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Funchal. IS de Fevereiro de 1992 ,

,MADEIRA

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DIÁRIO OE NoTICIAS -

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2

1992 , ,MADEIRA - DIÁRIO OE NoTICIAS - , .• '. ! 2 , .\ .~

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_

ALBERTO VIEIRA

nos aniversdrios e centtrr4rlos.s6 potüm ln" iJld.J , apresenta

Se cOItstitufrem ensejo para estudarpl'Obk1tU1f, mtdiJilt'

directrizes, criticar certef.QS dogtn4/kM; ca80 conlnftúl,

mumificam os vivos, sem ressuiclJar os

mbrttW'. '

d.

e

O marke.ting colo~bino estabeIeteu que .199%

era o a1\O para o negócio em tomo da rlgUra.dó na· vegador. 'Todos procuraM ,vendert,mais e melbor, as a pQrtaçóe5 de.que hoje se consideram Udimos re· presentantes. de tal leito. Aqui, cutelhalKllt e lta·

sendo o produto apresentado tom _pompa :e ,.cit-

nos

posiçAo universal; em Génova os balianos tentam reabilitar o seu protagonismo colombino atravá de OnH' exposição internadonal com um tema a ' pro-.

do feito de 1491, do outro aqu!les que, ~ 1m da nacionalidade do nav:egador, t:eiviodJeam * sua quota parte, dizendo ter sido a sua lormação 4e marinheiro

naVegador' qÚe se

pretende vender. O

do nàvegador com a& gentes do mar, em Se

magras pOSSlbnidades que'os seus parceirot lhe conce-

demo Mais uma "ez perdemos ~ po.ssib~~dede fll'. ''-' , Entre DM o pabOrama f: por deabals

mar ~ nossa real punção em 'áct diiso.-

Perante semelhante disputa e .tríuntãlismo do feito colombino e~queeeooSe a periniln@ndà ellÍ.l'or.

~ . " Durante muito teDipooptou

navegador. N0!t-.se que Colombo regTtslOu em 1493 :

como um her61, mas em ·1500 • sua sltuaçio muda:

,

"A

'

.

m.

lianos disputam, vorazmente"a maior latia·do bOlo. , _marinheiro e dedara, sem pejo, que ele projedou o

em Portugal O stgundo, em opos~o, releva o seu

constância: em Sevilha, um espáço de lusO; 8e.rve- con?lvio em Eepanha com 011 notêntiaolf oe princi.

ou ";

Cólombo 'em ~sâldôs"

.

'

amordaçado 80s Rb cat6lteOat l1ttma

-da Inveja de muitos (realidade de ontem e de hoje) e

Um suplemento do "Le Monde". pubtialcfo em Setembro de 1991,cr.~~nosde forma lapJd.' esta

age avte CoIomb". ct)dSeguiu recolher a Imagem do

laqo mail

e

tlgrUflcativo 4: que esta opçio 010 surge na ' vCrf dos . inter~ em aituação? , . ' I - . I

Alfm diMb perdeu·se rttuito tempo em f~ repúdios da ntJàÇio do navegador ao nosso arquipBago. De·

impladvel Justip da coroa. poi.!l destobriram--sé falsos arautos que pretenderam

reivindicar para. si aqUilo. que a todos ptrtenct. E. ainda hoJtt"f com alguma dlReuldade qUe oon&

Vitorino MagalJtlJu God;,.ho.l94~ realidade. Edtvr Plenel, num "texto intituladO ~Voy segue lev.r pc,r dlante' um ,congreslO InternaCiOliál,

que pretende oonsagrar a prtiel;lça 'ntad,e.iren no projecto ~ombino.Ê caso para pergqntlr: (quem

poUticos, iDas .im_dos eruditos e historiadOl'tl: PaoIo Mesmo assim não hi'6 poisfvfl lauto vingar a EmUlo Tavianl e Consuelo Varela dflputatn entre si - opção porbigl, do leitó ~oin~ pera.-o I!:KnsÍvo

o navegador. Ó primeiro realça o gfnlo genovês deste

protagonismo de espanhóis e castelhanos. A comu· nidade de.Deifica: mantfn:t.ae estupd'atta ~e~redada

Tudo está preparado para qUe assim aconteça, plano de Viagem antes de 1476, data em que se f'b:ou" ~em quezOras pessoais, as autoridades e 1nstituições

de dlrélto temem o entrentamento••M.bI uma vez os Portupeses perdem esta o~rtunicl.def'b!aando'o

f\ pleno afirmação eastelhana. atra;is da ex- - pais aealeotadOl'el do projecto da viaatoL AJfmdlsso

o mélmó declal'A'qu4Hudo resaltoo'da tamDiaridaderlo,. dltl.- "toEm. do -','6blro tado do iAtlAntlco,

~~poJU~n!o de an~rtor,~1tKii'a~. E como

'~OCGID a situáçio, resta ~ '~ptóxlmo

i centelJtirio e aguardar · que os nossos· vlndourus te·

p6sito: " o navio e o mar", Dum lado os .tri~ntádores Peranté ' isto 08 depoimentoS dós Prols. Vi~rino , nb.iD :,Ó ~'d~éJ alento pàr. reivióditlr a (JUota

Magalhit. GOdinho e Luis de AlbuquerqUe:'pAhatil - parte pórtugutsa no leito de 1491. :' dl!sapereebidoi! o: primelro nega quI! Colombo tenha A todos nós, que não teremos oporhinklade de sido um bom marinheiro, uma 1't'& quê_,tudo ~ol:feUo chegàr aU 16,-ruta-oos esperar que a próxima come·

genovê! que o levou a tamanho leito. ,pelos pilotos que o :acompanharam, 'eaqulnto -., se. , moraçio do quarto centtlÚlrio da heróita viagem Portugal. o teneiro protagonista do leito tolom· gund'õ'fêififmã 'iisó, lembrando 01 erros de c61cu10 de 'Vasco da Gama cieslaça quaisquer equfVoeos. Para

bino. prele~u ~car de fora e · aproveitar apenas AI .~ (,.,equivoco da desêobe ' rü, relegada para se~do nós ~ha a oportunidade, para 01 outroS impera o

plano com o leito de Vasco da Gama. i . oportunlsinO.

t por isso que as comemorações centenárias '

por Ignorar ettà,rea. envolvem. Por veZes, os ,~vestipdores numa brutal

UdlMle e só em "l892,::quàndo OIatrieneailOt uc)s fi- ceguei'" que. aeaba Hmprt por IalHar a verdade aram ~~rd~ o DoMo prota,onlsmo, It anlaiaram histórica. Aconteceu fiO passado e continua li SU·

tugal e o mau tratamento dado pelos çastel~bosao - 0lÍ lnteledu~ que aJau.m de novo IUII •. Tudo ceder DO prmnte: Neste caso as palavras do Prof.

Mqa1hiu God~o, ditas em 1947. ainda se man· tlm actuais e -me~doras da nossa reneüo.

relembnda, d. 'qQaDClo em vez. por est:6tuu e bustoS.

