplo, se você estiver procurando loops você deve indicar a opção “Loop Browser” que está pré configurado para a localização específica de loops. Se estiver procurando Track Presets ou Preset de VST Plug-in, o “Sound Browser” é a melhor opção.
Carregue o projeto “Media Management” que está na pasta “Tutorial 9.”

Qual a importância do “MediaBay” para mim?
O MediaBay: • Permite diferentes visualizações, permitindo que você encontre e etiquete arquivos de mídia e importe rapidamente estes arquivos nos seus projetos. Arquivos de mídia incluem: arquivos de áudio, arquivos MIDI, loops MIDI e arquivos de vídeo. Permite que você localize sons com facilidade, para que você possa começar a trabalhar rapidamente com a música sem uma busca interminável do ‘melhor’ instrumento. Permite localizar e aplicar rapidamente arquivos de áudio, MIDI e instrumentos presets nos tracks. Mostra para você todos os arquivos de projetos do Cubase que estão no seu computador, para que você possa carregar os arquivos rapidamente. O “MediaBay” libera você de pensar na estrutura de pastas ou instrumentos. Basta que você pense no som que está procurando e localize este som, tendo toda a biblioteca na sua frente.

Para abrir o MediaBay
Iremos usar a visualização do “MediaBay” da forma que foi pré-configurado que tem todos controles visíveis. Tudo o que aprendermos com o “MediaBay” pode ser aplicado nas opções de “Loop Browser” ou “Sound Browser.” * No menu “Media,” indique “Open MediaBay” e clique em the Category tab ou pressione [F5] no teclado do computador.

• •

“MediaBay,” “Loop Browser” e “Sound Browser”
Existem três opções no menu Media que permitem que você escolha entre as diversas visualizações do “MediaBay.”

“MediaBay,” “Loop Browser,” “Sound Browser”

82
Tutorial 9: Administração de mídias

Tornando visíveis as diferentes seções do “MediaBay”
Na parte inferior esquerda da janela “MediaBay” estão três botões que permitem mostrar/esconder diferentes seções do “MediaBay.” As seções são: • Browser • Scope • Tag Editor

3.

Mostre a seção “Scope.”

A seção Scope permite que você veja e reproduza os arquivos selecionados na seção “Viewer.”

4.

Mostre a seção Tag Editor (apenas Cubase).

Quando um arquivo estiver selecionado na seção “Viewer,” você pode visualizar e/ou etiquetar o arquivo, organizando e permitindo buscas mais fáceis.

1.

Esconda as seções “Browser,” “Scope” e “Tag Editor.”

Vamos deixar no display as seções “Viewer” e “Filter.” Estas duas seções irão permitir visualizar e localizar arquivos.

2.

Mostre a seção Browser.

É aqui que você indica os locais dos computadores em que o “MediaBay” pode localizar todas os seus arquivos de mídias.

83
Tutorial 9: Administração de mídias

Escaneando com o “Loop Browser”
Quando você abre com o “MediaBay,” o “Loop Browser” ou o “Sound Browser,” um escaneamento dos arquivos é realizado. Indique as pastas e diretórios que devem ser incluídos no escaneamento ativando as suas caixas de marca na esquerda do nome. O resultado do escaneamento fica “salvo” no banco de dados do “MediaBay.”

1.

Clique o sinal de mais em “File system” para revelar os locais de busca. Estas são as localizações físicas do computador, para que você determine que o “MediaBay” procure conteúdos de mídias. Certifique-se de marcar as áreas/pastas onde deseja que o “MediaBay” procure.

Escaneamento físico e virtual dos endereços
Existem 2 localizações diferentes para escaneamento dos arquivos de mídia do seu computador. A localização pode ser pelos arquivos do sistema: “File System,” ou localização “VST Sound.”
2. Clique o sinal de mais em “VST Sound” para revelar os locais de busca encontrados nesta seção.

File System
A localização “File system” é a localização física ou real no computador. Esta localização inclui discos locais, discos removíveis, discos externos, CDs, DVD-Roms, etc. Normalmente “File system” fica selecionado. No entanto, isto pode fazer com que muitos locais que você não precisa sejam escaneados. Sempre verifique as áreas/pastas que você quer que o “MediaBay” administre. As áreas/pastas que você marcar são automaticamente escaneadas, e o resultado desta busca pode ser vista na seção “Viewer.” Existem muitos locais que não precisam de busca. Acelere o tempo de busca desmarcando os locais que não precisam ser pesquisados. Com isto o “MediaBay” fica livre de informações inúteis, faz uma busca mais fácil, e o manejo é melhor. Se estiver em dúvida sobre alguma área/pasta, não se preocupe – basta deixar a caixa marcada. A escolha de uma localização (pasta) inicia a busca automaticamente, e a atualização do banco de dados também é feita automaticamente.

