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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 11

A FARSA

DO INFERNO

E DO DIABO

Mitologia e Superstição Judaico-cristã

Coleção Fábulas Bíblicas Volume 11 A FARSA DO INFERNO E DO DIABO Mitologia e Superstição Judaico-cristãjairoluis@inbox.lv " id="pdf-obj-1-13" src="pdf-obj-1-13.jpg">

JL

Assim o homem se deita, e não se levanta: Enquanto existirem os céus, não acordará, NemJó 14:12-14 . Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; NEM TÊM ELES DAÍ EM DIANTE PARTE PARA SEMPRE EM COISA ALGUMA DO QUE SE FAZ DEBAIXO DO SOL. Eclesiastes 9:12 . 3 " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">

Assim o homem se deita, e não se levanta: Enquanto existirem os céus, não acordará, Nem será despertado do seu sono.

“Oxalá me encobrisses na sepultura e me ocultasse até que a

tua ira se fosse, e me pusesses um prazo e depois te

lembrasse de mim! Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” Jó 14:12-14.

Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; NEM TÊM ELES DAÍ EM DIANTE PARTE PARA SEMPRE EM COISA ALGUMA DO QUE SE FAZ DEBAIXO DO SOL. Eclesiastes 9:12.

4
5

Sumário

Introdução >>>

......................................................................................

9

  • 1 - Trollando idiotas há milênios com: >>>

...............................................

11

  • 2 - Biografia e personalidade de Satanás >>>

13

  • 1 - É filho direto de Deus:

16

  • 2 - Incita a desobedecer:

16

- É um acusador:

  • 3 ..........................................................................

16

  • 4 ...........................................................................

-

É

perseguidor:

16

  • 5 - É um forte adversário:

16

- É um tentador:

  • 6 ...........................................................................

17

  • 7 .............................................................................

-

É

enganador:

17

  • 8 ...............................................................................

-

É

homicida:

17

  • 9 .................................................................................

- É

pecador:

17

  • 3 - O Diabo na história >>>

....................................................................

20

  • 1 - Egito, Mesopotâmia e Pérsia. >>>

20

  • 2 - Significado do termo Satã no Antigo testamento

26

  • 3 - Satã e Lúcifer

29

  • 4 - A invenção cristã do diabo >>>

33

  • 1 - A criação judaico-cristã do diabo

34

  • 2 - Satanás ou Satã

34

  • 3 - Belial (Belhor, Baalial, Beliar, Beliall,

36

Diabo

  • 4 ........................................................................................

-

37

Demônio

  • 5 ....................................................................................

-

38

  • 6 .....................................................................................

-

Mamom

38

Azazel

  • 7 .......................................................................................

-

39

Belzebú

  • 8 .....................................................................................

-

40

  • 9 - Lúcifer ou Luzbel

41

Concluindo

  • 10 ...............................................................................

-

43

  • 11 ........................................................................................

- Nota

44

Conclusão

  • 12 ................................................................................

44

  • 5 - Como é o inferno imaginário dos crentes? >>>

46

  • 1 - O que é o Inferno?

47

  • 2 - Onde está o Inferno?

47

  • 3 - Quem criou o

48

  • 4 - Quem estará no Inferno?

49

  • 5 - Como receberemos o castigo, corpo espiritual ou físico?

50

  • 6 Seremos todos castigados por igual?

53

 

7

- Demônios bons ou maus?

54

8

-

E Deus? Onde está?

55

9

- O Inferno é tão mau?

56

  • 6 - Os Infernos das Religiões >>>

59

 

1

- Dizei-me que Deus adora e te direi como te queimarás

59

2

- O Inferno do Islã

60

3

- O Inferno do

70

4

- O Inferno do

75

5

- O Inferno do Taoísmo e religiões tradicionais Chinesas

79

6

- O Inferno do

 

81

7

- O Inferno do Zoroastrismo

83

8

- Infernos de Religiões Ancestrais

84

  • 7 - Para qual inferno irei? >>>

91

 

1

- Lugares prévios ao Inferno de sofrimento

92

2

- Sinonímias e paralelismos com o “Inferno”

93

3

- Vejamos algo muito

97

  • 8 -

Os

Infernos do Cristianismo >>>

104

 

1

-

Inferno

Católico

105

2

-

Inferno

108

3

- O Inferno

 

111

  • 9 - Jesus no Inferno? >>>

119

 

1

- Entre o absurdo e as desculpas descabeladas

119

2

- Desculpas idiotas

125

3

- Conclusão

................................................................................

126

  • 10 -

A

Farsa do Purgatório Católico >>>

129

1

- Entre pecados capitais e castigos inventados

129

2

- O que é o Purgatorio?

...............................................................

129

3

A desculpa dos que apoiam a existência do Purgatório

132

4

- Quem vai direto ao céu sem passar pelo Purgatório?

134

5

- Como será o sofrimento no Purgatório?

135

6

- A farsa do Purgatório

140

  • 11 - A Farsa das Almas do Purgatório >>>

142

 

1

- Rezar às almas do Purgatório?

...................................................

142

2

- Podemos pedir coisas às almas do Purgatório?

146

3

- Pode me aparecer alguma alma do Purgatório?

149

4

A Farsa das almas do Purgatório

150

  • 12 - A Farsa do seio de Abraão >>>

152

  • 1 - A Farsa do seio de Abraão

157

  • 13 - A Farsa do Limbo >>>

159

  • 1 - Como faltar com o respeito aos fiéis

159

  • 2 - Como começou a loucura do Limbo?

161

  • 3 - O absurdo do Limbo

..................................................................

162

  • 4 Sem mais Limbo para ti!

164

  • 14 Como é o Paraíso imaginário dos crentes? >>>

169

  • 1 - Fisiologia Orgânica Celestial

174

  • 2 Paraíso. ..................................................................

- Animais no

178

- Eternidade

  • 3 Divina. ....................................................................

179

  • 4 - Seu futuro no Céu

182

  • 15 - A Farsa do Paraíso Imaginário na Bíblia >>>

184

  • 1 - Entre o Absurdo e o Irracional

184

  • 2 - O que é o Céu / Paraíso?

185

  • 3 - Onde está o Céu / Paraíso?

186

  • 4 - O que faremos lá?

....................................................................

188

  • 5 - Características do Céu / Paraíso

190

  • 16 - Mais bobagens do Cristianismo >>>

198

Mais conteúdo recomendado

199

Livros recomendados

200

Fontes:

209

Introdução >>>

Deus + Céu + Diabo + Inferno = Trollagem lucrativa.

Introdução <a href=>>> Deus + Céu + Diabo + Inferno = Trollagem lucrativa. A fórmula mágica para manipular crentes ingênuos, para não dizer babacas. Durante milênios a classe dos parasitas religiosos espertalhões tem conquistado poder e riquezas inimagináveis simplesmente “trollando” massas de ignorantes com essas baboseiras. 9 " id="pdf-obj-8-9" src="pdf-obj-8-9.jpg">

A fórmula mágica para manipular crentes ingênuos, para não dizer babacas.

Durante milênios a classe dos parasitas religiosos espertalhões tem conquistado poder e riquezas inimagináveis simplesmente

“trollando” massas de ignorantes com essas baboseiras.

Em pleno século 21 ainda conseguem arrecadar fortunas da noite para o dia, apenas trollando multidões de idiotas com essas sandices da imaginação de trogloditas da idade da pedra lascada.

Até quando?

Em pleno século 21 ainda conseguem arrecadar fortunas da noite para o dia, apenas trollando multidões
Em pleno século 21 ainda conseguem arrecadar fortunas da noite para o dia, apenas trollando multidões
Em pleno século 21 ainda conseguem arrecadar fortunas da noite para o dia, apenas trollando multidões

1 - Trollando idiotas há milênios com: >>>

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-7" src="pdf-obj-10-7.jpg">

O DIABO

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-11" src="pdf-obj-10-11.jpg">

O PURGATÓRIO

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-15" src="pdf-obj-10-15.jpg">

AS ALMAS DO PURGATÓRIO

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-19" src="pdf-obj-10-19.jpg">

O INFERNO

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-23" src="pdf-obj-10-23.jpg">

O LIMBO

1 - Trollando idiotas há milênios com: <a href=>>> O DIABO O PURGATÓRIO AS ALMAS DO PURGATÓRIO O INFERNO O LIMBO O SEIO DE ABRAÃO 11 " id="pdf-obj-10-27" src="pdf-obj-10-27.jpg">

O SEIO DE ABRAÃO

O paraíso ou céu, o sonho dos idiotas infantilizados pela “fé”. 12
O paraíso ou céu, o sonho dos idiotas infantilizados pela “fé”. 12

O paraíso ou céu, o sonho dos idiotas infantilizados pela “fé”.

2 - Biografia e personalidade de Satanás >>>

Deus

e

o

Diabo são personagens

irreais

que

foram

inventados

pela

imaginação do humano primitivo para

dar

uma

personificação

ao

que

entendiam e ainda entendemos por bem e mal. Obviamente que todos os

que

dizem

crer

em Deus

automaticamente

creem

em

seu

opositor maligno, portanto este ser

2 - Biografia e personalidade de Satanás <a href=>>> Deus e o Diabo são personagens irreais que foram inventados pela imaginação do humano primitivo para dar uma personificação ao que entendiam e ainda entendemos por bem e mal. Obviamente que todos os que dizem crer em Deus automaticamente creem em seu opositor maligno, portanto este ser merece sua análise e devemos conhecer sua origem e características. Apresentamos aqui uma breve Biografia de um dos seres fictícios que mais tem influenciado a vida dos seres humanos nos últimos dois milênios e que por sua influência é indispensável conhecê-lo a fundo. A única fonte (nada confiável) que temos da origem e características de Satanás é a Bíblia. Também existem muitas lendas e mitologias que deram a Satanás uma série de particularidades que o fazem “aparecer” como a clássica representação que todos conhecemos.  A Bíblia define Satanás como um ser angélico caído de sua alta posição no céu por pecar e que está diametralmente oposto a Deus, fazendo tudo o que está em seu poder para desbaratar os propósitos de Deus* para a humanidade. Satanás foi criado como um anjo santo. Isaías 14:12 * * dá a Satanás o nome de Luzeiro (estrela da manhã), possivelmente antes de sua queda. 13 " id="pdf-obj-12-78" src="pdf-obj-12-78.jpg">

merece

sua

análise

e

devemos

conhecer

sua

origem

e

características.

 

Apresentamos aqui uma breve Biografia

de

um

dos

seres

fictícios que mais tem influenciado a vida dos seres humanos nos últimos dois milênios e que por sua influência é

indispensável conhecê-lo a fundo.

A única fonte (nada confiável) que

temos

da

origem

e

características de Satanás é a Bíblia. Também existem muitas

lendas e mitologias

que

deram a

Satanás

uma

série

de

particularidades

que

o

fazem

“aparecer”

como

a

clássica

representação que todos conhecemos.

A Bíblia define Satanás como um ser angélico caído de sua alta posição no céu por pecar e que está diametralmente oposto a Deus, fazendo tudo o que está em seu poder para desbaratar os propósitos de Deus* para a humanidade. Satanás foi criado como um anjo santo. Isaías 14:12** dá a Satanás o nome de Luzeiro (estrela da manhã), possivelmente antes de sua queda.

Ezequiel 28:12-14 descreve Satanás originalmente criado como um querubim e aparentemente como o mais alto dos anjos criados. Mas que diante de sua posição e beleza se tornou arrogante e desejou sentar-se em um trono e ser semelhante a Deus (Isaías 14:13-14; Ezequiel 28:15; 1 Timóteo 3:6). O orgulho de Satanás o conduziu à sua queda. Notem-se suas expressões: “subirei; levantarei; me ”

sentarei; subirei e serei

em Isaías 14:13-14. Por seu

... pecado, Deus expulsou Satanás do Céu. Satanás se converteu no governante deste mundo (que funciona separado de Deus***), como o príncipe da potestade do ar (João 12:31; 2 Coríntios 4:4; Efésios 2:2). Ele é o acusador (Apocalipse 12:10), o tentador (Mateus 4:3; 1 Tessalonicenses 3:5), e um embusteiro (Gênesis 3; 2 Coríntios 4:4; Apocalipse 20:3) Seu próprio nome significa “adversário” ou “o que se opõe”. Outro nome para Satanás, o Diabo, significa “caluniador”. Mesmo após ser expulso do céu, ele ainda tenta elevar seu trono sobre o de Deus. Ele falsifica tudo o que Deus faz, esperando ganhar a adoração do mundo e fomentando a oposição ao reino de Deus. Satanás é a origem primitiva atrás de cada culto falso ou religião do mundo ****. Satanás fará qualquer coisa e tudo o que esteja ao seu alcance para se opor a Deus e a aqueles que seguem a Deus. Entretanto, o destino de Satanás está selado com uma eternidade no lago de fogo (Apocalipse 20:10).

Fonte:

 * - O que torna a onipotência de Deus bastante suspeita, já que ele teria
* - O que torna a onipotência de Deus bastante suspeita, já que
ele teria conseguido melar o projeto de Deus no Paraíso sem
muita dificuldade.
** - Esta é uma interpretação cristã forçada, já que Isaías se
refere simplesmente à derrota de um rei, basta ver o contexto.
Até Jesus cita erradamente este versículo.
*** - Aqui seria interessante perguntar como é possível o mundo
existir separado da Onipresença de Deus.
 **** - Se cada crente considera a sua religião como verdadeira,
é impossível saber qual é a verdadeira, já que TODAS AS OUTRAS
são falsas para todos os crentes.

Esta é uma biografia mais ou menos oficial (fonte cristã) que é normalmente conhecida por todos que cresceram sob a nefasta influência cristã.

 * - O que torna a onipotência de Deus bastante suspeita, já que ele teriaSatanás é o causador de todo o mal neste Universo , das enfermidades e da morte; se deduz que Satanás é um ser maléfico, assassino, terrifico e responsável por todos os crimes e por toda a dor no universo. Mas Satanás é assim? Qual é a personalidade de Satanás? Como já dissemos, a única fonte disponível (mas nem por isso confiável) é Bíblia; então vejamos o que nos diz a Santa Bíblia sobre a personalidade e características de Satanás: 15 " id="pdf-obj-14-6" src="pdf-obj-14-6.jpg">

Quase todos os crentes religiosos concordam em afirmar que

o

o

enfermidades e da morte; se deduz que Satanás é um ser maléfico, assassino, terrifico e responsável por todos os crimes e

por toda a dor no universo.

Mas Satanás é assim? Qual é a personalidade de Satanás? Como já dissemos, a única fonte disponível (mas nem por isso confiável) é Bíblia; então vejamos o que nos diz a Santa Bíblia sobre a personalidade e características de Satanás:

1

- É filho direto de Deus:

E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles.

  • 2 - Incita a desobedecer:

Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.

  • 3 - É um acusador:

E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.

  • 4 - É perseguidor:

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais

estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.

  • 5 - É um forte adversário:

1

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;

  • 6 - É um tentador:

E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.

Portanto, não podendo eu também esperar mais, mandei-o saber da vossa fé, temendo que o tentador vos tentasse, e o nosso trabalho viesse a ser inútil.

  • 7 - É enganador:

E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.

  • 8 - É homicida:

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.

  • 9 - É pecador:

Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.

Como

podemos

notar

a

Bíblia nos

expõe

de

maneira

clara

a

personalidade

e

os

defeitos

de

Satanás. Mas onde a Bíblia diz que Satanás é tão mau quanto os crentes

normalmente

pensam?

As

santas

escrituras

acusam

Satanás

de

mentiroso,

de

opositor,

de

enganador, etc.; mas não lemos algo

que nos indique que por suas ações é o ser mais maligno e desprezível que

já existiu desde sempre.

Onde estão

todos os seus atos maléficos?

