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E-mail: editoratheneu@netsite.com.br de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
Belo Horizonte - Rua Domingos Vieira, 319 - Con}. 1./04 Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nutricional, EMTN HC-FMUSP

PLANEJAMENTO GRAFICO/CAPA: Equipe Atheneu ANA CRISTINA OLIVEIRA DE SOUZA

Enfermeira Chefe da Unidade de Clínica Cirúrgica do Aparelho


Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Digestivo do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Waitzberg, D.L., Dias, M.C.G. Nutricional, EMTN HC-FMUSP
Guia básico de terapia nutricional - Manual de boas práticas
/ coordenadores Dan L. Waitzberg, Maria Carolina Gonçalves
Dias. - São Paulo: Editora Atheneu, 2005. DAN L. WAITZBERG

Médico Associado da Disciplina de Cirurgia do Departamento de


Bibliografia
Gastroenterologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da
I. Dieta na doença 2. Dietoterapia 3. Nutrição L Waitzberg, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
Dan L. lI. Dias, Maria Carolina Gonçalves. TIl. Título. Coordenador Clínico da Equipe Multiprofissional de Terapia
CDD-615.854
Nutricional, EMTN HC-FMUSP
05-4034 NLM-WB 400
DENISE EVAZIAN

Nutricionista Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de


Índice para catálogo sistemático Nutrição e Dietética do Instituto Central do Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
1. Dietoterapia 615.854
2. Terapia nutricional 615.854
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nutricional, EMTN HC-FMUSP

MÁRCIA LÚCIA DE MÁRIo MARIN

Farmacêutica Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de


WAITZBERG, D.L., DIAS, M.c.G.
Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade
Guia Básico de Terapia Nutricional - Manual de Boas Práticas
de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
© Direitos reservados à ED/TORA ATHENEU - São Pau/o, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Belo Horizonte, 2005
Nutricional, EMTN HC-FMUSP
MARIA CAROLINA GONÇALVES DIAS

Nutricionista Diretora Técnica do Serviço de Atendimento Ambulatorial da


Dedicatória
Divisão de Nutrição e Dietética do Instituto Central do Hospital das Clinicas
da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.
Coordenadora Administrativa da Equipe Multiprofissional
de Terapia Nutricional, EMTN HC-FMUSP

MARIA EMÍLIA L. F. CRUZ

Enfermeira Chefe da Unidade de Clínica Cirúrgica do Aparelho


Digestivo do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de
Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nu triciona I, EMTN HC-FMUSP

MIRIAN TERESA MATSUFUGI

Farmacêutica da Divisão de Farmácia do Instituto Central


do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nutricional, EMTN HC-FMUSP

NIDIA DENISE PUCCl

Nutricionista Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de


Nutrição e Dietética do Instituto Central do Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nutricional, EMTN HC-FMUSP

SOLANGE REGINA G. Fusco


Enfermeira Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de
Enfermagem do Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.
Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia
Nutricional, EMTN HC-FMUSP

Aos profissionais da saúde


empenhados no
desenvolvimento da
terapia nutricional no Brasil.
Prefácio

A obra-prima, os produtos de massa e os


padrões de qualidade em suporte nutricional
Joel Faintuch

Quem visita as históricas cidades mercantis do norte da Europa, e princi-


palmente a Grande Praça de Bruxelas, se surpreende com a beleza e impo-
nência das casas das Corporações de Oficioso Uma simbiose medieval entre
sindicato trabalhista e conselho projissional de classe. Estas entidades
traçavam normas e regulamentos para padeiros, açougueiros, pintores ou
alfaiates, ao mesmo tempo defendendo seus salários e direitos.

Data desta época a obra-prima. Todo candidato à corporação, além de


atender aos estatutos pertinentes, deveria apresentar um trabalho pessoal
de grande impacto e apuro técnico, que demonstrasse cabalmente sua
competência.

Avançando o calendário para o século XXI nos deparamos com o mundo


dominado pelas mercadorias industrializadas e manufaturadas aos mi-
lhares, se não aos milhões. Seus beneficios são inegáveis, e aliás seria
inconcebível uma vida moderna sem produtos de consumo amplamente
disponíveis como roupas, calçados, alimentos enlatados e congelados,
geladeiras, automóveis e incontável parafernália adicional.
Onde se insere a atuação do projissional da nutrição clínica, responsável
pela assistência nutricional oral, enteral e parenteral? Ele viveria na era
do trabalho individual, voltado para o paciente, e priorizando empatia e
calor humano, ou contrariamente só haveria espaço para desempenhos
globalizados e codificados, eficientes, porém impessoais? Em outras pala-
vras, cozinha de autor ou refeições industriais?

Todos aprendemos na universidade que pacientes não são parajitsos nem


ovos de galinha, e a relação profissional-paciente é algo sagrado e digno
da maior seriedade e respeito. Escutamos igualmente que uma vez devida-
mente graduados e qualificados, só respondemos perante o paciente, o
código de ética e a nossa consciência. Embora muitas circunstâncias pos-
sam conspirar contra a massificação ou uniformização das condutas e das
terapêuticas, sejam elas nutricionais ou de outra natureza, dados apon-
'/1/ lflll.' a existência de protocolos reduz a taxa de complicações, a pres- • Livros existentes na área: Zero
'/(iio inadequada e a iatrogenia em saúde,
• Estágios e cursos de aprimoramento oferecidos no país e no exterior: Zero
.folhear este manual básico se dará conta do grande esforço realiza-
IIC'II/
• Nomogramas e propostas terapêuticas racionais: Um (De Dudrick e co-
I {le/a Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Hospital das
laboradores).
/íllicas em normatizar e organizar, sob o formato de boas práticas os
'o('edimentos relativos às terapias nutricionais enteral e parenteral com Centros com um mínimo de experiência em todo o mundo: Caberiam com
'{I{'cia/atenção às exigências da ANVISA e do Ministério da Saúde, folga nos dedos das duas mãos (uns três na América do Norte, outro tanto
na Europa, e um no Japão).
'lhe, no entanto, a reflexão de que uma normatização rígida poderia impli-
rI' risco teórico de complicações e até de atritos éticos, caso adotada às Artigos publicados em revistas indexadas com pleno sucesso do tratamento:
'gas ou por alguém desprovido do lastro cientifico indispensável. No en-
Talvez preenchessem os dedos de uma mão.
li/O, as vantagens do presente trabalho, em muito, superam as potenciais
'.I' vantagens, principalmente ao se abrir caminho de maneira organizada Total de pacientes no mundo efetivamente beneficiados pela nutrição parente-
Ira rastreamento e avaliação nutricional de rotina, melhor controle de ral: Sobraria espaço se todos entrassem num grande elevador comercial.
I'II//ados, diagnóstico precoce das complicações e monitorização da qua-
Afortunadamente, enormes distâncias foram percorridas nas últimas déca-
fade, E qualidade é uma das palavras-chave do momento, de mãos dadas
das, e uma abordagem sólida e bem formulada para a terapia nutricional
/1/ confiabilidade, custo, reprodutibilidade, segurança e eficiência.
nas suas principais modalidades já pode ser elaborada. Ainda que o uso
(el/1assim o garante são as instituições internacionais de padronização, de um manual pressuponha adestramento prévio, vivência prática, atuali-
jo paradigma é a International Organization for Standardization (ISO), zação constante e raciocínio crítico tal como assinalado, a presente obra
/idade não-governamental com sede em Genebra, na Suíça, e cujas filo- é contribuição muito importante para toda a equipe de saúde, para o salto
(ias e ferramentas de atuação já contaminam entidades médicas, cientí- qualitativo na terapia nutricional que a sociedade requer e a prática
(/.1', governamentais e associativas de todo o mundo. clínica almeja.
lhe esclarecer que a ISO surgiu pela mão de empresários e voltada para
'omércio e indústria internacionais, sem qualquer conotação médica ou
Referências
/ricional, e assim permanece. Não obstante, estes continuem seus alvos
'L'Ípuos, isto talvez não se mantenha por muito tempo, posto que o ímpe- I. Disponível em <www.iso.org>
pela metodização de passos e operações parece ter-se convertido em
2. Disponível em <www.eurunion.org>
'dadeiro tsunami. A título de curiosidade, esta mesma ISO já congrega
, total de 149 países e 50.000 experts, e emitiu nada menos que 15.000 3. Faintuch J et al. Alimentação Parenteral Prolongada, São Paulo, Edi-
I/ocolos e padrões1 tora Manole, 1976

nhém a União Européia, entidade política supranacional que já abrange


Ise todos países da Europa do Oeste e do Leste e cogita de expansão para
:rande bacia do Mediterrâneo e até mais além, durante anos publicou
C'/ivas técnicas essencialmente moldadas para as especificações de pro-
os do comércio, indústria, bancos e alguns outros serviços2 As áreas
-fica e nutricional já não passam incólumes, e não somente o acesso a
'ipamentos como ocasionalmente a atuação de profissionais da saúde já
(l.'çama ser pautados por legislações impessoais e de adoção obrigatória.
'li/do iniciamos a nutrição parenteral no Hospital das Clínicas de São
tio, em 1971, nenhuma padronização era possíveP. Explicam-se os mo-
1,1'IIOSitens que se seguem:
Introdução

Terapia nutricional refere-se ao uso de nutrição para condições especifi-


cas, sendo a nutrição enteral ministrada por acesso ao trato gastrintesti-
nal, e parenteral injitndida por veia central ou periférica.
A ojerta de terapia nutricional é uma prática especializada multiprojissio-
naI, utilizada para a maioria dos tipos de pacientes hospitalizados.
No Brasil, desde 1998, estabeleceu-se o modelo de Equipe Multiprofissio-
nal de Terapia Nutricional - EMTN, como o mais adequado para a provi-
são de terapia nutricional.
É parte das atribuições da EMTN reconhecer e tratar a desnutrição, redu-
zir as complicações metabólicas e mecânicas da terapia nutricional ente-
ral e parenteral, reduzir a morbidade e mortalidade, assim como o período
de estadia hospitalar.

Estas atitudes, em conjunto, podem reduzir custos e tornar-se eficientes


sob o ângulo de custo - beneficio.
A terapia nutricional faz parte da tradição de atendimento clínico do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São
Paulo, HC-FMUSP, há longo tempo.
Com a Portaria 272-MS de 08/04/98 (Regulamento Técnico para a Tera-
pia de Nutrição Parenteral) e a Resolução RCD 63-MS de 06/07/00 (Re-
gulamento Técnico para a Terapia de Nutrição Enteral) da Anvisa, surgiu
a necessidade de organizar e normatizar o atendimento nutricional no
complexo HC

Em 1998, jundou-se a Equipe Multiprojissional de Terapia Nutricional do


Instituto Central do Hospital das Clínicas, ICHC - EMTN-ICHC com a
.finalidade de implementar as novas portarias no Complexo HC
O Guia Básico de Terapia Nutricional- Manual de Boas Práticas é o resultado do
trabalho de médicos, nutricionistas, enfermeiros efarmacêuticos que procura-
ram padronizar o atendimento nutricional do paciente hospitalizado.
Em março de 2005, surgiram as portarias 131-MS de 08/03/05 (Definição
de Unidades de Assistência de Alta Complexidade de Terapia Nutricional
e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e
suas aptidões e qualidades), 135-MS de 08/03/05 (que altera a Tabela de
Serviço/Classificações dos Sistemas de Informações - SCNES, SIA e SIH/ Sumário
SUS) e 343-MS de 07/03/05 (Mecanismos para Organização e Implanta-
ção de Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexi-
dade em Terapia Nutricional no Âmbito do Sistema Único de Saúde), que
classificaram a TN como procedimento de alta complexidade e estabelece-
ram a necessidade de triagem nutricional, protocolos de seguimentos de
complicações de TN e ficha de coleta de dados. SEÇÃO 1-
MONITORAMENTO, TRIAGEM NUTRICIONAL E
O presente guia está atualizado perante a nova legislação e compreende BANCO DE DADOS
quatro seções que abordam: monitoramento, triagem nutricional e banco
de dados; avaliação nutricional; terapia nutricional parenteral e terapia Procedimento 1 Controle de Diurese em Paciente em Terapia
nutricional enteral. Nutricional,3
O texto foi escrito seguindo o modelo de Manual de Boas Práticas, garan- Procedimento 2 Controle de Glicemia Capilar em Paciente em
tindo a qualidade e respeitando as condutas consagradas na prática clí- Terapia Nutricional, 5
nica e amparadas pela medicina à luz das evidências. Procedimento 3 Controle de Pulso em Paciente em Terapia
Foram importantes as colaborações da Comissão de Infecção Hospitalar Nutricional, 7
do ICHC, na orientação do diagnóstico e controle de infecção do cateter; Procedimento 4 Controle da Pressão Arterial em Paciente em
da Divisão de Enfermagem do ICHC, que incorporou as seções do "Ma-
nual de Procedimentos de Enfermagem" e "Divisão de Nutrição e Dietéti- Terapia Nutricional, 9
ca" ao incluir os procedimentos de Assistência Nutricional registrados e Procedimento 5 Controle de Temperatura em Paciente em
implantados nas unidades de internação e ambulatório do ICHe. Terapia Nutricional, 11
Os autores sentir-se-ão gratos se esta obra puder colaborar para dissemi- Procedimento 6 Controle de Freqüência Respiratória em
nação do atendimento nutricional em pacientes hospitalizados e ajudar Paciente em Terapia Nutricional, 13
profissionais de saúde, componentes de EMTN e Hospitais, a implementar Procedimento 7 Balanço Hídrico em Paciente em Terapia
as Boas Práticas em Terapia Nutricional.
Nutricional, 14
Foi fundamental o interesse da Superintendência e da Diretoria Clínica
Procedimento 8 Triagem Nutricional, 16
do HC, que sempre apoiaram as iniciativas da EMTN-HC e da CATS (Co-
missão de Avaliação Tecnológica em Saúde) com a criação da Câmara de Procedimento 9 Coleta de Informações para Compor Banco de
Terapia Nutricional. Dados de Usuários de Terapia Nutricional, 20
O presente trabalho não poderia ter sido realizado não fora o contínuo
apoio do Departamento de Gastroenterologia da FMUSP e das Divisões
SEÇÃO 2 - AVALIAÇÃO N UTRICIONAL
de Enfermagem, Farmácia e Nutrição e Dietética do ICHC-FMUSP
Consignamos nossos agradecimentos aos colegas que em distintos mo-
Procedimento 10 Atendimento de Nível Terciário em Paciente
mentos participaram das atividades da EMTN-HC e colaboraram na reda- em Terapia Nutricional, 25
ção inicial da presente obra. Procedimento 11 Avaliação Nutricional Inicial de Pacientes
Porfim, agradecemos ao Dr. Paulo Rzezinski, Diretor-Médico da Editora Candidatos à Terapia Nutricional, 27
Atheneu, pela simpatia e apreço com que acolheu a nossa solicitação para Procedimento 12 Avaliação Nutricional Subjetiva em Adultos, 33
publicar esta obra.
Procedimento 13 Medida da Altura do Paciente, 35
Dan L. Waitzberg
Procedimento 14 Medida do Peso do Paciente, 37 Procedimento 31 Avaliações das Compatibilidades das Soluções
Procedimento 15 Estimativa da Altura Corpórea Através da de Vitaminas e Oligoelementos por Via
Medida da Distância Pé-Joelho, 39 Intravenosa, 114
Procedimento 32 Avaliação da Compatibilidade das Soluções
Procedimento 16 Cálculo do Índice de Massa Corpórea, 41
Contendo Cálcio e Fosfato por Via
Procedimento 17 Medida da Circunferência do Braço e Medida Intravenosa, 118
das Pregas Cutâneas, 43 Procedimento 33 Dispensação de Nutrição Parenteral e de
Pnlcedjm~nto 18 Levantamento de Dados Laboratoriais, 50 Emulsão Lipídica, 120
J)rocedjm~l1to 19 Diagnóstico Nutricional, 54 Procedimento 34 Comunicação das Soluções de Nutrição
Parenteral Não Conformes ou das Atividades
J)rocedÍm~l1to 20 Cálculo Estimado do Gasto Energético Basal,
Suas Variáveis e Necessidades Nutricionais, 56 Relacionadas à Terapia Nutricional
Parenteral, 122
Procedjm~l1to 21 Realização de Balanço Nitrogenado, 77
Procedimento 35 Recebimento de Soluções de Nutrição
J)n)cedjm~nto 22 Bioimpedância Elétrica - Instrução de Uso, 80 Parenteral Não Conformes, 124
Procedimento 36 Armazenamento da NP e Emulsão Lipídica na
SJ<:('ÃO 3 - TERAPIA N UTRICIONAL P ARENTERAL Enfermaria, 126
Procedimento 37 Administração e Cuidados de Enfermagem em
Pnlcedjm~l1to 23 Indicação Clínica de Terapia de Nutrição Terapia de Nutrição Parenteral, 128
Parenteral, 85 Procedimento 38 Curativos de Cateteres Venosos e Sondas
J)r()cedim~nto 24 Complicações da Terapia Nutricional Enterais com Pinças Estéreis, 131
Parenteral, 87 Procedimento 39 Curativos de Cateteres Venosos e Sondas
Procedim~l1to 25 Implantação de Cateter Venoso Central, 97 Enterais com Luvas Estéreis, 134
J)r()cedim~nto 26 Coleta de Dados de Infecção Hospitalar em Procedimento 40 Controle Laboratorial de Terapia de Nutrição
Cateter Venoso Central de Pacientes em Parenteral, 13 7
Terapia Nutricional, 101 Procedimento 41 Coleta de Urina de 24 h para Balanço
Procedim~nto 27 Reposicionamento e Troca de Cateter Venoso Nitrogenado em Paciente em Terapia
Central Mantendo o Mesmo Sítio de Punção Nutricional,140

Venosa, 103 Procedimento 42 Manutenção Preventiva e Limpeza da Bomba


de Infusão, 142
Procedim~nto 28 Diagnóstico e Tratamento da Infecção de
Cateter Venoso Central Local (Infecção do Procedimento 43 Limpeza de Geladeira de Acondicionamento
de Medicamentos, 143
Óstio ou Túnel) e Sistêmica (Bacteremia), 105
Procedim'ento 29 Solicitação da Nutrição Parenteral e da
,~II:('ÃO4 - TERAPIA N UTRICIONAL ENTERAL
Emulsão Lipídica, 111
Procedim'ento 30 Análise Farmacêutica das Prescrições de J"'llcedimento 44 Indicação e Prescrição da Via de Acesso Para
Nutrição Parenteral, 113 Terapia de Nutrição Enteral e Complemento
Nutricional, 147
Procedimento 45 Complicações da Terapia Nutricional Enteral, 150
Procedimento 46 Prescrição da Dieta Enteral e do Complemento
Nutricional, 154
Procedimento 47 Passagem e Troca da Sonda Nasoenteral, 157
Procedimento 48 Verificação do Resíduo Gástrico, 160
Procedimento 49 Solicitação e Recebimento da Nutrição
Enteral, 162
Procedimento 50 Administração e Cuidados de Enfermagem
em Terapia de Nutrição Enteral, 164
Procedimento 51 Troca da Fixação da Sonda Nasoenteral, 167
Monitoramento,
Bibliografia, 169
Triagem Nutricional e
Banco de Dados
Procedimento 1

Controle de Diurese em Paciente


em Terapia Nutricional

TÍTULO: Controle de diurese em paciente em Terapia


Nutricional (TN).

POR QUE: Verificar a diurese diária do paciente.

()UANDO: De acordo com a prescrição médica ou rotina própria


da Unidade.

AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Papagaio, comadre, cuba rim, frasco graduado de diurese,


luvas de procedimento, prontuário do paciente.

I,()CAL: Unidade de internação e UTI.

t\SCRIÇÃO
111 M 01
I'f'I'/'l/(âo:
Identifica adequadamente o frasco com nome e lei-
III dll paciente, data e horário de início da coleta.

",'111" Crítico: Em UII, o horário do início da coleta de diurese


111111.1<10 em impresso próprio.

11'/11 02
/Ii'III(IW: Orienta o paciente a:
completamente a bexiga no início do controle, des-
I \ d/,i"r
1"' .Indo a primeira diurese;
3
• guardar toda a diurese no frasco ou avisar à enfermagem Procedimento 2
quando urinar;
• esvaziar a bexiga na hora de fechar o controle, colocando no
frasco a última dilirese.

Ponto Crítico:

1. Se paciente dependente: auxilia o paciente na coleta, seguindo Controle de Glicemia Capilar em


as etapas descritas neste item.
2. Se paciente incontinente, do sexo masculino, utiliza-se aces-
Paciente em Terapia N utricional
sórios tipo uripen para controle.
3. Se paciente sondado, esvaziar completamente a bolsa, direto
no frasco graduado.

ITEM 03
TíTULO: Controle de glicemia capilar em paciente em Terapia
Operação: Verifica o volume, calça as luvas e despreza toda a Nutricional (TN).
diurese, no horário estabelecido em cada unidade.
POR QUE: Verificar os níveis de glicose no sangue através do
glucosímetro.
ITEM 04
()UANDO: De acordo com a prescrição médica.
Operação: Realiza a anotação no prontuário do paciente.
AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Glucosímetro, tiras regentes, luvas de procedimento,


duas bolas de algodão embebido em álcool a 70%,
prontuário do paciente.

I,()CAL: Unidade de internação, ambulatório e UTI.

IJI\SCRIçÃo
IIIIM 01

I '/If'm<;ão: Orienta o paciente quanto ao procedimento a ser


1I ti II'/"ldo.

111 M 02
I 'f'I'/'II(âo: Lava as mãos.

II M u3

'I"~111(tiO: Calça as luvas.


4 5
ITEM 04 Procedimento 3
Operação: Faz a anti-sepsiada ponta do dedo do paciente, pre-
viamente escolhido para ser puncionado, com algodão embe-
bido em álcool a 70%.

Ponto Crítico: Espera mais ou menos 15 segundos para que


ocorra a evaporação do álcool utilizado para a anti-sepsia. Controle de Pulso em Paciente
ITEM 05
em Terapia Nutricional
Operação: Punciona a ponta do dedo, fazendo pressão acima
do local da punção, até que se obtenha a gota de sangue.

ITEM 06
TÍTULO:
Operação: Molha a tira reagente nessa gota de sangue. Controle de pulso em paciente em Terapia
Nutricional (TN).

ITEM 07 POR QUE: Controle vital do paciente.

Operação: Pressiona a área puncionada com outro algodão QUANDO: Conforme rotina da unidade ou necessidade do
embebido em álcool a 70%. paciente.

AGENTE:
Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.
ITEM 08
Operação: Insere a tira reagente no glucosímetro e procede à MATERIAL: Relógio, monitor, prontuário do paciente.
leitura da dosagem de glicose de acordo com as orientações do I,OCAL:
Unidade de internação, ambulatório e UTI.
fabricante do glucosímetro.

ITEM 09
Operação: Retira as luvas
/)I\SCRIÇAO
III'M 01
ITEM 10 ('II/'ração: Lava as mãos.
Operação: Anota o horário e o resultado do procedimento no
prontuário do paciente. 111M 02

Ponto Crítico: Comunica ao médico se glicemia > 150 mg/dL (' "I'I'ração: Explica o procedimento ao paciente.
< 80 mg/dL e medica conforme prescrição médica.
III M 03

"I'I'l'ação: Posiciona o paciente sentado ou deitado com os


111i'lllllrosapoiados.

6 7
ITEM 04 Procedimento 4
Operação: Posiciona os dedos indicador e médio sobre a arté-
ria escolhida: radial, carótida, femoral, pediosa, temporal ou
braquial.

ITEM 05 Controle da Pressão Arterial em


Operação: Enumera as pulsações durante um minuto, usando
o relógio com ponteiro de segundos.
Paciente em Terapia. N utricional
Controla o pulso longe de exercícios musculares
Ponto Crítico:
e emoções. Observa e anota se o pulso é rítmico ou arrítmico,
se o volume é cheio, fino ou filiforme.

ITEM 06 TÍTULO: Controle da pressão arterial em paciente em Terapia


Nutricional (TN).
Operação: Comunica ao médico se a pulsação medida sofreu
POR QUE: Controle vital do paciente.
alteração de 20% acima ou abaixo do usual do paciente.
QUANDO: Conforme rotina da unidade ou necessidade do paciente.
ITEM 07
AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.
Operação: Realiza anotação no prontuário.
MATERIAL: Esfigmomanômetro, estetoscópio, monitor, prontuário
Ponto Crítico: Em caso de monitoração contínua, não considera do paciente.
itens 03 a 05. I,OCAL: Unidade de internação, ambulatório e UTI.

I)ESCRlÇÃO
III!M01
('I,eração: Prepara o material.

IIJlM 02
('lll'ração: Explica o procedimento ao paciente.

