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Retrato e Auto-Retrato

Retrato e Auto-Retrato

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Texto autobiogáfico
O Retrato e o Auto-retrato
Texto autobiogáfico
O Retrato e o Auto-retrato

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..
O retrato e o auto-retrato ÷ Observação
de uma apresentação em PP; o auto-retrato na
pintura e na literatura. Análise icónica de
alguns auto-retratos.
Exploração comparativa dos poemas "Magro,
de oIhos azuis, carão moreno,¨, de Bocage e
"Auto-retrato¨, de Alexandre O'Neill, in Poemas
com endereço.
Sumário
magem:
auto-retrato
Leitura Iiterária Leitura Iiterária
Textos Iiterários
de carácter autobiográfico;
Camões Iírico
Leitura
Textos de carácter carácter
autobiográfico
Tipos de texto Tipos de texto
Memórias, diários, Memórias, diários,
cartas, retratos, cartas, retratos,
autobiografia autobiografia
Comp. OraI: Comp. OraI: Registos autobiográficos em diversos suportes
Expressão OraI Expressão OraI: : ReIato de experiências /vivências
Descrição e interpretação de imagens
Auto-retrato
Exp. Escrita: Exp. Escrita: ReIatos de experiências / vivências, cartas
Referência deíctica Referência deíctica (deixis pessoaI, temporaI e espaciaI)
nteracção discursiva nteracção discursiva (actos iIocutórios e princípios
reguIadores de interacção discursiva)
Adequação discursiva Adequação discursiva (oraI e escrito; registo informaI)
Modos de reIato do discurso e verbos introdutores de reIato Modos de reIato do discurso e verbos introdutores de reIato
do discurso do discurso
Texto Texto (continuidade; progressão; coesão e coerência)
Protótipos textuais Protótipos textuais
Func.Líng. Func.Líng. - Potencial
MorfoIogia e cIasses de paIavras
Sintaxe: estruturas das combinações Iivres de paIavras;
funções sintácticas; ordem de paIavras; figuras de sintaxe.
Significação IexicaI (significado e poIissemia)
Textos autobiográficos: Textos autobiográficos:
Objectivos Objectivos: :
dentificar dentificar marcas de texto de carácter marcas de texto de carácter
autobiográfico autobiográfico; ;
Distinguir diferentes Distinguir diferentes tipos de texto tipos de texto
autobiográfico autobiográfico; ;
Contactar com diversos Contactar com diversos géneros de escrita géneros de escrita
autobiográfica autobiográfica; ;
Conhecer diferentes Conhecer diferentes tipos de texto tipos de texto
autobiográfico autobiográfico; ;
DesenvoIver o DesenvoIver o gosto peIa Ieitura e escrita de gosto peIa Ieitura e escrita de
reIato de vivências reIato de vivências; ;
Eu Eu - - sujeito e objecto da enunciação factuaImente referenciada sujeito e objecto da enunciação factuaImente referenciada
CARTAS CARTAS DRO DRO MEMÓRAS MEMÓRAS AUTO AUTO- -RETRATO RETRATO AUTOBOGRAFA AUTOBOGRAFA
MARCAS MARCAS
DE 1ª PESSOA DE 1ª PESSOA
GÉNEROS GÉNEROS
DSCURS'OS DSCURS'OS
MARCAS MARCAS
DE DE
SUBJECT'DADE SUBJECT'DADE
CONTEXTO CONTEXTO
FACTUAL FACTUAL
TEXTO TEXTO
AUTOBOGRFCO AUTOBOGRFCO
Conteúdos textuais Conteúdos textuais
A carta A carta
O diário O diário
A autobiografia A autobiografia
As memórias As memórias
O auto O auto- -retrato retrato
Género associado ao "eu" que se espeIha na
escrita e se presentifica de acordo com traços
que o caracterizam na sua existência factuaI.
O retrato é a representação de uma pessoa, coisa, animaI,
paisagem. ..
