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TRABALHO CONCLUSÃO FINAL

TRABALHO CONCLUSÃO FINAL

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ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA CAXIAS DO SUL TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

RELATÓRIO FINAL

Caxias do Sul 2010

RELATÓRIO FINAL

Relatório final de Estagio Supervisionado Apresentado a Escola Estadual Técnica Caxias do sul, como pré requisito de curso técnico em Segurança do trabalho ± Área da Indústria Supervisora: Dirce Bisotto

CAXIAS DO SUL 2010

GISLAINE FATIMA RODRIGUES

Projeto aprovado por:

Dirce Bisotto Supervisora Responsável pelo Estágio na Escola

Valdinéia Machado Porto Borowski Professora Orientadora

Caxias do Sul 2010

À minha família que soube entender as freqüentes ausências devido aos meus estudos e trabalhos, que

sempre estiveram ao meu lado dando me força para que pudesse chegar a esta conquista. Aos meus colegas pela troca de informações e dados técnicos durante o período de aulas. Aos professores por sua paciência e dedicação no acompanhamento do estágio, para que o resultado fosse o melhor possível. Agradeço a empresa Tomé S/A, pela oportunidade de poder realizar meu estágio, fazendo com que me tornasse valorizada no mercado de trabalho, dando todo o apoio necessário, para atingir a minha qualificação pessoal e profissional.

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ..................................................................... ............................. 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO .......................................... .............................

09 10

1.1 DO ALUNO ........................................................................ 1.2 DA EMPRESA .............................. ...12
1.2.1 Histórico da empresa .......................................................

11 12

1.2.2 Área de estágio.................................................................................. 2 DESCRIÇÃO DE SETORES E MAQUINAS................................................

2.1 SETOR DE MOLDAGEM...................................................................... . 2.2 SEQUENCIA DE OPERAÇÃO DE MOLDAGEM........................................ 2.3 SEQUENCIA DE OPERAÇÃO DESMOLDAGEM...................................... 2.4 MOLDAGENS MANUAL......................................... ..................................... 2.5 SETOR DE PREPARAÇÃO DE AREIA.................................. ..................... 2.6 SETOR DE PREPARAÇÃO DE CARGAS................................................... 2.7 SETORES DE MOLDAGEM ALEMANHA.................................................... 2.9 SETOR JATEAMENTO ............................................... ............................. ... 2.10 SETOR REBARBAÇÃO............................................................................ . 2.11 SETOR FORNOS................................................................................... ... 2.12 SETOR VASAMENTO............................................................................... 2.13 SETOR USINAGEM CNC......................................................................... 2.14 SETOR DA MACHARIA................................................................... ......... 2.15 SETOR S.E.S.M.T.................................................................................... 2.16 SETOR CONTROLE DE QUALIDADE..................................................... 2.17 SETOR ALMOXIRIFADO / PCP............................................................... 2.18 SETOR MODELARIA............................................................................... 2.19 SETOR EXPEDIÇÃO.......................................................... ..................... 2.20 SETOR MANUTEÇÃO ............................................................................ 2.21 SETOR DA ADMINISTRAÇÃO................................................................
3 CERTIFICADOS DE APROVAÇÃO ± CA ................................................... 4.0 RESUMO DA ATIVIDADES NO ESTAGIO................................................

13 14 14 15 16 18 20 25 26 28 31 33 35 36 37 39 40 43 44 45 46 46

2.8 SETOR DE MANUTENÇÃO......................................................................... 23

5 PALESTRAS SEMANAIS - SAÚDE, SEGURANÇA,QUALIDADE E MEIOAMBIENTE ..................................... .................................................................

47 47 48 49 50 52 53 54 54 55 55 55 56 56 57 58 59 60 60 60 60 60 61 61 63 63 63 63 64

5.1 PALESTRA 01 ± POEIRA ......................................................................... 5.2 PALESTRA 02 - ÓCULOS DE SEGURANÇA ........................................... 5.3 PALESTRA 03 - AR COMPRIMIDO ............................. ............................. 5.4 PALESTRA 04 - PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ........................................ 5.5 PALESTRA 05 - CONDIÇÕES PERIGOSAS NO USO DE MAÇARICOS 5.6 PALESTRA 06 - EFEITOS DO RUÍDO NO HOMEM E SOBRE O SISTEMA AUDITIVO ........................................................... ............................. 5.7 PALESTRA 07 - O CONTROLE DO RUÍDO .............................................. 5.8 PALESTRA 08 - A ILUMINAÇÃO NO MEIO AMBIENTE ........................... 5.9 PALESTRA 09 - LEVANTAMENTO DE PESO E TRANSPORTE DE OBJETOS MANUALMENTE ................................................................. ............ 5.10 PALESTRA 10- TRANSPORTE E ELEVAÇÃO DE CARGAS ................ 5.11 PALESTRA 11 ± MANUSEIO, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS ................................................................................... 5.12 PALESTRA 12 - VAPORES - AGENTE QUÍMICO ................................... 5.13 PALESTRA 13 - GASES EM TOXICOLOGIA .......................................... 5.14 PALESTRA 14 - CUIDADOS COM A PELE ............................................. 5.15 PALESTRA 15 - LIMPEZA DAS MÃOS ...................................................
6.0 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES ................................... .........................

6.1 SEGURANÇA DO TRABALHO .................................................................. 6.2 ACIDENTE DO TRABALHO ....................................................................... 6.3 ACIDENTE DE TRAJETO .......................................................................... 6.4 DOENÇA PROFISSIONAL ........................................................................ 6.5 DOENÇA DO TRABALHO ......................................................................... 6.6 INCIDENTE ................................................................................................ 6.7 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO ................................................
7.0 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO ± CAT ........................

7.1 TIPOS DE CAT .......................................................................................... 7.2 TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES .................................... 7.3 PASSOS A SEREM SEGUIDOS ............................................................... 7.4 COMO PREENCHER UMA CAT ± COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO ........................................................... ...........................................

8.0 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTE ± CIPA ...........

65 65 69 77 78 79 80 81 82 83 86 86 86 87 88 90 93 102 103
111

8.1 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE AS CIPAS........................................... 8.2 MODELOS DE DOCUMENTOS PARA SEREM FEITOS E ARQUIVADOS NA EMPRESA APÓS SER PROTOCOLADO NA DRT ...................................
9.0 SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ± SESMT............................................................ 10 PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS ± PPRA..... 11 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICOS DE SAÚDE OCUPACIONAL ± PCMSO ............................................................................................................. 12 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO ± PPP ........................ 13 DA BRIGADA DE INCÊNDIO PLANO DE ATUAÇÃO...............................

13.1 PROCEDIMENTOS BÁSICOS.................................... ............................. 13.2 PROCEDIMENTOS GERAIS EM CASO DE ABANDONO...................... 13.3 INVESTIGAÇÃO.......................................................... ............................. 13.4 OBSERVAÇÕES ............................................................. ............................... 13.5 RECURSOS BÁSICOS PARA BRIGADA ................................................ 13.6 IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DA BRIGADA ............................... 13.7 ATRIBUIÇÕES DAS BRIGADAS ............................................................. 13.8 CONTROLE DO PROGRAMA DE BRIGADA DE INCÊNDIO ................. 13.9 REQUISITOS PARA OS MEMBROS DAS BRIGADAS ...........................
CONCLUSÃO ...................................................................... ............................. ANEXOS ........................................................................................................... BIBLIOGRAFIA.................................................................................................

APRESENTAÇÃO

O estágio que tive a oportunidade de realizar na empresa de direito privado Tomé S.A., me proporcionou uma ampla e objetiva visão da importância desta organização junto à sociedade. Além disso, pude constatar que a empresa possui inúmeras áreas em boas condições de segurança para o trabalho e outras, em menor número, que podem melhorar as referidas condições empregando-se poucos investimentos. Por ocasião deste estágio, a direção da empresa abriu as portas possibilitando que eu tivesse contato com inúmeros e diferentes locais de trabalho e, desta forma, pude enriquecer meus conhecimentos adquiridos ao longo do curso constatando as medidas de segurança necessárias para cada atividade desenvolvida em seus respectivos locais Na ocasião, por intermédio do relatório . efetuado ao longo das atividades, aproveitei para solicitar, em prol da empresa, pequenas adequações às medidas de segurança no trabalho. Dessa forma, a prática realizada nesta organização acabou complementando os anos de estudos realizados durante o curso.

INTRODUÇÃO

Este relatório tem como objetivo abordar a teoria desenvolvida ao longo do curso de Técnico em Segurança do Trabalho na sala de aula, transpondo esses conhecimentos para a prática de estágio. Os principais temas abordados neste relatório são desenvolvidos na empresa e envolvem a segurança do trabalho nos seguintes aspectos: y y y y y Desenvolvimento; Orientação e fiscalização; Controle das condições ambientais; Legislação; Normas técnicas.

Inicialmente comentamos sobre a história da empresa, logo após um breve relato sobre as funções que desempenho, seus setores, máquinas procedimentos e EPI´s utilizados. Por fi a parte m técnica que envolve a teoria usada.

1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1.1 DO ALUNO

Nome: Gislaine Fátima Rodrigues Endereço: Vitório Batisti,1740 Bairro: Jardim Eldorado Caxias do Sul ± RS Fone: (54) 3228-44-66 Curso: Técnico em Segurança do Trabalho ± Área da Indústria Turma: M 21 Estagio: Escola Técnica Caxias do Sul Setor de Estágio: SESMT Período: Março a Agosto de 2010 Duração: 400h Supervisora: Dirce Bisotto
1.2 DA EMPRESA

Nome: Tomé S/A Endereço: BR 116 km. 140.6 CEP: 95059 -520 ± Caxias do Sul Fone: 54- 3283-88-17 E-mail: tome@tome.ind.br Supervisora: Marilei Padilha

1.2.1 Histórico da Empresa

Com aproximadamente cinco décadas de atividades a Tome S/A sempre se caracterizou pela determinação e visão empreendedora. Hoje instalada em um complexo industrial com aproximadamente 60.000m2. Sua planta industrial em pleno funcionamento tem mais de 20.000m2 onde são fabricados todos seus produtos, líder no mercado brasileiro na fabricação de tambores de freio. Os produtos da Tomé S/A indústria de autopeças cruzaram as fronteiras do Brasil, com uma vasta distribuição no promissor mercado do merco sul, Alemanha e Itália, entre outros. O crescimento da Tomé S/A tem sido um constante, aperfeiçoando - se tecnicamente e atendendo de forma destacando as exigências do mercado. ³Oferecer soluções em tambores de freio para caminhões, ônibus e semi reboques, buscando a melhoria continua da quali dade com tecnologia e atendimento reconhecido agregando valor a clientes, acionistas, colaboradores e comunidade´.

1.2.2 Área de estágio

Assessoria do Técnico de Segurança do Trabalho Sr. Oclides de Paula, da Engenheira de Segurança, Sra. Mari Rech, a respeito de qual é a melhor forma de procedimento dentro da empresa para obter melhores resultados; Acompanhamento de atendimento a acidentados na enfermaria; Investigação de acidentes juntamente com a comissão, com acompanhamento de preenchimento da CAT; Entrega ou troca de EPIs, colhendo assinaturas dos colaboradores que receberam seus equipamentos; Arquivamentos das fichas de colaboradores que foram atendidos pelo médico com assessoria do técnico de segurança, Sr. Oclides bem como observação dos primeiros socorros aplicados em caso de acidentes;

Contato com os programas da empresa para dar baixas necessárias sobre segurança do trabalho; Auxílio no preenchimento dos sistemas específicos da empresa relacionados á saúde e segurança do trabalho; Inspeção nos setores da fábrica observando, de um modo geral, a fábrica, máquinas e colaboradores, buscando auxiliar na prevenção de acidentes. Leitura do PCMSO e PPRA da empresa para entender e acompanhar os tipos de riscos aos quais os colaboradores estavam expostos e, desse modo, entender os exames necessários aos colaboradores. Baseada nessas leituras procurei focar na inspeção em busca da prevenção .

2 DESCRIÇÕES POR SETORES E MÁQUINAS E USO DE IPI´S

2.1 SETOR PREPARAÇÃO DE AREIA

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MATÉRIA PRIMA UTILIZADA:

Areia, bentonita, e carvão mineral e água.
FERRAMENTAL USADO:

Pá, caneca, c/capacidade de 1 kg, martelo, caneco, c/capacidade de 3 kg, balde c/capacidade de 8 kg.
INSTRUMENTOS:

Martelete mecânico MM- RELÓGIO
2.1.2SEQUÊNCIA DE OPERAÇÃO:

Abastecimento do depósito com bentonita e carvão; Ligar as correias transportadoras no painel ; Ligar o misturador; Liberar areia para o misturador até atingir o marcador, se necessário bater com martelo de madeira na calha para descer à areia; Adicionar água até ficar uma massa firme ;

Colocar bentonita medidas em Kg, conforme necessidade, utilizando balde de 8 kg e um caneco de 1 kg para complementação; Colocar carvão conforme necessidade utilizando um caneco de 3 kg e um 1 kg para complementação; Misturar tudo aproximadamente 05 minutos ; Fazer ensaio de compatibilidade conforme IT 037 ; Justar areia se não estiver conforme com o ensaio de compatibilidade; Abrir a porta do misturador quando a areia estiver pronta ; Distribuir a areia para os silos das máquinas ; Efetivar limpeza do misturador;
EPIS UTILIZADOS

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. De Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;

2.2 SETOR MOLDAGEM I

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.
MÁQUINA: Moldadora Vick, peneira Martelos de borracha, caixas, grampos, espátulas, carrinho de mão, canais de borrachas, anel de 600 mm de diâmetro, facas mangueiras e bicos de ar comprimido.

INSTRUMENTOS:
Maçarico de gás, alicate, correntes martelo, pás, chaves estrela de 19 mm, chaves Allen. Marreta com cabo longo 1,6 kg, marreta com cabo longo de 5 kg, pás, garfo e alavanca, marreta com cabo curto de 1kg.

2.2.1SEQUENCIA DE OPERAÇÕES MOLDAGEM

Seleciona-se modelos conforme quadro de programação da moldagem ; Faz-se o transporte do modelo, só deverá operar a empilhadeira funcionário habilitado; Efetuar reparos no modelo, se necessário; Colocar o modelo na máquina, não colocar a mão próxima as correntes de sustentação, não ficar debaixo do modelo suspenso; Eliminar umidade do modelo aquecendo-o com maçarico; Passar grafite no modelo para melhor extração do molde; Pegar caixa vazia da esteira, proveniente da desmoldagem; Colocar a caixa na máquina;

Colocar areia na caixa até enchê -la; Prensar e bater durante aproximadament e 10 segundos para socara a areia, não acionar o pedal da máquina além de 10 segundos; Completar a caixa com a areia até enchê -la novamente; Prensar e bater durante aproximadamente 10 segundos; Extrais a caixa; O molde deve estar isento de rachaduras, trincas ou falhas superficiais; Colocar molde na esteira rolante; Colocar filtro na cavidade do molde ; Aguardar para o fechamento ;

2.2.2 SEQUENCIA DE OPERAÇÕES DESMOLDAGEM

Ligar maquinário da desmoldagem no painel nº1 ; Aproximar caixas fundidas na entrada da peneira; Colocar a caixa sobre a base central da peneira ; Acionar pistão para extrair a peça da caixa ; Ligar o dosador de areia nova ; Após retorno do pistão bater regularmente na caixa para soltar areia ; Tirar a areia da peça com batidas regulares ; Desligar o dosador de areia nova ; Separar a caixa e alimentar as máquinas de moldagem ; Retirar peças da peneira e quebrar o canal ; Verificar as peças, separando-as como não conforme e identificando-as com etiqueta para o produto não conforme ;

Quando não houver disponibilidade de estrados as peça s podem ser empilhadas no solo; Identificando-as com etiquetas colocando o código da peça, a quantidade e a operação executada; Colocar peças sucateadas no local designado para sucata ; Enviar peças boas para jatear; Recolher os canais e colocá-los nas caixas; Colocar areia restante no chão na peneira, quando a mesma estiver um certo acúmulo; Enviar as caixas canais para o setor de preparação de carga;

Funções/Cargos: encarregado, Moldador automática Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ; Avental de raspa; Toca de tecido; Manga de raspa;
2.2.3 Moldador Manual CBO- 7223-30

Confecciona moldes de areia utilizando se de máquinas para possibilitá-la a fundição de peças de ferro fundido. Aquece o molde com maçarico, aciona outro dispositivo

da máquina para prensar, limpar o modelo com ar comprimido e ativa o sistema de transporte.
Epis utilizados

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;
2.2.4 Moldador Automática CBO- 7223-30

Confecciona moldes de areia utilizando se de máquinas para a possibilitar a fundição de peças de ferro fundido. Aquece o molde com maçarico, aciona outro dispositivo da máquina para prensar, limpar o modelo com ar comprimido e ativa o sistema de transporte.

2.2.5 Encarregado

CBO- 7201-25

Coordena unidades produtivas conforme programação previamente estabelecida verificando qualidade, quantidade e prazos, analisa e controla através de planilhas os progamas produtivos, é responsável pelo provimento da área de equipamentos e materiais, orientando os subordinados quanto aos procedimentos e métodos a fim de melhorar o nível de produção.
Nº de funcionários expostos : 21

Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a

exposição é diária;
EPIS UTILIZADOS

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;

2.3 SETOR PREPARAÇÃO DE AREIA II

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MATÉRIA PRIMA UTILIZADA

Areia, bentonita, e carvão mineral e água.

FERRAMENTAL USADO:

Pá, caneca, c/capacidade de 1 kg, martelo, caneco, c/capacidade de 3 kg, balde c/capacidade de 8 kg.