III'M 03
"Iwração: Lava as mãos.

IlnM 04
t 'l'l'ração: Deixa o paciente confortavelmente deitado ou sen-
lido com o braço comodamente apoiado e exposto.
9
8
ITEM 05
Procedimento 5
Operação: Coloca o manguito 4 cm acima da prega do cotovelo,
ajustando-o ao braço sem apertar.
Ponto Crítico: Não deixa as borrachas se cruzarem devido aos
ruídos que produzem.
Controle de Temperatura em
ITEM 06
Paciente em Terapia Nutricional
Operação: Localiza com os dedos a artéria braquial na dobra do
cotovelo, coloca o estetoscópio no ouvido e segura o diafragma
do estetoscópio sobre a artéria, evitando pressão muito forte.

ITEM 07
Operação: Fecha a válvula da pêra de ar e insufla rapidamente TíTULO: Controle de temperatura em paciente em Terapia
até valor aproximado a 200 mmHg. Nutricional (TN).

ITEM 08 POR QUE: Controle vital do paciente.

Operação: Abre a válvula vagarosamente. ()UANDO: Três vezes ao dia ou sempre que necessário.

AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.


ITEM 09

Operação: Observa no manômetro o ponto em que são ouvidos MATERIAL: Termômetro, bolas de algodão embebido com álcool a
os primeiros batimentos (pressão sistólica). Observa o ponto 70%, prontuário do paciente.
em que o som foi ouvido por último ou sofreu mudança nítida I,OCAL: Unidade de internação, ambulatório e UTI.
(pressão diastólica).

ITEM 10
Operação: Retira todo o ar do manguito e repete a operação, do I )I~SCRIÇÃO
item 07 a 09, para confirmar a medida aferida.
IIIIM 01

ITEM 11 11f11'/'iIção: Lava as mãos.


Operação: Remove o manguito do braço do paciente.
IIIIM 02

ITEM 12 I '//j'l'IIção: Explica o procedimento ao paciente.


Operação: Anota no prontuário.
111 M 03
Ponto Crítico: Em caso de monitoração contínua, não conside-
ra os itens de 04 a 11. I 'l'c'/'lIção: Limpa o termômetro com algodão e álcool.
1O 1 1
ITEM 04 Procedimento 6
Operação: Coloca o termômetro com o reservatório de mercú-
rio exatamente no côncavo da axila, de maneira que o bulbo
fique em contato direto com a pele do paciente.

Ponto Crítico:
• Pode ser verificada também na região bucal, inguinal, auri- Controle de Freqüência
cular ou retal, porém a região axilar é mais usada. Respiratória em Paciente
• Quando a temperatura for controlada pelo monitor não-in-
vasivo, o sensor deverá ser submetido à mesma técnica de em Terapia Nutricional
limpeza.

ITEM 05
Operação: Pede ao paciente para comprimir o braço de encon- IIIULO:
Controle de freqüência respiratória em paciente em
tro ao corpo, colocando a mão no ombro oposto. Terapia Nutricional (TN).

I'()J{ QUE: Controle vital do paciente.


ITEM 06
(H I AN DO: Três vezes ao dia ou sempre que necessário.
Operação: Aguarda 3 minutos, retira o termômetro e lê ,1

temperatura. (. ENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

ITEM 07 1\ J'E1UAL: Relógio e prontuário do paciente.


lOCAL: Unidade de internação, ambulatório e UTI.
Operação: Faz com que a coluna de mercúrio do termômcl 11)

desça abaixo de 35 0e.

CIUÇÁO
ITEM 08
11 1\1 () I
Operação: Limpa o termômetro com algodão e álcool.
" 1./(110: Observa o padrão respiratório do paciente sentado ou
ITEM 09 111111, contando os movimentos respiratórios por I
minuto.

Operação: Realiza a anotação no prontuário do paciente. //!i' (:nfico: Comunica ao médico se a medida da freqüência
i oi,,, 11lIi,l sofreu alteração de 20% acima ou abaixo do usual
IIIIII'IlIl'. Quando estiver em ventilação mecânica, anota a
li 11 111 1.1 l'spontânea e a freqüência respiratória fornecida pelo
1ll.ldol.

I dI .10: Realiza anotação no prontuário do paciente.


12 13
Procedimento 7 I J'l\M 02

0l}('ração: Mensura e anota no prontuário do paciente os lí-


"llidos ingeridos e/ou infundidos e os eliminados, fechando a
'-0111<1 a cada hora se em UII, ou cada 24 horas se fora da UTI.

/'111/(0 Crítico: Observa presença de edema. Pesar fraldas, toa-


Balanço Hídrico em Paciente IIlds, lençóis que contenham excretas.
em Terapia Nutricional

TíTULO: Balanço hídrico em paciente em Terapia Nutricional


(TN) .

•'()R QUE: Verificar a mensuração da quantidade de líquido,>


ingeridos, infundidos e eliminados pelo paciente.

QUANDO: De acordo com a prescrição médica e sempre que


utilizar nutrição parenteral, em UTI a cada 2 horas.

AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Frasco graduado para coleta de urina, recipientes


coletores para suco gástrico, enterais e fezes e
prontuário do paciente.

LOCAL: Unidade de internação e UTI.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento a SI'I
realizado.

Ponto Crítico: Reorienta freqüentemente o paciente em rdl


<,;50ao controle da quantidade de líquidos ingeridos, controll
de diurese e quando da micção espontânea. A ingestão volt II1
lária de líquidos excedente ao fornecido pela enfermagem dI'
verá ser anotada em impresso fornecido ao paciente.
14
15
Procedimento 8
Não Sim

,resenta IMC < 20,S? uve


uve redução
i\ptador perda de napeso
de doença ingestão
nos mau
grave, últimos
alimentar
três na
estado meses?
geralúltima semana?
ou em UTI?

I 110

Triagem Nutricional 110

1'0

lIn: Se o resposta for "sim" para qualquer questão, continue e preencha Tabela 8.2.

tUIO: Se a resposta for "não" paro todas as questões, reovolie o paciente semanalmente.

"" Icll indicada uma cirurgia de grande porte, continue e preencha Tabela 8.2 .

•IV O resultado for sim, realize fase 2 da classificação de risco


11111 ricional (NRS 2002 modificado) fase 2, Tabela 8.2.
TÍTULO: Triagem nutricional.

POR QUE: Para identificar pacientes hospitalizados com risco


nutricional.
Prejuízo de Gravidade da Doença
QUANDO: Na admissão do paciente na unidade de internação. Estado Nutricional (Aumento nas Necessidades)
"""l1le I Estado nutricional normal Ausente Necessidodes nutricionais
AGENTE: Enfermeiro. 11111/(' O Escore O normais

I "V" Perda de peso > 5% Leve Fratura do quadril, pacientes


MATERIAL: Impresso próprio de triagem nutricional (Tabelas 8.1, I 'IH~ 1 em três meses ou
'.1
Escore 1 crônicos, em particular com
8.2 e 8.3). ingestão alimentar de complicações agudas,
50% a 75% das necessidades cirrose, DPOC, hemodiálise
LOCAL: U.nidade de internação, DTI. colóricas na última semana crônico, diabetes e câncer
H,"I"'Cldo Perda de peso> 5% em
I li 1110 2 dois meses ou IMC entre Moderado
Escore 2 I Cirurgio
de grande abdominal
porte,
DESCRIÇÃO 18,5 e 20,5 + queda do fraturas, pneumonia
estado geral, ingestão grave, leucemias
ITEM 01 alimentar de 60% das
necessidades calóricas
e linfomas

na última semana
Operação: Recebe o paciente.
f Illlve Perda de peso> 5% em
1"11110 um mês ( > 15% em Grove 3
Escore I Transplante de medula
óssea, pacientes em
ITEM 02 três meses) ou IMC < 18,5 + cuidado intensivo
queda do estado geral, (APACHE > 10)
Operação: Realiza a avaliação de enfermagem conforme o SA I;, ingestão alimentar
0% a 25% das necessidades
de

(Sistematização da Assistência de Enfermagem). calóricas na última semana


i1I1IHI dos
ITEM 03 lu lllns + ESCORE TOTAL

I ""1111 3: o paciente estó nutricionalmente


> no limite de risco e o cuidado
Operação: Realiza triagem nutricional. ,,"1/11 1/1I\al é iniciado .

I ,. "1" 3: reavaliar o paciente semanalmente. Se o paciente tem indicação paro cirurgia


• Se paciente com idade menor que 65, utiliza a classificaç50
I., 1IIIIII(Ic porte, considerar plano de cuidado nutricional para evitar riscos associados.
de risco nutricional (Nutritional Risk Screening - NRS 200.'
modificado) fase 1, Tabela 8.1. i I" 11I1l1{IJPclal.ESPENGuidelinesforNulrition Sreening 2002. Clinico! Nutrifion, 22 (4) :415-421,2003.

17
16
Risco nutricional: É definido pelo estado nutricional atual e
pelo risco de prejuízo do estado atual devido às exigências do
aumento causado pelo estresse metabólico da condição clínica.
Plano de cuidado nutricional: É indicado para pacientes
desnutridos graves ou doentes graves ou desnutridos modera- Triagem

dos + doentes moderados, todos com escore 3. • Nos últimos três meses houve uma • Passou por algum estresse
diminuição da ingestão alimentar psicológico ou doença aguda nos
devido à perda de apetite, problemas últimos três meses?
Protótipos de Gravidade de Doenças digestivos ou dificuldade para O = sim
mastigar ou deglutir? 2 = não
• Escore = 1: Paciente com doença crônica, admitido no hos-
O = diminuição grave da ingestão
pital devido às complicações. O paciente está fraco, mas sai I = diminuição moderoda da ingestão
da cama regularmente. As necessidades de proteínas são
maiores, mas podem ser supridas por alimentação ou suple- ---.----
? = sem diminuição ..da ingestão O o
mentação oral na maioria dos casos. I'erda de peso nos últimos meses? • Problemas neuropsicológicos
O = superior a 3 kg O = demência ou depressão grave
• Escore = 2: Paciente acamado devido à doença, após cirur- I = não sabe informar 1 = demência leve
gia abdominal de grande porte. As necessidades de proteí- ? entre 1 e 3 kg 2 = sem problemas psicológicos
nas são consideravelmente maiores, mas podem ser com-
pensadas através de alimentação artificial (NE ou NP),
3 = sem perda de peso
o o
Mobilidade?
necessária em muitos casos. • índice de massa corpórea
O restrito ao leito ou à cadeira de
[IMC = peso (kg) / alturo (m2)J
• Escore = 3: Paciente em cuidado intensivo com ventilação rodas 0= IMC < 19
assistida. Maior necessidade de proteínas pode ser parcial- deambula, mas não é capaz de 1 = 19s;IMC < 21
sair de casa 2 = 21 s; IMC < 23
mente compensada por alimentação artificial. O catabolis- ') normal
mo protéico e a perda de nitrogênio podem ser significante-
mente atenuados.
o 3 = IMC? 23
o
1·,( ole de triagem: (subtotal, móximo de 14 pontos)
• Se a idade do paciente for maior ou igual a 65 anos, não I'; pontos ou mais: normal; desnecessório continuar avaliação nutricional.
utiliza a classificação de risco nutricional (NRS 2002 modi- i-'lIl1valiar em uma semana.

ficado) fases 1 e 2, Tabelas 8.1 e 8.2, aplica a miniavaliação I I pontos ou menos: possibilidade de desnutrição, continuar a avaliação
IllrllIcional com o auxílio do nutricionista.
nutricional MAN (Tabela 8.3).

ITEM 04
Operação: Se o resultado indicar risco nutricional, convoca a
nutricionista para fazer a avaliação nutricional.

Ponto Crítico: Se o resultado da triagem nutricional não indi-


car risco nutricional, reavalia o paciente semanalmente por
meio das Tabelas 8.1, 8.2 e 8.3 de triagem nutricional.

18
19
Procedimento 9
I . Dados Pessoais do Paciente

Número AIH Número cartão SUS

11. Dados Clínicas - Triagem

Estado Nutricionollnicial Tipo de Teropia


Peso inicial kg
Coleta de Informações para [sloturo ----r,) Desnutrido leve D Enteral D
IIlbumino inicial _ g/dl
D D
Compor Banco de Dados de I'ercentual Perdo Peso _% Desnutrido

Desnutrido
leve-moderado

grave D
Porenteral

Enteral/Porenterol D
Usuários de Terapia Nutricional 111 Indicaçães/condiçães ossociodos
(ossinolor doenços ossociados coso tenhom relação com o indicação do suporte nutricionol)

11,(\ operatório Terapia DD


Neonotol intensivo
Outros
Fístulos digestivos
1Illll',plantedigestivo
111I""~0
11""plosio
1I,,"lrmetobolismo

TÍTULO: Coleta de informações para compor banco de dados


de usuários de Terapia Nutricional (TN).
POR QUE: Obter informação e controle de qualidade da prática
IV I stimotiva inicial dos necessidodes nutricionais: kcal/dio
de TN e instrumentar o reembolso perante o SUS.
I)OIcentual máximo da estimativa atingido: __ %

QUANDO: Na implementação e na alta da Terapia Nutricional. V I armo de aquisição e/ou preporo do solução nutritivo:

AGENTE: Médico, enfermeiro, nutricionista e farmacêutico. S",viço odquire suas formuloçães fechados D
~lorviço adquire suas formulações abertas O
MATERIAL: Impresso próprio. ~lorviço manipula suas formulações/dietas D
LOCAL: Unidade de internação. VI li, osso paro o suporte nutricionol (nutrição enterol):

( ulcler nasogástrico O cateter nasoenterol D jejunostomia cirúrgica O


DESCRIÇÃO
Ilil!,lroslomia endoscópica O gastrostomia cirúrgica D outra
D
{li 11,osso poro o suporte nutricional (nutrição porenterol):

ITEM 01
(idolcr periférico O cateter epucutôneo O
Operação: Preenche impresso próprio de banco de dados dos , ,rloter centro I de curto permonêncio D cateter centrol semi/totolmente implontável D
usuários deTN (Fig. 9.1). VIII ( omplicações relacionodas ao suporte nutricionol

"1111 [] (assinolor)
ITEM 02 (Ill',lrointestinais O Mecânicas relacionadas 00 acesso enteral/parenterol O
fl..plloção D Infecciosas relacionadas ao acesso central D
Operação: Finaliza o preenchimento dos dados do impresso ,1<) M ••t"b6Iicos D Infecciosas relacionados ao acesso percutôneo enteral O
término da TN ou quando o paciente recebe alta ou evolui .l li"" [ ] (ossinalar)
óbito.
I' I""Ilição
ITEM 03 1111"(om melhora do estodo nutricionol D
I )hlt() relocionodo à complicoção de teropio nutricionol D
Operação: Guarda o impresso no arquivo da EMTN e envia UIlI.l 1l1i" (om nutrição domiciliário D Óbito

cópia e relatório do resumo das atividades para o setor de lU


brança (finanças) do hospital dos pacientes SUS. 1111 li I Banco de dados dos usuários de terapia nutricionaf

20 21
Avaliação N utricional
Procedimento 10

Atendimento de Nível
Terciário a Paciente em
Terapia Nutricional

TITULO: Atendimento de pacientes em Terapia Nutricional


(TN) classificados em nível de assistência terciário.

I'OR QUE: Prestar atendimento nutricional especializado.

()lJANDO: No atendimento sistematizado de nutrição.


(;!(NTE: Nutricionista.

MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica, impresso de


anamnese alimentar terciária.

LOCAL: Unidade de internação e ambulatório.

IlSCRIÇÃO
III M 01

!!/'I/'tf(âo: Consulta o prontuário e verifica a prescrição médica


d!1 dl!'l,l; realiza anamnese alimentar breve, entrevista o pa-
, i, 1I1!' ou familiares e identifica a situação e os fatores de risco
dl'lIl CS.

,! I'M 02

1,,1"(110: Classifica o atendimento ao paciente em nível ter-


I 11111 li 11<1 ndo o paciente apresenta risco nutricional.

25
ITEM 03 Procedimento 11
Operação: Aplica anamnese alimentar completa e coleta os da-
dos para apurar o indicador dietético: quantidade dos alimen-
tos ingeridos, freqüência (semanal, quinzenal ou mensal) e
horários das refeições; realiza perguntas complementares. Iden-
tifica quantidades e qualidade da alimentação também aos fi-
nais de semana. Utiliza impresso específico (anamnese terciá- Avaliação N utricional Inicial
ria) para registro.
de Pacientes Candidatos à
Ponto Crítico: Utiliza o verso do impresso de evolução dietote-
rápica para registrar a anamnese quando o paciente não segue
Terapia N utricional
dieta de consistência sólida.

ITEM 04

Operação: Coleta os dados para apurar o indicador antropomé- TíTULO: Avaliação nutricional inicial de pacientes candidatos
à Terapia Nutricional (TN).
trico: peso (kg), altura (cm) e IMC (índice de massa corpórea
em kg/m2); verifica a necessidade, ou não, de coletar dados POR QUE: Para avaliar, identificar o estado e as necessidades
referentes às pregas cutâneas e à somatória das mesmas (trí- nutricionais de pacientes.
ceps, bíceps, abdominal, supra-ilíaca, subescapular), períme-
tro braquial e respectivos cálculos de área muscular do braço. (}UANDO: Houver solicitação ou prescrição médica e/ou
indicação da Equipe Multiprofissional de Terapia
Esses dados coletados sempre são associados à anamnese ali- Nutricional (EMTN).
mentar terciária.
AGENTE: Nutricionista.
Ponto Crítico: Para gestantes, crianças ou adolescentes, man-
M 1\ TERIAL: Impresso de evolução dietoterápica, prontuário do
tém a utilização das curvas específicas. paciente.

ITEM 05 I,OCAL: Unidade de internação e ambulatório.

Operação: Formula diagnóstico de nutrição.


fHiSCRIÇÃO
ITEM 06 i'l/M 01
Operação: Determina a prescrição e a conduta dietética e/ou os f Verifica prescrição médica e informações constantes
'/Il'I"iIç'ão:
retornos ambulatoriais. ./11 prontuário do paciente. Realiza entrevista inicial completa
! dll.llllneSe alimentar breve quando o paciente tem condição
Ponto Crítico: Orienta os pacientes e/ou familiares fornecendo ./1 I('sponder ao questionamento.
impressos próprios, conforme conduta adotada.
11 M ()2

'f'I'l'lI("ão: Orienta o paciente, quando consciente, sobre a impor-


I 111I1.1 du terapia nutricional para a recuperação e o tratamento, a
11111 til' propiciar adesão e promover a participação do paciente.
26
27
Caso haja condição de receber alimentação via oral, explica o ob-
jetivo da manutenção da terapia nutricional associada . C o
• o Vl

V> Cl
-o
Q)
c
o o 'c
ITEM 03
V>

o
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\J' c -o 10 u
.- 1..}'I,0
c C

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Q)

o Q) E 0,2 -g
o o
Operação: Coleta dados antropométricos, calcula índice de
'u
'C
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-o
Q)
Õ V>

.~
~e
c ~c ::::>

massa corpórea, calcula gasto energético de repouso e neces- Vl


oVl
Q)
-o o Vl ~o~
o o l:: ~ o
sidades calórica, protéica e de outros nutrientes. Realiza ava- 'o -o ::>

o x
U U._o o
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::>
o c Q) Q)
Q)
-oe-u "- Q)

liação nutricional subjetiva global para complementar avalia- U V>


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Vl .'2 g
-o
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V>
o
~ ~
o
Vl
Q)

.~ ~ 8,
Q) •

ção, quando necessário. Coleta exames laboratoriais no e E


:; Q)
c
Q) ::::>":"=
"-E15
prontuário de acordo com situação nutricional individual. Ve- o <{ IQ;
I-~ U
g- o 'S o
<i: o- u
rifica sinais indicativos de desnutrição conforme Tabela 11.1. o
~. E
-â ô
ITEM 04 .-o ~
o
o o -{iiE o
-o c o u
c
'x ~ o
Operação: Realiza diagnóstico do estado nutricional conforme .2 o -'<: C 'N
dados obtidos nos itens 01, 03 e no Procedimento 19 (Diag- '(jj
Q oc~ Q) o
~ o c
~"- I ~e
Vl
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I]
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nóstico Nutricional). V)
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o <{ <{ <{ ">0
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C c c- .-c o o .-o oc c
ITEM 05 <Q) c c oV>
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:º e E E E 'E Q) U 'Cij E

Operação: Quando houver indicação, estabelece em conjunto com


ã;
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LL
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E
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i=
e
CL
o
Q)
"2
CL
.2
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o médico o plano de terapia nutricional e realiza prescrição dietéti- o


'o
ca da alimentação via oral, enteral, associada ou não à terapia nutri- \J'
.2
cional parenteral, e calcula o aporte nutricional de acordo com as c
Q)

necessidades calórica, protéica e de nutrientes do paciente. E E


.'2' o Cl
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STu o>
Q)a; o
06 -o > ~
ITEM
o
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~ c Q)

oU E
Operação: Calcula o aporte calórico e de nutrientes da formu- '0 ::> ~c go ~ Q)
"- Õ o V>

lação de nutrição parenteral, conforme prescrição médica c :s o c o •


V>
a; o
D > .D-o
Q)
.D
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memento terapêutico da farmácia. Compara as necessidades o ~ [: Q)~-O


Q)
U ~
-o ::> .., -o Q)o o U
nutricionais do paciente com o aporte fornecido pela alimen- co c ::>
Q) De-:-=:
G;~ u Vl
o
o ::>
~
tação via oral, enteral e parenteral. Realiza adequação da tera- ~ U uQ)
~ e ~ ~ CL

pia nutricional conforme doenças apresentadas e planejamen- o


..J::
to individual para o paciente . C o
~
o o
"- o E
o (;
Oi E
Q)
U o E
oc c
ITEM 07 'ê o U
o o
.9 o C
c o .Q ~ Q)

Operação: Discute os dados obtidos da avaliação nutricional U


C0l11
r~~ c "- E
Q) V> Q)

<Q) V>
.~
a EMTN e registra os mesmos no impresso de evolução dieto o ~.- (;
"-::>
Q)
~
terápica. <:c
""O.Do <{ o U

ITEM 08 V>
V>
o
Qj
o -O
..c o
Operação: Acompanha diariamente a evolução dietoterápica (' Õ U
do estado nutricional, de acordo com o Procedimento 19.

28 29
w
o
Envelhecimento
Considerado
Proteína normal excesso de vitamina
encontrado nas de
unhasE dos pés
Listras
uniforme,Achado
Normol
Cor
Uniformes, nasolabial
lisa, de
DescamaçãoDistúrbios
transversais,
Outras
Clínico
Ferro
Excesso
graxos
Varfarina,de
Vitaminade
Deficiência
ouCausas
Proteína
Niacina
Vitamina rugosas
C,
A,
vitamina
essenciais,
injúria,
A,
seborréia Ase riboflavina,
coagulação,
C Suspeitada
vitamina
zinco, somente
febre
K
ácidos
trombocitopenia
vitamina C severo, picado insetos
Locol
00 sol Coiloníquia (unhas em forma de
stos piridoxina
e Aparência
Pigmentação
Púrpura de (escurecimento)
celofane
(hematomas e
e sangramento
-

Nor:"':ol
_,",_ ••• 1 Acnado
Esmalte
Lábios macios,
Queilose
Papila diabetes
Clínico
Outras
sem lingual
Hiposmia Perdas
próteseFerro
niacina
manchado
Zinco
kwashiorkor
Salivação
rachaduras
Hipogeusia (lábios
Cuidado Causas
sanguíneos
dentária
Riboflavina,
Medicamentos
(olfato
Medicamentos,diminuído)
secos
excessivo
atrófica
Proteína,
Deficiência
e(paladar
ulcerados) com
deficientemal
vitamina
como fixado
niacina, C, folato,
agentes
especialmente
piridoxina,
devido
da
(língua
tiamina
diminuído) pele,
liso)
Suspeitada àzinco, beta-caroteno
esteróides
Fluorose
vitamina Excesso de(flúor
neoplásicos
8'2' proteína, ouem
ingestãoexcesso)
de
sulfoniulréias
ferro
contos do8'2
vitamina boca) Glossite
ho, sem Edema corporal, face redondo,

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Procedimento 12
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Subjetiva em Adultos
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.....• Z o 'W"II("llO: Preenche o impresso de avaliação nutricional subje-
11\01 de acordo com os dados fornecidos pelo paciente, para
32 ')')
todos os itens constantes do impresso, e pontua conforme re- Procedimento 13
sultado obtido.

Ponto Crítico: Em caso de paciente não-responsivo, aplica o


questionário de avaliação nutricional subjetiva ao acompa-
nhante mais próximo do paciente.

