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TRabalho da Faculdade-Narcélio Torres FGF-Pratica docente final

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FGF – FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR

FRANCISCO NARCÉLIO TORRES DO NASCIMENTO MATRÍCULA 05026001

FORTALEZA-CE SETEMBRO - 2006

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FGF – FACULDADE INTEGRDA DA GRANDE FORTALZA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Trabalho apresentado à disciplina de Estágio Curricular do Curso de Programa Especial de Formação Pedag ógica de Docentes na área de Biologia.

FRANCISCO NARCÉLIO TORRES DO NASCIMENTO MATRÍCULA 05026001

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INTRODUÇÃO Seguindo o cronograma de disciplinas do Curso de Biologia da Fgf, fez-se necessário o cumprimento da Disciplina de Estágio Curricular, a qual ministrado pela professora Célia Diógenes que solicitou a realização de quatro práticas docentes determinadas das formas relacionadas abaixo: • Estudo e conhecimento da Estrutura Organizacional da Instituição de Ensino. • Observação de aulas ministradas da Disciplina de Biologia . • Diagnóstico crítico dos planos de aula do educador com seu respectivo desenvolvimento com apontamento de sugestões. • Elaboração e pesquisa do Plano de Trabalho em uma sala de Biologia . • Propor planos de aulas para desenvolvimento em sala. • Relatório crítico de conclusão do Estágio. A vivência da prática relacionada as atividades foram desenvovidas na Escola de Ensino Médio Maria Vieira de Pinho, localizada na rua Franklin José Vieira,Nº 02, bairro Centro,Cep 6221500,Ipaporanga Ceará, instituição esta composta por 16 professores, e a clientela de 582 alunos, com as modalidades de Ensino médio Científico e Telecurso. O professor observado e que ofereceu a sala para realização do Estágio foi Francisco Cleoto Bezerra,contratado a 03 anos e formado pela Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA no Curso de Licenciatura Específica em Ciências Biológicas.O mesmo é professor da rede municipal de Ipaporanga na disciplina de Matemática e é Secretário de Agricultura e Recursos Hídricos. A valorização do profissional da Educação deve existir afinal os professore se submetem a ocuparem vários cargos para sobreviver, pois apenas a remuneração de Professor não é suficiente para viver. A realização das quatros salas de práticas docentes buscou levar o cursista do Núcleo de Educação à Distância da Faculdade Integrada de Fortaleza a vivenciar práticas educativas em escolas onde é o verdadeiro laboratório vivo do Ensino-Aprendizagem, onde a observação propicia a idealização do “ Educador Mediador”, e as vitórias conquistadas no âmbito escolar fortaleza a postura do profissional que está procurando a formação, e os erros cometidos oferecem uma reflexão crítica para a prevenção ao lecionar.

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SUMÁRIO

01- Caracterização da Escola .......................................................05 02- Aspectos Físicos .....................................................................08 03- Organização do Trabalho Pedagógico.....................................09 04- Planos de Aula do Professor....................................................12 05- Diagnóstico das Aulas Observadas........................................14 06- Plano de Ensino.......................................................................16 07- Planos Propostos Para Aulas..................................................20 08- Relatório Critico das Aulas Ministradas...................................25 09- Conclusão................................................................................28 10- Anexos.....................................................................................29

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DESENVOLVIMENTO

01- Caracterização da Escola
NOME: Escola de Ensino Médio Maria Vieira de Pinho ENDEREÇO: Rua Franklin José Vieira Nº 02 Bairro Centro Cep- 62215000-Ipaporanga-Ceará

CONTEXTO SOCIAL: Os alunos na sua maioria são de origem humilde, filhos de agricultores, comerciantes, artesãos e de funcionários públicos municipais. Muitos desses jovens trabalham desde cedo para ajudar suas famílias. ENTIDADE MANTEDORA: Governo do Estado do Ceará-Secretaria de Educação BásicaSEDUC HISTÓRICO: HISTÓRICO DA ESCOLA MARIA VIEIRA DE PINHO

A Escola de Ensino Fundamental e Médio Maria Vieira de Pinho, há 28 (vinte e oito) anos vem educando gerações de crianças e jovens ipaporanguenses, mesmos quando a então Ipaporanga era apenas um distrito de Nova Russas. A inauguração inicial da escola data de 16 de abril de 1978 com o nome de Grupo Escolar João Luciano e atendia apenas o primeiro grau menor. Sua primeira diretora foi a professora Maria do Amparo de Paula e secretária Rosa Barros Leitão. Devido o aumento da demanda e a necessidade de implantação do primeiro grau maior foi celebrado um convênio com a Fundação Particular Padre Rocha em 1981, por esse motivo passou a chamar-se Centro Educacional Padre Rocha. Já em 1989, após o plebicito de desmembramento de Nova Russas o prefeito municipal da agora cidade Ipaporanga, rompe com o convênio com a fundação tornando-a por um decreto uma instituição de direito público municipal criada em 10 de março de 1989 passando-a a ser denominda de Escola de 1º Grau Maria Vieira de Pinho autorizada a funcionar com o primeiro parecer nº 358/85 tendo como diretora o Srª Maria Carmem Barros Bezerra e secretária Maria Rozeneide Alves Pereira. Com o crescente aumento da população estudantil surgiu a necessidade de formação de professores em nível médio para atuar na rede municipal de educação, sendo implantado em 1991 o curso de 2º Grau Magistério que teve sua primeira e última turma de professores no ano de 1993. Neste período a escola passa por algumas modificações em sua estrutura física e o ensino médio deixa de ser ofertado. Devido a gradativa universalização do ensino fundamental e o aumento do número de alunos que se deslocavam a Crateús para cursar o ensino médio, o prefeito Dr. Francisco Nilson Moreira celebra uma parceria com o poder público estadual, com o intuito de novamente a escola poder ofertar matrículas para o Ensino Médio, adere então, a política do Estado no processo de eleição direta para escolha dos diretores das escolas públicas e em dezembro de 1998, alunos, pais, professores e funcionários elegem a professora Maria Carmem Barros Bezerra como diretora que teve como coordenador pedagógico Pedro Alves Neto e secretária Maria Rozeneide Alves Pereira para a gestão de 1999 a 2001. Com a construção da Escola Municipal Governador Waldemar de Alcântara, o Sr. prefeito desafeta do domínio público municipal a Escola de 1º Grau Maria Vieira de Pinho, em 1999, passando-a para o Estado na qual passou a denominar-se Escola Maria Vieira de Pinho - Educação Básica, que continua a funcionar pelo último parecer nº 148/97 de 26/03/1997 emitido pelo Conselho de Educação do

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Ceará. A professora Maria Carmem Barros Bezerra foi reeleita diretora no processo eleitoral de 2001 para mais uma gestão de 2002 a 2004. Nessa nova gestão com o rompimento do regime de co-gestão entre estado e município, a escola enfrenta uma série de dificuldades tanto em relação a equipamentos, materiais, a própria estrutura física que estava bastante deteriorada, bem como, falta de recursos humanos para as diversas atividades da escola. No entanto, tais dificuldades foram sendo superadas graças ao compromisso e a determinação do núcleo gestor, agora formado pela referida diretora e como coordenadora pedagógica a professora Naedja Pinheiro Rodrigues que vem somar esforços para modificar tal situação e a experiência da secretária Maria Rozeneide Alves Pereira. Em 22 de maio de 2003 o Dr. Lúcio Gonçalo de Alcântara através do decreto governamental nº 27.053 cria a ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MARIA VIEIRA DE PINHO no município de Ipaporanga jurisdicionada ao 13º CREDE. Ainda neste período a escola é contemplada com um Laboratório educativo de Informática – LEI, através do PROINFO – MEC e com a realização de alguns projetos de cunho pedagógico a escola foi resgatando a confiança e credibilidade da comunidade. Em 2004, a professora Naedja Pinheiro Rodrigues foi eleita diretora pela comunidade escolar para a gestão do quadriênio 2005/2008, juntamente com a coordenadora pedagógica a professora Dilviana Márcia Penha Alves e Maria Rozeneide Alves Pereira como secretária. Ainda em 2004, em função da elaboração do Plano de Desenvolvimento Escolar – PDE, a escola é contemplada com uma reforma em toda sua estrutura física, porém, tal reforma só teve exeqüibilidade no ano seguinte mais precisamente em abril de 2005 no período em que comemorávamos os 27 anos de fundação da escola. Este “presente” não poderia ter vindo em tempo melhor haja vista que a anos lutávamos para consegui-la. Atualmente a escola oferta exclusivamente o Ensino Médio onde a sua grande maioria de alunos são residentes na zona rural e são atendidos pelo programa de transporte escolar diariamente. Em suma, a escola convive com diversos fatores que interferem no processo de formação dos jovens, no entanto, a escola busca a cada dia aperfeiçoar-se com o intuito de alcançar seus objetivos e metas propostos na Gestão Integrada da Escola – GIDE, com vistas a consecução plena do projeto de educação ESCOLA MELHOR, VIDA MELHOR.