INSTRUMENTOS:

Martelete mecânico MM- relógio;

2.3.1SEQUÊNCIA DE OPERAÇÃO

Abastece o deposito com bentonita e carvão. Ligar as correias transportadoras no painel ; Ligar o misturador; Liberar areia para o misturador até atingir o marcador, se necessário bater com martelo de madeira na calha para descer a areia; Adicionar água até ficar uma massa firme ; Colocar bentonita medidas em Kg, conforme necessidade, utilizando balde de 8 kg e um caneco de 1 kg para complementação. Colocar carvão conforme necessidade utilizando um caneco de 3 kg e um 1 kg para complementação. Misturar tudo aproximadamente 05 minutos ; Fazer ensaio de compatibilidade conforme IT 037 ; Justar areia se não estiver conforme com o ensaio de compatibilidade. Abrir a porta do misturador quando a areia estiver pronta ; Distribuir a areia para os silos das máquinas ; Efetivar limpeza do misturador;

Função/Cargo: Preparador de Areia

2.3.2 Preparador de Areia Fundição

CBO- 7223-25

Opera um equipamento de preparação de areia para fundição, manjando os dispositivos do painel da máquina. Liga o misturador, abre o registro de entrada de ar e água. Verifica se a areia esta adequada para a moldagem, controla a distribuição da areia para as máquinas e o retorno das mesmas para os silos.

Nº de funcionários expostos : 01

Tipo de exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelo misturador. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;
2.4 SETOR DE PREPARAÇÃO DE CARGAS

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MATERIA PRIMA UTILIZADA:

Sucata de ferro;

FERRAMENTAL USADO:

Contentores para sucata, pás, placas de identificação de material.

INSTRUMENTOS:

Balança;

2.4.1SEQUÊNCIA DE OPERAÇÕES

Encher as caixas com sucata de aço dividindo as cargas com aproximadamente 80 a 100 kg Quebrar sucatas maiores, tambores de freio velhos na prensa ou quebrador. Não utilizar, peças de fogão, peças com graxa, ferro de passar, peças de alumínio, motores elétrico, peças com chumbo, peças de fina espessura. Sucatas não conformes devem ser separadas e colocadas na caixa apropriada Colocar a sucata de ferro nas caixas para a sucata de ferro Encher as caçambas com limalha

Função/Cargo: Preparador de Cargas, operador de empilhadeira

2.4.2 Preparador de Cargas

CBO- 8214-45

Classifica e prepara as cargas para abastecimento dos fornos de fundição. Classifica e separa a sucata, descarrega e carrega caminhões com sucata de ferro. Quebra a sucata com uma guilhotina e as separa em caixas.

2.4.3Operador de Empilhadeira

CBO- 7822-20

Dirige empilhadeiras destinadas ao transporte de materiais ou equipamentos.Busca entrega nos locais determinados, carregando ou descarregando caminhões, carretas etc. Verifica o abastecimento de combustível e óleo lubrificantes. Zela pela conservação e limpeza. Faz pequenos reparos de urgência. .

Nº de funcionários expostos : 05

Tipo da exposição : Permanente, faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído continuo produzido pelo quebrador de sucata ; Meios de propagação no ambiente de trabalho: A

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;

2.4 SETOR MANUTENÇÃO:

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Funções/Cargos : Mecânico de Manutenção, eletricista manutenção, lubrificador, torneiro mecânico.

2.4.1 Mecânico de Manutenção

CBO- 9113-25

Executa serviços de manutenção preventiva e corretiva em máquina e equipamentos para fins de correção de defeitos ou de prevenção. Reparando, substituindo, desmontando, montando peças e componentes. Observa o funcionamento da máquina, ajustando e eliminando eventuais falhas.

2.4.2 Eletricista manutenção

CBO- 9541-25

Planejam serviços de manutenção e instalação eletroeletroica e realizam manutenções preventiva, preditiva e corretiva. Instalam sistmas e compnentes eletroeleronicos e realizam medições e testes. Elaborma documentação técnica e trabalham em conformidade com normas e procedimenttos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

2.4.3 Lubrificador

CBO-9191-05

Lubrifica mancais, engrenagens, rolamentos etc. de máquinas e equipamenos, utilizando-se de bomba de óleo e graxa. Executa a limpeza de exaustores.

2.4.4 Torneiro Mecânico

CBO- 7212-15

Prepara e opera torno mecânico para executar trabalho em serie em uma linha de produção. Posiciona a peça e as ferramentas necessárias na máquina. Aciona os dispositivos de comando automático. Observa a precisão da usinagem. Efetua medições, torneia peças conforme desenho.

Nº de funcionários expostos : 16

Tipo da exposição: Intermitente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído e radiações não ionizantes

Ruído produzido pelos tornos e furadeiras. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR
Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ; Creme protetivo p/mãos; Mascara para soldador; Avental de raspa; Luva de vaqueta;

2.5 SETOR JATEAMENTO

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas o nduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MÁQUINA: Granalhadora de aço.

2.5.1 SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÕES:

Verifica a granalha, se estiver pouca acrescentar aço. Ligar a máquina, acionando turbinas e exaustor Identificar gancheiras e quantidades de peças na placa de identificação Colocar peças na gancheira Acionar ciclo de jateamento Retirar as peças das gancheiras e identificar a corrida na peça com giz

Desligar equipamento Limpar a máquina Limpeza geral da máquina

Função/Cargo: Operador de Jato

2.5.2 Operador de Jato

CBO- 8214-35

Efetua a limpeza das peças através de máquinas jateadas a granalha, com um pistão pneumático coloca as peças na maquina para jateamento. Abastece o reservatório da máquina quando necessário.

Nº de funcionários expostos :05

Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelo jato de granalha de aço. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira : Avental de raspa;
2.6 SETOR DE REBARBAÇÃO

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcion ada pelas aberturas laterais e lantermins.

MÁQUINA: Rebolo pendular (lambreta) Rebel

FERRAMENTAL:

Martelo, lixadeira, e carretilha

2.6.1SEQUENCIA DE OPERAÇÕES

Pegar a peça da esteira rolante Colocar a peça no prato giratório

Esmerilhar as rebarbas da parte externa da peça, no rebolo do prato Verificar as rebarbas e tirar com batidas de martelo o excesso Esmerilhar rebarbas nos diâmetros internos no rebolo pendular (lambreta) Remover as rebarbas externas, com a esmerilhadeira manual Inspecionar o acabamento das peças, se necessário rebarbar com a lixadeira Segregar as peças conformes em lugar apropriado Colocar as peças conformes no estrado Atualizar a etiqueta de identificação

Função/Cargo: Rebarbador

2.6.2 Rebarbador

CBO- 8214-50

Retira rebarbas das peças fundidas utilizando máquina esmerilhadora e ferramentas manuais para igualar e dar acabamento as suas superficiais, removendo a aspereza até desaparecer as rebarbas.

Nº de funcionários expostos : 12

Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelas máquinas de rebarbar e esmeril, lixadeira manual. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ; Luva Nitrilica; Avental de raspa; Mascara Facial de acrílico;

2.7 SETOR FORNOS

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vap or de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MÁQUINA: Forno a Indução

FERRAMENTAL: 01 escoriador, 02 canecos (revestido c/refratário, alavanca, colher de pedreiro e canecos padrões).

INSTRUMENTOS: Pirômetro, balança

2.7.1SEQUÊNCIA DE OPERAÇÕES

Carregar o forno com sucata de ferro fundido cinzento e cavaco (limalha) Verificar se a outra bobina não está ligada, se não ligar o forno Adicionar sucata de FOFO conforme vai liquidificando o metal até que o líquido atinge a metade da bobina.

Adicionar de 4 a 8 kg de carburante, essa variação é dada devido à análise anterior. Verificando se o metal está pronto, retirar amostra coquilhada (base) enviar para o laboratório. Ao receber o relatório de análise base, fazer correção conforme solicitação. Feita a correção dar sinal de metal pronto, (sinal através de sirene) Indicar ao vazador a quantidade de inoculante a ser adicionado no metal. A inoculação deve ser lenta da metade do panelão para o final Verificar a temperatura Colocar a cápsula no pirômetro, fazer imersão no metal líquido Verificar se a temperatura está entre 1.450 a 1500 °C Bascular o forno fazendo inoculação conforme item nº 9

Máquina: Fornos Sindus

OPERAÇÃO: Revestimento

FERRAMENTAL: Mangueira de ar 15 metros, cola, chave de fenda, alicate de bico, braçadeira, chave 24mm, marreta.

INSTRUMENTOS: Trena, relógio nível

2.7.2 SEQUÊNCIA DE OPERAÇÕES

Revestir a bobina com massa refratária; Colocar micasil na parte a ser revestida; Revestir o forno com pó refratário 175 kg ; Colocar vibrador para vibrar o fundo ;

Vibrar durante 6 minutos; Decorrido este tempo, retirar o vibrador com cuidado ; Colocar forma (camisa); Acertar pinagem e nivelamento da forma ; Colocar 325 kg de pó refratário; Colocar vibrador de laterais, dentro da forma (camisa) usando tacos de madeiras entre forma e o vibrador. Vibrar aproximadamente 7 minutos; Decorrido o tempo retirar o vibrador; Revestir a bica do forno com a massa refratária ; Próximo passo é o processo de sintetização;

Função/Cargo: Forneiro e Encarregado de fundição .

2.7.3 Forneiro

CBO- 8212-15

Conduz o funcionamento de um forno elétrico por indução, controla a temperatura, fazendo as manobras e regulagens necessárias, carrega o forno colocando grafite, silício, manganês, cromo e pirita, coloca sucata de aço, limalha, sucata de ferro até encher o forno, depois de atingida a temperatura desejada retira uma amostra coquilhada e envia ao laboratório, efetua correções se necessário, efetua a retirada da esoria, ajusta a temperatura, aciona siene de alarme para avisar que o metal está pronto para vazar, comunica ao vazador a quantidade de inoculante que deve ser colocado na bica do forno

2.7.4 Encarregado de Fundição

CBO- 7201-25

Coordenam, orientam e treinam equipes de trabalho, de usinagem, conformação e tratamento de metais, nos métodos, processos produtivos e da qualidade. Organiza equipamento utilizandos nos processos de produção, estruturando arranjos físicos e células de trabalho. Monitoram processos de usinagem, conformação e tratamento dos metais. Garantem a programação da produção, dimensionando disponibilidade dos equipamentos e definindo pessoal em função do tipo, da especificação do

serviço, das prioridades e da seqüência da produção. Gerenciam recursos materiais, monitoram procedimentos e normas do sistema de qualidade da empresa. Coordenam ações voltadas para o meio ambiente e segurança do trabalho e elaboram documentação técnica.

Nº de funcionários expostos: 22

Tipo da exposição : Permanente, faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído e calor,fumos metalicos

Ruído produzido pelos fornos de indução Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Óculos de Segurança escuro; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Botina de segurança c/biqueira ; Avental de raspa;
2.8 SETOR VAZAMENTO

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

MÁQUINA: Ponte rolante FERRAMENTAL: Um caneco para inoculação, panelão aquecido, 01 rolo para limpeza da escória, 01 caneco para fundir coquilhada.

2.8.1 SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÕES

1- Verificar no painel indicador luminoso qual forno a ser basculado, posicionar o panelão e m frente ao forno na posição para o basculamento.

Funções/Cargos: Vazador, operador de Ponte Rolante, forneiro

2.8.2 Vazador

CBO- 7222-30

Vaza em moldes metais fundidos provenientes dos fornos, coloca inoculante na bica do forno, retira a escoria do panelão, retira uma amostra coquilhada para analise de laboratório. Inicia o vazamento lentamente tendo o cuidado de vazar todo o material do panelão no tempo determinado.

2.8.3 Operador de Ponte Rolante

CBO- 7821-30

Opera ponte rolante suspensa, manejando os dispositivos translação e elevando para transporte de panelões de ferro fundido, sucatas para cargas dos fornos e caixas com escoria para a limpeza.

Nº de funcionários expostos ; 14

Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído e calor

Ruído produzido pelos fornos. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR
Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Óculos de Segurança escuro; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Botina de segurança c/biqueira ; Avental de raspa;

2.9 SETOR USINAGEM CNC

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Funções/Cargos : Operador de Furadeira, Operador CNC,Torneiro Mecânico, operador de furadeira cnc.

de

Torno

2.9.1 Operador de Furadeira

CBO- 7212-15

Regula e opera uma máquina furadeira dotada de um movimento radial, atuando nos comandos de partida e nos de movimentação da ferramenta

para furar as partes, verifica na primeira peça o di mensional e entre centro dos furos com o auxilio de paquímetro.

2.9.2 Operador de Torno CNC

CBO- 7214-30

Prepara e opera o torno com comando elétrico previamente programado, executando correções de programas em uma linha de produção, verifica se a peça esta dentro da tolerância especificada no desenho utilizando -se de paquímetro, micrometro e relógio comparador, se necessário faz ajustes.

2.9.3 Torneiro Mecânico

CBO- 7212-15

Prepara e opera torno mecânico para executar trabalho em serie em uma linha de produção. Posiciona a peça e as ferramentas necessárias na máquina. Aciona os dispositivos de comando automático. Observa a precisão da usinagem. Efetua medições, torneia peças conforme desenho.

2.9.4 Operador de Furadeira CNC

CBO-7212-15

Prepara e opera furadeira com comando numérico, previamente programado, executando pequenas correções de programas em uma linha de produção. Depois de realizada a primeira operação de cada palet, confere com o paquímetro se os furos estão com o diâmetro especificado no desenho e entre centro dos furos dentro da tolerância especificado pelo sesenho.

Nº de funcionários expostos ; 28 Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelos tornos CNC e furadeiras. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ; Luva Nitrilica ;

2.10 SETOR: S.E.S.M.T

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Funções/Cargos: Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico de Segurança do Trabalho e Médico do trabalho, auxiliar de segura nça, fisioterapeuta

2.10.1 Técnico de Segurança do Trabalho

CBO- 3516-05

Inspeciona as condições de segurança e higiene do trabalho, verificando a existncia de riscos em instalções prediais, máquinas e equipamentos. Determina as necesidades de utilização de dispositivos especiais de segurança, sugerindo alterações que propiciem melhora e adequação dos recuros técnicos ao trabalhador. Avalia a existência de agentes insalubres e condições de periculosidade do trabalho. Desenvolve e coordena programas de segurança e camapanhas de prevenção de acidentes.

2.10.2 Auxiliar de Segurança

CBO- 3516-05

Inspeciona as condições de segurança e higiene do trabalho, verificando a existncia de riscos em instalções prediais, máquinas e equipamentos. Determina as necesidades de utilização de dispositivos especiais de segurança, sugerindo alterações que propiciem melhora e adequação dos recuros técnicos ao trabalhador. Avalia a existência de agentes insalubres e condições de periculosidade do trabalho. Desenvolve e coordena programas de segurança e camapanhas de prevenção de acidentes.

2.10.3 Engenheiro de Segurança do Trabalho CBO-2149-15

Inspeciona as condições de segurança e higiene do trabalho, verificando a existência de riscos em instalações prediais, nas maquinas e equipamentos, determina a necessidade da utilização de dispositivos de segurança, sugerindo as alterações que propiciem melhora adequação dos recursos técnicos ao trabalhador. Avalia a existência de agentes insalubres e condições de periculosidade do trabalho. Desenvolve e coordena programa de segurança e campanhas de prevenção de acidentes

2.10.4 Fisioterapeuta

CBO-2236-05

Aplicam técnicas fisioterapeuticas para prevenção, readaptação e recuperação de pacientes e clientes. Atendem e avaliam as condições funcionais de pacientes e clientes utilizando protocolos e procedimentos específicos da fisioterapia e suas especialidades. Atuam na área de educação em saúde através de palestras, distribuição de materiais educativos e orientações para melhor qualidade de vida. Desenvolvem e implementam programas de prevenção em saúde geral e do trabalho. Gerenciam serviços de saúde orientando e supervisionando recursos humano. Exercem atividades técnico -cientificas através da realizaçõ de ´pesquisas, trabalhos específicos, organização e participaçõ em eventos científicos.

2.10.5 Médico do Trabalho

CBO- 2231-18

Exerce atribuições de medicina do trabalho, atendendo em ambulatório, interno, a funcionários e candidatos com o objetivo de determinar anormalidades físicas e orgânicas, coordena e executa programas de medicina ocupacional. Efetua exames médicos, emitem diagnósticos, prescreve medicamentos para promover a saúde e o bem estar dos funcionários. .

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelos fornos. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

2.11 SETOR CONTROLE DE QUALIDADE

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Função/Cargo: Analista da qualidade, auxiliar da qualidade, Inspetor de controle da Qualidade.

2.11.1 Analista da Qualidade

CBO- 3912-05

Controlam perdas potenciais e reais de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo plano de ações preventivas corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos industriais, gerenciam atividades de segurança do trabalho e do meio ambiente, planejam empreendimentos e atividades industriis e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho. Emitem e divulgam documentos técnicos como relatórios, mapas de risco e contratos.

2.11.2 Auxiliar da qualidade

CBO- 3912-05

Inspecionam o recebimento e organizam o armazenamento e movimentação de insumos, vericam conformidade de processos, liberam produtos e serviços, trabalham de açodo com normas e procedimentos técnicos, de qualidade e de segurança e demostram domínio de conhecimentos técnicos específicos da área.

2.11.3 Inspetor Controle da Qualidade

CBO- 3912-05

Realizar inspeção dimensional das peças usinadas, inspeciona a primeira peça furada, verifica se não há falhas de fundição, nas peças fornecidas em bruto mede a dureza e excentricidade e faz aferição dos instrumentos e os distribui providencia os desenhos das peças a serem usinadas

Nº de funcionários expostos : 04

Tipo da exposição: Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição.