ITEM 04
Medida da
Operação: Faz a somatória de todas os resultados obtidos e clas-
Altura do Paciente
sifica estado e risco nutricionais do paciente de acordo com a
categoria de avaliação nutricional subjetiva.

ITEM 05
Operação: Anota o resultado no impresso oficial de evolução IITU LO: Medida da altura do paciente.
dietoterápica.
POR QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado
Ponto Crítico: Repete o procedimento semanalmente na uni- nutricional.
dade de internação e no retorno à consulta nutricional em pa-
cientes ambulatoriais. c H/ANDO: Na avaliação nutricional inicial.

(;I!NTE: Nutricionista e/ou oficial administrativo.


ITEM 06
Operação: Nos casos de classificação nas categorias 2 e 3 (mo- MATERIAL: Balança de peso corpóreo com régua de medida de
deradamente e gravemente desnutrido), realiza avaliação nu- altura, estadiômetro, impresso de evolução
dietoterápica.
tricional objetiva e, para avaliação e conduta nutricional,
comunica ao médico responsável. LOCAL:
Unidade de internação e ambulatório.

tjIJSCIUÇÁO
i il'M 01

"'1'1//((/0: Solicita ao paciente que retire sapatos, meias e aga-


li !tIl', de inverno.

I iI 1\1 02

il" Solicita que o paciente suba na plataforma da balan-


///(f/O:

I retas para o medidor de altura, pernas e calcanhares


111\loIS

IIlldll", braços ao longo do corpo e olhando para frente.


34
Ponto Crítico: Em crianças até 36 meses (ou que tenha até 1 m
de altura), a medida deve ser tomada deitada; a partir daí, em pé.
Procedimento 14

ITEM 03
Operação: Posiciona o medidor de altura sobre o topo da cabe-
ça do paciente.
Medida do
Ponto Crítico: Crianças até 36 meses devem ser medidas com o
estadiômetro, deitadas e com a cabeça encostada na parte su-
Peso do Paciente
perior do aparelho, os joelhos esticados e a parte inferior do
estadiômetro encostada nos calcanhares. Para uma medição
correta, são necessárias duas pessoas para realizá-Ia.

ITEM 04
""ULO:
Operação: Verifica a altura em metros e anota no impresso de Medida do peso do paciente.
evolução dietoterápica. PO/( QUE:
Indicador antropométrico para classificar o estado
nutricional.
Ponto Crítico: Em pacientes acamados, realiza estimativa d<l
altura corpórea através da medida da distância pé-joelho, con IIIIANDO:
forme Procedimento 15. Na admissão e diariamente nas unidades de internação;
na avaliação nutricional; na primeira consulta e
retornos no ambulatório.

C.I!NTE:
Enfermeira, nutricionista e/ou oficial administrativo,
auxiliar de enfermagem.

l'iIUAL: Balança de peso corpóreo, impresso de evolução


dietoterápica e de controles da enfermagem.

I,: Unidade de internação e ambulatório.

I(H,:ÃO
.lI
jllsta a balança, zerando-a.

I {t(/m: Em pacientes acamados, usa cama e/ou maca-


I 1101 IIllpossibilidade destes, utiliza a fórmula de esti-
I dI I H'SO eOl'póreo segundo Chumlea.
36
37
ITEM 02 Procedimento 15
Operação: Solicita ao paciente que retire sapatos e meias, aga-
salho de inverno e objetos pesados (p. ex., chaveiro).

Ponto Crítico: Pesa o paciente sempre na mesma hora e nas


mesmas condições.
Estimativa da Altura Corpórea
ITEM 03 Através da Medida
Operação: Solicita que o paciente suba na plataforma da balan-
ça, junte os pés e endireite o corpo, pernas e calcanhares uni-
da Distância Pé.Joelho
dos e braços ao longo do corpo.

ITEM 04
Operação: Move os pesos da haste graduada em quilogramas III'ULO: Estimativa da altura corpórea através da medida da
distância pé-joelho.
(kg) e em gramas (g) até que haja um equilíbrio da haste, quan-
do então pode ser realizada a medida do peso. I'()I{ QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado
nutricional.
Ponto Crítico: Quando se trata de balança eletrônica, repete os
itens O1 a 03 deste procedimento, porém somente verifica () lJI/ANDO: Não for possível determinar a altura pelo método
valor do peso obtido no visor da mesma. convencional, em pacientes sem amputação de
membros inferiores.

ITEM 05 C:I!NTE: Nutricionista.

Operação: Verifica e anota o peso, em kg, nos impressos (li-


1\\A'I'IlRIAL: Impresso de evolução dietoterápica, prontuário do
evolução dietoterápica e de controles de enfermagem. paciente, estadiômetro.
IClC:AL:
Unidade de intemação e ambulatório.

"I\~C1UÇÃO
11 1\1 () I
i", I ,'(tIO: Com o paciente em decúbito dorsal horizontal, fle-
il" 1.1 II joelho em um ângulo de 900.

38 39
ITEM 03
Procedimento 16
Operação: Ajusta a parte móvel do estadiômetro sobre o joelho
e realiza a medida do valor obtido na escala numérica lateral
(em)

ITEM 04
Cálculo do Índice de
Operação: Verifica a idade e o sexo do paciente e a medida
obtida em centímetros e aplica na fórmula, conforme a tabe- Massa Corpórea
la de estimativa da altura pela medida da distância pé-joelho
(Tabela 15.1).

111'lJLO:
Homens (em) = 64,19 - (0,04 x idade em onos) + (2,02 x medida da distância
Cálculo do índice de massa corpórea (IMe).
pé-joelho (em)) I'OI( QUE:
Indicador antropométrico para classificar o estado
nutricional.
Mulheres (em) = 84,88 - (0,24 x idade em anos) + (1,83 x medida da distânein
pé-joelho (em)) lU/ANDO: Na avaliação nutricional.
Rei.: Chumlea e cais., 1988. Nutricionista.

ImUAL:
ITEM 05 Impresso de evolução dietoterápica, balança de peso
corpóreo com haste graduada para tomada da altura
ou balança eletrônica para peso corpóreo, estadiômetro.
Operação: O valor obtido é a estimativa da altura do paciCl11<
IIICAL:
que deve ser registrada no impresso de evolução dietoterápi(.1 Unidade de internação ou ambulatório.

CIUÇÃO
li ~I li I

"/'/(110: Realiza tomada de peso (p) e altura (h) do paciente,


11/111111(' Procedimento 14.

'/(//0: Calcula o índice de massa corpórea (IMC) de acordo


Ifl I I qll.1~·ão 1:

IMC = peso atual (kg)


( 1)
altura2 (m)
1.;"""1,, I"" 13'ay, 1976.

40
41
ITEM 03
Procedimento 17
Operação: Registra o resultado obtido no impresso de evolução
dietoterápica.

ITEM 04
Operação: Compara o resultado obtido com os da Tabela 16.1, e Medida da Circunferência
realiza cla'ssificação nutricional conforme índice de massa cor-
pórea (IMC). do Braço e Medida
Ponto Crítico: Na presença de edema, ascite e gestação não rea- das Pregas Cutâneas
liza o método.

Tabela 16.1
Classificação. Nutricional' de Acordo com o 111111,0: Medida da circunferência do braço e medida das
índice de Massa Corpórea (IMe) pregas cutâneas.
( 30,0 a 34,99 kg/m2
Nutricional Resultado
, <
do IMC
17 16
25,0
16
240
18,5
35 18,49
a39,99
29,99
16,99
24,99kg/m2
a kg/m2
kg/m2 kg/m2
Classificação .-
1!IIH <)UE: Para realizar avaliação e classificação nutricional de
pacientes e avaliar resultado de conduta dietética.

1/\ N00: Na avaliação nutricional de pacientes.

.hNTI.J: Nutricionista.

II\IUAL: Impresso de evolução dietoterápica, prontuário do


paciente, adipômetro e fita métrica não-extensível,
caneta esferográfica .

11l;J\ I,: Unidade de internação ou ambulatório.

Fonte: World Health Organization Obesity: Preventing and managing the global epidemic: G(),", c ~I(I<";ÃO
June, 1997 (OMS).
111

Verifica a identificação do paciente no prontuário

"'\110' !I,Ha demarcação do ponto médio do braço, desco-


, 1IlIIIII1ro superior não-dominante do paciente; flexiona o
42 43
antebraço sobre o braço num ângulo de 90°, com a palma d.1
C:Tabei~Ú .1,;,' ::~(;~
.
mão voltada para cima. Mede com a fita métrica a distânt 101
Valores de Medidas Antropom,étricas e:'Respectivas ." ',;.<'
entre o acrômio e o olécrano (ombro e cotovelo). Verificd I1
Porce~ta.9.~g~,~e;~~ãg'~~~~~E~g",~~~,~ .~::,~~.\.~ii~;<~~~
valor obtido em centímetros, marcando o ponto médio a pallll 90% do 80% do 70% do 60% do
do olécrano com uma caneta esferográfica. Padrão Padrão Padrão Padrão Padrão

Ponto Crítico: No impedimento de manuseio do braço não-d, I Prega cutânea do tríceps (mm) - PCT

minante, utiliza o braço dominante. 25,3


23,2
11,3
14,9
7,5
9,9
11,6
10,0
13,2
8,8
20,9
13,9
22,8
15,2
16,2
22,217,6
20,2
18,6
28,512,5
20,0
26,3
25,3
25,7
17,1
16,9
13,3
17,6
29,3
15,5
20,5
19,7
22,5
19,9
22,8
23,4
17,8
28,1
II"!III',
11"'10" lI1
011,,11 16,5
'1,1111111, 1966, Circunferência do músculo
Circunferência
Área muscular do braço
dodo braço
braço (em)I11("1111)11:'
(cm2) - -(em)
AMB
oJllIill 11- CMB
CB 11If1l1 \
ITEM 03
Operação: Solicita ao paciente para estender o braço, ao 1011)'.11
do corpo, coloca a fita métrica ao redor do braço, no p011111
médio demarcado, e verifica o valor obtido em centímel n ".
determinando a circunferência do braço. Registra esse V<1I,
11
no impresso de evolução dietoterápica.

Ponto Crítico: Não utiliza o método na vigência de edema VIII


membros superiores.

ITEM 04
Operação: No ponto médio do braço não-dominante, COIlI 'I
mesmo estendido ao lado do corpo, faz a medida da preg<1VII
tânea do tríceps, separando e apreendendo entre os dedm "
tecido adiposo do músculo, e mede com o adipômetro. O v,IIIII
obtido é verificado no visor do aparelho.

Ponto Crítico: Realiza a medida por três vezes, calcula a médl.1


dos valores obtidos, considera esta última como val9r (mlll) I
registra no impresso de evolução dietoterápica. A prega CIII.I f II I' CMB % = medida atual x 100
medida-padrão
nea do bíceps é realizada segundo os mesmos procedimento',
porém nessa região. Critérios de Avaliação

Classificação da Desnutrição Adequação (%)


ITEM 05
Leve 80 090
Operação: Compara os dados obtidos com os valores-padlolll Moderada 60 a 80
das Tabelas 17.1 e 17.2 e avalia a adequação da medida. Grave < 60

-------------~)
1•••
lhllll, 1966,

44 45
ITEM 06
Operação: Mede a prega cutânea subescapular com o braço
não-dominante fletido e colocado sobre o dorso onde se loca- CMB= CB-(0,314 x PCT)
liza a escápula; dois dedos abaixo, em sentido diagonal, apreende (em) (em) (mm)
o tecido adiposo entre os dedos, coloca o adipômeuo e verifica o
valor obtido no visor.
"·\11 Circunferência
------------------------.----
muscular do braço.

AMB = [CB(mm) - (n PCT )F


Ponto Crítico: Com o braço estendido ao lado do corpo, me(k (mm2) 4n
três vezes e calcula a média. Registra o valor obtido no impres
Mil Área muscular do braço (n = 3,14).
so de evolução dietoterápica.
I l,i'o'"H ho e Jellife, 1973; Heymsfield e cais., 1982.

ITEM 07
Operação: Para a medida da prega cutânea abdominal, 10cali/.1
o umbigo do paciente e 2 em laterais, no sentido longitudin.ll,
segura o tecido adiposo entre os dedos e realiza a medida Clllll

j
o adipômetro por três vezes, calculando a média. Registra " I!/' Área
(IIIIOS) 6.297
2.670
3.022
2.027
2.288
4.481
2.575
1720
4951
1345
6.144
2.089
5.552
3963
5913
3.553
6.490
6.214
1815
1579
5.286
1.484
1.278
5.716
23,2
31,7
26,4
29,7
19,0
25,327,8
22,3
20,0
30,8
121,1
27,9
32,6
18,3
16,7
30,7
32,2
18,7
27,8 5,1
25,8
28,1
19,5
24,7
31,9
23,7
26,4
27,3
17,0
22,3
17,5
17,924,9
28,6
21,0
28,5
17,1
16,2
muscular 13,7
15,9
Ai\t1B6,0
6,2
18,0
4,7
4,1
13,0
12,7
26,8
CB
CMB do(mm2)
PCT braço.
(em)
(em)
(mm)
11 12
11
9898
10
10 Mil
valor obtido no impresso de evolução dietoterápica. I~ 1')/1
I'.,., (I 1974,
I" , '"r1"oa do para brancos
tríceps; e pereentil 50.do braça; CMB = Circunferência muscular
CB = Circunferência
!II' I" '. I'/81. A partir de 10
dados eoletados durante o Health and r\lutrition Examination

ITEM 08
Operação: Para realizar a medida da prega cutânea supra-ill.J
ca, localiza a espinha ilíaca e, dois dedos abaixo, realiza a mel II
da por três vezes e calcula a média. Registra o valor obtido I 11'
impresso de evolução dietoterápica.

Ponto Crítico: Caso o paciente possua ostomia ou cicatriz l I


rúrgica abdominal, medir do outro lado.

ITEM 09
Operação: Para medir a circunferência muscular e a área !lIII"
cular do braço (CME e AME) utiliza os valores obtidos de l 11

cunferência do braço e prega cutânea do tríceps nas fórmll I. I',


da Tabela 17.3. Compara os dados obtidos com os valores 1',1
drão de adequação da Tabela 17.2, 17.4 e 17.5.

ITEM 10

Operação: Soma os valores obtidos das medidas das quatro 1"'


gas cutâneas e compara com os valores da Tabela 17.6 P.JI,I
verificar adequação.

46 47
Tabela 17.6
Gordura Corporal (kg) e Pregas Cutâneas (mm): Percentual do Peso.
I orporal Equivalente à Gordura Ca,l,culadaaPartir da, SO,ma deQ~~tro.
1.475 11
10
13
1217 (mm)
16
14
23
13
24 Pregas Cutâneas: Bíceps, Tríceps; S~~~,~capular e Supra-llíaca
Idade (anos) 2.227 3.248
3.220
2.904
3.130
1.815
2.612
3.783
1.396
1683
3.858
4.019
1.221
2.034
2.296
3.573
1.269
3.336
1.598
3.243
3.406
4045
14,5
30,3
25,4
25,3
23,7
24,3
18,3
21,1
22,4
21,0
26,4
25,8
26,5
AMB 20,1
15,1
19,1 1015
21
12
19
18
25
19,8(mm")
29,0
16,7
16,9
17,6
21,8
13,2
13,6
22,0
16,7
18,1
29,9
22,5
19,5
15,6
16,0
12,4
27,7
16,0
17,5
21,2
12,6
20,5
14,2
20,2
20,7
17,0
CMB
CB (em)
PCT
(em) ---- - --- -
PCT = Prega
muscular
Survey, dedo1971 a 1974,
cutânea
braço; AMB =para
do tríceps;
Área CB ,
brancos
muscular
" =
'.~l()
/,,
. Circunferência
e percentil
do braço. 50. do braço; CMB = Circunferência
1,lll
44,8
45,2
45,9
49,1
' y,'ms.25,5
43,0
40,6
37,5
30,3
22,9
21,4
19,2
21,4
51,2
43,3
47,7
49,2
50,0
52,4
31,9
38,7
41,9
42,6
47,2
39,6
40,4
36,7
45,1
33,4
26,6
24,0
43,9
44,5
48,7
35,7
41,2
48,2
34,6
46,2
46,7
20,8
18,6
12,6
38,2
39,0
43,6
44,6
45,1
37,4
43,0
44,1
15,6
27,9
33,8
34,8
41,8
42,4
26,5
39,7
41,1
46,1
29,2
36,6
31,6
30,4
12,2
21,8
21,5
20,4
22,2
24,6
28,2
24,5
12,2
17,0
47,8
23,7
35,1
29,6
40,4
37,9
35,8
30,1
38,6
36,4
30,6
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39,1
37,6
31,5
42,5
40,1
39,7
42,1
40,7
33,9
45,4
43,1
41,2
34,3
45,8
43,6
42,0
34,8
46,6
44,4
48,8
27,1
33,2
23,0
26,9
30,3
25,9
35,9
33,4
33,0
38,3
33,7
36,5
34,4
37,2
39,2
32,7
40,2
33,5
45,0
42,6
15,0
19,4
19,6
32,1
29,4
29,3
32,5
31,2
27,2
31,6
37,0
39,6
38,2
38,7
43,5
41,1
16,2
19,8
26,4
44,5
27,8
28,4
39,0
25,1
35,0
36,7
24,3
34,1
31,1
31,9
32,3
26,5
37,1
38,4
39,6
43,3
44,1
29,1
25,0
32,2
35,6
16,8
31,2
36,4
39,0
19,5
21,5
41,8
34,8
41,3
42,3
27,8
33,1
40,8
53,0
50,4
50,8
52,7
52,0
47,0
48,2
48,5
49,6
45,6
41,6
34,6
46,2
44,0
23,4
28,5
51,6
37,7
45,7
32,7
35,8
24,7
40,4
17,7
31,0
41,0
33,1
47,4
29,0
26,6
14,2
22,5
37,8
30,2
14,1
42,8
34,0
40,2
23,S 16,4
10,5
21,2
12,9
8,1
26,9
24,8
25,5
34,9
28,2
30,5
31,0
31,5
32,5
33,3
33,7
34,5
35,3
27,6
32,0
35,6
35,9
22,2
17,7
43,714,7
20,1
23,1
Br24,0
26,2
19,0
4,8
28,8
29,4
30,0
34,1
JMulheres
Nutr -
49,432:77,
Idade1974.
Homens 46,2
16
em Anos
10,5 a 29em30
Idade 45,6
Anos a 49 + SO
a 39 40 46,5
ion Examinatio!r
III
I',
IIt,'.
l',
lI',
Ino',ll"
I'i',
'I',
I','.
'I)~,
111'.
li',
I'H
1110
'ill
t,ll
,','I
110
\',0
111',
1.\'.
1,1',
l/O
1111
tíO
tlll
1'/0
'I}()" " ""'OS
'tlrl"~lIa 'O /(1
1·1 "llItlo/ion
t" IJ 7 a ) 9 30 a 39 40 a 49 + SO an 481 men and women aged frem
frem skinfold thickness: Measurements
/. "'''fiOS
M,"lrltwdo 11,
de Durnin, JVGA e Womersley, J. Body fat assessed from total body density I

48 49
'1"1/(0 Crítico: Esses valores não servem como medida isolada
Procedimento 18 li' I dcrência, dependendo também da avaliação clínica do
{l'1I"lltl'e do método empregado na análise do material.

",li d dvaliar as alterações de algumas dosagens laboratoriais


111 ()ll1paração com estado nutricional, vide Tabela 18.1.
Levantamento de
Dados Laboratoriais

212,0 <<
Moderada
013,910 M
Grave
12
01,2
02,7
2,1 Leve
Depleção
0,8
100
123,1
Alteração 11,9
0,8
Depleção Depleção 1,2
Nutricionol aa 2,0
2,8 214,03,5
d." 11,0'. fotois (mm3)
1(, IH/II,"
IIIIOS)
___ o

Ilnll!> Sé ricaAdulto
1111111111111
1111,,111110 (g/dL) (g/dL) H

TÍTULO: Levantamento de dados laboratoriais.

POR QUE: Realizar avaliação do estado nutricional e


acompanhar variações metabólicas que reflitam
modificações do estado nutricional e de conduta de
terapia nutricional.
M = Mulheres.
11"1111111',;
QUANDO: Há necessidade de avaliação nutricional, I 'Ii", I 1116rios são gerais, podendo-se encontrar alterados em função de diferentes
acompanhamento metabólico e protocolo de pesquisd "" 11101",.,situações clínicas ou desequilíbrios metabólicos; portanto, não devem ser
I./' ",oIl1',150Iadamente.
111."11"",,. 1977.
AGENTE: Nutricionista, médico.

MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica, quadro de


resultados em faixa de normalidade para dosagens i'" 02
laboratoriais, terminal de computadores e prontuário
do paciente. " , "(110: Anota os resultados no impresso de evolução dieto-
, 1\ di .I.
l.OCAL: Unidade de internação e ambulatório.

IH
Compara a adequação dos resultados, conforme va-
1'/('110:
.1\' rderência de exames bioquímicos do laboratório cen-
DESCRIÇÃO
d (1.lhela 18.2) ou do padrão de normalidade referente ao
ITEM 01 i!1I111 l'l1lpregado.
Operação: Verifica resultado de dosagens laboratoriais, no pn li I
tuário do paciente ou no terminal de computadores da unid"t1. 1101

de internação, que se inter-relacionem com a terapia nutrillll /,'<1/0: Discute os resultados com a equipe e avalia a necessi-
nal empregada ou que reflitam alterações metabólicas indi\
.t1lcrar a conduta e a prescrição de terapia nutricional.
1

\I .I"
duais e do estado nutricional.
51
50
Tabela 18.2
Tabela 18.2 (Cont.)
Valores de Referência de Exames Bioquímicas -
Valores de Referência de Exames Bioquímicas -
laboratório Central ICHC FMUSP
laboratório Central ICHC FMUSP
·
:l>

Sódio
Potássio
Hematócrito
Leucócitos
Linfócitos
VCM
Creatinina
Bilirrubina
Colesterol
HDL
Uréia
Eritrócitos
Alanina
Glicose
Ga
Triglicérides
Hemoglobina
mag lutami
Aspartano indireta
total
direta
aminotransferase
(plasma)Itransferase (sora)
aminotransferase (TGP)
(soro) (TGO) H:40a52%
5
10a4,4
0,6
3,5
135
0,5
H:
Até
70
Ate
0,1
0,2 >
a
a10
80
11
100
0,4
200
13
10 45
3,4
45 amil!mm3
1,4
a
0145
51
050
110
018
0,6 5,9
100
mg/dL
mEq/L
44 milhães/mm3
mg/dL
mEq/L
mil!mm3
mg/dL
U/L
mg/dL
34
mg/dL !A3
g/dL
Adulto:
3,5
15
20
2,3 a8a
040%
M:
53a 35
M: 3,5
7
10
135
Até
3,4
1,66
M:
M 187
170
119
036
030
>a32
12a6,8
3,906,1
1,7 4
80 aa145
aa124
17,1
35 578
47%
a!Amol/L
U/L
7,47
5,4 748
612
850
544
510
a100!A3
510,3 mmol!L
U/L nKat/L
nKatL
mmol!L
!Amol/L
mmol!Lmmol!L
mg/dL
16 g/dL (SI)
mmoI!L(SI)
!Amol!L (SI)
(SI)(SI) 50 9 ou8,5 O'GPl H
~ a 105
10 amg/dL
5 mg/dL 6
5,5
2,5
~ H:
H
130a3,4
1,23
100
Jejum:
Até
0,3
250 a
215 5
aa200
4,6
3
mg/dL
130
g/L g/dL
g/dL mg/ml
mg/dL
1,98
8,5%
g/dL
a300
7 365
a60' ~mEq/L
mg/dL
mg/24
mg/dL
380 mg/dL
190h mg/dL
mg/dL
,I' pós-estimulo
das dois valores ~) de 1 hora) ,
0,62
98,8a250
0,7
45
2,13
Crianças:120'
180'
M:
F:
0,2 a27
Crianças:
a~a~a68
2,4 165
0,4 2,2
a0,99
!Amol/L
1,5
2,63
145
10,8 203
!Amol/L
5,7
380 aa 2,7
mmol!L
mmol/L 360mmol!L
mmol!L
mg/dL
mg/dL
(SI) mg/dL
mg/dL mg/dL
111110
lIna
úrico
,"rina
o 10 tolerância
)6sio
,úrio
110
10S
'ção
.Idadetotais
24
uriná
olobina
le ria
à de hglicosilada
glicase
tolerância à glicose
ligaçãooraldo ferro Até a40150
50 mg/dL
mg/dL
!Ag/dL

•. 11,,,10 II <lolralda Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

52 53
Procedimento 19 111 M 03
'W/'II('ão: Registra em impresso de evolução dietoterápica a
Itlplllt'SC de diagnóstico nutricional (HDN) elaborada.

