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Regimento Interno TRF 1ª Região

Regimento Interno TRF 1ª Região

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Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Regimento Interno
Redação da Emenda Regimental 7, de 26 de agosto de 2010

Sumário

Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Regimento Interno
Redação da Emenda Regimental 7, de 26 de agosto de 2010
Brasília/DF

2010
Sumário

© 2010. Tribunal Regional Federal da 1ª Região
Regimento Interno do Tribunal Regional Federal da 1ª Região
SAS, quadra 2, bloco A, Praça dos Tribunais Superiores, edifício Sede I
70070-900 Brasília/DF
Tel.: (61) 3314-5225

341.4192
Brasil. Tribunal Regional Federal. (Região, 1.)
Regimento interno : emenda regimental 7 ao regimento interno do TRF 1ª Região, aprovada pelo
Tribunal Pleno em 26/08/2010 / Tribunal Regional Federal da 1ª Região. - - Brasília: TRF1, 2010.
186 p.
1. Tribunal Regional Federal (Região, 1.) I. Regimento interno.

Ficha catalográfica elaborada pela Divisão de Biblioteca e Acervo Documental do TRF 1ª Região.

Sumário

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO Regimento Interno Emenda Regimental 7. aprovada pelo Tribunal Pleno em 26/08/2010 Sumário .

Elaboração Comissão de Regimento Desembargador Federal Tourinho Neto – Presidente Desembargador Federal Reynaldo Fonseca – efetivo Desembargadora Federal Mônica Sifuentes – efetivo Desembargadora Federal Ângela Catão – suplente Participação Juiz Federal José Alexandre Franco Produção editorial Centro de Estudos e Apoio à Gestão Organizacional – Cenag Divisão de Produção Editorial – Diedi Coordenação Wânia Marítiça Araújo Vieira – Diretora do Cenag Lucimar Nunes de Melo – Diretora da Diedi Redivaldo Dias Barbosa – Analista Organizacional Revisão Ana Guimarães Toledo (Consultoria em Língua Portuguesa/Presi) Edelweiss de Morais Mafra Evanildes Carvalho Amorim Magda Giovana Alves Maria Benáurea Santos Robson Taylor de Barros Capa André Sampaio da Silva (arte e foto) Projeto gráfico Renata Guimarães Leitão Editoração Geraldo Martins Teixera Júnior Gustavo Braga Beltrão (prestador de serviço) Renata Guimarães Leitão Rosângela da Cruz Silva Colaboração Danilo da Silva Granjeiro (prestador de serviço) Índices Divisão de Biblioteca e Acervo Documental – Dibib/Cojud Marcia Mazo Santos – Diretora Andresa Elias Duarte Carmen Freire Herrero Cristina Flores Garcia Jacqueline Cortes Hipólito Leonardo da Silva Andrade Marcia Mazo Santos Rita de Cássia Fernandes Shimabuko Tânia Ferreira Leite Impressão e acabamento Divisão de Serviços Gráficos – Digra Confecção de fotolitos Ryobi Gráfica e Editora Sumário .

Órgãos do Tribunal Plenário Desembargador Federal Olindo Menezes – Presidente Desembargador Federal José Amilcar Machado – Vice-Presidente Desembargador Federal Cândido Ribeiro – Corregedor Regional Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargador Federal Catão Alves Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargador Federal Tolentino Amaral Desembargador Federal Hilton Queiroz Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal I’talo Mendes Desembargador Federal Carlos Olavo Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargador Federal João Batista Moreira Desembargador Federal Souza Prudente Desembargadora Federal Selene Almeida Desembargador Federal Fagundes de Deus Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Desembargador Federal Leomar Amorim Desembargadora Federal Neuza Alves Desembargador Federal Francisco de Assis Betti Desembargador Federal Reynaldo Fonseca Desembargadora Federal Ângela Catão Desembargadora Federal Mônica Sifuentes ƒƒ Composição do Plenário.175 de 24/09/2010. da Corte Especial. do Conselho de Administração. das seções e das turmas conforme Ato Presi/Asmag 1. Sumário .

Corte Especial Desembargador Federal Olindo Menezes – Presidente Desembargador Federal José Amilcar Machado – Vice-Presidente Desembargador Federal Cândido Ribeiro – Corregedor Regional Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargador Federal Catão Alves Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargador Federal Tolentino Amaral Desembargador Federal Hilton Queiroz Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal I’talo Mendes Desembargador Federal Carlos Olavo Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargador Federal Souza Prudente Desembargador Federal Fagundes de Deus Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Desembargador Federal Leomar Amorim Conselho de Administração Desembargador Federal Olindo Menezes – Presidente Desembargador Federal José Amilcar Machado – Vice-Presidente Desembargador Federal Cândido Ribeiro – Corregedor Regional Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian Desembargador Federal Carlos Olavo Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Sumário .

1ª Seção Desembargadora Federal Neuza Alves – Presidente Desembargador Federal Francisco de Assis Betti Desembargadora Federal Ângela Catão Desembargadora Federal Mônica Sifuentes 1ª Turma Desembargadora Federal Ângela Catão – Presidente Cargo vago (quinto constitucional – OAB) Cargo vago (quinto constitucional – Ministério Público) 2ª Turma Desembargador Federal Francisco de Assis Betti – Presidente Desembargadora Federal Neuza Alves Desembargadora Federal Mônica Sifuentes 2ª Seção Desembargador Federal Hilton Queiroz – Presidente Desembargador Federal I’talo Mendes Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Carlos Olavo 3ª Turma Desembargador Federal Tourinho Neto – Presidente Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Carlos Olavo 4ª Turma Desembargador Federal Mário César Ribeiro – Presidente Desembargador Federal Hilton Queiroz Desembargador Federal I’talo Mendes Sumário .

3ª Seção Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro – Presidente Desembargador Federal João Batista Moreira Desembargadora Federal Selene Almeida Desembargador Federal Fagundes de Deus Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian 5ª Turma Desembargador Federal João Batista Moreira – Presidente Desembargadora Federal Selene Almeida Desembargador Federal Fagundes de Deus 6ª Turma Desembargador Federal Carlos Moreira Alves – Presidente Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian 4ª Seção Desembargador Federal Tolentino Amaral – Presidente Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Desembargador Federal Leomar Amorim Desembargador Federal Catão Alves Desembargador Federal Reynaldo Fonseca Desembargador Federal Souza Prudente 7ª Turma Desembargador Federal Tolentino Amaral – Presidente Desembargador Federal Catão Alves Desembargador Federal Reynaldo Fonseca 8ª Turma Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso – Presidente Desembargador Federal Leomar Amorim Desembargador Federal Souza Prudente Sumário .

Comissão de Promoção Desembargador Federal Cândido Ribeiro – Presidente Desembargadora Federal Ângela Catão Desembargador Federal Francisco de Assis Betti Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargador Federal João Batista Moreira Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal Tolentino Amaral Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso ƒƒ Art. 77. § 2º.Comissões Permanentes Comissão de Regimento Desembargador Federal Tourinho Neto – Presidente Desembargador Federal Reynaldo Fonseca – efetivo Desembargadora Federal Mônica Sifuentes – efetivo Desembargadora Federal Ângela Catão – suplente ƒƒ Portaria Presi/Cenag 325 de 18/08/2010. Sumário . deste Regimento. Comissão de Jurisprudência Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro – Presidente Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso – efetivo Desembargadora Federal Mônica Sifuentes – efetivo Desembargador Federal Francisco de Assis Betti – suplente ƒƒ Portaria Presi/Cenag 171 de 23/04/2010.

Sumário . Gabinete do Desembargador Federal Diretor da Revista Desembargador Federal I’talo Mendes – Diretor ƒƒ Portaria Presi 410 de 26/10/2010. Escola de Magistratura Federal da 1ª Região – Esmaf Desembargador Federal Carlos Moreira Alves – Diretor Desembargador Federal I’talo Mendes – Vice-Diretor ƒƒ Portaria Presi/Asmag 356 de 06/09/2010.Comissão de Acervo Jurídico Desembargador Federal Carlos Moreira Alves – Presidente Desembargador Federal Carlos Olavo – efetivo Desembargador Federal Fagundes de Deus – efetivo ƒƒ Portaria Presi/Cenag 172 de 23/04/2010. Coordenação dos Juizados Especiais Federais – Cojef Desembargador Federal Tourinho Neto – Coordenador ƒƒ Portaria Presi 1104-334 de 22/10/2009.

que vinha ensejando repetidos e desgastantes conflitos de competência. seja na área meio. composto pelo presidente. quer pela necessidade de ajustamento à legislação processual superveniente e aos atos normativos dos conselhos superiores. de prejudicar a imagem da Corte perante os jurisdicionados. com uma equipe de transição. e em turmas especializadas. sobre atrasar desnecessariamente a entrega da prestação jurisdicional. pelo vice-presidente. Sumário . composta de dezoito membros. em Corte Especial. quer pela necessidade instante de melhor se definirem as áreas de competência das seções. de 26 de agosto de 2010. não deixavam.Apresentação Dá-se a público a nova versão do Regimento Interno do Tribunal. que de há muito se fazia esperar. em Conselho de Administração. pelo corregedor regional e mais seis desembargadores federais. ao longo dos anos. vem incorporando. oito ao todo. cada qual composta de três desembargadores federais. que. com todos os seus membros efetivos. pelo menos. b) exclusão das multas de qualquer natureza como critério definidor da competência. por suas emendas. Norma de ação que regula o funcionamento e o serviço interno do Tribunal. a experiência diuturna da Corte. seja nos procedimentos de área fim. o Regimento do TRF 1ª Região. de modo a evitar. oriunda da Emenda Regimental 7. vice-presidente e corregedor regional — com sessenta dias de antecedência. na perspectiva do funcionamento administrativo do Tribunal. metade das vagas providas por antiguidade e metade por eleição pelo Plenário. reduzir ao mínimo. administrativa e judicial. ou. O Tribunal funciona em Plenário. de certo modo. podem ser relacionadas as seguintes: a) eleição do corpo diretivo do Tribunal — presidente. em quatro seções. nos termos da Resolução 95/2009 do Conselho Nacional de Justiça – CNJ. que são as turmas da mesma área de especialização reunidas. os numerosos conflitos de competência. voltada para os julgamentos nos seus diversos órgãos fracionários. Entre as mudanças mais significativas incorporadas no Regimento.

que passa a ser integrada pelo vice-presidente. como ocorria até a criação dos atuais tribunais regionais federais. por sua repetida incidência. d) alteração da forma de composição do Conselho de Administração. aprovada pelos presidentes dos tribunais e demais órgãos do Judiciário brasileiro reunidos no III Encontro Nacional do Judiciário. a prorrogação da jurisdição no caso de promoção ou remoção. além de um professor de faculdade de direito oficial e de um advogado. estava se convertendo em verdadeira troca de acervos. como membros natos. e do coordenador dos Juizados. tais quais a designação de juiz para atuar em auxílio. ambas ad referendum do Conselho de Administração. fixando-se. preferencialmente entre os desembargadores federais mais antigos que não tenham exercido a direção. g) aperfeiçoamento do sistema de informações estatísticas. uma data para seu encerramento. exceto as dos convocados em auxílio. e por um juiz federal com mais de dez anos de magistratura. cabendo à Corregedoria Regional a aprovação das férias dos juízes federais e dos juízes federais substitutos. a comunicação da remoção ou promoção de juízes à Coordenação dos Juizados Especiais Federais – Cojef e a indicação do diretor da Revista. j) nova composição da comissão de concurso para juiz federal substituto. matéria sempre regida por constantes alterações. i) novas atribuições da Presidência. que antecedia à remoção. o que deve ser evitado. hipótese que. f ) fixação do prazo de dez dias para correção e aprovação das notas taquigráficas. em razão da Resolução 109/2010 do Conselho da Justiça Federal – CJF. como fator de maior agilidade à administração. sob pena de não ser possível repassar os dados para o Sistema Nacional de Estatística da Justiça Federal – Sinejus. e pelo diretor da Escola de Magistratura. Sumário . conforme Meta Prioritária 4 do CNJ.c) transferência da competência do Plenário para a Corte Especial para eleger os desembargadores e juízes federais membros dos tribunais regionais eleitorais. que a preside. h) exclusão da possibilidade de movimentação de juízes federais e juízes federais substitutos dentro da mesma seção ou subseção judiciária. também. para possibilitar que os registros estatísticos sejam feitos com correção. conforme determinado pelo CJF. com a inclusão de três membros eleitos entre os integrantes da Corte Especial. e) semestralidade da escala de férias dos desembargadores e juízes federais.

a desembargadora federal Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues teve de ser substituída. para discussão. sob a liderança do incansável desembargador federal Tourinho Neto. que cresceram e hoje estão instalados em todas as suas unidades. Foi decisiva e merece realce. antes inexistente no Regimento. a alteração do Regimento não teria acontecido em tempo tão breve. 13. setembro. votação e aprovação na sessão plenária do dia 26 de agosto de 2010. que tomou a si a digitação e a coordenação das alterações. composta pelos desembargadores federais Tourinho Neto. 2010 Desembargador Federal Olindo Menezes Presidente Sumário . a colaboração do juiz federal José Alexandre Franco. que ficam reservadas para os eventos de maior destaque institucional do Tribunal. da Coordenação dos Juizados Especiais Federais. Impõe-se um destaque para a Comissão de Regimento. tendo a desembargadora federal Ângela Catão como suplente (integrante da Comissão. além da celebração de seu aniversário de instalação. Reynaldo Fonseca e Mônica Sifuentes. auxiliar da Presidência. por dever de justiça. em razão de sua ascensão ao cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça). e l) novo regramento para as sessões solenes. fazendo o elo entre a Presidência e a Comissão de Regimento. que a preside. Brasília (DF). Sem os esforços ingentes da Comissão de Regimento. incluindo varas especializadas nas capitais e turmas recursais.k) previsão. como se impunha. a cada dois anos.

1º a 5º 22 CAPÍTULO II Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Da competência do Plenário. do vice-presidente e do corregedor regional – arts. 21 Das atribuições do vice-presidente – art. 10 e 11 Da competência das seções – art. 12 Da competência das turmas – arts. 18 a 26 Da eleição – arts. 23 a 26 31 31 33 37 38 CAPÍTULO IV Das atribuições dos presidentes de seção e de turma – arts. das seções e das turmas – arts. 29 a 33 Seção I Do relator – art. 9º Da competência da Corte Especial – arts. 16 e 17 24 24 26 26 28 29 30 CAPÍTULO III Seção I Seção II Seção III Seção IV Do presidente. 27 e 28 40 CAPÍTULO V Do relator e do revisor – arts. 68 a 70 Sumário . da Corte Especial. da organização e da competência 22 CAPÍTULO I Da composição e da organização do Tribunal – arts.Sumário PARTE I DO TRIBUNAL TÍTULO I Da composição. 62 a 64 Das sessões das turmas – arts. 6º a 17 Das áreas de especialização – arts. 34 a 70 Das disposições gerais – arts. 30 a 33 41 41 43 CAPÍTULO VI Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI 44 44 49 49 51 51 52 Das sessões – arts. 18 a 20 Das atribuições do presidente – art. 6º a 8º Da competência do Plenário – art. 57 a 61 Das sessões das seções – arts. 13 a 15 Da competência comum aos órgãos julgadores – arts. 29 Seção II Do revisor – arts. 55 e 56 Das sessões do Plenário e da Corte Especial – arts. 65 a 67 Das sessões administrativas e em conselho – arts. 34 a 54 Das sessões solenes – arts. 22 Das atribuições do corregedor regional – arts.

da disponibilidade e da aposentadoria compulsórias – arts. 71 a 76 52 CAPÍTULO VIII Das comissões permanentes e temporárias – arts. 93 a 96 58 CAPÍTULO III Da Coordenação dos Juizados Especiais Federais – arts. 102 a 105 60 PARTE II DOS Desembargadores Federais E DOS JUÍZES FEDERAIS TÍTULO I Dos desembargadores federais 61 CAPÍTULO I Da indicação e da nomeação – arts. 106 a 115 61 CAPÍTULO II Das licenças. 126 a 128 68 TÍTULO II Dos juízes federais 69 CAPÍTULO I Da nomeação – arts. 138 e 139 71 CAPÍTULO III Da perda do cargo – arts.CAPÍTULO VII Do Conselho de Administração – arts. 142 e 143 73 CAPÍTULO V Das penas de advertência e censura – arts. substituições e convocações – arts. 85 a 88 56 CAPÍTULO X Da representação por desobediência ou desacato – art. 116 a 125 65 CAPÍTULO III Da eleição dos membros dos tribunais regionais eleitorais – arts. 144 a 147 74 CAPÍTULO VI Da verificação de invalidez – arts. 140 e 141 72 CAPÍTULO IV Da remoção. 90 a 92 57 CAPÍTULO II Dos gabinetes dos desembargadores federais – arts. 77 a 84 54 CAPÍTULO IX Da polícia do Tribunal – arts. 97 a 101 59 CAPÍTULO IV Da Secretaria do Tribunal – arts. 89 57 TÍTULO II Dos serviços administrativos 57 CAPÍTULO I Do Gabinete da Presidência – arts. 129 a 137 69 CAPÍTULO II Da remoção a pedido ou mediante permuta – arts. 148 a 156 75 Sumário .

191 a 193 85 Seção VII Das decisões e notas taquigráficas – arts. 167 a 201 79 Seção I Das disposições gerais – arts. 184 a 188 84 Seção V Das audiências – arts. 210 89 TÍTULO III Da competência originária 89 CAPÍTULO I Do habeas corpus – arts. 202 88 CAPÍTULO II Dos documentos e das informações – arts. 222 a 227 91 CAPÍTULO III Do habeas data e do mandado de injunção – arts. 194 a 200 85 Seção VIII Dos dados estatísticos – art.PARTE III DO PROCESSO TÍTULO I Das disposições gerais 76 CAPÍTULO I Do registro e da classificação dos feitos – arts. 211 a 221 89 CAPÍTULO II Do mandado de segurança – arts. 231 a 236 94 Sumário . 162 a 166 77 CAPÍTULO IV Dos atos e formalidades – arts. 167 a 173 79 Seção II Do ano judiciário – arts. 189 e 190 85 Seção VI Da assistência judiciária – arts. 157 a 159 76 CAPÍTULO II Das custas – arts. 174 e 175 81 Seção III Dos prazos – arts. 228 a 230 93 CAPÍTULO IV Da ação rescisória – arts. 208 e 209 89 CAPÍTULO IV Dos depoimentos – art. 203 a 207 88 CAPÍTULO III Da apresentação de pessoas e outras diligências – arts. 201 87 TÍTULO II Das provas 88 CAPÍTULO I Das disposições gerais – art. 176 a 183 82 Seção IV Das pautas de julgamento – arts. 160 e 161 77 CAPÍTULO III Da distribuição – arts.

habeas data e mandado de injunção – arts. 297 a 311 Do agravo regimental – arts. 284 a 293 Do recurso em sentido estrito – arts. 237 a 240 95 CAPÍTULO VI Da ação penal originária – arts. 296 108 CAPÍTULO II Seção I Seção II Seção III 109 109 110 111 Dos recursos para o próprio Tribunal – arts. 292 e 293 CAPÍTULO III Dos recursos em matéria trabalhista – arts. 299 e 300 Dos embargos infringentes – arts. 284 e 285 Do recurso de habeas corpus – arts. 294 e 295 Seção I Do recurso ordinário. 241 a 258 95 CAPÍTULO VII Da revisão criminal – arts. 269 a 272 102 TÍTULO IV Da competência recursal 103 CAPÍTULO I Dos recursos em matéria cível – arts. 273 a 283 Seção I Da apelação cível – arts. 259 a 264 100 CAPÍTULO VIII Da carta precatória recebida de outros tribunais – arts. 265 a 268 101 CAPÍTULO IX Da correição parcial – arts. 278 e 279 Seção IV Do agravo de instrumento de primeiro grau para o Tribunal – arts. 273 e 274 Seção II Da apelação em mandado de segurança. 286 a 288 Da apelação criminal – arts. do agravo de petição e do agravo de instrumento – arts.CAPÍTULO V Dos conflitos de competência e de atribuições – arts. 301 a 304 Sumário . 297 e 298 Do agravo de instrumento – arts. 289 a 291 Da carta testemunhável – arts. 280 a 283 103 103 CAPÍTULO II Seção I Seção II Seção III Seção IV 105 105 106 106 107 Dos recursos em matéria penal – arts. 275 a 277 Seção III Da remessa ex officio – arts. 294 e 295 TÍTULO V Dos recursos das decisões do Tribunal 103 103 104 107 107 108 CAPÍTULO I Dos recursos admissíveis e da competência para seu julgamento – art.

313 e 314 Do recurso ordinário em habeas corpus – arts. 310 e 311 112 112 113 CAPÍTULO III Do recurso para o Supremo Tribunal Federal – art. 312 114 114 CAPÍTULO IV Seção I Seção II Seção III 115 115 116 Dos recursos para o Superior Tribunal de Justiça – arts. 305 a 307 Seção V Dos embargos infringentes e de nulidade em matéria penal – arts. 351 122 CAPÍTULO X Da graça. do indulto e da anistia – arts. 313 a 319 Do recurso especial – arts. 350 122 CAPÍTULO IX Do livramento condicional – art. 335 a 339 120 CAPÍTULO IV Do incidente de falsidade – art. 312 Seção I Do recurso extraordinário – art. 321 e 322 117 CAPÍTULO II Dos impedimentos e da suspeição – arts. 318 e 319 CAPÍTULO V Do agravo de instrumento contra decisão que nega seguimento a recurso para outro tribunal – art. 315 a 317 Do recurso ordinário em mandado de segurança – arts. 349 122 CAPÍTULO VIII Da verificação da cessação da periculosidade – art. 323 a 334 118 CAPÍTULO III Da habilitação incidente – arts. 352 e 353 123 CAPÍTULO XI Da reabilitação – art. 355 a 360 Sumário 123 . 354 123 TÍTULO VII Da declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público – arts. 320 TÍTULO VI Dos processos incidentes 116 117 117 CAPÍTULO I Da suspensão de liminar e de sentença – arts. 308 e 309 Seção VI Dos embargos de divergência – arts. 341 a 343 121 CAPÍTULO VI Da restauração de autos desaparecidos – arts.Seção IV Dos embargos de declaração – arts. 340 121 CAPÍTULO V Das medidas cautelares – arts. 344 a 348 121 CAPÍTULO VII Da fiança – art.

404 a 407 136 CAPÍTULO II Das disposições transitórias – arts. 408 a 412 137 Índice da legislação citada 139 ÍNDICE ALFABÉTICO-REMISSIVO 153 Sumário . 380 a 389 131 PARTE IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS TÍTULO I Das funções essenciais à Justiça 134 CAPÍTULO I Da Procuradoria Regional da República – arts. 390 a 394 134 CAPÍTULO II Da Advocacia-Geral da União – art. 361 a 363 125 CAPÍTULO II Das requisições de pagamento – arts. 395 135 CAPÍTULO III Da Defensoria Pública – arts.TÍTULO VIII Da execução 125 CAPÍTULO I Das disposições gerais – arts. 396 a 399 135 TÍTULO II Das emendas ao Regimento – arts. 364 a 369 126 TÍTULO IX Da jurisprudência 128 CAPÍTULO I Da uniformização da jurisprudência – arts. 370 a 373 128 CAPÍTULO II Da súmula – arts. 400 a 403 TÍTULO III Das disposições gerais e transitórias 135 136 CAPÍTULO I Das disposições gerais – arts. 374 a 379 129 CAPÍTULO III Da divulgação da jurisprudência do Tribunal – arts.

1º O Regimento Interno do Tribunal Regional Federal da 1ª Região passa a vigorar com a seguinte redação. de 26/08/2010 Art.Emenda Regimental 7. renumerados os artigos: Sumário .

do Amazonas. compõe-se de vinte e sete juízes vitalícios. 2º O Tribunal funciona em: I – Plenário. participarão do julgamento. § 2º A Corte Especial. do Piauí. terá metade de suas vagas providas por antiguidade e metade por eleição pelo Tribunal Pleno. de Roraima e do Tocantins. sendo vinte e um entre juízes federais. nomeados pelo presidente da República. nos termos de resolução do Conselho Nacional de Justiça. constituída de dezoito desembargadores federais e presidida pelo presidente do Tribunal. § 3º O coordenador dos Juizados Especiais Federais e o diretor da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região – Esmaf. II – Corte Especial. III – seções especializadas. 1º O Tribunal Regional Federal da 1ª Região. três entre advogados e três entre membros do Ministério Público Federal. de Minas Gerais. da Bahia. do Maranhão. Art. da organização e da competência Capítulo I Da composição e da organização do Tribunal Art. ainda que não integrem a Corte Especial Administrativa. tão só com direito a voz. constituído da totalidade dos desembargadores federais. 107 da Constituição Federal. os quais terão o título de desembargador federal. de Mato Grosso. de Goiás. com sede na Capital Federal e jurisdição no Distrito Federal e nos Estados do Acre. de Rondônia. do Pará. § 1º O Plenário. com observância do que preceitua o art.Arts. do Amapá. é presidido pelo presidente do Tribunal. quando estiverem em pauta assuntos que a eles interessem. Sumário 22 . 1º e 2º Regimento Interno do Tribunal Regional Federal da 1ª Região PARTE I DO TRIBUNAL Título I Da composição. IV – turmas especializadas.

114 deste Regimento. integrada cada uma pelos componentes das turmas da respectiva área de especialização. obedecendo-se à ordem de antiguidade no órgão fracionário. § 4º O presidente. respectivamente. 3º e 4º Art. observando-se o seguinte: I – o presidente e o corregedor regional integrarão. a turma do presidente e a do corregedor regional eleitos. integrará a turma de que provém o novo vice-presidente. Art. a 5ª e a 6ª Turmas. no Tribunal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. § 6º É facultado ao desembargador federal empossado optar. de logo. Sumário 23 . o vice-presidente e o corregedor regional. A 1ª e a 2ª Turmas compõem a 1ª Seção. constituída cada uma de três desembargadores federais. a 2ª Seção. a vice-presidência e a corregedoria regional. em sua lotação inicial. por outra turma. desde que conte com pelo menos dois anos de exercício no cargo. desde que haja vaga e não tenha havido interesse de desembargador federal mais antigo na antecedente remoção entre seções. em sistema de rodízio. na hipótese do art. Parágrafo único. § 3º O presidente. § 2º As seções e as turmas serão presididas pelo Desembargador federal mais antigo entre seus membros. o vice-presidente e o corregedor regional não integram seção ou turma. 4º É facultado ao desembargador federal mais antigo recusar a presidência do Tribunal. a 3ª Seção. § 1º O Tribunal tem oito turmas. III – o vice-presidente. § 5º O desembargador federal empossado integrará a turma em que ocorreu a vaga para a qual foi nomeado ou. retornam à turma. se não for ocupar o cargo de presidente do Tribunal. desde que o faça antes da eleição. a 4ª Seção. a turma do desembargador federal transferido. desde que o faça antes do término do mandato dos respectivos presidentes. É facultado ao desembargador federal recusar a presidência da seção ou da turma. II – se o novo presidente for o vice-presidente ou o corregedor regional. quatro seções. a 3ª e a 4ª Turmas. pelo prazo de dois anos. o presidente que deixar o cargo passará a integrar a turma de que provém o vice-presidente ou o corregedor regional eleitos. ao deixar o cargo. salvo se nenhum dos componentes do colegiado preencher tal requisito. 3º Há. a 7ª e a 8ª Turmas. ao deixarem seus cargos.

III – desapropriação direta e indireta. salvo orientação expressa em contrário. IV – tributário. 6º Há. 8º A competência das seções e das respectivas turmas. exceto quando a matéria estiver prevista na competência de outra seção. destinado à formulação e implantação das políticas administrativas. Art. das seções e das turmas Seção I Das áreas de especialização Art. § 2º À 2ª Seção cabe o processo e julgamento dos feitos relativos a: I – matéria penal em geral. previdenciários do regime geral da previdência social e de servidores públicos. Art. III – administrativo. II – benefícios assistenciais. 7º A competência do Plenário e da Corte Especial não está sujeita a especialização. 5º a 8º Art. a saber: I – benefícios assistenciais. Capítulo II Da competência do Plenário. consoante disposições contidas nos arts.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. improbidade administrativa e desapropriação. financeiro e conselhos profissionais. da Corte Especial. 71 a 76 deste Regimento. civil e comercial. no Tribunal. estabelecidas em razão da matéria principal. quatro áreas de especialização. previdenciários do regime geral da previdência social e de servidores públicos. § 1º À 1ª Seção cabe o processo e julgamento dos feitos relativos a: I – servidores públicos civis e militares. II – penal. II – improbidade administrativa. é fixada de acordo com as matérias que compõem a correspondente área de especialização. no Tribunal. § 3º À 3ª Seção cabe o processo e julgamento dos feitos relativos a: Sumário 24 . 5º Há. órgão denominado Conselho de Administração.

V – sucessões e registros públicos. o pedido. III – taxas. Sumário 25 . IV – contribuições de melhoria. VI – empréstimos compulsórios. § 6º Para efeito de definição de competência. contratos administrativos e atos administrativos em geral não incluídos na competência de outra seção. VII – responsabilidade civil. IV – direito ambiental. § 4º À 4ª Seção cabe o processo e julgamento dos feitos relativos a: I – inscrição em conselhos profissionais. deverá ser levado em consideração. prioritariamente. VII – preços públicos.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. inclusive a respectiva opção e naturalização. havendo cumulação de pedidos. prevalecerá o principal. VI – direito das coisas. II – concursos públicos. § 5º Os feitos relativos a nulidade e anulabilidade de atos administrativos serão de competência da seção a cuja área de especialização esteja afeta a matéria de fundo. 8º I – licitação. exercício profissional e respectivas contribuições. V – contribuições sociais e outras de natureza tributária. VIII – ensino. IX – nacionalidade. II – impostos. exceto as contribuições para o FGTS. VIII – questões de direito financeiro. conforme parágrafos anteriores. § 7º Os feitos que versarem sobre multas serão da competência da seção que tratar da matéria de fundo. X – constituição. dissolução e liquidação de sociedades. XII – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. III – contratos. XI – propriedade industrial.

observando. 40. III – escolher as listas tríplices dos candidatos à composição do Tribunal na forma preceituada nos arts. IV – os conflitos de competência entre relatores. 9º Compete ao Plenário: I – dar posse aos membros do Tribunal. são da competência da 4ª Seção. turmas e seções do Tribunal. II – as revisões criminais e as ações rescisórias de seus próprios julgados. 8º a 10 § 8º Os feitos relativos ao regime de previdência complementar (art. V – aprovar o Regimento Interno da Corregedoria Regional. a ordem de antiguidade. o vice-presidente e o corregedor regional para mandato de dois anos. Seção II Da competência do Plenário Art. 10. os juízes federais. § 14.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. bem como a respectiva ação de improbidade administrativa. vedada a recondução. VII – aprovar a outorga de condecorações. de seus órgãos fracionários e de seus desembargadores federais. II – eleger o presidente. e os membros do Ministério Público Federal��������������������������������������������������������������������������������� . Seção III Da competência da Corte Especial Art. VI – aprovar o Regimento Interno das turmas recursais e dos Juizados Especiais Federais. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. estes e aqueles em exercício na área de jurisdição do Tribunal. incluídos os da Justiça Militar e os da Justiça do Trabalho. exceto FGTS. preferencialmente. IV – votar as emendas ao Regimento Interno. Sumário 26 . 93 e 94 da Constituição Federal. bem como dar-lhes posse. § 9º Os feitos de execução fiscal. de natureza tributária ou não tributária. III – os mandados de segurança e os habeas data para impugnação de ato do Tribunal. da Constituição Federal) ou privada serão da competência da 3ª Seção. Compete à Corte Especial processar e julgar: I – nos crimes comuns e nos de responsabilidade.

aprovando a respectiva súmula. Art. IX – conhecer das correições parciais. VI – os incidentes de uniformização de jurisprudência em caso de divergência na interpretação do direito entre as seções. V – ordenar a instauração de procedimento administrativo especial para decretação da perda de cargo de juiz federal e de juiz federal substituto (art. bem como os conflitos de competência entre relatores e turmas integrantes de seções diversas ou entre estas. II – conceder licença ao presidente e aos desembargadores federais. bem como de recursos contra decisões do Conselho de Administração. de juiz federal. VII – julgar os processos de verificação de invalidez de membro do Tribunal. no que couber. IV – decidir os pedidos de remoção ou permuta de juiz federal e de juiz federal substituto. primeira parte. da Constituição Federal). VIII – o pedido de desaforamento de julgamento da competência do Tribunal do Júri. 11. com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. III – organizar concurso público de provas e títulos para provimento de cargos de juiz federal substituto e aprovar o respectivo regulamento. VI – decidir.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. por motivo de interesse público. representações ou justificações de conduta. 95. Compete à Corte Especial Administrativa: I – resolver as dúvidas que lhe forem submetidas pelo presidente ou pelos desembargadores federais sobre a interpretação e execução de norma regimental ou a ordem dos processos de sua competência. de juiz federal substituto ou de membro do próprio Tribunal. VIII – impor penas de advertência e censura aos juízes federais e juízes federais substitutos. de juiz federal e de juiz federal substituto. X – conhecer de pedido de reconsideração mediante fato novo ou omissão do julgado. acerca de remoção ou disponibilidade e aposentadoria. 10 e 11 V – as arguições de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público (art. bem como julgar o respectivo processo. VII – as questões incidentes em processos de competência das seções ou turmas que lhe hajam sido submetidas. Sumário 27 . 97 da Constituição Federal) suscitadas nos processos submetidos ao julgamento originário ou recursal do Tribunal. I.

entre os desembargadores federais. Compete às seções: I – processar e julgar: a) os embargos infringentes ou os embargos de divergência em matéria trabalhista interpostos das decisões das turmas da respectiva área de especialização. e) os embargos infringentes nas ações rescisórias de seus próprios julgados. entre os juízes de cada seção judiciária. os que devem compor o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e. XV – decidir o afastamento do cargo de juiz federal ou de juiz federal substituto contra o qual tenha havido recebimento de denúncia ou queixa-crime. em ambos os casos. na forma do art. c) os incidentes de uniformização de jurisprudência. Sumário 28 . b) os conflitos de competência relativos às matérias das respectivas áreas de especialização verificados entre juízes federais vinculados ao Tribunal. XVI – eleger. XXV. aprovando a respectiva súmula. 21. 11 e 12 XI – ordenar a especialização de varas e atribuir competência. a convocação de juízes federais. por provocação do Conselho de Administração. bem como dos julgados da própria seção ou das respectivas turmas. pela natureza dos feitos. 12. na condição de membro efetivo e suplente. de juiz federal ou juiz federal substituto para o fim de aposentadoria. d) os mandados de segurança e os habeas data para impugnação de ato de juiz federal. a determinados juízos federais. XII – aprovar. XVII – declarar a vitaliciedade de juízes. pelo voto secreto. XIII – decidir o afastamento de juiz federal ou juiz federal substituto por mais de trinta dias. Seção IV Da competência das seções Art. XIV – deliberar sobre abertura de procedimento de verificação de invalidez de desembargador federal ou. os que devem integrar o respectivo Tribunal Regional Eleitoral. quando ocorrer divergência na interpretação do direito entre as turmas que as integram. deste Regimento.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. em votação secreta. f ) as ações rescisórias dos julgados de primeiro grau relativos às matérias das correspondentes áreas de especialização.

h) as suspeições levantadas contra os desembargadores federais. processar e julgar: I – nos crimes comuns e nos de responsabilidade. Parágrafo único. II. II – em grau de recurso. Compete à 2ª Seção. ao foro do Tribunal por prerrogativa de função. dentro da respectiva área de especialização: I – os habeas corpus. bem como dos julgados da própria Seção ou das respectivas turmas. III – as revisões criminais dos julgados de primeiro grau. 13. Art. quando a autoridade coatora for juiz federal ou outra autoridade sujeita diretamente à jurisdição do Tribunal. II – sumular a jurisprudência uniforme das turmas da respectiva área de especialização. ressalvada a competência prevista no art. III – as exceções de suspeição e impedimento contra juiz federal. Seção V Da competência das turmas Art. as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes de direito no exercício de jurisdição federal. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. 12 a 14 g) as questões incidentes em processos de competência das turmas da respectiva área de especialização que lhes sejam submetidas. salvo em se tratando de processo da competência da Corte Especial. e 105. ressalvadas as hipóteses previstas nos arts. Às turmas compete processar e julgar. as autoridades submetidas. Sumário 29 . 10.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. As turmas podem remeter os feitos de sua competência à seção de que são integrantes: I – quando algum desembargador federal propuser revisão da jurisprudência assentada em súmula pela seção. da Constituição Federal. II – as ações de improbidade administrativa relativas às autoridades referidas no inciso I. 14. I e II. pela natureza da infração. “b”. “c”. II. 102. deste Regimento. II – quando convier pronunciamento da seção em razão da relevância da questão e para prevenir divergência entre as turmas da mesma seção.

nos processos da respectiva competência. Ao Plenário. 16. c) as arguições de falsidade. a turma que primeiro conhecer de um processo ou de qualquer incidente ou recurso terá a jurisdição preventa para o feito e seus novos incidentes ou recursos. Seção VI Da competência comum aos órgãos julgadores Art. Ressalvada a competência da Corte Especial ou da seção. incumbe. quando neles ou por intermédio deles verificar indícios de crime de responsabilidade ou de crime comum em que caiba ação pública. 15 e 16 Art. b) os embargos de declaração opostos a seus acórdãos. § 1º A prevenção de que trata este artigo também se refere às ações reunidas por conexão e aos feitos originários conexos. d) os incidentes de execução que lhes forem submetidos. ainda: I – julgar: a) o agravo regimental contra decisão do respectivo presidente ou de relator. II – adotar as seguintes providências: a) remeter às autoridades competentes. dentro de cada área de especialização. se não for reconhecida de ofício. cópias autenticadas de peças de autos ou de papéis de que conhecer. 15. § 5º Não firma prevenção do órgão julgador a decisão que não conhece do recurso ou a que simplesmente declara prejudicado o pedido. à Corte Especial.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. às seções e às turmas. medidas cautelares e outras nos feitos pendentes de sua decisão. Sumário 30 . § 2º Prevalece ainda a prevenção quando a turma haja submetido a causa ou algum de seus incidentes ao julgamento da seção ou da Corte Especial. poderá ser arguida por qualquer das partes ou pelo Ministério Público Federal até o início do julgamento por outra turma. § 4º Cessará a prevenção se tiver havido total redistribuição dos desembargadores federais na composição das turmas ou se da turma não fizer parte nenhum dos que funcionaram em julgamento anterior. mesmo os relativos à execução das respectivas decisões. para os devidos fins. e) a restauração de autos desaparecidos. § 3º A prevenção.

sem nenhum registro no processo. III – se houver questão relevante sobre a qual divirjam as seções entre si ou alguma delas em relação à Corte Especial. 17. ocorrerá. sessenta dias antes do término do mandato de seus antecessores. vedada a reeleição. têm mandato de dois anos. do vice-presidente e do corregedor regional Seção I Da eleição Art. quando se realizarem na mesma sessão.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. no mínimo. a contar da posse. Não se verificando quorum. será designada sessão extraordinária para a data mais próxima. preferencialmente. ainda. Sumário 31 . eleitos. As seções e as turmas poderão remeter os feitos de sua competência à Corte Especial: I – se houver relevante arguição de inconstitucionalidade. O presidente. 18. e a do vicepresidente. § 3º A eleição do presidente precederá a do vice-presidente. entre os desembargadores federais mais antigos. § 1º A eleição. o vice-presidente e o corregedor regional. tomada verbalmente. Capítulo III Do presidente. por voto secreto do Plenário. na mesma oportunidade. II – se algum desembargador federal propuser revisão da jurisprudência assentada em súmula pela Corte Especial ou. IV – se convier pronunciamento da Corte Especial em razão da relevância da questão jurídica ou da necessidade de prevenir divergência entre as seções. dois terços dos membros efetivos do Tribunal. por deliberação do órgão julgador competente. 16 a 18 b) encaminhar à Corregedoria Regional. desde que a matéria ainda não tenha sido decidida pela Corte Especial ou pelo Supremo Tribunal Federal. Art. pelo menos. reproduções autenticadas de sentenças ou despachos de juízes constantes dos autos que revelem excepcional valor ou mérito de seus prolatores ou observações referentes ao funcionamento das varas. convocando-se os desembargadores federais ausentes. a do corregedor regional. em matéria constitucional. § 2º A eleição far-se-á com a presença de.

destacando possíveis pedidos de créditos suplementares em andamento com as devidas justificativas. nos titulares das unidades responsáveis pelo processamento e pela execução da gestão administrativa. com coordenador e membros de todas as áreas do Tribunal. não figurará mais entre os elegíveis até que se esgotem todos os nomes na ordem de antiguidade. III – relatório de trabalho das comissões e projetos. VIII – situação atual das contas do Tribunal perante o Tribunal de Contas da União. cargos providos. § 5º O desembargador federal licenciado ou em gozo de férias não participará da eleição. que terá acesso integral aos dados e às informações referentes à gestão em curso. Em um segundo escrutínio. § 7º O disposto no § 6º não se aplica ao desembargador federal eleito para completar período de mandato inferior a um ano. § 8º É facultado aos dirigentes eleitos indicar formalmente a equipe de transição. Se nenhum reunir a maioria absoluta de sufrágios. salvo se solicitar o retorno às atividades dois dias antes da data designada para a eleição. se houver.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. indicando a existência ou não de servidores cedidos para o Tribunal. IV – proposta orçamentária e orçamento com especificação das ações e programas. indicando as ações em andamento para cumprimento de diligências expedidas pela citada Corte de Contas. inativos. em até dez dias após a eleição. ou o de presidente. V – estrutura organizacional com detalhamento do quadro de pessoal. bem como daqueles em regime de contratação temporária. o desembargador federal que obtiver a maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal aptos a votar. II – estatística processual. concorrerão somente os mais votados no primeiro. Sumário 32 . se houver. Os dirigentes no exercício do mandato deverão designar interlocutores ao coordenador da equipe de transição. § 9º Os dirigentes em exercício deverão entregar aos dirigentes eleitos. em primeiro escrutínio. cargos vagos. cargos em comissão e funções comissionadas. recaindo essa indicação. VII – sindicância e processos administrativos disciplinares internos. VI – relação dos contratos em vigor e respectivos prazos de vigência. preferencialmente. 18 § 4º Considerar-se-á eleito. relatório circunstanciado com os seguintes elementos básicos: I – planejamento estratégico. proclamar-se-á eleito o mais votado. pensionistas. § 6º O desembargador federal que tiver exercido quaisquer dos cargos de direção previstos neste capítulo por quatro anos.

O eleito completará o período de seu antecessor. adotando. Art. § 10. no prazo máximo de trinta dias. para isso. V – dirigir os trabalhos do Tribunal. nas dependências do Tribunal. 18 a 21 IX – Relatório de Gestão Fiscal do último quadrimestre.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Se ocorrer vacância do cargo de presidente. III – autorizar o ingresso de autoridades policiais. § 2º No caso de o vice-presidente ou o corregedor regional ser eleito presidente. assumirá o vice-presidente. salvo o caso previsto no § 2º do artigo anterior. exercendo o mandato pelo restante do tempo. 19. § 1º O eleito tomará posse no prazo de quinze dias. Sumário 33 . aplicando-se-lhe o disposto no parágrafo anterior. presidindo as sessões do Plenário. Ocorrendo vacância do cargo de vice-presidente ou de corregedor regional. Art. II – velar pelas prerrogativas do Tribunal. acompanhadas ou não de representantes do Ministério Público Federal. IV – convocar as sessões extraordinárias do Plenário. a quem compete a prática de atos de gestão da Justiça Federal de primeiro e segundo graus da 1ª Região. realizar a eleição. VI – manter a ordem nas sessões. 20. na mesma sessão. se considerarem necessário. 21. as providências necessárias. nos termos da Lei Complementar 101/2000. da Corte Especial e do Conselho de Administração. VII – submeter questões de ordem ao Tribunal. Os dirigentes eleitos poderão solicitar dados e informações complementares. será o Plenário convocado para eleição do sucessor no prazo máximo de trinta dias. que convocará o Plenário para. Seção II Das atribuições do presidente Art. para a prática de diligências judiciais ou policiais. da Corte Especial e do Conselho de Administração. tem as seguintes atribuições: I – representar o Tribunal. O presidente do Tribunal. eleger-se-á seu sucessor.