O retrato verbaI impIica aIgumas regras:
- apresentação gIobaI da imagem
- traços particuIares:
- ao níveI do aspecto físico
- no âmbito dos sentimentos que a imagem
poderá, eventuaImente, sugerir.
Assim, para fazer um retrato verbaI, deve recorrer à técnica
de eIaboração da descrição.
A palavra retrato refere-se a
vários níveis: reprodução por
fotografia fotografia
pintura pintura
desenho desenho
descrição descrição
escrever significa representar através de palavras.
A descrição aparece, geralmente, integrada no texto
narrativo, constituindo um momento de pausa.
Esta pode abordar características dos domínios físico
e psicoIógico (tratando-se de uma pessoa ou animal) -
faz-se, neste caso, o seu retrato.
Chama-se auto-retrato à descrição física e/ou
psicoIógica que aIguém faz de si mesmo.
Para fazer uma descrição, devemos ter em
conta as seguintes fases:
.observação atenta
.seIecção dos traços mais significativos
.organização das anotações registadas
.redacção do texto
e acordo com a definição canónica da história da
arte, o auto-retrato é o retrato de rosto e busto
que o artista faz deIe próprio, oIhando-se no
espeIho, e por vezes enriquecendo a imagem com
símboIos como o pinceI e a tinta para representar
a eIevação do seu trabaIho.
:iz S:imoto
RETRATOS

AUTO-RETRATOS
"á-se o nome de auto-retrato, quando o retratista
procura descrever o seu aspecto e o seu carácter,
revelando o que captou da expressão mais profunda de
si mesmo. O auto-retrato constitui um exercício que
permite revelar traços do criador artista. (.) No auto-
retrato, o artista procura mostra-se (ou descobrir-se) de
uma forma mais nítida, mais verdadeira e pode mesmo
não gostar daquilo que vê, pode não aprovar, e, por
isso, pode modificar a imagem que de si encontrou.
Assim, um auto-retrato é um retrato, uma imagem, que o
artista se faz de si mesmo. Muito usado na pintura, na
literatura ou na escultura, o auto-retrato nem sempre
representa a imagem real da pessoa, mas sim como o
artista se vê: aceita e assume ou tenta mudar e isso
depende de cada pessoa ou mesmo de cada momento.
(.)¨
auto-retrato. Ìn Ìnfopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2010].
isponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$auto-retrato>.
Auto-retrato na
pintura
Breve panorâmica
AbeI Manta Graça Morais Sara Afonso
AImada Negreiros 'ieira da SiIva Mário EIoy
AuréIia de Sousa AuréIia de Sousa
W Auto-retrato
c.1900, óleo sobre tela
45 x 36 cm
Museu Nacional Soares dos
Reis
Porto, Portugal
W W Sara Afonso Sara Afonso
Auto-retrato, 1927,
óleo sobre tela, 64 x 53,7 cm
Colecção particular, Lisboa, Portugal
Auto-retrato ÷ Vieira da Silva, 1930
OIhar 'ieira da SiIva
EIementos mais
importantes nas suas
obras:
W redes, malhas,
quadriculados, rendilhado
geométrico,
W grelhas obedecendo
geralmente a uma
perspectiva
W labirintos
W espaço, profundidade,
tridimensionalidade
W pontos de fuga
W diversos pontos de vista
em simultâneo
W espaços cromáticos
Temas mais frequentes:
W as cidades reais e
inventadas
W as bibliotecas
W os tabuleiros de xadrez
W os portos, os diques
W o espaço onde pinta: o
atelier
Cores 'ieira da SiIva :
W vermelhos
W azuis
W castanhos
W branco
W preto
AbeI Manta
1888-1982
Abel Manta participou em
todas as importantes
exposições colectivas do
país, entre as quais a Ì e ÌÌ
exposição de Artes Plásticas
da Fundação Gulbenkian,
onde lhe foi conferido o
prémio de pintura.