"M 04
Diagnóstico N utricional '''''/'tI('ão: A partir da HDN, estabelece a conduta dietética a ser
li IIILlda.

II M 05
'''''I'tI(ão: Avalia e registra no impresso de evolução dietoterá-
pi! I (', na próxima avaliação, verifica se a HDN é confirmada
111 lidO.

TÍTULO: Diagnóstico nutricional


I il'M ()6
POR QUE: Para identificar e justificar a necessidade de terapia
nutricional. 0"'/'1/('00: Mantém ou elabora nova conduta, de acordo com a
11'i1I.Il'tlO.
QUANDO: No atendimento sistematizado de nutrição.

AGENTE: Nutricionista.

MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica, impresso de


anamnese alimentar terciária.

LOCAL: Unidade de internação e ambulatório.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Avalia e registra a anamnese alimentar terciária IIII
impresso de evolução dietoterápica quanto aos aspectos qUill1
titativos e qualitativos e aos hábitos alimentares.

Ponto Crítico: A anamnese alimentar é realizada conforme ,I


situação clínica do paciente.

ITEM 02
Operação: Verifica se o resultado da avaliação da anamnese ll'l
ciária justifica ou não o estado nutricional através dos ind ilol
dores antropométricos e laboratoriais.
54 55
"'''(0 Crítico:
Procedimento 20
:, necessidades calóricas nutricionais são mais bem defini-
.I"., por calorimetria indireta.
j I (;IiT é um indicativo das necessidades calóricas.
I ) (;IiT poderá superestimar as necessidades nutricionais dos
I'''lkntes de acordo com a doença de base.
Cálculo Estimado do Gasto
Energético Basal, Suas Variáveis e
Necessidades N utricionais
Fórmula

, 1111110 66 + [13,7 x peso (kg)] + [5 x altura (em)) - [6,8 x idade (anos)]

1111111110
655 + [9,6 x peso (kg)J + [1,8 x altura (em)] - [4,7 x idade (anos))
TITULO: Cálculo estimado do gasto energético basal, suas
1111111', Benedict, 1919.
variáveis e necessidades nutricionais.
Cálculos do Gasto Energético Total (GET)
POR QUE: Auxiliar a determinar as necessidades nutricionah
dos pacientes e a conduta dietoterápica. i I
MB X fator estresse x fator atividade x fator térmico )
QUANDO: No momento da realização da prescrição dietética.

AGENTE: Nutricionista.
1,2 1,3
MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica, tabelas de
fórmulas para cálculos de necessidades nutricional\
(Tabelas 20.1 a 20.9).

LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. 1,25 mável


1'.H1ll 19/9. J
DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Coleta dados do paciente referentes a diagnós li' "
clínico, presença de fator térmico (febre), de atividade l' d,
estresse, sexo, idade, peso e altura.

ITEM 02
Operação: Com os dados obtidos, calcula a taxa metabólica b"' ..i1
(TMB) e o gasto energético total (GET), conforme fórmutl d.1
Tabela 20.1, com acréscimo de fator estresse, fator atividade l' 1.1
tor térmico, se houver febre, constantes nas Tabelas 20.2 a 2U I
57
56
l/EM 04

-----
( Pequena Transp.
TMO
Côncer
- , 'I/('ração: Realiza a adequação da prescrição dietética e das
--
litaçõo _._-~ ---
complicado
I
Cirurgia
cirurgia
Jejum
Insuf. eletiva
ouflgado
Queimadura
Insuf.
renal
Situações inaniçõo Estress,
0,85
1,1
1,2
(70 a1,3
hepática
aguda Estresse
1,2
90%)
2,0
1,0
1,3 1.7
oaa1,4
a1,1 1,1
1á 1 1,5
1,0
1,2
1,3
1,5
1,6
Fatar
Fator
llllldutas nutricionais, conforme os cálculos das necessidades
11111 ricionais. Utiliza a tabela de orientação de recomendação
IILlria de ingestão protéica, conforme necessidades nutricio-
1101 Is, constante nas Tabelas 20.6 a 20.8.
,1

IHIIIU':

1/", '''I,idades Nível de Estresse I


3 I','l/(\/{ n

---I
.1
1"',,,0 cal. NP/N

-----t------
~~+50~100-:-1- .~~~

Sem estresse ..I le~e o MOdemdt E"'e~' SMm I

I, Vi, 1
d (q/kg/dia) '1 i <15%
~- Ii -~;- 15%a20% _~
~ I
Overview of Nutrition Support for the Criticolly IIIand Iniured Patient, ASPEN,
---.--------------
Queimadura
..
(50 a 70%~ "'"11111
I )q"wn AM. Substract Requirements for the Patients, ASPEN 1998 .
Ref.. Kinney, 1966, 1970, 1976; Wilmore, 1977; Long, 1979; Elwin, 1980.

ITEM 03
I '\'/111105 Baseado no
Operação: O cálculo das necessidades calóricas também pod. 1,1",,1para Altura e Idade
ser realizado conforme estimativa simplifica da, constanlc I Nece,ssidades
de Agua em
11.1 , I '111 Vw ioçõa de 20%
Idade ! mLlkg/dia
Tabela 20.5, quando o nutricionista necessitar de informd~.'I"
mais imediata. J"vem ativa
Iclasas
40
55 a 75 anos 30
Idasos 75 anos 25

II Criança 16 a 33 an0:-=J---
.------
.hh:'.II'~l.

ACima de 5 kg e até 18 anas 1 1


Necessidade (kcal/kg/dia) Situação
I" 10 kg de peso I 100
20 a 22 Obesidade mórbida 1<,'/0 kg de pesa
"'""na 20 kg I! ~-.-JI
50
,I. "" ',l1lls. Modem Nutrition Health Disease. Ed. Lea & Febiger, 7'h, Filadélfia,1998.
22 a 25 Marasmo

25 a 27 I I iilt,i/lldo é baseado no peso corpóreo ideal, conforme Ta-


Cirurgia de pequeno porte, estados ot,"" , , H

27 a 30 i Sepses, trauma invasivo fli 11/lIII'IKia renal crônica e hemodiálise 1 a 1,2 g/kg/dia.
30 a 35 ~ueimados < 30% ASC, anabolismo "í i ti" Il-'Ilcia renal aguda = 0,6 g/kg/dia,

Ref.: Ogawa AM. Substract Requeriments for the Patients, ASPEN 1998. , I oIlllSIC deve ser feito conforme balanço nitrogenado,
ASC = área de superflcie corpórea.
01, IlIl'i,l, funções hepática e renal do paciente.
58
59
Tabela 20.8
Necessidades Mínimas Diárias de Eletrólitos de Acordo clltura dos indivíduos abaixo de 19 anos foi retirada te Han-
com a Idade para Indivíduos Saudáveis flCSe cols. (1979). O uso desses números de referência :não
significa que essa proporção de peso e altura seja a de aI.
Idade I
Sódio (mg) 2.000
600
750
7002500
180
350
300
500 120
2.000500
1.600
1.000300
500200
lAOO 400
25 (mg)
Potássio
Cloreto (mg)
I RE (retinol
Ilctacaroteno. equivalente) = 1 f.L de retinol ou 6 mg de

(:omo colecalciferol:
vilamina D. 10 f.Lg de colecalciferol = 400 DI de

I ao-TE (tocoferol equivalente) = 1 mg de tocofero].


I NE (niacina equivalente)
Iriplofano. = 1 mg de niacina ou 60 mg de

Rei.: Recomended Dietary Allowances, 1989.


Obs.: Não recomendado para pacientes nelrapotas, cardiopatas e hepatopotas.

ITEM 05
Operação: Utiliza a tabela de doses dietéticas recomendadcl"
(RDA) para complementação de vitaminas e minerais, con!'ol
me Tabelas 20.9 e 20.10 e/ou tabelas de DRI (Tabelas 20.11 cI
20.19).

Ponto Crítico: As doses recomendadas nas Tabelas 20.9 e 20.1 li


não são aplicáveis como indicação em casos de deficiência S t III
carências ocasionadas por doenças graves, pois nesses caso\ •
necessária complementação.

ITEM 06
Operação: Registra os dados obtidos no impresso de evolt Il,' 11I
dietoterápica.
• As quantidades, expressas como ingestões médias diári.l\ ,111
longo do tempo, devem suprir as variações individuai\ til

maioria das pessoas normais que vivem nos Estados VllItI.,


sob condições de estresse ambiental normal. As dietas dt'\.
riam basear-se em uma variedade de alimentos que Pllll ti

ciem outros nutrientes para os quais as necessidades 111111101

nas foram menos definidas.


• O peso e a altura dos adultos de referência são médicl', tlll

população americana para as faixas de idade estabelecid.1 I rll

como foi determinado por Hannes 11. A média do pCSt) I 110


60
61
'"
'"