'Dlo !,bIOU de uma ~a'orla momentAnea,

• REFLEXA O ; A"memória histórica contemporânea ',I.' ; :G,~«AmaiorilO\~absoluta'n
REFLEXA O
; A"memória
histórica contemporânea
',I.' ;
:G,~«AmaiorilO\~absoluta'n
~laERTO VIEIRA out~osdesvalorizam estll inlol"lJ1aÇ;'o e parcce quererem allUb~lr ti a memória colecti- N
~laERTO VIEIRA
out~osdesvalorizam estll inlol"lJ1aÇ;'o e
parcce quererem allUb~lr ti a memória colecti-
N inguém ignora a imp0l1ünciu que
evide ncio u aquilo que pum nós era há lIluito
tempo uma rcalidlldc, islo'é, a diliculdadc
em l'eunir as fOlltes que tcstelllu'l hclII o
processo histórico dos últimos 25 anos,
va das
vi tória s ou/e derrotas, '
ussume (ou pelo monos deveria
Continuo II pensar que na época contem-
assumir) a História, nomeadamenle
Se nos dc!i\'ermos em alguns aspectos,
por ânea o IIl'nnço da histo,'iob~'aiia madei-
cm socicdü.des. Como a nos a, que ::iC cncon·
rense pussa IlClo apngar das guC'T"S i ntesti-
I ram num I"ocesso de ofirJ11ução du Identi-
dade, O av<'lo à liistória é uma constante no
1I08S0 quol!diano, mas Isto Iliio quererá
'\~
tr"oalhllm,
dn e entpndida po" lodos,
como seja a questão do movimento illdepcn-
denllsla, entre 1974 e Wi8, somos confronta-
dos com inlorma~ôes de_enconlradas cnl,'e
illtCl"Vellienle e não intervenientes, que se
aulo-ioLituhull de "nUllli sLu ", m simpl es
cse ,'cicio de recolha da inlormação avulsa
nas, o ounll'
definitivo do bicho cu ,'uncho so
tia inveja e dn má-línbtUa que continua a
manchar as instituições e os que, nindu., ,
dl1.ol0 que ela seja. t.!cvidnmcn(c di~p(Jnihili7
Não lHlstum as paluvras 011 J1ljllliicsln~:õcs
A
uril"lllação do processo autonóm ico
não
pude alllcar-.c desi a realidadc , fazendo
da
apenas escl8recc a parLe mai~ \'Ísiwl, tios
princípios programáticos '1lIC'nortc:tnllll
1Ii ' I<ÍI"in um dos pri uclpals suste ntácu los,
este movimento, mlls pouco ou lIu~hL nos
públicas é nccess>Í,'ia acçáo nesla ::uerra
uo- detmclorc da nossa historiografia e,
porque não, da nOSSa autonorniu. O pa so
Pum. isso, torna-se COIl\'Cnientll a apost.a na
re fcr em soure ii ellvolvencia dlL sociedatle c
eil Ii'ente que se IlI'clende <lIlr l)fi, sa IlO"
pl cna afil' lIluçáo d o di sCIII"SO hi slór ic o,
do
protngonistas do movim ento,
Se,,\ qlle estamos pCl"llnte uma c~trulura
c
ta desrntizuçlio das inslituições públicas
utl"Uvés
dn investi ',lção c publicução , Os
últimos anos demollstl'lIm que nada ficou
esquecido, núo obstaJlte as profecias de
o"guni7Jlda ou apenus pe"unte um movimen-
dos profela. dR inveja e m:\-Hnguu, mas
tambem: por Ulml adequnção às netuais
to (Iue congrega\'" vMios i nteresses, II
linhas de orienlação da Hi ' lo l'iog,'afin
alb'lIllS profetas da desgru~1I que aimlll
maculam u nossa historiografia, Comu
muior pur te dus vezes !(l'upistus? A conver-
Conlcmporànca,
, a
ou
entre,; ta e01l11116'11n tios conhecidos
A afirmaçiio do saber histórico nào se
''Csultlldo disso, a
l'li ló,'ia ÍJlluulizou, e ,
ou
di
crelus IIIJimado, ' cs d~ mo\ ' imenlo sáo
clllran~o de forma c1ura no nos o quolidilt-
ainda muis intrignntes, pois enlre aquilo
pode rosumir apenas à ill\'csligação e
dil~,lg:lção, passn tambllln obrigalol'iulllente
"", B nuncU como hoj~ se upostou
\nnto,
qu' prupo
itatlamcnte se esqueceu e O
A
títul o de exemplo, temos o [aclo de o
CEIIA, 110 ano que ugora [erminll , te ,' ol1,'Uni-
pouco que é dilo enh'C denles, "cvehllll,se
inúmeras lacunas c até conlrndiçõcs,
zudo 3
cllcon ll"\JS internacionuis
pelo achu'ar das áb'llas tu,,'as r o apagar a
voz dU(luc!es que lazem dn sun jll'or.ssão de
historiador a guer ra às iJlsliluiçõcs e jles-
soas que nos últimos têm dado tu<lo
sobl"e tomas hislóricos com
acLull liu lI,de c de nns ediçõc"
, tl"'IDOS olllros lU volllllles, A
• «Não bastam as palavras ou
manifestações públicas, é
paro O sallo qualilativo que domina
a actual historiogl'llfia mu<le;,-cnsc,
Para" maioria cios histo,'illdo,'Cs
média de vondas destas cdiçúcs
c~ídcncialumlJém (\ c x.isténcin
de uma
grande pro cura, dentro c
necessária acção nesta guerra
ac;>s detractores da nossa
historiografia e, porque não,
esta incidêncin nu contcmpol'ancidu·
de, naquilo ti que licou conhecido e
<IcfiJlido por JCalt Lacoutul'e como
fora da região, A História d:t
~Iadeira deixou de ser um me,'u
da nossa autonomia,lI
usaio ue diversão para entrar
nllma. ~,'Uue pru[issiona lização, É com
tmbalho C não com a invcja e má-Hllgua que
A imprcn 'a, regional, nacional e mesmo
internacional loi prenhe na vulo~izução dos
acontecimenlos que envolveram o movimen-
Hislória Imediala, Esta nova COrI"Cn-
te historio[:r,Uica, CjIlC tem ganho
grande popularidade nu Europa, define-sc
pela possibilidade de o bistoriadol' podeI'
questionar os tesl emunhos directos e indi-
H ~t'UI\!dl'ói 1\ a.ulÚllomiu .
to, 1l0nlCadUIIlCnll! na c(iUcrluru daquelas
m eios ulI'a\'és do "ecu,""o 11 técnicu dn
Não 01> tunte esta ambiência mio será
lílCiI
de "Ii,'mar que o pro cesso eslá
lel'mina-
do c
que ' e alcançou o rim desejado da
l1i~lól'iu, A tlistó,'i:l d
Mudeira lunda não
ncções com \~olênciae vi,ibilidadc, ) '/U8
como cntender u imparcialidade lu~"C à lorçu
de UI1l discurno oneial n de "Estudo", ou,
quando qucm escrevc sc siLua no rol das
está [cita, pCI'sistindo b~'andcs lacunas,
nomeadamente paru li épuclI conlcmporft-
limL Aposta,' /llIma maiOl' elucidaçiio desta
época é IUlHlamental pum H "Cllu\'uçào
tCIIl/Wca da Hi,lórin, como da afirmação du
vrõpl"ia aUlonomia, que de cerleZ!l seni u
1IUln'.a. l1lai~ evidente deste momento.
vítim as
ou pcrseb'Uidos 1'0" este movimcnto"!
História OI"UI,
Para quem não está ainda familiarizado
com as noVUt> correntcs historiográficas, em
que se enquadra a lIi~t6rin Imediata, reco-
mcndo UIII pouco de atenção à pab~lla web
Já aqui chamáll10s u alenção jlum a
necessidade de valOl'ização desta realidade
de "tl isto,'iu y Dcbate"[ hllp://lVlVlv,h,delmte,
com], 110 pl"OjccLo da Associación de História
histórica próx.ima dc nó~, lI1a~ nunca
SCl' Ó
AClu"llhlljl://I\ww.JtisLo,'ia'actual.~olll) ou ao
demasiado I"Cpeli-lo, As eleições, que são
unm das mais elevadas manilestaçõcs dn
"Groupe de Rcchcrcbc cn t1istoirc Immédia- '
le' (GRHlJ[ hlip:/"VlVI\~univ-t1s('.2.rr/grhi].O
democracia, fazcm parte do nosso quotidia-
A valori wção da vertente de investigação
de História cont emporânea passa também
no, Almvés delas constrói-se" socie<lad
política c laz-se a Histórin'Contemporã!lca,
fórum ' liistol"Ía y debatc' tem si do o prin cí-
pio de uma novu hist oriografia uescala
mundial sllrb~da no universo digituJ. Pa,'a
por uma maior valorização das [onles que
A campanha eleitoral é um momento de
servem de
sécu l" XX
su po r l e ao discurso histórico, O
evidenciou n IIccessidnde de
grande debolc d() idei(l
~,quase
semp\'o
quem, como nós liver a OIJO,'tnnidadc de
I'riv,.,' com o seu coordenador, o Prol. Carlos
\'alorizado nos papéis amlsos que n8 \'t!spe-
n"rros, l"apidalllcntc lica
"
motiva<1o por
ndOl'iwçilo dc oulro tipo de lontes, síluação
(IUC nüo podc ser ignorada pell\ hisLoriogJ'a-
lia e políticn arquivística
rn do acto eleitor;ü sãu arremessados ao
eslns actuais III'cocupa~õcs da hi storiogra-
lixo, Alguém Se l em orou (1110 eS l Íl aqui pal1e
impo,-lanle c imprescindível da
nOS!;>L Hi stq-
lia e nào deixará de ser UIII frequclltudor
assíduo dos debutes '1ue animam II página,
A
vivência democrática desde 1976 fez
que se passassem a va lorizar as novas
ria politica contemporáneu?
com
A busca (Iue fizemos sob,'o os últimos 25
fontes na COO 'truçúo do diSCUrSO hislól'ico
da conlell1poraneitlade, A prcpal"!\ção do
CD-110M subre a .'\utonolllia na ~Iadciru
anos de eleições I'('giolluis revelal',m, inúme-
ras IHcllna.', quer nos arquivos oliciais, que,'
parLidúrios, Tudo isto é revcladol' que 11115 e

, a ',1Ílllca) ormad!3"b e In g<

democracia ev

o voto útil fuz

, uar ,numa

: da: Nosta,

co sentld(í, o que conta é pela quaU!Iade: Seja 1Il\ • Iba de uma maioria abso

co

,s,~ja Í1~ pondo ; u!Da

çao.» ' . - Francisco Azevedo c ~ ,n 9 nN-qSBOA

.