SÉRIE POR TURNO E NÚMERO DE ALUNOS: MATRICULA – 2006

SÉRIE / TURMA TURNO Nº DE ALUNOS 1º Científico A Manhã 40 alunos 2º Científico A Manhã 25 Alunos 1º Científico B Tarde 49 alunos 1º Científico C Tarde 47 alunos 1º Científico D Tarde 46 alunos 2º Científico B Tarde 50 alunos 3º Científico A Tarde 44 alunos 1º Científico E Noite 45 alunos 1º Científico F Noite 44 alunos 1º Científico G Noite ( Distrito de Sacramento) 28 alunos 2º Científico C Noite 48 alunos 2º Científico D Noite (Distrito de Sacramento) 15 alunos 3º Científico B Noite 47 alunos

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NÚCLEO GESTOR: Naedja Pinheiro Rodrigues-DIRETORA Dilviana Márcia Penha Alves -COORDENADORA Maria Rozeneide Alves Pereira-SECRETÁRIA CORPO TÉCNICO: * PROFESSORESAline Veras de Paula Torres Antonia de Maria Silva Pereira Antonia Rejane Bezerra Silva Deujaira Nascimento Paiva Helias de Paula Júnior Fernando Gomes de Oliveira Francisco Cleoto Bezerra Gentil Muniz de Sousa Gladys Mary Evaristo Melo Ivone Barroso de Sousa José Sangeval Rodrigues Matos Lieberth Gomes Pereira Maria Anastácia Pereira da Silva Maria Liduina Vieira de Sousa Maria Rozângela Ferro Nunes Renata Bonfim Soares Francisco Clébio Ferreira Landim PESSOAL DE APOIO: CENTRO DE MULTIMEIOSMaria do Amparo de Paula Nila Cristina Bastos Machado AUXILIAR DE BIBLIOTECATerezinha Bezerra de Morais AUXILIAR DE SERVIÇOS EM GERALAntonia Fernendes Silva Pereira Maria Cleoneide Bezerra de Sousa Magalhães PORTEIROJosé Gilberto da Silva Maria das Graças Benício Linhares AGENTE ADMINISTRATIVO: Antonio Ademir Alves da Silva

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02- Aspectos Físicos
DESCRIÇÃO FÍSICA: 06 salas de aula 01-biblioteca 01-laboratório de informátrica 01-conzinha 01-depósito 01-sala de vídeo 01-sala dos professores 01-diretoria 01-sala da secretaria 05-banheiros RECURSOS DIDÁTICOS: Laboratório de Informática com acesso a Internet TV Vídeo Retro projetor som Centro de Multimeios Livros Didáticos-(Bancos de Livros de várias disciplinas) CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO: A Escola Maria Vieira de Pinho Encontra-se em perfeitas condições de funcionamento, devidamente cadastrada para este fim,embora o estado ainda não ter espaço próprio, mais faz uso de um prédio doado pelo município, no entanto as obras da escola estadual iniciaram-se em nosso municipio, o estabelecimento atual apresenta boas condições de uso, e higienizada e recentimento recebeu uma reforma do Governo Estadual.

EQUIPAMENTOS PARA ESPORTE E LAZER: Bolas e redes para futsal, volêi e randebol Fardamentos Tv Vídeo Som Rádio Recreio Lazer Dias de Lazer no Balneário

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03- Organização do Trabalho Pedagógico
RELAÇÃO GESTÃO – DOCENTES- DISCENTES Democrática, com participação dos organismos colegiados em todos os processos da gestão: planejamento, implementação, acompanhamento, padronização e/ou tomada de ações corretivas,pautada no diálogo, participação, descentralização, buscando através do consenso a solução de eventuais problemas, tendo como base também o regimento interno e o código de ética da comunidade escolar. Zelamos para que seja na prática de integração e parceria e não de transferência de culpas e responsabilidades, mas de acompanhamento do processo ensinoaprendizagem. Proporcionando encontros periódicos e capacitações no intuito de se conhecer melhor as ações dos organismos colegiados existentes dentro da escola e assim poder propor ações viáveis e eficientes, que visem o aprimoramento de toda comunidade escolar. Elaborando um cronograma fixo de reuniões de pais e educadores, desenvolvimento de eventos e projetos que envolva a comunidade civil organizada de forma mais participativo e que se consiga contagiar todos com o espírito da participação e da partilha de responsabilidades, visando o processo de ensino-aprendizagem,na busca de solução de problemas e discussão de temas pertinentes a escola promovendo eventos, oficinas, palestras, seminários para envolver a família e a comunidade dos arredores da escola. RELAÇÃO ESCOLA – COMUNIDADE A relação comunidade e escola é de relativa integração entre família-escola, existe um compromisso da escola com o desenvolvimento da comunidade, porém percebemos que existe muita transferência de responsabilidade da família para a escola, o que ainda ocorre de fato, são Iniciativas isoladas de participação da família na escola, na maioria das vezes o que há é um distanciamento, ou um não envolvimento de todos ou falta de iniciativa ou desconhecimento da importância de tal fato. Mas de acordo com o resultado da última avaliação Institucional da escola os pais demonstram confiança por parte da família na escola como formadora de seus filhos. PROPOSTA PEDAGÓGICA Nossa escola tem como objetivo consolidar e aprofundar as competências e habilidades desenvolvidas no Ensino Fundamental, aprimorando o educando como pessoa humana, especialmente fortalecendo sua formação ética, compromisso com os ideais de justiça e solidariedade e preparação para aprender a aprender. Construindo novas e mais completas capacidades que possibilitem aos jovens a compreensão dos sistemas simbólicos das diferentes linguagens, e dos fundamentos científicos e tecnológicos inerentes aos processos produtivos e sua inserção social e política de forma autônoma e crítica. Para implementar a proposta da instituição organizamos o currículo da seguinte forma:  Matriz fundamentada na proposta das diretrizes de Educação básica para 2006/SEDUC com os conceitos mínimos de cada série- Concetuais: fatos, dados, conceitos e princípios; Procedimentais:habilidades, estratégias e técnicas; Atitudinais: Atitudes, valores e normas Fundamentados nos PCN’s e RCB’s. Aprendizagens mínimas pré-definidas Opção pelo currículo semi-aberto, flexível e interdisciplinar; Proposta Curricular anual por disciplina/ série norteada pela matriz Curricular do Saeb e Enem. A proposta pedagógica é norteada pela seguinte metodologia de trabalho: Questões organizacionais:  Tempo: Hora/aula de 50 minutos para o turno diurno num total de1080 h/ anuais. e 45 minutos para o turno noturno num total de 1000h/ anuais.  200 dias letivos,  Espaço sala de aula e espaços alternativos.  Seleção de material didático e produção de material alternativo elaborado pelo professor.  Produção de matérias e experiências pelos alunos.

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Questões didática:  A prática pedagógica será norteada pela pedagogia de projetos operacionalizando-se com ênfase em Projeto de Trabalho, Dinâmica de Grupo e Trabalho Diversificado proporcionando a interdisciplinaridade e a contextualização dos conteúdos onde o aluno interage com o exterior, vivendo a experiência de construção de seu pensamento. Esta prática visará a melhoria dos indicadores educacionais da escola e melhoria nos níveis de proficiência dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática no SPAECE, ENEM e SAEB. Desenvolvimento de projeto de monitoria com alunos monitores do FECOP e desenvolverá simulados de vestibulares, concursos e ENEM e participará de olimpíadas de Língua Portuguesa, Matemática e Física a nível de estadual e Federal. Dentro desta proposta a avaliação do desempenho dos alunos será com base o que rege as orientações da Seduc e LDB e será a seguinte:O processo de avaliação de aprendizagem da escola segue o Parecer Nº 142 de 09/02/2004 de acordo com as diretrizes da SEDUC envolverá uma variedade de instrumentais (provas escritas, trabalhos individuais e em grupos, simulados de Vestibulares e ENEM para o 3º ano. onde serão avaliados competências e habilidades.  Aspectos a serem trabalhados - Qualitativos: Identificando as dificuldades de aprendizagem do educando ao longo do processo, intervindo a cada semestre; - Quantitativos O resultado da verificação do rendimento escolar será expresso por notas que variam de 0,0 a 10,0 atrelados as competências e habilidades definidos, computado e registrado bimestralmente e oportunizando possibilidades de recuperação paralela.  Haverá também instâncias avaliativas: a escola, o professor e sua ação docente, o coletivo de professores, reuniões de pais, reuniões pedagógicas e assembléias de turmas. E os estudos de Recuperação está em conformidade com a lei LDB nº 9.394/96, Art.24, Inciso V. REGIMENTO Implementamos um sistema de acompanhamento discente ( causas de indisciplina) propondo atividades extras para alunos que desrespeitam as regras de convivência (Banco de estratégias para desenvolver com os alunos, atividades de cunho social e afetivo), fazendo entrevistas com os alunos individualmente, mantendo compromisso com todos os segmentos com as normas disciplinares contidas no Regimento Escolar, promovendo atividades ao longo do ano letivo atividades que resgatem os valores universais e desenvolvendo atividades extras para os alunos que desrespeitam as regras de convivência da escola; Em anexo Regimento escolar. PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO Mensais:  Momentos coletivos para vivências, estudos, socialização de práticas êxitosas e análise de resultados.  Momentos de planejamento por área de estudo; Coletivos:  Acontecerão mensalmente e serão formados por professores para reflexão, discussão e análise coletivas dos rendimentos da aprendizagem dos alunos considerando a proposta pedagógica, bem como a proposta curricular de cada disciplina.

