MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL

MANUAL TÉCNICO DE ORÇAMENTO

MTO
2011

Brasília Versão 2011 – 5

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1. Orçamento e Gestão Ministro do Planejamento. lote 8. 2. Manual técnico de orçamento MTO. Manuais. CDU: 336.Bloco D.br Brasil. Orçamento e Gestão PAULO BERNARDO SILVA Secretário Executivo JOÃO BERNARDO BRINGEL Secretária de Orçamento Federal CÉLIA CORRÊA Secretários Adjuntos CLAUDIANO MANOEL DE ALBUQUERQUE ELIOMAR WESLEY AYRES DA FONSECA RIOS GEORGE ALBERTO SOARES Diretores FELIPE DARUICH NETO JOSÉ GERALDO FRANÇA DINIZ BRUNO CÉSAR GROSSI DE SOUZA JOSE ROBERTO PAIVA FERNANDES JÚNIOR Equipe Técnica MÁRCIO LUIZ DE ALBUQUERQUE OLIVEIRA ÉMERSON GUIMARÃES DAL SECCHI FERNANDO MARQUES DA SILVEIRA FRANCISCO DAS CHAGAS RIBEIRO JOÃO BARBOSA FONTES MAURO MARQUES DE OLIVEIRA FILHO Capa SÉRGIO BEZERRA DA SILVA Informações: www.722 3 .gov. I. Ministério do Planejamento. Elaboração de orçamento.3(81) CDD: 331.Ministério do Planejamento. Brasília. Versão 2011.121.br Secretaria de Orçamento Federal SEPN 516 . 189 p.portalsof. Título. 2010.gov. Secretaria de Orçamento Federal.planejamento. Orçamento e Gestão. 70770524 – Brasília – DF ℡ (61) 2020-2480 Sugestões e/ou Críticas: mto@planejamento.

Orçamento e Gestão. CÉLIA CORRÊA 4 . de 12 de abril de 2007. do Anexo I do Decreto nº 6. DE 27 DE JUNHO DE 2007.portalsof.gov. contendo as instruções para elaboração dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. 2º A partir da publicação desta Portaria. por meio do endereço http://www. 16. que aprovou a Estrutura Regimental do Ministério do Planejamento. o Manual de que trata o art. a versão atualizada do Manual Técnico de Orçamento. inciso III. FEDERAL.br. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. no Portal SOF. Art.planejamento. resolve: Art.o PORTARIA N 29.081. 1º será atualizado no Portal SOF sempre que necessário. o A SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL no uso das atribuições estabelecidas no art.1º Disponibilizar.

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disponibilizamos a nova versão do MTO. a cada 12 meses o MTO será atualizado.APRESENTAÇÃO O Manual Técnico de Orçamento – MTO é um instrumento de apoio à consecução dos processos orçamentários da União. pois todas as atualizações serão incorporadas. Além disso. Conforme proposição da Secretaria de Orçamento Federal – SOF. a capa retrata o fundador de Brasília. sempre coincidindo com o início do processo de elaboração da proposta orçamentária. o MTO revisto. o então Presidente Juscelino Kubitschek. Nesse sentido. Outros estudos atinentes aos processos orçamentários estão sendo elaborados pela SOF. o MTO será disponibilizado no Portal SOF. Dessa forma. com o advento do início do processo de elaboração da proposta orçamentária para 2011. tendo sempre o compromisso de tornar o orçamento mais transparente e participativo. à medida que os processos orçamentários sejam atualizados ou a legislação seja modificada. Conforme vem sendo apresentado desde 2006. permitindo assim maior acessibilidade e redução dos custos de impressão. CÉLIA CORRÊA Secretária de Orçamento Federal 6 . o leitor poderá fazer uso da nova versão do MTO sem prejuízo da informação. durante o segundo semestre do atual exercício e o primeiro semestre do exercício seguinte. Em comemoração aos 50 anos de Brasília.

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.................................................. Componentes da Programação Física e Financeira........................................................................................................................1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 .................................83 4.................................................................2...............2..... FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ......................................................... Diretrizes de Elaboração Orçamentária.........1.......3................................................ RECEITA PÚBLICA............................ O Plano Plurianual .........................................1......................3...................................................................... Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho.................................2.5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária..1...................1 Direito Financeiro e Direito Tributário .................5....................88 .....5................................................. 89 5.......................................1..........................................49 ............................................ Bases Legais.......11 1.......... ............. Órgão Setorial .. Objetivos ......... O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011.....3 Classificações da Receita.................................. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS ........................73 3............. INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL ...................... 11 1.........................1.............................................1............ 14 2.........13 ORÇAMENTÁRIOS............................................................................7...........1..... 1...............................................................5.............................................................1.... 4.14 2...................................................82 .12 1............................2...........14 2.....................24 2.............. OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA ........................83 4.....................75 3.............................................70 3....84 4..2...................... ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 ..................71 3..... Secretaria de Orçamento Federal.1................................................5...................................79 3......................5......2...................................1...........................................................................................1............................................ 83 4.. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial .................................................................................. Contexto........................................................ Necessidade de Financiamento do Governo Central ...................................... ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO ..............3................1..................................................................................4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária ................... ..........84 4...............................83 4................. ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO .....4...........1.............................. A Estratégia para o Processo de 2011 .....................................1.................................................................36 2.............. Estrutura.............76 3.............................................33 2.............................. 5.................70 3...15 2.....................88 4.................................. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ......3.... SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL...............................................3............................................................ Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal.....................................................................1...... Unidade Orçamentária......................2 Princípios Orçamentários......................................................3......72 3.............81 3.................1. 2.....1................................................... .....77 3.............. AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL..............................................1................ ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 ...........................2.............25 2.2......................2....................................33 2...................................14 2.............................................. DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA .........................75 3.... Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa.....89 8 .......3....2..........................................1.........................................Sumário FEDERAL. OBJETIVOS.................77 3...............................................................74 3.....................................1. 70 3.... DESPESA ORÇAMENTÁRIA............. ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL ..................................... Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial .....3..................................74 3......1..................1...........1.......................................4.......................6...................................2.......... LISTA DE SIGLAS ..................................... 3......3..............

... CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL ............................................................. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA........193 8...................190 .............................3...3...94 5....................................... Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas....................5..... PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE..................................................................2...................................................................2.. Secretaria de Orçamento Federal............... 6...........................................193 8..............................................................................96 5......180 6.........2................................................................1..... Órgão Setorial .............190 6.........95 5...................................1....................2..............................................................................91 5.......1.......... 97 6... TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS ................. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas ... 8...................................................................................................... ......... CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS ...............................................................................................3.4........ Versão 2011 ........ IDENTIFICADOR DE USO ........89 5.............193 9 .........................109 6............................................................................2.................2...........................2......................................................... 7..........................................................1....92 5.............2...................... Unidade Orçamentária .1............................................................................... Diretrizes para as Alterações Orçamentárias ....92 5.........3..................................... CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL .....5.................................................93 5..............3...UO ........................................................... ............................... VERSÕES ..................5.................................................1...............4.................................................................................................... Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal...........112 6............................. A Estratégia para o Processo de 2010 ................................................ Estadual e Municipal.........................................................................97 6........................................... 191 ..........................................................................................................................................................4................................................................................ Versão 2011 ..............96 .......... Versão 2011 ................................. LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA . Versão 2011 ..................................1......188 6........................ PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO ......................7......... ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS ........2...............................115 6.......3................................................................ ..............5........1..90 5...112 6..............................94 5.......................................................................................... LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO............... Especificação das Fontes .....................................1............................................................................................................................. Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal..........4.............193 8....... IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA...............................93 5...............1... CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA ..193 8............. 193 8.......................4...................175 6..................................3.......................................115 6............................. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI .............2.. Versão 2011 ......8.......3........................ O Plano Plurianual ...........................6....................

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Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais DOU – Diário Oficial da União FMI – Fundo Monetário Internacional FPE – Fundo de Participação dos Estados FPM – Fundo de Participação dos Municípios GPS – Guia da Previdência Social GRU – Guia de Recolhimento da União ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Idoc – Identificador de Operação de Crédito Iduso – Identificador de Uso IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores IR – Imposto de Renda LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias LOA – Lei Orçamentária Anual LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal NFGC – Necessidade de Financiamento do Governo Federal PAC – Programa de Aceleração do Crescimento PLDO – Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual PIS/Pasep – Programa de Integração Social RGPS – Regime Geral da Previdência Social RPPS – Regime Próprio de Previdência Social SAOC – Sistema Auxiliar de Operações de Crédito SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira SIDOR – Sistema Integrado de Dados Orçamentários SIGPLAN – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIOP – Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento 11 . LISTA DE SIGLAS ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias ARO – Antecipação da Receita Orçamentária BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento CF – Constituição Federal CTN – Código Tributário Nacional Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Darf – Documento de Arrecadação de Receitas Federais Dest .Orçamento Federal 1. SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL 1.1.

de 13 de janeiro de 2010.063. Orientar. e Acompanhar e avaliar o comportamento da despesa pública e de suas fontes de financiamento.2. no cumprimento de sua missão institucional. OBJETIVOS O trabalho desenvolvido pela SOF. ao acompanhamento da execução orçamentária.Orçamento Federal SOF – Secretaria de Orçamento Federal SPI – Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos STN – Secretaria do Tesouro Nacional UO – Unidade Orçamentária 1. como órgão específico e singular de orçamento do Órgão Central do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. Exercer a supervisão da Carreira de Analista de Planejamento e Orçamento. Estabelecer as classificações orçamentárias da receita e da despesa. assim relacionadas: Coordenar. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. Estabelecer as normas necessárias à elaboração e à implementação dos orçamentos federais sob sua responsabilidade. coordenar e supervisionar tecnicamente os órgãos setoriais de orçamento. tem sido norteado por um conjunto de competências. Realizar estudos e pesquisas concernentes ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento do processo orçamentário federal. Informações estruturadas e instrumentos que possibilitem análises retrospectivas da execução orçamentária e análises prospectivas dessa execução no exercício em curso para subsidiar as decisões relativas à abertura de créditos adicionais e à fixação de referenciais monetários para o exercício seguinte. Orçamento e Gestão. o Ministério do Planejamento. descritas no art. voltados ao aperfeiçoamento do processo de alocação de recursos. fundamentado em mecanismos de articulação interna e externa. 12 . bem como desenvolver e participar de estudos econômicos-fiscais. Orçamento e Gestão. a necessidade de: Coordenação efetiva do processo orçamentário. Este trabalho pressupõe. sem prejuízo da competência atribuída a outros órgãos. 17 do Anexo I do Decreto nº 7. e Corpo técnico e decisório imbuído da preocupação contínua e perseverante em responder às questões básicas do “porquê” e “para que” a alocação do recurso público. em articulação com a Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. observadas as diretrizes emanadas do Comitê de Gestão das Carreiras do Ministério do Planejamento. Integração do acompanhamento da execução orçamentária à sistemática de elaboração. consolidar e supervisionar a elaboração da lei de diretrizes orçamentárias e da proposta orçamentária da União. Proceder. na dimensão técnica.