AbeI Manta AbeI Manta
Auto Auto- -retrato com paIeta (1939) retrato com paIeta (1939)
AImada Negreiros AImada Negreiros
auto auto- -retrato retrato
Auto-retrato c.1930
Mário EIoy (AIgés, 15 de
Março de 1900 - Lisboa, 5
de Setembro de 1951) foi
um pintor modernista
português..
'iveu em Paris e na
AIemanha, onde se
famiIiarizou com a pintura
cubista e expressionista.
Mário EIoy foi um
autodidacta e contribuiu
para um "segundo
Modernismo", em PortugaI.
Fazendo uma anáIise de vários auto-retratos, podemos verificar que são assumidas diferentes perspectivas. Assim sendo, podemos observar:
:m tipo de registo objectivo/s:bjectivo;
Numa descrição objectiva, a reprodução da personagem em causa é fiel, isto é, os aspectos caracterizados são descritos de
acordo com a realidade. Pelo contrário, numa descrição mais subjectiva, a personagem é descrita de acordo com a
sensibilidade do observador, isto é, da maneira como este a vê e sente.
:ma perspectiva geral/pormenorizada;
A personagem descrita numa perspectiva geral é apresentada, globalmente, através dos seus traços dominantes. Em
contrapartida, a personagem descrita numa perspectiva mais pormenorizada é apresentada a partir dos seus traços
particulares distintivos, relativos ao aspecto físico, aos sentimentos e ao comportamento desta.
:ma perspectiva fixa/móvel;
A caracterização de uma personagem pode ser feita numa perspectiva fixa e estática como se estivéssemos a ver uma
fotografia ou, pelo contrário, numa perspectiva mais dinâmica como se estivéssemos a assistir a um filme. Estas duas
perspectivas dependem da presença/ ausência de movimento. No caso do auto-retrato recriado através de uma imagem, o
movimento é reconhecível, por exemplo, a partir dos gestos da personagem e, no caso da descrição verbal do auto-retrato,
este é conseguido, por exemplo, a partir dos verbos de acção (movimento).
Caracterizar uma personagem consiste em descrever as suas quaIidades físicas, psicoIógicas, inteIectuais e emocionais.
a selecção de características físicas, psicológicas,
intelect:ais o: emocionais.
os diferentes aspectos o: partes seleccionados e
evidenciados;
Os aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e emocionais seleccionados são, por sua vez, caracterizados a partir da
utilização de um vocabulário sugestivo e associando as características da personagem a construções comparativas e
metafóricas.
W Fazendo uma análise de vários auto-retratos, podemos verificar que são
assumidas diferentes perspectivas. Assim sendo, podemos observar:
W
W -um tipo de registo objectivo/subjectivo;
W Numa descrição objectiva, a reprodução da personagem em causa
é fiel, isto é, os aspectos caracterizados são descritos de acordo
com a realidade. Pelo contrário, numa descrição mais subjectiva, a
personagem é descrita de acordo com a sensibilidade do
observador, isto é, da maneira como este a vê e sente.
W
W - uma perspectiva geraI/pormenorizada;
W A personagem descrita numa perspectiva geral é apresentada,
globalmente, através dos seus traços dominantes. Em
contrapartida, a personagem descrita numa perspectiva mais
pormenorizada é apresentada a partir dos seus traços particulares
distintivos, relativos ao aspecto físico, aos sentimentos e ao
comportamento desta.
W
- uma perspectiva fixa/móveI;
A caracterização de uma personagem pode ser feita numa
perspectiva fixa e estática como se estivéssemos a ver uma
fotografia ou, pelo contrário, numa perspectiva mais dinâmica
como se estivéssemos a assistir a um filme. Estas duas
perspectivas dependem da presença/ ausência de movimento.
No caso do auto-retrato recriado através de uma imagem, o
movimento é reconhecível, por exemplo, a partir dos gestos da
personagem e, no caso da descrição verbal do auto-retrato, este
é conseguido, por exemplo, a partir dos verbos de acção
(movimento).
