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Rochas da descontinuidade de Mohorovičić expostas no Gros Morne National Park,


Terra Nova.

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 , é o termo utilizado em Geologia para se referir ao
estado de equilíbrio gravitacional, e as suas alterações, entre a litosfera e a astenosfera
da Terra. Esse processo resulta da flutuação das placas tectónicas sobre o material mais
denso da astenosfera, cujo equilíbrio depende das suas densidades relativas e do peso da
placa. Tal equilíbrio implica que um aumento do peso da placa (por espessamento ou
por deposição de sedimentos, água ou gelo sobre a sua superfície) leva aoseu
afundamento, ocorrendo, inversamente, uma subida (em geral chamada re-emergência
ou V ), quando o peso diminui.

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Ñesconder]

Y D Causas e consequências
Y r Os modelos explicativos
Y ‰ Os efeitos isostáticos da deposição e da erosão
Y ‰.D A isostasia e a formação de cadeias vulcânicas
Y å Efeitos isostáticos da tectónica de placas
Y ü A glacioisostasia - os efeitos da glaciação
Y  Isostasia e eustasia
Y * Referência
Y A Ligações externas

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A isostasia pode ser encarada como o simples reequilibrio no deslocamento do volume
de um fluido (neste caso a astenosfera)pela flutuação de um sólido (neste caso a
(litosfera) num processo em tudo semelhante ao observado por (Arquimedes).Quanto
mais pesada a camada litosférica, maior volume de material astenosférico deve ser
deslocado para que o equilíbrio se mantenha. Uma imagem sugestiva deste processo é o
(iceberg): quanto maior altura tiver acima da água, mais profunda estará a sua base.

Na realidade, as grandes extensões (placas com milhares de quilômetros de


comprimento) e a elevada viscosidade dos materiais envolvidos tornam estes processos
extremamente lentos (o reequilíbrio pode levar milhões de anos) e sujeitos a um
complexo jogo de efeitos, em muitos casos contrários, resultantes dos processos de
erosão e sedimentação, da própria geodinâmica e da tectônica de placas, que empurram
as placas em direcções diversas, provocando a sua subida ou afundamento (tal como
uma embarcação se inclina e altera o calado quando empurrada pelo vento).

Quando uma região da litosfera atinge o equilíbrio entre o peso relativo da placa
litosférica e a sua espessura inserida na astenosfera, diz-se que está em equilíbrio
isostático. Contudo, largas áreas continentais, como a região dos Himalaia, não estão
em equilíbrio, nem parecem tender para ele, o que demonstra a existência das outras
forças geodinâmicas em jogo que permitem a manutenção de uma topografia que não
corresponde à que seria determinada pela isostasia.

No caso dos Himalaia, a explicação reside na impulsão causada pela placa tectónica
indiana, comprimindo o bordo da placa eurasiática, que literalmente força a subida da
região que ora se constitui com o mais alta do planeta, sem a correspondente deslocação
astenosférica (pois tal como acontece numa abóbada, as forças que mantêm aquelas
montanhas em posição são descarregadas lateralmente e não para baixo).

Em conclusão, a isostasia é a tradução geológica da impulsão hidrostática descrita pelo


princípio de Arquimedes: para que exista equilíbrio, o aumento do peso das litosfera
traduzido na existência de elevações topográficas (ou a presença de sedimentos ou
massas de gelo ou água) deve traduzir-se num correspondente afundamento da placa, e
vice-versa. Contudo, este processo decorre numa escala de tempo geológico e está
sujeito à homeostasia resultante da complexidade do sistema geológico. Os fluxos
laterais necessários para ajustar as variações decorrem muito lentamente: a
Escandinávia continua a subir lentamente (cerca de 9 mm/ano) por ajustamento
isostático em resultado do desaparecimento dos gelos da última glaciação, e assim
continuará por muitas centenas de milhares de anos.

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