MANUAL DE TECNICAS ORÇAMENTARIAS

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL

MANUAL TÉCNICO DE ORÇAMENTO

MTO
2011

Brasília Versão 2011 – 5

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Orçamento e Gestão. Brasília. lote 8.planejamento.br Brasil. 1.3(81) CDD: 331. Orçamento e Gestão PAULO BERNARDO SILVA Secretário Executivo JOÃO BERNARDO BRINGEL Secretária de Orçamento Federal CÉLIA CORRÊA Secretários Adjuntos CLAUDIANO MANOEL DE ALBUQUERQUE ELIOMAR WESLEY AYRES DA FONSECA RIOS GEORGE ALBERTO SOARES Diretores FELIPE DARUICH NETO JOSÉ GERALDO FRANÇA DINIZ BRUNO CÉSAR GROSSI DE SOUZA JOSE ROBERTO PAIVA FERNANDES JÚNIOR Equipe Técnica MÁRCIO LUIZ DE ALBUQUERQUE OLIVEIRA ÉMERSON GUIMARÃES DAL SECCHI FERNANDO MARQUES DA SILVEIRA FRANCISCO DAS CHAGAS RIBEIRO JOÃO BARBOSA FONTES MAURO MARQUES DE OLIVEIRA FILHO Capa SÉRGIO BEZERRA DA SILVA Informações: www. Manual técnico de orçamento MTO. 2. Versão 2011. CDU: 336.gov. Ministério do Planejamento.portalsof. Orçamento e Gestão Ministro do Planejamento.Bloco D. 2010.gov.br Secretaria de Orçamento Federal SEPN 516 . Elaboração de orçamento.121. Secretaria de Orçamento Federal. I. Manuais. 189 p.722 3 . Título. 70770524 – Brasília – DF ℡ (61) 2020-2480 Sugestões e/ou Críticas: mto@planejamento.Ministério do Planejamento.

1º será atualizado no Portal SOF sempre que necessário. 16. DE 27 DE JUNHO DE 2007.br. CÉLIA CORRÊA 4 . o Manual de que trata o art.o PORTARIA N 29. no Portal SOF. Art. de 12 de abril de 2007. o A SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL no uso das atribuições estabelecidas no art.1º Disponibilizar. contendo as instruções para elaboração dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. a versão atualizada do Manual Técnico de Orçamento. que aprovou a Estrutura Regimental do Ministério do Planejamento. FEDERAL.gov.081. inciso III. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. do Anexo I do Decreto nº 6.portalsof. por meio do endereço http://www. resolve: Art. 2º A partir da publicação desta Portaria.planejamento. Orçamento e Gestão. Art.

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Nesse sentido. a cada 12 meses o MTO será atualizado. Dessa forma. o MTO será disponibilizado no Portal SOF. sempre coincidindo com o início do processo de elaboração da proposta orçamentária. o MTO revisto. Conforme proposição da Secretaria de Orçamento Federal – SOF. à medida que os processos orçamentários sejam atualizados ou a legislação seja modificada. o então Presidente Juscelino Kubitschek. tendo sempre o compromisso de tornar o orçamento mais transparente e participativo. a capa retrata o fundador de Brasília. Outros estudos atinentes aos processos orçamentários estão sendo elaborados pela SOF. Além disso. com o advento do início do processo de elaboração da proposta orçamentária para 2011. Conforme vem sendo apresentado desde 2006. Em comemoração aos 50 anos de Brasília. permitindo assim maior acessibilidade e redução dos custos de impressão. disponibilizamos a nova versão do MTO.APRESENTAÇÃO O Manual Técnico de Orçamento – MTO é um instrumento de apoio à consecução dos processos orçamentários da União. pois todas as atualizações serão incorporadas. durante o segundo semestre do atual exercício e o primeiro semestre do exercício seguinte. CÉLIA CORRÊA Secretária de Orçamento Federal 6 . o leitor poderá fazer uso da nova versão do MTO sem prejuízo da informação.

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...........................................................................................1......3.......1... Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa.......84 4........................................................................................15 2................................... RECEITA PÚBLICA...........24 2...1....... ..... 70 3..............................................72 3............3.....4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária .... OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA ...........................71 3...........................................5.......5.....................................83 4......................................1........83 4.................1....................................25 2....2... Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho..................88 4.....77 3...................................................................................... OBJETIVOS......... ..........................................................82 ............. A Estratégia para o Processo de 2011 ...................33 2.................2.................................................................................................................................... Contexto.... 3............ Unidade Orçamentária.. ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO .................36 2......14 2................... ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 ....................1..3.................................................................................................................. 14 2.. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS .........3.............................................................2........ Secretaria de Orçamento Federal.....................81 3.......................................................... Bases Legais...........83 4...7..4..................................................... SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL....................................70 3.......................................74 3............................... Objetivos .............................5............ 89 5............ DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA ..............1..................................................................................... Órgão Setorial ................1.......1.... O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011........1............................ INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL ...........1..................89 8 .........84 4.................................... Diretrizes de Elaboração Orçamentária....................2..............2......5..........................14 2........................................................................................11 1.................................4......................................................................................74 3................................. Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal.. Estrutura.....70 3.............................. ......................................1.....................................................................2.....................33 2...............1.......1................. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial .........79 3.....2........................................................................12 1....... LISTA DE SIGLAS ..........6.........................77 3........................... 83 4....................................................................1............3...3....................................1............... 1....75 3.........................73 3................................................. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO ................. 4............. O Plano Plurianual .............1.....................1.........................1...... 5.................88 .......................3 Classificações da Receita....................3..........5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária..........................5............1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 ..... ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 .....3..................................2 Princípios Orçamentários..........................75 3.....................2..................................... Necessidade de Financiamento do Governo Central ...3.....................................................14 2.......................................................1...............................2...............Sumário FEDERAL............................................................................ FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ..........................................................13 ORÇAMENTÁRIOS................... DESPESA ORÇAMENTÁRIA........................................ Componentes da Programação Física e Financeira................2...... Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial ................................................................49 ........................................................................................ ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL .....................2........................ AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL..................... 11 1................................1 Direito Financeiro e Direito Tributário ........ PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ........................................................ 2..................................1................76 3........1....1............

1. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas .................. 193 8............2............ .. 97 6........................................................... Estadual e Municipal........ 6......... Versão 2011 .................................................. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI .193 8....................193 8..............2. CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL .......91 5....................................................................................96 5..........193 8............................... Versão 2011 ......180 6......................... VERSÕES ....... 7......... Versão 2011 ........................................2........3.1...............94 5............ CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL ..................... PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO ................................................92 5......................115 6... CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA............................................................. IDENTIFICADOR DE USO ...................................................................1.......................190 ..................4...................... ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS .........................1.93 5................................................3................................5...............112 6...........................................................175 6............................3...........97 6.....................................................1...2......2............. .......................... 191 ..5...........7.................................5... 8.............................3.....2......................... CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS ............................1...........190 6.............................................................................3......... Diretrizes para as Alterações Orçamentárias ........................................................2......90 5...8...3................. Especificação das Fontes ..............................................................................................89 5....................................... CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA .................109 6........... LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO........................................1................................... IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA...............................................................................................................188 6... PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE......... TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS ........................5...........94 5........................ ............. A Estratégia para o Processo de 2010 ...........115 6...........................................4.......................................................................................96 ....................... Unidade Orçamentária .......................................................................................................................... Versão 2011 ........................... Versão 2011 .........92 5........................................ Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas...........................UO ............................................1..................... LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ...................................................................................................4.................................................................3..1..............................................................................95 5...2............................112 6....................................4................. Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal.......... Órgão Setorial .........................................................................................1............193 8......6............................................................2...................................................................................................................... O Plano Plurianual ......3................................................................................4............2................................................ Secretaria de Orçamento Federal........................................................193 9 ........93 5..... Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal..........

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Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais DOU – Diário Oficial da União FMI – Fundo Monetário Internacional FPE – Fundo de Participação dos Estados FPM – Fundo de Participação dos Municípios GPS – Guia da Previdência Social GRU – Guia de Recolhimento da União ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Idoc – Identificador de Operação de Crédito Iduso – Identificador de Uso IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores IR – Imposto de Renda LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias LOA – Lei Orçamentária Anual LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal NFGC – Necessidade de Financiamento do Governo Federal PAC – Programa de Aceleração do Crescimento PLDO – Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual PIS/Pasep – Programa de Integração Social RGPS – Regime Geral da Previdência Social RPPS – Regime Próprio de Previdência Social SAOC – Sistema Auxiliar de Operações de Crédito SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira SIDOR – Sistema Integrado de Dados Orçamentários SIGPLAN – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIOP – Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento 11 .Orçamento Federal 1. SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL 1.1. LISTA DE SIGLAS ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias ARO – Antecipação da Receita Orçamentária BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento CF – Constituição Federal CTN – Código Tributário Nacional Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Darf – Documento de Arrecadação de Receitas Federais Dest .

como órgão específico e singular de orçamento do Órgão Central do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. 12 . Proceder. Estabelecer as classificações orçamentárias da receita e da despesa. sem prejuízo da competência atribuída a outros órgãos.2. no cumprimento de sua missão institucional. consolidar e supervisionar a elaboração da lei de diretrizes orçamentárias e da proposta orçamentária da União. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. Orçamento e Gestão. tem sido norteado por um conjunto de competências. na dimensão técnica. Este trabalho pressupõe. Informações estruturadas e instrumentos que possibilitem análises retrospectivas da execução orçamentária e análises prospectivas dessa execução no exercício em curso para subsidiar as decisões relativas à abertura de créditos adicionais e à fixação de referenciais monetários para o exercício seguinte. a necessidade de: Coordenação efetiva do processo orçamentário. descritas no art.Orçamento Federal SOF – Secretaria de Orçamento Federal SPI – Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos STN – Secretaria do Tesouro Nacional UO – Unidade Orçamentária 1. ao acompanhamento da execução orçamentária. Realizar estudos e pesquisas concernentes ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento do processo orçamentário federal. OBJETIVOS O trabalho desenvolvido pela SOF. bem como desenvolver e participar de estudos econômicos-fiscais. assim relacionadas: Coordenar. fundamentado em mecanismos de articulação interna e externa. observadas as diretrizes emanadas do Comitê de Gestão das Carreiras do Ministério do Planejamento. e Corpo técnico e decisório imbuído da preocupação contínua e perseverante em responder às questões básicas do “porquê” e “para que” a alocação do recurso público. Integração do acompanhamento da execução orçamentária à sistemática de elaboração.063. Exercer a supervisão da Carreira de Analista de Planejamento e Orçamento. Estabelecer as normas necessárias à elaboração e à implementação dos orçamentos federais sob sua responsabilidade. e Acompanhar e avaliar o comportamento da despesa pública e de suas fontes de financiamento. coordenar e supervisionar tecnicamente os órgãos setoriais de orçamento. 17 do Anexo I do Decreto nº 7. voltados ao aperfeiçoamento do processo de alocação de recursos. Orientar. o Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão. em articulação com a Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. de 13 de janeiro de 2010.

de modo a atender à necessidade de clareza e transparência orçamentária.Orçamento Federal 1. Distrito Federal e Municípios”. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público. e O orçamento de investimento das empresas em que a União. seus fundos. direta ou indiretamente. a consolidação e a elaboração da proposta orçamentária da União. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”. detenha a maioria do capital social com direito a voto. 13 . Esses agentes correspondem aos órgãos e entidades indicados pela Constituição. São eles os componentes naturais do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. “Encargos Financeiros da União”. Essa missão pressupõe uma constante articulação com os agentes envolvidos na tarefa de elaboração das propostas orçamentárias setoriais das diversas instâncias da Administração Pública Federal e dos demais Poderes da União. “Operações Oficiais de Crédito”. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. órgãos e entidades da administração direta e indireta. Um órgão orçamentário ou unidade orçamentária pode eventualmente não corresponder a uma estrutura administrativa. que relaciona os órgãos orçamentários e suas respectivas unidades orçamentárias. Esses órgãos e entidades constam dos orçamentos da União e são identificados na classificação institucional. da administração direta ou indireta. AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL A SOF tem entre suas atribuições principais a coordenação. quando dispõe que a LOA compreende: O orçamento fiscal referente aos Poderes da União. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. São exemplos dessa situação os órgãos orçamentários “Transferências a Estados. existindo para individualizar determinado conjunto de despesas. O orçamento da seguridade social.3.

econômico e urbanístico. na Lei nº 4. despesas e créditos públicos contidos na Lei Orçamentária e o Direito Tributário tem objeto específico: a disciplina jurídica de uma das origens da receita pública – o tributo. Válidos para os Poderes Executivo. Distrito Federal e Municípios – são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina. integram este Manual Técnico de Orçamento princípios orçamentários cuja existência e aplicação derivam de normas jurídicas. estabelecem competência concorrente para legislar sobre o assunto: “Art. de 17 de março de 1964. previsto pelo caput do art.320. a seguir.1. a fim de conferir racionalidade. abrange receitas. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário. Estados. II – orçamento. na Lei Complementar nº 101. como os seguintes: Princípio Orçamentário da Unidade ou Totalidade O princípio orçamentário da unidade ou totalidade.320.1. devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a LOA . por isso. Estados. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS 2. eficiência e transparência para os processos de elaboração. Compete à União. de 1964. 14 . determina a existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União.872. 24 da Magna Carta brasileira.” 2. RECEITA PÚBLICA Direito 2. na Lei nº 5. Nesse ínterim. Dessa forma. 2º da Lei nº 4. de 4 de maio de 2000 – LRF. de 24 de dezembro de 1986. e no Decreto nº 93. todas as receitas previstas e despesas fixadas. Distrito Federal e Municípios – com a finalidade de se evitar múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.1. de 25 de outubro de 1966 – CTN. As normas básicas referentes ao Direito Financeiro e ao Tributário encontram-se na Constituição. execução e controle do Orçamento Público. Princípio Orçamentário da Universalidade 1 1 Cada ente da Federação elaborará a sua própria LOA. Os incisos I e II do art. penitenciário.2 Princípios Orçamentários Os princípios orçamentários visam a estabelecer regras norteadoras básicas. financeiro.1 Direito Financeiro e Direito Tributário O Direito Financeiro tem por objeto a disciplina jurídica de toda a atividade financeira do Estado e.172. Legislativo e Judiciário de todos os entes federativos – União. 24.Orçamento Federal 2. em cada exercício financeiro.

que determinam ao governo. 48. catalogadas como orçamentárias. quando não representam disponibilidades de recursos para o erário.320. 15 . Princípio Princípio Orçamentário da Anualidade ou Periodicidade O princípio orçamentário da anualidade ou periodicidade. 165 da Constituição. 167 da Constituição. de 1964. publicar relatórios sobre a execução orçamentária e a gestão fiscal. nos termos da lei. salvo exceções por ela fixadas. o o Princípio Orçamentário da Não Vinculação da Receita de Impostos O princípio orçamentário da não vinculação da receita de impostos. 48-A e 49 da LRF.Orçamento Federal O princípio orçamentário da universalidade. previsto no § 8º do art. de 1964. previsto pelo art. será de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.320. entidades. 2º da Lei nº 4.320. por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade. estabelecido pelo inciso IV do art. previsto pelo caput do art. para qualquer pessoa. por isso. estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Princípio Orçamentário da Publicidade O princípio orçamentário da publicidade é a base da atividade da Administração Pública no regime democrático. fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público. de 1964. informações sobre a arrecadação da receita e a execução da despesa. 6 da Lei n 4. vedadas quaisquer deduções.1. Segundo o art. determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes. estipulado pelo caput do art. da Princípio Orçamentário da Exclusividade O princípio orçamentário da exclusividade.3 Classificações da Receita Em sentido amplo. 2º da Lei nº 4. de 1964. recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 2. fundo ou despesa. veda vinculação da receita de impostos a órgão. obriga o registro de receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto. estabelecido pelo caput do art. quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário público. 34 da Lei nº 4. os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas. Aplica-se ao orçamento público. Princípio do Orçamento Bruto O princípio do orçamento bruto.320. 165 da Constituição. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito. 37 da Magna Carta de 1988. delimita o exercício financeiro orçamentário: período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na LOA irão se referir. ou extraorçamentárias. o exercício financeiro coincidirá com o ano civil e. órgãos. pelas disposições contidas nos arts. disponibilizar.

dessa forma. Instrumento por meio do qual se viabiliza a execução das políticas públicas. (Vide Nota de Rodapé n 4). 3 Cuidado: operações de crédito. O Estado é mero depositário desses recursos. a receita orçamentária é fonte de recursos utilizada pelo Estado em programas e ações cuja finalidade precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade. Exemplos: depósitos em caução. 16 2 . são públicas apenas as receitas orçamentárias . implica referência às “receitas orçamentárias”. determinar classificar-se como receita orçamentária toda receita arrecadada que porventura represente ingressos financeiros o Este Manual Técnico de Orçamento adota a definição no sentido estrito. via de regra. transitam pelo patrimônio do poder público. de 1964. 3 b) Receita Orçamentária As receitas orçamentárias são disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimônio público. emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. quando houver citação ao termo “receita pública”. fianças. que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa. Essas receitas pertencem ao Estado. e via de regra. a mera ausência formal do registro dessa previsão. classificam-se como receita orçamentária.320. operações de crédito por ARO . haja vista o art. intitulada ARO. aumentamlhe o saldo financeiro. no citado documento legal. estão previstas na LOA. 57 da Lei n 4. Aqui se fala o sobre uma exceção à regra dessas operações. não retira o caráter de receitas orçamentárias. embora haja obrigatoriedade de a LOA registrar a previsão de arrecadação. 2 Ingressos de Valores nos Cofres Públicos Receitas (Receitas Públicas) Orçamentárias 3 Receitas Extraorçamentárias Extra a) Receita Extraorçamentária As receitas exptaorçamentárias são recursos financeiros de caráter temporário não se incorporam ao patrimônio público e não integram a LOA. Nesse contexto.Orçamento Federal Em sentido estrito. por força do princípio orçamentário da universalidade.

Resultariam. espécie. de 1964. não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público. as receitas tributárias e as de contribuições especiais. O detalhamento das classificações orçamentárias da receita. Receitas públicas originárias. alínea e subalínea: C Categoria Econômica O Origem E Espécie R Rubrica AA Alínea SS Subalínea 4 Operações de Crédito por ARO são exceção às operações de crédito em geral. Receitas do Orçamento da Seguridade Social. como. segundo a doutrina. segundo a doutrina. 4 b. origem. OBSERVAÇÃO 1: A doutrina classifica as receitas públicas. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e. seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. e 5. esta classificação é formada por um código numérico de 8 dígitos que a subdividide em seis níveis – categoria econômica. Receitas públicas derivadas. 5 Preço público e tarifa são sinônimos. 4. rubrica. As receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios: 1. de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários. 3. elaborado pela SOF.Orçamento Federal orçamentários. exceto: Operações de Crédito por ARO . Orçamento e Gestão. por isso. Natureza. é normatizado por meio do instrumento normativo “Portaria”. Grupos. Fontes de Recursos. inclusive se provenientes de operações de crédito. no âmbito da União. principalmente. Indicador de Resultado Primário. A fim de possibilitar identificação detalhada dos recursos que ingressam nos cofres públicos. por determinação do o o parágrafo único do art. por exemplo. órgão do Ministério do Planejamento. auferidas de forma impositiva. quanto à procedência. de preços públicos . em originárias e derivadas. portanto. seriam aquelas obtidas pelo poder público 6 por meio da soberania estatal. emissões de papel moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.1) Classificação da Receita Orçamentária por Natureza A classificação da receita por natureza visa a identificar a origem do recurso segundo o fato gerador.320. 6 Princípio da legalidade. 2. Classificam-se como “receita extraorçamentária” e não são item da “receita orçamentária”. 3 da Lei n 4. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada. 17 . de 5 rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel).

A codificação correspondente é: CÓDIGO CATEGORIA ECONÔMICA o o o 1 2 Receitas Correntes Receitas de Capital b. de 1964. Categoria Econômica Quanto à categoria econômica.320. classificam-se como correntes as receitas provenientes de tributos. de 1964. aumentam as disponibilidades financeiras do Estado com efeitos positivos sobre o patrimônio líquido e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários.Orçamento Federal Quando. por exemplo. De acordo com o § 1 do art.1. classificam as receitas orçamentárias em “Receitas Orçamentárias Correntes” e “Receitas Orçamentárias de Capital”.1) Receitas Correntes As receitas orçamentárias correntes são arrecadadas dentro do exercício financeiro. 11 da Lei n 4. segundo o esquema abaixo: Categoria Econômica Origem Espécie Rubrica Alínea Subalínea C 1 O 1 E 1 R 2 AA SS 04 10 Pessoas Físicas Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Impostos Receita Tributária Receita Corrente Como se depreende do nível de detalhamento apresentado. de contribuições. 11 da Lei nº 4. por isso.10”.04. Industrial e de Serviços). quando destinadas a atender 18 o . o imposto de renda pessoa física é recolhido dos trabalhadores. alocase a receita pública correspondente na natureza de receita código “1112.320. a classificação por natureza é a de nível mais analítico da receita. da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial). auxilia na elaboração de análises econômico-financeiras sobre a atuação estatal. os §§ 1 e 2 do art. com vistas a satisfazer finalidades públicas. de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. da exploração de atividades econômicas (Agropecuária.

de 26 de abril de 2006. de 20 de maio de 1982. não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos. Dessa forma. de forma diversa das receitas correntes. devidamente identificadas. De acordo com o § 2 do art. não constituem novas categorias econômicas de receita. em espécie. a Portaria Interministerial STN/SOF nº 338. são: 19 . por isso. 11 da Lei n 4.Orçamento Federal despesas classificáveis em despesas correntes (Transferências Correntes). incluiu as “Receitas Correntes Intraorçamentárias” e “Receitas de Capital Intra-Orçamentárias”. Origem A origem é o detalhamento das categorias econômicas “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”. Essas classificações.320. de 1964. com redação dada pelo Decreto-Lei n 1.939. b. a fim de se atingirem as finalidades públicas. mas apenas especificações das categorias econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. por fim.1. Porém. mas apenas remanejamento de receitas entre eles. Fundos e Entidades Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento da Seguridade Social” que. demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores (Outras Receitas Correntes). de bens e direitos quanto de recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados a atender despesas classificáveis em despesas de capital. possibilitam anulação do efeito da dupla contagem na consolidação das contas governamentais. o Os códigos da origem para as receitas correntes e de capital. receitas de capital são as provenientes tanto da realização de recursos financeiros oriundos da constituição de dívidas e da conversão.2) Receitas de Capital As receitas orçamentárias de capital também aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários. de 1964. segundo disposto pela Portaria que as criou. com vistas a identificar a natureza da procedência das receitas no momento em que ingressam no orçamento público. de acordo com a Lei n 4. a fim de se evitar a dupla contagem dos valores financeiros objeto de operações intraorçamentárias na consolidação das contas públicas. o o o OBSERVAÇÃO 2: Receitas de Operações Intraorçamentárias Operações intraorçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo.320. as receitas de capital não provocam efeito sobre o patrimônio líquido. As receitas intraorçamentárias são contrapartida de despesas catalogadas na Modalidade de Aplicação “91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.

a “Receita de Contribuições” é origem à parte e diferenciada da origem “Receita Tributária”. identificam-se as espécies “Impostos”. 3. a origem “Receita Tributária” engloba as espécies “Impostos”. Tributária 2. Transferências 8. 2. Industrial 6.. 20 7 . RECEITA CORRENTE S S 1. 4. Receita Agropecuária 5. Para efeitos de classificação orçamentária. Transferências Correntes 9. Serviços 7. e Outras Receitas de Capital Receitas Extraorçamentárias Espécie Esp écie A espécie é o nível de classificação vinculado à origem que permite qualificar com maior detalhe o fato gerador das receitas. Operações de Crédito 2. dentro da origem Receita Tributária. Alienação de Bens. Receita Tributária 7 8 RECEITAS DE CAPITAL 1. Outras Receitas Ingressos de Valores nos Cofres Públicos 2. Receita Patrimonial 4. Operações de Crédito. Outras Receitas Correntes Esquema da Classificação das Receitas Públicas. Receita de Contribuições 3. Alienação de Bens 3. Amortização de Emprést. incorporando-se Categoria Econômica e Origem: Receitas Orçamentárias (Receitas Públicas) 1. RECEITA DE CAPITAL S 1. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Transferências de Capital 5. Por exemplo. Outras Receitas de Capital 2. Amortização de Empréstimos 4. Contribuições 3. 8 Para efeitos de classificação orçamentária. Receita de Serviços 7. Agropecuária 5. Patrimonial 4. 5. Receita Industrial 6. Transferências de Capital.Orçamento Federal RECEITAS CORRENTES 1.

e Recursos Ordinários (00).Recursos do Tesouro – Exercício Corrente. Exemplo: A subalínea “Pessoas Físicas” é o detalhamento da alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza”. Resultado do Banco Central (52). é a classificação que permite demonstrar a correspondência entre as fontes de financiamento e os gastos públicos. 2 .Exercício Corrente. dessa forma. Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores (3). 6 . Alínea A alínea é o detalhamento da rubrica e exterioriza o “nome” da receita que receberá o registro pela entrada de recursos financeiros. b.Exercícios Anteriores.Recursos Condicionados Fonte 300 Fonte 152 Fonte 150 Fonte 250 2º e 3º DÍGITOS Especificação das Fontes de Recursos Recursos do Tesouro .Exercício Corrente (1). devidamente catalogadas segundo o item 1. pois exterioriza quais são as receitas que financiam determinadas despesas.Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores.Recursos de Outras Fontes . A classificação de fonte de recursos consiste de um código de três dígitos: 1º DÍGITO Grupo de Fontes de Recursos Exemplos: Fonte 100 1 . detalha a espécie por meio da especificação dos recursos financeiros que lhe são correlatos. Recursos Ordinários (00). Recursos do Tesouro . Determinadas naturezas de receita. Frente ao exposto.Recursos de Outras Fontes . Exemplo: A alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza” é o detalhamento da rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda”. essas fontes são alocadas em determinadas despesas de forma a evidenciar os meios para atingir os objetivos públicos. Subalínea A subalínea constitui o nível mais analítico da receita. Recursos Próprios Não Financeiros (50). e 9 . Por meio do orçamento público. Recursos Próprios Não Financeiros (50). Exemplo: A rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda” é detalhamento da espécie “Impostos”. Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente (2).Orçamento Federal Rubrica A rubrica agrega determinadas espécies de receitas cujas características próprias sejam semelhantes entre si. Recursos do Tesouro – Exercício Corrente (1).1.2.2) Classificação da Receita por Fontes de Recursos A classificação orçamentária da receita por fontes de recursos busca identificar as origens dos ingressos financeiros que financiam os gastos públicos. 3 . 21 .3. utilizado quando há necessidade de se detalhar a alínea com maior especificidade.Exercício Corrente (1). são agrupadas em fontes de recursos obedecendo a uma regra previamente estabelecida.

são centralizadas numa conta de referência do Tesouro Nacional mantida junto ao Banco do Brasil.3) Classificação da Receita por Grupos A classificação da receita por grupos identifica quais agentes públicos possuem competência legal para arrecadar. 4 da Portaria SOF n 10. ou seja. por isso. 22 8 o .Orçamento Federal b. pelos bancos arrecadadores credenciados pela SRFB. arrecadar e administrar esses recursos. não possuem destino específico e. Cada grupo de receita é formado pela associação entre tipos específicos de unidades orçamentárias e de naturezas de receita que atendam a certas particularidades sob a ótica orçamentária. São recursos que. Via de regra. são amparadas pelo Código Civil e legislação correlata. portanto. são aquelas cuja arrecadação tem origem no esforço próprio de órgãos e demais entidades nas atividades de fornecimento de bens ou serviços facultativos e na exploração econômica do próprio patrimônio e remunerada por preço público ou tarifas. Receitas Próprias As receitas próprias. o o CF. é instrumento orçamentário-gerencial identificador de determinados segmentos arrecadadores do setor público. têm como fundamento a bilateralidade. Os grupos são de: “Receitas Próprias”. “Receitas de Operações de Crédito”. Arrecadadas por meio de GRU. da data de arrecadação (d). dessa forma. Geralmente. 164. “Receitas Administradas”. criam obrigações recíprocas para as partes contratantes. art. A partir da data em que o contribuinte efetua o pagamento do tributo. que tem prazo de dois dias (d+2) para repassar os 8 * recursos para a Conta Única do Tesouro no Banco Central . por outro. por um lado. bem como o produto da aplicação financeira desses recursos. A “Data de Recolhimento” é o dia que o recurso ingressa no Banco Central. Receitas de Operações de Crédito Receitas financeiras provenientes da colocação de títulos públicos no mercado ou da contratação de empréstimos e financiamentos junto a entidades estatais ou privadas. não são vinculadas por lei à determinada despesa. §3 : “As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central”. cuja natureza é contratual e. fiscalizar e administrar as receitas públicas. pertencem à unidade orçamentária arrecadadora. o banco tem um dia útil (d+1) para repassar os recursos para a Conta Única do 8 Tesouro no Banco Central . Recolhidas por meio de DARF ou GPS. com amparo legal no Código Tributário Nacional e leis afins. segundo o art. que detém a competência para fiscalizar. de 22 de agosto de 2002. “Receitas Vinculadas” e “Demais Receitas”. Receitas Administradas As receitas administrativas aquelas auferidas pela SRFB.

são receitas cuja fiscalização. como primária (P) quando seu valor é incluído na apuração do Resultado Primário no conceito acima da linha. por meio da seguinte metodologia: Contribuições Sociais As contribuições sociais. de aplicações financeiras. devem cumprir dois requisitos básicos: 1 . para integrarem o orçamento da seguridade Social. a norma constitucional ou infraconstitucional instituidora deve explicitar que a receita se destina ao financiamento da seguridade social. depois. de aquisição de títulos de capital.quanto à origem. ainda. Receitas financeiras são as provenientes de operações de crédito internas e externas. exceto as classificadas como “Receitas Administradas”. b. O cálculo da receita primária é efetuado somando-se as receitas correntes com as de capital e. A receita é classificada.Orçamento Federal Receitas Vinculadas As receitas vinculadas são aquelas que a lei determina a finalidade específica de aplicação. 195 da Magna Carta o brasileira. 11 e 27 da Lei n 8. encargos e devolução). e 23 . Esse conceito surgiu quando o Brasil adotou metodologia de apuração do resultado primário oriunda de acordos com o FMI.4) Classificação da Receita por Identificador de Resultado Primário A classificação orçamentária da receita por identificador de resultado primário tem por objetivo identificar quais são as receitas que compõem o resultado primário do Governo. administração e arrecadação ficam a cargo das próprias entidades arrecadadoras. às quais resta a obrigação de efetuar o recolhimento para a Conta Única do Tesouro Nacional. Essas receitas classificam-se como “Contribuições Sociais” e “Demais Receitas”. e não-primária ou financeira (F) quando não é incluído nesse cálculo. e a forma de composição delas. como ônus. pelos arts. que não se enquadram em nenhum dos grupos anteriores. b.212. que instituiu o Plano de Custeio da Seguridade Social. Geralmente. de aplicações financeiras. Demais Receitas As demais receitas são aquelas previstas em lei ou de natureza contratual. de 24 de julho de 1991. Exemplos: Recursos de concessões. de empréstimos concedidos e do superávit financeiro. Receita primária é o somatório das receitas fiscais líquidas (aquelas que não geram obrigatoriedade de contraprestação financeira. de juros. de amortizações e do superávit financeiro. excluindo da conta receitas de: operações de crédito e seus retornos (juros e amortizações).5) Classificação das Receitas do Orçamento da Seguridade Social: As receitas que financiam a seguridade social são previstas pelo art. autorizações e permissões para uso de bens da União ou para exercício de atividades de competência da União.

2 – caracterizem-se como originárias da prestação de serviços de saúde. inicia-se o processo de discussão de alocação desses recursos.. de 1964: “(. da Assistência Social e do Fundo de Amparo ao Trabalhador. independentemente das entidades às quais pertençam. devidamente credenciados.. no Banco Central do Brasil. 2. ou 3 . envolvendo todos os entes públicos alcançados pelo orçamento.” Segundo o art.quanto à finalidade. no caso da União.vinculem-se à seguridade social por determinação legal. a fim de se liquidarem obrigações com o ente público.4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária O orçamento público adota o regime de caixa para os ingressos das receitas púbicas o arrecadadas no exercício financeiro. a projeção do que se espera arrecadar durante o exercício financeiro. 24 . do ponto de vista orçamentário. subordinado ao Ministério do Trabalho e Emprego. que organiza o Código de Contabilidade da União. previdência ou assistência social. arrecadação e recolhimento. para posterior autorização junto ao Poder Legislativo. do produto da arrecadação para o Caixa Único: Conta Única do Tesouro Nacional. na Conta Única do Tesouro Nacional: previsão. 22 do Decreto Legislativo n 4. Demais Dema is Receitas No que tange às demais receitas.sejam próprias das unidades orçamentárias que integrem exclusivamente o orçamento da seguridade social. a receita orçamentária percorre três estágios até que ocorra a efetiva entrada de recursos nos cofres públicos. de 28 de janeiro de 1922. isto é. Recolhimento: refere-se à entrega.Orçamento Federal 2 .1. 35 da Lei n 4. por meio de estabelecimentos bancários oficiais ou privados. em conformidade com o art. Serve de base para a fixação da despesa orçamentária. Dessa forma. É apenas nesse estágio que ocorre a efetiva entrada dos recursos financeiros arrecadados nos cofres públicos. agentes arrecadadores. os estágios seriam: o PREVISÃO (1o Estágio) ARRECADAÇÃO (2o Estágio) RECOLHIMENTO (3 Estágio) o Previsão: é a estimativa. ou seja. das unidades que compõem os Ministérios da Saúde e da Previdência Social. consideram-se receitas do orçamento da seguridade social aquelas que: 1 . pelos agentes arrecadadores. Arrecadação: consiste no recebimento da receita pelo agente devidamente autorizado. a receita criada deve ser destinada para as áreas de saúde.536.) pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas. A partir das previsões da receita.320.