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VIII – executar e fazer executar as ordens e decisões do Tribunal, ressalvadas
as atribuições dos presidentes das seções e das turmas, bem como as dos relatores;
IX – baixar as resoluções e instruções normativas referentes à deliberação do
Plenário, da Corte Especial ou do Conselho de Administração;
X – baixar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal;
XI – proferir, nos julgamentos do Plenário e da Corte Especial, voto de desempate, nos casos em que não participa da votação, observando-se, nos demais, se ocorrer
empate, o disposto nos parágrafos do art. 61 deste Regimento;
XII – relatar o agravo interposto de suas decisões, proferindo voto;
XIII – assinar, com o relator, as cartas rogatórias;
XIV – assinar as atas, os ofícios executórios e as comunicações referentes aos
processos do Plenário, da Corte Especial e do Conselho de Administração;
XV – presidir e supervisionar a distribuição dos feitos aos desembargadores
federais, bem como assinar a ata respectiva, ainda quando realizada pelo sistema eletrônico de processamento de dados;
XVI – resolver as dúvidas que forem suscitadas na classificação dos feitos e
papéis registrados na Secretaria do Tribunal, baixando as instruções necessárias;
XVII – publicar, mensalmente, no órgão oficial, relação dos feitos encaminhados à Procuradoria Regional da República, com data dos respectivos recebimentos, e
ainda não devolvidos;
XVIII – designar dia para julgamento dos processos da competência do Plenário e da Corte Especial;
XIX – proferir os despachos de expediente;
XX – nomear e dar posse aos juízes federais substitutos e, durante o recesso
do Tribunal, dar posse aos desembargadores federais;
XXI – designar juiz federal e juiz federal substituto para atuar em regime especial de auxílio a outra vara ou em mutirão;
XXII – prorrogar jurisdição de magistrado promovido ou removido, por conveniência do serviço;
XXIII – conceder transferência de seção aos desembargadores federais;
XXIV – prorrogar o prazo para posse e exercício dos membros do Tribunal;
XXV – convocar, para substituição e auxílio, nos casos previstos neste Regimento, juízes federais efetivos com mais de trinta anos de idade e cinco anos de exerSumário

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cício (art. 107, II, da Constituição Federal), desde que não seja o único magistrado em
exercício na vara, após aprovação pela maioria absoluta dos membros da Corte Especial
Administrativa, na forma de resolução, ou, havendo urgência, ad referendum da Corte
Especial Administrativa;
XXVI – manter sob fiscalização e permanente atualização o assentamento
funcional dos magistrados federais da 1ª Região e publicar, nos meses de janeiro e julho,
as listas de antiguidade dos juízes federais e juízes federais substitutos;
XXVII – informar a remoção ou promoção dos juízes à Coordenação dos Juizados Especiais Federais – Cojef;
XXVIII – determinar, em cumprimento de deliberação da Corte Especial Administrativa, o início do procedimento de verificação de invalidez de desembargador
federal, de juiz federal ou juiz federal substituto para o fim de aposentadoria;
XXIX – nomear curador ao paciente nas hipóteses do item anterior, quando
se tratar de incapacidade mental, bem como praticar os demais atos do procedimento
administrativo de verificação de invalidez do magistrado;
XXX – criar comissões temporárias e designar seus membros, bem como
aqueles das comissões permanentes;
XXXI – indicar ao Conselho de Administração, para homologação, os juízes
diretores e vice-diretores de foro das seções e subseções judiciárias;
XXXII – indicar ao Conselho de Administração, para homologação, os desembargadores federais para a Coordenação dos Juizados Especiais Federais, para a direção
da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região e para o Gabinete do Desembargador
Federal Diretor da Revista;
XXXIII – decidir:
a) antes da distribuição, os pedidos de assistência judiciária;
b) as reclamações por erro de ata do Plenário e da Corte Especial ou da publicação de acórdãos desta;
c) os pedidos de suspensão da execução de medida liminar, tutela antecipada ou sentença nos casos previstos em lei;
d) os pedidos de avocação de processos (art. 475, § 1º, do Código de Processo Civil);
e) os pedidos de livramento condicional, bem como os incidentes em processos de indulto, anistia e graça;
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f ) a deserção de recursos extraordinários e especiais não preparados no Tribunal;
g) as petições de recursos especial e extraordinário, resolvendo os incidentes
que forem suscitados;
h) a expedição de ordens de pagamento devido pela Fazenda Pública Federal
nos termos do art. 100 da Constituição Federal, despachando os respectivos processos;
i) a ordenação do sequestro no caso do art. 731 do Código de Processo Civil;
j) os pedidos relativos às matérias administrativas e de servidores do Tribunal, que poderão ser objeto de delegação ao diretor-geral;
XXXIV – nomear o diretor-geral da Secretaria, os ocupantes de cargo em comissão e de função comissionada e, por indicação do respectivo presidente, os diretores
das coordenadorias das turmas;
XXXV – determinar, nas ações rescisórias da competência da Corte Especial, o
levantamento do depósito exigido pelo art. 488, II, do Código de Processo Civil;
XXXVI – rubricar os livros necessários ao expediente ou designar servidor
para fazê-lo;
XXXVII – designar os servidores dos gabinetes da Presidência, da Vice-Presidência, da Corregedoria Regional, da Coordenação dos Juizados Especiais Federais e dos
desembargadores federais, mediante indicação do titular;
XXXVIII – especificar, em ato próprio, as atribuições das diversas unidades do
Tribunal, bem como de seus diretores, chefes e servidores;
XXXIX – assinar os atos de provimento e vacância dos cargos de natureza
permanente e em comissão dos servidores do Tribunal e da Justiça Federal de primeiro
grau da 1ª Região;
XL – assinar os demais atos relativos a:
a) remoção;
b) redistribuição;
c) substituição;
d) vantagens;
e) indenizações;
f ) férias;
g) licenças;
h) afastamentos;
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devidamente examinadas. XLVI – delegar. bem como os mapas dos julgados. 22. ao diretor-geral da Secretaria os atos de gestão administrativo-financeira de sua competência. na forma do art. na segunda sessão plenária após o recesso forense. 19 deste Regimento. XLI – decidir os processos disciplinares. XLIII – apresentar ao Tribunal. Ao vice-presidente incumbe: I – substituir o presidente nas férias. submetendo ao Conselho de Administração aqueles relativos às penas de demissão. III – decidir. licenças. II – presidir a distribuição dos processos no Tribunal por delegação do presidente. XLVII – aprovar. XLII – zelar pela regularidade e exatidão das publicações dos dados estatísticos sobre os trabalhos do Tribunal a cada mês. quando se tratar de membro do Tribunal. XLIV – adotar as providências necessárias à elaboração das propostas orçamentárias do Tribunal e da Justiça Federal de primeiro grau e encaminhar pedidos de abertura de créditos adicionais (art. Sumário 37 . semestralmente. Seção III Das atribuições do vice-presidente Art. § 1º. da Constituição Federal). a escala de férias dos desembargadores federais e dos juízes federais convocados. cassação de aposentadoria e disponibilidade dos servidores do Tribunal e da Justiça Federal de primeiro grau da 1ª Região. em caso de vacância do cargo de presidente. por delegação de competência. conforme o caso. ausências e impedimentos eventuais. procedendo-se. XLV – encaminhar ao Conselho da Justiça Federal as tomadas de contas do Tribunal e das seções judiciárias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. XLVIII – propor à Corte Especial Administrativa a instauração de processo disciplinar. 21 e 22 i ) concessões. acerca da admissibilidade de recursos especial e extraordinário. 99. manifestando-se sobre as aplicações. j ) apuração de tempo de serviço. relatório circunstanciado dos trabalhos efetuados no ano decorrido.

X – expedir instruções normativas para o funcionamento dos serviços da Corregedoria Regional. a comissão examinadora de concursos para o provimento de cargo de juiz federal substituto. Sumário 38 . III – proceder a sindicâncias e correições gerais ou parciais. V – proceder a sindicâncias relacionadas com faltas atribuídas a juízes federais e juízes federais substitutos e propor à Corte Especial Administrativa a instauração de processo disciplinar. § 1º A delegação de que tratam os incisos II e III far-se-á mediante ato do presidente e de comum acordo com o vice-presidente. quando verificar que. como membro nato. na qualidade de presidente. 22 e 23 IV – compor. correições gerais e extraordinárias ou nas sindicâncias e inquéritos que presidir. V – auxiliar na supervisão e fiscalização dos serviços da Secretaria do Tribunal. adotando. a disciplina e o prestígio da Justiça Federal. à disciplina e à estatística forense de primeiro grau. as medidas adequadas à eliminação de erros e abusos. VII – expedir instruções e orientações normativas destinadas ao aperfeiçoamento. IV – examinar e relatar pedidos de correição parcial e justificação de conduta de juízes federais e de juízes federais substitutos. podendo requisitá-los da Secretaria do Tribunal ou das seções e subseções judiciárias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. II – fiscalizar e superintender as atividades relativas ao aperfeiçoamento. à padronização e racionalização dos serviços forenses de primeiro grau. desde logo. Seção IV Das atribuições do corregedor regional Art. VIII – designar os servidores que o assessorarão ou servirão de secretário nas inspeções. Ao corregedor regional compete: I – exercer as atividades de correição da Justiça Federal de primeiro grau. se praticam erros ou omissões que prejudiquem a distribuição da justiça. VI – submeter ao Conselho de Administração as propostas de provimentos necessários ao regular funcionamento dos serviços forenses de primeiro grau. § 2º O vice-presidente integra a Corte Especial também nas funções de relator e revisor. IX – realizar sindicâncias. 23. em alguma seção ou juízo.

24. encaminhará ao Ministério Público Federal os documentos necessários para a apuração da responsabilidade criminal. O corregedor regional. poderão ser baixados provimentos ad referendum do Conselho de Administração. correições gerais e extraordinárias ou realização de inquéritos destinados à apuração de responsabilidade.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 96 deste Regimento. até 15 de janeiro. inclusive os ocupantes de cargos e funções comissionadas. quando julgar necessário para a realização de inspeções. Art. Art. ao Ministério Público Federal ou ao diretor-geral do Departamento de Polícia Federal para os devidos fins. Art. fará as necessárias comunicações ao presidente do Tribunal. XII – determinar a sindicância da vida pregressa dos candidatos nos concursos para provimento de cargo de juiz federal substituto e providenciar a realização de exames psicotécnicos. do Ministério Público Federal e dos serviços auxiliares da Polícia Federal. 26. Nos demais casos. ficando os resultados finais sujeitos a sua apreciação e decisão. No exame de correições parciais ou gerais. relatório circunstanciado dos serviços afetos à Corregedoria Regional. quando o corregedor regional verificar irregularidades ou omissões cometidas por órgãos ou servidores da Secretaria do Tribunal. observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço. sempre que verificar a existência de crime ou contravenção. Aos servidores da Corregedoria Regional. semestralmente. O corregedor regional poderá baixar ato dispondo sobre o horário do pessoal de seu gabinete. sem prejuízo da pena disciplinar que houver aplicado. 25. aplica-se o disposto quanto aos servidores de gabinete de desembargador federal. § 2º Em casos de urgência. XIII – aprovar. a escala de férias dos juízes federais e juízes federais substitutos. 23 a 26 XI – encaminhar ao presidente. Parágrafo único. de acordo com o art. § 1º O corregedor regional integra a Corte Especial também nas funções de relator e revisor. poderá designar juiz federal para acompanhá-lo ou delegar-lhe competência. Sumário 39 . sindicâncias. XIV – autorizar o afastamento de juiz federal e juiz federal substituto por prazo inferior a trinta dias.

VI – assinar os ofícios executórios e quaisquer comunicações referentes aos processos julgados pela seção. II. São vedados atos regulamentares das turmas que impliquem mudança nos padrões organizacionais da Secretaria Judiciária do Tribunal. sem prejuízo das atribuições previstas no art. II – manter a ordem nas sessões. VII – determinar. nas quais terá voto de desempate.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. VIII – presidir a execução de título judicial e seus incidentes em processo originariamente julgado na seção. 488. 27. o levantamento do depósito de que trata o art. Sumário 40 . III – manter a ordem nas sessões. ressalvados os casos de competência do presidente do Tribunal ou da seção que integra. nas ações rescisórias de competência das seções. IV – convocar sessões extraordinárias da seção. Parágrafo único. VII – prestar informações em habeas corpus quando o feito já tiver sido julgado. agravo regimental interposto de suas decisões. Art. VI – assinar a correspondência da turma. Compete ao presidente de seção: I – presidir as sessões. § 3º. V – assinar as atas das sessões. V – assinar os ofícios executórios e quaisquer comunicações referentes aos processos julgados pela turma. com voto. do Código de Processo Civil. II – relatar. deste Regimento. 62. VIII – indicar ao presidente o diretor da coordenadoria da respectiva turma na forma do inciso XXXIV do art. prevalecendo a decisão agravada quando ocorrer empate. 27 e 28 Capítulo IV Das atribuições dos presidentes de seção e de turma Art. IV – assinar as atas das sessões. 21 deste Regimento. Compete ao presidente de turma: I – presidir as sessões. III – convocar sessões extraordinárias da turma. 28.

quando seu voto for o vencedor no julgamento. se for o caso. X – apresentar. da turma ou de seus presidentes.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. conforme a competência. em caso de urgência. os feitos que independem de pauta. VI – determinar. II – determinar às autoridades judiciárias e administrativas sujeitas à jurisdição do Tribunal providências relativas ao andamento e à instrução do processo. ou. V – submeter à Corte Especial. 29 Capítulo V Do relator e do revisor Seção I Do relator Art. à seção ou à turma. a pedido do Ministério Público Federal. XIII – determinar o arquivamento de inquérito policial ou de peças informativas. nos processos da competência respectiva. em mesa. conforme o caso. no caso de discordância. submeter o requerimento à decisão do órgão competente do Tribunal. medidas cautelares necessárias à proteção de direito suscetível de grave dano de incerta reparação ou ainda destinadas a garantir a eficácia da ulterior decisão da causa. 29. Ao relator incumbe: I – ordenar e dirigir o processo. ainda que o feito se ache em pauta ou em mesa para julgamento. à Corte Especial. XI – redigir o acórdão. salvo se forem da competência do Plenário. da Corte Especial. IX – propor à seção ou à turma a submissão do processo à Corte Especial ou à seção. III – delegar atribuições a autoridades judiciárias de instância inferior nos casos previstos em lei ou neste Regimento. Sumário 41 . para julgamento. VIII – determinar a inclusão dos feitos em pauta para julgamento que lhe couberem por distribuição ou passá-los ao revisor com o relatório. questões de ordem para o bom andamento dos processos. XII – determinar a correção da autuação. da seção. quando for o caso. à turma ou ao respectivo presidente. as medidas do inciso anterior ad referendum do respectivo colegiado. à seção. VII – homologar as desistências. IV – submeter ao Plenário.

XXIV – negar seguimento a recurso manifestamente inadmissível. III. 527. a pretensão recursal (art. remição de bens. XVI – decidir as impugnações ao valor da causa nos processos de competência originária. XX – dispensar a audiência do revisor. a requerimento do recorrente. sentença proferida em conformidade com súmula de tribunal superior ou do Tribunal ou. 29 XIV – decretar a extinção da punibilidade nos casos previstos em lei. levantamento de dinheiro sem caução idônea e em outros casos dos quais possa resultar lesão grave e de difícil reparação. XVIII – antecipar os efeitos da tutela nas ações de competência originária do Tribunal. bem como nos casos de inadmissão da apelação e nos relativos aos efeitos em que a apelação é recebida.830/1980. quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal ou de tribunal superior (art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. total ou parcialmente. XXI – julgar. prejudicado ou em confronto com súmula ou jurisprudência dominante do Tribunal. nos feitos que versarem sobre matéria predominante de direito ou quando a sentença recorrida estiver apoiada em precedentes do Tribunal. mandando remeter os autos ao juiz da causa. em antecipação de tutela. 90. XXIII – dar efeito suspensivo a recurso ou suspender o cumprimento da decisão recorrida. o conflito de competência quando houver jurisprudência dominante do Tribunal ou decisão da Corte Especial sobre a questão suscitada. na forma prevista no art. XIX – determinar a remessa dos autos ao juízo ou tribunal competente em caso de manifesta incompetência do Tribunal. adjudicação. da Lei Complementar 35/1979). XXV – dar provimento ao recurso. XVII – confirmar. XXVI – converter o agravo de instrumento em agravo retido. proferindo voto. do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal (art. do Supremo Tribunal Federal ou de tribunal superior. de plano. § 1º-A. §§ 1º e 2º. improcedente. ainda. até o pronunciamento definitivo da turma. do Código de Processo Civil). XV – relatar os agravos interpostos de suas decisões. nos casos de prisão civil. XXII – julgar prejudicado pedido ou recurso que haja perdido o objeto. do Código de Processo Civil). nos casos de reexame necessário. sendo relevante a fundamentação. salvo quando se tratar de decisão suscetível de causar à parte lesão grave e de difícil reparação. 557. Sumário 42 . e deferir. com a jurisprudência uniforme deste. 35 da Lei 6.

Sumário 43 . no órgão julgador. de despejo. III – os embargos infringentes. XX. 29. Parágrafo único. III – determinar a inclusão do feito em pauta para julgamento. conforme o caso. vice-presidente ou corregedor regional continuará revisor nos processos já incluídos em pauta. não haverá revisor. O desembargador federal empossado presidente. II – confirmar. § 2º A substituição do relator dar-se-á na forma do art. submetendo. enquanto os autos lhe estiverem conclusos. 118 deste Regimento. poderá o relator dispensar a revisão (art. § 2º Nas ações rescisórias e nos embargos infringentes. Art. Art. V – a revisão criminal. deste Regimento). II – a ação penal originária. 32. vice-presidente ou corregedor regional ou eleito para o Tribunal Regional Eleitoral continuará relator dos processos já incluídos em pauta. desde logo. 31. de execuções fiscais. nas apelações cíveis e nas ações de desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária. Será revisor o desembargador federal que se seguir ao relator. completar ou retificar o relatório. § 1º O desembargador federal empossado presidente. Compete ao revisor: I – sugerir ao relator medidas ordinatórias do processo que tenham sido omitidas. na ordem decrescente de antiguidade. quando o feito ainda não tiver sido julgado. nos casos de indeferimento liminar da petição inicial. 29 a 32 XXVII – prestar informações em habeas corpus. IV – determinar a juntada de petição. 30. Seção II Do revisor Art. § 1º Nos recursos interpostos nas causas de procedimento sumário. a matéria à consideração do relator. IV – a apelação criminal. Sujeitam-se a revisão: I – a ação rescisória.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts.

a Corte Especial. A substituição do revisor dar-se-á na forma do art. a começar pela direita do presidente. de quinze minutos. nos casos permitidos pela Constituição Federal e pela lei. bem como se. 68 e 329 deste Regimento. Capítulo VI Das sessões Seção I Das disposições gerais Art. salvo o disposto nos arts. Art. a seção ou a turma resolverem que sejam reservadas. 37. 34. § 1º Os advogados ocuparão a tribuna para formular requerimento. 119 deste Regimento. 36. 35. 33 a 37 Art. se houver mais de um juiz convocado. Art. produzir sustentação oral ou responder às perguntas que lhes forem feitas pelos desembargadores federais. As sessões ordinárias começarão às nove ou às quatorze horas e terão a duração de quatro horas. podendo ser prorrogadas sempre que o serviço o exigir. As sessões serão públicas. da Corte Especial. extraordinariamente. nos lugares laterais. § 1º Se o presidente do Tribunal comparecer à seção ou à turma para julgar processo a que estiver vinculado. 33. As sessões extraordinárias terão início à hora designada e serão encerradas quando cumprido o fim a que se destinaram. o presidente tem assento na parte central da mesa de julgamento. Sumário 44 .Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Nas sessões. mediante convocação. o Plenário. alternadamente. por motivo relevante. Parágrafo único. ficando o procurador regional a sua direita. de seção ou de turma nos dias designados e. Haverá sessão do Plenário. § 2º Havendo juiz convocado. com intervalo. § 2º Os advogados deverão usar beca sempre que ocuparem a tribuna. este tomará o lugar do desembargador federal���������������������������������������������������������������������������� menos antigo. observar-se-á a antiguidade na Justiça Federal. assumirá sua presidência. Os demais desembargadores federais sentar-se-ão pela ordem de antiguidade. Art. sempre que possível.

§ 1º O critério de numeração. desde que a solicitem. referir-se-á a cada relator. segundo a ordem de antiguidade dos feitos em cada classe. II – leitura. IV – julgamento dos processos em pauta. Os julgamentos a que este Regimento ou a lei não derem prioridade serão realizados. Art. da Corte Especial. quando possível. III – indicações e propostas. 44. tendo preferência os processos de réu preso. Quando deferida preferência solicitada pelo Ministério Público Federal para processo em que houver medida liminar ou acautelatória. o julgamento far-se-á com prioridade. § 2º A antiguidade apurar-se-á pela ordem de recebimento dos feitos no protocolo do Tribunal. Art. Nas sessões do Plenário. poderão os advogados ter preferência. de seção e de turma. com a necessária antecedência. deverão ser informados à presidência do órgão julgador com antecedência mínima de vinte e quatro horas da sessão. os incidentes de uniformização de jurisprudência e de declaração de inconstitucionalidade e os mandados de segurança. ao secretário do órgão colegiado respectivo. poderão ser julgados conjuntamente. Os processos conexos poderão ser objeto de um só julgamento. 43. embora apresentem aspectos peculiares. V – julgamento dos processos em mesa. 38 a 44 Art. Parágrafo único. Art. 42. devendo os relatórios sucessivos reportar-se ao anterior.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. para aferição da antiguidade. 38. Os processos que versem sobre a mesma questão jurídica. observar-se-á a seguinte ordem: I – verificação do número de desembargadores federais. fazendo menção às peculiaridades do caso. 39. Em caso de urgência. Art. 40. Desejando proferir sustentação oral. excetuados os habeas corpus. Os processos em mesa. Art. o relator indicará preferência para o julgamento. Sumário 45 . 41. discussão e aprovação da ata da sessão anterior.

§ 2º O Ministério Público Federal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. embargos declaratórios e arguição de suspeição. e ao réu. Art. feito o relatório. falará depois do procurador regional. cada uma das partes falará pelo tempo máximo de quinze minutos. terá prazo próprio para falar igual ao das partes. com prioridade. havendo corréus com diferentes defensores. Art. Nos processos criminais. bem como no prosseguimento de qualquer julgamento quando do voto-vista. nos demais feitos. § 9º Se. a menos que o recurso seja dele. § 10. § 6º Intervindo terceiro para excluir autor e réu. § 7º Havendo assistente na ação penal pública. só quando atuar. § 8º O Ministério Público Federal falará depois do autor da ação penal privada. para sustentação de suas alegações. poderá proferir sustentação oral depois da defesa. agravo. nas ações em que for apelante. se diversamente não o convencionarem. houver recurso de corréus em posição antagônica. Sumário 46 . salvo se convencionarem outra divisão. a preferência será concedida. cada grupo terá prazo completo para falar. o prazo será contado em dobro e dividido igualmente entre os advogados do mesmo grupo. Nos demais julgamentos. 45. terá a palavra para sustentação oral antes do réu. § 4º O Ministério Público Federal. § 5º Havendo litisconsortes não representados pelo mesmo advogado. Parágrafo único. como fiscal da lei. ao autor. Não haverá sustentação oral no julgamento de remessa oficial. aos advogados que residirem em local diverso da sede do Tribunal. o presidente do órgão colegiado. dará a palavra. excetuada a ação penal originária. recorrido ou impetrado. 46. na qual o prazo será de uma hora. § 1º O Ministério Público Federal terá prazo igual ao das partes. 44 a 46 Parágrafo único. § 3º Nos habeas corpus. o Ministério Público Federal fará a sustentação oral depois do impetrante. Nos casos do parágrafo único do artigo anterior. exclusivamente. recorrente ou impetrante. Observadas as preferências legais dos processos em julgamento na sessão. em processo criminal. o prazo será contado em dobro e dividido igualmente entre os defensores. sucessivamente.

solicitar esclarecimentos sobre fatos e circunstâncias relativas às questões em debate que não possam aguardar o momento do seu voto. mesmo que não compareçam ou hajam deixado o exercício do cargo. apanhará os votos. O julgamento prosseguirá na primeira sessão ordinária subsequente à devolução. no prazo de dez dias. o pedido de vista não impede que votem os demais desembargadores federais que se tenham por habilitados a fazê-lo. Nenhum falará sem que o presidente lhe conceda a palavra nem interromperá o que desta estiver fazendo uso. sem nenhuma manifestação de mérito. sendo o caso. salvo dispensa do desembargador federal. § 1º Os autos deverão ser entregues pelo relator à Coordenadoria da Corte Especial e das Seções ou à coordenadoria da turma. computando-se os votos já proferidos pelos desembargadores federais. 47 e 48 Art. aditamentos. § 3º É vedado o pedido antecipado de vista. e aquele que o formular apresentará os autos para prosseguimento da votação. sendo o caso. deverá ser formulado por ocasião do voto do julgador. nos termos dos §§ 2º e 3º do art. § 2º Não se considerando habilitado a proferir imediatamente seu voto. devendo devolvê-los no prazo de dez dias. São vedados apartes. para explicar a modificação de voto. 48. não devolvidos os autos no prazo nem solicitada expressamente sua prorrogação pelo desembargador federal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. segundo a ordem regimental de votação. § 1º Após o voto do relator e. com publicação em pauta. 47 deste Regimento. § 2º O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá. excepcionalmente. a qualquer desembargador federal é facultado pedir vista dos autos. se for o caso. o presidente do órgão julgador requisitará os autos do processo e reabrirá o julgamento na sessão ordinária subsequente. dispensada nova publicação em pauta. 47. Surgindo questão nova. que. § 4º No caso do § 2º deste artigo. do revisor. salvo quando se derem por esclarecidos. Findo o prazo in albis. o próprio relator poderá pedir a suspensão do julgamento. Sumário 47 . § 5º A taquigrafia. os desembargadores federais poderão. discussões ou explicações de voto. Art. ainda que o afastado seja o relator. Cada desembargador federal poderá falar duas vezes sobre o assunto em discussão e mais uma vez. § 3º Não participarão do julgamento os desembargadores federais que não tenham assistido ao relatório ou aos debates. para fins de cobrança. Nos julgamentos. contados da data em que os recebeu. a coordenadoria comunicará o fato ao presidente do órgão.

antes de julgada. Concluído o debate oral. computando-se os votos anteriormente proferidos. ordenará a remessa dos autos à instância inferior para os fins de direito. Se for rejeitada a preliminar ou. § 3º Se não houver revisor ou se este também tiver sido vencido. o presidente tomará os votos do relator. § 1º Encerrada a votação. Preferirá aos demais. seguir-se-ão a discussão e o julgamento da matéria principal e sobre ela também proferirão votos os desembargadores federais vencidos na anterior conclusão. § 5º O pedido de vista referido no caput poderá ser formulado em processos apreciados nas sessões administrativas. Se não for acolhida. converter-se-á o julgamento em diligência. salvo se o adiamento tiver resultado de vista e se estiver aguardando a devolução dos autos. e dos outros desembargadores federais que se lhes seguirem na ordem decrescente de antiguidade. prosseguindo-se no julgamento. que poderão usar da palavra pelo prazo da lei. será ela. As questões preliminares serão julgadas antes do mérito. Sumário 48 . § 1º Sempre que. com dia designado. Art. antes ou no curso do relatório. será designado para redigir o acórdão o primeiro desembargador federal que tiver proferido voto prevalecente. o processo cujo julgamento houver sido suspenso. serão renovados o relatório e a sustentação oral. se for necessário. pelo prazo nele estabelecido. for necessário o voto de desembargador federal nas condições do parágrafo anterior. o presidente proclamará a decisão. discutida pelas partes. 49. ficará designado o revisor para redigir o acórdão. 48 a 52 § 4º Se. 50. e o relator. § 2º Se o relator for vencido. § 6º Por determinação do relator. Art. para efeito do quorum ou desempate na votação. do revisor. o relator fará o relatório. algum desembargador federal suscitar preliminar. Art. poderão ser formados autos suplementares dos processos administrativos que lhe forem distribuídos. deste não se conhecendo se incompatível com a decisão daquelas.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. § 2º Quando a preliminar versar nulidade suprível. não vedar a apreciação do mérito. se houver. Art. findo o qual o julgamento prosseguirá na sessão seguinte. 52. 51. se acolhida.

Parágrafo único. da maioria absoluta de seus membros. II – comemorar. Parágrafo único. 54. O julgamento. que se reúnem com a presença. 53. ação penal originária. IV – celebrar outros acontecimentos de alta relevância. O Plenário do Tribunal reúne-se em sessão solene para: I – dar posse aos desembargadores federais e aos titulares de sua direção. 55. a cada dois anos.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. ultimar-se-á na mesma sessão. Seção II Das sessões solenes Art. uma vez iniciado. Seção III Das sessões do Plenário e da Corte Especial Art. Parágrafo único. O Plenário. Art. Para julgamento de matéria constitucional. uniformização de jurisprudência. O Plenário e a Corte Especial. no mínimo. 56. a seção ou a turma poderão converter o julgamento em diligência quando necessária à decisão da causa. O cerimonial das sessões solenes será regulado por ato do presidente. b) por motivo de falecimento de desembargador federal. Art. o quorum é de dois terços Sumário 49 . 57. alteração ou cancelamento de enunciado de súmula. 53 a 57 Art. V – dar posse aos juízes federais substitutos. III – prestar homenagem aos seus desembargadores: a) por motivo de afastamento definitivo da jurisdição. perda do cargo de magistrado. c) para celebrar o centenário de seu nascimento. ainda que excedida a hora regimental. sumulação de jurisprudência uniforme. aniversário de sua instalação. eleição dos titulares de sua direção e elaboração de listas tríplices. Farão uso da palavra as autoridades indicadas pelo presidente. a Corte Especial. são dirigidos pelo presidente do Tribunal. O presidente poderá determinar a continuação do julgamento no dia seguinte no caso de não ter sido possível concluir a pauta em razão do término do horário da sessão.

Art. Art. O presidente proferirá voto em matéria constitucional. 61 deste Regimento. em caso de empate. § 3º No julgamento do agravo referido no caput. Sumário 50 . observando-se. 57 a 61 de seus membros efetivos aptos a votar. os casos de suspeição e impedimento nem os cargos cujos titulares estejam afastados por tempo indeterminado. 60. proclamar-se-á a decisão mais favorável ao paciente ou réu. o vice-presidente. Na ausência do presidente. 40 a 44 e 52 deste Regimento: I – os habeas corpus. V – os mandados de injunção. prevalecerá a decisão mais favorável ao réu. 61. nos demais casos. observados os arts. § 2º No julgamento dos habeas corpus. Excetuados os casos em que se exige o voto da maioria qualificada. VI – os conflitos de competência. II – as causas criminais e. em sua ausência. em caso de empate. Na hipótese indicada neste artigo. o desembargador federal que substituir o presidente proferirá voto nos processos em que seja relator ou revisor. administrativa. caso contrário. o corregedor regional e. o disposto no art. as decisões serão tomadas pelo voto da maioria simples dos desembargadores federais presentes. IV – os mandados de segurança. VII – incidentes de uniformização de jurisprudência e de declaração de inconstitucionalidade. Terão prioridade no julgamento da Corte Especial. as de réu preso. em agravo de suas decisões e. o desembargador federal mais antigo no Tribunal. Art. sucessivamente. Parágrafo único. entre elas. III – os habeas data. 59. proferirá voto de desempate. 58. de recursos de habeas corpus e de matéria criminal. Art. não considerados os cargos vagos. em caso de empate. § 1º Nas decisões criminais em que o presidente não tiver tomado parte na votação. somente se ocorrer empate. presidirão a sessão.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. prevalecerá a decisão agravada.

as de réu preso. III – os conflitos de competência. presidirá a sessão o desembargador federal mais antigo que se lhe seguir na ordem decrescente de antiguidade no órgão. alteração ou cancelamento de súmula. havendo empate. Terão prioridade. no mínimo. 62. Seção V Das sessões das turmas Art. da maioria absoluta de seus membros. a quem serão remetidos os autos. 61 a 65 § 4º Nas demais votações de que tenha participado. observados os arts. em sistema de rodízio. Excetuados os casos em que se exige o voto da maioria absoluta de seus membros. No agravo interposto contra decisão do presidente.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. § 1º Presidirá a sessão o desembargador federal mais antigo da seção. as decisões serão tomadas pelo voto da maioria dos desembargadores federais presentes. § 3º O presidente participará da distribuição. 65. se houver empate. proferindo votos nos feitos em que atue como relator. Art. As seções reúnem-se com a presença. revisor ou vogal. salvo para o julgamento de uniformização de jurisprudência. prevalecerá o voto do presidente. As turmas reúnem-se com a presença de três desembargadores federais. sumulação de jurisprudência uniforme. o julgamento será suspenso para colher o voto de desempate do presidente da seção. Se ausente o presidente da seção. Seção IV Das sessões das seções Art. o presidente da seção proferirá o voto de desempate. 40 a 44 e 52 deste Regimento: I – as causas criminais e. Parágrafo único. entre estas. II – os mandados de segurança. em que o quorum é de dois terços de seus membros. a cada dois anos. § 4º Havendo empate. Sumário 51 . 63. prevalecerá a decisão agravada. no julgamento da seção. 64. § 2º Na ausência do presidente.

71. em sistema de rodízio. 66. e as pessoas especialmente convocadas para prestar esclarecimentos. As sessões administrativas serão públicas. pelos três desembargadores federais mais antigos e. O presidente da turma participa de seus julgamentos com as funções de relator. podem as turmas se reunir com a participação de juízes convocados. 68.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Salvo quando as deliberações devam ser publicadas. 69. Art. Seção VI Das sessões administrativas e em conselho Art. 40 a 44 e 52 deste Regimento: I – os habeas corpus. Terão prioridade. Capítulo VII Do Conselho de Administração Art. pelo corregedor regional. salvo o secretário da sessão e o serviço de taquigrafia. 70. revisor e vogal. a seção ou a turma se reúnam em conselho. Sumário 52 . que também o preside. a sessão será reservada. Art. além dos desembargadores federais. no julgamento das turmas. o registro das reuniões reservadas conterá somente a data e os nomes dos presentes. O Conselho de Administração é constituído. pelo presidente do Tribunal. Parágrafo único. Nenhuma pessoa. Parágrafo único. II – as causas criminais e. Quando o presidente ou algum desembargador federal pedir que o Plenário. a Corte Especial. as de réu preso. 67. Art. observados os arts. podendo ser transformadas em reservadas para tratar de assuntos de economia interna do Tribunal ou que. desde que presididas por um desembargador federal. pelo vice-presidente. Art. em caráter permanente. 65 a 71 Parágrafo único. pela natureza. Nas hipóteses previstas na Lei Complementar 35/1979. devam ser deliberados em caráter reservado. que prestarão compromisso de não revelar o que ouvirem. entre estas. será admitida às reuniões reservadas. O julgamento da turma será tomado pelo voto de três julgadores. por mais três desembargadores federais eleitos entre os integrantes da Corte Especial. se assim decidir a maioria.

O Conselho de Administração reunir-se-á. 74. Art. tão só com direito a voz. Art. 72. 71 a 74 § 1º O mandato dos integrantes não permanentes do Conselho de Administração será de dois anos. propor programas e diretrizes e avaliar os serviços administrativos. § 3º O coordenador dos Juizados Especiais Federais e o diretor da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região. compete: I – elaborar planos. II – deliberar sobre a política administrativa do Tribunal e as matérias referentes a servidores que lhe sejam submetidas pelo presidente. na forma estabelecida no caput. quando estiverem em pauta assuntos que a eles interessem. com antecedência mínima de três dias. ainda que não integrem o Conselho. regularmente. ressalvada a possibilidade de o órgão dispensar esse prazo. na primeira e terceira semanas de cada mês e. participarão do julgamento. III – deliberar sobre a organização dos serviços administrativos da Justiça Federal de primeiro grau. inclusive quanto a: a) horário de funcionamento. Os assuntos da competência do Conselho de Administração serão discutidos e votados em conformidade com pauta previamente submetida a seus membros. § 4º Os presidentes da Associação dos Juízes Federais do Brasil – Ajufe e da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região – Ajufer terão direito a assento e voz nas sessões do Conselho de Administração. extraordinariamente. Ao Conselho de Administração. responsável pelo estabelecimento de normas. § 2º Nas ausências ou nos impedimentos eventuais ou temporários de seus membros. b) normas para distribuição dos feitos. desde que submetida e aprovada questão de ordem na sessão de julgamento em que todos os membros se considerem habilitados a decidir o processo que se caracterize como urgente.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. a substituição dar-se-á por ordem de antiguidade. inclusive pelo sistema de processamento eletrônico. quando estiverem em pauta assuntos de interesse da magistratura federal. 73. Art. quando convocado por seu presidente. orientação e controle administrativo-financeiro do Tribunal e da Justiça Federal da 1ª Região. Sumário 53 .

Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. feita pelo presidente. As decisões são tomadas pela maioria dos votos dos presentes. VI – impor aos servidores da Justiça Federal de primeiro e segundo graus da 1ª Região penas disciplinares de demissão. 77. O Conselho de Administração reunir-se-á com quorum mínimo de dois terços dos seus membros. Há. quatro comissões permanentes: I – Comissão de Regimento. do coordenador dos Juizados Especiais Federais. IV – aprovar e alterar as propostas de criação ou extinção de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos. prevalecendo. Parágrafo único. o voto do presidente. da Corte Especial ou do presidente ou as que lhe hajam sido delegadas. a serem encaminhados ao Poder Legislativo (art. do corregedor regional. quando unânimes. os atos e as decisões mencionados no caput deste artigo poderão ser submetidos à revisão da Corte Especial Administrativa. Não sendo unânimes. Capítulo VIII Das comissões permanentes e temporárias Art. 75. IX – aprovar a indicação dos desembargadores federais. V – analisar e aprovar critérios para promoção dos servidores da Secretaria do Tribunal e da Justiça Federal de primeiro grau. Art. VII – atuar como instância recursal das decisões administrativas do presidente. no Tribunal. cassação de aposentadoria e disponibilidade. do diretor da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região. dos juízes diretores e vice-diretores de foro das seções e subseções judiciárias. mediante recurso do interessado. para a direção da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região e para o Gabinete do Desembargador Federal Diretor da Revista. Dos atos e das decisões do Conselho de Administração. VIII – exercer as atribuições administrativas não previstas na competência do Plenário. Sumário 54 . feita pelo presidente do Tribunal. 74 a 77 c) homologação da indicação. do vice-presidente. do desembargador federal diretor da Revista e do diretor do foro. 76. para a Coordenação dos Juizados Especiais Federais. não cabe recurso administrativo. Parágrafo único. 99 da Constituição Federal). em caso de empate.

funciona. As comissões serão presididas pelo desembargador federal mais antigo entre seus membros. com outras autoridades ou instituições nos assuntos de sua competência. excepcionalmente. 79. salvo recusa justificada. II – entender-se. ressalvada a do presidente do Tribunal. na qualidade de secretário permanente. e o presidente poderão criar comissões temporárias com qualquer número de membros. Parágrafo único. Art. IV – Comissão de Acervo Jurídico. a Comissão de Acervo Jurídico e as comissões temporárias. a Comissão de Jurisprudência. 82. O Plenário. podendo funcionar. de Jurisprudência e de Acervo Jurídico terão. As comissões permanentes e as temporárias poderão: I – sugerir ao presidente do Tribunal normas de serviço relativas a matéria de sua competência. À Comissão de Regimento incumbe: I – zelar pela atualização do Regimento. 80. propondo emendas ao texto em vigor e emitindo parecer sobre as emendas de iniciativa de outras comissões ou de desembargadores federais. que será presidida pelo corregedor regional. Sumário 55 . por seu presidente. o dirigente da Divisão de Biblioteca e Acervo Documental. por maioria absoluta de seus membros.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. à exceção da Comissão de Promoção. III – Comissão de Promoção. § 2º A Comissão de Promoção é composta pelo corregedor regional e pelos desembargadores federais presidentes das turmas. Na Comissão de Acervo Jurídico. admitida. Art. Art. 78. cada uma. Art. três membros efetivos e um suplente. em todas as hipóteses. com a presença de dois desembargadores. 77 a 82 II – Comissão de Jurisprudência. cuja competência será fixada em resolução do Tribunal. Art. 81. As comissões permanentes e as comissões temporárias colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal. O presidente designará os desembargadores federais que devem integrar a Comissão de Regimento. § 1º As Comissões de Regimento. recusa por motivo justificado.

IV – zelar pela atualização contínua e permanente do acervo jurídico da Biblioteca do Tribunal. Art. III – orientar iniciativas de seleção e aquisição de obras. A citação da súmula pelo número correspondente dispensará. quando consultada pelo presidente. IV – sugerir medidas destinadas a abreviar a publicação dos acórdãos. Art. II – analisar os pedidos de aquisição de obras jurídicas previamente selecionadas pela Divisão de Biblioteca e Acervo Documental. Capítulo IX Da polícia do Tribunal Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. atualização e publicação de súmula da jurisprudência predominante do Tribunal. V – opinar sobre a composição do acervo jurídico das bibliotecas das seções e subseções judiciárias da 1ª Região. Sumário 56 . II – supervisionar os serviços de sistematização da jurisprudência do Tribunal. quando necessário. sugerindo medidas que facilitem a pesquisa de julgados. À Comissão de Jurisprudência incumbe: I – zelar pela expansão. III – orientar iniciativas de coleta e divulgação dos trabalhos de desembargadores federais que já se afastaram definitivamente do Tribunal. poderá requisitar o auxílio de outras autoridades. da Turma Regional de Uniformização e das turmas recursais. 83. VI – analisar as propostas de descarte de material bibliográfico previamente elaboradas pela Divisão de Biblioteca e Acervo Documental. 85. 82 a 85 II – opinar em procedimento administrativo. a referência a outros julgados no mesmo sentido. À Comissão de Acervo Jurídico incumbe: I – propor a aquisição de material bibliográfico de natureza jurídica para composição do acervo do Tribunal. no exercício da atribuição referente à polícia do Tribunal. 84. nos votos. Parágrafo único. O presidente.

87. Decorrido o prazo de trinta dias sem que tenha sido instaurada a ação penal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. o presidente instaurará inquérito. o presidente comunicará o fato ao Ministério Público Federal. Sumário 57 . Os inquéritos administrativos serão realizados consoante as normas próprias. provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal. Art. o presidente poderá proceder na forma deste artigo ou requisitar a instauração de inquérito à autoridade competente. 86 a 90 Art. nomeado em comissão pelo presidente. se envolver autoridade ou pessoa sujeita a sua jurisdição. inclusive no que concerne às funções de auditoria e de representação oficial e social. Art. § 2º O desembargador federal incumbido do inquérito designará secretário entre os servidores do Tribunal ou da Justiça Federal de primeiro grau. o presidente dará ciência ao Tribunal. 86. 90. Capítulo X Da representação por desobediência ou desacato Art. em sessão reservada. Parágrafo único. para as providências que julgar necessárias. no desempenho de suas demais atribuições previstas em lei e neste Regimento. Ao Gabinete da Presidência incumbem as atividades de apoio administrativo à execução das funções do presidente. bem como de assessoria no planejamento e na fixação de diretrizes administrativas do Tribunal. Ocorrendo infração à lei penal na sede ou nas dependências do Tribunal. Título II Dos serviços administrativos Capítulo I Do Gabinete da Presidência Art. 89. e será dirigido pelo secretário-geral da Presidência. Sempre que tiver conhecimento de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus desembargadores federais no exercício da função ou de desacato ao Tribunal ou a seus desembargadores federais. ou delegará essa atribuição a outro desembargador federal. 88. A polícia das sessões e das audiências compete a seu presidente. § 1º Nos demais casos.

Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. caso em que a vedação é restrita à nomeação ou designação para servir ao magistrado determinante da incompatibilidade. Cada desembargador federal disporá de um gabinete. entre os processos conclusos ao desembargador federal. II – classificar os votos proferidos pelo desembargador federal e zelar pela conservação das cópias e dos índices necessários a consulta. mediante indicação do desembargador federal. que os designará para nele terem exercício. § 1º Os servidores do gabinete. cabe: I – coordenar as atividades da assessoria do gabinete. companheiro ou parentes até o terceiro grau. bacharéis em direito. III – cooperar na revisão das notas taquigráficas e cópias dos votos e acórdãos do desembargador federal antes de sua juntada aos autos. 91. nomeado em comissão. 93. planejamento e auditoria do Gabinete será estabelecida mediante resolução do Tribunal. 94. VI – executar. em linha reta ou colateral. sob orientação do desembargador federal. doutrina e jurisprudência. incumbido de executar os serviços administrativos e de assessoramento jurídico. 92. submetendo-os a seu exame e verificação. 91 a 94 Art. A organização administrativa e dos órgãos de assessoramento. outros trabalhos que concorram para a celeridade do julgamento dos processos e elaboração dos respectivos acórdãos. § 2º Não poderão ser indicados cônjuge. de nenhum membro do Tribunal em atividade. Capítulo II Dos gabinetes dos desembargadores federais Art. Para a realização de trabalhos urgentes. serão por este indicados ao presidente. V – fazer pesquisa de legislação. Art. aqueles que versem sobre questões de solução já compendiada na súmula da jurisprudência predominante dos tribunais superiores. Art. de estrita confiança do desembargador federal. Sumário 58 . serão nomeados em comissão pelo presidente. Os assessores do desembargador federal. o Gabinete poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico do Tribunal. IV – selecionar. salvo se ocupante de cargo de provimento efetivo das carreiras judiciárias. § 1º Ao chefe da assessoria do desembargador federal.