, o
Õ
40
Se U
~c
55
(a)
81
,82
180
1.200
200
50
108
98l47
45
530
~~~
150
60
90
132
112
157
50
240
C
70
40050
163
50,9
16
10
45
375
13
800
35
14
1,0
1,5
1,7
1,1
0,3
0,41,8
0,7
1,3
1,2
1,4
1,6
0,6
Mg
Cl..
~",
~~
280
275
800
mg
70
600
400
C 65
~
2O,5,6EP10
,-,r..r,
~ mg
12
80
40
170300
1.200
20
120
350
61,1
100
71 70
1(e)
mg
3545
800
55
30
625 80
65
15
500
0K
10
Vitaminas
60
1,7
.2
/lg
1,6
2,0
1,5
0,7
1,0
0,5
0,3
0,3
0,5 5,0
1,1
2,2
2,2
7,5
1,4
1,4
2,0
10,0 (e) 5,0
-c, 1 r.. ,A ,~
77
810
75933/lg
15
413
20
Kg 10
&12
79
58
8671.000
28
45
55
7228
24
45
44
mg
800
176
63
163
164
66700
500
173
11
90 15
691.200
1200
110
Niacina
0,8
Idade
177
Fe
0,4
0,0
160 70
150
350
59mg
a03
102
00,5
014
Cal!
V> 10
/14
10
915
mg
50
46
63
58
Zn 2C
55
270
350
400
10
300
280
355
320
10,0
50 120
__ ' __ 1-
150
1.000
cm
mg
oo-TE
/lgRE 15
15
12
10
90Folato
19
30
Lipossolúveis
86 /lg /lg 3C
2C
7C
10
/l9 150
150
15
200
mg10,0 mg7C
812
Ca
/lg
(I) 150
55 60
4C
75
175
5C 7C
65 Hiposso/úveis
mgNE
Vitaminas mg Minerais
»----
.2
V> o 157
176 59 4511000 (000 10,0
10,0
JI

:= ::e.- :-:::: :: :: ~eS5S ~2 2~'=' l'l 0 ,,~ ao . 6 17 20 21 260 2.61200 1.200340 15 1620075

c~tegona
01,5I 3mgmg
11,0
mg50 Idade
2a5
02
a0,7
2a5 25
20
230,6
!-\C/oo
1
0,4
0,6 30
0,7
1,5
1,5
1,5 /lg
50
3075
25
20
50
20
20
15
/lg
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a. variaçães de haver
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menos informaçãode base para as quantidades, esses números não constam no quadro principalRDAe são fornecidosaqui na forma de

b. normalmentenão
Como os níveistóxicospara
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ultrapassados. referira se, muitasvezes, sornente à ingestão usual, os níveisdados aqui para os mícromíneraís

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Note: This table (taken Irom the ORYreports; see www.nap.edu) presents Recommended Oietary Allowances (ROAs)in bold type ond Adequate Intokes (Ais)in ordinary
type lollowed by on osterisk (*). ROAs ond Ais may both be used os gools lor individual intoke. ROAs are set to meet the needs 01 olmost 011(97 ta 98 percent)
individuais in a graup. For healthy breastfed inlants, lhe AI is the meon intake. The AI lor ather lile stage and gender groups is believed to cover needs 01 011individuais
in lhe graup. But lack 01 data or uncertointy in the data prevent being able ta specily with conlidence the percentage 01 individuais covered by this intake.
° As retinol activily equivalents (RAEs).1 RAE = 1 I1g retinol, 12 I1g ~-carotene, 24 I1g a-carotene, ar 24 I1g ~-cryptoxanthin. The RAElor dietary provitamin A
carotenoids is twolold greater Ihan retinol equivalents (RE).whereas the RAElor prelormed vitomin A is lhe some os RE.
b As cholecalcilerol. 1 I1g cholecalcilerol = 40 UI) vitamin O.
, In the absence 01 adequate exposure to sunlight.
d As a-tocopherol, a-Tocopheml includes RRR-a-tocopherol, the only lorm 01 d-tocopherol that occurs noturolly in loods, and the 2R-stereoisomeric lorms 01 a-tocopherol

(RRR-,RSR-,RRS-,and RSS-a-tocopherol) that occur in lortilied loods and supplements. 11does not include the 25-stereoisomeric lorms 01a-tocopherol (SRR-,SSR-, S/IS-,
and SSS-a-tocopherol), 0150 lound in lortilied foods and supplements .
• As niacin equivalents (NE). 1 mg 01 niacin = 60 mg 01tryptophon; 0-6 months = prelormed niocin (not NE).
, As dietary lolate equivalents (OEE). 1 OEE = 1 I1g lood lolate = 0,6119 01 lolic acid lrom lortilied lood or as a supplement consumed wit lood = 0,5119 01 a
supplement token on on empty stomach.
, Although his hove been set lor choline, there are lew dato to assess whether o dietary supply 01 choline is needed at 011stages 01the lile cycle, and it moy be that
the choline requirement can be met by endogenous synthesis at some 01 these stages.
h Because 10 to 30 percent 01 older people may molobsorb lood-bound B", it is advisoble lor those older than 50 years to meet their ROA mainly by consuming
loods lortilied with B" ar a supplement containing B'2.
In view 01 evidence linking Ialote intoke with neurol tube delects in the letus, it is recommended that 011women capable 01 becoming pregnant consume 400 pg
Irom supplements or lortilied loods in oddition to intoke ollood lolale Irom a varied diet.
,k It is assumed that women will continue cansuming 400 pg Irom supplements or lortilied lood unlil their pregnancy is conlirmed and they enter prenatal com, which
O- ordinarily occurs alter lhe end 01the pericanceptional period - the critical time lar lormation 01the neurol tube.
01 Copyright 2004 by the National Academy 01 Sciences. Ali rights reserved.
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Note: This loble presenls Recommended Dielary Allowances (RDAs) in bold Iype ond Adequate Intakes (Ais) in ordinary type lollowed by an asterisk ("). RDAs and Alo
moy both be used os goals lor individual intake. RDAs ore seI to meet the needs 01 olmost 011(97 to 98 percent) individuais in a group. For healthy breastfed inlants,
the AI is the mean intake. The AI lor other lile stage and gender groups is believed to cover needs 01 ali individuais in the group, but lack 01 data or uncertainty in the
data prevent being able to specily with conlidence the percentage 01 individuais covered by this intake.
Sources: Dietary Relerence inlakes lor Calcium, Phosphorous, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride (1997); Dietary Relerence intakes lor Thiamin, Ribollavin,
Niacin, Vitamin B6' Folate, Vitamin B", Pantothenic Acid, Bialin, and Choline (1998); Dietary Relerence Intakes lor Vitamin C, Vitamin E, Selenium, and Caratenaids
(2000); Dietary Reference Imakes lor Vilamin A, Vitamin K, Arsenic, Baron, Chromium, Copper, iodine, iron, Manganese, Malybdenum, Nickel, Silicon, Vanadium,
and Zinc (2001); and Dietary Relerence Intakes lar Water, Potassium, Sodium, Chloride, and Sullale (2004). These reports may be accessed via http://www.nap.edu.
Capyright 2004 by the National Academy ai Sciences. Ali rights reserved.
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o UL = The maximum levei af daily nutrient inlake that is likely to pose no risk of adverse effects. Unless otherwise specified, the UI represents total intake Irom lood,
water, and supplements. Oue to lack of suitable doto, ULs cauld not be established lor vitamin K, thiamin, riboflavin, vitamin B12, pantothenic acid, biotin,
carotenoids. In the absence of ULo, extra caution may be warranted in cansuming levels above recommended intakes.
b As prelormed vitamin A only.
, As a-tocopheral; applies to any form 01 supplemental a-tocopherol.
d The ULs for vitamin E, niacin, and folate apply to synthetic lorms obtained Irom supplements, lortified loods, or o combination 01 the two .
• ~-Camtene supplements ore advised only to serve os o provitarnin A source for individuais at risk 01 vitamin A deficiency.
, NO = Not determinable due to lack 01 doto of adverse effects in this age group and concern with regard to lack of ability to handle excess amounts. Source 01
intake should be Irom lood only to prevent high levels 01 intake.
Sources: Dietary Relerence Intakes lar Calciunt Phosphorat,rs, Magnesi urn. Vitamin D, and Fluoride (1997); Dietary Relerence Intakes lar Thiamin, Riboflavin, Niacin,
Vitamin So, Folate, Vitamin B,2, Pantothenic AcitL Riotin, and Choline (1998); Dietary Relerence Inta.kes lar Vitamin C, Vitamin E, Selenium, and Camtenaids (2000);
and Dietary Relerence Intakes lar Vitamin A, Vitamin K, Arsenic, Boron, Chromium, Copper, lodine, Iron, Manganese, Molybdenum, Nickel, Silicon, Vanadium, and Zinc
O- (2001). These reports may be accessed via http://www.nap.edu.
-O Copyright 2004 by the National Academy 01 Sciences. Ali rights reserved.
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o UL = The maximum levei 01 daily nutrient intake that is likelyto pose no risk 01 adverse effects. Unless otherwise speeilied, the UL represents total intake Irom lood,
water, and
caution maysupplements.
be warrantedOue to laek 01 suitable
in eonsuming data, reeommended
levels above ULseould not be established lor arsenie, ehromium, silieon, potassium, and sullate. In the absenee 01 ULs,extra
intakes.
b Although the ULwas not determined lor arsenie, there is no iustilication lar adding arsenie to lood or supplements.
' The ULslar magnesium represent intake Irom a pharmacological agent only and do not include intake lram lood and water.
d Although silicon has not been shown to cause adverse effeets in humans, there is no iustilieation lor adding silieon to supplements.

' Although vanadium in lood has not been shown to cause adverse effects in humans, there is no iustilieationlor adding vanadium to lood and vanadium supplements
should be used with eaution. The FLis based on odverse effects in laboratory animais and this data could be used to set a ULlor adults but not ehildren and adoleseents.
I intake
NO = should
Not determinable
be Irom looddueonly
to laek 01 data high
to prevent 01 adverse
levels 01effects
intake.in this age group and eoneem with regard to laek 01 ability to handle exeess amounts. Souree 01

Sourees: Dietory Relerenee Intakes lor Calcium, Phosphoromns Magnesium, Vitamin U. and Fluoride (1997): Dietary Relerenee Intakes lor Thiamin, Ribollavin.
Niaein, Vitamin B6Folate, Vitamin B", Pantothenie Aei4 Biotin, and Choline (1998); Dietary Relerenee Intakes lor Vitamin C, Vitamin E. Selenium, and Corotenoids
(2000); Dietary Relerenee Intakes lar Vitamin A. Vitamin K, Arsenie, Boron, Chromium, Copper, lodine, Iron, Manganese, Molybdenum, Niekel, Silieon Vanadium,
'.J and Zine (2001); and Dietary Relerenee Intakes lar Water, Potassium, Sodium, Chloride, and Sullote (2004). These reports may be aeeessed via http://www.nap.edu.
Copyright 2004 by the National Academy 01 Seienees. Ali rights reserved.
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2,0801,625
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2,519
2,567
2,239
2,267
2,016
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Weight for (keal/day)
BMI'

o For eaeh yeor below 30, add 7 keallday for women and 10 keol /day lor men. For eaeh year abave 30, subtraet 7 keal/day lar wamen and 1 keal/day lar men. °
b PAL= physiealaetivity leveI.
, BMI = bady mass index.
d Derived Irem the lollowing regressionequations bosed on doubly labeled water data:
Adult man: EER= 662 - 9.53 x age (y)+ PAx (15.91 x wt [kg] + 539.6 x ht [m])
Adultwoman: EER= 354 - 6.91 x age (y) + PAx (9.36 x wt [kg] + 726 x ht [m])
Where PA relers to coeflieient for PAL,

"_:-:~...~:~_e~:_~.... ...J ..;"e - bosol e'"'e'"gv exo8r"lditure


-.: -_~ ~3-=:=--:

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Tabela 20.17 (~ont.),?§~'1J, lI) t--....l{)~-q-~~ " (Y) 00 00 00 00


(pj6w) :lUlZ N a:i o-: 0-:0-: o-: "..0..0..0..0
Oietary Reference Intakes (ORls): Recommended~~;
Intakes for Individuais, Macronutrients ,J~;
Food and Nutrition Board, Institute of Medicine. National Academi
";'\;i1;:{~"í" ••

Life NO
13*1,4*
NO
AcidAeid
Foi
13*1,3*
13*1 A*
29*Woter"
210
28*3,8*
3
175,8*
3,0* Fiber
Tolol
Linoleie
I a-Linolenie
Corbohydrote
(L/d)
(g/d) Tolol
o000lI) lI)lI)0000
lI)
lI)
(Y) (Y) 00 00
(g/d)(g/d)
(g/d) (g/d) (p/6w) (Y) ••••
I p,,>/. IIt 0.0.lI) lI) lI)lI)
14 to 18 y snJoljdsoljd
('1./

(pj6rf)
wnuapqÁlow
/1
000000
/1 (p/6w) O .••.
(Y) lI)
lI)
lI)
wnlsau6o\J\l N (Y) (Y) (Y) (Y) (Y)
/1

(p/6w) UOJI

/1
/1 (p/6rf) au!pol
/1 00
'-O .••.
(P/6rf) Jadd0:J
N (Y)
Note: This toble presents Recarmnended Oietory Allowonees (ROAs) in bold type and Adl·'1It•
Intokes (AIs) in ordinary type lollowed by on osterisk (*), ROAs ond Ms moy both he used It
gools lor individuol intoke, ROAs ore set to meet the needs 01 almast 011(97 ta 98 perc,·,d
individuais in a group, For healthy inlants led human milk. the AI is the mean intake, TI,,· J I
other lile stage and gender groups is believed ta cave r the needs 01011individuais in the 'I" '''1' 00
N '-O
(P/6ri) ajolo~
but laek 01 data or uneertainty in the data prevent being able ta specily with eonlidenee li,,·
pereentoge 01 individuais eovered by this intoke,
.••. lI) o:J..- ..- ..- o:J ..- ..- ..- (V) (V)
Total woter includes 011water eontained in lood, beverages, ond drinking water,
00 o .....:.....:.....:.....:
"'<::t "'<::t
o
o""':""':""':""':""':

b Based on 0,8 g/kg body weight lor the relerenee body weighL

(p/6w) uoo'N

.••. lI) CXl~- _ 00 o-. o-. o-. o-. o-.


00 o""':""':""':""':""': 000000
~'-0 r---.. 0.0.0.0.0.
1'/6w) u/wo/ljl 00 000000
(p/6w) :JI'/\
Moeronulrienl Reeommendolion
(pj6w):J W\
Oietory eholesterol As low as possible while eonsuming a nutriliolt.'[1
odequote diet
(p/6rf) 'li W\

Trons latty oeids As low as possible while eonsuming a nutrilioltltll,


odequote diet (pj6) UlajoJd o 00 CXl CXl CXl CXl CXl
N (Y) (Y) (Y) (Y) (Y)
00
00 000000
000000
000000
Solurated lotty ocids As low as possible while eonsuming a nutritioll' II (p/6) OH:J 000000
odequote diet °E
c>->-
Added sugars Limit to no more than 25% 01 total energy ~ (Y) co
~EE
Souree: Oietary Relerenee Intakes lor Energy, Carbohydrale, Fiber, Fat, Fatty Aeids, Chol,,,,,.,
.:..c.-~
u
Protein, and Amino Aeids (2002).

74 75
(PlBw) :JUIZ I >rocedimento 21

(pjBw)
snJoljdsoljd

(pjM)
wnuapqÁlow Realização de
wnlsau60w
(pjBw)
l{)00
(Y)0--0
(y) N (y) Balanço Nitrogenado
(y)NN
(pj6w) UOJI NNN

(pj6r1) aUlpol
l{)00
0000
(pj6r1) Jaddo:) " 0000
1111/1.0: Realização de balanço nitrogenado (BN).

lU QUE: Para verificação da ingestão e da excreção do


000 nitrogênio.
(pj6r1) ajolo~ NNN
l{) l{) l{)
1II , '\ N DO: Por solicitação médica; na realização de pesquisas e
protocolos; para acompanhamento da terapia
nutricional.

(p/Bw) UIJOIN ·t1\NTE: Nutricionista, médico.

II!IUAL: Exames laboratoriais, balança, composição química


de nutrição oral, enteral e/ou parentera!, Prontuário do
(p/6w) UlwolYl paciente, impresso de evolução dietoterápica.
II li J\ 1.:
Unidade de internação.

:IUÇÃO
111

(p/6) ulajoJd 000


l{) l{) l{) I"li/O: Verifica prontuário do paciente e prescrição médica.
(p/6) OH:)

.-6>->->-
000
Õr-(Y)L.[)
o '(11'0: Verifica, com a equipe, a necessidade de realização
u~o.~ dol/II,'O nitrogenado, que deve ser realizado por três dias
-'
O.---.---M
I 1111 vos, e solicita a coleta de urina e dosagem de uréia
I iil li\' 24 horas às equipes médicas e de enfermagem.
76
77
ITEM 03 \ 111 I iplica
o valor da uréia urinária pela diurese e esse resulta-
d'l por 0,47 (fator de conversão em nitrogênio); adiciona ao
Operação: Calcula as necessidades nutricionais do paciente, a ofell.!
da dieta a ser ingerida ou infundida com relação ao teor de caloi I 1111.114 g de nitrogênio (média eliminada através da transpira-
111 l' rezes), obtendo-se o teor de nitrogênio excretado (NE)
as e macronutrientes (carboidratos, proteínas, lipídios, sódio ( I" 111 paciente, conforme a equação 2.
potássio) e solicita a dieta à Seção de Dietética Experimental.

Ponto Crítico: A solicitação à Seção de Dietética Experin1CJ1I.i1 Nitrogênio Excretado (NE)


só é feita em caso de utilização de dieta via oral ou enteral.
I; [uréia urinária de 24 h (g) x volume uriná rio (2)
ITEM 04 24 h (L)] x 0,47 + (g)

Operação: lil M 07
• No caso de dieta oral metabólica, avalia diariamente a Jl ( I
tação alimentar do paciente e pesa o resto-ingestão dc lod,I'. Subtrai o nitrogênio excretado do ingerido e con-
'1'''''11(';;0:

as refeições (cada alimento separadamente). Compara c< 1111


IIII () resultado do balanço nitrogenado, que pode ser positivo,
111.111 .Indo que o paciente está em estado de anabolismo; ou
o padrão de dieta calculado anteriormente com relaçdll .1
11,,',11 ivo, mostrando um estado de catabolismo, conforme a
quantidade de proteínas ingeridas, utilizando tabela dc COIII 'Pldl.dO 3.
posição centesimal de alimentos para alimentos crus.
• No caso de nutrição entera!, avalia diariamente a real q li.! I1
/\'''/" Crítico: Considerar a faixa de 4 a 6 para um balanço positivo.
tidade da dieta enteral administrada, verificando no pl 111 <

tuário do paciente as anotações da equipe de enfermJ~:! 111

quanto ao volume ingerido pelo paciente. Balanço Nitrogenado (BN)


• No caso de nutrição parenteral, avalia diariamente junto à C( I' 111" IIN Nitrogênio Ingerido (g) _ Nitrogênio Excretado (g) (3)
de enfermagem o volume de nutrição parenteral infundid! I (NI) (NE)

ITEM 05
I '''''1111,1988.

Operação: Calcula o teor de proteína (em gramas) da dietJ ( 11 • ri

e/ou enteral) ou nutrição parenteral e transforma essa qll.!1111 '''' ux


dade em nitrogênio (divide-se por 6,25), obtendo-se assi 111 "

quantidade de nitrogênio ingeri da (NI) em gramas, COnrllllll' 'I" 111(110: Registra o resultado no impresso de evolução dieto-
a equação 1. I 11'11,1 l' informa à equipe médica.

Nitrogênio Ingerido (NI)

NI = proteína total da dieta (g) I (1)


6,25

ITEM 06
Operação: Verifica o valor da diurese diária (em litros) e dil II r ('1/1

urinária, nos resultados laboratoriais ou com equipe l1H'd 11,1

78 79
ITEM 03
Procedimento 22 Operação: Posicionamento do paciente:
• retira calçados, meias, relógio, pulseiras ou afins no braço
não-dominante .
• deita em decúbito dorsal.
• afasta as pernas, abre as mãos, que devem ser apoiadas na
Bioimpedância Elétrica maca.

Instrução de Uso ITEM 04

Operação: Retira da cartela quatro eletrodos aderentes e fixa na


pele, nos locais indicados na Fig. 22.1.

Ponto Crítico: Passa álcool com gaze nos locais indicados para
I ('tirar o excesso de gordura da pele.
TÍTULO: Bioimpedância elétrica - Instrução de uso.
Lleteclin~ el•• trode
POR QUE: Para avaliação da composição corpórea e fluídos. edge is 1)laccd no
ao imaginar~' line
bise<:ting lhe
Há necessidade de complementar a avaliação medial mellealus
QUANDO: t bone on big toe
nutricional convencional em casos específicos e de sl<k ofankle I

protocolos de pesquisa.

AGENTE: Oficial administrativo da nutrição e dietética e/ou


nutricionista.

MATERIAL: Aparelho monitor de composição corporal


biodynamics, modelo 310, e aparelho de marca Comp
Corp, modelo BIA 101Q portátil (RJL System),
eletrodos (clipe vermelho e clipe preto), adesivos,
algodão, álcool, impresso de evolução dietoterápica,
Sign.1 elertrode
programa para avaliação de resultados. i, placed 011 the
base of lhe second toe

. LOCAL: Unidade de internação ou ambulatório. RJL


IIIJ_ 22.1 - Locais indicados pora colar os eletrodos aderentes. Fonte: Manual de instruções
oparelho de bioimpedôncia RJL Systems modelo BIA-lO) Q. Publicado em ) 995.
DESCRIÇÃO /'1

ITEM 01
1IIlM 05
Operação: Verifica idade, efetua medidas
de estatura e de peso
conforme Procedimentos 13 (Medida da Altura do Paciente) e Ol1cração: Coloca os eletrodos aderentes: dois no pé do lado
12 (Medida do Peso do Paciente). 1I,lo-dominante, sendo o eletrodo distal (clipe preto) na região
I til rcspondente à articulação metatarso-falangiana do quarto
ITEM 02 d, -do, e o eletrodo proxirnal (clipe vermelho) um pouco acima
d,1 linha da articulação do tornozelo, entre os maléolos medial
Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento e uso I l.ltcral; dois na mão do lado não-dominante, sendo o eletro-
do aparelho.
81
80
do distal na base do dedo médio e o eletrodo proximal um pou-
co acima da articulação do punho. Conecta o cabo sensor no
monitor e suas extremidades nos quatro eletrodos.

Ponto Crítico: Quando utiliza o aparelho RJL-lO 1Q fixa os ele-


trodos aderentes nos membros superior e inferior direitos.

ITEM 06
Operação: Aperta a tecla ON para ligar o aparelho e espera al-
guns segundos para a realização do teste.

Ponto Crítico: Para o aparelho Biodynamics modelo 310, segue


os itens 06 a 08 descritos neste procedimento. Para o aparelho
RJL System modelo ElA 310Q registra os resultados de resis-
Terapia Nutricional Parenteral
tência e reactância que aparecem no visor do aparelho.

ITEM 07
Operação: A tomada de medida da bioimpedância elétrica se-
gue as recomendações de utilização de cada aparelho, de acor-
do com o manual e as instruções do fabricante.

ITEM 08
Operação: Aperta a tecla PRlNT para imprimir o resultado.
Tecla OHMS para reactância e anota no impresso.

ITEM 09
Operação: Desliga o aparelho na tecla ON/OFF, localizada na
parte posterior do aparelho.

Ponto Crítico: A bateria do aparelho deve ser recarregada colo-


cando o plug na tomada elétrica da rede 110 volts, quando ne-
cessário. Para o aparelho RJL System modelo BlA 310Q troca
a bateria conforme necessidade.

ITEM 10

Operação: Analisa os dados obtidos, inserindo-os no programa


no microcomputador conforme software específico, que acom-
panha cada modelo de aparelho.
Procedimento 23

Indicação Clínica de Terapia


de Nutrição Parenteral

f1'!'lJ LO: Indicação clínica de terapia de nutrição parenteral

"C)I( QUE: Aplicar terapia de nutrição parenteral e evitar sua


indicação inadequada.

C1l/I\NDO: Sempre que houver indicação clínica. Após avaliação


nutricional e metabólica.

c ;I(NTE: Médico e nutricionista.

'I'ERIAL: Prontuário do paciente.

I 1)( :I\L: Unidade de internação e ambulatório.

CIUÇÁO
11\1 01

/" 11/(110: Avalia o paciente e os dados registrados no prontuário.

I ~I 02

I
I, "(1/0: Avalia a integridade e a funcionalidade do aparelho
li, ' .tlll'io.

tiS

"I/~'(/O: Avalia a integridade e a funcionalidade do sistema


'111.11 venoso.

85
ITEM 04
Operação: Avalia a condição hemodinâmica.
I)rocedimento 24
ITEM 05
Operação: Considera as indicações de terapia de nutriç50 1101

renteral relacionadas na Tabela 23.1.


Complicações da Terapia
N utricional Parenteral
com aa dez
Indicado finalidade
com de C
manter
aintolerância
finalidade ou
Devede
manter
houver sofrimento
estabilizadas
hemadinãmicas b
Indicação Em
e falência
nutrição
Setepacientes
respectiva
Quando
Na ausência
fornecer
receber
Indicado
Fístula
de Comentários
houverintestinal
enteral
suprimento
quando
alimentação
na sem
dias
mentede previsão
antes
sinais
gastrointestinal
trânsito
oferta
intestinal em intestinal
pacientes
nutricional
ou ede
de
indicação Se
de
iintervenção
o tratamento
impossibilidade
oral àde
a
deve-se ser
fístula
insuficiência
obstrução
de retorno
Sempre
alto terapia
calórico-protéico
terminais,
Não
ou se admini
simultan,a
melhora
indicado
de
pós-operatório,
por trânsito
desnutridos
via doque
esta
débito
parenteral
assim está
enfatizarde
prr(I nutrição entera
pos~
quandoem
gastroint
enteral
que
terapia total
as
de co
~---
oais
iva de
ostinal,
Síndrome
Trauma
trofismo
intenção
calórica
ingestão
cirúrgica
desnutridos
receber
for
de intestin(
de man
necessária
calórica
terapia
de com
grande
insuficiente
nutrição deincapacidade
para
enteral nutrição
porte em
a demanda enteral
pacientes
de
te

O(lt,till 1'1111,0:
CIO Complicações da terapia nutricional parenteral (TNP).
01111 11111

1'.'/1 ()UE:
Identificar e prevenir as principais complicações da
terapia nutricional parenteral.
II\NDO:
Na ocorrência de complicações na terapia nutricional
parenteral.

In.NTE: Médico.

cr
«(llll

I ~
11
IIlIUAL: Impresso de evolução dietoterápica de pacientes,
prescrição médica, prontuário do paciente, impresso
do banco de dados dos usuários de TNP padronizado
o pelo SUS.
eslllll li
11\ dlll 111

alo", I'" I"


'1:1\ I,: Unidades de internação e ambulatório.

strcH III
ndl(_l II
,uçÁü
esllVII'jll 10'

I
i/li/O: Verifica registros do prontuário médico do pa-
Iill, " observa intercorrências referentes à terapia nutri-
I1 i1l'oIJ'cnteral, como resultados de exames laboratoriais,
Ref.:Waitzberg, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prótica clínica. 3° ed. São !'""I, , tI
I ras informações relevantes para identificação
11111 das
Atheneu, 2001. rlll~ dssociadas às complicações
1111'1.11.
da terapia nutricional

86
R7
ITEM 02 o O) o
-g 0"""0 -g o
o ~ g-g~g E
Operação: Associa informações observadas a prováveis GlIl 'o
'-'"

sas de intercorrências da TNP, conforme Tabelas 24.1, 21\ ' C


<lJ
Ecr- o-.~
::>-g
~ o- ~
.Q...o
0 __\J c o
Q)
>
o o o rr(Q) c
e 24.3. <lJ

cl:: '<;:f'"~.;:w g'o


o:gE~E
O~U(Y)CQ)

ITEM 03 o
ô
~ Vl (I)
~
Operação: Identifica a( s) causa( s) da( s) complicação (ões), tOIlI., .E
::>o
o-u", o O)
Ol
c
providências em relação aos cuidados e alterações de condll c ~~8 <lJ ~
<lJ
E -o.~ E
tas, se for o caso, reforçando os mesmos a toda equipe (\11' o o \J Q) Ô
Õ
presta atendimento ao paciente. ,.:: :~~.~
~ - ~
~:ºx
~:::Jo
1Ii
O)

ITEM 04
o
(;
Operação: Acompanha diariamente a evolução clínica, n 11111 o.
(;
cional e de cuidados ao paciente, verifica o monitoramento d, ~
o u
exames laboratoriais, de RX, eletrocardiograma e evolU<;<H)\ 1"
o'" c o
o '"
E E 1i
o
paciente, para verificar se as complicações foram extinta~ Nt I i::
Vi
00.-0
::> O)

caso de presença de complicações em paciente domicili<ll \ ,O) o o


1I1 cE-"
TNP,orienta o cuidador para entrar em contato com o nH"d 1111 .g-~ §
ow0
ou procurar serviço médico mais próximo.
'"
o O)
-o
~
ITEM 05 o
.2:
::>

g
'" O)
O) -o
Operação: Preenche o impresso próprio, denominado 1:111/11 Ol
c o
ou -o
de dados dos usuários de TN (terapia nutricional) padrolll 01,/, o
::>
o-
pelo MS, para finalidade de reembolso da TNP à Uniddl\!' di O)
-o
oc
Saúde.

o o o
E
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I'~