RISCOS ENCONTRADOS: RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelos fornos. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete: Óculos de Segurança Incolor; Respirador; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco;

Calça; Sapato de segurança c/biqueira ; Luva Nitrilica;

2.12 SETOR ALMOXARIFADO / PCP

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Função/Cargo: Almoxarife

2.12.1 Almoxarife

CBO- 4141-05

Organiza e executa os trabalhos de almoxarifado, como recebimento, distribuição, estocagem, registro e inventário de matérias -primas e mercadorias compradas. Fornece materiais e ferramentas para a manutenção, encaminha ao departamento de compras relação de materiais a serem comprados, programa o consumo e prazos de entrega recebem fornecedores e transportadoras conferindo quantidade e dados constantes nas notas fiscais, estoca o material observando as condições das embalagens e os prazos de validade. Confere n otas e peças expedidas.

N º de funcionários expostos: 01

Tipo da exposição : Permanente faz parte da atribuição do cargo e a exposição é diária

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelos fornos. Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Protetor A. de Inserção; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;
2.13 SETOR PINTURA

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial p or lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

FERRAMENTAL USADO;

Pistolas, solventes, tinner, panos, tinta e óleo protetivo.

2.13.1SEQUENCIA DE OPERAÇÕES

Requisitar e retirar tinta e óleo protetivo armazenado no almoxarifado ; Fechar válvula de entrada; Liberar ar de dentro do tanque puxando a válvula de escape ; Abrir as tampas; No tanque do óleo, enchê -lo tendo o cuidado para não transbordar ;

No tanque da tinta, preparará com a proporção aproximada de 18 litros de tinta para 1 litro de solvente. Misturar bem a tinta e o solvente ou tinner ; Fechar as tampas; Abrir a válvula de entrada de ar geral ; Abrir válvula de entrada de ar nos tanques, para o óleo com 2, 5 bar e para a tinta de 3,5 a 5,0 bar ; Verificar nível de água da cabine ; Ligar o motor do exaustor; Ligar o motor da bomba da cortina de água ; Aproximar peças da esteira para a cabine de pintura, limpando os tambores nas áreas usinadas com um pano molhado com tinner; Com o pistão pneumático erguer o tambor de freio fixando -o pelos furos ou na região dos furos aproximando -o da cabine de pintura ; Pintar a superfície em bruto na parte externa do tambor observando a cor conforme a tabela do item 21 ; Aplicar óleo protetivo nas superfícies usinadas; Colocar os tambores em estrados conforme orientação do responsável ; Manter limpo local de trabalho ; Limpar o tanque de água da cabine a cada vinte dias aproximadamente. Tabela de cores IT-51, IT 077, IT-078,

Função/Cargo: Pintor a Pistola

2.13.2 Pintor a pistola

CBO- 7233-15

Pinta peças de metal fundido prende a peça com pistão pneumático, pinta a parte externa. Conforme pedido, passa óleo anti -ferrugem na parte usinada, prepara tintas nos tanques, cuida da limpeza do equipamento.

Nº de funcionários expostos: 06

Tipo da exposição : Permanente, faz parte da atribuição do cargo, e a exposição é diária.

RISCOS ENCONTRADOS:

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído Produzido por pistola Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

Epis utilizados:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Respirador com carvão ativado- filtro; Protetor A. de Inserção; Luva de raspa; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira; Luva Nitrilica; Avental de raspa;

2.14 SETORES DA ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL

Localizada no interior de um pavilhão com paredes de alvenaria, telhas translúcidas e com chapas onduladas de fibro cimento, com altura até 15 m de altura, piso de concreto, telhado com telhas onduladas de fibro cimento, iluminação natural e artificial por lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e fluorescente, ventilação natural proporcionada pelas aberturas laterais e lantermins.

Funções/Cargos: Gerente Industrial e Auxiliar administrativo,supervisor,

2.14.1 Auxiliar Administrativo

CBO- 4110-05

Executa serviço de apoio na área da administração, tratam de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos, preparam relatórios e planilhas, executam serviços gerais de escritório.

2.14.2 Gerente Industrial

CBO- 1412-05

Administra as linhas de produção, supervisionando e coordenando as funções e atividades de chefia em geral, administra a prioridade de execução, verifica para que os programas sejam cumpridos conforme previsões pré estabelecidas, aprova as programações de produção, de acordo com o tempo previsto, administra o fluxo e movimentação interna dos materiais e produtos em fabricação, desenvolve planos e coordena aquisição e uso de maquinas, equipamentos e ferramentas industriais nas áreas de produção, prepara planos de previsão de mão de obra necessária de acordo com programas, respectivas alterações e ou modificações, estabelece conjuntamente com a diretoria e departamento comercial as prioridades de produção, ativando determinados setores.

2.14.3 Supervisor

CBO- 8201-15

Coordena as atividades produtivas conforme programação previamente estabelecida, quantidades prazos, analisa e controla através de os programas produtivos e responsável pelo provimento da área de equipamentos e materiais, orientando os subordinados quanto aos procedimentos e métodos a fim de melhorar o nível de produção.

RISCOS FÍSICOS: Ruído

Ruído produzido pelos motores dos caminhões; Meios de propagação no ambiente de trabalho: AR

EPIS UTILIZADOS:

Capacete; Óculos de Segurança Incolor; Protetor A. de Inserção; Jaleco; Calça; Sapato de segurança c/biqueira ;

3 CERTIFICADOS DE APROVAÇÃO - CA

Segue a relação dos EPI¶s usados na fábrica e seus respectivos CAs:

-

Sapato ca - 17979 Botina ca - 15087 Bota soldador ca - 15845 Protetor auricular esponja ca - 5674 Protetor auricular silicone ca 5745 Óculos incolor ca - 14759 Óculos escuro ca 11268 Luva raspa ca - 14330 Luva de vaqueta Ca - 20601 Luva nitrilica ca - 14989 Luva impermeável ca - 10146 Creme protetor para pele ca ± 16673 Respirador ca - 17542 Máscara para soldador ca ± 5965 Máscara facial acrílico ca - 2207 Capacete 3 M ca - 19859 Avental de raspa ca - 21233 Protetor tipo concha ca - 269

4 PALESTRAS SEMANAIS - SAÚDE, SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIOAMBIENTE

"Fazer as coisas certas da primeira vez" tornou -se um hábito cultural. A nossa estratégia de aperfeiçoamento contínuo resultou em padrões elevados que excedem as expectativas dos clientes. A nossa busca pela qualidade do produto é suportada por uma atitude positiva na direção da excelência em serviços. Iniciamos um programa de aperfeiçoamento em saúde, segurança e meio ambiente de acordo com os requisitos da norma ISO 14001 (Sistemas de Gestão Ambiental) e a OHSAS 18001 (Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança). Ordem e organização estão em alta onde "Há um lugar para cada coisa e cada coisa deve estar neste lugar". Vemos a ordem e a organização como a base essencial de uma administração sólida da qu alidade e da saúde, segurança e meio ambiente. Há saudáveis competições interdivisões que envolvem a saúde, segurança, qualidade, ordem e organização, com a participação dos funcionários de todos os níveis.

4.1 PALESTRA 01 - POEIRA

O pó é constituído por partículas geradas mecanicamente, resultantes de operações tais como: manuseio de minérios, limpeza abrasiva, corte e polimento de peças. A maior porcentagem de partículas arrastadas pelo ar, forma de pó, tem menos de um mícron (mícron - milésima parte do milímetro). Devemos ter presentes que as partículas de tamanho inferior a cinco mícrons, são as que oferecem maior risco por constituírem a chamada fração respiráveis. As de maior tamanho sedimentam e não são comumente inaladas.

O pó inorgânico de maior importância do ponto de vista da saúde ocupacional é a sílica livre cristalizada, que é achada em grandes quantidades na crosta terrestre formando parte de rochas, minérios, areias, etc.. Um ambiente de trabalho poeirento pode produzir uma situação de risco aos trabalhadores expostos e, considerando os efeitos da poeira sobre o organismo humano, a medicina e segurança do trabalho recomendam a eliminação deste risco atuando em três pontos: 1. Sobre o foco de geração: com o objetivo de impedir sua formação, co m emprego de métodos úmidos, enclausuramento do processo, ventilação local exaustora e manutenção (ex. despoeiramento da sinterização). 2. Sobre o meio pelo qual se difunde: para impedir que se estenda e atinja níveis perigosos no ambiente de trabalho ± limpeza, ventilação geral exaustora ou diluídora, aumento de distância entre o foco e receptor (ex. vedação do prédio de britagem e peneiramento de coque). 3. Sobre o receptor: protegendo o trabalhador para que a poeira não penetre em seu organismo e orientando-os sobre os cuidados necessários nestas áreas, treinamento e educação, limitação do tempo de exposição, equipamento de proteção individual, exames médicos pré-funcionais e periódicos (ex. uso adequado do respirador para pós e névoas que deve ser usado como complementação de medidas de controle ao nível de pessoal).

4.2 PALESTRA 02 - ÓCULOS DE SEGURANÇA

A proteção dos olhos é um dos pontos importantes na prevenção de acidentes. A finalidade dos óculos de segurança é proteger os olhos contra partículas sólidas projetadas e/ou em suspensão. Os óculos de segurança são constituídos de armação em acetato de celulose, cor preta, com protetores laterais em tela de aço inoxidável, haste de acetato, lentes incolores de cristal de vidro ótico corrigido e endureci do e resistente a altos impactos.

O nome oficial do equipamento é óculos de segurança, haste convencional ou meia haste com elástico e é fornecido nos aros 46, 48 e 50 mm. As peças de reposição deste EPI são: haste, proteção lateral e lentes. As unidades de trabalho, através de suas ferramentarias, estão recebendo treinamento e ferramentas para ajustes e reparos nos óculos. Para serem aprovados na empresa, os óculos de segurança devem ser confeccionados segundo as normas da ABNT e possuir o CA (certificado de aprovação). Praticamente em toda área da usina existe uma grande variedade de riscos que podem ter como conseqüência a lesão nos olhos. É por isto que os óculos de segurança são considerados EPIs básicos, ou seja, são indicados e de uso obrigatório para todo empregado ou pessoa que trabalhe ou transite na área da usina. Recomendações sobre uso e conservação:
y

Os óculos devem ajustar-se perfeitamente ao rosto, sem deixar aberturas;

y

A haste ou elástico deve manter os óculos firmes no rosto, porém sem incomodar ou machucar;

y

Usa-se constantemente durante todo o tempo que permanecer no trabalho para o qual for designado;

y

Ao colocar ou retirar, não se deve segurar os óculos apenas por uma haste, mas pelas duas ao mesmo tempo;

y y

Limpar as lentes somente com tecido ou papel limpo e macio; Não deixar que as lentes tenham contato com qualquer superfície, colocando os óculos com as lentes sempre para cima;

y y y

Não guardá-lo ou carregá-lo nos bolsos traseiros das calças; Não transportá-lo junto de ferramentas; Não abandoná-lo junto a fontes de calor;

y

Não deixá-lo em local onde possa receber respingos de óleo, graxa, ácidos, corrosivos, solventes ou qualquer substância que possa danificá-lo;

y

Não usar os óculos com defeitos (falta de proteção lateral, elástico ou haste danifica da ou lentes riscadas);

y

Em locais sujeitos a embaçamento das lentes, usar o líquido anti embaçante.

y 4.3 PALESTRA 03 - AR COMPRIMIDO

O ar comprimido é muito utilizado nas indústrias e pode ser considerado tão importante quanto a energia elétrica ou a maté ria-prima. Entretanto, por estarem comprimidos, o ar e outros gases de uso industrial requerem manipulação delicada e precauções especiais para seu uso. Se for mal empregado, se estiver fora de controle ou com seus acessórios como: conexões, manômetros, maçaricos, mangueiras, chave de conexão, não esquecendo da válvula corta -chamas, mantendo o conjunto durante ou após uso, fixado para que não venha a sofrer quedas. Como é de conhecimento da maioria dos que atuam na área de Segurança e Saúde do Trabalhador, o ar comprimido, muitas vezes, é usado de forma inadequada. Essas práticas envolvem atos inseguros por parte de alguns funcionários, comum em áreas de muita poeira, onde os funcionários utilizam o ar comprimido para limpar a roupa e nas épocas quentes, par a se refrescarem. Atos desta natureza poderão acarretar sérias conseqüências àqueles que por desconhecimento ou ignorância acerca dos preceitos de segurança venha a cometer estas imprudências. A fim de complementar a conscientização dos trabalhadores, deve-se fazer uma explanação sobre os riscos que podem decorrer do mau uso do ar comprimido para que estes fiquem cientes dos danos que poderão sofrer, caso utilizem inadequadamente o ar comprimido.

Não se deve utilizar o ar comprimido para limpeza de roupas ou cabelos, pois um jato de ar suficientemente forte de uma mangueira poderá arrancar um olho de sua órbita, romper um tímpano ou causar hemorragia, como pode também penetrar por um corte ou escoriações na pele, insuflando a carne, causando dor intensa ou uma lesão mais grave. Se o ar chegar a penetrar em vaso sangüíneo, pode produzir bolhas de ar que irão interromper a circulação do sangue dentro dos vasos sangüíneos. Esta lesão denomina-se embolia por ar. Jato de ar comprimido, mesmo com pressões baixa s, pode arremessar partículas de metais ou outros materiais sólidos a velocidades tão altas que se convertem em perigo para os olhos e para o rosto. O ar comprimido contém muitas impurezas, tais como: partículas de óleo, graxas e outras partículas pequenas . Um jato de ar comprimido sobre a pele introduz estas impurezas através dos poros, podendo causar sérias doenças de pele. Todos nós devemos estar conscientes dos riscos e cuidados a serem tomados nos trabalhos com ar comprimido.

4.4 PALESTRA 04 - PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

A máscara 8500 é indicada para proteção do trabalhador contra poeiras incômodas, tais como: celulose (fibras de papel), pó de serragem, poeira de esmerilhamento, caolin, amido, alumina, cosméticos, carbonato de cálcio, silicato de cálcio, silicone, estereatos, sacarose e dióxido de titânio. Estas poeiras, quando inaladas, não causam danos ao sistema respiratório, não formam tecidos fibrosos (nodulações e depósitos de tecidos que recobrem as vias respiratórias, tornando -os rígidos e sem elasticidade). Causam nestes tecidos apenas reações alérgicas reversíveis, não provocando doenças orgânicas (substâncias que passam através dos pulmões ao sangue, mas afetando outros órgãos do corpo humano) e não produzindo efeitos tóxicos por serem facilmente excretados pelo organismo, sem deixar resíduos. Esta máscara não possui o certificado de aprovação expedido pelo Ministério do Trabalho, portanto, está em desconformidade com a Portaria 3214/78 -

Norma

Regulamentadora

06

(EPI),

não

sendo

caracterizada

como

EPI

(Equipamento de Proteção Individual). Assim, fica terminantemente proibido o uso da máscara 8500 em áreas onde há poeiras tóxicas, tais como: ferro, sílica livre cristalizada, manganês e fumos de solda. A exposição contínua a estas poeiras e fumos sem a devida prote ção, provocará danos irreversíveis ao sistema respiratório, podendo afetar outros órgãos do corpo Humano.
y 4.5 PALESTRA 05 - CONDIÇÕES PERIGOSAS NO USO DE MAÇARICOS

Antes de qualquer coisa, vamos definir o instrumento de trabalho conhecido pelo nome de ³maçarico´. Trata-se de um aparelho no qual se processa a mistura sob determinada pressão de um gás comburente com outro combustível. Depois de inflamada, esta mistura produz uma chama com uma temperatura de aproximadamente de 3.200 graus centígrados, portan to, capas de fundir os metais que não contenham mais de 1,9% de carbono. Vamos conhecer esses gases.

Acetileno - é um gás incolor de cheiro característico e altamente

combustível. Sua notação química é C2H2. É um composto instável, sujeito a violenta explosão quando se decompõe. Por esse motivo, este gás não deve ser comprimido, quando puro, para suportar pressões superiores a 15 Lb./Pol2. Em determinadas condições, quando em contato com a prata, mercúrio e cobre, pode provocar explosões.

Precauções no manuseio dos cilindros: y y

Nunca deixar os cilindros de Acetileno diretamente sob o sol; Os cilindros deverão ser armazenados em locais adequados e seguros;

y

Evitar os choques, quedas ou golpes com os cilindros de Acetileno;

y

Não utilizar qualquer peça ou tubo de cobre ou latão, para a circulação do Acetileno;

y

Usar sempre um regulador de Acetileno, ligado à válvula do cilindro, seja qual for à aplicação dada ao gás.

y Efeitos:

O acetileno é um gás anestésico, não venenoso. Em concentrações muito altas, em ambientes fechados, sufocarão o ser humano em virtude da exclusão do oxigênio. Os trabalhos em altas estruturas, onde as vertigens podem ocasionar quedas com graves conseqüências, deve-se ter o cuidado de não respirar muito o acetileno.

Oxigênio - é um gás comburente, incolor e insípido. Seu símbolo é O 2 e seu

peso é 32. Convém mencionar que, no ar, o oxigênio entra na proporção de 21% e o nitrogênio com quase 79%. Em pequenas quantidades existem, ainda, na composição do ar, os chamados gases raros. São eles: Hélio , Xenônio, Argônio e o Criptônio.

Precauções gerais: y

Nunca utilize oxigênio em aparelhos para os quais seja necessário o ar comprimido;

y

Evite qualquer contato de óleo ou graxa, com qualquer parte do cilindro, da rede, reguladores ou dos seus acessórios. O óleo ou a graxa podem formar compostos e queimar violentamente na presença do oxigênio.

y

Ao ligar diretamente o maçarico, observar se há qualquer vazamento de oxigênio e acetileno, no maçarico, reguladores, válvula hidráulica, mangueira e válvula de retenç ão; observar a tabela progressiva de regulagens como padrão, pelas fábricas de maçaricos;

y

Jamais utilizar o oxigênio para refrigerar o ambiente de trabalho. Por ser altamente comburente, isto é, por ativar a combustão, altas concentrações poderão ocasionar combustão, seguida de explosão.

O retrocesso da chama:

O manuseio incorreto do maçarico pode causar o retrocesso da chama. Esta se apaga com um estalo. Principais causas:
y y y y y y

Toque do bico do maçarico na peça; O super aquecimento do bico do maçarico; Utilização de pressões inadequadas; Bico mal apertado; Sujeira na sede do bico do maçarico; Vazamento.