96. 97. As secretarias dos gabinetes terão seus trabalhos supervisionados por um chefe de gabinete. Art. as decisões para publicação no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. após aprovação pelo Conselho de Administração. Parágrafo único. dirigida por bacharel em direito. 95. Art. Sumário 59 . nomeado em comissão pelo presidente. Art. conforme a legislação própria. após revisão. Constitui órgão do gabinete da Coordenação a secretaria executiva. que supervisionará. § 2º No caso de afastamento definitivo do desembargador federal. será estabelecido pelo desembargador federal. nomeado em comissão.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Os servidores do gabinete. mediante indicação do coordenador. 99. o desembargador federal poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico do Tribunal. 98. Capítulo III Da Coordenação dos Juizados Especiais Federais Art. A Coordenação dos Juizados Especiais Federais é dirigida por um desembar- gador federal designado pelo presidente do Tribunal. serão por este indicados ao presidente do Tribunal. O horário do pessoal do gabinete. a pedido do juiz convocado em substituição. Art. Parágrafo único. 94 a 99 VII – manter em ordem a cópia e a relação dos acórdãos cuja publicação no órgão oficial do Tribunal tenha sido recomendada pelo desembargador federal. que será designado pelo presidente do Tribunal. de servidores colocados à disposição ou de servidores nomeados em comissão. O coordenador indicará seu substituto. de estrita confiança do desembargador federal. de servidores requisitados. sem prejuízo das demais atribuições que lhe forem dadas. observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço. o chefe da assessoria permanecerá no exercício das respectivas funções até sua substituição por indicação do novo titular ou por motivo justificado. que os designará para nele terem exercício. cabendo-lhe ainda enviar. Parágrafo único. A Coordenação será constituída por um gabinete composto de servidores do quadro permanente do Tribunal. Para os serviços mais urgentes. coordenará e dirigirá todas as atividades administrativas das turmas recursais e dos Juizados Especiais Federais da 1ª Região.

em linha reta ou colateral. de nenhum membro do Tribunal em atividade (arts. 102. § 1º Além das atribuições estabelecidas em ato do presidente. não poderá ser nomeado para cargo em comissão ou função comissionada cônjuge. cabendo ao presidente. Capítulo IV Da Secretaria do Tribunal Art. coordenar e dirigir todas as atividades administrativas da Secretaria. O coordenador poderá acompanhar.591 a 1. § 2º Haverá tantos instrumentos de controle quantas forem as entidades responsáveis pelos pagamentos. Art. até o terceiro grau. Ao diretor-geral da Secretaria do Tribunal. § 1º Cabe à Secretaria criar e manter instrumentos de controle para registrar. bacharel em direito. nomeado em comissão pelo presidente. Sumário 60 . em ato próprio. convocando servidor para seu auxílio. Parágrafo único. as correições ordinárias feitas pelo corregedor regional nas turmas recursais e nos Juizados Especiais Federais da 1ª Região. as comunicações feitas às autoridades competentes para efetivação do pagamento dos precatórios. especificar as atribuições das diversas unidades e as de seus respectivos dirigentes. O horário do pessoal do gabinete. 103. de acordo com a orientação estabelecida pelo presidente e pelas deliberações do Tribunal. compete supervisionar. companheiro ou parente. Art. Salvo se servidor ocupante de cargo de provimento efetivo das carreiras judiciárias. administração. A organização da Secretaria do Tribunal será fixada em resolução da Corte Especial Administrativa. 100 a 104 Art. em ordem cronológica. será estabelecido pelo coordenador.595 do Código Civil). economia ou ciências contábeis. 100. incumbe ao diretor-geral da Secretaria: I – apresentar ao presidente as petições e os papéis dirigidos ao Tribunal. 101. Art. observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço. II – despachar com o presidente o expediente da Secretaria. À Secretaria incumbe a execução dos serviços administrativos do Tribu- nal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 1. 104.

104 a 108 III – relacionar-se pessoalmente com os desembargadores federais no encaminhamento dos assuntos administrativos referentes a seus gabinetes. IV – comparecer às sessões administrativas do Plenário. Sumário 61 . tenham manifestado interesse. Art. faltas e seus impedimentos. A indicação pelo Tribunal de juízes federais a serem nomeados pelo presidente da República para o cargo de desembargador federal. em suas férias. designado pelo presidente do Tribunal. alternadamente. da Corte Especial Administrativa e do Conselho de Administração. 107. Art. 108. I. 105. com mais de trinta anos de idade e cinco anos de exercício. 106. qualquer diretor. salvo dispensa do presidente. por diretor de Secretaria que preencha os requisitos exigidos para o cargo. Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. A indicação pelo Tribunal de advogados e de membros do Ministério Público Federal a serem nomeados para o cargo de desembargador federal será efetuada em consonância com os preceitos inscritos nos arts. PARTE II DOS DESEMBARGADORES FEDERAIS E DOS JUÍZES FEDERAIS Título I Dos desembargadores federais Capítulo I Da indicação e da nomeação Art. da Constituição Federal. o diretor-geral. chefe ou servidor da Secretaria que tiverem de servir nas sessões do Plenário. 107 da Constituição Federal. atendendo edital com prazo de quinze dias. A nomeação dos desembargadores federais pelo presidente da República far-se-á nos termos do art. seção ou turma ou a elas comparecer a serviço usarão capa e vestuário condigno. Os secretários dos órgãos julgadores. por antiguidade e merecimento. far-se-á entre aqueles que. VI – exercer outras atribuições que lhe sejam delegadas pelo presidente. 94 e 107. V – impor pena disciplinar de advertência e suspensão de até trinta dias aos servidores do Tribunal. ressalvada a competência do presidente. da Corte Especial. § 2º O diretor-geral será substituído.

109. deliberará sobre o critério de constituição simultânea das listas. seus currículos e vida pregressa. § 9º Em se tratando de lista tríplice única. a seguir. Para os efeitos do que prescrevem os arts. 107. com antecedência de.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. também. em primeiro Sumário 62 . bem como os nomes que integrem a lista ou as listas apresentadas pela Ordem dos Advogados do Brasil e pelo Ministério Público Federal. o presidente designará a comissão escrutinadora. instruída com cópia dos respectivos currículos atualizados. à escolha dos nomes que comporão lista tríplice. no mínimo. setenta e duas horas da data designada para a sessão. informações sobre o tempo de serviço e esclarecimentos resumidos prestados pela Corregedoria Regional a respeito das sentenças proferidas nos últimos doze meses e dos processos sujeitos a despacho. decisão ou julgamento existentes na secretaria do juízo e em poder dos juízes cujos prazos estejam excedidos. § 1º Somente será incluído na lista o candidato que obtiver. respeitado. quando se tratar de vaga de merecimento. o Tribunal elaborará lista tríplice para cada vaga existente. § 8º Para a votação. Ter-se-á como constituída se. em votação nominal aberta e fundamentada. § 7º Os candidatos figurarão em lista tríplice de acordo com a ordem decrescente de sufrágios que obtiverem. § 4º Tornada. o número de ordem do escrutínio. no primeiro escrutínio. pública a sessão. obedecido o disposto no § 2º deste artigo. Os membros do Tribunal receberão. § 2º Para a composição de lista tríplice de candidatos. relação dos candidatos. votará em três nomes. a maioria absoluta dos votos dos membros efetivos do Tribunal aptos a votar. cada desembargador federal. em sessão pública especialmente convocada. receberão os membros do Tribunal lista única com o nome de todos os juízes federais elegíveis. § 3º Aberta. e 108 deste Regimento. a sessão será transformada de imediato em conselho para que o Tribunal discuta aspectos gerais referentes à escolha dos juízes. o Tribunal reunir-se-á com o quorum mínimo de dois terços dos seus membros efetivos aptos a votar. § 6º Proceder-se-á. preliminarmente. novamente. em primeiro ou subsequente escrutínio. integrada por dois membros do Tribunal. assentamentos. realizando-se tantos escrutínios quantos necessários. 109 Art. § 5º Se houver mais de uma vaga a ser preenchida. o Tribunal.

o Tribunal deliberará. se necessário. Se o Tribunal deliberar que. nas listas. de acordo com a ordem da votação alcançada no escrutínio anterior. e. Se existirem duas ou mais vagas de desembargador federal a serem providas entre juízes federais. na organização simultânea das listas. será adotado o critério previsto na segunda hipótese do § 10 deste artigo. os nomes escolhidos de acordo com a ordem prevista para o primeiro escrutínio. em primeiro escrutínio. cada desembargador federal. efetuar-se-á segundo escrutínio e. cada um votará em tantos nomes quantos faltem ser incluídos nas listas. em primeiro lugar. constarão três nomes distintos. em cada um. No segundo e nos subsequentes escrutínios. na organização simultânea das listas. Se. a segunda lista constituir-se-á dos dois nomes remanescentes da primeira mais o nome que tenha obtido a quarta votação. se cada lista se constituirá de três nomes distintos ou se.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. pela mesma ordem. apenas. nos lugares subsequentes das listas. não se preencherem todos os lugares das diversas listas nos termos deste parágrafo. na forma definida na última parte do § 9º deste artigo. preliminarmente. a novos escrutínios. se necessário. os nomes dos três mais votados. pela ordem decrescente de votos. na ordem decrescente dos sufrágios alcançados. a segunda e subsequentes deverão ser integradas pelos dois nomes remanescentes da lista de numeração anterior acrescidas de mais um nome. da primeira à última. votará em tantos nomes quantas forem as vagas a preencher mais dois. a primeira será integrada. em cada lista. juízes em número correspondente ao dobro dos nomes ainda a inserir na lista. proceder-se-á a segundo e novos escrutínios na forma definida no parágrafo anterior e na última parte do § 9º deste artigo. e assim sucessivamente. Nessa hipótese. no primeiro escrutínio. distribuindo-se. Caso contrário. pela ordem decrescente de sufrágios. três ou mais juízes federais obtiverem maioria absoluta dos votos do Tribunal. composta a primeira com três nomes. por três nomes. novos escrutínios. 109 escrutínio. § 11. horizontalmente considerados. Se. a terceira lista será composta dos dois nomes remanescentes da lista anterior mais o nome que haja obtido o quinto lugar em número de votos. de acordo com sua numeração. cada desembargador federal. não se preencherem todos os lugares das respectivas listas. maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal figurarão. respeitada a ordem dos escrutínios. no primeiro escrutínio. § 10. Nesse caso. votará em tantos nomes quantos necessários à constituição das listas tríplices. na constituição das listas. concorrendo. incluídos todos os nomes com igual número de votos na última posição a considerar. proceder-se-á a segundo e. os nomes que obtiverem. em cada uma das listas. hipótese em que figurarão na lista. § 12. no primeiro escrutínio. Se o Tribunal deliberar que. Sumário 63 . em primeiro escrutínio.

Em caso de empate. Sumário 64 . as prerrogativas e as honras correspondentes. Os desembargadores federais tomarão posse. um termo. No ofício de encaminhamento ao Poder Executivo da lista tríplice única ou das diversas listas tríplices. § 2º Os desembargadores federais aposentados conservarão o título. Nas demais hipóteses. § 1º Os desembargadores federais receberão o tratamento de “excelência” e usarão. vestes talares e. leal e honradamente. lavrará o secretário. respeitando a Constituição e as leis do País”. O presidente usará o Grande Colar. II – contar mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos de idade. § 3º Somente será dada posse ao desembargador federal que. Os desembargadores federais têm as prerrogativas. podendo fazê-lo perante o presidente. nas solenidades. a contar da nomeação. nesta hipótese. que poderá ser prestado por procurador. em sessão plenária e solene do Tribunal. no período de recesso. em livro especial. far-se-á referência ao número de votos obtidos pelos candidatos indicados e à ordem do escrutínio em que se deu a escolha. prevalecerá o critério de desempate definido em ato normativo do Tribunal. salvo. § 14. em seu gabinete. quando se tratar de juiz de carreira. direitos e incompatibilidades inerentes ao exercício da judicatura. garantias. o desembargador federal prestará compromisso nos seguintes termos: “Prometo desempenhar. O desembargador federal aposentado receberá em definitivo o Grande Colar. que é a insígnia do cargo do presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. a escolha recairá no candidato mais idoso. Art. na forma da lei. 110. § 2º Do compromisso. como traje oficial. que será assinado pelo presidente. quando a vaga a ser provida for da classe de juiz federal. 111. por quem o prestar e pelo secretário. haja provado: I – ser brasileiro. no prazo de trinta dias. o Colar do Mérito Judiciário “Ministro Nelson Hungria”. as funções de desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. 109 a 111 § 13.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. § 1º No ato da posse. Art. antes. § 4º O prazo para posse poderá ser prorrogado pelo presidente. em qualquer escrutínio.

II – a ordem de investidura na magistratura federal. IV – a posse no Ministério Público Federal. antes da licença. substituições e convocações Art. em linha reta ou no segundo grau na linha colateral. 115. Art. da Corte Especial ou do Plenário. para sua colocação nas sessões do Plenário. comporão turmas diferentes nas quatro seções. 113. Sumário 65 . o desembargador federal licenciado poderá proferir decisões em processos que. terá preferência o do mais antigo.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. e o primeiro que conhecer da causa impede que os outros participem do julgamento. parentes consanguíneos ou afins. Havendo mais de um pedido. A área de jurisdição dos desembargadores federais é a mesma definida para o Tribunal no art. distribuição de serviços. da Corte Especial. Art. a correr da data em que passar a ser utilizada. Parágrafo único. 112 a 116 Art. Capítulo II Das licenças. Quando dois desembargadores federais forem cônjuges. revisão dos processos. III – a inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. das seções e das turmas. A licença é requerida com a indicação do prazo e do dia do início. inclusive em razão do pedido de vista. começando. integrarão seções diferentes. 1º deste Regimento. V – a idade. substituições e outros quaisquer efeitos legais ou regimentais: I – a posse. ou tenham recebido o seu visto como relator ou revisor. quando da competência da mesma seção. porém. Regula a antiguidade dos desembargadores federais. 116. Art. 114. Os desembargadores federais têm direito de se transferir de uma seção para outra em que haja vaga antes da posse de novo desembargador federal ou mediante permuta. quando da competência da Corte Especial. É vedada a troca de acervos fora dos casos de transferência ou permuta. § 1º Salvo contraindicação médica. Se houver mais de dois nas condições previstas neste artigo. 112. e o primeiro que conhecer da causa impede que o outro participe do julgamento. lhe hajam sido conclusos para julgamento.

se houver. II – quando vencido em sessão de julgamento. morte ou afastamento definitivo do Tribunal: a) pelo desembargador federal nomeado para sua vaga ou pelo que houver sido transferido na hipótese do art. 116 a 118 § 2º O desembargador federal licenciado pode reassumir o cargo a qualquer tempo. Art. em se tratando da adoção de medidas urgentes. IV – o coordenador da Cojef pelo seu substituto. conforme a competência. ressalvada a hipótese do § 5º do art. VI – qualquer dos membros das comissões pelo suplente. II – o presidente da seção pelo desembargador federal mais antigo que se lhe seguir na ordem decrescente de antiguidade. para lavrar ou assinar os acórdãos dos julgamentos anteriores à abertura da vaga. ausência ou obstáculos eventuais. pelo revisor. § 3º Se a licença for para tratamento da própria saúde.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. na seção ou na turma. Art. ou pelo desembargador federal que se lhe seguir na antiguidade no Plenário. este pelo corregedor regional e este pelos demais desembargadores federais que o seguirem na ordem decrescente de antiguidade no Tribunal. O relator é substituído: I – no caso de impedimento. Sumário 66 . na Corte Especial. pelo juiz federal convocado. 18 deste Regimento. entendendo-se que desistiu do restante do prazo. pelo desembargador federal designado para lavrar o acórdão. b) pelo desembargador federal que tiver proferido o primeiro voto vencedor condizente com o do relator. 114 deste Regimento. 118. III – em caso de afastamento por período igual ou superior a trinta dias. devendo apresentar o respectivo atestado. IV – em caso de aposentadoria. Nas ausências ou nos impedimentos eventuais ou temporários. o desembargador federal somente poderá reassumir o cargo antes do término do prazo se não houver contraindicação médica. 117. III – o presidente da turma pelo desembargador federal mais antigo que se lhe seguir na ordem decrescente de antiguidade. V – os presidentes das comissões pelo mais antigo entre seus membros. a substituição no Tribunal dar-se-á da seguinte maneira: I – o presidente do Tribunal pelo vice-presidente. salvo quanto aos processos de competência da Corte Especial. renúncia.

Art. cujo voto. aplicando-se. deste Regimento). 123. o disposto no inciso I do art. O revisor é substituído pelo juiz federal convocado em caso de vaga. por período igual ou superior a trinta dias. os feitos em poder do desembargador federal afastado. será dado substituto ao ausente. quando incompatível. § 2º Em caso de interposição de recurso especial ou recurso extraordinário. conforme o caso. bem como aqueles em que tenha lançado relatório ou que tenha posto em mesa para julgamento. pelo presidente ou vice-presidente (art. não havendo redistribuição. o sistema processual registrará a atribuição do processo à Presidência ou Vice-Presidência do Tribunal. então. ainda que o desembargador federal afastado seja o relator. Art. § 1º Nas hipóteses previstas nos incisos II e IV deste artigo. Para completar quorum nas seções serão convocados desembargadores federais de outra. 118 a 123 c) na mesma forma da alínea “b” deste inciso. Quando o afastamento for por período igual ou inferior a três dias. enquanto não empossado o novo desembargador federal. juiz federal convocado. Art. nos afastamentos por até três dias. porém. 118 deste Regimento.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Em caso de afastamento. 22. o mesmo ocorrendo nas turmas. 119. não se computará. serão julgados por seu substituto. III. a qualquer título. computando-se os votos já proferidos. para a decisão. § 2º Somente quando indispensável para decidir nova questão surgida no julgamento. 120. os feitos deverão ser encaminhados ao desembargador federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade no órgão julgador. para admitir recursos. 121. Art. impedimento ou afastamento por período igual ou superior a trinta dias. de preferência da mesma seção. Sumário 67 . A substituição na Corte Especial far-se-á na forma de resolução do Conselho Nacional de Justiça. a Coordenadoria de Registros e Informações Processuais – Corip procederá às anotações necessárias para constar da consulta processual o novo relator. ressalvados os de competência da Corte Especial. 122. V – em caso de interposição de recurso especial ou recurso extraordinário. Art. § 1º O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá.

de seu desempenho funcional e dos dados estatísticos da seção judiciária. A convocação de juiz federal também se fará para completar. preferencialmente. § 2º Observar-se-á. 124 a 127 Art. Capítulo III Da eleição dos membros dos tribunais regionais eleitorais Art. 144 e 145 deste Regimento. na escolha. não for possível a substituição na forma prevista no artigo anterior. § 2º A convocação de juiz federal para completar quorum de julgamento não autoriza a concessão de nenhuma vantagem. quando. Art. em escrutínio secreto. se for o caso. A convocação para atuar provisoriamente no Tribunal será feita pelo presidente entre os juízes federais vitalícios com mais de trinta anos de idade e cinco anos de exercício. Sumário 68 . segundo os padrões fixados pela Corregedoria Regional. em escrutínio secreto. 142. os que estejam respondendo ao procedimento de que trata o art. § 1º A Corregedoria Regional informará a respeito da vida pregressa do juiz. Art. 126. A eleição. 141 nem os que estejam com acúmulo injustificado de processos a sentenciar. o disposto nos §§ 2º e 4º do art. salvo transporte e. fazendo-se a eleição dentro dos quinze dias que antecederem a extinção do mandato. a ordem de antiguidade. 124. 127. o vice-presidente. pagamento de diárias. após aprovada a escolha pela maioria absoluta dos membros da Corte Especial Administrativa. os juízes federais que integrarão os tribunais regionais eleitorais dos Estados situados em sua área de jurisdição. A Corte Especial Administrativa elegerá. o quorum de julgamento. como vogal. 18 deste Regimento. o corregedor regional e o coordenador dos Juizados Especiais Federais. para período de dois anos.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. observada. 125. § 1º Não poderão ser convocados juízes federais punidos com as penas previstas nos arts. de desembargador federal para integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal será feita dentro dos quinze dias que antecederem a extinção do mandato. por suspeição ou impedimento dos integrantes do Tribunal. § 1º Não podem ser eleitos para o Tribunal Regional Eleitoral o presidente. § 3º Os juízes federais convocados não atuarão nos processos administrativos nem nos de competência da Corte Especial.

ou o juiz federal. além dos especificados em lei. Art. Art. na escolha. o disposto nos §§ 2º e 4º do art. devendo o candidato atender os requisitos de idoneidade moral. A comissão examinadora organizará os pontos do concurso na conformidade do regulamento. 127 a 132 § 2º Observar-se-á. A Corregedoria Regional sindicará a vida pregressa dos candidatos. na primeira sessão após a vaga ser comunicada. 128. em sessão secreta. TÍTULO II Dos juízes federais Capítulo I Da nomeação Art. admitirá ou denegará a inscrição definitiva fundamentadamente. e a comissão examinadora. Parágrafo único. a Corte Especial Administrativa elegerá. no caso do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. 129. 18 deste Regimento. o substituto assumirá a titularidade pelo período restante. O provimento do cargo de juiz federal substituto far-se-á mediante concurso público de provas e títulos organizado pelo Tribunal. § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. no caso das demais seções judiciárias. Sumário 69 . 131. Art. § 1º Se a vacância ocorrer a mais de seis meses de se completar o término do mandato. Art. Os candidatos admitidos serão submetidos a exame psicotécnico. 130. 132. o desembargador federal ou o juiz federal não estarão impedidos de ser eleitos para o biênio quando o exercício da função eleitoral for inferior a um ano. para completar o mandato. Ocorrendo vaga no curso do mandato do membro efetivo.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. O concurso para provimento do cargo de juiz federal substituto será realizado na forma de regulamento aprovado pela Corte Especial Administrativa. o desembargador federal.

da Constituição Federal. a ordem de antiguidade. ainda. A comissão examinadora será constituída pelo desembargador federal vice-presidente. Parágrafo único. e integrada. regulado mediante resolução do Tribunal. Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. em sessão solene. § 1º Nas seções e subseções judiciárias onde se realizarem as provas escritas. perante a Comissão de Promoção e o Plenário. Sumário 70 . Os juízes federais serão inicialmente admitidos no cargo de juiz federal substituto. na forma da lei. que a presidirá. § 2º A comissão de execução e fiscalização será integrada pelo juiz federal diretor do foro. Observada a classificação no concurso. 133 a 137 Art. preferencialmente. por um professor de faculdade de direito oficial ou reconhecida. e tomarão posse perante o Plenário. § 2º Os juízes federais substitutos poderão praticar todos os atos reservados por lei aos juízes federais vitalícios. pelo desembargador federal diretor da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região e por um juiz federal com mais de dez anos de magistratura federal eleito pela Corte Especial Administrativa. em que demonstrem vocação para ser juiz. I. a comissão examinadora será representada por órgão local denominado comissão de execução e fiscalização. Os juízes federais substitutos serão nomeados pelo presidente do Tribunal. e por um advogado militante na Região. ou no gabinete do presidente. designada pelo presidente da comissão examinadora. 93. nos termos do art. § 1º Para adquirir a vitaliciedade. 137. 136. indicado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Art. os juízes federais substitutos não poderão perder o cargo senão por proposta do Tribunal adotada pelo voto de dois terços de seus membros. observada. que a presidirá. 134. 133. com as atribuições previstas no regulamento do concurso. que fará a indicação. O prazo de validade do concurso para provimento do cargo de juiz federal substituto será de dois anos. Cada membro efetivo terá um suplente indicado e designado da mesma forma. por um procurador da República indicado pelo procurador-geral da República e por um advogado indicado pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. os juízes federais substitutos submeter-seão a procedimento próprio. Enquanto não adquirida a vitaliciedade. 135. o candidato indicará as seções ou subseções judiciárias de sua preferência. prorrogável por igual período. Art.

no prazo de cinco dias. § 1º O presidente. decorrido um ano da última. Havendo mais de um pedido e estando os requerentes em igualdade de condições. ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes. § 4º Os juízes federais substitutos. poderão solicitar permuta ou remoção de uma para outra seção ou subseção da Região. Sumário 71 . contados da publicação do edital que comunicar a vacância do cargo. § 3º O interessado poderá manifestar também opção por outra vara que vier a vagar em razão da remoção.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. enquanto não adquirida a vitaliciedade. § 5º Os juízes federais substitutos. Os juízes federais e os juízes federais substitutos poderão solicitar permuta ou remoção de uma para outra vara da mesma seção que tenha competência em matéria distinta. submeterá o pedido à decisão da Corte Especial Administrativa. § 6º O juiz federal e o juiz federal substituto só poderão obter nova remoção. da Constituição Federal e nos termos fixados em resolução. II. observando-se. a pedido ou mediante permuta. 137 e 138 § 3º A promoção de juiz federal substituto dar-se-á de acordo com o art. após ouvida a Corregedoria Regional. § 2º Os pedidos de remoção deverão ser formulados por escrito. salvo no interesse do serviço e a critério da Corte Especial Administrativa. salvo se o interesse do serviço assim não o recomendar. que informará conclusivamente acerca da regularidade dos serviços afetos aos magistrados interessados. 138. bem como qualquer afastamento que implique interrupção das atividades judicantes. § 7º Suspende-se a contagem do prazo de que trata o parágrafo anterior no caso de superveniência do gozo de licenças concedidas sob qualquer título. cujo provimento não se fará enquanto não forem decididos. a critério da Corte Especial Administrativa. exceto no caso de férias regulamentares. quanto aos pedidos de remoção. a contar da publicação do ato. não poderão ser removidos. o disposto no § 2º deste artigo. ou de outra seção ou subseção da Região mediante requerimento dirigido ao presidente do Tribunal. terá preferência o do juiz federal mais antigo. 93. dentro de dez dias úteis a contar do recebimento do pedido. observadas as normas dos dispositivos precedentes. Capítulo II Da remoção a pedido ou mediante permuta Art.

mediante indicação do corregedor regional. Os pedidos de remoção mediante permuta independerão de edital. ouvida a Corregedoria Regional. 138 a 141 § 8º O prazo a que se refere o § 6º deste artigo poderá ser reduzido. Art. III – fazer-se no absoluto interesse do serviço para onde for solicitada. promoção por antiguidade ou merecimento. 139.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. § 1º Em qualquer hipótese. exoneração do cargo a pedido. ouvida a Corregedoria Regional. 141. se não houver candidato a remoção que preencha o requisito do interstício. Considera-se inconveniente a remoção ou a permuta. 140. e dar-se-á na forma disciplinada em resolução específica. § 10. II – ser o interessado magistrado vitalício. a critério da Corte Especial Administrativa. revogará obrigatoriamente a remoção ou a permuta. entre outras hipóteses. Os juízes federais vitalícios e os que ainda não adquiriram vitaliciedade estão sujeitos à perda do cargo nas hipóteses previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Magistratura. contados da entrega das cópias Sumário 72 . de juiz federal e de juiz federal substituto de outra Região fica condicionada à aceitação expressa pelo interessado de sua inserção no final da respectiva lista de antiguidade. § 11. A Corte Especial Administrativa. Capítulo III Da perda do cargo Art. a instauração do processo será precedida da defesa prévia do magistrado no prazo de quinze dias. a pedido ou mediante permuta. § 9º A remoção para outra Região. a pedido ou mediante permuta. só poderá ser concedida se atender às seguintes condições concomitantemente: I – ocorrer sem prejuízo da prestação jurisdicional onde estiver o juiz em exercício. Verificada a hipótese do § 11 deste artigo. A remoção. § 12. a Corte Especial Administrativa. O processo administrativo para decretação da perda do cargo de juiz federal��������������������������������������������������������������������������������� não vitalício terá início por determinação da Corte Especial Administrativa. quando o interessado ou um dos permutantes estiver às vésperas de aposentadoria. poderá recusar o pedido de remoção ou de permuta quando reputá-la inconveniente ao serviço.

§ 6º O julgamento será realizado em sessão da Corte Especial Administrativa. § 5º Finda a instrução. cientes o Ministério Público Federal. pela Corte Especial Administrativa. § 4º O relator presidirá o processo. Sumário 73 . decidindo acerca das provas requeridas pelo acusado e determinando as que entender necessárias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. quando a delonga decorrer do exercício do direito de defesa. a disponibilidade ou a aposentadoria de juiz federal e de juiz federal substituto. para razões finais. haja ou não sido apresentada. O Tribunal. e a decisão no sentido da aplicação de pena ao magistrado será tomada pelo voto da maioria absoluta dos membros do colegiado e formalizada mediante ato do presidente do Tribunal. no mesmo dia. 141 e 142 do teor da acusação e das provas existentes. na sessão em que ordenar a instauração do processo. 142. Parágrafo único. § 3º A Corte Especial Administrativa. bem como no curso dele. mediante ofício. o presidente convocará a Corte Especial Administrativa para que decida acerca da instauração do processo e. nas quarenta e oito horas imediatamente seguintes à apresentação da acusação. assegurando ao magistrado ampla defesa. vista dos autos por dez dias. sucessivamente. o Ministério Público Federal e o magistrado ou seu procurador terão. § 2º Findo o prazo da defesa prévia. prorrogável até o dobro ou mais. que lhe remeterá o presidente do Tribunal. § 8º O processo administrativo terá o prazo de noventa dias para ser concluído. com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Por motivo de interesse público. mediante o voto da maioria absoluta de seus membros. sem prejuízo dos vencimentos e das vantagens. Capítulo IV Da remoção. o Tribunal poderá determinar. determinada esta. distribuirá o feito e encaminhá-lo-á ao relator. pode proceder da mesma forma em relação a seus membros no que se refere à disponibilidade e à aposentadoria. da disponibilidade e da aposentadoria compulsórias Art. o magistrado ou o procurador por ele constituído. poderá afastar o magistrado do exercício de suas funções. § 7º Da decisão somente será publicada a conclusão. a fim de que possam delas participar. mediante proposta do presidente. até a decisão final. a remoção.

§ 1º Em caso de remoção. desde logo. 142 a 147 Art. Capítulo VI Da verificação de invalidez Art. a seção ou subseção e a vara em que o juiz federal passará a servir. Art. 144. por escrito. 143. § 3º O Tribunal. da disponibilidade ou da aposentadoria obedecerá ao prescrito no art. 145. por escrito. as prerrogativas e as honras do cargo. de ofício ou em cumprimento de deliberação do Tribunal. considerado em disponibilidade. se o juiz não a aceitar ou deixar de assumir o cargo após trinta dias do prazo fixado. 146. Art. no caso de reiterada negligência no cumprimento dos deveres do cargo ou no de procedimento incorreto. 147. mediante proposta do corregedor regional. será. 148. desde logo. da disponibilidade ou da aposentadoria e se houver indícios de ilícito penal. enviará cópias das peças pertinentes ao Ministério Público Federal para os fins de direito. § 2º Determinada a remoção. suspendendo-se o pagamento de seus vencimentos até a expedição do ato necessário. A pena de advertência aplicar-se-á.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. serão fixadas. com garantia de defesa. Art. A pena de censura será aplicada. no caso de negligência no cumprimento dos deveres do cargo. O processo para apuração de faltas puníveis com advertência ou censura terá início por determinação da Corte Especial Administrativa. 141 deste Regimento. Capítulo V Das penas de advertência e censura Art. e dar-se-á na forma disciplinada em resolução específica. Sumário 74 . § 4º Os juízes federais e os juízes federais substitutos aposentados conservarão o título. O processo de verificação de invalidez do magistrado para o fim de aposentadoria terá início a partir de requerimento do interessado ou por ordem do presidente. se a infração não justificar punição mais grave. conforme a natureza da causa determinante da remoção. O processo para a decretação da remoção. A punição ao magistrado somente será imposta pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corte Especial Administrativa.

A decisão pela incapacidade do magistrado será tomada pelo voto da maioria absoluta dos membros do colegiado. prorrogáveis por mais dez. por seis meses ou mais. Art. 153. Como preparador do processo. por dois anos consecutivos. do exercício do cargo até final decisão. 154. Art. 148 a 155 § 1º Instaurado o processo de verificação de invalidez. Art. o Ministério Público Federal. Decorrido o prazo do artigo antecedente. a seguir. serão os autos informados pela Secretaria do Tribunal. o paciente será notificado para alegar. o que bem entender em defesa de seus direitos. o paciente será afastado. o presidente nomeará curador ao paciente. depois delas. funcionará o presidente do Tribunal até as razões finais. dentro de dois anos. 151. Art. para tratamento da saúde. 153 e 154 deste Regimento. 150. desde logo. O magistrado que. após parecer da junta médica designada pelo presidente do Tribunal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. observar-se-ão as normas inscritas nos arts. nova licença para igual fim. O julgamento será feito pela Corte Especial Administrativa e o presidente participará da votação. 149. Na hipótese de a verificação da invalidez haver sido requerida pelo magistrado. sem prejuízo da defesa que ele queira oferecer pessoalmente ou por procurador que constituir. poderá o paciente ou seu curador apresentar alegações no prazo de dez dias. § 2º Tratando-se de incapacidade mental. Com o ofício ser-lhe-á remetida cópia da ordem inicial. será informado pela Secretaria do Tribunal e distribuído. o presidente nomeará uma junta de três médicos para proceder ao exame do paciente. ao todo. ordenando as demais diligências necessárias à averiguação do caso. Art. podendo juntar documentos. distribuídos e julgados. a distribuição. em dez dias. sendo ouvido o Ministério Público Federal. Devolvidos os autos. efetuando. com ou sem resposta. 152. o processo. A recusa do paciente em submeter-se à perícia médica permitirá o julgamento baseado em quaisquer outras provas. devendo ser concluído o processo no prazo de sessenta dias. inclusive. Sumário 75 . Art. deverá submeter-se a exame para verificação da invalidez ao requerer. 156. Mediante ofício do presidente. Ouvido. Parágrafo único. Concluídas as diligências. afastar-se. 155. Art. Art.

VII – da justiça gratuita. Far-se-á anotação. 156 a 159 PARTE III DO PROCESSO TÍTULO I Das disposições gerais Capítulo I Do registro e da classificação dos feitos Art. VIII – do dia de recebimento no Tribunal. Parágrafo único. quando determinado pelo relator. as classes definidas em ato normativo do Tribunal. IV – dos impedimentos dos desembargadores federais e da prevenção. V – do nome do juiz a quo que proferiu a decisão recorrida. observando-se. em protocolo descentralizado das seções e subseções judiciárias da 1ª Região. Parágrafo único. As petições e os autos serão registrados no protocolo da Secretaria do Tribunal. VI – do segredo de justiça. mediante instrução normativa. O presidente do Tribunal resolverá as questões que forem suscitadas na classificação dos feitos e papéis. no mesmo dia do recebimento. 159. II – de agravo retido. disciplinará o sistema de registro e protocolo por meio eletrônico. na autuação dos autos: I – de recurso adesivo. Parágrafo único.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. ou conforme disposto em ato do Tribunal. As capas dos autos dos processos terão cores diferentes para cada classe. 157. O registro far-se-á em numeração única. para a distribuição. Art. III – de réu preso. Sumário 76 . 158. O presidente do Tribunal. contínua e anual.

158 deste Regimento. observando-se o disposto no art. No Tribunal. Parágrafo único. será feito em conformidade com a legislação de custas da Justiça Federal. A distribuição. 160. § 1º Far-se-á a livre distribuição entre todos os desembargadores federais. compensando-se a distribuição. Fazendo-se a distribuição por meio eletrônico.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 163. serão devidas custas nos processos de sua competência originária ou recursal. de responsabilidade do presidente. o preparo. será feito novo sorteio. § 1º Não são custas os preços cobrados pelo fornecimento de cópias. 162. Parágrafo único. 159 a 163 Capítulo II Das custas Art. Art. § 2º O pagamento dos preços será antecipado ou garantido com depósito. na forma estabelecida em instrução normativa que baixará. consoante tabela aprovada pelo presidente. quando exigido pela legislação pertinente. Sumário 77 . far-se-á publicamente. na forma da lei. além da numeração por classe. desde que integrada no sistema informatizado. adotar-se-á numeração geral e contínua. inclusive os ausentes. licenciados ou afastados a qualquer outro título. tendo numeração única e contínua. § 3º Em caso de impedimento do relator. segundo a apresentação dos feitos. Na interposição de recurso. Os processos da competência do Tribunal serão distribuídos por classe. O preparo de recursos da competência do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal será feito no prazo e na forma do disposto em seus regimentos internos e tabelas de custas. inclusive porte de remessa e de retorno. Art. autenticadas ou não. § 2º Não será compensada a distribuição que deixar de ser feita ao vicepresidente quando substituir o presidente. que poderá ser a que recebeu o feito na instância inferior. 161. Capítulo III Da distribuição Art.

suscitará o conflito de competência. tanto na ação quanto na execução. a este encaminhará os autos para o devido exame. proceder-se-á à redistribuição. Autuação e Distribuição – Dirad é o responsável direto pela verificação de prevenção para proceder à distribuição. referentes ao mesmo processo. de habeas corpus e de recurso cível ou criminal torna preventa a competência do relator e do órgão julgador para todos os recursos posteriores. quando o relator estiver licenciado. 165. poderá ser arguida por qualquer das partes ou pelo Ministério Público Federal. § 4º O relator. 163 a 166 § 4º Haverá também compensação quando o processo tiver de ser distribuído por prevenção a determinado desembargador federal. 164. § 3º O diretor da Divisão de Registro. de medida cautelar. A distribuição de mandado de segurança. Art. ordenará a distribuição. mantendo seu entendimento. 166. se não for reconhecida de ofício. compensando-se a distribuição. a prevenção referir-se-á ao desembargador federal designado para lavrar o acórdão. Não aceitando. a prevenção será do órgão julgador. Em mandado de segurança. Sumário 78 . § 3º Na distribuição de ação rescisória e de revisão criminal. Art. por disposição legal. Aceitando a prevenção. habeas corpus e conflito de competência. § 2º Se forem interpostos embargos de divergência contra decisão de turma. afastado ou ausente por menos de trinta dias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. na turma. que. se o requerer o interessado. determinará o retorno dos autos ao relator. será observado o critério estabelecido no § 1º deste artigo. § 2º Vencido o relator. § 5º A prevenção. devam ter curso nas férias. Art. proferido o voto como relator ou revisor. verificando a possibilidade de outro desembargador federal estar prevento. far-se-á o sorteio do relator entre os desembargadores federais integrantes da seção que não hajam. § 1º No caso de embargos infringentes. § 1º Se o relator deixar o Tribunal ou transferir-se de seção. Terão preferência na distribuição os feitos que. a escolha do relator far-se-á por sorteio entre os desembargadores federais de outra turma da mesma seção. a serem julgados pela seção competente.

§ 5º Os atos meramente ordinatórios. Os atos processuais serão autenticados. na correspondência oficial e nas certidões. 167. § 4º. 162. proceder-se-á pelo modo menos oneroso para as partes e para o serviço do Tribunal. Art. A critério do presidente do Tribunal. a notificação de ordens ou decisões será feita: I – por servidor credenciado da respectiva secretaria. com as cautelas necessárias à autenticação da mensagem e de seu recebimento. As peças que devam integrar atos ordinatórios. independem de despacho. conforme o caso. 169. mediante a assinatura ou rubrica dos desembargadores federais ou dos servidores para tal fim qualificados. § 4º As rubricas e assinaturas usuais dos servidores serão registradas em livro próprio para identificação do signatário.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. § 1º É exigida a assinatura usual nos acórdãos. 168. § 3º Os livros necessários ao expediente serão rubricados pelo presidente ou por servidor por ele designado. como a juntada e a vista obrigatória. dos presidentes das seções e das turmas ou do relator. Se as nulidades ou irregularidades no processamento dos feitos forem sanáveis. conforme o caso. do Código de Processo Civil). 170. instrutórios ou executórios poderão ser a eles anexadas em cópia autenticada. Art. III – por qualquer modo eficaz de telecomunicação. II – por via postal. Art. 166 a 170 Capítulo IV Dos atos e formalidades Seção I Das disposições gerais Art. § 2º É facultado o uso da chancela mecânica nas peças intermediárias dos acórdãos. Sumário 79 . devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo desembargador federal quando necessário (art.

como o julgamento de agravos e de recursos e solicitação de informações. apenas. Sumário 80 .Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. pelo prazo que for marcado. Art. 173. para transmissão de comunicações. § 1º Quando o advogado. ter vista dos autos na oportunidade e pelo prazo que o relator estabelecer. mediante recibo. da remessa e da entrega. não inferior a vinte dias. A vista às partes transcorre na secretaria. Art. Deverá ser usada a mensagem via correio eletrônico institucional do Tribunal. § 1º Os advogados constituídos após a remessa do processo ao Tribunal poderão. se houver justo motivo. além do nome das partes. fundamentando suas decisões. constarão as iniciais do investigado ou réu e o nome de seu advogado/OAB. Art. podendo o advogado retirar os autos nos casos previstos em lei. requerer que figure também seu nome. 172. § 2º É suficiente a indicação do nome de um dos advogados quando a parte houver constituído mais de um ou o constituído substabelecer a outro com reserva de poderes. constituído perante o Tribunal. Parágrafo único. Nos recursos figurarão os nomes dos advogados constantes da autuação anterior. a requerimento. 170 a 173 Parágrafo único. o de seu advogado. conforme dispuser ato normativo da Presidência do Tribunal. Sendo o processo sigiloso. decorrente de incorreções ou omissões. A publicação do edital será feita uma só vez no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. entre as suas unidades e também entre as secretarias das varas federais. § 3º Da autuação das ações penais constará o nome do investigado ou réu. Os editais destinados à divulgação do ato poderão conter. será providenciada pela secretaria ex officio ou mediante despacho do presidente ou do relator. com efeito de intimação. 171. se de outra forma não dispuser a lei. § 4º A retificação de publicação no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. § 2º O relator indeferirá o pedido. Da publicação do expediente de cada processo constará. a secretaria adotará as medidas necessárias ao atendimento do pedido. mediante a confirmação da autenticidade. o essencial ao preparo da defesa ou resposta.

aprovada pelo presidente. de quinze em quinze dias. A atividade jurisdicional do Tribunal será ininterrupta. § 1º O plantão no Tribunal será exercido pelo presidente. § 3º Não poderão entrar em gozo de férias. § 5º Além dos fixados em lei.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. para a apreciação do Conselho de Administração. § 4º O período de recesso do Tribunal compreende os dias 20 de dezembro a 6 de janeiro. em sistema de rodízio. III – os dias 11 de agosto. nos dias em que não houver expediente normal. terá preferência o mais antigo no Tribunal. II – segunda e terça-feira de carnaval. caSumário 81 . para tomar conhecimento das informações neles introduzidas e. dois desembargadores federais da mesma turma. desde que requeridos pelos diretores de foro com antecedência mínima de trinta dias. ainda que estejam sob sigilo. Seção II Do ano judiciário Art. 173 a 174 § 3º A defesa poderá ter vista dos autos. § 6º Os feriados nos municípios sedes de seção e subseção judiciárias que não constem no parágrafo anterior poderão possibilitar a suspensão das atividades judicantes. em regime de plantão permanente. querendo. copiá-las por qualquer meio. instruindo o pedido com a planilha de compensação dos dias não trabalhados. 1º e 2 de novembro e 8 de dezembro. em sistema de rodízio. § 1º Os desembargadores federais gozarão de férias individuais conforme escala semestral. Em caso de interesse sobre o mesmo período. 175. pelo vice-presidente e pelo corregedor regional. serão feriados no Tribunal: I – os dias da Semana Santa compreendidos entre a quarta-feira e o Domingo de Páscoa. nos termos da Súmula Vinculante 14 do STF. funcionando o Tribunal. Suspendem-se as atividades judicantes do Tribunal durante o recesso e nos dias em que o Tribunal o determinar. 174. Art. § 2º As férias não poderão ser gozadas por período inferior a trinta dias. ao mesmo tempo. salvo imperiosa necessidade do serviço.

§ 2º As informações oficiais apresentadas fora do prazo. obstáculo judicial ou criado pela parte reconhecidos pelo Tribunal. Os prazos. em face de questão peculiar. nem nas demais hipóteses previstas na legislação processual. 62. nem quando houver motivo de força maior. juntamente com um dos períodos de férias. se de outro modo não dispuser a legislação processual. salvo em relação às causas previstas em lei. § 2º As citações obedecerão ao disposto na lei processual. § 2º O plantão. Não correm os prazos no período de recesso (art. I. determinar liberdade provisória ou sustação de ordem de prisão e examinar outras medidas que reclamem urgência. no Tribunal.010/1966 terão direito a compensar os dias trabalhados. 177. § 1º A contagem dos prazos obedecerá ao que dispuser a lei processual.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. é das dezenove horas às oito horas do dia seguinte. na mesma proporção. a seu critério. § 3º Os desembargadores federais indicarão seu endereço para eventual convocação durante as férias para atuação em sessão extraordinária. poderão ser admitidas se ainda oportuna sua apreciação. por justo motivo. § 1º Nos casos deste artigo. durante esse período. 175 a 177 bendo ao plantonista. decidir pedidos de liminar em mandado de segurança e habeas corpus. Seção III Dos prazos Art. deste Regimento). § 4º. § 4º Os desembargadores federais que cumprirem plantão durante o recesso previsto no art. da Lei 5. correrão da publicação do ato ou do aviso no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. nos dias úteis. mas as decisões ou os despachos designativos de prazos poderão determinar que corram da intimação pessoal ou da ciência por outro meio eficaz. que poderão compensar no exercício seguinte ao término do mandato. 176. Sumário 82 . 174. salvo no caso dos dirigentes do Tribunal. os prazos começam ou continuam a fluir no dia de reabertura do expediente ou da intimação da decisão que determinar sua devolução. § 5º A compensação dar-se-á obrigatoriamente no exercício seguinte. Art.

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 178 a 184

Art. 178.

Mediante pedido conjunto das partes, o relator poderá admitir prorrogação de prazo por tempo razoável, salvo nas hipóteses de prazo peremptório.

Art. 179.

Os prazos para diligências serão fixados nos atos que as ordenarem, salvo
disposição em contrário deste Regimento.

Art. 180.

Os prazos para editais são os fixados nas leis aplicáveis.

Art. 181.

Os prazos não especificados na lei processual ou neste Regimento serão
fixados pelo Plenário, pelo presidente do Tribunal, pela Corte Especial, pelas seções, pelas
turmas ou por seus presidentes ou pelo relator, conforme o caso.
Parágrafo único. Computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e em
dobro para recorrer, quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público Federal.

Art. 182.

Os prazos para os desembargadores federais, salvo acúmulo de serviço e
se de outra forma não dispuser este Regimento, são os seguintes:
I – dez dias para atos administrativos e despachos em geral;
II – vinte dias para o revisor incluir o feito em pauta;
III – trinta dias para o relator encaminhar o feito ao revisor, se for o caso.
Parágrafo único. Excluídos os processos de natureza penal, havendo motivo
justificado, pode o desembargador federal exceder por igual tempo os prazos acima
fixados.

Art. 183.