Os t e mpos d o '"rotu~

mo roUneiro" estiio a eh.

ao nm, Sorá outra dor d. beça que espem o paei.

qUlllldo ti anestesi a g~rul

:I:llr de ter eleito, (

este ,

que largo a minha VOl p

cOllsiderar som virtualid_ pam o novo estorço que é gide ii s,orJ eda de por Lu

su.»

rot.ath'ls mo illlpl

E cc

,)

- ,!<)sé Medolros l'erl'oÍl'"

,dem

-Nas próxi mas eleiçó. questúo resume-se a num conlronto óbvio enl eS(IUenla e a direita, eu

ro que ganbe ii eS (lu erd a

direita n

'

-

Eduardo PI'ado

'

PÚBLlCO,

Coel l!

«Mas, ao mesmo temi)

gostarIa (Iue tllnto u esc

- da como II direita

' vossemua IJlumlidndo 'l'

caraeteriUl

que é mais 'urgente? O q mais importante? Como

a l mpl>

1ela? Que vai ser precIso s

rlCo'!r llRl".1 salvar o essen

, Que é o essencltú'!.

;

!

se m

e enrique

blMI" u- urgêlJcla e

-

- I donl, .ibidom

,

,

"

-

.

, " "A esquerda náo (az s

, do nas actual s'circunstfu

falM-sO de qIllJ.lquer ae ;pré-eloltoral, apresenta ' ,,-se jXlr ,ls so cuda partid

;j ulgamento dos portuglJ

, COIII as jJolitlcas pr ópria.

,

, delende.l> ,

, - Edb'lll' Con'ein, ibidcn

, . 0

remédio

contra

- Edb'lll' Con'ein, ibidcn , . 0 remédio contra das principais pechas d. I terrisOlo nâo

das principais pechas d.

I terrisOlo nâo está segunu ' to cm assUln.lr a "genda grupos de,lnteresse coma grama público e enl enLco -lhes d Irec!.an.lente Opod ' - 'VIla! Mor cl r a, ' /bidoUl

ífr '

','

~

.

"

.

" ,,<,:,:,conviria pedir.ao, ' \Guterres parapôr um Ire • roJlCnUn ll vela decisória E ,nativa de albtUlIll 'dos n

, bros do Governo, Se os

•sos governantes esquI ,que estão eDl gestão co, ' te, a1gué,u deveri a, no I mo, explicar-l hes que gu",m fará em mês e Ilh que n[1O fez em Se i s an<l!

--- E-NCrUANTO TEN~ O~ I tSSl1X:oS ~ NA. C4B~ . /
--- E-NCrUANTO TEN~ O~
I
tSSl1X:oS ~
NA. C4B~ .
/

- Migue! Coutinh o, no

RIO ECONOMICO

?, «Temos de reoonhecüJ perder 01\7,<) jogos DUllia ~.a115 .) ê normal c <lue Se , deu a dinâmica de "1161";:

, - Pinto dll Custa, IIQ !l I-

111:\ (1lI,w!s;w "Jogo [~<I"do

_Octáv io I(')"ú de SI) r l<u a outras sitlln~iH:\s (III

.\0 sân im"o{lo.{rnJ(lvois, nu <tuai s ele lIáo I!stavn Imll

dQ .)J

- Idem, ibidclII

I', HISTORIA . As Migrações e os Descobrimento! po rluguosn alingi osem os <>00 pO"~.

I',

HISTORIA

.

As Migrações e os Descobrimento!

