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Meu fiel amigo.

Bom o que vou contar agora aconteceu a +/- 4 anos atras, sou casado e nunca
tinha pensado em fazer algo desse tipo, quando pequeno eu sempre ficava com
brincadeiras de sexo com meus primos e gostava muito, mas o tempo foi
passando e eu crescendo e nunca imaginava isso que aconteceu, bom vamos
ao que interessa.
Eu sempre ficava entrando em sites de bate papo e conheci um rapaz que se
apelidava por gordo de maiô, conversa vai conversa vem eu entrei no assunto
que tinha muito tesão e ver fotos de cacetes e gostaria de conhecer alguem
para fazer sexo e queria saber se ele conhecia alguem com tal vontade, para
minha surpresa ele me disse que tinha um homen que ele havia saido que era
muito gostoso e que talves toparia satisfazer meu desejo, então pedi seu msn e
ele me passou, para minha surpresa quando adicionei seu endereço ele já
estava sabendo do assunto.
Então começamos a nos conhecer melhor e falei que era casado ele tinha mais
de 40 anos ele tb me disse que era casado mais eu sentia um tesão enorme
quando falava com ele no msn, cheguei a ficar a manhã toda e outras vezes a
tarde toda no serviço falando com ele no msn, foi então que um dia
combinamos de nos conhecer pessoalmente, na epoca eu trabalhava em uma
Avenida muito conhecida em minha cidade, falei para ele me pegar perto do
serviço no horario do almoço, ele me disse a cor do carro e falei como ia estar
vestido e então fui para o encontro, no horario ele passou e logo percebi o
carro ele parou entrei rapidamente e parecia que nos conhecia a muito tempo,
me disse se poderiamos ir para um motel eu logo aceitei com muito tesão e
medo de ser visto por alguem mais fui mesmo assim, chegando no motel
entramos ele pediu um quarto e entramos estava muito ansioso.
Ao entrar no quarto começamos a conversar mais não me aguentei e fui logo
para perto dele e comecei a abraça-lo em nossas conversas no msn ele me
disse que tinha um cacete medio e que eu gostaria muito de ver, mais caros
leitores quando o abracei pude perceber um certo volume descomunalm e para
minha surpresa quando ele tirou a cueca e veio em minha direção eu me
assustei com o tamanho da sua rola, mais era isso mesmo que eu queria, nesse
ponto eu já estava deitado na cama e ele veio me oferecendo sua rola para eu
chupar, nunca chupei um pinto com tanta vontade, chupei até ele quase gozar
mais ele queria mesmo era meu cuzinho, me disse se vira de ladinho que eu
quero te comer gostoso, se levantou abriu uma maleta e pegou uma pomada
KY e começou a lubrificar o pau e logo em seguida meu cuzinho que aquela
altura já estava com muito tesão.
Então deitou do meu lado e começou o serviço, minha nossa eu quase morri
nunca imaginava que doia tanto mais eu não queria parar ele dizia para eu
relaxar e com palavras doces foi me acalmando tipo, fica calmo amor vou
colocar com carinho, eu estava explodindo de tesão quando ele consegui
colocar aquela rola grossa e grande no meu cú, eu rebolava de tesão e ele
bombando no meu cuzinho foi quando eu fui me firando e ficando quase de 4
ele começou a me comer de verdade, eu apoiava as maos para tras para
segurar nele e bombar com mais força e ele gemendo e eu gostando daquela
rola no meu cú foi quando ele me disse que ia gozar me virei e disse goza na
minha cara gostoso ele gozou jatos de porra por todo meu rosto que bebi o que
consegui com vontade, nossa cai muito satisfeito na cama ficamos algum
tempo abraçado na cama e depois fomos tomar banho e com muito sacrificio
tive que voltar para o trabalho.
Essa foi a primeira de muitas vezes que saimos no horario do almoço, teve uma
vez que chupei o pau dele no transito ele dirigindo, mais essa conto em outra
oportunidade, quem quiser me adicionar no msn e combinarmos umas
aventuras desse tipo estarei esperando de preferencia homens de Rib.Preto
onde isso tudo aconteceu.