Salvo disposição em contrário, os servidores do Tribunal terão o prazo de
quarenta e oito horas para praticar os atos processuais.
§ 1º O servidor datará o termo de conclusão com a data em que está encaminhando os autos ao gabinete do desembargador federal, sob pena de responsabilidade funcional.
§ 2º O termo de conclusão é dispensável no processo digital, tendo em vista
a remessa constante no sistema processual.

Seção IV
Das pautas de julgamento

Art. 184.

As pautas do Plenário, da Corte Especial, das seções e das turmas serão
organizadas pelos secretários com aprovação dos respectivos presidentes.
Sumário

83

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 185 a 189

Art. 185.

Na organização das pautas, observar-se-á, tanto quanto possível, a proporção numérica entre os processos em que o desembargador federal funcione como
relator e aqueles em que funcione como revisor.

Art. 186.

A publicação da pauta de julgamento, que poderá vir a ser aditada, antecederá em quarenta e oito horas, pelo menos, a sessão em que os processos serão
julgados.
§ 1º A pauta de julgamentos será afixada em lugar acessível do Tribunal e
divulgada em sua página eletrônica.
§ 2º Sempre que, ao final da sessão, restarem, em pauta ou em mesa, mais
de vinte feitos sem julgamento, o presidente fará realizar uma ou mais sessões extraordinárias destinadas ao julgamento desses processos, ou suspenderá a sessão para continuar no dia seguinte.

Art. 187.

Independem de pauta:

I – o julgamento de habeas corpus, recursos em habeas corpus, habeas data,
conflitos de competência, embargos declaratórios, agravos regimentais e exceções de
impedimento e de suspeição;
II – as questões de ordem sobre o processamento de feitos.
§ 1º A apresentação dos feitos em mesa, relativamente aos julgados que
independem de pauta, será precedida, sempre que possível, de distribuição de cópia
dos respectivos relatórios aos demais desembargadores federais que integram o órgão
do Tribunal competente para o julgamento.
§ 2º Havendo expressa concordância das partes, poderá ser dispensada a
pauta.
§ 3º O impetrante pode requerer que ele seja cientificado da data do julgamento do habeas corpus, o que se dará por qualquer via.
§ 4º A coordenadoria do órgão fará anotação na capa dos autos do habeas
corpus do pedido de sustentação oral pelo impetrante.

Art. 188.

As atas serão submetidas a aprovação na sessão seguinte.

Seção V
Das audiências

Art. 189.

Serão públicas as audiências:

I – de distribuição dos feitos;
Sumário

84

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 189 a 194

II – para instrução do processo, salvo motivo relevante, nos casos permitidos
pela Constituição Federal e pela lei.

Art. 190.

O desembargador federal que presidir a audiência deliberará sobre o que
lhe for requerido, inclusive o pedido de assistência judiciária, ressalvada a competência do
Plenário, da Corte Especial, da seção, da turma e dos demais desembargadores federais.
§ 1º Respeitada a prerrogativa dos advogados e dos membros do Ministério Público Federal, nenhum dos presentes se dirigirá ao presidente da audiência sem sua licença.
§ 2º O secretário da audiência fará constar em ata o que nela ocorrer.

Seção VI
Da assistência judiciária

Art. 191.

O requerimento dos benefícios da assistência judiciária no Tribunal será
apresentado ao presidente ou ao relator, conforme o estado da causa, na forma da lei.

Art. 192.

O pedido de assistência judiciária será decidido de acordo com a legislação
em vigor, sem prejuízo da nomeação, quando couber, de curador ou defensor dativo.
Parágrafo único. Prevalecerá, no Tribunal, a assistência judiciária já concedida em outra instância.

Art. 193.

Nos crimes de ação privada, o presidente ou o relator, a requerimento do
necessitado, nomeará advogado para promover a ação penal, quando de competência
originária do Tribunal, ou para prosseguir no processo, quando em grau de recurso.

Seção VII
Das decisões e notas taquigráficas

Art. 194.

As conclusões do Plenário, da Corte Especial, da seção e da turma, em
suas decisões, constarão de acórdão, no qual o relator poderá se reportar às notas taquigráficas do julgamento, de que farão parte.
§ 1º Dispensam acórdão as decisões sobre:
I – a remessa do feito à Corte Especial ou à seção em razão da relevância da
questão jurídica ou da necessidade de se prevenir divergência entre as turmas;
Sumário

85

ou por morte do relator. fá-lo-á o revisor ou o desembargador federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade. para o fim de ser compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal ou para sua revisão. Em cada julgamento. deste Regimento). será lavrado acórdão. 198. 199. Art. afastamento definitivo do Tribunal ou outro motivo relevante. salvo se o órgão julgador o dispensar. § 5º. As partes serão intimadas das decisões em que se tiver dispensado o acórdão pela publicação da ata da sessão de julgamento.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Parágrafo único. Parágrafo único. IV – o recebimento da denúncia. por suas conclusões e sua ementa. aposentadoria. Art. Os votos vencidos fundamentados deverão ser juntados aos autos. Art. fora o vencedor. § 1º Prevalecerão as notas taquigráficas se seu teor não coincidir com o do acórdão. III – a conversão do julgamento em diligência. quando cabíveis. § 2º As inexatidões materiais e os erros de escrita ou cálculo contidos na decisão poderão ser corrigidos por despacho do relator ou por meio de embargos de declaração. registrarão a discussão. Subscreve o acórdão o relator que o lavrou. Se não houver revisor ou se este também tiver sido vencido. Art. para efeito de intimação às partes. no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. 47. Se o relator. Nas decisões administrativas. 197. A publicação do acórdão. 194 a 199 II – a remessa do feito à Corte Especial ou à seção respectiva. as notas taquigráficas. bem como as perguntas feitas aos advogados e suas respostas. se for o caso (art. será designado para redigir o acórdão o desembargador federal que. Art. os votos fundamentados. far-se-á. 196. ficará designado o revisor para redigir o acórdão. Sumário 86 . § 2º Também haverá dispensa de acórdão quando o órgão julgador o determinar. por primeiro. 195. Se o relator for vencido. por ausência. não puder lavrar o acórdão.

em razão do Sistema Nacional de Estatísticas da Justiça Federal – Sinejus. como parte integrante do acórdão. proferiu como relator ou revisor. ao gabinete do desembargador federal. os dados estatísticos sobre os trabalhos da Corte Especial. quando vencido. via correio eletrônico. imediatamente. no sítio do Tribunal. entre os quais: o número de votos que cada um de seus membros. que conterá: I – a decisão proclamada pelo presidente. § 1º A estatística mensal será encerrada no dia cinco do mês subsequente. que as devolverá em cinco dias. 199 a 201 § 3º As notas taquigráficas serão. prevalecerá o apanhamento taquigráfico. do que for designado. alteração ou exclusão posterior de registros retroativos de movimentação processual serão realizadas exclusivamente pelo diretor da coordenadoria de turma. Art. § 2º As retificações efetuadas após o fechamento da estatística no dia cinco de cada mês não gerarão efeitos estatísticos retroativos. do relator ou. dos demais desembargadores federais que tiverem participado do julgamento e do representante do Ministério Público Federal. encaminhadas. nominalmente indicado. os autos serão. até o décimo dia do mês seguinte. 200. conclusos ao desembargador federal. quando presente. o dos feitos que lhe foram distribuídos no mesmo período e o dos processos que recebeu em consequência de pedido de vista ou como revisor. IV – os nomes dos advogados que tiverem feito sustentação oral. § 4º Decorridos cinco dias do recebimento das notas taquigráficas no gabinete do desembargador federal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Serão disponibilizados. § 5º Não havendo revisão das notas taquigráficas em cinco dias. seção e turma. Sumário 87 . mensalmente. relativos ao mês anterior. 201. também via correio eletrônico. que lavrará o acórdão. Também se juntará aos autos. II – os nomes do presidente do órgão julgador. contados de sua disponibilização. e qualquer inserção. III – os nomes dos desembargadores federais impedidos e ausentes. até que seja disponibilizada outra forma de envio on-line. a certidão do julgamento. imediatamente. Seção VIII Dos dados estatísticos Art.

Capítulo II Dos documentos e das informações Art. exceto: I – para comprovação de textos legais ou de precedentes judiciais. 203. Art. por impedimento ou demora em obter certidões ou cópias autenticadas de notas ou registros em estabelecimentos públicos. serão devolvidos às partes os documentos que estiverem juntados “por linha”. as partes deverão provar a fidelidade de transcrição de textos de leis e demais atos do Poder Público. de determinação do Plenário. 205. inclusive decisões em processos conexos que afetem ou prejudiquem os direitos postulados. III – em cumprimento do despacho fundamentado do relator. Se a parte não puder instruir. da seção ou da turma. Art. Art. pela forma indicada no art. 206. bem como a vigência e o teor de normas pertinentes à causa. suas alegações. II – para prova de fatos supervenientes. A parte será intimada por publicação no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1 ou. 204. de Estados e Municípios. A proposição. não se admitirá juntada de documentos. § 2º Após o julgamento. 170 Sumário 88 . § 1º A regra e as exceções deste artigo aplicam-se também aos recursos interpostos no Tribunal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. salvo deliberação de serem anexados aos autos. 202. se o relator o determinar. desde logo. da Corte Especial. de organismo internacional ou. desde que recebidos os autos no Tribunal. quando emanarem de Estado estrangeiro. Nos recursos interpostos na instância inferior. o relator conceder-lhe-á prazo para esse fim ou fará a requisição diretamente àquelas repartições. observados os preceitos especiais deste Título. a admissão e a produção de provas no Tribunal obedecerão às leis processuais. 201 a 205 TÍTULO II Das provas Capítulo I Das disposições gerais Art. Em caso de impugnação. no Brasil.

pela seção. Art. 209. Art. Quando. O relator requisitará informações do apontado coator no prazo que fixar. 211. pelo Ministério Público Federal e pelos advogados. Capítulo III Da apresentação de pessoas e outras diligências Art. o Plenário. Parágrafo único. TÍTULO III Da competência originária Capítulo I Do habeas corpus Art. durante julgamento. Os depoimentos poderão ser taquigrafados ou gravados e.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. buscas e apreensões. a Corte Especial. 206 a 211 deste Regimento. pela Corte Especial. for necessária a apresentação da parte ou de terceiro que não tiver atendido à notificação. arbitramentos. ainda: Sumário 89 . na exibição e conferência de documentos e em quaisquer outras diligências determinadas ou deferidas pelo Plenário. serão assinados pelo relator. Art. 210. sobre peças dos autos e sobre as citações que tiver feito de textos legais. Observar-se-ão as formalidades da lei na realização de exames periciais. a turma ou o relator poderão expedir ordem de condução do recalcitrante. para manifestar-se sobre documento juntado pela parte contrária após sua última intervenção no processo. em qualquer processo. a seção. Capítulo IV Dos depoimentos Art. podendo. 212. Aplica-se o disposto neste artigo ao interrogatório. Os desembargadores federais poderão solicitar esclarecimentos ao advogado. de precedentes judiciais e de trabalhos doutrinários. 207. 208. pelo depoente. depois de traduzidos ou copiados. Os habeas corpus serão processados e julgados pelas turmas especializadas em matéria penal. pela turma ou pelo relator.

o impetrante poderá requerer seja cientificado pelo gabinete. 216. se houver grave risco de consumar-se a violência. mediante ofício. Art. 214. no curso de qualquer processo. Sumário 90 . § 2º Na hipótese de anulação do processo. tiver determinado a coação será condenada nas custas. determinar sua apresentação à sessão de julgamento. sem prejuízo da remessa de cópia do acórdão. Art. IV – no habeas corpus preventivo. bem como o salvo-conduto. Instruído o processo e ouvido o Ministério Público Federal em dois dias. por má-fé ou evidente abuso de poder. serão firmados pelo presidente do órgão julgador que tiver concedido a ordem. no máximo. § 1º A comunicação. Art. deverão elas ser prestadas. II – expedir ordem de habeas corpus. expedir salvo-conduto em favor do paciente até a decisão do feito. § 2º Opondo-se o paciente à impetração. quando. Ordenada a soltura do paciente em virtude de habeas corpus. Parágrafo único. telegrama ou outro meio mais expedito. para julgamento com prioridade. da data do julgamento. II – ordenar diligências necessárias à instrução do pedido. em quarenta e oito horas. de ofício: I – se convier ouvir o paciente. 212 a 216 I – sendo relevante a matéria. se o impetrante não for bacharel em direito. A turma poderá. Art. a autoridade que. § 1º Não ocorrendo a apresentação em mesa na sessão indicada no caput. remetendo-se ao Ministério Público Federal traslado das peças necessárias à propositura da ação penal. 213. por qualquer meio. A decisão concessiva de habeas corpus será imediatamente comunicada às autoridades a quem couber cumpri-la. o relator colocará o feito em mesa na primeira sessão. deve o juiz aguardar o recebimento da cópia do acórdão para o efeito de renovação dos atos processuais. verificar que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal. Não sendo fixado pelo relator prazo para a apresentação das informações. III – se convier ouvir o paciente. nomear advogado para acompanhar e defender oralmente o pedido. 215. em caso de ameaça de violência ou coação. determinar sua apresentação à sessão de julgamento. dela não se conhecerá.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts.

Na hipótese deste artigo. Quando o pedido for manifestamente incabível. o presidente da turma expedirá mandado contra o desobediente e oficiará ao Ministério Público Federal para que promova a ação penal. Os mandados de segurança de competência originária do Tribunal serão processados e julgados pela Corte Especial ou pelas seções de acordo com o disposto nos arts. 10 e 12 deste Regimento. cessar a violência ou a coação. 216 a 222 Art. Art. 223. Parágrafo único. Parágrafo único. o oficial de justiça ou a autoridade judiciária. 220. Art. se necessária. policial ou militar que embaraçar ou procrastinar o encaminhamento do pedido de habeas corpus ou as informações sobre a causa da violência. sem prejuízo de outras sanções penais ou administrativas. Art. 218. Havendo desobediência ou retardamento abusivo no cumprimento da ordem de habeas corpus pelo detentor ou carcereiro. Art. 221. Da decisão de indeferimento caberá agravo regimental. a turma por seu presidente tomará as providências necessárias ao cumprimento da decisão com emprego dos meios legais cabíveis e determinará. 222. constituir reiteração de outro com os mesmos fundamentos ou for manifesta a incompetência do Tribunal para dele tomar conhecimento originariamente. coação ou ameaça será multado na forma da legislação processual vigente. 217. a apresentação do paciente ao relator ou a juiz federal no local por ele designado. O carcereiro ou o diretor da prisão. As fianças que se tiverem de prestar no Tribunal em virtude de habeas corpus serão processadas e julgadas pelo relator. poderá o relator julgar prejudicado o pedido ou apresentá-lo à turma para declaração da ilegalidade do ato e tomada das providências cabíveis para punição do responsável. pendente o processo de habeas corpus. o relator indeferi-lo-á liminarmente ou encaminhá-lo-á ao juízo competente.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Se. Capítulo II Do mandado de segurança Art. salvo se este delegar essa atribuição a outro magistrado. na forma deste Regimento. O mandado de segurança de competência originária do Tribunal terá seu processo iniciado por petição. Art. acompanhada de tantas vias quantas forem as autoridaSumário 91 . 219. o escrivão.

em poder de autoridade que lhe recuse certidão. devendo. Sumário 92 . § 3º Se o requerente comprovar que o documento necessário à prova de suas alegações se acha em repartição ou estabelecimento público. caso seja a final deferida. Se a autoridade indicada pelo requerente for a coatora. as demais vias da inicial deverão estar instruídas com cópias de todos os documentos. de 07/08/2009. Art. quando for relevante seu fundamento e dele puder resultar ineficácia da medida. no prazo de dez dias. o pedido de mandado de segurança. a exibição do documento. o relator ordenará: I – a notificação da autoridade apontada como coatora. se for evidente a incompetência do Tribunal. Parágrafo único. 23 da Lei 12. instruída com as cópias dos documentos. estabelecido no art. A parte que se considerar prejudicada pela decisão do relator poderá interpor agravo regimental. II – que se dê ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada. 225. ainda.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. § 4º Nos casos do parágrafo anterior. fornecida pelo impetrante. se for o caso. em original ou cópia autenticada. para que. preliminarmente. enviando-lhe cópia da inicial. se a petição inicial não atender os requisitos legais ou for excedido o prazo de cento e vinte dias. querendo. indicadas com precisão. preencher os demais requisitos legais. a requisição far-se-á no próprio instrumento da notificação. sem documentos. no prazo de dez dias.016. ingresse no feito. a petição inicial e os documentos serão apresentados com as vias necessárias para a respectiva citação. Ao despachar a inicial. 223 a 225 des apontadas como coatoras. requisitando informações. o relator requisitará. remetendo-lhe via da petição. O relator poderá indeferir. § 1º A segunda e. Art. autenticadas pelo requerente e conferidas pela Secretaria do Tribunal. desde logo. § 2º Havendo litisconsortes passivos. § 1º O relator poderá liminarmente ordenar que se suspenda o ato que deu motivo ao pedido. manifestamente incabível a segurança. a Secretaria do Tribunal mandará extrair tantas cópias do documento quantas se tornarem necessárias à instrução do processo. 224.

para ser juntado aos autos. O habeas data e o mandado de injunção serão processados segundo as normas estabelecidas para o mandado de segurança. de manifestação do litisconsorte. quando a matéria for objeto de jurisprudência consolidada do Tribunal. § 5º A inicial será. quando a citação for feita por oficial de justiça. Art. Sumário 93 . se for o caso. 225 a 230 § 2º Se a inicial indicar litisconsorte. § 1º O acórdão denegará o mandado de segurança. salvo os de habeas corpus. com ou sem parecer. embargos infringentes nem a condenação em honorários advocatícios. que lhe será remetido pelo correio. Devolvidos os autos. os autos serão encaminhados ao Ministério Público Federal. desde logo. como também cópia do mandado. julgará o pedido. Parágrafo único. Art. Art. salvo os de habeas corpus e mandado de segurança. no mandado de segurança. sua citação far-se-á por oficial de justiça ou mediante ofício. Transcorrido o prazo do pedido de informações ou. 228. o relator determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento ou. que emitirá parecer no prazo de dez dias. § 4º O prazo para manifestação do litisconsorte é de dez dias. Capítulo III Do habeas data e do mandado de injunção Art. 226. indeferida. O habeas data e o mandado de injunção terão prioridade sobre os demais processos. O habeas data e o mandado de injunção de competência originária do Tribunal serão processados e julgados pela Corte Especial e pelas seções. quando não for caso de mandado de segurança ou quando decorrido o prazo de cento e vinte dias para sua impetração. 229. § 2º Não cabem. Art. por meio de carta registrada com aviso de recebimento.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 227. 230. Os processos de mandado de segurança terão prioridade sobre os demais. Desta decisão caberá agravo regimental. § 3º A Secretaria do Tribunal juntará aos autos cópia autenticada do ofício e prova do recebimento pelo destinatário. ainda que não decida o mérito.

da carta de ordem. 232. 234. o relator lançará relatório nos autos. Distribuída a inicial. Concluída a instrução. assinando-lhe prazo nunca inferior a quinze dias nem superior a trinta. Art. 235. após o prazo para as razões finais. o relator abrirá vista. sucessivamente. Art. para razões finais. Na distribuição da ação rescisória. se for o caso. acompanhada de tantas cópias quantos forem os réus. A Secretaria do Tribunal. 231 a 236 Capítulo IV Da ação rescisória Art. A ação rescisória terá início por petição escrita. preenchendo esta os requisitos legais. não concorrerá o desembargador federal que haja servido como relator do acórdão rescindendo. se for o caso. ao ser incluído o feito em pauta. Art. 231. o relator fará o saneamento do processo. deliberando sobre as provas requeridas. O Ministério Público Federal emitirá parecer. 233. Art. passando-os ao revisor. no prazo de dez dias. Parágrafo único. que determinará a inclusão do feito em pauta para julgamento. Sumário 94 . 236. § 1º O relator poderá indeferir a petição inicial quando não atendidos os requisitos legais. o relator man- dará citar o réu. Em seguida. expedirá cópias autenticadas do relatório e distribuí-las-á entre os desembargadores federais que compuserem o órgão competente do Tribunal para o julgamento. ao autor e ao réu pelo prazo de dez dias. O relator poderá delegar competência a juiz de primeiro grau do local onde deva ser produzida a prova. Contestada a ação ou transcorrido o prazo. quando não for efetuado o depósito exigido pela lei ou quando consumado o prazo decadencial. Art. § 2º A parte que se considerar prejudicada pela decisão do relator poderá interpor agravo regimental. fixando prazo para devolução dos autos ou. para responder aos termos da ação.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts.

que ordenará as medidas processuais cabíveis. no que couber. proceder-se-á. nos de ação privada. na primeira sessão seguinte. § 1º Tomado o parecer do Ministério Público Federal no prazo de cinco dias. cabendo agravo regimental para o órgão recursal competente. Parágrafo único. obedecerão ao disposto nas leis processuais. as medidas urgentes. para resolver. o relator designará o desembargador federal ou juiz federal. feita a distribuição. Parágrafo único. 241. antes mesmo da lavratura do acórdão. distribuído e concluso ao relator. A decisão da Corte Especial em conflitos de competência. nos crimes de ação pública e nos crimes de responsabilidade. No caso de conflito negativo. o relator apresentará o feito em mesa. Tratando-se de conflito entre as seções. para julgamento. aos magistrados envolvidos no conflito. Ocorrerá conflito de jurisdição ou de competência entre os órgãos judicantes do Tribunal nos casos previstos nas leis processuais e conflito de atribuições entre autoridade judiciária e administrativa. é vinculativa para ela e para os demais órgãos do Tribunal. na mesma matéria. Art. 240. 237 a 241 Capítulo V Dos conflitos de competência e de atribuições Art. 239. em caráter provisório. 238. A denúncia. bem como a representação. por telegrama ou outro meio mais expedito. conforme estabelecido neste capítulo. conclusos os autos. Capítulo VI Da ação penal originária Art. a queixa. § 2º Da decisão será dada ciência. quando esta for indispensável ao exercício da denúncia. O conflito de competência que for remetido ao Tribunal será autuado. Sumário 95 . a depender da hipótese. o relator encaminhará os autos ao procurador regional da República. o relator poderá decidir de plano o conflito de competência. Art. 237.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Havendo jurisprudência dominante do Tribunal ou decisão da Corte Especial sobre a questão suscitada. que poderá oferecer a denúncia ou requerer o arquivamento. Distribuído o inquérito. Parágrafo único. Art.

se o réu estiver solto. e de quinze dias. Art. Parágrafo único. 245. III – conceder. estando o réu preso. Sumário 96 . as peças de informações ou a representação. Caberá agravo regimental para a Corte Especial ou para a seção (art. II – decretar a prisão temporária ou preventiva. com interrupção do prazo. contados da data em que o Ministério Público Federal receber os autos do inquérito. sem efeito suspensivo e na forma do Regimento. V – conceder liberdade provisória. I. ao deferi-las. o relator poderá determinar o relaxamento da prisão. arbitrar ou denegar fiança. se o indiciado estiver solto. 12. 244. a pedido do Ministério Público Federal. o relator determinará que seja aguardada a iniciativa do ofendido ou de seu representante legal. 242. Nos crimes em que não couber ação pública. O relator será o juiz da instrução. Compete ao relator: I – determinar o arquivamento do inquérito ou de peças informativas. da decisão do relator que: I – conceder. § 2º Se o indiciado estiver preso e as diligências requeridas pelo Ministério Público Federal forem indispensáveis para o oferecimento da denúncia. ou submeter o requerimento à decisão da Corte Especial ou à da seção. ao receber os autos do inquérito. O prazo para oferecimento da denúncia será de cinco dias. 243. quando o requerer o Ministério Público Federal. O relator terá as atribuições que a legislação processual confere aos juízes singulares. e sem interrupção. 242 a 246 Art. salvo se o relator. III – recusar produção de prova ou realização de diligência. Art. que se realizará segundo o disposto neste capítulo e na legislação processual penal. 246. Art. arbitrar ou denegar fiança. § 1º Diligências complementares poderão ser deferidas pelo relator. deste Regimento). em caso contrário. II – decretar a extinção da punibilidade nos casos previstos em lei. determinar o relaxamento da prisão. Art. parágrafo único.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. IV – decretar a prisão temporária ou preventiva.

246 a 249 IV – determinar medidas cautelares de busca e apreensão e quebra de sigilos bancário. sobre o Sumário 97 . 248. pelo prazo de quinze minutos. o nome do denunciado e o respectivo defensor nomeado. cujas cópias serão distribuídas aos demais desembargadores federais com antecedência de cinco dias. Em caso de sigilo. onde terá vista dos autos pelo prazo de quinze dias. depois à defesa. no prazo de cinco dias. será ouvido. § 1º Com a notificação. Se. lançando relatório nos autos. proceder-se-á a sua notificação por edital com prazo de cinco dias para que compareça ao Tribunal em cinco dias. o relator. § 2º Oferecida resposta. § 3º Desconhecido o paradeiro do acusado ou se este criar dificuldades ao cumprimento da diligência. do despacho do relator e dos documentos por este indicados. peças informativas ou representação. § 2º Encerrados os debates. em igual prazo. por maioria simples. com a presença da maioria absoluta de seus membros. o relator encaminhará os autos à Defensoria Pública. 247. constarão as iniciais do nome do denunciado. em nome do acusado. 249. § 1º Será facultada sustentação oral. Se a Defensoria Pública não apresentar a defesa. o relator mandará notificar o acusado para oferecer resposta. o relator nomeará defensor. A seguir. se a decisão não depender de outras provas. com a resposta. primeiro à acusação. apresentará resposta escrita. conforme o caso. que. será intimada a acusação para sobre eles se manifestar. fiscal. para apresentar a resposta prevista neste artigo. Art. Parágrafo único. Art. delibere sobre o recebimento ou a rejeição da denúncia ou da queixa ou sobre a improcedência da acusação. § 4º Findo o prazo do parágrafo anterior e não apresentada a defesa. determinará a inclusão do feito em pauta para que a Corte Especial ou a seção. no julgamento de que trata este artigo. a Corte Especial ou a seção passará. assim como registrado no sistema. deverá constar da autuação. Apresentada a denúncia ou a queixa. serão entregues ao acusado cópias da denúncia ou da queixa. instruída com inquérito. Art. telefônico e telemático. forem apresentados novos documentos. Tratando-se de ação penal privada. o Ministério Público Federal. no prazo de quinze dias. a deliberar.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts.

sucessivamente. Apresentada ou não a defesa prévia. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional nos termos da legislação processual penal (art. § 1º Será comum o prazo do acusador. Parágrafo único. proceder-se-á à inquirição das testemunhas. o relator designará dia e hora para o interrogatório. contados do interrogatório ou da intimação do defensor. contados da intimação. O prazo para defesa prévia será de cinco dias. no que couber. § 2º Por expressa determinação do relator. bem como o querelante ou o assistente. ainda que tenha sido vencido quanto ao não recebimento da denúncia ou da queixa. Se o acusado ou o querelado citado por edital não comparecer nem constituir advogado. 255. 254.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. apresentar. se for o caso. Concluída a inquirição das testemunhas. 250. no prazo de quinze dias. alegações escritas. Realizadas as diligências ou não sendo essas requeridas nem determinadas pelo relator. Art. § 3º Da decisão referida no parágrafo anterior não será lavrado acórdão. 249 a 255 recebimento ou não da denúncia. A instrução obedecerá. Recebida a denúncia ou a queixa. Art. do assistente e dos corréus. se o interesse público o exigir. Art. Art. serão intimadas a acusação e a defesa para. ao procedimento comum do Código de Processo Penal. 252. 253. 251. § 1º O relator poderá delegar a realização do interrogatório ou de outro ato da instrução a juiz ou membro de tribunal com competência territorial no local de cumprimento da carta de ordem ou da carta precatória. salvo nas hipóteses de rejeição da denúncia ou da queixa ou de improcedência da acusação. cujo número não excederá a oito para cada parte. Art. as intimações poderão ser feitas por carta registrada com aviso de recebimento. § 4º A ação penal ficará vinculada ao desembargador federal relator. devendo as de acusação ser ouvidas em primeiro lugar. mandando citar o acusado ou o querelado e intimar o Ministério Público Federal. Sumário 98 . 366 do Código de Processo Penal). podendo o presidente. a acusação e a defesa poderão requerer diligências no prazo de cinco dias. limitar a presença no recinto às partes e a seus advogados ou somente a estes.

relatório nos autos e encaminhá-los-á ao revisor. o Ministério Público Federal terá vista. Art. § 5º Ao designar a sessão de julgamento. O julgamento efetuar-se-á em uma ou mais sessões. podendo o presidente. o procurador regional da República falará por último. a seguir. será concedida a palavra. o aditamento ou a retificação do revisor. § 3º O relator. determinará a inclusão do feito em pauta para julgamento. 256. limitar a presença no recinto às partes e a seus advogados ou somente a estes. Sumário 99 . o presidente determinará a intimação pessoal das partes. às partes. prorrogável por quinze minutos. primeiramente à acusação e depois à defesa. com a maioria absoluta dos desembargadores federais presentes. no prazo de trinta dias. pelo menos. pelo prazo de cinco dias. lançará. 255 a 257 § 2º Na ação penal privada. se houver. V – na ação penal privada. II – concederá vista. no prazo de trinta dias. II – aberta a sessão. dois terços de seus membros. serão apregoadas as partes.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. após as alegações: I – poderá determinar de ofício a realização de provas reputadas imprescindíveis para o julgamento da causa. pelo prazo de uma hora para cada parte. que. § 4º O relator. se o interesse público o exigir. por igual prazo. Na sessão de julgamento. após as alegações das partes. VI – concluídos os debates. Art. para sustentação oral. para se manifestarem sobre as novas provas produzidas. III – O relator apresentará o relatório e. a critério da Corte Especial ou da seção. a Corte Especial ou a seção passará. observar-se-á o seguinte: I – a Corte Especial ou a seção reunir-se-á com a presença de. assegurado ao assistente o prazo de quinze minutos. por trinta minutos. a proferir o julgamento. à acusação e à defesa. § 6º A secretaria expedirá cópias do relatório e distribuí-las-á entre os desembargadores federais. 257. IV – a seguir. após exame. em seguida. sucessivamente.

§ 1º O relator poderá determinar que se apensem os autos originais. 262. Art. por seu cônjuge. Art. se falecido. 258 a 262 Art. autenticado. considerar-se-á perempta a ação penal quando o querelante deixar de comparecer. este a indeferirá liminarmente. sendo processada e julgada na forma da lei processual. descendente ou irmão. § 2º Não estando suficientemente instruída a petição e julgando o relator inconveniente ao interesse da Justiça que se apensem os autos originais. serão ouvidos o requerente e o Ministério Público Federal. indicadas as provas que deverão ser produzidas. da decisão condenatória. Capítulo VII Da revisão criminal Art. se daí não advier dificuldade à execução normal da sentença. instruído o processo. Nos casos em que somente se procede mediante queixa. § 4º O pedido de revisão será instruído com o inteiro teor. com a prova de haver esta passado em julgado e com os documentos comprobatórios das alegações em que se fundar. na conformidade da lei processual. 260. a seção. Se a petição não for indeferida liminarmente. que deverá ser um desembargador federal que não tenha pronunciado decisão em nenhuma fase do processo.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. das de turmas e dos julgados de primeiro grau. A revisão. sem motivo justificado. A revisão pode ser pedida pelo próprio condenado ou por seu procurador legalmente habilitado. Art. a qualquer ato a que deva estar presente ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais. A Corte Especial procederá à revisão de suas decisões criminais. no prazo de cinco dias. Dirigida ao presidente. ascendente. será a petição distribuída a um relator. que poderá ser requerida a qualquer tempo. 261. terá início por petição instruída com a certidão de haver passado em julgado a decisão condenatória e com as peças necessárias à comprovação dos fatos arguidos. Sumário 100 . esteja ou não extinta a pena. § 3º Da decisão de indeferimento caberá agravo regimental. 258. 259. à de suas próprias. Parágrafo único.

se o interessado o requerer. Falecendo o revisionando. prevalecerá a decisão mais favorável ao revisionando. salvo se da competência da Corte Especial. passá-los-á ao revisor. § 2º Julgada procedente a revisão. Art. o presidente da Corte Especial ou da seção nomeará curador para a defesa. o disposto no art. determinará seu cumprimento. o direito a uma justa indenização pelos prejuízos sofridos. Conclusos os autos da carta precatória ao relator. poderá reconhecer. se o presidente não tiver tomado parte. 264. A Corte Especial ou a seção. 267. 262 a 268 § 1º Em seguida. 266. modificar a pena ou anular o processo. Art. A distribuição deverá ser feita de acordo com a área de especialização do Tribunal. Sumário 101 .Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 204 do Código de Processo Civil. 263. se for o caso. 202 a 212 do Código de Processo Civil). a Corte Especial ou a seção poderá absolver o acusado. no prazo de trinta dias. Recebida a carta precatória e preenchendo esta os requisitos legais (arts. no que couber. este a examinará quanto às formalidades e. em razão da matéria. § 4º Havendo empate na votação. Capítulo Viii Da carta precatória recebida de outros tribunais Art. § 3º A pena imposta pela decisão revista não poderá ser agravada. na forma da lei. Art. 265. o relator determinará sua devolução ao tribunal de origem. no prazo de trinta dias. aplicando-se os critérios adotados para os processos de sua competência originária. Art. às seções ou às turmas. alterar a classificação da infração. o relator. proferirá o voto de desempate. Art. caso contrário. será autuada e distribuída à Corte Especial. lançará relatório nos autos. Realizado o ato requisitado ou certificada sua impossibilidade. que. determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento. 268. observando-se.

intempestivo ou insuficientemente instruído. Art. remetendo-se-lhe. 272. O julgamento da correição será imediatamente comunicado ao juiz. 269 a 272 Capítulo Ix Da correição parcial Art. § 2º O corregedor regional poderá rejeitar de plano o pedido se inepto. será requerido pela parte ou pelo Ministério Público Federal. houver implicação de natureza disciplinar. posteriormente. inclusive os que comprovem a tempestividade do pedido. o corregedor regional. 270. sem prejuízo do andamento do processo. § 1º O corregedor regional poderá ordenar a suspensão do ato ou despacho impugnado até o final do julgamento. caso julgue necessário. poderá solicitar o parecer do Ministério Público Federal no prazo de cinco dias. cópia da decisão. 271. o processo será levado a julgamento perante a Corte Especial Administrativa na primeira sessão que se seguir. Quando. a Corte Especial Administrativa adotará as providências cabíveis. Sumário 102 . § 4º Com ou sem o parecer do Ministério Público Federal. o corregedor regional ordenará sua autuação e a notificação do magistrado requerido para que preste informações no prazo de dez dias. Caberá correição parcial contra ato ou despacho de juiz de que não caiba recurso. § 2º Será de cinco dias o prazo para requerimento de correição parcial. Art. Ao receber o pedido de correição parcial. § 1º O pedido de correição parcial. § 3º A petição deverá ser instruída com documentos e certidões. bem como de omissão que importe erro de ofício ou abuso de poder. deferido o pedido. se relevantes os fundamentos do pedido ou se de sua execução puder decorrer dano irreparável. § 3º Decorrido o prazo das informações. Art. 269. contados da data em que a parte ou o Ministério Público Federal houver tido ciência do ato ou despacho que lhe der causa.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. apresentado em duas vias e dirigido ao corregedor regional.

do Código de Processo Civil). proceder-se-á na forma do art. Seção II Da apelação em mandado de segurança. os autos serão conclusos ao relator. 276. no prazo de trinta dias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 273. Após. No processamento e julgamento da apelação em mandado de segurança. Caso haja agravo de instrumento. Serão autuados sob o título remessa ex officio os processos que subirem ao Tribunal em cumprimento da exigência do duplo grau de jurisdição. 275. 280 deste Regimento. Art. 557. em pauta para julgamento. que os incluirá em pauta para julgamento. para emitir parecer. 274. pelo prazo de vinte dias. 273 a 278 TÍTULO IV Da competência recursal Capítulo I Dos recursos em matéria cível Seção I Da apelação cível Art. ao relator. 277. se não for caso de negativa de seguimento ou de se lhe dar provimento (art. se cabível. serão os autos encaminhados. observar-se-ão. Art. que. dará vista ao Ministério Público Federal. e neles serão indicados o juízo remetente e as partes interessadas. em quarenta e oito horas. As apelações em habeas data e mandado de injunção serão processadas e julgadas segundo as normas estabelecidas para a apelação em mandado de segurança. as normas atinentes à apelação cível. Seção III Da remessa ex officio Art. os autos serão conclusos ao relator. 557. que os incluirá. pelo prazo de trinta dias. Em seguida. caput e § 1º-A. Sumário 103 . Art. caput e § 1º-A. 278. Distribuída a apelação. do Código de Processo Civil). no que couber. Distribuída a apelação. habeas data e mandado de injunção Art. o relator dará vista ao Ministério Público Federal. na forma da lei processual. se não for caso de negativa de seguimento ou de se lhe dar provimento (art.

29 deste Regimento). IV – mandará intimar o agravado. o processo será autuado como apelação cível ou apelação em mandado de segurança. mandando remeter os autos do agravo ao juiz da causa. na mesma oportunidade. far-se-á a autuação e distribuição como remessa ex officio. apensando-se a eles o expediente que a motivou. simultaneamente. Sumário 104 . se for o caso. sob registro e com aviso de recebimento. a pretensão recursal. Parágrafo único. bem como nos casos de inadmissão da apelação e nos relativos aos efeitos em que a apelação é recebida. para. salvo quando se tratar de decisão suscetível de causar à parte lesão grave e de difícil reparação. 278 a 281 § 1º Quando houver. 475. o agravo de instrumento e não sendo caso de. se for o caso. será aberta vista ao Ministério Público Federal. incontinente. Após. querendo. total ou parcialmente. por ofício dirigido a seu advogado. Será intimado o procurador da República que atuar no primeiro grau. que os incluirá. V – mandará ouvir o Ministério Público Federal. liminarmente. Distribuído. facultando-lhe juntar a documentação que entender conveniente. no prazo de trinta dias.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. no prazo de dez dias. constando também da autuação referência ao juízo remetente. O agravo de instrumento será processado e julgado na forma estabelecida na legislação processual e neste Regimento. Art. comunicando ao juiz sua decisão. II – poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso ou deferir. 281. em pauta para julgamento. apresentar contraminuta. § 1º. negar seguimento ou dar provimento ao recurso (incisos XXIII e XXIV do art. em antecipação de tutela. no prazo de vinte dias. os autos serão conclusos ao relator. 280. remessa ex officio e apelação voluntária. o relator: I – converterá o agravo de instrumento em agravo retido. 279. § 2º Distribuída a remessa ex officio. do Código de Processo Civil). Quando os autos subirem em razão de deferimento de pedido de avocação (art. para que responda no prazo de dez dias. quando o agravado for o Ministério Público Federal. conforme o caso. Art. III – poderá requisitar informações ao juiz da causa. para seu parecer. Seção IV Do agravo de instrumento de primeiro grau para o Tribunal Art. que as prestará no prazo máximo de dez dias.

§ 2º Terá precedência o agravo se ambos os recursos forem julgados na mesma sessão. por ocasião do julgamento da apelação. serão eles conclusos ao relator. os autos do agravo serão remetidos à instância de origem para arquivamento. § 2º A decisão liminar proferida nos casos dos incisos I e II deste artigo somente é passível de reforma no momento do julgamento do agravo. Art. Os recursos em sentido estrito (art. far-se-á mediante publicação no órgão oficial. Retornando os autos. na pessoa de seu advogado. preliminarmente. que disporá de prazo não superior a trinta dias para exame e inclusão do feito em pauta. § 3º Após o trânsito em julgado do acórdão. observando-se o que dispuser a lei processual penal. salvo se o próprio relator a reconsiderar. § 1º A apelação não será incluída em pauta antes do agravo de instrumento interposto no mesmo processo. se de outro modo não dispuser a legislação processual. Sumário 105 . O agravo retido será apreciado como preliminar ao julgamento da respectiva apelação.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 284. se o agravante requerer que dele se conheça. 581 do Código de Processo Penal) serão autuados e distribuídos como recurso criminal. a intimação do agravado. Art. 281 a 284 § 1º No Distrito Federal. § 3º Não cabe agravo regimental da decisão que converter o agravo de instrumento em agravo retido nem da que atribuir efeito suspensivo ao agravo de instrumento ou deferir antecipação de tutela. 282. nas seções e subseções judiciárias cujo expediente forense for divulgado em diário oficial. Capítulo Ii Dos recursos em matéria penal Seção I Do recurso em sentido estrito Art. 283.

os autos serão conclusos ao relator. Parágrafo único. após parecer do Ministério Público Federal. passarão. Art. determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento. 197 da Lei 7. que. Os recursos de habeas corpus. Parágrafo único. 285. observarse-á. Feita a distribuição. pelo prazo de cinco dias. Seção II Do recurso de habeas corpus Art. O recurso de habeas corpus será apresentado ao Tribunal dentro de cinco dias da publicação da resposta do juiz a quo ou entregue em agência de correio dentro do mesmo prazo (art. serão julgados na primeira sessão. será tomado o parecer do Ministério Público Federal em cinco dias. O recurso interposto em processo de habeas corpus será autuado e distribuído como recurso de habeas corpus. em igual prazo. o disposto com relação ao pedido originário de habeas corpus. em seguida. Em seguida. Parágrafo único. por igual prazo. O mesmo ocorrerá com o recurso de ofício. 288. feita a distribuição. A apelação criminal será processada e julgada com observância da lei pro- cessual penal. Art. 285 a 290 Art. e. previsto no art. Art. 286. 591 do Código de Processo Penal). ao relator. Tratando-se de apelação interposta de sentença em processo de contravenção ou de crime a que a lei comine pena de detenção.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. O recurso da decisão que denegar ou conceder habeas corpus deverá ser interposto nos próprios autos em que houver sido lançada a decisão recorrida. No processamento e julgamento do recurso de habeas corpus. que determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento. os autos irão imediatamente ao Ministério Público Federal. Ao agravo na execução penal. 287.210/1984. aplicam-se as disposições do caput. Sumário 106 . 290. 289. Seção III Da apelação criminal Art. no que couber.

feita a distribuição. no mesmo prazo. 294. autuados e distribuídos como recurso ordinário. lançando o relatório. determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento. § 2º A carta testemunhável não tem efeito suspensivo. 293. agravo de petição e agravo de instrumento. Em seguida. decidirá. 27 do ADCT. 291 a 294 Art. 291. mandará processar o recurso ou. § 2º Não havendo recurso da acusação. requerida na forma da lei processual penal. se o presidente tiver tomado parte na votação. 292. a seção ou a turma a que competir o julgamento da carta. se estiver suficientemente instruído. passá-los-á ao revisor. sob numeração comum. será tomado o parecer do Ministério Público Federal em dez dias. desde logo. § 1º O processo da carta testemunhável seguirá o rito do processo do recurso denegado. da Constituição Federal. serão classificados. que. serão os autos conclusos ao relator. Sumário 107 . em igual prazo. prevalecerá a decisão mais favorável ao réu. § 1º Havendo empate na decisão.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. observar-se-á o estabelecido para o recurso denegado. Capítulo Iii Dos recursos em matéria trabalhista Seção I Do recurso ordinário. Art. se desta tomar conhecimento. Os recursos interpostos em reclamação trabalhista. a pena não poderá ser agravada. A Corte Especial. no processo e julgamento de carta testemunhável. do agravo de petição e do agravo de instrumento Art. Tratando-se de apelação interposta de sentença proferida em processo por crime a que a lei comine pena de reclusão. que. Na distribuição. na forma da lei processual e em consonância com o disposto no § 10 do art. o mérito. Seção IV Da carta testemunhável Art.

das turmas ou de seus presidentes e dos relatores são admissíveis os seguintes recursos: I – para a Corte Especial: a) agravo regimental de decisão do presidente do Tribunal e dos relatores de processos de competência da Corte Especial. que emitirá parecer em vinte dias. na forma estabelecida na Constituição Federal. IV – para o Superior Tribunal de Justiça: a) recurso especial. nos processos de competência da turma. b) embargos de declaração opostos a seus acórdãos. II – para as seções: a) agravo regimental de decisão do presidente da seção e dos relatores de processos de competência da seção. b) embargos de declaração opostos a seus acórdãos. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. 296. d) embargos infringentes nas ações rescisórias de seus próprios julgados. que determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento. Distribuído o recurso. na lei e no Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. Em seguida. c) embargos infringentes ou de divergência das decisões das turmas da respectiva área de especialização. Das decisões da Corte Especial. III – para as turmas: a) agravo regimental de decisão do presidente e dos relatores. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. 295 e 296 Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. c) embargos infringentes nas ações rescisórias de seus próprios julgados. serão os autos conclusos ao relator. 295. serão os autos encaminhados ao Ministério Público Federal. das seções. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. Sumário 108 . TÍTULO V Dos recursos das decisões do tribunal Capítulo I Dos recursos admissíveis e da competência para seu julgamento Art. b) embargos de declaração opostos a seus acórdãos.

em mandado de segurança. § 1º Da decisão que. deferir ou conceder. de seção. § 2º Do juízo negativo de admissibilidade dos recursos extraordinário e especial também não cabe o agravo de que trata o caput deste artigo. 296 e 297 b) recurso ordinário das decisões denegatórias de habeas corpus. A parte que se considerar prejudicada por decisão do presidente do Tribunal. na forma estabelecida na lei e no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. antecipação da tutela recursal e da que. na forma prevista na Constituição Federal e no Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. dentro de cinco dias. na lei e no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. total ou parcialmente. V – para o Supremo Tribunal Federal: a) recurso extraordinário. ainda que intempestivo. confirmando-a ou reformando-a. deferir ou indeferir liminar não caberá agravo regimental. na forma estabelecida na lei e no Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. conferir ou negar efeito suspensivo. o converter em agravo retido. na forma estabelecida na Constituição Federal. § 5º O agravo regimental não terá efeito suspensivo. § 4º Nas hipóteses do caput e do § 3º do art. d) agravo de instrumento das decisões que não admitam recurso especial. b) agravo de instrumento das decisões que não admitam recurso extraordinário. Capítulo Ii Dos recursos para o próprio Tribunal Seção I Do agravo regimental Art. 321 deste Regimento.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Sumário 109 . § 3º O relator não poderá negar seguimento ao agravo regimental. de turma ou de relator poderá requerer. o prazo será de cinco dias. 297. a apresentação do feito em mesa para que a Corte Especial. a seção ou a turma sobre ela se pronuncie. c) recurso ordinário das decisões denegatórias de mandado de segurança julgado em única instância. em agravo de instrumento.