 
<a href=1 João 3:8 Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Como podemos notar a Bíblia nos expõe de maneira clara a personalidade e os defeitos de Satanás. Mas onde a Bíblia diz que Satanás é tão mau quanto os crentes normalmente pensam? As santas escrituras acusam Satanás de mentiroso, de opositor, de enganador, etc.; mas não lemos algo que nos indique que por suas ações é o ser mais maligno e desprezível que já existiu desde sempre. Onde estão todos os seus atos maléficos? Existem apenas uns poucos versículos onde lhe acusam de ser homicida. Analisemos se é certo acusar Satanás de Homicida:  O que é “homicida” segundo o dicionário:  homicida ho.mi.ci.da adj (lat homicida) 1 Relativo a homicídio. 2 Que pratica homicídios . 3 Que causa a morte de uma pessoa : Arma homicida. s m+f Pessoa que pratica homicídio. Correto. Para ser homicida há que causar a morte de alguma pessoa. Portanto para corroborar que Satanás é um homicida devemos verificar as mortes que cometeu segundo a Bíblia. 18 " id="pdf-obj-17-103" src="pdf-obj-17-103.jpg">

Existem apenas uns poucos versículos onde lhe acusam de ser homicida. Analisemos se é certo acusar Satanás de Homicida:

O que é “homicida” segundo o dicionário:

 

homicida ho.mi.ci.da

adj (lat homicida) 1 Relativo a homicídio. 2

Que pratica

homicídios

.

3

Que causa a morte de uma pessoa

: Arma

homicida. s m+f Pessoa que pratica homicídio.

Correto. Para ser homicida há que causar a morte de alguma pessoa. Portanto para corroborar que Satanás é um homicida devemos verificar as mortes que cometeu segundo a Bíblia.

Como vimos em Deus é a fonte do mal, podemos corroborar que Satanás não tem, segundo a Bíblia, nenhum assassinato que lhe possa ser atribuído. Em todo caso, se compararmos os crimes homicidas de ambos os seres, Deus leva uma larga vantagem sobre satanás (Ver: Os crimes de Deus). Para Satanás ser o príncipe e líder do mal no Universo, deveria ser um consumado assassino de massas, mas ao que parece esse papel é representado por Deus. Além disso, qualquer um pode confirmar que do ponto de vista Bíblico, Deus é o criador confesso do mal e de todas as suas consequências.

Podemos concluir que segundo o que nos diz a Bíblia, Satanás tem

muitas características indesejáveis que fariam dele uma “persona non grata” e altamente sem credibilidade, mas daí que por essas características possa ser considerado o mais maligno de todos, não tem sentido e nem apoio bíblico.

Desta forma o

crente pode perceber por si mesmo o quão

distorcido pode ser o conceito de bondade de Deuse de maldade de satanás. Fica bastante óbvio que estes dois seres fantasiosos e mitológicos são simplesmente a representação visual e conceitual dos crentes primitivos sobre o que chamamos de bem e mal.

3 - O Diabo na história >>>

3 - O Diabo na história <a href=>>> 1 - Egito, Mesopotâmia e Pérsia. >>> Egito, vizinho da Palestina, terra de deuses, não parece ter exercido muita influência nas ideias sobre o Diabo na Palestina, já que a religião egípcia não tem propriamente uma concepção clara do demônio. Mesmo que no Egito exista uma Enéada (nove) de deuses primordiais (Re/Atum – > Shu/Tefnet – > Geb/Nut – > Osiris-Isis/Seth-Nephtys), devemos levar em conta que a Enéada é mais como uma sequência lógica do que uma narração mitológica. Por isso se pode dizer com propriedade, que na religião antiga do Egito, todos os deuses são manifestações ou versões de uma única divindade suprema: Re/Atum . O universo é um ser vivente que vive ordenadamente conforme o impulso desta divindade primordial. O Demônio ou o Mal não 20 " id="pdf-obj-19-7" src="pdf-obj-19-7.jpg">

1 - Egito, Mesopotâmia e Pérsia. >>>

Egito, vizinho da Palestina, terra de deuses, não parece ter exercido muita influência nas ideias sobre o Diabo na Palestina, já que a religião egípcia não tem propriamente uma concepção clara do demônio. Mesmo que no Egito exista uma Enéada (nove) de deuses primordiais (Re/Atum > Shu/Tefnet > Geb/Nut > Osiris-Isis/Seth-Nephtys), devemos levar em conta que a Enéada é mais como uma sequência lógica do que uma narração mitológica. Por isso se pode dizer com propriedade, que na religião antiga do Egito, todos os deuses são manifestações ou versões de uma única divindade suprema: Re/Atum.

O universo é um ser vivente que vive ordenadamente conforme o impulso desta divindade primordial. O Demônio ou o Mal não

existe como algo personificado. É simplesmente a ruptura da ordem, algo concebível tanto no âmbito dos deuses inferiores como entre os humanos. Os deuses podem ser ambivalentes:

algumas vezes se apresentam aos homens como bons, outras como perversos e maléficos. Talvez a personificação do mal, o deus mais “diabólico” de todos, seja o antagonista de Osiris-Isis- Hórus, Seth, divindade do deserto, da seca, do calor abrasador e tórrido, da angústia e da febre.

Os próprios homens atuam como demônios ao romper por sua

perversa vontade a ordem do universo. Ao morrer, os

seres

humanos malvados são lançados a um reino de sombras, subterrâneo, onde são atormentados e consumidos pelas mandíbulas de certos demônios, na realidade deuses de uma escala ainda mais inferior, ou pelo fogo do deus Re, o Sol.

O mundo mesopotâmico sumério, acádio e assírio-babilônico

constitui um “continuum” religioso dentro do âmbito semita. Os

povos acádios e assírios se sobrepuseram sobre os sumérios na Mesopotâmia já desde o terceiro milênio AEC e aceitaram muitas de suas noções religiosas. O pensamento religioso mesopotâmico é muito diferente do egípcio: a ordem não reina por si só no universo, por disposição divina. Pelo contrário, o mundo se acha de modo espontâneo em meio de uma constante desordem; o cosmos está sempre agitado e desequilibrado por contínuas desgraças, e são os deuses, com suas intervenções, que devem

restaurar perenemente uma ordem sempre violada. Embora na Mesopotâmia não exista ainda uma figura do Diabo como tal, encontramos a concepção de um mundo aéreo bem povoado de demônios e seres malignos. A origem destes demônios está ligada à origem dos deuses e do mundo, à cosmogonia, que foi assim:

O casal primordial de deuses, que existia desde sempre, Apsu e Tiamat o abismo, a água (doce, Apsu e salgada, Tiamat) ou o caos

primitivo, viviam felizes durante infinitos séculos absortos na paz de um nada abismal. Passado o tempo sentiram a necessidade de engendrar diversos deuses. Estes não foram tão pacíficos como seus progenitores e começaram as disputas entre eles e seus pais.

Apsu decide acabar com sua progênie, posto que lhe fosse extremamente aborrecido. Para isso conta com a ajuda de um de seus próprios filhos, Mummu. Mas os deuses mais jovens ficam sabendo do plano e se trava uma dura batalha, em que as novas divindades vencem a Apsu e Tiamat e se separam deles construindo para si uma “casa pacífica” (o universo), onde reinam por sua conta. Nela a divindade Ea engendra a Marduk, o deus supremo da Babilônia. Mas Tiamat planeja vingar-se de sua progênie e engendra outros filhos diferentes dos deuses unindo- se ao deus Anu: estes são um tipo de seres gigantescos parecidos aos Titãs gregos, que haviam de oporem-se a seus irmãos de criação, os deuses da primeira geração.

Entre esses gigantes o principal é Kingu, e Tiamat, para ajudar- lhe nessa tarefa de vingança, volta a engendrar uma série de seres horrendos, demônios de horrível aparência, escorpiões, centauros e outros seres espantosos. Mas o eleito novo chefe dos deuses (filhos de Apsu e Tiamat), Marduk, deus da Babilônia, dá conta sem problemas de Kingu e de sua mãe. Após derrotá-los de novo, divide Tiamat em dois usando seu corpo (a água primordial) para criar um cosmos diferenciado: o céu acima; a terra, abaixo. Os deuses morarão na parte superior.

O mais terrível de todos é <a href=Lilitu , deusa sem progênie, noturna, rodeada de chacais e corujas, que vagueia a noite pelo mundo atacando os homens, matando crianças e bebendo seu sangue. Os demônios, como deuses inferiores, não são destruídos; continuam existindo e terão diversos papéis: os annunaki (filhos de Anu ) são os carcereiros no inferno, dos malvados já falecidos; os utukku vivem nos desertos e causam danos aos que passam por ali; outros demônios se especializaram em pragas, enfermidades ou em provocar catástrofes, como terríveis tormentas. Labartu , que carrega uma serpente em cada mão, ataca crianças, suas mães e provoca abortos. Alguns deuses, também de natureza negativa, se encarregam da “vida” e dos poderes subterrâneos com seu cortejo de males. Estes deuses infernais também podem ser considerados “demônios” ou seres maléficos. O mais importante é Ereshkigal , a rainha das trevas, a deusa da destruição, das pragas e da morte. Como se fosse pouco, os espíritos dos mortos também podiam exercer o papel de demônios. Os defuntos levam no interior da terra uma vida de sombras, quase sem necessidades; mas se aparecem algumas: podiam aparecer aos vivos e perturbá-los com diversos danos, caso não lhes ofereçam sacrifícios dos alimentos necessários para continuar sua débil existência. 23 " id="pdf-obj-22-2" src="pdf-obj-22-2.jpg">

O mais terrível

de

todos

é

deusa sem progênie, noturna,

rodeada de chacais

e corujas, que

vagueia a noite pelo mundo atacando os homens, matando crianças e bebendo seu sangue.

Os demônios, como deuses inferiores, não são destruídos; continuam existindo e terão diversos papéis: os annunaki (filhos de Anu) são os carcereiros no inferno, dos malvados já falecidos; os utukku vivem nos desertos e causam danos aos que passam por ali; outros demônios se especializaram em pragas, enfermidades ou em provocar catástrofes, como terríveis tormentas. Labartu, que carrega uma serpente em cada mão, ataca crianças, suas mães e provoca abortos.

Alguns deuses, também de natureza negativa, se encarregam da “vida” e dos poderes subterrâneos com seu cortejo de males. Estes deuses infernais também podem ser considerados “demônios” ou seres maléficos. O mais importante é Ereshkigal, a rainha das trevas, a deusa da destruição, das pragas e da morte. Como se fosse pouco, os espíritos dos mortos também podiam exercer o papel de demônios. Os defuntos levam no interior da terra uma vida de sombras, quase sem necessidades; mas se aparecem algumas: podiam aparecer aos vivos e perturbá-los com diversos danos, caso não lhes ofereçam sacrifícios dos alimentos necessários para continuar sua débil existência.

Pelo menos desde a reforma de Zaratustra (talvez entre os séculos VI ao IV AEC), a religiosidade indo-iraniana logo se tornou uma religião com características muito definidas, que exerceu também um atrativo notável para além de suas fronteiras. Especificamente as concepções iranianas sobre o Espírito do Mal e seus assistentes, haveriam de influenciar notavelmente o judaísmo.

Segundo os iranianos, existe desde o princípio uma divindade suprema chamada Ahura Mazda (também denominada Zurván nas regiões ocidentais); mas não está sozinha; engendrou a dois Espíritos, iguais e contraditórios: Spenta Mainyu (posteriormente chamado Ohrmudz), o espírito do Bem, e Angra Mainyu (depois denominado Ahrimán), o do mal, o espírito da mentira, pois esta é a essência do mal para os iranianos. Cada um destes dois espíritos concentra sua energia divina em criar diversos seres e entidades.

Enquanto o “bom espíritosó engendra coisas boas, o mau, Ahrimán, se dedica a criar unicamente coisas más, incluindo as paixões e desejos, luxúria, a desordem, os animais nocivos como escorpiões e répteis, as forças destrutivas como tormenta, seca, doenças e morte. Tudo o que existe, o universo e a existência humana, se acha influenciado e determinado de algum modo pela luta constante destes dois poderes iguais e antagônicos: o bem e o mal; a vida e a morte; a luz e as trevas. Mas esta batalha terá um final feliz, pois o reino do bem acabará se impondo: o do mal restará destruído; os justos serão separados dos maus e a ordem do universo definitivamente restaurada.

A própria concepção do Universo material está dominada também por este dualismo e pela astrologia: o cosmos é concebido como dividido em mundo de cima e mundo de baixo, ambos em oposição. Igualmente, o influxo dos astros concebidos talvez

também como espíritos sobre o homem, pode ser saudável ou maléfico. No âmbito moral aparece do mesmo modo este antagonismo refletido na oposição no homem do impulso para as ações boas ou para as más.

O “mau espírito, Ahrimán, tem uma multidão de ajudantes que cooperam com ele em suas perversas tarefas de luta contra o Bem. Seus “satélites” foram criados justamente para ajudá-lo em sua luta contra o bem. De fato, quando os homens maus morrem se convertem também em demônios. Angra Mainyu, ou Ahrimán, tem um conselho de sete diabos principais que são como o estado maior que planeja o mal em geral, guiado por um oitavo, a Ira. O outros sete são: Perversidade, Apostasia, Anarquia, Discórdia, Presunção, Fome e Sede.

Existem também uns cinquenta demônios subalternos que personificam as forças maléficas que reinam no universo, assim como os impulsos aos vícios. Um muito importante era Zahhak (Azhi Dahaka), um dragão com três cabeças e um corpo como de serpente e escorpiões. O resto dos demônios, igualmente, a tropa maléfica de a pé, se acha pronta a instigar sempre os humanos para o mal. Os demônios podem mudar de figura, e Ahrimán, o Príncipe das Trevas, adota a forma de leão, serpente ou qualquer outra. Este poder de metamorfose forma parte de seu potencial de engano, correspondente à sua natureza de Mentiroso.

2 - Significado do termo Satã no Antigo testamento

Seguindo o texto acima de Antonio Piñero sobre os antecedentes do diabono judaísmo, agora analisemos outro texto do mesmo autor sobre as verdadeiras origens deste personagem e como era considerado até que o judeu-cristianismo (e sua literatura neotestamentária) lhe outorgou personalidade própria. Como podemos deduzir da breve panorâmica esboçada em texto anteriores, os judeus estavam rodeados por religiões que acreditavam em demônios ou seres maléficos, embora ainda não o tivessem desenvolvido (salvo talvez o caso de Ahrimán no mundo iraniano) a concepção do Diabo tal como a entendemos hoje. Os israelitas compartilhavam também dessas crenças que podemos considerar mais ou menos comuns, mas a eles pertence à honra de ter dado forma ao longo dos séculos à figura do Diabo, comum hoje no mundo de influência cristã.

Por esta razão, após termos considerado estes antecedentes e o pano de fundo, devemos agora concentrar nossa atenção nas noções mais específicas que a literatura judaica anterior ao cristianismo - a Bíblia e os escritos apócrifos do Antigo Testamento - albergava sobre o Espírito Maligno e os demônios. Estas noções serão o antecedente imediato das ideias cristãs. Em primeiro

lugar, em todo o Antigo Testamento mal aparece Satanás ou Satã e a figura de um espírito maligno como a encarnação do mal, está muito desfocada. Dificilmente chegam a uma dúzia os textos em que encontramos a palavra "satã". Este vocábulo na Bíblia hebraica não é, normalmente, um nome próprio, a denominação de algum espírito particular, mas uma palavra comum, que

significa o “adversário” ou o “inimigo”, seja no sentido mais trivial

do termo ou com um significado jurídico (talvez se ache neste âmbito a origem do vocábulo), ou político militar. Como nome

comum, a designação de “satã” pode ser aplicada tanto aos homens como aos espíritos.