po rluguosn alingi osem os <>00 pO"~. mas n3 déca· No i n'h, g"nOO l
po rluguosn alingi osem
os
<>00 pO"~. mas n3 déca·
No i n'h,
g"nOO l u, .
as ~ ,açõe. pt~dl$ pelOS
F.
CIe q'."""1a a1Onge·
mais recônd i tos recantos
dO
da
o. 6 •
P.cos lhoma,
Mundo. A formação. wn:;oll·
dtsco:orimenlOS'. Tudo islO pe~
ausé fICia de ,e gi slOS "" sé,ie.
7000. A eSle propó$IO ral.,e
Souc"on". a ela
Ge n~v ie v.
d;,ig~nle
' Deus ~
001 />O'lu9u ,-
daçlo do • •paço plninoula'
O<:$le. úl:imQs ja muilo $.
: em d ilO, mo dO$ prlme " OI
que o <k>:umentem lodavia. a
JOII
I SEAn"o~ que um !~27
ap,os.nla·so eOmO um elA,
:oro
solam em
con-poSlO
$0$ um ~o ,"Inllop~r.
por (O<Ço de uma poli·
pouco ou nadO
sat>&. Fal
,
tica de povoamo'lo que deu
de um. verdadei,. sa~g,l.
em~1O do que 5uetlde pala
E~a ,é pos>ivel ~,
Falia como o roe",,,,, a oul<o
mMla 2400 po' lu'
um gtupo '0>''''0
,.,sc" . um mundo inl e iro
goeses na '''''''eIas cotn <lMli·
<Ia~ la mffiM. na sua """"'lO
<Ia
p<Jranwr",,·
co,po "" prlmei,o mowncnlo
M
~opul .cional do 'eino m
-. "'*»e
a nle1ior ii "se
de
Ps. ""Iónio v;e.;-.
da.
P<>P"I.o<;<,>", Noo .Ii<:ulos
oi~1'*" .indO q_lio·
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QOO decao1.
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O, lI ell , •• nlio ImpoU'.el
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135:1-1385. "'1<1•. seg,""*, 0$
XV
e XVI o pJOCeS6C' • • pa" -
""" a dimen.ao a
la' a <Iocumenloç;!a di$pçnível
8 c,ó,jcas pa,o cncga,·so •
a~80.im.çOe. qu.nlili<:'ve:s
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ra s.uo, qcanlo, pa,li ,. m
mo.mo. h. "",a conlinuidade
""<Ia
por
Os
Doscob"menIO'
$ão 110 Allàn!ico e indico ~ojoc'
CS,. "",.",.,.,nIO: quanlos parli.
da~ lamilias 00'10 pr""= de
Por1"9'J8>C$. a par1ir ",,:IÓC\jQ
lou .Sl~ rr.o~ lidadO a
no,' ••
des.:abrvnenlO e oc""",,"": ·IM
liIs se con-baUanl$ ~ C(lUr~ em
XV.
lo'an' o
;"' cio
um novo
"paç<>$ deSC<lbe,IOS e ocupa·
ram à .venlUlo? Ouom .ao
estes ave!lww"," <:Ia ~ta
<lo "Ior.e da Ar,a. Orieoto, do
14 15
se
~aU.nl. Tor>ge' en
processo do Im,.r1lig,~ <Iall
dos. A pohl;". de pavo."""I"
populações
.
Por1ugal, PO"l"" pioneiro .,.>1e
. eu'ope
,
de."oMmenlO ts ilhas, c""l.
Ae ml , raç.lD 'D~,g"I!IIO
com destInO aS WllaS. Brasil ""
eo,t;r da G.Jir.oi_ !oIada 0"10$ I""
mile ante.er uma po,,'vol
q.rancirocação as "'",,:liçóes de
ocupaç50 e das íI"'uos <;un .s
1437
"" ~ IIl c,. oo r·C"Iõ"'" C"
a~;"'menlo económico de
algu," d• .,•• e.paç()$ CO"<I<I·
atueana " 8r.oil? Por !Im,
AUnllc; e (n~lcl
In'e~ rav.m Qu OOI'" accrnpa -
1458. ,"uos per,".fils con",,'e'
procesoo. •
,miu
um lu\;ar do
ti •
um surto (II 19 ,a l6<10 de
impolla s.be' po'qJ8
",i7
QUANTOS: Ouolqt.er lenta·
nhoram Jo.Ia Gonçalves Zo rco
expediç;lo <le po yoa menlo
' en l A
il a en 1 471 OU se O.'·
vao lo do. de I,.,e vonl.dQ ,
na
1001/1 To ro"" lH5 . te, lO, d/,
do. toq u". "
trad",iooal movi·
genl.o capa
s
de lan;. ' a.
OIlUJI-cl comrr-.e'>C\ln(. ~pua;.
menlaç,\Q inl.,na das pop ula·
ções. re&Ol'ant. da recoroqr.nsla
b
~. <Ia r.o
eoorlOmia ag'; -
51""'<10. pelo espinlo do
nlu·
da
Maceir.? Quanto s ocompa.
r. )u po o ul ros Inlc,ess.s •
AlolI.o de
tf"l<lie·", E,t;r Ideia pode
<<>Ia. A ist o aerUCe a poIj~ca
Ilho,"""
Ma,llm
kA M
Sousa ,u"", ao Brasitl E 01••
e
ocupaç,to <lo .~o, .UOOda·
de dei
"""solidaçl,, da.
1,,,a dt q<rantilicaç50 d)$ l uxos
migral4r103 na ~poca pr6-esto-
Ii.l ica esta condenada ao Iro·
casso. F.~am '. gistos <lo ~ id'
ser ce"iflcad. COm O lesr""",·
ma. Iambo
"
nh<> de um d:»: <lesccndonlcs
ram·
os d. oo"ad
",,1'01 movm
nl""
"",.
I-M'"'''' do,"""", e,p.\os
de oeup.çao em Alrl: •.
Nnl!ricõ <10 Sul O Á.~ ~ 0D<1.
gam. uma .,."na~nt. in:e,·
objectivos?
A Hislória e • Im<IO;ko 1_
.ao qUO$IOt$ q a d~ loil,"eOle
Io.-a do conliMnto, • "oldo
com os ,umo. dos deoco~,I·
lemun,.,., a p ,n'"ça d. um
Apena. 6 """ivol esla~ ,
Of\OCrII ,ão reoposta nos anais
da Hislória.
do
uo
c;lpilãO 00 f"""""t
Jo i o Gonça've. laICO
una Ideio
do """""'"
Em
Q''''''' helo,og~n&O: viol.nles,
,;00
me'!!•• o a necessidade de
ocup.ç50 "" novo, o'""çes.
furteio-
per
Ies". Carecomos.• """',
OUEM; A q
$1.to
irr O<ll""
15<'6 J >!io de Melo da Cllrra',,-
nlc,~;'os, miil.,es.
~ um.
do CO'lal>tõu, .s campan"". a
~ qu;mlfocoçio PI.ooo-u
c"",,
".
ná,lo,
e
is,ion;lr"",
nacionoI """, q,~
i",,~ do ,""p'~ <Ia 11l] 00 S.
,-er>Ç~o""
de ".,;a"",
:
S<lg<n<Io camOes
porlugI;e'
E,I. """,ta",. da oocioda·
.gesta
tio
M'nccos M óerufSO COS sé<:u-
10$ X~ e XVI , ~s armNa' que
ealego". s!>Coo·p,oli
""",
~~, ~ Iih<a
a o.>pdCda""
,eptesenladas Ioda. a. loca'•
de ~
do '"9",nle m>do:
~r.m às """ ~rli<la.
de pO"u~ue<a. q"e 98nM
do ,
""0
: •• I S maio mundo
dimoMole do,usada • poMu 00
dados 00 re.-o. "
ida
'um aram
ao
O,ie,'e" .
daquo"'. cu. fo'am ,.nçado$
~a,a a avent.'a dQ dosco""·
'porque a lho da
~ra
meu
acoo\&
Compilados os _ <Ilo do<>J.
t>ouve,a. lá cne\jll,a", Alas , a
vda do poola ' a male, a,",a·
.éculo XV. ae lu o ao
",.el do
ce em Lagos ou Lisboa mas a,
menco e ocu""ç50 <lOS nov'"
",
r,
" povoou, e meu a'IÓ a
m.!jOná<io • da anu",. A Me,a_
menlaç' o o!,cial
espaços. MiI~ar
mi:!si<Jn;lrio,
"" Sã. Mi!Juo1 •
II"nl~s que ~iam
ploça'
cOm a que
m"u "" •
de
çio d$so. ~m C"'13 o, ""pois,
"" (n<N. em 1553•• sua lida';
",
Ia"",
''''ge MI d ·ve""s crónico$" <l
poso"'"' taler "ma OIoi&_ C.P
,
lUIlcio:n;íOos da coma lriIam
s:.o Tomé. e com muilo t,.ba-
lUra pool~.ICSa!ti conl.o cOl1la"
paro a P'Of1id.3 "" <Jes.
;ioda por .sla '""IIdo,,".""""
~iCI,\ s.I.) de lO(\<) Opais_ N,\Q
luga r cal
,
em IOdas •• o'~·
lho, • lod3$ do lo lo qu•••
a e,pr
,\Q
<lOS l'lOlagoni.tas
.W.nl. a influência q
sla
são os . 'G"viO$ 0$ "n ico••
80
"
que es," nuxo millrar.;·
ciçõe•. ,,'" po-imei,os 10.-, em
:~ , Este, d oo.
c. lonos
v~
m~
<O<lJU'Ilur•• xe",," ro;>$ moIivos
adoe,l rom
de alma t <»raçao a
rio coodu,iu ,
.ai~a do ,e ino
ciovOla,
co c•• lioo 00 Nane
"
que ote
propunha Iova' paIO
do. d~ocob,im e " 'os, p" i o l o i
degred.do, 4venl",oi,o. ><)Ida ·
do e ruroci<>r<lrio. Po.- ludo ,oro o
valo ,.tava devidamMI. inlo.-·
rrodo pa'" evcc. t cs:a mobili·
princ ip.ls d
cr l'8
nos dcu lo, XV •
CQ looilOÇ'O do 6,a. il nlie
este processo. O Notlc • °0110'
XVI
co Alrica O /l ó-.dia QUO engros·
o
J;! em
~
.
1
'!i34 Garcia do Ro$<n<lO '''s'e-
mar'"". e,la mú l ipla mXMI c!a-
de da sociedade po""guesa
zação
nacôoMI
em
O,
I'IQS doi. S<!fl\ldo$,
,io' 13mbl!m e" iverom reple·
.e,laoos_ O. m.r inhoiros ,
la"'adores. oliea is mednicos
que """,ri,am à avenlu,. ~od.
_
c CMIO e ,inle A cinco
SO\) ° seu nUmero. ESI. que&-
mil
alm n.
Maga lhã es
God inho". ma il moderaóo
110 prende·s. COm ,ulra qua
10m ocupado. H,slorr09,alia
e'"", "da esP<ic>c de 10mMom
in eias por concubinas. d.
-m
n.1 teria"",," laz",em
neste ~aI()f. ,eltrindo apon;lS a
dos
descebri"'OMO I . Pora o
p,odu'i'·.
Não ,a~emos " • .
l usí.da.'.
IOdo o pai$. A aIgtJn> as "ón '·
ida
de 280.000 ent,~ 1500 e
$~"1o XV est;rbOlece -se uma
com !ia voIiosa Iraóç.!io
ifLten-
Aquilo que 0<:011_ a parti,
Vic>os mu(o .$palner
cas IIm.'3m °nome
IotrM
dua .idado de
ç~o, c""
~, seus inle<>-
do si<:uIo XV II
,
""""""'n'o
dourad.» A 1IIlI00rIa !iceu incóO-
!f>80 Nosta tonle, lo são mais
evidenles os dados d~. 'lux~s
bU'90 A.I. &
op,õe' "nlr~ a
a a,isloc,a.ia.
guru
los. Oul,. r. m,lia
ri
m,';m
pOr1tJfM1"'$ 00 ';1'6'.
si/ s
dn~m>co. Os q"" pa'len c,~­
S{JO'lO(J'
niIo • será d;!icl senão irropc>s-
com destino. Ma"oco. e
expressa também no conlrMlo
pralag,r"ila de rumo i:lCnIOCC.
.1i>ta
zam·se cOm os QUe c~.gam .
• A& ti.:u.", morar.
5;;0 os Bo,"ncou "o . que da
~.
Os liI'imos tan:O ~
"''INel~,"'. es;wecer
Oterra nIIo $8 e:I\ICta_te
breve enuoclado ~ nomes e
As c.vnpanh.ls m.:w'oquinlS
ioiciadIIs em 14r 5 conlin""ram
alé a década de vinle do oécuIo