Sexo no paiol

Em 1957 tive a minha primeira experiência com meu primo


Quando eu era adolescente, tinha um primo que era levemente afeminado e na
pequena cidade em que nós vivíamos, praticamente todo mundo achava que
ele era viado. Ele era incapaz de se defender das gozações dos outros meninos
e teve até mesmo uma vez em que uns garotos mais velhos tentaram currar
ele a força.
Na nossa família, pensávamos que ele era muito tímido e por isso ele tinha
aquele jeito meio delicado, mas ninguém achava que ele fosse homossexual.
Isso foi em 1957 e naquele tempo, ser viado era até perigoso, já tinha até
ouvido falar de gente que tinha sido espancada por ser homossexual.
Eu achava meio incômodo ter um primo tão mal falado, mas a defesa da honra
da família me obrigava a defender ele, sempre que eu via alguém mexendo. Eu
detestava, pois isso fazia que eu também fosse alvo de brincadeiras dos outros
moleques. De vez em quando eu acabava na vias de fato com algum outro
garoto.
No sítio onde eu morava, havia três casas e uma era do meu avô, outra era
onde minha família morava e na terceira morava o meu primo e os seus pais.
Era um lugar meio afastado e nossa família vivia de plantar laranja e criar
algumas vacas, cujo leite era vendido para uma pequena fábrica de queijo que
ficava na cidade.
Eu e meu primo gastávamos a vida cuidando das vacas e levando leite para a
fábrica de queijo ainda pela manhã. À tarde íamos para a escola e voltávamos a
noite para trazer as vacas do pasto para o curral, tomar banho, brincar uma
pouco no terreiro e depois dormir. Era uma vida simples, da qual eu tenho
saudades.
Até um belo dia de 1957, eu até tinha alguma desconfiança sobre o meu primo,
mas sempre que eu pensava nisso, tentava esquecer logo, pois achava que até
mesmo pensar sobre isso já era ofensivo para com ele.
Naquele verão, estávamos no paiol reunindo espigas de milho para dar para as
vacas quando começamos a brincar de luta sobre a pilha de espigas secas.
Empurrávamos um ao outro e nos segurávamos de costas no chão dizendo para
que o outro desistisse. Ninguém se machucava, pois não havia socos, mas
mesmo assim tínhamos que fazer muita força segurando o outro. Num certo
momento ele virou-se de costas quando eu estava sobre ele e meu pau ficou
encostado em sua bunda, nossos velhos calções eram de tecidos finos e
nenhum dos dois tinha o hábito de usar cuecas.
Senti certa maciez nas nádegas dele e achei gostoso ficar com meu pau colado
ali, mas mesmo assim eu pensava que ele não estava percebendo o meu
prazer. Era ingenuidade minha, pois meu pau ficou duro bem depressa. Ele não
fez muita força para escapar durante algum tempo, mas depois se virou de
frente para mim e me deu um rápido beijo na boca. Eu fiquei meio pasmado,
tanto pela atitude dele, que confirmava aquilo que todos falavam e que eu
cismava em não acreditar como pelo fato de ter percebido que a virgindade dos
lábios não ter sido tirada em um beijo com minha primeira namorada.
Enquanto eu ficava pasmado por cima, ele segurou meu pescoço e me agarrou
com força, dando-me um beijo muito mais longo e enfiando a língua na minha
boca.
Eu deixei e gostei muito, mas pouco depois eu me dei conta de que aquele
gostar significava que eu também era viado. Levantei-me e enquanto ele ainda
estava deitado sobre as espigas, olhei-o com raiva. Ele sorria com um tipo de
felicidade que eu nunca tinha visto, mas eu sabia que era a satisfação de ter
realizado um desejo. Aquele sorriso me encheu de raiva e eu chutei o rosto
dele com força. Eu realmente o machuquei de propósito. Só disse ele nunca
mais deveria abrir a boca para falar comigo.
Saí e quando olhei para traz, pude vê-lo se levantando do chão com o rosto
avermelhado e o choro desavergonhado que só as mulheres e os homens mais
delicados sabem usar para afogar as mágoas. Senti pena e remorsos. Tive
vontade de voltar atrás e pedir desculpas pelo que eu tinha feito, mas não fui
capaz. Meu orgulho de macho ferido era maior que os anos de amizade e que a
dor de ver meu primo chorando daquele jeito.
Nas semanas que se seguiram, realmente não trocamos nenhuma palavra, mas
ainda tínhamos nossas obrigações e as fazíamos juntos, em silêncio. A cada
dia, minha vergonha de ter batido nele aumentava e minha vontade de retornar
a nossa antiga amizade ficava maior, mas cada vez que eu tentava pensar um
jeito de voltar atrás, percebia que seria impossível, pois eu já sabia que meu
primo era viado e também não estava mais tão certo a meu respeito. Na
verdade, eu achava que ele tinha percebido que eu gostei do beijo e de ter
ficado com o pau encostado na bunda dele.
Nas noites, quando eu estava sozinho na minha cama, aquele beijo retornava e
eu chegava a passar a noite em claro lembrando-me do calor dos lábios dele e
do gosto de saliva. Aquele tinha sido o primeiro beijo da minha vida e eu fui
aos poucos me deixando levar e comecei a beijar meu travesseiro e por fim me
masturbar pensando da bunda dele.
Certa manhã, quando passei em frente ao paiol, pude vê-lo catando espigas de
costas para a porta. Cada vez que ele se abaixava eu podia ver a bunda dele e
ficava imaginando como ele ficaria se estivesse sem os calções.
Pensei que se eu refizesse a amizade com ele, poderia voltar a ouvir sua voz e
quem sabe fazê-lo sorrir novamente e nas noites, quando eu me masturbasse
em segredo, pensando nele, poderia me lembrar de um sorriso ao invés do
olhar magoado que ele trazia o tempo todo.
Entrei no paiol e o chamei pelo nome. Ele me olhou com medo e raiva, então
eu lhe disse que tudo bem, não ia lhe fazer mal. Disse que se ele quisesse
voltar a ser meu amigo, eu topava, mas adverti que o beijo não podia ser e
nunca mais eu deixaria aquilo acontecer outra vez, além disso, ele não poderia
fazer aquilo com outros caras da cidade, pois eu não queria que as pessoas
dissessem que meu primo era viado.
Ele me disse que topava e me pediu desculpas por ter perdido o controle.
Sentei-me ao lado dele começamos a conversar de coisas banais, tentando
fazer com nossa amizade retornasse ao ponto em que tinha parado, mas pouco
depois eu parei de ouvir o que ele estava dizendo e cada segundo da minha
atenção era dedicada aos lábios dele.
Eu o via molhar os lábios com a ponta da língua e aquilo me enchia de tesão.
Meu pau estava tão duro que eu já sabia que era impossível esconder dele o
que estava sentindo. Imediatamente eu percebi que minha tentativa de voltar
às coisas a serem como eram, somente nas aparências era inútil. Vi que era
impossível ficar conversando com ele durante o dia e guardar meu desejo para
bater punheta de noite.
Levantei-me sem dizer nada e pensei emir correndo até o banheiro e bater uma
punheta pensando nele. Ele levantou-se assustado com a minha atitude
repentina e quando eu o vi em pé, percebi que também estava de pau duro.
Não teve mais jeito, voltei até onde ele estava e o puxei para o fundo do paiol
onde ninguém poderia nos ver. Agarrei-o em meus braços e beijei aqueles
lábios que eu já desejava a tanto tempo. Nossas mãos se aninharam nas costas
um do outro e ficamos ali, em pé com ele de costas contra a parede e eu
forçando o meu pau contra o pau dele.
Minhas mãos seguravam as nádegas dele por sobre o calção e eu o apertava
com força contra a parede. As mãos deles estavam repousadas sobre as
minhas costas e me acariciavam com ternura. Nossos lábios já deixavam que
nossas salivas escorressem para fora da boca lambuzando nossos rostos e
então ouvi, incrédulo, a minha própria boca dizer, sussurar em seu ouvido:
- Eu te amo
- Eu também te amo – ele respondeu
Ele começou a tirar minha camiseta e beijar meu peito enquanto eu fazia a
mesma coisa com a camiseta dele. Ficamos os dois, beijando e fazendo carícias
um no outro enquanto ele me beijava o peito e começava a me dar uns leves
beijos sobre o calção. Não resisti, pois sabia o que ele queria fazer e fiquei nu
da cintura para baixo.
Ele ajoelhou-se e segurou minhas nádegas. (para minha surpresa eu não
consegui proibir que ele fizesse isso) e eu senti sua boca envolvendo a cabeça
do meu pau. Nunca na vida eu tinha imaginado ser possível sentir tanto prazer
de uma vez só. Ele me chupava enquanto apertava minha bunda e acariciava
minhas costas. Comecei a sentir que nos momentos em que a mão dele