No caso de reforma. mediante protocolo neste. oferecer resposta. poderá ser instruído também com outras peças que o agravante entender úteis. no prazo de dez dias. das contrarrazões. Seção II Do agravo de instrumento Art. sob sua responsabilidade pessoal. 300. 299. será dirigida à Presidência do Tribunal. para. da seção ou da turma. 297 a 300 § 6º Da decisão que indeferir o pedido de suspensão de execução da liminar e da sentença em mandado de segurança coletivo ou individual não cabe agravo regimental. da certidão da respectiva intimação. da decisão agravada. § 1º O agravo de instrumento será instruído com as peças apresentadas pelas partes. ou postada no correio sob registro de aviso de recebimento ou. a petição de agravo. Parágrafo único. podendo instruí-la com cópia das peças que entender convenientes. II – as razões do pedido de reforma da decisão. § 2º Facultativamente. no prazo de dez dias. o acórdão será lavrado pelo relator do recurso. O agravo regimental será submetido ao prolator da decisão. por petição que conterá: I – a exposição do fato e do direito. ainda. da petição de interposição do recurso denegado. de imediato. As cópias das peças do processo poderão ser declaradas autênticas pelo próprio advogado. computando-se também seu voto. Na hipótese de ser mantida a decisão agravada. O agravo de instrumento de decisão que não admite recurso especial ou extraordinário será interposto. interposta por outra forma prevista em lei. Art. pelo desembargador federal que primeiramente houver votado pelo provimento ao agravo. O agravado será intimado. que poderá reconsiderá-la ou submetê-la ao julgamento da Corte Especial. conforme o caso. Em seguida. obrigatoriamente. Art. devendo dele constar. Sumário 110 . subirá o agravo ao tribunal superior. cópias do acórdão recorrido. que não dependerá do pagamento de custas e despesas postais.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. No prazo do recurso. da certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado. Parágrafo único. 298.

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 301 a 304

Seção III
Dos embargos infringentes

Art. 301.

Cabem embargos infringentes, no prazo de quinze dias, quando o acórdão não unânime houver reformado, em grau de apelação, sentença de mérito ou houver julgado procedente ação rescisória. Se o desacordo for parcial, os embargos serão
restritos à matéria objeto da divergência.
Parágrafo único. Das decisões proferidas em apelação em mandado de segurança, mandado de injunção e habeas data não cabem embargos infringentes.

Art. 302.

Interpostos os embargos, deduzidos por artigos e entregues no protocolo
do Tribunal, abrir-se-á vista ao recorrido para, no prazo de quinze dias, oferecer contrarrazões; após, o relator do acórdão embargado apreciará a admissibilidade do recurso,
negando-lhe seguimento, quando incabível ou quando, nas questões predominantemente de direito, contrarie súmula do Tribunal, do Superior Tribunal de Justiça ou do
Supremo Tribunal Federal.
Parágrafo único. Da decisão que não admitir os embargos caberá agravo
regimental, em cinco dias, para o órgão competente para o julgamento do recurso.

Art. 303.

Admitido o recurso, far-se-á sorteio do relator, que recairá em desembargador federal que não haja proferido voto no julgamento da apelação ou da ação
rescisória.
§ 1º Não poderá ser sorteado relator o desembargador federal que tenha relatado a apelação ou a ação rescisória.
§ 2º Sorteado o relator, ser-lhe-ão conclusos os autos e, após o relatório, lançado em trinta dias, serão os autos encaminhados, se for o caso, ao revisor, que, em trinta
dias, determinará a inclusão do feito em pauta para julgamento.

§ 3º A Coordenadoria da Corte Especial e das Seções, ao serem incluídos em
pauta os embargos, distribuirá cópias autenticadas do relatório, bem como dos votos
divergentes entre os desembargadores federais que compuserem o órgão competente
para o julgamento.

Art. 304.

Os embargos infringentes não estão sujeitos a preparo.
Sumário

111

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 305 a 309

Seção IV
Dos embargos de declaração

Art. 305.

Aos acórdãos proferidos pela Corte Especial, pelas seções ou pelas turmas
poderão ser opostos embargos de declaração no prazo de cinco dias, em petição dirigida ao relator, em que será indicado o ponto obscuro, contraditório ou omisso sobre o
qual a declaração se imponha.
§ 1º O prazo será de dois dias quando a decisão embargada for de natureza
processual penal.
§ 2º Ausente o relator do acórdão embargado, em face de férias ou licença,
o processo será encaminhado a seu substituto.

Art. 306.

O relator apresentará os embargos em mesa, para julgamento, na primeira sessão subsequente, proferindo voto.
§ 1º Quando forem manifestamente protelatórios, o órgão julgador, declarando expressamente que o são, condenará o embargante a pagar ao embargado multa
não excedente a um por cento sobre o valor da causa.

§ 2º Na reiteração de embargos protelatórios, a multa é elevada a até dez
por cento, ficando condicionada a interposição de qualquer outro recurso ao depósito
do valor respectivo.

Art. 307.

Os embargos de declaração interrompem o prazo para interposição de
outros recursos por qualquer das partes.

Seção V
Dos embargos infringentes e de nulidade em matéria penal

Art. 308.

Quando não for unânime a decisão desfavorável ao réu proferida em apelação criminal e nos recursos criminais em sentido estrito, admitem-se embargos infringentes e de nulidade, que poderão ser interpostos no prazo de dez dias. Se o desacordo
for parcial, os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência.

Art. 309.

Juntada a petição de recurso, serão os autos conclusos ao relator do acórdão embargado, que o indeferirá se intempestivo, incabível ou se contrariar, nas questões predominantemente de direito, súmula do Tribunal, do Superior Tribunal de Justiça
ou do Supremo Tribunal Federal.
Sumário

112

Regimento Interno do TRF 1ª Região

Arts. 309 e 310

§ 1º Da decisão que não admitir os embargos caberá agravo regimental
para a seção competente.
§ 2º Se os embargos forem admitidos, far-se-á sorteio do relator, sempre
que possível, entre os desembargadores federais que não tiverem tomado parte no julgamento anterior.
§ 3º Fica excluído do sorteio o desembargador que tiver sido relator do julgamento anterior.
§ 4º Independentemente de conclusão, a Coordenadoria da Corte Especial
e das Seções dará vista dos autos ao Ministério Público Federal pelo prazo de dez dias.
§ 5º Devolvidos os autos, o relator, em dez dias, após o relatório, encaminhálos-á ao revisor, que, em igual prazo, determinará a inclusão do feito em pauta para o julgamento.
§ 6º Havendo empate de votos no julgamento dos embargos infringentes
e de nulidade, o presidente, se não tiver tomado parte na votação, proferirá o voto de
desempate; caso contrário, prevalecerá a decisão mais favorável ao réu.
§ 7º A pena não poderá ser agravada.

Seção VI
Dos embargos de divergência

Art. 310.

Das decisões das turmas, em recurso ordinário, poderão, em quinze dias,
ser interpostos embargos de divergência, que serão julgados pela seção competente,
quando as turmas divergirem entre si ou contrariarem decisão da seção.

§ 1º A divergência indicada deverá ser comprovada por certidão ou cópia
autenticada ou mediante citação do repositório de jurisprudência, oficial ou autorizado,
com a transcrição dos trechos que configurem o dissídio, mencionadas as circunstâncias
que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados.
§ 2º Os embargos serão juntados aos autos independentemente de despacho, sendo de imediato distribuídos, excluindo-se da distribuição o relator que lavrou o
acórdão.
§ 3º Distribuídos os embargos, o relator poderá indeferi-los liminarmente,
quando forem intempestivos, contrariarem súmula do Tribunal, do Superior Tribunal de
Justiça ou do Supremo Tribunal Federal ou quando não se comprovar nem se configurar
a divergência jurisprudencial.
Sumário

113

§ 2º Admitido o recurso. serão os autos conclusos ao relator. O depósito das condenações far-se-á em conformidade com as disposições específicas da legislação trabalhista. do termo de vista ao embargado para apresentar impugnação nos quinze dias subsequentes. após o regular processamento dos respectivos instrumentos. conforme a hipótese. por petição dirigida ao presidente do Tribunal. § 4º Se não forem admitidos ambos os recursos e a parte agravar das decisões indeferitórias. que conterá: I – a demonstração. § 1º Recebida a petição pela Coordenadoria da Corte Especial e das Seções ou pela coordenadoria da turma. no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. no prazo de quinze dias. 312. § 3º Se forem admitidos. nos casos previstos na Constituição Federal. abrindo-se-lhe vista. ao mesmo tempo. IV – as razões do pedido de reforma da decisão de que se recorreu. para apresentar contrarrazões. da existência da repercussão geral da questão constitucional nele versada.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Sumário 114 . em despacho fundamentado. que pedirá a inclusão do feito em pauta de julgamento. os autos serão remetidos ao Superior Tribunal de Justiça. os autos serão imediatamente remetidos ao Supremo Tribunal Federal. Art. pelo prazo de quinze dias. será intimado o recorrido. promover-se-á a publicação. e aí protocolizada. II – a exposição do fato e do direito. O recurso extraordinário. Capítulo Iii Do recurso para o Supremo Tribunal Federal Seção I Do recurso extraordinário Art. 311. recursos extraordinário e especial. será interposto. até final julgamento. serão estes remetidos às respectivas cortes revisoras. sobrestando-se o curso dos autos principais. 310 a 312 § 4º Admitidos os embargos. § 5º Impugnados ou não os embargos. III – a demonstração do cabimento do recurso interposto. em preliminar do recurso.

313. § 1º. obrigatoriamente. os autos principais aguardarão o transcurso de prazo para interposição do agravo de instrumento ao Supremo Tribunal Federal. cautelar ou embargos à execução. no prazo de quinze dias. encaminhando-se. dele devendo constar. cópia do acórdão recorrido. § 9º O recurso extraordinário. os autos principais ao Superior Tribunal de Justiça. do Código de Processo Civil). com interposição do agravo da decisão que indeferiu o recurso especial. O recurso especial. pelo prazo de quinze dias. o instrumento de agravo será encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça. das contrarrazões. quando interposto de decisão interlocutória em processo de conhecimento. conforme a hipótese. aguardando o recurso extraordinário oportuno envio ao Supremo Tribunal Federal. Capítulo Iv Dos recursos para o Superior Tribunal de Justiça Seção I Do recurso especial Art. após. da decisão agravada. da certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado (art. por petição dirigida ao presidente do Tribunal. § 1º Recebida e protocolizada a petição pela Coordenadoria da Corte Especial e das Seções ou pela coordenadoria da turma. que conterá: I – a exposição do fato e do direito.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. nos casos previstos na Constituição Federal. o recurso extraordinário será remetido ao Supremo Tribunal Federal com cópia da decisão do Superior Tribunal de Justiça. Sumário 115 . para apresentar contrarrazões. II – a demonstração do cabimento do recurso interposto. § 6º Se for admitido somente o recurso extraordinário. ficará retido nos autos e somente será processado se o reiterar a parte no prazo para a interposição do recurso contra a decisão final ou para contrarrazões. será interposto. § 8º O agravo a que se refere o § 4º deste artigo deverá ser instruído com as peças apresentadas pelas partes. III – as razões do pedido de reforma da decisão de que se recorreu. será intimado o recorrido. da petição de interposição do recurso denegado. com decisão definitiva de seu indeferimento ou após ser definitivamente julgado o recurso especial. 312 e 313 § 5º Se for admitido somente o recurso especial. 544. abrindo-se-lhe vista. § 7º Devolvido o agravo de instrumento no recurso especial.

Caberá recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça (art. quando interposto de decisão interlocutória em processo de conhecimento. 317. 314. o recorrente fará a prova da divergência mediante certidão ou indicação do número e da página do jornal oficial ou do repositório autorizado de jurisprudência que o houver publicado. Caberá recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça (art. 316. “b”. Interposto o recurso. serão os autos conclusos para admissão ou não do recurso. II. até o dia seguinte ao último do prazo. por despacho do presidente. 318. Art. da Constituição Federal) das decisões do Tribunal denegatórias de mandado de segurança em única instância. com as razões do pedido de reforma. Parágrafo único. 313 a 318 § 2º Findo esse prazo. no prazo de cinco dias. nos próprios autos em que se houver proferido a decisão recorrida. O recurso será interposto no prazo de cinco dias. 315. ficará retido nos autos e somente será processado se o reiterar a parte no prazo para a interposição do recurso contra a decisão final ou para contrarrazões. 105. “a”. os autos serão imediatamente remetidos ao Superior Tribunal de Justiça. O recurso especial. II. cautelar ou embargos à execução.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Seção III Do recurso ordinário em mandado de segurança Art. § 3º Admitido o recurso. Parágrafo único. Seção II Do recurso ordinário em habeas corpus Art. Sumário 116 . Ordenada a remessa. ao presidente do Tribunal. 105. os autos serão conclusos. Fundando-se o recurso especial em dissídio entre a interpretação da lei federal adotada pelo julgado recorrido e a que lhe haja dado outro tribunal. Art. o recurso subirá dentro de quarenta e oito horas. que decidirá a respeito de seu recebimento. da Constituição Federal) das decisões do Tribunal denegatórias de habeas corpus em única ou última instância. Art.

016/2009). O agravo de instrumento contra decisão que nega seguimento a recurso para outro tribunal será interposto e processado na forma prevista nos arts. 15 da Lei 12. a execução de liminar ou de sentença concessiva de mandado de segurança proferidas por juiz federal (art. Poderá o presidente do Tribunal. O recurso será interposto no prazo de quinze dias. se constatar. podendo o presidente do Tribunal estender os efeitos da suspensão a liminares supervenientes. em igual prazo. Capítulo V Do agravo de instrumento contra decisão que nega seguimento a recurso para outro tribunal Art. à saúde. assegurado à contraparte prazo igual para resposta. ainda. em juízo prévio. § 1º O presidente poderá conferir ao pedido efeito suspensivo liminar. o Ministério Público Federal. sem efeito suspensivo. com as razões do pedido de reforma. ouvir o impetrante em cinco dias e. Interposto o recurso. § 2º As liminares cujo objeto seja idêntico poderão ser suspensas em uma única decisão. a requerimento do Ministério Público Federal ou de pessoa jurídica de direito público interessada e para evitar grave lesão à ordem. 319. que decidirá a respeito de seu recebimento. nos próprios autos em que se houver proferido a decisão de que se recorreu. que será levado a julgamento na sessão seguinte a sua interposição.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. podendo. em despacho fundamentado. ao presidente do Tribunal. suspender. no prazo de cinco dias. os autos serão conclusos. 320. caso haja aditamento do pedido original. na hipótese de não ter sido requerente da medida. TÍTULO VI Dos processos incidentes Capítulo I Da suspensão de liminar e de sentença Art. 321. até o dia seguinte ao último do prazo. Sumário 117 . à segurança e à economia públicas. a plausibilidade do direito invocado e a urgência na concessão da medida. § 3º Das decisões referidas no caput e no § 2º deste artigo caberá agravo regimental. Art. 299 e 300 deste Regimento. 318 a 321 Parágrafo único.

Poderá.437/1992 e o art. § 1º O presidente poderá conferir ao pedido efeito suspensivo liminar. § 3º. se constatar. suspender a execução de sentenças nas hipóteses do § 1º do art. 1º da Lei 9.437/1992. com a indicação dos fatos que a motivaram. Se a suspeição ou impedimento for do relator ou do revisor. registrando-se na ata a declaração. 4º. o desembargador federal declarará seu impedimento verbalmente. ainda. ainda. até o início do julgamento. no caso de motivo superveniente. Nos demais casos. 325. Sumário 118 .437/1992).Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. que será levado a julgamento na sessão seguinte a sua interposição. podendo o presidente do Tribunal estender os efeitos da suspensão a liminares supervenientes. a dos demais desembargadores federais. após a conclusão. A do revisor. A arguição de suspeição do relator poderá ser suscitada até quinze dias após a distribuição. sendo do revisor. 4º da Lei 8. o mesmo podendo ocorrer nas hipóteses de que tratam o art. § 2º As liminares cujo objeto seja idêntico poderão ser suspensas em uma única decisão. Se for do relator. Art. Art.347/1985). da Lei 7. Parágrafo único. 12. § 3º Das decisões referidas no caput e no § 2º deste artigo caberá agravo. 322 a 326 Art. será declarado por despacho nos autos. 323. Art. 322. 326. da Lei 8. o prazo de quinze dias será contado do fato que ocasionou a suspeição. Capítulo Ii Dos impedimentos e da suspeição Art. o processo passará ao desembargador federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade. § 1º. 4º da Lei 8. em iguais prazos. caso haja aditamento do pedido original. Os desembargadores federais declarar-se-ão impedidos ou suspeitos nos casos previstos em lei. irá o processo ao presidente para nova distribuição. a plausibilidade do direito invocado e a urgência na concessão da medida.494/1997. se houver. ouvir o autor e o Ministério Público Federal em setenta e duas horas. quando fundada em motivo preexistente. em juízo prévio. acompanhada de prova documental e rol de testemunhas. A suspeição deverá ser deduzida em petição assinada pela própria parte ou por procurador com poderes especiais. podendo. no prazo de cinco dias (art. 324. o presidente do Tribunal poderá suspender a execução de medida liminar (art. Na ação civil pública.

determinará o envio dos autos ao presidente para nova distribuição. colhendo as provas. Afirmado o impedimento ou a suspeição pelo arguido. os autos serão encaminhados ao desembargador federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade. 330. Reconhecida a procedência da suspeição. observando-se o disposto neste capítulo. 329. Art. Dessa decisão caberá agravo para o órgão a que competir o julgamento da suspeição. Preenchidas as formalidades do artigo anterior. § 1º Se a suspeição for de manifesta improcedência. o relator levará o incidente em mesa na primeira sessão. Não aceitando a suspeição. quando se procederá ao julgamento em sessão reservada. 327. depois de manifestada a causa. Sumário 119 . Art. praticar qualquer ato que importe a aceitação do desembargador federal recusado. será suspenso o julgamento até a solução do incidente. Em seguida. ter-se-ão por nulos os atos por ele praticados. Será ilegítima a suspeição quando o arguente a tiver provocado ou. Autuada e distribuída a petição. 331. § 2º A afirmação de suspeição pelo arguido. haver-se-á por nulo o que tiver sido processado pelo desembargador federal recusado após o fato que ocasionou a suspeição. 327 a 331 Art. se se tratar do revisor. 328. Art. o arguente será condenado ao pagamento das custas. § 2º As exceções de suspeição de juízes federais e de juízes federais substitutos serão processadas e julgadas pelas turmas. Caso contrário. no prazo de dez dias. Parágrafo único. que se elevarão ao triplo se não for legítima a causa da arguição. ainda que por outro fundamento. sem a presença do desembargador federal recusado. caso em que a esta competirá o julgamento. com ou sem resposta. Parágrafo único. Art. salvo se este tiver sido suscitado em processo da competência da Corte Especial. põe fim ao incidente. ordenará o processo. o relator rejeitá-la-á liminarmente. o relator mandará ouvir o desembargador federal recusado. o desembargador federal continuará vinculado ao feito. que será autuado em apartado. § 1º Competirá à seção a que pertence o desembargador federal recusado o julgamento do incidente. Nesse caso.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. com designação do relator. Se o relator averbado de suspeito acolher a arguição.

não ficando os demais desembargadores federais impedidos de apreciá-la. Da certidão constarão. Art. 336. 332. 333. V – oferecidos os artigos de habilitação. obrigatoriamente. Devolvidos os autos. II – em outra causa. Não dependerá de decisão do relator o pedido de habilitação. Art. III – o herdeiro for incluído sem qualquer oposição no inventário. o nome do requerente e a decisão que houver sido proferida. Sumário 120 . sentença passada em julgado houver atribuído ao habilitando a qualidade de herdeiro ou sucessor. Distribuído o feito. se contestado o pedido. A habilitação incidente será processada na forma da lei processual.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. serão apresentados em mesa. Art. As exceções que. Capítulo Iii Da habilitação incidente Art. 338. 337. 335. subirem ao Tribunal serão julgadas pela turma. facultará às partes sumária produção de provas em cinco dias e julgará em seguida a habilitação. em processo separado. a parte reconhecer a procedência do pedido e não houver oposição de terceiros. O relator. o relator mandará ouvir o Ministério Público Federal. Art. certidão de nenhuma peça do processo de suspeição. salvo ao arguente e ao arguido. na primeira sessão. Parágrafo único. ainda que também recusados. processando-se nos autos da causa principal: I – promovida pelo cônjuge e herdeiros necessários. cabendo agravo da decisão. 332 a 338 Art. não se decidirá o requerimento de habilitação. 334. IV – estiver declarada a ausência ou determinada a arrecadação da herança jacente. desde que provem por documento o óbito do falecido e a sua qualidade. Parágrafo único. Já havendo inclusão do feito em pauta para julgamento. A arguição será sempre individual. Art. Não se fornecerá.

Parágrafo único. as medidas cautelares serão requeridas ao relator do recurso. dentro de um tríduo. Art. Art. 339. 343. O julgamento da restauração caberá à Corte Especial. O relator determinará as diligências necessárias. Nos casos urgentes. O pedido será autuado em apartado ou em apenso e processado sem interrupção do processo principal. no prazo de cinco dias. 341. 339 a 346 Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. se for o caso. sempre que possível. conforme o caso. 344. a outros juízes e tribunais. nas hipóteses e na forma da lei processual. processado perante o relator do feito. pela seção ou pela turma. se a causa estiver no Tribunal. Despachada a petição. Capítulo V Das medidas cautelares Art. Capítulo Vi Da restauração de autos desaparecidos Art. 340. fazendo-se o processo de restauração na forma da legislação processual.Arts. observando-se o que a respeito das medidas cautelares estiver disposto na lei processual. o relator decidirá o pedido ad referendum do órgão julgador competente. Art. ao relator que neles tiver funcionado ou a seu substituto. Sumário 121 . será julgado pela Corte Especial. hipótese em que apresentará os autos em mesa. Art. 346. solicitando informações e cópias autênticas. Capítulo Iv Do incidente de falsidade Art. A parte que não se habilitar perante o Tribunal poderá fazê-lo na instância inferior. O pedido de reconstituição de autos no Tribunal será apresentado ao presidente e distribuído. O incidente de falsidade. feitas as citações necessárias e. à seção ou à turma competente para o processo extraviado. contestado ou não o pedido. 342. o relator procederá a uma instrução sumária. 345. facultando às partes a produção de provas. Nos casos urgentes. na primeira sessão seguinte.

O livramento condicional poderá ser concedido mediante requerimento do sentenciado. Haverá. Capítulo Vii Da fiança Art. Capítulo Ix Do livramento condicional Art. ordenar que se proceda ao exame para verificação da cessação da periculosidade. § 2º. e dele extrair-se-á certidão para juntar aos autos. rubricado e encerrado por seu diretor.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Sumário 122 . se a medida não tiver sido por ele requerida. e 778 do Código de Processo Penal. 351. poderá o Tribunal. Parágrafo único. devidamente aberto. na Secretaria Judiciária. Quem tiver dado causa à perda ou ao extravio responderá pelas despesas da reconstituição. § 1º Designado o relator e ouvido o Ministério Público Federal. Parágrafo único. sem prejuízo da responsabilidade civil ou penal em que incorrer. de seu cônjuge ou parente em linha reta. seu defensor ou curador. 347 a 351 Art. § 2º Deferido o pedido. o processo seguirá seus termos. seção ou turma e assinado pelo relator e por quem prestar fiança. 348. O termo será lavrado pelo secretário da Corte Especial. Em qualquer tempo. incumbindo a decisão ao presidente do Tribunal no caso de ter sido por este imposta a condenação. Julgada a restauração. sendo a eles apensados os autos da restauração. a requerimento do procurador regional do Ministério Público Federal ou do interessado. a decisão será imediatamente comunicada ao juiz para os fins indicados nos arts. o pedido será julgado na primeira sessão. nestes se prosseguirá. 350. Aparecendo os autos originais. 347. 349. Art. um livro especial para os termos de fiança. 777. ainda que durante o prazo mínimo de duração da medida de segurança. Capítulo Viii Da verificação da cessação da periculosidade Art. bem como por proposta do diretor do estabelecimento penal ou por iniciativa do Conselho Penitenciário.

Capítulo Xi Da reabilitação Art. por escrito. proceder-se-á na forma dos artigos 734 e seguintes do Código de Processo Penal. 355. o indulto ou a anistia. 353. o relator. 103 da Constituição Federal. por ocasião do julgamento de qualquer processo na Corte Especial. 354. admitir. caso se trate de condenação com trânsito em julgado proferida originariamente pelo Tribunal. § 2º O relator. 352. podendo aquela e estes. a manifestação de outros órgãos ou entidades. desde que esta ou o Plenário do Supremo Tribunal Federal não se tenham pronunciado sobre a questão. considerando a relevância da matéria e a representatividade dos postulantes. Concedida a graça. 352 a 355 Capítulo X Da graça. no que couber. Se for arguida a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. manifestar-se. para conhecimento dos titulares do direito de propositura referidos no art. seu presidente e. § 1º O relator mandará dar ciência do incidente de inconstitucionalidade à pessoa jurídica responsável pela edição do ato questionado e publicar edital. por prazo de dez dias. TÍTULO VII Da declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público Art. sobre a questão constitucional objeto de apreciação. suspender-se-á o julgamento a fim de que sejam adotadas as providências a seguir enunciadas. A reabilitação será requerida ao Tribunal nos processos de sua competência originária. nos processos de competência originária do Tribunal. Sumário 123 . nesse prazo. observado o prazo fixado no parágrafo anterior. na forma da lei. se o requererem.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Art. do indulto e da anistia Art. poderá. O condenado poderá recusar a comutação da pena. sendo-lhes assegurado o direito de pedir a juntada de documentos e apresentar memoriais. bem como na pendência de recurso. antes da fase de execução. por meio de despacho irrecorrível. funcionando como juiz.

355 e 356 § 3º Vencidos os prazos dos parágrafos anteriores. 57. no prazo de dez dias. Feita a arguição em processo da competência de seção ou de turma. retornarão os autos à seção ou à turma e ao respectivo relator. para que se prossiga no julgamento da causa. devendo o presidente do órgão onde foi Sumário 124 . se o relator que suscitou o incidente não a integrar. Devolvidos os autos. no prazo de quinze dias. deste Regimento. A Coordenadoria da Corte Especial e das Seções expedirá cópias autenticadas do relatório e distribuí-las-á entre os desembargadores federais. que deverá ser encaminhado pela Coordenadoria da Corte Especial e das Seções ou pela coordenadoria da turma para publicação. acolhendo ou rejeitando a arguição de inconstitucionalidade. se for o caso. § 1º Remetidos os autos à Corte Especial.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. para parecer. será suspenso o julgamento do feito. lançará relatório nos autos e encaminhá-los-á ao presidente do Tribunal para designar a sessão de julgamento. § 4º Efetuado o julgamento com o quorum previsto no art. § 6º Cópia do acórdão será. que. até que se atinja o quorum. suspender-se-ão. § 5º Se não for alcançada a maioria necessária à declaração de inconstitucionalidade. mediante manifestação da maioria absoluta dos membros da Corte Especial. Art. os demais processos cuja decisão. se outras providências não se fizerem necessárias. § 3º Publicado o acórdão relativo à decisão da Corte Especial. dentro do prazo para sua publicação. § 4º Na hipótese deste artigo. a critério do relator. remetida à Comissão de Jurisprudência. este será suspenso para que se aguarde o comparecimento dos ausentes. § 2º O processo e o julgamento do incidente observarão o disposto nos parágrafos do artigo anterior. observado o quanto aquela decidiu. ordenará a publicação no órgão oficial do Tribunal. após registrá-lo. o relator determinará a remessa dos autos ao Ministério Público Federal. parágrafo único. igualmente. dependa do julgamento da arguição de inconstitucionalidade do mesmo ato normativo. se a maioria acolher a inconstitucionalidade suscitada. remetendo-se os autos à Corte Especial após a lavratura do respectivo acórdão. poderá ser proclamada a inconstitucionalidade do preceito ou ato impugnados. 356. estando licenciados desembargadores federais em número que possa influir no julgamento. será o feito distribuído a um de seus membros. desde que sobre a questão não se tenha pronunciado a Corte Especial ou o Plenário do Supremo Tribunal Federal.

360. quanto às decisões destas e a seus despachos individuais. Art. em sentido diverso. 356 a 361 acolhida a arguição comunicar o fato aos presidentes dos demais órgãos fracionários e aos membros do Tribunal. afirmada pela Corte Especial. Se lei ou ato normativo do Poder Público de que se argui a inconstitucionalidade corresponder a norma não recepcionada por constituição superveniente. deixará o feito de ser submetido à Corte Especial como arguição de inconstitucionalidade. 357. A declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato. As partes. Os atos de execução competem: I – ao presidente do Tribunal quanto a seus despachos e ordens. TÍTULO VIII Da execução Capítulo I Das disposições gerais Art. II – aos presidentes de seção e de turma. Ressalvados os casos de embargos de declaração. decisão do Plenário do Supremo Tribunal Federal apreciando a mesma matéria. e a jurisprudência compendiada em súmula serão aplicadas aos feitos submetidos à Corte Especial. total ou parcialmente. quanto a seus despachos acautelatórios ou de instrução e direção do processo. 358.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Sumário 125 . ou súmula de tribunal superior ou deste Tribunal. o relator. Art. às decisões do Plenário. III – ao relator. salvo quando aceita a proposta de revisão da súmula. 361. é irrecorrível a decisão da Corte Especial que acolher ou rejeitar a arguição de inconstitucionalidade. respectivamente. Art. 359. em razão de com ela não se compatibilizar. o revisor ou qualquer dos desembargadores federais componentes do órgão julgador poderão arguir a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. o Ministério Público Federal ou. da Corte Especial e às tomadas em sessão administrativa. Art. às seções ou às turmas. ex officio. Cessará a vinculação referida neste artigo quando houver. Parágrafo único.

pensões e suas complementações. assim compreendidos aqueles decorrentes de salários. vencimentos. § 1º As requisições de pequeno valor – RPVs de que trata a lei que instituiu os Juizados Especiais Federais serão protocolizadas e autuadas mensalmente pela unidade responsável pela execução judicial. 362. até o valor equivalente ao triplo do fixado em lei para os fins do disposto no § Sumário 126 . pelo relator ou pelos presidentes de seção ou de turma. 363. a seguir. Parágrafo único. na legislação pertinente e na normatização do Conselho da Justiça Federal e deste Tribunal. fundadas em responsabilidade civil. Art. § 2º Os débitos de natureza alimentícia. § 3º Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares tenham sessenta anos de idade ou mais na data de expedição do precatório ou sejam portadores de doença grave. Capítulo Ii Das requisições de pagamento Art. em virtude de sentença judicial transitada em julgado. nos termos preconizados na Constituição Federal. Os precatórios apresentados até 1º de julho no Tribunal serão protocolizados e autuados pela unidade responsável pela execução judicial para fins de inclusão dos valores no orçamento geral da União do exercício seguinte. II – da seção por seu presidente ou pelo relator. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. 364. 362 a 365 Art. 365. ao Ministério Público Federal. Os atos de execução serão requisitados. serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. As requisições de pagamento das somas a que a Fazenda Pública for condenada serão dirigidas pelo juízo da execução ao presidente do Tribunal. determinados ou notificados a quem os deva praticar. Compete ao presidente aferir a regularidade formal das requisições. Art. bem como assegurar a obediência à ordem de preferência de pagamento dos créditos. III – da turma por seu presidente ou pelo relator. remetendo-se os autos. os incidentes de execução poderão ser levados à aprecia- ção: I – da Corte Especial por seu presidente. exceto sobre aqueles referidos no § 3º deste artigo. serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. proventos. definidos na forma da lei. Se necessário.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts.

admitido o fracionamento para essa finalidade. a transferência dos valores ao juízo de origem do precatório. § 4º A cessão de precatórios somente produzirá efeitos após comunicação. 369. § 2º As relações de precatórios. seus créditos em precatórios a terceiros. independentemente da concordância do devedor. no prazo de cinco dias. Sumário 127 . O presidente do Tribunal requisitará. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. 366. § 1º Tratando-se de Fazenda Pública estadual. § 3º O credor poderá ceder.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. total ou parcialmente. A atualização de valores de requisitórios. Art. municipal ou distrital. após sua expedição. para fins de compensação da mora. § 2º É facultada ao credor. Art. 368. nas requisições de pagamento de que cuida o presente capítulo. As importâncias respectivas serão depositadas em estabelecimento de crédito oficial do Tribunal. ao tribunal de origem e à entidade devedora. sendo o restante pago na ordem cronológica de apresentação do precatório. e. não se aplicando ao cessionário o disposto nos §§ 2º e 3º do art. caberá recurso administrativo à Corte Especial Administrativa. por meio de petição protocolizada. 365 deste Regimento. segundo as possibilidades de depósito e exclusivamente na ordem cronológica de autuação. 365 a 369 2º deste artigo. Art. a inclusão dos valores dos precatórios no orçamento da União. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. conforme estabelecido em lei. a entrega de créditos em precatórios para compra de imóveis públicos do respectivo ente federado. 367. não serão fornecidas a advogados nem a outras pessoas. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. independentemente de sua natureza. por intermédio do Conselho da Justiça Federal. cabendo ao presidente determinar. até o efetivo pagamento. de uso interno do setor competente. a requisição será dirigida diretamente à autoridade competente para a inclusão do valor no respectivo orçamento. § 1º A dedução de valores referentes ao Imposto de Renda e à Contribuição Social far-se-á conforme a legislação vigente. Das decisões do presidente. Art.

encaminhá-los-á ao presidente da Corte Especial ou da seção. 371. o relator. 370. conforme o caso. em igual prazo. Devolvidos os autos. § 3º Proferido o julgamento em decisão tomada pela maioria absoluta dos membros que integram o órgão julgador. o relator tomará o parecer do Ministério Público Federal no prazo de quinze dias. No julgamento de uniformização de jurisprudência. a segunda votação. lavrar-se-á o acórdão. 370 e 371 TÍTULO IX Da jurisprudência Capítulo I Da uniformização da jurisprudência Art. na hipótese do inciso I. a ser aprovado na mesma sessão ou na primeira sessão ordinária seguinte. nenhuma delas atingindo a maioria absoluta dos membros que integram o órgão julgador.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Sumário 128 . o pedido de vista não impede que votem os desembargadores federais que se tenham por habilitados a fazê-lo. e aquele que o formular apresentará o feito em mesa. quando inexistir súmula. na primeira sessão seguinte. a Corte Especial e as seções reunir-se-ão com o quorum mínimo de dois terços de seus membros. o julgamento terá por objeto: I – o reconhecimento da divergência acerca da interpretação do direito. § 1º Reconhecida a divergência acerca da interpretação do direito ou aceita a proposta de revisão da súmula. para designar a sessão de julgamento. § 1º Na hipótese de os votos se dividirem entre mais de duas interpretações. II – a aceitação de proposta de revisão da súmula. lançando neles relatório. Art. § 3º A Coordenadoria da Corte Especial e das Seções expedirá cópias do relatório e dos acórdãos divergentes. o relator deverá redigir o projeto de súmula. na primeira sessão seguinte. § 2º Publicado o acórdão. ou do acórdão que originou a súmula de que trata o inciso II e distribuí-las-á entre os desembargadores federais que compuserem o órgão do Tribunal competente para o julgamento. proceder-se-á. No processo em que haja sido suscitado o incidente de uniformização de jurisprudência. § 2º No julgamento. restrita à escolha de uma entre as duas interpretações anteriormente mais votadas.

cópia do acórdão do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça. 372.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. arquivando-se em ordem alfabética. Se for interposto recurso especial ou extraordinário em qualquer processo no Tribunal que tenha por objeto tese de direito compendiada em súmula. com base na palavra ou expressão designativa do tema do julgamento. Sumário 129 . § 2º Sempre que o Tribunal compendiar em súmula a jurisprudência. A jurisprudência firmada pelo Tribunal será compendiada em súmula do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. fazendo-se. arquivando-se. em livro especial. sua averbação no registro anterior. que ordenará: I – sejam registrados a súmula e o acórdão. 371 deste Regimento. a interposição será comunicada à Comissão de Jurisprudência. na ordem numérica da apresentação. II – seja lançado na cópia o número recebido em seu registro e na ordem dessa numeração. 479 do Código de Processo Civil). remetida à Comissão de Jurisprudência. dentro do prazo para sua publicação. 372 a 374 Art. 373. proceder-se-á na forma determinada neste artigo. § 1º A decisão proferida no recurso especial ou extraordinário também será averbada e anotada na forma exigida neste artigo. Art. em sua íntegra. Se o acórdão contiver revisão de súmula. III – seja a súmula lançada em ficha. Cópia do acórdão será. IV – seja publicado o acórdão na Revista do Tribunal. bem como referência na ficha do julgamento. arquivando-a em pasta própria. que conterá todas as indicações identificadoras do acórdão e o número do registro exigido no inciso I deste artigo. § 1º Será objeto de súmula o julgamento tomado pelo voto da maioria absoluta dos membros que integram a Corte Especial ou de cada uma das seções em incidente de uniformização de jurisprudência (art. que determinará a averbação dessa comunicação em coluna própria do registro no livro especial e anotá-la-á na ficha da súmula. proceder-se-á na forma estabelecida no caput deste artigo e no art. Capítulo Ii Da súmula Art. sob o título “Uniformização de Jurisprudência”. na mesma pasta. Parágrafo único. em coluna própria. 374.

375. se acolher a proposta. juntando-se. § 4º Se a seção entender que a matéria a ser sumulada é comum a mais de uma seção. Parágrafo único. Art. dispensada a lavratura de acórdão. por maioria absoluta de seus membros. com a nota correspondente. as notas taquigráficas e tomando-se o parecer do Ministério Público Federal. de dois terços de seus componentes. em novos feitos. As edições ulteriores da súmula incluirão os adendos e as emendas. se necessário. os números dos enunciados que o Tribunal cancelar ou alterar. Art. remeterá o feito à Corte Especial.010/1966 será deliberada pela Corte Especial ou pela seção. num caso. recebendo os que forem modificados novos números de série. § 1º Qualquer desembargador federal poderá propor. § 4º Ficarão vagos. Os enunciados da súmula. a revisão da jurisprudência compendiada em súmula. serão publicados três vezes no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. no que couber. em datas próximas. Os enunciados da súmula prevalecem e serão revistos. 374 a 377 § 2º Também poderão ser inscritos em súmula os enunciados correspondentes às decisões firmadas pela unanimidade dos membros componentes do Tribunal. conforme o caso. datados e numerados em séries separadas e contínuas.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 63 da Lei 5. e nos boletins das seções judiciárias. § 3º A inclusão em súmula de enunciados de que trata o art. remeterá o feito ao julgamento da Corte Especial ou da seção. Art. por maioria absoluta. 376. seus adendos e emendas. por maioria absoluta de seus membros. esta. procedendo-se ao sobrestamento do processo. entretanto. para efeito de eventual restabelecimento. com a presença. segundo a forma estabelecida neste Regimento. no Tribunal. no mínimo. ou. em dois julgamentos concordantes pelo menos. A citação da súmula pelo número correspondente dispensará. § 2º Se algum dos desembargadores federais propuser revisão da jurisprudência compendiada em súmula. a referência a outros julgados no mesmo sentido. § 3º A alteração e o cancelamento de enunciado de súmula serão deliberados na Corte Especial ou nas seções. em julgamento perante a turma. 377. Sumário 130 .

será. propor à Corte Especial ou à seção respectiva que seja compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. quando verificar que as turmas não divergem na interpretação do direito. quando verificar que as turmas não divergem na interpretação do direito. Qualquer desembargador federal poderá propor. Art. 378 a 380 Art. 378. se a matéria for comum às seções. no julgamento de qualquer recurso. a cópia do acórdão será. deste Regimento). II. poderá propor a remessa do feito à apreciação da seção respectiva ou da Corte Especial. 372 deste Regimento. proceder-se-á. § 3º A Comissão de Jurisprudência poderá. 194. § 2º Acolhida a proposta. remetida à Comissão de Jurisprudência para elaboração do projeto de súmula. a turma remeterá o feito ao julgamento da Corte Especial ou da seção. também. 379. para o fim de ser compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal. se for o caso. no que couber. dentro do prazo para sua publicação. Capítulo Iii Da divulgação da jurisprudência do Tribunal Art. § 1º Na hipótese referida neste artigo. a remessa do feito à Corte Especial ou à seção respectiva. Quando convier pronunciamento da Corte Especial ou da seção em razão da relevância da questão jurídica ou da necessidade de se prevenir ou compor divergência entre as turmas. no que couber. A secretaria expedirá cópias autenticadas do relatório e das notas taquigráficas e distribuí-las-á entre os desembargadores federais que compuserem o órgão competente para o julgamento. § 3º Proferido o julgamento. dispensam-se a lavratura de acórdão e a juntada de notas taquigráficas. na turma. certificada nos autos a decisão da turma (art. dispensada a lavratura de acórdão. o relator ou outro desembargador federal. o aplicável às arguições de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. 380. A jurisprudência do Tribunal será divulgada pelas seguintes publicações: Sumário 131 . § 1º O processamento. os autos irão ao presidente do órgão julgador para designar a sessão de julgamento. salvo no de apelação criminal e recursos criminais. § 1º. Com as notas taquigráficas. na hipótese de relevância da questão jurídica. na forma do art. § 2º No julgamento de que cogita o caput.

II – Ementário de Jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e Boletim Informativo de Jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. serão divulgadas as questões de maior interesse decididas pelas turmas. em seu inteiro teor: I – os acórdãos selecionados pelo desembargador federal diretor da Revista. publicadas em volumes seriados. Parágrafo único. Art. II – as súmulas editadas pela Corte Especial e pelas seções. Sumário 132 . seções e pela Corte Especial. § 2º A Comissão de Jurisprudência colaborará na seleção dos acórdãos a publicar. também. para conhecimento antes da publicação dos acórdãos. Parágrafo único. veiculados por meio convencional ou eletrônico. 383. de circulação interna. no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. manterá link no sítio do Tribunal ou na intranet. 382. evitando-se repetições. em que serão disponibilizados diretamente todos os julgamentos da Corte Especial proferidos em conflito de competência entre as seções do Tribunal. as ementas de todos os acórdãos. juntamente com a Comissão de Jurisprudência. 381.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 380 a 383 I – Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. IV – repositórios autorizados. serão publicados. Art. No Boletim Informativo de Jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. dando-se preferência aos que forem indicados pelos respectivos relatores. Na Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região. III – Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Serão publicadas. § 1º As decisões sobre matéria constitucional e as que ensejarem a edição de súmula serão. serão publicadas ementas de acórdãos ordenadas por matéria. III – trabalhos doutrinários. para memória de eventos relevantes do Tribunal. distintos da publicação normal da Revista. A Secretaria Judiciária. Art. a critério do desembargador federal diretor da Revista. § 3º A Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região poderá ser editada em números especiais. No Ementário de Jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Os acórdãos para publicação serão remetidos por meio eletrônico.

384. os mais antigos. dois exemplares de cada publicação subsequente à Biblioteca do Tribunal. gratuitamente. com os seguintes elementos: I – denominação. III – um exemplar dos três números antecedentes ao mês do pedido de inscrição. às cópias fornecidas. O diretor da Revista será o desembargador federal indicado pelo presidente e aprovado pelo Conselho de Administração. vice-presidente. Parágrafo único. O deferimento da inscrição implicará obrigação de fornecer. dispensáveis no caso de a Biblioteca do Tribunal já os possuir. o representante ou o editor responsável pela publicação solicitará inscrição por escrito ao desembargador federal diretor da Revista. para um período de dois anos. 386. A direção da Revista manterá em dia o registro das inscrições e dos cancelamentos. na íntegra. Para a habilitação prevista no artigo anterior. II – nome de seu diretor ou responsável. Art. A inscrição poderá ser cancelada a qualquer tempo. § 1º A indicação não poderá recair no presidente. pelo Tribunal. Parágrafo único. São repositórios autorizados as publicações de entidades oficiais ou particulares habilitadas na forma deste Regimento. vedada a recondução. autorizada a supressão do nome das partes e de seus advogados. IV – compromisso de os acórdãos selecionados para publicação corresponderem. e que ainda não tenha exercido a direção. articulando-se com a Biblioteca para efeito de acompanhar o atendimento da obrigação prevista no art. Art. Art. entre. 384 a 389 Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. 387 deste Regimento. § 2º No caso de vacância. Sumário 133 . Art. corregedor regional. sede e endereço da pessoa jurídica que edita a publicação. 387. por conveniência do Tribunal. 385. 389. o presidente do Tribunal indicará outro desembargador federal para completar o período. As publicações inscritas poderão mencionar seu registro como repositórios autorizados de divulgação dos julgados do Tribunal. Art. coordenador dos Juizados Especiais Federais ou desembargador federal que tiver assento como membro efetivo no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. 388. gratuitamente. Aos órgãos de divulgação em matéria jurídica que forem autorizados como repositórios da jurisprudência do Tribunal serão fornecidas cópias dos acórdãos da Corte pela Comissão de Jurisprudência ou por outro órgão designado. preferencialmente.