XVI. quando .m 152l g.nnou
lerm. a po~l,ca de abando""
do dun ligu
Pedro
e
O
" OS infanles O.
Henriqu&" .
No<mandia,
au.vês
das
;e' os
""'faVOS, ,esu:l3rtes das razio
El\(p~rco os
-""",os
eSliuoam
Can;\"as. evolwm a 10<.10 os
as a'"canas. pre. as dó con·
Aqui .;10 eVldenfe. dJ,lS
umeros,
Ha qu e dedICa' "";10
.mpen~ados na. campaoha.
c,pa~o a ll ~ nhCO , S~O um
ler.>po ii recdha da _
a'<li-
lomIas de e.PfII!is.IIo dos II",
qJista m<I"oquln~. OU e;lr~n·
exempio "" I~miiaatl;\ollca"
\/"i,o"
dentos
{e notloias e
mig,a lór10. · por UTI lado o
Ne caso <lo Bra sil o proce. -
sos "'" documentos. ,,~ e
doo delcsa da. praças .Inca"".
ou de conqui'ta dos enlrepos-
d.
p.rllc lpar na .~enlu,a
do
espaço .1t.lnIOoo. onde o pc!lu·
da. Pla,as .trroa
s_ Dos q.""
rola~õ"s da I'i.çens que 1~1e·
tos "''''''tar
os segu'ldo polia·
s.o 101 d is,
tlo_
P,ime"o. ~nl'a
gL'"
A lite·
<:Iol;çobfWnenlo • ""'""'=. Os
,<m que cria, as condoçÕ.
mcnhem eSl. r
mm
na nnha da
I ' '''''A 00 ces -
1532
e
1548 .
l coi O s,Slem~ d~
l'"l>Ulso, d. said. e,idenc"m
Qoe e$lo roi urr ""'P'~" nar;;
e. p.ra a sua
orataç:.",
is:O.
,a' u,
,u~,.a um a p8,1.~o
capil
Os '''IS """lr" III.\ , ·
a
'povo~,', . , po r oul,a. M
P"'" esla siluaçao. Alg"mas
.".,1. A,J.flUSSEL·WOOO' ~
Ind ao , enlundidas como o
ht!sil. G'" alirrrar 'lU" ·0 impé-
ie nle, onde so lhe depa, ~
pan,,"m. "",odes. mllil. ,'eles.
pelo .'pi,i!, de cru,~ d" para
comI:laler o inI"I, alguns <afram
no campo de b.:alha • do.
OUI'''''. uno liç. ram ". g.rami.
CObrm.nIO do M',a. le rras , na
sen~a de encaniro de novO'
os ,lio ""Jl,IAes 8 a llO$ !uncic ·
das pJginas ~ 0'''0 d.
n,
moreados e
p' od u! os ,
na'"" a quem 8 coroa PfOCU'"
Or
Ouolid.de de politic
.
de
rio rraritmo pcrtugue. c."ode·
filou-se por
um
",.lanlo
~
xo
umo .ociedado .S!'JIU 'ada •.
90' isso , o que deve laz"' •
çlo de deles. du pra,as e
oul ro. ,egle5Oa,.m ao 'eino
lumoS o pOI'90nis l
e'J
Io.-m<I .impli~ta de da!;,,;r
Ie
compen",r OS •• ""?' preSla -
do. no injoco~. A muW",," foo
optfa<'.a em 154S p:or i<»cialiva
e
, ,, 'Iu,o humano.
"'Igumu
e.lavam .0 .ervi;o da eo'oa,
outras ao se,.iço 8 Deus,
integ rar.". M "n,"oolo, d.
Ga",", <!e Resende ·mora". Fo
este segundo des:ino que .~a ic
maio, nú"'ero de ml ~'an :e5
motivando um. completa sa~·
ese"la do .éculo XVI t$ltlo
tr.ae.das osll l'i\'êfIC". A ti'l. é
&.leo>3 e contempla tod•• as
área. I"crád ••. Dud . Gil
com a
perança de
um IBulO
p'oce
o.
" reolOlade não foi
da O. JoIio m, que pr"".,,,,, a
Vicente• ."ssancIo por Cam6es.
ou d a c:cm"la,10 d. pona a
quo oSl.vam .ujei:os aOl., c!a
po,toda. Em 14150_ Pac,o de
ass" I~ ,.,.or como se pode
""da"O ",,111:ca. ;l(lrnn'sI'~I'
Fe."l"Iâo Mence$ PIn".o II uvienle
pr""'" em qua'_
'sl3gCm '.
va do 8rasil au3'lés da er~,
"""as ao
!Viço do i ~"".
• perma,ér.:ia das mig'ações
preocupa~ão da nobru•
<10 ca'oo dO oo\'on"'do'·I)O".I.
mos
aind"
ealil'as dos seus
l)O'adU pelo$ doI~ .
peles
dascollrim
,\OS
ri COfISi ·
err
o TomO de Sousa E ~
;"Ieressn
.,. g."~"cÕ,, IM's'
~,il popu acion. '. pOIS como
Menezes tieou err, Ceula com
40 Mbres e 2700 homens de
de
r.da poSle,br As un'IIl"'·la'
po IIi" de povoamnnln dO$
$,.,r e ~.avia ai'l<h. OUI'3'. qu,
,el
e
do
novo,
Gada d t
·Ó""':"\IKO. <;wr,.,<!oteuW
arma•.
marr!>Coln as e A mo rto do
~
levar~ a uma IWC ~'esença
de""'
all:nllCOl . que
am par'" I!SS-lnda' <lo >aivém
Rel'ende:
$,lo Iágmm$ de PotWg.lI!
--
Nou~as a llu,as
t",Ofn"" Iro--
Infante O, Herv"l"". A:rI !4W"
toJmano do .rio .• p", aqui
$(I vi qliào v8lia<lcl ror o prOCl!S-
fXJ' M CItolarmos. quan:.s mhs
las c:cmO Obiecl ivo es~ifi:;o
nobre?a. excepç.to l";la " Nuno
dos obreiros n",de"""",. para
·ao eh""o desr3 COfOlfa
de connw
,
,conto Io_,i!ica·
doo GÓIS e 'lide de Sousa. fita·
O i;loçame~lo da eullura d.
Oroino UI despovoa'
q
tos
Iittoo em v.lo r."anrnl
do. Assim ,ucAdeu.m 1489
va
ompenoada na conq Ji sta e
caroa de • .,:oca
-
"
Aqut a nossa "tenção está
qwn~s noivas /ic.1,a7f {YJf ClSolr
pa,a GraclO.a. onde em dua s
dolosa da. po-aças ma"<><lUi-
Tal como ° relera Jo~o
re.e rv. da
ao
periOdO
que
TLIdo IsIO ,evela ' ''''' du.,
pa"
que /os.ws nosso. ónwl'
lro la, sage i,a
01 ope-.t,ios
M'_ Pôr. otguns. '" de<çcÇr i·
raolO COST"~ .sre pe""".",,,·
decor ro da tor<IuIs'a de Ceuta
alM~ ~;Iinlas q"" ,esumom
e,pecla lizado, e o. ma"' ri.is
mer""
alrl esta dlla loram pro-
to !kl xo ITi9'.l6fo ~
a",,!}ado •
a m<000s <lo séo.lO oo
_i •.
"hi.lon"'<lral ia para . Iém
neoessá,ÍO'. con$l~O_ Já
t;rgCK1it~dCS, m~k>,~oria-ne"le,
l<>dC>S OS es l ral'" só;;jo.p,~_
O"'lInlO aste lnIen:31O <lt icrrpo
delirilJ-se a espaço de ocupa-
a f<:tm. de e'pre,s.\Q de arr.bos
OS Uu.os mig,alórios: dcm ladO
dO I'il a me n!:> d le rendado
dos
e",
14SZ
havia .ueedido o
por aqueles QUO esl3vam pró
mO$ da s ua Casa. O primei,o
onois. com esptt
'
Ind d/mcôa
:or o plena ~ dos "
-
<tesmo com a Ida de 500
pa'. o. ·cOm<lrc'a"lc
saco"
çio por\UgI:esa!K oo.tO rnurdo
do'" . marnr,oi,O$, gUlne"O$ e
ocumeo!o que 1.~le""",,,a esta
e o. p'incip.io ,umo. das
mlg,ações. enc"radas como
movmcn\o indMdual OU ooIeCIi·
vo o De aeardo com A,J.AUS ·
ços desellos "" ocupados. <lo
outro. inle""nç:oo no """"',.
punelp.is protagen,slas dO.
deocot>rimentos. pare«< querer
ignorá·la . CMliru•• insisI~-se
mudan~a de alilude e a carla
Cio. por meio do eSlabelecimefl.
no e5:udo <las pe,sonalidadaS:
régia. 00 2< doi IJoa,rço oJe '452 "
10 ce ,.,itorias e lortale""s, """""
sideracos innU<TenlDS de CM-
Irolo <lOS creu I,," comerciais',
" is'O sucedeu un !Iu'o
aUlofl,an:lo O Ouarte de
na~
"" I
cionàrios.
A
compiaç~o mais recenlO é de
l
SEL-WOJD' o p<inei'o Ioi evj.
de AIbuq"""l"". q"" Plbl-
homens de .,ma$ e 100 a~e­
sàos ~ra S. Jorge da Mire_
Ouanlo o O,i*nle, após a
prime" . viagem de V.sco c!a
Gama. livemo$ OJ"O$ ~ua:ro
nos anos Im.dialo. c:cm O
mesmo Obloclivo. Depois. Ira·
çado o IUmo e Os o:oje:liVQ'
m,ssooná,iO$· Que ·1"lhi,"m
jurlOS oS m.smos caminhos,
lala'am ~. ",esmas g enle s ,
-.
,es
a Terra dos fje~os. Todavia.
lal como O ,efere V,lonno
i.I
a en' ''' e<rtoa~s
pel$C!Jla,arno ~
""'
,.
le InlinilO de ~gua
",
~ ho.-m
denla "O indico. enquanto o
cw em dois '1OIu""" a biogra! a
da .~iam"" .-.
seçundo
nU no A(lêntico .
"""'r"" e esc.-avos. que alemo-
de 31 nenlu rel,os. "';ajante,
i.lagaltl!es Godinho", " d~ lc"
dos pô,a ~ pe~. os !"",oonari·
Todo isto é ,esulrado da poIi~a
ri,
eu CI q<rC rre.:.-.m. maS qu.e
nave~e. '. Ao "",.mo 0;"01
dislry
i'
~ tugue
da aO$IO-
OS que delllfflen
in: .,O>Se5
$!lCedtrarn·$8.s~, pa,a
OS
~ubjac.nte ~ ocup.çAo cos
mesmos ospaç>Js'.
veio a ser um laclO! de e<;ulli·
brio do S<l<IGr pIoOul'-'o.
len'lO$ o pro:eclO de investigo·
ç~o di"9ioo por Konn"l~
MaCph'SOn O Sanja
pa,a crlnQciSla do espaço Ou
oomi'lio 00 comércio. alÔ1Qindo
cracia , uma
vez que .onos
COfOlrorud» com meleodo,e.·
da coroa e os mlS$ioo;lrios
como a raulos d~ le_ E$1e$ últi·
i
a media de 10 por aMo Daqui
mos, segunOO José P~,clra <la
Cc5Ia~. oào na maioria C!t,on'
IS 1I1111~ ÇOes Ima &D~Sl au le U
çWll1!~ I SII&lld~[e PIIWt" e!~
Velllaó fIO ,&>o melef
S"b,.hm~nyan e~m O titu lo
r~uIou uma
::tiva
rnoI>iidade
lan ro<
Cd:i_, crD5Cllr.
· From Biogr.p~y lo HiSlary. •
da popula~Ao ",oh,ada pela
cava leiros e cavaleiros-me;ca·
dores. por~ , ·M mumo qUI!
o. portugueses vao criando
gei ro•• ·sob a tgide da eo,,,,,
As mlg,açlie •• ãe
u",a
~ <1& sallenl,\, que
9
um -
,
os ff<lIJIaio.
E".)'s in lhe SOCial I"isto')' 01
PQ!luguese in As ia . lS0~·
alracçAo desle novo d~slino
~o pr irr:e ir o quarlel dO sé Cu lO
~ V' podemo. ,elc, i, a penas
neSle~ Séculcs o vOO::IO, .c<:ial
por1UgJ(>
.
cQnSl anlo
na
Hoslor a
de
Qf'"
eles são compa'lhei'os in$Cpa·
iI»IfII tor. s.rJo
dinArroco i O cav~ leirQ-me'ca·
Por1t1\13f e I"era" cem
,
os
lS00", Faliam QS lu dQS $OOrV
~
.
de. povoadores e can·