Assim ocorre, por exemplo, na conhecida história do profeta mago

Balaão, contratado pelo rei de Moabe, Balaque, para amaldiçoar Israel. Porém, quando Balaão ia a caminho para cumprir esta tarefa, E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do

SENHOR pôs-se-lhe no caminho por

adversário
adversário

;” (literalmente,

fazendo papel de “satã”): Números 22:22. Da mesma forma, Davi

Chama de "satã" a seus acompanhantes, Abisai, que sugeria ao rei que devia liquidar Simei tê-lo amaldiçoado. Mas Davi lhe

respondeu: “Que tenho eu convosco, filhos de Zeruia, para que

hoje me sejais

adversários
adversários

Satã = adversário. Não é um nome próprio, significa qualquer adversário em qualquer situação.

O oponente no campo de batalha é também um “satã”. Assim, em

1 Samuel 29:4, os chefes dos filisteus que vão à guerra contra Israel despedem previamente a Davi (mercenário seu até o

momento) com o seguinte argumento: Faze voltar este homem,

para que torne ao lugar em que tu o puseste, e não desça conosco

à batalha, para que não se torne nosso

adversário
adversário

na batalha;”.

No prólogo do livro de Jó a figura de Satã nada tem a ver com um

ser demoníaco e essencialmente perverso, mas aparece como o fiscal do tribunal celeste. É, portanto, um agente divino, encarregado de tarefas encomendadas por Deus. Sua missão é acusar os homens diante do trono celestial quando fazem alguma coisa má. Este Satã, fiscal ou acusador, também pode ter como

tarefa a serviço de Deus, provar os homens mediante a dor ou a desgraça, ou seja, testar até que grau chega sua virtude ou sua

fidelidade à divindade. Mais que “tentador”, nesta função teria que ser designado como “fiscal”. O texto diz assim:

6 - E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante

o SENHOR, veio também

entre eles. 7 - Então o SENHOR

disse a

Satanás
Satanás
Satanás Satanás
Satanás
Satanás

: Donde vens? E

respondeu ao SENHOR, e

disse: De rodear a terra, e passear por ela. 8 - E disse o SENHOR a

Satanás
Satanás

: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra

semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se

desvia do mal. 9 - Então respondeu

Satanás
Satanás

ao SENHOR, e disse:

Porventura teme Jó a Deus debalde? 10 - Porventura tu não cercaste de sebe, a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste e o seu gado se tem aumentado na terra. 11 - Mas

estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não

blasfema contra ti na tua face. 12 - E disse o SENHOR a

Satanás
Satanás

: Eis

que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não

estendas a tua mão. E

Satanás

saiu da presença do SENHOR.

Imediatamente Satã/Satanás se encarrega de que Jó vá perdendo uma a uma todas as suas posses. Mas o desditado se mantém fiel a Yahvé: não peca, nem profere nenhuma insensatez contra a divindade. A leitura deste texto capital nos indica que no momento de sua composição (provavelmente no século V AEC, logo depois da volta do exílio babilônico) Satã não é o Príncipe do Mal, nem tampouco a origem deste, que se atribui a Deus, mas apenas mais um servidor da corte celestial. Certamente mostra um pouco de más ideias e se encarrega de convencer Deus para que cause dano a Jó. Yahvé aceita um tanto a contragosto, mas depois reprova Satã por tê-lo incitado a causar dano ao pobre Jó. Neste texto, pois, Satã é em todo caso o aspecto relativamente negativo de uma divindade ambivalente, o lado sombrio desta, o poder destrutivo de Yahvé, que delega a seu anjo.

3 - Satã e Lúcifer

Vamos ver como essa figura de Satanás, mais ou menos inócua e que não é mau por natureza, sofre uma mudança, e pior: Satanás é apresentado como autenticamente mau. Mas na Bíblia não encontramos textos que indiquem claramente os passos desta mutação.

Só em dois textos do Antigo Testamento e bastante tardios, do século IV AEC, o livro 1 de Crônicas 21:1 (Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.), e em Eclesiástico 21:27 (do século III AEC), "Satã" passa a ser sinônimo de instigador do pecado ou causante de uma tentação, ou seja, "tentador" de verdade.

  • 1. O primeiro diz assim: "Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel." Logo, pela continuação do texto constatamos que fazer o censo vai contra a vontade de Deus, é, portanto, um pecado.

  • 2. No segundo lemos: "Quando o ímpio amaldiçoa a Satã, à sua própria alma amaldiçoa".

Nestas duas passagens se alude claramente a uma força maléfica, mas não fica nada claro se este tentador executa ordens de Deus ou se atua por sua própria conta como adversário e antagonista ou adversário autônomo da divindade. O mais provável é a primeira hipótese, mas o leitor fica com a ideia de que além de

Deus seja sob suas ordens ou um pouco às suas costas - existe no universo um poder maléfico. Como vemos, o Satã ou Satanás destes primeiros momentos - tal como se reflete nos extratos muito antigos do Antigo Testamento - nada ou pouco tem a ver com o Diabo tal como o imaginamos hoje, nem com anjos caídos,

nem com os demônios “correntes”, nem nada do tipo. Satã é um anjo, um espírito da corte celestial, às ordens de Yahvé,

encarregado de certas tarefas desagradáveis. Não é o Príncipe do Mal, nem tampouco a origem do mal, que como tudo o criado procede também de Yahvé.

Por outro lado, entretanto, o leitor do Antigo Testamento sente que este texto vai apresentando a seus olhos em diversas narrações - incluídas algumas nas que aparece Satã - certo poder sinistro, um gênio maléfico e invejoso, que se encarrega de fazer o maior dano possível ao ser humano. Assim ocorre, por exemplo, nos primeiros capítulos da Bíblia com o conhecido relato da queda de Adão e Eva (Gênesis 3).

Encarnado na serpente intervém de modo decisivo e negativo um gênio maligno e sedutor ao qual não se chama Satã nem Diabo. Este maléfico poder engana Eva e Adão; faz com que desobedeçam ao Criador e rompam as boas relações com ele; consegue que sejam lançados para fora do paraíso e que comece para todos os descendentes desta dupla uma vida que é mais um “vale de lágrimas” que um Éden ou paraíso. No relato do livro de Jó que citamos anteriormente, o denominado Satã, o fiscal de Deus, aparece, para o leitor apressado, como uma figura desagradável que traz desgraças e enfermidades ao sofrido Jó. Embora faça tudo fiscalizando ou testando a Jó, na realidade o está instigando a amaldiçoar e separar-se de Deus. Em Zacarias 3:1 se encontra também uma passagem em que se contrapõe o "anjo de Yahvé" a Satã com tons negativos para este. O primeiro defende o sumo sacerdote Josué das acusações sinistras do segundo, tanto que o anjo lhe chega a dizer: “O SENHOR te repreenda, ó Satanás, sim, o SENHOR, que escolheu Jerusalém, te repreenda;". Esta passagem tardia - Zacarias é um dos profetas posteriores ao exílio da Babilônia apresenta uma precisão e desenvolvimento nas concepções do Antigo Testamento sobre Satã. Embora o texto hebreu apresente o artigo determinado

antes de Satã, com o que se indica que o vocábulo certamente é

uma palavra comum e não um nome próprio (“o satã”), o leitor

obtém da passagem à sensação de que esta palavra conota um ser com uma forte individualidade: Satã é um ser sobrenatural e

concreto que se opõe ferozmente não só a Yahvé, mas a um ser humano específico, ao sumo sacerdote Josué. Começa, pois, a perfilar-se a ideia de um adversário maléfico com fortes traços pessoais. Portanto, nestes textos veterotestamentários que já

citamos e nos que aparece o vocábulo “satã”, este personagem se

acha sempre subordinado a Deus e é seu ministro. Não é o conhecido Diabo. Porém, por sUa vez, os escritores bíblicos, sobretudo no Gênesis deixam transparecer a existência no universo de um anti-poder: frente ao Deus criador ou reitor do povo existe um anti-Deus que se opõe aos bons desígnios daquele. Este anti-poder pode facilmente associar-se com Satã, já que este personagem exerce funções muito desagradáveis. E precisamente isto é o que fará o povo hebreu com o correr do tempo.

Antes de seguir com os detalhes desta evolução, desejo tratar de uma questão de menor importância, mas não carente de significado para alguns: esclarecer que no Antigo Testamento o apelativo "Lúcifer" não aparece nunca como denominação de Satã. Designar Satã/Demônio deste modo é uma invenção cristã, e provém de uma exegese particular por parte dos Pais da Igreja da seguinte passagem de Isaías:

12 - Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como

foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! 13 - E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. 14 - Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao

Altíssimo. 15 - E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.

Este belo poema de tonalidade fortemente irônica, foi composto por Isaías para celebrar a morte do rei assírio Sargão II, ou mais diretamente contra a arrogância, vencida por Yahvé, do monarca babilônio Nabucodonosor. Mas os Pais da igreja cristã relacionaram este texto profético com a conhecida passagem de Lucas (10:18): "E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.", frase com a que Jesus expressa sua alegria diante do êxito da missão dos setenta e dos discípulos que havia enviado a pregar na vila de Israel. A visão da queda de Satã significava para Jesus o fracasso da oposição do Diabo à vinda do Reino de Deus. Os Pais interpretaram que Isaías havia previsto profeticamente o que logo haveria contemplado Jesus. Daí que esse "Luzeiro, filho da Aurora", Lúcifer, símbolo na realidade da grandeza caída de um rei mesopotâmico, passara a ser a denominação do Diabo. Desta interpretação aventureira, que não tem nada a ver com o sentido original do texto de Isaías, procede também a ideia de alguns de que Satã é dotado de grande formosura, equiparável ao luzeiro da manhã.

4 - A invenção cristã do diabo >>>

4 - A invenção cristã do diabo <a href=>>> A manipulação das traduções bíblicas Apesar da crença judaico-cristã-muçulmana, a figura literária do diabo é tão só um erro de tradução proposital com a intenção de desassociar o deus bíblico dos atos criminosos que comete nas narrações do velho Testamento ou na Bíblia judaica, Tanak. O cristianismo usou dita figura como adversário de Cristo e como uma figura maligna a quem culpar por todos os males, os quais ele não consegue resolver porque, obviamente, é outra figura imaginária. Seguindo uma evolução literária sobre tal personagem, o cristianismo adaptou- o a todos os deuses “pagãos” contra os quais combatia durante os primeiros séculos, utilizando para eles a mesma denominação. Graças ao poder conseguido e a séculos de conquistas, o judeu-cristianismo fez crer que existe e está presente em tudo, o que contraria frontalmente seus dogmas e fábulas. No Antigo Testamento, não existe a figura do demônio, Satã é tão só outra palavra hebraica que define um anjo enviado por Deus com o qual mantém conversações ( veja no livro de Jó ) e o envia para provar a fé dos personagens bíblicos ( esquecendo a sua onisciência ).  No Novo Testamento, os autores utilizaram essa palavra para desviar a atenção do leitor crente e assim criar um  33 " id="pdf-obj-32-7" src="pdf-obj-32-7.jpg">

A manipulação das traduções bíblicas

Apesar da crença judaico-cristã-muçulmana, a figura literária do diabo é tão só um erro de tradução proposital com a intenção de desassociar o deus bíblico dos atos criminosos que comete nas narrações do velho Testamento ou na Bíblia judaica, Tanak. O cristianismo usou dita figura como adversário de Cristo e como uma figura maligna a quem culpar por todos os males, os quais ele não consegue resolver porque, obviamente, é outra figura imaginária. Seguindo uma evolução literária sobre tal personagem, o cristianismo adaptou-o a todos os deuses “pagãos” contra os quais combatia durante os primeiros séculos, utilizando para eles a mesma denominação. Graças ao poder conseguido e a séculos de conquistas, o judeu-cristianismo fez crer que existe e está presente em tudo, o que contraria frontalmente seus dogmas e fábulas.

No Antigo Testamento, não existe a figura do demônio, Satã é tão só outra palavra hebraica que define um anjo enviado por Deus com o qual mantém conversações (veja no livro de Jó) e o envia para provar a fé dos personagens bíblicos (esquecendo a sua onisciência). No Novo Testamento, os autores utilizaram essa palavra para desviar a atenção do leitor crente e assim criar um

inimigo e causador de todo mal, quando em realidade, se lermos com atenção a bíblia, o culpado é o próprio Yahvé (Jeová/Deus).

1 - A criação judaico-cristã do diabo

O cristianismo transformou palavras mal traduzidas do Antigo Testamento (Tanak) intencionalmente, como se fossem nomes, para criar a figura que apareceria no Novo Testamento como um ser independente e maligno contrário a Deus.

2 - Satanás ou Satã

O nome “Satanás” na realidade provém da palavra aramaica shatán (שטנא) que significa acusador, inimigo, adversário. É apenas a latinização dessa palavra que NUNCA FOI NOME DE NINGUÉM. Nos textos do Tanak (Antigo Testamento) se emprega com essa intenção. Os gregos a traduziram do hebreu ha-shatán, mencionada no Tanak como um espião errante do deus hebreu, que rondava sobre a terra para mostrar a deus tudo o que a humanidade fazia, para que depois pudesse julgá-la por seus atos. (Como se ele não soubesse com a sua onisciência e já não tivesse planejado tudo o que ela faria até o fim dos tempos!).

No Livro de Jó (Iyov), ha-satan é um título, não um nome próprio, de um anjo governado por Deus; ele é o chefe perseguidor da corte divina. No judaísmo ha-satan não faz mal, ele indica a Deus as más inclinações e ações da humanidade. Em essência, ha-satan não tem poder até que os humanos façam coisas más. Depois que Deus ressalta a bondade de Jó, ha-satan pede autorização para

prová-la (Deus não é onisciente?). O homem justo é afligido com a perda de sua família, propriedades e mais tarde, de sua saúde, mas ele continua fiel a Deus. Como conclusão deste livro insano, Deus aparece como um torvelinho, explicando aos presentes que a justiça divina é inescrutável (ele pode fazer o mal que desejar sem razão alguma, mas devemos chamar isso de justiça divina!). No final, as posses de Jó são restauradas e ele recebe uma segunda família para “substituir” a que morreu e que ele amava tanto. (Deus deve ter apagado de sua memória, o amor por sua família anterior, caso contrário estaria condenado POR DEUS a sofrer por sua perda a vida toda).

Ao traduzirem a bíblia ao grego (versão dos LXX) e ao latim e usá-la no Novo Testamento, os escribas e sacerdotes decidiram não traduzir tal palavra, mas emprega-la como se o “anjo acusador” fosse um diabo inimigo do deus hebreu (tudo ao contrário do significado real e da descrição dada pelos autores do Antigo Testamento hebreu).

Em diversos versículos se usou o termo satã para designar adversários humanos, por exemplo, Davi (1 Sm 29:4); enquanto no âmbito celestial o conceito foi usado como um anjo de Deus enviado para obstruir o caminho do profeta Balaão, contratado por Moabe para lançar uma maldição sobre Israel, sendo, pois, um mero “adversário” (Nm 22:22), não um “demônio”. O termo satã, em histórias como a de Zorobabel, desempenhou um papel de acusador em julgamentos diante de Deus (Zac 3:1), um papel que igualmente desempenha o anjo-satã que aparece na história

de Jó, atuando como um simples fiscal que acusa e pede provas

(castigos)

E também incita Deus a provar seus fiéis (o que é

... muito suspeito). No livro de Números se chama shatán (no sentido

de “adversário”, “oponente”), ao anjo-mensageiro que Yahveh envia para impedir que Balaão amaldiçoe o povo de Israel. (Num

22:22-32). O termo shatán também entra na vida jurídica israelita, onde alcança o sentido de “acusador diante do tribunal” (Salmos 109:6) (Zacarias 3:1) e o termo shitna, derivado da mesma raiz, é a “acusação”.

Somente no Novo Testamento, os autores decidem lhe outorgar o papel de inimigo de Deus, numa tentativa de confundir o leitor fazendo-o pensar que é um anjo inimigo desse Deus/Cristo e que este decide tentar-lhe e provocar-lhe (Marcos 1:12-13) (Mateus 4:1-11) (Lucas 4:1-13) ou um anjo que possui corpos que mais tarde Jesus espanta realizando exorcismos (Marcos 3:22-27) (Mateus 12:22-30) (Lucas 11:14-23).