deixava a minha bunda e ficava um pouco mais de tempo sobre as minhas
coxas ou as costas, eu sentia falta. Torcia para que a mão dele voltasse logo
para a bunda. Não sei como explicar, mas com o passar do tempo eu comecei a
torcer para que ele tocasse o dedo no meu cu, mas não tinha coragem de
pedir.
De certa forma, eu ficava aliviado por não ir tão longe, pois ainda queria ter
uma ilusão de que aquilo tudo não passava da minha necessidade de comer
alguém e já que as meninas não estavam querendo dar pra mim, um viadinho
era bem vindo. Eu me enganava dizendo que eu não era viado. Era só um cara
que comia um viadinho e que isso era normal na adolescência.
Depois de algum tempo ele parou de me chupar e tirou o próprio calção. Pude
ver que ele tinha um corpo lindo e com poucos pelos, quase como uma menina
e quando ele virou de costas para mim, finalmente via a sua bunda nua. Fiquei
louco de tesão, a realidade era ainda melhor que a imaginação que me movia
nas punhetas noturnas. Passei descaradamente a mão na bunda dele, deixando
meu dedo brincar com força no cu e vi-o rebolando enquanto meu dedo subia
pelo rego dele. Seus olhos, virados para trás enquanto deixava a bunda
arrebitada pra mim era a mais pura safadeza. Vi novamente aqueles olhos
contentes de tesão que eu tinha visto no dia do nosso primeiro beijo.
Ele me pediu para esperar um pouco e foi até um lugar no canto da pinha de
espigas e desenterrou um saco de lona velho. De lá ele tirou um pedaço do
galho de uma goiabeira de uma que tinha sido esculpido até ficar sem farpas e
com uma ponta arredondada em forma de cabeça de pica. Dentro do saco tinha
banha de porco e ele esfregou melhor aquele pedaço de pau e depois se virou
de costas para mim e pude ver enquanto ele enfiava o galho esculpido no cu.
No começo ele fez devagar e depois começou a ir mais depressa até que parou
e se aproximou de mim e me disse:
- Pode comer, agora eu já deixei ele abertinho para você.
Ele se aproximou de mim e voltamos para a parede do fundo onde estávamos
nos beijando e ficou em pé, de costas pra mim, segurando as nádegas com as
mãos e expondo o cu.
- Passa um pouquinho de banha na pica – ele disse.
Passei a banha e encostei a rola no cu dele.
- Posso enfiar? – eu perguntei.
Ele acenou positivamente com a cabeça e eu comecei a forçar meu pau para
dentro daquela bunda linda e sem pelos. Ele gemia e dizia coisas como: Ai que
delícia – Come mais, Isso. Afunda a pica em mim.
Eu ficava por traz. Enterrando a rola força, mas o cu dele não cedia fácil. Meu
pau escapou várias vezes, mas nós não desistimos. Teve uma hora que entrou
e ele gemeu de dor. Tive medo e ameacei tirar, mas ele disse: - Põe outra vez.
– Enfiei e dessa vez não teve falha, entrou tudo até o fim. Ele virou o rosto que
tinha um semblante de dor para trás e me pediu um beijo.
Foi um beijo delicioso. Meu pau estava parado, enterrado até o fundo no cu
dele e nossas bocas ficavam se lambendo mutuamente. Ele me disse que me
amava e lhe disse que sempre o amaria.
Quando nosso beijo terminou, segurei-o pela cintura e comecei a comer com
gosto. Realizando as fantasias que eu tinha a noite na cama, quando me
masturbava pra ele. Ele começou a se masturbar enquanto eu comia. Éramos
adolescentes e nossas gozadas vieram logo. Acho que menos de um minuto
depois que eu comecei a foder fazendo o tira-põe ele gozou e eu gozei logo em
seguida dentro do cu dele.
Nós dois perdemos a virgindade naquele dia, não necessariamente as pregas,
pois fique sabendo que ele já se masturbava com o galho de goiabeira a algum
tempo.
Depois da foda, vestimos nossas roupas e tentamos voltar ao trabalho, mas
não conseguíamos falar de outra coisa que não fosse sexo. Cada um de nós
confessou os sentimentos que tinha um pelo outro. Confessei que batia
punheta pra ele desde o dia da briga e ele me disse que já fazia muitos anos
que ele se masturbava pensando em mim e tinha preparado o galho de
goiabeira só pra poder imaginar que eu estava comendo ele.
Durante as nossas confissões no paiol, eu acabei contando que gostei quando
ele ficou passando a mão na minha bunda enquanto chupava.
Você quer que passe a mão em você outra vez?
Quero, mas eu tenho vergonha. – eu respondi
Eu estava sentado na pilha de espigas e ele estava ao meu lado, quando senti
sua mão sob a minha bunda, ainda por cima do calção. Eu não disse nada e
fiquei olhando pra ele sem saber o que dizer. Eu não queria que ele pensasse
que eu também era viado mas eu estava gostando muito daquilo. Continuei
quieto e deixei ele me passar a mão.
Depois de um tempo, meu tesão foi crescendo e eu me levantei e fiquei em pé,
de costas pra ele e comecei e senti-lo me passar a mão com mais força.
Acariciando-me as nádegas e fazendo força no rego. Mais uma vez eu não
agüentei de tesão e abaixei o calção e quando me abaixei para tirar
completamente o calção, senti a língua dele lambendo meu cu.
Puta que pariu, que gostoso – foi o que eu disse
Ele me segurou pela cintura e ficou me enfiando a língua dentro do cu e eu
comecei a rebolar pra ele. Toda a minha vergonha tinha ido embora.
Depois de algum tempo, vi que ele pegou o saco de lona e lubrificou a mão com
banha e depois passou por trás de mim também. Aos poucos ele foi enfiando o
dedo no meu cu e eu rebolava e pedia mais.
- Enfia o galho – eu pedi.
Pouco depois eu o senti se levantando e segurando as minhas ancas e me disse
no ouvido, com um sussurro:
- Me deixa comer seu cu?
- Deixo
O pau dele já estava lubrificado com banha e eu senti sua força para enfiar. As
mãos dele estavam me segurando pela bunda e os polegares ficavam puxando
as nádegas pra fora.
O pau dele entrou no meu cu, com muito mais facilidade do que o meu no dele.
Doeu, mas o prazer foi tão maior que a dor que nem me passou pela cabeça,
pedir pra ele aliviar.
Poucos segundos depois que a cabeça entrou, eu já estava sentindo os
pentelhos dele na minha bunda. Eu sabia que estava sendo comido e estava
adorando aquilo. Novamente no beijamos, mas agora era ele quem estava por
trás.
A foda demorou um pouco mais e ele fodeu meu cu com muito mais violência
do que eu fodi o dele. E eu adorei a força e a velocidade com que ele me comia.
Não bati punheta, mas meu pau estava duro como pedra. Ele sempre ficava
segurando a minha bunda para me deixar bem aberto e de vez em quando ele
fazia força para me levantar do chão e enterrava a rola até quase me enfiar as
bolas no cu. Eu adorava tudo.
Eu fiquei pensando em guardar minha porra para comer ele depois que ele
gozasse em mim, pois eu já estava achando que ele estava me comendo
melhor do que eu o comi.
Não teve jeito – Na hora que ele gozou, eu senti seu pau se contraindo e
percebi que ele estava afundando tudo com uma força descomunal no meu
rabo. Ele bufava atrás de mim como se estivesse gritando:
- Ah, UHH!, Toma! Sente a porra! Bicha gostosa!
- Goza! Isso! Isso! Vai com força!
Quando eu senti aquela gozada no meu cu, meu pau despejou uma enorme
quantidade de porra no chão. Gozei dando o cu, sem nem me masturbar.
Paramos e vestimos as roupas novamente. Terminamos o nosso trabalho e
ficamos o resto da manhã no paiol trocando beijos, carícias e juras de amor.
Fomos namorados secretos durante cinco anos e sei que ele foi o meu primeiro
amor. Acho que foi o meu amor mais sincero e até hoje sinto falta dele.
Em 1962 ele mudou-se para alfenas para estudar e eu fui para a academia das
agulhas negras. Depois de alguns anos, parei de pensar nele e nunca mais tive
relações homossexuais com ninguém. Casei-me em 1969 e respeitei minha
mulher durante os trinta anos que fomos casados. Hoje sou viúvo e depois de
todos esses anos tive outra relação sexual com um homem. Gostei muito e já
que estou reformado e desimpedido penso em me tornar definitivamente
homossexual.
Nos últimos três anos, não tenho me sentido atraído por mulheres e sempre
que penso em sexo entro em páginas gays da internet. Não sei exatamente o
que vou fazer, mas já estou 64 anos e embora ainda possua um corpo
proporcional e relativamente interessante devido aos anos de exercícios do
exército, não tenho esperanças de conquistar homens jovens e bonitos. Penso
mais em homens de meia idade, com mais de quarenta, casados ou não, mais
não estou a fim de assumir nada, pois não quero que minhas filhas saibam que
sou gay