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ORGANIZAÇÃO CURRICULAR  Matriz fundamentada na proposta das diretrizes de Educação básica para 2006/SEDUC com os conceitos mínimos de cada série.  Aprendizagens mínimas pré-definidas  Opção pelo currículo semi-aberto, flexível e interdisciplinar;  Proposta Curricular anual por disciplina/ série norteada pela matriz Curricular do Saeb e Enem CARACTERIZAÇÃO DO QUADRO DOCENTE CARGA DIÁRIA DOS PROFESSORES NA ESCOLA O quadro docente da escola é formado por 20 professores, deste total, 99,8% composto por professores contratados temporariamente e um professor efetivo com carga horária de 40 horas / semanais e os demais com carga horária que variam de 20 a 40 horas/ semanais, 50% atuam na rede estadual e municipal. GRAU DE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES Em nosso quadro de professores 82,3% possuem licenciatura plena e 17,7% estão cursando o 7º semestre da faculdade, porém nem todos atuam na área de sua formação específica. Observação: os dados acima relatados foram colhidos através da Direção,Coordenação e Secretaria da Escola De Ensino Médio Maria Vieira de Pinho-Ipaporanga-Ceará.

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04- Planos de Aula do Professor
PLANO DE AULA Disciplina: Biologia Sala:3º Ano “B” Turno: Noite Professor: Francisco Cleoto Bezerra
AULAS / SEMANAL N0s ( DIAS / MÊS ) 17/Maio 01 02 90 Minutos 19/Maio 03 04 90 Minutos 24/Maio 05 06 07 08 90 Minutos 26-Maio 1ª Lei de Mendel 1ª Lei de Mendel 1ª Lei de Mendel CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ( PREVISÃO ) ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS -Exposição Dirigida -Destribuição de Texto informativo sobre o conteúdo. -Leitura Grupal Paragrafada. -Interrupçãodo professor para explicações. -Atividade Escrita individual. -Exibição de vídeo sobre a 1ª lei de Mendel. -Definição de conceitos feitos pelos alunos. -Entrega de Apostila sobre o conteúdo. -Explanação do professor. -Atividade escrita(xerocada) em duplas -Pesquisa em dicionário. -Orientação pelo professor sobre as siglas encontradas no dicionário. -Explanação do Professor. -Atividade em equipe . -Apresentação dos grupos -Exposição dirigida pelo professor da aula anterior. -Aplicação de atividade copiada pelo livro didático do aluno. -Correção do exercício verbalmente.

RECURSOS MATERIAIS -Quadro Negro e giz. -Folhas mimeografadas

-Aparelho de Dvd -Fita de Vídeo-Biologi Telecurso 2000 Ensino Médio. -Papel ofício A4. -Folhas xerocadas. -Folhas de papel jornal. -Dicionários -Aurélio -Quadro Branco e Pincel.

Noções de Probabilidade

-Livro didático do Aluno

90 Minutos

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29/Maio 09 10 90 Minutos Noções de Probabilidade

-Aplicação de Simulado sobre o conteúdo: -Simulado

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05- Diagnóstico das Aulas Observadas
AULAS: 1ª E 2ª No dia 17 de maio de 2.006, comecei a realizar o estágio de observação da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, solicitado através da disciplina de Prática Docente II, ministrada pela professora Célia Diógenes. A instituição de ensino que escolhi foi a Escola de Ensino Médio Maria Vieira de Pinho, localizada na cidade de Ipaporanga – Ceará, a turma observada era composta por 47 alunos do 3º ano científico, turma “B”, do turno noite, de imediato foi observável que a aula ministrada estava fundamentada através de um bom plano de aula, pois a mesma demonstrou uma prática prazerosa, de uma boa seleção e organização dos conteúdos. O educador sempre manteve o domínio de sala, mas oportunizado a todos a participação. As explicações demonstraram clareza precisa e alusiva aos conteúdos.O que apenas coloco como o que poderia melhorar seria a melhor distribuição do tempo, pois era muito conteúdo para pouco tempo.

AULAS: 3ª E 4ª

Caracterizo estas aulas como o uso do lúdico para absorção de conteúdos, pois os recursos que ali se fazia uso ofereciam aos educando formas interativas de compreender o conhecimento. A participação dos alunos no âmbito de esclarecimento de dúvidas ou interrogações em gerais foram significativas, isto é , as atividades propostas envolveram a turma. O uso da tecnologia veio oferecer à instituição de ensino mecanismos para incrementar o aprendizado. O que apenas acrescentaria seria o uso de vários subsídios para pesquisa, e não só exclusivamente o dicionário, por o mesmo já oferecer o sentido pronto.

AULAS: 5ª E 6ª Considero a aula produzida hoje satisfatória ,pois demonstrou uma boa organização de temas, metodologias inovadoras ,recursos didáticos lúdicos e desenvoltura do professor. A distribuição dos conteúdos atendeu ao tempo planejado, e proporcionou a turma espaço para perguntas.O educador mostrou-se “facilitador da Aprendizagem”,pois acompanhou toda a turma no cumprimento das atividades propostas, e esclareceu dúvidas sempre quando solicitado, mantendo uma interação aluno-professor de harmonia e respeito mútuo.Ouvi de vários alunos que a aula que passa mais rápido seria dele , pois aprendem, brincando. AULAS: 7ª E 8ª

Em mais um dia de observação realizada na turma do 3ºano Científico “B” , detectei depois de conversar com o professor de Biologia Francisco Cleoto Bezerra e a diretora da escola Naedja Pinheira que o horário noturno não rende em aprendizado quanto aos outros oferecidos pela instituição de ensino , pois são salas numerosas, compostas por alunos de várias faixa etárias diferentes, moradores do interior do município e na maioria pessoas que trabalham durante o dia.

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A sala admira e gosta muito da aula ministrada pelo professor de Biologia, e os alunos consideram o mesmo de uma boa postura, conhecedor da Biologia e atualizado.Notei isso quando o mesmo iniciou sua aula comentado notícias de jornais e indagando a turma sobre a opinião dos mesmos. AULAS: 9ª E 10ª CONCLUSÃO DO DIAGNÓSTICO Concluo a observação das aulas de Biologia como um laboratório vivo de aprendizagem, onde conhecimentos, necessidades e interação estavam ligados.Foi momento de observar práticas êxitosas, comportamentos de professores e alunos, atividades bem sucedidas e recursos inovadores, foi momento para caracterizar e analisar os reais motivos da defasagem escolar da aprendizagem e de conhecer pessoas preocupadas com a qualidade do ensino oferecido na rede pública estadual de ensino. Dentro de uma visão sócio-construtivista, percebi que foi viabilizado a cada aluno a oportunidade de construir o conhecimento e ser sujeito do processo de EnsinoAprendizagem.Foi notável a satisfação quando as aulas de Biologias eram desenvolvidas pois oferecia subsídios que facilitavam a compreensão do conteúdo. Quando ainda na observação inicial, detectei a sala com um nível de conhecimento considerável satisfatório, isto é, veio de encontro ao plano do educador que permitiu explorar de uma forma acentuada o aprendizado individual e/ou em grupos. Considei o educador versátil e global, pois atendia as necessidades surgidas no âmbito da sala de aula e mostrou - se acessível ao contato físico com os alunos. Os discentes demostraram-se ativos e envolvidos nas aulas ministradas, esclarecendo eventuais dúvidas surgidas, e mantendo uma relação harmoniosa Professor-Aluno.

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06- Plano de Ensino PLANO DE ENSINO -ANO DE 2006
Curso: Ensino Médio Disciplina: Biologia Série: 3º Ano Professor: Francisco Narcélio Torres do Nascimento Objetivos: Conhecer os tipos de reprodução, em especial a do ser humano Comparar as idéias evolucionistas de C. Darwin e J.B. Lamark apresentadas em textos científicos e históricos, identificando as diferenças e semelhanças. Elaborar explicações sobre a evolução das espécies, considerando os mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural. Identificar, a partir de resultados de cruzamentos, os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características . Conhecer os processos de transformações da energia nos organismos e entre eles, ligando-os aos processos de transformação de energia do mundo físico. Ano: 2006 Carga Horária: Dia:50 Minutos Semanal: 2:30H Mensal: 10:00H Anual:80:00H

Conteúdos: Previsões de Períodos:

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1ª P 2º P X 1. Tipos de reprodução X 2.Evolução da Vida X 3. Noções de probabilidade; X 4. A segunda Lei de Mendel; X 5.Grupos sangüíneos; 6. Herança do sexo 7. O fluxo de energia e matéria no ecossistema; 8. Ciclos biogeoquímicos; 9.Populações naturais; 10. Relações ecológicas; 11.Sucessões ecológicas Estratégias Metodológicas: Uso de enciclopédias,MDicionários Científicos,Músicas Científicas,Textos Científicos, Seminários, Visita ao Laboratório de Biologia, Captura de Imagens na Internet, Aula de Campo,Fichamento,Leituras individuais e grupais,Jogos didáticos e Vídeos.