“VST Sound”
As localizações de “VST Sound” são as localizações virtuais no seu computador para qualquer conteúdo original de fábrica ou preset de usuário criado para plug-ins, instrumentos ou loops MIDI. Certifique-se que esta opção esteja ligada.

Veja pastas dentro de pastas: “Deep Results”
Antes de começar a escanear todas as mídias no computador, certifique-se que o botão “Deep Results” foi ativado.

Escolha os locais de busca (“escanear”)
Em geral você precisa ter certeza que “VST Sound” está marcado, para que a programação original que acompanha o Cubase e as programações de outros produtos compatíveis com o Cubase, como o “Sequel” da Steinberg, sejam localizados. Esta é a localização em que também ficam os presets que você criar.

Ativando a opção “Deep Results” você alcança arquivos dentro das pastas indicadas, assim como nas subpastas, como se estivessem na pasta em que a subpasta está. Isto

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Tutorial 9: Administração de mídias

permite que você veja arquivos de mídia ordenados por atributos, mesmo que estejam em uma estrutura de pastas complexa.
• Dê um clique direito em “Media” e selecione “Refresh” no menu de contexto para começar a busca.

Veja “Etiquetando” na página 86.

A busca começa, e o “MediaBay” localiza as mídias no computador dentro das pastas que você escolheu.

2.

Indique uma subcategoria, se for o caso (por exemplo “Beats”).

Isto restringe mais a busca. Como alternativa, você pode usar o campo “Text Search” e procurar um arquivo pelo nome.

Escolha de mídias para busca
Agora que indicamos as pastas do computador e fizemos a busca de mídias, podemos procurar os arquivos de áudio no banco de dados apresentado e arrastar as mídias para o projeto.
Você ainda precisa estar com o projeto “Media Management” carregado para usar este tutorial.

Agora vamos desviar nossa atenção para a seção “Viewer.” A seção “Viewer” tem dois painéis: a seção de filtro, na parte de cima, e em baixo a seção “Viewer.”

1.

Indique a categoria principal na seção de filtro (por exemplo “Drum/Perc”).

Isto fará com que qualquer arquivo que tenha sido etiquetado na categoria Drum& Perc seja mostrado.

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Tutorial 9: Administração de mídias

Escute a mídia escolhida, usando o “Scope”
Restringimos a busca com os filtros “drum” e “beats” e agora vamos escutar o resultado antes de arrastar a mídia para o projeto.
1. Mostre a seção “Scope” e escolha o arquivo de áudio na seção “Viewer.”

3.

Ative “Auto Play.”

Ativando “Auto Play” podemos clicar nos diferentes arquivos de áudio da seção “Viewer” e escutar o áudio imediatamente.

Você verá a imagem do arquivo de áudio em forma de onda na seção “Scope.”
4. Clique “Start” no painel “Transport.”

O projeto começa a tocar e o arquivo de áudio selecionado em “Viewer” toca junto, no andamento do projeto.
5. Clique nos diferentes arquivos de áudio para localizar o arquivo que funciona melhor no projeto.

Você pode usar as setas para cima e para baixo do teclado do computador, para escutar rapidamente diversos arquivos.
6. Depois de escolher o arquivo que deseja usar, arraste e solte o arquivo sobre o projeto.

Você pode usar os comandos “start,” “stop,” “pause” e “cycle” para escutar o arquivo de áudio e confirmar sua escolha. Você também pode ajustar o volume para este “preview.”

Você não precisa clicar “Stop,” o projeto continua a tocar e o “MediaBay” pára a audição do arquivo automaticamente.

Etiquetando (Tags)
Você pode acrescentar etiquetas para classificação dos arquivos de mídia, e organizar estes arquivos com critérios pessoais, e localizar os arquivos com rapidez, quando quiser usar os arquivos. Etiquetar os arquivos ajuda a agrupar grandes quantidades de mídias de uma forma mais organizada, em um modo que deixa a busca mais eficiente.

Uma boa idéia é ouvir o projeto tocando enquanto escuta o loop de áudio.
2. Ative “Play in Project context”.

1. 2.

Mostre a seção “Tag Editor” e selecione um ou mais arquivos na seção Viewer. Selecione a etiqueta “Managed.”.

O loop irá tocar junto com o projeto, no andamento do projeto.

Você aplica as etiquetas clicando (duplo-clique para “Character”) no campo ao lado do nome do atributo.

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Tutorial 9: Administração de mídias

Na próxima vez que você usar a busca de mídia com os filtros (categoria, sub categoria, estilo, etc.) você verá a mídia que você etiquetou aparecer na seção “Viewer” junto com outras mídias de mesma etiqueta. Para melhorar a capacidade de busca e organização, você pode abrir a janela “Manage Tags” e definir outras etiquetas para seus arquivos de mídia.

Para mais detalhes consulte o capítulo MediaBay no manual de operações.