Quando o motivo do retrocesso tiver sido determinado e eliminado o seu agente, o maçarico poderá ser aceso novamente pela maneira usual.

Engolimento da chama:

O engolimento da chama ocorre quando a chama queima de volta para dentro do maçarico, comumente com um silvo agudo. No caso de acontecer um engolimento da chama, proceder como segue:
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Fechar imediatamente a válvula do acetileno; Nota: dependendo do período, isto é, do tempo que se leva para fechar a válvula, poderá o operador optar em fechar a válvula do acetileno ou do oxigênio; quando se verificar o engolimento da chama, a queima interna pode chegar até ao derretimento do divergente; neste caso, fecha-se a válvula do oxigênio;

y

Fechar a válvula de oxigênio de corte;

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Se os engolimentos ocorrem, mesmo após a verificação dos motivos prováveis já descritos, levarem o maçarico à seção de recondicionamento para a eliminação do defeito ou descartá -lo.

4.6 PALESTRA 06 - EFEITOS DO RUÍDO NO HOMEM E SOBRE O SISTEMA AUDITIVO

A conseqüência mais evidente é a surdez, que depende de alguns fatores, como: intensidade, tipo de ruído-contínuo, intermitente ou impacto, sua qualidade (sons agudos são mais prejudiciais que os graves), susceptibilidade individual, tempo de exposição e idade. A surdez pode ser divi dida em três grupos que são:
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Temporária; Permanente; Por trauma acústico.

A surdez temporária é caracterizada pela dificuldade de audição, embora passageira, que se nota após exposição por algum tempo a ruído intenso. A exposição prolongada e repetida ao ruído é capaz não só de causar a surdez temporária como, potencialmente, provocar a surdez permanente. Se a exposição for repetida antes de uma completa recuperação, pode tornar -se surdez permanente. Podendo, ainda, ocorrer a fadiga dos músculos do ouvido médio. A surdez permanente é a perda irreversível da capacidade auditiva devido à exposição contínua, ou seja, o trabalhador fica exposto ao ruído de intensidade excessiva, sem proteção auditiva. No princípio, ocorre a destruição das células no início do caracol, sensível a sons de 4.000 Hz e a alteração não é percebida por não atingir a freqüência da fala. As perdas progridem até atingir freqüências da comunicação oral, entre 250 e 2.000 Hz, quando a vibração chega ao ouvido, mas não consegue ser transmitida.

O trauma acústico é de instalação repentina, após a exposição a ruído intenso como de explosões e impactos, que podem causar perfurações no tímpano e mesmo deslocamento dos ossículos, causando a surdez temporária ou permanente.
Outros efeitos possíveis : além destes, podem ser causados efeitos nos

demais sistemas orgânicos, como ações no sistema cardiovascular, aumento da pressão sangüínea, aceleração da pulsação, aumento da liberação de hormônios, condições idênticas às de situações de medo ou estresse, contração dos vasos sangüíneos, dilatação das pupilas e músculos tensos, redução da velocidade de digestão, irritabilidade, desconforto, diminuição da eficiência do trabalho e prejuízo às atividades que dependam da comunicação oral, pois o ruído mascara a voz.

4.7 PALESTRA 07 - O CONTROLE DO RUÍDO

A regra básica para garantir que não haverá seqüe las (perda auditiva) é reduzir a exposição e o ideal no processo de controle é reduzir o NPS - Nível de Pressão Sonora - a um valor no qual não se provoque o desconforto. O método mais recomendado, desde que se apresentem condições de viabilidade, é o de c ontrole na fonte, seguido do controle na via de transmissão no trajeto entre a fonte de origem e o atingido e a proteção individual. Os protetores auditivos (EPI¶s), como dispositivos que dificultam a passagem do som, podem ser do tipo plug ou do tipo concha. Os do tipo plug são colocados no canal auditivo e podem ser descartáveis ou pré -moldados. Estes necessitam de uma correta colocação no canal auditivo. Necessita observar uma dimensão adequada e não pode ferir o canal, além de requerem um ajuste perfeit o, mantendo uma rigorosa higiene para que não venha a levar sujeira para a área interna do ouvido que, posteriormente, causará infecções no aparelho auditivo. Os do tipo concha, que atuam como uma barreira à onda sonora, são os mais eficientes. Dado importante com relação aos EPI¶s é o referente à sua manutenção e conservação. Para sua colocação devem-se seguir as orientações do fabricante, pois os equipamentos pedem eficiência se utilizados de maneira incorreta. A higiene das mãos é muito importante no ato de colocação dos EPI¶s. Os pré -moldados devem ser esterilizados diariamente em fervura por 15 minutos e, por fim, resta

alertar para a busca do equipamento que melhor se adapte, considerando conforto e proteção. O equipamento bem escolhido e mantido atenu a o ruído, reduz o risco de acidente e facilita a comunicação.

4.8 PALESTRA 08 - A ILUMINAÇÃO NO MEIO AMBIENTE

A fonte luminosa mais importante para o meio ambiente é o sol, porque ele emite luz e calor, essencial a vida humana, vegetal e animal. Se esta iluminação faltar, com certeza será interrompido o processo de fotossíntese nas plantas, irá modificar o comportamento dos animais e também dos seres humanos. A fotossíntese é um processo que combina material químico em produtos orgânicos que serve para sustentar as plantas e animais, tendo como importância dar início à cadeia alimentar onde é baseada toda a vida superior, inclusive os seres humanos. A falta ou excesso de iluminação pode mudar o nosso comportamento, afetará nossa visão, nos proporcionando a ocorrência de acidentes, ansiedade e doenças. Temos que estar trabalhando em um ambiente em que o índice de iluminação seja adequado para execução de nossas atividades evitando, assim, a fadiga visual.

4.9 PALESTRA 09 - LEVANTAMENTO DE PESO E TRANSPORTE DE OBJETOS MANUALMENTE

Levante o peso de maneira correta. Mantenha suas costas eretas, firme os músculos abdominais e faça suas pernas receberem a maior parte do peso a ser erguido. Lembre-se de que o homem não é guindaste. Peça sempre auxílio nos transportes e manuseios pesados. Suas mãos não são alavancas. É importante transportar materiais compridos sempre no mesmo ombro para evitar descompasso. Ao transportar materiais de grande extensão, cuidado para não atingir ou tros

empregados que estejam se deslocando em sentido contrário. Colocar o material no mesmo ombro; ter cuidado ao manusear peças com rebarbas; usar sempre luvas no transporte e manuseio desse tipo de peça.

4.10 PALESTRA 10 - TRANSPORTE E ELEVAÇÃO DE CARGAS

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Não permaneça embaixo das cargas suspensas; Inspecione sempre materiais, equipamentos e utensílios de transportes;

y

Use sempre cabos e estropos de aço em boas condições de utilização;

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Antes do içamento da peça, o pessoal de transporte deve inspecionar toda a amarração da mesma para evitar imprevistos;

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Use sempre pedaços de madeira para evitar cantos vivos nos cabos e estropos de aço e, se possível, amarre calços de madeira;

y

Certifique-se de que o gancho do guindaste não está excessivamente aberto e sem a trava de segurança.

4.11 PALESTRA 11 ± MANUSEIO, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS

De acordo com as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, a característica fundamental de um agente químico pertencente a um determinado produto químico está no tempo de exposição a que o empregado fica submetido a

este agente e ao limite máximo ou tolerância em que este não produza qualquer dano à saúde do empregado. Todo produto químico deverá trazer no lado externo de sua embalagem suas características físicas e químicas, bem como o cuidado com o seu manuseio, a maneira correta de transportá-lo e principalmente como deve ser armazenado, bem como o que fazer em caso de intoxicação com o produto. É necessário diluir o produto nas quantidades recomen dadas e usar os EPI¶s recomendados. Todo produto com qualidade deve conter em sua embalagem todos estes dados. Produtos químicos sem qualquer identificação externa não devem ser manipulados nem utilizados como teste. Sua identificação deve ser completa, cl ara e objetiva. ³Quando não conhecemos a substância química não devemos manuseá -la, pois não saberemos agir quando esta substância estiver prejudicando nosso organismo´.

4.12 PALESTRA 12 - VAPORES - AGENTE QUÍMICO

Os ³vapores´ se comportam de maneira diferente, tanto no que diz respeito ao período de permanência no ar, quanto às possibilidades de ingresso no organismo em relação aos ³gases´. A principal via de ingressos é a respiratória, já que o pulmão tem de 80 a 90 m2 de superfície alveolar, local onde ocorre a troca de substâncias através da respiração. Esta grande superfície facilita a absorção de gases e vapores, os quais podem passar ao sangue para serem distribuídos a outras regiões do organismo. O vapor é conceituado como sendo a fase gasosa de uma substância, que a 250ºC e 760 mmhg é líquida ou sólida. Como exemplos, podem -se citar os vapores de água, vapores de gasolina, vapores de naftalina. Desta maneira, os vapores, como os gases, podem ser classificados ou divididos em:
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Irritantes; Anestésicos; Aspirantes.

Esta classificação baseia-se no efeito mais importante e mais significativo sobre o organismo. Assim sendo, as recomendações para o uso de EPI¶s para gases também vale para vapores.

4.13 PALESTRA 13 - GASES EM TOXICOLOGIA

Os resíduos gasosos deverão ser eliminados dos locais de trabalho através de métodos, equipamentos ou medidas adequadas, sendo proibido o lançamento ou a liberação de quaisquer contaminantes gasosos que ultrapassarem os limite de tolerância estabelecidos pela Norma Regulamentadora. Quando os gases não são considerados resíduos, ou seja, participam diretamente em algum processo, a toxidez está diretamente ligada à quantidade de gás existente na atmosfera. A retenção de gás poderá acarretar incêndios, explosões e intoxicações. A via preferencial de contaminação por gases é a respiratória e, por isto, sua ação no organismo é muito rápida. Os gases, quando liberados em ambiente fechados, tendem a ocupar todos os espaços. Quando se executa uma tarefa em que há liberação de gases, deve-se usar sempre o tipo adequado de proteção para aquele tipo de gás. Os gases em combustão são, também, muito perigosos, principalmente quando provém da queima de inflamáveis.

4.14 PALESTRA 14 - CUIDADOS COM A PELE

Em um artigo que li no mês passado sobre a pele, se dizia que as enfermidades desta região corporal, as quais se conhecem pelo nome de dermatites, multiplicou-se na segunda metade deste século pelo aumento tão grande de produtos químicos nas indústrias. A pele é um tecido muito sensível que cobre todo o corpo. Vivemos, sem nenhum exagero, dentro de uma cápsula - nossa pele. A pele das pessoas adultas possui extensão de mais de 3 m 2. Apesar de fina, a pele é muito resistente. Conté m entre dois e três milhões de glândulas de suor, as quais despejam ao exterior cerca de um litro por dia durante os meses quentes. Se não tivéssemos a pele, não

poderíamos sentir nada ao tocar objetos ou pessoas. A pele é uma camada misteriosa, entrelaçada de delicados circuitos elétricos, antenas, cabos, interruptores, tecidos e muitos outros mecanismos. Recebe 1/3 do sangue do corpo. A pele é um órgão vivo que, como uma árvore, elimina as células (vermelha) mortas e desenvolve outras novas que as substituem. Quando tiverem tempo, em casa, ou em qualquer outro lugar, pensem um pouco em tudo isto que lhes disse e se convencerão que a pele protege o funcionamento interno dos órgãos mais importantes de nosso corpo. Se a ferirmos, abrimos uma brecha por onde p ode entrar toda espécie de germes e vírus que podem atacar nossos órgãos internos. É muito importante protegermos nossa pele para que esta possa proteger nosso corpo. Não devemos expô -la a vapores irritantes, líquidos e a atritos de materiais que possam feri-la. A melhor forma de conseguir isto é usando a proteção individual que melhor se ajuste ao trabalho específico que realizamos. Não apenas devemos protegê-la aqui, dentro da fábrica, mas também fora. Há pessoas que não se preocupam se queimam sua pele p or exporem-se demasiadamente ao sol. Só quando o médico lhes diz que contraíram câncer por terem exposto sua pele excessivamente aos raios ultravioletas do sol, é quando começam a valorizar sua pele, mas já é demasiado tarde. Outras pessoas não dão nenhuma importância aos arranhões, cortes ou picadas que sofrem em sua pele. Não se preocupam em ir à caixa de primeiros socorros e desinfetar essas pequenas lesões. Qualquer lesão, por menor que seja, pode causar inflamações graves em nosso corpo. No artigo que lhes mencionei no princípio da palestra, dizia que se todos os trabalhadores do mundo se lavassem com água e sabão depois se ter exposto em contato com algum produto químico, poeira ou outra substância, se eliminariam mais de 75% das enfermidades da pele q ue se contraem na indústria. Espero que estes cinco minutos que dedicamos ao tema de pele lhes ajudem a apreciá-la mais no futuro, protegendo-a dos perigos que podem feri-la. E tenham sempre em mente que, se nós não protegemos a pele, a pele não protege rá o interior de nosso corpo.

4.15 PALESTRA 15 - LIMPEZA DAS MÃOS

Dermatite é um termo geral para descrever ou designar a inflamação da pele que pode resultar de uma exposição a gases ou vapores irritantes no local de trabalho. Pode-se dividir este termo geral em várias classes específicas de dermatite. A dermatite de óleo é causada pela obstrução e fechamento dos orifícios da pele devido ao óleo e as pastas. A dermatite de sensibilidade é um tipo alérgico de irritação da pele devido a um contato com um p roduto químico ou a um grande e repetido contato. A dermatite de contato é causada por um irritante primário e pode ser muito séria. Entres esses irritantes primários se incluem: ácidos, solventes, sabões, colas, resinas, borracha, plástico e cimento. Cuidado com a gasolina ou o querosene! Muita gente os usa para lavar as mãos, que se bem eliminam a graxa, também irritam a pele e dissolvem os óleos naturais que a protegem. Muito pouca gente se dá conta da importância que tem a pele para a sobrevivência. Sua principal tarefa é proteger o tecido que se encontra debaixo. É a primeira defesa contra os germes. Sem esta defesa os germes nos invadiriam e morreríamos. Todavia, os germes que penetram no corpo através de pequenos cortes ou raladuras podem criar proble mas muito sérios. Este é o motivo pelo qual é importante receber primeiros socorros quando se sofre uma lesão na pele, não importa o quão pequena seja.

5 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

5.1 SEGURANÇA DO TRABALHO

É o conjunto de medidas técnicas, médicas e educacionais, empregadas para prevenir acidentes, quer eliminando condições inseguras do ambiente de trabalho, quer instruindo ou convencionando pessoas na implantação de práticas preventivas.
5.2 ACIDENTE DO TRABALHO

É o que ocorre pelo exercício do tr abalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte, perda, ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

5.3 ACIDENTE DE TRAJETO

Fica caracterizado como acidente de trabalho também aquele que ocorra na ida ou na volta do trabalho, ou o ocorrido no mesmo trajeto quando o trabalhador efetua as refeições na sua residência. Deixa de caracterizar -se o acidente quando o trabalhador tenha , por vontade própria, interrompido ou alterado o trajeto normal.

5.4 DOENÇA PROFISSIONAL

É a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e o da Previdência Social. Ex: Saturnismo (intoxicação provocada pelo chumbo) e Silicose (sílica).

5.5 DOENÇA DO TRABALHO

É a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente (também constante da relação supracitada). Ex: Disacusia (surdez) em trabalho realizado em local extremamente ruidoso.

5.6 INCIDENTE

No conceito prevencionista, é todo acidente sem lesão física, sendo que esta conceituação permite a análise de todos os acidentes ocorridos para que possamos descobrir as verdadeiras causas e as conseqüentes medidas de prevenção.

5.7 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO

Em um passado não muito distante, a responsabilidade do acidente do trabalho era colocada muito mais nos trabalhadores através dos atos inseguros. Essa tendência acabou criando uma ³consciência culposa´ nos mesmos, sendo que era tendência a negligência, o descuido, a facilitação e o excesso de confiança ser apontados como causas dos acidentes. Atualmente, com o avanço e a socialização das técnicas prevencionistas, o que se quer é apurar quais são as verdadeiras causas e não os culpados pelos acidentes do trabalho, portanto, não é que não exista o ato inseguro e a condição insegura, o que precisamos é compreendê -los melhor.
Condição insegura

É a condição do meio ambiente de trabalho que causou o acidente ou contribuiu para a sua ocorrência.
Fator pessoal de insegurança

É causa relativa ao comportamento humano, que propicia a ocorrência de acidentes. Ex: Doença na família, ex cesso de horas extras, problemas conjugais.

6 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO - CAT

A Lei nº 8.213/91 determina , no seu artigo 22, que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão.

6.1 TIPOS DE CAT

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CAT inicial - acidente do trabalho, típico ou de trajeto, ou doe nça profissional ou do trabalho;

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CAT reabertura - reinício de tratamento ou afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou doença profissional ou do trabalho, já comunicado anteriormente ao INSS;

y

CAT comunicação de óbito - falecimento decorrente de acidente ou doença profissional ou do trabalho, ocorrido após a emissão da CAT inicial.

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A comunicação em epígrafe deverá ser feita ao INSS em 24 horas úteis, em seis vias, com a seguinte destinação:

y y y y y y

Ao INSS; À empresa; Ao segurado ou dependente ; Ao sindicato de classe do trabalhador ; Ao Sistema Único de Saúde (SUS); À Delegacia Regional do Trabalho .