Fui vendido pra dois picudos 1 (real)

Olá, estou aqui novamente pra relatar mais outro fato que aconteceu comigo
recentemente. Mas antes vou repassar alguns fatos recentes para que o leitor
possa entender como é que fui vendido para satisfazer dois roludos. Bom,
quem já leu algum conto passado meu sabe que tive um rolo com um rapaz
chamado Róbson. Conheci ele numa reforma lá do serviço e desde então ele
me fudia sempre que possível. Ele era casado, mas isso não impediu que
tivéssemos nosso caso. Com o tempo perdi o contato com ele e desde então
acabaram-se meus esquemas. Coincidentemente muitos fatos aconteceram
comigo desde então relacionados à vida profissional, o que me impediu por um
tempo de voltar a mamar um caralho. Numa das horas vagas conheci um rapaz
chamado Marcelo, um cara gostosão, picudo e tarado por um cú. É o típico cara
que fode como ninguém sem despertar nenhuma desconfiança nas pessoas a
volta. Nos conhecemos um pouco mais e logo já tinhamos um
"relacionamento". Mas uma relação bem diferente, bem sacana mesmo. Acabou
que no fim deu certinho, até porque, do mesmo modo que ele era um legítimo
ativo eu era um legítimo passivo que fora das quatro paredes ninguém nem
imagina o que posso fazer com outro macho. Aquele legítimo passivo que
chupa um cacete feito uma bezerrinha desmamada querendo leitinho e dá o
rabo empurrando o quadril pra cima de uma pica. Enfim, detalhes a parte logo
tivemos a oportunidade de transar e tudo mais (relatarei depois em outro
conto). Mas, por conta das viagens e da falta de tempo, Marcelo não tinha
condições de me fuder sempre que possível e nem eu de dar quando possível.
Ainda no MSN conheci um homem chamado Alessandro, 35 anos, corpo enxuto,
jeito de macho e pau gigante, uns 22, 23 cm (segundo ele). Nos conhecemos
em sala de bate papo e logo estávamos na conversa. Vi suas fotos, ele as
minhas e logo surgiu interesse por parte dele que era, inclusive, casado. Dizia
que queria me fuder a qualquer custo e começou a dizer como gostaria de me
"pegar". Queria me fazer sua mulherzinha com roupinha e tudo mais. Claro que
estava atiçado pela oferta. Queria fuder aquele cacetão. Mas também não
poderia fazer isso sem ao menos o Marcelo saber que iria fazer isso, desde
nossa foda me comprometi a ser um machinho obediente a ele ganhando até
nome de menina (Estephane). Alessandro, o interessado, soube que tinha um
esquema com Marcelo e contei a Marcelo sobre o fato. Em pouco tempo os
dois, pelo MSN, conversaram melhor sobre tudinho. O que Alessandro queria
fazer comigo e tudo mais. Alessandro dizia que tinha um amigo, chamado
Michel (moreno de 38 anos, pauzudo que nem Alessandro e com um corpo
bacana, vi foto de rosto e tudo mais), que queria entrar nessa. Pra botar um
fim na história e ficar tudo ok, Alessandro e Marcelo então dão a ideia de pagar
pelos meus serviços. Ele queria me comer a qualquer custo, ainda mais agora
que sabia que tinha um macho que cuidava de mim. Ofereceu 300 reais para
ele e o amigo curtirem uma noite comigo, seria a namoradinha deles dando o
direito deles fazerem o que quizerem. Marcelo, percebendo que já queria
aquilo, topou e disse pra acabarem comigo pois merecia ser fudido de todas as
formas possíveis. Alessandro transferiu 150 reais para a minha conta na
mesma hora e pagaria o restante depois. Naquele mesmo dia, iria para a
cidade onde ele estava para fazer a minha parte do acordo. Fui a Brasilia e
chegando lá liguei para o número que me passaram, Michel me atendeu e disse
para esperar na parte superior da rodoviária perto do semáforo do Conjunto
Nacional e perguntou como estava vestido. Disse a ele como estava, ele falou
as características do carro e subi para a parte de cima perto do semáforo. Em
poucos minutos o carro descrito por ele (um Civic preto) encosta próximo do
semáforo e o vidro desce. Era Michel, fiquei meio cabreiro, afinal nunca tinha
feito nada disso, confiei num cara que nem tinha visto ainda, mas não era hora
de pular fora, até porque Alessandro já tinha pago parte do valor antes. Fui até
o carro e Michel pediu para entrar logo, afinal estava no trânsito e não podia
parar (o que era verdade). Praticamente pulei dentro do carro e ele saiu. Logo
começaram os elogios: /Poxa, tu tem um rostinho bonito sabia?/ disse ele. Meio
sem graça retribui falando que ele também era muito simpático. Puxando
assunto sobre como foi a viagem Michel fez questão de me deixar mais
tranquilo. Rapidamente estávamos num clima bacana e ele estava até mexendo
com as mulheres na rua. Eram por volta das nove e quinze da noite e em pouco
tempo chegamos ao prédio onde Alessandro morava. Chegando no condomínio
Michel pergunta pegando em cima do pau sobre a calça: /Será que você vai
aguentar o que a gente preparou pra você?/ Fiquei com muito tesão e respondi
provocando: /Será que vocês é que vão aguentar o que pretendo fazer com a
rola de vocês?/ Michel não aguentou. Parou o carro no meio do estacionamento
e veio me dando um beijo pegando minha mão e guiando para o pau dele. Era
imenso, parecia maior que na foto. Ele beijava bem e disse que tava louco pra
me ver vestido de putinha. Me fez tirar o pau dele pra fora e punhetar de leve.
Não aguentei e cai de boca. Ele não deixou e disse que o combinado era me
fuder junto com o Alessandro. Colocou seu pau dentro da calça e se dirigiu para
a sua vaga no estacionamento. Saímos rápido do carro e fomos até o elevador.
Parecíamos dois amigos dentro do prédio, cumprimentamos o recepcionista, o
segurança, o assenssorista, sempre com ele dizendo que era um amigo dele e
de Alessandro. O pessoal que trabalhava no prédio parecia gostar dele.
Chegamos no andar e assim que o elevador se fechou Michel disse que era para
entrar e ir para a segunda porta a direita, lá encontraria uma roupa que era
para vestir, assim que me sentisse a vontade que era para ir para a sala que
fica um pouco a frente do corredorzinho do apartamento. Ele abriu a porta e
percebi que tinha isolante acústico, lá dentro tocava uma música
razoavelmente alta que não era ouvida do lado de fora. Mil coisas se passaram
até ai. Temi ter entrado numa fria, mas assim que a porta se abriu vi que o
apartamento era bem tranquilo e o Alessandro estava no tal corredorzinho que
ia para sala. Estava de calção e camiseta, me cumprimentou, perguntou como
foi a viagem e indicou o tal quarto. Ao entrar Alessandro fechou a porta e disse
para ficar a vontade, que era para mim sair quando quizesse, afinal a noite
estava apenas começando. Antes de viajar tinha dado um trato no meu cuzinho
para não passar vexame. Tirei minha roupa e fiquei muito empolgado com a
roupa que tinham arrumado pra mim. Sou um cara que quando é pra ser
homem eu sou, mas que quando é pra dar para um macho dou de um jeito
bem gostoso feito homem ou uma menininha conforme o que me pedem.
Comecei a vestir a roupa, tinha uma meia 7/8 que ia até um pouco mais que a
altura da virilha, de cor preta e num tecido diferente com cor que tampava até
os pêlos da perna. Em seguida peguei uma calcinha fio dental da cor rosa
choque. O detalhe é que a calcinha tinha uma abertura que deixava tanto meu
pau de fora quando poderia ser aberta atrás sem precisar tirar. Arrumei um
jeito do meu pau ficar quieto dentro da calcinha e vesti a sainha, também da
cor rosa, tipo rodada e que não tampava quase nada da bunda. Quando vi
minha bunda no espelho fiquei com muito tesão. Na parte de cima tinha uma
camiseta branca bem justa tipo baby look. Como se não bastasse tinha uma
sandália simples com salto pequeno (devia ter uns 7 cm) de cor branca, era
reforçado e grande e como a meia não cobria os pés (começava do tornozelo)
tinha ficado bem legal. Depois que me vesti dei uma olhada no espelho. Tava
muito feminizado, aquela sainha com aquela calcinha e meia tinham ficado
muito bom. Antes de sair vi uma espécie de coleirinha com um recado que
dizia: /Quando vestir a roupa coloque a coleirinha, hoje você não será a
cadelinha do Marcelo, mas será nossa, não queremos ver você de pé em
nenhum instante, só quando pedirmos, afinal, cadelinha anda de 4/ Fiquei com
muito tesão, aquela situação forçava isso. Coloquei a coleira preta e incorporei
a putinha que eles haviam pagado pra ter. Abri a porta e sai de quatro.
Alessandro, que estava na porta do quarto, ficou louco de tesão e disse: /Pelo
visto entendeu o recado direitinho, nós temos mais outra surpresinha pra
você/. Pegaram uma peruca de cabelo rosa tamanho curto e pediram para mim
colocar ela, diziam que ia combinar com a sainha. Prendi ela no cabelo e voltei
a ficar de quatro. Alessandro e Michel ficaram loucos e foram para a sala se
sentar. Um de um lado e o outro do outro. A sala era meio grandinha, deveria
ter uns 7 por 7 metros e eles tinham colocado uma poltrona em cada canto na
diagonal. Puxando pela guia da coleira, Alessandro foi me levando para a sala.
Me levou para onde Michel estava sentado (já pelado) e mandou eu mamar a
rola dele. Peguei seu pau e abocanhei com gosto e já fui movimentando
bastante a cabeça, ia colocar a mão na base do pau dele e o Alessandro puxou
a guia pra cima me enforcando de leve. /Cadelinha não pega no pau dos
outros, só chupa e lambe, faz o favor de tratar bem seu doninho que te
trataremos bem Estephane./ Alessandro passou a guia para o Michel que
delirava enquanto ia para seu saco, chupava cada bola com muito tesão, lambia
da base até a cabecinha de seu pau para enfim abocanhar seu pau. Era um pau
grande e muito gostoso, logo senti o gostinho do melado de seu pau, era
salgadinho e bem gostosinho, quando enchia a boca com ele tirava minha boca
e ficava parecendo que estava provando algo. Com seu pau todo babado e
melado Michel batia ele em meu rosto. Depois de um tempo ele levantou e foi
bem devagar até o outro lado da sala onde encontrava o Alessandro. Fazia tudo
de 4, Michel passou a guia para Alessandro e pegou um frasco ali por perto, era
lubrificante (o KY). Ao chegar dei uma cuspida na cabeça do pau do Alessandro
e coloquei ele no fundo da minha garganta movimentando muito rápido. O pau
de Alessandro era quase do mesmo tamanho do de Michel, a diferença é que
era um pouco mais fino e melhor pra chupar. Alê pegou pela minha nuca e
começou a meter de leve em minha boca, sentia sua pica no fundo da garganta
me fazendo dar pequenas engasgadas e lacrimejar um pouco.