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O)
E
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O)

o
E
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o
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1:
O) o
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O) oo.
.9- o. o.
I I I I

89
88
-.o
o

Complicação

Hipernatremia Administração inadequada de água • Sede Baixo consumo de • Evitar consumo


Consumo excessivo de sódio Diminuição do turgor da sódio excessivo de sódio
• Perda excessiva de água pele Reposição de fluidos Monitorar fluidos e
• Hiperventilação Irritabilidade moderada sódio urinário
• Febre • Em alguns casos,
Queimaduras aumento do sódio sérico,
do nitrogênio uréico
sanguíneo e hematócrito

Hiponotremia Administração excessiva de fluidos Confusão mental Restrição do consumo • Evitar


• Insuficiência adrenal • Hipotensão de liquidos hiperidratação
• Insuficiência cardíaca congestiva Irritabilidade Aumento do Fornecer 60 a
• Firrase • Calafrios consumo de sódio 100 mEq/dia de Na+
• Falência hepática com ascite • Letargia Monitorar sódio
• SIADH (sindrome de secreção urinário
inadequada do hormônio antidiurético)

Hiperglicemia Rápida infusão de soluções muito Glicose sérico > 200 mg/dL Uso de insulina • Iniciar NP I
concentradas de glicose Acidose metabólica • Diminuição da
• Poliúria vagarosamente e
aumentar velocidade I
• Sepse concentração de
• Pancreatite • Polidipsia glicose na NP de infusão
• Deficiência de cromo • Fraqueza progressivamente
• Estresse pós-operatório Usar substratos
• Usos de esteróides mistos
• Idode ovançada
• Múltiplas vias de administração de
glicose

• lipidica
Complicação • Aritmias cardíacas
Uso de medicamentos
Prevenção
Hiperlipidemia •a
total
patológica
•mais
de
Sepse Não
•• • Suspensão
Avaliar
Síndrame glicose
•vitamina
Tratamento
que
mais de
•de administrar
consumo
Infusão daeD
alteram
isotônicas
Encoraiar
de
solução 60%
calorias
infusão
glicose
/ip/kg/dia
musculação
Aumento
do de
soluções
da
que do de
emu/são
atividades
simultânea
Tratamento NP
Possível
lise
do
2,5
Suplementação
Administração
fosfato ou9Causa
NPsalinas
da
Sintomas
••tumoral
inorgânico dede
causa
Sudorese
Confusão
tempode
obruptamente
Com o uso de I I· I para
I Quando
evitar
hipog/icemiasuspende
emulsão
de
após 6e300
Palpitação
obstipação
Náuseas,
sérico
rebot
horas
lipídica
administração
Dores fraqueza
Desidratação infundir
do
insulina
vômitos,
350 início SG 10%
deIiceridem
muscular
ahipertrig
mg/dL icde administrado
• História preexistentec
I
/.I abruptamente,
Monitorar glicemia
oleme

e I

-.o
-o
"-l

Possível Causo Sintomas Tratamento Prevenção


Complicação

• Baixo consumo de vitamina D • Parestesia • Suplementação oral • Monitorar níveis


Hipocolcemia
• Tetania de cálcio séricos
• Poncreotite aguda e alcoolismo
• Irritabilidade • Hipocalcemia
• Arritmia ventricular
• Confusão mental
• Diarréia

• Fraqueza • Suplementação de • Monitorar níveis


Hipomagnesemia • Síndrome de realimentação
• Alcoolismo • Arritmia cardíaca magnésio séricos
• Uso de diuréticos • Tetania
• Aumento de perdas (diarréia, vômitos) • Convulsão
• Uso de drogas como ciclosporina
• Cetoacidose diabética

• Parada respiratória • Eliminação das fontes I. Monitorar níveis


Hipermagnesemia • Administração excessiva de magnésio
• Insuficiência renal • Hipotensão exógenas de magnésio séricos
• Contração ventricular • Administração de soro
prematura fisiológico para
• Letargia aumentar excreção de
• Parada cardíaca Mg++
• Coma • Hemodiálise em casos
• Disfunção hepática graves

• Paralisia flácida I • Eliminar fonte exógena • Monitorar níveis


Hiperfosfatemia • Administração excessiva de fosfato
• Disfunção renal • Confusão mental de fósforo inorgônico séricos

• Catabolismo tecidual • Arritmias cardíacas • Antiácidos à base de


• Uso de agentes citotóxicos para • Calcificação óssea com alumínio
'I . Acidose
tratamento de côncer I. H ipertensão • Carreadores de fósforo
níveis elevados prolongados • perltoneal
Hemodiálise ou diálisel J

não recebem
Complicação de
IngestãoEvitar
Tratamento
Fornecer
calorias
excessiva
••séricos
Monitorar
nitrogenado
•fornecimento
Prevenção
lipídeos
Realizar
• Administração
de
Desidratação ca
Diminuição
rboid 2%
como
Administração
líquidos
administração
Aumento aCausa
deexcessiva
Possível
níveis
balanço
rato/
inadequada da de4do
Sintomas % de gordura
proteí carboidratos
Excesso
•retenção
de na
quantidade 8%
dedeC02,
Dermatite,
sanguíneo
Nitrogênio aalimentos
10%
carboidrato/
proteína
carboidrato:
ácido
alopecia,
como
elevado
uréico
pacienteslinoléico,
especialmente
gordura,
desnutridos,
há três
dealterações
calorie
•emAumento
neurológicas
gravement
ou 0<
qu e
não-protéicas das calorias
pulmonares,
semanas deelevado,
sanguíneo
excreção nitrogênio

-o
w
-o
.j>..

Complicação Possível Causa Sintomas I Tratamento Prevenção

Pneumotórax • Cateter colocado por profissional • Taquicardia • Raio X de tórax • Passagem do


inexperiente • Dispnéia • Observação cateter por
• Tosse persistente • Drenagem de tórax profissional
• Sudorese excessiva experiente

Embolia gasosa • Ocorre quando o conjunto equipo! • Cianose • Colocação do paciente • Manipulação do
cateter fio é aberto e ar é inspirado • Taquipnéia i imediatamente em conjunto equipo-
• Hipotensão i decúbito lateral cateter por
• Sopro cardíaco I esquerdo e abaixar a profissionais
, cabeceira da cama - experientes
câmara hiperbárica

o
cateter
Embolização do I' agulha
Puxar o usada
cateter para sua através
de volta inserção da • Arritmia cardíaca
I
• cateter
Remoçãocirurgicamente
da ponta do • cateter
Evitar aatravés
remoçãoda d<
agulha de inserção

Trambose venosa • Trauma mecânico na veia • Dor e inchaço em • Terapia anticoagulante • Uso de cateter de
• Hipotensão membros superiores ou com estreptoquinase silicone
• Hipercoagulopatia pescoço ou uroquinase • Adição de
• Sepse • Remoção do cateter heparina na
solução de NP
• Terapia com baixa
dose de varfarina

Oclusão do cateter • Hipotensão • Necessidade de i • Terapia anticoagulante • Uso de cateter de


• Formação de fibrina ao redor do cateter aumento da pressão I com estreptoquinase e grande diãmetra

• Solução precipitada para manter uma taxa I uroquinase apropriado


• ~~~~a_~~~~nutenção da de infusão contínua

inserção e
cateter de forma
Complicação Tratamento
Desenvolver
•protocolos
Minimizar
osmolaridade
inapropriada
•rigorosos
IAnomalias
Passagem
uso cateter
••deTroca
periféricas
soluçôes
•• Administração
Passagem
inserção de
Início
do
punção
Remoção do
comaperiférica
de
Possível das
Sintomas
••em
vasculares
cateter
lipídeos
do
de •não-determinada
cateter NPoutro
Calafrios
Rubor
Causa
local
Edema
novo
Dor cam sítio
central
Intercorrência
da de
Flebite
venosas
Endurecimento,
do cateter
Hiperemia
Febre
no
por técnica
•cardiorrespiratória
periférica de
local eIorigem
solução
profissional cuidados
dacateter
dor,
grave
punção
profissional
manutenção
apropriada dede
por
fonte
ad itivoscalórica
eletrólitos
• capacitado
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outros
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de
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I
'I'ÍTlIlll,:: Implantação de cateter venoso central (CVC).
POBW IE: Para administrar a solução de nutrição parenteral e
,
I I emulsão lipídica por via central.

QUA~IIUO: Durante o período de terapia nutricional, conforme


indicação e prescrição médica.
" I\GEllle: Médico.
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Q)
'8E '"
.;;: I
central ou cateter venoso central biocompatível, gorro,
II1áscara, avental cirúrgico,protetor de pé, duas luvas
:1'
cirúrgicas estéreis, camposestéreis, duas agulhas
estéreis (30/7,30/8), frascode lidocaína a 2% sem
vasoconstritor, dois pacotesde gaze estéril, fita adesiva,
'"o frasco de soro glicosado a5%em 500 mL, equipo de
::J
o macrogotas ou microgotas, fio cirúrgico
U
Qj monofilamentar inabsorvívelmontado 3-0, 4-0, fio-guia
,~
'" estéril com pig taiZ para catetercentral e jelco nº 18,
a':' seringa de 5 e 10 mL, lâmina de bisturi (nº 11), pinça
de Kelly reta estéril, anti·séptico degermante e
alcoólico à base de clorexidina ou PVPI.

I,OCJI C entro cirúrgico ou ambulatório de pequenas


cirurgias .
o
.'0'
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Q) I)ESOI~:ÃO
O
~ ~ IIIIM ~l
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U U O/,eraíil Con:_sulta prontuário médico e examina o paciente
110 qmll _ Escolhe o local de menor risco para inserção do
96 97
IlIiM 08
cateter. Prefere veia jugular interna direita (VJID), esquerd,l
(VJIE) e veia subclávia direita (VSCD) ou esquerda (VSCE), neSSd Operação: Cobre o paciente com campos estéreis grandes, dei-
ordem. \.1I1do uma abertura para visualização do local onde o cateter
'ot'rá implantado. Recebe material da enfermagem com técnica
Ponto Crítico: Não passa cateter com tempo de protrombind .I~séptica. Estima o comprimento do cateter a ser introduzido,
< 40 s (INR > 2,5) ou plaquetas < 20.000/mm3. Evita utilizar d .lI) dispor o cateter acompanhando o trajeto da veia a ser pun-
veia subclávia em pacientes caquéticos, com doença pulmon{ll I lonada até a veia cava superior na sua topografia correspon-
dl'llLe a 5 cm abaixo da proeminência óssea do esterno.
obstrutiva crônica (DPOC) ou com alto risco de pneumotórax.

IrEM 09
ITEM 02
0l,eração: Aplica anestesia cutânea (agulha 30/7) no local es-
Operação: Avalia o tipo de cateter biocompatível a ser utilizado. Illlhido para punção venosa com injeção de lidocaína a 2% sem
.Idrcnalina em quantidade adequada e suficiente (aproxima-
Ponto Crítico: Não utiliza cateter de Pvc. d.llnente 2 mL). Realiza punção venosa com a mesma agulha
( 10/7) e seringa, e determina o trajeto da punção.
ITEM 03
, 'ti 11 (o
Crítico: Atenção para queixa de dor torácica ou tosse
Operação: Coloca gorro, máscara e protetor de pé. (',inais de punção da pleura) ou hemorragia com sangue ver-
IlleIho vivo (sinal de punção arterial).
ITEM 04
II'IlM 10
Operação: Acomoda o paciente na mesa cirúrgica na posiç51)
('peração: Realiza nova punção percutânea venosa com jelco
mais adequada [prefira decúbito dorsal, com coxim entre ,l~
li" 18 ou agulha apropriada (kit). Introduz fio-guia apropriado
escápulas e posição de Trendelenburg (proclive invertido, COIII
polra punção. Retira o jelco, mantendo o fio-guia, e passa dila-
os membros inferiores acima do nível da cabeça)].
1.llfor venoso pelo fio-guia. Inicia pelo dilatador de menor cali-
III'v e progride até aquele mais adequado para o calibre do Cvc.
ITEM 05
/'Ol1to Crítico: Interrompe o procedimento de introdução do
Operação: Lava a pele da região a ser puncionada no pacientl' Ilo-guia quando há resistência à sua passagem.
com solução anti-séptica degermante por 3 minutos e seca COIII /'01'1.
incisão cutânea radial ao do fio guia com bisturi lâmina 11
compressa estéril. Lava as mãos conforme procedimento parol !loirafacilitar a passagem do dilatador.
lavagens de mãos.
IJ'liM 11
ITEM 06
0l,eração: Retira o dilatador, mantendo o fio-guia em posição
Operação: Veste avental estéril e luvas cirúrgicas estéreis. 111 ravenosa, e introduz a porção estimada adequada de CVC
lIl'io fio-guia e o coloca em posição central.
ITEM 07 /'Ol1to Crítico: Confirma a permeabilidade do CVC realizando
Operação: Prepara a pele da região a ser puncionada com an! i Il'ste de injeção e aspiração com seringa de 10 mL com soro
séptico alcoólico do mesmo princípio ativo que o degermantl'. 1\licosado a 5%.

98 99
ITEM 12
Procedimento 26
Operação: Conecta o equipo de soro preenchido com SG a 5%
e efetua teste do fluxo e refluxo sangüíneos colocando o reci-
piente de soro abaixo do nível da cabeça do paciente.

Ponto Crítico: Na ausência de fluxo e/ou refluxo de sangue re-


pete a operação do ponto crítico de item 11. Se persistem dúvi-
das, retira o cateter. Coleta de Dados de Infecção
ITEM 13
Hospitalar em Cateter Venoso
Operação: Fixa o cateter venoso central na pele com ponto de
Central de Pacientes em
sutura simples de fio cirúrgico inabsorvível monofilamentJr
montado.
Terapia N utricional
Ponto Crítico: Atenção para o risco de perfurar o CVC com agulh,l
do fio montado. Evite aperto exagerado do nó do fio de fixação do TiTULO: Coleta de dados de infecção hospitalar em cateter
CVC na pele (pode causar dor, necrose) e no próprio CVC (ris- venoso central de pacientes em Terapia Nutricional
co de estrangulamento). (TN).

ITEM 14 POR QUE: Identificar a infecção em cateter venoso central.

Operação: Efetua o curativo no CVC conforme procedimento QUANDO: Na suspeita e/ou infecção do cateter venoso central.
de curativos de cateteres venosos e sondas enterais.
AGENTE: Médico e enfermeiro.
ITEM 15
MATERIAL: Impresso próprio.
Operação: Descreve no impresso de descrição de cirurgia o
procedimento completo de passagem do Cvc. Solicita, em im LOCAL: Unidade de internação.
presso apropriado, RX simples de tórax para controle da 10
calização do cateter e providencia encaminhamento pelo aLi
xiliar de enfermagem.
DESCRIÇÃO
Ponto Crítico: Não instale solução de NP sem confirmação dd ITEM 01
posição venosa central adequada do Cvc. Caso o cateter não
esteja na posição adequada, veja Procedimento 27 (Reposicio Operação: Preenche impresso próprio quando paciente apre-
namento e Troca de Cateter Venoso Central Mantendo o Sítio "l'Ilta sinais e/ou sintomas de infecção relacionados ao cateter
de Punção Venosa). l'110S0 central.

ITEM 16
Ponto Crítico: Preenche nova ficha a cada episódio de infecção.
Operação: A introdução de CVC em paciente sem capacidade
de locomoção ao centro cirúrgico ou ao ambulatório de pc ITEM 02
quenas cirurgias pode ser feita à beira de leito se adotadas to
das as operações anteriormente descritas (itens 01 a 15), com Operação: Arquiva a ficha (Fig. 26.1) preenchida no arquivo
o auxílio do enfermeiro ou auxiliar de enfermagem. 11,) EMTN.

100 101
Fi
Procedimento 27
Ficha illlelodeDados de Infecção Hospitalar
emlei em Catel;~nosaCentral para Terapia Nutricional

Data:
[ Etiqueta

Inclusão: ( ) In::) ,( ) Interno),c,pitalar ( ) !)ntibiótico EV () Ambulatorial


( ) D,: ) ( ) Domic~ ( ) Obito (somente preencher se acesso
vascular)
Reposicionamento e Troca de Cateter
Venoso Central Mantendo o Mesmo
Acesso Vascula',~ Il. ::;, , " ,
( ) li "t -_'.~
scular Ce1j(!Temporarlo uma via () Temporario duas vias
emporarlo trol
( ) Cateter t t I 'Drio tres vii
, )C .. I '
ateter seml-lmp antave
I di'
e onga permanencia
o a ,t<.\\_totalmen\.,:ólávelde longa duração ( ) PICC
Sítio de Punção V enosa
Bacteremia ASS!i)\a Associal~llesso Vascular Central: , ,
(.1 Hemocultura:hl\ultura colhl\,~io periférica ( ) Poslliva ( ) Negativa
Sinais: ( ( ) Do () Rubor ( ) Edema ( ) Pus
Microrganismo: :nr"smo:
TÍTULO: Reposicionamento e troca de cateter venoso central
Infecção no LoCl, 1:"0 Local d~l!oVascular Central: (CVC) mantendo o mesmo sítio de punção venosa.
( ) Hemocultura:Jt L\Jltura colhi,l,coteter ( ) Positiva ( ) Negativa
Sinais: ( ( ) DI () Rubor ( ) Edema ( ) Pus POR QUE: Necessidade de manutenção de acesso venoso
Microrganismo: :)y:~smo: central.

Pneumonia: .' :', ~


, _, '1'10: QUANDO: Mau posicionamento ou mau funcionamento do
( ) Diagnostico il,t'lóstico c1ínl:I) Radiológico cateter venoso central por implantação ou
manipulação inadvertida.
Infecção do Trai, \10 Trato ur; , ,. , _
Fez urocultura: :rd'l,ura,' (), ' I ,'Não Sintomas Urlnarlos: ( ) Sim ( ) Nao AGENTE: Médico.
Microrganismo: :)y\'ismo:
MATERIAL: Prontuário do paciente, kit de cateterismo venoso
Outra Infecção·QIÇ:c _ Q LJ
~.'ecçao. I=-- central ou cateter venoso central biocompatível,
=====.cC=~'====~ gorro, máscara, avental cirúrgico, protetor de pé, duas
Complicação mllo - - I~do Acesso Vascular Central:
luvas cirúrgicas estéreis, campos estéreis, duas agulhas
( ) Obstrução ~,(;IÇ. 0.0 nao ( :o'nento () Outras Citar:
=========_---,---,~çao ===:::::;
'2' estéreis (30/7 e 30/8), frasco de lidocaína a 2% sem
Complicação Olc:l1 - Card,~llr:
vasoconstritor, dois pacotes de gaze estéril, fita
( ) H· t - " çao "IL
adesiva, frasco de soro glicosado a 5% em 500 mL,
Citar: IpO ensao tcj..1sao
_ ( ,II(Q 11
( ) AVC ( )ICC ( ) Outras
equipo de macrogotas ou microgotas, fio cirúrgico
~ monofilamentar inabsorvível montado 3-0, 4-0,
( ) Ostomia I '.lia 11'.011 degermante à base de clorexidina e/ou PVPI em
( ) Drenos 15 11:01: solução alcoólica, fio guia estéril com pig taiZ para
( ) Sondas h 11,011
cateter central e jelco nº 18, seringas de 5 e 10 mL,
lâmina de bisturi (nº 11), pinça de Kelly reta estéril,
) Temperatura ( ) Calafrios
I ( ) Reação PirO~1i) PirOgên~: ( anti-séptico degermante e alcoólico à base de
clorexidina ou PVPI.
Fig. 26.1 -. Ficha,,'"ic
ditJ-,i h a d e (e"ie,a
" dos d e InTecçao
'L - h OSpl 'Ia Iar em ca 1e 1er venoso cen1raI
para lerapla nulnclo:11rl'1ulricional LOCAL: Centro cirúrgico ou ambulatório de pequenas
cirurgias.

102 103
DESCRIÇÃO Procedimento 28
ITEM 01
Operação: Na troca de CVC com fio-guia, mantendo o sítio dI'
punção, segue os passos do procedimento de implantação do
CVC dos itens 02 ao 08.
Diagnóstico e Tratamento da
Ponto Crítico: Não efetua troca periódica do CVC como rotifl.l
O cateter cujo sítio de inserção esteja infectado deve ser remI I J nfecção de Cateter Venoso Central
vida sem troca (vide Tratamento de Infecções Relacionadas .I I"ocal (Infecção do Óstio ou Túnel)
CVC da CCIR do ICRC - ver Tabelas 28.1, 28.2 e 28.3). C<lSt)
necessário, punciona outro local para acesso venoso. e Sistêmica (Bacteremia)
ITEM 02
I nULO: Diagnóstico e Tratamento da infecção de cateter
Operação: Secciona o CVC a 4 cm do seu orifício de entrada 11.1 venoso central (CVC) local (infecção do óstio ou
pele, abandona a parte seccionada proximal do CVC junto ao (' túnel) e sistêmica (bacteremia).
com o equipo de soro sob campo estéril (evita contaminação) I'OR QUE: Para diagnóstico e tratamento padronizado.
Introduz cuidadosamente o fio-guia pela extremidade disLiI
do CVC até o ponto previamente medido e determinado. SeC(1 I1\JANDO: Ocorrer a infecção do cateter.
ona o ponto cirúrgico de fixação do CVC na pele. Retira a C\
I\GENTE: Médico.
tremidade distal do cateter, mantendo o fio-guia em posic,;.ItI
intravascular. Envia ponta do CVC retirado para cultura. MATERIAL: Prontuário médico, hemocultura pareada com
antibiograma, cultura do cateter com antibiograma,
Ponto Crítico: Muito cuidado para não seccionar o CVC rente .1 material de assepsia e anti-sepsia, ambiente
pele na secção do fio de fixação e evitar o deslizamento da e\ cirúrgico, nutrição parentera!, doppler venoso de
jugular e subdávia, ecodoppler cardíaco.
tremidade distal seccionada do CVC para dentro da veia.
Interrompe o procedimento de introdução do fio-guia se h011 I,OCAL: Unidades de internação ou ambulatório.
ver resistência à sua passagem.

ITEM 06
I)J\SCRIÇÃO
IIHM 01
Operação: Troca as luvas e coloca novos campos cirúrgicos es
téreis sem contaminar o fio-guia. "/lI'ração: Consulta o prontuário, realiza o exame físico no 10-
o de inserção do cateter, verifica as condições do cateter e o
,11

11'1111)0 de uso.
ITEM 07

Operação: Introduz novo CVC segundo normas de implantaç5( I IIHM 02


de cateter central (Procedimento 25, do item 11 até o 15). "I'/!ração:Na infecção do óstio de CVC nos cateteres de curta
I"'Imanência (cateter de uma, duas ou três vias).
104 105
• Diagnóstico: presença de secreção purulenta no óstio do CV<:,
hiperemia com edema local, celulite. hemoculturas negativas e cultura de secreção peri-cate-
ter positiva, completa sete dias de antibioticoterapia sistê-
• Procedimento: retirada do cateter, cultura da ponta do cale mica com base no antibiograma.
ter e coleta de sangue de veia periférica para 2 pares de he
mocultura. hemoculturas positivas, segue o tratamento de bacteremias
(Fig.28.3).
Ponto Crítico: Caso o paciente necessite de acesso venoso CCII
/'/11/(0 Crítico: Não se recomenda de rotina, colher hemocultu-
traI, instala novo CVC em outro sítio cutâneo.
1,1\ pelo próprio CVC, principalmente se houver secreção pu-
• Interpretação dos resultados: I1 i1l'nta ou celulite junto ao óstio.
ponta do cateter positiva e hemocultura negativa em p.l
IlItM 04
ciente sem sinais sistêmicos de infecção: não trata COIII
antibióticos, apenas observa a evolução clínica. (1/lI'ração: Infecção do túnel subcutâneo ou do leito do Port-o-cath.
Diagnóstico: presença de eritema, edema e dor com exten-
Ponto Crítico: Somente em pacientes com doença valvar ou nell SolO por mais de 2 cm no trajeto do túnel subcutâneo a partir
tropênica, com colonização de CVC por S. aureus ou Candida sp , do óstio de entrada do CVC ou sobre o leito do Port-o-cath.
monitoriza os sinais de infecção e repete hemoculturas, se OCOI I)rocedimento: retira o CVC ou Port-o-cath; se houver coleção
rer suspeita de infecção. d rcnáveI, colhe material para cultura e antibiograma, como
• Ponta do cateter positiva e hemo cultura negativa em paci('ll I.lmbém colhe 2 pares de hemocultura de sangue periférico.
tes com sinais sistêmicos de infecção e sem outro foco dI 111 icia o tratamento empírico com vancomicina, logo que pos-
'ível.
infecção: completa sete dias de tratamento com antimicn I
biano sistêmico baseado no antibiograma. lI! terpretação dos resultados:

• Ponta do cateter positiva e hemocultura positiva: segue II hemoculturas negativas: completa 7 dias de tratamento
com antimicrobiano sistêmico com base no resultado do
tratamento de bacteremias (Fig. 28.2). antibiograma;

Ponto Crítico: Somente considera positiva a cultura de POIII,I hemoculturas positivas: realiza o tratamento para bacte-
remia (Fig. 28.3).
de cateter semiquantitativa com crescimento de um único 1111

crorganismo e acima de 15 unidades formadoras de colôni.l"


(ufc). IIHM 05

0lll'ração: Paciente com CVC de curta permanência (Intracath) e


ITEM 03 o plsódio febril agudo (Fig. 28.1).
Operação: Na infecção da CVC de longa permanência:
IIItM 06
• Diagnóstico: presença de secreção purulenta no óstio do CV(
ou celulite: ('IWração: Paciente com CVC de curta permanência relacionado
111111 bacteremia (Fig. 28.2).
• Procedimento: manutenção do CVC, coleta de 2 pares de 1]('
mocultura de sangue periférico e cultura de secreção pl'll
IIIIM 07
cateter. Inicia o tratamento empírico com vancomicina, 10)',11
que possível. ('/lI'ração: Paciente com bacteremia relacionada a CVC tune-
• Interpretação dos resultados: 11 .Ido semi-implantável (Hickman) ou totalmente implantá-
1,1 (Port-o-cath) (Fig. 28.3).
106
107
tivo de tratar o CVC e evitar sua remoção. A solução de anti-
Paciente com CVC de
curta permanência e episódio febril agudo
biótico deve conter o agente antimicrobiano na concentração
de: 1-5 mgJmL vancomicina, 1-2 mg/mL gentamicina e ami-
cacina e 1-2 mg/mL ciprofloxacina adicionado à heparina
na concentração 500 U, diluída em solução salina com volu-
Doença pouco ou não grave Doença grave
me suficiente apenas para preencher o lúmen do cateter (ge-
(sem hipotensão ou (hipotensão, hipoperfusão,
ralmente de 5 a 6 mL). A solução de antibiótico deve ser ins-
falência de órgãos) falência de órgãos) tilada no cateter que é mantida sob "selo" por período de 12
horas, durante duas semanas. Remove do CVC o mesmo vo-
lume instilado antes de instalar a próxima dose.

Paciente com bacteremia relacionada


• Hemoculturas, 2 pares (periféricos) • Hemoculturas, 2 pares (periféricos) a CVC de curta permanência
• Se foco da febre não identificado: • Se foco da febre não identificado:
remover CVC e inserir por outra remover CVC e inserir par outra
punção ou trocá-Io sobre fio-guia punção ou trocá-Io sobre fio-guia
• Cultivar ponta do CVC • Cultivar ponta do CVC

Trombose
Hemocultura (-) Hemocultura (-) Hemocultura (-) Hemocultura séptica,
e CVC e cultura ponta e cultura ponta (+) e cultura endocardite,
não cultivado CVC (-) CVC (-) ponta CVC osteomielite,
2 15 ufc 2 15 ufc ete.

Remover CVC e tratar com


Se febre mantida Remover CVC antimicrobiano sistêmico até
Investigar Em pacientes com doença Seguir o
e sem outro outros tratamento de e tratar com paciente afebril por sete dias
valvar ou neutropenia e
foco: focos bacteremia antimicrobiano • Se o eco transesofágico(+),
colonização do CVC por
remover e relacionada sistêmico quatro prolongar antimicrobiano
S. Aureus ou Candida sp.
cultivar CVC a CVC a seis semanas; sistêmico por quatro a seis
---> monitorizar para sinais semanas
de infecção e repetir de curta seis a oito semanas
hemoculturas, se necessário permanência para osteomielite
Remover CVC
e tratar com
figo 28.1 ~ Conduta em paciente com CVC de curta permanência (intracath) e • Excluir contaminação antimicrobiano
• Remover CVC e tratar
epis6dio Febril agudo. sistêmico até
com antimicrobiano
paciente afebril
sistêmico por cinco a
sete dias por sete dias
ITEM 08 Se CVC mantido,
tratar com
Operação: Tratamento do cateter de longa permanência por antimicrobiano Remover CVC
"selo" de antibioticoterapia, apesar de ser um tema controver- sistêmico + "selo" e tratar com
de ATM =
SO na atualidade, temos as seguintes orientações: a ntifúngicos até
antimicrobiano no paciente afebril
• Diagnóstico: confirmação de infecção do cateter de longll CVC por dez a 14 dias por sete dias