6.2 TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

A quem interessa a prevenção de acidentes? 1) Ao trabalhador
y y y y y

- assegura qualidade de vida ; - evita perda de rendimentos; - mantém sua auto-estima; - trabalho como prazer, alegria, motivação para vida. 2) Ao empregador

- ganhos de produtividade ; - preservação da imagem da empresa perante à comunidade ; - redução dos custos diretos e indiretos; - diminuição de litígios trabalhistas ; - menor rotatividade da mão-de-obra. 3) A sociedade/governo - menores encargos previdenciários; - imagem positiva da nação perante organismos internacionais ; - valorização do ser humano por meio de políticas públicas ; - diminuição do "Custo Brasil". A prevenção de acidentes deve obedecer a um processo dinâmico e constante que se caracterize por ações efetivamente prevencionistas que devem ser tomadas no sentido de evitar, eliminar, controlar ou impedir a evolução e consolidação dos riscos no ambiente de trabalho. A cuidadosa investigação de um acidente oferece elementos valiosos para a análise que deve ser feita, concluindo -se sobre suas causas e suas conseqüências.

A análise dos acidentes fornece dados que se acumulam e possibilitam uma visão mais correta sobre as condições de trabalho nas empresas, com indicações sobre os tipos de acidentes mais comuns, as causas mais atuantes, a gravidade das conseqüências e os setores que necessitam de maior atenção do SESMT e da CIPA.

6.3 PASSOS A SEREM SEGUIDOS y

Levantar os fatos, fazendo pesquisa no local do acidente e entrevistas com as pessoas envolvidas;

y y y

Ordenar os fatos e não fazer prejulgamentos; Identificar as causas, sem querer achar um culpado; Definir as medidas preventivas que visem eliminar o risco identificado.

A realidade demonstra que a melhor maneira de evitar acidentes é praticar a prevenção. A análise de acidentes estruturada em fatos reais, com a participação efetiva de todos os envolvidos e a proposição de medidas viáveis e consensuais para evitar a reincidência, constituem-se em uma arma valiosa na prevenção de acidentes quer de ordem pessoal, quer de ordem material.Investigar um acidente é reconstituir o ocorrido através dos vestígios encont rados no local e através dos dados coletados nas indagações feitas junto aos elementos diretamente envolvidos com o acidente. Após as providências imediatas (socorro ao acidentado e marcha normal do processo), iniciar imediatamente, no próprio local do eve nto, a investigação do acidente. Esta deve ser feita por todos os envolvidos na análise e precisa, necessariamente, ser realizada no local do evento. A investigação deve ser a mais completa possível e não omitir os seguintes aspectos:
y y y y y

Tarefa no momento do acidente; Descrição do acidente; Equipamentos envolvidos; Ferramentas utilizadas; EPI's utilizados;

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Produtos envolvidos; Tipo de acidente; Fator pessoal.

6.4 COMO PREENCHER UMA CAT ± COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO

Em Anexo 1.

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A CIPA é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (C LT) nos artigos 162 a 165 e pela Norma Regulamentadora 5 (NR -5), contida na portaria 3.214 de 08.06.78 baixada pelo Ministério do Trabalho. O objetivo básico da CIPA é fazer com que empregadores e empregados trabalhem conjuntamente na tarefa de prevenir acidentes e melhorar a qualidade do ambiente de trabalho. Confira a seguir quais as principais atribuições de uma CIPA, requisitos para sua formação e modo de funcionamento. A organização da CIPA é obrigatória nos locais de trabalho seja qual for sua característica - comercial, industrial, bancária, com ou sem fins lucrativos, filantrópica ou educativa e empresas públicas - desde que tenham o mínimo legal de empregados regidos pela CLT conforme o quadro 1 da NR -5. A CIPA é composta por representantes titulares do empregador e dos empregados e seu número de participantes deve obedecer as proporções mínimas na NR ±5. A empresa deve solicitar ao órgão do Ministério do Trabalho o registro da CIPA através de requerimento, juntando cópias das atas de eleição, insta lação e posse com o calendário anual das reuniões ordinárias e o livro de atas com o termo de abertura e as atas acima mencionadas transcritas. O requerimento e as cópias das atas datilografadas devem ser feitos em duas vias, sendo que uma delas será devolvida protocolada pelo agente fiscalizador. O registro deve ser feito no prazo máximo de dez dias após a data da eleição. Comunicada a DRT, uma cópia protocolada deve ser enviada ao setor responsável pela segurança do trabalho na empresa. Após ter sido registrada na DRT, a CIPA não pode ter o seu número de representantes reduzidos nem pode ser desativada antes do término do mandato, ainda que haja redução de empregados na empresa. Os representantes do empregador são designados pelo próprio, enquanto que os dos empregados são eleitos em votação secreta representando, obrigatoriamente, os setores de maior risco de acidentes e com maior número de funcionários. A votação deve ser realizada em horário normal de expediente e tem que contar com a participação de, no mínimo, a metade mais um do número de funcionárias de cada setor. A lista de votação assinada pelos eleitores deve ser arquivada por um período mínimo de três anos na empresa. A lei confere a DRT, como órgão de

fiscalização competente, o poder de anular uma eleição quando for constatado qualquer tipo de irregularidade na sua realização. Os candidatos mais votados assumem a condição de membros titulares. Em caso de empate, assume o candidato que tiver maior tempo de trabalho na empresa. Os demais candidatos assumem a condição de suplentes, de acordo com a ordem decrescente de votos recebidos. Os candidatos votados não eleitos como titulares ou suplentes devem ser relacionados na ata da eleição, em ordem decrescente de votos, possibilitando uma futura nomea ção. A CIPA deve contar com tantos suplentes quantos forem os titulares sendo que estes não poderão ser reconduzidos por mais de dois mandatos consecutivos. A estrutura da CIPA é composta pelos seguintes cargos: Presidente (indicado pelo empregador); Vice -presidente (nomeado pelos representantes dos empregados, entre os seus titulares); Secretário e suplente (escolhidos de comum acordo pelos representantes do empregador e dos empregados). Cabe ao Ministério do Trabalho, através das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTS) fiscalizar a organização das CIPAS. A empresa que não cumprir a lei será autuada por infração ao disposto no artigo 163 da CLT, sujeitando -se à multa prevista no artigo 201 desta mesma legislação. O mandato dos membros titulares da CIPA é d e um ano e aqueles que faltarem a quatro reuniões ordinárias sem justificativa perderão o cargo, send o substituídos pelos suplentes. Não é válida, como justificativa, a alegação de ausência por motivo de trabalho. Os representantes dos empregados titulares da CIPA não podem sofrer demissão arbitrária entendendo -se como tal a que não se fundamentar em motivo disciplinar, técnico ou econômico. Esta garantia no emprego é assegurada ao cipeiro desde o momento em que o empregador tomar conhecimento da inscrição de candidatos às eleições da CIPA e prolonga -se até um ano após o término do mandato. Os cipeiros não podem também ser transferidos para outra localidade a não ser que concordem expressamente. A reeleição deve ser convocada pelo empregador, com um prazo m ínimo de 45 dias antes do término do mandato e realizada com antecedência de 30 dias em relação ao término do atual mandato. Os membros da CIPA eleitos e designados

para um novo mandato serão empossados automaticamente no primeiro dia após o término do mandato anterior. Atribuições: a) Investigar e analisar os acidentes ocorridos na empresa; b) Sugerir as medidas de prevenção de acidentes julgadas necessárias por iniciativa própria ou sugestão de outros empregados e encaminhá-las ao presidente e ao depar tamento de segurança da empresa; c) Promover a divulgação e zelar pela observância das normas de segurança, ou ainda, de regulamentos e instrumentos de servi ço emitidos pelo empregador; d) Promover anualmente a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT); e) Sugerir a realização de cursos, palestras ou treinamentos, quanto à engenharia de segurança do trabalho, quando julgar necessário ao melhor desempenho dos empregados; f) Registrar nos livros próprios as atas de reuniões ordinárias e extraordinárias e enviar cópia a o departamento de segurança; g) Preencher ficha de informações sobre situação da segurança na empresa e atividades da CIPA e enviar para o Ministério do Trabalho. Preencher ficha de análise de acidentes. Deve ser enviada cópia de ambas as fichas ao departamento de segurança da empresa. O modelo destas fichas pode ser encontrado em qualquer DRT; h) Elaborar anualmente o Mapa de Riscos da empresa. O presidente da CIPA deve coordenar todas as atribuições citadas anteriormente. Ele deve presidir as reuniões e é respon sável pela convocação dos cipeiros. Pode determinar tarefas aos membros da comissão, isoladamente ou em grupos de trabalho. Além disso, deve promover o bom relacionamento da CIPA com o departamento de segurança e com os demais setores da empresa. O vice presidente, por sua vez, deve executar as atribuições que lhe forem delegadas e substituir o presidente em suas faltas ocasionais. Ao secretário da CIPA, cabe

elaborar as atas de eleições, da posse e das reuniões e manter o arquivo e o fluxo de correspondência atualizada. Os demais membros da CIPA devem participar das reuniões, investigar e analisar os acidentes ocorridos, sugerindo medidas preventivas e realizar inspeções nos locais de trabalho. Além disso, têm a obrigação de promover a divulgação de princípios e normas de segurança junto aos demais trabalhadores e atuar como porta-vozes dos problemas de segurança comunicados pelos empregados. Para o empregador a tarefa é simples: deve prestigiar integralmente a CIPA. Uma das principais atribuições das CIPAS é promover anualmente a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT). A maioria das empresas opta pela realização das SIPATs no segundo semestre pelo fato de se possuir um maior número de informações sobre as condições de segurança como, por exemplo, as estatísticas de acidentes do ano anterior. Pelo menos 30 dias antes da realização da Semana, uma comissão deve ser criada para elaborar a programação a ser desenvolvida. Simulações, competições esportivas e peças de teatro são algumas das práticas que vem sendo utilizadas nas empresas para realizar SIPATs criativas e realmente participativas. O Diário Oficial da União de 20 de agosto de 1992 publicou uma portaria do Departamento Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (DNSST) implantando a obrigato riedade da elaboração de mapas de riscos pelas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) nas empresas. Essa portaria entrou em vigor em dezembro último. O mapa é um levantamento dos pontos de risco nos diferentes setores das empresas. Trata-se de identificar situações e locais potencialmente perigosos. A partir de uma planta baixa de cada seção são levantados todos os tipos de riscos, classificando-os por grau de perigo: pequeno, médio e grande. Estes tipos são agrupados em cinco grupos classificados pelas cores vermelha verde, marrom, amarela e azul. Cada grupo corresponde a um tipo de agente: químico, físico, biológico, ergonômico e mecânico. A idéia é que os funcionários de uma seção façam a seleção apontando aos cipeiros os principais problemas da respectiva unidade. Na planta da seção, exatamente no local onde se encontra o risco (uma máquina, por exemplo) deve ser colocado o círculo no tamanho avaliado pela CIPA

e na cor correspondente ao gra u de risco. O mapa deve ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores sobre os perigos existentes naquela área. Os riscos serão simbolizados por círculos de três tamanhos distintos: pequeno, com diâmetro de 2,5 cm; médio, com diâmetro de 5 cm; e grande, com diâmetro de 10 cm. A empresa receberá o levantamento e terá 30 dias para analisar e negociar com os membros da CIPA ou do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), se houver, prazos para providenci ar as alterações propostas. Caso estes prazos sejam descumpridos, a CIPA deverá comunicar a Delegacia Regional do Trabalho.

7.2 MODELOS DE DOCUMENTOS PARA SEREM FEITOS E ARQUIVADOS NA EMPRESA APÓS SER PROTOCOLADO NA DRT

Em anexo 2

8.0 SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO - SESMT

Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são mantidos, obrigatoriamente, pelas empresas privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta e dos P oderes Legislativo e Judiciário que possuam empregados registrados pela Consolidação das Leis do Trabalho ± CLT. Os SESMT têm a finalidade de promover a saúde e a integridade do trabalhador no local de trabalho. O dimensionamento dos SESMT vincula -se a gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento constantes na Norma Regulamentadora de Segurança e Medicina do Trabalho, NR -4. Os SESMT devem manter entrosamento permanente co m a CIPA, dela valendo-se como agente multiplicador e devem estudar suas observações e solicitações, propondo soluções corretivas e preventivas, conforme disposto na Norma Regulamentadora de Segurança e Medicina do Trabalho, NR -5. A empresa é responsável pelo cumprimento da NR-4, devendo assegurar, como um dos meios para concretizar tal responsabilidade, o exercício profissional dos componentes dos SESMT. O impedimento do referido exercício profissional, mesmo que parcial, e o desvirtuamento ou desvio de funções constituem, em conjunto ou separadamente, infrações classificadas de acordo com Norma Regulamentadora de Segurança e Medicina do Trabalho, NR 28 - Fiscalização e Penalidades, para os fins de aplicação das penalidades previstas.

9 PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

A elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais são obrigatórias para todos os empregados e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Este programa visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. Consideram-se como riscos ambientais (para elaboração e entendimento do PPRA) os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensid ade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. A Norma Regulamentadora referente ao PPRA é a NR 9 ± Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

10 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICOS DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO

A Norma Regulamentadora referente ao Programa de Controle Mé dico e Saúde Ocupacional é a NR-7. Esta norma estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do PCMSO, com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. O PCMSO é parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no campo da saúde dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho. Considera, também, questões incidentes sobre o indivíduo e a coletividade de trabalhadores, privilegiando o instrumento clínico -epidemiológico na abordagem da relação entre sua saúde e o trabalh o. O Programa tem caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza sub-clínica, além de constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores. Este programa deve ser planejado e implantado com base nos riscos à saúde dos trabalhadores.

11 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO ± PPP

É o documento histórico laboral individual do trabalhador, que se destina a informar o INSS sobre a efetiva exposição do trabalhador a agentes nocivos. O referido histórico conterá, cronologicamente por período, informações administrativas, ambientais e biológicas. As informações administrativas abrangem, entre outras, setor, cargo, função, atividades desenvolvidas, os registros de CAT e o conjunto das exigências morfobiopsíquicas necessárias ao bom desempenho das funções, a partir das quais considerar-se apto o trabalhador. Estas informações estão disponíveis normalmente no Setor de Recursos Humanos da empresa. As informações ambientais abrangem, entre outras, os agentes nocivos ambientais a que o trabalhador esteve ou está efetivamente exposto, sua intensidade ou concentração, a utilização de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC), a presença de medidas administrativas de proteção e, em última instância, a utilização de Equipamentos de Proteção Individual, com o respectivo atestado de sua eficácia e a conclusão acerca do enquadramento ou não de atividade ensejadora de aposentadoria especial. Esta s informações estão disponíveis normalmente na documentação ambiental da empresa, devendo ser prestadas com base em Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT), que é parte integrante dos Programas de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, nos termos da Legislação Trabalhista. As informações biológicas abrangem, entre outras, a relação de exames obrigatórios e complementares, realizados para controle médico ocupacional, as perdas de capacidade laborativa temporárias e permanentes e os agravos à saúde. Quanto aos exames médicos, deverão ser apontados apenas aqueles relacionados aos riscos ambientais que forem constatados, indicando se o resultado do exame foi normal ou alterado, sem descrevê-lo. Estas informações serão prestadas com base no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e seu relatório anual, nos termos da NR -07, do MTE. Sempre que houver mudança das informações contidas nas seções admini strativas, ambientais ou biológicas; alterações clínico-psíquico-biológicas; afastamentos do trabalho,

ocorrência ou agravamento de acidente do trabalho ou doença ocupacional, entre outros. Não havendo mudanças, a atualização será feita pelo menos uma vez ao ano, na mesma época em que forem apresentados os resultados da análise global do desenvolvimento do PPRA e demais programas ambientais. Esse procedimento deverá ser cumprido por todas as empresas, mesmo as sujeitas ao SIMPLES, que tenham trabalhadores e xpostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos, considerados para fins de aposentadoria especial. Na realidade, o PPP é exigido desde Outubro de 1996, pela Medida Provisória 1.523/96, convertida na Lei 9.528/97. Todavia, é aceito alternativamente o DIRBEN-8030 como substituto do PPP. O formato original publicado pela IN -INSS/ DC ± 78/02 e alterado pela IN-INSS/DC ± 84/02, em seu Anexo XV, será exigido a partir de 01.JAN.2004, nos termos da Instrução Normativa nº 96 de 23.OUT.2003. Cumpre esclarecer que o DIRBEN-8030 consiste num formulário para requerimento da aposentadoria especial. Nesse caso, só é necessário para os segurados que vão requerer esse benefício e, como substituto do PPP, deve ser feito para os trabalhadores expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos, considerados para fins de aposentadoria especial. O representante legal ou o preposto da empresa deverá assinar o PPP. Entretanto, há a obrigatoriedade da indicação do Médico Coordenador do PCMSO e do Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho responsável pelo LTCAT, apesar de não ser necessária a assinatura dos mesmos. Ainda, no caso de haver mudança dos responsáveis pelo PCMSO ou LTCAT, deverá ser indicado os nomes e registros, discriminando o período em que cada um prestou as informações que embasaram o preenchimento do PPP. Todo trabalhador, seja empregado, avulso ou cooperado, expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos, considerados para fins de aposentadoria especial. Deverá ser emitido obrigatoriamente, nas seguintes situações: Por ocasião do encerramento de contrato de trabalho, em duas vias, com fornecimento de uma das vias para o empregado mediante recibo;

-

Para fins de requerimento de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais;

-

Para fins de concessão de benefícios por incapacidade, quando solicitado pela Perícia Médica do INSS Art. 58 § 4º da Lei 8.213/91 e art.68 §§ 4º , 6º e 8º. As multas estão elenc adas no Dec.3.048/99.