III – nos mandados de segurança. IV – nos recursos de nacionalidade. Perante cada órgão julgador do Tribunal. VII – nas apelações criminais. 392. Sumário 134 . VI – nas revisões criminais e nas ações rescisórias. originários ou em grau de recurso. V – nas ações penais originárias. Art. nos recursos criminais e demais procedimentos criminais. X – nas exceções de impedimento ou suspeição de juiz federal. II – nos incidentes de uniformização de jurisprudência. 390 a 393 PARTE IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS TÍTULO I Das funções essenciais à Justiça Capítulo I Da Procuradoria Regional da República Art. 390. cabendo-lhe vista dos autos: I – nas arguições de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. O procurador regional poderá pedir preferência para julgamento de processo em pauta. 391. funcionará um procurador regional. à direita do presidente. nas sessões. VIII – nos recursos trabalhistas. Art. XI – nos demais feitos em que a lei impuser a intervenção do Ministério Público Federal. habeas data e habeas corpus. 393. que. Art. fundamentando o pedido. O procurador regional da República funciona como representante do Ministério Público Federal perante o Tribunal. O procurador regional atuará em todos os feitos em que deva funcionar o Ministério Público Federal. IX – nos conflitos de competência.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. tomará assento à mesa.

394 a 400 Art. que dará seu parecer dentro de dez dias. § 1º A proposta de emenda que não for da Comissão de Regimento será encaminhada a ela.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. Na sessão de julgamento. bem como para esclarecer matéria de fato. O defensor público atua no Tribunal prestando assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. § 2º Dispensa-se parecer escrito da Comissão de Regimento: I – nas emendas subscritas por seus membros. assento no mesmo plano do Ministério Público Federal. o defensor público federal poderá usar da palavra sempre que for facultada às partes sustentação oral. O defensor público federal de 1ª categoria terá. Nos casos em que atuar exclusivamente como fiscal da lei. aos desembargadores federais e às comissões é facultada a apresentação de emendas ao Regimento Interno. 397. 394. Na sessão de julgamento. o Ministério Público Federal manifestar-se-á após as partes. Capítulo III Da Defensoria Pública Art. Parágrafo único. 399. TÍTULO II Das emendas ao Regimento Art. 400. esse prazo poderá ser reduzido. o procurador regional poderá usar da palavra sempre que for facultada às partes sustentação oral. 396. Ao presidente. O advogado-geral da União representa judicialmente a União perante o Tribunal. Sumário 135 . atuando em defesa dos réus que estejam desacompanhados de defensores. fundamentando o pedido. Art. bem como para esclarecer matéria de fato. Capítulo II Da Advocacia-Geral da União Art. na sessão de julgamento. O defensor público federal poderá pedir preferência para julgamento de processo em pauta. diretamente ou por meio de seus procuradores. 395. 398. Art. Nos casos urgentes. Art.

TÍTULO III Das disposições gerais e transitórias Capítulo I Das disposições gerais Art. 405. no momento da distribuição ou redistribuição. a fim de que. seu nome seja automaticamente excluído no caso de figurar entre os membros do Tribunal (art. esta será proposta ao Tribunal pela Comissão de Regimento no prazo de dez dias. a todos os desembargadores federais. 401. § 1º Na capa dos autos deverá constar sempre o nome completo do juiz que proferiu a decisão recorrida. 400 a 405 II – nas emendas subscritas pela maioria absoluta dos desembargadores federais.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. deverão ser enviadas. do Código de Processo Civil). 403. Art. e não será concedida vista na sessão de julgamento. Os casos omissos serão resolvidos pelo presidente. Art. As emendas aprovadas serão numeradas sequencialmente. As propostas de emenda a este Regimento e aos regimentos dos demais órgãos do Tribunal. Art. Quando ocorrer mudança na legislação que determine alteração do Regimento Interno. III – em caso de urgência. Os Regimentos Internos do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal serão fontes subsidiárias deste Regimento. As emendas serão relatadas pelo presidente da Comissão e consideradas aprovadas se obtiverem o voto favorável da maioria absoluta dos desembargadores federais do Tribunal aptos a votar. 402. 134. Proceder-se-á à distribuição e à redistribuição de feitos mediante sorteio pelo sistema eletrônico de processamento de dados. contados da vigência da lei. salvo disposição em contrário. Parágrafo único. ouvida a Comissão de Regimento. Art. § 2º Os processos administrativos também estarão sujeitos a distribuição mediante sorteio pelo sistema eletrônico de processamento de dados. Parágrafo único. Sumário 136 . entrando em vigor na data de sua publicação no Diário da Justiça Federal da Primeira Região – e-DJF1. com antecedência de dez dias. 404. III. após o parecer da Comissão.

ressalvada a possibilidade de ser dispensado esse prazo. Art. Art. Art. 412. as resoluções e os atos do antigo Conselho da Justiça Federal e da antiga Corregedoria-Geral da Justiça Federal do Tribunal Federal de Recursos. Os conflitos de competência referentes às multas de qualquer natureza. As pautas de julgamento dos processos de competência do Plenário e da Corte Especial Administrativa deverão ser divulgadas entre seus membros. as direções do Gabinete do Desembargador Federal Diretor da Revista e da Escola de Magistratura Federal da 1ª Região. Permanecerão em vigor. 405 a 412 § 3º A cor da capa dos autos dos processos administrativos será diferenciada da cor dos autos dos processos judiciais. 406. devendo ser encaminhados às novas áreas de competência. na data de publicação deste Regimento. 410. com antecedência mínima de cinco dias úteis. As designações para as funções comissionadas não poderão beneficiar servidor cuja categoria básica seja incompatível com as atribuições inerentes a essas funções ou de nível inferior ao exigido para seu exercício. Art. no que não contrariarem este Regimento. O julgamento dos feitos cuja competência já tenha sido afirmada em decisão dos conflitos entre as seções do Tribunal permanecerá com as turmas conforme decidido nas seções para onde foram remetidos. Art. 408. 409. Capítulo II Das disposições transitórias Art. 411. Os futuros recursos interpostos nos feitos a que se refere o caput deste artigo serão julgados conforme a competência definida para as seções neste Regimento. ao mesmo tempo. 407. Art.Regimento Interno do TRF 1ª Região Arts. pendentes de julgamento. ficarão prejudicados. desde que submetida e aprovada questão de ordem na sessão de julgamento em que todos os seus membros se considerem habilitados a decidir o processo que se caracterize como urgente. Parágrafo único. O desembargador federal não poderá ocupar. os provimentos. Sumário 137 . até ulterior deliberação do Tribunal. O mandato dos atuais membros do Conselho de Administração e dos diretores da Revista e da Escola de Magistratura Federal que forem eleitos para o biênio 2010/2012 terminará com o mandato do presidente do Tribunal.

de 26/08/2010 Emenda Regimental 7. Sumário 138 . Distrito Federal. Sala de Sessão Plenária do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. 2º Art. 2º Esta Emenda Regimental entra em vigor na data de sua publicação.Regimento Interno do TRF 1ª Região Art. em Brasília. em 26 de agosto de 2010.

cujo cargo inicial será o de juiz substituto. de 30/12/2004. art. nas nomeações. Lei complementar. 201. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. de 15/12/1998. 137. (Incluído pela Emenda Constitucional 20. art. II (cf. incluídas suas autarquias e fundações. A União. 93.) ƒƒ Art. 40. exigindo-se do bacharel em direito. observados os seguintes princípios: I – ingresso na carreira. poderão fixar. 40. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. de 19/12/2003. 93. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. à ordem de classificação. I (cf. 135 do RI do TRF 1ª Região) Art. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. 93. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. (Redação dada pela Emenda Constitucional 45. §14 (cf. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. alternadamente. Lei complementar. 8º. do Distrito Federal e dos Municípios. (Redação dada pela Emenda Constitucional 41. mediante concurso público de provas e títulos. observados os seguintes princípios: II – promoção de entrância para entrância. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. o Distrito Federal e os Municípios.) ƒƒ Art. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. do RI do TRF 1ª Região) Art. mediante contribuição do respectivo ente público. os Estados. por antiguidade e merecimento. art. dos Estados.ÍNDICE da legislação citada C onstituição F ederal ƒƒ Art. § 3º. do RI do TRF 1ª Região) Art. no mínimo.) § 14. 93. § 8º. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. atendidas as seguintes normas: Sumário 139 . de iniciativa do Supremo Tribunal Federal.

94 (cf. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. 97. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. que. III. 99 (cf. dos Tribunais dos Estados. nesse período. nos demais casos. do RI do TRF 1ª Região) Art. IV. I. Lei complementar. arts. 95. 9º. 99.Índice da Legislação Citada ƒƒ Art. ƒƒ Art. 99. art. do Ministério Público. 95. 97 (cf. art. 10. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. 94. § 1º (cf. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. Os juízes gozam das seguintes garantias: I – vitaliciedade. 9º. com mais de dez anos de carreira. dependendo a perda do cargo. e. primeira parte (cf. só será adquirida após dois anos de exercício. 99. Sumário 140 . art. 11. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. 74. III. § 1º Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. 21. ƒƒ Art. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. ƒƒ Art. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. 93. ƒƒ Art. art. V. de sentença judicial transitada em julgado. 93 (cf. do RI do TRF 1ª Região) Art. do RI do TRF 1ª Região) Art. do RI do TRF 1ª Região) Art. observados os seguintes princípios: ƒƒ Art. V. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. no primeiro grau. do RI do TRF 1ª Região) Art. e 108 do RI do TRF 1ª Região) Art. XLIV. art.

“b” (cf. do Distrito Federal e Territórios. 105. caput. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: II – julgar. “h”. II. ƒƒ Art. art. 105. “a” (cf. de 30/12/2004. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: (Redação dada pela Emenda Constitucional 45. 103. II. precipuamente. em recurso ordinário: b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. XXXIII. Distrital e Municipais. art. quando a decisão for denegatória. a guarda da Constituição. § 1º. 318. ƒƒ Art. cabendo-lhe: II – julgar. 102. caput. 21.) ƒƒ Art. “b” (cf. 355. 100 (cf. II. “c” (cf. 100. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. art.Índice da Legislação Citada ƒƒ Art. quando denegatória a decisão. do RI do TRF 1ª Região) Sumário 141 . em virtude de sentença judiciária. do Distrito Federal e Territórios. art. de 09/12/2009. do RI do TRF 1ª Região) Art. ƒƒ Art. 13. 102. do RI do TRF 1ª Região) Art. (Redação dada pela Emenda Constitucional 62. Os pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal. do RI do TRF 1ª Região) Art. II. do RI do TRF 1ª Região) Art. II. 105. Compete ao Supremo Tribunal Federal. 315. 103 (cf. Estaduais. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: II – julgar. art. 105. II. em recurso ordinário: b) o crime político. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. art.) ƒƒ Art. do RI do TRF 1ª Região) Art. em recurso ordinário: a) os “habeas-corpus” decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. 13.

Índice da Legislação Citada

Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:
II – julgar, em recurso ordinário:
c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional, de um lado, e, do outro, Município ou pessoa residente ou domiciliada no País;
ƒƒ Art. 107 (cf. arts. 1º e 106 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 107. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de, no mínimo, sete
juízes, recrutados, quando possível, na respectiva região e nomeados pelo
Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de
sessenta e cinco anos, sendo:
ƒƒ Art. 107, I (cf. art. 108 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 107. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de, no mínimo, sete
juízes, recrutados, quando possível, na respectiva região e nomeados pelo
Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de
sessenta e cinco anos, sendo:
I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade
profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos
de carreira;
ƒƒ Art. 107, II (cf. art. 21, XXV, do RI do TRF 1ª Região)
Art. 107. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de, no mínimo, sete
juízes, recrutados, quando possível, na respectiva região e nomeados pelo
Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de
sessenta e cinco anos, sendo:
II – os demais, mediante promoção de juízes federais com mais de cinco
anos de exercício, por antiguidade e merecimento, alternadamente.
ƒƒ ADCT, art. 27, § 10 (cf. art. 294 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 27. O Superior Tribunal de Justiça será instalado sob a Presidência do
Supremo Tribunal Federal.
§ 10. Compete à Justiça Federal julgar as ações nela propostas até a data da
promulgação da Constituição, e aos Tribunais Regionais Federais bem como
ao Superior Tribunal de Justiça julgar as ações rescisórias das decisões até
então proferidas pela Justiça Federal, inclusive daquelas cuja matéria tenha
passado à competência de outro ramo do Judiciário.
Sumário

142

Índice da Legislação Citada

D ecreto -L ei 3.689 ,

de

03/10/1941 (C ódigo

de

P rocesso P enal )

ƒƒ Art. 366 (cf. art. 250, parágrafo único, do RI do TRF 1ª Região)
Art. 366. Se o acusado, citado por edital, não comparecer, nem constituir
advogado, ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional,
podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas
urgentes e, se for o caso, decretar prisão preventiva, nos termos do disposto
no art. 312. (Redação dada pela Lei 9.271, de 17/04/1996.)
ƒƒ Art. 581 (cf. art. 284 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 581. Caberá recurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença:
ƒƒ Art. 591 (cf. art. 287 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 591. Os recursos serão apresentados ao juiz ou tribunal ad quem, dentro
de cinco dias da publicação da resposta do juiz a quo, ou entregues ao Correio dentro do mesmo prazo.
ƒƒ Arts. 777, § 2º, e 778 (cf. art. 350, § 2º, do RI do TRF 1ª Região)
Art. 777. Em qualquer tempo, ainda durante o prazo mínimo de duração da
medida de segurança, poderá o tribunal, câmara ou turma, a requerimento
do Ministério Público ou do interessado, seu defensor ou curador, ordenar o
exame, para a verificação da cessação da periculosidade.
§ 2º Deferido o pedido, a decisão será imediatamente comunicada ao juiz,
que requisitará, marcando prazo, o relatório e o exame a que se referem
os ns. I e II do art. 775 ou ordenará as diligências mencionadas no n. IV do
mesmo artigo, prosseguindo de acordo com o disposto nos outros incisos
do citado artigo.
Art. 778. Transitando em julgado a sentença de revogação, o juiz expedirá
ordem para a desinternação, quando se tratar de medida detentiva, ou para
que cesse a vigilância ou a proibição, nos outros casos.
ƒƒ Arts. 734 e seguintes (cf. art. 352 do RI do TRF 1ª Região)
Art. 734. A graça poderá ser provocada por petição do condenado, de qualquer pessoa do povo, do Conselho Penitenciário, ou do Ministério Público,
ressalvada, entretanto, ao Presidente da República, a faculdade de concedêla espontaneamente.
Sumário

143

Índice da Legislação Citada

Art. 735. A petição de graça, acompanhada dos documentos com que o
impetrante a instruir, será remetida ao Ministro da Justiça por intermédio do
Conselho Penitenciário.
Art. 736. O Conselho Penitenciário, à vista dos autos do processo, e depois
de ouvir o diretor do estabelecimento penal a que estiver recolhido o condenado, fará, em relatório, a narração do fato criminoso, examinará as provas,
mencionará qualquer formalidade ou circunstância omitida na petição e
exporá os antecedentes do condenado e seu procedimento depois de preso,
opinando sobre o mérito do pedido.
Art. 737. Processada no Ministério da Justiça, com os documentos e o relatório do Conselho Penitenciário, a petição subirá a despacho do Presidente
da República, a quem serão presentes os autos do processo ou a certidão de
qualquer de suas peças, se ele o determinar.
Art. 738. Concedida a graça e junta aos autos cópia do decreto, o juiz declarará extinta a pena ou penas, ou ajustará a execução aos termos do decreto,
no caso de redução ou comutação de pena.
Art. 739. O condenado poderá recusar a comutação da pena.
Art. 740. Os autos da petição de graça serão arquivados no Ministério da
Justiça.
Art. 741. Se o réu for beneficiado por indulto, o juiz, de ofício ou a requerimento do interessado, do Ministério Público ou por iniciativa do Conselho
Penitenciário, providenciará de acordo com o disposto no art. 738.
Art. 742. Concedida a anistia após transitar em julgado a sentença condenatória, o juiz, de ofício ou a requerimento do interessado, do Ministério Público
ou por iniciativa do Conselho Penitenciário, declarará extinta a pena.

Lei Complementar 35, de 14/03/1979 (Lei Orgânica da Magistratura)
ƒƒ Art. 90, §§ 1º e 2º (cf. art. 29, XX, do RI do TRF 1ª Região)
Art. 90. O Regulamento Interno disporá sobre as áreas de especialização do
Tribunal Federal de Recursos e o número de Turmas especializadas de cada
uma das Seções bem assim sobre a forma de distribuição dos processos.
§ 1º Com finalidade de abreviar o julgamento, o Regimento Interno poderá
também prever casos em que será dispensada a remessa do feito ao revisor,
desde que o recurso verse matéria predominantemente de direito.
Sumário

144

374. para o órgão do Tribunal competente.869 . ainda. para orientação da Justiça Federal de Primeira Instância. do RI do TRF 1ª Região) L ei 5. fazendo-as publicar. inclusive. 18. 62. bem assim. de 11/01/1973 (C ódigo de P rocesso C ivil ) ƒƒ Art. ƒƒ Lei Complementar 35. 140 do RI do TRF 1ª Região) L ei C omplementar 101 . inclusive nos Tribunais Superiores: I – os dias compreendidos entre 20 de dezembro e 6 de janeiro. serão feriados na Justiça Federal. art. Deste despacho caberá agravo.010 . no “Diário da Justiça” da União e nos Boletins da Justiça Federal das Seções. Além dos fixados em lei. não participando o relator da votação. 405. É defeso ao juiz exercer as suas funções no processo contencioso ou voluntário: III – que conheceu em primeiro grau de jurisdição. art. § 4º. 134. 134. § 1º. súmula do Tribunal ou do Supremo Tribunal Federal. de 14/03/1979 (Lei Orgânica da Magistratura) (cf. mandará arquivar ou negará seguimento a pedido ou recurso manifestamente intempestivo ou incabível ou. III (cf. 63. que contrariar as questões predominantemente de direito. para o julgamento do pedido ou recurso. Súmulas de sua jurisprudência. regularmente. de 14/03/1979 (Lei Orgânica da Magistratura) (cf. do RI do TRF 1ª Região) Art. Sumário 145 . § 3º. art. do RI do TRF 1ª Região) Art. e dos interessados. do RI do TRF 1ª Região) ƒƒ Lei Complementar 35. que será julgado na primeira sessão seguinte. parágrafo único. art.Índice da Legislação Citada § 2º O relator julgará pedido ou recurso que manifestamente haja perdido objeto. 65. 63 (cf. I (cf. art. aprovadas pelo seu plenário. § 9º. 62. em cinco dias. ƒƒ Art. 175. L ei 5. do RI do TRF 1ª Região) Art. art. tendo-lhe proferido sentença ou decisão. O Tribunal Federal de Recursos organizará. IX. de 04/05/2000 (cf. de 30/05/1966 ƒƒ Art.

ficando nos autos reprodução fotográfica. § 3º A carta de ordem. do RI do TRF 1ª Região) Art. Em todas as cartas declarará o juiz o prazo dentro do qual deverão ser cumpridas. Art. como a juntada e a vista obrigatória.952. do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado. radiograma ou telefone. quaisquer outras peças. na forma da lei.) Art. (Incluído pela Lei 8. 202 a 212 (cf. decisões interlocutórias e despachos. § 1º O juiz mandará trasladar. pelas partes. atendendo à facilidade das comunicações e à natureza da diligência.419. 167. § 4º Os atos meramente ordinatórios.) ƒƒ Arts. situação em que a assinatura do juiz deverá ser eletrônica. da carta precatória e da carta rogatória: I – a indicação dos juízes de origem e de cumprimento do ato. 202. na diligência. 205. § 4º (cf. São requisitos essenciais da carta de ordem. 204. de 13/12/1994. que Ihe constitui o objeto. transmitir-se-ão a carta de ordem e a carta precatória por telegrama. Sumário 146 . § 2º Quando o objeto da carta for exame pericial sobre documento. (Incluído pela Lei 11. III – a menção do ato processual. Havendo urgência. este será remetido em original. 162. 162. A carta tem caráter itinerante. peritos ou testemunhas. art. bem como instruí-la com mapa. Os atos do juiz consistirão em sentenças. II – o inteiro teor da petição. poderá ser apresentada a juízo diverso do que dela consta.Índice da Legislação Citada ƒƒ Art. desenho ou gráfico. 265 do RI do TRF 1ª Região) Art. de 19/12/2006. sempre que estes documentos devam ser examinados. na carta. carta precatória ou carta rogatória pode ser expedida por meio eletrônico. IV – o encerramento com a assinatura do juiz. devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessários. § 5º. independem de despacho. Art. a fim de se praticar o ato. 203. antes ou depois de Ihe ser ordenado o cumprimento. art.

lendo-lhe os termos da carta e solicitando-lhe que Iha confirme. observando. 202. O juiz recusará cumprimento à carta precatória. II – quando carecer de competência em razão da matéria ou da hierarquia. por intermédio do escrivão do primeiro ofício da primeira vara. por telegrama ou radiograma. no mesmo dia ou no dia útil imediato. ao disposto na convenção internacional. por via diplomática. por telefone. Cumprida a carta. pela agência expedidora. a importância correspondente às despesas que serão feitas no juízo em que houver de praticar-se o ato. O secretário do tribunal ou o escrivão do juízo deprecante transmitirá. os requisitos mencionados no art.Índice da Legislação Citada Art. Art. 206. A carta de ordem e a carta precatória. pagas as custas pela parte. telefonará ao secretário do tribunal ou ao escrivão do juízo deprecante. conterão. no prazo de 10 (dez) dias. em que houver de cumprir-se o ato. será devolvida ao juízo de origem. Executar-se-ão. o escrivão submeterá a carta a despacho. se houver na comarca mais de um ofício ou de uma vara. radiograma ou telefone. ou a carta precatória ao juízo. Art. a carta de ordem. 209. quanto à sua admissibilidade e modo de seu cumprimento. Art. A carta rogatória obedecerá. 207. § 1º O escrivão. contudo. § 2º Sendo confirmada. Art. 208. os atos requisitados por telegrama. Art. Sumário 147 . será remetida à autoridade judiciária estrangeira. quanto aos requisitos. Art. devolvendo-a com despacho motivado: I – quando não estiver revestida dos requisitos legais. independentemente de traslado. depois de traduzida para a língua do país em que há de praticar-se o ato. III – quando tiver dúvida acerca de sua autenticidade. de ofício. à falta desta. de estar reconhecida a assinatura do juiz. 211. na secretaria do tribunal ou no cartório do juízo deprecante. A concessão de exequibilidade às cartas rogatórias das justiças estrangeiras obedecerá ao disposto no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. o disposto no artigo antecedente. 212. A parte depositará. em resumo substancial. 210. bem como a declaração.

art. 488. do RI do TRF 1ª Região) Art. e 279 do RI do TRF 1ª Região) Art. (Redação dada pela Lei 10. a sentença: § 1º Nos casos previstos neste artigo. em antecipação de tutela. 558). antes ou depois de Ihe ser ordenado o cumprimento. a título de multa. art. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição. deverá o presidente do tribunal avocá-los. VII. 29. 479 (cf. declarada inadmissível. de 26/12/2001. 21. 204 (cf. a pretensão recursal. 374. XXIII. 527. ou improcedente. por unanimidade de votos. § 1º (cf. e distribuído incontinente. 488. ƒƒ Art. haja ou não apelação.Índice da Legislação Citada ƒƒ Art. o relator: (Redação dada pela Lei 10. (Incluído pela Lei 10. XXXIII. “d”. III (cf.) III – poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso (art. 544. 475. 204. arts. tomado pelo voto da maioria absoluta dos membros que integram o tribunal. A carta tem caráter itinerante. ou deferir. Não admitido o recurso extraordinário ou o recurso especial. § 1º (cf. XXXV. para o Supremo Tribunal Sumário 148 . caberá agravo de instrumento. ƒƒ Art. 21. a fim de se praticar o ato. § 8º. de 26/12/2001. 312.352. de 26/12/2001. será objeto de súmula e constituirá precedente na uniformização da jurisprudência. 544. comunicando ao juiz sua decisão. 479. o juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal. não o fazendo.352. art. no prazo de 10 (dez) dias. 268 do RI do TRF 1ª Região) Art. do RI do TRF 1ª Região) Art. do RI do TRF 1ª Região) Art. e 27. devendo o autor: II – depositar a importância de 5% (cinco por cento) sobre o valor da causa. Recebido o agravo de instrumento no tribunal. 282.352. total ou parcialmente. não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal.) ƒƒ Art. ƒƒ Art.) ƒƒ Art. II (cf. Os regimentos internos disporão sobre a publicação no órgão oficial das súmulas de jurisprudência predominante. O julgamento. 475. poderá ser apresentada a juízo diverso do que dela consta. A petição inicial será elaborada com observância dos requisitos essenciais do art. caso a ação seja. art. do RI do TRF 1ª Região) Art. Parágrafo único. arts. § 1º. 527.

756. (Redação dada pela Lei 9. art.950. da petição de interposição do recurso denegado. art. do Supremo Tribunal Federal. de 17/12/1998.352. do RI do TRF 1ª Região) Art. 557. XXV. improcedente. do Supremo Tribunal Federal. poderá. As cópias das peças do processo poderão ser declaradas autênticas pelo próprio advogado. prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal. o presidente do tribunal. 557. 731.) (Vide Lei 12. de 17/12/1998.) (Vide Lei 12. XXXIII. ordenar o sequestro da quantia necessária para satisfazer o débito. 21. o relator poderá dar provimento ao recurso. caput e § 1º-A (cf. § 1º-A (cf. de 17/12/1998. (Revigorado e alterado pela Lei 8.) § 1º O agravo de instrumento será instruído com as peças apresentadas pelas partes.) ƒƒ Art. “i”. 29.Índice da Legislação Citada Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. (Redação dada pela Lei 10. 731 (cf. 557.) ƒƒ Art. (Incluído pela Lei 9. sob pena de não conhecimento. da certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado. ou de Tribunal Superior. de 13/12/1994.756. das contrarrazões. devendo constar obrigatoriamente. (Incluído pela Lei 9. O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível. ou de Tribunal Superior. Se o credor for preterido no seu direito de preferência. prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal. improcedente. depois de ouvido o chefe do Ministério Público. (Redação dada pela Lei 9.) § 1º-A Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal.) ƒƒ Art.) § 1º-A Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal. ou de Tribunal Superior.756. do RI do TRF 1ª Região) Art. de 09/09/2010. o relator poderá dar provimento ao recurso. Sumário 149 . ou de Tribunal Superior.756. de 26/12/2001. O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível. que expediu a ordem. 273 e 275 do RI do TRF 1ª Região) Art. conforme o caso. 557. da decisão agravada. da certidão da respectiva intimação. arts. de 17/12/1998. sob sua responsabilidade pessoal. cópias do acórdão recorrido.322.322. de 09/09/2010.

a execução da liminar nas ações movidas contra o Poder Público ou seus agentes. 29. do RI do TRF 1ª Região) Art. parágrafo único. 322. em decisão fundamentada. 35 (cf. com ou sem justificação prévia. caput. L ei 8. de 11/07/1984 (L ei de E xecuções P enais – LEP) ƒƒ Art. 197 (cf. de 22/09/1980 (L ei de E xecuções F iscais – LEF) ƒƒ Art.437 . § 1º (cf. do RI do TRF 1ª Região) Art. L ei 7. art. 322. à saúde. L ei 7. em despacho fundamentado.210 . 4º (cf. 12. poderá ser dispensada a audiência de revisor. no julgamento das apelações. 12. Das decisões proferidas pelo Juiz caberá recurso de agravo. a execução Sumário 150 . a requerimento do Ministério Público ou da pessoa jurídica de direito público interessada. à saúde. art. da qual caberá agravo para uma das turmas julgadoras. XX. em despacho fundamentado. Nos processos regulados por esta Lei. à segurança e à economia pública. § 1º (art. ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso. à segurança e à economia públicas. em decisão sujeita a agravo. suspender. 4º. caput. 197. ƒƒ Art. poderá o Presidente do Tribunal a que competir o conhecimento do respectivo recurso suspender a execução da liminar. do RI do TRF 1ª Região) Art. e para evitar grave lesão à ordem. 322. suspender. 35. ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso. art. caput. sem efeito suspensivo. e para evitar grave lesão à ordem. no prazo de 5 (cinco) dias a partir da publicação do ato. Poderá o juiz conceder mandado liminar. art. 4º Compete ao presidente do tribunal. do RI do TRF 1ª Região) Art. do RI do TRF 1ª Região) Art.830 . § 1º A requerimento de pessoa jurídica de direito público interessada. 4º Compete ao presidente do tribunal. de 24/07/1985 ƒƒ Art.Índice da Legislação Citada L ei 6. em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade. 285.347 . de 30/06/1992 ƒƒ Art.

caberá agravo. e nos arts. ƒƒ Art. de 24/08/2001. 322 do RI do TRF 1ª Região) Art. a execução da liminar nas ações movidas contra o Poder Público ou seus agentes. 322.) L ei 9. 321 do RI do TRF 1ª Região) Art. e para evitar grave lesão à ordem. 1º. 273 e 461 do Código de Processo Civil o disposto nos arts. 1º (cf. no art. de 26 de junho de 1964. enquanto não transitada em julgado. art. de 07/08/2009 ƒƒ Art. L ei 12. 5º e seu parágrafo único e 7º da Lei 4. 1º e seu § 4º da Lei 5. dessa decisão caberá agravo. em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade. de 30 de junho de 1992. a execução da liminar e da sentença. à saúde.348. à segurança e à economia públicas. § 3º Do despacho que conceder ou negar a suspensão.15 (cf.Índice da Legislação Citada da liminar nas ações movidas contra o Poder Público ou seus agentes. sem Sumário 151 . e para evitar grave lesão à ordem. a requerimento do Ministério Público ou da pessoa jurídica de direito público interessada. 4º.437. § 1º Aplica-se o disposto neste artigo à sentença proferida em processo de ação cautelar inominada. em decisão fundamentada. que será levado a julgamento na sessão seguinte a sua interposição. § 3º (cf. em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade. o presidente do tribunal ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso suspender. Quando. 15. suspender. do RI do TRF 1ª Região) Art.180-35. (Redação dada pela Medida Provisória 2. 1º Aplica-se à tutela antecipada prevista nos arts.016 . 4º Compete ao presidente do tribunal. § 3º. 3º e 4º da Lei 8. à saúde. no prazo de cinco dias. à saúde.494 . art. ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso. a requerimento do Ministério Público ou da pessoa jurídica de direito público interessada.021. em despacho fundamentado. de 9 de junho de 1966. de 10/09/1997 ƒƒ Art. no processo de ação popular e na ação civil pública. à segurança e à economia públicas. à segurança e à economia públicas. a requerimento de pessoa jurídica de direito público interessada ou do Ministério Público e para evitar grave lesão à ordem.

pelo interessado. 224 do RI do TRF 1ª Região) Art. art. no prazo de 5 (cinco) dias. Sumário 152 . O direito de requerer mandado de segurança extinguir-se-á decorridos 120 (cento e vinte) dias. 23. que será levado a julgamento na sessão seguinte à sua interposição. 23 (cf. ƒƒ Art.Índice da Legislação Citada efeito suspensivo. contados da ciência. do ato impugnado.

caput) ƒƒ Diligências complementares (art. 250) ƒƒ Citação do réu (art. 235. 258) ƒƒ Relator – atribuições e competência (arts. § 1º) yy Revisão pelo desembargador federal (art. e 259 a 262) ƒƒ Sustentação oral yy Duração (arts. 235. parágrafo único) ƒƒ Saneamento do processo (art. II) ƒƒ Processo sigiloso (art. § 2º) ƒƒ Dispensa (art. caput) yy Prevalência (art. § 1º) ƒƒ Distribuição (arts. § 2º) ƒƒ Denúncia ou queixa (art. 231 a 236) ƒƒ Defesa prévia – prazo (art. 248. 199. 234) ƒƒ Iniciativa do ofendido ou de seu representante legal (art. 232. 243) ƒƒ Depósito exigido (art.ÍNDICE ALFABÉTICO-REMISSIVO A ƒƒ Réu preso e réu solto – prazo para denúncia (art. 232. § 7º) Ação rescisória (arts. II. 235 e 236) ƒƒ Inquirição de testemunhas (art. 199. § 6º) yy Concessão da palavra (art. 255. II) ƒƒ Provas ƒƒ Vista (art. caput) ƒƒ Relatório – distribuição (art. 245. § 5º) yy Expedição de cópias e distribuição (art. V) ƒƒ Ministério Público Federal – parecer (art. 232. 199. e 256. dia e hora (arts. 242) abertura de crédito adicional (art. 46. 232. § 3º) ƒƒ Queixa – perempção da ação (art. 231) ƒƒ Provas (art. § 1º. 246) ƒƒ Alegações escritas – prazo (art. 241 a 258) ƒƒ Revisão (arts. §§ 1º e 2º) ƒƒ Nota taquigráfica (art. 255. 250. intimação. 245. caput) Acórdão ƒƒ Certidão de julgamento (art. ordem e duração (art. 249. § 3º. 253 e 255) ƒƒ Publicação Sumário 153 . 235. 241. 247. XLIv) Ação penal originária (arts. 247. 2º e 3º) ƒƒ Sustentação oral – cabimento. 245. caput e §§ 1º. caput) ƒƒ Extinção da punibilidade (art. 250 e 251) ƒƒ Julgamento (arts. 200) yy Manifestação – vista às partes (art. 251) ƒƒ Agravo (art. 255. II) ƒƒ Delegação de competência a juiz de primeiro grau (art. 235. 233) ƒƒ Razões finais – prazo (art. § 1º) ƒƒ Interrogatório – citação. 255. 232. 252) ƒƒ Indeferimento da petição inicial (art. 21. 247) ƒƒ Prisão preventiva ou temporária (art. 242. IV) Ação penal PÚBLICA ƒƒ Agravo regimental (art. 30. 249. 246. 194. caput) ƒƒ Petição inicial (art. 256 e 257) yy Intimação pessoal das partes após designação da sessão (art. 256. caput) ƒƒ Contestação – prazo (art. 233) ƒƒ Notificação do acusado (art. 254) ƒƒ Documentos novos – intimação do acusado para manifestação (art. IV) ƒƒ Liberdade provisória (art.

297. V. 274 e 280) Advocacia-geral da união (art. 221. 328. § 3º) yy Em seção – contra despacho ou decisão do presidente (art. 144 a147) ƒƒ Interposição (art. 23. 300. 320) ƒƒ Lavratura (art. caput) ƒƒ Substituição (art. parágrafo único) ƒƒ Conversão em agravo retido (art. § 3º) ƒƒ Empate no julgamento Agravo de instrumento (arts. 224. 109) ƒƒ Em apelação criminal – da decisão que não admitir embargos (art. “b”) yy Prazo (art. parágrafo único) yy Em primeiro grau (arts. § 4º) ƒƒ Custas (art. 173) ƒƒ Sustentação oral – preferência (art. XXVI) ƒƒ Votos vencidos – juntada (art. 207) ƒƒ Indicação para o cargo de desembargador federal (art.133) ƒƒ Composição do TRF 1ª Região (art. § 1º) ƒƒ Em decisões que não admitam Recurso Especial (art. 309. 261. 37. XIII) ƒƒ Afastamento – Por menos de trinta dias (art. § 1º) ƒƒ Em revisão criminal (art. IV.Acórdão Agravo de instrumento ƒƒ Inexatidão e erro – correção (art. 1º) ƒƒ Esclarecimentos a pedido de desembargador federal (art. IV. 296. § 3º) Sumário 154 . 395) Advogado yy Comissão examinadora – Nomeação de juiz federal (art. parágrafo único) ƒƒ Ocupação da tribuna (art. 296. 300. 299. 11. “d”. 197) ƒƒ De decisão – prazo (art. “d”) yy Prazo (art. 199. XV) ƒƒ Competência (art. § 1º) ƒƒ Intimação do agravado (art. 146) ƒƒ Petição do agravo (art. V. 64) ƒƒ Contra decisão de presidente ou de relator – competência para julgamento (art. parágrafo único) ƒƒ Aplicação (arts. 299) ƒƒ Em embargos infringentes (art. 199. 61. 299) ƒƒ Instrução (art. 302. § 1º) yy Em Plenário e Corte Especial (art. parágrafo único) ƒƒ Retirada e vista dos autos (art. 147) ƒƒ Em apelação cível (arts. 44) Afastamento de juiz federal e juiz federal substituto ƒƒ Em habilitação incidente (art. 11) ƒƒ Em matéria trabalhista (art. 144 e 145) ƒƒ Apuração de faltas puníveis (art. 336) ƒƒ Em mandado de segurança yy Competência originária (art. 16. 108) ƒƒ Lista tríplice (art. e 328. 29. §§ 1º e 2º) ƒƒ Em habeas corpus (art. 299) ƒƒ Em decisões que não admitam Recurso Extraordinário (art. “a”) ƒƒ Intempestivo – recebimento obrigatório pelo relator (art. 196. 294) ƒƒ Em recursos criminais – da decisão que não admitir embargos (art. I. XIV) ƒƒ Afastamento – Por denúncia ou queixacrime (art. “b”. 198) advertência e Censura a juiz federal e juiz federal substituto (arts. § 2º) ƒƒ Contra decisão que nega seguimento a recurso para outro tribunal (art. 280 a 283) ƒƒ Afastamento – Por mais de trinta dias (art. 11. § 1º) ƒƒ Em arguição de suspeição (art. 300) ƒƒ Punição (art. 309. 296. 299 e 300) ƒƒ Cabimento e competência (arts. 299) yy Diário da Justiça Eletrônico – e-DJF1 (art.

II) Arguição de inconstitucionalidade (vide Declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público) ASSENTAMENTO FUNCIONAL DOS MAGISTRADOS ƒƒ Atualização (art. indulto e anistia) Ano judiciário (arts. 290) yy Crime – pena de reclusão (art. 174. 170. 281. 297. § 5º) Assistência judiciária ƒƒ Não cabimento (art. caput) Anotação na autuação dos AUTOS (art. XXXIII. 321. caput) AGRAVO REGIMENTAL (arts. § 4º) ƒƒ Suspensão das atividades judicantes (art. 297. 61. 273 e 274) ƒƒ Prazo yy Para interposição (art. 187. 281 e 285) ƒƒ Descabimento de agravo regimental (art. 299. 297. 297 e 298) ƒƒ Efeito suspensivo (art. parágrafo único) Agravo de instrumento de primeiro GRAU PARA O TRIBUNAL (arts. parágrafo único) ƒƒ Concessão em outra instância – prevalência no Tribunal (art. 282) ƒƒ Prazo para requisição de informações (art. 274) (Ver também art. caput) yy Para resposta do agravado (art. 280. 289 a 291) ƒƒ Decisão – empate (art. 175. “a”) AGRAVOS – JULGAMENTO ƒƒ Concessão – critério (art. 281. 280) ƒƒ Ministério Público Federal – prazo para vista (art. 61. 159) Apelação cível (arts. 174. 21. 320) Anistia (vide Graça. XXVI) Assento à Mesa de julgamento (art. 45) ƒƒ Voto do presidente do Tribunal (art. 174. 281. 21. caput. 273) Apelação criminal (art.Agravo de instrumento Assistência judiciária ƒƒ Pauta – não dependência e dispensa (art. 300. 291) ƒƒ Efeito suspensivo ao recurso (art. 283) ƒƒ Agravo de instrumento (art. §§ 1º e 2º) ƒƒ Apresentação do requerimento (art. 285) ƒƒ Prazo para exame e inclusão dos autos em pauta (art. 191) ƒƒ Prazos (art. IV e § 1º) Arguição de falsidade (vide Incidente de falsidade) ƒƒ Intimação do procurador da República (art. 280 a 283) ƒƒ Agravo retido (art. §§ 5º e 6º) ƒƒ Férias dos desembargadores federais (art. § 3º. § 3º) ƒƒ Sustentação oral vedada (art. 192) ƒƒ Comunicação via correio eletrônico (art. I. § 1º) ƒƒ Recesso (art. II) ƒƒ Intimação do advogado ou do agravado (art. III) ƒƒ Suspensão de execução (art. 35. § 4º) ƒƒ Competência para decisão (art. 281. parágrafo único) Sumário 155 . 192. 174 e 175) ƒƒ Feriados (art. e § 2º) ƒƒ Prevalência da decisão agravada em caso de empate (arts. 281. 291. § 3º) Agravo de instrumento contra decisão em recurso especial ou extraordinário (art. e 64) ƒƒ Suspensão de segurança (art. § 1º) ƒƒ Competência do relator (arts. § 3º) ƒƒ Parecer do Ministério Público Federal yy Contravenção ou crime – pena de detenção (art. parágrafo único) Arguição de impedimento e de suspeição (vide Impedimento e suspeição) ƒƒ Ministério Público Federal – prazo para pronunciamento (art.

176. 404. § 2º) Classificação dos feitos (art. 137. 193) ƒƒ De desembargador federal yy Indicação e nomeação (arts. 372. § 2º) Cargo ƒƒ Criação. 168) ƒƒ Autuação e distribuição (arts. XIII) AUTORIDADE POLICIAL ƒƒ Autorização de ingresso no Tribunal (art. 135) yy Perda de cargo (art. 48. 200) ƒƒ Decisão – competência (art. 21. 84) ƒƒ Formalidade (art. 268) ƒƒ Assinatura (art. caput) Autos suplementares de processos administrativos (art. § 6º) yy Posse (art. § 1º) Comissão de Jurisprudência C ƒƒ Acórdão para publicação na Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região – colaboração na seleção (art. 74. 167) Carta precatória ƒƒ Peças integrantes (art. § 6º) censura a juiz federal e juiz federal substituto (vide advertência e Censura a juiz federal e juiz federal substituto) Avocação de processo Certidão de julgamento (art. 46. 81. IV) ƒƒ Competência (arts. 11. 110) Assistente ƒƒ Sustentação oral (art. XXXIII. 21. 21. V. § 2º.Assistência judiciária Comissão de Jurisprudência ƒƒ Nos crimes de ação privada (art. 188) yy Admissão (art. 106 a 109) yy Lotação inicial (art. § 7º) Ata ƒƒ De juiz federal e juiz federal substituto ƒƒ Aprovação (art. 140 e 141) Ato processual ƒƒ Autenticação (art. 380. e 382) COJEF (vide COORDENAÇÃO DOS JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS) COMISSÃO DE ACERVO JURÍDICO Busca e apreensão ƒƒ Competência (art. 292 e 293) Casos omissos no Regimento Interno Autos desaparecidos (vide Restauração de autos desaparecidos) ƒƒ Competência para resolução (art. 265 e 266) ATO DE PROVIMENTO E VACÂNCIA ƒƒ Devolução ao tribunal de origem (art. 84. 3º. 209) ƒƒ Composição (art. 77. 77. 267 e 268) Audiência Carta rogatória ƒƒ Forma e procedimentos (arts. 189 e 190) ƒƒ Assinatura – competência (art. II. III) Carta testemunhável (arts. caput. XXXIX) ƒƒ Relator – atribuição (arts. 79. “d”) Citação B ƒƒ Prazos (art. extinção e fixação de vencimentos – aprovação e alteração de proposta (art. 383. § 3º) ƒƒ Composição (arts. 158) Beca (vide Indumentária) Boletim de jurisprudência (arts. e 80) Sumário 156 . 21. 373 e 378.

131) Sumário 157 . 81 e 82) ƒƒ Correição parcial (arts. § 2º) ƒƒ Ação rescisória (arts. 273 a 283) ƒƒ Matéria penal (arts. 12) yy Elaboração de projeto (art. 80. § 1º) ƒƒ Carta precatória (arts. e 80. caput) ƒƒ Habeas corpus (arts. § 1º) ƒƒ Inscrição definitiva – admissão e denegação (art. 23 a 26) ƒƒ Presidência (art. V e VI) ƒƒ Membros – designação (arts. V e VI) ƒƒ Vitaliciedade – procedimento (art. 10 e 11) ƒƒ Substituição do presidente e de membros (art. 222 a 227) ƒƒ Revisão criminal (arts. III. 21. 77. V e VI) ƒƒ Plenário (art. 132 e 133) ƒƒ Exames psicotécnicos e de vida pregressa – competência para determinar (arts. 13 a 15) ƒƒ Vice-presidente (art. 80. 378. 379. parágrafo único) ƒƒ Antecipação dos efeitos da tutela (art. e 127. 284 a 293) ƒƒ Matéria trabalhista (arts. 80. 160) ƒƒ Membros – designação (arts. 80. e 80. 117. e 80) ƒƒ Custas (art. 294 e 295) Concurso público – juiz federal substituto ƒƒ Comissão examinadora (arts. 77. 21. § 3º) ƒƒ Turmas (arts. 265 a 268) Comissão de Regimento ƒƒ Conflitos de competência (arts. 7º. V e VI) COMISSÃO EXAMINADORA DE CONCURSO (arts. § 1º. 237 a 240) ƒƒ Competência (arts. §§ 1º e 2º) ƒƒ Presidência (art. 259 a 264) Competência recursal ƒƒ Custas (art. 269 a 272) ƒƒ Composição (arts. 29. XXX. 132 e 133) Comissões permanentes e temporárias (arts. XXX. XXX. 77. XII. 231 a 236) ƒƒ Presidência (art. § 3º) yy Proposta de criação (art. 137. 160) ƒƒ Matéria cível (arts. 117. 21) ƒƒ Seções (art. 400. 241 a 258) ƒƒ Composição (art. caput) ƒƒ Corregedor regional (arts. 228 a 230) ƒƒ Mandado de segurança (arts. e 78) ƒƒ Finalidade (arts. 372 e 373) ƒƒ Substituição do presidente e de membros (art. 79. XXX. 79 e 81) ƒƒ Membros – designação (arts.Comissão de Jurisprudência Concurso público ƒƒ Incidente de uniformização de jurisprudência (arts. 9º) ƒƒ Súmula Competência ƒƒ Presidente (art. 79 e 81) ƒƒ Ação penal originária (arts. e 80) ƒƒ Presidência (art. parágrafo único) ƒƒ Substituição do presidente e de membros (art. 117. 21. 22) Comissão de Promoção Competência originária ƒƒ Competência (arts. 77 a 84) ƒƒ Competência para criação (arts. XVIII) ƒƒ Substituição (art. 21. 211 a 221) ƒƒ Mudança na legislação – proposta de emenda ao Regimento (art. 23. parágrafo único) ƒƒ Corte Especial (arts. parágrafo único) ƒƒ Habeas data e mandado de injunção (arts. 117. 401) ƒƒ Parecer em proposta de emenda ao Regimento (art.