O Diabo é um erro proposital de tradução para inventar um personagem, logo todos os exorcismos
O
Diabo
é
um
erro
proposital de tradução para inventar um
personagem, logo todos os exorcismos de Jesus e dos religiosos SÃO
100% FALSOS. Não passam de fraudes descaradas. Jesus acaba
fazendo coisas sem sentido, baseadas em erros de tradução.

Na língua árabe se chama shaytán, que também significa serpente (de esta forma conseguiram associá-lo à serpente do Gênesis que

tenta Adão e Eva com o fruto proibido. Algo que não figura no livro

do Gênesis, onde a serpente é denominada apenas como a “a criatura mais astuta e inteligente da criação”).

3 - Belial (Belhor, Baalial, Beliar, Beliall, Beliel).

Esta é outra má tradução planejada para desviar a atenção do crente. O nome Belial é derivado do hebraico bliya’al (bel-e-yah- al), que se compõe de bliy (bel-ee’), que significa “corrupção(Isaías 38:17) e da palavra ya`al (yaw-al’) que significa “proveito” (beneficio, ganho, vantagem, lucro, etc.) (Isaias 30:5; Jó 21:15; Jer 7:8).

Esta figura literária foi utilizada para definir um personagem com o qual confrontar nas narrações. Os estudiosos o traduzem como senhor da arrogância” ou “senhor do orgulho” (Baal ial) o “o de lucros corruptos”. No judaísmo os homens “ímpios” são considerados os filhos de Belial. Nos primeiros séculos do cristianismo e durante a Idade Média, o termo Belial foi empregado erroneamente como sinônimo de Satã/Diabo.

4 - Diabo
4 - Diabo

Este nome se origina também da interpretação que se deu em grego aos textos bíblicos. Nestes textos se escreveu a palavra diabos, que significa o mesmo que a palavra shatán em hebraico: adversário” e “inimigo(Macabeus 1:36 - (36) Serviram de cilada para o templo, e um inimigo constantemente incitado contra o povo de Israel,) ou “acusador”, “caluniador(Jó 1:8-12). Nos textos gregos “diabo” provém do verbo grego διαβάλλωηΞ (diabál•ló) que significa, como shatán (hebraico), “caluniar, falsear, mentir”, etc. Nas traduções do Antigo Testamento do século III (Época do imperador Constantino, quem legalizou o cristianismo, fato que facilitou a sua oficialização como principal religião do império romano em 380), os escribas judaico- cristãos mudaram a palavra hebreia shatán por diabos.

O cristianismo (seus sacerdotes e escribas) transformou tanto shatán como diabos (simples palavras com um mesmo significado) para criar a figura do demônio. Assim desviaram a culpa de seu deus bíblico para uma figura totalmente nova: um anjo que, em vez de ser enviado diretamente por seu deus para testar a fidelidade (Deus não é onisciente?) de seus personagens literários, causando-lhes dano e tentações sem necessidade alguma (como o próprio Deus confessa em Jó), é considerado

como um anjo independente de seu criador (Yahvé) e que atua por vontade própria e contrária ao próprio Deus.

5 - Demônio
5 - Demônio

“Demônio” é tão só um sinônimo judaico-cristão para referir-se ao “Diabo”. Já que em muitas culturas anteriores à judaico-cristã se criaram inumeráveis mitos sobre demônios. Segundo a mitologia grega, os demônios eram seres humanos utilizados pelos deuses

gregos para levar as más notícias ao povo. Daí vem à associação

de “mensageiros do mal”.

Os cristãos latinizaram a palavra “diabo” para dar como resultado a criação de “demônio”. Mesclando a concepção grega dos

demônios, o judaico-cristianismo criou a ideia de seres malignos que ajudavam seu chefe principal, que era, obviamente, Satã; um suposto anjo caído que desafiou Deus para converter-se em seu rival. (Totalmente ao contrário da realidade bíblica, de um personagem enviado realmente pelo Deus literário hebreu).

6 - Mamom
6 - Mamom

Na idade média se atribuiu a palavra Mamom a um dos nomes adotados por Satã. Mamom vem na realidade da palavra hebraica Matmon (ממון. Dinheiro ou tesouro). Também provém do aramaico mammon (verbo “confiar” ou um significado da palavra “confiado”) e do fenício mommon (“beneficio” ou “utilidade”).

No Novo Testamento, escrito em grego, a palavra que a igreja utilizou para Mamom, é μαμωνας (mamonas), que pode ser vista no Sermão da montanha (durante o discurso sobre a ostentação)

e na parábola do administrador injusto (Lucas 16:9-16) com o mesmo significado que em hebraico.

Os cristãos desviaram o significado, como fizeram com shatán e diabo, usando-a como nome próprio. Dessa forma criaram outro dos nomes atribuídos a Satã devido ao fato de que as riquezas, os benefícios e as abundâncias eram considerados por Jesus como algo desonesto e causador de um dos males; a avareza (Lucas 16:13, e Mateus 6:24). Mamom passou a ser mais um nome próprio do diabo em vez do que realmente é; apenas outra palavra não traduzida corretamente pelos escribas gregos e latinos.

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.

7 - Azazel
7 - Azazel

Esta é outra das transliterações que fizeram de palavras hebraicas convertidas em nomes próprios. Sua origem é hebraica e significa “bode emissário”, ou bode expiatório, aparece em Levítico 16:8-

10, e que não volta a ser mencionada em nenhuma outra parte da Bíblia hebraica. “Azazel” é uma transliteração direta do

hebraico.

Desse contexto literário surgiu a imagem popular do demônio com forma de cabra. O cristianismo converteu esta palavra hebraica durante a tradução ao grego da Septuaginta, convertendo a ideia

real (anjos enviados por deus) na imagem cristã de anjos caídos

ou independentes do “reino celestial”. Mais uma farsa cristã.

O judaico-cristianismo também usou deuses “pagãos” para apoiar a criação do demônio no Novo Testamento.

8 - Belzebú
8 - Belzebú

Esta palavra deriva de Baal Zebub (El Señor de las Moscas) ou mais propriamente Ba‘al Z’vûv, (en hebreo בעל זבוב, com muitas pequenas variações), que era o nome de uma divindade filisteia, Baal Sebaoth (Deus dos exércitos) em hebraico.

O ódio do povo hebraico (Yahvista e Elohista) contra os filisteus

era notável. Na Bíblia os Baales são descritos como inimigos do povo hebreu por “fazer mal diante dos olhos de Yahvé”

(Jehova/Deus). Algo ridículo, já que isso de “fazer mal” para o

deus literário hebreu, tratava-se simplesmente dos sacrifícios para o deus filisteu Ba´al, em vez de fazerem para ele.

Apenas intolerância religiosa dos hebreus. Ba´al (בעל) era um deus procedente dos povos mesopotâmicos (Ásia menor). Proveniente do significado semítico cananeu Ba ʕ al [baʕal], que significa senhor”. Os hebreus compuseram um insulto mesclando esse significado com o desprezo contra seus rituais.

O nome Beelzebub foi usado pelos hebreus como uma forma de zombaria contra os adoradores de Baal, devido ao fato de que em seus templos, a carne dos sacrifícios era deixada para apodrecer, razão pela qual esses lugares estavam sempre infestados de moscas.

Como tudo no judaico-cristianismo, se adaptou esta palavra para usá-la no Novo Testamento como nome próprio. Neste caso, um dos nomes que o cristianismo atribui ao Satã inventado.

9 - Lúcifer ou Luzbel

Este nome provém do latim, lux (luz) e ferre (levar): “portador de

luz”.

É

uma

adaptação de outro

deus da mitologia romana, o equivalente grego de Fósforo ou

Eósforo (Έωσφόρος) “o portador da Aurora”.

9 - Lúcifer ou Luzbel Este nome provém do latim, lux (luz) e ferre (levar): “portador( Eósforo ) em outro nome para denominar o diabo/demônio/Satã: Eósforo era associado à Vênus ou à estrela Sirius (mitologia Egípcia) conhecida também como “a estrela da manhã”. Nos textos bíblicos Lúcifer ainda tem como significado esta frase ( 2 Pedro 1:19 ) e não o Lúcifer demoníaco que mais tarde criariam. 2 Pedro 1:19 Assim demos ainda maior crédito à palavra dos profetas, à qual fazeis bem em atender, como a uma lâmpada que brilha em um lugar tenebroso até que desponte o dia e a estrela da manhã se levante em vossos corações. Os primeiros cristãos denominavam inclusive o próprio Jesus como “o portador da luz” (Rito Romano liturgia Exultet , cântico de louvor ao círio pascal). Flammas eius lúcifer matutínus invéniat: Que a Estrela da Manhã que nunca se põe Cristo, que Estrela da Manhã, ille, inquam, lúcifer, qui nescit occásum. Christus Fílius tuus, encontrar essa chama ainda queimando: 41 " id="pdf-obj-40-23" src="pdf-obj-40-23.jpg">

Assim como Belzebú, o cristianismo transformou outro deus pagão (Eósforo) em outro nome para denominar o diabo/demônio/Satã:

Eósforo era associado à Vênus ou à estrela Sirius (mitologia Egípcia) conhecida também como “a estrela da manhã”. Nos textos bíblicos Lúcifer ainda tem como significado esta frase (2 Pedro 1:19) e não o Lúcifer demoníaco que mais tarde criariam.

Assim demos ainda maior crédito à palavra dos profetas, à qual fazeis bem em atender, como a uma lâmpada que brilha em um lugar tenebroso até que desponte o dia e a estrela da manhã se levante em vossos corações.

Os primeiros cristãos denominavam inclusive o próprio Jesus como “o portador da luz” (Rito Romano liturgia Exultet, cântico de louvor ao círio pascal).

Flammas eius lúcifer matutínus invéniat:

Que a Estrela da Manhã que nunca se põe

Cristo, que Estrela da Manhã,

ille, inquam, lúcifer, qui nescit occásum. Christus Fílius tuus,

encontrar essa chama ainda queimando:

qui, regréssus ab ínferis, humáno géneri serénus illúxit, et vivit et regnat in sæcula sæculórum.

que voltou dos mortos, e derramou a sua luz pacífica em toda a humanidade, vosso Filho, que vive e reina pelos séculos dos séculos.

Na tradução para o latim (Vulgata) da Bíblia grega (Septuaginta), Eusébio Hierônimo de Estridão ou Jerônimo de Estridão (Estridão, Dalmácia, c. 340 Belém, 30 de Setembro de 420), mais conhecido pelos cristãos como “São Jerônimo”, o traduziu como “lúcifer” se referindo a um Salmo que diz como o rei da Babilônia retém o povo israelita dentro da cidade (Isaías 14:12), o qual é representado como a “estrela da manhã” e que está associado com o destino a cair do céu.

qui, regréssus ab ínferis, humáno géneri serénus illúxit, et vivit et regnat in sæcula sæculórum. que( Isaías 14:12 ) , o qual é representado como a “estrela da manhã” e que está associado com o destino a cair do céu. A divindade suprema babilônica era representada como um símbolo brilhante com asas de bronze (Emblema do Anzu, Imdugud - acima) que refletia a luz e por isso era considerado como “O portador da luz”. Na vulgata Jerônimo traduziu do hebraico “ הילל בן – שׁחר ” (estrela da manhã, filho da manhã) como “ lucifer qui mane oriebaris ”:  “Quomodo cecidisti de coelo, Lucifer qui mane oriebaris…?” 42 " id="pdf-obj-41-24" src="pdf-obj-41-24.jpg">

A divindade suprema babilônica era representada como um símbolo brilhante com asas de bronze (Emblema do Anzu, Imdugud - acima) que refletia a luz e por isso era considerado como “O portador da luz”. Na vulgata Jerônimo traduziu do hebraico “הילל בן שׁחר” (estrela da manhã, filho da manhã) como “lucifer qui mane oriebaris”:

“Quomodo cecidisti de coelo, Lucifer qui mane oriebaris…?”

Como

caíste do céu,

portador da

luz,

tu

que nascias pela

manhã…?

No século VII, não era considerado ainda como um ente

independente (Satã), e mais, nos textos desse século se pode ver

como a palavra “lucifer” se refere na realidade ao brilhante Vênus

(como sexto dia da semana, dedicado a: Vênus=Sexta).

“… Sextum (diem)

a

veneris

stella,

quae Luciferum

appellaverumt, quae inter omnes stellas plurimum lucis

habet”

Isidoro de Sevilla (Orígenes 5)

 

Teve que chegar o século VIII para que o cristianismo decidisse interpretar erroneamente (devido à sua superstição e à criação da demonologia cristã, durante a perseguição aos “pagãos” e “hereges”) esses textos, mesclando-os com a ideia de que o deus babilônico e muitos textos de inimigos dos personagens bíblicos

eram na realidade “o demônio/diabo”.

10 - Concluindo

O demônio/diabo é pura invenção cristã devido a uma má tradução da escritura hebraica.

  • 1. Os principais nomes dos textos bíblicos atribuídos ao Diabo, NÃO SÃO NOMES PRÓPRIOS, mas simples palavras (adjetivos).

  • 2. O judaísmo não tinha ideia ou conceito de diabo no Tanak (Antigo Testamento).

3.

O cristianismo adaptou a ideia e o conceito grego dos anjos e demônios, como seus, ao interpretar a Bíblia de uma forma totalmente diferente do contexto.

  • 4. Todos os nomes do demônio/diabo provêm tanto de palavras hebraicas mal interpretadas como de nomes de deuses “pagãos” aos quais o cristianismo demonizou, convertendo-os assim em inimigos do cristianismo. (Outro exemplo seria a imagem e associação do diabo com o tridente, extraída do deus grego Poseidon e este do deus hindu Shiva plágio de plágio de plágio).

  • 5. Não existe o demônio/diabo, é tão absurdo crer nele, como no Deus/Yahvé.

11 - Nota
11 - Nota

Existem muitos outros nomes além destes, mas estes são os

principais e dos quais se origina o conceito de diabo ou demônio judaico-cristão. Se desejar conhecer o resto dos nomes que se

atribuíram a essa invenção chamada “diabo”:

Se

desejar conhecer de

onde

 

vem

o

conceito e

a

origem de

qualquer

desses

nomes

precisas

de

um

“dicionário

etimológico”.

 
 

12 Conclusão

 
 

O

que

sobra de

real

na religião

dos

judeus, cristãos e

 

muçulmanos?

 

NADA!

Tanto a ideia do deus hebreu como a do diabo,

são

composições literárias, fábulas e nada mais. É ridícula tanto uma como a outra, o crente é simplesmente trollado.

5 - Como é o inferno imaginário dos crentes? >>>

O crente cristão tem enormes possibilidades de ir ao inferno; quase tão altas como as de qualquer ateu. Todo crente sabe que

só “crer que Deus existe” não é suficiente mérito para evitar o

castigo infernal. Deus exige algo mais: uma salada de fé e obras, que segundo a Bíblia é muito difícil de conseguir. De fato, a própria

Bíblia diz que poucos serão os escolhidos e que “estreita é a porta que conduz ao céu”, então é bom ir se preparando

psicologicamente para passar uma boa temporada no inferno.

Como as possibilidades de ser condenado ao Inferno são muito grandes para o crente cristão, seria conveniente pensar e meditar como será esse inferno onde poderá passar o resto de sua existência post mortem. É impressionante o quão pouco o crente cristão pensa ou raciocina sobre o inferno e como será o castigo ali.

Ele alega passar toda a vida evitando entrar no inferno, mas ao ser interrogado nos damos conta de que não sabe praticamente nada sobre o inferno nem sobre o tipo de castigo que receberá. E isto deveria ser um assunto primordial para quem busca a todo custo não ir para lá.

O inferno é tão ruim quanto dizem? Os castigos que se sofrerá ali são mesmo horríveis? Como será esse castigo? Isso é precisamente o que tentaremos refletir aqui; e veremos porque os que não creem na existência destes lugares de castigo mitológico, pensam que podem ser tão absurdos e incoerentes como qualquer outra fantasia religiosa.