Será elaborado no formato publicado pela IN -INSS/DC-84/02, em seu Anexo XV, que reúne todas as informações em um único documento, podendo ser elaborado em papel ou meio magnético. Após a elaboração, ficará arquivado nas dependências da empresa de vínculo, de acordo com o sistema de arquivamento existente (papel ou meio eletrônico). Segundo o art.187, §4º da IN nº 84/2002, a não manutenção do Perfil Profissiográfico Previdenciário atualizado ou o não fornecimento do mesmo ao empregado por ocasião do encerram ento do contrato de trabalho, ensejará aplicação de multa prevista no art.283 do RPS. O valor da multa é a partir de R$ 636,17 para cada infração. As infrações podem ser cumulativas e este valor poderá ser diminuído ou aumentado, constatada a existência de atenuantes ou agravantes, não podendo ultrapassar R$ 63.617,35

12. BRIGADA DE INCÊNDIO PLANO DE ATUAÇÃO

12.1 PROCEDIMENTOS BÁSICOS

12.2 Alerta

Identificada uma situação de emergência, qualquer pessoa pode alertar a Brigada de Incêndio através do ramal 7049 - 7021, ou pelo alarmes de incêndios devidamente distribuídos em pontos estratégicos dos andares. A brigada de incêndio será acionada para o local do sinistro pelos sistemas: De rádio: a segurança será acionada e comunicará o Chefe de Segurança;

-

De som: através do anúncio. Exemplo: Atenção Srs. Brigadistas compareçam ao (Definir Local);

-

De alarme de incêndio: acionado no local mais próximo do sinistro;

Os componentes das brigadas de incêndio deverão atuar no combate ao sinistro. Não conhecendo o local, deverão dirigir -se até o ponto de encontro ou reunião para receberem orientações, enquanto os brigadistas de abandono farão a retirada organizada das pessoas.

12.3 Análise da situação

Após o alerta, a brigada deverá analisar a situação desde o início até o final do sinistro. Havendo necessidade, acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo e desencadear os procedimentos necessários que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local.

12.4 Primeiros socorros

Prestar os primeiros atendimentos às possíveis vítimas, com eventual transporte e posterior socorro especializado, devendo ser utilizado, se possível, o ambulatório local, ramal 7029.

12.5 Corte de energia

Desligar os disjuntores do quadro de distribuição elétrica do andar em que estiver ocorrendo o sinistro. Acionar a equipe de manutenção elétrica.

12.6 Abandono de área

Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, conforme comunicação preestabelecida, transferindo para local seguro a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro, permanecendo até a definição final. O responsável pela ordem de aba ndono é o coordenador geral da Brigada de Incêndio e Abandono.

As instruções abaixo devem ser ministradas a todos os colaboradores e ser fixadas em locais de fácil visualização.

12.7 PROCEDIMENTOS GERAIS EM CASO DE ABANDONO

Orientações básicas a serem adotadas durante a execução do plano de abandono: ao toque do alarme de abandono ou comunicado através do sistema de som, deverão ser tomadas as seguintes providências: Desligue os equipamentos elétricos; pegue somente seus pertences pessoais (de mão); dirija-se ao local pré-determinado pelo plano de Abandono (sem correr, sem empurrar); mantenha a calma (evite acidentes, tumulto e pânico). Quando não for funcionário, explique o que está ocorrendo, leve -o para a fila e coloque-o à sua frente; não utilize ele vador e não permita que outras pessoas o façam; um incêndio pode determinar o corte de energia e você cairá em uma armadilha. Feche todas as portas que for deixando para trás. Mantenha-se em silêncio; sabendo que algum funcionário tenha faltado ao trabalho, avise o coordenador; ande em fila indiana, mantendo-se em ordem; caso você esteja em um andar que não seja o seu, junte-se ao grupo desse andar; caso você esteja em um pavimento que não seja o seu, mas faz parte da brigada de abandono, procure chegar ao seu andar o mais rápido possível, levando em conta o tempo; mantenha distância de um braço da

pessoa que estiver à sua frente; seriedade é fundamental, evite barulho desnecessário; Nunca se tranque em salas ou sanitários, não tire as roupas, pois as mesmas estarão protegendo seu corpo; durante a execução do abandono não Fume! Não interrompa por nenhum motivo o processo de saída;
NÃO RETORNE às dependências do local da ocorrência; ao

chegar

ao local do ponto de concentração pré -determinado, mantenha-se em ordem e devidamente disciplinado; somente retorne ao seu trabalho após a liberação do coordenador geral; obedecendo as orientações da Brigada de Abandono você estará seguro e salvo, siga -as e respeite-as. Observação: 1. Caso você observe que alguém levantou o b raço a sua frente na escada, é sinal que o fluxo de descida será interrompido momentaneamente; 2. Qualquer dúvida, procure a Brigada de Abandono do seu andar.
12.8 Isolamento da área

Deve-se isolar fisicamente a área sinistrada, de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.

12.9 INVESTIGAÇÃO

Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias, com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência.

12.10 OBSERVAÇÕES

Com a chegada do órgão oficial competente (Corpo de Bombeiros), a brigada deve ficar a sua disposição. Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência, deve -se consultar o fluxograma de atividades.

12.11 RECURSOS BÁSICOS PARA BRIGADA

A instalação e a distribuição dos equipamentos de combate a incêndio deverá obedecer ao projeto previamente aprovado junto aos órgãos competentes. A empresa poderá, visando principalmente o ab andono de local em caso de sinistro, conforme os riscos de cada andar e setor, distribuir outros equipamentos e materiais discriminados a seguir: Capacetes; Botons; Luvas de raspa; Lanternas (2 tipos); Macas; Cadeira de rodas

12.12 IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DA BRIGADA

Todos os brigadistas receberão: Boton de identificação; Certificação de participação do curso; Aula prática em pista especializada.

12.13 ATRIBUIÇÕES DAS BRIGADAS

12.13.1São atribuições da brigada de incêndio

Ações de prevenção: Exercer a prevenção, combater princípio de incêndio e efetuar salvamento; Conhecer e avaliar os riscos de incêndios existentes; Participar das inspeção regulares e periódicas dos equipamentos de combate a incêndio Conhecer todas as rotas de fuga; Conhecer a localização dos dispositivos de acionamento do alarme de incêndio (botoeiras); Conhecer todas as instalações do prédio; Verificar as condições de operacionalidade dos equipamentos de combate a incêndio; Conhecer o princípio de funcionamento de todos os sistemas de extinção de incêndio (sprinklers, CO 2, Pó Químico Seco - PQS, Água Pressurizada ± AP, etc.); Elaborar relatório quando identificar irregularidades encontradas; Encaminhar relatório aos setores competentes (Segurança

Patrimonial, Manutenção e SESMT); Orientar à população fixa e flutuante quando tratar -se de simulação; Participar dos exercícios simulados;

12.13.2 Ações de emergência

-

Identificar a situação de emergência; Acionar o alarme em caso de emergência; Acionar a brigada para abandono de área; Acionar o Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa; Cortar a energia da área (se for o caso); Solicitar primeiros socorros especializado (ligar para Ambulatório ± Ramal 7027);

-

A brigada de Incêndio deve combater o princípio de incêndio; Recepcionar e orientar o Corpo de Bombeiros;

12.13.3 Atribuições específicas

Os principais membros da Brigada de Incêndio possuem atribuições específicas. Coordenador Geral da Brigada : é atribuição do coordenador: Responsabilizar-se por todo o abandono; Elaborar o plano de Prevenção e Combate a Incêndio; Acompanhar o treinamento da Brigada de Incêndio e da Brigada de Abandono; Fiscalizar a inspeção e manutenção dos equipamentos de Preve nção e Combate a Incêndios; Participar da seleção dos colaboradores que irão compor a Brigada de Incêndio; Determinar o início do abandono; Controlar a duração das operações;

-

Avaliar e controlar permanentemente as condições de segurança da empresa;

-

Controlar a saída de todos os andares; Após análise da situação acionar os sistemas externos de apoio (em caso de sinistro): o Corpo de Bombeiros e Resgate, Policia Militar, etc.;

-

Liberar ou não o retorno das pessoas à edificação após ter sido debelado o sinistro.

12.13.4 Brigada de Abandono

Coordenador da Brigada de Abandono: Fiscalizar e desenvolver o programa de treinamento da Brigada de Abandono; Planejar, elaborar e controlar o Plano de Prevenção e Emergências; Fiscalizar a inspeção e manutenção dos equipamentos de Prevenção e Combate a Incêndios; Selecionar os colaboradores que irão compor a Brigada de Abandono; Assessorar a compra de equipamentos de proteção contra incêndios para a execução das missões da Brigada; Fiscalizar a aplicação dos exercícios simulados: abandono do prédio e salvamento; Elaborar relatório sobre as condições de segurança contra incêndio e também sobre ocorrência e atividades da Brigada.

12.13.5 Coordenador de andar

É o responsável pelo controle de abandono em seu andar. Atribuições: Determina a organização da fila do andar; Confere os componentes de seu andar e verifica se todos estão na fila; Inspecionam todo o andar, inclusive salas de reunião e sanitários; Determina o início da descida ou saída; Ao chegar ao ponto de reunião ou concentração pré -determinado, confere novamente todo o pessoal através de uma listagem previamente elaborada; Criar e manter lista atualizada com nomes de todos os colaboradores que trabalham no andar; Dar atenção especial para remoção de pessoas idosas, deficientes físicos, gestantes e crianças.

12.13.6 Puxa-fila

É o primeiro componente da Brigada de Abandono de cada pavimento. Atribuições: ao ouvir o alarme de abandono, deve assumir o local pré-determinado e iniciará a saída ou descida organizada; Determinará a velocidade da saída; Deve estar identificado no capacete com o número do pavimento; Deve ajudar a manter a calma e ordem do seu grupo; Deve formar uma fila indiana intercalando homem/ idoso-

criança/mulher-homem.

12.13.7 Cerra-fila

É o último componente da Brigada, responsável por ajudar na conferência do pessoal da fila. Auxilia o coordenador do andar. Atribuições: Auxilia na organização para evitar flutuação da fila; Responsável pelo fechamento das portas que ficarem para trás; Não deve permitir espaçamento, algazarras, conversas em demasia ou retardar a saída; Auxiliar as pessoas em caso de acidentes ou mal súbito.

12.13.8 Auxiliar

É o componente da Brigada sem função específica. Atribuições: é o componente que substituirá tanto o Puxa Fila, Cerra Fila e Coordenador do andar em caso de falta; auxilia os demais componentes na vistoria das dependências do estabelecimento.

12.13.9 Brigada de Incêndio

Ao Coordenador da Brigada de Incêndio cabem as seguintes atribuições: Fiscalizar e desenvolver o programa de treinamento da Brigada de Incêndios; Planejar, elaborar e controlar o plano de Prevenção e Combate a Incêndio; Fiscalizar a inspeção e manutenção dos equipamentos de Prevenção e Combate a Incêndios;

-

Selecionar os colaboradores que irão compor a Brigada de Incêndio; Assessorar a compra de equipamentos de proteção contra incêndios para a execução das missões da Brigada;

-

Fiscalizar a aplicação dos exercícios de combate a incêndio, abandono do prédio e salvamento;

-

Elaborar relatório sobre as condições de segurança contra incêndio e também sobre ocorrência e atividades da Brigada.

12.13.10 Líder da Brigada de Incêndio

Atribuições: Atuar em sinistro, coordenando e comandando todos os brigadistas do andar no combate ao fogo; Receber e cumprir as orientações do coordenador da Brigada e transmiti-las aos seus liderados; Inspecionar os equipamentos de combate a incêndio do seu setor; Fornecer dados para confecção de relatórios; Reunir os componentes da Brigada para as instruções e avaliar as condições dos equipamentos de incêndio; Será o responsável por desligar a força geral de todo setor e acionar o alarme de incêndio.

12.13.11 Brigadista

Atribuições: Será o responsável por iniciar o combate ao principio de incêndio, utilizando os extintores;

-

Será o responsável por combater o incêndio até a chegada dos bombeiros, formando uma linha de ataque ao fogo com três brigadistas para utilizar hidrante;

-

O 1º brigadista da linha de ataque deverá lançar a mangueira e conectá-la no registro do hidrante, abrir o registro e liberar a água;

-

O 2º brigadista pega o esguicho e corre para a ponta e conecta o esguicho na mangueira, aguardando o brigadista nº1 abrir o registro e posicionando-se na posição de ataque;

-

O 3º brigadista corre para auxiliar o brigadista nº2; O 1° brigadista, após abrir o registro, corre para auxiliar na linha de ataque ao fogo;

-

Após controlar a situação, o brigadista nº1 fecha o registro.

Observação: Em caso de princípio de incêndio, usar primeiro os extintores existentes na edificação. Se não for possível controlar, use o hidrante. No andar que tiver apenas dois brigadistas estes devem combinar para alternar as funções.

12.14 CONTROLE DO PROGRAMA DE BRIGADA DE INCÊNDIO

12.14.1 Reuniões ordinárias

Devem ser realizadas reuniões semestrais com os membros da brigada, com registro em ata, onde serão discutidos os seguintes assuntos: Funções de cada membro da brigada dentro do plano; Condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio; Apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios

encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas; Atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio;

-

Alterações ou mudanças do efetivo da brigada; Outros assuntos de interesse.

12.14.2 Reuniões extraordinárias

Após a ocorrência de um sinistro, ou quando identificada uma situação de risco iminente, convocar uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. As decisões tomadas serão registradas em ata e en viadas às áreas competentes para as providências pertinentes.

12.14.3 Exercícios simulados

Deve ser realizado, semestralmente, no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho, com participação de toda a população. Imediatamente após o simulado, deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. Deve ser elaborada ata na qual conste:

-

Horário do evento; Tempo gasto no abandono; Tempo gasto no retorno; Tempo gasto no atendimento de primeiros socorros; Atuação da Brigada; Comportamento da população; Participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada;

-

Falhas de equipamentos; Falhas operacionais; Demais problemas levantados na reunião.

12.14.4 Procedimentos complementares

Identificação da brigada

Devem ser fixados em locais visíveis e de grande circulação, quadros de aviso ou similar, sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações. O brigadista deve usar, constantemente e em lugar visível, um crachá que o identifique como membro da Brigada. No caso de uma situação real ou simulada de emergência, o brigadista deve usar capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação.

Comunicação interna e externa

Deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os brigadistas a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulada de emergência. Essa comunicação pode ser feita por meio de telefones, sistemas de alarme, sistemas de som interno, etc. Caso seja necessária a comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros), a recepcionista ou outra pessoa designada será responsável por acionar o órgão oficial competente. Para tanto se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.

Ordem de abandono

O principal responsável pela brigada de incêndio (Coordenador Geral) determina o início do abandono, devendo priorizar o(s) local(is) sinistr ado(s), o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s), o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco.

Grupo de apoio

O grupo de apoio é formado pelos colaboradores da Segurança Patrimonial, SESMT e Equipe de Manutenção (eletricistas, encanadores).

Recomendações gerais

Em caso de simulação ou fato real, adotar os seguintes procedimentos: Manter a calma; Caminhar em ordem e sem atropelos; Não correr e não empurrar; Não gritar e não fazer algazarras; Não ficar na frente de pessoa em pânico; se não puder acalmá-la, evite-a; se possível, avisar um brigadista; Todos os colaboradores, independente dos cargos que ocupem na empresa, devem seguir rigorosamente as instruções dos brigadistas; Nunca voltar para apanhar objetos; Fechar as portas e janelas ao sair; Não se afastar do grupo e não parar nos andares; Levar consigo os visitantes que estiverem em seu local de trabalho; Sapatos de salto alto devem ser evitados; Não acender ou apagar luzes, principalmente se sentir cheiro de gás; Deixar a rua e as entradas livres para a ação dos bombeiros e do pessoal do socorro médico; Não utilizar os elevadores; Não subir a andares superiores, procurar sempre descer.

Em situações extremas

-

Nunca retirar as roupas, procurar molhá-las a fim de proteger a pele da temperatura elevada;

-

Se houver necessidade de atravessar uma barreira de fogo, molhar todo o corpo (roupas, sapatos e cabelo); proteger a respiração com um lenço molhado junto à boca e o nariz; manter-se sempre o mais próximo do chão por ser o local com menor concentração de fum aça;

-

Sempre que precisar abrir uma porta, certifique -se se a mesma não está quente e, mesmo assim, abra -a vagarosamente;

-

Se ficar preso em algum ambiente, procurar inundar o local com água, mantendo-se sempre molhado;

12.15 REQUISITOS PARA OS MEMBROS DAS BRIGADAS

O objetivo é a prevenção, o combate a incêndio, primeiros socorros e salvamentos urgentes. Todos os colaboradores podem participar das brigadas, desde que expresse o desejo e que esteja apto fisicamente. Os treinamentos serão ministrados duas vezes ao ano, sendo obrigatória a presença do brigadista. Será desligado da Brigada de Incêndios o brigadista que faltar a três reuniões consecutivas ou cinco vezes alternadas sem motivo justificável. O brigadista tem o dever de, além de combater os incêndios , prestar socorros urgentes e de salvamentos e auxiliar na fiscalização das condições de segurança contra incêndio (prevenção). Toda a irregularidade deverá ser comunicada de imediato ao Setor de Segurança Patrimonial. O brigadista deverá sempre se ater à pontualidade dos compromissos (aulas/treinamentos/visitas), para o bom desempenho do programa. O brigadista deverá estar devidamente identificado com o símbolo da Brigada.

12.16 Conograma da brigada de incêndio Em anexo 3

CONCLUSÃO

Este Relatório abordou as técnicas ensinadas na escola e usadas no decorrer do estágio, que foram: as análises e avaliações das condições de higiene e segurança no trabalho, com a manutenção da saúde, qualidade de vida dos trabalhadores, a ética profissional, de acordo c om os parâmetros legais e determinações da área, procurando a compreensão do ser humano nos seus aspectos físico, energético, emocional e psíquico, orientando -o na prevenção e manutenção de sua qualidade de vida. Procurei ser participativa e capaz de eliminar e/ou minimizar os agravos à saúde dos trabalhadores, verificar instalação de máquinas e equipamentos na produção e na manutenção industrial, aplicando métodos e técnicas de controle das doenças relativas ao trabalho e prevenção con tínua de acidentes de trabalho. O meu foco sempre será eliminar ou minimizar os riscos nos locais de trabalho, evitando doenças profissionais, acidentes de trabalho, absenteísmo, afastamento por invalidez e morte por acidente. Posso concluir que o princípio básico de prevenção de acidentes é estar em conformidade com a legislação e normas de segurança, elaborando plano de propostas, estudos estatísticos, instrumentos de avaliação, programas de segurança, análise de acidentes e outros dispositivos de ordem técnica junto aos trabalhadores. Prestar assistência ao trabalhador vítima de acidentes ou mal súbito , visando manter a vida e prevenir complicações até a chegada de atendimento especializado.