Essa missão pressupõe uma constante articulação com os agentes envolvidos na tarefa de elaboração das propostas orçamentárias setoriais das diversas instâncias da Administração Pública Federal e dos demais Poderes da União. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. São exemplos dessa situação os órgãos orçamentários “Transferências a Estados.Orçamento Federal 1. Um órgão orçamentário ou unidade orçamentária pode eventualmente não corresponder a uma estrutura administrativa. Esses agentes correspondem aos órgãos e entidades indicados pela Constituição. da administração direta ou indireta. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público. seus fundos.3. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 13 . abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. que relaciona os órgãos orçamentários e suas respectivas unidades orçamentárias. quando dispõe que a LOA compreende: O orçamento fiscal referente aos Poderes da União. órgãos e entidades da administração direta e indireta. direta ou indiretamente. existindo para individualizar determinado conjunto de despesas. São eles os componentes naturais do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. Distrito Federal e Municípios”. AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL A SOF tem entre suas atribuições principais a coordenação. de modo a atender à necessidade de clareza e transparência orçamentária. O orçamento da seguridade social. “Encargos Financeiros da União”. Esses órgãos e entidades constam dos orçamentos da União e são identificados na classificação institucional. “Operações Oficiais de Crédito”. detenha a maioria do capital social com direito a voto. e O orçamento de investimento das empresas em que a União. a consolidação e a elaboração da proposta orçamentária da União. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”.

Distrito Federal e Municípios – com a finalidade de se evitar múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política. de 4 de maio de 2000 – LRF. de 25 de outubro de 1966 – CTN. Nesse ínterim.2 Princípios Orçamentários Os princípios orçamentários visam a estabelecer regras norteadoras básicas. por isso. 24. na Lei nº 4. penitenciário.Orçamento Federal 2.172. Dessa forma. Princípio Orçamentário da Universalidade 1 1 Cada ente da Federação elaborará a sua própria LOA. financeiro. e no Decreto nº 93.1. 2º da Lei nº 4. de 24 de dezembro de 1986. abrange receitas. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS 2. econômico e urbanístico.320. previsto pelo caput do art. Válidos para os Poderes Executivo. despesas e créditos públicos contidos na Lei Orçamentária e o Direito Tributário tem objeto específico: a disciplina jurídica de uma das origens da receita pública – o tributo.1. Estados. RECEITA PÚBLICA Direito 2. estabelecem competência concorrente para legislar sobre o assunto: “Art. Estados. Os incisos I e II do art. 14 .872. devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a LOA .1. na Lei Complementar nº 101. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário. de 1964. As normas básicas referentes ao Direito Financeiro e ao Tributário encontram-se na Constituição. determina a existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União. Legislativo e Judiciário de todos os entes federativos – União.” 2. de 17 de março de 1964. a seguir. execução e controle do Orçamento Público. Distrito Federal e Municípios – são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina. todas as receitas previstas e despesas fixadas. integram este Manual Técnico de Orçamento princípios orçamentários cuja existência e aplicação derivam de normas jurídicas. Compete à União.320. eficiência e transparência para os processos de elaboração.1 Direito Financeiro e Direito Tributário O Direito Financeiro tem por objeto a disciplina jurídica de toda a atividade financeira do Estado e. a fim de conferir racionalidade. 24 da Magna Carta brasileira. como os seguintes: Princípio Orçamentário da Unidade ou Totalidade O princípio orçamentário da unidade ou totalidade. em cada exercício financeiro. II – orçamento. na Lei nº 5.

delimita o exercício financeiro orçamentário: período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na LOA irão se referir.Orçamento Federal O princípio orçamentário da universalidade. publicar relatórios sobre a execução orçamentária e a gestão fiscal. estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. previsto pelo caput do art. da Princípio Orçamentário da Exclusividade O princípio orçamentário da exclusividade. o o Princípio Orçamentário da Não Vinculação da Receita de Impostos O princípio orçamentário da não vinculação da receita de impostos. Princípio Orçamentário da Publicidade O princípio orçamentário da publicidade é a base da atividade da Administração Pública no regime democrático. vedadas quaisquer deduções. 165 da Constituição. estipulado pelo caput do art. informações sobre a arrecadação da receita e a execução da despesa. 48-A e 49 da LRF. disponibilizar. nos termos da lei. para qualquer pessoa. 165 da Constituição. 2º da Lei nº 4. Princípio Princípio Orçamentário da Anualidade ou Periodicidade O princípio orçamentário da anualidade ou periodicidade. 48. fundo ou despesa.320. 2º da Lei nº 4. 2. que determinam ao governo.320. de 1964. de 1964. pelas disposições contidas nos arts. órgãos. determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes. catalogadas como orçamentárias. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito. obriga o registro de receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto. veda vinculação da receita de impostos a órgão. por isso. quando não representam disponibilidades de recursos para o erário. entidades.320. 6 da Lei n 4. por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade. 37 da Magna Carta de 1988. 15 . fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público.1. estabelecido pelo caput do art. de 1964. os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas. será de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano. estabelecido pelo inciso IV do art.3 Classificações da Receita Em sentido amplo. Aplica-se ao orçamento público. Princípio do Orçamento Bruto O princípio do orçamento bruto. 34 da Lei nº 4. previsto no § 8º do art. quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário público. de 1964. 167 da Constituição. recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. o exercício financeiro coincidirá com o ano civil e. previsto pelo art.320. salvo exceções por ela fixadas. ou extraorçamentárias. Segundo o art.

Exemplos: depósitos em caução. implica referência às “receitas orçamentárias”. O Estado é mero depositário desses recursos. fianças. 57 da Lei n 4. 16 2 . 3 Cuidado: operações de crédito. intitulada ARO. estão previstas na LOA. dessa forma. classificam-se como receita orçamentária. a mera ausência formal do registro dessa previsão. e via de regra. são públicas apenas as receitas orçamentárias . Essas receitas pertencem ao Estado. Nesse contexto. transitam pelo patrimônio do poder público. que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa.320. por força do princípio orçamentário da universalidade. operações de crédito por ARO . 2 Ingressos de Valores nos Cofres Públicos Receitas (Receitas Públicas) Orçamentárias 3 Receitas Extraorçamentárias Extra a) Receita Extraorçamentária As receitas exptaorçamentárias são recursos financeiros de caráter temporário não se incorporam ao patrimônio público e não integram a LOA. embora haja obrigatoriedade de a LOA registrar a previsão de arrecadação. de 1964. emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. determinar classificar-se como receita orçamentária toda receita arrecadada que porventura represente ingressos financeiros o Este Manual Técnico de Orçamento adota a definição no sentido estrito. não retira o caráter de receitas orçamentárias. quando houver citação ao termo “receita pública”. Instrumento por meio do qual se viabiliza a execução das políticas públicas. Aqui se fala o sobre uma exceção à regra dessas operações.Orçamento Federal Em sentido estrito. (Vide Nota de Rodapé n 4). no citado documento legal. via de regra. haja vista o art. a receita orçamentária é fonte de recursos utilizada pelo Estado em programas e ações cuja finalidade precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade. aumentamlhe o saldo financeiro. 3 b) Receita Orçamentária As receitas orçamentárias são disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimônio público.

Receitas do Orçamento da Seguridade Social. 3 da Lei n 4. Grupos. alínea e subalínea: C Categoria Econômica O Origem E Espécie R Rubrica AA Alínea SS Subalínea 4 Operações de Crédito por ARO são exceção às operações de crédito em geral. esta classificação é formada por um código numérico de 8 dígitos que a subdividide em seis níveis – categoria econômica. O detalhamento das classificações orçamentárias da receita. quanto à procedência. segundo a doutrina. emissões de papel moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. 4. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada. Receitas públicas derivadas. 5 Preço público e tarifa são sinônimos. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e. Natureza. auferidas de forma impositiva. portanto. Fontes de Recursos. inclusive se provenientes de operações de crédito. origem. 4 b. não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público. principalmente. Indicador de Resultado Primário. como. espécie. Classificam-se como “receita extraorçamentária” e não são item da “receita orçamentária”. por isso. segundo a doutrina. Resultariam. exceto: Operações de Crédito por ARO . 3. As receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios: 1. de preços públicos . por determinação do o o parágrafo único do art. por exemplo. é normatizado por meio do instrumento normativo “Portaria”. 6 Princípio da legalidade. elaborado pela SOF. seriam aquelas obtidas pelo poder público 6 por meio da soberania estatal. as receitas tributárias e as de contribuições especiais. e 5. rubrica.320. seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários. órgão do Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão. A fim de possibilitar identificação detalhada dos recursos que ingressam nos cofres públicos. de 1964. no âmbito da União. Receitas públicas originárias. 2. em originárias e derivadas. OBSERVAÇÃO 1: A doutrina classifica as receitas públicas. 17 . de 5 rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel).1) Classificação da Receita Orçamentária por Natureza A classificação da receita por natureza visa a identificar a origem do recurso segundo o fato gerador.Orçamento Federal orçamentários.

os §§ 1 e 2 do art.1) Receitas Correntes As receitas orçamentárias correntes são arrecadadas dentro do exercício financeiro. de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. com vistas a satisfazer finalidades públicas. de 1964. quando destinadas a atender 18 o . De acordo com o § 1 do art.320. alocase a receita pública correspondente na natureza de receita código “1112. classificam as receitas orçamentárias em “Receitas Orçamentárias Correntes” e “Receitas Orçamentárias de Capital”. de contribuições. de 1964. da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial). auxilia na elaboração de análises econômico-financeiras sobre a atuação estatal. classificam-se como correntes as receitas provenientes de tributos.1.Orçamento Federal Quando. por isso. 11 da Lei n 4.10”. A codificação correspondente é: CÓDIGO CATEGORIA ECONÔMICA o o o 1 2 Receitas Correntes Receitas de Capital b. por exemplo.320.04. 11 da Lei nº 4. a classificação por natureza é a de nível mais analítico da receita. aumentam as disponibilidades financeiras do Estado com efeitos positivos sobre o patrimônio líquido e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários. Industrial e de Serviços). Categoria Econômica Quanto à categoria econômica. da exploração de atividades econômicas (Agropecuária. segundo o esquema abaixo: Categoria Econômica Origem Espécie Rubrica Alínea Subalínea C 1 O 1 E 1 R 2 AA SS 04 10 Pessoas Físicas Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Impostos Receita Tributária Receita Corrente Como se depreende do nível de detalhamento apresentado. o imposto de renda pessoa física é recolhido dos trabalhadores.