Orçamento Federal OBSERVAÇÃO 3: Lançamento – Procedimento Administrativo do Fisco Embora parte da doutrina considere o “Lançamento” estágio intermediário entre a “previsão” e o a “arrecadação” da receita. Impostos o o Os impostos. Ressalte-se que as receitas patrimoniais e as empresariais não se sujeitam ao lançamento. que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora. Sujeitam-se aos princípios da reserva legal e da anterioridade da Lei. e II – a destinação legal do produto de sua arrecadação. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. Dessa forma.5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária Tributárias a) Receitas Tributárias Tributo é uma das origens da receita corrente na classificação orçamentária por categoria econômica. trata-se de receita derivada cuja finalidade é obter recursos financeiros para o Estado custear as atividades que lhe são correlatas. de 1964. haja vista ingressarem diretamente no estágio da Arrecadação. 53 da Lei n 4. é determinada pelo fato gerador. O art. 5 do CTN e os incisos I.320. O art. taxas e contribuições de melhoria. II e III do art. e inscreve o débito desta”. e da competência extraordinária. são espécies tributárias cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. o art. O art. inciso I. 3º do CTN define tributo da seguinte forma: "Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. ressalvando-se unicamente a possibilidade de utilização. no caso dos impostos extraordinários de guerra prevista no inciso II do mesmo artigo. Quanto à procedência. que não constitua sanção de ato ilícito. sendo irrelevante para caracterizá-lo: I – a sua denominação. salvo em algumas exceções. 2. salvo exceções. O art. pela União. na ótica orçamentária. 4 do CTN preceitua que a natureza especifica do tributo.1. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada". 16 do CTN. da competência residual prevista no art. 25 . Os impostos estão enumerados na Constituição. mas as tributárias e de contribuições necessitam do procedimento administrativo em epígrafe antes de ingressarem no estágio da “arrecadação”. fundo ou despesa. ao contrário de outros tipos de receita. o qual não recebe contraprestação direta ou imediata pelo pagamento. 154. lançamento é procedimento administrativo realizado pelo Fisco – e não estágio. a vinculação de receita de impostos a órgão. segundo o art. 167 da CF proíbe. o preceitua como “ato da repartição competente. 145 da CF tratam das espécies tributárias impostos.

à disciplina da produção e do mercado. poder disciplinador. As taxas cobradas pela União.” Nesse contexto. de serviço público específico e divisível. ou a utilização. são tributos de arrecadação não vinculada. É receita derivada e os serviços têm que ser específicos e divisíveis. em razão de interesse público concernente à segurança. salvo. por meio do qual o Estado intervém em determinadas atividades. 9 classifica-se em: Taxas de Fiscalização e Taxas de Serviço. pelos Estados. se a lei que instituiu o referido tributo assim determinou. tendo. via de regra. o Estado atua com supremacia sobre o particular. no âmbito das respectivas atribuições. à higiene. no âmbito de suas respectivas atribuições.” Taxas de Serviço Público As taxas de serviço público são as que têm como fato gerador a utilização de determinados serviços públicos. pois as receitas auferidas por meio das taxas não se encontram afetas a determinada despesa. aos costumes. o exercício regular do poder de polícia administrativa. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. à ordem. têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. A taxa está sujeita ao princípio constitucional da reserva legal e. de forma direta ou indireta. são. é de verticalidade. 77. ou seja. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. efetiva ou potencial. em forma de contraprestação de serviços” – porém. ou a utilização. efetiva ou potencial. limitando ou disciplinando direito. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição . com a finalidade de garantir a ordem e a segurança. taxas são tributos vinculados porque o aspecto material do fato gerador é prestação estatal específica "diretamente referida ao contribuinte.Orçamento Federal Taxas As taxas cobradas pela União. pelos Estados. sob ponto de vista material e formal. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. sob a ótica orçamentária. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. nesse tipo de serviço.art. interesse ou liberdade. 26 . o serviço é público quando estabelecido em lei e prestado pela Administração Pública. de serviço público específico e divisível. regula a prática de ato ou abstenção de fato. Taxas de Fiscalização ou de Poder de Polícia As taxas de fiscalização ou de poder de polícia são definidas em lei e têm como fato gerador o exercício do poder de polícia. Nesse contexto. 78 do CTN: “Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que. também. sob regime de direito público. 77 do CTN: “Art. A relação jurídica. A definição de poder de polícia está disciplinada pelo art. como fato gerador. espécie de tributo na classificação orçamentária da receita. 9 “Taxas de Fiscalização” também são chamadas de “Taxas de Poder de Polícia”.

tampouco antônimos. empréstimo compulsório) e contribuições de melhoria são “tributos vinculados”. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias 27 . a guerras ou a investimentos públicos de caráter urgente e de relevante interesse nacional. mas do fato gerador com a atividade estatal ou seja: tributos vinculados não se vinculam a determinada despesa. basta que o Poder Público coloque tal serviço à disposição do contribuinte. ou colocados à sua disposição”. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. somente os “Tributos de Arrecadação Vinculada” é que a possuem. 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União. Impostos são “tributos não vinculados”.” OBSERVAÇÃO 4: “Tributos Vinculados” e “Tributos de Arrecadação Vinculada” Os vocábulos não são sinônimos. b) Receitas de Contribuições Segundo a classificação orçamentária. receita de contribuições referem-se à origem da categoria econômica “receitas correntes”. pois seu fato gerador é totalmente desvinculado de qualquer atividade específica realizada pelo Estado. não há necessidade de o particular fazer uso do serviço. Segundo a vinculação das receitas tributárias. por força de lei. 148 da CF lhes vincula a arrecadação para finalidade específica: atender despesas referentes a calamidades públicas. para determinada despesa. a doutrina e a jurisprudência diferenciam “tributos vinculados” de “tributos de arrecadação vinculada”. Nesse sentido. Contribuição de Melhoria A contribuição de melhoria é espécie de tributo na classificação da receita orçamentária e tem como fato gerador valorização imobiliária que decorra de obras públicas. contanto que haja nexo causal entre a melhoria ocorrida e a realização da obra pública. 77 do CTN: “Os serviços públicos têm que ser específicos e divisíveis. O art. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. pois os incisos I e II do art. e costumam gerar confusões de interpretação. 149 da Magna Carta estabelece que compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. nota-se que “Tributos Vinculados” não possuem vinculação ou obrigação de serem destinados para determinada despesa. taxas (contribuições especiais. prestados ao contribuinte. Observa-se que a vinculação não é do produto da arrecadação. os empréstimos compulsórios são “tributos de arrecadação vinculada”. “Tributos de Arrecadação Vinculada” são aquelas cujo produto da arrecadação se destina. Para que a taxa seja cobrada. de forma obrigatória.Orçamento Federal Conforme o art. Por outro lado. Frente ao exposto. Essa distinção se encontra associada à natureza jurídica do fato gerador dos tributos e à destinação legal do produto da arrecadação. Estados. “Tributos Vinculados” são aqueles cujo fato gerador está vinculado a alguma atividade estatal específica prestada ao contribuinte. De acordo com o art. no âmbito de suas respectivas atribuições.

8º da CF: 28 . de baixo e médio potencial de tráfego. Conforme esclarece o art. Visam também ao custeio dos serviços sociais autônomos prestados no interesse das categorias. em benefício destes. o que significa dizer apenas poderão ser cobradas noventa dias após a publicação da lei que as instituiu ou majorou. a contribuição social é tributo vinculado a uma atividade estatal que visa atender aos direitos sociais previstos na CF. cobrada de seus servidores. Essa intervenção se dá pela fiscalização e atividades de fomento. por exemplo. Distrito Federal e Municípios. Serviço Social do Comércio .320. voltado à suplementação tarifária de linhas aéreas regionais de passageiros. com finalidade qualificada em sede constitucional – intervenção no domínio econômico – instituída mediante um motivo específico. o salário educação. como Serviço Social da Indústria . como. Conselho Regional de Medicina .SESI. por exemplo.CRM e assim por diante. de regimes de previdência de caráter contributivo e solidário. Pode-se afirmar que as contribuições sociais atendem a duas finalidades básicas: seguridade social (saúde. exceto das contribuições dos servidores estatutários dos Estados. Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico A contribuição de intervenção no domínio econômico – CIDE é tributo classificado no orçamento público como uma espécie de contribuição que atinge um determinado setor da economia.SESC e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial . Exemplo de contribuição de intervenção no domínio econômico é o Adicional sobre Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas. previdência e assistência social) e outros direitos sociais como. e o § 1 do artigo em comento fixa que Estados. desenvolvimento de pesquisas para crescimento do setor e oferecimento de linhas de crédito para expansão da produção. Contribuição de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas A contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas se caracteriza por atender a determinadas categorias profissionais ou econômicas. Distrito Federal e Municípios poderão instituir contribuição. por exemplo: Ordem dos Advogados do Brasil . As contribuições classificam-se nas seguintes espécies: Contribuições Sociais Contribuições o Classificada como espécie de contribuição. como.SENAI. Essas contribuições são destinadas ao custeio das organizações de interesse de grupos profissionais. que são instituídas pelos respectivos entes.Orçamento Federal profissionais ou econômicas. As contribuições sociais estão sujeitas ao princípio da anterioridade nonagesimal. Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura . É preciso esclarecer que existe uma diferença entre as contribuições sindicais aludidas acima e as contribuições confederativas.OAB. de 1964. por força da Lei nº 4. A competência para instituição das contribuições sociais é da União.CREA. Não transita pelo orçamento da União. vinculando sua arrecadação às entidades que as instituíram. como instrumento de atuação nas respectivas áreas. para o custeio.

definidos no ordenamento jurídico. Compensações Financeiras A receita de compensação financeira tem origem na exploração do patrimônio do Estado. Tais compensações são devidas à União. e uma outra contribuição. 149-A. portanto compulsória. iniciaram a regulamentação por Lei Complementar. aos Estados e aos Municípios. Municípios e Distrito Federal. de 19 de dezembro de 2002.a assembléia geral fixará a contribuição que. I e III. fixada pela assembléia geral da categoria. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. são de receitas originárias. na forma das respectivas leis. ainda.. 149-A. ou. que é constituído por recursos minerais. prevista em lei. Parágrafo único. observado o disposto no art..) IV . A competência para instituição é dos Municípios e do Distrito Federal. 29 . como forma de participação no resultado dessa exploração. entre outras. 149 da CF. há a previsão constitucional de uma contribuição confederativa. visando dar eficácia plena ao citado art. A primeira não é tributo. 150. pois será instituída pela assembléia geral e não por lei. de participações societárias. o c) Receitas Patrimoniais São receitas provenientes da fruição dos bens patrimoniais do ente público (bens mobiliários ou imobiliários). "Art. independentemente da contribuição prevista em lei”. que acrescentou o art. possui a finalidade de custear o serviço de iluminação pública. para o custeio do serviço de iluminação pública. que integra a categoria econômica “receitas correntes”. concessões e permissões. Sob a ótica da classificação orçamentária. Podemos citar como espécie de receita patrimonial as compensações financeiras. na fatura de consumo de energia elétrica". 149-A à CF. em se tratando de categoria profissional. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição. hídricos.Orçamento Federal “Art. será descontada em folha. que é a contribuição sindical. florestais e outros. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput. A segunda é instituída por lei. a partir dessa autorização constitucional. observado o seguinte: (. Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública Instituída pela Emenda Constitucional n 39. de acordo com o disposto na legislação vigente. Assim. 8º É livre a associação profissional ou sindical. possuindo assim natureza de tributo. Quanto à procedência. a “Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública” é espécie da origem “contribuições”. e encontra sua regra matriz no art. São classificadas no orçamento como receita corrente e de natureza específica de origem como receita patrimonial.

Quanto à procedência. ao Distrito Federal e aos Municípios. são também. não compulsórios) que a Administração Pública. com o Estado atuando como empresário. armazenagem. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. mar territorial ou zona econômica exclusiva. serviços hospitalares. bem como a órgãos da administração direta da União. São receitas originárias. cuja classificação orçamentária constitui origem específica. Encontram-se subdivididas nessa classificação receitas provenientes de atividades econômicas: da indústria extrativa mineral. em pé de igualdade como o particular. constituem outra origem específica na classificação orçamentária da receita. plataforma continental. preço público (ou tarifa) decorre da utilização de serviços públicos facultativos (portanto. abrangem as receitas decorrentes das atividades econômicas na prestação de serviços por parte do ente público. de forma o 30 . serviços de transporte. de atividades agropecuárias. da indústria de transformação. tais como a venda de produtos: agrícolas (grãos. comunicação. está descrita na Súmula n 545 do Supremo Tribunal Federal: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. pecuários (semens. para reflorestamentos e etc. De acordo com o art. são compulsórias e têm sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária.). conforme afirmado anteriormente. serviços portuários etc. também chamado de tarifa. entre outras receitas industriais de utilidade pública. por parte do ente público. culturais etc. tais como: comércio. 20. f) Receitas de Serviços As receitas de serviços (receitas correntes). da indústria de construção. técnicas em inseminação. tecnologias. uma origem de receita específica na classificação orçamentária. em relação à lei que a instituiu”. ou compensação financeira por essa exploração”.). serviços recreativos.Orçamento Federal Essas compensações têm como finalidade recompor financeiramente os prejuízos ou danos causados (externalidades negativas) pela atividade econômica na exploração desses bens. provenientes das atividades industriais exercidas pelo ente público. Tais serviços são remunerados mediante preço público. nos termos da lei. OBSERVAÇÃO 5: Distinção entre Taxa e Preço Público A distinção entre taxa e preço público. matrizes etc. § 1º da CF: “É assegurada. diferentemente daqueles. insumos etc. Decorrem da exploração econômica. porque estas. assim como proporcionar meio de remunerar o Estado pelos ganhos obtidos por essa atividade. Assim. também chamado de tarifa. e) Receitas Industriais As receitas industriais (receitas correntes). d) Receitas Agropecuárias As receitas agropecuárias (receitas correntes). aos Estados. trata-se de receita originária. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. Exemplos de naturezas orçamentárias de receita dessa origem são os seguintes: serviços comerciais. transporte.

ou entre elas e organizações particulares. São serviços prestados em decorrência de uma relação contratual regida pelo direito privado. Em localidades onde estes serviços forem colocados à disposição do usuário.. A taxa decorre de lei e serve para custear. anterioridade. Nas transferências correntes. g) Transferências Correntes Na ótica orçamentária.. Os recursos da transferência são vinculados à finalidade pública. e não à pessoa. receitas da dívida ativa e as outras receitas não classificadas nas “receitas correntes”. seria facultativo e. da União para Estados. as transferências correntes são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento relacionadas a uma finalidade pública específica.. compulsório (por exemplo. mas que não correspondam a uma contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou a transferência. essenciais à soberania do Estado (a lei não autoriza que outros prestem alternativamente esses serviços). mas cuja utilização seja de uso obrigatório. Podemos citar como exemplos as seguintes espécies. o serviço estatal oferecido pelo ente público. h) Outras Receitas Correntes Em outras receitas correntes inserem-se multas e juros de mora. coloca à disposição da população. firmadas entre entidades públicas de qualquer espécie. a remuneração destes serviços é feita mediante taxa e sofrerá as limitações impostas pelos princípios gerais de tributação (legalidade. que poderá escolher se os contrata ou não. a lei não permite que se coloque um gerador de energia elétrica). específicos e divisíveis. Transferências de Pessoas Compreendem as contribuições e doações que pessoas físicas realizem para a Administração Pública. indenizações e restituições. Por outro lado. ou por seus delegados. entre outras: 31 . portanto. O tema é regido pelas normas de direito público.Orçamento Federal direta ou por delegação para concessionária ou permissionária. Como exemplo. pelo Estado. assim como recebidos de instituições privadas. prestados ou colocados à disposição do contribuinte diretamente pelo Estado.). se a lei permite o uso de gerador próprio para obtenção de energia elétrica. podemos citar o caso do fornecimento de energia elétrica. Há casos em que não é simples estabelecer se um serviço é remunerado por taxa ou por preço público. do Estado para os Municípios. naquilo que não forem cobertos pelos impostos. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes e destinados a custear despesas correntes. podemos citar como exemplos as seguintes espécies: Transferências de Convênios As transferências de convênios são recursos oriundos de convênios. não teria natureza obrigatória. por exemplo). os serviços públicos. com finalidade específica. seria remunerado mediante preço público.

São espécies desse tipo de receita: . Dependem. com validade de título executivo.operações de crédito internas. 32 .320. Dívida ativa não tributária são os demais créditos da Fazenda Pública. Receitas da Dívida Ativa As receitas da dívida ativa referem-se aos créditos da Fazenda Pública. internas ou externas. ou de mora pelo não pagamento das obrigações principais ou acessórias nos prazos previstos. exigíveis em virtude do transcurso do prazo para pagamento. Podem decorrer do descumprimento de preceitos específicos previstos na legislação pátria. 44 da LRF. O crédito é cobrado por meio da emissão de certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União. As receitas decorrentes de dívida ativa tributária ou não tributária devem ser classificadas como “outras receitas correntes”.operações oficiais de crédito – retorno. cabendo sua imposição ao respectivo órgão competente (poder o de polícia).Orçamento Federal Receitas de Multas As receitas de multas têm de caráter não tributário. j) Alienação de Bens A alienação de bens é a origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. inscrita na forma da lei. atualizações monetárias. São ingressos financeiros com origem específica na classificação orçamentária da receita proveniente da alienação de bens móveis ou imóveis de propriedade do ente público. sempre. . embora se admita prova em contrário. i) Receitas de Operações de Crédito As receitas de operações de crédito dizem respeito à origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. as multas classificam-se como “outras receitas correntes”. Isso confere à certidão da dívida ativo caráter líquido e certo. Dívida ativa tributária é o crédito da Fazenda Pública proveniente da obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais. de prévia cominação em lei ou contrato. . 11 da Lei n 4. salvo as destinadas por lei aos regimes previdenciários geral e próprio dos servidores públicos. de natureza tributária ou não tributária. Conforme prescreve o § 4º do art. para financiar despesas correntes. encargos e multas tributárias. constituindo-se em ato de penalidade de natureza pecuniária aplicado pela Administração Púbica aos administrados. Nos termos do art.operações de crédito externas. é vedada a aplicação da receita de capital decorrente da alienação de bens e direitos que integrem o patrimônio público. de 1964. Caracterizam-se como recursos financeiros oriundos da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas.

1. 2. Classificação Institucional. sem corresponder. Embora a amortização de empréstimos seja origem da categoria econômica “receitas de capital”. ou seja. da União para Estados.2.2.Orçamento Federal l) Amortização de Empréstimos A amortização de empréstimos é ingresso financeiro proveniente da amortização de financiamentos ou empréstimos concedidos pelo ente público em títulos e contratos.1. as quais são implementadas por meio de um sistema de classificação estruturado com o propósito de atender às exigências de informação demandadas por todos os interessados nas questões de finanças públicas. como os poderes públicos. Os recursos da transferência ficam vinculados à finalidade pública e não à pessoa. deve responder. 33 . origem específica “amortização de empréstimos concedidos” e representam o retorno de recursos anteriormente emprestados pelo poder público. de maneira clara e objetiva. Na classificação orçamentária da receita os ingressos desse tipo de amortização são receitas de capital. Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa A compreensão do orçamento exige o conhecimento de sua estrutura e organização. entretanto. a fim de satisfazer finalidade pública específica. as transferências de capital representam os recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados para atender despesas em 10 investimentos ou inversões financeiras . associados a esses empréstimos. Transferências m) Transferências de Capital: Na ótica orçamentária. às perguntas clássicas que caracterizam o ato de orçar.2. composto dos seguintes blocos de informação: Classificação por Esfera. conforme detalhado a seguir: 10 “Investimentos” e “Inversões Financeiras” são classificações da despesa de capital.1. as organizações públicas e privadas e a sociedade em geral. na impossibilidade de serem classificadas nas origens anteriores. sendo. do Estado para os Municípios. são classificados em “receitas correntes / de serviços / serviços financeiros”. por exemplo). Programação Qualitativa Na estrutura atual do orçamento público. que define qualitativamente a programação orçamentária. as programações orçamentárias estão organizadas em programas de trabalho e em programação física e financeira. do ponto de vista operacional. os juros recebidos. Classificação Funcional e Estrutura Programática. assim como recebidos de instituições privadas (do exterior e de pessoas). n) Outras Receitas de Capital Outras receitas de capital são aquelas receitas que não atendem às especificações anteriores. DESPESA ORÇAMENTÁRIA 2. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. à contraprestação direta ao ente transferidor. O programa de trabalho. 2.

1.Etapas .Indicadores Ação . Programação Quantitativa A programação física define quanto se pretende desenvolver do produto: ITEM DA ESTRUTURA Meta Física PERGUNTA RESPONDIDA Quanto se pretende desenvolver? A programação financeira define o que adquirir. com quais recursos.Forma de Implementação .2.Subtítulo 2.Produto .Orçamento Federal BLOCOS DA ESTRUTURA Classificação por Esfera Classificação Institucional ITEM DA ESTRUTURA Esfera Orçamentária Órgão Unidade Orçamentária Função Subfunção Programa .Objetivo PERGUNTA RESPONDIDA Em qual Orçamento ? Quem faz ? Em que área da despesa a ação governamental será realizada ? O que fazer ? Para que é feito ? Por que é feito ? Para quem é feito ? Quais as medidas ? Como fazer ? O que é feito ? Para que é feito ? Como é feito ? Quais as fases ? Qual o resultado ? Onde é feito? Classificação Funcional Estrutura Programática Informações Principais do Programa .2.Finalidade Informações Principais da Ação .Descrição . conforme apresentado na tabela: 34 .Público -alvo .Problema a resolver .

99.9.3.2. Estrutura Completa da Programação Orçamentária 99.999.999.9999. Esfera orçamentária Esfera orçamentária Órgão Órgão Unidade orçamentária Unidade orçamentária Função Função Subfunção Subfunção Subfunção Exemplo: Programa Programa Ação Ação Localização do gasto Localização do gasto (Subtítulo) (Subtítulo) (Subtítulo) IDOC IDOC IDUSO IDUSO Fonte Fonte Natureza (Categoria Natureza (Categoria econômica/grupo despesa/ econômica/grupo despesa/ modalidade de aplicação) modalidade de aplicação) Identificador dede Identificador Resultado Primário Resultado Primário 35 .9999.9 9999.9999.Orçamento Federal ITEM DA ESTRUTURA Natureza da Despesa Categoria Econômica da Despesa Grupo de Natureza de Despesa Modalidade Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Operação de Crédito PERGUNTA PERGUNTA RESPONDIDA Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Qual o efeito econômico da realização da despesa? Em qual classe de gasto será realizada a despesa? Qual a estratégia para realização da despesa? Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Os recursos utilizados são contrapartida? De onde virão os recursos para realizar a despesa? A que operação de crédito ou doação os recursos se relacionam? Como se classifica essa despesa em relação ao efeito sobre o Resultado Primário da União? Quanto custa? Qual é a memória de cálculo utilizada? Identificador de Resultado Primário Dotação Justificativa 2.99. 999.1.9999.xxxx.

- 36 . bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. Orçamento de Investimento orçamento das empresas em que a União. órgãos e entidades da Administração direta e indireta.1.201.0006. O § 2º do art.36. IDOC: Outros Recursos IDUSO: IDUSO Recursos não destinados a contrapartida Fonte: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das pessoas Jurídicas Natureza: Natureza: Despesas Correntes / Outras Despesas Correntes / Aplicação Direta Indicador de Resultado Primário: Primária Discricionaria 2.4365.3390.2. seus fundos.0. 151. Seguridade Social . da administração direta ou indireta. Órgão: Min. 165 da CF: Fiscal: Orçamento Fiscal referente aos Poderes da União. da Seguridade Social (S) ou de Investimento das Empresas Estatais (I). e Orçamento da Seguridade Social: abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados. 195 da CF estabelece que a proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho Esfera 2.9999.Orçamento Federal Exemplo: 20. Classificação por Esfera Orçamentária A esfera orçamentária tem por finalidade identificar se o orçamento é Fiscal (F). da Saúde UO: Fund. detenha a maioria do capital social com direito a voto. direta ou Investimento: indiretamente. conforme disposto no § 5º do art. previdência social e assistência social. assegurada a cada área a gestão de seus recursos.0001.2.10.2. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Oswaldo Cruz Função: Função Saúde Subfunção: Suporte Profilático e Terapêutico Programa: Programa Prevenção e Controle das Doenças Imunopreviníveis Ação: Ação Produção de Imunobiológicos Subtítulo: Subtítulo Nacional .2 Esfera: Orçamento da .2.303.

com os seguintes códigos: CÓDIGO CÓDIGO 10 20 30 ESFERA ORÇAMENTÁRIA Orçamento Fiscal Orçamento da Seguridade Social Orçamento de Investimento 2. “Encargos Financeiros da União”. As dotações orçamentárias. o que permite a consolidação nacional dos gastos do setor público. no âmbito dos Municípios. por exemplo.2. como ocorre. Trata-se de uma classificação independente dos programas e de aplicação comum e obrigatória.2. A atual classificação funcional foi instituída pela Portaria n 42. que são as estruturas administrativas responsáveis pelas dotações orçamentárias e pela realização das ações. especificadas por categoria de programação em seu menor nível são consignadas às unidades orçamentárias. por funções e subfunções. a) Função A classificação funcional é representada por cinco dígitos. e é composta de um rol de funções e subfunções prefixadas. O código da classificação institucional compõe-se de cinco dígitos.Orçamento Federal Na base do Sistema de Orçamento. Funcional 2.2. reflete a estrutura organizacional e administrativa e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. Os dois primeiros referem-se à função. Distrito Federal e Municípios”.2. na União. “Operações Oficiais de Crédito”. Classificação Institucional A classificação institucional. do Distrito Federal e da União. Cada atividade. Classificação Funcional da Despesa A classificação funcional. projeto e operação especial identificará a função e a subfunção às quais se vinculam. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”. Órgão orçamentário é o agrupamento de unidades orçamentárias.3. sendo os dois primeiros reservados à identificação do órgão e os demais à unidade orçamentária. dos Estados. busca responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a despesa será realizada. que pode ser traduzida como o maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do o 37 . de 14 de abril de 1999. com alguns fundos especiais e com os órgãos “Transferências a Estados. do então Ministério do Orçamento e Gestão. o campo destinado à esfera orçamentária é composto de dois dígitos e será associado à ação orçamentária. 1º 2º 3º 4º 5º Órgão Orçamentário Unidade Orçamentária Um órgão ou uma unidade orçamentária não correspondem necessariamente a uma estrutura administrativa.2. que servem como agregador dos gastos públicos por área de ação governamental nas três esferas de Governo.

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setor público. A função está relacionada com a missão institucional do órgão, por exemplo, cultura, educação, saúde, defesa, que guarda relação com os respectivos Ministérios. A função “Encargos Especiais” engloba as despesas em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins, representando, portanto, uma agregação neutra. Nesse caso, as ações estarão associadas aos programas do tipo "Operações Especiais" que correspondem aos códigos abaixo relacionados e que constarão apenas do orçamento, não integrando o PPA:

CÓDIGO 0901 0902 0903 0904 0905 0906 0907 0908 0909 0910 0913

TIPO Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais

TÍTULO Cumprimento de Sentenças Judiciais Financiamentos com Retorno Transferências Constitucionais e as Decorrentes de Legislação Específica Outras Transferências Serviço da Dívida Interna (Juros e Amortizações) Serviço da Dívida Externa (Juros e Amortizações) Refinanciamento da Dívida Interna Refinanciamento da Dívida Externa Outros Encargos Especiais Gestão da Participação em Organismos Internacionais Participação do Brasil em Organismos Financeiros Internacionais

A codificação para a Reserva de Contingência foi definida pelo art. 8º da Portaria Interministerial n 163, de 4 de maio de 2001, alterado pelo art. 1º da Portaria Conjunta STN/SOF, de 18 de junho de 2010, vigorando com a seguinte redação: "Art. 8º A dotação global denominada “Reserva de Contingência”, permitida para a União no art. 91 do Decreto-Lei n 200, de 25 de fevereiro de 1967, ou em atos das demais esferas de Governo, a ser utilizada como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais e para o atendimento ao disposto no art. 5 , inciso III, da Lei Complementar n 101, de 2000, sob coordenação do órgão responsável pela sua destinação, bem como a Reserva do Regime Próprio de Previdência do Servidor – RPPS, quando houver, serão identificadas no orçamento de todas as esferas de Governo pelos códigos “99.999.9999.xxxx.xxxx” e “99.997.9999.xxxx.xxxx”, respectivamente, no que se refere às classificações por função e subfunção e estrutura programática, onde o “x” representa a codificações das ações e o respectivo detalhamento. Parágrafo Único. As reservas referidas no caput serão identificadas, quanto à natureza da despesa, pelo código “9.9.99.99.99” ".
o o o o

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b) Subfunção A subfunção, indicada pelos três últimos dígitos da classificação funcional, representa um nível de agregação imediatamente inferior à função e deve evidenciar cada área da atuação governamental, por intermédio da agregação de determinado subconjunto de despesas e identificação da natureza básica das ações que se aglutinam em torno das funções. As subfunções podem ser combinadas com funções diferentes daquelas às quais estão relacionadas na Portaria nº 42, de 1999. As ações devem estar sempre conectadas às subfunções que representam sua área específica. Existe também a possibilidade de matricialidade na conexão entre função e subfunção, ou seja, combinar qualquer função com qualquer subfunção, mas não na relação entre ação e subfunção. Deve-se adotar como função aquela que é típica ou principal do órgão. Assim, a programação de um órgão, via de regra, é classificada em uma única função, ao passo que a subfunção é escolhida de acordo com a especificidade de cada ação. Exemplos: ÓRGÃO 22 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 20 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Agricultura

ÓRGÃO 32 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 25 -

Ministério de Minas e Energia

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Energia

ÓRGÃO 01 AÇÃO

Câmara dos Deputados

2010 - Assistência Pré-escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados Educação Infantil Legislativa

SUBFUNÇÃO 365 FUNÇÃO 01 -

Na base do Sistema de Orçamento, existem dois campos correspondentes à classificação funcional, quais sejam:

Campos 1º 2º

Conteúdo Função com 2 dígitos Subfunção com 3 dígitos

Exemplo 10 - Saúde 301 – Atenção Básica

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Programática 2.2.2.4. Estrutura Pro gramática
Toda ação do Governo está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos para o período do PPA, ou seja. quatro anos. PROGRAMA O programa é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, mensurado por indicadores instituídos no plano, visando à solução de um problema ou o atendimento de determinada necessidade ou demanda da sociedade. O programa é o módulo comum integrador entre o plano e o orçamento. Em termos de estruturação, na concepção inicial da reforma orçamentária de 2000, o plano deveria terminar no programa e o orçamento começar no programa, o que confere a esses instrumentos uma integração desde a origem. O programa, como módulo integrador, e as ações, como instrumentos de realização dos programas. Essa concepção inicial foi modificada nos PPAs 2000/2003 e 2004/2007, elaborados com nível de detalhamento de ação. A organização das ações do Governo, sob a forma de programas, visa proporcionar maior racionalidade e eficiência na administração pública e ampliar a visibilidade dos resultados e benefícios gerados para a sociedade, bem como elevar a transparência na aplicação dos recursos públicos. a) Órgão responsável Órgão responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de um órgão (programa multissetorial). b) Unidade responsável Unidade administrativa responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de uma unidade. c) Denominação Expressa os propósitos do programa em uma palavra ou frase-síntese de fácil compreensão pela sociedade. Não há restrição quanto ao uso de nomes de fantasia. Por exemplo: "Abastecimento de Energia Elétrica"; "Combate à Violência contra as Mulheres"; "Saneamento Rural"; "Primeiro Emprego". d) Problema É uma situação indesejável declarada por uma autoridade como evitável ou uma necessidade não atendida, identificada na sociedade. Deve ser formulado como condição negativa, evitando-se enunciar a ausência de alguma solução específica. e) Objetivo do programa Expressa o resultado que se deseja alcançar, ou seja, a transformação da situação a qual o programa se propõe modificar. Deve ser expresso de modo conciso, evitando a generalidade, pois a idéia do que se pretende precisa ser clara, categórica e determinante. Por exemplo:

Programa: Acesso à Alimentação

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explicitando os 41 . Exemplo: Programa: Acesso à Alimentação Público alvo: Famílias com renda familiar per capita menor ou igual a ½ salário mínimo. regular e adequada à nutrição e manutenção da saúde humana. é necessário estimar a despesa prevista para o período do Plano e a origem dos recursos que irão custear o programa. e o seu valor global estimado. j) Tipos de programa Os programas são classificados em dois tipos: . A definição do público-alvo é importante para identificar e focar as ações que devem compor o programa. Justificativa g) Justificativa Deve abordar o diagnóstico e as causas da situação-problema para a qual o programa foi proposto. cujos resultados sejam passíveis de mensuração. Deve-se considerar. podendo ser contínuo ou temporário. Além disso. aspectos como critérios de elegibilidade para acesso aos bens e serviços ofertados pelo programa. e informar a existência de condicionantes favoráveis ou desfavoráveis ao programa. alertar quanto às consequências da não implementação do programa. e - Programas Especiais: Programas de Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais são programas voltados aos serviços típicos de Estado. ainda que se situe aquém ou além do período de vigência do PPA. l) Estratégia de implementação do programa Indica como serão conduzidas as ações. comunidades. responsabilidades no gerenciamento e na execução das ações (órgãos e unidades administrativas). O término previsto a ser considerado é o do programa. Distrito Federal e Municípios e transferências) para atingir os resultados pretendidos pelo programa. à coordenação. podendo ser composto inclusive por despesas de natureza tipicamente administrativas. à formulação de políticas setoriais. à avaliação ou ao controle dos programas finalísticos. h) Objetivo setorial associado Especifica o principal objetivo setorial para o qual o programa contribui. Públicof) Público-alvo Especifica o(s) segmento(s) da sociedade ao(s) qual(is) o programa se destina. ao planejamento. Um programa pode ser de natureza contínua mesmo que parte de suas ações seja de natureza temporária. instituições ou setores beneficiados diretamente pelos resultados da execução do programa. para programas novos. serão informados o mês e ano de início e de término previstos. também. resultando em bens ou serviços ofertados ao próprio Estado. são pessoas. e a forma de execução (direta. a forma de implementação das ações.Programas Finalísticos dos quais resultam bens ou serviços ofertados diretamente à Finalísticos: sociedade. No caso de programa temporário. descentralizada para Estados.Orçamento Federal Objetivo: Garantir à população em situação de insegurança alimentar o acesso à alimentação digna. quais os instrumentos disponíveis ou a serem constituídos. k) Horizonte temporal Estabelece o período de vigência do programa. na descrição da estratégia de implementação.

eficiência ou efetividade alcançada com a execução do programa.Fipe. Departamento Intersindical de Estatística e 42 . Em muitos casos. conforme o caso.IBGE. 5. Unidade de medida Padrão escolhido para mensuração da relação adotada como indicador. Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas . municipal e privado) envolvidos. Fundação Getúlio Vargas . Fonte Órgão responsável pelo registro ou produção das informações necessárias para a apuração do indicador e divulgação periódica dos índices. expresso pelo indicador. Bacen. ao longo de cada ano do período de vigência do PPA. Esses deverão manter sistemas de coleta e tratamento de informações com esta finalidade. Consiste na aferição de um indicador em um dado momento. a unidade de medida seria "1/1000" (1 óbito para cada 1000 nascimentos). Índice ao final do programa (somente para programas temporários) Resultado que se deseja atingir com a conclusão da execução do programa. de Índice de referência Situação mais recente do problema e sua respectiva data de apuração. n) Indicador Instrumento capaz de medir o desempenho do programa. Deve ser preenchido apenas no caso dos programas temporários. é obrigatório haver ao menos um indicador. Índices esperados ao longo do PPA Situação que se deseja atingir com a execução do programa. e a contribuição de cada um para o sucesso do programa. 4. entretanto.Orçamento Federal agentes e parceiros (federal. As informações utilizadas na construção dos indicadores poderão ser produzidas pelos próprios órgãos executores dos programas ou outros integrantes da estrutura do Ministério responsável. sensível à contribuição das principais ações e apurável em tempo oportuno. e os mecanismos (sistemas) utilizados no monitoramento da execução das ações do programa. coerente com o objetivo estabelecido. Exemplo: Objetivo: Reduzir o analfabetismo no País Indicador: Taxa de analfabetismo (relação percentual entre a população não alfabetizada e a população total) Para cada programa finalístico. Exemplo: para o indicador "taxa de analfabetismo" a unidade de medida seria "porcentagem" e para o indicador "taxa de mortalidade infantil". que servirá de base para projeção do indicador ao longo do PPA. 2. estadual. O indicador possui os atributos especificados a seguir: 1. Para os programas de apoio às políticas e áreas especiais. Deve ser passível de aferição. O indicador permite. a presença de indicadores é facultativa. mensurar a eficácia. Denominação Forma pela qual o indicador será apresentado à sociedade. Índices 3. as informações serão buscadas em outras fontes que podem ser instituições oficiais ou mesmo privadas. mensurado com a unidade de medida escolhida.FGV. quando de reconhecida credibilidade: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .

Associação Nacional dos Bancos de Investimento Anbid. entre outros. bienal (apurado a cada dois anos). podem ser classificadas como atividades. que contribuem par atender ao objetivo de um programa. 7. conforme suas características. de forma sucinta e por meio de expressões matemáticas. mensal (apurado uma vez ao mês). b) Projeto É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. as transferências obrigatórias ou voluntárias a outros entes da Federação e a pessoas físicas e jurídicas. subvenções. c) Operação Especial Despesas que não contribuem para a manutenção.Orçamento Federal Estudos Socioeconômicos . podendo ser municipal. contribuições. das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo. envolvendo um conjunto de operações. Base geográfica Menor nível de agregação geográfica da apuração do índice. Exemplos: 43 . Incluem-se também no conceito de ação. Periodicidade Frequência com a qual o indicador é apurado. na forma de subsídios. a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o número de casos novos de tétano neonatal e o total da população menor de um ano de idade". entre outras. das quais não resulta um produto e não gera contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços. para o indicador "Espaço aéreo monitorado". projetos ou operações especiais. estadual. Exemplo: “Implantação da rede nacional de bancos de leite humano”.Dieese. 8. das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção da ação de Governo. expansão ou aperfeiçoamento das ações de governo. AÇÃO A ação é operação da qual resultam produtos (bens ou serviços). a) Atividade É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. auxílios. Exemplo: “Fiscalização e monitoramento das Operadoras de Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde”. 6. regional ou nacional. As ações. assim como. e os financiamentos. Exemplo. para o indicador "Incidência do tétano neonatal". limitadas no tempo. a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o espaço aéreo monitorado e o espaço aéreo sob jurisdição do Brasil". o algoritmo que permite calcular o valor do indicador. Exemplo: anual (apurado uma vez ao ano). envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente. Fórmula de cálculo Demonstra.

Complementação ou compensação financeira da União. 4. 6. Transferências ao Governo do Distrito Federal). Salário-Educação. 10. Amortização. 3. Reserva de contingência. nas LDOs e nas LOAs. Operações relativas à subscrição de ações. Desapropriação de ações. Contribuição a organismos e/ou entidades nacionais ou internacionais. 9. etc. Participação da União no capital de empresas nacionais ou internacionais.). 13. Indenizações financeiras (anistiados políticos. 18. nomeações. e 20. benefícios previdenciários. questões previdenciárias ou outras situações em que a União assuma garantia de operação). Transferências constitucionais ou legais por repartição de receita (FPM. coberturas de garantias. 8. a individualização do projeto em título específico é obrigatória. 2. 19. sentenças de pequeno valor. ressarcimentos. FPE. Contraprestação da União nos contratos de Parcerias Público-Privadas. juros. encargos e rolagem da dívida contratual e mobiliária. 14. Será apresentada no PPA. Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente 44 . sentenças contra empresas. Finalidade e) Finalidade Objetivo a ser alcançado pela ação. 17.). Expressa. Pagamento de aposentadorias e pensões. Integralização e/ou recomposição de cotas de capital junto a entidades internacionais. inclusive as decorrentes de receitas próprias ou vinculadas. programas de garantias de preços etc). 12. subvenções. assistência financeira) reembolsáveis ou não. Ações de reservas técnicas (centralização de recursos para atender concursos. Exemplo: "Aquisição de Equipamentos para a Rede Federal de Educação Profissional Agrícola" No caso de projetos de grande vulto. débitos vincendos. Cumprimento de sentenças judiciais (precatórios. seguros. em linguagem clara. honras de aval.Orçamento Federal 1. financiamentos diretos. 5. 15. Contribuição patronal da União ao Regime de Previdência dos Servidores Públicos. provimentos. Contribuição à previdência privada. dissolução ou liquidação de empresas. Encargos financeiros (decorrentes da aquisição de ativos. concessão de créditos. 16. o objeto da ação. Pagamento de indenizações. Distrito Federal e Municípios. Outras. benefícios de assistência social. equalizações. Compensação de Tributos ou Participações aos Estados. coberturas de resultados. 7. d) Título Forma de identificação da ação pela sociedade. 11. Operações de financiamento e encargos delas decorrentes (empréstimos. reestruturação de carreiras etc. auxílios. subsídios. abonos.

por exemplo. ou seja. ou seja. bem como as despesas com o agente financeiro". Cada ação deve ter um único produto. despesas com o despachante aduaneiro. com 11 11 Exemplos: "Servidor treinado" e "Estrada A classificação da ação como direta ou descentralizada não é mutuamente exclusiva. visando ao aumento da sobrevida e a interrupção do ciclo de doenças".HIV/Aids e das doenças sexualmente transmissíveis . pois em alguns casos é possível que determinadas ações sejam implementadas tanto de forma direta quanto descentralizada. k) Forma de implementação Indica a forma de implementação da ação . g) Produto Bem ou serviço que resulta da ação. transporte e distribuição de medicamentos para o tratamento ambulatorial e domiciliar dos casos positivos da doença. seu escopo e suas delimitações. transporte de cargas e encomendas.Orçamento Federal Transmissíveis" a finalidade é "Garantir à população acesso aos medicamentos para tratamento dos portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida . f) Descrição Expressa. Município ou Distrito Federal). conservação. demanda recursos orçamentários. acondicionamento. expressa a quantidade de beneficiários atendidos pela ação. Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis" a descrição é "Aquisição. o que é efetivamente feito no âmbito da ação. a ação "Fiscalização dos Serviços de Transporte Ferroviário" executada diretamente pelo Governo Federal. manutenção das empilhadeiras hidráulicas. inclusive as desenvolvidas por parceiros. sem que ocorra transferência de recursos financeiros para outros entes da Federação (Estados. Distrito Federal e Municípios).DST. construída". Deve ser classificada segundo os conceitos abaixo: Direta: ação executada diretamente ou sob contratação pela unidade Direta responsável. destinado ao público-alvo ou o investimento para a produção deste bem ou serviço. h) Unidade de medida Padrão selecionado para mensurar a produção do bem ou serviço. 45 . de forma sucinta. j) Tipo de ação Informa se a ação é orçamentária. i) Especificação do produto Expressa as características do produto acabado. descrevendo todas as etapas do processo até a entrega do produto. ou se é não orçamentária. locação de câmaras frigoríficas. não demanda recursos orçamentários do ente. visando sua melhor identificação. Em situações especiais. na área de competência da União. Descentralizada: atividades ou projetos. executados por outro ente da Federação (Estado. como.

inclusive empresa estatal ou parceiro (Estado. podendo conter dados técnicos e detalhes sobre os procedimentos que fazem parte da execução da ação.UNESCO". de 13 de março de 1974. 46 . executada por governos estaduais com repasse de recursos da União. a ação "Prevenção. como. Exemplos: "Financiamento a Projetos na Área de Serviços de Saúde" e "Financiamento Habitacional para Cooperativas e Associações Populares (Crédito Solidário)". Municípios e ao Setor Privado. projeto de lei do plano plurianual ou emenda parlamentar. por exemplo. o) Unidade responsável É a unidade administrativa. não se considera como transferência voluntária. m) Tipo de inclusão da ação Identifica a origem de criação da ação. art. responsável pela execução da ação. Transferência: Transferência: Obrigatória: Obrigatória operação especial que transfere recursos. como. a ação "Transferência da cota-parte do salário-educação”. Base n) Base legal Especifica os instrumentos normativos que dão respaldo à ação e permitem identificar se uma ação é Transferência Obrigatória ou se trata de aplicação de recursos em área de competência da União. Controle e Erradicação das Doenças da Avicultura". projeto de lei de crédito especial. por exemplo. art. das quais resulte contraprestação na forma de bem ou direito que se incorpore ao patrimônio do concedente. Distrito Federal.112. parágrafo único. Município. - Linha de crédito: ação realizada mediante empréstimo de recursos aos beneficiários da ação. Municípios e consórcios públicos para a realização de ações cuja competência seja exclusiva do concedente. Lei nº 8.841. inciso I. por exemplo. de responsabilidade da União. como.507. l) Detalhamento da implementação Expressa o modo como a ação será executada. 5º. e Decreto nº 73. de 12 de novembro de 1997.Orçamento Federal recursos repassados pela União. 8º. de 11 de dezembro de 1990. a Ciência e a Cultura . Projeto de lei orçamentária. por determinação constitucional ou legal. Observação: Observação: Conforme art. a destinação de recursos a Estados. entidade. Distrito Federal. 45 da LDO 2011. Enquadram-se também nessa classificação os casos de empréstimos concedidos por estabelecimento oficial de crédito a Estados e Distrito Federal. art. ou setor privado). Distrito Federal e Municípios. 12. organizações não governamentais e outras instituições. Lei nº 8. Exemplos: Lei nº 9. que tenham sido delegadas aos referidos entes da Federação com ônus para a União. a ação "Contribuição à Organização das Nações Unidas para a Educação. de 11 de dezembro de 1990. § 1º.112. aos Estados. e Outras: operação especial que transfere recursos a entidades privadas sem fins lucrativos.

e "Aquisição de sinais náuticos". além de evidenciar a focalização. em alguns casos. . não podendo haver. "Prolongamento do cais acostável". deverá ser justificado o motivo. que trata do custo de referência do projeto. por um critério 47 . Centro Oeste. o etapa: objeto da etapa. de forma clara. as ações não-orçamentárias e. "Implantação de sistemas de combate a incêndio". não terá custos futuros. ao construir uma escola a ser operada pelo governo municipal. que se refere às datas de início e previsão de término do projeto. excepcionalmente. utilizados especialmente para especificar a localização física da ação. alteração da finalidade da ação. etapa: Exemplo: "Remodelagem do cais do Porto com obras na cortina de estacas-prancha".título da etapa forma pela qual a etapa será identificada pela sociedade. do produto e das metas estabelecidas. no exterior. a União. Sul).ordem da etapa: ordem numérica de execução da etapa. Exemplos: "Cais ampliado" e "Segurança operacional implementada". Os projetos. uma vez que as despesas de manutenção incorrerão sobre outro ente da Federação. que indica o impacto (estimativa de custo anual) sobre as despesas de operação e manutenção do investimento após o término do projeto e em quais ações esse aumento ou decréscimo de custos ocorrerá. r) Repercussão financeira do projeto sobre o custeio da União Atributo específico dos projetos. Sudeste. por Região (Norte. .Orçamento Federal p) Custo total estimado do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. Por exemplo. a preços correntes. .resultado da etapa: expressa. Os atributos de cada etapa são: . A execução de um determinado projeto geralmente acarreta incremento no custo de atividades. SUBTÍTULO As atividades. o que é efetivamente feito no âmbito da etapa. os custos e os impactos da ação governamental. por Estado ou Município ou. Se por alguma razão o impacto for nulo. Nordeste. Expressa. A adequada localização do gasto permite maior controle governamental e social sobre a implantação das políticas públicas adotadas. Por exemplo. q) Duração do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. por conseguinte. desde o seu início até a sua conclusão. de forma sucinta. os projetos e as operações especiais serão detalhados em subtítulos.descrição da etapa expressa. os subtítulos (localizadores de gasto) podem ter suas etapas intermediárias detalhadas. s) Etapas Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. ao construir um hospital a ser mantido pela União. o resultado esperado ao final da etapa. Exemplos: "Remodelagem do cais". de forma sucinta. caso o projeto venha a ser mantido pela União.valor da etapa: expressa o custo estimado da etapa em preços correntes. . A localização do gasto poderá ser de abrangência nacional. haverá um incremento no custo das atividades de manutenção hospitalar da União.

Programas Padronizados da União 2.5 ou 7 2. pode-se identificar o tipo de ação: 1º DIGITO 1. o subtítulo representa o menor nível de categoria de programação e será detalhado por esfera orçamentária. A LDO veda que na especificação do subtítulo haja referência a mais de uma localidade.000 . Esses programas padronizados estão vinculados ao Órgão 92. sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária.2.5 São programas com atributos padronizados referentes ao custeio da máquina estatal e são compostos de ações específicas para este fim.1.2. 48 .5. Estrutura Programática na Base do Sistema de Orçamento a) programa Na base do sistema. 0902 .3.2. quando necessário.2.Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais. se determinados. 1º 2º 3º 4º b) ação e subtítulo : Na base do sistema a ação é identificada por um código alfanumérico de oito dígitos: 1º numérico AÇÃO 2º 3º alfanuméricos 4º 5º 6º 7º 8º numéricos (Subtítulo) Ao observar o 1º dígito do código. etc.2.Atividades Padronizadas. por grupo de natureza de despesa. por modalidade de aplicação. mas que participa dos programas do PPA) 2. identificador de uso e por fonte de recursos. o campo que identifica o programa contém quatro dígitos. 0901 .Operações Especiais: Financiamentos com Retorno. área geográfica ou beneficiário. Na União.Orçamento Federal específico. 4.5 Padronizados 2. Exemplos de programas padronizados: 0750 . Programas e Ações Padro nizados 2.Apoio Administrativo. 6 ou 8 0 9 Projeto Atividade TIPO DE AÇÃO Operação Especial Ação não Orçamentária (ação sem dotação nos orçamentos na União.2.2. 5 .2.

finalidade e descrição.5. 2. O conjunto de informações que formam o código é conhecido como classificação por o o o 49 . o art. Ações Padronizadas pela União As ações padronizadas pela União identificam-se quando uma mesma ação é realizada pelos diversos órgãos e unidades orçamentárias da Administração Pública Federal. ou seja. e 53. e instituída para cada ano. 53.3. função.101Ministério da Integração Nacional.3. unidade de medida.2.204 . Exemplo: 8621 .320. Exemplo: No caso da vacinação de crianças.2. As metas físicas são indicadas em nível de subtítulo e agregadas segundo os respectivos projetos. Nessas ações padronizadas. 12 e 13 da Lei n 4. Ações Padronizadas pelos Setoriais As ações padronizadas pelos setoriais identificam-se quando uma mesma ação é realizada por duas ou mais unidades orçamentárias no âmbito do órgão setorial correspondente.Ministério da Integração Nacional. se for o caso.2. Esses atributos só podem ser alterados pelo Órgão Setorial correspondente e/ou pelo órgão central.5.Orçamento Federal União 2. Assim como no caso da receita.000 . programa e ação. tipo de ação.2. atualmente consubstanciados no Anexo II da Portaria Interministerial n 163. a maior parte dos atributos são editáveis ficam bloqueados para alteração. forma e descrição da implementação e base legal. os atributos de título da ação.3.3.1. ainda que a campanha seja de âmbito nacional e a despesa paga de forma centralizada. produto. Programação Física Meta Física A meta física é a quantidade de produto a ser ofertado por ação. Exemplo: 2272 . 13 serão identificados por números de código decimal. Nota: É importante ressaltar que o detalhamento do PPA é feito por órgão.2. em nível de unidade orçamentária. de 2001.2. Componentes da Programação Financeira Natureza de Despesa Os arts.2.Gestão e Administração do Programa. num determinado período. na forma do Anexo IV dessa Lei. Componentes da Programação Física e Financeira 2. 2.201 – CODEVASF. a meta será regionalizada pela quantidade de crianças a serem vacinadas ou de vacinas empregadas em cada Estado. O mesmo ocorre com a distribuição de livros didáticos. não há discriminação das unidades orçamentárias.DNOCS no programa 0515 dentro do órgão 53. de 1964. 2. 8 estabelece que os itens da discriminação da despesa mencionados no art. de forma regionalizada. atividades ou operações especiais.2. tratam da classificação da despesa por categoria econômica e elementos.2. Nessas ações padronizadas os únicos atributos que são passíveis de alteração pelos órgãos são: função e unidade administrativa responsável pela execução da ação. Vale ressaltar que o critério para regionalização de metas é o da localização dos beneficiados pela ação. subfunção.Estudos para Projetos de Obras de Infra-Estrutura Hídrica. esta ação existe nas unidades 53.

1.Orçamento Federal natureza de despesa e informa a categoria econômica da despesa. 50 . o grupo a que ela pertence.2. para a formação ou aquisição de um bem de capital.2.Despesas de Capital 12 3 – Despesas Orçamentárias Correntes classificam-se nessa categoria todas as Correntes: despesas que não contribuem. Grupo de Natureza da Despesa O grupo de natureza da despesa é um agregador de elementos de despesa com as mesmas características quanto ao objeto de gasto. diretamente. conforme discriminado a seguir: 12 Para efeito de identificação considera-se a Categoria Econômica “9” como Reserva de Contingência de acordo com o artigo 8º da Portaria Interministerial SOF/STN nº163.2. diretamente.2. Categoria Econômica da Despesa A despesa. para a formação ou aquisição de um bem de capital.3. 2. com os seguintes códigos: CATEGORIAS A – CATEGORIAS ECONÔMICAS 3 . Na base do sistema de orçamento o campo que se refere à natureza de despesa contém um código composto por seis algarismos: 1º Categoria Econômica da Despesa 2º Grupo de Natureza da Despesa 3º 4º 5º 6º Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa 2. assim como a receita.Despesas Correntes 4 .Despesas Orçamentárias de Capital: classificam-se nessa categoria aquelas Orçamentárias Capital: despesas que contribuem.3.2. é classificada em duas categorias econômicas . a modalidade de aplicação e o elemento. 4 .

Investimentos 5 . bem como da dívida pública mobiliária. horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas.Reserva de Contingência 1 .Pessoal e Encargos Sociais 2 . comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas.Inversões financeiras 6 .GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA 1 .Juros e Encargos da Dívida Despesas orçamentárias com o pagamento de juros.Pessoal e Encargos Sociais Despesas orçamentárias com pessoal ativo. inativo e pensionistas.Orçamento Federal B . além de outras despesas da categoria econômica "Despesas Correntes" não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa. proventos da aposentadoria. civis.Amortização da Dívida 51 . subvenções. conforme estabelece o caput do art.Inversões Financeiras Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis ou bens de capital. inclusive adicionais. funções ou empregos. auxílio-transporte. e com a aquisição de instalações. 4 . 2 .Outras Despesas Correntes Despesas orçamentárias com aquisição de material de consumo. subsídios. 18 da LRF.Juros e Encargos da Dívida 3 . auxílio-alimentação. reformas e pensões. tais como vencimentos e vantagens. quando a operação não importe aumento do capital. 3 . cargos.Amortização da Dívida 9 . relativas a mandatos eletivos.Investimentos Despesas orçamentárias com softwares e com o planejamento e a execução de obras. 5 . Dívida 6 . gratificações. além de outras despesas classificáveis nesse grupo. bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência. constituídas. em utilização. contribuições.Outras Despesas Correntes 4 . equipamentos e material permanente. fixas e variáveis. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie. e com a constituição ou aumento do capital de empresas. com quaisquer espécies remuneratórias. militares e de membros de Poder. pagamento de diárias.

bem como eventos fiscais imprevistos. 52 . A modalidade de aplicação objetiva.Execução Orçamentária Delegada à União 30 .Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal 40 .Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos 60 .3. ou diretamente para entidades privadas sem fins lucrativos e outras instituições.Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo 32 . inclusive para suas entidades da administração indireta. ou.Transferências à União 22 . seus órgãos ou entidades. 9 – Reserva de Contingência Despesas orçamentárias destinadas ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos.Transferências à União Despesas orçamentárias realizadas pelos Estados.2.Execução Orçamentária Delegada a Municípios 50 . Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social 99 . Municípios ou pelo Distrito Federal. principalmente. conforme discriminado a seguir: MODALIDADES DE APLICAÇÃO 20 . inclusive a abertura de créditos adicionais.Transferências a Instituições Multigovernamentais 71 .A Definir 20 .Aplicações Diretas 91 .Execução Orçamentária Delegada a Consórcio Públicos 80 .2.Orçamento Federal Despesas orçamentárias com o pagamento e/ou refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa.Transferências a Consórcios Públicos 72 . mediante transferência de recursos financeiros à União. 2.Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos 70 .Transferências a Municípios 41 . Modalidade de Aplicação A modalidade de aplicação indica se os recursos serão aplicados mediante transferência financeira. contratual ou mobiliária. ou por outro órgão ou entidade no âmbito do mesmo nível de Governo. diretamente pela unidade detentora do crédito orçamentário.Transferências a Municípios – Fundo a Fundo 42 .3.Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. eliminar a dupla contagem dos recursos transferidos ou descentralizados.Transferências a Estados e ao Distrito Federal 31 . inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outras esferas de Governo. então.Transferências ao Exterior 90 .

inclusive o Brasil. decorrentes de delegação ou descentralização a Estados e ao Distrito Federal para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante.Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades com fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública.Execução Orçamentária Delegada a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. 70 .Transferências a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Estados aos Municípios. 31 . 41 . inclusive para suas entidades da administração indireta.Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal por intermédio da modalidade fundo a fundo. 53 . decorrentes de delegação ou descentralização à União para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. 40 . decorrentes de delegação ou descentralização a Municípios para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. 30 . 42 . 60 . 32 . dos Estados ou do Distrito Federal aos Municípios por intermédio da modalidade fundo a fundo.Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades sem fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública.Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros.Execução Orçamentária Delegada à União Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros.Transferências a Instituições Multigovernamentais Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas e mantidas por dois ou mais entes da Federação ou por dois ou mais países. inclusive para suas entidades da administração indireta. 50 .Transferências a Municípios – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União.Orçamento Federal 22 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal.

no âmbito da mesma esfera de Governo. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Despesas orçamentárias de órgãos. obras e instalações. quando o recebedor dos recursos também for órgão. material de consumo. Os códigos dos elementos de despesa estão definidos no Anexo II da Portaria Interministerial nº 163. autarquia. 80 . Elemento de Despesa O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto. de 6 de abril de 2005. empresa estatal dependente ou outra entidade constante desses orçamentos. taxas e contribuições. autarquias. pela unidade orçamentária.2.Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.4. bens e serviços. subvenções sociais. diárias.3.Aplicações Diretas Aplicação direta. no âmbito da mesma esfera de governo. objetivando a execução dos programas e ações dos respectivos entes consorciados.107. inclusive aqueles que tenham sede ou recebam os recursos no Brasil. 91 . de 2001. tais como vencimentos e vantagens fixas. além de outras operações. fundações. 90 .Transferências ao Exterior Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a órgãos e entidades governamentais pertencentes a outros países. auxílios. 99 . discriminados a seguir: 54 .Orçamento Federal 71 . a organismos internacionais e a fundos instituídos por diversos países.2. dos créditos a ela alocados Social.A Definir Modalidade de utilização exclusiva do Poder Legislativo ou para classificação orçamentária da Reserva de Contingência e da Reserva do RPPS. equipamentos e material permanente. ou oriundos de o descentralização de outras entidades integrantes ou não dos Orçamentos Fiscal ou da Seguridade 2. pagamento de impostos. juros.Transferências a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas sob a forma de consórcios públicos nos termos da Lei n 11.Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. vedada a execução orçamentária enquanto não houver sua definição. serviços de terceiros prestados sob qualquer forma. fundação. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social decorrentes da aquisição de materiais. amortização e outros que a Administração Pública utiliza para a consecução de seus fins. fundos. 72 . fundo. decorrentes de delegação ou descentralização a consórcios públicos para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante.

É vedada a utilização de elementos de despesa que representem gastos efetivos (ex. o que pode ocorrer apenas em operações especiais. 39. 36. 42-Auxílios e 43-Subvenções Sociais. 55 . 35. 51. etc) em operações especiais. 52.: 30.Orçamento Federal É vedada a utilização em projetos e atividades dos elementos de despesa 41-Contribuições.

Artísticas.Outras Despesas Variáveis . 56 13 13 .Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização 35 .Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato 23 .Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso 07 – Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência 08 . Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária 24 .Diárias – Civil 15 .Pessoal Civil 12 . Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita 33 .Outros Benefícios Previdenciários 06 .Salário-Família 10 .Encargos pela Honra de Avais.Aposentadorias.Locação de Mão-de-Obra 38 .Juros.Diárias – Militar 16 .Material.Pessoal Militar 18 .Orçamento Federal ELEMENTO DE DESPESA 01 .Premiações Culturais.Passagens e Despesas com Locomoção 34 .Material de Consumo 31 .Obrigações decorrentes de Política Monetária 27 .Outros Benefícios Assistenciais 09 .Vencimentos e Vantagens Fixas .Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita 26 .Outras Despesas Variáveis . 38 da LRF. Seguros e Similares 28 .Outros Benefícios de Natureza Social 11 .Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes 30 . Governador de Estado e Prefeito Municipal. Científicas.Obrigações Patronais 14 .Pessoal Militar 13 .Pessoa Física 37 . Desportivas e Outras 32 .Serviços de Consultoria 36 – Outros Serviços de Terceiros .Arrendamento Mercantil Conforme art.Auxílio Financeiro a Estudantes 19 – Auxílio-Fardamento 20 .Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos 29 .Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária 25 .Auxílio Financeiro a Pesquisadores 21 Juros sobre a Dívida por Contrato 22 .Pessoal Civil 17 .Vencimentos e Vantagens Fixas .Contratação por Tempo Determinado 05 .Pensões 04 . Garantias. estará proibida operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no último ano de mandato do Presidente da República. Reserva Remunerada e Reformas 03 .

Contribuições 42 .Despesas de Exercícios Anteriores 93 .Principal da Dívida Mobiliária Resgatado 73 .Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS 99 .Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 81 .Equipamentos e Material Permanente 61 .Pessoa Jurídica 41 .Aquisição de Imóveis 62 .Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado 77 .Auxílios 43 .Subvenções Econômicas 46 .Concessão de Empréstimos e Financiamentos 67 .Orçamento Federal 39 .Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado 97 .Depósitos Compulsórios 71 .Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 65 .Obrigações Tributárias e Contributivas 48 .Indenizações e Restituições Trabalhistas 95 .Sentenças Judiciais 92 .Obras e Instalações 52 .Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas 91 .Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada 74 – Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada 75 .Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas 49 .Auxílio-Transporte 51 .A Classificar 14 Idem ao item 13.Outros Serviços de Terceiros .Subvenções Sociais 45 .Indenizações e Restituições 94 .Constituição ou Aumento de Capital de Empresas 66 .Auxílio-Alimentação 47 .Aquisição de Títulos de Crédito 64 . 57 .Principal da Dívida Contratual Resgatado 72 .Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da 14 Receita 76 .Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo 96 .Aquisição de Produtos para Revenda 63 .

” 07 . 06 . para complementação de aposentadoria.Orçamento Federal 01 – Aposentadorias.. e tem por objetivos: [.] V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. comprovadamente.Outros Benefícios Previdenciários Despesas orçamentárias com outros benefícios do sistema previdenciário exclusive aposentadoria. pensionistas do plano de benefícios da previdência social. 05 . pensões concedidas por lei específica ou por sentenças judiciais. Auxílio-reclusão devido à família do servidor ou do militar afastado por motivo de prisão. militares da reserva remunerada e reformados e segurados do plano de benefícios da previdência social. de acordo com legislação específica de cada ente da Federação. 203 – A assistência social será prestada a quem dela necessitar.. inclusive obrigações patronais e outras despesas variáveis. 58 . 203. e Auxílio-invalidez pagos diretamente ao servidor ou militar. Auxílio-natalidade devido à servidora ou militar. conforme regulamento. Auxílio-creche ou Assistência Pré-escolar devido ao dependente do servidor ou militar. 08 .Pensões Despesas orçamentárias com pensionistas civis e militares.Outros Benefícios Assistenciais Despesas orçamentárias com: Auxílio-funeral devido à família do servidor ou do militar falecido na atividade. reformas e pensões. 04 . ou a terceiro que custear. 03 . independentemente de contribuição à seguridade social. que dispõe: “Art. conforme dispuser a lei.Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Despesas orçamentárias com os encargos da entidade patrocinadora no regime de previdência fechada. Reserva Remunerada e Reformas Aposentadorias.Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Benefício Despesas orçamentárias decorrentes do cumprimento do art. adorias Despesas orçamentárias com pagamentos de inativos civis. inciso V. da Constituição Federal. cônjuge ou companheiro servidor público ou militar por motivo de nascimento de filho. ou aposentado. quando for o caso.Contratação por Tempo Determinado Despesas orçamentárias com a contratação de pessoal por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. as despesas com o funeral do ex-servidor ou do ex-militar.