I) ƒƒ Procedimentos (art. 130 e 132) ƒƒ Requisitos (art. III. I) yy Pedidos administrativos indeferidos – decisão em grau de recurso (art. 238. 237. V) yy Prorrogação de jurisdição de juiz federal ou juiz federal substituto – decisão do presidente do Tribunal (art. parágrafo único) ƒƒ Pauta – não dependência (art. 136. 71) ƒƒ Ministério Público Federal – parecer e prazo (art. 239) ƒƒ Competência do relator (arts. 208) Conflito de competência ƒƒ Agravo – cabimento (art. 74. 187. IV) yy Diretores de foro – homologação da indicação (art. VI) ƒƒ Presidência (art. 132) ƒƒ Prazo de validade e prorrogação (art. XXI. 113) ƒƒ Decisões – recurso (art. da Corte Especial ou do presidente (art. parágrafo único) ƒƒ Nomeação e posse (art. 129) Condução de parte ou terceiro (art. VII) yy Política administrativa do Tribunal (arts. 72) ƒƒ Substituição dos membros (art. 71) ƒƒ Quorum (art. caput) Cônjuge e parente de membro do Tribunal ƒƒ Atuação nos órgãos de julgamento (art. 74) ƒƒ Provimento do cargo (art. 74. 74. XXI. § 2º) Conselho de Administração ƒƒ Competência (art. IV) ƒƒ Regulamento (arts. § 2º) ƒƒ Decisão de plano yy Agravo – cabimento (art. III) yy Vencimentos – fixação (art. 74. e 129) ƒƒ Organização dos pontos (art. 29. 74. III. 71. 93. planos e programas – elaboração e proposição (art. 129) yy Atribuições administrativas não previstas na competência do Plenário. e 239) ƒƒ Competência originária do Tribunal (arts. VIII) yy Serviços administrativos da Justiça Federal de primeiro grau – deliberação sobre a organização (art. turmas e seções – competência da Corte Especial (arts. § 1º) ƒƒ Pauta – prazo para ciência aos membros (art. 103. 73) ƒƒ Penalidades a servidores (art. 76) ƒƒ Mandato dos integrantes não permanentes (art. 134) ƒƒ Preferência por seção judiciária (art. 237 a 240) ƒƒ Comunicação da decisão aos magistrados envolvidos (art. e 63. “b”) ƒƒ Entre relatores. 12. e 239) ƒƒ Entre juízes federais – competência das seções (art. 166. 74. 59. e 238) ƒƒ Julgamento prioritário (arts. 239) yy Relator – competência (arts. § 1º) ƒƒ Finalidade (art.Concurso público Conselho de Administração ƒƒ Função comissionada – impossibilidade de nomeação (art. II) yy Promoção de servidores – análise e aprovação (art. 75) ƒƒ Sessão (art. parágrafo único) ƒƒ Servidores de gabinete de desembargador federal – impossibilidade de indicação (art. 5º) ƒƒ Negativo (art. 136) ƒƒ Organização (arts. III) ƒƒ Composição (art. 238) ƒƒ Redistribuição no caso de relator licenciado (art. 74. 74. 74. 5º e 74. 238. VI. 29. VIII) yy Cargos – aprovação e alteração de propostas de criação ou extinção (art. 10. § 2º) Sumário 158 . 11. I. 71. IV e VII. “c”) yy Diretrizes. 74.

26. 23. 24. 23. 19. § 2º) ƒƒ Competência (arts. 175. e 131) ƒƒ Requisitos – idade e tempo de exercício (arts. e 131) ƒƒ Extraordinária (arts. 25 e 269 a 272) yy Crime ou contravenção – encaminhamento ao MPF dos documentos necessários à apuração de responsabilidade criminal (art. substituto (art. caput) ƒƒ Coordenador. VI) yy Relatório dos serviços afetos à Corregedoria Regional (art. 11. 119) yy Correição (arts. parágrafo único) Correição Corregedoria REgional e corregedor regional ƒƒ Assessor da Corregedoria Regional (art. 21. 9º. 21. 123) Convocação de juiz federal ƒƒ Aprovação pela Corte Especial Administrativa (art.Convocação de DESEMBARGADOR FEDERAL Correição Convocação de DESEMBARGADOR FEDERAL yy Desembargador federal em afastamento (art. 24) yy Composição (art. III) ƒƒ Comunicação das irregularidades ou omissões (art. 97 a 101) ƒƒ Horário de servidores do Gabinete (art. parágrafo único) ƒƒ Competência yy Concurso público – vida pregressa e exame psicotécnico (arts. 18. 23. 77. § 1º) COORDENAÇÃO DOS JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS (arts. XXV. 23. 26) ƒƒ Indicação de endereços – convocação eventual (art. 80. e 74. sindicâncias e correições (art. 35. § 1º) ƒƒ Para completar quorum como vogal (art. 9º. § 2º) yy Presidência (art. indicação (art. parágrafo único) ƒƒ Regimento Interno da Corregedoria Regional – competência para aprovação (art. XII. e 124) ƒƒ Impossibilidade (art. e 24) ƒƒ Parcial Sumário 159 . 23. 25) yy Designação de juiz federal para realização de inspeções. IX e XII. II. VIII. XXXII. mandato e posse (arts. parágrafo único) ƒƒ Comissão de Promoção ƒƒ Competência para conhecimento (art. 131) ƒƒ Substituição no Tribunal (art. 118. I. 97. XXV e XXVI. IV) ƒƒ Assento nas sessões (art. IX) ƒƒ Servidores (art. II) yy Gabinete – expedição de ato relativo a horário de servidores (art. e 125) ƒƒ Eleição – competência. disciplina e estatística forense (art. § 3º) ƒƒ Para completar quorum em outra seção ou turma (art. IX. 25) ƒƒ Designação de juiz para acompanhar o corregedor regional ou delegação de competência (art. III. 125. 23. 11. 124) ƒƒ Para substituir ƒƒ Coordenador. § 4º) ƒƒ Direção (arts. V. III e IV. 21. IX) ƒƒ Competência para instauração (art. V) ƒƒ Retorno à turma (art. 26) ƒƒ Remoção. 23. § 3º. 26) yy Instruções e orientações normativas (art. 24) yy Fiscalização e superintendência de atividade de aperfeiçoamento. 3º. XXVII) ƒƒ Vida pregressa de candidato a juiz federal substituto (art. promoção – Informação (art. 23. 11. 120) yy Relator (art. III) yy Revisor (art. 97. 97. 23. 25) yy Provimento – funcionamento dos serviços forenses (art. VII e X) yy Irregularidades ou omissões – comunicação do fato à autoridade competente (art. XI) yy Sindicância (arts. 21.

§ 3º) yy Petição – instrução e pedido (arts. 142. XXXII) yy Disponibilidade de membro do Tribunal. § 4º. 11. 374. VIII) yy Afastamento de juiz federal e juiz federal substituto por mais de 30 dias (art. juiz federal e juiz federal substituto – julgamento e deliberação sobre abertura de procedimento de verificação (art. I) yy Incidente de suspeição (art. IV) yy Proposta orçamentária – aprovação e encaminhamento (art. 10. 269. VIII) yy Comum ao Plenário. caput) yy Cabimento (art. caput) 160 . 270.Correição CoRTE ESPECIAL yy Autuação e notificação (art. IV e VII) yy Conversão do julgamento em diligência (art. XLIV) yy Questão incidente em processo de competência das seções ou turmas (art. §§ 1º a 3º. I) yy Recursos contra decisão do Conselho de Administração (art. às seções e às turmas (art. VI. 11. 10. 21. 11. IV e VI. e 142. e 142) yy Especialização de varas (art. IV) yy Julgamento (arts. 270. 10. e 270. 11. 11. II) yy Mandado de segurança (art. 11. V) yy Censura a juiz federal e a juiz federal substituto (art. § 2º) yy Habeas data (art. X) yy Permuta de juiz federal e juiz federal substituto – decisão (art. 11. XIII) yy Antiguidade – elaboração da lista (art. 11. 329. 10. 10. § 2º) yy Representação ou justificação de conduta (art. III) yy Condução de parte ou de terceiro – determinação (art. VII e XIV) yy Jurisprudência – sumulação (art. I) yy Pedido de reconsideração mediante fato novo ou omissão do julgado – conhecimento (art. 10. 21. 11. §§ 1º e 2º) yy Justificativa de conduta – conhecimento (art. juiz federal e juiz federal substituto (arts. V) yy Desaforamento – pedido (art. 11. VIII) Sumário yy Desembargadores federais diretores da Revista e da Escola de Magistratura Federal – escolha (art. 7º) yy Exceção de impedimento ou suspeição (art. VI) yy Invalidez de desembargador federal. 11.11. 11. caput) yy Exame e relatório – competência (art. 23. IX) yy Crimes comuns e de responsabilidade (art. VII) yy Recursos admissíveis das decisões (art. 11. IX) yy Licença ao presidente e aos desembargadores federais (art. e 272) yy Ministério Público Federal – parecer e prazo (art. 270. parágrafo único) yy Arguição de inconstitucionalidade (art. § 2º) yy Suspensão do ato ou despacho impugnado (art. de juiz federal e juiz federal substituto (arts. 21. 11. 54) yy Convocação de juiz federal – aprovação (art. X) yy Regimento Interno – resolução de dúvidas (art. 10) yy Ações rescisórias (art. III) yy Incidente de execução (art. 296. § 1º) Corte Especial ƒƒ Competência (art. II) yy Advertência a juiz federal e a juiz federal substituto (art. XXIV) yy Aposentadoria de membro do Tribunal. 11. 269. 11. 11. 11. 16) yy Concurso público – organização (art. III) yy Norma regimental e ordem do processo – resolução de dúvidas (art. 208) yy Conflito de competência (art. 363. 10. IX) yy Rejeição liminar (art. XII) yy Correição parcial – conhecimento (art. I) yy Decretação da perda de cargo de juiz federal e juiz federal substituto – instauração de procedimento administrativo especial (art. 10. 329. 10. I) yy Remoção de juiz federal e juiz federal substituto (arts. 270. VI. 11. VII. 270. XI) yy Especialização em razão da matéria – não sujeição (art. § 1º) yy Incidente de uniformização de jurisprudência (art.

VIII) yy Uniformização de jurisprudência – divergência entre as seções (art. 30. 11. e 61) CORTE ESPECIAL ADMINISTRATIVA yy Competência (art. 406) ƒƒ Embargos de declaração (art. 11. 355. 57. e 377. e 379. VI) yy Varas – especialização (art. caput. 357) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. e 58) yy Quorum mínimo (arts. I. XXV) yy Secretaria do Tribunal. parágrafo único) ƒƒ Parecer do Ministério Público Federal – prazo (art. 10. 58. XI) ƒƒ Composição (art. 356) ƒƒ Suspensão do julgamento na Corte Especial (art. 57 e 58) ƒƒ Não apreciação pela Corte Especial (arts. § 2º) yy Súmula – inclusão. 355. 76. 2º. 37. § 2º. alteração e cancelamento de enunciados (arts. parágrafo único) yy Voto de desempate (arts. e 355. 355. I) ƒƒ Pauta de julgamento – prazo para divulgação (art. 17. § 2º. 357) ƒƒ Presidência (arts. aprovação (art. § 2º) ƒƒ Eleição dos juízes que integrarão os Tribunais Regionais Eleitorais (art. e 68. 374. 10. § 6º) ƒƒ Remessa do feito à Corte Especial (art. 17. 60 e 371) yy Quorum para julgamentos específicos (art. V. 59) ƒƒ Competência para processar e julgar (arts. 21. 21. 160 e 161) D Declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público ƒƒ Arguição – legitimidade (art. e 61) yy Voto do presidente (arts. 11) ƒƒ Quorum e julgamento de processo de competência da Corte Especial (arts. §§ 4º e 5º) ƒƒ Remessa da cópia do acórdão à Comissão de Jurisprudência (art. V. § 1º) yy Concurso juiz federal substituto. “e”. 127) yy Vacância (art. organização (art. 11. 374. caput) yy Ordem dos trabalhos (art. 2º. II. § 3º) ƒƒ Sessão (art. parágrafo único. 10. 57. 128. I. XI. 148. §§ 1º a 3º. 21. 57. II. IX) yy Restauração de autos desaparecidos (arts. § 3º) yy Suspeição (art. 181) ƒƒ Irrecorribilidade da decisão da Corte Especial (art.Corte especial Declaração de inconstitucionalidade yy Remoção de membro do Tribunal (arts. 103) Curador ƒƒ Dativo – assistência judiciária (art. § 6º. parágrafo único. e 360) ƒƒ Revisão de atos e decisões do Conselho de Administração (art. regulamento (art. e 142. V. 192) ƒƒ Incapacidade mental de magistrado (art. 17. I) ƒƒ Suspensão do julgamento em seção ou turma (art. VI. 57. 259 e 260) yy Revisão de jurisprudência sumulada (arts. 16. § 4º. 358) ƒƒ Julgamentos prioritários (art. caput. § 1º) yy Tribunal do Júri – pedido de desaforamento (art. 2º. 355. e 346) yy Revisão criminal (arts. 34) ƒƒ Publicação do acórdão (arts. § 2º) Custas ƒƒ Incidência (arts. 38) yy Presidência (arts. 130) yy Convocação para substituição e auxílio. 21. 10. e 17. I. caput) Sumário 161 . parágrafo único) yy Representação – conhecimento (art. parágrafo único) yy Reservada (arts. e 356. XI. 329. 21.

61. 396) yy Indicação de servidor para o gabinete – vedação (arts. 11. caput) yy Conselho de Administração (art.Declaração de inconstitucionalidade desembargador federal ƒƒ Voto do presidente (art. e 174. 397) yy Atuação nos órgãos de julgamento (art. 112) yy Finalidade (art. 398) ƒƒ Sustentação oral (art. 21. VI e XIV. 111. §§ 1º. caput) yy Aposentado (art. 167) yy Proibição de designação e nomeação de cônjuge ou parente (arts. parágrafo único) ƒƒ Comissão de Regimento – designação dos integrantes (art. 112. “h”. 71. vice-presidente e corregedor regional – não participação (art. 400. 93. 120 e 121) ƒƒ Emenda ao Regimento Interno – faculdade de proposição (art. 80. 18. 11. 93. 396 a 399) ƒƒ Cônjuge ou parente ƒƒ Assento (art. 21. 1º e 115) yy Designação de servidor – competência (art. XXVI) yy Critérios para a elaboração (art. caput) ƒƒ Esclarecimento sobre fatos – solicitação a advogado em sessão (art. I. 407) ƒƒ Composição yy Comissão de concurso para o cargo de juiz federal substituto (art. 89) yy Para compor o TRE (arts. e 103. 1º) ƒƒ Dativo – assistência judiciária (art. § 2º) Defensor yy Tribunal (art. 192) yy Turma (art. VIII) desembargador federal ƒƒ Acumulação de funções (art. parágrafo único) ƒƒ Julgamento – preferência (art. § 2º. XXXIII) yy Para completar quorum em seção ou turma (art. 123) Desacato ao Tribunal ou a seus desembargadores federais ƒƒ Disponibilidade (arts. § 2º) ƒƒ Aposentadoria (arts. 323 a 334) ƒƒ Férias (arts. 328. XVI. 12. § 3º) ƒƒ Efetivação do depósito – competência (art. 113) ƒƒ Defensor público (art. e 331) yy Procedimentos (arts. 21. XLVII. 175. XXXVII) ƒƒ Assento em sessão (arts. caput) yy Corte Especial (art. 2º. e 142) ƒƒ Eleição (art. 2º e 3º) ƒƒ Gabinete yy Estrutura (arts. XXVIII e XXIX) Sumário 162 . § 5º) ƒƒ Competência da Corte Especial – Tribunal do Júri (art. 35 e 112) ƒƒ Atos processuais – autenticação (art. 77. 207) ƒƒ Exceção de impedimento ou suspeição yy Competência para processar e julgar (arts. 323. 3º. 21.18. § 2º) ƒƒ Incapacidade mental (art. e 126) Desaforamento yy Para presidente. 10. XXVIII) yy Declaração pelo desembargador federal (arts. § 4º) ƒƒ Propositura da ação penal (art. 93 a 95) ƒƒ Área de jurisdição (arts. 399) ƒƒ Convocação Depoimento (art. 133) yy Comissão de Promoção (art. 11. e 103. § 2º. §§ 1º e 2º) ƒƒ Antiguidade – lista yy Competência para a elaboração (art. 210) Depósito yy Indicação de endereços – convocação eventual (art. 21. e 21. VI. § 1º) DefensorIA públicA (arts. 409) ƒƒ Afastamento – prosseguimento do feito (arts. caput) yy Proibição de designação para função comissionada (art. e 329. § 2º.

§ 3º) yy Não participação em eleição para presidente. 175. 110) yy Competência (arts. XXIII. § 5º) yy Requerimento – prazo (art. 111) ƒƒ Súmula – elaboração e revisão (arts. 48. 47. §§ 1º a 3º. II) yy Decisões de desembargador federal licenciado (art. e 110. do vice-presidente e do corregedor regional (art. XXXII) ƒƒ Invalidez yy Verificação – processo e julgamento (arts. caput) yy Retorno ao cargo (art. § 2º) yy Prazo para restituição dos autos (art. 182) ƒƒ Prerrogativas (art. II) yy Do presidente da turma (art. 117. 3º. 110) yy Sessão solene (arts. 55. caput. § 1º) yy Licença para tratamento de saúde (art. vice-presidente e corregedor regional (art. 117. 118) yy Do revisor (art. III) yy Do presidente. I) yy Dos membros das comissões (art. e 21. 21. 117. § 1º) Deserção ƒƒ Recursos – competência para decisão (art. 11. §§ 2º e 3º) ƒƒ Substituição yy Do presidente da seção (art. caput) ƒƒ Posse (art. § 2º. VII e XIV. e 378. sindicâncias ou correições (art. §§ 4º e 5º) ƒƒ Prazos (art. 93. 107) ƒƒ Nomeação para o Tribunal (arts. § 1º) ƒƒ Servidor dos gabinetes da Presidência. 29. “f”) Designação e nomeação (ver também Função comissionada) ƒƒ De juiz para função de auxílio à Corregedoria Regional nas inspeções. XX) yy Compromisso (art. da Vice-Presidência. e 371. 119) ƒƒ Lista tríplice (art. e 110. 18. e 21. 377. 21. 116. caput) ƒƒ Pedido de vista yy Não impedimento de votar (arts. 208) ƒƒ Conversão do julgamento em diligência (art. 9º. V) yy Do relator (art. 21. 116. XXVIII) ƒƒ Jurisdição (art. e 114) ƒƒ Tratamento e vestimenta (art. 115) ƒƒ Representação por desobediência ou desacato (art. 117. I. 110. XX. §§ 1º e 2º) yy Durante recesso do Tribunal e férias (arts. 89) ƒƒ Responsabilidade sobre processo em pauta quando eleito para o TRE (art. 111. 21. XXXIII. 48. caput) ƒƒ Trabalhos taquigráficos – requisição para trabalhos urgentes (art. da Corregedoria Regional e dos desembargadores federais yy Designação – competência (art. VI) yy Dos presidentes das comissões (art. caput) yy Prazo (art. 116. Escola de Magistratura e Gabinete da Revista (art. 11. 116. 54) Sumário 163 .desembargador federal Diligência ƒƒ Indicação para Coordenação dos JEFs. parágrafo único) ƒƒ Licença yy Competência para concessão (art. caput) yy Turma que o desembargador federal empossado passa a integrar (art. 21. e 103. 117. 407) yy Impossibilidade de indicação e nomeação de cônjuge ou parente (arts. § 3º) yy Uso da palavra (art. 48. § 5º) yy Plantão (art. 25) Diligência ƒƒ Condução de parte ou terceiro – determinação (art. 92) ƒƒ Transferência de seção (arts. XXXVII) yy Impossibilidade de designação para função comissionada (art. I. 1º e 106 a 115) ƒƒ Participação no julgamento yy Exclusão por não assistir ao relatório ou aos debates (art.

e 74. 407) ƒƒ Pautas de julgamento dos processos – prazo para divulgação entre os membros do Plenário e da Corte Especial Administrativa (art. 18. “c”) ƒƒ Competência (arts. III. 303. 162. 166. 83. 205) ƒƒ Distribuição e redistribuição de feitos (art. XXXII. e 142) Documentos ƒƒ Procedimento (art. 23. resoluções e atos dos antigos CJF e TFR – permanência em vigor (art. § 9º) yy Verificação de prevenção – competência (art. III) ƒƒ De membro do Tribunal. XXXII) Diretor da Revista ƒƒ Escolha – competência (arts. 405) DIRIGENTES EM EXERCÍCIO (art. 104) ƒƒ Por meio eletrônico (arts. 406) ƒƒ Indicação (art. § 3º) Diretor-geral da Secretaria ƒƒ Embargos infringentes (arts. § 2º) ƒƒ Casos omissos (art. 380 a 389) Disponibilidade ƒƒ Trabalhos de desembargador federal definitivamente afastado do TRF (art. 21. 21. no Brasil. 203) Disposições gerais e transitórias ƒƒ Devolução após julgamento (art.Diligência Documentos ƒƒ Formalidades da lei – observância (art. e 309. 163. § 10) yy Sorteio eletrônico (art. caput) ƒƒ Fontes subsidiárias – regimentos do STJ e do STF (art. 384. § 3º) Diretor de foro ƒƒ Compensação (art. caput) ƒƒ Solicitação de informação (art. 162 a 166) ƒƒ Vacância (art. caput e § 3º) ƒƒ Certidão pública – concessão de prazo ou requisição direta (art. 18. XV. II) ƒƒ Jurisprudência do Tribunal (arts. 404. e 165. 166. 404) ƒƒ Emanados de Estado estrangeiro. § 2º) ƒƒ Prevenção (art. 165) DIRIGENTES ELEITOS (art. § 2º) ƒƒ Comparecimento em sessões administrativas (art. 209) ƒƒ Judicial ou policial (art. parágrafo único) ƒƒ Função comissionada – proibição de designação de servidor (art. 104. § 1º. 405) Sumário 164 . § 9º) DISCIPLINA FORENSE DE PRIMEIRO GRAU Divulgação ƒƒ Fiscalização (art. § 2º) ƒƒ Ação rescisória (art. § 1º. parágrafo único. IV) ƒƒ Competência (art. 165. 204. 408) ƒƒ Mandato (art. de Estados e Municípios – fidelidade (art. 384. 18. caput. 21. 18. e 384. 163. 143. 21. § 1º) ƒƒ Provimentos. III) ƒƒ Prazos – fixação (art. 166. juiz federal e juiz federal substituto – interesse público (arts. 384. 21. XXXI. de organismo internacional ou. e 405) ƒƒ Nomeação (art. XXXIV) ƒƒ Preferência (art. 11. §§ 3º e 4º) ƒƒ Relatório (art. caput) Distribuição (arts. 179) Diretor da Escola de Magistratura Federal ƒƒ Escolha – competência (art. § 3º. 164) ƒƒ Substituição (art. §§ 2º a 4º) ƒƒ Indicação e homologação da indicação – competência (arts. VI. 104. 21. § 9º) ƒƒ Redistribuição yy Afastamento do relator (art.

e 18. parágrafo único. 302. 19) yy Para impugnação (art. 12. 199. 305 a 307) ƒƒ Cabimento (arts. 310. e 310. 305. § 5º) yy Vacância – prazo para convocação de eleição (art. § 5º) yy Vacância – substituição pelo vice-presidente e prazo para convocação de eleição (art. caput) Eleição ƒƒ Competência para julgamento (arts. 18. 305. I. caput) ƒƒ Corregedor regional yy Competência e mandato (arts. § 3º) ƒƒ Prazo ƒƒ Presidente yy Competência e mandato (arts. e 180) Embargos de divergência (arts. 310 e 311) ƒƒ Publicação (art. 18. e 18. 20. 204) ƒƒ Inexatidão e erro – correção (art. caput) ƒƒ Juízo de admissibilidade (art. I) E ƒƒ Petição – requisitos (art. 172. 302.Documentos Embargos infringentes ƒƒ Formalidades da lei – observância (art. 357) ƒƒ Juntada – vedação e exceção (art. caput) ƒƒ Competência de seção – matéria trabalhista (art. 310. “a”) ƒƒ Inadmissão (art. 20. caput) ƒƒ Prazo (arts. 206) ƒƒ Em arguição de inconstitucionalidade – decisão da Corte Especial irrecorrível (art. caput) 165 . 301 a 304) ƒƒ Vice-presidente yy Competência e mandato (arts. § 5º) yy Vacância – prazo para convocação de eleição (art. 16. 45. § 4º) ƒƒ Juízo de admissibilidade (art. caput e § 1º) yy Desembargador federal licenciado – não participação na eleição (art. 310. 9º. 311) ƒƒ Distribuição (art. § 1º) ƒƒ Conteúdo (art. § 2º) ƒƒ Impugnação – prazo (art. caput e § 1º) yy Desembargador federal licenciado – não participação na eleição (art. “b”) ƒƒ Intimação da parte para manifestação sobre documento juntado pela parte contrária (art. 9º. § 5º) Embargos infringentes (arts. 209) ƒƒ Competência para julgamento (art. I. 310. “a”. 301. 310. 12. I. II. § 2º) ƒƒ Transcrição de textos – fidelidade (art. 306. 302. caput) Embargos de declaração (arts. caput) ƒƒ Publicação (art. 18. 302. caput) ƒƒ Pauta – não dependência (art. e 307) Edital ƒƒ Protelatórios – efeitos (art. 306. 307) Duplo grau de jurisdição (vide Reexame necessário) ƒƒ Julgamento – oportunidade (art. parágrafo único) yy Competência (art. caput e § 1º. 205) ƒƒ Interrupção de prazo (art. § 4º) yy Para interposição (art. 9º. parágrafo único) ƒƒ Cabimento (art. 310. parágrafo único) ƒƒ Comprovação da divergência (art. II. e 18. 305. § 4º) ƒƒ Relator – autos conclusos e pedido de dia para julgamento (art. 310. II. caput) ƒƒ Prazo (arts. 172. caput e § 1º) yy Desembargador federal licenciado – não participação na eleição (art. 187. 172. § 1º) ƒƒ Depósito das condenações (art. 310. 310. caput) Sumário yy Agravo – cabimento (art. caput) ƒƒ Cabimento (art. caput) ƒƒ Sustentação oral – vedação (art.

§ 3º) ƒƒ Juízo de admissibilidade (art. § 1º) ƒƒ Propositura (art. caput) Exame para verificação de cessação da periculosidade (art. 309. 201. e 382. 301. parágrafo único) Sumário 166 . 361. 361. caput) EQUIPE DE TRANSIÇÃO ƒƒ Indicação (art. § 3º) ƒƒ Voto de desempate (art. juízes federais convocados.Embargos infringentes Fazenda Pública ƒƒ Prazo (art. § 2º) yy Prazo (art. 30. 400. 400. 11. juízes federais e juízes federais�������� ���������������� substitutos ƒƒ Relator – sorteio (arts. 23. 9º. 18. XLVII. 166. por seção ou turma (art. caput e §§ 1º e 3º ) ƒƒ Revisão (arts. 309. 402. § 6º) ESTATíSTICA FORENSE DE PRIMEIRO GRAU yy Fiscalização (art. caput) ƒƒ Mudança na legislação – prazo para apresentação de proposta pela Comissão de Regimento (art. e 303. 2º. 309. § 8º) Fazenda Pública ƒƒ Prazo para contestar e recorrer (art. 402. 361. § 2º) ƒƒ Sorteio – exclusão (art. 309. 21. I) yy Do relator (art. 18. 364 a 369) F ƒƒ Votação – competência (art. 308 e 309) ƒƒ Cabimento (arts. 309. caput) ESCOLA DE MAGISTRATURA FEDERAL DA 1ª REGIÃO ƒƒ Diretor – participação em julgamento (art. caput) ƒƒ Incidentes – apreciação pela Corte Especial. § 1º. 181. caput) ƒƒ Requisição de pagamento (arts. 309. II) yy Do presidente do Tribunal (art. § 9º) ƒƒ Preparo (art. 363) ƒƒ Publicação – Diário da Justiça Federal da Primeira Região – eDJF1 (art. 400 a 403) ƒƒ Aprovação – quorum e vigência (art. § 5º) yy Para vista ao Ministério Público Federal (art. caput) yy Retificações (art. 403) ƒƒ Competência Execução yy Do presidente de seção e de turma (art. 350. XIII) Embargos infringentes e de nulidade em matéria penal (arts. 402. 201. caput) yy Agravo regimental – cabimento (art. 309. parágrafo único) ƒƒ Relatoria e aprovação (art. 308 e 309. § 2º) ƒƒ Aprovação (arts. e 23. 402. 401) Exceção de impedimento e de suspeição (vide Impedimento e suspeição) ƒƒ Numeração (art. XI) Estatística ƒƒ Publicação dos dados estatísticos ƒƒ Relator – sorteio (art. IV) Ementário da jurisprudência (arts. e 303. caput) ƒƒ Relatório circunstanciado (art. 309. III) ƒƒ Parecer da Comissão de Regimento yy Dispensa (art. III. 380. § 4º) ESMAF (vide ESCOLA DE MAGISTRATURA FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO) Especialização de vara ƒƒ Ordenamento (art. § 1º) yy Pena (art. 304) Escala de férias de desembargadores federais. § 7º) ƒƒ Prazo yy Para interposição (art. § 2º) yy Periodicidade e veiculação (art. II. II) Emenda ao Regimento (arts. 308) yy Para relator e revisor (art.

22. caput) yy De parente ou cônjuge de desembargador federal do Tribunal – vedação (art. 349) Fontes subsidiárias do Regimento (art. e 158. caput) ƒƒ Atribuições (art. 412. III. 93. parágrafo único) ƒƒ De execução fiscal. parágrafo único) ƒƒ Servidores – indicação e designação (art. 96. parágrafo único) Feitos ƒƒ Classes (art. 92) Gabinete de desembargador federal ƒƒ Assessor – nomeação e exercício (art. 21. caput) ƒƒ Classificação – resolução de dúvidas (arts. XVI. 41. 94. 21. § 7º) ƒƒ Ordem de julgamento (arts. § 1º) yy Permanência no cargo no caso de afastamento definitivo do desembargador federal (art. “h”) ƒƒ Secretaria do Tribunal (art. 90 a 92) ƒƒ Organização administrativa e dos órgãos de assessoramento. 8º. 93. 94. 94. 103. 94. § 1º) Graça. exceto FGTS – competência (art. indulto e anistia ƒƒ Comutação da pena – recusa (art. 91) ƒƒ Requisição de serviço taquigráfico (art. 93. XV. 93. 8º. II. 412. 121) ƒƒ Distribuição – competência para presidir e supervisionar (arts. 96. § 2º) Habeas corpus ƒƒ Competência das turmas para processar e julgar Sumário 167 . caput) ƒƒ Requisição de serviço taquigráfico (art. 44. parágrafo único. planejamento e auditoria do gabinete (art. caput.Habeas corpus Fazenda Pública ƒƒ Precatório – ordem de pagamento (art. 21. § 2º) ƒƒ Horário de servidores (art. “b”) ƒƒ Julgamento (art. 158. XXXIII. 21. caput) yy Interposição de recursos (art. e 52) ƒƒ Publicação mensal de relação dos feitos encaminhados à Procuradoria Regional da República e ainda não devolvidos (art. parágrafo único) ƒƒ Multa (art. 404. 245. XVII) Feriados (vide Ano judiciário) Férias dos magistrados (vide Ano judiciário) Fiança ƒƒ Ação penal originária – competência para conceder. 8º. parágrafo único) G Gabinete da Presidência ƒƒ Atribuições e funções (arts. 21. arbitrar ou denegar (art. caput) ƒƒ Chefe da assessoria de gabinete yy Atribuições (art. III) ƒƒ Lavratura e certidão (art. “e”. 95) ƒƒ Cônjuges e parentes – impossibilidade de indicação e nomeação (art. e 352) H Função comissionada ƒƒ Gabinete do desembargador federal – nomeação yy De assessor (art. 353) ƒƒ Incidente processual – competência para decidir (arts. § 9º) ƒƒ De regime de previdência complementar ou privada – competência (art. XXXIII. § 2º) ƒƒ Chefe de gabinete – atribuições (art. § 8º) ƒƒ Desembargador federal – afastamento (art. e 74.

216) yy Prestação de informações – prazo (art. 211 e 213) ƒƒ Sustentação oral – anotação (art. 215. IV. I a IV. 221. reiteração ou incompetência do Tribunal (art. caput) ƒƒ Instrução do processo yy Relator – providências (arts. caput) yy Requisição de informações à autoridade coatora (art. caput e § 1º. § 2º) ƒƒ Julgamento durante o recesso – competência (art. 214. e 216 a 218) ƒƒ Custas (art. e 213) ƒƒ Redistribuição (art. § 1º) ƒƒ Julgamento prioritário (arts. 212. parágrafo único) ƒƒ Prevenção (art. parágrafo único) yy Oposição – não conhecimento do pedido (art. I) ƒƒ Paciente yy Apresentação (arts. caput) ƒƒ Pauta – não dependência e dispensa (art. 165. 212. I) yy Juiz federal apontado como autoridade coatora (art. 213. 212.Habeas corpus Habeas corpus yy Autoridade coatora sujeita à jurisdição do Tribunal (art. § 2º) yy Salvo-conduto (arts. 217 e 218) ƒƒ Fiança (art. 187.61. caput) ƒƒ Preventivo (art. 214. parágrafo único) ƒƒ Cessação da violência ou coação – efeitos processuais (art. e 227. III. IV) Sumário 168 . I. 219) ƒƒ Indeferimento liminar yy Pedido manifestamente incabível. 220) ƒƒ Coator yy Condenação – custas e ação penal nos casos de má-fé ou evidente abuso de poder (art. 212. e 218. 216) yy Multa por procrastinação ou embaraço no encaminhamento do pedido de habeas corpus ou fornecimento de informação (art. 213 e 227) ƒƒ Ministério Público Federal yy Prazo para pronunciamento após a instrução do processo (art. § 1º) ƒƒ Apresentação do paciente (arts. I. § 2º) ƒƒ Julgamento prioritário (arts. 211) ƒƒ Concessão – efeitos (arts. 187. 216) ƒƒ Desobediência ou retardamento abusivo no cumprimento (arts. e § 2º) ƒƒ Competência para processar e julgar (art. I. 221. III. parágrafo único) ƒƒ Anulação do processo (art. caput) yy Recurso (art. § 3º) ƒƒ Prazo para apresentação de informações (art. I) yy Empate (art. 187. 213. 212. 217) ƒƒ Nomeação do advogado para o impetrante (art. 212. I. 216 e 218) ƒƒ Multa por procrastinação ou embaraço no encaminhamento do pedido ou fornecimento de informações (art. 212. 215. 175. caput. parágrafo único) ƒƒ Notificação ao impetrante (art. 213) yy Propositura da ação penal contra o responsável pelo ato ilegal (arts. 66. 166. 218) ƒƒ Agravo regimental – quando do indeferimento (art. caput. 212. 217) yy Por desobediência ou retardamento no cumprimento da ordem – ofício ao Ministério Público Federal (art. e 215. e 218. 221. 66. 213. 13. caput) ƒƒ Prazos yy Pronunciamento do Ministério Público Federal (art. caput) ƒƒ Julgamento – competência e oportunidade (arts. 13. § 4º) Habeas corpus – competência originária ƒƒ Ação penal contra o responsável pelo ato ilegal – propositura yy Encaminhamento ao Ministério Público Federal das peças necessárias (art. 212.

323 e 324) ƒƒ Objeto (art. caput) ƒƒ Competência da seção (arts. 12. § 1º) ƒƒ Arguição ilegítima (art. 10. § 2º. III. 12. 327. 324. e 230) Incidente de execução (vide Execução) ƒƒ Pauta – não dependência e dispensa em habeas data (art. 13. “d”. “h”. I e § 2º) ƒƒ Processamento – competência para julgar (arts. 330. 16. I. 370. parágrafo único) ƒƒ Relator – providência para a instrução do processo (art. III. caput. VI) yy Divergência entre turmas (art. I. § 2º) ƒƒ Efeitos (arts. “c”. caput) yy Para resposta do desembargador federal recusado (art. 83) ƒƒ Custas (art. § 3º) ƒƒ Divulgação da jurisprudência (arts.Incidente de uniformização de jurisprudência Habeas corpus ƒƒ Providências ex officio relativas ao impetrante e ao paciente (arts. I. 12. 187. 328. e 325) ƒƒ Parecer do Ministério Público Federal – prazo (art. 370) ƒƒ Do relator e do revisor (arts. 45. 326) yy Para arguição (art. e 329. 335 a 339) ƒƒ Acórdão – reconhecimento da divergência e aceitação de proposta de revisão de súmula (art. 212) ƒƒ Prazo ƒƒ Petição – requisitos (art. 329) Sumário 169 . 229) Incidente de falsidade Incidente de uniformização de jurisprudência Habilitação incidente (arts. § 1º) yy Contra juiz federal ou juiz federal substituto (arts. 370. e 228) impugnação ao Valor da causa (art. caput) Habeas data e mandado de injunção – competência originária ƒƒ Redistribuição do feito (arts. III e V. 212 e 214) ƒƒ Não aceitação (art. 324. § 3º) Impedimento e suspeição (arts. 371. I. e 228) ƒƒ Sustentação oral – vedação (art. parágrafo único) ƒƒ Competência para julgamento yy Contra desembargador federal (arts. e 331) ƒƒ Pedido de vista – não impedimento de votar (art. 328. e 329. 329. 328. § 1º) ƒƒ Relator (art. e 340) ƒƒ Processamento (art. caput) I ƒƒ Aprovação de projeto de súmula pelo Tribunal (art. § 2º) ƒƒ Julgamento (art. 380 a 389) yy Competência da Comissão de Jurisprudência (art. § 2º) ƒƒ Declaração (arts. 325) ƒƒ Requisição de informações à autoridade coatora – prazo (art. 337. e 327) ƒƒ Competência da Corte Especial (arts. 371. 323 a 334) ƒƒ Competência para processo e julgamento ƒƒ Agravo de instrumento (art. caput. XVI) ƒƒ Julgamento prioritário (arts. 212. 10. 370. 330. caput) ƒƒ Julgamento – designação da sessão (art. “c”) ƒƒ Distribuição do relatório e dos acórdãos (art. § 1º) yy Divergência entre seções (art. 330. caput. 370. 29. § 2º) yy Em processo de competência da Corte Especial (art. 59.

XIII) ƒƒ Verificação de invalidez – competência para processo e julgamento Instrução normativa yy Juiz federal e juiz federal substituto (art. § 2º) ƒƒ Junta médica (art. XXIX. 158 e 163. XXVIII) ƒƒ Segunda votação (art. 176) yy Na Corte Especial (arts. parágrafo único) yy De pauta (art. 156) ƒƒ Voto do presidente do Tribunal no julgamento (art. 150) ƒƒ Prazo Inquérito yy Alegações (art. 372) yy De ata (art. § 1º) ƒƒ Súmula (arts. § 6º) yy Membro do Tribunal (arts. 151) ƒƒ Dos que servem em Plenário. parágrafo único. 198) yy Na seção (arts. 11. caput. § 3º) ƒƒ Remessa do acórdão à Comissão de Jurisprudência (art. e 148. e 371) Intimação ƒƒ Publicação yy De acórdão (art. 374 a 379) ƒƒ Afastamento por dois anos consecutivos para tratamento de saúde – exame para verificação de invalidez (art. 371. e 371) ƒƒ Recursos especial ou extraordinário em processo com matéria compendiada em súmula (art. 153) Sumário 170 . XXXII) Indulto (vide Graça. 86) ƒƒ Quorum para decisão pela incapacidade (art. 57. 154) ƒƒ Policial – arquivamento (art. VII. 21. 372. 148. 21. 186) yy De retificação de pauta (art. 21. 206) ƒƒ Quorum ƒƒ Prazo – contagem (art. 21. 155) INDICAÇÃO PARA COORDENAÇÃO DOS JEFS. 11. 62. § 4º) Invalidez ƒƒ Abertura de procedimento de verificação yy Deliberação (art. XIV) yy Determinação (art. 153) ƒƒ Advogado em tribuna (art. 46. 373) ƒƒ Redação do projeto de súmula (art. IX. § 1º) ƒƒ Afastamento (art. IV) ƒƒ Parte – manifestação sobre documento juntado pela parte contrária (art. da ESCOLA DE MAGISTRATURA E do GABINETE DA REVISTA (art. 157.Incidente de uniformização de jurisprudência invalidez ƒƒ Publicação do acórdão na Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (art. caput) Intervenção de terceiro ƒƒ Prazo para sustentação oral (art. 150) ƒƒ Infração praticada – competência para instauração (art. 23. § 2º) Indumentária ƒƒ Julgamento pela Corte Especial Administrativa (art. indulto e anistia) ƒƒ Curador – nomeação (arts. 198. 11. 152) ƒƒ Administrativo (art. 171. 88) yy Defesa (art. parágrafo único. e 153) ƒƒ Verificação de invalidez – requerimento pelo magistrado (art. seção ou turma (art. 29. VII e X) ƒƒ Competência do presidente (arts. 371. VII) ƒƒ Competência do corregedor regional (art. 37. 105) ƒƒ Notificação ao paciente (art.

138. 136) ƒƒ Participação em turmas (art. VIII) yy Competência para decretação (art. caput e § 6º) ƒƒ Aposentadoria (arts. 11. XII. 129 a 137) JUIZADO ESPECIAL FEDERAL yy Composição (art. 142 e 143) Suspeição (vide Impedimento e suspeição) ƒƒ Vitaliciedade (art. 11. XXI) ƒƒ Disponibilidade (arts. 137. 11. 135) ƒƒ Advertência e censura ƒƒ Nomeação – comissão examinadora (art. 133) ƒƒ Nomeação de juiz federal substituto (art. 141) yy Competência para ordenar instauração de processo administrativo (arts. parágrafo único) yy Aplicação (arts. XVII) ƒƒ Eleição para os TREs (arts. §§ 11 e 12) yy Competência (art. 138. e 148 a 156) juiz federal ƒƒ Acompanhar corregedor regional (art. 98) Sumário 171 . § 4º) ƒƒ Concurso público (arts. 11. 35. e 127) ƒƒ Escala de férias (arts. 138. 140 e 141) yy Competência (art. 21. 137. 139 e 143) yy Solicitação (art. e 129 a 136) ƒƒ Conflito de competência – processo e julgamento (art. VI. 139) ƒƒ Remoção e permuta yy Aceitação de inserção no final da lista de antiguidade (art. XXVIII. 11. III. IV) yy Proibição (art. § 4º) yy Por interesse público (arts. caput) yy Prazo (art. XVI. 21. 136) ƒƒ Antiguidade yy Assento de juiz convocado em sessão (art. XXV. 11. VI e XIV. I) ƒƒ Convocação (art. §1º) yy Competência para declaração (art. 142) yy Por mais de trinta dias (art. 147) yy Permuta ou remoção (art. 144 e 145) yy Apuração da falta (art. 137. 141. “b”) ƒƒ Convocação (arts. §§ 8º e 9º) yy Procedimentos (arts. XVII) yy Aquisição (art. 23. 24) ƒƒ Julgamento por crime comum e de responsabilidade (art. XXII) ƒƒ Justificação de conduta (art. XXVI) ƒƒ Punição (art. § 3º) ƒƒ Provimento do cargo (art. 10. VI. e 23. 138. 11. XIV) ƒƒ Posse (art. VII e XIV. V. 11. e 141. 21. § 1º) Juiz federal e juiz federal substituto ƒƒ Admissão no cargo de juiz federal substituto (art. § 6º) yy Sindicância (art. § 3º) yy Julgamento (art. § 6º) yy Quorum para julgamento (arts. 21. IV) yy Juiz federal substituto (art. e 141. 12. caput. 21. XLVII. 11. XXVIII e XXIX. 125) ƒƒ Jurisdição – prorrogação (art. 139) yy Aprovação (art.125. 11. 146) ƒƒ Perda do cargo (arts. 23. 65. e 143. § 2º) ƒƒ Promoção (art. 11. 129) yy Lista (art. XIII) yy Por menos de trinta dias (art. 11.Juiz federal JUIZADO ESPECIAL FEDERAL J ƒƒ Invalidez yy Verificação – processo e julgamento (arts. 24) ƒƒ Afastamento yy Por denúncia ou queixa-crime (art. 138. XIII) ƒƒ Indicação e nomeação (arts. e 142. 21. XV) yy Por interesse público (art. 11. 21. 124 e 125) ƒƒ Designação em regime especial de auxílio (art. I. 11.