b. Origem A origem é o detalhamento das categorias econômicas “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”. Essas classificações.1. de 20 de maio de 1982. mas apenas remanejamento de receitas entre eles. o Os códigos da origem para as receitas correntes e de capital.2) Receitas de Capital As receitas orçamentárias de capital também aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários. o o o OBSERVAÇÃO 2: Receitas de Operações Intraorçamentárias Operações intraorçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo.Orçamento Federal despesas classificáveis em despesas correntes (Transferências Correntes). por isso. as receitas de capital não provocam efeito sobre o patrimônio líquido. de 1964. de acordo com a Lei n 4. receitas de capital são as provenientes tanto da realização de recursos financeiros oriundos da constituição de dívidas e da conversão.320. segundo disposto pela Portaria que as criou. de bens e direitos quanto de recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados a atender despesas classificáveis em despesas de capital. a fim de se evitar a dupla contagem dos valores financeiros objeto de operações intraorçamentárias na consolidação das contas públicas. 11 da Lei n 4. demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores (Outras Receitas Correntes). devidamente identificadas. Porém. possibilitam anulação do efeito da dupla contagem na consolidação das contas governamentais. a Portaria Interministerial STN/SOF nº 338.320. incluiu as “Receitas Correntes Intraorçamentárias” e “Receitas de Capital Intra-Orçamentárias”. não constituem novas categorias econômicas de receita. Dessa forma. a fim de se atingirem as finalidades públicas.939. de 1964. são: 19 . de forma diversa das receitas correntes. em espécie. não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos. Fundos e Entidades Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento da Seguridade Social” que. com redação dada pelo Decreto-Lei n 1. As receitas intraorçamentárias são contrapartida de despesas catalogadas na Modalidade de Aplicação “91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. De acordo com o § 2 do art. com vistas a identificar a natureza da procedência das receitas no momento em que ingressam no orçamento público. de 26 de abril de 2006. mas apenas especificações das categorias econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. por fim.

Transferências de Capital 5. 3. Patrimonial 4. 5. Receita de Serviços 7. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Outras Receitas de Capital 2. identificam-se as espécies “Impostos”. Transferências 8. a “Receita de Contribuições” é origem à parte e diferenciada da origem “Receita Tributária”. Transferências Correntes 9. Industrial 6. Operações de Crédito. Outras Receitas Correntes Esquema da Classificação das Receitas Públicas. a origem “Receita Tributária” engloba as espécies “Impostos”. Contribuições 3. RECEITA CORRENTE S S 1. Receita Industrial 6. 20 7 . “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”.. e Outras Receitas de Capital Receitas Extraorçamentárias Espécie Esp écie A espécie é o nível de classificação vinculado à origem que permite qualificar com maior detalhe o fato gerador das receitas. Tributária 2. Para efeitos de classificação orçamentária. dentro da origem Receita Tributária. Alienação de Bens. Operações de Crédito 2. 8 Para efeitos de classificação orçamentária. Receita Tributária 7 8 RECEITAS DE CAPITAL 1. RECEITA DE CAPITAL S 1. Agropecuária 5. incorporando-se Categoria Econômica e Origem: Receitas Orçamentárias (Receitas Públicas) 1. Amortização de Emprést. Serviços 7. Amortização de Empréstimos 4. Receita Agropecuária 5.Orçamento Federal RECEITAS CORRENTES 1. Alienação de Bens 3. 4. Transferências de Capital. Receita Patrimonial 4. Receita de Contribuições 3. Outras Receitas Ingressos de Valores nos Cofres Públicos 2. 2. Por exemplo.

Recursos do Tesouro . 3 .Recursos do Tesouro – Exercício Corrente.Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores. Frente ao exposto. devidamente catalogadas segundo o item 1. Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores (3).2) Classificação da Receita por Fontes de Recursos A classificação orçamentária da receita por fontes de recursos busca identificar as origens dos ingressos financeiros que financiam os gastos públicos. dessa forma.1.2.Orçamento Federal Rubrica A rubrica agrega determinadas espécies de receitas cujas características próprias sejam semelhantes entre si. 21 . Recursos Próprios Não Financeiros (50). Determinadas naturezas de receita. são agrupadas em fontes de recursos obedecendo a uma regra previamente estabelecida. essas fontes são alocadas em determinadas despesas de forma a evidenciar os meios para atingir os objetivos públicos. Recursos Ordinários (00). b. Alínea A alínea é o detalhamento da rubrica e exterioriza o “nome” da receita que receberá o registro pela entrada de recursos financeiros. 2 . e 9 . A classificação de fonte de recursos consiste de um código de três dígitos: 1º DÍGITO Grupo de Fontes de Recursos Exemplos: Fonte 100 1 . detalha a espécie por meio da especificação dos recursos financeiros que lhe são correlatos. Resultado do Banco Central (52). Recursos do Tesouro – Exercício Corrente (1).Exercício Corrente (1). utilizado quando há necessidade de se detalhar a alínea com maior especificidade. e Recursos Ordinários (00). 6 . Subalínea A subalínea constitui o nível mais analítico da receita. Exemplo: A subalínea “Pessoas Físicas” é o detalhamento da alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza”.Recursos de Outras Fontes . Exemplo: A rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda” é detalhamento da espécie “Impostos”.Recursos Condicionados Fonte 300 Fonte 152 Fonte 150 Fonte 250 2º e 3º DÍGITOS Especificação das Fontes de Recursos Recursos do Tesouro . pois exterioriza quais são as receitas que financiam determinadas despesas.Recursos de Outras Fontes .Exercício Corrente (1). Por meio do orçamento público.Exercício Corrente. Exemplo: A alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza” é o detalhamento da rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda”.3.Exercícios Anteriores. Recursos Próprios Não Financeiros (50). Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente (2). é a classificação que permite demonstrar a correspondência entre as fontes de financiamento e os gastos públicos.

164. “Receitas de Operações de Crédito”. são aquelas cuja arrecadação tem origem no esforço próprio de órgãos e demais entidades nas atividades de fornecimento de bens ou serviços facultativos e na exploração econômica do próprio patrimônio e remunerada por preço público ou tarifas. por isso. dessa forma. Via de regra. São recursos que. o banco tem um dia útil (d+1) para repassar os recursos para a Conta Única do 8 Tesouro no Banco Central . não possuem destino específico e. o o CF. de 22 de agosto de 2002. “Receitas Administradas”. segundo o art. Os grupos são de: “Receitas Próprias”. “Receitas Vinculadas” e “Demais Receitas”. Receitas Administradas As receitas administrativas aquelas auferidas pela SRFB. portanto. cuja natureza é contratual e. que tem prazo de dois dias (d+2) para repassar os 8 * recursos para a Conta Única do Tesouro no Banco Central . pelos bancos arrecadadores credenciados pela SRFB. que detém a competência para fiscalizar. são amparadas pelo Código Civil e legislação correlata. ou seja. Arrecadadas por meio de GRU. bem como o produto da aplicação financeira desses recursos. 22 8 o . por outro. fiscalizar e administrar as receitas públicas. Recolhidas por meio de DARF ou GPS. por um lado. com amparo legal no Código Tributário Nacional e leis afins. Geralmente. Receitas Próprias As receitas próprias. art. criam obrigações recíprocas para as partes contratantes. 4 da Portaria SOF n 10. Receitas de Operações de Crédito Receitas financeiras provenientes da colocação de títulos públicos no mercado ou da contratação de empréstimos e financiamentos junto a entidades estatais ou privadas. A partir da data em que o contribuinte efetua o pagamento do tributo. são centralizadas numa conta de referência do Tesouro Nacional mantida junto ao Banco do Brasil. arrecadar e administrar esses recursos. da data de arrecadação (d).Orçamento Federal b. é instrumento orçamentário-gerencial identificador de determinados segmentos arrecadadores do setor público. A “Data de Recolhimento” é o dia que o recurso ingressa no Banco Central. Cada grupo de receita é formado pela associação entre tipos específicos de unidades orçamentárias e de naturezas de receita que atendam a certas particularidades sob a ótica orçamentária. §3 : “As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central”. têm como fundamento a bilateralidade. não são vinculadas por lei à determinada despesa. pertencem à unidade orçamentária arrecadadora.3) Classificação da Receita por Grupos A classificação da receita por grupos identifica quais agentes públicos possuem competência legal para arrecadar.

Orçamento Federal Receitas Vinculadas As receitas vinculadas são aquelas que a lei determina a finalidade específica de aplicação. devem cumprir dois requisitos básicos: 1 . por meio da seguinte metodologia: Contribuições Sociais As contribuições sociais. são receitas cuja fiscalização. Receita primária é o somatório das receitas fiscais líquidas (aquelas que não geram obrigatoriedade de contraprestação financeira. para integrarem o orçamento da seguridade Social. de amortizações e do superávit financeiro. Exemplos: Recursos de concessões. e a forma de composição delas. exceto as classificadas como “Receitas Administradas”. O cálculo da receita primária é efetuado somando-se as receitas correntes com as de capital e. Geralmente. a norma constitucional ou infraconstitucional instituidora deve explicitar que a receita se destina ao financiamento da seguridade social. autorizações e permissões para uso de bens da União ou para exercício de atividades de competência da União. Essas receitas classificam-se como “Contribuições Sociais” e “Demais Receitas”. às quais resta a obrigação de efetuar o recolhimento para a Conta Única do Tesouro Nacional. Demais Receitas As demais receitas são aquelas previstas em lei ou de natureza contratual. 11 e 27 da Lei n 8. e 23 . b. de aplicações financeiras. excluindo da conta receitas de: operações de crédito e seus retornos (juros e amortizações). de juros.4) Classificação da Receita por Identificador de Resultado Primário A classificação orçamentária da receita por identificador de resultado primário tem por objetivo identificar quais são as receitas que compõem o resultado primário do Governo. encargos e devolução). b. depois.212. Esse conceito surgiu quando o Brasil adotou metodologia de apuração do resultado primário oriunda de acordos com o FMI. A receita é classificada. que instituiu o Plano de Custeio da Seguridade Social. de 24 de julho de 1991. como ônus. e não-primária ou financeira (F) quando não é incluído nesse cálculo.5) Classificação das Receitas do Orçamento da Seguridade Social: As receitas que financiam a seguridade social são previstas pelo art.quanto à origem. ainda. pelos arts. Receitas financeiras são as provenientes de operações de crédito internas e externas. administração e arrecadação ficam a cargo das próprias entidades arrecadadoras. 195 da Magna Carta o brasileira. de aplicações financeiras. de empréstimos concedidos e do superávit financeiro. que não se enquadram em nenhum dos grupos anteriores. como primária (P) quando seu valor é incluído na apuração do Resultado Primário no conceito acima da linha. de aquisição de títulos de capital.