1 - O que é o Inferno?

O Inferno é o método de castigo que o deus judaico-cristão escolheu para quem ousa desobedecer a suas leis e estatutos ambiguamente escritos em livro velho chamado Bíblia. É muito simples: se você não obedece a Bíblia, simplesmente vai ao Inferno. Nada mais fácil. O Inferno ou o que imaginamos dele, vem a ser uma espécie de combinação de lendas e mitos culturais e populares somados ao pouco que nos diz a Bíblia sobre ele.

2 - Onde está o Inferno?

Evidentemente que para a grande maioria dos cristãos, o Inferno é um lugar físico e real. Segundo a Bíblia e as crenças populares o inferno se encontra embaixo da terra (possivelmente no centro da mesma), onde há um centro de magma liquido a uma enorme temperatura.

Alguns versículos Bíblicos confirmam a localização geográfica do Inferno embaixo da terra; um dos principais é que supostamente

o próprio Jesus “baixou ao inferno” durante os três dias que esteve

“morto”, como diz no Credo católico. E se Jesus o disse,

certamente que o inferno está sob nossos pés.

Obviamente isto é uma vulgar mentira. Nunca se comprovou a existência de um lugar sequer parecido a isso debaixo da terra. A evidência anedótica de alguns ingênuos cristãos sobre gravações de vozes e de pessoas que regressam do inferno são obviamente todas falsas e manipuladas para trollar os pobres crentes. Claro,

nunca falta um atrevido cristão que diga: “Não se sabe o que há

no centro da terra, bem que o inferno poderia estar ali”. Claro,

como não sabemos o que há no centro da terra, também pode ter ali um campo de golfe, como ninguém sabe, não pode negar.

Em todo caso, se existisse um suposto lugar no centro da terra chamado Inferno, este deveria ser imensamente grande para abrigar a enorme quantidade de pessoas que estarão ali sendo castigadas. Recordemos que a maioria dos bilhões de pessoas de hoje irá para lá e, se somarmos com as que já morreram, este lugar teria que ser muito maior que o próprio planeta.

Recordemos também que ao ser um espaço físico deve ter algum tipo de paredes ou estrutura física que o sustente. Sendo o centro da terra completamente líquido e a temperaturas altíssimas, não existe um tipo de material que possa resistir a esse calor. Com que tipo de material diabólico estaria construído?

Por que os pecadores e os castigadores não derretem?

3 - Quem criou o Inferno?

Sendo o Inferno um lugar físico para a imensa maioria dos crentes cristãos, projetado para uma atividade bem definida nas santas

escrituras (e partindo da concorrida premissa crente de que “tudo deve ter um criador”), então o Inferno deve ter sido criado por alguém. Então quem criou o inferno? Há duas opções lógicas:

Deus ou Satanás. Mas como “Deus é o criador de todas as coisas”

e o Inferno é um lugar de castigo desenhado e divulgado por Deus na Bíblia, podemos concluir que Deus foi quem criou o Inferno.

Imagine Deus em um escritório e com muitos papéis e lápis de cor desenhando os horríveis métodos de tortura e dor para os não lhe obedeçam. Certamente precisaria de muitos lápis de cor

4 - Quem estará no Inferno?

Pelo menos dois tipos de seres terão presença obrigatória: os castigados e os castigadores.

Os castigados: todos nós humanos que decidimos não seguir as ordens que Deus carinhosamente nos mandou.

Os castigadores:

os

demônios

e

espíritos malignos

encarregados de aplicar os castigos e torturas aos pecadores.

Imaginemos que por razões de falta de pessoal o inferno tenha apenas um demônio por pecador para aplicar-lhe a tortura; isto significa que o inferno tem a mesma quantidade de demônios que de pecadores. Deve ser um lugar imensamente grande!

De onde saíram estes demônios? Anjos caídos? Espíritos celestiais seguidores de Satanás? Ou por acaso alguns pecadores piores são premiados com o título de demônio castigador? À medida que o tempo passa, nascem mais pessoas que se convertem em pecadores, obviamente também devem aparecer do nada, mais e mais demônios castigadores. Não lhe parece só um pouco absurdo?

Mas vejamos algo mais absurdo e incoerente ainda: se supõe que Satanás e os demônios, embora sendo seres espirituais, são pecadores e maus; e a Bíblia deixa bem claro que também serão castigados no inferno. (Apocalipse 20,10) Então quem aplicará o

castigo a eles? Se os pecadores humanos estarão sendo castigados eternamente, quem castiga os demônios? Por acaso fazem turnos entre eles? Imagine um demônio com seu tridente espetando seu colega pelas costas e depois de certo tempo trocam de lugar entre si! E tudo isso observado pelo olhar atônito do pecador dentro de sua panela fervente! Isto é totalmente absurdo e irracional. Evidentemente há sérios problemas de pessoal no inferno que a lógica básica não pode resolver. Algum crente poderia esclarecer isto?

5 - Como receberemos o castigo, corpo espiritual ou físico?

Este é outro aspecto que sempre traz discussões intermináveis entre os próprios cristãos. Nosso corpo no Inferno será um espírito ou será de carne e osso? Vejamos as opções.

Corpo Espiritual

Alguns pensam que no inferno seremos apenas espírito e que não teremos um corpo físico. Portanto nosso castigo será algo de tipo psicológico: angústia, temores, medo, ansiedade, intranquilidade, tristeza, desassossego, desolação, etc., nada de castigos físicos e

dolorosos. Só mentais. Já que sem “corpo” não teríamos sistema

nervoso nem enervação e sem isso não podemos sentir dor.

Este tipo de castigo pode ser bastante ruim para alguns, mas

francamente parece uma grande idiotice. Que tipo de castigo é “a angústia de estar separado de Deus”? Os ateus e incrédulos

passam a vida toda “separados de Deus” e não sentem nenhuma

angústia. Pelo contrário, sentem um grande alívio e tranquilidade. Parece mais que em vez de castigo, seria uma grande vantagem

estar em um lugar rodeado de pessoas sem a mínima presença de Deus e seus estranhos mandamentos e desejos.

estar em um lugar rodeado de pessoas sem a mínima presença de Deus e seus estranhosBurton ou sermões de Pat Robertson ? Outros dizem que o castigo será simplesmente saber que estamos perdendo as delícias e bondades do Paraíso. Isto é uma verdadeira bobagem; a maioria de nós vive agora mesmo totalmente consciente de que perdemos muitas coisas, vida de milionário, mulheres, dinheiro, viagens, casas, carros, lugares bonitos, etc. e a muitos de nós não causa nenhuma angústia. Precisaria ser muito invejoso e materialista para sofrer por não ter essas coisas. Se não sofremos por isso em vida, por que sofreríamos depois de morrer? Sou um espírito! Não necessito de nada, nem dinheiro, nem comida nem casa, nem nada. Como pretendem me fazer sofrer? É mais que óbvio que para termos algum tipo de “tortura psicológica”, devemos ter um sistema nervoso orgânico; um cérebro que possa interpretar e desenvolver esse tipo de angústia, mas se somos só espírito, como caralho sofreremos angústia psicológica? 51 " id="pdf-obj-50-4" src="pdf-obj-50-4.jpg">

Além disso

Estou no inferno!

... Como pretendem assustar- me? Com filmes de Burton ou sermões de Pat Robertson?

Outros dizem que o castigo será simplesmente saber que estamos perdendo as delícias e bondades do Paraíso. Isto é uma verdadeira bobagem; a maioria de nós vive agora mesmo totalmente consciente de que perdemos muitas coisas, vida de milionário, mulheres, dinheiro, viagens, casas, carros, lugares bonitos, etc. e a muitos de nós não causa nenhuma angústia. Precisaria ser muito invejoso e materialista para sofrer por não ter essas coisas. Se não sofremos por isso em vida, por que sofreríamos depois de morrer? Sou um espírito! Não necessito de nada, nem dinheiro, nem comida nem casa, nem nada. Como pretendem me fazer

sofrer? É mais que óbvio que para termos algum tipo de “tortura

psicológica”, devemos ter um sistema nervoso orgânico; um

cérebro que possa interpretar e desenvolver esse tipo de angústia,

mas se somos só espírito, como caralho sofreremos angústia psicológica?

Corpo Físico

A grande maioria dos crentes (quase sempre baseados na Bíblia) afirma que logo depois do Juízo Final, Deus nos dará um corpo novo, seja para desfrutar do paraíso ou para ser castigado no inferno. Alguém consegue perceber o tamanho desta bobagem? Depois da morte, Deus em sua infinita misericórdia e fazendo usos de seus poderes divinos e celestiais, nos proporciona de novo um novo corpo para: SER CASTIGADO E TORTURADO ETERNAMENTE!

Isto

inevitavelmente

traz

constrangedoras:

consigo

muitíssimas

perguntas

  • 1. Se o castigo é eterno, como pretendem castigar-nos com um corpo por toda a eternidade? Somos seres biológicos e com vida; e uma das características da “vida” é precisamente morrer.

  • 2. Que tipo de corpo teremos, que poderá ser queimado e queimado indefinidamente sem virar cinzas?

  • 3. O sistema nervoso central tem um limite de dor. Quando um organismo chega a um ponto máximo de dor física, o organismo costuma desmaiar ou bloquear a dor. Como pretendem nos castigar eternamente se logo no início das torturas não sentiremos mais nada?

  • 4. Para que possamos ser castigados “eternamente” devemos estar vivos e isso exige uma série de processos fisiológicos naturais como alimentar-se. Nos darão comida no inferno? Pois deveriam se desejam nos manter com vida para os castigos. Necessitamos dormir, respirar, tomar banho, ou irremediavelmente morreríamos. Como será isso?

Claro que o cristão crente dessas sandices costuma responder a essa torrente de incoerências da seguinte maneira: “Não, não,

não, o que acontece é que o novo corpo que Deus te dará não és igual ao que temos atualmente, será um corpo que permitirá esse tipo de castigo”.

Pois muito pior! Já que demonstra que Deus nos dá um corpo novinho em folha, mas especialmente projetado para sofrer e sofrer. Deus planejou um novo organismo humano biologicamente desenhado para não queimar-se, não morrer, para sentir fome,

mas sem que seja necessário comer, enfim, um organismo perfeito, para ser castigado e torturado. Em vez de ter nos dado

um corpo assim agora

O “sábio” Deus, nos dá esse corpo tão

... perfeito apenas para que seja maculado e humilhado… Gênio!

Grande Deus de amor!

Não pode curar crianças com câncer,

... mas desenha corpos especiais para sofrer por toda a eternidade.

6 Seremos todos castigados por igual?

Seria ilógico que o castigo seja o mesmo para todos. Haverá pessoas que estarão no inferno apenas por romper algum

pequeno estatuto Bíblico ou menos que isso, como catar gravetos no sábado ou por apenas tocar na arca da aliança para evitar que caísse no chão. Por exemplo, uma pessoa boa que seu único pecado foi blasfemar contra o espírito santo, seria irremediavelmente condenada ao Inferno. Também haverá, evidentemente, assassinos em série, sádicos, violadores, canibais que irão também ali. Receberão o mesmo castigo? Ou por acaso

haverá vários “níveis de castigo”? A uns lhe fazem cócegas com

penas de avestruz e a outros fazem beber chumbo derretido, como na santa inquisição?

Porque se é o mesmo castigo para todos, Deus estaria projetando sua injustiça divina inclusive além da própria morte, até as próprias entranhas do inferno!

7 - Demônios bons ou maus?

Veremos agora um interessante paradoxo que deixa muito mal o plano de castigo de Deus.

Neste ponto devemos repassar um pouco o que sabemos sobre

Satanás. (Que já vimos em “Biografia e personalidade de Satanás”). Ele tem certas características, dentre as quais se destaca ser o “Antagonista por excelência de Deus”, ou seja, que

Satanás é tudo ao contrário de Deus. Se Deus é bom, Satã é mau; se Deus é Amor, Satã é ódio e assim por diante ...

Uma das características mais importantes de Satanás é a “Desobediência”. Satanás desobedece a Deus. De fato, esta

foi uma das razões porque perdeu a simpatia de Deus: Não

fez o que Deus queria. Desobedeceu-lhe. Portanto, se supõe que Satanás não cumpre o que Deus ordena.

Pois isto traz consigo uma contradição descomunal. O plano divino de Deus para com os humanos é que se pecamos, seremos castigados por Satanás e seus demônios no inferno. Ou seja, que Deus tem um plano para Satanás. Um projeto que Satanás deve cumprir: Castigar o pecador.

Bem, mas por que Satanás cumpriria? Por acaso sua natureza não é precisamente desobedecer a Deus?

Se Satanás e sua horda infernal se dedicam a torturar e castigar os pecadores, estaria cumprindo com o plano divino de Deus e acatando seu santo desejo; o que é incongruente e um paradoxo, já que Satanás NÂO obedece a Deus, já que obedecer aos mandatos divinos é ser BOM e a essência de Satanás é o MAL, cada vez que Satanás castiga um pecador, está cumprindo a vontade de Deus e isso vai contra os atributos fundamentais de Satanás.

Isso também pode significar que os crentes mandados ao inferno por Deus, serão muito bem tratados por Satanás, já que são seus parceiros e apoiadores nas desobediências a Deus, provavelmente irão se divertir juntos e planejar alguma coisa contra esse Deus burro.

Como sair dessa?

8 - E Deus? Onde está?

Esta é outra incoerência absurda.

Como já vimos, um dos supostos “castigos” do Inferno é estar “separado da presença de Deus”, portanto, se assume que Deus

NÃO está no Inferno. E é lógico, o inferno está habitado só por

pecadores e demônios; enquanto Deus certamente está no Paraíso desfrutando da adoração dos que conseguem chegar lá.

Mas…

Por acaso Deus não é onipresente? Recordemos que uma das características que definem a Deus é a Onipresença, ou seja, que

“Deus está em todos os lugares”. Então Deus como pode NÃO

estar no inferno se uma de suas qualidades fundamentais é que DEVE estar ali?

Duas possíveis respostas: A primeira é que Deus MENTIU ao nos dizer que era onipresente, já que é impossível que esteja no Inferno; o que faria de Deus um mentiroso. A segunda é que existe uma contradição e um paradoxo, já que Deus deve estar em todas as partes e por sua vez não estar em alguma parte. Com isto anulam-se suas características e Deus não existe.

E a resposta mais óbvia é: >>>>

estar no inferno se uma de suas qualidades fundamentais é que DEVE estar ali? Duas possíveis

9 - O Inferno é tão mau?

Pensemos um pouco…

Existem dois seres antagônicos, Deus e o Diabo, onde cada um busca por sua conta, súditos e discípulos entre nós os humanos. De Deus sabemos que oferece um prêmio que é o Paraíso e um castigo que é o Inferno, mas de Satanás não sabemos nada. Qual o objetivo de Satanás ao ganhar pessoas para sua causa? Evidentemente a Bíblia não esclarece, pois não diz praticamente

nada sobre este misterioso ser. Só sabemos que, segundo a Bíblia, Satanás oferece um horroroso castigo aos que desejam segui-lo, só que aqui caímos em outra incoerência: se o que Satanás busca é ganhar adeptos para sua causa, não deveria estar oferecendo infernos nem castigos eternos; mas exatamente o contrário, deveria nos oferecer coisas ainda melhores do que Deus oferece. Desta maneira escolheríamos o caminho mais conveniente (livre arbítrio). Por quê? Quem, em seu juízo perfeito, escolheria ser torturado por toda a eternidade?

O apressado crente cristão dirá: “A Bíblia é muito clara, o

Inferno é um lugar de castigo onde Satanás e seus demônios o aplicarão”. Acredita só porque a Bíblia diz? Um livro onde as burras falam, os pinguins se tele transportam, o Sol para (e gira em torno da Terra), os profetas voam em carros de fogo, os mares e rios se abrem, os mortos caminham e os peixes carregam pessoas na barriga? Se a Bíblia é imprecisa e comprovadamente errada em muitas coisas, também pode ser no caso do Inferno.