Adiantamento do 13 Salário. Gratificação de Representação. Adicional de Compensação Orgânica. de Secretário de Estado e de Município. Gratificação de Função-Magistério Superior. 10 . Gratificação de Dedicação Exclusiva. os quais são pagos à conta do plano de benefícios da previdência social. 13 Salário Proporcional. Adicional Militar. Gratificação Especial de Localidade. Gratificação de Representação de Gabinete. Vencimento ou Salário de Cargos de Confiança. Incentivo Funcional . Gratificação de Regência de Classe. 12 .Pessoal Militar Despesas orçamentárias com: Soldo.Obrigações Patronais Despesas orçamentárias com encargos que a administração tem pela sua condição de empregadora. Adicional de Tempo de Serviço. Parcela Incorporada (ex-quintos e ex-décimos). Gratificação por Encargo de Curso ou de Concurso.Pessoal Civil Despesas orçamentárias com: Vencimento. tais como: Gratificação Adicional Pessoal Disponível. inativos e pensionistas. 13 . da CF). Gratificação de Habilitação Profissional. Gratificação de Engenheiro Agrônomo. Divisão ou Equivalente. Licença-Prêmio por assiduidade. Gratificação pela Chefia de Departamento. e resultantes de pagamento de pessoal ativo.Sanitarista. tais como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e contribuições para Institutos de Previdência. 239 da CF. e outras despesas correlatas. Gratificação de Produtividade do Ensino. Adicional Noturno. Gratificação de Direção Geral ou Direção (Magistério de lº e 2º Graus). Adicional de Férias 1/3 (art. inciso XVII. Adicional Natalino. “Pró-labore” de Procuradores. Representação Mensal. Gratificação de Atividade. Gratificação da Atividade de Fiscalização do Trabalho. Adicional de Permanência. Férias Antecipadas de Pessoal Permanente. e outras despesas correlatas de caráter permanente. em cumprimento aos §§ 3 e 4 do art. Férias Vencidas e Proporcionais. Subsídios. Gratificação de Natal. Gratificações. exclusive os regidos pela CLT. Gratificação de Estímulo à Fiscalização e Arrecadação de Contribuições e de Tributos. 11 .Salário-Família SalárioDespesas orçamentárias com benefício pecuniário devido aos dependentes econômicos do militar ou do servidor. 7 .Outros Benefícios de Natureza Social Despesas orçamentárias com abono PIS/PASEP e Seguro-desemprego. Gratificação pela Chefia ou Coordenação de Curso de Área ou Equivalente.Orçamento Federal 09 .Vencimentos e Vantagens Fixas . Gratificação por Produção Suplementar. Adicional de Habilitação. de caráter permanente. Diferenças Individuais Permanentes. previstas na estrutura remuneratória dos militares. Retribuição Básica (Vencimentos ou Salário no Exterior). Adicional de Férias. Vantagens Pecuniárias de Ministro de Estado. Gratificação por Trabalho de Raios X ou Substâncias Radioativas. Adicional de Insalubridade. Gratificação de Desempenho das Atividades Rodoviárias. Adicionais de Periculosidade. Gratificação de Localidade Especial. Gratificação de Interiorização. inclusive a alíquota de o o o o o 59 . Indenização de Habilitação Policial. Abono Provisório. Gratificação de Atendimento e Habilitação Previdenciários. Vencimento do Pessoal em Disponibilidade Remunerada.Vencimentos e Vantagens Fixas . Salário Pessoal Permanente. Aviso Prévio (cumprido).

realizadas por pessoas físicas na condição de estudante. 60 . pago diretamente ao servidor ou militar. tais como: hora-extra. 20 .Militar Despesas orçamentárias decorrentes do deslocamento do militar da sede de sua unidade por motivo de serviço. 15 . Estudantes 18 .Auxílio Financeiro a Estudantes Despesas orçamentárias com ajuda financeira concedida pelo Estado a estudantes comprovadamente carentes.Diárias . 14 .Civil Despesas orçamentárias com cobertura de alimentação. substituições.Auxílio-Fardamento Despesas orçamentárias com o auxílio-fardamento.Pessoal Militar Despesas orçamentárias eventuais. Auxílio19 .Outras Despesas Variáveis . Outras 17 . individual ou coletivamente. observado o disposto no art. devidas em virtude do exercício da atividade militar.Outras Despesas Variáveis . decorrentes do pagamento de pessoal dos órgãos e entidades da administração direta e indireta. 21 . e concessão de auxílio para o desenvolvimento de estudos e pesquisas de natureza científica. de natureza remuneratória.Juros sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com juros referentes a operações de crédito efetivamente contratadas. pousada e locomoção urbana. observado o disposto no art. 26 da LRF.Diárias . em caráter eventual ou transitório. e cujo pagamento só se efetua em circunstâncias específicas. entendido como sede o Município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício em caráter permanente. no desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas. 26 da LRF.Orçamento Federal contribuição suplementar para cobertura do déficit atuarial. destinadas à indenização das despesas de alimentação e pousada.Pessoal Civil Despesas orçamentárias relacionadas às atividades do cargo/emprego ou função do servidor.Auxílio Financeiro a Pesquisadores Despesas orçamentárias com apoio financeiro concedido a pesquisadores. e outras despesas da espécie. 16 . nas suas mais diversas modalidades. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das contribuições de que trata este elemento de despesa. exceto aquelas classificadas em elementos de despesas específicos. exceto na condição de estudante. do servidor público estatutário ou celetista que se desloca de sua sede em objeto de serviço.

outros combustíveis e lubrificantes. como autoridade monetária. material de manobra e patrulhamento. farmacológico e laboratorial. em razão dos resultados positivos desses fundos.Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida mobiliária. o 61 .Material de Consumo Despesas orçamentárias com álcool automotivo. combustível e lubrificantes de aviação. § 8 . Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com a remuneração real devida pela aplicação de capital de terceiros em títulos públicos. sementes e mudas de plantas. garantias.Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Despesas orçamentárias com a distribuição de resultado positivo de empresas estatais dependentes. corretagem. imposto de renda e outros encargos. comissões bancárias. alimentos para animais.Orçamento Federal 22 . conforme art. diesel automotivo. pen-drive. seguro etc. da CF. inclusive a título de dividendos e participação de empregados nos referidos resultados. animais para estudo.Juros. 24 . e produtos de higienização. 26 . . lubrificantes automotivos.Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Despesas orçamentárias com o pagamento de encargos da dívida pública. seguros. material para esportes e diversões. Seguros e Similares Despesas orçamentárias que a administração é compelida a realizar em decorrência da honra de avais.Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida pública contratada. tais como: taxas. 27 . material de construção para reparos em imóveis. nos termos da legislação vigente. segurança. apurado em balanço. copa e cozinha. 165. material gráfico e de processamento de dados. 29 . corte ou abate. material de coudelaria ou de uso zootécnico. material biológico. material de cama e mesa. à semelhança de dividendos. 28 .Obrigações decorrentes de Política Monetária Despesas orçamentárias com a cobertura do resultado negativo do Banco Central do Brasil. fianças e similares concedidos. tais como: comissão. 30 . Garantias. prêmios. gêneros de alimentação. socorro e sobrevivência. 25 . 23 .Encargos pela Honra de Avais. gás engarrafado. gasolina automotiva. material de expediente.Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Despesas orçamentárias com encargos decorrentes da remuneração de cotas de fundos autárquicos. aquisição de disquete. inclusive os juros decorrentes de operações de crédito por antecipação da receita. material de proteção.

reposição e aplicação. condecorações. hospitalar e ambulatorial. de acordo com o art. com aquisição de passagens (aéreas. taxas de embarque. científicas. material odontológico. material para instalação elétrica e eletrônica. uniformes. monitores diretamente contratados. pedágios. prestado por pessoa física sem vínculo empregatício. suprimento de proteção ao voo.Locação de Mão de Obra Despesas orçamentárias com prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos. material para manutenção. exceto se destinados a premiações culturais. fardamento. 62 o . material de acondicionamento e embalagem. gratificação por encargo de curso ou de concurso. computadas para fins de limites da despesa total com pessoal prevista no art. artísticas. gêneros alimentícios e outros materiais. salário de internos nas penitenciárias. fretamento.Passagens e Despesas com Locomoção Despesas orçamentárias. Artísticas. vestuário. prestadoras de serviços nas áreas de consultorias técnicas ou auditorias financeiras ou jurídicas. 33 . ou assemelhadas. inclusive quando decorrentes de mudanças de domicílio no interesse da administração. 32 – Material.Outros Serviços de Terceiros . locação de imóveis. da LRF. bens ou serviços para distribuição gratuita. medicamentos. fluviais ou marítimas).Orçamento Federal material para fotografia e filmagem. e outras despesas pagas diretamente à pessoa física. bens ou serviços que possam ser distribuídos gratuitamente.Serviços de Consultoria Despesas orçamentárias decorrentes de contratos com pessoas físicas ou jurídicas. terrestres. locação ou uso de veículos para transporte de pessoas e suas respectivas bagagens.Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Despesas orçamentárias relativas à mão de obra constante dos contratos de terceirização. diárias a colaboradores eventuais. 19 dessa Lei. vigilância ostensiva e outros. flâmulas e insígnias e outros materiais de uso não duradouro.Premiações Culturais. tecidos e aviamentos. material para telecomunicações. tais como limpeza e higiene. inclusive decorrentes de sorteios lotéricos. medalhas. material químico. Locação 37 . Desportivas e Outras Despesas orçamentárias com a aquisição de prêmios. 31 . bem como com o pagamento de prêmios em pecúnia. troféus. Contratos 34 . Científicas. seguros. tais como: remuneração de serviços de natureza eventual. explosivos e munições. realizadas diretamente ou por meio de empresa contratada. § 1 . bandeiras. 36 . 18. tais como livros didáticos. desportivas e outras. Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita Despesas orçamentárias com aquisição de materiais. estagiários.Pessoa Física Despesas orçamentárias decorrentes de serviços prestados por pessoa física pagos diretamente a esta e não enquadrados nos elementos de despesa específicos. nos casos em que o contrato especifique o quantitativo físico do pessoal a ser utilizado. sobressalentes de máquinas e motores de navios e esquadra. Material. 35 . suprimento de aviação.

conferências ou exposições.Outros Serviços de Terceiros . observado. habilitação de telefonia fixa e móvel celular. de escoamento. gás. outras operações com características semelhantes.Pessoa Jurídica Despesas orçamentárias decorrentes da prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos. tais como: ajuda financeira a entidades privadas com fins lucrativos. de venda e de manutenção de bens. encadernação e emolduramento. 16. tarifas de energia elétrica. inclusive as destinadas a atender a despesas de manutenção de outras entidades de direito público ou privado. sem finalidade lucrativa. 39 . impressão. tais como: assinaturas de jornais e periódicos. de acordo com os arts. e outros congêneres. seguros em geral (exceto os decorrentes de obrigação patronal). telex. com opção ou não de compra do bem de propriedade do arrendador. concessão de bonificações a produtores. de distribuição. produtos e serviços em geral. quando previstos no contrato de locação). auxílio-creche (exclusive a indenização a servidor).Subvenções Sociais Despesas orçamentárias para cobertura de despesas de instituições privadas de caráter assistencial ou cultural. 42 . 26 da LRF. parágrafo único. serviços de comunicação (telefone. água e esgoto. observado o disposto na legislação vigente. 25 e 26 da LRF. autorizadas em leis específicas. serviços de divulgação. de parcela de encargos de empréstimos e financiamentos e dos custos de aquisição. de 1964. serviços de asseio e higiene. distribuidores e vendedores. direta ou indireta. 45 – Subvenções Econômicas Despesas orçamentárias com o pagamento de subvenções econômicas. locação de imóveis (inclusive despesas de condomínio e tributos à conta do locatário. simpósios. conservação e adaptação de bens imóveis. vale-refeição.Contribuições Despesas orçamentárias para as quais não correspondam contraprestação direta em bens e serviços e não sejam reembolsáveis pelo recebedor.Arrendamento Mercantil Despesas orçamentárias com contratos de arrendamento mercantil. correios etc. fretes e carretos. cobertura. de produção.). bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso de obrigações não tributárias. ainda. serviços funerários. 43 .Orçamento Federal 38 .Auxílios Despesas orçamentárias destinadas a atender a despesas de investimentos ou inversões financeiras de outras esferas de governo ou de entidades privadas sem fins lucrativos. despesas com congressos. software. locação de equipamentos e materiais permanentes. o disposto nos arts. o 63 . observado o disposto no art. e.320. 41 . respectivamente. a qualquer título. e 17 da Lei n 4.

Auxílio-Alimentação AuxílioDespesas orçamentárias com auxílio-alimentação pagas em forma de pecúnia. Auxílio49 . IPVA. etc. instrumentos musicais e artísticos. início. aparelhos e equipamentos de uso industrial. tais como: elevadores. veículos ferroviários. estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta. 48 . 51 . equipamentos de manobra e patrulhamento. segurança. mobiliário em geral. máquinas. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das obrigações de que trata este elemento de despesa. intermunicipal ou interestadual nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa. aparelhos e equipamentos de comunicação. máquinas.Obras e Instalações Despesas com estudos e projetos.Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Despesas orçamentárias com a concessão de auxílio financeiro diretamente a pessoas físicas. aparelhos de medição. 47 . armamentos. aparelhagem para ar condicionado central.). etc. pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade e necessário à realização das mesmas. equipamentos e utensílios médico.Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas orçamentárias decorrentes do pagamento de tributos e contribuições sociais e econômicas (Imposto de Renda. exceto as incidentes sobre a folha de salários. instalações que sejam incorporáveis ou inerentes ao imóvel. máquinas. tratores e equipamentos agrícolas. outros materiais permanentes. veículos rodoviários. destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal. aparelhos e utensílios domésticos. tais como ajuda ou apoio financeiro e subsídio ou complementação na aquisição de bens.Auxílio-Transporte Despesas orçamentárias com auxílio-transporte pagas em forma de pecúnia. de bilhete ou de cartão magnético. servidores. prosseguimento e conclusão de obras. socorro e sobrevivência. não classificados explícita ou implicitamente em outros elementos de despesa. IPTU. veículos diversos. diretamente aos militares. laboratorial e hospitalar. obras de arte e peças para museu. classificadas como obrigações patronais. pagamento de obras contratadas. 26 da Lei Complementar n 101/2000. máquinas. estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta. aparelhos. odontológico. equipamentos de proteção. PIS/PASEP. servidores. diretamente aos militares. de bilhete ou de cartão magnético. ferramentas e utensílios de oficina. observado o disposto no art. embarcações. Taxa de Limpeza Pública. rodoviários e de movimentação de carga. máquinas. coleções e materiais bibliográficos. aparelhos e utensílios de escritório. 52 .Orçamento Federal 46 . sob as mais diversas modalidades. ou trabalho-trabalho nos casos de acumulação lícita de cargos ou empregos. ICMS. COFINS.Equipamentos e Material Permanente Despesas orçamentárias com aquisição de aeronaves. aparelhos e equipamentos gráficos e equipamentos diversos. 64 o . aparelhos e equipamentos para esporte e diversões. semoventes.

62 . inclusive bolsas de estudo reembolsáveis.Orçamento Federal 61. 73 .Aquisição de Imóveis 61Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras ou para sua pronta utilização.Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do valor nominal do título da dívida pública mobiliária. 65 . 71 . comerciais ou financeiras. 72 . 67 . interna e externa. 65 . agrícolas.Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor do principal da dívida contratual.Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Despesas orçamentárias com a constituição ou aumento de capital de empresas industriais. interna e externa. mediante subscrição de ações representativas do seu capital social. 66 . 64 .Depósitos Compulsórios Despesas orçamentárias com depósitos compulsórios exigidos por legislação específica.Aquisição de Produtos para Revenda Despesas orçamentárias com a aquisição de bens destinados à venda futura.Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Despesas orçamentárias com a aquisição de ações ou quotas de qualquer tipo de sociedade.Principal da Dívida Contratual Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do principal da dívida pública contratual. 63 . ou determinados por decisão judicial. interna e externa. desde que tais títulos não representem constituição ou aumento de capital.Concessão de Empréstimos e Financiamentos Despesas orçamentárias com a concessão de qualquer empréstimo ou financiamento.Aquisição de Títulos de Crédito Despesas orçamentárias com a aquisição de títulos de crédito não representativos de quotas de capital de empresas. efetivamente amortizado.

na forma definida o em lei. bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício 66 . inclusive correção monetária ou cambial. de contribuições e de outras receitas vinculadas.Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas Despesas orçamentárias decorrentes da transferência a outras esferas de governo de receitas tributárias.Sentenças Judiciais Despesas orçamentárias resultantes de: a) pagamento de precatórios. com recursos provenientes da emissão de novos títulos da dívida pública mobiliária. transitadas em julgado. que não se tenham processado na época própria. e no art. 76 . 78 do ADCT. 92 . cuja competência de arrecadação é do órgão transferidor. inclusive correção monetária ou cambial. transitadas em julgado. 75 .Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública mobiliária. com saldo suficiente para atendê-las. para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio. proferidas em Mandados de Segurança e Medidas Cautelares.320 de 1964. em cumprimento ao disposto no art. que assim estabelece: “Art. 100 e seus parágrafos da CF. 77 .Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor nominal do título da dívida pública mobiliária. nos termos do § 3 do art. com recursos provenientes da emissão de títulos da dívida pública mobiliária. de pequeno valor. e d) cumprimento de decisões judiciais. interna e externa. 100 da CF. As despesas de exercícios encerrados.Despesas de Exercícios Anteriores Despesas orçamentárias com o cumprimento do disposto no art.Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública contratual. integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. 81 . de empresas públicas e sociedades de economia mista. interna e externa. b) cumprimento de sentenças judiciais. c) cumprimento de sentenças judiciais. efetivamente amortizado.Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação de Receita Despesas orçamentárias com correção monetária da dívida decorrente de operação de crédito por antecipação de receita. 37.Orçamento Federal 74 . referentes a vantagens pecuniárias concedidas e ainda não incorporadas em caráter definitivo às remunerações dos beneficiários. 37 da Lei nº 4. 91 . prevista na CF ou em leis específicas.

inclusive férias e aviso prévio indenizados. exceto as decorrentes de alíquota de contribuição suplementar.Indenizações e Restituições Despesas orçamentárias com indenizações. bem como a restituição de valores descontados indevidamente. nos termos das normas vigentes. multas e contribuições incidentes sobre os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. exclusive as trabalhistas. topografia. tais como os de campanha de combate e controle de endemias. sempre que possível.Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS Despesas orçamentárias com aportes periódicos destinados à cobertura do déficit atuarial do RPPS.Orçamento Federal correspondente. e restituições. etc. inspeção e fiscalização de fronteiras internacionais. 93 . 99 . devidas por órgãos e entidades a qualquer título. saneamento básico. poderão ser pagas à conta de dotação específica consignada no orçamento. inspeção e manutenção de marcos decisórios. conforme plano de amortização estabelecido em lei do respectivo ente Federativo. a ordem cronológica”. 96 . quando não for possível efetuar essa restituição mediante compensação com a receita correspondente. discriminada por elemento.Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Despesas orçamentárias com ressarcimento das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem quando o servidor pertencer a outras esferas de governo ou a empresas estatais nãodependentes e optar pela remuneração do cargo efetivo. 95 . podendo ser em decorrência da participação em programa de desligamento voluntário.Indenizações e Restituições Trabalhistas Despesas orçamentárias de natureza remuneratória resultantes do pagamento efetuado a servidores públicos civis e empregados de entidades integrantes da administração pública. marcação. 94 . vedada a sua utilização na execução orçamentária.A Classificar Elemento transitório que deverá ser utilizado enquanto se aguarda a classificação em elemento específico. bem como outras despesas de natureza indenizatória não classificadas em elementos de despesas específicos. inclusive devolução de receitas quando não for possível efetuar essa devolução mediante a compensação com a receita correspondente. em função da perda da condição de servidor ou empregado. obedecida. sem direito à percepção de diárias.Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo Despesas orçamentárias com indenizações devidas aos servidores que se afastarem de seu local de trabalho. pesquisa. 67 . para execução de trabalhos de campo.. 97 .

BIRD Contrapartida – Banco Interamericano de Desenvolvimento . 68 . para as contrapartidas de doações serão utilizados o Iduso 5 e respectivo Idoc. juros e encargos para identificar a operação de crédito a que se referem os pagamentos. deverá ser utilizado o Idoc 9999. o Idoc será 9999. CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento . Quando os recursos não se destinarem a contrapartida nem se referirem a doações internacionais ou operações de crédito. de entidades privadas nacionais e as destinas ao combate à fome. Os gastos referentes à contrapartida de empréstimos serão programados com o Identificador de Uso – Iduso – igual a 1.Iduso Esse código vem completar a informação concernente à aplicação dos recursos e destina-se a indicar se os recursos compõem contrapartida nacional de empréstimos ou de doações ou destinam-se a outras aplicações. O número do Idoc também pode ser usado nas ações de pagamento de amortização. enquanto que. Neste sentido. 2. 3 ou 4 e o Idoc com o número da respectiva operação de crédito.BID Contrapartida de empréstimos com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações Idoc Identificador de Doação e de Operação de Crédito . constando da LOA e de seus créditos adicionais.Orçamento Federal Identificador de Uso .I doc O Idoc identifica as doações de entidades internacionais ou operações de crédito contratuais alocadas nas ações orçamentárias. para as doações de pessoas. com ou sem contrapartida de recursos da União.

assim consideradas aquelas não incluídas no anexo específico citado no item anterior. ressalvada a reserva de contingência. devendo constar no PLOA e na respectiva Lei em todos os grupos de natureza da despesa. 2 3 4 69 . Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário. Conforme estabelecido no § 5º do art. nenhuma ação poderá conter. 7º da LDO 2011. Primária discricionária. simultaneamente. dotações destinadas a despesas financeiras e primárias. aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV da LDO . Despesas relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento . cujo demonstrativo constará em anexo à LOA. de acordo com a metodologia de cálculo das necessidades de financiamento. CÓDIGO 0 1 Financeira DESCRIÇÃO Primária obrigatória.PAC. identificando.2011.Orçamento Federal Classificação Classifica ção da Despesa por Identificador de Resultado Primário O identificador de resultado primário. de caráter indicativo. tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado primário previsto na LDO. ou seja.

simultaneamente. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho. § 2 . garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração. nos termos do art. criação de instrumentos de atualização das projeções da execução e da elaboração do orçamento para subsidiar a tomada de decisão no âmbito das metas fiscais a serem atingidas. O processo de elaboração do PLOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas. A Estratégia para o Processo de 2011 O PLOA – da União para o exercício de 2011 será enviado pelo Presidente da República ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto de 2010. da LRF (Lei Complementar n 101. setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. compreendendo a participação dos órgãos central. produtos definidos e configurados. integração da execução orçamentária com a elaboração. que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo.1.1. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração. que afetam o desenvolvimento da outra. a sistemática planejada para 2011 pretende contemplar. e elaboração do projeto. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas claramente especificadas. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos seus vários níveis. aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias. de 4 de maio de 2000). conferindo racionalidade e vitalidade ao processo.Orçamento Federal 2011 3. No que concerne especificamente aos procedimentos de elaboração da proposta orçamentária.1. 9 . a SOF toma como base um conjunto de premissas. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. de forma integrada. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. aprovação e execução da lei orçamentária realizada de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 3. por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 2011 2011 3. as 70 o o o . quais sejam.

e elaboração dos orçamentos da União. que viabiliza a realização anual dos programas mediante a quantificação das metas e a alocação de recursos para as ações orçamentárias (projetos. que constarão das Informações Complementares ao PLOA 2011. Essa sistemática está calcada nos seguintes instrumentos: PPA 2008-2011. atividades e operações especiais). o Poder Judiciário e o Ministério Público da União deverão encaminhar parecer de mérito do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. estímulo às parcerias. as diretrizes. de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias. dos órgãos setoriais e das unidades orçamentárias. orçamento. 14 da LDO 2011. objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária. promoção da gestão empreendedora. que estabelece os programas que constarão dos orçamentos da União para os exercícios compreendidos no mesmo período. 71 . conforme estabelecido no § 1º do art. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo.2. LDO. gestão orientada para resultados. e organização das ações de Governo em programas. O processo de elaboração da proposta orçamentária para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades: o art.Orçamento Federal especificidades do órgão central.1. 14 da LDO 2011 determina uma data específica para entrega das respectivas propostas setoriais à SOF. 3. integração do planejamento e do orçamento. de forma regionalizada. e o art. 18 da LDO 2011 estabelece metodologia específica para efeito da elaboração de suas respectivas propostas orçamentárias. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece. garantia da transparência.

as quais terão precedência na alocação dos recursos no Projeto e na Lei 72 . § 2º.3. 4º As prioridades e metas físicas da Administração Pública Federal para o exercício de 2011. tais como: estabelecimento de metas fiscais..2.3.”. CF: Art.1. as despesas da União com pessoal e encargos sociais. Prioridades e Metas para 2011 Em obediência ao disposto no § 2º do art. Diretrizes de Elaboração Orçamentária 3. fixação de critérios para limitação de empenho e movimentação financeira. 2011 3.165 da CF e a art. 4º da LDO 2011: “Art. A LRF atribuiu à LDO a responsabilidade de tratar de outras matérias.1.1. para cada exercício financeiro sobre: as prioridades e metas da Administração Pública Federal. atendidas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União e as de funcionamento dos órgãos e entidades que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. a dívida pública federal.1. a LDO é o instrumento norteador da elaboração da LOA na medida em que dispõe. a política de aplicação dos recursos das agências financeiras oficiais de fomento. as alterações na legislação tributária da União. avaliação financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador e projeções de longo prazo dos benefícios da Lei Orgânica de Assistência Social – Loas. e a fiscalização pelo Poder Legislativo sobre as obras e os serviços com indícios de irregularidades graves. margem de expansão das despesas obrigatórias de natureza continuada. abaixo transcritos. e avaliação dos riscos fiscais. da CF: “A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal.Orçamento Federal 3.3. as diretrizes para elaboração e execução dos orçamentos da União e suas alterações.. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente. da 2011: Art. a estrutura e organização dos orçamentos. acompanha a LDO 2011 o Anexo de Metas e Prioridades da Administração Pública Federal para o exercício de 2011. Lei de Diretrizes Orçamentárias Instituída pela CF de 1988. publicação da avaliação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores civis e militares. 4º da LDO 2011. correspondem às ações relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e às constantes do Anexo VII desta Lei. 165.

produtos e agentes responsáveis no processo Papel dos agentes Metodologia de projeção de receitas e despesas Fluxo do processo Instruções para detalhamento da proposta setorial . ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO As etapas do processo de elaboração.Ministério da Fazenda.Estimativa das receitas e das despesas que compõem a NFGC. .Casa Civil/ Presidência da República .Ministério da Fazenda.Assessoria Econômica/Ministério do Planejamento. não se constituindo. e .Casa Civil/ Presidência da República Estudo. .Órgãos Setoriais.Ministério do Planejamento.Diretrizes para a elaboração da LOA: LDO 2011 – Parâmetros Macroeconômicos . .Metas fiscais . . todavia.SOF.Objetivos das políticas monetária. . para a proposta orçamentária Avaliação da NFGC para a Proposta Orçamentária .Estrutura programática do orçamento Revisão da Estrutura Programática .Unidades Orçamentárias e Gerentes de Programas . em limite à programação da despesa”. Definição de Macrodiretrizes . DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.Demonstrativo da estimativa da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado . Orçamento e Gestão.Casa Civil/ Presidência da República .Referencial monetário para apresentação da proposta orçamentária dos órgãos setoriais 73 . .Assessoria Econômica/ Ministério do Planejamento. os responsáveis e os produtos gerados estão relacionados na tabela a seguir: ETAPAS RESPONSÁVEIS . e . . creditícia e cambial .SOF.Orçamento Federal Orçamentária de 2011.SOF.SOF. SPI. Orçamento e Gestão.Órgãos Setoriais. Definição e Divulgação de Limites para a Proposta Setorial . Orçamento e Gestão.Órgãos Setoriais. . .SOF Planejamento do Processo de Elaboração PRODUTO Definição da estratégia do processo de elaboração Etapas.Riscos fiscais .

Área Econômica. . .3.3.Proposta orçamentária dos órgãos setoriais.Órgãos Setoriais .Orçamento Federal ETAPAS Captação da Proposta Setorial Análise e Ajuste da Proposta Setorial Fechamento. Secretaria de Orçamento Federal À SOF. fixação de normas gerais de elaboração dos orçamentos federais. orientação.SOF.Ministério do Planejamento. texto e anexos do PLOA. e Casa Civil/Presidência da República PRODUTO . compete a missão de racionalizar o processo de alocação de recursos. elaborados e entregues ao Congresso Nacional Elaboração e Formalização da Mensagem Presidencial e do Projeto de Lei Orçamentária Elaboração e Formalização das Informações Complementares ao PLOA .Unidades Orçamentárias e . . consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. elaboradas e entregues ao Congresso Nacional 3.Casa Civil/Presidência da República SOF e DEST.SOF.Proposta orçamentária aprovada pelo Ministério do Planejamento. o PPA. Orçamento e Gestão. DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. consolidada e compatibilizada em consonância com a CF. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO Nos diversos níveis hierárquicos cada agente assume um papel definido no processo de elaboração orçamentária. análise e definição das ações orçamentárias que comporão a estrutura programática dos órgãos e unidades orçamentárias no exercício financeiro. . fixação de parâmetros e referenciais monetários para a apresentação das propostas orçamentárias setoriais.Proposta orçamentária analisada. a LDO e a LRF . 3. Área Econômica. Orçamento e Gestão e pela Presidência da República. fonteada.Órgãos Setoriais. Compatibilização e Consolidação da Proposta Orçamentária RESPONSÁVEIS . Órgãos Setoriais.1. ajustada e definida .Mensagem presidencial. com foco em resultados para a sociedade. coordenação do processo de elaboração do PLDO e do PLOA. detalhada no SIOP .Informações complementares ao PLOA. Sua atuação diz respeito a: definição de diretrizes gerais para o processo orçamentário federal. análise e validação das propostas setoriais. zelando pelo equilíbrio das contas públicas. 74 . órgão central de orçamento.Casa Civil/Presidência da República . .SOF . coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal.

integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. fixação. de acordo com as prioridades setoriais. do qual dependerá a consistência da proposta do órgão. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades orçamentárias. no que se refere a metas. de acordo com as prioridades.2. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias. avaliação da adequação da estrutura programática e mapeamento das alterações necessárias. coordenado pelas unidades orçamentárias.3. fixação. Unidade Orçamentária A unidade orçamentária desempenha o papel de coordenadora do processo de elaboração da proposta orçamentária no seu âmbito de atuação. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática.3. 3.3. valores e justificativas que fundamentam a programação. definição de instruções. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações. normas e procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de elaboração da proposta orçamentária. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas. Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para elaboração da proposta orçamentária. análise e validação das propostas orçamentárias provenientes das unidades orçamentárias. ação e subtítulo. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades administrativas. análise e validação das propostas orçamentárias das unidades administrativas. estudos de adequação da estrutura programática do exercício. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para elaboração da proposta orçamentária. Trata-se de momento importante. As unidades orçamentárias são responsáveis pela apresentação da programação orçamentária detalhada da despesa por programa. e consolidação e formalização da proposta orçamentária da unidade orçamentária. coordenação do processo de elaboração da proposta orçamentária no âmbito do órgão setorial. formalização ao Ministério do Planejamento. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito. e consolidação e formalização da proposta orçamentária do órgão. 75 .Orçamento Federal 3.

FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO SOF ÓRGÃO SETORIAL UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MP/PR INÍCIO DEFINE: .Orçamento Federal 3. Define e Divulga Limites Fixa Diretrizes Setoriais PROPOSTA PROGRAMAS: .Parâmetros Quantitativos .Normas para Elaboração Estuda.Diretrizes Estratégicas .4.Subtítulo Compara Limites Programações Consolida e Valida Proposta Formaliza Proposta Ajusta Propostas Setoriais Formaliza Proposta Decide Consolida e Formaliza PL Envia ao Congresso Nacional 76 .Ação .

as fontes de recursos serão indicadas na fase da elaboração da proposta. revisão e ajustes. 71. os órgãos setoriais detalham. 47. 73 e 89 52 77 . Dentro do escopo da escassez de recursos. 48 e 49 50 e 80 74 e 75 11. Com base nos referenciais monetários. 72 e 76 94. por unidade orçamentária e por tipo de detalhamento e apresentará as seguintes particularidades: a proposta das unidades orçamentárias será feita no Siop e encaminhada aos seus respectivos órgãos setoriais para análise. a abertura desses limites em nível da estrutura funcional e programática da despesa. no Siop. respectivamente.Orçamento Federal 3. durante o período de elaboração das suas propostas orçamentárias. aos Tribunais Superiores e aos órgãos setoriais. mesmo que parciais. A captação da proposta setorial para 2011 será aberta segundo o cronograma no Siop. cada órgão setorial primará.1. Os órgãos setoriais que utilizam sistemas próprios internos para transmissão dos dados da sua proposta ao Siop terão que realizar transmissões com as informações. no processo de alocação orçamentária. desdobradas por subtítulos pertinentes a cada tipo de detalhamento.5. Tanto no momento das unidades orçamentárias quanto no dos órgãos setoriais a proposta é elaborada por tipo de detalhamento orçamentário compatível com as ações orçamentárias. INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL 3.5. ressaltando que a proposta setorial deverá incluir o detalhamento das despesas a serem custeadas com recursos oriundos de: RECURSOS Ingresso de Operações de Crédito Recursos Próprios Não Financeiros e Financeiros Taxas Outras Contribuições Econômicas e Sociais Doações Convênios Restituição de Convênios e Congêneres Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Recursos das Operações Oficiais de Crédito Resultado do Banco Central do Brasil FONTES 46. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial Para a elaboração da proposta orçamentária para 2011. tendo como princípio a ótica das prioridades e da qualidade do gasto. pela melhor distribuição. Vale registrar que o detalhamento da proposta orçamentária para as despesas com sentenças/precatórios e com a parcela da dívida contratual. que não diz respeito aos Encargos Financeiros da União. para a SOF pelo menos uma vez por semana (por exemplo: às quartas-feiras. o sistema de informação a ser utilizado será o Siop. que integra as bases do Sigplan e do Sidor. dependendo da comunicação pela SOF através de Ofício-Circular). facilitando assim a entrada dos dados e a melhoria da informação. é feito diretamente pela SOF. 95 e 96 81 82 42 59. 60. As informações para elaboração da proposta relativa a essas despesas são captadas pela SOF junto.