sejam próprias das unidades orçamentárias que integrem exclusivamente o orçamento da seguridade social.4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária O orçamento público adota o regime de caixa para os ingressos das receitas púbicas o arrecadadas no exercício financeiro. Demais Dema is Receitas No que tange às demais receitas. 24 . Arrecadação: consiste no recebimento da receita pelo agente devidamente autorizado. Dessa forma. da Assistência Social e do Fundo de Amparo ao Trabalhador. A partir das previsões da receita. no Banco Central do Brasil. para posterior autorização junto ao Poder Legislativo. na Conta Única do Tesouro Nacional: previsão. a projeção do que se espera arrecadar durante o exercício financeiro.) pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas. agentes arrecadadores. em conformidade com o art. a receita orçamentária percorre três estágios até que ocorra a efetiva entrada de recursos nos cofres públicos. 2 – caracterizem-se como originárias da prestação de serviços de saúde.1.quanto à finalidade. inicia-se o processo de discussão de alocação desses recursos. arrecadação e recolhimento.vinculem-se à seguridade social por determinação legal. É apenas nesse estágio que ocorre a efetiva entrada dos recursos financeiros arrecadados nos cofres públicos. de 1964: “(. no caso da União. isto é. por meio de estabelecimentos bancários oficiais ou privados. subordinado ao Ministério do Trabalho e Emprego. do ponto de vista orçamentário. independentemente das entidades às quais pertençam. das unidades que compõem os Ministérios da Saúde e da Previdência Social. a receita criada deve ser destinada para as áreas de saúde.” Segundo o art. Recolhimento: refere-se à entrega. 2. ou 3 .. devidamente credenciados. de 28 de janeiro de 1922. os estágios seriam: o PREVISÃO (1o Estágio) ARRECADAÇÃO (2o Estágio) RECOLHIMENTO (3 Estágio) o Previsão: é a estimativa.Orçamento Federal 2 .. consideram-se receitas do orçamento da seguridade social aquelas que: 1 . previdência ou assistência social.536. 22 do Decreto Legislativo n 4. Serve de base para a fixação da despesa orçamentária. a fim de se liquidarem obrigações com o ente público. ou seja. do produto da arrecadação para o Caixa Único: Conta Única do Tesouro Nacional. 35 da Lei n 4. envolvendo todos os entes públicos alcançados pelo orçamento. que organiza o Código de Contabilidade da União.320. pelos agentes arrecadadores.

trata-se de receita derivada cuja finalidade é obter recursos financeiros para o Estado custear as atividades que lhe são correlatas.1. 145 da CF tratam das espécies tributárias impostos. taxas e contribuições de melhoria. Impostos o o Os impostos. pela União. 5 do CTN e os incisos I. e da competência extraordinária.5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária Tributárias a) Receitas Tributárias Tributo é uma das origens da receita corrente na classificação orçamentária por categoria econômica. no caso dos impostos extraordinários de guerra prevista no inciso II do mesmo artigo. mas as tributárias e de contribuições necessitam do procedimento administrativo em epígrafe antes de ingressarem no estágio da “arrecadação”. 154.320. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada". Quanto à procedência. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. Ressalte-se que as receitas patrimoniais e as empresariais não se sujeitam ao lançamento. 2. de 1964. O art. fundo ou despesa. é determinada pelo fato gerador. ao contrário de outros tipos de receita. o qual não recebe contraprestação direta ou imediata pelo pagamento.Orçamento Federal OBSERVAÇÃO 3: Lançamento – Procedimento Administrativo do Fisco Embora parte da doutrina considere o “Lançamento” estágio intermediário entre a “previsão” e o a “arrecadação” da receita. que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora. 167 da CF proíbe. salvo em algumas exceções. o preceitua como “ato da repartição competente. II e III do art. o art. O art. ressalvando-se unicamente a possibilidade de utilização. e II – a destinação legal do produto de sua arrecadação. na ótica orçamentária. lançamento é procedimento administrativo realizado pelo Fisco – e não estágio. da competência residual prevista no art. sendo irrelevante para caracterizá-lo: I – a sua denominação. salvo exceções. inciso I. 25 . 4 do CTN preceitua que a natureza especifica do tributo. 3º do CTN define tributo da seguinte forma: "Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. Sujeitam-se aos princípios da reserva legal e da anterioridade da Lei. O art. a vinculação de receita de impostos a órgão. O art. que não constitua sanção de ato ilícito. Os impostos estão enumerados na Constituição. são espécies tributárias cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. 16 do CTN. haja vista ingressarem diretamente no estágio da Arrecadação. Dessa forma. e inscreve o débito desta”. segundo o art. 53 da Lei n 4.

pois as receitas auferidas por meio das taxas não se encontram afetas a determinada despesa. à ordem. espécie de tributo na classificação orçamentária da receita. É receita derivada e os serviços têm que ser específicos e divisíveis. ou seja. à higiene. efetiva ou potencial. de serviço público específico e divisível.” Nesse contexto. ou a utilização. se a lei que instituiu o referido tributo assim determinou. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição . em razão de interesse público concernente à segurança. interesse ou liberdade. como fato gerador. 77. aos costumes. à disciplina da produção e do mercado. no âmbito de suas respectivas atribuições. pelos Estados. nesse tipo de serviço. pelos Estados. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. o exercício regular do poder de polícia administrativa. de serviço público específico e divisível.” Taxas de Serviço Público As taxas de serviço público são as que têm como fato gerador a utilização de determinados serviços públicos. o serviço é público quando estabelecido em lei e prestado pela Administração Pública. Taxas de Fiscalização ou de Poder de Polícia As taxas de fiscalização ou de poder de polícia são definidas em lei e têm como fato gerador o exercício do poder de polícia. são tributos de arrecadação não vinculada. efetiva ou potencial. sob ponto de vista material e formal. em forma de contraprestação de serviços” – porém. A definição de poder de polícia está disciplinada pelo art. de forma direta ou indireta. 9 “Taxas de Fiscalização” também são chamadas de “Taxas de Poder de Polícia”. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. são.art. por meio do qual o Estado intervém em determinadas atividades. 9 classifica-se em: Taxas de Fiscalização e Taxas de Serviço. 77 do CTN: “Art.Orçamento Federal Taxas As taxas cobradas pela União. com a finalidade de garantir a ordem e a segurança. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. ou a utilização. o Estado atua com supremacia sobre o particular. As taxas cobradas pela União. taxas são tributos vinculados porque o aspecto material do fato gerador é prestação estatal específica "diretamente referida ao contribuinte. A relação jurídica. também. poder disciplinador. A taxa está sujeita ao princípio constitucional da reserva legal e. 78 do CTN: “Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que. tendo. sob a ótica orçamentária. via de regra. é de verticalidade. sob regime de direito público. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público. limitando ou disciplinando direito. no âmbito das respectivas atribuições. salvo. 26 . regula a prática de ato ou abstenção de fato. Nesse contexto.

Por outro lado. a guerras ou a investimentos públicos de caráter urgente e de relevante interesse nacional. Observa-se que a vinculação não é do produto da arrecadação. os empréstimos compulsórios são “tributos de arrecadação vinculada”. empréstimo compulsório) e contribuições de melhoria são “tributos vinculados”. ou colocados à sua disposição”. para determinada despesa. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária.” OBSERVAÇÃO 4: “Tributos Vinculados” e “Tributos de Arrecadação Vinculada” Os vocábulos não são sinônimos. Essa distinção se encontra associada à natureza jurídica do fato gerador dos tributos e à destinação legal do produto da arrecadação. 77 do CTN: “Os serviços públicos têm que ser específicos e divisíveis. nota-se que “Tributos Vinculados” não possuem vinculação ou obrigação de serem destinados para determinada despesa. 149 da Magna Carta estabelece que compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. Segundo a vinculação das receitas tributárias. por força de lei. Nesse sentido. contanto que haja nexo causal entre a melhoria ocorrida e a realização da obra pública. O art. de forma obrigatória. a doutrina e a jurisprudência diferenciam “tributos vinculados” de “tributos de arrecadação vinculada”. tampouco antônimos. De acordo com o art. taxas (contribuições especiais. Contribuição de Melhoria A contribuição de melhoria é espécie de tributo na classificação da receita orçamentária e tem como fato gerador valorização imobiliária que decorra de obras públicas. Frente ao exposto. “Tributos Vinculados” são aqueles cujo fato gerador está vinculado a alguma atividade estatal específica prestada ao contribuinte. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. somente os “Tributos de Arrecadação Vinculada” é que a possuem.Orçamento Federal Conforme o art. Para que a taxa seja cobrada. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias 27 . 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União. 148 da CF lhes vincula a arrecadação para finalidade específica: atender despesas referentes a calamidades públicas. receita de contribuições referem-se à origem da categoria econômica “receitas correntes”. não há necessidade de o particular fazer uso do serviço. prestados ao contribuinte. Impostos são “tributos não vinculados”. pois os incisos I e II do art. no âmbito de suas respectivas atribuições. e costumam gerar confusões de interpretação. b) Receitas de Contribuições Segundo a classificação orçamentária. mas do fato gerador com a atividade estatal ou seja: tributos vinculados não se vinculam a determinada despesa. pois seu fato gerador é totalmente desvinculado de qualquer atividade específica realizada pelo Estado. Estados. basta que o Poder Público coloque tal serviço à disposição do contribuinte. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. “Tributos de Arrecadação Vinculada” são aquelas cujo produto da arrecadação se destina.

Pode-se afirmar que as contribuições sociais atendem a duas finalidades básicas: seguridade social (saúde. Serviço Social do Comércio . É preciso esclarecer que existe uma diferença entre as contribuições sindicais aludidas acima e as contribuições confederativas. previdência e assistência social) e outros direitos sociais como. como. As contribuições classificam-se nas seguintes espécies: Contribuições Sociais Contribuições o Classificada como espécie de contribuição.OAB. de regimes de previdência de caráter contributivo e solidário.SESI. Conforme esclarece o art.SENAI. As contribuições sociais estão sujeitas ao princípio da anterioridade nonagesimal.CREA.CRM e assim por diante. por exemplo: Ordem dos Advogados do Brasil . Essas contribuições são destinadas ao custeio das organizações de interesse de grupos profissionais. Não transita pelo orçamento da União. para o custeio. Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico A contribuição de intervenção no domínio econômico – CIDE é tributo classificado no orçamento público como uma espécie de contribuição que atinge um determinado setor da economia. por exemplo. por força da Lei nº 4. desenvolvimento de pesquisas para crescimento do setor e oferecimento de linhas de crédito para expansão da produção. o salário educação.320. cobrada de seus servidores. Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura . que são instituídas pelos respectivos entes. voltado à suplementação tarifária de linhas aéreas regionais de passageiros. Visam também ao custeio dos serviços sociais autônomos prestados no interesse das categorias. Distrito Federal e Municípios poderão instituir contribuição. de 1964. e o § 1 do artigo em comento fixa que Estados. como Serviço Social da Indústria . Essa intervenção se dá pela fiscalização e atividades de fomento.SESC e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial . Exemplo de contribuição de intervenção no domínio econômico é o Adicional sobre Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas. como instrumento de atuação nas respectivas áreas. exceto das contribuições dos servidores estatutários dos Estados. 8º da CF: 28 . Conselho Regional de Medicina . de baixo e médio potencial de tráfego. vinculando sua arrecadação às entidades que as instituíram. em benefício destes. A competência para instituição das contribuições sociais é da União.Orçamento Federal profissionais ou econômicas. com finalidade qualificada em sede constitucional – intervenção no domínio econômico – instituída mediante um motivo específico. a contribuição social é tributo vinculado a uma atividade estatal que visa atender aos direitos sociais previstos na CF. Contribuição de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas A contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas se caracteriza por atender a determinadas categorias profissionais ou econômicas. por exemplo. o que significa dizer apenas poderão ser cobradas noventa dias após a publicação da lei que as instituiu ou majorou. como. Distrito Federal e Municípios.