O negão não deixou prega sobre prega

A internet não tem sido minha melhor aliada para fodas reais, mas nunca
dispenso passar pelas salas de sexo e me apresentar 50tãoPASSIVOrj. Me
chamo Mayron, tenho 54anos, jovial, feio simpático,moreno, 1m50, 84kg,
bumbum jeitoso, liso e guloso.O preconceito pela idade é visível. Ao contrário,
de quando saio a caça. Além das possibilidades de transa serem maiores, vejo
que a disposição da garotada é enorme. Nas salas eu arrisco na sorte. Depois
de algumas rejeições, muitos papo furado, gente querendo unicamente virtual
e me ver na cam, um nick Negro25aRj respondeu meu contato. Perguntei se
25a era idade (prejulgando que fosse pelo tipo de abreviatura) ou o tamanho
do caralho dele. Negro responde que era idade e também seu dote. Brinquei
que propaganda enganosa dava indenização. Ele disse que era verdade, mas a
intenção do apelido era 25 se referir a idade, mas a maioria achava que seria
para identificar sua grandeza sexual. Provoquei, será que meu bumbum
aguenta?! Guenta sim, teclou negro. Viado de verdade não tira o cu da reta. Se
você ´gosta de pica, vai fazer tudo pra aguentar. Falei que nunca tinha
encarado um caralho desse tamanho... Sempre tem a primeira vez retrucou
ele. Vamos nessa?! propos com firmeza. Meu cuzinho já estava piscando e eu
morrendo de vontade de mamar um caralho de verdade...Não titubiei...como a
gente faz? Podemos nos encontrar daqui a uma hora na Central, tô em Bangu,
chego rapidinho de trem, falou Jorgão (como ele disse que o chamavam seu
amigos de farra). Tudo bem espero você. Passei o numero do meu celular pra
ele me monitorar.

Não foi dificil um localizar o outro na Central. De longe, avistei um negrão,


cerca de 1m90, malhado mas não sarado, jeans e t-shirt. quando pegou o
celular pra ligar tive certeza que era Jorjão. Não atendi, ele me localizou e
percebeu que não atendi propositalmente. Caminhei em direção do meu novo
macho. Oi, sou Mayron,ele sabia meu perfil, eu fui na minha intuitão de fêmea.
Estendeu a enorme mão que engoliu minha mãozinha. Tudo bem! e sem mais
palavras nos dirigimos para um motel proximo a Pça. Cruz Vermelha.

Fomos entrando no quarto, com ele me encoxando, mostrando que seu caralho
já estava preparado para me dar felicidade. "Tá sentindo a propaganda
enganosa, viadinho?! Agora quem vai me indenizar se não engolir ele todo com
esse cu grande é você!" Mesmo receoso,desdenhei "é ruim, hein!Meu cuzinho
jamais vai deixar eu pagar um mico desses."

Sem perder tempo, eu já estava tirando as calças de Jorjão doida para mamar
e acalmar aquela anaconda... Tentei abocalhar mas foi impossivel, a cabeça
mal entrava direito em minha boca. Me concentrei porque tinha que mostrar
para meu novo macho que ele estava investindo da boca e no bumbum certos,
para aquele caralho nunca mais me deixar...Já ajoelhada comecei a fazer
carícias naquele mastro grande...beijei com toda a paixão que tenho por um
caralho negro grande e grosso...Levantava o olhos para ver a cara de prazer do
meu negão...Jorjão têm feições másculas e cara feia, mas na medida em que
eu lambia seu caralho da cabeça ao saco deixando ele todinho babado, seu
rosto se iluminava de prazer e ficava bonito. Sei que isso não é suficiente para
um macho se fixar em você e transformar a gente em sua puta favorita.
Continuei sugando, lambendo, mamando e tentando engolir aquele cacetão...
Jorjão tentava ajudar segurando minha cabeça e fudendo minha boca.... era
muito caralho pra minha boquinha, mas não rejeitei a ajuda...engasgava mas
continuava mamando meu macho leiteiro... Uns quinze minutos depois percebi
que Jorjão ira jogar seu néctar na minha boca sedenta...ele firmou minha
cabeça contra seu caralho e suspirou fundo e intensamente até a última gota
inundar minha boca... os instantes que se seguiram foi de total prazer e
felicidade ....Ele tirou o caralho da minha boca devagar, sacudindo lentamente
sobre minha língua para que nenhuma gotinha caísse fora... deu duas lapadas
com o caralho no meu rosto, e eu peguei aquela mamadeira e comecei a
lamber para deixá-la bem limpinha... Ele me deu um tapinha no rosto, não
forte mas firme, e falou...."Ainda tem muito leite aí pra vc sua vadia..."

Percebi que tinha encontrado o macho certo. Daqueles que enquanto não
satisfazem por completo seu caralho, não abandonam a foda.Dava pra sacar
que meu negro ia botar pra fuder até sair saciado. Mas também eu sabia que
eu jamais iria reclamar falta de pica... Estava escrito, aquele jumento ia fazer
de mim uma puta de verdade. Como eu sabia o que vinha pela frente , disse-
lhe que ia ao banheiro. Queria conferir minha higiene, embora tivesse tomado
as providências antes de sair de casa, sabia que o caralho do meu negão não
poderia se decepcionar com o cuzinho do seu novo escravo sexual...

Nesse momento o negão me pegou com violência pelo cabelo, me jogou na


cama com tanta força que dei uma cambalhota ficando com o bumbum pro
alto... deu as palmadas forte que doeram muito, mas meu bumbum respondeu
se retessando, ficando esticado, mais liso ainda, mais arredondando como
pedisse para ser fudido logo...ele separou minhas nádegas, deu um cuspida
farta, e começou a pincelar meu cuzinho com seu enorme mastro. Agora
aguenta, que vc vai ser arrombada de verdade... Então ele procurou um jeito
de deixar meu bumbum empinado para receber sua trolha... Mesmo
preocupado com seu enorme caralho, meu bumbum parece que não estava
nem aí para o estrago que aquele caralho poderia fazer com meu cuzinho.
Jorjão engatou uma de força e logo a cabeça do seu caralho mergulhou dentro
do meu cuzinho. Senti uma dor fina e forte atravessar minha alma.... Os
primeiros 15 centímetros e a cabeçorra entraram estourando as pregas que
ainda estavam ali porque eu ainda não tinha encontrando o macho capaz de
quebrar o cabaço do meu cuzinho de uma vez por todas. Jorjão socou
compassamente , seu caralho no eu cuzinho, até seu saco. Fez isso
pausadamente e diversas vezes... Vi estrelas. Jorjão acoplado nas minhas
costas, ficou meia hora encima bombamdo com força meu bumbum.
Comecei a lagrimejar de felicidade, mas ao mesmo tempo sentindo que estava
viva. Jorjão continuou a socando meu cuzinho com vontade. Pensei que fosse
desmaiar, mas Jorjão me estimulava batendo no meu rosto e ameaçando me
deixar sem caralho. Não desmaia seu viado, senão não sai mais comigo. Vai ter
que aguentar tudo! Começou a socou com força o pau no meu cu. Ele bombou
várias vezes e depois tirou, socou mais ainda e só parou de socar quando o
caralho negro estava totalmente alojado no meu bumbum. Senti os jatos de
porra no meu útero, fazendo eu me sentir uma fêmea e puta de verdade. ?
Depois de meter mais e mais e gozar novamente, Jorjão tirou o caralho do meu
cuzinho e colocou na minha boca ordenando "limpa direitinho seu
viadinho...agora Vc pode dizer que é minha mulherzinha". Depois foi até o
banheiro e trouxe um espelho para eu ver o rombo que seu caralho tinha feito.
Eu estava arrombada e sangrava um pouco. Ele ainda enfiou o caralho no meu
cuzinho e bombou mais um pouco -"Isso é pra Você não esquecer do meu
cacete", disse. Minutos depois seu caralho saiu do meu cuzinho, flácido e
vencido. A dor mesclada com prazer me deixava totalmente feliz. Passei uma
semana inteira sem poder sentar, mesmo tomando remédio para aliviar a dor.
Mas sabia que isso era uma decisão de Jorjão para mostrar que ele agora era
dono do meu cuzinho, do meu bumbum e de mim...Jorjão saiu de mim.Ficou
em pé na beira da cama. Me sentei e aproveitei para mamar aquele mastro
lindo e negro e agradecer meu macho por não deixar prega sobre prega. A
partir daquele momento, me transformei em sua escrava sexual. Pronta pra
servir sempre esse macho gostoso, doida para que ele se torne meu dono.
(mamonegro@yahoo.com.br).

Hoje pensando em minha adolescência...