Orçamento Federal

Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Recursos das Operações Oficiais de Crédito – Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris

87 89

- Para as despesas custeadas pelas demais fontes, deverá ser utilizado o identificador de fonte de recursos “105 – Recursos do Tesouro a Definir”. A associação das fontes efetivas a essas despesas é processada pela SOF. - O encaminhamento das propostas dos órgãos setoriais à SOF será feito para o conjunto das unidades orçamentárias e por tipo de detalhamento; e - Será realizada uma verificação, pelo Siop, da compatibilidade das propostas encaminhadas pelos órgãos setoriais, com os limites orçamentários estabelecidos, condição básica para se iniciar a fase de análise no âmbito da Secretaria. Caso sejam constatadas incompatibilidades, o próprio Siop não permitirá que a proposta elaborada seja encaminhada, requerendo assim, ajustes nos valores informados. A utilização do Siop para a captação da proposta, é descrita no Manual de Operação do Sistema . Em consonância com a estrutura programática, a proposta orçamentária setorial para 2011 será consolidada por programa, com detalhamento das respectivas atividades, projetos e operações especiais, conforme os seguintes diagramas: 1 – Detalhamento das Atividades e Operações Especiais
ATIVIDADE/OPERAÇÃO ESPECIAL Levantamento e registro das demandas para manutenção das atividades e operações especiais, acompanhadas das respectivas análises que embasam a alocação para 2011.
15

1.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

PROGRAMA AÇÃO: Atividade / Operação Especial Subtítulo Programação Financeira - Esfera Orçamentária - Natureza da Despesa - Identificador de Uso - Fonte de Recursos - Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física: Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

O manual do Siop se encontra no portal de acesso ao sistema, no seguinte endereço eletrônico: http://www.siop.planejamento.gov.br/siop/ 78

15

Orçamento Federal

2 – Detalhamento dos Projetos
PROJETO Levantamento e registro das demandas para desenvolvimento dos projetos. As informações da proposta complementam as do Cadastro de Ações.

2.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

AÇÃO: Projeto Subtítulo Programação Financeira Esfera Orçamentária Natureza da Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

3.5.2. Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial
O processo de detalhamento da proposta setorial, via Siop, divide-se em três etapas básicas, controladas pelo Sistema, denominadas “momento”, que se subdividem em subetapas – denominadas “tipo de detalhamento”. Cada momento pertence exclusivamente ao respectivo usuário e não pode ser compartilhado, o que assegura privacidade e segurança aos dados. Cada tipo de detalhamento corresponde a um determinado conjunto de despesas que serão tratadas separadamente segundo regras específicas. Nos seus respectivos momentos, a unidade orçamentária, o órgão setorial e a SOF poderão consultar, incluir, alterar e excluir dados até o encaminhamento da proposta. Encerrado esse momento, o órgão e a unidade poderão ainda consultar os dados encaminhados ou, excepcionalmente, alterar apenas os textos referentes à justificativa de sua programação. Com a introdução do Siop, alguns detalhamentos foram alterados, permitindo maior desdobramentos de algumas despesas. Conforme quadro demonstrativo abaixo, o código agora passou a ter três dígitos. O primeiro se refere ao momento: inicial, unidade orçamentária (UO), órgão setorial (OS), SOF departamentos, SOF secretaria, projeto de lei, Congresso Nacional e lei. Os dois últimos dígitos se referem ao detalhamento: demais despesas discricionárias, despesas obrigatórias sem controle de fluxo, inclusive precatórios e sentenças, despesas financeiras, despesas com benefícios aos servidores, despesas com pessoal e encargos sociais, despesas com as prioridades e metas, despesas com a dívida contratual e mobiliária, demais despesas obrigatórias com controle de fluxo, despesas com o PAC. Para efeito de divulgação dos referenciais monetários e de elaboração da proposta orçamentária, os detalhamentos foram agrupados, de acordo com as especificidades de cada despesa:

79

Orçamento Federal

Grupo 1: Demais Despesas Discricionárias (detalhamento 1), Despesas com Prioridades e Metas (detalhamento 6) e Demais Despesas Obrigatórias com Controle de Fluxo (detalhamento 8) 2: Grupo 2 Despesas Obrigatórias sem Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças 3: Grupo 3 Despesas Financeiras 4: Grupo 4 Despesas com Benefícios aos Servidores 5: Grupo 5 Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Grupo 7: Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Grupo 9: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC Grupo 10: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2 TIPOS DE DETALHAMENTO TÍTULO
INICIAL UO 1.01 Órgão SOF SOF Setorial DEPTOS SECRETARIA 2.01 3.01 4.00 PL 5.00 Autógrafo 6.00 Veto 7.00 LEI 8.00 Lei + Crédito 9.00

Demais Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias SEM Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças Despesas Financeiras Despesas com Benefícios aos Servidores Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Despesas com as Prioridades e Metas Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Demais Despesas Obrigatórias COM Controle de Fluxo Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2

0.00

0.00

1.02

2.02

3.02

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00 0.00 0.00 0.00 0.00

1.03 1.04 1.05 1.06 1.07

2.03 2.04 2.05 2.06 2.07

3.03 3.04 3.05 3.06 3.07

4.00 4.00 4.00 4.00 4.00

5.00 5.00 5.00 5.00 5.00

6.00 6.00 6.00 6.00 6.00

7.00 7.00 7.00 7.00 7.00

8.00 8.00 8.00 8.00 8.00

9.00 9.00 9.00 9.00 9.00

0.00

1.08

2.08

3.08

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.09

2.09

3.09

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.10

2.10

3.10

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

80

Já a proposta orçamentária referente às obrigações financeiras decorrentes de contratos de financiamentos ou empréstimos externos. 52. Entenda-se como serviço da dívida contratual externa o pagamento programado dos encargos financeiros da operação de crédito. A contratação de operação de crédito externo necessita de autorização do Senado Federal. são os ingressos para o tomador dos recursos financeiros contratados na operação de crédito externo.6. cujos desembolsos ainda não tenham sido finalizados. o Poder Executivo editou o Decreto nº 5.994. comissões e amortização . quais sejam: pagamento de juros. conforme preconiza o art. junto a organismo financeiro externo. OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA EXTERNA Visando ao financiamento de projetos de interesse da Administração Pública Federal e devido à insuficiência ou custo de outras fontes de recursos orçamentários.Orçamento Federal 3. ÓRGÃO SETORIAL Contratos com Desembolsos Finalizados e Transferidos Contratos com Desembolsos em Andamento ou Finalizados e não STN Saoc SOF SOF Siop Siop 81 . na ação orçamentária “0419 – Dívida Externa da União Decorrente de Empréstimos e Financiamentos”. e os recursos financeiros provenientes da operação serão inseridos no PLOA segundo regras constantes da LRF e da LDO. por sua vez. continuará sendo encaminhada pelos setoriais dos órgãos de origem à SOF por meio do SAOC. da CF. bem como os já finalizados e não transferidos para a STN. com o intuito de dispor sobre a transferência desses contratos. para o Ministério da Fazenda. Os valores referentes à proposta orçamentária da dívida contratual externa transferida do órgão de origem para a STN serão alocados no âmbito do órgão “Encargos Financeiros da União”. inciso V. dos órgãos de origem. Objetivando racionalizar o procedimento de pagamento aos credores do serviço da dívida referente aos contratos de dívida externa em que a União figura como devedora e cujos desembolsos pelos credores tenham sido totalmente realizados. de 19 de dezembro de 2006. a União pode lançar mão de operação de crédito. Os desembolsos pelo credor.

Orçamento e Gestão e da Casa Civil da Presidência da República. ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL A mensagem presidencial é o instrumento de comunicação oficial entre o Presidente da República e o Congresso Nacional. ASSEC. A elaboração da mensagem presidencial é realizada sob a coordenação da SOF e envolve a participação da Casa Civil e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA da Presidência da República.7. imprimirá e encadernará a mensagem presidencial na sua versão final. A SOF solicitará contribuições para elaboração das partes da mensagem presidencial aos responsáveis pelas áreas econômica. A SOF consolidará as contribuições.Orçamento Federal 3. após a aprovação do texto junto à direção do Ministério do Planejamento. (Secretaria de Política Econômica – SPE. setorial e empresas estatais. O processo de elaboração da mensagem presidencial está descrito. da Receita Federal do Brasil – RFB do Ministério da Fazenda. Ela tem a finalidade de encaminhar o PLOA ao Congresso Nacional. da Secretaria do Tesouro Nacional – STN. que as prepararão e encaminharão à SOF. e A SOF formatará. do Banco Central do Brasil) e dos órgãos setoriais. resumidamente. Orçamento e Gestão). e encaminhadas à SOF para implementação.ASSEC. Departamento das Empresas Estatais – DEST. (Assessoria Econômica . DEST. 82 . IPEA e SPE. 11 da LDO 2011. Seu conteúdo é regido pelo art. da Secretaria de Gestão – SEGES do Ministério do Planejamento. nas seguintes atividades: as diretrizes de elaboração da mensagem serão desenvolvidas por grupo composto pela Casa Civil da Presidência da República. produzindo uma versão preliminar da mensagem presidencial.

mais conhecido como “decreto de contingenciamento”.2. Já a LDO completa os dispositivos legais da determinação do controle fiscal e dos recursos disponibilizados.320 já evidenciava a preocupação do legislador quanto ao fiel cumprimento do equilíbrio entre receitas e despesas no orçamento. O decreto pode ser analisado sob assuntos distintos e interdependentes: programação e execução orçamentária. Estrutura O mecanismo utilizado para limitação dos gastos do Governo Federal é o decreto de programação orçamentária e financeira. Contexto Com o advento das metas fiscais e do maior controle sobre os gastos públicos. invocando a necessidade de estipular cotas trimestrais para a execução da despesa. esclarecimentos e informações e metas fiscais. as despesas que não são passíveis de contingenciamento. assim como o estabelecimento de demonstrativos das metas de resultado primário e sua periodicidade. a LRF trouxe a necessidade de incorporar metas de resultado fiscal. bem como o monitoramento do cumprimento das metas de superávit primário. vedações. entre outros parâmetros.1. sem considerar os gastos com os juros da dívida. qual será a base contingenciável. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO 4. tanto para equilibrar os orçamentos como para indicar transparência dos compromissos governamentais com a dívida pública. operações de crédito. a administração pública buscou programar orçamentária e financeiramente a execução das suas despesas.Orçamento Federal 4. Essa meta significa o quanto de receita a União.1. os Estados.1. competência para alterações de limites. Em 2000. além de ressaltar o descompasso provável entre receitas e despesas. execução financeira. de modo a equilibrar o orçamento em tempo hábil para não prejudicar o desempenho do governo nas três esferas: federal. estadual e municipal. 83 . 4. informando. despesas com pessoal. atendendo a dispositivos legais que exigem o pronto conhecimento e correção das discrepâncias entre receita e despesas primárias. DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Contexto 4. os Municípios e as empresas estatais conseguem economizar. a edição da Lei nº 4.1. Em 1964. permitindo que o Poder Executivo se organizasse de forma a prevenir as oscilações que aconteceriam no decorrer do exercício financeiro. juntamente com a portaria interministerial que detalha os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício.

Art. ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. os Poderes e o Ministério Público promoverão. ainda que parcial. durante o exercício. 8º Até trinta dias após a publicação dos orçamentos. 9º Se verificado. de 17 de março de 1964 “Art. e d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário. de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria”.4. 4. que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. limitação de empenho e movimentação financeira.1. Objetivos a) estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício. a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-se-á de forma proporcional às reduções efetivadas.” Art. 47 Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixadas. de 4 de maio de 2000. b) estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o Governo Federal. b) Lei Complementar nº 101.320. o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar. Os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. nos trinta dias subseqüentes. 84 . na medida do possível. o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada. o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. por ato próprio e nos montantes necessários. Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF: “Art. § 1º No caso de restabelecimento da receita prevista. c) cumprir a legislação orçamentária (Lei 4.3. manter. 4º. ao final de um bimestre.Orçamento Federal 4.1. segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. 48 A fixação das cotas a que se refere o artigo anterior atenderá os seguintes objetivos: assegurar às unidades orçamentárias em tempo útil a soma de recursos necessários e suficientes a melhor execução do seu programa anual de trabalho.320 de 1964 e LRF). Parágrafo único. nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias e observado o disposto na alínea c do inciso I do art. Bases Legais 1964: a) Lei nº 4.

metas quadrimestrais para o resultado primário das empresas estatais federais. identificando-se separadamente.cronograma de pagamentos mensais de despesas primárias à conta de recursos do Tesouro Nacional e de outras fontes. por órgão. e V .metas quadrimestrais para o resultado primário dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. em reunião conjunta das comissões temáticas pertinentes do Congresso Nacional. as contribuições previdenciárias para o Regime Geral da Previdência Social e para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público. em atendimento ao disposto no art. creditícia e cambial. o Banco Central do Brasil apresentará. é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre. até 30 (trinta) dias após a publicação da Lei Orçamentária de 2011. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. 13 da Lei Complementar nº 101. quando cabível. 85 . as resultantes de medidas de combate à evasão e à sonegação fiscal. destacando as principais empresas e separando-se. e incluídos os restos a pagar. ou custeadas com receitas de doações e convênios. excluídas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União. distinguindo-se os processados dos não processados. avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetárias. evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os resultados demonstrados nos balanços. IV . nas despesas. que deverão também ser discriminados em cronograma mensal à parte. com vistas ao cumprimento da meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. a contribuição para o salário-educação. Os Poderes e o MPU deverão elaborar e publicar por ato próprio. discriminadas pelos principais tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.metas bimestrais de realização de receitas primárias. de 2000. cronograma anual de desembolso mensal. § 1º No caso do Poder Executivo. de 2000. 8º da Lei Complementar nº 101. com as estimativas de receitas e despesas que o compõem. § 3º No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput. 69. as compensações financeiras. da cobrança da dívida ativa e da cobrança administrativa. III .” c) A Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011: 2011 “Art.demonstrativo de que a programação atende às metas quadrimestrais e à meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. em milhões de reais: I . em audiência pública na comissão referida no § 1º do art. o ato referido no caput deste artigo e os que o modificarem conterão. setembro e fevereiro. nos termos do art. as concessões e permissões. as receitas próprias das fontes 50 e 81 e as demais receitas. os investimentos. constantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. § 4º Até o final dos meses de maio. II . § 5º No prazo de noventa dias após o encerramento de cada semestre. inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida.Orçamento Federal § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente.

os cronogramas anuais de desembolso mensal dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU terão como referencial o repasse previsto no art. o Poder Executivo apurará o montante necessário e informará a cada um dos órgãos referidos no art. 9º da Lei Complementar nº 101. § 3º Os Poderes e o MPU. 20 daquela Lei. da Constituição. da Lei Complementar nº 101. conforme o art. até o 30º (trigésimo) dia subsequente ao encerramento do respectivo bimestre. relatório que será apreciado pela Comissão Mista de que trata o art.a memória de cálculo das novas estimativas de receitas e despesas primárias e a demonstração da necessidade da limitação de empenho e movimentação financeira nos percentuais e montantes estabelecidos por órgão. 168 da Constituição. precatórios e sentenças judiciais. de 2000. III . 166.a justificação das alterações de despesas obrigatórias.classificadas com o identificador de resultado primário 3. relacionadas na Seção II do Anexo IV desta Lei. § 4º O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art. de 2000. e demonstrativos equivalentes. que evidencie a limitação de empenho e movimentação financeira. com base na informação a que se refere o caput deste artigo. II . bem como os efeitos dos créditos extraordinários abertos. de que trata o art. § 1º O montante da limitação a ser promovida pelos órgãos referidos no caput deste artigo será estabelecido de forma proporcional à participação de cada um no conjunto das dotações orçamentárias iniciais classificadas como despesas primárias fixadas na Lei Orçamentária de 2011. II .a revisão dos parâmetros e das projeções das variáveis de que tratam o inciso XXV do Anexo II e o Anexo de Metas Fiscais desta Lei.custeadas com recursos de doações e convênios. no 86 . no caso de a estimativa atualizada ser inferior. no caso de a estimativa atualizada da receita primária.“Demais Despesas Ressalvadas” da limitação de empenho. na forma de duodécimos. ser igual ou superior àquela estimada no Projeto de Lei Orçamentária de 2011. no mesmo prazo previsto no caput deste artigo. IV . IV . 20 da Lei Complementar no 101.que constituem obrigação constitucional ou legal da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. 70. e V . excluídas as: I . editarão ato. observado o disposto no § 4º deste artigo. explicitando as providências que serão adotadas quanto à alteração da respectiva dotação orçamentária. Se for necessário efetuar a limitação de empenho e movimentação financeira. contendo: I . e proporcionalmente à frustração da receita estimada no referido Projeto. § 1º. III . demonstrada no relatório de que trata o § 4º deste artigo.relativas às atividades dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU constantes do Projeto de Lei Orçamentária de 2011. que terão por base demonstrativos atualizados de que trata o inciso XII do Anexo II desta Lei.Orçamento Federal § 2º Excetuadas as despesas com pessoal e encargos sociais. § 2º As exclusões de que tratam os incisos II e III do § 1º deste artigo aplicam-se integralmente. de 2000. até o 20º (vigésimo) dia após o encerramento do bimestre. § 2º. Art.os cálculos da frustração das receitas primárias. 9º.

quando o relatório referir-se ao primeiro bimestre de 2011. acompanhada da memória dos cálculos para as empresas que responderem pela variação. § 11. V . ou II . editado nas hipóteses previstas no caput e no § 1º do art. desta Lei. conforme o art. Não se aplica a exigência de restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira proporcional às reduções anteriormente efetivadas. § 1º. de 2000.Orçamento Federal caso das demais receitas. § 6º O restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira poderá ser efetuado a qualquer tempo. 20 da Lei Complementar no 101. e VI . § 5º Aplica-se somente ao Poder Executivo a limitação de empenho e movimentação financeira cuja necessidade seja identificada fora da avaliação bimestral. O Poder Executivo prestará as informações adicionais para apreciação do relatório de que trata o § 4ºo deste artigo no prazo de 5 (cinco) dias úteis do recebimento do requerimento formulado pela Comissão Mista de que trata o art.custeadas com recursos provenientes de doações e convênios. 9º da Lei Complementar no 101. inciso II. se não for resultante da referida avaliação bimestral. § 10. e III . conterá as informações relacionadas no art. § 1º. serão de até: I . § 9º O relatório a que se refere o § 4º deste artigo será elaborado e encaminhado também nos bimestres em que não houver limitação ou restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira. justificando os desvios em relação à sazonalidade originalmente prevista. ou de restabelecimento desses limites. 166. 69. devendo ser encaminhado ao Congresso Nacional relatório nos termos do § 4º deste artigo antes da edição do respectivo ato. as despesas: I . § 7º Os prazos para publicação dos atos de restabelecimento de limites de empenho e movimentação financeira.a estimativa atualizada do superávit primário das empresas estatais. 87 . 71. 3º. 5º e 7º deste artigo. § 1º.7 (sete) dias úteis após o encaminhamento do relatório previsto no § 6º deste artigo. quando for o caso. quando decorrer da avaliação bimestral de que trata o art. de 2000. de 2000. § 2º. desta Lei.relativas às obrigações constitucionais e legais da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. II . da Constituição.relacionadas como “Demais Despesas Ressalvadas” na Seção II do Anexo IV desta Lei. e § 2º. da Lei Complementar nº 101. Art. e nos §§ 3º. 9º.cálculo do excesso da meta de superávit primário a que se refere o art. de 2000. devendo o relatório a que se refere o § 4º deste artigo ser encaminhado ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art.30 (trinta) dias após o encerramento de cada bimestre. quando tiver sido aplicado a essas reduções o disposto no § 2º deste artigo. § 8º O decreto de limitação de empenho e movimentação financeira. Não serão objeto de limitação de empenho e movimentação financeira. 9º da Lei Complementar no 101.

segundo os critérios fixados pela LDO. Tais ajustes são imprescindíveis e norteiam a visão da SOF no estabelecimento dos limites para movimentação e empenho. Por exemplo. tais como: recursos empenhados e liquidados referentes às despesas de funcionamento do órgão. entre outras.Orçamento Federal Parágrafo único. em muitos casos. é necessário reacomodar a despesa de forma a não comprometer as metas assumidas na LDO. nesse caso. tendo em vista a exigência contida no art. a Presidência da República. O art. Atualmente a SOF adota um processo de estudo e definição de limites para movimentação e empenho das despesas discricionárias por meio da experiência obtida com o acompanhamento e controle da execução orçamentária no decorrer do exercício financeiro. Isso demanda. o estabelecimento da programação financeira e do cronograma anual de desembolso mensal. a meta de resultado primário. 9º da LRF dispõe que. se verificado ao final de um bimestre que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. que foi baseado em 88 . Para tanto. nos trinta dias subsequentes. o cálculo da NFGC serve como referência para evidenciar a trajetória dos principais itens de receita e despesa primárias. uma revisão dos limites orçamentários da programação da despesa. Nesse sentido. seguindo regras estabelecidas nas leis de diretrizes orçamentárias anuais. programações constantes no rol de metas da LDO. Ademais. por parte dos Poderes e do Ministério Público da União. limitação de empenho e movimentação financeira. a Secretaria leva em conta a performance do órgão na execução de suas programações prioritárias. por ato próprio e nos montantes necessários. nos 30 dias subsquentes. No ciclo orçamentário o cálculo NFGC serve como guia para acompanhamento dos principais agregados de receita e despesa públicas primárias. a previsão das receitas contabilizadas e as estimativas das despesas primárias obrigatórias limitarão a fixação do nível das demais despesas públicas.” 4. que impliquem a alteração dos valores estimados. gastos com diárias e passagens. 70 desta Lei. implementaram-se para o estudo alguns ajustes internos em relação à programação do órgão. O inverso também pode ocorrer. os Poderes e o Ministério Público da União promoverão. proporcionando celeridade ao processo. Nesse sentido.5. Necessidade de Financiamento do Governo Central O monitoramento do cumprimento das metas fiscais é contínuo. além da análise sob a ótica de blocos da despesa. As despesas de que trata o inciso II deste artigo poderão ser objeto da limitação prevista no caput em relação ao montante não excluído na forma do inciso II do § 1º do art. A ocorrência de fatos supervenientes. Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal Logo após a sanção e a publicação da LOA.1. observado o disposto no § 2º desse artigo. é necessário. no caso de redução da receita estimada em certo momento. com a finalidade de mensurar e realçar de forma clara o real papel dos setoriais e com o objetivo principal de facilitar a discussão com a instância política. tem repercussão em todo processo alocativo. Ocorre durante todo o processo de elaboração e de execução orçamentária. 8º da LRF.

ou seja. efetivação das alterações da lei orçamentária realizadas de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. a SOF toma como base um conjunto de premissas. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos vários níveis da hierarquia administrativa. garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração. integração da execução orçamentária com as alterações da LOA. ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5. aprovação. simultaneamente. da LRF. conferindo racionalidade e vitalidade ao processo. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração.1. ORÇAMENTÁRIAS 201 5. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações. que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo Federal. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo.1. A Estratégia para o Processo de 2010 O processo de alterações da LOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas.Orçamento Federal Agregadores de Produção. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias que afetem o desenvolvimento da outra. compreendendo a participação dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. no que concerne especificamente aos procedimentos de alterações da LOA. por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. § 2º. ou seja. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho. qual o papel da instituição e quais os resultados esperados com a alocação. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações. elaboração dos atos. produtos definidos e configurados. a sistemática está calcada nas seguintes bases: 89 . 9º. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas especificadas. nos termos do art. aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias. um conjunto de ações que mensuram a realidade de cada órgão.1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5.

na Lei LOA 2010 (Lei 12. gestão orientada para resultados. estímulo às parcerias. relativos aos Poderes Legislativo e Judiciário e ao Ministério Público da União (art.2. desde que mantenham 90 . segundo a LDO 2011: determinação de prazo específico para o encaminhamento dos projetos de lei de créditos adicionais. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece. de exclusões e de alterações de programas do Plano sejam efetuadas por meio de projeto de lei de revisão anual ou específico. e estabelecimento dos critérios de envio das propostas de abertura de créditos adicionais dos Poderes Legislativo. Judiciário e Ministério Público da União).214. §1º). 5. que estabelece normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. - CF. com indicação de recursos compensatórios. e organização das ações de governo em programas. dos Municípios e do Distrito Federal. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo. garantia da transparência. Judiciário e do Ministério Público da União à Presidência da República e sobre a abertura dos créditos por ato próprio dos órgãos (art. integração do planejamento e do orçamento.Orçamento Federal - Lei nº 4320. com algumas exceções: as alterações do título. §1º).57. os objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. PPA 2008-2011.57.1. de 26 de janeiro de 2010) e nas Portarias da SOF de alterações orçamentárias (de aplicação geral e a destinada aos Poderes Legislativo. encaminhamento de pareceres de mérito dos órgãos superiores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União para os projetos de lei de créditos adicionais dos respectivos órgãos (art. do produto e da unidade de medida das ações orçamentárias poderão ocorrer por meio da LOA ou de seus créditos adicionais. No que tange às alterações orçamentárias. o art. e instrumentos norteadores das alterações orçamentárias que se encontram na Lei de LDO 2011. §6º). 15 do PPA 2008-2011 traz a exigência de que as proposições do Poder Executivo de inclusões.57. as diretrizes. dos Estados. de 1964. O processo de alterações orçamentárias para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades. de forma regionalizada. promoção da gestão empreendedora.

Diretrizes para as Alterações Orçamentárias 5. destinados ao pagamento de precatórios judiciários e de débitos judiciais periódicos vincendos e ao cumprimento de débitos judiciais transitados em julgado considerados de pequeno valor. e a inclusão de ações orçamentárias. na estimativa das receitas do PLOA e da respectiva Lei. se necessária. 64). 58). desde que apresente.12. Lei de Diretrizes Orçamentárias A LDO 2011 traz diretrizes específicas no que diz respeito às alterações orçamentárias. observados os limites autorizados na LOA 2011. conforme disposto no art. incluídos os decorrentes dos Juizados Especiais Federais. poderá ocorrer por intermédio de lei de créditos especiais. poderão ser considerados os efeitos de propostas de alterações na legislação tributária e das contribuições. de projeto de lei ou de medida provisória que esteja em tramitação no Congresso Nacional. ou o sejam parcialmente. somente poderão ser cancelados para a abertura de créditos adicionais com outra finalidade mediante autorização específica do Congresso Nacional (art. mediante ato próprio de cada Poder e do Ministério Público da União. de forma a não permitir a 91 . inclusive quando se tratar de desvinculação de receitas. que sejam objeto de proposta de emenda constitucional. § 2º). a reabertura dos créditos especiais e extraordinários. inclusive das entidades da administração indireta que recebam recursos à conta dos orçamentos fiscal e da seguridade social.1. bem como para o pagamento de amortização. observado o disposto no art.3. é vedada a criação de novo código e título para ação existente (art. 5. 59 desta Lei (art.Orçamento Federal a mesma codificação e não modifiquem a finalidade da ação ou a sua abrangência geográfica.62). § 2º.1. em anexo específico. A seguir estão relacionadas alguns tópicos importantes: a inclusão de recursos na LOA e em seus créditos adicionais para atender às despesas com auxílio-alimentação ou refeição. assistência pré-escolar e assistência médica e odontológica. de caráter plurianual. até 31 de janeiro de 2011.1. fica condicionada à informação do número de beneficiados nas respectivas metas (art. da CF. juros e outros encargos. por meio de decreto. até 60 dias após a publicação da LOA. será efetivada. 167. Tais recursos poderão ser remanejados para outras categorias de programação. os recursos alocados na LOA.67).3. as informações referentes às projeções plurianuais e aos atributos constantes do Plano. somente poderão ser remanejados para outras categorias de programação por meio da abertura de créditos adicionais propostos por intermédio de projetos de lei. Caso as alterações propostas não sejam aprovadas. na abertura de créditos extraordinários. desde que sejam mantidas as destinações para as quais foram aprovados (art. os recursos aprovados na LOA e em seus créditos adicionais para contrapartida nacional de empréstimos internos e externos.

de 17 de fevereiro de 2010 https://www. e dá outras providências. da publicidade e da eficiência na Administração Pública.gov. Portaria SOF nº 5.3. 5º autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares à conta dos recursos de excesso de arrecadação estabelecendo destinações específicas.1. e a elaboração e a execução da LOA 2011 e de seus créditos adicionais obedecerão aos princípios constitucionais da impessoalidade.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias. Autorização de Abertura de Créditos Suplementares na LOA Conforme disposto no art. (art.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na LOA 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências. O art. e o Art. nos 30 dias subsequentes. 5.1.2.103). Secretaria de Orçamento Federal definição de diretrizes gerais para o processo de alterações orçamentárias.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_1_de_170210. da CF.165.3. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO 5. da moralidade. mediante decreto. 5.1. não podendo ser utilizadas para influir na apreciação de proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional (art.2.planejamento. coordenação do processo de alterações orçamentárias.2.Orçamento Federal integralização dos recursos esperados.portalsof. a LOA-2010 contém autorização para que o Poder Executivo proceda a abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual. 5. as dotações à conta das referidas receitas serão canceladas.gov. 92 . § 8º. Procedimentos Orçamentárias e Prazos para Solicitação de Alterações Há dois atos normativos da SOF que estabelecem os procedimentos e prazos que devem ser observados para solicitação de alterações orçamentárias: 17 2010 Portaria SOF nº 4. análise e definição das ações orçamentárias que comporão as alterações orçamentárias no exercício.portalsof.3.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210. no exercício de 2010.93). 4º autoriza a abertura de créditos suplementares desde que as alterações promovidas na programação orçamentária sejam compatíveis com a obtenção da meta de resultado primário estabelecida para o exercício de 2009.planejamento. em função da aplicação de diferentes percentuais sobre determinadas dotações. respeitados os limites e condições estabelecidas no próprio artigo. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.

de normas e de procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de alterações orçamentárias. As USs são responsáveis pela apresentação das solicitações de alterações qualitativas e quantitativas na programação orçamentária. avaliação da adequação das alterações na estrutura programática e mapeamento das modificações necessárias. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial. estudos de adequação da estrutura programática do exercício. Unidade Orçamentária . integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas. e alterações orçamentárias provenientes das unidades - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias do órgão. 5. 93 .UO A UO desempenha o papel de coordenadora do processo de alterações orçamentárias no seu âmbito de atuação. definição de instruções. Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para solicitações de alterações orçamentárias.2. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática. formalização ao Ministério do Planejamento. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal. coordenado pelas unidades orçamentárias. coordenação do processo de alterações orçamentárias no âmbito do órgão setorial.2.2. coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações. análise e validação das propostas de alterações quantitativas dos setoriais. 5. consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. análise e validação das orçamentárias.3. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para alterações orçamentárias. orientação.Orçamento Federal - fixação de normas gerais de alterações dos orçamentos federais.

salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício.3. dando imediato conhecimento deles ao Poder Legislativo. casos em que. 5. deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. a LOA poderá ser alterada no decorrer de sua execução por meio de créditos adicionais. sem a necessidade de submissão do crédito ao Poder Legislativo. para as quais não haja dotação orçamentária específica.1. Os créditos suplementares terão vigência limitada ao exercício em que forem abertos. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários. no caso federal. Assim. tais como em caso de guerra ou calamidade pública. reabertos nos limites dos seus saldos. casos em que. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. as dotações inicialmente aprovadas na LOA podem revelar-se insuficientes para realização dos programas de trabalho. e por decreto do Poder Executivo para os demais entes. Créditos Extraordinários São os destinados a despesas urgentes e imprevisíveis. que são autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na lei do orçamento. em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho.3. 167 CF. conforme art. PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE Durante a execução do orçamento. 5. Serão abertos por medida provisória. Os créditos extraordinários não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos. Créditos Suplementares São os destinados a reforço de dotação orçamentária. Note-se que sua abertura depende da existência de recursos disponíveis e de exposição que a justifique. reaberto nos limites dos seus saldos. A LOA poderá conter autorização ao Poder Executivo para abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual.Orçamento Federal - coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias. Os créditos adicionais são classificados em: Créditos Especiais São os destinados a despesas. Os créditos especiais não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. ou pode ocorrer a necessidade de realização de despesa não autorizada inicialmente. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. e - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias da unidade orçamentária. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. - análise e validação das solicitações de alterações orçamentárias das unidades administrativas. devendo ser autorizados por lei. que especifica a 94 .

o formulário é transmitido simultaneamente para a Secretaria de Planejamento e Investimentos . Ao identificar a necessidade de criação de Programa de Trabalho para créditos especiais ou extraordinários. a qual. Depois de preenchido. Caso ambas as Secretarias estejam de acordo. no momento específico para a UO. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas As alterações quantitativas do orçamento viabilizam a realização anual dos programas mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias. ela encaminhará o formulário preenchido ao órgão setorial que analisará a solicitação.br. O órgão setorial correspondente procederá a uma avaliação global da necessidade dos créditos solicitados e das possibilidades de oferecer recursos compensatórios.Orçamento Federal localização física das ações.SPI e para a SOF. Caso a solicitação do crédito se inicie no órgão setorial. os órgãos setoriais deverão encaminhar à SOF as solicitações de créditos adicionais de suas unidades. fazem os ajustes necessários e avaliam a viabilidade de atendimento da solicitação. o órgão setorial ou o Analista da SOF deve preencher o formulário disponível na página http://www. será necessária inicialmente a utilização do Processo de Proposta e Análise de Alterações Orçamentárias para que seja realizado cadastramento do Programa de Trabalho e a obtenção de seu código. o formulário deve ser encaminhado para o endereço eletrônico creditos2010@planejamento. a solicitação de alteração deverá ser elaborada de forma a atender as condições dispostas nas Portarias editadas pela SOF que estabelecem procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias para o exercício.3.planejamento. Orçamento e Gestão por meio do mesmo endereço indicado acima. Após a verificação do crédito e aprovação da sua consistência. Caso a necessidade tenha sido detectada na UO. de acordo com os atributos do programa de trabalho desejado. solicitante deve estar atento à correção e qualidade das informações prestadas no respectivo formulário. do órgão setorial ou mesmo da SOF.portalsof. As solicitações de alterações orçamentárias que tiverem início na UO deverão ser elaboradas mediante acesso on-line ao Sidor. deve-se elaborar a solicitação de alterações orçamentárias mediante acesso “on-line” ao SIDOR. Para solicitação de créditos especiais e/ou extraordinários. e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias. fará as alterações que julgar procedentes e encaminhará em seguida o formulário preenchido ao Ministério do Planejamento. os analistas da SOF e da SPI verificam se a solicitação está em conformidade com a metodologia utilizada e se atende aos parâmetros legais vigentes.br.2. 5. Em qualquer caso. em seguida. o Programa de Trabalho será criado e disponibilizado no Sidor para que se possa proceder à solicitação de alteração orçamentária quantitativa. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO. a UO. 95 . Ao receber o formulário preenchido. no momento específico para o Órgão Setorial e nos prazos estabelecidos pela Portaria da SOF de Alterações Orçamentárias. A necessidade de alteração orçamentária pode ser identificada pela UO ou pelo Órgão Setorial. Por meio deste endereço.gov. a UO.gov. deve encaminhar a solicitação para o respectivo órgão setorial. Em seguida deve deverá encaminhá-lo à SOF para análise da solicitação. Para o perfeito entendimento e posterior análise da solicitação de alteração orçamentária qualitativa. ou o órgão setorial.

por meio de uma análise criteriosa da solicitação. 5. existe um caminho diferente até sua publicação.5. a SOF encaminha o documento ao Ministro do Planejamento Orçamento e Gestão. a Casa Civil a encaminha para publicação e dá conhecimento ao Congresso Nacional. cabendo salientar que os projetos de lei são produzidos separadamente por área temática. a SOF elabora o pleito de créditos e. serão preparados os atos legais necessários à formalização da alteração no orçamento.Orçamento Federal Ao receber a solicitação de crédito. este é enviado para publicação na Imprensa Nacional. Em se tratando de um decreto. que o envia à Casa Civil para validação do Presidente da República. Se for um decreto. após a assinatura pelo Presidente. ela é enviada diretamente à Imprensa Nacional para publicação. 5. Para cada tipo de ato legal elaborado. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI Após a publicação dos atos legais no Diário Oficial da União. E no caso de créditos extraordinários. de identificador de uso. A STN então gera notas de dotação para as unidades gestoras para que possam utilizar os créditos disponíveis.4. e portaria do Secretário da SOF para alterações de fonte de recursos. 96 . Os projetos de lei são remetidos ao Congresso Nacional para que sejam apreciados e votados. um projeto de lei ou uma medida provisória. decide por atendê-la ou não. Os documentos são elaborados por tipo de alteração orçamentária e podem ser: decreto do Poder Executivo para créditos suplementares autorizados na LOA e para os De/Para institucionais. O envio destes ao Congresso é materializado pela publicação de uma mensagem presidencial no DOU. projeto de lei para os créditos suplementares dependentes de autorização legislativa e para os créditos especiais. ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS Cabe à SOF a elaboração dos atos legais e da documentação acessória das alterações orçamentárias aprovadas. Elaborados e revisados os atos legais e sua documentação acessória. medida provisória para os créditos extraordinários. que são efetivados por Medida Provisória. ou de identificador de resultado primário. Caso seja aprovado o pedido de crédito. a SOF procederá à efetivação dos créditos publicados no Sidor e transmitirá as informações à Secretaria do Tesouro Nacional – STN para que seja efetuada a sua disponibilização no Siafi. a formalização é efetivada pelo Secretário de Orçamento Federal. Caso seja uma portaria da SOF.