Talvez o inferno não seja como a Bíblia descreve. Talvez seja só uma mentira de deus para vencer Satanás. E como Satanás não tem um “Livro sagrado”, Deus pode difamá-lo e mentir à vontade como já fez tantas vezes.

Talvez o Inferno seja ainda melhor que o Paraíso oferecido por Deus! Satanás busca gente que o siga, portanto deve lhes oferecer um lugar melhor do que Deus oferece. É uma questão de concorrência. Então o inferno deve ser bem menos aborrecido que o Paraíso. Haverá música, Strippers, muitos livros que não agradam a deus, comida, bebida, diversão, os 7 pecados capitais (inclusive praticados por Deus) em sua máxima expressão. E

tantas pessoas interessantes, Nietzsche, Sagan, Saramago,

Galileu, Darwin, Sartre, atrizes pornô, aventureiros, cientistas,

filósofos e tantos mais…

É uma pena os ateus não crerem nessas idiotices, pois seria uma honra ir para um Inferno assim!

6 - Os Infernos das Religiões >>>

1 - Dizei-me que Deus adora e te direi como te queimarás

6 - Os Infernos das Religiões <a href=>>> 1 - Dizei-me que Deus adora e te direi como te queimarás O cristianismo não é a única religião que utiliza essa história de “Inferno - Castigo” para os que desobedecem a suas normas. Quase todas as demais religiões existentes e que já existiram também possuem seu particular modo de penalizar quem ousa desobedecer a suas sagradas normas. Vejamos brevemente um pouco destes “Infernos” dos outros deuses e nos daremos conta 59 " id="pdf-obj-58-10" src="pdf-obj-58-10.jpg">

O cristianismo não é a única religião que utiliza essa história de “Inferno-Castigo” para os que desobedecem a suas normas. Quase todas as demais religiões existentes e que já existiram também possuem seu particular modo de penalizar quem ousa desobedecer a suas sagradas normas. Vejamos brevemente um

pouco destes “Infernos” dos outros deuses e nos daremos conta

de

que

são

opções

muito

similares

e

com

as

mesmas

probabilidades que as do deus literário judaico-cristão.

2 - O Inferno do Islã

O Islã ensina que o Inferno é um lugar real preparado por Deus para aqueles que não creem Nele, se rebelam contra Suas leis e rejeitam Seus mensageiros. O Inferno é um lugar real, não um mero estado mental ou entidade espiritual. Os horrores, dor, angústia e punição são todos reais, mas diferentes em natureza dos seus equivalentes terrenos. O Inferno é a humilhação e perda supremas, e nada é pior que ele:

“Senhor nosso! Por certo, aquele que Tu fazes entrar no

Fogo, Tu, com efeito, o desgraça. E não há socorredores

para os malfeitores.” (Alcorão 3:192) “Não sabem eles que quem se opõe a Deus e Seu Mensageiro (Muhammad) certamente terá o Fogo para morar eternamente? Essa é a extrema desgraça.” (Alcorão

9:63)

O Inferno tem nomes diferentes nos textos islâmicos. Cada nome dá uma descrição separada. Alguns de seus nomes são:

Jaheem fogo - porque é um fogo incandescente.

Jahannam Inferno por causa da profundeza de seu

poço. Ladthaa fogo incandescente por causa de suas chamas.

Sa’eer – chama incandescente porque sua chama é

mantida acesa. Saqar por causa da intensidade de seu calor.

Hatamah escombros porque quebra e tritura tudo que

é jogado nele. Haawiyah abismo porque aquele que é jogado nele é jogado do topo.

Paraíso e Inferno Existem no Presente e são Eternos.

O Inferno existe no presente momento e continuará a existir para sempre. Ele nunca acabará e seus habitantes permanecerão nele para sempre. A crença islâmica tradicional é de que ninguém sairá do Inferno, exceto os crentes pecadores que acreditaram na Unicidade de Deus nessa vida e acreditaram no profeta específico enviado para eles. Os politeístas e descrentes morarão nele para sempre. Essa crença tem sido mantida desde tempos clássicos e é baseada em versículos claros do Alcorão e relatos confirmados

do Profeta do Islã. O Alcorão fala do Inferno no tempo passado e afirma que ele já foi criado:

“E guardai-vos do Fogo, que é preparado para os descrentes.” (Alcorão 3:131)

O Profeta do Islã disse:

“Quando qualquer um de vocês morre, é mostrada sua

posição (na Outra Vida) de manhã e à noite. Se ele é uma das pessoas do Paraíso, é mostrado o lugar das pessoas do

Paraíso. Se ele é uma das pessoas do Inferno, é mostrado o lugar das pessoas do Inferno. É dito, ‘essa é a sua posição, até Deus o ressuscitar no Dia do Juízo.’” (Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim)

Em outro relato, o Profeta disse:

“Por certo, a alma de um crente é um pássaro nas árvores do Paraíso, até que Deus a retorna ao seu corpo no Dia do Juízo.” (Muwatta de Malik)

Esses textos deixam claro que o Inferno e o Paraíso existem, e que as almas podem entrar neles antes do Dia do Juízo. Falando da eternidade do Inferno, Deus diz:

“Eles desejarão sair do Fogo, e dele não sairão. E terão permanente castigo.” (Alcorão 5:37)

E

eles nunca deixarão o Fogo.” (Alcorão 2:167)

“Por certo, aqueles que renegam a Fé e são injustos, não é

admissível que Deus os perdoe nem os guie a caminho algum. Exceto ao caminho do Inferno, onde morarão eternamente.” (Alcorão 4:168-169) “Por certo, Deus amaldiçoou os que renegam a Fé, e preparoulhes um Fogo ardente, onde morarão eternamente.” (Alcorão 33:64)

“E quem desobedece a Deus e Seu Mensageiro, por certo, para ele é o fogo do Inferno, onde morará eternamente.”

(Alcorão 72:23)

Os Guardiões do Inferno

Anjos poderosos e severos que nunca desobedecem a Deus guardam o Inferno. Eles fazem precisamente o que lhes é ordenado. Deus diz:

“Ó vós que credes, guardai-vos a vós mesmos e vossas famílias de um Fogo cujo combustível são homens e pedras; sobre ele haverá anjos irredutíveis e severos que não desobedecem as ordens que recebem de Deus e fazem exatamente como ordenados.” (Alcorão 66:6)

São dezenove guardiões do Inferno, como Deus diz:

“Breve fá-lo-ei queimar no Inferno. E o que te fará entender

o

que

é

o

Inferno? Ele

nada mantém

e

nada deixa.

Carbonizador da pele. Sobre ele, há dezenove guardiões.”

(Alcorão 74:26:30)

Não se deve pensar que os habitantes do Inferno serão capazes de superar os guardiões do Inferno porque são apenas dezenove deles. Cada um deles tem força para subjugar toda a humanidade sozinho. Esses anjos são chamados os Guardiões do Inferno por Deus no Alcorão:

“E

os

que estiverem no Fogo dirão

aos

Guardiões do

Inferno, ‘Suplicai a vosso Senhor para nos aliviar tormento por um dia!” (Alcorão 40:49)

o

O nome do líder dos anjos que guardam o Inferno é Malik, como mencionado no Alcorão:

“Certamente, os descrentes ficarão no tormento do Inferno

para sempre. (O tormento) não será aliviado, e eles ficarão mergulhados na destruição com arrependimentos profundos, tristezas e desespero. Nós não fomos injustos

com eles, mas eles foram malfeitores. E eles clamarão: ‘Ó

Malik! Deixe teu Senhor acabar conosco’. Ele dirá: ‘Por certo, aí morarás eternamente.’ Com efeito Nós trouxemos

a verdade para vós, mas a maioria de vós odiou a Verdade.”

(Alcorão 43:74-78)

Sua Localização

Não existe menção exata do Alcorão ou dos ditos do Profeta Muhammad que informem a localização do Inferno. Ninguém sabe o seu local exato, exceto Deus. Devido a algumas evidências linguísticas e contexto de certos hadiths, alguns eruditos declararam que o Inferno está nos céus, e outros ainda dizem que está na parte mais profunda da terra.

Seu Tamanho

O Inferno é enorme e imensamente profundo. Nós sabemos disso de várias formas.

Primeiro, um número incontável de pessoas entrará no Inferno, cada uma, como descrito em um hadith, com o dente molar tão grande quanto uma pequena montanha. [1] A distância entre os ombros de seus habitantes também foi descrita como sendo equivalente a três dias de caminhada. [2] O Inferno abrigará todos os descrentes e pecadores desde o começo dos tempos e haverá espaço para mais. Deus diz:

“No Dia diremos ao Inferno: ‘Já estás repleto?’ E ele dirá, ‘Há mais ainda?’” (Alcorão 50:30)

O Fogo do Inferno é semelhante à uma usina que tritura milhares e milhares de toneladas de grãos e então espera que venha mais.

Segundo, uma pedra jogada do topo do Inferno levará um longo tempo para atingir o fundo. Um dos companheiros do Profeta, que Deus o exalte, descreve como eles estavam sentados com o Profeta e ouviram o som de algo caindo. O Profeta perguntou se eles sabiam o que era. Quando eles expressaram seu desconhecimento, ele disse:

“Aquela foi uma pedra jogada no Inferno setenta anos atrás

e ainda

está a caminho (do outro lado) do Inferno até

agora.” [3]

Outro relato afirma:

“Se uma pedra tão grande quanto sete camelas grávidas

fosse jogada da borda do Inferno, ela voaria através dele

por setenta anos, e ainda assim não alcançaria o fundo.”

[4]

Terceiro, um grande número de anjos trarão o Inferno no Dia da Ressurreição. Deus fala disso:

“E o Inferno será trazido nesse Dia

...

(Alcorão 89:23)

O Profeta disse:

“O Inferno será trazido naquele Dia através de setenta mil cordas, cada uma sendo sustentada por setenta mil anjos.”

[5]

Quarto, outro relato que indica o tamanho vasto do Inferno é que o sol e a lua serão envolvidos no Inferno no Dia da Ressurreição.

[6]

Seus Níveis

O Inferno

tem vários

níveis de

calor

e punição,

cada qual

reservado de acordo com a extensão da descrença e pecados

daqueles que estão sendo punidos. Deus diz:

“Por

certo,

os

hipócritas

estarão

nas

camadas

mais

profundas do Fogo.” (Alcorão 4:145)

Quanto mais baixo for o nível do Inferno, maior é a intensidade do calor. Uma vez que os hipócritas sofrerão a pior punição, eles estarão na parte mais profunda do Inferno.

Deus se refere aos níveis do Inferno no Alcorão:

“Para cada um deles há escalões, de acordo com o que

fizeram.” (Alcorão 6:132) “Será que quem segue o agrado de Deus é como quem incorre na ira de Deus? Sua morada é o Inferno e que execrável destino! Eles estão em escalões junto com Deus, e Deus é Onividente de tudo que fazem.” (Alcorão 3:162-

163)

Os Portões do Inferno

Deus fala dos sete Portões do Inferno no Alcorão:

“E, certamente, o Inferno é o lugar prometido para todos eles. Ele tem sete portões. Cada um terá deles uma parte determinada.” (Alcorão 15:43-44)

Cada portão tem uma cota determinada dos amaldiçoados que entrarão por ele. Cada um entrará de acordo com seus atos e terá um nível do Inferno determinado de acordo. Quando os descrentes forem levados ao Inferno, seus portões se abrirão, eles entrarão e ficarão nele para sempre:

“E os que descreram serão conduzidos

ao

Inferno em

grupos, até

que, quando

o alcançarem, seus portões

abrirão e seus guardiões lhes dirão: ‘Não vos chegaram

Mensageiros vindos de vós, os quais recitaram, para vós, os versículos de vosso Senhor e vos admoestaram do

encontro deste vosso Dia?’ Eles dirão: “Sim, mas a palavra

(do castigo) cumpriu-se contra os descrentes.’” (Alcorão

39:71)

Será dito a eles, após terem entrado:

“Entrai pelos portões do Inferno para morar eternamente, e que execrável é a morada dos arrogantes.” (Alcorão

39:72).

Os portões serão fechados e não haverá esperança de fuga, como Deus diz:

“Mas

aqueles

que

renegam

Nossos

sinais

são

os

companheiros da mão esquerda. Sobre eles haverá um

Fogo cerrado. [7]” (Alcorão 90:19-20)

Além disso, Deus diz no Alcorão:

“Ai de todo difamador, caluniador, que junta riquezas e com deleite as conta. Ele pensa que sua riqueza o fará imortal. Não! Ele certamente será jogado no Triturador. E o que te faz entender o que são os Trituradores? É o fogo de Deus, eternamente aceso, que sobe até os corações. Por certo, será cerrado sobre eles, em colunas extensas.” (Alcorão

104:1-9)

Os portões do Inferno também são fechados antes do Dia do Juízo. O Profeta do Islã falou que eles fecham no mês de Ramadã.[8]

Seu Combustível

Pedras e descrentes obstinados são o combustível do Inferno, como Deus diz:

“Ó vos que credes! Guardai-vos a vós mesmos e a vossas famílias de um Fogo cujo combustível são os homens e as

pedras

(Alcorão 66:6)

então

temai o Fogo, cujo combustível é homens e

Outra fonte de combustível do Inferno serão os deuses pagãos que foram adorados junto com Deus:

“Por certo, vós e o que adorais, além de Deus, sereis o combustível do Inferno. Nele ingressareis. Se estas (falsas) deidades fossem deuses, elas não ingressariam, mas nele serão eternos.” (Alcorão 21:98-99)

A Vestimenta de seus Habitantes

Deus nos diz que a vestimenta das pessoas do Inferno serão roupas de fogo feitas para elas:

...

Mas

aqueles que descreram cortar-se-lhes-ão trajes de

fogo. Sobre suas cabeças, entornar-se-á água escaldante.” (Alcorão 22:19)

“E verás os criminosos nesse Dia atados a grilhões. Seus trajes serão de alcatrão e o Fogo lhes cobrirá as faces.”

(Alcorão 14:49-50)

Fonte:

Você sabia que atualmente há no mundo mais de 1.200.000.000

de muçulmanos que creem em tudo o que acabou de ler? (É quase a mesma quantidade de católicos no mundo). Como você tem

certeza de que seu “Inferno” é o verdadeiro e não o dos

Muçulmanos? Já imaginou por um segundo que você possa estar errado e que Alá seja o verdadeiro deus? Se você escolheu a religião errada o cristianismo irá direto ao inferno muçulmano e sofrerá tudo o que acima foi relatado. Pense bem, pois os muçulmanos garantem que você escolheu a religião errada.

Precisamos admitir que seria divertido ver Jesus assando no mesmo caldeirão que um devoto cristão seu, junto com o resto dos deuses falsos. Já pensou nisso? Então pense, pois você precisa encarar a realidade: existem exatamente as mesmas possibilidades e evidências da existência do Inferno cristão como do Muçulmano ou de qualquer outra religião.

3 - O Inferno do Hinduísmo.

3 - O Inferno do Hinduísmo. Os Hindus são politeístas, ou seja, creem na existência deBhagavad Gita diz: 70 " id="pdf-obj-69-6" src="pdf-obj-69-6.jpg">

Os Hindus são politeístas, ou seja, creem na existência de vários deuses (mais de 300 milhões de Deuses) e também creem na reencarnação através de um processo chamado Samsara; mas

também creem na existência de um “inferno” ou lugar de

tormento onde expiar as culpas e preparar-se para reencarnar como um ser superior.

“Quando se destroem as leis da família, Janardana, então certamente começa para os homens o morar no inferno”. (I.44, Harvard Oriental Series, tomo 38, 1952.)

Um comentário hindu diz: “Os que são muito pecaminosos em sua

vida terrestre têm que experimentar diferentes classes de castigo

em planetas infernais”. Como podemos notar, este inferno difere

do tormento eterno no fogo infernal da cristandade: Este castigo não é eterno.