Caracterizar uma personagem consiste em descrever as suas
quaIidades físicas, psicoIógicas, inteIectuais e emocionais.
- a selecção de características físicas, psicológicas, intelectuais ou emocionais.
- os diferentes aspectos ou partes seleccionados e evidenciados;
Os aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e emocionais seleccionados são,
por sua vez, caracterizados a partir da utilização de um vocabulário sugestivo e
associando as características da personagem a construções comparativas e
metafóricas.
O AUTO-RETRATO
na
LTERATURA
ManueI Maria Barbosa ManueI Maria Barbosa
du Bocage du Bocage
(1765 (1765- -1805) 1805)
Pesquisar e escrever
Quem foi Bocage?
(ConsuIte encicIopédias, dicionários, histórias da Iiteratura, a
nternet...)
Actividade compIementar
Redija um texto com a informação recoIhida e iIustre-o com
retratos de Bocage e imagens da época em que eIe viveu.
Magro, de oIhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na aItura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz aIto no meio, e não pequeno;
ncapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura,
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zeIos infernais IetaI veneno;
Devoto incensador de miI deidades
(Digo, de moças miI) num só momento,
E somente no aItar amando os frades;
Eis Bocage, em quem Iuz aIgum taIento;
Saíram deIe mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Manual
do aluno
1.
arão: cara grande e feia;
meão: nem grande nem pequeno;
facha: rosto;
níveas: cor de neve, muito brancas;
zelos: ciúmes;
letal: mortaI;
incensador: que iIude com Iisonjas;
deidades: deusas da mitoIogia,
muIheres muito beIas.
2.
Bebendo IetaI veneno de Bebendo IetaI veneno de
zeIos infernais por taça zeIos infernais por taça
escura em níveas mãos. escura em níveas mãos.
3.
Actividade de Iivre reaIização, obrigando, porém, ao Actividade de Iivre reaIização, obrigando, porém, ao
respeito dos seguintes eIementos do texto: respeito dos seguintes eIementos do texto: «Magro», «oIhos «Magro», «oIhos
azuis», cara grande e feia, moreno, estatura média, azuis», cara grande e feia, moreno, estatura média,
deseIegante, nariz e pés grandes. deseIegante, nariz e pés grandes.
Leitura
metódica
descontentamento com o seu aspecto
físico;
gosto de gaIantear as muIheres;
incoerência ou egoísmo no amor: infiel
mas doentiamente ciumento;
atracção e faIta de afeição peIas
muIheres, que engana;
natureza compIexa e contraditória
(tendência para sentimentos extremados e
atitudes violentas, apesar de um olhar lúcido
e irónico sobre si próprio).
,
divertido
consciente
irascíveI
anticIericaI
volúvel
ci:mento
taIentoso
?
Apaixonado
autodidacta
meIancóIico
verdadeiro
X
ateu
(irreIigioso()
fieI
gabaroIa
modesto
narcisista
terno
W Ìmagens da época
O Rossio
'estuário 'estuário
Alexandre O'Neill
AIexandre ManueI Vahia de Castro O'NeiII
(1924-1986)
Nasceu em Lisboa e foi técnico de
pubIicidade. Em 1947, O'NeiII associou-se à
fundação do Movimento SurreaIista de
Lisboa, que posteriormente virá a
abandonar. A sua poesia patenteia a crítica,
a sátira, a ironia, a revoIta e o humor negro e
o seu verso é marcado por uma sonoridade
única.
CoIaborou com diversas pubIicações: CoIaborou com diversas pubIicações: Diário
de Notícias, Diário PopuIar, Seara Nova,
Cadernos de Poesia, etc.
Recebeu, em 1982, o Prémio da Associação
de Críticos Literários.
AIgumas obras: AIgumas obras:
No Reino da Dinamarca (1958);
Feira Cabisbaixa (1965);
A Saca de OreIhas (1979);
Uma Coisa em Forma de Assim, (1980);
'erbete de 'erbete de
autor autor
O'NeiII (AIexandre), moreno português,
cabeIo asa de corvo; da angústia da cara,
nariguete que sobrepuja de través
a ferida desdenhosa e não cicatrizada.