HISTORIA

HISTORIA ; Portugueses nos séculos XV e XVI I~ G" ""' •• . a.$im . 'Ped

; Portugueses nos séculos XV e XVI

I~

G"

""' •• .

a.$im

. 'Ped i<;óo. re gO'se pOI do!le r·

_as re gras ". AQuI. 1>0 =.

Uilio ele Castela"•• co<oa por'

a

legun . nunca prano"eu

~

aç ÚCil r ot.la'lam _Irado!; 00 ingledlenles laceis para al,"II

cs ogioIas da ftnanç:a e comr\r·

cio OrlernaOonal,

Um dos laotos comprova~'

do " le""'

<Ia oomo.nda<Ie

",I• •'<li

po4o ~r

«Wr)Ia·'O

ê l.ot """",,ua r o. ~.

v,30 estre~. aos genov

oontrolan<:o p.a~. &igni~icali.a

do "'mll"io londodo ge,ado

VOIo. rovos csp."", . tljnlicos,

E de.le modo

e ,ç3

,

1m

--

<;atJ

~. Esta

~

"

I.!

nO.OS . mas

Ia

<:t>1'IIIc<:oanl

M'

16111

O • • u

Made Í' a.

~ em 1420. ÇO(J\(l para <>

Vasco

Oe a cordo com o livro de e.~m<lS 00 açUcar do Fure",1 em 1494 " <I eviden to a p~

ça d. jud eJI . oomo Isaac

Abea<ar.

l'ansacc;6es

açucareI"". aenando na ilh .

O.·.ód <!e Neçro

r>Une<0 não pa.,;ou de • qual'

do •• botmO$ que em 16120.

e ram 58 0$ iulleu$ quQ p.ga·

vam

e<:mu_judaica era evo:le1-

le Os Iudeu<. maiorilariamenle

e,lavam lig!rdos.

du d.

""

O r. enle no século XVI.

da Gama .m 1498 lu-se

3c,m"anha , apenas de dois

religi050s. ma . "cdro Atva,es

CeIlralt m

ui~ . d.

SUl.

mulher. poi.

pre .

~

nI

O

nos

Ioda

Ca.O$ d a

, A prO$ença da

poI~ie;r 1.)1. no">cD <Ie doS*'-

CO<8i>"""'IO. Os deso:>br.mer\o

le. Nrooem <onlugor masculino. Prime iro. el.

no

oua

p,

MoiIes ~m

15021e.00 8 ~r '"

nas"'s , e'tÍdOnle <IeSde 05

" ic<>o d

i encoo"", O ,.s\O <!a s,," pr.·

sonça, pois 101 00'"'0 r.o. di.

l<>- DilldI

ocup;r,

Jod Gonc . ve s ~al.ador"

·mr.ilO5 vli" pa ra a s Dha., se

aco:>ertom oob • c.lp.1 do (.ris. lã", ".

Os juIIeo. e.lã" orwo!v.:los

em Ioda, "' ac ll.idlldes. IOda ·

.ia. ecmo nos rol.,8 M. ri.

~

Forro Tava'M, '. aOll

:da·

dI>""",,"~iM~~~ trin.

CW. E <!enlro dotai parteom

lor uma p 'ed lecç.!o especial ""los negc\.clos ba""adol no

açUcar. Pe,o """'"' t a opiri1o

de Jos' Gooc;""'.s Sal,aoo".

qu e i

"""lTII'lório em alirmar

quo 'os /loO~ sor

,Ji~$~·

'eCem IdMljfjç'dO' c,m as

I'gadas M açUcat

. oli

idade~

prirMito na, iIlIJs

~I

POIlugal e depoi, " ~.'.

tom o' me

,.""'e.

de",.is

IlamengOS

A estralégla aos I"deu,

p.1'" o do<T.inlo domercaOc """.

oa,eiro do ospaço all~ntioo

nça

p.1ssa por uma eslre"

• illlianos """,eldamOnlO os

Qe<'l<lW':leS_E$la lIia'ça

I",.

~

denunoiada na.

COrles de

; 471·n."",s conlinull" a II«>"

Qledir cos dece

ils

'09JÍIItes.

Uo caSO 00 oo'lll!!cio do açU::ar

da

~~

r

loCa doir. ~ comu", encon·

e .l o larma

<lo ac:luaç;\o.

AS$m quandO Q

açúCar eSlava sUj,ilo a um

""""'P6Iio da Coroa. mw<Iado

<(lm o

;

io do

ali-

ados ao. leme , Lomell inl e

MarchiQne. !-ln caSo 00 fI"I<YIO.

pÓliQ docome rcio do açoica, com • FIa""r II UfN SCIOie:!a·

do! 1Il~' ln lAme e Abro"_

que conlrola Q proceno. J'

para as oidad, Moisé s lal.'Il Palaçam que

usc6am a B.

• sociedades eSles

rgom

;lo l:' n• • são

e

Gue<!elh.

capel;l.es. j .;gálio • "'" QOUpil

""

de

I,a,>o;

""""

SOl) ao ordem

Frei Honrique AJV"U" _ A

mio$io de$t

rcl~

J>!o ,.

re"""" ape'" • '''''''11''''' a

aclivid_ de cul1G. a iIoroo .

nos

sio do$ """n., POIS pe<!enr I",

tambfm

locais de li•• <;;Io. • """"" ,-

a missão ~spe<ilica ÓEI

o!fb. ,.ado'os . D~po", loi a

~.açâo ççm • criaçio do casa.

de """0;"""'0 0, domi"~.no, .0 1>-la' """"O . ,.,wil a s_ 1s10 pr.:. voo;ou a ida de muOto$ dér,gos. oR.In<:bs do .,;"o cu e.~.nge.