3º P

4º P

X X X X X X

Avaliação: O conceito final será baseado no desempenho dos alunos nas discussões dos temas propostos em aula e nas apresentações e discussões dos seminários a serem realizados no final do semestre. Espera-se, de cada aluno, a leitura prévia dos textos recomendados e uma participação ativa em todas as discussões, tanto nas aulas regulares como nas destinadas aos seminários. Serão considerados aprovados aqueles alunos que, nas discussões e seminários, demonstrarem domínio no mínimo razoável dos temas propostos. Quanto aos seminários, espera-se que os alunos demonstrem empenho no trabalho de pesquisa bibliográfica para

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a elaboração dos mesmos e que os apresentem e conduzam as respectivas discussões com clareza e segurança. A avaliação do desempenho dos alunos será com base o que rege as orientações da Seduc e LDB e será a seguinte:O processo de avaliação de aprendizagem da escola segue o Parecer Nº 142 de 09/02/2004 de acordo com as diretrizes da SEDUC envolverá uma variedade de instrumentais (provas escritas, trabalhos individuais e em grupos, simulados de Vestibulares e ENEM para o 3º ano. onde serão avaliados competências e habilidades.  Aspectos a serem trabalhados - Qualitativos: Identificando as dificuldades de aprendizagem do educando ao longo do processo, intervindo a cada semestre; - Quantitativos O resultado da verificação do rendimento escolar será expresso por notas que variam de 0,0 a 10,0 atrelados as competências e habilidades definidos, computado e registrado bimestralmente e oportunizando possibilidades de recuperação paralela.  Haverá também instâncias avaliativas: a escola, o professor e sua ação docente, o coletivo de professores, reuniões de pais, reuniões pedagógicas e assembléias de turmas. E os estudos de Recuperação está em conformidade com a lei LDB nº 9.394/96, Art.24, Inciso V.

Referências Bibliográficas: BROWN, T. A. Genomes 2nd ed. Oxford, BIOS Scientific Publishers Ltd., 2002. BROWN, T. A. Clonagem Gênica e Análise de DNA. 4ª ed. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 2003. CAMPBELL, M. K. Bioquímica 3ª ed. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 2000. GIBSON, G. & MUSE, S. V. A primer of genome science. Sunderland, Sinauer Associates, Inc., 2002. GILBERT, S. F. Developmental Biology 5th ed. Sunderland, Sinauer Associates, Inc., 1997. JOSET, F. & GUESPIN-MICHEL, J. Prokaryotic genetics. Genome organization, transfer and plasticity. London, Blackwell Scientific

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Publications, 1993. LODISH, H. et al. Molecular Cell Biology 3rd ed. New York, W. H. Freeman and Co., 1995 MICKLOS, D. A.; FREYER, G. A. & CROTTY, D. A. DNA Science – A First Course. 2rd ed. Cold Spring Harbor, Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2003. NEIDHARDT, F. C. et al. Phisiology of the Bacterial Cell: a Molecular Approach. Sunderland, Sinauer Associates, Inc., 1990. PTASHNE, M. A genetic Switch: phage λ and Higher Organisms 2nd ed. Harvard University Press, 1992. SAMBROOK, J. & RUSSEL, D. W. Molecular Cloning – A Laboratory Manual 3rd ed. Cold Spring Harbor, Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2001. SNYDER, L. & CHAMPNESS, W. Molecular Genetics of Bacteria. Washington, D. C., ASM Press, 1997. STRACHAN, T. & READ, A. P. Genética Molecular Humana. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 2002. VOET et al. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 2000.

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07- Planos propostos para aulas
PLANO DE AULA
AULAS / N0s SEMANAL ( DIAS / MÊS ) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ( PREVISÃO ) ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS Explicação do professor do conceito de “ Herança de sexo” Uso de transparências Exibição de fotografias de famílias Para constatação pelos alunos das semelhanças Estudo dirigido e comentado: AlunoProfessor Atividade Escrita

RECURSOS MATERIAIS

01

Herança do sexo I Conceito de Hereditariedade/Sexo/liga ção Teorias da hereditariedade: Pangênese/ Préformismo/Mendel e os fatores hereditários Exibição de vídeo sobre Aspectos das Herança do sexo II Heranças que recebemos Genes ligados ao
Comentários em pontos estratégicos, Anotações pelos alunos Comentário realizado pelo professor Atividade escrita alusiva ao tema trabalhado.

Retro projetor,transparências,fotografias de famílias,papel óficio,canetas,quadro branco e negro, pinceis e giz,

02

Aparelho DVD,cadernos,canetas,disco DVD,papel ofício, papel jornal.
Visita ao Centro Vocacional

03

Herança do sexo III

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Genes parcialmente ligados ao sexo

Visita ao Laboratório de Biologia: Observação Orientações pelo professor sobre as atividades previstas Realização de Experimentos pelo professor Realização de Experimentos feito pelos alunos orientado pelo educador Anotações feitas pelos alunos Entrega de Relatório dos alunos ao professor

Tecnológico –CVT na cidade vizinha Crateús no laboratório de Biologia

04

Herança do sexo IV Genes holândricos

Seminários: Orientações das estruturas contidas em um seminário pelo professor Papel ofício,canetas,quadro branco e Divisão em grupos negro,pinceis,giz,enciclopédias,revis Momento de trabalho Pesquisas em livros, tas,diciodicionários,computador,bibl enciclopédias,dicionários e Internet ioteca da escola. Esclarecimento de dúvidas com o professor. Elaboração do Plano do seminário pelos grupos.

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Apresentação dos grupos: Ao recursos serão diversos,cada equipe A<B>C>D poderá usar o que achar cabível. Comentário individual pelo professor sobre a atuação das equipes. Estudo dirigido Microssistem,cd,folhas O fluxo de energia e Leitura de Texto científico comentado xerocadas,canetas,papel matéria no ecossistema Comentários Aluno-Professor madeira,pinceis. I Criação do conceito sobre o tema feito pelo Conceito de aluno. Matéria/Energia/Ecossiste Uso de música científica sobre o tema ma Leitura e canto

Apresentação de Seminários

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Interpretação em grupo Sinopse realizada pelo professor sobre o tema Atividade em duplas

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O fluxo de energia e matéria no ecossistema II A energia no ecossistema

Apresentação em Slides sobre o tema (texto,gravuras) Comentário feito pelo professor-aluno Aparelho de data Show ,slides,gravuras, Atividade escrita em equipe texto científico.

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O fluxo de energia e matéria no ecossistema III

Jogo de perguntas e respostas sobre o tema Divisão da sala em equipes O professor pergunta para os grupos Leitura de texto informativo sobre o ecossistema Desafio individual sobre o tema trabalhado

Jogo,papel ofício, papel jornal,texto científico,canetas, quadro negro e giz.

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Capturas de imagens feitas no computador Orientações feitas pelo professor sobre a realização da pesquisa e captura de imagens O fluxo de energia e Laboratório de Indicação de Sites Informática:Computador,Internet,caneta matéria no ecossistema IV Isso do Laboratório de informática s,disquetes,papel 40kg,impressora. Ciclo do carbono Identificação em sala dos fenômenos e efeitos causados nas eventuais paisagens capturadas pelos alunos Riacho Verde-Localidade de EstreitoO fluxo de energia e Ipaporanga-Ceará Aula de campo: matéria no ecossistema V Ciclo do Oxigênio/ Ciclo do Orientações dadas pelo professor sobre as regras da aula que será Nitrogênio

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desenvolvida. Observação do espaço pelos alunos Formulação oralmente do conceito de energia, matéria, e ecossistema pelo professor-aluno Identificação das formas de energia,matéria e ecossistemas encontrados no espaço observado. Anotações feitas pelos alunos Elaboração de relatório pelos alunos para entrega a o professor.