Se a visagem de taI sujeito é o que vês
(omita-se o oIho triste e a testa iIuminada)
o retrato moraI também tem os seus quês
aq:i, :ma peq:ena frase cens:rada. ..)
No amor? O amor crê (ou não fosse eIe O'NeiII!)
e tem a veIeidade de o saber fazer
(pois amor não há feito) das maneiras miI
que são a semovente estátua do prazer.
Mas sofre de ternura, bebe demais e ri-se
do que neste soneto sobre si mesmo disse. ..
Alexandre O'Neill
Poemas com endereço (1962)
áreas temáticas do
auto-retrato (físico,
psicoIógico e
moraI);
incidência em certos
traços físicos
«moreno», nariz);
vaIorização da
vivência amorosa;
discurso na
terceira pessoa
(faIar de si como
um outro);
auto-ironia;
uso dos registos
famiIiar e
cuidado;
forma poética:
soneto.
Aspectos
comuns
Diferenças:
retrato de retrato de
corpo inteiro corpo inteiro
(Bocage) I
retrato
centrado
excIusiva-
mente no
rosto rosto (O'NeiII);
estruturação
do auto-retrato
em áreas áreas
temáticas temáticas
deIimitadas no
poema
(Bocage)
sobreposição,
em aIguns
traços, do traços, do
físico e do físico e do
psicoIógico psicoIógico
(O'NeiI);
nome no nome no
finaI finaI como
chave do
soneto
(Bocage)
nome como nome como
abertura abertura ou
espécie de
mote e
reiterado, a
meio do
texto, como
significante
de ser dado
ao amor,
(O'NeiII);
vivência vivência
amorosa amorosa
atormentada atormentada
por ciúmes
doentios e
sobrevaIoriza
ção do
«furor» face à
«ternura»
(Bocage)
enfatização
do prazer no
amor e da
«ternura»,
causa de
sofrimento
(O'NeiII);
natureza
reIigiosa e
posição
anticIericaI
(Bocage) I
amor como amor como
reIigião ou reIigião ou
crença crença
(O'NeiII);
acentuação
do registo
irónico
(parênteses, parênteses,
registos de registos de
Iíngua Iíngua
contrastan contrastan- -
tes tes) em
O'NeiII, com
sinaIização
expIícita no
finaI;
forma forma
canónica do canónica do
soneto soneto -duas
quadras,
dois tercetos
(Bocage) I
forma não forma não
canónica canónica
(O'NeiII).
Diferenças:
ConcIusão:
o soneto de O'NeiII,
datado de meados do sécuIo XX, constitui uma
homenagem poética ao texto de homenagem poética ao texto de
Bocage Bocage, sobre o quaI e em diáIogo com o
quaI é construído, de forma, porém,
inovadora e criativa.
Escrever:
O meu auto-retrato» - critérios:
originalidade na construção do texto;
diversidade e expressividade vocabulares;
Correcção formal;
auto-ironia;
referência a valores
O retrato» - orientações:
originalidade na construção do texto;
diversidade e expressividade vocabulares;
correcção formal;
Respeito pelas orientações constantes na
ficha informativa.
Ao níveI da descrição descrição de uma fotografia fotografia ou de
um quadro quadro, deverás ter presentes os seguintes
aspectos:
os eIementos sobre os quais a nossa atenção recai de
imediato;
as cores;
a Iuminosidade (ou jogo(s) de Iuz/sombra);
os contrastes;
o enquadramento da(s) imagem(ns);
as texturas sugeridas;
as sugestões de movimento;
Marcas Iinguísticas
UtiIização de paIavras, expressões e
recursos Iinguísticos recursos Iinguísticos que propiciem:
· · sugestões sensoriais sugestões sensoriais (visuais, auditivas,
oIfactivas, gustativas e tácteis)
· formas verbais, geraImente, no modo
Indicativo, no pretérito imperfeito pretérito imperfeito (pode,
iguaImente, recorrer-se ao presente do modo
Indicativo)
· · enumeração enumeração de eIementos
· utiIização de adjectivos adjectivos
· utiIização de advérbios advérbios
· recursos estiIístico estiIístico- -expressivos expressivos
· · figuras de estiIo figuras de estiIo (comparação, metáfora,
imagem...)