permanência (Hickman e Port-o-cath).
• Procedimento: tratamento com "selo" de antibioticoterapill /"19· 28.2 ~ Conduta em paciente com bacteremia relacionada a CVC de curta
pode ser associado com o tratamento sistêmico com o objc- I'ormanência.

108
109
Procedimento 29

Q V> E
0-
. 0)0
L
OO
.-=
...c
--O
Cl
,---v,
O
ofJ)'o!E .~
Solicitação da Nutrição Parenteral
11
O

j
I ~ ~

~ II1
>-- e da Emulsão Lipídica
7:
Õ
tuo
e:-

1! TÍTULO:
,b
"[
" Solicitação da nutrição parenteral
lipídica. (NP) e da emulsão
c)
f
POR QUE:
", Atender à prescrição médica.
"" QUANDO:
"" Diariamente, durante o período de terapia
1I1
nutricional parenteral (TNP).
I AGENTE:
li Enfermeiro, auxiliar de enfermagem e escriturário.
l,
MATERIAL: Impresso da prescrição médica via carbonada.
LOCAL:
" Unidade de internação e farmácia.
"

<I'
DESCRIçÃO
ITEM 01
I
".

""
jl:

Operação: Verifica se a prescrição médica atende às recomen-


dações da EMTN.

ITEM 02
.,.

O
Operação: Requisita a solução de NP ou emulsão lipídica atra-
--O
O
u Vt'S do encaminhamento das cópias carbonadas da prescrição
Q IIlédica para a farmácia descentralizada, responsável por abas-
E il'l'cr a unidade de internação.
o
U
II'/\M 03

Operação: Ao receber o reCIpiente de NP e emulsão lipídi-


1.1, confere a data de validade, tipo de Np, integridade da
1 10
111
embalagem, presença de partículas, precipitações e altera-
Procedimento 30
ções de cor.
Ponto Crítico: Verifica alguma anormalidade; se houver, não
recebe o frasco da solução.
Análise Farmacêutica das
ITEM 04
Operação: Após o recebimento assina e coloca a identificação
Prescrições de
profissional no item "recebedor" da via carbonada que ficoll
na farmácia.
Nutrição Parenteral

ITEM 05
Operação: Leva os recipientes de NP e emulsão lipídica para ti TÍTULO: Análise farmacêutica das prescrições de Nutrição
enfermaria e armazena em geladeira. Parenteral (NP).

POR QUE: Garantir que a prescrição médica de NP seja atendida


de acordo com as necessidades do paciente.

QUANDO: Sempre que houver início ou alteração de tratamento.


AGENTE: Farmacêutico.

MATERIAL: Prescrição médica, guia farmacoterapêutico HC


2002-2003 da Divisão de Farmácia.

LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistência


farmacêutica (LAF).

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Analisa a prescrição médica de Np, quanto a sua ade-


quação, concetração e compatibilidade físico-química de seus
componentes, dosagem e vias de administração.
Ponto Crítico: Se a prescrição médica não for compatível em
Irrmos físico-químicos, composição e via de administração, o
I'.lrmacêutico deverá entrar em contato com o médico respon-
·"ível pelo paciente para as providências necessárias.

IrEM 02
Operação: Encaminha a prescrição para ser atendida.
113
112
ITEM 03
Procedimento 31
Operação: Confronta as quantidades prescritas com os valores
máximos recomendados pela portaria nº 40 de 13/01/98 -
ANVISA, conforme Tabela 31.1.

Ponto Crítico: Se houver discordância, discute com o médico a


Avaliações das Compatibilidades prescrição.

das Soluções de Vitaminas e


Tabela 31.1
Oligoelementos por Via lntravenosa Níveis Máximos de Segurança de Vitaminas e ou Minerais

Componente Obs. 10.000


25 mg Quando
•••UI
Dose se trator
• Lactentes:
Lactentes:
200
Lactentes:
Diária mg
Lactentes:
para40
10
•25
20
Dose de
limite
mg/kgde
5.000
Diária
• Adultos UI
Lactentes:
UI/kg
mg/kg peso 10.000
500
peso
Pediótrico:
para
Pediátrico:
corporal
UI/kg 500
até
peso
peso UIaté
UI/kg
UI/kg
corporal
o•Pediatria
limite
corpo
corpo peso
de
atéaté
ooaté
Pediótrico:
pesoatéo10
oolimite
limite
limite limite
mg/kg
de de
de300 400
de
100 mg UI
peso
mg J
Vitamina
1'lIldoxina
caroteno
'Ihlmina D de
'tllnina B6:
C
E noObs. O
medicamento
únicaquefonte
beta-coroteno
retinol
mencionado
em total
de
estiverempode de
em
equivalente ser Avitamina A • 400
UIformulações
vitamina ede
proveniente
separados 200
limite
200 mg de
UI 800
10.000
de 25
Pediótrico:
Pediátrico:
corporal
limite 20 o UI
1000
até
40 mgUI
mg/kg
UI/kg peso
limiteaté
atédeoo
Vitamina A
"lhllll1l1a B2: 1.200
800 mg
1.000
200 UI Beta-
UI
mg
I, t:t1l1lllovina

TÍTULO: Avaliações das compatibilidades das soluções de


vitaminas e oligoelementos por via intravenosa.

POR QUE: Atender à prescrição médica e fornecer as doses


diárias recomendadas.

QUANDO: Diariamente ou em tempos predeterminados.

AGENTE: Farmacêutico.
V

MATERIAL: Portaria nº 40 de 13.01.98: regulamento que estabeleCI'


normas para níveis de dosagens diárias de vitaminas c
minerais em medicamentos - ANVISA, 1998; receita
V
médica; impresso de prescrição médica, via carbonad.l

LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistênci.l


farmacêutica (LAF).

VI

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Recebe a cópia da prescrição médica, devidanH'1111
preenchida.

ITEM 02
corporal até o limite de 200 mg

Operação: Analisa as vitaminas e oligoelementos prescrito'


1 1 '"
114
Tabela 31.1 (Cont.)
Níveis' Máximos de Segurança de Vitaminas e ou Minerais

Componente ••• •Lactentes:


• •Dose Lactentes:
Lactentes:
•Lactentes:
Lactentes:
Lactentes:
Diária
Lactentes: 700
2,5
0,125
1.000
25
500
200
20
10
1.500
10 150
50
Dose
110
1.000 mgmg
mgmg
50mg/kg
1para mg/kg
mcg/kgmg/kg
mg/kg
mcg
mcg/kg
mg/kg
mg/kg
mg peso
peso
peso
peso
peso
peso
peso
Adultos
Diária corpoaté
corporal
para o limite
corporal
• Pediatria até
Pediátrico: oo limite
de
até20 limite
200
100 de
mg/kg
limite de
mg
de 500
500
peso mg
mcg
400mg
• sob
Pediátrico:
de 25mg
a200
oforma
corporal
até 1.000
limite de até
10
1300
mg
até
até
80
até
limite odeomg
omg/kg
mg/kg
ácida)
mg/kg
limite
0,125mg/kg
502,5
mg
1.000 limite
limite
omcg/kg
mcg
limite
10mcg de
80
peso
até
até
1.200
de
mgde o200
mg
o1.500/1"1
olimite
1.500
1.200
até
até 1,25
100 limite
mg /lI'
limilC'
o m~,
mg
mcg11" I 1

Vitamina B,: Ferro Dose Diária para Pediatria


Obs.: Produtos 65 mg
que contêm ferro • lactentes: 2 mg/kg peso corporal
até o limite 15 mg
elementar devem
obrigatoriamente • Pediátrico: 2 mg/kg peso corporal
até o limite de 50 mg
estar contidos em
acondicionamentos
com dispositivo de
segurança para
evitar ingestão
indevida

Flúor
4 mg
Obs. Este limite é • lactentes: 0,1 mg/kg de peso
mantido apenas para corporal até o limite de 0,5 mg
respeitar a IDR adotada. • Pediátrico: 0,1 mg/kg de peso
No entanto, em função corporal até o limite de 2 mg
do potencial tóxico,
recomenda_se 2,9 mg
Zinco
9 mg
350
10
30
150 mg
mcg
Cobre • Lactentes:e Pediátrico:0,5 mg/kg de
peso corporal até o limite de 1O mg
',olênlO
Molibdênio
Manganês • lactentes: 0,1 mg/kg de peso
corporal até o limite de 1 mg
• Pediátrico: 0,1 mg/kg de peso
corporal até o limite de 2 mg

• lactentes: 0,1 mg/kg de peso


corporal até o limite de 1 mg
• Pediátrico: 0,1 mg/kg de peso
corporal até o limite de 3 mg

• lactentes: 15 mcg/kg de peso


corporal até o limite de 150 mcg
• Pediátrico: 15 mcg/kg de peso
corporal até o limite de 300 mcg

• lactentes: 5 mcg/kg de peso


corporal até o limite de 50 mcg
• Pediátrico: 5 mcg/kg de peso
corporal até o limite de 100 mcg
1.000 mcg

I'"mo • Lactentes: 10 mcg/kg de peso


corporal até o limite de 100 mcg
• Pediátrico: 10 mcg até o limite
de 500 mcg
600 mcg
• Lactentes: ] O mcg/kg de peso
corporal até o limite de 100 mcg
• Pediátrico: 10 mcg/kg de peso
corporal até o limite de 300 mcg

1 16
1 1 ...•
Procedimento 32
Ponto Crítico: Concentrações de 15 mEq de íons cálcio e 30 mEq
de íon fosfato/litro de solução são as maiores que podem ser
utilizadas sem formação detotal.
rantia de compatibilidade precipitados; contudo, não há ga-

A valiações das Compatibilidades ITEM 04

das Soluções Contendo Cálcio e Operação: Analisa as concentrações (em mEq) das soluções de
cálcio e fosfato prescritas quanto à estabilidade.
Fosfato por Via Intravenosa
Ponto Crítico

• Para garantir a estabilidade recomenda-se que a concentra-


ção de cálcio não deva ultrapassar 9 mEq/L de solução.
TÍTULO: Avaliações das compatibilidades das soluções • Se houver discordância, discute com o médico a prescrição.
contendo cálcio e fosfato por via intravenosa.
ITEM 05
POR QUE: Atender à prescrição médica e evitar a precipitação
dos sais de cálcio.
Operação: Encaminha os medicamentos para a unidade solicitante.
QUANDO: Diariamente ou em tempos predeterminados.
AGENTE: Farmacêutico.

MATERIAL: Guia farmacêutico e impresso da prescrição médica


(via carbonada).
LOCAL: Farmácias descentralizadas e de assistência
farmacêutica logística (AFL).

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Recebe a cópia da prescrição médica, devidamclll (


preenchida.

ITEM 02
Operação: Analisa as concentrações (em mEq) das soluções (li

cálcio e fosfato prescritas quanto às compatibilidades.

ITEM 03
Operação: Confronta as quantidades prescritas (em mEq) (11111

os valores máximos recomendados.

118
, ,~
Procedimento 33
número da prescrição, nome e CRM do médico prescritor e lote
da solução de Np, a quantidade e o tipo de produto enviado.
ITEM 04

Dispensação de Nutrição Operação: Separa a quantidade do produto de acordo com a


triagem. Confere o rótulo do produto com a prescrição médi-
Parenteral e de Emulsão Lipídica ca' verifica aspecto e data de validade da solução de NP.

Ponto Crítico: se a solução de NP apresenta alteração de colo-


ração
de "nãoou conforme".
qualquer outra alteração visível, faz a comunicação

ITEM 05
TÍTULO: Dispensação de nutrição parenteral e de emulsão
lipídica. Operação: Entrega o produto à enfermaria.

POR QUE: Garantir a dispensação correta dos produtos.


QUANDO: Sempre que forem prescritos.

AGENTE: Farmacêutico, auxiliar técnico de serviço.


MATERIAL: Prescrição médica e pasta de impresso de registro de
controle e utilização de NP.
LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistêncid
farmacêutica (LAF).

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Após análise da prescrição médica, procc(k li


atendimento.

ITEM 02
Operação: Iria a quantidade do produto a ser dispensado 11111

forme prescrição médica.

ITEM 03
Operação: Faz o registro de controle com nome do p,j( II III
número de registro hospitalar, enfermaria, número do I. ill
120
, ,
..•
Procedimento 34 duto, número do lote da solução de Np, natureza da reclama-
ção e responsável pela reclamação.

ITEM 03

Operação: Recolhe a solução de NP com seu recipiente e equi-


po de transferência (se oportuno).
Comunicação das Soluções de
Nutrição Parenteral Não Conformes Ponto Crítico: Quando o produto não conforme for identifica-
do antes da administração ao paciente, relata no impresso e
ou das Atividades Relacionadas à suspende a aplicação das demais NP do mesmo lote, até rece-
ber liberação por orientação específica da farmácia.
Terapia de Nutrição Parenteral

TÍTULO: Comunicação de desvio de qualidade das soluções de


nutrição parenteral (NP) ou das atividades
relacionadas à terapia de nutrição parenteral (TNP).

POR QUE: Informar o desvio de qualidade das soluções de NP


ou das atividades relacionadas à TNP.

QUANDO: Se detectada uma não-conformidade.


AGENTE: Médico ou enfermeiro.

MATERIAL: Impresso de ocorrência com produtos farmacêuticos.


LOCAL: Unidade de internação.

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Identifica o desvio de qualidade de NP - usual: t II1

bidez, presença de partículas, desprendimento de gases, III11

dança de coloração, vazamento (para bolsas: no tubo de sold,l


e entre as vias ministradas), precipitação e separação de f(lsl",
exatidão das informações do rótulo com a prescrição.

ITEM 02
Operação: Preenche impresso de ocorrência com produto 1.11

macêutico, que deve conter as seguintes informações; n01111 I


dados pessoais do paciente, unidade hospitalar, nome dI) 11111
122 123
Procedimento 35 ITEM 04

Operação: Providencia a troca do produto.

ITEM 05

Recebimento de Soluções Operação: Encaminha a solução de Np, recipiente e equipe de


transferência (se recebido) com cópia do impresso de ocor-
de Nutrição Parenteral rência com produtos farmacêuticos para o controle de quali-
dade da farmácia e cópia do impresso para EMTN.
Não Conformes
ITEM 06

Operação: Registra as investigações e suas conclusões, bem


como as ações corretivas implantadas.
TÍTULO: Recebimento de soluções de nutrição parenteral
(NP) não conformes. ITEM 07
POR QUE: Averiguar desvio de qualidade de NP.
Operação: Presta esclarecimentos por escrito ao reclamante com
QUANDO: Se houver ocorrência com produtos farmacêuticos base nas conclusões da investigação.
de NP.
AGENTE: Farmacêutico.
MATERIAL: Impresso de ocorrência com produtos farmacêuticos
e produtos de NP não conformes.
LOCAL: Farmácias descentralizadas.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Recebe o impresso de ocorrência com produtos far
macêuticos junto com solução de NP, recipiente e equipo dI'
transferência (se oportuno).
ITEM 02
Operação: Analisa a ocorrência e estabelece as investigações 01

serem efetuadas e os responsáveis pelas mesmas.


ITEM 03
Operação: Quando o produto não conforme é identificado .111

tes da administração, suspende o uso de todos os frascos de N ,.


da unidade reclamante.

124
125
Procedimento 36
Recipientes que contêm solução de NP e emulsão lipídica
retirados, por qualquer razão, da geladeira e não adminis-
trados ao paciente não podem ser devolvidos à farmácia.
São desprezados em local próprio, conforme a embalagem
(bolsa no lixo infectado, vidro em caixa de papelão).
Armazenamento da
Nutrição Parenteral e
Emulsão Lipídica na Enfermaria

TÍTULO: Armazenamento da nutrição parenteral (NP) e


emulsão lipídica na enfermaria.

POR QUE: Garantir as características do produto de acordo com


as recomendações do fabricante.

QUANDO: Durante o período de TN.

AGENTE: Enfermeiro, auxiliar de enfermagem e escriturário.

MATERIAL: Geladeira e bolsa de NP.

LOCAL: Unidade de internação.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Após o recebimento da NP e da emulsão lipídica, .11
mazená-Ias em geladeira própria para guarda de medicamcnto"

Ponto Crítico: A temperatura da geladeira deve estar CIlIII


2 °C e 8 0c. Em caso de interrupção do uso da NP ou Cl111d
são lipídica, os recipientes não utilizados e mantidos el1l }:l
ladeira devem ser devolvidos de imediato à farmácia dcs(('11
tralizada. Essa operação deve ser registrada pelo farmacêlllll II
no campo "ocorrências", na via carbonada, com o viSII) dti
enfermagem.

126
ITEM 03
Procedimento 37
Operação: Confere data de validade e observa aspecto da solu-
ção de NP e da emulsão lipídica.

ITEM 04

Administração e Cuidados de Operação:Confronta as informações contidas no rótulo da bolsa


de NP com aquelas da prescrição médica.
Enfermagem em Terapia de
Nutrição Parenteral ITEM 05
Operação: Adapta a extremidade proximal do equipo mais ade-
quado ao recipiente da solução de NP ou emulsão lipídica,
preenche toda a extensão do equipo com o conteúdo do reci-
TÍTULO: Adminislração e cuidados de enfermagem em terapia piente, retira o ar e pesquisa vazamentos.
de nutrição parenteral (TNP).

POR QUE: Garantir uma administração correta e segura para o ITEM 06


paciente que requer NP.
Operação: Adapta o equipo na bomba de infusão endovenosa.
QUANDO: Durante o período de terapia nutricional parenteral.

Enfermeiro ou auxiliar de enfermagem da unidade


ITEM 07
AGENTE:
de Internação. Operação: Programa a bomba de infusão endovenosa para in-
MATERIAL: Recipiente com solução de NP prescrita, equipos fundir a solução de NP ou emulsão lipídica conforme a pres-
adequados para manutenção da NP, bomba de infusão, crição médica.
prontuário do paciente e impresso de ocorrência de
produto farmacêutico.
ITEM 08
LOCAL: Unidade de internação e UTI.
Operação: Acessa o cateter venoso e depois conecta a extremi-
dade distal do equipo no cateter, assegurando os princípios de
.1ssepsia.
DESCRIÇÃO
Ponto Crítico: Nos casos de cateter venoso com pinça, esta de-
ITEM 01 verá estar fechada antes de seu manuseio.
Operação: Verificaa prescrição médica no prontuário do pacienll"
ITEM 09
ITEM 02
Operação: Abre a pinça do cateter venoso, quando disponível,
Operação: Retira o recipiente da solução de NP da geladeira ti" .Iciona a bomba de infusão e inicia a infusão endovenosa da
unidade com antecedência (± 1 hora), respeitando o horáril'
',olução de NP ou emulsâo lipídica.
de administração.
129
128
ITEM 10 Procedimento 38
Operação: Checa o horário na prescrição médica.

Pontos Críticos:

• Assegura que quaisquer outras drogas endovenosas e/ou so-


luções endovenosas prescritas não sejam administradas na
Curativos de Cateteres
mesma via de acesso venoso para a NP. Caso o cateter seja de Venosos e Sondas Enterais
via única, procede e assegura uma punção venosa periférica
para ministrar os outros medicamentos ou soluções que não com Pinças Estéreis
sejam a NP. Quando não é possível realizar a punção perifé-
rica, discute cada caso em particular com a equipe médica.
• Não acrescenta qualquer tipo de medicamento ou solução
no recipiente da solução de NP ou da emulsão lipídica.
• Na necessidade de adoção de condutas diferentes, comunica TÍTULO: Curativos de cateteres venosos e sondas enterais com
à EMTN. pinças estéreis.

• Troca o equipo da bomba a cada NP. POR QUE: Garantir um melhor cuidado ao sítio de introdução
• Em caso de identificar o desvio da qualidade da NP (turbi- do cateter e/ou sondas enterais.
dez, presença de partículas, desprendimento de gases, mu-
QUANDO: Diariamente e sempre que necessário.
dança de coloração, vazamentos, prazo de validade e inte-
gridade do rótulo), não a administra e comunica ao AGENTE: Médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem.
farmacêutico, através do preenchimento do impresso de
ocorrência e encaminhamento do produto não conforme à MATERIAL: Um pacote de curativo (pinças: Kelly, Kocher,
farmácia. anatômica e dente de rato), pacotes de gaze, fitas
adesivas, anti-séptico, éter ou benzina, soro fisiológico,
prontuário do paciente, coletar para lixo hospitalar.
LOCAL: Unidade de internação e UTI.

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento.

ITEM 02
Operação: Proporciona privacidade ao paciente.

ITEM 03
Operação: Lava as mãos.

130 131
ITEM 04 ITEM 11
Operação: Prepara o material.
Operação: Faz a limpeza da área menos contaminada da ferida
Ponto Crítico: Atenta para a data da esterilização dos materiais, com as pinças anatõmica e Kelly, utilizando soro fisiológico e
principalmente o pacote de curativo. Abre o material no mo- trocando as gazes sempre que necessário.
mento do uso.
Ponto Crítico: A gaze utilizada deve movimentar-se em úni-
ITEM 05 co sentido e não em movimento de vai-vem. As pinças utili-
zadas devem estar voltadas para baixo, para que as soluções
Operação: Posiciona o paciente adequadamente. não taminação.
con escorram para o cabo das mesmas, evitando o risco de

ITEM 06 Observa aspecto e evolução da ferida para posteriores anotações,


Orienta o paciente para não tocar a ferida com as mãos.
Operação: Abre o pacote de curativo usando técnica asséptica.
ITEM 12
Ponto Crítico: Dispõe o material de modo a evitar cruzamento
do campo estéril. Considera contaminado qualquer material
que toque em locais não esterilizados. Operação: Faz a aplicação do anti-séptico
Kelly. com auxílio da pinça

Item 07 ITEM 13
Operação: Dobra a gaze com a pinça Kocher, com auxílio dd
pinça dente de rato e embebe-a com benzina ou éter. Operação: Protege a ferida com gaze, utilizando as pinças Kelly
e anatõmica, e fixa com fita adesiva.

ITEM 08 ITEM 14

Operação: Segura a fita adesiva do curativo anterior com a pill


Operação: Imerge as pinças em solução adequada para higienização.
ça dente de rato. Descola a fita com auxílio da pinça Kocher.
ITEM 15
ITEM 09 Operação: Lava as mãos.
Operação: Remove o curativo e o despreza no lixo.
ITEM 16
Ponto Crítico: Caso as gazes estejam aderidas à ferida, umedece ,I',
com soro fisiológico antes de sua retirada, desprezando-as dep.ll" Operação:
soluções Anota
t'
no prontuário:
utilizadas. hora, local, condições da ferida
em local apropriado.

ITEM 10

Operação: Remove o resíduo da fita adesiva que permaneCl'1 ,11'


redor da ferida com a pinça Kocher, acompanhada com ):,1 I
embebida em éter ou benzina. Separa essas pinças utiliz.u!.I'.
132
111
ITEM 04
Procedimento 39 Operação: Prepara o material.

Ponto Crítico: Atenta para:


• a data da esterilização dos materiais, principalmente o pacote
de curativo;
Curativos de Cateteres Venosos e • abertura do material no momento do uso;
Sondas Enterais com Luvas Estéreis • disposição do material de modo a evitar cruzamento do campo
estéril;
• considera contaminado qualquer material que toque em
locais não esterilizados.

ITEM 05
TÍTULO: Curativos de cateteres venosoS e sondas enterais com
luvas estéreis. Operação: Posiciona o paciente adequadamente.

POR QUE: Garantir um melhor cuidado ao sítio de inserção do


cateter e/ou sondas enterais. ITEM 06

Diariamente e sempre que necessário. Operação: Abre o pacote de luvas e calça-as.


QUANDO:

AGENTE: Médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem. ITEM 07


MATERIAL: Pacote de gaze, fitas adesivas, anti-séptico, éter ou Operação: Remove o curativo anterior de forma a não lesar
benzina, soro fisiológico, coletar para lixo hospitalar,
a pele do paciente; se necessário, utiliza gaze embebida em
prontuário do paciente.
éter ou benzina. Despreza no lixo, o curativo anterior e as
LOCAL: Unidade de internação. luvas.

Ponto Crítico: Caso as gazes estejam aderidas à ferida, umedece-as


'om soro fisiológico antes da sua retirada. Nunca despreza
DESCRIÇÃO
material sujo no lixo existente no quarto do paciente.
ITEM 01
Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento. ITEM 08
Operação: Calça nova luva estéril apenas em uma das mãos.
ITEM 02
Operação: proporciona privacidade ao paciente. ITEM 09
Operação: Dobra a gaze com a mão enluvada e a embebe com
ITEM 03
\mo fisiológico, com auxílio da outra mão.
Operação: Lava as mãos.
135
134
ITEM 10 Procedimento 40
Operação: Faz a limpeza da área menos contaminada da ferida,
trocando as gazes sempre que necessário.

Ponto Crítico:A gaze utilizada deve movimentar-se em único


sentido e não em movimento de vai-vem. Observa aspecto e
evolução da ferida para posteriores anotações.
Controle Laboratorial de
Terapia de Nutrição Parenteral
ITEM 11
Operação: Faz a aplicação do anti-séptico.

Ponto Crítico: Orienta o paciente para não tocar a ferida com


as mãos.
TÍTULO: Controle laboratorial de terapia de nutrição parenteral.
ITEM 12 POR QUE: Prevenção de complicações metabólicas e observação
Operação: Protege a ferida com gaze. da evolução nutricional.
QUANDO: Sempre que for empregada terapia de nutrição
ITEM 13 parenteral (TNP).
AGENTE: Médico e enfermeiro.
Operação: Retira a luva e despreza-a.
MATERIAL: Material para coleta de sangue, periférico ou central,
e de urina e tubos adequados.
ITEM 14
LOCAL: Unidade de internação e ambulatório.
Operação: Fixa o curativo com fita adesiva.

ITEM 15 DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Lava as mãos.
Operação: Avalia a presença de alterações metabólicas que ne-
ITEM 016 cessitam de atenção intensiva da equipe de saúde.
Operação: Anota no prontuário: hora, local, condições da ferid(l ITEM 02
e soluções utilizadas.
Operação: Solicita exames laboratoriais para pacientes estáveis
(Tabela 40.1) ou instáveis (Tabela40.2) em impresso padronizado.
Ponto Crítico:

• Se houver sinais de piora do quadro clínico ou sinais de in-


fecção, os exames são solicitados em caráter de urgência,
conforme orientação do médico.

136
137
• Se não houver possibilidade de coleta de sangue por veia Tabelo 40.2
periférica, o médico realiza a coleta por via central. Exames Laboratoriais poro Controle de TNP em Pacientes
em Fase Instável em Unidade de Terapia Intensiva (UTI)

ITEM 03 txame Controle2


A
Diário
Semanal
4 xcritério
OX46por
Semanal
o xX pormédico
dia
semana
ou quando necessário
yGT, fosfatase alcalino, plasmáticas
Operação: Entrega os pedidos de exames laboratoriais
Glicoceto
Densidade
Glicose
Cálcio
pH
Uréia
Sódio, potássio uriná
iônico
eegasimetria
Osmolaridade
Magnésio
Provas
Proteínaecloro
Bilirrubina
decreatinina
total
função
total àhepático
rio enfer- ALT,
ou eeosmolaridade
efósforo
plasmáticas
plasmática
fraçães
froçães uriná rio
AST, 6/6
H emhog Iob ina/he matócrito
meira responsável.

Tabelo 40.1
Exames Laboratoriais poro Controle de TNP
em Pacientes em Fase Estável

+ + Exame Semanal
Diário de NP controlo 2 OboX 4por
X por dia
Glicemia/
K) No
Na primeiroControle
primeira Semanal
2
semanaX por
após introduc,'"I' controlo
apósdiaintrodu'.'
introduçõ'
intradução
introdução semana
Nitrogênio de NP contraio
controlo 42
uréico/2,8
controla
NP controlo x 6por
3diariamente
oX semana
X por dia
es
pático
2ãesh Hemoglobi
Uréia na/hematócrito
plasmática/creatinina

Menção:
• As Tabelas 40.1 e 40.2 são sugestões que devem ser modifi-
cadas a critério médico e necessidade individual de cada
paciente.
• Na vigência de quadro infeccioso, associa-se aos demais exa-
mes aqui citados o leucograma com diferencial e culturas.
• Nos pacientes que recebem soluções de nutrição parenteralJ