Estava por volta dos 17 anos, era um final de noite, quando voltava de um
passeio com os amigos. Havia pego o ônibus, pago e sentado no penúltimo
banco. O ônibus estava praticamente vazio e após um certo tempo, percebi que
do último banco um garoto me olhava fixamente. Voltei a cabeça para o seu
lado e ele me deu um pequeno sorriso. Fiz um sinal com a cabeça
demonstrando um agrado. Mas fiquei encabulado. Como ele não parava de me
olhar, resolvi também disfarçadamente de vez em quando. Percebi que ele
esboçou um sinal pedindo para que eu fosse sentar com ele, fiquei em dúvida e
o pior que meu ponto estava chegando. Me levantei e olhei para ele como se
dizendo: - se você quiser desce comigo. Comecei a descer e ao tocar o chão e
dar alguns passos voltando para olhar atrás, pude ainda vê-lo levantar-se
correndo e pular do ônibus, quase que caiu, pois o ônibus já começara a andar.
Acho que ele também estava em duvida se descia ou não. Demos uma risada e
começamos a conversar sobre o acontecido, pois ele poderia ter se machucado.
Este fato serviu de quebra-gelo para iniciarmos uma conversa. Então
começamos a andar. Como desci enfrente ao parque do Museu do Ipiranga,
comecei a andar na direção dele, evitando de ir a direção de minha casa. Ele
perguntou se eu morava por perto, disse-lhe que sim. Então perguntou: De
onde eu estaria vindo? Comentei que havia saído com uns amigos e estava
voltando para casa. Ele curioso quis saber mais: - Amigos? Aonde vocês tinham
ido? Eu comentei que havíamos ido a uma festa na casa de outro amigo. Ele:
-Você não costuma dormir na casa de seus amigos? Eu: Ás vezes, e também
eles vêm dormir em casa. Aí me perguntou a idade, disse-lhe estar com 17
anos. E perguntei a dele, comentou ter 19 anos. Ele era magro e alto, uns
1,75cm mais ou menos. Eu, também magro, com 1.64cm e do tipo bem
mignon. Começamos a conversar e as horas foram passando. De repente ele
exclamou: — Xi, cara perdi meu último ônibus... e agora. Eu com certa
preocupação, lhe disse: — Se você quiser pode ficar em casa. Mas depois até
que me arrependi, pois meus pais não estavam em casa... Mas, ele perguntou
caso não tenha problema talvez eu aceite. Eu pensei comigo: —o cara parece
ser um bom rapaz, acho que não corro perigo. Hesitei um pouco, mas acabei
finalmente concordando. Então lhe disse: —Então vamos para casa e nos
dirigimos a uma direção oposta da que havíamos tomado no início. Fomos
descontraidamente e conversando de coisas corriqueiras da vida de um jovem.
Depois de andarmos uns 15 minutos finalmente chegamos a minha casa. Abri a
porta e pedi para que ele entrasse. Falei para ele se sentar no sofá e fui
preparar algo para bebermos, trouxe uma Coca-cola e sentei ao lado dele.
Liguei a TV e meio entretido no programa continuamos a conversar. Após um
tempo, perguntei se ele queria tomar um banho para se deitar, mas ele disse
que não. Então eu lhe disse que iria tomar e que ele poderia ficar assistindo TV.
Fui tomar e depois de uns minutos retornei a sala e falei se ele não queria ir
dormir. Ele achou uma boa idéia, pois já se passava da 1 da madrugada. O
conduzi, para o quarto, mas este era o motivo de minha preocupação inicial,
pois dormia numa cama de casal. Ao entrar, ele perguntou: — Mas só tem uma
cama de casal? Eu lhe disse que sim, pois meus pais haviam comprado uma
nova e eu resolvi ficar com a deles. Ele não esboçou nenhuma preocupação ou
desconfiança. Perguntei se ele queria uma roupa para dormir e ele disse que
dormiria de calção. Deitamos-nos e liguei a TV, como fazia sempre. Passado
algum tempo percebi que ele tinha caído num sono profundo. Então resolvi
dormir também... mas quem disse que eu conseguia. Minha cabeça começou a
funcionar a mil, dando margens a muitos pensamentos. Para mim toda aquela
situação era inédita. Pois, não é comum trazer alguém para dormir em casa
que mal conheça, ademais havia a questão de o por quê ele tanto me encarava
no ônibus? Comecei a cogitar mil coisas e percebi que fui ficando excitado e
com desejos estranhos até o momento. Estar ali, com uma cara estranho
deitado ao meu lado, foi me dando um tesão até então não experimentado.
Estar com um estranho tão próximo a mim, numa situação quase de um casal
era algo de excitante demais! Comecei a ficar com uma vontade incontrolável
tocá-lo. Aos poucos fui estendendo a minha mão esquerda em direção a seu
corpo. Ao aproximar de sua perna senti o calor que emanava por sua pele.
Comecei a tremer incontrolavelmente. Após um tempo, resolvi levantar minha
mão e tentar chegar mais para o meio de seu corpo, pois minha intenção era
tocar em seu pau... Com muito cuidado fui levando minha mão a esta direção.
Sentia o calor de seu corpo mais intenso. Quando achei que estava na direção
certa comecei a baixar minha mão e de repente toquei em algo duro! Mas, não
era o que estava querendo... Xi, era seu braço. Percorri seu punho bem de leve
e pude perceber que o mesmo, estava enfiada dentro de seu calção. Puxa, que
maçada! Por cima do calção continuei a tatear e percebi que sua mão cobria
toda a extensão da região pubiana e de seu pau. O que fazer? Resolvi dar um
tempo e fiquei atento aos seus movimentos. Quando percebi que ele havia se
mexido, fui tentar verificar a situação e mais uma vez uma decepção! Agora ele
havia se virado para o meu lado, mas estava com as duas mãos enterradas
entre as coxas, de modo que me impedia de qualquer jeito poder tocar em meu
alvo... mas um tempo de espera! Meu tesão estava à mil, meu pau doía de tão
duro que estava. De repente mais um movimento de seu corpo. Repeti, então
com muita cautela os mesmos gestos de antes e desta vez ao aproximar de seu
corpo, percebi que estava de barriga para cima, voltei a levantar minha mão e
fui aproximando aos poucos do centro de seu corpo, já havia acostumado com
a posição dele na cama e podia presumir com facilidade onde estava a cobra
que eu procurava. Seria ele venenosa? Ao atingir, a suposta posição, fui
abaixando minha mão e sentindo o calor aumentar gradativamente e... tchan!
Tchan! Tchan! Parecia que desta vez nem seus braços e, nem suas mãos
seriam um empecilho. Abaixei e comecei a sentir uma carne roliça quente e
macia... era o pau dele! Ainda estava mole. Imprimi mais força em meus
toques e fui percorrendo o seu pau por toda a extensão. Mesmo mole
aparentava ser grande. Conforme fui tocando aquilo parece que começou a
reagir aos meus toques e, aos poucos, foi tomando vulto. Cara começou a
crescer com uma rapidez descomunal e, em poucos segundos, estava pulsando
sob meus dedos. Pude perceber que não era grosso, mas muito longo... A
cobra começou a dar golpes contra os meus dedos. Parecia ser das bravas e
querer saltar para fora da gruta! Comecei a tocá-lo com mais confiança e
escorria meus dedos por toda a sua extensão e quando chegava perto da
cabeça, a forçava para baixo o que fazia com que o seu pau fizesse uma força
contrária empurrando meus dedos para cima. Comecei a esfregar com as
pontas de meus dedos a sua cabeça e pude perceber que ela melava toda a
região do calção dele. Estava simplesmente babando! Fui mais ousado e tentei
levantar a extremidade de seu calção e puxar para baixo libertando parte de
seu pau. Como estava inteiro debaixo do cobertor, pude sentir o cheiro de sexo
que exalou dele. Comecei a tocá-lo apesar da dureza do mesmo, tinha sua pele
muito macia e agradável ao toque. Era a primeira vez que tocava um pau. Fui
me empolgando e ameacei de tocar uma punheta pra ele. Seu pau não cabia
em minha mão; dava para eu subir com ela até a cabeça e voltar até a metade,
mesmo assim ainda sobrava muito pau para ser tocado. De repente percebo
um movimento brusco da parte dele e sem ter tempo para pensar, vi que ele
me obrigou a virar de bruços. Tudo isto sem dizer uma palavra, confesso que
com esta atitude súbita eu me assustei! Mas foi tudo tão rápido que quando eu
percebi ele já estava arrancando minha cueca e ajeitando sua vara no meu
rego. Fez movimentos para frente e para trás e pude perceber que sua gosma
lambusava todo o meu rego. Foi uma sensação inédita e muito agradável,
embora estivesse assustado! Eu não havia pensado em chegar até a essa
conseqüência. Mas como diz o ditado: — Quem brinca com cobra quer ser
picado. Depois de um certo esfrega-esfrega, percebi que ele se afastou
levantando a sua bunda e posicionando a cabeça de seu pau toda melada na
porta de meu cuzinho... isso me deixo tão teso que acabei cerrando meu
cuzinho instintivamente, mas nem deu tempo de eu falar para ele: — se vai
meter faça com cuidado. Senti ele impregnando uma certa força em seu quadril
forçando sua cabeça pra dentro do meu cu. Senti uma dor horrível! Senti
perder as forças e parecia que ia desfalecer... foram segundos de uma dor
nunca experimentada, até então. Parecia que algo estava me dilacerando e
estes segundos pareceram-me minutos! Ao voltar à minha consciência, percebi
que meu pau havia broxado, mas acredito que já havia me enfiado a metade...
quando dei por mim, ele estava imóvel mas com ela enterrada em meu cu. Ele
susurrou ao meu ouvido: — Vou te arrombar, prepare para ser um viado!
começou a enfiar. Parecia que nunca ia acabar, fui sentindo ela me
desvirginando e abrindo todas as minhas entranhas. Quando fui falar para ele ir
mais devagar ele comentou: — Já atolei toda ela em você! Agora você vai
sentir o prazer de ser arregaçado e tornar um viado! Fiquei estarrecido e
instintivamente levei minha mão para certificar o fato. Era verdade o que
encontrei eram só os seus pelos pubianos e mais atrás o seu duro saco, pois
seu pau havia crescido tanto que o saco diminui. Foi um misto de êxtase, dor e
perda! Eu havia sido arrombado! Eu me tornaria um viado? Meu sentimento
cada vez mais confuso, misto! Mas essa idéia foi me agradando e comecei a
sentir um calor no anos e no intestino muito gostoso... Ele percebendo o meu
prazer começou a se movimentar. Primeiro lentamente, tirando quase todo o
pau pra fora e voltando a metê-lo novamente. Era uma sensação muito
agradável! Ao sair sentia um vazio em meu reto para logo em seguida sentir
uma pressão gostosa no anos e, finalmente aquela sensação gostosa que é a
passagem de um pau pelo anos até o reto! Só quem dá que podes saber do que
estou falando! A massagem da próstata e o preenchimento do reto. E comecei
a forçar minha bunda pra cima querendo engolir sua vara o mais que pudesse e
isto foi provocando ele, e começou então a me fuder com mais violência. Já
tirava seu pau inteiro e o metia em seguida, ao sair e entrar meu cu se
contraia, me proporcionando cada vez esta sensação muito gostosa! Ele foi me
apertando e abraçando com seus braços longos e em um determinado
momento aterrou todo seu pau acompanhado de espasmos múltiplos de seu
corpo, ele estava depositando todo seu leite de macho em meu intestino. Podia
sentir os espasmos de seu pau ao jorrar a porra no meu cu, foram umas seis
mais ou menos. Isso me deu uma satisfação incrível! Era a primeira vez que eu
dava e estava descobrindo um prazer nunca outrora imaginável! Ele ficou sobre
meu corpo até seu pau voltar ao tamanho natural e saindo assim de meu
cuzinho... Ele só me perguntou duas coisas: Se era a minha primeira vez e se
eu tinha gostado do tratamento. Minha resposta foi única: — Um sim para as
duas! Depois de um tempo ele saiu de cima de mim deitou de barriga para
cima com as pernas entre abertas, como se fosse um rei após ter dominado seu
vassalo! Eu me senti feliz e o abracei e assim dormimos. Mas durante à noite
eu não resisti e acabei abocanhando seu pau que estava molinho, mas que ao
contato de minha língua foi tomando vulto aos poucos, e ao atingir seu
tamanho total, começou a babar e por mais que eu tentasse, não conseguia
abocanhá-lo todo. Mas quando ele estava para gozar segurou minha cabeça
firme, com as duas mãos, tentando enfiar o máximo dentro de minha boca,
aquilo ultrapassou minha glote, quase me sufocando! Eu tentei tirá-la um
pouco e ele permitiu, apesar de não soltá-la e urrou dizendo: — Toma toda
minha porra! Toma nenen! E na mesma noite que fui deflorado nas duas bocas,
também me foi dado de mamar em ambas. E confesso que gostei da
consistência do leite dele.
No dia seguinte pela manhã, ele comentou que tinha quase certeza de que eu
gostava de rola. Por isso estava tentando me cantar. Mas eu comentei que eu
nunca havia pensado na hipótese de acabar nisso! Mas que não estava
arrependido. Ele falou: — Eu sei identificar um viado de longe, ou um carinha
que tem tendência para ser um!! Dando uma risada sacana, complementou: —
como foi seu caso! E voltou a me virar e se posicionar em cima e já
posicionando a sua cobra e passou a me comer com toda a fúria. Apesar de
meu cu estar doendo eu passivamente me submeti ao meu primeiro macho! E
confesso esse a gente nunca mais esquece. Foram vários dias de dores ao ir ao
banheiro, mas percebia que mesmo a passagem das fezes me proporcionava
agora uma sensação gostosa, mas numa ação inversa de dentro pra fora.
Infelizmente nunca mais o vi... mas sua marca ficou para sempre em meu
corpo e pensamento.