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08- Relatório de Aulas Ministradas de Biologia

Foi no dia 14 de Agosto que iniciei o estágio na sala do 3º ano, turno Vespertino da Escola de Ensino Médio Maria Vieira de Pinho,fui até a escola pelo turno da tarde para socializar-me com o professor da sala e fazer algumas perguntas sobre a turma. Cheguei à escola com 20 minutos de antecedência e pegando meu material, dirigi-me direto a sala para aguardar a turma, neste dia não faltou nenhum aluno e por a turma já ter sido previamente avisada sobre a minha presença, houve toda uma expectativa dos alunos sobre meu trabalho, esta que de início não deixou-me a vontade. Nos 90 minutos que estive na sala, correspondente a duas aulas, tentei de todas as formas transformar aquele momento algo prazeroso e que envolvesse a turma, usei uma dinâmica de apresentação, esta chamada de “Rimando o meu Nome”, envolveu toda a sala, e mesmo alguns alunos que julguei comigo que jamais participariam, surpreenderam-me com a sua participação. O conteúdo trabalhado foi a Herança do Sexo,e junto a todos definimos o conceito,analisamos algumas teorias da hereditariedade;usei transparências, texto informativo, dinâmica “Perguntas indiscretas”, e atividade escrita, e apresentação em slides de fotografias de familiares para constatações feitas pelos alunos,proporcionei aos educandos a questionarem e serem respondidos.Finalizei o dia, tendo certeza que correspondi as indagações realizadas . No dia 16 de Agosto , como previsto em meu plano de aula e depois de ter mobilizado a diretora da escola e a coordenadora para marcar uma visita ao Centro Vocacional Tecnológico-CVT de Crateús, cidade há 36 km de Ipaporanga, isso devido a escola ainda não ter um laboratório de Biologia,toda a turma foi previamente avisada, e informada sobre o funcionamento do órgão que visitaríamos e o laboratório onde iríamos realizar um estudo prático sobre “Genes parcialmente ligado ao sexo, com ênfase aos genes holândricos”. Não faltou nenhum aluno, usamos um ônibus escolar da prefeitura para transportar os alunos, e a aula foi satisfatória, pois agradou toda a turma , acho apenas que falhei quando solicitei que apenas experimentos fossem realizados alusivos ao conteúdo, pois depois de 90 minutos ainda houve tempo de visitação no estabelecimento, devido eu não ter previsto nada mais após a realização de experimentos alusivos ao tema trabalhado em sala, solicitei da turma um relatório individual da aula acontecida e da aprendizagem adquirida. O dia foi tido pela turma como divertido e de grande conhecimento, pois a escola pouco oferece aulas fora do prédio, a quanto eu aprendi que prevê o tempo para realização de atividade requer prática e experiência em sala,prova disso é que planejei apenas duas aulas para o laboratório , sendo que passemos nele 3 horas, avisei a turma e dividi-os em grupo para apresentação de seminários sobre a temática trabalhada.

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No dia 21 de Agosto, faltaram 03 alunos; como previsto em meu plano de aula ,nos 90 minutos recebi quatro seminários com temáticas alusivas a Herança do Sexo, com as temáticas:  Trabalhando o conceito de Hereditariedade: Teorias da Hereditariedade-Pangênese/Pré-Formismo Mendel e os Fatores Hereditários.  Genes ligados ao Sexo  Genes parcialmente ligados ao sexo  Genes holândricos A satisfação e o empenho das equipes foi notado,as metodologias usadas pelos grupos foram diversas:músicas científicas,cordel,transparências,slides,desafios,textos infomativos e dinâmicas. Considerei que três grupos fizeram uma boa apresentação, respondendo as indagações surgidas pela turma, e um grupo que pela insegurança não conseguiu desenvolver uma boa aula, e não correspondendo aos critérios que estabeleci: * Domínio * Postura * Socialização * Dinamização Vale ressaltar que todos os grupos que ali se apresentaram , tive o cuidado de fornecer material para pesquisa e indicação de sites,fiz uma avaliação oral sobre os grupos, apontando sugestões para realização de um bom seminário.Finalizei o dia alegre pois a turma demonstrou que as aulas estão sendo produtivas.

No dia 24 de Agosto notei a ausência de 02 alunos na sala, comecei a aula fazendo perguntas sobre alguma notícia que eles já ouviram sobre “Fluxo de Energia e Matéria no Ecossistema”, foram vários os relatos e constatei que o nível da sala é bom, pois vários assistem programas de TV que trazem muitas informações para auxílio do ensino, como foi citado o Fantástico e o Globo Ciências, logo exibi um vídeo sobre a temática,vale ressaltar que o DVD encontrei na biblioteca da escola, e que não era previsto no plano, mais assistio antes e achei que a turma deveria assisti-lo. Fiz alguns comentários em pontos estratégicos do filme e pedi a todos que fizessem anotações que considerassem importantes durante o filme para comentário com a turma , ao final da exibição fiz comentários gerais, proporcionei os mesmos também fazerem e solicitei que realizassem uma atividade escrita alusiva ao filme assistido.Considerei o resultado proveitoso , pois envolveu a turma e esclareci dúvidas surgidas. Depois da exibição do filme trabalhei com eles o conceito de Matéria,Energia e Ecossistema, e o Ciclo do Carbono, fiz alusão ao prático e a realidade encontrada na cidade.Usei para visualização de situações práticas, vários Slides sobre o tema ,fiz alguns comentários sobre a Energia no Ecossistema, e apliquei uma atividade escrita para discussão em equipe.Considerei a aula satisfatória e produtiva, e senti-me feliz pelo resultado. 26

No dia 28 de Agosto, não houve ausência de alunos realizei na sala um jogo de perguntas e respostas sobre o tema, dividi a turma em duas equipes, estas que irão responderam as perguntas do professor, e foram intercalando com outras elaboradas pela própria equipe. Convidei a turma para visitar o laboratório de informática e lá junto à eles capturamos da internet várias imagens de ecossistemas. Apliquei uma atividade escrita xerocada para responder baseando-se em um texto informativo sobre Ecossistemas. No dia 31 Agosto, a aula foi de campo, não houve nenhuma ausência de alunos,até mesmo por que a aula ofereceu um dia interativo sobre o Ciclo do Carbono/Ciclo do Hidrogênio/Ciclo do Nitrogênio, o local foi a 16 Km da sede, em uma localidade chamada Estreito,lá nas margens do riacho verde, foi desenvolvido um trabalho seguindo as seguintes metodologias:  Orientação do professor sobre as regras de uma aula de campo.  Observação do espaço pelos alunos divididos em grupos  Formulação oralmente pelo professor- alunos de conceitos de Matéria,Energia,Ecossistema,Nitrogênio,Carbono e Oxigênio.  Identificação no espaço de formas de energia , matérias e ecossistemas encontrados .  Anotações feitas pelos alunos.  Elaboração de um relatório pelos alunos para entrega ao professor. Considerei a aula muito boa, pois foi interativa e atendeu os objetivos do plano que elaborei, senti-me feliz por ter concluído o estágio em um local harmonioso e com a mostra de conhecimentos que os alunos demonstraram.

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09- Conclusão
Concluo ao termíno das cinco práticas do Estágio Curricular proposta pela Faculdade Integrada da Grande Fortaleza-FGF da Disciplina de Estágio Curricular ministrada pela professora Célia Diógenes que ao vivenciar a Observação da Estrutura da Instituição de Ensino Médio Maria Vieira de Pinho, aprendi muito,ao observar vivências em aulas de Biologia,elaborar planos, ao conhecer planos do educador de Biologia Francisco Cleoto Bezerra,ao propor o plano de trabalho,ao diagnosticar criticamente as aulas desenvolvidas por mim viabilizou o conhecimento da realidade do ensino brasileiro através do aprendizado desenvolvido na cidade de Ipaporanga. Embora já leciono há 07 anos na rede municipal de Ipaporanga e já tenha uma postura formada relacionada o desenvolver do ensino, a oportunidade do Estágio proporciou-me averiguar o ensino de Biologia na rede estadual , a qual percebi pelo dados que tive contato que a disciplina mostra algumas reprovações e que afirmo que devem ser relacionadas ao estudo da mesma somente de forma teórica, o não contato com laboratório de biologia , o laboratório de informática não atender toda a clientela da escola por ser composto apenas de 04 computadores, a quais foram adquiridos através do Projeto Proinfo que eram 10 a quais 06 estão com problemas e a ausência de aulas de campo. O apoio pedagógico dado ao professor de Biologia é diverso, a coordenadora propõe e oferece vários meios para o desenvolvimento das aulas de Biologia, a mesma apóia e sempre coloca a escola parceira de várias instituições que podem auxiliar o professor em uma boa aula, como o Centro Vocacional Tecnológico-CVT,Biblioteca Pública Municipal William Rogério de Oliveira-BPMWRO entre outras. Foi percebível que o esforço do educador ao ministrar suas aulas foram limitado, embora fosse dinâmico às vezes, era mecânico , não ligando o ensino a seu uso no cotidiano o que não facilitou a compreensão do conteúdo trabalhado. Ressalto que o professor Cleoto é Biólogo pela Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA, na área de Ciências Biológicas e já atua há 03 anos na rede estadual de ensino através do contrato temporário. Ratifico que as causas pela decadência do ensino estão ligados a vários fatores sócio-culturais, a remuneração não satisfatória, a universidade que não preparou um bom profissional para o mercado de trabalho,aos alunos que não tem acompanhamento familiar o que vem atrapalhar a instituição de ensino, e a coordenação da escola que não é atuante, além da falta de capacitações, oficinas e cursos de formação pedagógica.

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10- Anexos
Observação: materiais usados pelo professor em sala de aula.

Entrega de Texto xerocado:

A Primeira Lei de Mendel
1. Os Trabalhos de Mendel: um Pouco de História ... O monge Gregor Mendel lançou as bases da Ge-nética, na década de 1860. Até então, o que se sabia a respeito da transmissão de características hereditária era muito pouco, e as hipóteses datavam de séculos atrás.

Mendel é considerado "o pai da Genética".

Uma das idéias vigentes na época, hoje chegaria a parecer ridícula: a teoria do homunculus. Os primeiros microscopistas admitiam haver, dentro de cada espermatozóide, uma pessoa "em miniatura". Segundo passou a ser acreditado, esse mini-indivíduo deveria se implantar no útero das mulheres, se desenvolvendo e originando uma criança. Os resultados dos trabalhos de Mendel, publicados em uma revista científica da cidade de Brünn, em 1868, ficaram esquecidos por mais de 30 anos, e só foram redescobertos no começo do século XX, pelo holandês Hugo de Vries, pelo austríaco Erich von Tschermak e pelo alemão Karl Correns.