Quanto à procedência. são de receitas originárias. São classificadas no orçamento como receita corrente e de natureza específica de origem como receita patrimonial. para o custeio do serviço de iluminação pública. na fatura de consumo de energia elétrica". o c) Receitas Patrimoniais São receitas provenientes da fruição dos bens patrimoniais do ente público (bens mobiliários ou imobiliários). Podemos citar como espécie de receita patrimonial as compensações financeiras. visando dar eficácia plena ao citado art. a partir dessa autorização constitucional. 149 da CF. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição. 8º É livre a associação profissional ou sindical. de participações societárias. e uma outra contribuição. hídricos. florestais e outros. 29 . que integra a categoria econômica “receitas correntes”. observado o seguinte: (. "Art. a “Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública” é espécie da origem “contribuições”. há a previsão constitucional de uma contribuição confederativa. 150. portanto compulsória. Municípios e Distrito Federal. observado o disposto no art. na forma das respectivas leis. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput.) IV . de acordo com o disposto na legislação vigente. ou. que é a contribuição sindical. ainda. que acrescentou o art. independentemente da contribuição prevista em lei”. 149-A. Compensações Financeiras A receita de compensação financeira tem origem na exploração do patrimônio do Estado. A competência para instituição é dos Municípios e do Distrito Federal.Orçamento Federal “Art. que é constituído por recursos minerais. de 19 de dezembro de 2002. possuindo assim natureza de tributo. Sob a ótica da classificação orçamentária. Parágrafo único. e encontra sua regra matriz no art. prevista em lei. concessões e permissões. A primeira não é tributo. 149-A. será descontada em folha. pois será instituída pela assembléia geral e não por lei. 149-A à CF. fixada pela assembléia geral da categoria..a assembléia geral fixará a contribuição que. Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública Instituída pela Emenda Constitucional n 39. definidos no ordenamento jurídico. Tais compensações são devidas à União.. entre outras. como forma de participação no resultado dessa exploração. Assim. possui a finalidade de custear o serviço de iluminação pública. em se tratando de categoria profissional. iniciaram a regulamentação por Lei Complementar. aos Estados e aos Municípios. A segunda é instituída por lei. I e III. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva.

20. matrizes etc. tais como: comércio. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. diferentemente daqueles. técnicas em inseminação. e) Receitas Industriais As receitas industriais (receitas correntes). bem como a órgãos da administração direta da União. são também. De acordo com o art. comunicação. da indústria de transformação. d) Receitas Agropecuárias As receitas agropecuárias (receitas correntes). por parte do ente público.Orçamento Federal Essas compensações têm como finalidade recompor financeiramente os prejuízos ou danos causados (externalidades negativas) pela atividade econômica na exploração desses bens. ao Distrito Federal e aos Municípios. trata-se de receita originária. de atividades agropecuárias. em relação à lei que a instituiu”. Quanto à procedência. pecuários (semens. com o Estado atuando como empresário. serviços hospitalares. são compulsórias e têm sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária. São receitas originárias. serviços recreativos. transporte.). entre outras receitas industriais de utilidade pública. também chamado de tarifa. insumos etc. da indústria de construção. Tais serviços são remunerados mediante preço público. assim como proporcionar meio de remunerar o Estado pelos ganhos obtidos por essa atividade. Assim. abrangem as receitas decorrentes das atividades econômicas na prestação de serviços por parte do ente público. OBSERVAÇÃO 5: Distinção entre Taxa e Preço Público A distinção entre taxa e preço público. Encontram-se subdivididas nessa classificação receitas provenientes de atividades econômicas: da indústria extrativa mineral. § 1º da CF: “É assegurada. ou compensação financeira por essa exploração”. uma origem de receita específica na classificação orçamentária. cuja classificação orçamentária constitui origem específica. tais como a venda de produtos: agrícolas (grãos. mar territorial ou zona econômica exclusiva. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. provenientes das atividades industriais exercidas pelo ente público. de forma o 30 . Decorrem da exploração econômica. Exemplos de naturezas orçamentárias de receita dessa origem são os seguintes: serviços comerciais. conforme afirmado anteriormente. constituem outra origem específica na classificação orçamentária da receita. está descrita na Súmula n 545 do Supremo Tribunal Federal: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. plataforma continental. nos termos da lei.). para reflorestamentos e etc. porque estas. culturais etc. também chamado de tarifa. em pé de igualdade como o particular. armazenagem. tecnologias. não compulsórios) que a Administração Pública. aos Estados. preço público (ou tarifa) decorre da utilização de serviços públicos facultativos (portanto. serviços de transporte. f) Receitas de Serviços As receitas de serviços (receitas correntes). serviços portuários etc.

anterioridade. da União para Estados. seria facultativo e. Os recursos da transferência são vinculados à finalidade pública.. não teria natureza obrigatória. g) Transferências Correntes Na ótica orçamentária.Orçamento Federal direta ou por delegação para concessionária ou permissionária. Nas transferências correntes.).. mas cuja utilização seja de uso obrigatório. e não à pessoa. podemos citar o caso do fornecimento de energia elétrica. Como exemplo. compulsório (por exemplo. ou entre elas e organizações particulares. Podemos citar como exemplos as seguintes espécies. Em localidades onde estes serviços forem colocados à disposição do usuário. receitas da dívida ativa e as outras receitas não classificadas nas “receitas correntes”. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes e destinados a custear despesas correntes. O tema é regido pelas normas de direito público. assim como recebidos de instituições privadas. a remuneração destes serviços é feita mediante taxa e sofrerá as limitações impostas pelos princípios gerais de tributação (legalidade. São serviços prestados em decorrência de uma relação contratual regida pelo direito privado. essenciais à soberania do Estado (a lei não autoriza que outros prestem alternativamente esses serviços). os serviços públicos. seria remunerado mediante preço público. mas que não correspondam a uma contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou a transferência. com finalidade específica. A taxa decorre de lei e serve para custear. entre outras: 31 . do Estado para os Municípios. o serviço estatal oferecido pelo ente público. se a lei permite o uso de gerador próprio para obtenção de energia elétrica. prestados ou colocados à disposição do contribuinte diretamente pelo Estado. portanto. podemos citar como exemplos as seguintes espécies: Transferências de Convênios As transferências de convênios são recursos oriundos de convênios. h) Outras Receitas Correntes Em outras receitas correntes inserem-se multas e juros de mora. pelo Estado. específicos e divisíveis. Por outro lado. as transferências correntes são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento relacionadas a uma finalidade pública específica. firmadas entre entidades públicas de qualquer espécie. ou por seus delegados. que poderá escolher se os contrata ou não. coloca à disposição da população. Transferências de Pessoas Compreendem as contribuições e doações que pessoas físicas realizem para a Administração Pública.. a lei não permite que se coloque um gerador de energia elétrica). indenizações e restituições. Há casos em que não é simples estabelecer se um serviço é remunerado por taxa ou por preço público. naquilo que não forem cobertos pelos impostos. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. por exemplo).

salvo as destinadas por lei aos regimes previdenciários geral e próprio dos servidores públicos. atualizações monetárias. de natureza tributária ou não tributária. as multas classificam-se como “outras receitas correntes”. 11 da Lei n 4.operações de crédito internas. internas ou externas. Receitas da Dívida Ativa As receitas da dívida ativa referem-se aos créditos da Fazenda Pública. Dívida ativa tributária é o crédito da Fazenda Pública proveniente da obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais. Dívida ativa não tributária são os demais créditos da Fazenda Pública. de prévia cominação em lei ou contrato. sempre. 32 . exigíveis em virtude do transcurso do prazo para pagamento. Dependem.operações de crédito externas. para financiar despesas correntes.320. Caracterizam-se como recursos financeiros oriundos da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas. Conforme prescreve o § 4º do art. com validade de título executivo. Isso confere à certidão da dívida ativo caráter líquido e certo.Orçamento Federal Receitas de Multas As receitas de multas têm de caráter não tributário. cabendo sua imposição ao respectivo órgão competente (poder o de polícia). São ingressos financeiros com origem específica na classificação orçamentária da receita proveniente da alienação de bens móveis ou imóveis de propriedade do ente público. As receitas decorrentes de dívida ativa tributária ou não tributária devem ser classificadas como “outras receitas correntes”. . Podem decorrer do descumprimento de preceitos específicos previstos na legislação pátria. . encargos e multas tributárias. São espécies desse tipo de receita: . é vedada a aplicação da receita de capital decorrente da alienação de bens e direitos que integrem o patrimônio público.operações oficiais de crédito – retorno. j) Alienação de Bens A alienação de bens é a origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. constituindo-se em ato de penalidade de natureza pecuniária aplicado pela Administração Púbica aos administrados. i) Receitas de Operações de Crédito As receitas de operações de crédito dizem respeito à origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. embora se admita prova em contrário. de 1964. O crédito é cobrado por meio da emissão de certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União. inscrita na forma da lei. Nos termos do art. 44 da LRF. ou de mora pelo não pagamento das obrigações principais ou acessórias nos prazos previstos.