Prodasen Secretaria Especial de Editoração e Publicação Fundo Especial do Senado Federal Fundo de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal Fundo da Secretaria Especial de Editoração e Publicação TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Tribunal de Contas da União SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Supremo Tribunal Federal Conselho Nacional de Justiça SUPERIOR SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Superior Tribunal de Justiça Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados . CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 01000 01101 01901 02000 02101 02103 02104 02901 02903 02904 03000 03101 10000 10101 10102 11000 11101 11102 12000 12101 12102 12103 12104 12105 12106 13000 13101 14000 14101 14102 14103 14104 14105 14106 14107 14108 14109 14110 CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara dos Deputados Fundo Rotativo da Câmara dos Deputados SENADO FEDERAL Senado Federal Secretaria Especial de Informática .1.ENFAM JUSTIÇA FEDERAL Justiça Federal de Primeiro Grau Tribunal Regional Federal da 1ª Região Tribunal Regional Federal da 2ª Região Tribunal Regional Federal da 3ª Região Tribunal Regional Federal da 4ª Região Tribunal Regional Federal da 5ª Região JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Justiça Militar da União JUSTIÇA ELEITORAL ELEITORAL Tribunal Superior Eleitoral Tribunal Regional Eleitoral do Acre Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas Tribunal Regional Eleitoral da Bahia Tribunal Regional Eleitoral do Ceará Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão 97 . TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS 6.Orçamento Federal 6.

Rio Grande do Sul Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região .Paraíba Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região .Pernambuco Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região .Bahia Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região .Rio de Janeiro Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região .Minas Gerais Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região .Espírito Santo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região .Goiás 98 .Rondônia/Acre Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região .Maranhão Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região .Ceará Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região .Pará/Amapá Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região .São Paulo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região .Paraná Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região .Amazonas/Roraima Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região .Santa Catarina Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região .Campinas/SP Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região .Distrito Federal/Tocantins Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 14111 14112 14113 14114 14115 14116 14117 14118 14119 14120 14121 14122 14123 14124 14125 14126 14127 14128 14901 15000 15101 15102 15103 15104 15105 15106 15107 15108 15109 15110 15111 15112 15113 15114 15115 15116 15117 15118 15119 Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Tribunal Regional Eleitoral do Pará Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco Tribunal Regional Eleitoral do Piauí Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins Tribunal Regional Eleitoral de Roraima Tribunal Regional Eleitoral do Amapá Fundo Partidário JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Superior do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região .

EBC Fundo Nacional Antidrogas – FUNAD Fundo de Imprensa Nacional Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente – FNCA Fundo Nacional do Idoso .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 15120 15121 15122 15123 15124 15125 16000 16101 16103 17000 17101 20000 20101 20102 20114 20118 20120 20121 20122 20125 20126 20128 20204 20225 20415 20926 20927 20928 20929 22000 22101 22202 22211 22906 24000 24101 24201 24204 24205 Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região .Rio Grande do Norte Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região . PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Ministério da Agricultura.ITI Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA Empresa Brasil de Comunicação .ABIN Arquivo Nacional Secretaria de Direitos Humanos Secretaria de Políticas para as Mulheres Controladoria-Geral da União Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Portos Instituto Nacional de Tecnologia da Informação .Alagoas Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região .Mato Grosso do Sul JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Tribunal de Justiça do Distrito Federal Justiça da Infância e da Juventude CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA Conselho Nacional de Justiça PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Presidência da República Gabinete da Vice-Presidência da República Advocacia-Geral da União Agência Brasileira de Inteligência .Sergipe Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região .Piauí Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região . Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Companhia Nacional de Abastecimento Fundo de Defesa da Economia Cafeeira MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Comissão Nacional de Energia Nuclear Agência Espacial Brasileira 99 .Mato Grosso Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região .FNI MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.

A.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 24206 24207 24209 24901 25000 25101 25103 25104 25201 25203 25208 25903 25904 25913 25914 26000 26101 26104 26105 26201 26230 26231 26232 26233 26234 26235 26236 26237 26238 26239 26240 26241 26242 26243 26244 26245 26246 26247 26248 Indústrias Nucleares do Brasil S. A. .A. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.CEITEC Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico MINISTÉRIO DA FAZENDA Ministério da Fazenda Secretaria da Receita Federal do Brasil Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Banco Central do Brasil Comissão de Valores Mobiliários Superintendência de Seguros Privados Fundo de Compensação e Variações Salariais Fundo de Estabilidade do Seguro Rural Fundo Especial de Treinamento e Desenvolvimento Fundo de Garantia à Exportação – FGE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Ministério da Educação Instituto Nacional de Educação de Surdos Instituto Benjamin Constant Colégio Pedro II Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Universidade Federal de Alagoas Universidade Federal da Bahia Universidade Federal do Ceará Universidade Federal do Espírito Santo Universidade Federal de Goiás Universidade Federal Fluminense Universidade Federal de Juiz de Fora Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Pará Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal do Paraná Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal do Rio Grande do Norte Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal de Santa Catarina Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal Rural de Pernambuco 100 . Nuclebrás Equipamentos Pesados S.

UTFPR Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de São Paulo Universidade Federal de Lavras Universidade Federal Rural do Semi Árido – UFERSA-RN Fundação Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA Universidade Federal da Integração Latino-Americana .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26249 26250 26251 26252 26253 26254 26255 26256 26257 26258 26260 26261 26262 26263 26264 26266 26267 26268 26269 26270 26271 26272 26273 26274 26275 26276 26277 26278 26279 26280 26281 26282 26283 26284 26285 26286 26290 26291 26292 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Fundação Universidade Federal de Roraima Fundação Universidade Federal do Tocantins Universidade Federal de Campina Grande Universidade Federal Rural da Amazônia Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Universidade Tecnológica Federal do Paraná .UNILA Fundação Universidade Federal de Rondônia Fundação Universidade do Rio de Janeiro Fundação Universidade do Amazonas Fundação Universidade de Brasília Fundação Universidade Federal do Maranhão Fundação Universidade Federal do Rio Grande Universidade Federal de Uberlândia Fundação Universidade Federal do Acre Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Fundação Universidade Federal de Ouro Preto Fundação Universidade Federal de Pelotas Fundação Universidade Federal do Piauí Fundação Universidade Federal de São Carlos Fundação Universidade Federal de Sergipe Fundação Universidade Federal de Viçosa Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Fundação Universidade Federal de São João Del Rei Fundação Universidade Federal do Amapá Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES Fundação Joaquim Nabuco 101 .

S.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26294 26298 26350 26351 26352 26358 26359 26362 26363 26364 26365 26366 26367 26368 26369 26370 26371 26372 26373 26374 26378 26385 26386 26387 26388 26389 26391 26392 26393 26394 26395 26396 26397 26398 26399 26400 26401 26402 26403 Hospital de Clínicas de Porto Alegre Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Fundação Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB Fundação Universidade Federal do ABC – UFABC Hospital Universitário Alberto Antunes Complexo Hospitalar da Universidade Federal da Bahia Hospital Universitário Valter Cantidio Maternidade Assis Chateaubrian Hospital Universitário Antonio Morais Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Hospital Universitário Antonio Pedro Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais Hospital Universitário João B. Thiago Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Maria Hospital Universitário Alcides Carneiro Hospital Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Hospital Universitário Gaffree e Guinle Hospital Getúlio Vargas Hospital Universitário de Brasília Hospital Universitário da Fundação Universidade do Maranhão Hospital Universitário Miguel Riet Junior Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia Hospital Julio Muller Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Pelotas Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Piauí Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Sergipe Hospital Universitário Maria Pedrossian Instituto Federal de Alagoas Instituto Federal do Amazonas 102 . Barreto Hospital Universitário Betina Ferro Souza Hospital Universitário Lauro Wanderley Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados Hospital Universitário Polydoro E.

UFFS Universidade Federal do Oeste do Pará .UFOPA 103 .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26404 26405 26406 26407 26408 26409 26410 26411 26412 26413 26414 26415 26416 26417 26418 26419 26420 26421 26422 26423 26424 26425 26426 26427 26428 26429 26430 26431 26432 26433 26434 26435 26436 26437 26438 26439 26440 26441 Instituto Federal Baiano Instituto Federal do Ceará Instituto Federal do Espírito Santo Instituto Federal Goiano Instituto Federal do Maranhão Instituto Federal de Minas Gerais Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Instituto Federal do Triângulo Mineiro Instituto Federal do Mato Grosso Instituto Federal do Mato Grosso do Sul Instituto Federal do Pará Instituto Federal da Paraíba Instituto Federal de Pernambuco Instituto Federal do Rio Grande do Sul Instituto Federal Farroupilha Instituto Federal de Rondônia Instituto Federal Catarinense Instituto Federal de Sergipe Instituto Federal do Tocantins Instituto Federal do Acre Instituto Federal do Amapá Instituto Federal da Bahia Instituto Federal de Brasília Instituto Federal de Goiás Instituto Federal do Sertão Pernambucano Instituto Federal do Piauí Instituto Federal do Paraná Instituto Federal do Rio de Janeiro Instituto Federal Fluminense Instituto Federal do Rio Grande do Norte Instituto Federal Sul-rio-grandense Instituto Federal de Roraima Instituto Federal de Santa Catarina Instituto Federal de São Paulo Universidade Federal da Fronteira Sul .

Indústria e Comércio Exterior Instituto Nacional de Metrologia. Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade – FGPC MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Ministério da Justiça Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF Departamento de Polícia Federal – DPF Defensoria Pública da União – DPU Fundação Nacional do Índio – FUNAI Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE Fundo de Defesa de Direitos Difusos Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Policia Federal – FUNAPOL Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministério de Minas e Energia Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM Agência Nacional do Petróleo. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Empresa de Pesquisa Energética . INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Ministério do Desenvolvimento.Orçamento Federal CÓDIGO 28000 28101 28202 28203 28233 28904 30000 30101 30107 30108 30109 30202 30211 30905 30907 30909 30911 32000 32101 32202 32263 32265 32266 32314 33000 33101 33201 33904 34000 34101 34102 34103 34104 34105 ÓRGÃO/UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO.EPE MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Fundo do Regime Geral de Previdência Social MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Ministério Público Federal Ministério Público Militar Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios Ministério Público do Trabalho Escola Superior do Ministério Público da União 104 .

Hospital Fêmina S. Construções e Ferrovias S. Fundação Nacional de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA Agência Nacional de Saúde Suplementar Fundo Nacional de Saúde MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Ministério do Trabalho e Emprego Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho Fundo de Amparo ao Trabalhador MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Ministério dos Transportes Valec – Engenharia. Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT Fundo da Marinha Mercante – FMM MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES Ministério das Comunicações Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL 105 .A.A.A.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 35000 35101 35201 36000 36201 36208 36209 36210 36211 36212 36213 36901 38000 38101 38201 38901 39000 39101 39207 39250 39251 39252 39901 41000 41101 41231 41902 41903 MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Ministério das Relações Exteriores Fundação Alexandre de Gusmão MINISTÉRIO DA SAÚDE Fundação Oswaldo Cruz Hospital Cristo Redentor S. Hospital Nossa Senhora da Conceição S.A.

Orçamento Federal CÓDIGO 42000 42101 42201 42202 42203 42204 42205 42206 42207 42902 44000 44101 44102 44201 44205 44206 44207 44901 47000 47101 47205 47210 49000 49101 49201 51000 51101 52000 52101 52111 52121 52131 52133 52201 52211 52221 52222 52232 Ministério da Cultura ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação Casa de Rui Barbosa Fundação Biblioteca Nacional Fundação Cultural Palmares Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN Fundação Nacional de Artes Agência Nacional do Cinema – ANCINE Instituto Brasileiro de Museus .FNMA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO.IBGE Fundação Escola Nacional de Administração Pública .IMBEL Fundação Osório Caixa de Construção de Casas do Pessoal da Marinha do Brasil .ENAP DESENVOLVIMENTO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária .SFB Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA Agência Nacional de Águas – ANA Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICM Bio Fundo Nacional de Meio Ambiente .Incra MINISTÉRIO DO ESPORTE Ministério do Esporte MINISTÉRIO DA DEFESA Ministério da Defesa Comando da Aeronáutica Comando do Exército Comando da Marinha Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar Agência Nacional de Aviação Civil Caixa de Financiamento Imobiliário da Aeronáutica Indústria de Material Bélico do Brasil . ORÇAMENTO E GESTÃO Ministério do Planejamento.CCCPMB 106 . Orçamento e Gestão Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .IBRAM Fundo Nacional de Cultura MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Ministério do Meio Ambiente Serviço Florestal Brasileiro .

FNO Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste . .DNOCS Fundo Constitucional de Financiamento do Norte .A.Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Fundo Soberano do Brasil – Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda 107 .SUDENE Departamento Nacional de Obras Contra as Secas .FNE MINISTÉRIO DO TURISMO Ministério do Turismo Embratur . Orçamento e Gestão Encargos Financeiros da União .SUDAM Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste .Orçamento Federal CÓDIGO 52901 52902 52903 52911 52921 52931 52932 53000 53101 53201 53202 53203 53204 53901 53902 53903 54000 54101 54201 55000 55101 55901 56000 56101 56201 56202 56901 56902 58000 58101 59000 59101 71000 71101 71102 71103 71901 71902 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Fundo do Ministério da Defesa Fundo de Administração do Hospital das Forças Armadas Fundo do Serviço Militar Fundo Aeronáutico Fundo do Exército Fundo Naval Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Ministério da Integração Nacional Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia .Instituto Brasileiro de Turismo MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Fundo Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DAS CIDADES Ministério das Cidades Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.TRENSURB Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU Fundo Nacional de Segurança e Educação do Trânsito .FCO Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste .Pagamento de Sentenças Judiciais Fundo Contingente da Extinta RFFSA .FUNSET Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS MINISTÉRIO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Ministério da Pesca e Aquicultura CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO Conselho Nacional do Ministério Público ENCARGOS FINANCEIROS DA UNIÃO Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério do Planejamento.

Científico e Tecnólogico/FNDCT . Ind..Min das Comunicações Recursos sob Supervisão do Fundo de Terras e da Reforma Agrária/Banco da Terra . e Com.Min.Min. das Telecomunicações / FUNTTEL . Tecnol. Ciência e Tecnologia Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS Recursos sob a Supervisão do Fundo Nacional de Cultura Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte/FNO .Min. do Desenv.Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão da Superintendência de Seguros Privados/SUSEP .Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do CentroOeste/FCO .Ministério dos Transportes Recursos sob Supervisão do Fundo para o Desenv. DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério de Minas e Energia Recursos sob Supervisão do Ministério da Educação Transferências Constitucionais . Exterior Recursos sob Supervisão do Fundo da Marinha Mercante/FMM .MF Recursos sob Supervisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar/ANS .Ministério do Turismo Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenv. da Educação Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenvolvimento/FND . Agrário Recursos sob Supervisão do Ministério da Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Geral de Turismo/FUNGETUR .Orçamento Federal CÓDIGO 73000 73101 73104 73107 73108 73109 73111 73901 74000 74101 74102 74201 74202 74203 74901 74902 74903 74904 74905 74906 74907 74908 74910 74911 74912 74913 74914 74915 74916 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS.Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos Sob Supervisão do Ministério do Esporte Recursos sob Supervisão do Ministério do Meio Ambiente Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF OPERAÇÕES OFICIAIS DE CRÉDITO Recursos sob a supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional .Ministério da Saúde Recursos sob Supervisão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária/INCRA .Min.Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste/FNE Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima 108 . do Desenv.Ministério do Desenv. Agrário Recursos sob Supervisão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira/Funcafé – MAPA Recursos sob Supervisão do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior/FIEES .

CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL Anexo da Portaria nº 42. publicada no DOU de 15 de abril de 1999 FUNÇÃO 01 – Legislativa SUBFUNÇÃO 031 – Ação Legislativa 032 – Controle Externo 061 – Ação Judiciária 062 – Defesa do Interesse Público no Processo Judiciário 091 – Defesa da Ordem Jurídica 092 – Representação Judicial e Extrajudicial 121 – Planejamento e Orçamento 122 – Administração Geral 123 – Administração Financeira 124 – Controle Interno 125 – Normatização e Fiscalização 126 – Tecnologia da Informação 127 – Ordenamento Territorial 128 – Formação de Recursos Humanos 129 – Administração de Receitas 130 – Administração de Concessões 131 – Comunicação Social 151 – Defesa Aérea 152 – Defesa Naval 153 – Defesa Terrestre 181 – Policiamento 182 – Defesa Civil 183 – Informação e Inteligência 211 – Relações Diplomáticas 212 – Cooperação Internacional 241 – Assistência ao Idoso 242 – Assistência ao Portador de Deficiência 243 – Assistência à Criança e ao Adolescente 244 – Assistência Comunitária 02 – Judiciária 03 . de 14 de abril de 1999.Essencial à Justiça 04 – Administração 05 .Orçamento Federal CÓDIGO 75000 75101 90000 90000 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA REFINANCIAMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA MOBILIÁRIA FEDERAL Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda RESERVA DE CONTINGÊNCIA Reserva de Contingência 6.Segurança Pública 07 – Relações Exteriores 08 – Assistência Social 109 .2.Defesa Nacional 06 .

Coletivos e Difusos 423 – Assistência aos Povos Indígenas 451 – Infra-Estrutura Urbana 452 – Serviços Urbanos 453 – Transportes Coletivos Urbanos 481 – Habitação Rural 482 – Habitação Urbana 511 – Saneamento Básico Rural 512 – Saneamento Básico Urbano 541 – Preservação e Conservação Ambiental 542 – Controle Ambiental 543 – Recuperação de Áreas Degradadas 544 – Recursos Hídricos 545 – Meteorologia 571 – Desenvolvimento Científico 572 – Desenvolvimento Tecnológico e Engenharia 573 – Difusão do Conhecimento Científico e Tecnológico 09 – Previdência Social 10 – Saúde 11 – Trabalho 12 – Educação 13 – Cultura 14 – Direitos da Cidadania 15 – Urbanismo 16 – Habitação 17 – Saneamento Ambiental 18 .Gestão Ambiental 19 – Ciência e Tecnologia 110 .Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 271 – Previdência Básica 272 – Previdência do Regime Estatutário 273 – Previdência Complementar 274 – Previdência Especial 301 – Atenção Básica 302 – Assistência Hospitalar e Ambulatorial 303 – Suporte Profilático e Terapêutico 304 – Vigilância Sanitária 305 – Vigilância Epidemiológica 306 – Alimentação e Nutrição 331 – Proteção e Benefícios ao Trabalhador 332 – Relações de Trabalho 333 – Empregabilidade 334 – Fomento ao Trabalho 361 – Ensino Fundamental 362 – Ensino Médio 363 – Ensino Profissional 364 – Ensino Superior 365 – Educação Infantil 366 – Educação de Jovens e Adultos 367 – Educação Especial 391 – Patrimônio Histórico. Artístico e Arqueológico 392 – Difusão Cultural 421 – Custódia e Reintegração Social 422 – Direitos Individuais.

no tópico “Legislação” desse MTO. 111 . no tópico “Legislação” desse MTO. de 14 de abril de 1999. de 14 de abril de 1999. de 16 de Agosto de 2007. que altera o anexo da Portaria MOG nº 42. que altera o anexo da Portaria MOG nº 42. Ver. a portaria SOF nº 37. de 18/08/08.Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 601 – Promoção da Produção Vegetal 602 – Promoção da Produção Animal 603 – Defesa Sanitária Vegetal 604 – Defesa Sanitária Animal 605 – Abastecimento 606 – Extensão Rural 607 – Irrigação 631 – Reforma Agrária 632 – Colonização 661 – Promoção Industrial 662 – Produção Industrial 663 – Mineração 664 – Propriedade Industrial 665 – Normalização e Qualidade 691 – Promoção Comercial 692 – Comercialização 693 – Comércio Exterior 694 – Serviços Financeiros 695 – Turismo 721 – Comunicações Postais 722 – Telecomunicações 751 – Conservação de Energia 752 – Energia Elétrica 16 753 – Combustíveis Minerais 754 – Biocombustíveis 781 – Transporte Aéreo 782 – Transporte Rodoviário 783 – Transporte Ferroviário 784 – Transporte Hidroviário 785 – Transportes Especiais 811 – Desporto de Rendimento 812 – Desporto Comunitário 813 – Lazer 841 – Refinanciamento da Dívida Interna 842 – Refinanciamento da Dívida Externa 843 – Serviço da Dívida Interna 844 – Serviço da Dívida Externa 845 – Outras Transferências 846 – Outros Encargos Especiais 17 847 – Transferências para a Educação Básica 20 – Agricultura 21 – Organização Agrária 22 – Indústria 23 – Comércio e Serviços 24 – Comunicações 25 – Energia 26 – Transporte 27 – Desporto e Lazer 28 – Encargos Especiais 16 17 Portaria nº 41.

3. CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS Anexo atualizado da Portaria SOF nº 1.Exercício Corrente Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores Recursos de Outras Fontes – Exercícios Anteriores Recursos Condicionados 6.Orçamento Federal 6. Especificação das Fontes CÓDIGO 00 01 02 03 06 07 11 12 13 15 16 17 18 19 20 23 27 29 30 31 32 33 34 35 Recursos Ordinários Transferências do Imposto sobre a Renda e sobre Produtos Industrializados Transferência do Imposto Territorial Rural Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional Contribuição ao Fundo de Saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Florestais Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – Combustíveis Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Contribuição do Salário-Educação Contribuição para os Programas Especiais (Pin e Proterra) Recursos de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Recursos Oriundos das Contribuições Voluntárias para o Montepio Civil Contribuições sobre Concursos de Prognósticos Imposto sobre Operações Financeiras – Ouro Contribuições sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Custas Judiciais Recursos de Concessões e Permissões Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Selos de Controle e Lojas Francas Juros de Mora da Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário Compensações Financeiras pela Utilização de Recursos Hídricos Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ESPECIFICAÇÃO 112 . de 19 de fevereiro de 2001. GRUPO DE FONTES DE RECURSOS 1 2 3 6 9 Recursos do Tesouro .1.3.

Retorno de Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos Recursos das Operações Oficiais de Crédito Certificados de Privatização Reforma Patrimonial – Alienação de Bens Reforma Patrimonial – Privatizações Títulos da Dívida Agrária Alienação de Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento Notas do Tesouro Nacional – Série “P” Contribuição Patronal para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Orçamento Federal CÓDIGO 39 40 41 42 43 44 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 67 69 71 72 73 74 75 76 79 78 ESPECIFICAÇÃO Alienação de Bens Apreendidos Contribuições para os Programas PIS/PASEP Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Minerais Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Crédito Internas – em Moeda Operações de Crédito Internas – em Bens e/ou Serviços Operações de Crédito Externas – em Moeda Operações de Crédito Externas – em Bens e/ou Serviços Recursos Próprios Não Financeiros Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas Resultado do Banco Central Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição sobre Movimentação Financeira Contribuição do Servidor para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Receitas de Honorários de Advogados Multas Incidentes sobre a Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Retorno de Operações de Crédito – BEA/BIB Outras Contribuições Econômicas Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Retorno de Operações de Crédito – Estados e Municípios Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas por Serviços Públicos Outras Contribuições Sociais Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza Fundo de Fiscalização das Telecomunicações 113 .

Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris Recurso correspondente à Reserva de Contingência Específica Produto da Aplicação dos Recursos à Conta do Salário-Educação Doações para o Combate à Fome Doações de Entidades Internacionais Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais Dividendos da União Desvinculação de Recursos de Superávit Financeiro 114 .Orçamento Federal CÓDIGO 80 81 82 84 85 86 87 88 89 91 93 94 95 96 97 98 ESPECIFICAÇÃO Recursos Próprios Financeiros Recursos de Convênios Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres Contribuições sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador e Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Desvinculação Parcial de Recursos de Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Outras Receitas Originárias Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Recursos das Operações Oficiais de Crédito .

6.04.00 1111.01.00.02. de 27 de junho de 2001 atualizado. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA 6.01.02.00.4.01.00 1111.1. Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal Anexo da Portaria SOF nº 9.00 1111.04.00. CÓDIGO 1000.02 1111.00 1112.00 1100.00 1110.01.00.10 Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas P 115 .01 1111.00 1111.4.01.00 1112.01.01 1111.00.01 1112.00 1112.02 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Receita do Principal do Imposto sobre a Importação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Receita do Principal do Imposto sobre a Exportação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não-Conveniados RP FONTE P P 00 12 00 12 00 12 00 12 P P P P 02 00 02 12 00 01 12 1112.02.02 1112.

04.34 Retido nas Fontes – Outros Rendimentos P 1112.04.04.33 Retido nas Fontes – Remessa ao Exterior P 1112.00.21 Pessoa Jurídica – Líquida de Incentivos P 1112.04.04.04.00 1113.32 Retido nas Fontes – Capital P 1112.01 Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados Produtos do Fumo P 00 01 116 .04.01.23 Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Federal e Nacional P 1112.1112.35 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.22 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1112.11 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1112.01.04.00 1113.04.31 Retido nas Fontes – Trabalho P 1112.

01.1113.01 1113.09 Outros Produtos P 1113.01.03.01.03.00.09 1113. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Comercialização do Ouro Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Impostos Extraordinários P 19 P P 19 00 12 00 12 00 01 12 P P 1115.03.01.00.02 1113.00 Taxas 117 .04 Vinculados à Importação P 1113. Câmbio e Seguro.03.03 Automóveis P 1113.00 1113.01.11 Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Federal e Nacional P 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.10 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Produtos Industrializados P 1113.02 Bebidas P 1113. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Comercialização do Ouro Demais Operações Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito.10 Imposto sobre Operações de Crédito.01.00 1120.03.

00 1121.01 1121.02 1121.01.22.00 1121.17.20.00 1121.05 1121.04.13.20.15.16.02 1121.01 1121.02 1121.23.11.00 1121.20.20.24.00 1121.00 1121.21.00 1121.00 1121.00 1121.00 1121.14.00 Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação e Operação da Adução de Água Taxas de Fiscalização das Telecomunicações Taxa de Fiscalização de Instalação Taxa de Fiscalização de Funcionamento Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos Taxas do Departamento de Polícia Federal Taxa do Departamento de Polícia Federal – Segurança Privada Taxa do Departamento de Polícia Federal – Sistema Nacional de Armas Taxas de Migração Taxa de Licenciamento.00 1122.02.04.20.00 1121.04.02.01 1121.05.00 1121.00 1121.20.20.10.00.06 1121.00 1121.03.00 1121.1121.00 1121.00 1121.02.03 1121. de Capitalização e da Previdência Privada Aberta Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Taxa de Saúde Suplementar Taxa por Plano de Assistência à Saúde Taxa por Registro de Produto Taxa por Alteração de Dados de Produto Taxa por Registro de Operadora Taxa por Alteração de Dados de Operadora Taxa por Pedido de Reajuste de Contraprestação Pecuniária Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Taxa de Serviços Administrativos Taxa de Serviços Metrológicos Taxa de Fiscalização sobre a Distribuição Gratuita de Prêmios e Sorteios Taxas pela Prestação de Serviços 118 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P 74 74 78 74 78 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 . Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas Instalações Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.04 1121.00.

00.01.02.02 1122.00 1210.00 1122.00.00 1122.00 1122.00 1210.00 1122.00 1122.00 1122.03.07.00 1130.01 Emolumentos Consulares Taxa de Pedido de Visto em Contrato de Trabalho de Estrangeiro Taxa de Utilização do Sistema Eletrônico de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante – MERCANTE Taxa de Avaliação do Ensino Superior Taxa Judiciária da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas Judiciais Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX Emolumentos e Custas Processuais Administrativas Emolumentos e Custas de Apreciação de Atos e Contratos Emolumentos e Custas Decorrentes de Consultas Taxa Militar Taxa de Classificação de Produtos Vegetais Taxa de Serviços Cadastrais Taxa de Serviços Aquícolas Outras Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita do Principal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Parcelamentos – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Contribuição para o Salário-Educação Cota-Parte da Contribuição Sindical Contribuição para o Ensino Aeroviário Contribuição para o Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo P P P P P P P P P P P P P P P 74 75 75 75 27 27 27 75 75 75 75 75 75 74 75 P 00 53 00 53 13 00 76 00 76 00 76 1210.99.01.12.00 1122.00 1210.00 119 .00 1210.00 1122.00 1210.11.00 1122.00 1210.00 1200.05.12.02 P P P P P 1210.00 1122.00 1122.04.12.00.00 1122.22.01.06.1122.02.15.19.01 1122.06.21.00 1122.08.04.01.