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2. Mendel e as Ervilhas-de-cheiro Para um geneticista, a escolha do organismo empregado como material de trabalho é fundamental. Deve ser de fácil cultivo, pouco exigente quanto à nutrição e ao espaço. Deve gerar um grande número de descendentes, para que os resultados obtidos tenham validade estatística. Deve alcançar a maturidade sexual rapidamente, para que o pesquisador possa observar várias gerações sucessivas, em um curto espaço de tempo. Nos estudos de Genética, três materiais se tornaram famosos: as ervilhas-decheiro, as drosófilas e o fungo Neurospora. As ervilhas-de-cheiro possuem as qualidades anteriormente assinaladas e uma adicional: suas flores só realizam a autofecundação, ou seja, os gametas femininos de uma flor só podem ser fecundados por gametas masculinos da mesma flor. Por que isso representa uma vantagem para o cientista? Como não ocorre fecundação cruzada, está eliminada a possibilidade de, em um canteiro, os cruzamentos acontecerem ao acaso. Além da adequada escolha do material de trabalho, Mendel tomou mais dois cuidados: analisava apenas uma ou duas características em cada cruzamento e observava apenas características para as quais havia variedades bem discrepantes e fáceis de serem diferenciadas. Os dois primeiros anos de trabalho desse pesquisador foram consumidos na obtenção de linhagens puras, resultado de inúmeras gerações de plantas obtidas por autofecundação, sempre idênticas às plantas ancestrais. Mendel obteve linhagens puras das diversas variedades que ele estudou: plantas de flores púrpuras e plantas de flores brancas, plantas de sementes amarelas e plantas de sementes verdes, plantas com flores axiais e plantas com flores terminais, etc. Depois de ter separado todas essas variedades puras em canteiros distintos, ele começou a realizar hibridização, que é o cruzamento entre plantas de linhagens diferentes. 3. Enunciando a Primeira Lei Uma vez obtidas as variedades puras, Mendel passou a cruzá-las entre si, obtendo os híbridos. Cruzou, dentre outras, uma planta pura de sementes lisas com uma planta pura de sementes rugosas. A geração constituída por duas plantas puras diferentes para uma certa característica é chamada geração parental, o que representamos pela letra P. A primeira geração de descendentes é a primeira geração filial, ou geração F1. Mendel verificou que todas as plantas da geração F1, descendentes do cruzamento das duas variedades puras da geração parental, eram plantas que geravam sementes lisas. Essa característica que se manifesta em todos os indivíduos da geração F1 Mendel chamou de dominante. A característica encoberta foi designada por recessiva. Tabela: características estudadas por Mendel

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As plantas da geração F1 foram, posteriormente, autofecundadas, e a geração resultante foi chamada de segunda geração filial, ou geração F2. Nessa segunda geração, Mendel obteve, novamente, plantas de sementes lisas, mas voltaram a aparecer plantas de sementes rugosas. Outra constatação importante foi que, em todos os cruzamentos realizados, a proporção era sempre a mesma: 3 plantas de sementes lisas para uma planta de sementes rugosas. Proporção fenotípica: 3 lisas : 1 rugosa Haviam três perguntas a serem respondidas: 1) Por que a característica "semente rugosa" havia desaparecido na geração F1? 2) Por que essa característica voltava a se manifestar na geração F2? 3) Por que, na geração F2, a proporção entre plantas de sementes lisas e plantas de sementes rugosas era sempre igual a 3:1? As explicações propostas por ele podem ser condensadas em três frases: I) Todas as características são condicionadas por um par de "fatores", que podem ser encontrados em duas formas alternativas. Para a forma das sementes, um "fator" condiciona o aparecimento de sementes lisas, e outro "fator" condiciona o aparecimento de sementes rugosas. Em um par de "fatores", cada um foi recebido de um dos dois ancestrais. II) Se uma planta tem dois fatores diferentes para uma mesma característica, um deles se manifesta e o outro permanece oculto. O que se expressa é o dominante, e o que fica oculto é o recessivo. III) Durante a formação das células reprodutivas, ou gametas, cada par de "fatores" se segrega, ou seja, se separa. Cada gameta recebe apenas um "fator" de cada par, sendo sempre puro. A forma encontrada por Mendel para reunir essas importantes conclusões é conhecida como a Primeira Lei de Mendel ou Lei da pureza dos gametas: "Todas as características são condicionadas por pares de fatores, que se separam na formação dos gametas, de tal modo que os gametas são sempre puros." Essa lei rege os casos de monoibridismo, situação em que, em um cruzamento, se está analisando apenas uma característica. Ao se analisar o resultado de um cruzamento, podemos determinar quais são os

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possíveis genótipos que podem aparecer na descendência. O método empregado chama-se "quadrado de Punnett". Nesse quadrado, na vertical colocam-se os gametas que podem ser gerados por um dos ancestrais, e na horizontal, os gametas gerados pelo outro ancestral. Exemplo: cruzamento entre uma planta de ervilhas com flores brancas (bb) e uma planta "híbrida" com flores vermelhas (Bb).

Bb X bb produz gametas produz gametas Bebb

Pela observação do resultado desse cruzamento, podemos determinar que 50% dos descendentes têm genótipo Bb e, portanto, flores vermelhas. Os restantes 50% têm genótipo bb, e flores brancas.

Livro adotado pela escola

Este volume de Biologia da Série Novo Ensino Médio apresenta:  todo o conteúdo das três séries;  assuntos divididos em módulos ou capítulos curtos, facilitando o trabalho do professor;  provas do Enem de 1998 a 2004;  253 testes de vestibulares; 32

 658 exercícios propostos. Editora: Ática ISBN: 8508094604 Ano: 2002 Edição: 9 Número de páginas: 462 Acabamento: Brochura Formato: Grande Complemento: Nenhuma Coleção: NOVO ENSINO MÉDIO Complemento da Edição: Reformulada Grau: 2º

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Fita exibida em sala de aula: Fita de Vídeo Telecurso 2000 TAF-Tempo de Avançar Ensino Fundamental Disciplina Biologia Aula-Hereditariedade.

Dicionário usado para pesquisa em sala de aula Dicionário Aurélio Século XXI

SIMULADO I - BIOLOGIA –PROF.CLEOTO
01) (UNIFICADO-RJ) A esterilização masculina chamada vasectomia é um método contraceptivo que só deve ser utilizado por homens que não desejam mais ter filhos, pois sua reversão é muito difícil. O processo de vasectomia consiste em: a) inutilizar os tubos seminíferos para que os espermatozóides não sejam mais produzidos. b) seccionar os canais deferentes, não sendo mais possível a eliminação dos espermatozóides. c) remover a vesícula seminal para que o sêmen fique bastante diminuído. d) inocular hormônios nos testículos para dificultar a ereção do pênis. e) alterar o funcionamento da próstata, reduzindo a quantidade de espermatozóides produzida. 02) (UNIPAC/97) Observe os dois itens abaixo: 1 - Aumenta a superfície de absorção das células. 2 - Aumenta a adesão entre as células. Marque a opção que MELHOR se relaciona com a função das diferenciações da membrana celular descritas acima: a) Os desmossomos e as microvilosidades -> item 1. b) As microvilosidades e as invaginações -> item 2. c) As interdigitações e os desmossomos -> item 2. d) As interdigitações e as invaginações -> item 1. 03)(UNIPAC/97)Relacionando o número de cromossomos com cada célula, marque a opção VERDADEIRA: a) 44 autossomas + XY => espermatogônia, ovócito primário. b) 22 autossomas + X => espermatócitos secundários, ovócito secundário. c) 44 autossomas + XX => ovócito secundário, ovócito primário. d) 22 autossomas + Y => espermatogônia, espermatócito secundário. 04)(U.F.VIÇOSA/92) No reino Metazoa, os poríferos são considerados um "ramo cego" na evolução. Isso significa que eles: a) não deram origem evolutiva a outros organismos. b) não possuem órgãos especializados para a visão.