REFERÊNCIAS ± PROCEDIMENTOS INTERNOS DA TOMÉ S/A. COLOCADO NO SUMARIO E APAGAR ANEXOS ANEXO 1 ± CAT ANEXO 2 ± CIPA ANEXO 3 ± BRIGADA DE INCÊNDIO

Anexo 1 Quadro I - EMITENTE Informações relativas ao EMITENTE Campo 1 . Emitente - informar no campo demarcado o dígito que especifica o responsável

pela emissão da CAT, sendo: 1. 2. 3. 4. 5. empregador; sindicato; médico; segurado ou seus dependentes; autoridade pública (subitem 1.6.1 da Parte III).

Campo 2 . Tipo de CAT

Informar no campo demarcado o dígito que especifica o tipo de CAT, sendo: 1. 2. 3. inicial - refere-se à primeira comunicação do acidente ou doença do trabalho; reabertura - quando houver reinício de tratamento ou afastamento por agravamento da comunicação de óbito - refere-se à comunicação do óbito, em decorrência de acidente

lesão (acidente ou doença comunicado anteriormente ao INSS); do trabalho, ocorrido após a emissão da CAT inicial. Deverá ser anexada a cópia da Certidão de Óbito e, quando houver, do laudo de necropsia.
Obs.: Os acidentes com morte imediata deverão ser comunicados por CAT inicial. Campo 3. Razão Social/Nome-

Informar a denominação da empresa empregado ra.
Obs.: Informar o nome do acidentado, quando este for segurado especial . Campo 4 . Tipo e número do documento - informar o código que especifica o tipo de

documento, sendo: 1. 2. CGC/CNPJ - informar o número ou matrícula no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CEI - informar o número de inscrição no Cadastro Específico do INSS - CEI, quando o - CNPJ da empresa empregadora; empregador for pessoa jurídica desobrigada de inscrição no CGC/CNPJ;

3. 4.

CPF - informar o número de inscrição no Cadastro de Pessoa Físi ca - CPF, quando o NIT - informar o Número de Identificação do Trabalhador no INSS - NIT, quando for

empregador for pessoa física; segurado especial.
Campo 5 . CNAE - informar o código relativo à atividade principal do estabelecimento, em

conformidade com aquela que determina o Grau de Risco para fins de contribuição para os benefícios concedidos em razão do grau de incidência da incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho. O código CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) encontra-se no documento/cartão do CNPJ da empresa
Obs.: No caso de segurado especial, o campo poderá ficar em branco. Campo 6 . Endereço - informar o endereço completo da empresa empregadora. Informar o

endereço do acidentado, quando tratar -se de segurado especial. O número do telefone, quando houver, deverá ser precedido de código de área e do DDD do município.
Campo 7 . Município - informar o município de localização da empresa empregadora.

Informar o município de residência do acidentado, quando segurado especial.
Campo 8 . UF - informar a Unidade da Federação de localização da empresa empregadora.

Informar a Unidade da Federação de residência do acidentado, qu ando este for segurado especial.
Campo 9 . Telefone - informar o telefone da empresa empregadora. Informar o telefone do

acidentado, quando segurado especial. O número do telefone, quando houver, deverá ser precedido de código da área e do DDD do município.
Informações relativas ao ACIDENTADO Campo 10 . Nome - informar o nome completo do acidentado, sem abreviaturas. Campo 11 . Nome da mãe - informar o nome completo da mãe do acidentado, sem

abreviaturas.

Campo 12 . Data de nascimento - informar a data completa de nascimento do acidentado,

utilizando a forma (DD/MM/AAAA).
Campo 13 . Sexo - informar o sexo do acidentado usando 1 para sexo masculino e 3 para o

sexo feminino.
Campo 14 . Estado civil - Informar o código que especifica o estado civil do acidentado,

sendo: 1. 2. 3. 4. 5. 6. Solteiro; Casado; Viúvo; Separado judicialmente; Outros; Ignorado (quando o estado civil for desconhecido).

Campo 15 . CTPS - informar o número, a série e a data de emissão da Carteira Profissional -

CP ou da Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS.
Obs.: No caso de segurado empregado, é obrigatória a especificação do número da CP ou

da CTPS.
Campo 16 . UF - informar a Unidade da Federação de emissão da CP ou da CTPS. Campo 17 . Remuneração mensal - informar a remuneração mensal do acidentado em

moeda corrente na data do acide nte.
Campo 18 . Carteira de identidade - informar o número do documento, a data de emissão e o

órgão expedidor
Campo 19 . UF - informar a Unidade da Federação de emissão da Carteira de Identidade. Campo 20 . PIS/PASEP - informar o número de inscrição no Pr ograma de Integração Social -

PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PASEP, conforme o

caso.
Obs.: No caso de segurado especial e de médico residente, o campo poderá ficar em branco Campo 21 . Endereço do acidentado - informar o endereço completo do acidentado. Campo 22 . Município - informar o município de residência do acidentado. Campo 23 . UF - informar a Unidade da Federação de residência do acidentado. Campo 24 . Telefone - informar o telefone do acidentado. O número do telefone, quando

houver, deverá ser precedido de código de área e do DDD do município.
Campo 25 . Nome da ocupação - informar o nome da ocupação exercida pelo acidentado à

época do acidente ou da doença.
Campo 26. CBO - informar o código da ocupação do Campo 25 do Código Brasileiro de

Ocupação - CBO. Consulte o código CBO.
Campo 27 . Filiação à Previdência Social - informar o tipo de filiação do segurad o, sendo:

1. Empregado; 2. Trabalhador Avulso; 7. Segurado Especial; 8. médico residente (conforme a Lei nº 8.138/90).
Campo 28 . Aposentado? - informar "sim" exclusivamente quando tratar-se de aposentado

pelo Regime Geral de Previdência Social - RGPS.
Campo 29 . Área - informar a natureza da prestação de serviço, se urbana ou rural.

I.3 - Informações relativas ao ACIDENTE OU DOENÇA
Campo 30 . Data do acidente - informar a data em que o acidente ocorreu. No caso de

doença, informar como data do acidente a da conclusão do diagnóstico ou a do início da incapacidade laborativa, devendo ser consignada aquela que ocorrer primeiro. A data deverá

ser completa, utilizando quatro dígitos para o ano. Exemplo: 20/10/2007.
Campo 31 . Hora do acidente - informar a hora da ocorrência do acidente, utilizando quatro

dígitos (Exemplo: 10:45). No caso de doença, o campo deverá ficar em branco.
Campo 32 . Após quantas horas de trabalho? - informar o número de horas decorridas desde

o início da jornada de trabalho até o momento do acidente. No caso de doença, o campo deverá ficar em branco.
Campo 33 . Tipo ± informar tipo de acidente, 1 para típico, 2 para doença e 3 para trajeto. Campo 34 . Houve afastamento? - informar se houve ou não afastamento do trabalho. Obs.: É importante ressaltar que a CAT deverá ser emitida para todo acidente ou doença

relacionados ao trabalho, ainda que não haja afastamento ou incapacidade .
Campo 35 . Último dia trabalhado - informar a data do último dia em que efetivamente houve

trabalho do acidentado, ainda que a jornada não tenha sido completa. Exemplo: 20/10/2007.
Obs.: Só preencher no caso de constar 1 (sim) no Campo 33 . Campo 36 . Local do acidente - informar o local onde ocorreu o acidente, sendo:

1. 2. 3. 4. 5.

em estabelecimento da empregadora; em empresa onde a empregadora presta serviço; em via pública; em área rural; outros.

Obs.: No caso 2, informar o nome e o CGC ou CNPJ da empresa onde ocorreu o acidente ou

doença.
Campo 37 . Especificação do local do acidente - informar de maneira clara e precisa o local

onde ocorreu o acidente (Exemplo: pátio, rampa de acesso, posto de trabalho, nome da rua, etc.).
Campo 38 . CGC - este campo deverá ser preenchido quando o acidente, ou doença

ocupacional, ocorrer em empresa onde a empregadora presta servi ço, devendo ser

informado o CGC ou CNPJ da empresa onde ocorreu o acidente ou doença (no caso de constar no Campo 35 a opção 2.
Campo 39 . UF - informar a Unidade da Federação onde ocorreu o acidente ou a doença

ocupacional.
Campo 40 . Município do local do acidente - informar o nome do município onde ocorreu o

acidente ou a doença ocupacional.
Campo 41 . Parte(s) do corpo atingida(s)
y

para acidente do trabalho: deverá ser informada a parte do corpo diretamente atingida para doenças profissionais, do trabalho, ou equiparadas informar o órgão ou sistema

pelo agente causador, seja externa ou i nternamente (vide Tabela 1);
y

lesionado (vide Tabela 1). Obs.: Deverá ser especificado o lado atingido (direito ou esquerdo), quando se tratar de parte do corpo que seja bilateral .
Campo 42 . Agente causador - informar o agente diretamente relacionado ao acidente,

podendo ser máquina, equipamento ou ferramenta, como uma prensa ou uma injetora de plásticos; ou produtos químicos, agentes físicos ou biológicos como benzeno, sílica, ruído ou salmonela. Pode ainda ser consignada uma situação específica como queda, choque elétrico, atropelamento (Tratando -se de acidente do trabalho - vide Tabela 2, de doenças profissionais ou do trabalho - vide Tabela 3).
Campo 43 . Descrição da situação geradora do acidente ou doença - descrever a situação ou

a atividade de trabalho desenvolvida pelo acidentado e por outros diretamente relacionados ao acidente. Tratando-se de acidente de trajeto, especificar o deslocamento e informar se o percurso foi ou não alterado ou interrompido por motivos alheios ao trabalho (vide Tabela 4). No caso de doença (vide Tabela 3), descrever a atividade de trabalho, o ambiente ou as condições em que o trabalho era realizado. Obs.: Evitar consignar neste campo o diagnóstico da doença ou lesão (Exemplo: indicar a exposição continuada a níveis acentuados de benzeno em função da atividade de pintar motores com tintas contendo solventes orgânicos, e não benzenismo) .

Campo 44 . Houve registro policial? - informar se houve ou não registro policial. N o caso de

constar 1 (SIM), deverá ser encaminhada cópia do documento ao INSS, oportunamente.
Campo 45 . Houve morte? - o campo deverá constar SIM sempre que tenha havido morte em

tempo anterior ao do preenchimento da CAT, independentemente de ter ocorrido na hora ou após o acidente.
Obs.: Quando houver morte decorrente do acidente ou doença, após a emissão da CAT

inicial, a empresa deverá emitir CAT para a comunicação de óbito. Neste caso, deverá ser anexada cópia da certidão de óbito.
Informações relativas às TESTEMUNHAS Campo 46 . Nome - informar o nome completo da testemunha que tenha presenciado o

acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato, sem abreviaturas.
Campo 47 . Endereço - informar o endereço completo da testemunha que tenha presenciado

o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato.
Campo 48 . Município - informar o município de residência da testemu nha que tenha

presenciado o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato.
Campo 49 . UF - informar a Unidade da Federação de residência da testemunha que tenha

presenciado o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato.
Obs.: Telefone - informar o telefone da testemunha que tenha presenciado o acidente ou

daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato. O número do telefone, quando houver, deverá ser precedido do código DDD do município .
Campo 50 . Nome - informar o nome completo da testemunha que tenha presenciado o

acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato, sem abreviaturas.
Campo 51 . Endereço - informar o endereço completo da testemunha que tenha presenciado

o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato.

Campo 52 . Município - informar o município de residência da testemunha que tenha

presenciado o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato.
Campo 53 . UF - informar a Unidade da Federação de residência da testemunha que tenha

presenciado o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato. Obs.: Telefone - informar o telefone da testemunha que tenha presenciado o acidente ou daquela que primeiro tenha tomado ciência do fato. O número do telefone, quando houver, deverá ser precedido do código DDD do município .
Fechamento do Quadro I: Local e data - informar o local e a data da emissão da CAT. Assinatura e carimbo do emitente - no caso da emissão pelo próprio segurado ou por

seus dependentes, fica dispensado o carimbo, devendo ser consignado o nome legível do emitente ao lado ou abaixo de sua assinatura.
Quadro II - ATESTADO MÉDICO

Deverá ser preenchido por profissional médi co. No caso de acidente com morte, o preenchimento é dispensável, devendo ser apresentada a certidão de óbito e, quando houver, o laudo de necropsia.
Campo 54 . Unidade de atendimento médico - informar o nome do local onde foi prestado o

atendimento médico.
Campo 55 . Data - informar a data do atendimento. A data deverá ser completa, utilizando -se

quatro dígitos para o ano. Exemplo: 20/10/2007.
Campo 56 . Hora - Informar a hora do atendimento utilizando quatro dígitos. Exemplo: 15:10. Campo 57 . Houve internação? - informar se ocorreu internação do aidentado, devendo

preencher a quadrícula no campo com dígito 1 para "sim" ou dígito 2 para "não".

Campo 58 . Duração provável do tratamento - informar o período provável do tratamento,

mesmo que superior a quinze dias.
Campo 59 . Deverá o acidentado afastar-se do trabalho durante o tratamento? - informar a

necessidade do afastamento do acidentado de suas atividades laborais, durante o tratamento, devendo preencher a quadrícula no campo com dígito 1 para "sim" ou dígito 2 para "não".
Campo 60 . Descrição e natureza da lesão - fazer relato claro e suscinto, informando a

natureza, tipo da lesão e/ou quadro clínico da doença, citando a parte do corpo atingida, sistemas ou aparelhos (vide Tabela 5). Exemplos: a) edema, equimose e limitação dos movimentos na articulação tíbio társica direita; b) sinais flogísticos, edema no antebraço esquerdo e dor à movimentação da flexão do punho esquerdo.
Campo 61 . Diagnóstico provável - informar, objetivamente, o diagnóstico.

Exemplos: a) entorse tornozelo direito; b) tendinite dos flexores do carpo.
Campo 62 . CID - 10 - Classificar conforme a Classificação Internacional de Doenças - CID -

10. Exemplos: a) S93.4 - entorse e distensão do tornozelo; b) M65.9 - sinovite ou tendinite não especificada.
Campo 63.

Observações - citar qualquer tipo de informação médica adicional, como condições patológicas pré-existentes, com causas, se há compatibilidade entre o estágio evolutivo das lesões e a data do acidente declarada, se há recomendação especial para permanência no trabalho, etc. Obs.: Havendo recomendação especial para a permanência no trabalho, justificar .
Fechamento do Quadro II

Local e data - informar o local e a data do atendimento médico. Assinatura e carimbo do médico com CRM - deverá ser consignada a assinatura do

médico atendente e aposto o seu carimbo com o número de registro junto ao Conselho Regional de Medicina - CRM.
Quadro III - INSS - Campos de uso exclusivo do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS.

ANEXO 2 MODELO (2 VIAS)

Ilmo. Sr. Presidente do Sindicato _________________________________________

A_____________________, em conformidade com a NR 5 item 5.38 e 5.38.1, regulamentada pela Portaria No. 08 SST de 23/02/1999, e Contrato Coletivo de Trabalho cláusula ____ firmado entre empregador e empregado na data de __ /__/ __, tem o prazer de informar a V. Sra. que no dia de , nas dependências da empresa sito a , estará realizando as eleições para a composição da CIPA ± Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, para o Ano de. Nestes termos, pede deferimento.

________________,________/________/__________

___________________ ___________ Presidente da CIPA

MODELO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO REUNIÃO ORDINÁRIA (ou Extraordinária)

Ficam convocados os senhores componentes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), desta empresa, para se reunirem, em sessão ordinária nº. XX (ou extraordinária), no dia XX de janeiro de 2.007, às 14:00 horas, na sala de reuniões do RH, com a seguinte ordem do dia: 1. Verificação do andamento das sugestões apresentadas em reuniões anteriores; 2. Verificação e discussão dos acidentes do trabalho o corridos após a última reunião; 3. Discussão de assuntos sobre segurança e medicina do trabalho de interesse da empresa; 4. Constituir a Comissão Eleitoral ± CE ± para acompanhamento do processo de eleição da nova CIPA, gestão 2007/2008.

Caxias do sul, ____ de __________ de 2007.

____________________________ Presidente da CIPA

MODELO

EDITAL DE INSCRIÇÃO

Ficam todos os funcionários, desta empresa, informados que se encontra aberta a inscrição para a candidatura dos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), exercício 2007/2008. Todos os funcionários que desejarem se inscrever deverão se dirigir à sala de reuniões do RH, das 9:00 horas às 15:00 horas, até dia **/**/****, para preencherem a ficha de inscrição. Não será aceita inscrições após esta data. Toda e qualquer informação, adicional, sobre o processo eleitoral poderá ser obtida junto a Comissão Eleitoral (Sala de reunião do RH, Sr............................../...............).

____________________________________ Gerente de Recursos Humanos

ARQUIVO

MODELO
FICHA DE INSCRIÇÃO

C I P A 2 0 0 _ _ _ 1ª VIA

Nome: _____________________________________________________________ Apelido: ____________________________________________________________ Setor: ______________________________________________________________ Cargo: ______________________________________________________________

____________,____/_____/_____ Local Data _______________________ Assinatura Candidato

COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO

C IP A 2 0 0 _ _ _

2ª VIA CANDIDATO

Nome: _____________________________________________________________ Apelido: ____________________________________________________________ Setor: ______________________________________________________________ Cargo: ______________________________________________________________

____________,____/_____/_____ Local Data __________________________ Assinatura da Comissão Eleitoral

MODELO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ELEIÇÃO

Ficam convocados os empregados desta empresa para eleição dos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, de acordo com a Norma Regulamentadora ± NR5, aprovada pela Portaria n.° 3.214 de 1978 baixada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a ser realizada, em escrutínio secreto, no dia xx de fevereiro de 2007, das 8:00 horas às 17:00 horas, no refeitório da empresa.