2. n) Outras Receitas de Capital Outras receitas de capital são aquelas receitas que não atendem às especificações anteriores. 2.1. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. sendo. que define qualitativamente a programação orçamentária. os juros recebidos. da União para Estados. Os recursos da transferência ficam vinculados à finalidade pública e não à pessoa. por exemplo). na impossibilidade de serem classificadas nas origens anteriores. ou seja.1. DESPESA ORÇAMENTÁRIA 2. Na classificação orçamentária da receita os ingressos desse tipo de amortização são receitas de capital. origem específica “amortização de empréstimos concedidos” e representam o retorno de recursos anteriormente emprestados pelo poder público. Transferências m) Transferências de Capital: Na ótica orçamentária. assim como recebidos de instituições privadas (do exterior e de pessoas).1. conforme detalhado a seguir: 10 “Investimentos” e “Inversões Financeiras” são classificações da despesa de capital. de maneira clara e objetiva. O programa de trabalho. as transferências de capital representam os recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados para atender despesas em 10 investimentos ou inversões financeiras . 33 . entretanto. as programações orçamentárias estão organizadas em programas de trabalho e em programação física e financeira. Programação Qualitativa Na estrutura atual do orçamento público. composto dos seguintes blocos de informação: Classificação por Esfera.2.Orçamento Federal l) Amortização de Empréstimos A amortização de empréstimos é ingresso financeiro proveniente da amortização de financiamentos ou empréstimos concedidos pelo ente público em títulos e contratos. Embora a amortização de empréstimos seja origem da categoria econômica “receitas de capital”. sem corresponder. do Estado para os Municípios. à contraprestação direta ao ente transferidor.2. Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa A compreensão do orçamento exige o conhecimento de sua estrutura e organização. associados a esses empréstimos. Classificação Institucional. a fim de satisfazer finalidade pública específica. Classificação Funcional e Estrutura Programática. as organizações públicas e privadas e a sociedade em geral. como os poderes públicos. às perguntas clássicas que caracterizam o ato de orçar. deve responder. são classificados em “receitas correntes / de serviços / serviços financeiros”. 2. do ponto de vista operacional. as quais são implementadas por meio de um sistema de classificação estruturado com o propósito de atender às exigências de informação demandadas por todos os interessados nas questões de finanças públicas.

conforme apresentado na tabela: 34 .Indicadores Ação .Produto .Objetivo PERGUNTA RESPONDIDA Em qual Orçamento ? Quem faz ? Em que área da despesa a ação governamental será realizada ? O que fazer ? Para que é feito ? Por que é feito ? Para quem é feito ? Quais as medidas ? Como fazer ? O que é feito ? Para que é feito ? Como é feito ? Quais as fases ? Qual o resultado ? Onde é feito? Classificação Funcional Estrutura Programática Informações Principais do Programa .Finalidade Informações Principais da Ação .Forma de Implementação .1.2.2.Público -alvo .Descrição .Problema a resolver . Programação Quantitativa A programação física define quanto se pretende desenvolver do produto: ITEM DA ESTRUTURA Meta Física PERGUNTA RESPONDIDA Quanto se pretende desenvolver? A programação financeira define o que adquirir.Etapas .Orçamento Federal BLOCOS DA ESTRUTURA Classificação por Esfera Classificação Institucional ITEM DA ESTRUTURA Esfera Orçamentária Órgão Unidade Orçamentária Função Subfunção Programa . com quais recursos.Subtítulo 2.

9.Orçamento Federal ITEM DA ESTRUTURA Natureza da Despesa Categoria Econômica da Despesa Grupo de Natureza de Despesa Modalidade Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Operação de Crédito PERGUNTA PERGUNTA RESPONDIDA Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Qual o efeito econômico da realização da despesa? Em qual classe de gasto será realizada a despesa? Qual a estratégia para realização da despesa? Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Os recursos utilizados são contrapartida? De onde virão os recursos para realizar a despesa? A que operação de crédito ou doação os recursos se relacionam? Como se classifica essa despesa em relação ao efeito sobre o Resultado Primário da União? Quanto custa? Qual é a memória de cálculo utilizada? Identificador de Resultado Primário Dotação Justificativa 2.99.3.9999.9 9999. 999. Esfera orçamentária Esfera orçamentária Órgão Órgão Unidade orçamentária Unidade orçamentária Função Função Subfunção Subfunção Subfunção Exemplo: Programa Programa Ação Ação Localização do gasto Localização do gasto (Subtítulo) (Subtítulo) (Subtítulo) IDOC IDOC IDUSO IDUSO Fonte Fonte Natureza (Categoria Natureza (Categoria econômica/grupo despesa/ econômica/grupo despesa/ modalidade de aplicação) modalidade de aplicação) Identificador dede Identificador Resultado Primário Resultado Primário 35 .99.9999.2.xxxx.9999.999.1.999.9999. Estrutura Completa da Programação Orçamentária 99.

2. detenha a maioria do capital social com direito a voto. - 36 . da Seguridade Social (S) ou de Investimento das Empresas Estatais (I). bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. Classificação por Esfera Orçamentária A esfera orçamentária tem por finalidade identificar se o orçamento é Fiscal (F).2. 151.4365.2. IDOC: Outros Recursos IDUSO: IDUSO Recursos não destinados a contrapartida Fonte: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das pessoas Jurídicas Natureza: Natureza: Despesas Correntes / Outras Despesas Correntes / Aplicação Direta Indicador de Resultado Primário: Primária Discricionaria 2. 195 da CF estabelece que a proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho Esfera 2.36. previdência social e assistência social. da Saúde UO: Fund.201. da administração direta ou indireta. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias.303.2 Esfera: Orçamento da .0. Seguridade Social . Órgão: Min.10.0006. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. direta ou Investimento: indiretamente. seus fundos.9999.Orçamento Federal Exemplo: 20. 165 da CF: Fiscal: Orçamento Fiscal referente aos Poderes da União. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.1. e Orçamento da Seguridade Social: abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados. Oswaldo Cruz Função: Função Saúde Subfunção: Suporte Profilático e Terapêutico Programa: Programa Prevenção e Controle das Doenças Imunopreviníveis Ação: Ação Produção de Imunobiológicos Subtítulo: Subtítulo Nacional .0001. O § 2º do art.2.3390. Orçamento de Investimento orçamento das empresas em que a União. órgãos e entidades da Administração direta e indireta. conforme disposto no § 5º do art.

de 14 de abril de 1999. e é composta de um rol de funções e subfunções prefixadas. busca responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a despesa será realizada. com os seguintes códigos: CÓDIGO CÓDIGO 10 20 30 ESFERA ORÇAMENTÁRIA Orçamento Fiscal Orçamento da Seguridade Social Orçamento de Investimento 2.2.2. Funcional 2. que servem como agregador dos gastos públicos por área de ação governamental nas três esferas de Governo. que pode ser traduzida como o maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do o 37 . A atual classificação funcional foi instituída pela Portaria n 42.Orçamento Federal Na base do Sistema de Orçamento. do então Ministério do Orçamento e Gestão. sendo os dois primeiros reservados à identificação do órgão e os demais à unidade orçamentária. As dotações orçamentárias.2. por exemplo. Órgão orçamentário é o agrupamento de unidades orçamentárias. Os dois primeiros referem-se à função.3. o que permite a consolidação nacional dos gastos do setor público. 1º 2º 3º 4º 5º Órgão Orçamentário Unidade Orçamentária Um órgão ou uma unidade orçamentária não correspondem necessariamente a uma estrutura administrativa. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”. no âmbito dos Municípios. Classificação Institucional A classificação institucional. como ocorre. Distrito Federal e Municípios”. dos Estados. projeto e operação especial identificará a função e a subfunção às quais se vinculam.2. “Operações Oficiais de Crédito”. com alguns fundos especiais e com os órgãos “Transferências a Estados. Cada atividade. na União. do Distrito Federal e da União. “Encargos Financeiros da União”. que são as estruturas administrativas responsáveis pelas dotações orçamentárias e pela realização das ações.2. reflete a estrutura organizacional e administrativa e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. Classificação Funcional da Despesa A classificação funcional. a) Função A classificação funcional é representada por cinco dígitos. especificadas por categoria de programação em seu menor nível são consignadas às unidades orçamentárias. O código da classificação institucional compõe-se de cinco dígitos. por funções e subfunções. o campo destinado à esfera orçamentária é composto de dois dígitos e será associado à ação orçamentária. Trata-se de uma classificação independente dos programas e de aplicação comum e obrigatória.

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setor público. A função está relacionada com a missão institucional do órgão, por exemplo, cultura, educação, saúde, defesa, que guarda relação com os respectivos Ministérios. A função “Encargos Especiais” engloba as despesas em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins, representando, portanto, uma agregação neutra. Nesse caso, as ações estarão associadas aos programas do tipo "Operações Especiais" que correspondem aos códigos abaixo relacionados e que constarão apenas do orçamento, não integrando o PPA:

CÓDIGO 0901 0902 0903 0904 0905 0906 0907 0908 0909 0910 0913

TIPO Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais

TÍTULO Cumprimento de Sentenças Judiciais Financiamentos com Retorno Transferências Constitucionais e as Decorrentes de Legislação Específica Outras Transferências Serviço da Dívida Interna (Juros e Amortizações) Serviço da Dívida Externa (Juros e Amortizações) Refinanciamento da Dívida Interna Refinanciamento da Dívida Externa Outros Encargos Especiais Gestão da Participação em Organismos Internacionais Participação do Brasil em Organismos Financeiros Internacionais

A codificação para a Reserva de Contingência foi definida pelo art. 8º da Portaria Interministerial n 163, de 4 de maio de 2001, alterado pelo art. 1º da Portaria Conjunta STN/SOF, de 18 de junho de 2010, vigorando com a seguinte redação: "Art. 8º A dotação global denominada “Reserva de Contingência”, permitida para a União no art. 91 do Decreto-Lei n 200, de 25 de fevereiro de 1967, ou em atos das demais esferas de Governo, a ser utilizada como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais e para o atendimento ao disposto no art. 5 , inciso III, da Lei Complementar n 101, de 2000, sob coordenação do órgão responsável pela sua destinação, bem como a Reserva do Regime Próprio de Previdência do Servidor – RPPS, quando houver, serão identificadas no orçamento de todas as esferas de Governo pelos códigos “99.999.9999.xxxx.xxxx” e “99.997.9999.xxxx.xxxx”, respectivamente, no que se refere às classificações por função e subfunção e estrutura programática, onde o “x” representa a codificações das ações e o respectivo detalhamento. Parágrafo Único. As reservas referidas no caput serão identificadas, quanto à natureza da despesa, pelo código “9.9.99.99.99” ".
o o o o

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b) Subfunção A subfunção, indicada pelos três últimos dígitos da classificação funcional, representa um nível de agregação imediatamente inferior à função e deve evidenciar cada área da atuação governamental, por intermédio da agregação de determinado subconjunto de despesas e identificação da natureza básica das ações que se aglutinam em torno das funções. As subfunções podem ser combinadas com funções diferentes daquelas às quais estão relacionadas na Portaria nº 42, de 1999. As ações devem estar sempre conectadas às subfunções que representam sua área específica. Existe também a possibilidade de matricialidade na conexão entre função e subfunção, ou seja, combinar qualquer função com qualquer subfunção, mas não na relação entre ação e subfunção. Deve-se adotar como função aquela que é típica ou principal do órgão. Assim, a programação de um órgão, via de regra, é classificada em uma única função, ao passo que a subfunção é escolhida de acordo com a especificidade de cada ação. Exemplos: ÓRGÃO 22 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 20 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Agricultura

ÓRGÃO 32 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 25 -

Ministério de Minas e Energia

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Energia

ÓRGÃO 01 AÇÃO

Câmara dos Deputados

2010 - Assistência Pré-escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados Educação Infantil Legislativa

SUBFUNÇÃO 365 FUNÇÃO 01 -

Na base do Sistema de Orçamento, existem dois campos correspondentes à classificação funcional, quais sejam:

Campos 1º 2º

Conteúdo Função com 2 dígitos Subfunção com 3 dígitos

Exemplo 10 - Saúde 301 – Atenção Básica

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Programática 2.2.2.4. Estrutura Pro gramática
Toda ação do Governo está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos para o período do PPA, ou seja. quatro anos. PROGRAMA O programa é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, mensurado por indicadores instituídos no plano, visando à solução de um problema ou o atendimento de determinada necessidade ou demanda da sociedade. O programa é o módulo comum integrador entre o plano e o orçamento. Em termos de estruturação, na concepção inicial da reforma orçamentária de 2000, o plano deveria terminar no programa e o orçamento começar no programa, o que confere a esses instrumentos uma integração desde a origem. O programa, como módulo integrador, e as ações, como instrumentos de realização dos programas. Essa concepção inicial foi modificada nos PPAs 2000/2003 e 2004/2007, elaborados com nível de detalhamento de ação. A organização das ações do Governo, sob a forma de programas, visa proporcionar maior racionalidade e eficiência na administração pública e ampliar a visibilidade dos resultados e benefícios gerados para a sociedade, bem como elevar a transparência na aplicação dos recursos públicos. a) Órgão responsável Órgão responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de um órgão (programa multissetorial). b) Unidade responsável Unidade administrativa responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de uma unidade. c) Denominação Expressa os propósitos do programa em uma palavra ou frase-síntese de fácil compreensão pela sociedade. Não há restrição quanto ao uso de nomes de fantasia. Por exemplo: "Abastecimento de Energia Elétrica"; "Combate à Violência contra as Mulheres"; "Saneamento Rural"; "Primeiro Emprego". d) Problema É uma situação indesejável declarada por uma autoridade como evitável ou uma necessidade não atendida, identificada na sociedade. Deve ser formulado como condição negativa, evitando-se enunciar a ausência de alguma solução específica. e) Objetivo do programa Expressa o resultado que se deseja alcançar, ou seja, a transformação da situação a qual o programa se propõe modificar. Deve ser expresso de modo conciso, evitando a generalidade, pois a idéia do que se pretende precisa ser clara, categórica e determinante. Por exemplo:

Programa: Acesso à Alimentação

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podendo ser composto inclusive por despesas de natureza tipicamente administrativas. cujos resultados sejam passíveis de mensuração.Programas Finalísticos dos quais resultam bens ou serviços ofertados diretamente à Finalísticos: sociedade. Além disso. resultando em bens ou serviços ofertados ao próprio Estado. à avaliação ou ao controle dos programas finalísticos. à coordenação. também. Públicof) Público-alvo Especifica o(s) segmento(s) da sociedade ao(s) qual(is) o programa se destina. Deve-se considerar. serão informados o mês e ano de início e de término previstos. Distrito Federal e Municípios e transferências) para atingir os resultados pretendidos pelo programa. comunidades. k) Horizonte temporal Estabelece o período de vigência do programa. Um programa pode ser de natureza contínua mesmo que parte de suas ações seja de natureza temporária. aspectos como critérios de elegibilidade para acesso aos bens e serviços ofertados pelo programa. A definição do público-alvo é importante para identificar e focar as ações que devem compor o programa. descentralizada para Estados. e a forma de execução (direta. O término previsto a ser considerado é o do programa. para programas novos. regular e adequada à nutrição e manutenção da saúde humana. quais os instrumentos disponíveis ou a serem constituídos. alertar quanto às consequências da não implementação do programa. No caso de programa temporário. explicitando os 41 . são pessoas. l) Estratégia de implementação do programa Indica como serão conduzidas as ações. e - Programas Especiais: Programas de Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais são programas voltados aos serviços típicos de Estado. à formulação de políticas setoriais.Orçamento Federal Objetivo: Garantir à população em situação de insegurança alimentar o acesso à alimentação digna. podendo ser contínuo ou temporário. é necessário estimar a despesa prevista para o período do Plano e a origem dos recursos que irão custear o programa. na descrição da estratégia de implementação. a forma de implementação das ações. e informar a existência de condicionantes favoráveis ou desfavoráveis ao programa. Justificativa g) Justificativa Deve abordar o diagnóstico e as causas da situação-problema para a qual o programa foi proposto. ainda que se situe aquém ou além do período de vigência do PPA. ao planejamento. h) Objetivo setorial associado Especifica o principal objetivo setorial para o qual o programa contribui. j) Tipos de programa Os programas são classificados em dois tipos: . responsabilidades no gerenciamento e na execução das ações (órgãos e unidades administrativas). instituições ou setores beneficiados diretamente pelos resultados da execução do programa. e o seu valor global estimado. Exemplo: Programa: Acesso à Alimentação Público alvo: Famílias com renda familiar per capita menor ou igual a ½ salário mínimo.

Orçamento Federal agentes e parceiros (federal. mensurado com a unidade de medida escolhida. 5. Exemplo: para o indicador "taxa de analfabetismo" a unidade de medida seria "porcentagem" e para o indicador "taxa de mortalidade infantil". de Índice de referência Situação mais recente do problema e sua respectiva data de apuração. é obrigatório haver ao menos um indicador. estadual. Departamento Intersindical de Estatística e 42 . entretanto. Unidade de medida Padrão escolhido para mensuração da relação adotada como indicador. Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas . n) Indicador Instrumento capaz de medir o desempenho do programa. Exemplo: Objetivo: Reduzir o analfabetismo no País Indicador: Taxa de analfabetismo (relação percentual entre a população não alfabetizada e a população total) Para cada programa finalístico. a presença de indicadores é facultativa. As informações utilizadas na construção dos indicadores poderão ser produzidas pelos próprios órgãos executores dos programas ou outros integrantes da estrutura do Ministério responsável. expresso pelo indicador.FGV. 2. Em muitos casos.Fipe. O indicador permite. e os mecanismos (sistemas) utilizados no monitoramento da execução das ações do programa. Consiste na aferição de um indicador em um dado momento. sensível à contribuição das principais ações e apurável em tempo oportuno. conforme o caso. 4. O indicador possui os atributos especificados a seguir: 1. municipal e privado) envolvidos. Esses deverão manter sistemas de coleta e tratamento de informações com esta finalidade. Deve ser preenchido apenas no caso dos programas temporários. mensurar a eficácia. eficiência ou efetividade alcançada com a execução do programa. Fundação Getúlio Vargas . e a contribuição de cada um para o sucesso do programa. ao longo de cada ano do período de vigência do PPA.IBGE. coerente com o objetivo estabelecido. Bacen. Índices 3. Índices esperados ao longo do PPA Situação que se deseja atingir com a execução do programa. quando de reconhecida credibilidade: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . as informações serão buscadas em outras fontes que podem ser instituições oficiais ou mesmo privadas. Denominação Forma pela qual o indicador será apresentado à sociedade. Fonte Órgão responsável pelo registro ou produção das informações necessárias para a apuração do indicador e divulgação periódica dos índices. Índice ao final do programa (somente para programas temporários) Resultado que se deseja atingir com a conclusão da execução do programa. a unidade de medida seria "1/1000" (1 óbito para cada 1000 nascimentos). Deve ser passível de aferição. que servirá de base para projeção do indicador ao longo do PPA. Para os programas de apoio às políticas e áreas especiais.

c) Operação Especial Despesas que não contribuem para a manutenção. mensal (apurado uma vez ao mês). subvenções. o algoritmo que permite calcular o valor do indicador. limitadas no tempo. Exemplo: “Fiscalização e monitoramento das Operadoras de Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde”. podem ser classificadas como atividades. estadual. Exemplo: “Implantação da rede nacional de bancos de leite humano”. conforme suas características. a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o número de casos novos de tétano neonatal e o total da população menor de um ano de idade". contribuições. regional ou nacional. a) Atividade É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. de forma sucinta e por meio de expressões matemáticas. envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente. que contribuem par atender ao objetivo de um programa. expansão ou aperfeiçoamento das ações de governo. para o indicador "Espaço aéreo monitorado". 6. bienal (apurado a cada dois anos). 8. para o indicador "Incidência do tétano neonatal". das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção da ação de Governo. Exemplo: anual (apurado uma vez ao ano). assim como. a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o espaço aéreo monitorado e o espaço aéreo sob jurisdição do Brasil". podendo ser municipal. entre outras. entre outros. as transferências obrigatórias ou voluntárias a outros entes da Federação e a pessoas físicas e jurídicas. Fórmula de cálculo Demonstra. Incluem-se também no conceito de ação. 7. b) Projeto É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. Periodicidade Frequência com a qual o indicador é apurado. Base geográfica Menor nível de agregação geográfica da apuração do índice. e os financiamentos. As ações. AÇÃO A ação é operação da qual resultam produtos (bens ou serviços).Orçamento Federal Estudos Socioeconômicos . Exemplo. auxílios. projetos ou operações especiais. na forma de subsídios. Exemplos: 43 . Associação Nacional dos Bancos de Investimento Anbid. das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo. das quais não resulta um produto e não gera contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços. envolvendo um conjunto de operações.Dieese.

6. nomeações. Reserva de contingência. sentenças contra empresas. concessão de créditos. Transferências ao Governo do Distrito Federal). financiamentos diretos. 10. inclusive as decorrentes de receitas próprias ou vinculadas. 11. Pagamento de indenizações. 16. Ações de reservas técnicas (centralização de recursos para atender concursos. o objeto da ação.). questões previdenciárias ou outras situações em que a União assuma garantia de operação). Transferências constitucionais ou legais por repartição de receita (FPM. Finalidade e) Finalidade Objetivo a ser alcançado pela ação. ressarcimentos. 17. Compensação de Tributos ou Participações aos Estados. 8. Indenizações financeiras (anistiados políticos. em linguagem clara. d) Título Forma de identificação da ação pela sociedade. subvenções. Contribuição a organismos e/ou entidades nacionais ou internacionais. 2. Será apresentada no PPA. Encargos financeiros (decorrentes da aquisição de ativos. subsídios. provimentos. seguros. nas LDOs e nas LOAs. a individualização do projeto em título específico é obrigatória. encargos e rolagem da dívida contratual e mobiliária. juros. Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente 44 . 15. 5. etc. Complementação ou compensação financeira da União. e 20. coberturas de resultados. coberturas de garantias.). Participação da União no capital de empresas nacionais ou internacionais. Contraprestação da União nos contratos de Parcerias Público-Privadas. assistência financeira) reembolsáveis ou não. equalizações. Outras. 3. auxílios. 4. programas de garantias de preços etc). Exemplo: "Aquisição de Equipamentos para a Rede Federal de Educação Profissional Agrícola" No caso de projetos de grande vulto. débitos vincendos. honras de aval. Amortização. Contribuição à previdência privada.Orçamento Federal 1. Operações relativas à subscrição de ações. benefícios de assistência social. Desapropriação de ações. 12. Operações de financiamento e encargos delas decorrentes (empréstimos. abonos. 13. 9. Pagamento de aposentadorias e pensões. Contribuição patronal da União ao Regime de Previdência dos Servidores Públicos. Integralização e/ou recomposição de cotas de capital junto a entidades internacionais. 19. Salário-Educação. sentenças de pequeno valor. benefícios previdenciários. Distrito Federal e Municípios. 14. reestruturação de carreiras etc. Cumprimento de sentenças judiciais (precatórios. dissolução ou liquidação de empresas. 18. Expressa. 7. FPE.