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c) são organismos extremamente primitivos. d) apresentam uma grande capacidade de regeneração. e) ocorrem nas profundezas oceânicas, onde há pouca luminosidade. 05) (UNIPAC/97) Analise o heredograma abaixo onde os símbolos escuros representam caso de eritroblastose fetal: Sendo que as pessoas Rh+ são de genótipo DD ou Dd e as Rh- são dd, e considerando que a mulher nunca recebeu transfusões de sangue ou teve outros filhos, marque a opção

CORRETA: a) I.1 - Dd; II.1 - Dd; II.4 - dd b) I.1 - DD; I.2 - Dd; II.4 Dd c) I.2 - Dd; II.1 - dd; II.3 - Dd d) II.1 - dd; II.2 -Dd; II.3 - Dd 06) (UFPI) Em certas ervilhas as relações de dominância para cor e forma do grão de pólen são as seguintes: V: flores azuis; v: flores vermelhas; E: pólen oblongo; e: pólen esférico. Uma planta duplamente heterozigota cruzada com outra de flores vermelhas e de pólen esférico forneceu: 40 flores azuis e pólen oblongo; 160 flores azuis e pólen oblongo; 160 flores vermelhas e pólen oblongo; 40 flores vermelhas e pólen esférico. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta: a) Os genes V e E distam 80 URs e na planta duplamente heterozigota estão em posição cis. b) Os genes V e E distam 20 URs, estando em posição cis na planta duplamente heterozigota. c) Os genes V e E distam 20 URs e na planta duplamente heterozigota estão em posição trans. d) Os genes V e E distam 80 URs, estando em posição trans na planta duplamente heterozigota. 07) (CES-JF/98) Dos seres abaixo, são procariontes: a) Fungos d) Protozoários b) Bactérias e) Todos c) Vírus 08) (CFO/96) "O anu é uma ave dos campos, que gosta de pousar sobre o gado para lhe catar os carrapatos, e não é pequeno o serviço que presta, pois houve quem contasse nada menos de 74 carrapatos que formavam o estômago de uma ave só. Mas, geralmente, seu alimento consiste em toda sorte de insetos e gafanhotos principalmente". (Frota Pessoa) Entre o anu e o gado, entre o carrapato e o gado e entre o anu e os gafanhotos existem relações interespecíficas denominadas, respectivamente: a) predatismo, amensalismo e inquilinismo.

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b) c) d) e)

protocooperação, parasitismo e predatismo. comensalismo, inquilinismo e predatismo. comensalismo, protocooperação e parasitismo. comensalismo, parasitismo e predatismo.

09) (CESGRANRIO) No desenho ao lado é mostrado um animal que apresenta o sistema respiratório típico do grupo a que pertence. Nesse grupo, a respiração é do tipo: a) b) c) d) e) traqueal e cutânea traqueal cutânea branquial cutânea e branquial

10) (UFF-RJ) Com o nome lanterna-de-aristóteles conhece-se o órgão animal que ocorre: a) no olho de certos peixes que habitam o fundo dos oceanos. b) no sistema ovopositor de certos crustáceos. c) no sistema sensorial de rotíferos. d) nas antenas dos aracnídeos. e) no sistema digestivo de equinodermatas, mais propriamente no ouriço-do-mar. 11) (UFES/98) Sobre o órgão vegetal abaixo esquematizado podemos afirmar que:

a) possui geotropismo negativo. b) pertence a uma monocotiledônea. c) envolve o hormônio vegetal giberelina na sua formação. d) sofre crescimento unilateral em direção à luz. e) absorve água no nível indicado pelo número 2. 12) (UFES/99) Dentre os fitormônios conhecidos, o etileno é um dos principais responsáveis pelo amadurecimento dos frutos. Para evitar que os frutos amadureçam durante o transporte, um produtor que queira exportar mamões para outro Estado deve: a) utilizar carros frigoríficos com baixas temperaturas e altas taxas de CO2. b) armazenar os frutos em temperaturas elevadas e com altas taxas de O2. c) diminuir a concentração de CO2 no interior dos carros frigoríficos. d) manter os veículos de transporte em temperatura ambiente. e) colocar alguns frutos já maduros entre os outros ainda verdes.

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13) (CESGRANRIO/97) No esquema abaixo, podemos observar a disposição dos vasos condutores no caule de uma dicotiledônea, destacados com 1, 2 e 3 e que representam, respectivamente: a) xilema, floema e câmbio. b) xilema, câmbio e floema. c) tubos, xilema e floema. d) epiderme, floema e câmbio. e) epiderme, endoderma e xilema.

14) (UNIRIO) A infecção hospitalar é motivo de preocupação, porque os microrganismos causadores são resistentes a um grande número de antibióticos. Esta resistência deve-se a(à): a) modificações constantes no metabolismo microbiano para neutralizar a ação do metabolismo. b) adaptação individual, que não pode ser transmitida hereditariamente. c) adaptação individual, que pode ser transmitida hereditariamente. d) utilização de muitos antibióticos num hospital, o que provoca mutações que geram a resistência. e) ampla utilização de antibióticos em ambientes hospitalares, o que seleciona linhagens resistentes. 15) (U.F.UBERLÂNDIA) Esta questão tem uma afirmação e uma razão. Observe-as: As experiências de Pasteur para refutar a abiogênese muito se assemelharam às de Spallanzani. No entanto, Pasteur conseguiu o êxito desejado, não alcançado por Spallanzani, porque Spallanzani submeteu suas infusões a processos de esterilização em recipientes fechados, enquanto Pasteur fez o mesmo em balões de vidro abertos (com gargalo longo e curvo). Assinale: a) se a afirmação e a razão estiverem corretas. b) se a afirmação e a razão estiverem erradas. c) se a afirmação estiver certa, mas a razão, errada. d) se a afirmação estiver errada, mas a razão, certa. e) se ambas estão certas, mas uma não justifica perfeitamente a outra.

- GABARITO - SIMULADO - BIOLOGIA (PROF.CLEOTO)
01 02 03 04 05 B C B A A 06 07 08 09 10 C B B B E 11 12 13 14 15 E A A E A 37

- SIMULADO II - BIOLOGIA –PROF.CLEOTO
01) (UFOP/2002) Leia o texto a seguir: Quando uma célula animal é tratada com um corante básico, a observação ao microscópio óptico evidencia as seguintes estruturas: cromatina, nucléolos e certas regiões do citoplasma. As regiões do citoplasma que absorvem o corante são denominadas regiões basófilas (amigas de bases). Sabe-se hoje, pela microscopia eletrônica, que as regiões basófilas correspondem ao retículo endoplasmático rugoso, cuja afinidade por corantes básicos é explicada pelo fato de ali existirem os ribossomos, estruturas de caráter ácido, devido ao ácido ribonucléico. a) Dê uma função de cada uma das estruturas citadas a seguir: 1. Cromatina 2. Nucléolo 3. Retículo endoplasmático 4. Ribossomo b) Diga que estruturas basófilas não seriam observadas, se um grupo de células animais fosse tratada com a enzima ribonuclease e, em seguida, com um corante básico. c) Diga que estruturas basófilas não seriam observadas, se outro grupo de células fosse tratado com desoxirribonuclease e, em seguida, com corante básico. 02)(UFRRJ/99)“Um momento mágico de força e embriaguez foi a mim proporcionado pela natureza brilhante das algas do gênero Noctiluca, quando coletava material para elaboração de minha dissertação. (...)”BRASIL, A.C.S. 1995 Os organismos, mencionados no texto acima, são muitas vezes considerados por zoólogos como animais e por botânicos como vegetais. Como podemos diferenciar esses dois grupos de organismos, segundo os critérios fisiológico e celular? 03)(UNICAMP/2001-1ª FASE) Desde 1995 alguns estados norte-americanos estão excluindo o ensino da teoria da evolução biológica dos seus currículos escolares, alegando, entre outras razões, que ninguém estava presente quando a vida surgiu na Terra. Alguns cientistas defendem a teoria da evolução argumentando que, se é necessário “ver para crer”, então não podemos acreditar na existência dos átomos, pois estes também não podem ser vistos. (Adaptado da ISTO É, 25/08/1999) a) Apresente três evidências que apóiam a teoria da evolução biológica. b) A mutação é considerada um dos principais fatores evolutivos. Por quê? 04)(UNICAMP/2004) Em um lago estável de profundidade média de 30 metros vivem 5 espécies de peixes cujo alimento preferido está relacionado na tabela abaixo.

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Espécie Espécie Espécie Espécie Espécie Espécie

de peixe 1 2 3 4 5

Alimento preferido Fitoplâncton Vermes, especialmente oligoquetas Caramujos Algas pluricelulares e plantas aquáticas Detritos vegetais e animais

a) Considerando o alimento preferido do peixe, onde um pescador deverá colocar o seu anzol se ele quiser pescar espécies de peixe do tipo 2 e 4? Explique. b) Considerando o alimento preferido e o local de alimentação das cinco espécies de peixe apresentadas na tabela, poderíamos afirmar que essas espécies competem entre si? Justifique sua resposta. c) A espécie do peixe 1 obtém seu alimento através da filtração. Como podem ser classificadas as espécies 3 e 4 quanto ao modo de obter alimento? 05) (UFLA/2004) Estamos comemorando em 2003 o cinqüentenário do descobrimento da estrutura da molécula de DNA, por Watson & Crick. Descoberta essa que contribuiu e continua contribuindo para o vemestar da sociedade. Sabe-se hoje que todos os seres vivos realizam as funções vitais por meio de informações que estão presentes nessa molécula. Nesse contexto, responda aos itens abaixo. a) Utilizando a seguinte seqüência de nucleotídeos, mostre por que a duplicação do DNA é semiconservativa. 3’ A T G C T T G C A G C T 5’ 5’ T A C G A A C G T C G A 3’ b) Se ocorrer a transcrição da seqüência 3’A T G C T T G C A G C T 5’ de nucleotídeos no DNA, qual a seqüência de nucleotídeos no mRNA produzido? c) Como o gene, que é uma seqüência de DNA, produz o fenótipo? 06)(UFLA/2004) Os microrganismos participam ativamente de vários processos biológicos constantes na natureza. Dentre eles destacamos os ciclos dos elementos essenciais à vida. Cite e descreva dois desses processos, apontando a sua importância para o homem e para o meio ambiente. 07) (UFOP/2001) Complete o quadro a seguir, indicando o tipo de agente etiológico da doença citada e um mecanismo de infecção para o homem. DOENÇA Febre amarela Tuberculose AIDS (SIDA) Amebíase Coqueluche Raiva Tétano Vírus AGENTE ETIOLÓGICO MECANISMO DE INFECÇÃO