Apresentaram-se e serão votados os seguintes candidatos:

Sr. José Leão Aparecido ± (Apelido Leão) ± Setor: Fermentaria. Srta. Silmara de Araújo ± ( - ) - Setor: Administração. Sr. Altair Lima Sobrinho - ( - ) - Setor: Manutenção

Caxias do sul, ____ de __________ de 2007.

______________________________ Presidente da CIPA

RELAÇÃO DE EMPREGADOS

Votação para CIPA ± Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Gestão 2007/2008

Código

Nome

Setor

Assinatura

Observação: Geralmente as empresas possuem no sistema.

de Gestão de RH a opção para gerar a lista completa dos funcionários.

MODELO

FRENTE - MODELO DE CÉDULA PARA VOTAÇÃO

CIPA ± Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Gestão 2007/2008 Assinale com ³X´ o candidato desejado. ( ) Sr. Fernando Souza Felix (Carlão ± Oficina) ( ) Sr. Otávio Carlos Junior ( Tatá ± Administração) ( ) Sra. Olívia Ferreira ( Dna. Olívia ± Serv. Gerais) ( ) Sra. Fabiana Claudia (Fá ± Administração)

VERSO - MODELO DE CÉDULA PARA VOTAÇÃO

CE ± Comissão Eleitoral Sr. José Maria Silva Presidente da Mesa

MODELO

ATA DE ELEIÇÃO DOS REPRESENTANTES DOS EMPREGADOS DA CIPA Aos xx dias do mês de fevereiro de 2007, no local designado no Edital de Convocação, com a presença dos Senhores Fulano de Tal, Altair Lima Sobrinho, Srta Silmara de Araújo, Sr. Carlos José, instalou -se a mesa receptora e apuradora dos votos às 8:00 horas, o Sr Sampaio Albuquerque, Presidente da mesa declarou iniciados os trabalhos. A votação transcorreu normalmente, sem nenhuma ocorrência. ( ³ou´ Durante a votação, verificou as seguintes coerências: XXX). Ás 17:00 horas, o Sr. Presidente declarou encerrado s os trabalhos de eleição, verificando-se que compareceram 70% empregados e passando -se à apuração, na presença de quantos desejassem. Após a apuração chegou-se ao seguinte resultado: Titulares: Sr. José Leão Aparecido............ 35 votos. Srta. Silmara de Araújo ............. 10 votos. Sr. Altair Lima Sobrinho............ 8 votos. Suplentes: Srta. Zezé Fonseca............................. Sr. Kima Santos.................................. 7 votos. 3 votos. Sr. Ronaldo de Lima............................ 4 votos. Após a classificação, dos representantes dos empregados, por ordem de votação, dos titulares e suplentes, esses representantes elegeram o Sr. José Leão Aparecido para VICE-PRESIDENTE. Demais votados em ordem decrescente de votos: Srta. Joselita Mendes................... Sr. Sebastião Gonsalves.............. 2 votos. 1 voto.

E, para constar, mandou o Sr. Presidente da mesa fosse lavrada a presente ATA, por mim assinada Sr. Altamiro Gonçalves, Secretário, pelos membros da mesa e pelos eleitos. Caxias do sul, ____ de __________ de 2007. José da Silva Ribeiro Souza Presidente da Mesa José da Silva Ribeiro Souza Secretário da Mesa Membros e demais participantes:

MODELO

ATA DE INSTALAÇÃO E POSSE DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Aos xx dias do mês de março de 2007, na sala de reunião do RH, nas dependência da empresa Teste & Teste Ltda., nesta cidade, presentes os Senhores Diretores da Empresa, bem como os demais presentes, conforme Livro de Presença, reuniram-se para Instalação e posse da CIPA desta Empresa, conforme o estabelecido pela Portaria 3214/78 do MTE o Sr Daniel de oliveira representante da Empresa e presidente da sessão, tendo convidado a mim, Margaret de Lima para Secretária da mesma, declarou abertos os trabalhos, lem brando a todos os objetivos da reunião, quais sejam: Instalação e posse dos componentes da CIPA. Continuando, declarou instalada a Comissão e empossados os Representantes do Empregador: Titulares Suplentes ........................................ ........ .................................. ........................................ .......................................... ........................................ .......................................... Da mesma forma declarou empossados os Representantes eleitos pelos Empregados: Titulares Suplentes ........................................ .......................................... ........................................ .......................................... ........................................ .......................................... A seguir, foi designado para Presidente da CIPA o Sr. Geraldo Silva tendo sido escolhido entre os Representantes eleitos dos empregados o Sr. Jose Leão Silva para Vice-Presidente. Os Representantes do Empregador e dos Empregados, em comum acordo, escolheram também a Srta. Margaret para secretária da CIPA, sendo sua substituta a Sr. Vilma. Nada mais havendo para tratar, o Sr. Presidente da Sessão deu por encerrada a reunião, lembrando a todos que o período de gestão da CIPA ora instalada será de 1 (um) ano a contar da presente data. Para constar, lavrou-se a presente Ata, que lida e aprovada, vai assinada por mim, Secretária, pelo Presidente da sessão, por todos os representantes eleitos e/ou designados inclusive suplentes. _________________ Presidente da Mesa _____________________ Secretário da Mesa

Caxias do sul, ____ de __________ de 2007.

MODELO

Caxias do sul, ___ de ____________ de 2007. CALENDÁRIO ANUAL DAS REUNIÕES ORDINÁRIAS CIPA ± COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO GESTÃO 2007/2008 Teste & Teste LTDA Ramo de Atividade: Telecomunicações Código de Atividade: 64.20.3 Grau de Risco:02 Número de empregados: 104 Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX Dia XX mês mês mês mês mês mês mês mês mês mês mês mês de de de de de de de de de de de de 2007 2007 2007 2007 2007 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 às às às às às às às às às às às às 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 09:00 horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas. horas.

________________________ Geraldo Silva Presidente da CIPA

ANEXO 3. Atenção somente demonstração (modelo)

O

ANO

A A AB I A A
OO ENA O E A

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N IO E ABAN ONO

AB I A A

efe do etor de e rança amal 88 o 8 8

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B I A I

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A XI IA

Estratégia de abandono em caso de emergência ou simulado:
Plano A ± saídas pelas portas do prédio Principal e Anexo, chegando à calçada vire

a esquerda e dirija-se ao ponto já estabelecido.
Plano B ± quando alguma saída (Principal e Anexo) estiver impossibilitada de uso,

descer ao 1º subsolo, sair pela rampa da garagem e dirija-se ao ponto já estabelecido. Quando chegar à calçada, se o sentido da esquerda estiver bloqueado, vire a direita, sentido Corregedoria da Polícia Civil, contornar o quarteirão até chegar ao ponto de concentração, já estabelecido.
Observação: Quando chegar ao Térreo, observe a sinalização luminosa. Cor verde

saída principal livre, cor vermelha saída principal bloqueada.

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O AN A
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ni o de e . do rabal o

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A XI IA

COMO ACIONAR A BRIGADA
EMERGÊNCIA
RAMAL 8408 PORTARIA SISTEMA DE SOM ALARME DE INCÊNDIO

A recepção recebe o comunicado e aciona o Coordenador Geral Brigada

Será anunciado pelo sistema de som o local do sinistro

Qualquer pessoa poderá acionar o alarme que se encontra ao lado dos hidrantes

Os brigadistas de incêndio serão deslocados até o local do sinistro

Os brigadistas de incêndio serão deslocados até o local do sinistro

Um alarme sonoro e luminoso tocará na portaria central indicando o sinistro

A Brigada de Abandono receberá o sinal pelo o alarme

A Brigada de Abandono receberá o sinal pelo o alarme

O Segurança acionará o Coordenador Geral que verificará a ocorrência

A brigada de abandono fará procedimentos básicos de emergência

A brigada de abandono fará procedimentos básicos de emergência

O Coordenador Geral após a verificação acionará as duas brigadas

Os brigadistas de incêndio serão deslocados até o local do sinistro

A Brigada de Abandono receberá o sinal pelo alarme

A brigada de abandono fará os procedimentos básicos de emergência

(Modelo) somente ilustração

Documentos exigidos pelo Ministério do Trabalho em uma auditoria de responsabilidade da empresa.

Relacionamos abaixo os documentos exigidos pelo Ministério do Trabalho em uma possível fiscalização em sua empresa: Apresentar o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e informar qual o médico do trabalho coordenador do programa. (item 7.3 alíneas a e c NR 7); Comprovar custeio dos exames dos empregados relacionados ao PCMSO. (item 7.3.1 alínea b NR 7) Exibir Atestados de Saúde Ocupacional do PCMSO (exames médicos admissional, periódico e demissional). (item 7.4 e subitens NR 7) Apresentar o Laudo de Riscos Ambientais assim como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). (itens 9.2 e 9.3 e subitens NR 9) Apresentar Mapa de Riscos Ambientais. (item 5.16 alínea o NR 5) Responsável pela CIPA quando o estabelecimento não se enquadrar no quadro I. (item 5.3.3 NR 5) Apresentação do Livro de Inspeção do Trabalho. (Art. 628. / 1º) Cartão do C.N.P.J. Número de empregados: Total:____ Homens:____ Mulheres:____ Menores: H:____ M:____ Comprovante de Recolhimento de FGTS dos Empregados do últimos _____ meses.

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Fichas ou Livro de Registro dos Empregados. (artigo 41 da CLT) Apresentar Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (A.V.S.). (item 1.2 NR 1) Fichas ou Livro de Resgistro do SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho). (item 4.1 NR 4) Protocolo da DRT/SP que encaminhou a Ala de Eleição, Instalação, Posse e Ca lendário Anual da Cipa, até 10 dias após a Eleição. (item 5.4.1 NR 5) Apresentar Folha de Votação para cada Eleição da Cipa dos últimos 3 anos. (item 5.5.4 NR 5) Prova de haver promovido a Sipat - Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. (item 5.16 alínea c NR 5) Livro de Atas da Cipa. (item 5.16 alínea g NR 5) Prova de haver promovido o curso do Cipa para membros cipeiros e suplentes. (item 5.21 NR 5) Prova de ter entregue o Anexo I na DRT/SP. (item 5.22 alínea e NR 5) Exibir o CA (Certificado de Aprovação) dos EPI (Equipamento de Proteção Individual) utilizados na empresa. (item 6.5 NR 6) Prova de ter realizado teste audiométrico tonal na admissão, periódico e na demissão dos empregados expostos ao ruído. (item 7.4.2.1 NR 7) Apresentar resultado dos exames de controle biológico de agentes químicos dos trabalhadores expostos.

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(item 7.4.2.1 NR 7) Indicar a localização da caixa de primeiros socorros e o nome da pessoa treinada. (item 7.5.1 NR 7) Prova de tr protegido a prédio contra descargas elétricas atmosféricas (pára-raios) apresentando o Laudo de Medição de Resitência Química. (item 10.2.3 NR 10) Apresentar Laudo Técnico sobre Condições de Segurança das Instalações Elétricas, elaborado por profissional qualificado. (item 10.3.2.7.1 NR 10) Prova de manter profissional qualificado e autorizado a trabalhar em Instalações Elétricas. (item 10.4.1.4 NR 10) Apresentar habilitações através de treinamento específico dos operadores de equiopamento de tranporte (empilhadeiras, etc). (item1.1.6 NR 11) Exibir Livro de Rergistro de Segurança, Protuário da(s) caldeira(s) além da aprovação prévia da "Área de Caldeira" ou "Casa de Caldeira". (item 13.1.6 e 13.?.1 NR 13) Prova de Habilitação do(s) Operador(es) de caldeira. (item 13 .3.5 e alíneas NR 13) Exibir RIC (Relatório de Inspeção de Caldeira). (item 13.5.11 NR 13) Apresentar Livro(s) de Registro de Segurança do(s) Recipiente(s) de gas(es) sob pressão e ar comprimido. (item 13.6.5 alínea a e b NR 13) Apresentar "Projeto de Instalação" de Recipiente(s) sob pressão ou ainda o "Projeto Alternativo de Instalação"aprovado pela DRT/SP. (itens 13.7.5 e 13.7.6 NR 13) Apresentar Laudo do(s) "Relatório de Inspeção" do(s) Reservatório(s) de gas(es) e ar comprimido.

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(item 13.10.1 NR 13) Apresentar comprovantes de pagamento dos adicionais de insalubridade( ) e periculosidade( ). (item 15.2 NR 15 e item 16.2 NR 16) Apresentar Laudo de Avaliação de Análise Ergonômica do Trabalho. (item 17.1.2 NR 17) Apresentar Laudo Técnico de Iluminação observando os limites da NBR 5413. (item 17.5.3.3 NR 17) Apresentar comprovante do treinamento da Brigada de Incêndio. (item 23.8.5 NR 23) Apresentar Ficha de controle de Instalação dos extintores. (item 23.14.1 NR 23)

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COMO PREENCHER OS QUADROS DA NR-04 ? QUADRO III - Acidentes com Vitima

SETOR = relacionar todos os setores da empresa. Ex.: escritório (10), oficina (150) etc. Obs.: a soma do total de empregados dos setores deve ser lançada no campo TOTAL DO ESTABELECIMENTO. Nº ABSOLUTO = número de empregados acidentados com ou sem afastamento (excluir os acidentes de trajeto). Nº ABSOLUTO C/ AFASTAMENTO ” 15 DIAS = afastamentos iguais ou inferiores a 15 dias. Nota: Considera-se afastamento a ausência por jornada integral de trabalho. Nº ABSOLUTO C/ AFASTAMENTO > 15 DIAS = afastamento superior a 15 dias.

Nº ABSOLUTO SEM AFASTAMENTO = número de empregados que retornaram ao serviço no mesmo dia ou no dia seguinte ao do afastamento (perda parcial da jornada de trabalho). ÍNDICE RELATIVO / TOTAL DE EMPREGADOS = resultado da divisão do número de acidentes pelo número total de empregados do estabelecimento, multiplicado por cem. Fórmula: Ind. Rel./ Total Empr. = nº acidentes X 100 nº empregados DIAS / HOMEM PERDIDOS = resultado obtido da divisão do total de horas não trabalhadas por empregados acidentados pelo número de horas correspondentes à jornada normal de trabalho da empresa. Fórmula: Total de horas não trabalhadas pelos empregados acidentados = Jornada normal de trabalho da empresa Obs.: para facilidade de cálculo, substitua a jornada diária normal pelo seu valor equivalente em número decimal. TAXA DE FREQÜÊNCIA = aplicar a seguinte fórmula: Fórmula: Taxa de Freqüência = N X 1.000.000 H N = número de acidentes com lesão ou número absoluto do quadro;

H = homens / hora de exposição ao risco (número de empregados X jornada normal de trabalho da empresa X número de dias úteis do ano (variável)) 1.000.000 = constante da fórmula. ÓBITOS = mencionar o respectivo número. ÍNDICE DE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE = divisão do número de dias / homem perdidos pelo número de acidentes com lesão, ou número absoluto do quadro. Fórmula: Nº de dias / homem perdidos. Nº de acidentes c/ lesão ou nº absoluto do quadro
QUADRO IV - Doença Ocupacional

Preencher no caso de doenças profissionais adquiridas pelo exercício da atividade. TIPO DE DOENÇA = denominação da doença NÚMERO ABSOLUTO DE CASOS = quantidade de empregados acometidos. SETORES DE ATIVIDADE DOS PORTADORES = local de ocorrência . Ex.: oficina, laboratório etc. NÚMERO RELATIVO E CASOS (%TOTAL EMPREGADOS) = estabelecer a relação proporcional entre o total de empregados e o número de casos de incidência da moléstia. Por regra de três simples, tem-se: A ___está para_____ 100%, assim como: B ___está para_____ X

Logo: => X = B . 100% , onde: A = nº total de empregados B = nº absoluto de casos NÚMERO DE ÓBITOS = quando ocasionado pela doença. Nº TRABALHADORES TRANSFERIDOS PARA OUTRO SETOR = empregados transferidos para outras seções, por motivo de saúde Nº DE TRABALHADORES DEFINITIVAMENTE INCAPACITADOS = empregados aposentados por invalidez causada pela doença.
QUADRO V - Insalubridade

Identificação de agentes insalubres SETOR = local onde existe o agente. AGENTES IDENTIFICADOS = causadores da insalubridade. Menciona -se os agentes Químicos ou Físicos, tais como ruído, chumbo, calor, frio etc. INTENSIDADE OU CONCENTRAÇÃO = grau de insalubridade: Máximo, Médio ou Mínimo, conforme o caso. Obs.: se a avaliação puder ser feita por meio de aparelho de medição, colocar o número correspondente à leitura. Nº DE TRABALHADORES EXPOSTOS = número de empregados do setor.
QUADRO VI - Acidentes sem Vitima

Refere-se à estatística dos acidentes do trabalho na empresa. SETOR = local de trabalho onde ocorreu o acidente. Nº DE ACIDENTES = acidentes ocorridos no período. PERDA MATERIAL AVALIADA = custo total da paralisação provocada pelo acidente, incluindo: pagamento ao empregado (até 15 dias), re paro de máquina (se houve quebra), prejuízos causados à produção pela paralisação. Inserir número inteiro que represente em milhares de reais (R$) o valor avaliado. Despreza-se a fração de milhar, se houver. ACID. SEM VÍTIMA = demonstrar em forma de fração ordinária, com o número de empregados ACID. COM VÍTIMA acidentados sem afastamento do trabalho sobre o número de empregados acidentados com afastamento. TOTAL DO ESTABELECIMENTO = número total de empregados.

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