Aconteceu na Praia

Era sabado e eu estava sozinho em casa. O dia estava bem ensolado e fazia
muito calor. Acordei por volta das nove e resolvi caminhar na praia. coloquei
uma sunga e vesti por cima uma bermuda de nylon. Resolvi seguir para o
pontal norte da praia central de balneario camboriu. Chegando lá, segui pelo
novo deck até a praia do buraco. Trata-se de uma praia mais agreste, sem
muitas pessoas nessa epoca. Costumo ir para lá quando quero tomar sol
apenas de sunga.

Logo que cheguei na praia, uns 10 minutos de caminhada, me dirigi mais para
o final, no canto aposto ao da chegada. A praia estava bem tranquila, com
poucas pessoas, bem do jeito que eu gosto. Tirei a bermuda, ficando so de
sunga e me deitei na areia para tomar um sol.

A cerca dez metros de onde eu estava deitado, um pouco mais atras, havia um
homem sentado na areia. Percebi que ele dava umas olhadas para mim, mas
nao dei muita bola.

Depois de uns trinta minutos, me virei para tomar sol nas costas, com o rosto
voltado para o interior. Atraves dos oculos escuros fiquei observado o homem
de estava ali parado, sem que ele percebesse que eu estava direcionando o
olhar a ele.

Ele continuava olhando diretamente para mim, fixando seu olhar na minha
bunda. A proposito, tenho cerca de 1,70m, corpo normal, coxas grossas e uma
bunda grande, mas bem firme. Ele mexeu varias vezes no seu membro, que
parecia estar em ponto de bala.

Fiquei na minha, afinal eu era bem resolvido. Nunca tinha tido nenhuma
esperiencia homosexual, nem aqueles troca trocas da infancia. Gostava mesmo
de mulher e tinhas alguns rolos bem engatados.

Nao demorou ele levantou e veio em minha direcao. Aparentava ter uns 35-40
anos. Era um pouco mais alto e atletico do que eu. Sua pele estava bem
brozeada. O calcao de futebol que ele estava usando mal escondia seu
membro.

- Deixa eu meter gostoso meu pau nessa sua bunda...

Fiquei mudo por uns instantes, sem saber o que responder...

- Quero ve-lo de quatro para eu poder enterrar tudo em vc...

- Olha cara, vc está sendo inconveniente... Gostaria que vc caisse fora.


respondi a ele.

- Vou estar naquelas pedras no final da praia esperando vc. Nao demore. Me
disse ele em um tom imperativo antes de se dirigir para o local.

Fiquei parado sem saber o que fazer. Continuo aqui... Vou embora ou vou até
lá... Um arrepio percorria meu corpo todo. Percebi que meu pau estava
estalando de duro. Eu estava sentindo um tesao enorme...

Dei uma olhada ao redor, nao havia ninguem por perto... Algumas poucas
pessoas tomavam banho de mar bem longe de onde eu estava. Nas pedras no
final da praia ele me aguardava.

Decidi ir embora. Me levantei e peguei a minha bermuda. Caminhei uns passos


na direcao contraria onde ele estava mas logo parei. Virei e fui em direcao as
pedras onde ele estava. Nao sei o deu em mim, curiosidade, tesao... Mas
pareceia que algo me levava em direcao a ele.