07.00 1210.18.00 1210.18.18.18.02 Receita de Parcelamentos – Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1210.18.13.17.18.00 1210.03 1210.01 Contribuição para o Fundo de Saúde das Forças Armadas Contribuição sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira Receita do Principal da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 76 00 20 P 1210.02 1210.18.00 1210.1210.04 1210.15.06 1210.13.00 1210.00 1210.08 Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Prêmios Prescritos de Loterias Federais Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Contribuição Sobre a Receita de Concurso de Prognóstico Específico Destinado ao Desenvolvimento da Prática Desportiva – Modalidade Futebol 120 P P 00 55 79 00 55 79 00 23 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 76 00 P P P P P P P P .01 1210.18.07 1210.09.18.05 1210.13.

29.30.29.29.30.18 1210.1210.07 1210.08 1210.29.09 1210.15 1210.29.29. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento de Pensionista Civil.30.00 1210.11 1210. Oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Ativo Civil.30.30.30.09 1210.29.30.12 1210.02 1210.30.30. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RGPS Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico 121 P 18 00 18 69 56 56 56 56 56 69 56 56 56 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 F P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .01 1210.30.30.30.16 1210.11 1210. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Inativo Civil.29.01 1210.18.04 1210.13 1210.14 Outros Prêmios Prescritos Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Inativo Civil para o Regime Próprio Contribuição de Pensionista Civil para o Regime Próprio Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RPPS Receita de Recolhimento da Contribuição Patronal.19 1210.09 1210.13 1210.03 1210.29.00 1210.05 1210.06 1210.10 1210.30.07 1210.17 1210.30.29.30.29.

02 1210.30.30.00 1210.23 1210.34.20 1210.16 1210.01 1210.00 1210.15 1210.33.30.31. Recursal e Custas Judiciais Contribuição Previdenciária das Cooperativas de Trabalho Descontada do Cooperado Receita de Parcelamentos – Contribuição dos Empregadores e Trabalhadores para a Seguridade Social Outras Contribuições Previdenciárias Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde do Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuições Rurais Contribuição Industrial Rural Adicional à Contribuição Previdenciária Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição e Adicional para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC 122 P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 P P 54 54 P P P P 06 06 00 76 00 76 .32.01 1210.34.00 1210.30.32.01 1210.21 1210.19 1210.30.35.01 Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Certificados da Dívida Pública – CDP Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.31.01 1210.30.17 1210.02 1210.00 1210.31.03 1210.30.32.35.34.30.1210.30.99 1210.33.22 1210.18 1210.02 1210.33.00 1210.30.

43.00 1210.36.00 1210.39.36.42.37.02 1210.1210.00 1210.00 1210.48.36.00 P P P P 00 76 00 84 00 84 00 18 123 .45.38.02 P 1210.37.01 1210.00 1210.02 P P 1210.00 1210.47.01 Adicional à Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição e Adicional para o Serviço Social da Indústria – SESI Contribuição para o Serviço Social da Indústria – SESI Adicional à Contribuição ao Serviço Social da Indústria – SESI Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receitas dos Principais das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita de Parcelamentos – Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita do Principal da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Parcelamentos – Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR Contribuição para o Serviço Social do Transporte – SEST Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – SENAT Contribuição para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP Contribuição sobre Jogos de Bingo Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Outras Contribuições Sociais P 00 40 00 40 00 51 00 51 1210.38.44.00 1210.02 1210.00 1210.41.37.99.01 1210.00 1210.35.38.00 1210.00 1210.

Aquisição ou Transferência de Tecnologia Contribuição sobre a Receita das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações P 00 15 00 15 P 1220.00 1220.01 1220.01.02.06.00 1220.03.03.00.00 1220.06. Entrepostos Aduaneiros e Depósitos Alfandegados Contribuição sobre Apostas em Competições Hípicas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Remessas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Títulos Adicional sobre as Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Contribuição sobre a Receita das Concessionárias e Permissionárias de Energia Elétrica Contribuição pela Licença de Uso.05.00 1220.00 1220.26.00 1220.00 1220.06.18.00 P P 1220.00 1220.00 Contribuições Econômicas Contribuição para o Programa de Integração Nacional – PIN Contribuição para o Programa de Redistribuição de Terras e de Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste – PROTERRA Contribuições para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização Selo Especial de Controle Lojas Francas.25.03.76 1220.00 124 .16.24.02 1220.01 P P P 00 31 00 31 00 72 P 00 30 00 30 00 72 00 35 00 72 00 72 1220.02 P P P 1220.

41.1220.41.00 1220.00 .28.02 P 1220.40.41.00 1220. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Parcelamento de Débitos Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões 125 P 00 72 00 72 1220.02 P 1220.26.30.02 P 1220.00 1220.00 1220.01 Contribuição sobre a Receita Operacional Bruta Decorrente de Prestação de Serviços de Telecomunicações Contribuição sobre a Receita Bruta das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.41. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Parcelamentos – Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.28.03 P P 1220.28.01 P 00 11 00 11 00 11 00 72 1220.04 P 1220. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Importação de Petróleo e seus Derivados.26.42.41. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .03 P 1220.28.01 P 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.

03 P 1220.99.10.00 1310.00 1311.00.00 1315.00 1312.00 1315.42.02 P 1220.00 Foros Laudêmios Taxa de Ocupação de Imóveis Taxa de Ocupação de Terrenos da União Taxa de Ocupação de Imóveis Funcionais e Próprios Nacionais Residenciais P P 00 50 00 50 86 00 00 P P 00 50 00 50 126 .20.42.00.99.01 Demais Regiões Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Parcelamento de Débitos Outras Contribuições Econômicas Outras Contribuições Econômicas – Principal Parcelamentos – Outras Contribuições Econômicas Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Aluguéis Arrendamentos P 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.42.00.00 1314.02 1300.00.00.04 P 1220.00 1220.1220.42.00 1315.00.01 1220.00 P P P P 1313.99.00.

20.00 Remuneração de Depósitos Especiais Remuneração de Saldos de Recursos Não-Desembolsados Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Fixa Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Variável Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Fundos Imobiliários Outras Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Receita de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Ferroviário Receita de Outorga dos Serviços de Transportes Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Metroviário de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Marítimo de Passageiros Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação 127 F F F F F F P P P P P P 29 29 29 29 29 .00.03 1331.00.00.00 1323.01 1331.00.00 1328.01.02.00 1327.00.00.00 1330.00 1331.00.99 1331.01.00.00.00 1321.00 1328.30.01.30.00.00 1320.1315.00 1329.00 1319.04 1331.01.10.00 1331.00 1322.00.00 1328.00 Taxa de Ocupação de Outros Imóveis Outras Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Juros de Títulos de Renda Dividendos Participações Remuneração de Depósitos Bancários P P 00 50 00 50 80 93 50 97 50 97 78 80 93 80 80 56 56 56 56 50 F P P F 1326.01.01.00.00 1325.00 1328.02 1331.00 1331.

1331.02.00 1332.00 1332.01.99 1331.04.00 1333.02. de Permissão ou de Autorização de Telecomunicações ou de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.01.07 1331.03.00.04. de Permissão ou de Autorização de Rodovias ou de Obras Rodoviárias Federais Receita de Outorga para a Utilização de Posições Orbitais Receita de Outorga de Licenças e Autorizações da Agência Espacial Brasileira Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita de Outorga para Exploração dos Serviços de Energia Elétrica Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Exploração de Recursos Naturais Receita de Outorga dos Serviços de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural Bônus de Assinatura de Contrato de Concessão Pagamento pela Retenção de Área para Exploração ou Produção Receita de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita de Concessão Florestal Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Valor Mínimo Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Demais Valores Receita de Outras Concessões Florestais – Valor Mínimo Receita de Outras Concessões Florestais – Demais Valores Receita de Custos de Edital de Concessão Florestal Receita de Contratos de Transição de Concessão Florestal Outras Receitas de Concessões e Permissões – Recursos Naturais Receita de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos P P P 29 78 29 78 29 78 29 29 29 29 29 78 29 29 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 29 29 16 29 29 29 29 29 29 29 29 29 128 .06 1332.01 1332.02.00.99.05 1331.06 1331.99.02.02.02.03 1331.02.04.02.04.01 1332.04 1332.04 1331.02 1332.04.01 1331.00 1332.00 1332.02 1331.00 1332.00 Receita de Outorga dos Serviços de Telecomunicações Receita de Outorga dos Serviços de Radiodifusão Sonora e de Sons e Imagens Receita de Outorga do Direito de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.05 1332.04.00 1331.03 1332.02 1332.04.03.02.01.00 1332.

99.00 1333.00 1340.00.00 1340.00 1500.00.06.00 Receita de Concessão de Direito Real de Uso de Área Pública Receita de Outorga de Direito de Uso ou de Exploração de Criação Protegida – Instituição Científica e Tecnológica Receita de Concessão de Uso do Potencial de Energia Hidráulica Receita da Permissão de Uso de Área da União Curta Duração Receita da Cessão de Uso de Bens da União Outras Receitas de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos Outras Receitas de Concessões e Permissões Compensações Financeiras Utilização de Recursos Hídricos – Itaipu Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Exploração de Recursos Minerais Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (E) Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (I) Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial 129 P 00 50 29 29 00 00 50 29 34 34 41 07 42 85 42 85 42 85 42 85 42 85 07 00 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P 1340.00 1490.01.00.00.03.04.00 1340.00 1339.02.00 1410.03.00 1420.00 1390.00 1340.00 P P P .00 1340.00 1333.07.00 1333.00 1340.02.05.1333.00.00 1333.05.01 1340.00.00 1333.00 1400.00.03.08.00 1340.00 1340.01.04.00.09.00 1340.

00 1520.00 1600.00 1520.21.12.00 1520.00.1510.00. Periódicos.01.00.08 1600.00 1520.09 1600.06 1600.02.02 1520.00 1520.00 1600.27. a partir do Território Brasileiro Receita de Comercialização de Fardamentos Outros Serviços Comerciais Serviços Financeiros Juros de Empréstimos P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P F 50 50 50 50 50 50 50 50 59 60 63 71 73 130 .26.00 1520. Dados e Materiais de Informática Receita de Comercialização dos Dados e Imagens oriundos da Utilização de Posições Orbitais Receita Proveniente de Lançamentos de Satélites e Foguetes de Sondagem.00 1530.00.21.20.01.99.01 Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria Mecânica Receita da Indústria Química Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos e Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos Receita da Indústria de Produtos Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmoquímicos Receita da Indústria de Produtos Alimentares Receita da Indústria de Bebidas e Destilados Receita da Indústria Editorial e Gráfica Outras Receitas da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Outras Receitas Industriais Receita de Serviços Serviços Comerciais Serviços de Comercialização de Medicamentos Serviços de Comercialização de Livros.00 1520.22.01.01 1520.02 1600.01 1600.01.99 1600.00 1520.03 1600.01.00.21. Material Escolar e de Publicidade Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos Agropecuários Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos.01.01.01.00 1590.00 1520.10 1600.01.02.00 1600.29.00 1600.

00 1600.1600.11 1600.02 1600.03.01 1600.02.09.03 1600.00 Serviços Financeiros de Compensação de Variações Salariais Operações de Autoridade Monetária Remuneração sobre Repasse para Programas de Desenvolvimento Econômico Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Outros Serviços Financeiros Serviços de Transporte Serviços de Transporte Rodoviário Serviços de Transporte Ferroviário Serviços de Transporte Hidroviário Serviços de Transporte Aéreo Serviços de Transportes Especiais Outros Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Serviços de Publicidade Legal Serviços de Radiodifusão Outros Serviços de Comunicação Serviços de Saúde Serviços Hospitalares Serviços de Registro de Análise e de Controle de Produtos Sujeitos a Normas de Vigilância Sanitária Serviços Radiológicos e Laboratoriais Serviços de Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil Outros Serviços de Saúde Serviços Portuários Serviços de Armazenagem Serviços de Processamento de Dados Serviços de Socorro Marítimo Serviços de Informações Estatísticas 131 F F F F F F 80 89 80 60 80 59 71 48 80 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .99 1600.03.04.00 1600.05.07.05.02 1600.00 1600.05.02.01 1600.02.05.00 1600.03.02.03 1600.05.02 1600.05 1600.06.05 1600.04.03 1600.05.03 1600.99 1600.03.12 1600.03.00 1600.10.02.00 1600.00 1600.05 1600.03.99 1600.01 1600.06 1600.04.02.04 1600.08.03.04.

20.01 1600.11.22.00 Serviços de Metrologia e Certificação Metrologia Legal e Certificatória Delegada Metrologia Científica e Industrial Metrologia Legal Certificação de Produtos e Serviços Informação Tecnológica Serviços Tecnológicos Serviços Administrativos Serviços de Inspeção e Fiscalização Serviços de Meteorologia Serviços Educacionais Serviços Agropecuários Serviços de Reparação.23.16.02 1600.04 1600.00 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Vinculadas a Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento Serviços de Hospedagem e Alimentação Serviços de Estudos e Pesquisas Serviços de Registro de Marcas.23.20.01 1600.23.23.20.06 1600.00 1600.13.07 1600. de Patentes e de Transferência Tecnológica Serviços de Registro do Comércio Serviços de Informações Científicas e Tecnológicas 132 P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 .23.00 1600.00 1600.03 1600.00 1600.23.03 1600.00 1600.23.00 1600.15.04 1600.00 1600.11.14.11. de Patentes e de Transferências de Tecnologia Serviços de Patentes Serviços de Registro de Marcas Serviços de Transferência de Tecnologia Serviços de Registro de Indicações Geográficas Serviços de Registro de Programas de Computador Serviços de Registro de Desenho Industrial Serviços de Proteção das Topografias de Circuitos Integrados Serviços de Remessa de Depósitos Oficiais Outros Serviços de Registro de Marcas.00 1600.00 1600.23.23.11.25.02 1600.00 1600.12.00 1600.00 1600.11.11.1600.23. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Livres Serviços de Consultoria.05 1600.24. Manutenção e Instalação Serviços Recreativos e Culturais Serviços de Consultoria.08 1600.02 1600.19.99 1600.00 1600.05 1600.01 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos Serviços de Consultoria.18.21.17.

34.26.01 1600.33.38.31.40.35.01 1600.31.00 1600.1600.00 1600.37.01 1600.00 1600.00 1600.27.02 1600.02 1600.00 1600.37.05 1600.37.30.36.00 1600.00 1600.00 1600.00 Serviços de Fornecimento de Água Serviços de Perfuração e Instalação de Poços Serviços de Geoprocessamento Serviços de Cadastramento de Fornecedores Tarifa de Utilização de Faróis Tarifa e Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Tarifa Aeroportuária Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Parcela da Tarifa de Embarque Internacional Serviços de Cadastro da Atividade Mineral Tarifas e Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Serviços de Regulamentação da Exploração dos Serviços de Telecomunicações – Regime Privado Serviços de Compensação de Variações Salariais Prestação de Serviços pelo Banco Central do Brasil Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central Garantias e Avais Concessão de Aval do Tesouro Nacional Concessão de Garantia da Atividade Agropecuária Comissões pela Prestação de Garantia Garantia dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Receita de Seguro de Crédito à Exportação Receita de Credenciamento de Empresas Prestadoras de Serviços de Vistoria Serviços Veterinários Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações Tarifas de Inscrição em Concursos e Processos Seletivos Receitas de Emissão de Certificado de Origem e de Emissão de Licença de Exportação 133 P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 86 50 P P P F P P P P P P P P P P P 50 50 50 80 50 50 50 50 50 60 50 50 50 50 78 50 .51.01 1600.00 1600.39.02 1600.31.00 1600.50.02 1600.00 1600.36.00 1600.00 1600.00 1600.00 1600.03 1600.28.03 1600.32.37.37.33.33.00 1600.31.04 1600.29.37.36.

70.00 1700.00.1600.00 1762.00.00 1600.00.00 1761.00 1723.60.00 1750.01 1600.01 1600.00.51.99.00 1760.60.51.00 1600.00.00.00 1600.02 1600.00.70.00.00 1723.00.01 1600.02 1600.00 1720.00 1722.02 1600.56.00 Receitas de Emissão de Certificados de Origem Receitas de Emissão de Licença de Exportação Certificação e Homologação da Atividade Mineral Serviços Voltados à Inovação e à Pesquisa no Ambiente Produtivo – Instituição Científica e Tecnológica Serviços Prestados Diretamente por Instituição Científica e Tecnológica Serviços Decorrentes de Parcerias com Outras Instituições Públicas e Privadas Tarifa de Compartilhamento e Utilização em Atividades de Pesquisa e Inovação – Instituição Científica e Tecnológica Compartilhamento de Laboratórios e Afins com Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em Atividades de Inovação Utilização de Laboratórios e Afins por Empresas Nacionais e Organizações de Direito Privado Sem Fins Lucrativos em Atividades de Pesquisa Outros Serviços Transferências Correntes Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas P P P 50 50 50 P P 50 50 P P P 50 50 50 P 00 96 00 96 00 95 96 00 95 00 96 81 81 P P 1740.60.99.00 1722.99.00 Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades P P P P 134 .00 1730.00.70.

00.02.03 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 135 .01.00 1771.01.02.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1911.00 1911.00 1910.00 1764.00 1911.00 1900.01.00 1773.00.00 1770.00.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P 1911.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1911.00 1772.1763.02.00.00.00 1774.00 1911.00.00.00 1911.02.00.00.01 Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas Provenientes de Depósito Não Identificados Outras Receitas Correntes Multas e Juros de Mora Multas e Juros de Mora dos Tributos Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P P P P P P 81 81 94 94 94 94 P 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.00.

06 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora do Imposto Sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1911.03.07 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IRPJ P 1911.02.05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1911.02.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados 136 P .03.02.12 32 58 1911.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 1911.03.02.00 1911.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1911.

04.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 1911.07.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1911.00 1911. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 19 32 58 00 12 19 32 58 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.07.07.03 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IPI P 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1911.1911.04.03.04. Câmbio e Seguro.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 137 . Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 1911.

Conveniados P 1911.01 Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.08.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outros Tributos P 138 .00 1911.00 1911.99.00 1911.35.00 1911.32. da Capitalização e da Previdência Privada Aberta Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Multas e Juros de Mora da Taxa de Saúde Suplementar Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Multas e Juros de Mora de Outros Tributos Multas e Juros de Mora de Outros Tributos – Principal P P P P P P P P 1911.08.33.34.00 1911.37.1911.00 1911.31.36.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados P 00 02 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 74 74 74 74 74 00 32 58 74 75 00 32 58 74 1911.08.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não.00 1911.99.00 1911.99.00 1911.

02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira 139 P .01 Multas e Juros de Mora da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00 1912.03.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.03.00 1912.00 1912.01. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 11 32 58 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 00 55 79 00 1912.07.00 1912.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1912. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00. Gás Natural e Álcool Carburante P P 00 11 32 58 1912.01.02.75 1912.03.00 1912.07.07.01.01 Multas e Juros de Mora das Contribuições Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1912.

30.30.03 1912.29.55 79 1912.10.30.00 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Prestação dos Serviços de Telecomunicações (1) (I) Multas e Juros de Mora das Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Multas e Juros de Mora da Contribuição Patronal para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora da Contribuição do Servidor para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário 140 P 00 72 1912.30.00 1912.29.11 P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .02 P 1912.04 1912.30.30.08 1912.30.30.09 1912.02 1912.00 1912.05 1912.07 1912.30.10 1912.30.01 1912.29.30.30.01 F 00 69 00 56 1912.06 1912.

1912.30.30.16 1912.30.19 1912.30.00 1912.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1912.17 1912.15 1912.99 1912.30.30.14 1912.00 1912.21 1912.18 1912.30. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1912.31.31.30.30.32.13 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.30.20 1912.32.12 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas 141 P 00 .31.30.

00 P 1912.07 P 1912.02 1912.33.33.33.33.35.33.00 Multas e Juros de Mora da Cota-Parte da Contribuição Sindical P 142 .33.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 1912.03 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica P P 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 32 58 72 00 76 P 1912.04 P P P 1912.34.33.06 1912.05 1912.33.01 1912.32 51 58 1912.32.00 1912.

52.55.00 1912.54.51.01 P 00 32 00 32 00 32 00 32 00 32 1912.00 P 1912.55.36.53.55.04 P 1912.00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas P 1912.55.02 P 1912.55.00 P 1912.00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Multas e Juros de Mora da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P 00 18 32 58 72 00 35 00 84 00 84 1912.06 P 00 32 143 .00 1912.1912.55.03 P 1912.55.05 P 1912.

99.11 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas P 1912.56.55.55.01 P 144 .55.99.55.14 Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Prêmios Prescritos de Loterias Federais P 1912.55.12 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números P 1912.10 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas P 1912.07 Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal P 00 32 00 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 54 56 00 1912.08 P P 1912.55.55.00 1912.1912.00 Multas e Juros de Mora das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições – Principal P 1912.13 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea P 1912.55.09 1912.

02.99.02.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições P 30 32 58 72 00 30 32 58 72 1913.00 1913.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.1912.01.02 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 145 .02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 1913.00 1913.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa dos Tributos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 00 12 32 58 00 12 32 58 1913.01.00.02.01.00 1913.

02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 146 .05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1913.03 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.02.06 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1913.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1913.02.02.03.03.03.00 1913.1913.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1913.02.

ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 1913.07.07.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 00 12 32 58 00 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 1913.04. Câmbio e Seguro.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.07.04.00 1913.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 1913.00 1913. Câmbio e Seguro.09. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército 147 P 1913.10.1913.08. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.04.00 P .

00.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual 148 P 54 .03.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1914.01.00 1914.04.99.03.00 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1914.00 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1914.02.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outros Tributos P 00 27 32 58 74 75 1914.03.01.00 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 55 79 00 55 79 1914.04.01.1913.00 1914.

04.05 1914.14 1914.16 1914.04.13 1914.07 1914.04.04.04.04.09 1914.04.04 1914.11 1914.06 1914.17 1914.08 1914.10 1914.02 1914.04.04.04.04.04.04.1914.18 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional 149 P 54 P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P P P P 54 54 54 54 .12 1914.04.15 1914.04.04.04.03 1914.

04.20 1914.04.06.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.00 1914.06.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 00 32 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 150 .04.21 1914.05.04.04.05.00 1914. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Parcelamentos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1914.1914.22 1914.19 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1914.05.99 1914.06.

11. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 151 .00 1914.07.10.06 1914.04 1914.51 58 1914.07.07.00 1914.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida do Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.08.09.00 1914.07.00 1914.07.05 1914.07.11.01 P 00 11 32 58 1914.11. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.03 1914.07.01 1914. Gás Natural e Álcool Carburante P P P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 84 84 00 35 1914.02 1914.

11 32 58 1914.12.00 1914.12.01 Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal

P

00 32 00 32 00 32 00 32

1914.12.02

P

1914.12.03

P

1914.12.04

P

1914.12.05

P

00 32

1914.12.06

P

00 32 00 32 00 32 00 18 32

1914.12.07

P

1914.12.08

P

1914.12.09

P

152

1914.12.10

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas

P

00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 32 58 72 00 32 58 72

1914.12.11

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas

P

1914.12.12

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números

P

1914.12.13

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea

P

1914.12.14

Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais

P

1914.99.00 1914.99.01

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal

P

1914.99.02

Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições

P

1915.00.00 1915.01.00 1915.02.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais 153

P P

74 41

1915.03.00 1915.04.00 1915.05.00 1915.06.00 1915.07.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis 154

P P P P P

29 74 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30

1915.08.00 1915.09.00 1915.10.00 1915.11.00 1915.12.00

P P P P P

1915.13.00

P P P P P P

50 74 34 74 74 74

1915.14.00 1915.15.00 1915.16.00 1915.17.00 1915.18.00

Útil e Direto Multas e Juros de Mora de Alienações de Outros Bens Imóveis 155 P P P 33 00 62 00 1918.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas – Principal P 54 56 00 33 50 58 72 74 00 33 50 58 72 74 00 33 50 00 33 50 00 33 50 1915.99.04.00.19.1915.04.99.02 Multa e Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União Multa de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.02.00 1918.01 P 1915.00 1918.04.00 Multas e Juros de Mora de Outras Receitas Multas e Juros de Mora de Aluguéis P 1918.00 1915.00 .01.02 Parcelamentos – Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas P 1918.05. Útil e Direto Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.00 Multas e Juros de Mora de Laudêmios P 1918.99.00 Multas e Juros de Mora de Arrendamentos P 1918.01 1918.03.

1918.06.00

Multas e Juros de Mora de Parcelamentos

P

1918.07.00 1918.08.00

Multas e Juros de Mora de Foros Multas e Juros de Mora de Taxas de Ocupação

P P

1918.09.00 1918.10.00 1918.11.00 1918.12.00 1918.13.00 1918.14.00 1918.15.00 1918.16.00 1918.17.00 1918.17.01 1918.17.02 1918.18.00 1918.18.01 1918.18.02 1918.99.00

Multa e Juros de Mora de Dividendos Multas e Juros de Mora de Participações Multas e Juros de Mora da Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Multas e Juros de Mora da Receita de Alienações Bens Apreendidos Multas e Juros de Mora dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Multas e Juros de Mora da Receita de Exploração de Recursos Minerais Multas e Juros de Mora da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita de Concessão Florestal Multa e Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa e Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Multa de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Multas e Juros de Mora

P P P P

33 50 33 50 58 00 50 00 33 50 50 50 86 39 50 60 41 29 29 33 00 62

P P P P P P

P P P

33 00 62 00 16 27

156

29 32 33 35 50 58 74 78 1919.00.00 1919.01.00 1919.02.00 1919.03.00 1919.04.00 1919.05.00 1919.06.00 1919.07.00 1919.08.00 1919.09.00 1919.10.00 1919.12.00 1919.13.00 1919.14.00 1919.15.00 1919.16.00 1919.17.00 1919.20.00 1919.26.00 1919.26.01 Multas de Outras Origens Multas Previstas na Legislação de Metrologia Multas do Regulamento para o Tráfego Marítimo Multa de Poluição de Águas Multas Previstas em Acordos Internacionais sobre a Pesca Multas Decorrentes de Apreensão de Embarcações de Pesca Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas Multas Previstas no Regulamento do Estrangeiro Multas Previstas na Lei do Serviço Militar Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas Previstas na Legislação Sanitária Multas Previstas na Legislação de Registro do Comércio Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas Previstas na Legislação de Trânsito Multas Previstas na Legislação do Seguro-Desemprego e Abono Salarial Multas Previstas na Lei Delegada nº 4, de 26 de setembro de 1962 Multa Prevista na Lei de Prevenção ao Uso de Drogas Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Trabalhistas 157 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 50 74 74 74 74 74 00 74 74 74 74 78 74 74 74 74 00 74 00 74 74 74 74

1919.26.02 1919.27.00

Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos – Outros Multas e Juros Previstos em Contratos

P P

74 00 50 54 58 59 60 00 74 74 74 00 74 74 74 74 74 00 74 00 60 74 00 74 74

1919.28.00

Multas Decorrentes da Operação do Transporte Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros e Cargas Multas Previstas por Infrações à Legislação sobre Transportes Ferroviários Multas Previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica Multa de Tarifa de Pedágio Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias Receita de Quebra de Fiança Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas por Danos ao Meio Ambiente Multa de Segurança Privada Multa por Ato Atentatório ao Exercício da Jurisdição Multas e Juros das Operações Oficiais de Crédito Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas Aplicadas pelo Tribunal de Contas da União Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar Multas por Auto de Infração Multa por Falta ou Atraso na Apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social – GFIP Multas Previstas na Legislação Minerária Multa por Infração à Legislação de Licitação Outras Multas

P P P P P P P P P P F P P P P

1919.29.00 1919.30.00 1919.31.00 1919.32.00 1919.33.00 1919.34.00 1919.35.00 1919.36.00 1919.37.00 1919.38.00 1919.41.00 1919.48.00 1919.49.00 1919.50.00 1919.51.00

1919.52.00 1919.60.00 1919.99.00

P P P P

74 74 74 00 29

158

10.99.04.06.03.33 35 50 58 74 75 1920.07.00 1922.00 1921.00.09.00 1922.00 Indenizações e Restituições Indenizações Indenizações Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Indenizações por Danos Causados ao Patrimônio Público Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Indenizações Restituições Restituições de Convênios Restituições de Benefícios Não Desembolsados P P P P 00 50 60 00 00 50 00 82 00 40 50 54 50 00 50 50 00 50 00 75 P P 1922.08.07.00 1922.00 1922.00 1921.06.00 1922.00.01.05.00 1922.00 1921.02.00 1921.00.00 1922.00 1922.00 Restituição de Contribuições Previdenciárias Complementares Restituições Não-Reclamadas das Condenações Judiciais Ressarcimento por Operadoras de Seguros Privados de Assistência a Saúde Ressarcimento do Custo de Disponibilização de Medicamentos Recuperação de Despesas de Exercícios Anteriores Ressarcimento de Pagamentos de Honorários Técnico-Periciais Ressarcimento de Despesas do Porte de Remessa e Retorno dos Autos Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores P P P P P P P 159 .00 1921.00 1922.00 1922.05.

99.00 1922.21.01.10.1922.02 P P P P P 1922.01.10.02 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1931.00 1922.00.00 1922.04 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 160 .01.01 Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Principal Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Parcelamentos Restituição de Parcelas do Seguro Desemprego Recebidas Indevidamente Recuperação de Sinistros Ressarcimento de Despesas Decorrentes de Deportação Devoluções de Recursos decorrentes de Restituições ou Incentivos do Imposto de Renda P 54 56 54 56 40 50 50 00 01 12 00 01 50 54 58 1922.01 Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1931.00 1931.00 Outras Restituições P 1930.00 1922.00 1931.01.00 1931.20.03 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 1931.30.00.01.11.

02.01. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 00 12 00 12 00 02 12 00 12 00 12 1931.05.04.05 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1931. Câmbio e Seguro.05.05.03.00 1931.01 1931. Câmbio e Seguro.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Principal P 1931.00 1931.02 1931. Câmbio e Seguro.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.12 1931.01.03.00 1931.02.03.06.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1931.02 P P 1931.02. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1931.00 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação 161 P P .06 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1931.

00 1931.00 1931.06.01.08 1932.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos P 1932.01.00 1932.36.01.09 Receita da Dívida Ativa Não Tributária Receita da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista 162 P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .01.05 1932.02 1931.01.01.99.00.01.02 1932.06.99.08.00 1931.1931.07 1932.00 1932.01 1931.00 1931.01.01 1932.01.06 1932.04 1932.99.09.00 1931.03 1932.01.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita da Dívida Ativa de Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações Receita da Dívida Ativa Decorrente da Taxa de Fiscalização – TAFIC Receita da Dívida Ativa da Taxa de Saúde Suplementar Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos – Principal P P P P P P P 00 12 00 12 27 74 78 74 74 00 74 75 00 74 75 1931.07.

01.01.01.02.02 P P 1932.01.99 1932.14 1932.17 1932. Recursal e Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária .04.1932.10 1932.20 1932.21 1932.02.01.01.15 1932.11 1932.18 1932.13 1932.02.Parcelamentos Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa do Salário-Educação Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira 163 P P P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 53 1932.00 1932.03.01.01.19 1932.12 1932.01.01.00 00 53 13 .22 1932.01.00 1932.01.01 Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.01.01.16 1932.

03 1932.00 1932.04 1932.01 P 00 51 00 51 1932.08.07.06 1932.07.04.05.06.00 1932.02 P 1932.07.07.05 1932.00 1932.07.07.1932.01 1932.05.07.02 1932.02 P 1932.01 Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Receita da Dívida Ativa das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas 164 P 00 40 00 40 1932.04.01 Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira – Principal P 00 55 79 00 55 79 1932.06.05.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1932.06.00 P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 74 .

01 Receita da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00 1932.16.13.00 1932.20.00 1932.10.16.00 1932.01 Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal P 1932.00 1932.00 1932.16.1932.15.00 Receita da Dívida Ativa de Laudêmios Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições P 00 35 72 00 50 00 50 00 50 00 50 86 00 1932.14.00 1932.00 1932.00 Receita da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Receita da Dívida Ativa de Aluguéis Receita da Dívida Ativa de Foros Receita da Dívida Ativa de Taxa de Ocupação Receita da Dívida Ativa de Arrendamento P P P P P P 1932.00 1932.20. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.17.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa de Outras Contribuições P 1932. Gás Natural e Álcool Carburante – Principal 165 P 00 50 72 00 50 72 00 74 84 84 P P P 00 .19.11.18.09.00 1932.12.

00 1932.29.04 1932.20.26.23.00 1932.00 1932.01 1932. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Exploração de Recursos Minerais Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Receita da Dívida Ativa da Receita decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica 166 P 00 11 29 41 29 41 74 41 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30 50 74 34 74 74 1932.24.27.00 P P P P P P P P 1932.05 1932.02 P P P 1932.00 1932.28.31.00 P P P P P .00 1932.21.00 1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.32.33.22.00 1932.00 1932.30.00 1932.00 1932.11 1932.21.00 1932.25.21.21.21.

44.00 P P 1932.00 1932.1932.40.00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração – Contrato Administrativo Receita da Dívida Ativa de Reposição ou Indenização de Servidor Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Erário P P P P P 74 54 56 00 74 00 74 00 544 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 16 50 74 00 16 50 74 75 74 1932.00 Receita da Dívida Ativa do Ressarcimento ao Erário Decorrente de Decisão do Tribunal de Contas da União Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Sistema Único de Saúde Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração da Ordem Econômica Receita da Dívida Ativa por Multa de Trânsito Receita da Dívida Ativa de Multa por Infração à Lei Complementar nº 109/01 – Previdência Privada Receita da Dívida Ativa por Infração Administrativa P P P P 1932.36.00 1932.00 1932.00 Receita da Dívida Ativa de Outros Serviços P 1932.46.41.34.37.00 1932.00 1932.00 1932.43.38.00 1932.00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar 167 P .35.00 1932.45.39.42.