O Markandeya Purana descreve o destino de um pecador:

Então os emissários de Yama [deus dos mortos] o amarram rapidamente com terríveis laços e o arrastram para o sul, enquanto ele treme pelo açoite da vara.

Então é arrastado pelos emissários de Yama, enquanto dá terríveis gritos de dor ao passar sobre o terreno ao qual fazem escabroso a [a planta] kusa, espinhos, formigueiros, espinhos e pedras, que arde em chamas em alguns lugares, que está cheio de buracos, que arde com o calor e com os raios do Sol.

A pessoa pecaminosa, arrastrada pelos terríveis emissários e comida por centenas de chacais, vai à casa de Yama através de um caminho espantoso. [ ] ...

Quando lhe queimam o corpo experimenta uma grande sensação de queima; e quando lhe golpeiam ou

Quando

lhe

queimam o

corpo

experimenta

uma

grande

sensação

de

queima;

e

quando

lhe

golpeiam

ou

cortam

o

corpo, sente grande dor.

A criatura cujo

corpo

é

destruído assim, embora entre em outro corpo,

sofre dor eterna por suas

próprias más ações. [

...

].

Então, para lavar-lhe os pecados é levado a outro inferno desse tipo. Depois de ter passado por todos os infernos, o pecador passa a uma vida bestial.

Então, passando pela vida de vermes, insetos e moscas, bestas de rapina, mosquitos, elefantes, árvores, cavalos, vacas e por diversas vidas pecaminosas e miseráveis, chega à raça dos homens e nasce como corcunda, pessoa feia, anão ou um chandala pukkasa (castas inferiores).

Hinduísmo apresenta um método para escapar dessa cadeia interminável de reencarnações. No entanto, alguns ramos do hinduísmo têm a noção de inferno, um lugar onde terminam as pessoas excepcionalmente pecadoras para serem punidas. O Hinduísmo acredita em 21 infernos em que podem reencarnar aqueles que tenham cometido falhas mortais. O Bhagavad Gita (incluído no épico sânscrito Mahabharata), diz: "O inferno tem três

portas: Luxúria, ira e cobiça". E neles caem os "homens de natureza demoníaca" até serem aniquilado.

Alguns hindus creem nas chamadas Patalas, que são as regiões subterrâneas e infernais e também se chama particularmente Patala a última e mais profunda destas sete regiões. As patalas vêm a ser como os purgatórios e neles reina Yama, divindade a quem servem muitos seres que se ocupam de distintos ofícios, entre os quais está o de seguir o curso das enfermidades e apoderar-se das almas que pereceram nos combates e acidentes, apresentando-as ao tribunal de Yama. Nas Patalas há um registro onde se anotam todas as ações dos homens, o qual se leva em conta para que as almas sejam levadas a uma ou outra dos Patalas, segundo suas culpas. (Alguém lembrou do livro da vida dos cristãos e dos círculos infernais de Dante? Quem plagiou quem?)

Os castigos que os condenados recebem são terríveis, como os de fazer o condenado passar pelo buraco de uma agulha, andar sobre o fio de uma espada e com as mãos amarradas, expor o condenado aos bicos dos abutres e de outras aves de rapina, suportar grandes pesos, nadar em charcos de líquidos asquerosos, etc.

Passado o tempo de purgação, ou ao fim de um yuga (era), quando mudam as coisas, a alma passa a habitar o corpo de um animal, depois de outro e, por fim, o de um homem. Depois de uma série de metempsicoses, se une ao grande ser que é a alma universal do mundo.

De novo:

Como você tem certeza de que o seu “Inferno” é o verdadeiro e não os dos hindus? Já imaginou por um segundo que você possa estar errado e ser o produto de múltiplas reencarnações anteriores? Em que se baseia para afirmar o contrário?

Você, obviamente, dirá que é descabelado isso de reencarnar em seres superiores e inferiores de acordo com o comportamento em vida. Para qualquer pessoa sensata parece tão idiota como pretender, sem nenhuma evidência confiável, que se aceitamos o que nos diz um livro anacrônico de mais de dois mil anos iremos para um lugar mágico e celestial onde viveremos para sempre ao lado de um papai do céu invisível, mas se não cumpre o que esse deus invisível deseja, ele também te castiga para sempre com dores e sofrimentos indescritíveis.

Não lhe parece que ambas as opções engraçadas?

são absurdas, idiotas e

4 - O Inferno do Budismo.

4 - O Inferno do Budismo. A maioria das pessoas pensam que o Budismo não temSamsara ou roda da vida. Entretanto, (e dependendo do tipo de Budismo) há locais de expiação e limpeza onde as almas se purificam para ascender a planos e reencarnações superiores. A felicidade entre os Budistas é um nível superior de ser ao qual hoje em dia se conhece como o NIRVANA e significa “estado de desconexão”. A doutrina Budista ensina que a raiz de nosso próprio sofrimento se encontra no desejo, por consequência, aqueles que conseguem romper com as cadeias do desejo serão 75 " id="pdf-obj-74-6" src="pdf-obj-74-6.jpg">

A maioria das pessoas pensam que o Budismo não tem infernos, já que a vida, morte e reencarnação se encontram ciclicamente envoltas no chamado Samsaraou roda da vida. Entretanto, (e dependendo do tipo de Budismo) há locais de expiação e limpeza onde as almas se purificam para ascender a planos e reencarnações superiores.

A felicidade entre os Budistas é um nível superior de ser ao qual hoje em dia se conhece como o NIRVANA e significa “estado de desconexão”. A doutrina Budista ensina que a raiz de nosso

próprio sofrimento se encontra no desejo, por consequência, aqueles que conseguem romper com as cadeias do desejo serão

compensados com o Nirvana, um estado de completa extinção do

“si mesmo”, de felicidade suprema que se encontra mais além da

morte.

Entretanto, aqueles que não rompam com as cadeias do desejo continuarão então atrelados ao movimento contínuo da Roda do Samsara; vivendo a vida em sofrimento com momentos esporádicos de alegria e regressando vida após vida a reviver as mesmas cenas e dramas junto com suas consequências boas e más. E enquanto estiverem presos à Roda do Samsara, cada nova vida será adaptada às novas circunstâncias, boas e más, segundo o que determine para eles a Lei do Karma, chamada também Lei da retribuição ou de causa e efeito. O colar de Buda tem 108 contas, símbolo da quantidade de vidas que se entrega a cada ser para que trabalhando de forma sucessiva, alcance a felicidade da liberação: o Nirvana. Aqueles que não consigam tal trabalho em 108 vidas ingressam lamentavelmente no NARAKA, (o mundo dos infernos) onde seria seu próximo nascimento; nascem nos mundos infernais para pagar as dívidas que tenham pendentes com os Grandes Mestres do Karma.

Naraka é o vocábulo sânscrito correspondente ao inframundo e é lugar de tormentos. É um dos seis reinos de existência de maior sofrimento em toda a cosmologia budista. Segundo o budismo, um ser nasce num Naraka como resultado direto de seu karma prévio (consequência de seus pensamentos, suas palavras e suas ações), e reside nele por um período determinado, até que seu karma tenha se esgotado. Depois poderá renascer em algum dos mundos superiores, como resultado de um karma anterior. A mentalidade de um ser no inferno corresponderia a um estado de extremo terror, desamparo e angústia.

Fisicamente, o reino dos Narakas se encontra ao longo de uma série de redes de cavernasYambu Dwipa (o mundo humano normal), no interior da Terra. Existem diferentes maneiras de classificar os distintos Narakas e descrever seus tormentos. Uma das mais comuns é a dos Oito Narakas gelados e dos Oito Narakas ardentes. Depois passam pelo AVITCHI (a esfera do sofrimento ininterrupto) e culminando com o MAHAPADMA, o mundo frio onde os defeitos de tipo psicológico se rompem em pedaços expondo seus órgãos e estes últimos, ao congelar-se também se fragmentam indicando a dissolução total. Algumas pinturas do inferno na tradição budista mostram certas semelhanças com as do inferno cristão da Idade Media e com os mundos dolorosos de muitas outras culturas. É mostrado como um lugar de dor e tormento intensos, onde se submete suas 77 " id="pdf-obj-76-2" src="pdf-obj-76-2.jpg">

Fisicamente, o reino dos Narakas se encontra ao longo de uma série de redes de cavernas que se estendem por baixo do Yambu Dwipa (o mundo humano normal), no interior da Terra. Existem diferentes maneiras de classificar os distintos Narakas e descrever seus tormentos. Uma das mais comuns é a dos Oito Narakas gelados e dos Oito Narakas ardentes. Depois passam pelo AVITCHI (a esfera do sofrimento ininterrupto) e culminando com o MAHAPADMA, o mundo frio onde os defeitos de tipo psicológico se rompem em pedaços expondo seus órgãos e estes últimos, ao congelar-se também se fragmentam indicando a dissolução total.

Algumas pinturas do inferno na tradição budista mostram certas semelhanças com as do inferno cristão da Idade Media e com os mundos dolorosos de muitas outras culturas. É mostrado como um lugar de dor e tormento intensos, onde se submete suas

vítimas às torturas mais cruéis, as quais são infligidas e dirigidas por demônios. Todo este mundo está em chamas, é insuportavelmente quente, embora abaixo existam regiões com um frio intenso que produz os piores sofrimentos. O inferno consiste de subplanos, cada um se especializa em um tipo particular de sofrimento equivalente ao tipo de ação inadequada (similar os círculos infernais de Dante). No budismo popular, estes subplanos são frequentemente descritos com riqueza de detalhes. Há, por exemplo, o inferno da imundície, onde se revolvem no lodo os corruptores de inocentes, enquanto são devorados por vermes gigantes. Os torturadores e assassinos são atravessados com uma vara para serem assados, e seus intestinos são destruídos por pássaros com bicos de aço.

A morada no Naraka não é eterna. Não existe algo como condenação eterna ao mundo infernal.

a

5 - O Inferno do Taoísmo e religiões tradicionais Chinesas

5 - O Inferno do Taoísmo e religiões tradicionais Chinesas O Taoísmo antigo não tinha oDiyu , que é um purgatório que serve para castigar e para a renovação dos espíritos na preparação da reencarnação em sua próxima vida. Muitas divindades, cujos nomes e propósitos são muito contraditórios, são associadas com o Diyu . O Diyu se baseia em uma combinação do conceito budista 79 " id="pdf-obj-78-6" src="pdf-obj-78-6.jpg">

O Taoísmo antigo não tinha o conceito de inferno, já que a moral era vista como uma definição feita pelo homem, também não existia o conceito de uma alma imaterial. Depois o taoísmo adotou os princípios de outras religiões, originando a crença popular do

“Inferno” taoísta, dotado de muitas divindades e espíritos para

castigar o pecado em uma variedade de maneiras horríveis. Isto também se considera Karma para o taoísmo.

Creem no chamado Diyu, que é um purgatório que serve para castigar e para a renovação dos espíritos na preparação da reencarnação em sua próxima vida. Muitas divindades, cujos nomes e propósitos são muito contraditórios, são associadas com o Diyu. O Diyu se baseia em uma combinação do conceito budista

do Naraka, nas crenças tradicionais chinesas sobre a vida futura e numa variedade de crenças populares e na reinterpretação destas tradições.

O Diyu é tipicamente representado como um labirinto subterrâneo com vários níveis e câmaras aonde as almas vão depois da morte para expiar os pecados que cometeram quando estavam vivos. O número exato dos níveis de Diyu e suas divindades associadas diferem muito entre as interpretações budistas e taoístas.

Alguns falam de três ou quatro "tribunais", enquanto outros mencionam "Dez tribunais do Inferno", cada um deles dirigido por um juiz (coletivamente conhecidos como os Dez Reis Yama); outras lendas chinesas falam de dezoito níveis de inferno.

Cada corte judicial se ocupa de um aspecto diferente da expiação

e de castigos diferentes. A maioria das lendas diz que os pecadores são submetidos a horríveis torturas até sua "morte",

após

o

que é

restaurado a seu estado original e se repete a

tortura.

 

6 - O Inferno do Xintoísmo.

6 - O Inferno do Xintoísmo. O <a href=Xintoísmo é o nome da religião original, nativa do Japão. Inclui a adoração dos kami, os espíritos da natureza. O xintoísta entende o nascimento como a aparição do mundo invisível no mundo visível pelo poder místico da vida. E se refere à morte como o desaparecimento ou ocultamento do mundo visível no mundo invisível. O nascimento e este mundo visível são realidades positivas, enquanto que a morte e o outro mundo são simplesmente aspectos negativos do primeiro. O xintoísmo não tem uma definição precisa do que acontece após a morte. (Não há um equivalente cristão como "céu" e "inferno".). 81 " id="pdf-obj-80-6" src="pdf-obj-80-6.jpg">

O Xintoísmo é o nome da religião original, nativa do Japão. Inclui a adoração dos kami, os espíritos da natureza. O xintoísta entende o nascimento como a aparição do mundo invisível no mundo visível pelo poder místico da vida. E se refere à morte como o desaparecimento ou ocultamento do mundo visível no mundo invisível. O nascimento e este mundo visível são realidades positivas, enquanto que a morte e o outro mundo são simplesmente aspectos negativos do primeiro. O xintoísmo não tem uma definição precisa do que acontece após a morte. (Não há um equivalente cristão como "céu" e "inferno".).

Embora a morte seja considerada "uma maldição, uma tragédia, uma desgraça", a ideia predominante é que o morto se converte em um espírito que pode conceder bendições a uma família. (Semelhante à idolatria dos católicos aos mortos, sejam santos ou pessoas comuns) Se diz que "os homens deste mundo continuam vivendo depois da morte e continuam recebendo as bênçãos dos deuses, ou seja, dos espíritos do céu e da terra. Também, com nossas almas incorpóreas, vivem juntos esta vida como homens". São importantes os mitos do Kojiki e o Nihonshoki (kiki Shinwa). Estes mitos falam de uma alta planície celestial (Takama-no- hara), onde residem os diferentes kami, mas não existe nenhuma relação entre este reino e os mortos.

Nas antigas lendas japonesas, frequentemente se afirma que os

mortos

vão

a

um

lugar

chamado

Yomi (黄泉), um reino

subterrâneo sombrio com um rio que divide os vivos dos mortos, que é mencionado na lenda de Izanami e Izanagi. Este Yomi está muito perto do Hades dos gregos (plagiado pelos cristãos), no entanto mais adiante incluem mitos sobre o conceito da ressurreição como na lenda de Okuninushi y Susanoo.

Ao Yomi é para onde vão os mortos para aparentemente apodrecer indefinidamente. Uma vez que alguém tenha comido no lugar do Yomi é impossível voltar à terra dos viventes. Este reino dos mortos parece ter continuidade geográfica com este mundo e certamente não pode ser considerado como um paraíso ao qual alguém aspira, nem pode ser descrito como um inferno onde se sofre castigo pelas ações passadas, mas onde todos os defuntos levam a cabo uma existência triste e sombria perpetuamente, independentemente de seu comportamento na vida. Muitos estudiosos creem que a imagem do Yomi é derivada das antigas tumbas japonesas onde os cadáveres eram deixados para se decompor-se por algum tempo.

O xintoísta tende a manter pontos de vista negativos sobre a morte e veem os cadáveres como uma fonte de contaminação chamada "kegare". Entretanto a morte é também vista como um caminho para a apoteose, o que pode ser evidenciado em indivíduos legendários que foram consagrados depois da morte. Talvez o mais famoso seja o imperador Ojin, que foi consagrado como deus da guerra depois de sua morte.

7 - O Inferno do Zoroastrismo

O Zoroastrismo é a religião e filosofia baseada nos ensinamentos do profeta e reformador iraniano Zoroastro (Zaratustra), que reconhece como divindade a Ahura Mazda, considerado por Zoroastro como o único criador incriado de tudo. Seus textos sagrados são o Zend Avesta. O Zoroastrismo já se praticava por tribos da língua iraniana que se instalaram no Turquestão ocidental entre o II e o I milênio AEC. E possui atualmente mais de 2,6 milhões de seguidores no mundo.