Tipo de imagem/assunto
Composição da imagem
EIementos cromáticos
ReIação entre o títuIo da
obra e a imagem
Função da imagem
A:to-retrato, 1669, óleo sobre
tela, 86x70,5 cm, National Gallery,
Londres
A:to-retrato
enq:anto jovem,
1634, óleo sobre tela,
61x52 cm, Galleria degli
Uffizi, Florença
Rembrandt (1606-1669), mestre da pintura holandesa através dos
seus auto-retratos, permite conhecer o percurso da sua vida, desde a
juventude à velhice,.
Vincent Willem van Gogh Vincent Willem van Gogh ( (Zundert Zundert (Holanda), 30 de Março de (Holanda), 30 de Março de
1853 1853 ÷÷ Auvers Auvers- -sur sur- -Oise Oise, 29 de Julho de 1890) , 29 de Julho de 1890)
1889 1889
Pierre-Auguste Renoir
(1841- 1919)
Auto Auto- -retrato de retrato de
Renoir Renoir
1910 1910
Junto com Monet, amigo pessoaI,
formou o núcIeo do grupo
impressionista. A sua amizade com
Monet Ievou-o a pintar paisagens,
mas nunca abandonou a sua
apego à figura humana. É nisto
que Renoir se distingue dos outros
impressionistas. Produziu cerca de
6 miI obras.
Marc ChagaII Marc ChagaII
1914 1914
Frida Frida KahIo KahIo
(6 JuIho de1907 - 13 de JuIho de 1954)
Joan Miró i Ferrà (BarceIona, 20 de AbriI de 1893 -
PaIma de Maiorca, 25 de Dezembro de 1983)
Juan Miró Juan Miró
foi um importante foi um importante
escuItor e pintor escuItor e pintor
surreaIista cataIão surreaIista cataIão.
Picasso
Um rosto - dois retratos
Duas descrições
para este rosto:
a.Gostas deste
rosto. Faz a sua
descrição
escoIhendo
quaIificativos
positivos.
b. Não aprecias
este rosto.
Descreve-o
usando
quaIificativos
depreciativos ou
negativos.
StanIey Spencer, Portrait of Patricia Preece, 1933
Narciso Narciso
bibliografia
W http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/antonio_
gedeao/autobiografia.html
W http://www.apenas-
livros.com/eca/pagina.php?capitulo=0
W http://www.jmfcoutinho.com/bio.htmauto
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camoes.pt/cvc/literatura/vergilio.htm
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Porto Editora, 2003-2008.
[http://www.infopedia.pt/$autobiografia
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http://www.astormentas.com/din/biografia.asp?autor=
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http://nescritas.nletras.com/poetasarir/PoetasaRir/arc
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http://www.citi.pt/cultura/temas/frameset_surrealismo.
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http://www.eccn.edu.pt/alunos/joanaq_elisa/abel_man
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http://www.eccn.edu.pt/alunos/joanaq_elisa/almada_n
egreiros.htm
www.historiadaarte.com.br/impressionismo.html
W W istória da Arte istória da Arte,C. Leitores ,C. Leitores
W W istória Geral da Arte, istória Geral da Arte, V Ed. el Prado. V Ed. el Prado.
W COELHO, J. Prado (org.) icionário de iterat:ra, ed.
Figueirinha;
W Manuais:
W as Palavras aos Actos;
W Páina Se:inte;
W om:nicar;
W Pl:ral;
W Expressões;
W Entre Marens;
Fim

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