00 1990.05.03.01 Receitas Diversas Receita de Parcelamentos – Outras Receitas Receitas de Ônus de Sucumbência de Ações Judiciais Receita de Honorários de Advogados P P 1990.00 P P 1990.05 1990.04 Receita de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Alienação de Bens Caucionados Receita de Alienação de Bens Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins Receita de Valores Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins (1) (I) Produto de Depósitos Abandonados (Dinheiro e/ou Objetos de Valor) P P P 1990.01 Receita Decorrente de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Leilões de Mercadorias Apreendidas P 1990.03.04.03.01.00 1932.00.03 1990.00 1990.01 Previdência Privada Complementar Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas – Principal P 1932.02.00 1990.02.99.00 Receita de Bens e Valores Perdidos em Favor da União 168 P .03.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas P 00 50 74 00 50 74 00 00 50 57 00 50 57 00 39 50 39 50 50 39 50 39 00 39 50 50 1990.02.99.99.03.03.02 Receita de Ônus de Sucumbência P 1990.1932.00 1990.02 1990.

18.00 1990.00 1990.00 2111.00 1990.00 1990.19.00 2100.00 2110.02 1990.21.24.00.07.00 2000.23.25.00 1990.00 1990.00 1990.00.00.20.00 1990.99.06.00.00 1990.00 1990.26.08.00 2111.00 Outras Receitas Eventuais Outras Receitas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal P P F 43 61 169 .26.1990.00 1990.22.96.01 1990.00 Receita Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e pela Indústria Cinematográfica Receita de Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Demais Receitas para o Desenvolvimento do Desporto Receita de Participação do Seguro DPVAT – Sistema Nacional de Trânsito Reserva Global de Reversão Recolhimento do Beneficiário ao Fundo de Saúde Militar Contribuição Voluntária – Montepio Civil Receita de Seguros decorrente da Indenização por Sinistro Receita da “Terceirização” da Folha de Pagamento dos Agentes Públicos Receita de Leilão para Pagamento da Folha de Benefícios Receita de Leilão de Cotas de Importação Recolhimento e Transferência de Depósitos Judiciais e Extrajudiciais Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes Vedadas (1) (I) Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes não Identificadas (1) (I) Receita de Variação Cambial P P P P P P P P P P P P 50 86 50 50 50 50 17 50 00 50 50 50 86 00 P P F 00 00 00 48 49 00 50 00 50 1990.01.26.16.00 1990.00 1990.98.00 1990.

00 2111.00 2122.01.02 2212.00 2112.02.00.00 2113.01.00 2211.01.00.00.00.00.00 2212.00 2210.00.00 2114.00 2122.00.01.00 2119.2111.03 Alienação de Estoques Alienação de Estoques da Política de Garantia de Preços Mínimos – PGPM Alienação de Estoques Reguladores – PGPM Alienação de Estoques Estratégicos – PGPM Alienação de Estoques Destinados a Vendas em Balcão – PGPM 170 F F F F .00 2200.00 2122.01 2212.00 2120.00 2123.00.00.00.02.00 Títulos da Dívida Agrária – TDA Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento – FND Empréstimos Compulsórios Operações de Crédito Internas – Contratuais Outras Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Título de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Créditos Externas – Contratuais Outras Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Títulos Mobiliários F F F P F F 67 64 44 65 00 46 47 46 47 F F F F 43 44 48 49 48 49 00 50 00 50 71 87 60 80 60 80 60 80 60 P P 2212.00.00.03.00 2129.00 2212.01.

00 2220.09.00.00 2222.00.02 2214.01.00 2217.02 2212.00 2212.00 2212.09.00.02 2212.01 Alienação de Estoques Comerciais e Sociais – Comercialização Alienação de Estoques Destinados a Programas Sociais e Institucionais – Comercialização Alienação de Estoques por Atacado – Comercialização Alienação de Estoques Adquiridos em Consignação – Comercialização Alienação de Estoques do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Alienação de Estoques Adquiridos para Combate à Fome e Segurança Alimentar Alienação de Estoques Adquiridos da Agricultura Familiar Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Alienação de Estoques do Tesouro Afetos ao FUNCAFÉ Alienação de Estoques Próprios do FUNCAFÉ Alienação de Animais Reprodutores e Matrizes Alienação de Veículos Alienação de Móveis e Utensílios Alienação de Equipamentos Alienação de Outros Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Alienação de Imóveis Rurais para Colonização e Reforma Agrária P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 79 50 50 60 50 50 00 50 00 50 00 50 00 50 00 32 50 2212.03.00 2215.03.01 2212.00.00 2222.00.03 2212.00 2216.00 2219.80 2212.02.07.00.00 2212.00 P 2222.03.01 2212.00.07.00 Alienações de Bens Imóveis de Domínio da União Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Útil P P 00 62 00 62 171 .09.07.03.00 2221.00.

00 2223.03.00 Alienação de Outros Bens Imóveis P 62 00 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 71 2300.01 2300.00 2300.20.00 2300.70.40.00 Amortização de Empréstimos Amortização de Empréstimos – BEA/BIB Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Amortização de Empréstimos – Estados e Municípios F F F F 59 71 59 60 73 71 59 60 59 80 2300.2222.00 Alienação de Imóveis Urbanos P 2229.00 2300.00.00. situados no Distrito Federal Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Direto Alienação de Embarcações P P P 2224. e dos Vinculados ou Incorporado do FRHB.10.00 Receita da Alienação de Bens Imóveis Residenciais de Propriedade da União.20.00.00.02 2300.30.00 2300.00 2300.00 Amortização de Empréstimos – Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazo Amortização de Empréstimos – Programa das Operações Oficiais de Crédito Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Empréstimos – em Contratos Amortização de Financiamentos 172 F F F .00 2222.04.00.70.00 2300.80.20.00 Alienação de Imóveis Rurais P 2225.50.02 2300.

01 2300.00.00 Transferências de Capital Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Outras Instituições Públicas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas 173 P 00 96 00 96 00 96 95 96 00 96 81 81 81 81 94 94 94 P P P P P P P P P P P P .00 2472.00 2480.00 2471.00 2422.00 2483.99.00 Amortização de Financiamentos de Bens Amortização de Financiamentos de Projetos Amortização de Financiamento do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES Amortização de Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Amortização de Empréstimos Diversos F F 80 60 80 80 60 59 60 63 80 F F F 2400.00.00.00 2430.00.00.00 2481.00.99.00.03 2300.00.00 2482.00 2423.00 2440.02 2300.00 2420.99.00 2422.00 2470.00.00 2474.80.00.00 2460.00.2300.00 2450.80.00.80.04 2300.00 2473.00.00.80.00.00.00.00 2423.

00 2530.00 2550.00.00 2590.00. de 30 de julho de 2010.00 2520.00 2522.00 2530.00 2530.2484.00.00 Receita da Dívida Ativa da Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Outras Receitas P P RP = Identificador de Resultado (P = Primário e F = Financeiro).00.00.00. (2) Portaria SOF nº 111.00 2540.00 Provenientes de Depósitos Não Identificados Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Integralização com Recursos do Tesouro Nacional Integralização com Recursos de Outras Fontes Resultado do Banco Central do Brasil Resultado do Banco Central – Operações com Reservas e Derivativos Cambiais Resultado do Banco Central – Demais Operações Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa Proveniente de Amortização de Empréstimos e Financiamentos P 94 F F F F F F 80 80 52 52 88 59 60 71 73 80 89 50 60 00 50 2560.00. de 15 de setembro de 2010. (A) = Alterações I E A (1) Portaria SOF nº 90.00 2500. LEGENDA 18 (I) = Inclusões.00. (E) = Exclusões.00.20.10.00 2521. 174 .00.

html Portaria Interministerial nº 163.00 1113.00 1110.07. n 87-E.6. de 7 de maio de 2001.br/bib/legislacao/bib/legislacao/portarias_sof. Seção 1.2.20 1112.00 1111.02.00 1100. publicada no D.01.30 1112.00 1111.00 1112.U.01. Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal. páginas 15 a 20 – 19 Atualizado.04.10 1112.pdf 175 .00.00 1112. de 4 de maio 2001.00 1112. Estadual e Municipal Anexo I da Portaria Interministerial nº 163. CÓDIGO 1000.04.planejamento.00 1112.gov.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501.gov.00 1113.planejamento.00 1112. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.01.00.00 1112.00.08.04.00 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Retido nas Fontes Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Bens e Direitos Imposto sobre Transmissão "Inter Vivos" de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados o 18 19 As portarias indicadas podem ser encontradas no endereço eletrônico: https://www.00.portalsof.portalsof.00 1111.O.00.00 1112.4.04.00.02.05.

00 1121.00.00 1400.00 1530.00 1600.00 1490.00.00.00.00 1113.00.02.00.00 1320.05.00 1300. Câmbio e Seguro.00 1721.00.00 1120.00 1720.00 1122.00.00 1200.00 ESPECIFICAÇÃO Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação Imposto sobre Operações de Crédito.00.00 1115.00.00 1510.00 1420.00.00 1710.00.00.00 1410.00.00.00.00.00.00 1210.00.00.00.00.00 1390. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Impostos Extraordinários Taxas Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico Contribuições para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Receita de Serviços Transferências Correntes Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União 176 .00.03.00 1520.00 1130.00 1220.00 1230.CÓDIGO 1113.00.00 1330.00 1500.00 1700.00 1310.00.00 1113.00.00.

01 1721.02.00.00.09.L.00.01 1721.30 1721.01.05 1721.01.157.00 1740.09.00 1722.00 1723.00.01.01.09.00 1722.32 1721.01.00 ESPECIFICAÇÃO Participação na Receita da União Cota-Parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios Transferência do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes (art. Câmbio e Seguro.00.CÓDIGO 1721.00 1721.09. da Constituição) (1)(E) Cota-Parte do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados – Estados Exportadores de Produtos Industrializados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Cota-Parte da Contribuição do Salário-Educação Cota-Parte do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1760.20 1722.02 1721.10 1721. I e 158.00.Comercialização do Ouro Outras Transferências da União o Transferência Financeira .00 1724.01.01.00 1724.00 1724.00 1750.01.FUNDEF (1)(I) Transferências de Recursos da Complementação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF (1)(I) Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas Correntes 177 .C.09. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários .00.01.01.00. I.20 1721.04 1721.01. n 87/96 Complementação da União ao Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1) (E) Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Transferências Multigovernamentais (1)(I) Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério .00 1730.99 1722.12 1721.01.00 1721.00 1900.

00.00 1922.80.00 2110.00.00.00 2421.01.00.00.00 2410.09.00 2420.CÓDIGO 1910.00.00 1930.09.00.09.00 2220.00 2422.00.00 1921.00.70.00.00.00.00 2400.00 2200.00.L.00 2120.00. (4) (I) Receitas Diversas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Amortização de Empréstimos Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Financiamentos Transferências de Capital Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União Participação na Receita da União Outras Transferências da União o Transferência Financeira .00 2421.00 2421.00.00.09.00 1920.00 1931.00.00.00.01 2421.00 1932.00 2421.09.00 1921.C.00 1940.00 2100.00.00 2000.00 1990.00 2300.01.00 ESPECIFICAÇÃO Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Indenizações Outras Indenizações Restituições Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa Não-Tributária Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Amortização de Déficit Atuarial do RPPS. n 87/96 (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Outras Transferências dos Estados 178 .99 2422.00 2210.00 2300.00 2300.00.00.00 2422.

U.00 2450. de 27 de novembro de 2001 . (E) = Exclusões.U.00.D.00 2500. de 23 de agosto de 2010.O. de 19 de agosto de 2010 .00.U.00 2520.00 Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Outras Receitas Receitas Correntes Intra-Orçamentárias (3)(I) Receitas de Capital Intra-Orçamentárias (3)(I) ESPECIFICAÇÃO LEGENDA: LEGENDA: (I) = Inclusões.U.D.00.00 8000. de 27 de agosto de 2001 .O.00 7000.CÓDIGO 2423.00.00 2440.00.00.00 2470. de 28 de agosto de 2001 (2) Portaria Interministerial STN/SOF nº 519.O.00 2590.00 2430. de 26 de abril de 2006 . (A) = Alterações I E A (1) Portaria Interministerial STN/SOF nº 325.D. de 28 de abril de 2006 (4) Portaria Interministerial STN/SOF nº 2.00. 179 .00.O. de 28 de novembro de 2001 (3) Portaria Interministerial STN/SOF nº 338.00.D.00.

páginas 15 a 20 (e suas atualizações).Orçamento Federal 6.1.00.00 3.gov.91.00 3.00 3.07.90.00.1.00 3.1.1.94.00.41. publicada no DOU de 23.17.90.1.Pessoal Civil Outras Despesas Variáveis .00 3. de 4 de maio 2001.99.00.Pessoal Militar Obrigações Patronais Outras Despesas Variáveis .04.1.91.90.90.90.00 3.90.00 3.portalsof.1.Pessoal Militar Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.99.5.30.1.91.0.00 3.96.71.portalsof.13. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Contribuições Patronais Sentenças Judiciais Portaria Interministerial nº 163.1. de 7 de 20 maio de 2001.1.1.pdf Atualizado: Portaria Conjunta STN/SOF n° 2.13.71.pdf 180 .00 3.90.00 3.1.1.00 3.09.00.1.03.80.00 3.1.1.00 3. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.90.91.1.80.71.08.00 3.00 3. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA Anexo III da Portaria Interministerial 163.90.00 3.00.00 3.00 3.90.Pessoal Civil Vencimentos e Vantagens Fixas .00 3.1.13.91.90.90.1.00 3.90.1.00 3. Seção 1.planejamento.00 3.00 3.30.11.1.00 20 o DESCRIÇÃO DESPESAS CORRENTES PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil Obrigações Patronais Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Vencimentos e Vantagens Fixas . CÓDIGO 3.01.99.1.90.00.12. publicada no DOU n 87-E.71.04.71.90.00 3.1.1.1.04.80.1.00 3.1.00 3.90.2010 https://www.00 3.90. de 19 de agosto de 2010.00 3.00 3.1.00 3.67.99.gov.08.1.1.90.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOFSTN_163_040501.16.br/bib/legislacao/portarias/PtrConjunta_sof_stn_2_de_190810.1.91.1.00.00 3.1.00.00 3.planejamento.30.1.11.00 3.96.92.00 3.

30.2.90.00.00 3.2.3.00 3.2.32.22.00 3.Civil Material de Consumo Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .22.90.2.00 3.3.35.35.22.00 3.93.90.43.96.00 3.00 3.99.3.20.39.00 3.32.00 3.00 3.14.3.00 3.30.00 3.00 3.00.2.00 3.31.3.14.99.92.3.3.00 3.21.22.00 3.91.3.1.32.00 3.00 3.90.2.2.3.91.00 3.Pessoa Jurídica A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .3.Orçamento Federal CÓDIGO 3.99.36.30.00 3.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .31.90.00 3.23.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .00 3.Pessoa Jurídica 181 .00.22.22.20.99.00 3.3.3.33.90.2.00 3.1.2.99.00 3.00 3.31.32.00 3.00 3.00.1.30.00 3.32.3.36.3.25.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .00.00.90.00 3.3.00.81.91.00 3. Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar OUTRAS DESPESAS CORRENTES Transferências à União Contribuições A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Diárias .32.30.2.99.3.1.00 3.00 3.30.20.00 3.22.91.3.32.22.00 3.00 3.3.31.3.00 3.00.99.00.30.00 3.90.18.2.1.41.94.00 3.00 3.41.92.1.99.00.99.2.41.00 DESCRIÇÃO Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar A Definir A Classificar JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA Aplicações Diretas Juros sobre a Dívida por Contrato Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Juros.90.3.99.3.3.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Diárias .3.00 3.00 3.90.00.39.3.00 3.32.3.00 3.00 3.3.92.00 3.20.3.3.00.2.24.3.00 3.91.99.32.99.

33.41.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias .00.99.3.00 3.00 3.00 3.00 3.00 3.42.39.3.00 3.18.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .3.00 3.3.3.3.3.00 3.00 3.3.70.00 3.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .14.41.50.47.41.00 3.3.00 3.3.00 3.00 3.00 3.00 3.3.3. Artísticas.47.3.99.3.32.50.92.45.40.40.50.00 3.92.3.3.00 3.3.35.3.Orçamento Federal CÓDIGO 3.3.93.30.3.00 3.42.00 3.3.00 3.00 3.33.18.3.3. Científicas.92.3.42.40.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Premiações Culturais.00 3.43.00 3.3.3.99.00 3.00 3.41.42.3.36.40.3.00 3.50.3.00 3.47.00 3.42.41.99.92.42.50.00 3.35.42.00.3.00.00 3.60.60.00 3.50.50.00 3.3.3.00.3.99.36.00 3.70.42.3.42.50.40.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .00 3.42.30.50.43.3.60.20.42.92.50.3.99.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Sociais Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Subvenções Econômicas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições A Classificar 182 .3.41.3.00 3.32.31.41.00 DESCRIÇÃO Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Municípios .32.81.50.00 3.39.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .14.3.3.00 3. Desportivas e Outras Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .3.00 3.00 3.00.3.00 3.00.42.50.50.32.00 3.41.00 3.00 3.00 3.3.99.60.3.50.3.3.93.3.50.00 3.41.60.70.3.00 3.

Civil Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .00 3.00 3.3.41.80.Pessoa Jurídica Contribuições Obrigações Tributárias e Contributivas A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado Diárias .14.15.90.90.3.00 3.34.3.47.3. Seguros e Similares Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Premiações Culturais.90.30.90.00 3.00 3.3.3.3.33.18.90.00 3.3.00 3.00 3.80.3.90.00 3.Civil Diárias .03.00 3.3.80.00 3.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .71.3.05.72.99.00 3.29.31.3.41.00 3.35.99.06. Científicas.3.00 3.80.90.27.3.00 3.3.00 3.39.90.00 3.30.3.28.3.33.3.00 3.00 3.90.36.80.80.00 3.3.36.00.00 3.00 3.00 3.00 3.3.90.3.90.90.71.3.00 3.00 3.00 3.3.90.71.00 3.00 3.71.00 3.3.80.00 3.72.3.3.04.00 3.3.3.71.00. Garantias.00 3.04.08.00 3.3.Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio-Fardamento Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obrigações Decorrentes de Política Monetária Encargos pela Honra de Avais.3.09.90.30. Artísticas.3.01.90.71. Desportivas e Outras Material de Distribuição Gratuita Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .00 3.39.04.Pessoa Física Locação de Mão de Obra 183 .00 3.90.37.90.99.00 3.90.92.00 DESCRIÇÃO Transferências a Consórcios Públicos Contratação por Tempo Determinado Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .3.3.3.3.00 3.3.Pessoa Jurídica Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Outros Benefícios Previdenciários Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Outros Benefícios de Natureza Social Diárias .90.14.20.80.00 3.3.90.3.3.00 3.3.00 3.37.00 3.3.90.34.80.3.00.80.90.32.90.80.00 3.3.90.90.71.3.00 3.00.3.26.19.Orçamento Federal CÓDIGO 3.90.00 3.3.3.3.00 3.10.80.00 3.35.80.

4.29.3.00 4.3.3.20.00 3.4.91.3.00 4.91.45.4.22.39.90.99.00 3.93.90.52.91.99.90.00.4.3.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Econômicas Auxílio-Alimentação Obrigações Tributárias e Contributivas Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Auxílio-Transporte Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.90.3.4.49.00 3.3.92.32.41.00 3.3.00 3.00 4.96.22.00 4.3.97.91.4.3.22.22.22.93.90.91.20.00 3.00 3.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Produtos para Revenda Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS A Classificar A Definir A Classificar DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS Transferências à União Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios 184 .00 3.99.90.92.00 3.3.20.00.00 3.00 3.3.28.00 4.04.38.35.00 3.30.91.3.90.95.00 4.90.00 3.39.93.00.42.3.00 4.4.00 3.91.00 3.22.00 3.4.4.00 3.3.00 3.00 4.47.00 4.99.00 4.00 3.30.00 3.00 3.91.00 4.00.91.99.00 3.41.30.00 3.51.90.30.3.3.90.00 3.67.00.3.Orçamento Federal CÓDIGO 3.00 3.91.00 3.00 3.00 4.4.00.91.4.90.00 4.62.4.00 4.48.3.3.90.3.00 4.3.46.47.42.20.4.3.91. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Material de Distribuição Gratuita Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .99.3.00 3.00 3.0.3.00.3.91.00.3.91.3.91.00 3.92.4.3.91.00.90.00 3.90.3.91.3.41.91.00 DESCRIÇÃO Arrendamento Mercantil Outros Serviços de Terceiros .99.3.

4.00 4.93.00 4.32.14.00 4.71.00.41.00 4.00 4.4.41.99.00 4.70.4.32.42.60.00 4.4.32.4.42.42.00 4.41.00 4.41.71.4.00.4.00 4.71.4.4.31.00 4.40.50.31.42.14.40.71.4.99.00 4.4.00.52.4.4.00 4.00 DESCRIÇÃO A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .00 4.4.4.4.60.42.42.51.51.4.00 4.00 4.4.60.40.4.92.30.00 4.4.00 4.Pessoa Jurídica Contribuições Auxílios Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Outros Serviços de Terceiros .4.00 4.4.4.50.99.50.60.00 4.00 4.00 4.41.4.51.99.39.36.99.00 4.31.00 4.00 4.00.42.4.20.4.41.52.00 4.52.50.Orçamento Federal CÓDIGO 4.42.4.4.4.00 4.99.32.32.00.4.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias .00 4.4.71.4.00 4.42.4.4.32.40.00 4.00.00 4.4.00 4.00.4.42.4.30.42.00 4.4.4.00 4.Pessoa Jurídica Contribuições Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente 185 .41.00 4.4.70.00 4.50.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Municípios .4.00 4.4.50.99.52.42.4.32.51.00 4.47.50.00 4.00.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .4.4.4.Civil Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .00 4.00.4.00 4.00 4.70.50.00 4.00 4.70.4.99.00 4.00 4.41.Civil Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .92.39.99.50.50.00 4.50.

00 4.4.00 4.4.30.4.00 4.00 4.00 4.00 4.00.00 4.4.Pessoal Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .91.91.4.00 4.4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Outros Serviços de Terceiros .00 4.4.4.4.4.4.00 4.00 DESCRIÇÃO A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contribuições Auxílios Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Aplicações Diretas Contratação por Tempo Determinado Diárias .15.90.99.00 4.4.4.30.00 4.99.41.91.35.80.90.00 4.18.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.32.99.Civil Diárias .00 4.90.32.41.5.4.00 4.30.80.Militar Outras Despesas Variáveis .90.4.90.4.91.00 4.17.91.52.90.99.99.00.61.61.91.51.00 4.64.90.20.90.4.90.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Sentenças Judiciais A Classificar A Definir A Classificar INVERSÕES FINANCEIRAS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Aquisição de Imóveis Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 186 .00.00 4.5.00 4.90.5.4.99.42.90.00 4.39.51.52.4.00 4.00.99.00 4.36.4.00 4.00 4.4.4.92.00 4.47.90.00 4.91.14.4.00.00.90.80.80.00 4.4.30.91.00 4.00 4.32.33.4.00.00 4.90.4.4.30.93.Orçamento Federal CÓDIGO 4.39.90.37.5.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .00 4.5.47.4.00 4.51.90.90.4.72.5.4.42.00 4.80.00 4.4.4.90.99.72.00 4.4.4.90.91.80.71.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Aquisição de Imóveis Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.00.4.00.00 4.4.52.4.90.5.04.90.99.00 4.4.5.00 4.4.00 4.

63.91.00 4.90.00 4.67.6.5.42.00.99.90.76.99.00 4.00 4.47.00.92.75.73.00 4. Garantias.40.5.00 4.27.99.5.90.6.90.5.00.91.00 4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Concessão de Empréstimos e Financiamentos Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar A Definir A Classificar AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA Aplicações Diretas Principal da Dívida Contratual Resgatado Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da Receita Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 187 .00 4.00 4.00 4.5.00 4.00 4.5.74.50.90.5.5.92.6.6.90.00 4.66.42.71.41.00 4.00 4.5.6.00 4.5.61.93.00.99.00 4.00 4.00.00 4.00 4.90.90.00 DESCRIÇÃO Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências ao Exterior Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Aplicações Diretas Encargos pela Honra de Avais.40.64.5.5.90.00 4.61.62.66.90.40.5.00 4.99.5.5.00 4.5.91.99.00 4.Orçamento Federal CÓDIGO 4.00 4.5.80.5.00 4.66.91.77.5.00 4.72.00 4.91.00 4.50.6.5.91.5.00.00 4.99.90.90.66.00.90.32.90.6.80.5.00 4.80.91.5.62.90.99.50.00.00 4.5.5.90.6.00 4.65.5.00 4.00 4. Seguros e Similares Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Aquisição de Títulos de Crédito Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.91.00 4.90.5.5.32.00 4.65.6.5.5.00.5.00.90.99.90.00 4.00 4.90.40.00 4.5.90.5.91.66.00 4.5.91.5.00 4.00 4.5.5.32.00 4.00 4.

6.6.Orçamento Federal CÓDIGO 4.6.6.92.00 4.00.99.99 Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar Reserva de Contingência DESCRIÇÃO 6.99.00 4. LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO Localizações Padronizadas (uso da SOF) CÓDIGO 0001 0002 Nacional No Exterior TÍTULO SIGLA NA EX Regiões Geográficas (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0010 0020 0030 0040 0050 TÍTULO Na Região Norte Na Região Nordeste Na Região Sudeste Na Região Sul Na Região Centro-Oeste SIGLA NO NE SD SL CO 188 .6.00 9.99.90.90.00 4.90.9.91.00 4.6.99.00 4.90.93.99.6.99.

Orçamento Federal Estados da Federação (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0011 0012 0013 0014 0015 0016 0017 0021 0022 0023 0024 0025 0026 0027 0028 0029 0031 0032 0033 0035 0041 0042 0043 0051 0052 0053 0054 TÍTULO No Estado de Rondônia No Estado do Acre No Estado do Amazonas No Estado de Roraima No Estado do Pará No Estado do Amapá No Estado do Tocantins No Estado do Maranhão No Estado do Piauí No Estado do Ceará No Estado do Rio Grande do Norte No Estado da Paraíba No Estado de Pernambuco No Estado de Alagoas No Estado de Sergipe No Estado da Bahia No Estado de Minas Gerais No Estado do Espírito Santo No Estado do Rio de Janeiro No Estado de São Paulo No Estado do Paraná No Estado de Santa Catarina No Estado do Rio Grande do Sul No Estado de Mato Grosso No Estado de Goiás No Distrito Federal No Estado de Mato Grosso do Sul SIGLA RO AC AM RR PA AP TO MA PI CE RN PB PE AL SE BA MG ES RJ SP PR SC RS MT GO DF MS 189 .

DESCRIÇÃO 2 3 4 190 .PAC Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário.BIRD Contrapartida de empréstimos do Banco Interamericano de Desenvolvimento .8. ou seja.BID Contrapartida de empréstimos por desempenho ou com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações 6. assim consideradas aquelas não incluídas na Seção I do Anexo IV do LDO 2010 Despesa primária discricionária relativa ao Programa de Aceleração do Crescimento . 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida de empréstimos do Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento . IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA Conforme § 4º do art. aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV do LDO 2011 Primária discricionária. IDENTIFICADOR DE USO Conforme § 11 do art.Orçamento Federal 6.7. 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 Financeira Primária obrigatória.

de 4 de maio de 2000 https://www.320/1964 https://www. https://www.br/sof/2010/Lei_12214_loa_de_26_01_10.pdf Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal.htm (Este texto não substitui o publicado no D. https://www.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Decreto_lei_200_de_25021967.309 de 9 de agosto de 2010 (LDO 2011). Comentário .br/bib/legislacao/lei_resp_fiscal/LRF.64 e 3.portalsof. retificação no DOU de 9.pdf Lei de Responsabilidade Fiscal – Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal. 191 .gov.gov. 2008-2011).planejamento. de 17 de Março de 1964 https://www. https://www.br/sof/orc_2011/Lei_12.gov.pdf/ LEIS COMPLEMENTARES 101.portalsof. https://www. Lei Complementar nº 101.Lei 4.portalsof.planejamento.64) Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União.portalsof. de 23. Artigos 165 a 169 https://www.O.planejamento.planejamento. estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.portalsof.gov.gov.pdf Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2010.214 de 26 de janeiro de 2010 (LOA 2010).pdf Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011. e dá outras providências.planejamento. dos Estados. 2010 201 Lei nº 12. Lei nº 11.planejamento. Decretofevereiro Decreto-Lei nº 200.3.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/lei_e_financa LEIS ORDINÁRIAS 12.pdf Dispõe sobre a organização da Administração Federal. 12 2010 2010 10) Lei nº 12.4.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_11653_de_070408.portalsof.gov.Orçamento Federal 7.pdf (Publicada no DOU de 23/03/1964) http://www.64 – 5.planejamento.309_090810. de 25 de fevereiro de 1967.gov.portalsof. dos Municípios e do DF. LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 – Seção II – DOS ORÇAMENTOS.planejamento. https://www.5.br/bib/legislacao/outrasleis/LEI_N_4320_DE_17_DE_MARCO_DE_1 964. Lei nº 4320.br/ccivil_03/Leis/L4320.1964.planalto.U.gov.pdf Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2011 e dá outras providências.planejamento.6.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_10180_de_060201.portalsof.portalsof. de Administração Financeira Federal. Lei nº 10.gov.653 de 7 de abril de 2008 (PPA 2008-2011).gov.180 de 6 de fevereiro de 2001.br/bib/legislacao/constituicao.

e dá outras providências.portalsof. de 27 de junho de 2001 https://www. de 11 de janeiro de 2010 https://www.gov. VII. Decreto nº 7. maio Decreto nº 7. Portaria SOF nº 18.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias.gov.br/bib/legislacao/portarias_sof. Estados.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_09_270601.pdf Altera os arts. de 13 de janeiro de 2010 https://www.094.portalsof.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_01_1_de_110110.portalsof.gov.pdf Estabelece procedimentos para a solicitação de créditos adicionais destinados ao pagamento de sentenças judiciais no âmbito das empresas estatais dependentes.htm Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam o inciso I do § 1o do art.planejamento. atividade. Portaria MOG nº 42.189. e dá outras providências.planejamento.Orçamento Federal DECRETOS 7. no exercício de 2010. programa.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_de_170210. 8º.planejamento. PORTARIAS ESPECÍFICAS DO MP E MF Portaria SOF nº 5.planejamento.planejamento.portalsof.br/sof/conheca_sof/competencia (Resumo competência) Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério do Planejamento. de 14 de abril de 1999 http://www. estabelece o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2010.gov. 11 2010 Portaria SOF nº 1. Distrito Federal e Municípios e dá outras providências.pdf Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. de 17 de fevereiro de 2010 https://www. de 4 de maio de 2001 https://www.gov.gov.br/orcamento/conteudo/legislacao/portarias/portaria_42_14_04_99. de 3 de fevereiro de 2010. ambos da Lei nº 4.portalsof. projeto. Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. Portaria SOF nº 1.portalsof.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita.gov. estabelece os conceitos de função. 2º e § 2º do art. IX e X do Decreto no 7.portalsof. operações especiais.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_01_190201.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por fontes de recursos.320. e dá outras providências.planejamento. 17 2010 Portaria SOF nº 4.portalsof. Orçamento e Gestão.gov.063.portalsof.063. de 17 de março de 1964.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na Lei Orçamentária de 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências. de 19 de fevereiro de 2001 https://www.html Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita para aplicação no âmbito da União. Portaria SOF nº 9. 7.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210. que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira. de 13 de abril de 2010 https://www.189 89.planejamento.gov. 2º e 8º e os Anexos I. e dá outras providências. VIII. II.planejamento. 192 .planejamento.br/bib/legislacao/decretos/Decreto_7189_de_300510.gov. subfunção.planejamento. de 30 de maio de 2010 https://www. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.

pdf Institui o Subsistema de Cadastro de Programas e Ações do SIDOR. de 15 de setembro de 2010. e dá outras providências. 193 . Versão 2011 .br/bib/legislacao/portarias Altera o Anexo da Portaria MOG nº 42.309. de 4/5/01. Portaria SOF nº 37.Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 90.Publicação da Portaria Conjunta STN/SOF nº 2.planejamento. de 19 de agosto de 2010: Altera a Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. Versão 2011 . 4/5/0 8.gov. já com a inclusão da Portaria Conjunta STN/SOF nº 1. Versão 2011 .Publicação da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2011: Lei nº 12.Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 111.Orçamento Federal Portaria SOF nº 51. Portaria SOF nº 41.gov.planejamento. Portaria SOF n 111. DOU. de 16 de agosto de 2007.planejamento. https://www. 8.portalsof. divulgada em 30 de junho de 2010. Versão 2011 Versão original. VERSÕES 2011 8.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_51_161198.5. de 16 de novembro de 1998 https://www. de 18 de agosto de 2008.3. de 9 de agosto de 2010. de 30 de julho de 2010.portalsof.br/bib/legislacao/portarias Altera a denominação das subfunções 753 e 754 constantes do Anexo da Portaria MOG nº 42. seção 1). de 14 de abril de 1999. https://www.portalsof. 8. de 18 de junho de 2010 (publicada em 29/06/2010.2.gov. Versão 2011 .4. 8.1. Portaria SOF n 90. 8. de 14 de abril de 1999.

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