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Tutorial 9: Administração de mídias

Índice

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Índice

Este índice é derivado do índice em inglês, e conserva os termos em inglês em virtude do que é apresentado nas telas e menus durante o uso do programa. Adding EQ 57 Fades 37 Loops 48 Mono Track 26 Advanced settings 22 All MIDI Inputs 20 ASIO 2.0 19 ASIO Direct Monitoring 19 ASIO driver About 11 DirectX 11 DirectX Setup 11, 18 Generic Low Latency driver 11 Installing 12 Audio Editing 32 Processing 38 Recording 23 Audio buffer size 22 Audio hardware Connections 15 Setup application 16 Automation About 60 B Browser Scanning 84 Bus Surround 64 C Click Activating 27 Close Project 24 Connecting Audio 15 MIDI 19 Controller lane 46 Copying 36 Events 49 MIDI notes 45 Cycle Playback 29 Recording (Audio) 29 Recording (MIDI) 44 D Defragmenting Windows 13 E Editing Adding a fade 37 Audio 32 Copying 36 Erasing 37 Gluing 35 MIDI 40 Moving 35 Muting 37 Renaming 33 Repeating 36 Resizing 33 Splitting 34 Effects 58 About 54 FX channels 59 Insert 58 EQ 57 Equalization 57 Erasing 37 Event envelopes 38 Event operations About 33 Adding a fade 37 Copying 36 Erasing 37 Gluing 35 Moving 35 Muting 37 Renaming 33 Repeating 36 Resizing 33 Splitting 34 Volume changes 38 Export 68 Mixdown 61 Surround 68 External instruments About 50 Monitoring 52 Recording 53 Setting up 51 F FX channels 59 G Generic Low Latency driver 11 Gluing 35 VariAudio segments 75

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Índice

H Hard disk Considerations 22 Hardware setup Control panel (Mac) 17 Control panel (Win) 17 I Input Adding 26 Surround setup 64 Input level 16 Input ports 18 Insert effects 58 Instrument Track Creating 41 J Joining 35 K Key command conventions 8 Key Editor About 45 L Latency 21 Levels Setting 26, 27, 55 Loading Sounds 42 Local On/Off 20 Loop Browser 82 About 48 Insert into Project 49 Loops Adding 48 Working with 47 M Media Management Background 82 MediaBay 82 Auditioning media 86 Open 82 Physical and virtual scanning locations 84 Scanning 84 Searching for media 85 Tagging 86 Metronome click Activating 27 Micro pitches VariAudio 77, 78 MIDI Copying notes 45 Cycle playback 43

Cycle recording 44 Editing 40 Erasing notes 45 External Instruments 50 Playback 43 Quantizing 44 Recording 40, 42 Recording modes (Cycle off) 44 MIDI devices Setting up 51 MIDI input Setting 42 MIDI interface Connecting 19 Installing 13 MIDI notes Creating 46 Drawing 46 MIDI ports Setting up 20 MIDI Thru Active 20 Mixing About 54 Modifier keys 8 Monitoring About 19 Moving 35 Mute (Button) 56 Muting 37 N New Project Create 24 Save 24 Normalize 38 O Offline Process History 39 Open Project 25 Recent Projects 25 Open Config App 17 Optimizing the Hard Disk Windows 13 Output Adding 25 Surround setup 64 Output ports 18 P Pan Setting 56 Pitch changes VariAudio 74

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Índice

Pitch Quantize VariAudio 75 Playback About 28 Cycle 29 MIDI 43 Play 28 Plug and Play ASIO devices 16 Popup Toolbox on Right Click 30 Processing Audio 38 Normalize 38 Reverse 39 Project Close 24 Open 25 Q Quantizing 44 R Recent Projects 25 Recording 65 Audio 23 Cycle 29 External Instruments 53 Level Settings 26 MIDI 40, 42 Modes 29 Stacked 31 Surround 67 Recording levels 16 Release Driver when Application is in Background 17 Rename 33 Repeating 36 Resizing 33 Reverse 39 S Save New Project 24 Segment editing VariAudio 75 Setting levels 27, 55 Setting Pan 56 Setup MIDI devices 51 Surround inputs 64 Surround mix 66 Surround outputs 64 VST connections for external instruments 51

Solo (Button) 56 Sound Browser 82 Splitting 34 VariAudio segments 75 Stacked recording 31 Steinberg Key About 12 License Activation 12 License Transfer 12 Straighten pitch VariAudio 77 Surround 65, 68 Busses 64 Inputs 64 Outputs 64 Recording 65, 67 Setting up a mix 66 Setup 16 Syncrosoft LCC 12 T Toolbox Popup on right click 30 Track Adding 26 V VariAudio Editing segments 75 Editing vocals 78 Gluing segments 75 Micro pitches 78 Pitch changes 74 Pitch Quantize 75 Segment changes 76 Straighten pitch 77 Tilting micro pitches 77 VST Input ports 18 Output ports 18 VST Audio System 17 VST Connections 25

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