Iipo regime lipídico ou lípides diários por longo prazo, deve-se
dosar os triglicérides plasmáticos duas vezes por semana, na
primeira semana, e depois uma vez por semana.

Balanço hídnc

138 139
Ponto Crítico:
Procedimento 41 • Quando houver perda de urina, reinicia-se o exame a partir
do item 01 no dia seguinte.
• Em paciente com incontinência urinária é realizado o pro-
cedimento de sondagem vesical, para melhor controle.
• Em UTI, toda urina coletada a cada 2 horas é reservada em
Coleta de Urina de 24 h para recipiente fornecido pelo laboratório.

Balanço Nitrogenado em Paciente ITEM 03


em Terapia Nutricional Operação: Ao término das 24 horas, encaminha-se o frasco para
o laboratório, juntamente com o pedido de exame.

ITEM 04

TÍTULO: Coleta de urina de 24 h para balanço nitrogenado em Operação: Registra a coleta e o encaminhamento ao laborató-
paciente em Terapia Nutricional (TN). rio no prontuário do paciente.

POR QUE: Monitora a perda nitrogenada.


ITEM 05
QUANDO: De acordo com a prescrição médica, durante três dias.
Operação: Repetem-se os itens 02 a 04 nos dois dias subseqüentes.
AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.
Ponto Crítico: O procedimento de balanço nitrogenado é feito
MATERIAL: Papagaio, comadre, frasco de diurese fornecido pelo :m conjunto com a equipe de nutrição. O resultado final (in-
laboratório, prontuário do paciente, geladeira adequada gestão nitrogenada menos excreção nitrogenada) é competência
para materiais biológicos, impresso de pedidos de do nutricionista.
exames de laboratório.

LOCAL: Unidade de internação e UTI.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Orienta o paciente sobre a coleta de urina por .) I
horas durante três dias.

ITEM 02
Operação: Coleta a urina colhida em papagaio/comadre no 1', ,I',
co de diurese fornecido pelo laboratório, o qual dever,í 'd I
mantido na geladeira. A partir de então coleta toda urin,l d,1
micções do dia no frasco.
141
140
Procedimento 42 Procedimento 43

Manutenção Preventiva e Limpeza de Geladeira de


Limpeza da Bomba de Infusão Acondicionamento de
Medicamentos

TÍTULO: Manutenção preventiva e limpeza da bomba de TÍTULO:


infusão. Limpeza de geladeira de acondicionamento de
medicamentos.
POR QUE: Garantir um melhor funcionamento do equipamento
POR QUE: Manter higiene.
e manter a higiene.
Quinzenalmente (manutenção preventiva) e QUANDO: Uma vez por semana.
QUANDO:
diariamente (limpeza).
AGENTE: Auxiliar de enfermagem.
AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.
MATERIAL: Água, sabão líquido e pano.
MATERIAL: Bomba de infusão completa, água, sabão líquido,
pano e álcool a 70%. LOCAL: Unidade de internação.
LOCAL: Unidade de internação.
DESCRIÇÃO
ITEM 01
DESCRIÇÃO
ITEM 01 Operação: Desliga a geladeira.

Operação: Observa se o cronograma de manutenção preventi- ITEM 02


va estipulado pela firma está ocorrendo.
Operação: Retira o conteúdo e o coloca em outra geladeira.
Ponto Crítico: Caso não esteja sendo seguido o cronograma ou
ocorram defeitos na bomba fora do dia estipulado, entra em
ITEM 03
contato com o representante da firma responsável.
Operação: Descongela a geladeira.
ITEM 02
ITEM 04
Operação: Limpa todas as partes da bomba de acordo com J~
recomendações do fabricante. Operação: Limpa a geladeira com detergente líquido.
142
143
ITEM 05

Operação: Liga a geladeira e aguarda até atingir a temperatura


adequada.

ITEM 06
Operação: Recoloca o conteúdo.

Terapia Nutricional Enteral

144
Procedimento 44

Indicação e Prescrição da V ia de
Acesso para Terapia de Nutrição
Enteral e Complemento Nutricional

TÍTULO: Indicação e prescrição da via de acesso para terapia de


nutrição enteral e complemento nutricional.
POR QUE: Para definir a via de acesso para terapia nutricional
por via digestiva.
QUANDO: Conforme indicação para terapia de nutrição enteral
e complemento nutricional.
AGENTE: Médico.

MATERIAL: Prontuário do paciente e impresso de prescrição médica.


LOCAL: Unidades de internação ou ambulatório.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Consulta o prontuário e avalia a condição do trato
gastrointestinal do paciente.

ITEM 02
Operação: Estabelece a melhor via de acesso para administrar a
nutrição enteral ou o complemento nutricional. Prefere a via
oral. Se houver contra-indicação para a via oral, as opções são
sondas (nasogástrica ou nasoentérica) e estomias (gastrosto-
mia ou jejunostornia). Vide indicações nas Tabelas 44.1 a 44.3.

Ponto Crítico: Coloca na prescrição a via de acesso escolhida.


147
Tabela 44.1
Indicações de Terapia de Nutrição Enteral em Adultos
de Acordo com a Situação do Trato Gastrintestinal
Enterostomia
Trato Gastrointestinal íntegro
• Lesões do SNC; depressõo; anorexia nervosa
Primária
• Caquexia cardíaca; câncer
• Trauma muscular; cirurgia ortopédica Disfunção na deg/utição
• Queimaduras Desordens do SNC
• Doença do colágeno vascular
Dificuldades de Acesso
ao Intestino Normal • Miostenia grave
• Lesão de face e mandíbula
• Câncer de boca; hipofaringe - cirurgia de esôfago
• Deglutição comprometida de causa muscular/neurológica Obstrução do trato gastrointestinal alto
• Lesão obstrutiva inflamatória benigna ou fístula de jejuno • Neoplasia de orolaringe
Neoplasia/estreitamento esolagiano
Anormalidades Funcionais do Intestino (exceto aquelas de contra-indicação absoluto) • Neoplasio gástríca
• Doenças intestinais neonatais, obstrução crônica • Neoplasia/estreitamento duodenal
• Diminuição do esvaziamento gástrico • Neoplasia pancreática
• Fístula digestiva
• Síndrome do intestino curto Adiuvante
• Esolagectomía
• íleo gástrico colônico
• Anormalidades metabólicas do intestino • Gastrectomia

• Má absorção, alergia alimentar múltipla • Pancreatectoduodenostomia


• Pancreatite, enterite por quimioterapia e radioterapia
• Ressecção maciça de intestino delgado
• Anorexia, câncer Pa ncreatectom ia
• Estados hipermetabólicos
• Queimaduro, infecção grave, trauma extenso
• Cirurgia e hipertireoidismo Ref.: Waitzberg, DLL. Nutrição oral, enterol e parenteral na prática c1íníca. 30 ed. São Paulo:
i\lheneu, 2001. Ideno, KT. Enterol Nutritíon. In: Nutrition suppor! dietetics. Core curriculum. 2cd ed.,
1993. p. 71-104. Aspen (American Society 01 Parenteral and Enteral Nutrition).
Ref.: Waitzberg, DL. Nutrição oral, enterol e parenteral na prática c1inica. 3° ed. São Paulo:
Atheneu, 2001. Ideno, KT. Enterol Nutrition. In: Nutrition suppor! dietetics. Core curriculum. 2cd t·, I
1993. p. 71-104. Aspen (American Society 01 ParenteroI and Enteral Nutrition).

Neurológica/Psiquiátrica Gastrointestinal

• Acidentes cerebrovasculares • Pancreatite


• Neoplasias • Doenças inflamatórias do intestino
• Trauma • Síndrome do intestino curto
• Inflamação • Doença intestinal neonatal
• Doenças desmielinizantes • Má absorção
• Depressão grave • Preparo intestinal pré-operatório
• Anorexia nervosa • Fístulas digestivas

Orola ri ngea/Esofág ica Miscelânea


• Neoplasias • Queimaduras
• Inflamação • Quimioteropia
• Radioterapia
~. Trauma

ReI.: Waitzberg, DL. Nutrição orol, enteral e parenterol na prática clínica. 3° ed. São Paul"
Atheneu, 2001. Ideno, KT. Enterol Nutrition. In: Nutrition suppar! dietetics. Core curriculum. ').' ",I
1993. p. 71-104. Aspen (American Society 01 Parenteral and Enteral Nutrition).

148
149
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Procedimento 45 <o
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D-
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Complicações da Terapia o
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N utricional Enteral -:Q
-o
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TÍTULO: Complicações da terapia nutricional enteral (TNE),


POR QUE: Identificar e prevenir complicações da Terapia
Nutricional Enteral.

QUANDO: Após admissão do paciente, no decorrer do período


de internação ou quando introdução e prescrição d,]
terapia enteral.
AGENTE: Nutricionista, enfermeiro, médico,
MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica de pacientes,
prescrição médica, prontuário do paciente, impresso
do banco de dados dos usuários de TNE padronizad\ I
pelo SUS, 0- o
Unidades de internação, ambulatório, UTI. lS,e
o~c W
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LOCAL: E c O) co
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DESCRIÇÃO o ~ o
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ITEM 01 ,g l)'I
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~ -o ~ o :J :J
Operação: Verifica registros do prontuário médico do paCil'llI'

I.....--
-D (5 .~ g. ~ ~
e observa intercorrência referente à terapia nutricional ('1\11 o~o
Q) .-
U«V"lCl...Cl...

ral, como diarréia, dor abdominal, intolerância, flatulêIH 1.1


rejeição voluntária do paciente às dietas enterais e outras 111
~
formações relevantes para identificação das causas associ,H\.' oc
às complicações da terapia enteral. ~ ~ ~
o c
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o
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ITEM 02 <o
u ~o
o
E
O)
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Operação: Associa informações observadas a prováveis Glll',,\ ::?: (') Cl...

de intercorrências da TNE, conforme Tabela 45,1.


151
150
o ITEM 03
E
~
C
QJ
Operação: Identifica a causa das complicações, toma providên-
QJ

à u
o cias em relação aos cuidados e reforça os mesmos a toda equi-
'C Q pe que presta atendimento ao paciente.
o
'~
QJ
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QJ
C LL 'C
c ITEM 04
N o
c
o
-o Operação: Acompanha diariamente a evolução clínica, nutri-
o
'olJ'> cional e de cuidados ao paciente, verifica monitoramento de
~ exames laboratoriais (Tabela 452) e de RX para verificar se
"' C
o
c o o(s) complicação(ões) foi(foram) extinta(s). No caso da pre-
o -o
'u o sença de complicações em paciente domiciliar em TNE, orien-
o -o
E
QJ
..9 ta a procurar um serviço médico mais próximo.
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C
QJ
-o
o
-o ITEM 05
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~
QJ
E
-o o Operaçâo: Preenche o impresso próprio, denominado Banco de dados
-o
c
5l dos usuários de TN (terapia nutricional) padronizado pelo MS, para
finalidade de reembolso da TNE à unidade de saúde.

, '" ~ p ~ ""'i ~
. Tabela 45.2 , =,' .~"

, uréia,Exames
intestinal
magnésio,
hepática creatinina Progressão diária
vezes/semana
transferrina do Inícío
(diabético)
Sugestão de P~otocolo de Solicitaçé!o de Exames Laboratoriais
1"
TNE
Cada
duas
uma
Duas I aasemanas
mensal
Diário
Diário
(Pacíente Iuma
vezes/semana
Diória
Diária
Semanal
Monítoramento
semanal
uma
duas duas aX/semana
três
aDiário
trêsduas
Cada
vezes/semana
Estável)
Período
diária deseis
TNEduas
meses semanas
Prolongado
(diabético)
---
em TNE
t "

Glicose Sódio, potóssio, Fósforo


Albumina Peso/hábito
Cálcio,
Função

5l
o
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Q u o
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o... Õ
Skipper, A. Manitaring and complicatians af enterol feeding. In: Dietetics handbaak af enterol
ond porenterol nutrition, Skippes. ASPEN Publishers INC, Rackville, MD, 1989. p.293-309.
152
153
ITEM 03
Procedimento 46 Operação: Estabelece dose inicial, modo de progressão e admi-
nistração de acordo com a via de acesso e o estado clínico do
paciente (Fig. 46.1).

Ponto Crítico: Ao utilizar sonda como via de acesso, prescreve


sempre lavagem com água após administração das dietas para
Prescrição da Dieta Enteral e do evitar obstrução.
Complemento Nutricional
Dieta administrada por no volume de de por

+ + + +
• Polimérica • Via oral • 25 mL • 3/3 h
• Oligomérica • Sonda nasogóstrica • 50 mL • Outros
• Semi-elementar • Sonda nasoenteral • 100 mL
• Elementor • Gastrostomia • 150 mL
TÍTULO: Prescrição da dieta enteral e do complemento • 200 mL
nutricional. • Especializada para: • Jejunostomia
diabetes, IRA, • Outros • 250 mL
encefa lopatia • 300 mL
POR QUE: Para suprir as necessidades nutricionais por via hepótica ete. • Outros
digestiva. • Complemento
nutricional
QUANDO: Conforme indicação para terapia de nutrição enter.ll
e complemento nutricional. gotejamento . ..... em ....... minutos. Lavar a sonda ou gastrostomia

AGENTE: Médico.
• Gravitacional • Bolo - 30 minutos
MATERIAL: Prontuário do paciente, nutrição enteral disponível \ • Bomba de infusão • As demais, de acordo com a
paciente internado ou em acompanhamento • Bolo tolerância do paciente
ambula torial.
após a administração da dieta com mL de ógua filtrada em minutos.
LOCAL: Unidades de internação ou ambulatório.
Fig. 46.1 - Modelo de prescrição.

DESCRIÇÃO
ITEM Ol Observações:

Operação: Consulta prontuário, verifica avaliação e planeja IlH '11111


• A prescrição do item "outros" requer entendimento prévio
nutricional do paciente. com a unidade de nutrição.
• As dietas enterais têm densidade calórica de 1 a 2 cal/mi.
ITEM 02 Caso haja situação de restrição hídrica ou necessidade espe-
cial de dietas hipo ou hipercalóricas, entra em entendimen-
Operação: Prescreve o padrão de dieta: polimérica, oligo 111('I II I
to com a unidade de nutrição.
ou elementar, nessa ordem de preferência, conforme a C.lI'.11 I

dade de absorção do paciente. • Considera o volume de água administrado para lavar a son-
da no controle hídrico.
Ponto Crítico: Não prescreve nome comercial, não espn "11 ti • Consulta às Tabelas 46.1 e 46.2.
densidade calórica.
154
Tabela 46.1 , Procedimento 47
Efeito dos Medicamentos no Trato Gastrointestinal

Efeito Medicomento

Irritação do mucoso gástrico (náuseas, Medicomentos com alto osmolalidade


vômitos, diarréio, oumento do resíduo Medicamentos contendo sorbitol
gástrico ou cólicos)
Retardo do esvoziamento góstrico
ou redução do motilidode gástrico ou
Anticolinérgicos
Anti-histomínicos
Passagem e Troca da
redução do motilidode gastrointestinol Antidepressivos tricíclicos
Fenotiozinos Sonda Nasoenteral
Medicamentos para doenço de Parkinson
Antiácidos que contêm alumínio
Norcóticos

Aumento do esvoziomento gástrico Agentes pró-cinéticos (podem melharar


e do motilidode gostrointestinol o tolerâncio à olimentoção por sonda
ou podem causar diarréia)

Destruição dos boctérios intestinais Antibióticos


TÍTULO:
Martin C, Cardoso SP.lnterações Droga Nutriente. ln: Teropia Nutricional Enterole Parenteral. Passagem e troca da sonda nasoenteral (SNE).
Manual de Rotina Técnica, 2000. 152 p. POR QUE:
Fornecer terapia nutricional para o paciente.
QUANDO:
De acordo com a prescrição médica.
AGENTE:
Teofilina
Enema
Tioridazina
Docusato elixir
fosfatado
Medicamento 1.350
4.450
2.050
8.350
3.350
2.250
1.850
1.980
1.500
4.700
Osm%/idade Médio
Osm%/idach,
Enfermeiro, médico.
Citrato
Sulfato
Fenitoína
25
Primidonade
ferroso
Eritromicina
Metildopa
mg/mL
Haloperidol sód io
suspensão
suspensão8.800
7.250
6.550
850
1.750
2.050
500
5.550
2.200
3.000
450
5.400
(etilsuccinato)
suspensão
(mOsm/kg)
(mOsm/kg) Metoclopromida
Hidroxizina
Cloreto
Furosemida (HCI)xarope
de potássio
10 mg/mL10%
MATERIAL:
Sonda flexível de silicone ou poliuretano espeáfica para
nutrição enteral com fio-guia, luvas de procedimento,
gazes, anestésico em forma de gel, fita adesiva, seringa
de 20 rnL, estetoscópio, prontuário do paciente.
LOCAL:
Unidade de internação ou ambulatório.

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento, ressal-


tandorecuperação
sua a necessidade da passagem da sonda nasoentérica para a
nutricional.
JohnsonDR, NyffelerMS. Drug. Nutrientcansiderationsfor enteralnutrition. In: TheAspen Nutrit"",
Support PracticeManual, (6):1-20, 1998. ITEM 02
ITEM 04 Operação: Promove a privacidade do paciente.
Operação: Especifica doenças que requerem alterações nu i 11
ITEM 03
cionais na prescrição (p.ex.: hipertensão arterial, diabetes, i I1

suficiência renal, imunodepressão, entre outras). Operação: Lava as mãos.


156
157
ITEM 04
estetoscópio
abdome. no quadrante superior direito e esquerdo do
Operação: Prepara o material.

ITEM 05 Ponto Crítico: Só após algum tempo a sonda migrará e perma-


necerá em posição entérica.
Operação: Calça as luvas.
ITEM 15
ITEM 06
Operação: Posiciona o paciente sentado ou em posição de Fowlcr. Operação: Retira o fio-guia da sonda com cuidado.

ITEM 07 ITEM 16

Operação: Cobre o tórax do paciente com uma toalha. Operação: Fixa a sonda com fita adesiva e evita a compressão
da asa do nariz ou da narina, de modo que fique segura.
ITEM 08
ITEM 17
Operação: Mede a sonda da asa do nariz ao lóbulo da orelha, do
lóbulo da orelha até a cicatriz umbilical, marca com fita adesivd. Operação: Retira as luvas.

ITEM 09 ITEM 18
Operação: Lubrifica a sonda com anestésico, com auxílio de gazl'. Operação: Lava as mãos.
ITEM 10
ITEM 19
Operação: Certifica-se de que a sonda está com fio-guia.
Operação: Anota o procedimento no prontuário do paciente.
ITEM II
ITEM 20
Operação: Introduz a sonda levemente, sem forçar, em umd
das narinas.
Operação: Encaminha o paciente para controle radiológico após
a solicitação do exame pelo médico.
ITEM 12
Operação: Flete a cabeça do paciente quando a sonda ultrapas Ponto Crítico: SNE passada com auxílio da endoscopia pode
sa o primeiro obstáculo. prescindir de exame radiológico.

ITEM 13 ITEM 21

Operação: Solicita ao paciente que faça movimentos de deglutição, Operação: Entrega o exame radiológico para avaliação médica
enquanto a sonda é introduzida até atingir a marcação estipulad<l. após o retorno do paciente.

ITEM 14 ITEM 22
Operação: Testa a sonda, certificando-se de que está no cs
tômago, aspira com a seringa ou introduz ar e ausculta COIII Operação: Inicia a administração da NE, unicamente após au-
torização por escrito do médico. Registra no prontuário.
158
159
Procedimento 48 Ponto Crítico:

• Se a quantidade aspirada for superior a 200 mL ou 50% do


volume infundido na última dieta, não instala a próxima dieta
e comunica ao médico.
• Verifica se há prescrição de medicamentos pró-cinéticos no
Verificação do prontuário médico e administra.
Resíduo Gástrico
ITEM 03

Operação: Reinfunde o conteúdo aspirado se o volume for in-


ferior a 50% da última dieta enteral e aspecto compatível com
o esperado.

TÍTULO: ITEM 04
Verificação do resíduo gástrico.

POR QUE: Avaliar o esvaziamento gástrico e prevenir a Operação: Instala a próxima dieta enteral.
regurgitação ou aspiração pulmonar da dieta.
ITEM 05
QUANDO: Diariamente e imediatamente antes da administraç','ÍI)
de uma dieta enteral ou sempre que necessário.
Operação: Anota no prontuário do paciente o resultado dos
AGENTE: procedimentos efetuados.
Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Seringa de 20 ou 50 mL, recipiente para coleta do


conteúdo, luvas de procedimento, prontuário do
paciente.

LOCAL: Unidade de internação, UTI.

DESCRIÇÃO
ITEM Ol

Operação: Aspira o resíduo gástrico através da sonda POSili11


nada no estômago com a seringa.

Ponto Crítico: Avisa ao médico se a aspiração não for possível II(>lI

conteúdo aspirado apresentar sinais de sangue ou suco entéri\ 11

ITEM 02
Operação: Coloca o conteúdo aspirado no recipiente de col\'!.1
após medir o volume.

160
1 '" 1
Procedimento 49 o frasco ao atendente da nutrição e solicita ao mesmo que co-
munique o ocorrido à nutricionista, para providências.

ITEM 03

Operação: Assina o recebimento da NE no impresso de contro-


Solicitação e Recebimento da le de entrega de dietas enterais,
à enfermagem.
alimentação e frascos de água
Nutrição Enteral
Ponto Crítico: Não recebe o recipiente se o paciente não estiver
na unidade.

TÍTULO: Solicitação e recebimento da nutrição enteral (NE).

POR QUE: Atender à prescrição médica.

QUANDO: Durante o período da TNE (de 3/3 horas) entregue


pelo Serviço de Nutrição.

AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Frasco da dieta enteral, impresso de controle de


entrega de dietas enterais, alimentação e frascos de
água à enfermagem.
LOCAL: Unidade de internação.

DESCRIÇÃO
ITEM 01
Operação: Recebe do atendente da nutrição o recipiente COI]
tendo NE.

ITEM 02
Operação: Observa a integridade da embalagem e o aspecto da N I~

Ponto Crítico: Se o recipiente da NE não estiver hermeticamenl(·


fechado ou o seu conteúdo estiver alterado, com presença (k
grumos, separação de fases, mudança de cor e textura, devolV("
162
163
ITEM 04
Procedimento 50 Operação: Confere o rótulo do recipiente da NE com a prescri-
ção médica: leito do paciente, clínica em que está internado,
quantidade e tipo de dieta prescrita.

ITEM 05
Administração e Cuidados de Operação: Lava as mãos, conforme procedimento para lava-
gem de mãos.
Enfermagem em Terapia de
Nutrição Enteral ITEM 06
Operação: Conecta o equipo específico no recipiente da NE e
preenche o equipo com a dieta, retirando todo o ar do mesmo.
Posiciona o paciente em decúbito elevado de pelo menos 30°.

TÍTULO: Administração e cuidados de enfermagem em Terapia Ponto Crítico: Em pacientes com possível dificuldade de esva-
de Nutrição Enteral (TNE).
ziamento gástrico e SNE em posição gástrica, checa a quanti-
POR QUE: Garantir uma administração correta e segura da dade de resíduo gástrico antes de iniciar a administração da
nutrição enteral (NE) para o paciente. quarta dieta do dia.

QUANDO: Durante o período de terapia com NE.


ITEM 07
AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.
Operação: Adapta o equipo específico de infusão da NE na sonda
MATERIAL: Recipiente da NE, recipiente de água filtrada fornecida nasoenteral ou outras sondas (gastrostomias, jejunostomias). Inicia
pelo Serviço de Nutrição, equipo próprio, bomba de a infusão de acordo com a prescrição e controla o gotejamento.
infusão, se necessário, prontuário do paciente.
• Se bomba de infusão: programa a bomba conforme prescri-
LOCAL: Unidade de internação. ção e necessidade do paciente.

Ponto Crítico:
DESCRIÇÃO • Se o paciente apresenta diarréia, reprograma a infusão da
ITEM 01 dieta para o dobro do tempo. Em caso de qualquer outro
sintoma, sinal ou intercorrência, interrompe a infusão da
Operação: Verifica a prescrição médica no prontuário do paciente. NE e comunica ao médico.
• Verifica se a sonda está pérvia com o início da infusão, Caso
ITEM 02 esteja obstruída, realiza procedimento de desobstrução da
Operação: Verifica se a temperatura da NE está adequada pard SNE, jejunostomias e/ou gastrostomias,
a administração (temperatura ambiente).
ITEM 08
ITEM 03
Operação: Lava a sonda com 50 mL de água ao término da in-
Operação: Caso haja alterações, devolve o recipiente da NE (' fusão da NE.
comunica à nutricionista.
165
164
ITEM 09 Procedimento 51
Operação: Fecha a sonda após a infusão da água com o dispo-
sitivo oclusivo próprio da sonda.

ITEM 10
Operação: Registra e checa todos os horários em que é admi- Troca da Fixação da
nistrada a NE no prontuário do paciente. Sonda Nasoenteral
Ponto Crítico: Se a NE não for administrada em algum horário,
anota o motivo.

TÍTULO: Troca da fixação da sonda nasoenteral (SNE).

POR QUE: Garantir a manutenção da sonda e prevenir lesões na


pele do paciente.

QUANDO: Sempre que necessário.

AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

MATERIAL: Gaze, benzina, fita adesiva, prontuário do paciente.


LOCAL: Unidade de internação.

DESCRIÇÃO
ITEM 01

Operação: Retira a fixação anterior com cuidado para que a


sonda não saia da sua posição.

ITEM 02

Operação: Limpa a pele e a SNE com gaze embebida em benzina.

ITEM 03

Operação: Fixa a fita adesiva na sonda e, depois, na pele do


paciente.

166 167
Ponto Crítico: Observa presença de lesões na pele, mudando o Bibliografia
sítio de fixação (nariz, região frontal, região lateral da face).

ITEM 04
Operação: Realiza anotações no prontuário do paciente.

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172 173
Guia Básic~ de Terapia Nutricional - Manual de Boas Práticas é criação da Equipe

Multiprofissional de Terapia Nutricional do Instituto Central do Hospital das Clínicas da


Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP.A equipe estlÍ composta de

médicos, nutricionistas, enfermeiros e farmacêuticos.

Como se sabe, a terapia nutricional diz respeito ao uso de nutrição em condições especiais,

sendo a nutrição enteral ministrada por acesso ao trato gastrintestinal, e a parenteral pela

infusão por veia central ou periférica. A oferta de terapia nutricional é pr_lÍtica


multiprofissional exercida em grande parte dos pacientes hospitalizados.

o presente trabalho engloba 4 Seções e 51 Procedimentos, encontrando-se integralmente

atualizado em face da nova legislação. O que, por sinal, o torna de grande utilidade e

importância prlÍtica.

Suas seções são as seguintes:


1. Monitoramento, Triagem Nutricional e Banco de Dados
2. Avaliação Nutricional

3. Terapia Nutricional Parenteral

4. Terapia Nutricional Enteral

Seu texto segue o chamado modelo de "Manual de Boas PrlÍticas", consagrando, assim, a
excelência das condutas na prlÍtica clínica, autenticadas pela medicina à luz das evidências.

Guia Básico de Terapia Nutricional-Manual de Boas Práticas, por todas estas qualidades s
tornarlÍ, sem sombra de dúvida, livro de consulta obrigatória para todos os interessados n

aprimoramento da terapia nutricional.

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