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08)(UFES/2003) Dentre as alterações cromossômicas que ocorrem nos humanos, a Síndrome de Down (trissomia do 21) é uma das mais conhecidas. No entanto, ainda existem pessoas com dúvidas em relação à possibilidade de uma mulher com essa doença produzir gametas normais. Considere as informações acima e responda ao que se pede: a) Sabendo-se que uma mulher com Síndrome de Down poderá ter filhos normais, indique a proporção esperada de gametas normais produzidos por ela. b) Justifique a resposta dada ao item a, fazendo inclusive o esquema da gametogênese dessa mulher. c) Qual será o nome de cromatinas sexuais esperado, ao se analisarem os núcleos interfásicos da mucosa oral dessa mulher? Justifique. 09)(UFES/2003) A unidade estrutural da vida é a célula. Tanto animais como vegetais são formados por muitas células, que por sua vez formam os tecidos e esses formam os organismos. No entanto, vegetais e animais, embora constituídos de células, são organismos que se diferem tanto na estrutura quanto na fisiologia., o que lhes confere tipo de vida e nutrição distintos. As plantas terrestres, por exemplo, são organismos fixos ao substrato, enquanto os animais podem se locomover. As plantas, portanto, possuem maneiras diferentes de obter alimento e se defender. Considere as informações acima, para responder às questões que se seguem. a) Que estrutura vegetal permite à planta ser auto-suficiente e viver sempre fixa ao substrato e sem necessidade de locomoção? Justifique. b)A entrada e a saída de água e outras substâncias das células estão relacionadas à membrana plasmática, comum aos animais e vegetais. Explique qual é a relação entre a estrutura da membrana e a permeabilidade seletiva que ela confere à célula. c) Nas células vegetais há presença de outras estruturas que atuam junto com a membrana, regulando a passagem de água para dentro e fora da célula, fazendo com que a célula mantenha sua turgidez. Quais são essas estruturas e de que forma atuam? 10) (UNICAMP/2003) Considere duas linhagens homozigotas de plantas, uma com caule longo e frutos ovais e outra com caule curto e frutos redondos. Os genes para comprimento do caule e forma do fruto segregam independentemente. O alelo que determina caule longo é dominante, assim como o alelo para fruto redondo. a) De que forma podem ser obtidas plantas com caule curto e frutos ovais a partir das linhagens originais? Explique indicando o(s) cruzamento(s). Utilize as letras A, a para comprimento do caule e B, b para forma dos frutos. b) Em que proporções essas plantas de caule curto e frutos ovais serão obtidas?

- GABARITO - SIMULADO II - BIOLOGIA –
01) a) 1. Cromatina: armazenamento das informações genéticas do indivíduo.

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2. 3. 4. b) c)

Nucléolo: formação de ribossomos. Retículo endoplasmático: circulação intracelular de substâncias. Ribossomo: Síntese de proteínas. Os ribossomos e o nucléolo. A cromatina.

02) A diferença fisiológica básica está no fato de os vegetais realizarem fotossíntese. Quanto ao critério celular, podemos diferenciá-los pela presença de centríolos e lisossomos ( célula animal) e de cloroplastos e parede celular ( célula vegetal). 03) a) Fósseis: evidenciam a transformação das espécies no tempo e a existência de formas intermediárias conhecidas como “elos de ligação”. Anatomia comparada: através de homologias, analogias e órgãos vestigiais. Bioquímica: mostra semelhanças entre as duas principais substâncias responsáveis pelos caracteres hereditários: DNA e proteínas. b)A mutação produz novos genes e, conseqüentemente, novas características designadas de variações. 04) a) Para capturar peixes do tipo 2, o pescador deverá lançar seu anzol no fundo do lago e próximo à margem, pois, os oligoquetas vivem em perfurações no solo. Para obter o peixe tipo 4, o pescador deverá lançar o anzol mais próximo da superfície e das margens, pois, é o habitat das algas pluricelulares e das plantas aquáticas. b) Não, pois, possuem nichos ecológicos distintos e, portanto, hábitos alimentares diferenciados. c) Ambas são predadoras; a espécie 3 é carnívora, enquanto a espécie 4 é herbívora. 05) a) Na duplicação do DNA ocorre, inicialmente, uma separação dos dois fios polinucleotídicos. Assim, temos: 3’ A T G C T T G C A G C T 5’ e 5’ T A C G A A C G T C G A 3’

Na seqüência, nucleotídeos livres no núcleo, ligam-se aos nucleotídeos de cada filamento, respeitando a complementaridade das bases: A e T ; C e G. Assim, temos: 3’ A T G C T T G C A G C T 5’ 5’T A C G A A C G T C G A 3’ e 5’ T A C G A A C G T C G A 3’ 3’ A T G C T T G C A G C T 5’

Assim, é fácil verificar que cada molécula-filha é constituída por um filamento velho e um filamento novo; por isso, fala-se em duplicação semiconservativa. b) 3’ U A C G A A C G U C G A 5’ c) O gene é copiado, formando um mRNA que migra para o citoplasma e associa-se ao ribossomo, onde sua seqüência de nucleotídeos será traduzida pelo tRNA. Cada 3 bases consecutivas do mRNA (códon) equivale a um aminoácido. A seqüência de aminoácidos na proteína codificada é a responsável pelo fenótipo do indivíduo. 06) 1º processo: Decomposição

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Corresponde à degradação da matéria orgânica morta, transformando-a em substâncias inorgânicas simples, que são devolvidas ao ambiente. Importância para o homem : produção de esterco orgânico. Importância para o ambiente : garante a ciclagem de vários elementos como carbono e nitrogênio. 2º processo: Fermentação alcoólica Corresponde à quebra parcial de moléculas orgânicas, como a glicose, na ausência de oxigênio, com produção de álcool etílico e CO2. Importância para o homem : permite a obtenção de combustível. Importância para o ambiente : contribui para a ciclagem do CO2. 07) DOENÇA Febre amarela AGENTE ETIOLÓGICO Vírus MECANISMO DE INFECÇÃO Picada do mosquito Aedes aegypti contaminado Contato direto com gotículas de secreções eliminadas pelo doente. Relações sexuais com parceiros contaminados Água e alimentos contaminados com cistos. Inalação de gotículas de saliva eliminadas pelo doente pela fala, tosse ou espirros. Mordedura de animais contaminados (cão e gato, principalmente). Lesões provocadas por objetos cortantes contaminados por esporos da bactéria.

Tuberculose AIDS (SIDA) Amebíase

Bactéria Vírus Protozoário

Coqueluche

Bactéria

Raiva

Vírus

Tétano

Bactéria

08) a) 50% dos gametas. b)A mulher com Síndrome de Down apresenta 45 autossomos e 2 alossomos. Durante a gametogênese, formará gametas com 22 autossomos +um X (gameta normal) e gametas com 23 autossomos + um X (anormal devido a um cromossomo 21 a mais). 45 A + XX 45A + XX 22A + X 23 A + X 23 A + X 22A + X 22A + X 23A + X Ovogônia Fase de crescimento Ovócito I Meiose I 1º glóbulo polar Ovócito II Meiose II Glóbulos polares

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Ovótide Esquematicamente, temos:

Caso o ovótide seja fecundado teremos o óvulo. Observe o óvulo com um total de 23 autossomos, ao invés dos 22 esperados. c) O núcleo de cromatinas sexuais é determinado pelo número de cromossomos X –1 . Como a mulher com Síndrome de Down possui os dois cromossomos X, terá 1 cromatina sexual. 09) a) Trata-se do cloroplasto, onde ocorre a síntese de matéria orgânica a partir da utilização de substâncias inorgânicas e de energia luminosa. b) A membrana apresenta composição lipoprotéica, onde as substâncias lipossolúveis e gases atravessam-na pela parte lipídica. Já o transporte de proteínas, íons, aminoácidos ou glicídios atravessam a membrana por meio de canais formados a partir das proteínas globulares componentes de sua estrutura. c) As estruturas são a parede celular e o vacúolo de suco celular. A parede celular exerce uma força contrária à entrada excessiva de água, enquanto o vacúolo de suco celular armazena substâncias, o que leva ao surgimento de uma pressão osmótica favorável à entrada de água na célula. 10) a) Inicialmente, deve-se fazer um cruzamento entre os indivíduos parentais (AABB x aabb), o que permitirá a obtenção de uma geração F1

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duplamente heterozigota (AaBb). Com a autofecundação de F1 (AaBb x AaBb), obtém-se a geração F2 com os mais variados fenótipos, dentre eles plantas com caule curto e frutos ovais (aabb). b) A proporção esperada para o fenótipo caule curto e frutos ovais é de 1:16.

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