- Sabia que vc nao iria resistir. Disse ele assim que cheguei. Instantaneamente
ele me agarou e me levou para tras de uma pedra me encoxando. Pude sentir
seu pau pulsar forte na minha bunda.

- Diz pra mim o q vc quer que eu faco? Perguntou ele falando no meu ouvido.
Sua barba por fazer rocava no meu pescoço ao mesmo tempo que ele forçava
seu pau contra minha bunda.

- Ando logo, pede pra eu meter nesse seu rabo... Insistia ele.

Eu continuava sem dizer uma palavra, sem responde-lo, mas estava muito
excitado. Suavemente ele escorregou suas maos até a minha cintura, segurou
com força e levou minha bunda ao encontro do seu pau. Instintivamente afastei
as minhas pernas e empinei minha bunda, deixando ela bem arrebitada.

- Agora quero que vc rebole bem gostoso no meu pau.... Fiquei parado. Nisso
ele me pegou pelos cabelos com uma das maos e com a outra deu um tapa na
minha cara...

- Rebola! Disse ele num tom forte. - E rebola bem gostoso pra nao apanhar
mais.

A forma como ele me pegou pelos cabelos e o tapa parece que ativaram
alguma coisa em mim... Fiquei super excitado ao ponto de quase gozar. Nisso
levei mais tapa, dessa vez na bunda...

- Mandei rebolar!

Comecei a rebolar naquela vara, forcando minha bunda contra seu pau.

Ele deu uma risada e disse: - Entao vc precisa de uns tapas... Se prepare pq
vou deixar sua bunda vermelha de tanto que bater.

Logo que ele terminou de falar levei mais dois tapas na bunda. - Diz pra mim o
que vc quer?? Fala...

- Quero seu pau!!

- Aonde??? Seguido de mais um tapa na bunda.

- No meu rabo... mete em mim... mete gostoso...

Ele comecou a rir, me virou de frente para ele e mandou eu seguir por aquilo
que parecia ser uma trilha mato adentro.

Segui na sua frente. Praticamente nao dissemos nada. Depois de uns poucos
minutos saimos da trilha principal, parando atras de umas pedras.

Ele se encontou na pedra e disse: - Agora quero aquela chupada.


Me ajoelhei na sua frente e comecei a descer o calçao. Seu membro saltou
firme apontando para mim. Era normal, semelhante ao meu, porem mais
grosso. Devia ter cerca de uns 17-18cm. Ele me segurou minha cabeca e a
levou ao encontro do seu pau fazendo eu comecar a chupar.

Comecei meio enojado, mas logo estava mamando. Eu chupava tudo, de todas
as formas... Estava me deliciando com aquele cacetao. Ele fazia com que eu
chupasse seu saco, me dava com o pau na cara, fodia a minha boca como se
estivesse metendo numa buceta...

Naoo demorou muito ele, ainda segurando nos meus cabelos, puxou meu rosto
de lado e mandou eu abrir bem a boca. Mal abri e ja senti a primeira golfada de
porra. Ele gozava muito, enchendo minha boca e lambuzando o meu rosto.

- Mama... mama todo o meu leitinho e engole tudinho!

Suguei toda a sua porra, engoli cada gota que ainda pingava do seu pau. Que
delicia! eu nunca tinha provado nada igual. Ele continuou esfregando seu pau
na minha cara, empurando a porra que lambuzava meu rosto ate a minha boca.

- Agora quero seu ver seu rabinho... Disse ele dando mais um tapa na minha
bunda.

Tirei a sunga e mais uma vez me apoiei na na pedra arrebitando minha bunda.
Ele me pegou por tras com força e ficou roçando seu pau, que ainda estava
meia bomba no meu rabo.

- Espere mais um pouco que vou deixar vc todo arrombado! Em seguida me


segurou pelos cabelos, colocou seu dedo medio na minha boca fazendo eu
chupa-lo. Logo ele estava enfiando seu dedo no meu cuzinho.

Mais um vez, num movimento de reflexo, arrebitei minha bunda, deixando seu
dedo entrar todo no meu rabo.

Por uns instantes ele ficou fodendo meu cuzinho com seu dedo. De pouco em
pouco ele dava uma guspida, fazendo meu cuzinho ficar todo lubricado.

- Agora chupa... Chupa mais um pouco. Quero ver ele crescer na sua boca. Me
ajoelhei e comecei a mamar aquele pau.

Novamente comecei a sugar aquele cacete gostoso. O gosto da porra estava


pesente na minha boca e fazia eu me deliciar cada vez mais. Nao demorou seu
pau ja estava duro como uma barra de ferro, pulsando na minha boca.

- Vira esse rabinho pra mim...

Virei de costas e me curvei um pouco, arrebitando minha bunda para ele.

- Vai devagar, nunca fiz isso antes. Falei para ele.

- Pode deixar, vou meter tao gostoso que vou fazer voce se apaixonar pelo meu
pau...

Assim ele foi enfiando bem devegarinho. Dei um gritinho de dor, afinal de
contas eu nunca tinha dado meu rabo.

- Calma... Relaxa... Ja vai ficar bem gostoso.

Realmente ele sabia como fazer um cuzinho. Foi metendo bem devagarinho,
parava um pouco, metia um pouco mais... Ele ficou alguns minutos ate o meu
cuzinho relaxar e permitir que seu pau entrasse mais facilmente.

Meu pau estourava de duro... cheguei a gozar sem precisar encostar nele... que
tesao, que coisa incrivel! Nao consigo descrever o que eu estava sentindo.

Mais uma vez minha bunda estralava com um tapa. - Rebola, empura essa
bunda contra meu pau!

Eu fazia tudo como ele mandava. Sentia minhas pernas moles. Ele continuava a
meter, sem parar, fazendo movimentos cada vez mais rapidos. Eu estava
completamente vendido, totalmente submisso.

- Aonde vc quer que eu goze?

Fiquei sem responder.

- Estao esta bem, vou inaugurar esse rabinho gostoso! Fica de quatro e
arreganha bem gostoso esse rabo pra mim...

Mais uma vez eu o obedeci. Fiquei de quatro na areia com a bunda bem
empinada. Ele deu uma cuspida e foi introduzindo seu pau. Pude sentir q entrou
tudo. Ele bombava sem parar, rocava sua barba no meu pescoco... Eu gemia
baixinho...

- Ah! Ahhh! nao aguento mais... Ahhhhhhhhhhhhhhh

Senti sua porra invadindo meu cuzinho. Cada bombada era um jato de porra
encehndo meu cuzinho...

- Ahhh que rabo gostoso... Adorei meter em vc!

Eu nao disse nada, apenas estava suado e ofegante. Minhas pernas tremiam.
Percibi que, assim como ele, eu tbem tinha gozado... Gozado nao so pelo pau,
mas pelo rabo tambem.

Ele ainda deu mais umas metidinhas de leve, levantou, se vestiu e foi saindo.

- Amanha estarei aqui novamente! Quero vc denovo. E foi embora.

Fiquei ali parado uns instantes. Passei a mao na minha bunda e vi que estava
toda lambuzada de porra. Vesti a sunga e o calcao e fui em direcao ao mar.
Meu cuzinho ardia e doia um pouco. Mas era um dor gostosa. Na verdade o
tesao era maior que a dor. Entrei no mar e tomei um bom banho antes de ir
embora. Lavei bem a bunda e a sunga para nao deixar nenhuma suspeita.

Quando cheguei em casa fui direto para o chuveiro. Olhei minha bunda no
espelho, dava pra ver as marcas dos tapas que levei. Passei a noite toda
pensando nele, no cara que me comeu pela primeira vez. Toquei diversas
punhetas pensando no que tinha acontecido. Meu pau nao amolecia. Nunca
senti tanto tesao. Estava ancioso para retornar no dia seguinte.

Por uma dessas jogadas no destino, assim como imprevisivelmente no dia


anterior eu estava sendo comido, no dia seguinte nao pude ir na praia, tive um
compromisso de ultima hora. Depois dessa vez nao sai com mais nenhum
homem, mas as vezes ainda vou aquela praia ver se consigo encontra-lo, ou
quem sabe alguem que me pegue de jeito novamente. Escrevam, homens
negros terao atencao toda especial. E-mail: renatolcamb@hotmail.com