~.

A ~sl"$ lun lan,-se ou'ros

gr~ de dt.<J'

ou ""011-

lu'ei,,,,,~ e l. mbóm os judo

que lu""iI•

, a sua d·b~o,.

,

com. (los d esçOO',m<lJ\lol . O

ano de

14 ~1 mato.

"

i nic i o

de,sa di"""" . da comunidade

jocHica po<\uQUe"" "" os con-

du';u ao N?ll0 de A!tica. is

h., Costa da Guiné. 6r~*.

Um <los l.clOS "", i i slgnili::al " vo. dest. ftu,,, .lm,o SlXtdeU

em S. Tom ~

com a

,10

,d a em

judias.

da I.mm.

1HO de 2000 c,

.".ncadas to

pa ra as

Gcilo da

te rra. inosp ita, do

Guir>é~. ~ <!e Sal$>-

la, qu/I ~ PI'lSCro;A CIa CCW'II

dade Juda ica Ca! la"a~ d, Costa CIa Gune loi m po~anle.

to,oarxlo·sc. pai vele$. irç6.

sua ccnd".!o de

modos pel,

larlÇl>dos M. i" tido "'10 é rm·ela ·

dor de a~s e""ecifCid.a<leS <lesle 11u"" mÍ9l.rro PfO\'xa·

do pe:os de,coorimenlo5. A,

ju<li.~ enviadas paI'

S. rom~ lunlam·se as 'Mh dei Ie<" nn OIi""le a pa ll>' di

1~5 . es sl""m recrutada.

o Po,to e condu, i·

em U.lX>O

<Ia. a hIiI com, ptOIIIOssa de

"

""as

lloII!ecaoalTllKlto·.

A p''''ança 4a mul~r na.o

.-ri mo.doo do séCl.li~ XVI tm

~ • ai

ron lO lo••

da ptOduçkI m3del·

la rgar a <J.lopO," o

",,",os merc.dos mais """"".

$Or

oomo Pernambuoo no

BrnH . Para judaic.l. ~ Madeir. loi e primeilo

alvo <!II ~'P/l1"ISio"urtlPO,. q.l&

os I<:YOU ~s a os q""lr~can·

I"" do Novo /.Iun,,"•• comp.·

mar:do O rulO (lO 8ÇÚCilr °(lO

comun:da~e

ualicr:r doo . ""avos r.o _

MllietOco. Peranlo i5l0 impQt1a

A"

das

e'll

1

conheoer qUII

RSI

~ papel

q ue

"""""." n,me prmeirc

poiso da cóspor. all&1tioa. Alé

<l:r Irmuoal

""

labele<:ircenlO

de ;n quls ;ç30 em PO rluçal (153\1) MO li l;lcjl identificar a

comunidario jodarca na OOcu·

, SU' pIe·

monlac;to_ Toca

• • "",

I

,,·s. ",ol ir lIe 100ma

e,idenle em mti~iPos dornini:>s

d. sociedade . """"""'"' por· luguesa. A •• iden'.e ,000101>'.1.

1" I"""""'d. ""Ia doeum ,:.·

çAo.

sem

lodo O r,slo

crllllÇaS reli ·

gíl"s. • ~r,OO

p:>SSivel, I\j>enas com a iI1.tifUi.

0;.10 d(I tribunal do _10 oficio

o ",slO

rtidos .0

c: iSlianir;mo. e por ioso oo",i·

dor.ÓOscr~la",,_~.

d) grupo desl. c",

loi PO""'M •• tabelce

lazia. ~"" &sI • • ~OCIJ ,as ·

OIu:Iir as sua,

A M. o. ra n10 loge ;lo I<!\;ra de modo que a ,onolobi. ,;

":na da. armas enlr' • concor·

rõncla <Ias diver

socie(!ades

mercalis . Na déc.~a d. suo

nnla o plinClpl1 al.o dos madeirenses er. os judeu. e

Q""""

que mcnopoli,avom

o oomércio do açucaro Oe""

modo o, moradores rte!ama'

o inlanle

D. Fern.""" "" ""'lido do prol. b,r • "ua , cli.idado na ilh,. comO com.rMOIOO de açÚCilr

OU ."enda,,"re. doo d""ilcs~.

10m 1m 1461 per

,le

ai"'''' d. prOClJ'"oores 1I.1ia· ",mo era pc C.lsQ do DinI$

Si",o

Semlgo. Luc~s Cosa"

lomoUin l, A Ma S"9"ndO V.

Ro" '" juOaU$ ju"'IIO com Oultos

."range,·05. ecui dom,nados

pe"'" ~eno•• s

<,o",.navom

r:çõesaç :a-

r";Ias com 11.373 arrobas. c

~aIerl le a 64 % "" tota l em

tm 14 ~ as Ira

o iIIiooo. 80 , i.,.m.

1r0C3$ r\8$ ilhal, sendo .,. p"" .

opa"

:Iote.

<lO rolacoon.l·

",",,10 e oon8rCOO • 1Mg. dos·

lància,

tribu nol c o

LISbOa <:Or'dr.

Sa nlO Qt,cio ''''

A

c"açio do

.Iu a que a ••nçassem no

Mini""': pnmeiro nas Ilhas o

d.poio ""

" A dl"",,ora

le,

r

<Ia

de acordo cem .,. \'Oelo'

ia a Uântrea ""0

~

" $10

_I" na s uo rede de negó-

qU(l ce i"". am . lr 4$ um

""'• . O ~ç""a, loi .om dIl'llda

um ~o. pnrClpa

s

ilelivid3Ge. quoor n,;s ""aJ.

móbe", da

q"'" no Br391, O r,,~cionaInen'

to destes es paços COI1 0$

POrias rórdico. oondu.iu.

uma ",~br p.rme'b n, ~aoe t •

Ide ia, prolos t. nle,. ° q U8 gorou inUm.'o, CUIdado, por

parlO

do ct . ro e do S8010

Oli";". A lnOdêllda do cOl\1éf·

cio do Mado• • "" oçÍlCOr , pa.·

1. I O,"K'II>:)"",~ ", ,,,,,,s,,,

",""",,"10 de CO'Ilactos as.idu·

'" com '"

Inglale,r. comunidade. o que

e.o

a a. oI

" al a. plIlOCUp"

çOOs dos inqui$idorcs. Ao p"s.gu çOe. """'idas

"":o S.nto Olicio CO<>duziram a

que mujlO' de" •• JU~ .LOS 58

'e ' uglnssem

Clná,ias

ilhas

nos

Cabo Ve,d e. S

Tomei e. Iinalm.nte o SraSll. ~

jlInlar a iOlO osla a crise da pro- ". madeirense

dur;á~ .,ue

em conlr.stanle com • PIam.·

loi·

SOla CU/lula nas !cr'"

br

,a" «lo_ con<\rliu a q"" a dÕáo·

pora se .Ial~asse Alo BqJi. ~

de novo.,. jlIdelIs estarão liga-

dO. Ir prodr.rr;llo >Ç\rcarocr.-.

AtlEft19 V\EIJIA

I~"_""""')

porIoo do Fland

"

oo:upoçAo "'s i.has e Norlo de

Álric•• s""'" pr<JO<la. ,.,. pi .

moires de. anos. I bordo dn

o.,a\'.las da India. Depois.

necessidade de li

ç;lo r, o

Ín:Jioo mLldo<.r 3 poI;tica protr"Q- .endo a ooro. a l1'11roção do

n .Q l~minillQ. E do , . Ii,nl.,

quer

mul"" r" s

que. quer om ~orroc,

no O"er>!e. alg

licar.m ""s anais d. História

,"s

pelo e mpenllo na d e l.sl

praç as

ou

guarniçõe,

""""""Ics de anição.

Atlmllltljall. SelilldiLl ti

1tI~11l~.11çlil:u ai AllilUeo

No Porlug . 1 <lo•• .Ioulo. XV" XVI . presenç. '" 1X>ITIlI' nida<!e selardila era importa n:e

delendo um

p.pel d •• l""a~O

'" econr:mia e I """Ça. M. NoIO,

oe que Judeu era , in'n""o oe

do

nog"" ienle ~.

O despolelar

processo 005 oe50obrim. ntos

al!~nliC01õ oS CQ~.equ.nte.