21. 109. 12. I. III) ƒƒ Encaminhamento ao Poder Executivo – referência ao número de votos obtidos por candidatos e à ordem do escrutínio (art. IV) yy Correições ordinárias – acompanhamento (art. § 1º) ƒƒ Incompetência do Tribunal (art. parágrafo único. 175. 117. vice-presidente ou corregedor regional (art. § 2º) Litisconsorte ƒƒ Sustentação oral – prazo (art. 2º. 97) yy Horário de servidor (art. XIII) yy Afastamento por menos de trinta dias (art. 115) ƒƒ Do Tribunal (art. XXXIII. “e”. 116. 9º. e 109. parágrafo único) ƒƒ Citação (art. e 222) yy Ato do Tribunal (arts. V) ƒƒ Decisão durante o recesso e nos dias que o Tribunal determinar (art. XXXIX) LISTA DE ANTIGUIDADE ƒƒ Publicação (art. § 3º) yy Coordenação (art. 175. 21. § 5º) yy Para tratamento de saúde – exame de verificação da invalidez (art. II) yy Decisão em processo concluso anteriormente à licença (art. 109) yy Quorum na sessão (arts. 225. 116. e 222) ƒƒ Decisão em pedido de liminar durante o plantão (art. 99) yy Afastamento por mais de trinta dias (art. caput) yy Retorno ao cargo (art. 46. 116. 57. 224. § 1º) yy Não participação em eleição para presidente. §§ 2º e 3º) yy Substituição (art. 245. “d”. 18. § 5º) L Livramento condicional ƒƒ Decisão do pedido – competência (arts. 41) ƒƒ Competência (art. 117) ƒƒ Juiz federal e juiz federal substituto – competência para concessão Mandado de segurança – competência originária ƒƒ Agravo regimental – interposição (art. 1º) Jurisprudência (vide Incidente de uniformização de Jurisprudência) Justiça Federal de primeiro grau (vide Seção judiciária ƒƒ Procedimento (art. XXVI) JULGAMENTO Lista tríplice ƒƒ Prioridade no Tribunal (art. 11. 10. 351) Localização em sessão (vide Assento à Mesa de julgamento) Licença M ƒƒ Desembargador federal yy Concessão – competência (art. 155) yy Requerimento – contagem de tempo (art. III. 11. XIV) ƒƒ Servidor – assinatura do ato (art. 23.mandado de segurança JUIZADO ESPECIAL FEDERAL yy Coordenador – participação em julgamento (art. 21. §§ 2º e 3º) ƒƒ Competência para processar e julgar yy Ato de juiz federal (arts. caput) Sumário 172 . e 351) Liberdade provisória ƒƒ Competência (art. 100) yy Servidores – indicação (art. § 14) Jurisdição ƒƒ De desembargador federal (art. § 1º) ƒƒ Legitimidade para requerer (art. 101) yy Coordenação – substituição (art. 224.

§ 3º) yy Em exceção de suspeição e de impedimento (art. V) yy Em matéria penal (arts. e 411) ƒƒ Escola de Magistratura Federal (art. 18. “c”. § 1º) ƒƒ Presidente de turma (art.mandado de segurança Ministério Público federal ƒƒ Indeferimento liminar (art. 224. caput. § 2º) ƒƒ Presidente do Tribunal (art. 392) ƒƒ Indicação para o cargo de desembargador federal (arts. caput. 44 e 393) Sumário 173 . 12. 10. 318) yy Juízo de admissibilidade (art. 35. caput) yy Em revisão criminal (art. 377. caput) Mandato ƒƒ Conselho de Administração (art. 59. 273. “a”) ƒƒ Prazo para contestar ou recorrer (art. § 2º) yy Prazo para manifestação (art. I e II) ƒƒ Competência – julgamento (arts. 319) yy Prazo para interposição e para resposta (art. parágrafo único) yy Em matéria cível (arts. 285. I. 290 e 291) yy Em matéria trabalhista (art. e 391) ƒƒ Atuação no Tribunal (arts. 411) ƒƒ Membro do Conselho de Administração (art. parágrafo único) ƒƒ Redistribuição (arts. 225. 223. e 225. 108 e 109) ƒƒ Lista tríplice (art. 165) yy Prioridade (arts. caput) ƒƒ Petição inicial – requisitos e procedimentos (art. 18. caput) ƒƒ Vice-presidente (art. § 5º) Medida cautelar (arts. § 2º) yy Cópias necessárias à citação (art. 278. § 1º) ƒƒ Exame para verificação da cessação da periculosidade – requerimento (art. 384. 223) ƒƒ Prioridade (art. 226. 181. 390 a 394) ƒƒ Contestação e recurso yy prazo (art. II. 18. IV. 200. e 281. 227) Medida de segurança (art. “d”. 109) ƒƒ Nome na certidão do julgamento (art. 334. 341 a 343) ƒƒ Informações – prazo (art. § 2º. e 227) ƒƒ Prioridade no julgamento (art. III. § 2º) yy Em verificação da cessação da periculosidade (art. 350) Medida liminar (vide Mandado de segurança e Medida cautelar) Ministério Público federal ƒƒ Assento em sessão (arts. 225. parágrafo único) ƒƒ Preferência para julgamento (arts. 262) yy Em revisão da jurisprudência compendiada em súmula (art. 225. caput) MATÉRIA TRABALHISTA (arts. 16. 275. 294 e 295) ƒƒ Recurso (art. parágrafo único) ƒƒ Prevenção (art. e 222) ƒƒ Recurso ordinário yy Cabimento (art. 71. e 29. V e VI) ƒƒ Julgamento ƒƒ Prevenção (art. 365. 411) ƒƒ Corregedor regional (art. 350. 318. 355. 181. 294) ƒƒ Embargos infringentes ou de divergência (art. caput) ƒƒ Diretor da Revista (arts. I. 295) yy Em precatório (art. 43) ƒƒ Litisconsorte yy Citação (art. 225. 3º. 12. § 4º) ƒƒ Ministério Público Federal – prazo para emissão de parecer (art. caput. 165) ƒƒ Processo e julgamento – competência (arts. 63. I. 350) ƒƒ Feitos em que oficia e vista dos autos (art. 121 e 166) ƒƒ Suspensão liminar do ato impugnado (art. II) ƒƒ Parecer yy Em arguição de inconstitucionalidade (art.

4º. 125. XLIV) ƒƒ Suspensão de prazo (art. 3º. 186) ƒƒ Prazo para revisão e rubrica pelo desembargador federal (art. 133) Órgãos julgadores do Tribunal (vide Corte Especial. 169) Pena e sanção a servidor (vide Servidor) Sumário 174 . e 394. § 3º) Pauta de julgamento do Plenário e da Corte Especial (vide Plenário e Corte Especial) ƒƒ Prevalência sobre o teor do acórdão (art. 170) ƒƒ Não atendimento (art. 21. §§ 3º a 5º) Pena de advertência e censura a juiz federal e juiz federal substituto Notificação ƒƒ Competência (art. Plenário. 199) ƒƒ Revisão e assinatura (art. § 1º) Nulidade ou irregularidade sanáveis ƒƒ Procedimentos (arts. 11. 199. 8º. juiz federal e membro do Ministério Público Federal para o cargo de desembargador federal (vide Advogado. 175. 208) ƒƒ Impossibilidade de convocação (art. caput) yy Providências para elaboração (art. 378. 410) N Ordem dos Advogados do Brasil (art. 184 e 185) ƒƒ Encaminhamento via correio eletrônico (art. § 1º) ƒƒ Competência (art. 177.Ministério Público federal Pena e sanção a servidor O ƒƒ Suspensão de segurança e de execução de liminar – pedido (art. 2º. 194) ƒƒ Feitos que independem de pauta (art. § 1º) ƒƒ Organização (arts. 8º e 10. 144 a 147) (art. 187) ƒƒ Conteúdo (art. 199. 21. 199. § 1º) Pedido de vista pelo desembargador federal (vide Sessão) ƒƒ Registro de discussão (art. VIII) ƒƒ Formas (art. 199. III) ƒƒ Dispensa de juntada (art. 199. parágrafo único) ƒƒ Vista dos autos (art. 187. 321) ƒƒ Sustentação oral (arts. 46. § 2º) ƒƒ Acórdãos (art. caput) ƒƒ Inclusão (art. § 3º) ƒƒ Publicação (art. 392) Orçamento ƒƒ Crédito adicional (art. §§ 1º. § 7º) ƒƒ Conflito de competência – Prejudicado (art. 32. XLIV) MULTA EM FEITOS Ordem de prisão (art. XLIV) ƒƒ Proposta orçamentária Motivo de força maior yy Abertura de crédito adicional (art. 21. Seções Especializadas e Turmas Especializadas) P Nomeação e indicação ƒƒ De advogado. desembargador federal e Ministério Público federal) Parente e cônjuge de membro do Tribunal (vide Cônjuge e parente de membro do Tribunal) Pauta de julgamento Notas taquigráficas ƒƒ Dispensa (art.

X) ƒƒ Correição parcial (art. 38) yy Presidência (art. 179) ƒƒ Editais (art. 138) (ver também REMOÇÃO) Prazos (arts. XX. 180) ƒƒ Fazenda Pública – contestar e recorrer (art. §1º) yy Quorum (art. e 139) ƒƒ Afastamento de juiz federal e juiz federal substituto – inferior a trinta dias (art.Perda de cargo de juiz federal ou juiz federal substituto Prazos Perda de cargo de juiz federal ou juiz federal substituto (vide Juiz federal e juiz federal substituto) Perícia médica em magistrado ƒƒ Juiz federal substituto (arts. 107) ƒƒ Juiz federal – perda do cargo (art. vice-presidente e corregedor regional ƒƒ Invalidez (art. V. § 1º) PERMUTA (art. 55. 57 e 61) ƒƒ Sessão (art. 23. 406) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. §§ 2º e 10) ƒƒ Atos do processo – servidor (art. § 9º) ƒƒ Comissão de regimento – alteração na legislação (art. §§ 1º e 2º) ƒƒ Juiz federal – perda do cargo – processo administrativo (art. 151 e 152) Sumário 175 . 50. 141. 21. 21. 18. 183) ƒƒ Para outra Região – critérios (art. 138. 150. 11. 9º e 16) ƒƒ Composição (art. 2º. 126 e 127) ƒƒ Pauta de julgamento – prazo para divulgação (art. 60 e 61) ƒƒ Eleição de juízes para os TREs (arts. 21. 181) ƒƒ Presidência (arts. 116) ƒƒ Desembargador federal (arts. 2º. § 1º) ƒƒ Contagem (arts. XVI. IV) ƒƒ De uma para outra seção ou subseção judiciária (art. 110. 11. 55. e 136) ƒƒ Magistrado – invalidez – processo (arts. 182) ƒƒ Edital (art. 85 a 88) ƒƒ Competência (art. caput) ƒƒ Desembargador federal – posse (art. 34) yy Extraordinária – competência para convocação (art. 35. 138. 21. parágrafo único) ƒƒ Informações oficiais fora do prazo (art. § 4º) ƒƒ Diligências (art. substituições e convocações (art. 110. 21. 148 a 156) yy Data (art. § 1º. 148. V. 141. 269. § 2º. § 2º) ƒƒ Juiz federal – indicação pelo Tribunal – edital (art. XX. parágrafo único) yy Reservada (arts. § 8º) Posse ƒƒ Licenças. § 1º. 57. IV) yy Ordem dos trabalhos (art. 181. 19. XIV) ƒƒ Competência para decidir (art. e 136) ƒƒ Presidente. e 54) ƒƒ Decisões – número de votos (arts. § 2º) ƒƒ Correição parcial – prestação de informação (art. 177. 138. 270. caput) ƒƒ Desembargador federal – posse – prorrogação (art. 176 a 178) ƒƒ Condução de parte ou terceiro (art. 68 e 329) Polícia do Tribunal (arts. 208) ƒƒ Conversão do julgamento em diligência (arts. 138. § 4º) ƒƒ Atos do desembargador federal (art. 401) Plenário ƒƒ Concurso – provimento de juiz federal – validade (art. 176 a 183) ƒƒ Antiguidade (arts. § 2º. 134) ƒƒ Competência (arts.

§ 1º) ƒƒ Nome na certidão do julgamento (art. 181) Preliminares ƒƒ Julgamento (arts. 21. II) ƒƒ Nome na certidão do julgamento (art. 364. 67. caput) ƒƒ Funções em julgamento (art. 117. II) ƒƒ Ministério Público Federal – parecer (art. 368) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. 181. § 2º) ƒƒ Ordem de pagamento – competência (art. parágrafo único) ƒƒ Natureza alimentícia – débito (art. II) ƒƒ Depósito (art. “h”) ƒƒ Pagamento – controle do registro das comunicações (art. 3º. 27) ƒƒ Suspensão (art. 77. 9º. §§ 7º e 8º) ƒƒ Atribuição (art. 102. 364 a 369) ƒƒ Execução – competência (art. 3º. 138.Prazos Presidente de Turma ƒƒ Ministério Público Federal – contestar e recorrer (art. § 2º) ƒƒ Imóveis – aquisição (art. I) yy Conselho de Administração (art. 3º. § 2º) ƒƒ Presidente do Tribunal – vacância (art. 143. 55 e 57) ƒƒ Seção (art. III) yy De Regimento (art. 35. 117. 138. 3º. 181. 2º. § 2º) ƒƒ Remoção – suspensão (art. 177) ƒƒ Não especificados em lei processual – competência para fixação (art. parágrafo único) ƒƒ Comissão de Promoção – composição (art. 28) ƒƒ Imposto de renda – dedução (art. caput) ƒƒ Presidência pelo presidente do Tribunal (art. § 2º) ƒƒ Plenário (arts. §§ 3º e 4º) ƒƒ Substituição (art. 16. caput) Presidente de Turma (art.77. 181. 21) Presidente de Seção (art. 178) ƒƒ Remoção – assumir o cargo (art. 361. 77. 196) ƒƒ Presidente das seções e turmas – (art. 365. 367. 71) ƒƒ Nota taquigráfica – revisão pelo desembargador federal (art. 177) ƒƒ Vice-presidente ou corregedor regional – vacância (art. 20) Precatório (arts. § 1º) ƒƒ Substituição (art. 3º. caput e § 1º) ƒƒ Prorrogação (art. 367. § 2º) PRESIDENTE ƒƒ Atribuição (art. 365. 50 e 51) Presidência ƒƒ Comissões permanentes yy De Acervo Jurídico (art. §§ 2º e 3º) ƒƒ Mandato – prazo (art. 367. 19. § 2º) ƒƒ Turma (art. 3º. 102) ƒƒ Registro das comunicações para fim de pagamento (art. 200. 200. I e II) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. 367. parágrafo único) ƒƒ Motivo de força maior – obstáculo judicial (art. 361. 77. § 1º) ƒƒ Execução – competência (art. § 2º) ƒƒ Atribuição (art. I. XXXI. II) yy De Promoção (art. 77. caput) ƒƒ Cessão de créditos (art. III) Sumário 176 . IV) yy De Jurisprudência (art. I e II) ƒƒ Atualização de valores (art. § 2º) ƒƒ Expedição – competência (art. §2º) ƒƒ Remoção – pedido (art.

§ 4º) ƒƒ De qualidade (art. 158) ƒƒ Custas (arts. 9º. 71) yy Corte Especial (art. XXVII) Proposta orçamentária (vide Orçamento) ƒƒ Prevalência (art. 48. 40) ƒƒ Sobrestamento – proposta de revisão de súmula (art. caput) ƒƒ Precatório – transferência ao juízo de origem (art. § 4º) Provas ƒƒ Sessão do Plenário e da Corte Especial (arts. 210) ƒƒ Verificação de invalidez (art. § 1º) ƒƒ Classificação dos feitos e classes (art. XI. 41 a 43) ƒƒ Questão jurídica – julgamento (art. organismo internacional. 35) ƒƒ Administrativo yy Autos suplementares (art. 405. II. parágrafo único) PROCESSO EM PAUTA ƒƒ Substituição (art. 136) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. 205) Sumário 177 . § 2º) yy Plenário (art. 2º. § 3º) Procurador Regional da República (vide Ministério Público federal – Atuação no Tribunal) ƒƒ Vacância do cargo (arts. 21. I) ƒƒ Preferência (art. 61) ƒƒ De desempate (arts. 405. 61. 117. 3º. mandato e posse (arts. 204. 27. IV) ƒƒ Turma ou seção (art. caput) ƒƒ Presidência ƒƒ Feitos conexos (art. 183. 157. 18) ƒƒ Anotação (arts. 159 e 405. 4º) ƒƒ Termo de conclusão (art. § 2º) Prevenção ƒƒ Da turma (art. 48. 361. caput e § 5º) ƒƒ Atribuição (art. 21. 21) ƒƒ Eleição – competência. § 3º) yy Distribuição (art. parágrafo único. e 18) ƒƒ Execução – competência (art. Estados. 39) ƒƒ Judicial yy Cor da capa (art. § 2º) yy Pedido de vista (art. 3º. 165) ƒƒ Documentos emanados de Estado estrangeiro. 21. 21. XI) PROMOÇÃO DE JUÍZES ƒƒ Comunicação à Cojef (art. § 2º) yy Recusa – prazo (art. 38. 15) ƒƒ Do relator e do órgão julgador (art. 162 a 166) ƒƒ Posse de juiz federal substituto (art. Municípios – prova de fidelidade (art. 153) ƒƒ Devolução de documentos juntados “por linha” (art. 2º. 160 e 161) ƒƒ Distribuição (arts. e 62. § 1º) yy Conselho de Administração (art. 377. § 3º) ƒƒ Ordem de julgamento (arts. parágrafo único) ƒƒ Registro de feitos (art. § 4º) PROCESSO DISCIPLINAR ƒƒ Conselho de Administração (art. 21. caput e § 1º. 38. 19 e 20) ƒƒ Voto do presidente do Tribunal (art. I. I) ƒƒ Nomeação de juiz federal substituto (art. § 6º) yy Cor da capa (art. 61. 405.Presidente do Tribunal Provas Presidente do Tribunal Processo ƒƒ Assento em sessão (art. XLI) PROCESSO EM MESA (art. 4º. § 1º) PROCESSO DIGITAL yy Recusa (art. XI. e 61) ƒƒ Depoimento (art. 136) ƒƒ Posse (art. parágrafo único) ƒƒ Retorno à turma (art. 58. 367. 181.

109. § 2º) yy Para julgamento de matéria constitucional. 377. 249. 355. 18. § 3º) yy Magistrado – incapacidade (art. § 3º) ƒƒ Esclarecimentos (art. 154) yy Magistrado – pena (art. 371. 380) ƒƒ Pautas – prazo (art. 186) ƒƒ Prazo – contagem (arts. 205) PROVIMENTO ƒƒ Elaboração ad referendum – Conselho de Administração (art. 203) QUORUM ƒƒ Dois terços yy Conselho de Administração – reunião (art. 78) yy Plenário e Corte Especial – reunião (art. 207) ƒƒ Intimação – manifestação sobre documento juntado (art. ação penal originária. 402) yy Regimento interno – parecer nas emendas subscritas (art. caput) yyPresidente – eleição (art. 57. 171. 125) yy Denúncia – recebimento ou não (art. 23. parágrafo único) yy Súmula – alteração e cancelamento – Corte Especial (art. caput) yy Eleição – presidente. VI) yy Julgamento – uniformização de jurisprudência (art. 176 a 183) ƒƒ Retificação (art. § 4º) yy Julgamento – seção (art. § 2º) Provimento de cargo de juiz federal substituto (vide Concurso público – juiz federal substituto) Provimentos. 147) yy Plenário – criação de comissões temporárias (art. 408) ƒƒ Maioria absoluta Publicação ƒƒ Acórdão yy Ementas (arts. perda do cargo de magistrado. 198) yy Uniformização de jurisprudência (arts. vice-presidente e corregedor regional (art. 256. § 2º) yy Inconstitucionalidade do preceito ou ato impugnados – proclamação (art. I) yy Corte Especial – uniformização de jurisprudência (art. 375) Q Querelante (arts. eleição dos titulares de sua direção e elaboração de listas tríplices (art. 201) ƒƒ Expediente de cada processo (art.QUORUM Provas ƒƒ Documentos públicos – prazo para a parte instruir as alegações (art. § 6º) yy Magistrado – punição (art. 75) yy Corte Especial – sessão de julgamento (art. 256. 400. § 2º) yy Juiz federal substituto – perda de cargo (art. 18. uniformização de jurisprudência. 57. 204) ƒƒ Proposição. sumulação de jurisprudência uniforme. § 4º) yy Regimento interno – emendas – aprovação (art. 137. 21. § 2º) 178 . resoluções e atos dos antigos CJF e TFR (art. 371. § 4º) ƒƒ Súmula (art. caput) yy Lista tríplice (art. 202) ƒƒ Requisição de documentos públicos (art. admissão e produção – regra geral (art. 370 e 371) ƒƒ Dados estatísticos (art. 171) ƒƒ Jurisprudência (art. 203) ƒƒ Transcrição de textos – fidelidade (art. 250 e 258) Sumário yy Convocação de juiz federal para substituição e auxílio – aprovação (art. 381 e 382) yy Intimação das partes (art. alteração ou cancelamento de enunciado de súmula. 141. XXV) yy Convocação de juiz federal para atuar provisoriamente no Tribunal (art. 206) ƒƒ Juntada de documentos (art.

XXXIII. 262. § 2º) ƒƒ Petição – conteúdo (art. 21. 165) Sumário yy Para contrarrazões (art. §§ 4º a 9º) ƒƒ Incidentes suscitados (art. 295) Recurso em sentido estrito (arts. 313) ƒƒ Reclamação (art. 284 a 293) ƒƒ Documentos juntados “por linha” – devolução (art. 294 e 295) ƒƒ Ministério Público – parecer e prazo (art. § 1º) yy Para interposição (art. XI) R ƒƒ Revisão (art. 109. § 6º) yy Lista tríplice – votação aberta e fundamentada (art. 312. 204. 315 a 317) Recurso em matéria trabalhista (arts. 62. 9º e 10) yy Votos divididos em mais de duas interpretações (art. 204) ƒƒ Negação de seguimento – competência (art. disponibilidade ou aposentadoria de juiz federal por interesse público (art. 313) 179 . 211 a 221) ƒƒ Para o STJ (arts. § 3º) yy Súmula – julgamento (art. 314) ƒƒ Inadmissão de RE e REsp ou de apenas um – agravo (art. 374. 273 a 283) ƒƒ Criminal (arts. § 6º) yy Revisão criminal – voto de desempate (art. 29. 313. 11. XXIII) ƒƒ Juntada de documentos (art. “b”) ƒƒ Competência (art. 21.QUORUM Recurso especial yy Remoção. 291. parágrafo único) ƒƒ Cível (arts. 142) yy Seção – reunião (art. “g”) ƒƒ Juízo de admissibilidade – prazo (art. 21. caput) yy Súmula – alteração e cancelamento (art. III) Recurso (Ver também RECURSO ESPECÍFICO) ƒƒ Contra decisão interlocutória (art. XXII) ƒƒ Divergência de interpretação de lei federal (art. caput e I a III) ƒƒ Prazo ƒƒ Prevenção (art. 313. §§ 1º. 314. “f” e “g”) ƒƒ Requerimento (art. XXIV) ƒƒ Prejudicado – competência para julgamento (art. § 2º) ƒƒ Efeito suspensivo – competência (art. 30) ƒƒ Revisor – inexistência (art. 294 e 295) Recurso das decisões dos órgãos do Tribunal (art. XXXIII. 313. 21. 22. 377. 309. § 3º) ƒƒ Agravo de instrumento – hipótese de remessa (art. 371. 312. 286. 338) ƒƒ Competência por delegação (art. § 1º) ƒƒ Votação yy Apelação criminal – voto de desempate (art. 2º e 3º) yy Vaga de merecimento – lista tríplice (art. XII) yy Embargos infringentes e de nulidade – voto de desempate (art. 29. § 4º) yy Voto de desempate – presidente (art. 284 e 285) Recurso especial ƒƒ Admissão simultânea de RE e REsp (art. parágrafo único) ƒƒ Competência originária (arts. 109. § 1º) yy Convocação de juízes federais – secreta (art. 29. §§ 1º. 30. §§ 1º e 2º) ƒƒ Trabalhista (arts. 296) (ver também recurso específico) Recurso de Habeas corpus ƒƒ Autuação e distribuição (art. 312. §§ 4º a 9º) Reabilitação ƒƒ Cabimento (art. XXXIII.

312) ƒƒ Antecipação dos efeitos da tutela em ação de competência originária (art. 29. 29. XVIII) ƒƒ Competência (art. 21. 312. e 139) ƒƒ Competência (art. 312) ƒƒ Prazo ƒƒ Autos suplementares de processo administrativo (art. 294 e 295) ƒƒ Inquérito policial – arquivamento (art. XXI) yy Para contrarrazõses (art. § 3º) ƒƒ Acórdão yy Inexatidão material e erro de escrita ou cálculo – correção (art. VIII) ƒƒ Em matéria trabalhista (arts. 178) Redistribuição (vide Distribuição – Redistribuição) ƒƒ Prevenção (art. 22. 157) Recurso extraordinário Relator ƒƒ Admissão simultânea de RE e REsp (art. § 3º. § 3º) Registro (art. 361. e 313. 312. e 118) ƒƒ Confirmação de sentença pelo relator (art. 21. § 8º) ƒƒ Competência (art. 29. parágrafo único) ƒƒ Prazos yy Não especificados em lei (art. §§ 2º e 3º. 312. § 4º) ƒƒ Agravo de instrumento – hipóteses de remessa (art. 138. 312. III) yy Para interposição (art. III) ƒƒ Contra decisão interlocutória (art. V) Remessa ex officio (arts. XLIII) REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR OU PRIVADA Remoção ƒƒ Antiguidade (arts. § 2º) Recurso ordinário ƒƒ Em habeas corpus (arts. § 2º. 29. 29. 48. 312) ƒƒ Informar sobre habeas corpus – feito não julgado (art. §§ 4º a 9º) ƒƒ Cabimento (art. 138. 312. § 2º. 195. 181) yy Prorrogação mediante pedido conjunto das partes (art. §§ 4º a 9º) ƒƒ Petição – conteúdo (art. 196 e 199. § 6º) ƒƒ Competência (arts. 29 e 358) ƒƒ Condução forçada de parte ou terceiro (art. XXXIII. XI. 315 a 317) ƒƒ Impugnação ao valor da causa (art.Recurso especial Remoção ƒƒ Remessa ao STJ (arts. 29. 29. 9º. “f” e “g”) ƒƒ Competência por delegação (art. § 2º) yy Lavratura (arts. 29. XIII) RECURSOS – JULGAMENTO ƒƒ Comunicação via correio eletrônico (art. XVI) ƒƒ Em mandado de segurança (arts. 312. XVII) Relatório de atividades (art. 208) ƒƒ Conflito de competência (art. XXVII) ƒƒ Remessa ao STF (art. 170. IV e VI) Regimento interno da Corregedoria regional ƒƒ Comunicação à Cojef (art. XXVII) ƒƒ Competência para aprovação (art. 11. 318 e 319) ƒƒ Inclusão em pauta (art. 312. 29. § 9º) ƒƒ Inadmissão de RE e REsp ou de apenas um – agravo (art. 165) Reexame necessário ƒƒ Substituição (arts. § 9º) Sumário 180 . 21. 278 e 279) ƒƒ De uma para outra Região – requisitos (art. 199. 8º. 49. § 1º) ƒƒ Execução (art.

I. §§ 1º e 2º) ƒƒ Publicação especial (art. e 261) ƒƒ Falecimento do revisionando (art. e 259) Salvo-conduto (vide Habeas corpus) ƒƒ Distribuição (arts. e 385 a 389) ƒƒ Prazo para incluir o feito em pauta (art. 12. II) Revisor ƒƒ Nova remoção – prazo (art. § 3º) ƒƒ Impossibilidade (art. 74. III. 23 a 26) ƒƒ Petição (arts. §§ 2º e 3º. § 5º) ƒƒ Revisão (art. § 1º) ƒƒ Ações sujeitas a revisão (art. § 5º) Repositórios ƒƒ Inscrição ƒƒ Ações não sujeitas a revisão (art. 261. § 3º) ƒƒ Autos originais – apensamento (art. §§ 1º e 3º) ƒƒ Uniformização de jurisprudência – publicação (art. 259 a 264) ƒƒ Agravo regimental – cabimento (art. 74. 142) ƒƒ Vedação de remoção para juiz federal substituto não vitalício (art. II. e 17. § 2º) ƒƒ Identificação (arts. 372) S ƒƒ Competência para processar e julgar (arts. III) Revisão criminal (arts. § 4º) yy Indeferimento (art. 261. 166. § 4º) ƒƒ Por motivo de interesse público (arts. 69) ƒƒ Conteúdo (art. 263) Seção judiciária ƒƒ Ministério Público Federal – prazo para parecer (art. § 2º) yy Instrução do processo (art. 21. 30. 30. e 103) Revista do Tribunal Restauração de autos desaparecidos (arts. 49. parágrafo único) yy Deferimento (art. 10. 385 e 386) yy Registro (art. 262) ƒƒ De uma para outra vara da mesma ou de outra seção ou subseção da Região (art. 138. 260 e 261. 344 a 348) REUNIÃO RESERVADA (art. IX. II) Requisição de pagamento (vide Precatório) ƒƒ Prazo para o visto (art. caput) yy Habilitação – procedimentos (arts. 389) ƒƒ Dispensa (art. 138) ƒƒ Relator – sorteio (art. III) Sumário 181 . V) Revisão de jurisprudência sumulada ƒƒ Competência (arts. 387. §§ 6º a 8º) ƒƒ Ação penal originária (art.Remoção Seção judiciária ƒƒ De uma para outra seção judiciária (art. 30. parágrafo único) ƒƒ Inclusão em pauta (art. 182. 32. 380. 31 e 67. 387. § 3º) ƒƒ Entre varas da mesma seção – precedência (art. 30. 261. 166. 262) ƒƒ Corregedor regional – competência (arts. 14. II e parágrafo único) Resolução ƒƒ Substituição (arts. III) ƒƒ Publicação da jurisprudência do Tribunal (arts. § 4º) ƒƒ Organização – competência (art. e 384) ƒƒ Jurisprudência – divulgação (art. e 196) ƒƒ Atribuições (art. 138. 182. I a V) ƒƒ Acórdão – lavratura (arts. 138. IV. 383) ƒƒ Diretor – escolha. 138. 255. 138. 33 e 119) ƒƒ Competência (arts. mandato e vacância do cargo (arts. IX. 380. § 3º. 32) yy Cancelamento (art. 383.

62. § 1º) yy Execução (art. 23. 17. “d”) yy Para processar e julgar (art. 64) yy Ordem dos trabalhos (art. 165) ƒƒ Sessão (art. 74) yy Mandato (art. § 1º. 68 e 329. XXXIII. I. 361. “e”. 296. 105) Sequestro ƒƒ Ordenação – competência (art. 12. 14. 23. I. 12. e 329. II) yy Habeas data (art. 12. caput) Servidor ƒƒ Presidência ƒƒ Ato de provimento e vacância – competência para assinatura (art. 12. XIII) ƒƒ Conversão do julgamento em diligência (art. I. 102) ƒƒ Diretor-geral – competência (art. II) yy Remessa de feitos à Corte Especial (arts. parágrafo único. 16) yy Conflito de competência entre seções (arts. VI) Elaboração de instruções e orientações (art. 181. parágrafo único) ƒƒ Pagamento de precatórios – comunicações (art. 17 e 374. 90 a 105) (ver também Secretaria do Tribunal. 103) ƒƒ Nomeação de parente ou cônjuge de membro do Tribunal – vedação (art. § 3º. III. 12) yy Questão incidente (art. 21. 8º) yy Comum aos órgãos julgadores (art. I. 12. 62) yy Agravo regimental – empate (art. 363) yy Incidente de uniformização de jurisprudência (art. I) ƒƒ Competência yy Ações rescisórias (art. I. “b”. §§ 1º e 2º) ƒƒ Vestuário adequado em sessão (art. “i”) Serviços administrativos (arts. e 377. 54) Funcionamento – regulamentação (art. 62 e 63. 12. 3º. I. 62. “a”) yy Embargos infringentes em ação rescisória (art. 12. “c”) yy Mandado de segurança (art. I. Gabinete da Presidência e Gabinete de Desembargador Federal) serviços forenses de primeiro grau Conselho de administração – recebimento de propostas (art. VI) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. 38) yy Presidência (arts. parágrafo único) yy Reservada (arts. 63) yy Quorum (arts. 374. e 346) yy Revisão criminal (arts. 12. “e”) yy Exceção de suspeição (arts. II. 208) Escala de férias – aprovação (art. 103. e 117. VII) ƒƒ Condução de parte ou terceiro (art. 16. e 240) yy Embargos infringentes e de divergência em matéria trabalhista (art. 23. 259 e 260) yy Revisão da jurisprudência assentada em súmula (arts. “d”) yy Incidente de execução – apreciação (art. II) Seções especializadas ƒƒ Arguição de inconstitucionalidade – não apreciação pela Corte Especial (art. “h”. orientação e controle administrativo-financeiro (art. 37. 12. e 377. I. 35. I. 12. 102. § 4º) yy Restauração de autos desaparecidos (arts. caput. § 3º) ƒƒ Composição (art. 21. 23. 104) ƒƒ Organização (art. 12. § 2º) yy Súmula de jurisprudência (arts. XXXVII) Sumário 182 . § 1º) yy Substituição (art. § 2º) yy Na sessão (art. “f”) yy Áreas de especialização (art. “g”) yy Recursos admissíveis (art. §§ 1º e 2º) yy Pelo presidente do Tribunal (art. I. 117. 3º) ƒƒ Prevenção (art. II) yy Prioridade no julgamento (art. caput) Secretaria do Tribunal ƒƒ Atribuições (art. I.Servidor Seção judiciária ƒƒ Normas.

Servidor Sindicância ƒƒ Ato processual – autenticação (art. 183) ƒƒ Promoção – análise e aprovação de critérios (art. § 1º. caput) ƒƒ Pedido de vista ou esclarecimentos pelo desembargador federal – oportunidade e prazo para restituição de autos (arts. V) ƒƒ Suspensão de julgamento – questão nova (art. II) yy Homenagens (art. caput) ƒƒ Solene – finalidade e regulamento (arts. e 96. § 6º) ƒƒ Assento – ordem (arts. § 1º) ƒƒ Sustentação oral (arts. 55. § 1º. 93. 48 a 52) Sessão de Turma (vide Turmas Especializadas) ƒƒ Ordem dos trabalhos (arts. e 103. § 5º) ƒƒ Autos suplementares de processo administrativo – formação (art. e 329) ƒƒ De gabinete – indicação e horário (arts. 39 e 40) ƒƒ Ato processual – prazo (art. XXXIX) ƒƒ Prazo para atos processuais (art. 74. 35 e 112) ƒƒ Pedido de vista – prazo (art. § 2º. VI. §§ 1º e 2º. 37. e 24) Sumário 183 . 256. 93. e 105) Sessão de Seção (vide Seções Especializadas) ƒƒ Julgamento – procedimentos e prioridades (arts. 55. 55. 37. e 44) Sessão administrativa e em conselho ƒƒ Apanhamento – taquigrafia (art. parágrafo único) ƒƒ Reservada (arts. 48. 34 e 36. 26. e 407) yy Comemoração (art. e 44 a 46) ƒƒ Voto de desempate (art. 23. § 2º. V. 47. 37. III. 38 e 41) ƒƒ Ordinária – dia e horário (arts. § 1º. 21. V) yy Celebração (art. § 1º) Sindicância ƒƒ Presidência – substituição (art. 68. II) ƒƒ Primeiro grau – competência (arts. caput e § 4º) ƒƒ Processos conexos ou sobre mesma questão jurídica (arts. 93. IV) yy Posse a juízes federais substitutos (art. 37. 34 e 36. 47. IX. 103. 47) ƒƒ Horário (arts. caput. 36 e 53) Sessão da Corte Especial (vide Corte Especial) ƒƒ Indumentária (arts. parágrafo único) ƒƒ Posse – competência (art. 48. 68 a 70) ƒƒ Fala de desembargadores federais (art. 50 e 51) Sessão solene (vide Sessão) ƒƒ Presidência pelo presidente do Tribunal (art. § 5º) ƒƒ Extraordinária – convocação e duração (arts. § 2º. III) ƒƒ Nomeação de parente ou cônjuge de membro do Tribunal em atividade – vedação (arts. 167. e 48) Sessão do Conselho (vide Sessão administrativa e em conselho) Sessão do Plenário (vide Plenário) Sessão extraordinária (vide Sessão) Sessão reservada (vide Sessão) ƒƒ Preliminares – julgamento (arts. 35. parágrafo único. 55. 47. 183) ƒƒ Reservada – critérios (arts. VIII. 117. 55 e 56) yy Posse aos desembargadores federais e titulares (art. 55. 62. caput) ƒƒ Da Corregedoria Regional – horário (art. I) ƒƒ Função comissionada – vedação (arts. § 4º) Sessão ƒƒ Advogado – atuação em tribuna (arts.

378) Suspensão da execução de sentença ƒƒ Dispensa de acórdão e notas taquigráficas (art. e 379. 45) ƒƒ Ministério Público Federal como fiscal da lei (art. e 321. § 1º. 374. 322) ƒƒ Criação (art. 378) ƒƒ Revisão (arts. 379) ƒƒ Ação penal privada – Ministério Público Federal e querelante (art. § 1º) ƒƒ Proposta de revisão (art. § 2º. 321. e 44) ƒƒ Remessa do feito ƒƒ Duração (arts. 46 e 249. § 3º. § 3º) yy Por desembargador federal (arts. IV) ƒƒ Questão jurídica relevante – remessa do feito à seção ou à Corte Especial (art. 378. caput) Sustentação oral ƒƒ Ação penal e corréus (art. 377. e 378) yy À seção (art. 118) ƒƒ Competência (art. 374. § 3º) ƒƒ Relator – casos diversos (art. 62 e 371) ƒƒ Advogado (arts. § 2º) ƒƒ Competência (arts. XXXIII. 383. § 3º) ƒƒ Retomada do julgamento – prioridade (art. 379) ƒƒ Divulgação (art. “c”. 47. 322) ƒƒ Projeto de súmula (arts. § 3º) yy Em mandado de segurança (art. 373. § 4º) ƒƒ Prevenção de divergência entre as turmas (art. § 1º) ƒƒ Inclusão de enunciado – art. § 4º. II) ƒƒ Em mandado de segurança (art. XXXIII. e 377) ƒƒ Inexistência (art. e 377. 321) Súmula ƒƒ Na ação civil pública (art. 377. 124) ƒƒ Agravo (arts. 46. e 378. 21. 322. caput) yy Pela Comissão de Jurisprudência (art. 321.Substituição de desembargador federal Sustentação oral Substituição de desembargador federal Suspeição (vide Impedimento e suspeição) ƒƒ Ausências ou impedimentos eventuais ou temporários (art. “c”) ƒƒ Dispensa de referência (art. 321) Suspensão de julgamento em sessão ƒƒ Pedido de vista (art. 375. 47. 117) Suspensão da execução de medida liminar ƒƒ Convocação de juiz federal (art. 63 da Lei 5. § 2º) ƒƒ Questão nova surgida (art. “c”) ƒƒ Revisor (art. 21. 378. 256. 321. e 374) Suspensão de segurança ƒƒ Agravo regimental ƒƒ Jurisprudência uniforme das turmas – competência (art. 37. 321. caput. §§ 9º e 10) ƒƒ Publicação (arts. §§ 1º e 2º. 46. 119) ƒƒ Em mandado de segurança (art. 379) yy Em ação civil pública (art. II) ƒƒ Numeração (arts. § 8º) ƒƒ Quorum (arts. caput) ƒƒ Na ação civil pública (art. 371. 394. 57. 370. § 3º. XXXIII. parágrafo único) Sumário 184 . § 1º) ƒƒ Competência (art. 376) ƒƒ Divergência entre as turmas – prevenção (art. 12. § 1º) yy À Corte Especial (arts. 375 e 383. § 3º) ƒƒ Oitiva do impetrante e do Ministério Público Federal – prazo (art. II e § 1º. § 1º) ƒƒ Proposta de elaboração ƒƒ Requerimento – legitimidade (art.010/1966 (art. 21. e 322. 52) ƒƒ Jurisprudência firmada (arts. II) ƒƒ Ação penal originária – ordem e duração (art.

65 e 67. 383. III) ƒƒ No julgamento (art. “d”. parágrafo ƒƒ Jurisdição (art. 66) yy Agravo (art. 54) 13. §§ 7º e 8º. III) ƒƒ Encaminhamento ao Conselho da Justiça Federal (art. III. e 334) T yy Execução (art. § 1º. 17. 2º) yy Mandato (art. parágrafo único. III) Turmas especializadas ƒƒ Arguição de inconstitucionalidade (arts. 38) yy Prioridade no julgamento (art. I. 92 e 96. 17. § 2º) ƒƒ Composição (art. XVI. 361. § 1º) ƒƒ Presidente ƒƒ Voto secreto (art. 208) yy Quorum (arts. § 1º) yy Conversão do julgamento em diligência ƒƒ Preferência – advogado (art. 296. 126 e 128) ƒƒ Prazos não especificados em lei processual – fixação (art. XXIII. 1º) yy Funções no julgamento (art. “e”. e 249. 1º) único) ƒƒ Órgãos de julgamento (art. caput) yy Reservada (arts. 44) yy Embargos de declaração (art. § 2º) ƒƒ Plantão (art. II) yy Habeas corpus (arts. 67. § 1º) ƒƒ Coordenadoria – indicação (art.Sustentação oral Turmas especializadas ƒƒ Ordem e duração (arts. 15) ƒƒ Sessão (art. caput. 45. (art. 21. I. I. 329. 16. e 363. “a”) yy Arguição de falsidade (art. 34) ƒƒ Competência yy Ordem dos trabalhos (art. 11. e 211) Taquigrafia yy Impedimento de juiz federal (art. XLV) yy Remessa de feitos à seção ou à Corte Especial (arts. 3º. yy Questão relevante (art. I. 77. 46. XXXIV) ƒƒ Juiz convocado – participação (art. 37. “b”) ƒƒ Vedação (art. caput) yy Exceção de suspeição e impedimento (arts. 68 e 329) Sumário 185 . caput) ƒƒ Inelegibilidade (art. I. III) ƒƒ Auxílio a gabinetes (arts. 47. 35. 65. § 2º. 377. § 1º e 2º) yy Substituição (arts. 3º. 13. e 356. II) Tomada de contas yy Recurso de decisão do Tribunal (art. parágrafo único) ƒƒ Eleição de membros (arts. 181. I. 45. 13. 21. 21. 126. 16. 16. 28) Tribunal Regional Federal da 1ª Região yy Composição da Comissão de Promoção (art. XVI) yy Competência (art. caput) ƒƒ Prevenção (art. 378 e 379) Trabalhos doutrinários ƒƒ Publicação na Revista do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (art. 14. parágrafo único) yy Incidente de execução (arts. § 5º) yy Recurso de decisão em primeiro grau (art. e 346) ƒƒ Composição (art. 175. § 2º. e 117. e 114) TribunaL RegionaL EleitoraL yy Restauração de autos desaparecidos (arts. I. III) 13. 16. “c”) yy Condução de parte ou terceiro (art. 11. 17. 16. III) Traje (vide Indumentária) Transferência de desembargador federal (arts.

posse e promoção (art. III) ƒƒ Substituição ao presidente (art. 19) ƒƒ Vice-presidente do Tribunal (art. 18) ƒƒ Relator e revisor (art. 384. 11. § 1º) ƒƒ Competência para declaração (art. IV) ƒƒ Competência (art. 137. 48) ƒƒ Partes (art. 22) ƒƒ Conselho de Administração (art. II. 11. 23. 11. XVII) ƒƒ Aquisição (art. 117. 11. XVII) VOTAÇÃO SECRETA ƒƒ Convocação de juízes federais (art. § 2º) ƒƒ Retorno à turma após deixar o cargo (art. § 2º) ƒƒ Presidente do Tribunal (art. 9º. caput) ƒƒ Vacância do cargo de presidente (art. 3º. 21. I) ƒƒ Vacância do cargo (art. 19) Vista dos autos ƒƒ Ministério Público Federal (art. 22. 20. § 4º.Uniformização de jurisprudência VOTAÇÃO SECRETA U ƒƒ No julgamento (art. 18) ƒƒ Recursos especial e extraordinário – juízo de admissibilidade (art. e 18) ƒƒ Posse (art. 22. 173) Uniformização de jurisprudência (vide Incidente de uniformização de jurisprudência) V Vitaliciedade (art. XVI) Vacância ƒƒ Ato de provimento de cargo. 71) ƒƒ Eleição (arts.11. 350) Vestes talares (vide Indumentária) Vice-presidente ƒƒ Comissão examinadora de concurso – presidente (art. 11. III) ƒƒ Reeleição – vedação (art. XVI) ƒƒ Diretor da Revista (art. XXXIX) ƒƒ Para composição dos outros TREs (art. 20) Varas federais ƒƒ Especialização – competência (art. XII) ƒƒ Para composição do TRE-DF (art. 392) Sumário 186 . XI) Verificação da cessação da periculosidade (art.

Informações sobre a publicação Formato: 158 x 215 mm Mancha: 123 x 175 mm Tipologia: Myriad Pro. Corbel Regular. Trajan Pro Regular e Wingdings Regular Papel: AP 75g/m2 (miolo) e AP 240g/m2 com laminação BOPP (capa) Tiragem: 2 mil exemplares Impressão: novembro de 2010 Sumário 187 .

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