O Zoroastrismo historicamente tem sugerido vários possíveis destinos para os maus, incluindo a aniquilação, a purificação em metal fundido e o castigo eterno; todos os quais se encontram nos escritos de Zoroastro. A escatologia do Zoroastrismo inclui a crença de que as almas más permanecerão no inferno até após a chegada de três salvadores com mil anos de intervalo entre cada um, quando Ahura Mazda reconcilia o mundo, destruindo o mal e trazendo a ressurreição das almas atormentadas à perfeição.

Os sagrados Gathas (cantos) mencionam uma "Casa da Mentira" para aqueles "que são de domínio do mal, de más ações, más palavras, maus pensamentos, mentirosos". No entanto o texto de

Zoroastro que descreve o inferno em detalhes é o Livro de Arda

Viraf; onde descreve castigos para determinados pecados particulares; por exemplo: ser pisoteado pelo gado, como castigo por deixar de lado as necessidades dos animais de trabalho. Outras descrições podem ser encontradas no livro das Escrituras (Hadhokht Nask), dos juízos religiosos (Dadestan-i Denig) e no Livro das Sentenças do Espírito da Sabedoria (Mainyo-I-Khard). Todos disponíveis na internet.

8 - Infernos de Religiões Ancestrais

1 - O Inferno Egípcio.

<a href=Viraf ; onde descreve castigos para determinados pecados particulares; por exemplo: ser pisoteado pelo gado, como castigo por deixar de lado as necessidades dos animais de trabalho. Outras descrições podem ser encontradas no livro das Escrituras ( Hadhokht Nask ) , dos juízos religiosos ( Dadestan-i Denig ) e no Livro das Sentenças do Espírito da Sabedoria ( Mainyo-I-Khard ) . Todos disponíveis na internet. Veja mais: http://www.avesta.org/avesta.html 8 - Infernos de Religiões Ancestrais 1 - O Inferno Egípcio. Os egípcios tinham crenças muito elaboradas sobre a morte e o além-túmulo. Eles acreditavam que os humanos possuíam um ka ou força vital, que abandona o corpo no momento da morte. Durante a vida, o ka recebe seu sustento dos alimentos e bebidas, razão pela qual se acreditava que para se manter depois da morte, o ka devia continuar recebendo as oferendas de alimentos, já que a essência espiritual as poderia consumir. Além disso, cada pessoa tinha um ba (figura a o lado), o conjunto de características espirituais únicas para cada indivíduo . Sendo o akh , o deus interior ou potencial divino. Se o ka não for conservado corretamente (que era o dever dos sacerdotes de Anubis , deus da transição), então não é possível chegar à transição no reino de Osiris , e o espírito vagará como um dejeto. Anubis colocará o ba ou o coração em uma balança 84 " id="pdf-obj-83-28" src="pdf-obj-83-28.jpg">

Os egípcios

tinham crenças muito

elaboradas sobre a morte e o além-túmulo. Eles acreditavam que os humanos possuíam um ka ou força vital, que abandona o corpo no momento da morte. Durante a vida, o ka recebe seu sustento dos alimentos e bebidas, razão pela qual se acreditava que para se manter depois da morte, o kadevia continuar recebendo as oferendas de alimentos, já que a essência espiritual as poderia consumir. Além disso, cada pessoa tinha um ba(figura ao lado), o

conjunto de características espirituais únicas para cada indivíduo. Sendo o akh, o deus interior ou potencial divino.

Se o ka não for conservado corretamente (que era o dever dos sacerdotes de Anubis, deus da transição), então não é possível chegar à transição no reino de Osiris, e o espírito vagará como um dejeto. Anubis colocará o ba ou o coração em uma balança

contrapesada por uma pluma de ave, que representa o conceito de Maat. Se o coração não estivesse carregado de conflitos e com a culpa de ter uma vida de desordem e desorganização; então é suficientemente puro para entrar no reino Aru governado por Osiris e estará em paz. Se não, então Osiris o entrega ao demônio Amit; e sem seu ba, é condenado a não conhecer a paz de Aru e estará sujeito aos tormentos dos filhos de Apep (Apophis), a serpente original do caos e a fonte da obscuridade espiritual. Um inferno na terra.

contrapesada por uma pluma de ave, que representa o conceito de <a href=Maat . Se o coração não estivesse carregado de conflitos e com a culpa de ter uma vida de desordem e desorganização; então é suficientemente puro para entrar no reino Aru governado por Osiris e estará em paz. Se não, então Osiris o entrega ao demônio Amit; e sem seu ba , é condenado a não conhecer a paz de Aru e estará sujeito aos tormentos dos filhos de Apep (Apophis), a serpente original do caos e a fonte da obscuridade espiritual. Um inferno na terra. O simbolismo da serpente na Bíblia é com certeza de origem egípcia, assim como o conceito dos demônios que estão no lago 85 " id="pdf-obj-84-16" src="pdf-obj-84-16.jpg">

O simbolismo da serpente na Bíblia é com certeza de origem egípcia, assim como o conceito dos demônios que estão no lago

de fogo, assim como

ao

devorador Amit, que se

guardião de um lago de fogo.

dizia

ser

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Na religião egípcia, o inframundo não era considerado o mal em si mesmo. Eles o consideravam tanto como um lugar de morte ou renascimento. Morre-se aqui para talvez renascer em Aru. Viam o lugar da morte como a fonte da vida.

2 - O Inferno Grego.

de fogo, assim como ao devorador Amit, que se guardião de um lago de fogo. diziaHades é na realidade o nome do deus dos mortos e governante do inframundo, mas o nome acabou tão associado ao lugar que Hades é também o lugar para onde vão os mortos. Hades governa este mundo com Perséfone (a quem sequestrou de sua mãe, a deusa Deméter) e uma série de outras figuras como Thanatos, 86 " id="pdf-obj-85-21" src="pdf-obj-85-21.jpg">

O Hades é na realidade o nome do deus dos mortos e governante do inframundo, mas o nome acabou tão associado ao lugar que Hades é também o lugar para onde vão os mortos. Hades governa este mundo com Perséfone (a quem sequestrou de sua mãe, a deusa Deméter) e uma série de outras figuras como Thanatos,

Hypnos, Caronte y Cérbero (cão de três cabeças que custodia o Hades). Hades representa o lugar de castigo eterno para os maus, onde os pecadores são postos em situações horríveis.

Exemplo disso é ser submetido por Tício, enquanto um abutre come seu fígado, sedento e faminto, mas não pode comer a fruta que está acima de sua cabeça ou beber a água a seus pés, e Síssifo o obriga a empurrar uma rocha morro acima só para que ela regresse de novo mais uma vez e por toda a eternidade.

Os antigos Gregos também acreditavam na existência do Tártaro. Era um lugar profundo, sombrio, um poço ou um abismo utilizado como calabouço de castigo e do sofrimento que vive por debaixo do mundo. Platão (c. 400 AEC) escreveu que as almas foram julgadas depois da morte e os que receberam o castigo foram enviados ao Tártaro.

Assim como outras entidades (como a terra e o tempo), o Tártaro é uma força primordial ou divindade. O Tártaro foi utilizado como prisão para o pior dos vilãos, incluindo Cronos e os outros Titãs, que foram lançados por Zeus. Gea e Urano também lançaram seus próprios filhos no Tártaro, porque eram muito feios. Originalmente, o Tártaro era utilizado unicamente para confinar nele os perigos que ameaçavam os deuses do Olimpo. Em mitologias posteriores, o Tártaro se converteu no lugar onde se castigava o penitente de acordo com o delito cometido, semelhante ao inferno da mitologia cristã.

3 - O Inferno Romano

Na mitologia Romana, a entrada ao Inframundo está localizada no Averno, uma cratera próxima a Cumas, foi a rota usada por Eneias

para descer ao reino dos mortos. “Averno” pode ser usado como referência a todo o inframundo. Os Inferi Dii eram os deuses romanos do inframundo.

Virgílio o descreve na Eneida como um lugar gigantesco, rodeado pelo rio Flegetonte que estava sempre em chamas e com muralhas triplas para evitar que os pecadores escapassem dele. Está custodiado por uma hidra com cinquenta enormes faces negras, que se encontra em uma porta rangente protegida por colunas de diamantina sólida (uma sustância similar ao diamante) tão forte que nada o pode cortar ou atravessar.

No interior há um castelo com muros largos e uma alta torre de ferro. Tisífone, uma das Erinias, que representa a vingança, fica de guarda na parte superior desta torre com um látego. Há um poço dentro do qual se diz que se estende terra adentro duas vezes mais longe que a distância até o Olimpo. Na parte inferior desta fossa se encontram os Titãs, os filhos gêmeos de Aloeus e muitos outros pecadores. Ainda mais pecadores estão contidos dentro do Tártaro, com penas similares às da mitologia grega.

4 - O Inferno do Oriente Próximo Antigo

As culturas da Mesopotâmia (incluindo Suméria, o Império Acádio, Babilônia e Assíria), os hititas e os Cananeus revelam algumas das primeiras provas da noção de um mundo inferior ou inframundo. Dentre os poucos textos que sobreviveram destas civilizações, esta evidência aparece na Epopeia de Gilgamesh, e "Descida de Inanna ao inframundo", "Baal e o Inframundo", a "Descida de Ishtar" e a "Visão de Kumma”.

5 - Infernos das tribos Africanas

Os Infernos da África incluem a mitologia dos Haida ou "Hetgwauge" e o inferno da mitologia swahili (kuzimu). A religião Serer rejeita a noção geral de céus e inferno; mas aceitam que os antepassados que morreram há tempos estão em um lugar muito próximo do céu. A rejeição e tornar-se uma alma errante é o mais parecido ao inferno após deixar este mundo. As almas dos defuntos devem fazer seu caminho a Jaaniw (a morada sagrada da alma). Só aquelas que viveram suas vidas na terra de acordo com as doutrinas Serer serão capazes de fazer esta viagem necessária e, portanto serem aceitas pelos antepassados. Aqueles que não possam fazer a viagem se perdem e se convertem em almas errantes, mas não se queimam em um "inferno de fogo".

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Como não é difícil de notar, praticamente todas as religiões

inventaram uma espécie de “lugar especial de castigo” para onde

irão as almas depois da morte do corpo. Isto é perfeitamente compreensível, já que a injustiça da vida sempre tem estado presente e crer que depois de morrer os maus serão castigados de alguma maneira, é uma forma de paliar um pouco esse sentimento de impotência diante da injustiça e do mal que nos rodeia a todos.

Então caro crente cristão, a ideia de um “Inferno” de castigo onde

há diabinhos atormentando e queimando os pecadores, não é exclusiva de sua religião ou de seu deus; mas poderíamos dizer que é a expressão de todas as culturas da história da humanidade diante dos males que ocorrem durante a vida.

Então não se sinta muito especial.

7 - Para qual inferno irei? >>>

7 - Para qual inferno irei? <a href=>>> Ser condenado ao castigo infernal do Deus de amor não é algo exclusivo dos ateus, muitos crente, possivelmente a maioria deles, seguramente fará companhia aos ateus no tormento eterno, pois sabemos que só o fato de “crer que Deus existe” não é nenhuma garantia de salvação. Do ponto de vista cristão, para qual inferno irão os ateus e os não salvos? Porque, se o crente não sabe, há muitos “infernos” ou pelo menos várias versões dele segundo a Bíblia, assunto que complica e confunde qualquer um, o que pode ser um sério problema para a salvação do crente.  Desde pequeno os cristãos são bitolados de que existem apenas duas opções simples e radicais: se é bom será premiado com o céu, mas se é mau vai para o inferno sofrer por toda a eternidade. Simples… Não? 91 " id="pdf-obj-90-7" src="pdf-obj-90-7.jpg">

Ser condenado ao castigo infernal do Deus de amor não é algo exclusivo dos ateus, muitos crente, possivelmente a maioria deles, seguramente fará companhia aos ateus no tormento

eterno, pois sabemos que só o fato de “crer que Deus existe” não

é nenhuma garantia de salvação. Do ponto de vista cristão, para qual inferno irão os ateus e os não salvos? Porque, se o crente

não sabe, há muitos “infernos” ou pelo menos várias versões dele

segundo a Bíblia, assunto que complica e confunde qualquer um, o que pode ser um sério problema para a salvação do crente.

Desde pequeno os cristãos são bitolados de que existem apenas duas opções simples e radicais: se é bom será

premiado com o céu, mas se é mau vai para o inferno sofrer

por toda a eternidade. Simples… Não?

Não. Não é tão simples.

O que a Bíblia nos diz e o que circula entre as crenças populares é que há vários locais parecidos com o inferno ou parte prévia para chegar ao verdadeiro lugar de castigo. Confuso? Pois então vamos repassar rapidamente um pouco sobre este assunto

estranho e ambíguo dos diferentes “infernos”.

1 - Lugares prévios ao Inferno de sofrimento eterno.

O Purgatório.

É um lugar totalmente inventado pelos Católicos, onde

absolutamente todos os seres humanos, após a morte, irão expiar

ou “purificar” seus pecados banais, que mesmo não merecendo a

condenação eterna, é necessário limpá-los para entrar no céu.

O Limbo.

Outro lugar inventado, para onde supostamente irão as crianças que morrem sem serem batizadas e não receberam a bênção ou palavra de Jesus. Alguns inventam também que é para onde vão

também as pessoas que, por razões de cultura diferente ou época,

nunca receberam “a palavra de Deus”; entre estes estão os

dementes e loucos, os aborígenes e indígenas, os que nasceram em uma zona aonde nunca chegou a “fé cristã”, etc. Um dia o Vaticano se deu conta do incrivelmente absurdo que era crer na

existência de um lugar assim e decidiram simplesmente eliminá- lo, ou seja, na realidade nunca existiu, deixando os fiéis iludidos e muito decepcionados.

O Seio de Abraão ou Limbo dos Profetas

Outro desses estranhos lugares prévios ao céu/inferno aonde vão todas as pessoas boas que viveram antes da chegada de Jesus e sua “nova” doutrina montada com diversos plágios. Neste caso não seria um tipo de inferno, mas uma espécie de pré-céu. Entre os que se encontram neste lugar estão Abraão, Noé, Moisés, o rei Davi e todos os juízes e profetas do Antigo Testamento. Só há

uma referência do “Seio de Abraão” na Bíblia e é em uma suposta

parábola!

2 - Sinonímias e paralelismos com o “Inferno”

Há uma série de lugares e termos que a Bíblia nos mostra e que fazem recordar o inferno. Sempre há muitas discussões entre os

próprios crentes para definir se estes lugares são “infernos” como

tal. Ao que parece nem mesmo entre eles conseguem se colocar de acordo sobre o lugar para onde vamos nós, os pecadores, após a morte. Vejamos alguns deles:

Hades

Outro desses estranhos lugares prévios ao céu/inferno aonde vão todas as pessoas boas que viveram antesMoisés , o rei Davi e todos os juízes e profetas do Antigo Testamento. Só há uma referência do “Seio de Abraão” na Bíblia e é em uma suposta parábola! 2 - Sinonímias e paralelismos com o “Inferno” Há uma série de lugares e termos que a Bíblia nos mostra e que fazem recordar o inferno. Sempre há muitas discussões entre os próprios crentes para definir se estes lugares são “infernos” como tal. Ao que parece nem mesmo entre eles conseguem se colocar de acordo sobre o lugar para onde vamos nós, os pecadores, após a morte. Vejamos alguns deles: Hades Hades Este termo provém do Deus grego Hades ( ᾍ δης ) cujo domínio e reino era o inframundo, também chamado Tártaro ; lugar de tormento e sofrimento eterno para onde iam as almas pecadoras após a morte. Os primeiros cristãos utilizaram a palavra grega “Hades” para traduzir a palavra hebraic a Sheol . 93 " id="pdf-obj-92-27" src="pdf-obj-92-27.jpg">