:s

moreldos • ro:•• eomord

leI CCm 'IlJ" 8 Sua ale-ro;Ao II$j .

v para alvila<la ~ id! nt i:o )rola5l0m$lTlO" . tlo,\e

conle.I O. a Madeir., porque

assumir um papel ,viCente ''Il lodo o processo, wr' o pr,,,,,,. ro pó l o de alrJcçCo desla

comunid.de. A. perspectiva eram premi.,;",•• • pos c lan·

ÇMle~lo um lTIOOo:Jos <l:r $ku.O

XV da C\Jl!ura açuca reira ~an$'

lormou • t.I.dei ra

nu m des

a1tan:ico • .

"",,,:.dW

pr:n(;i;h'"

A .lreaçAo prird~ era oaç(r·

ea' quo linha mOlcadO no Me dite",lnao e nono d. Europa . E por iii a Madeira

acolheu, prirne<ro jt.deIJs. \lO""

a. ~s .

veses e """""."'"

bÕO\I<Oi<o dtc~ r'"l

p _

lIoyO

IIMMIIQO"

Ira'll";<:$!ll. Com O

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da realdade do.1I e

~ pc •.

leri:rr c.mlrria. ""'" ve. que os

dados por nê. apu ra <lcs

""tro

14!1O. I~ aponfom do """"

pa'a

ço do. rturoad) res lIal anol

cI$ OPf!r&Ç6es come r-

~Qrn _

Ia e",,"ç adorB presoo·

cia

do açUcõr rto3dei,"nse-.

Os ale,idor

ma

im(>O,·

taole s d. leli~'csldado dopo

majei,e",•• são. se'" d"'·ida.

os le."rn.r~'" e . arados. p".

me"o ""s dl,elS05 Iowos da.

~ e <!epo!o; "'" pr"""

SOO perante o S.nIO OI icio . A inqu;,.;çlIo e. ercia a ,o'vidoclo &10• • 60 de: Irlbunal lIe llsboa. I

ql.lCm ""r\encoa todo o espaço

atlMlioo_ A acçlo dO Iribonal

ne,l•• p",agens não era per·

m.aneo1e. 13l1a-w .Ir••é. de

.i.lador es a i env adol . Na

Maderra e nos Aço,

reaiur-

I•• . el1 1$75

ram ·ae lr b

vi

por Mar~cs lel.ci r••

93 por

Ca 'r .1

om 159 1·

Je ,ón imo Te l. eira

e

em

16111· 19

po r

FrancISCO Cardoso Tornéo

ma, , 6 e oonn.clda

meolação das duas tilIimas

a doeu·

Nu i

lh al

10 1 •• id ento •

~onl ~nc. du aulol,dade s

com a PI,ser"a da ."

,unida·

do lud;tica , ~ qUI resukou em

13Ciidadc$ ii w. ~ do pers e guido. "" re

hnoi.

do dculo de

o quan·

ino. Em

. i.

10l>m ."ol'dOS 94 c ,I" .I os

NOTAS

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· ,. HISTORIA As Migrações e os Descobrimento:   II Para as ilh as as

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HISTORIA

As Migrações e os Descobrimento:

 

II

Para as ilhas as orien - tações de envio dos degredados sucedem-se conforme a evoluçllo do processo de povoa"'ento

dos descobrimentos. Não é passivei saber qual a região do pais que maiS conlribuiu para este movi-

mento. A tradição. que fili a

 

monto e comércio".

dOS e da pequena aristo-

para CcutJ. pois no seu entender "as dietas ilhas nom eram \aes pera em eltas homens podo rem viver". Gaspar Frutuoso".

FORMAS DE RECR UTAM ENTO

 

As Ilhas no

c racia do re ino contribuiu para alimentar a diaspora. Sabe - se . de acordo com um cap itu!o de uma cana de D. João I lnsarldo noulra de t493. que foi o

rei

a

qUllm

regu lamentou

Contexlo das

Oulra questão. de não

do espaço atlllntico

pri-

os

descobrimentos

na

Migrações

Atlânticas

 

no

en l anto.

 

somenos

importência ,

prende· se com a lo ' ma

mei ro a Madolra. depois. os Açores. Cabo Verde e

rog

laixa

ião algarvi a. nesta

Wtora l su l do pais a

relere Que o de S. Migue l

não inCluiu degredados.

povoamento

como se procedeu

ao

S

_ Tom ~. Note-se que a

inc,dóncia dos agriculto-

 

form.1 de enlrega das ter- ras na Made!ra. Ela dove-

rema tando:

"nos tempos

recrutamento. os que vão. de livll! vontade. li

partir de t454 ' O. Alonso

res

. marinhe iros e merca-

As Ilhas all ânlicas assumiram uma situação

passados, logo quandO

V

delerm ina. a pedido do

dores. Esta dedução resulta do lacto de as pri" me!ras expedições lerem partido de Lagos ' e de nelas se compromelerem

ria

se r feila 00 acordo com

esta ilha se descobr.u (

)

aventu ra.

os que cum·

Infante D. Henrique todos os homens condenados a degredo iam "po'{oarem

part icular no contex to das migraç{les portuguesas do séculO XV. Perante os por- tu~ueses deparam-se

o

estatuto social do colo"

~ieram(".). para a povoar,

prem uma missão como luncioná ri o!' da coroa Ou

no. Assim os vizinhos de

de

muilas panes, homens

ma

is elevada condição e

nobres e lida lgos de várias

que se dispõem li qual-

as dilas ill13S que então

poSSuido res de proventos. recebem·nas Sem qual - quer er.cargo. Os pobres e humi ldes que vi~iam do

Qu~lkJadcs e cavaleiros de

quer serviço na mira da

começava de

povoar

".

mu

'to s da casa d o Infante

ilhas n~o povoadas. que

muita conta

e não dogra-

uma componsação . A

No caso da Costa da

Guiné - os arquipélagos de CabO Ve rde e S. Tomé

de

-

lemos para o per íodo

que ai viviam. onundos de

várias localidades do pais" .

cerla a partic ipação

Ê

pela riqueza do solo ou posiçào geognifica s~o ocupadas " . Para isso lo i

necessário encontrar. não

dados. como alguns. ou

inve j osos Ou pOuco cu ri o- sos Ou p raguentos e ma li -

ciosos. querem dizer con- tra a verdada sabida:

estes junta-se um grupo com grande destaque em

lodo

o

processo .

os

seu trabalho s6 a elas tinham direilo mediante

degr<1dados ou prisione,· ros. No momento de org"-"

n

izaç<'io da!) armadas de

1453 a 1500 tem~s 19

dos algarvios". nomeada

-

só marinhe iros. mas tam- bém, lavrado res. d 'sponi- veis para esra tare'a. Pcr outro lado o lacto do algu- mas. como sucedeu com a Madeira, terem servido de modelo do sistema econó-

requi sitos especiais. e apenas as terras que pudessem arrOlear e toro nar arávets num prazo de

c

asos em que loi solicita-

mente na primeira l ase

A partir da década de setenta do séculO XV o principal destino dos degredado~ lei o arquipé- lago de Cabo Verde. que

da ii carla de perdão à caroa'. Ao Or ien te lambem chegaram os degredados.

dos descobrimentos, conheCidOS como henri_ quinas. mas osta loi um processo que empenhou

delesa das praça'; marl\)-

qu nas' , de

o<;upaç!o das

OOl anos. Com estas cláu- sulas restri tivas la"orec ia-

il has ou do Oriente.

li

coroa perm itia aos seus organizadores o recruta-

O

recrutamento da tripula-

todo o pais. Note-se que

se

a conc~nllaç&o da pro-

na

centúria seguinte foi

ção para as primeiras

no

caso da pri meira expe-

mico. institucional e lceno- lógico. conduz iu a que o movimento de populaçOes

priedade num reduz ido

subSlituido por S. Tomé. Em t493 Ali/aro Caminha

men to de homens

anue

e~ped içOes. a parllr da

diçao a CelJla o inlante O. Henrique percorreu o no~e do pa ís a recruta r as gentes para a armada.

número de povoodores. Para os Açores o pro"

os condenados om diver-

viagem de Vasco da Gama. falia-so tambóm ont re os prisioneiros que

foi

autori~ado a concede

sos

delitos

os deg,e<jJ·

lasse

uma rea lidade

cesso evojuiu num segun-

canas de segurança, por 4

""'.

A

polit ica

desde o primeiro momento da sua ocupação. Isto revela que as sociedades

do

momento mas mesmo

meses. aos degredados

modema de

aguardavam deg redo nas

NOle-se que no caso do

assim não loi atractivo

para poderem v ir no reino vende r os seus bens e

degredo como rorma de

terras do a lém , Vasco da Gama em 1497 lez-se

Oriente loi precisamente

para a tidalguia. Gaspar

incentivo ao povoamento

na

região entre o Sado e o

insulares loram delinidas desde a sua origem pela mobi~dada populacional. A sua oriçem está nas pri- meiras migraçóes do povoadores peninsulares mas de imed iato estes de