visando sua melhor identificação. Cada ação deve ter um único produto. h) Unidade de medida Padrão selecionado para mensurar a produção do bem ou serviço. não demanda recursos orçamentários do ente. de forma sucinta. na área de competência da União. g) Produto Bem ou serviço que resulta da ação. k) Forma de implementação Indica a forma de implementação da ação . i) Especificação do produto Expressa as características do produto acabado. como.Orçamento Federal Transmissíveis" a finalidade é "Garantir à população acesso aos medicamentos para tratamento dos portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida . destinado ao público-alvo ou o investimento para a produção deste bem ou serviço. 45 . Distrito Federal e Municípios). visando ao aumento da sobrevida e a interrupção do ciclo de doenças". demanda recursos orçamentários. ou seja. Em situações especiais. construída". Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis" a descrição é "Aquisição.HIV/Aids e das doenças sexualmente transmissíveis . f) Descrição Expressa. locação de câmaras frigoríficas. Descentralizada: atividades ou projetos. bem como as despesas com o agente financeiro". por exemplo. a ação "Fiscalização dos Serviços de Transporte Ferroviário" executada diretamente pelo Governo Federal. ou seja.DST. expressa a quantidade de beneficiários atendidos pela ação. Deve ser classificada segundo os conceitos abaixo: Direta: ação executada diretamente ou sob contratação pela unidade Direta responsável. j) Tipo de ação Informa se a ação é orçamentária. pois em alguns casos é possível que determinadas ações sejam implementadas tanto de forma direta quanto descentralizada. inclusive as desenvolvidas por parceiros. com 11 11 Exemplos: "Servidor treinado" e "Estrada A classificação da ação como direta ou descentralizada não é mutuamente exclusiva. ou se é não orçamentária. transporte de cargas e encomendas. seu escopo e suas delimitações. manutenção das empilhadeiras hidráulicas. executados por outro ente da Federação (Estado. transporte e distribuição de medicamentos para o tratamento ambulatorial e domiciliar dos casos positivos da doença. Município ou Distrito Federal). despesas com o despachante aduaneiro. sem que ocorra transferência de recursos financeiros para outros entes da Federação (Estados. descrevendo todas as etapas do processo até a entrega do produto. conservação. acondicionamento. o que é efetivamente feito no âmbito da ação.

Distrito Federal. projeto de lei de crédito especial. art. Base n) Base legal Especifica os instrumentos normativos que dão respaldo à ação e permitem identificar se uma ação é Transferência Obrigatória ou se trata de aplicação de recursos em área de competência da União. Observação: Observação: Conforme art.112. por exemplo. § 1º. inclusive empresa estatal ou parceiro (Estado. executada por governos estaduais com repasse de recursos da União. Transferência: Transferência: Obrigatória: Obrigatória operação especial que transfere recursos.UNESCO". entidade. de responsabilidade da União. a ação "Prevenção. a ação "Contribuição à Organização das Nações Unidas para a Educação.Orçamento Federal recursos repassados pela União. de 13 de março de 1974. e Decreto nº 73. das quais resulte contraprestação na forma de bem ou direito que se incorpore ao patrimônio do concedente. 8º. de 12 de novembro de 1997. a destinação de recursos a Estados. inciso I.841. organizações não governamentais e outras instituições. m) Tipo de inclusão da ação Identifica a origem de criação da ação. 5º. por determinação constitucional ou legal. Distrito Federal e Municípios. - Linha de crédito: ação realizada mediante empréstimo de recursos aos beneficiários da ação. podendo conter dados técnicos e detalhes sobre os procedimentos que fazem parte da execução da ação. como. aos Estados.112. Lei nº 8. Enquadram-se também nessa classificação os casos de empréstimos concedidos por estabelecimento oficial de crédito a Estados e Distrito Federal. Lei nº 8. a ação "Transferência da cota-parte do salário-educação”. como. de 11 de dezembro de 1990. 45 da LDO 2011. Municípios e consórcios públicos para a realização de ações cuja competência seja exclusiva do concedente. de 11 de dezembro de 1990. Distrito Federal. art. parágrafo único. Controle e Erradicação das Doenças da Avicultura". 46 . e Outras: operação especial que transfere recursos a entidades privadas sem fins lucrativos. l) Detalhamento da implementação Expressa o modo como a ação será executada. responsável pela execução da ação. o) Unidade responsável É a unidade administrativa.507. ou setor privado). não se considera como transferência voluntária. por exemplo. projeto de lei do plano plurianual ou emenda parlamentar. Exemplos: "Financiamento a Projetos na Área de Serviços de Saúde" e "Financiamento Habitacional para Cooperativas e Associações Populares (Crédito Solidário)". Projeto de lei orçamentária. como. Exemplos: Lei nº 9. por exemplo. Municípios e ao Setor Privado. a Ciência e a Cultura . que tenham sido delegadas aos referidos entes da Federação com ônus para a União. 12. art. Município.

no exterior.resultado da etapa: expressa. Os projetos. utilizados especialmente para especificar a localização física da ação. Expressa. r) Repercussão financeira do projeto sobre o custeio da União Atributo específico dos projetos. além de evidenciar a focalização. de forma sucinta. que trata do custo de referência do projeto. a preços correntes. Exemplos: "Cais ampliado" e "Segurança operacional implementada". . caso o projeto venha a ser mantido pela União. SUBTÍTULO As atividades. desde o seu início até a sua conclusão.descrição da etapa expressa. s) Etapas Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. "Prolongamento do cais acostável". as ações não-orçamentárias e.ordem da etapa: ordem numérica de execução da etapa. A execução de um determinado projeto geralmente acarreta incremento no custo de atividades. deverá ser justificado o motivo. os custos e os impactos da ação governamental. uma vez que as despesas de manutenção incorrerão sobre outro ente da Federação. Sudeste. que se refere às datas de início e previsão de término do projeto. excepcionalmente. de forma clara. ao construir um hospital a ser mantido pela União. a União. o resultado esperado ao final da etapa. não terá custos futuros. Sul). por um critério 47 . alteração da finalidade da ação. Por exemplo.título da etapa forma pela qual a etapa será identificada pela sociedade. q) Duração do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. ao construir uma escola a ser operada pelo governo municipal. Nordeste. Se por alguma razão o impacto for nulo. os projetos e as operações especiais serão detalhados em subtítulos.Orçamento Federal p) Custo total estimado do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. em alguns casos. não podendo haver. A adequada localização do gasto permite maior controle governamental e social sobre a implantação das políticas públicas adotadas. Por exemplo. A localização do gasto poderá ser de abrangência nacional. . por Região (Norte. e "Aquisição de sinais náuticos". "Implantação de sistemas de combate a incêndio". o que é efetivamente feito no âmbito da etapa. . os subtítulos (localizadores de gasto) podem ter suas etapas intermediárias detalhadas. de forma sucinta. Os atributos de cada etapa são: . do produto e das metas estabelecidas. por conseguinte. etapa: Exemplo: "Remodelagem do cais do Porto com obras na cortina de estacas-prancha". Centro Oeste. haverá um incremento no custo das atividades de manutenção hospitalar da União. Exemplos: "Remodelagem do cais". por Estado ou Município ou. . que indica o impacto (estimativa de custo anual) sobre as despesas de operação e manutenção do investimento após o término do projeto e em quais ações esse aumento ou decréscimo de custos ocorrerá.valor da etapa: expressa o custo estimado da etapa em preços correntes. o etapa: objeto da etapa.

etc.000 .5 Padronizados 2.5.3. o campo que identifica o programa contém quatro dígitos. 1º 2º 3º 4º b) ação e subtítulo : Na base do sistema a ação é identificada por um código alfanumérico de oito dígitos: 1º numérico AÇÃO 2º 3º alfanuméricos 4º 5º 6º 7º 8º numéricos (Subtítulo) Ao observar o 1º dígito do código.5 São programas com atributos padronizados referentes ao custeio da máquina estatal e são compostos de ações específicas para este fim. 48 .5 ou 7 2.2. 0902 .Orçamento Federal específico.1.Atividades Padronizadas. por modalidade de aplicação. identificador de uso e por fonte de recursos.2.Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais. 4. Na União.2. Esses programas padronizados estão vinculados ao Órgão 92.Operações Especiais: Financiamentos com Retorno. mas que participa dos programas do PPA) 2. Programas e Ações Padro nizados 2. quando necessário.2. o subtítulo representa o menor nível de categoria de programação e será detalhado por esfera orçamentária.2.2. por grupo de natureza de despesa. se determinados. 5 . Estrutura Programática na Base do Sistema de Orçamento a) programa Na base do sistema.2. Programas Padronizados da União 2. A LDO veda que na especificação do subtítulo haja referência a mais de uma localidade. pode-se identificar o tipo de ação: 1º DIGITO 1. 0901 . área geográfica ou beneficiário. sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária.Apoio Administrativo.2. Exemplos de programas padronizados: 0750 . 6 ou 8 0 9 Projeto Atividade TIPO DE AÇÃO Operação Especial Ação não Orçamentária (ação sem dotação nos orçamentos na União.

201 – CODEVASF. 2. Nota: É importante ressaltar que o detalhamento do PPA é feito por órgão. Nessas ações padronizadas os únicos atributos que são passíveis de alteração pelos órgãos são: função e unidade administrativa responsável pela execução da ação. de 2001. os atributos de título da ação. na forma do Anexo IV dessa Lei.320.2. de forma regionalizada. em nível de unidade orçamentária. ainda que a campanha seja de âmbito nacional e a despesa paga de forma centralizada. Exemplo: 2272 . o art.3. atividades ou operações especiais. Exemplo: No caso da vacinação de crianças. 8 estabelece que os itens da discriminação da despesa mencionados no art.5. a maior parte dos atributos são editáveis ficam bloqueados para alteração.2.2.2. Vale ressaltar que o critério para regionalização de metas é o da localização dos beneficiados pela ação. programa e ação. unidade de medida. ou seja. função. não há discriminação das unidades orçamentárias.Gestão e Administração do Programa. Exemplo: 8621 .5. esta ação existe nas unidades 53. Nessas ações padronizadas. 2. Componentes da Programação Física e Financeira 2. Esses atributos só podem ser alterados pelo Órgão Setorial correspondente e/ou pelo órgão central. Componentes da Programação Financeira Natureza de Despesa Os arts. tratam da classificação da despesa por categoria econômica e elementos. Programação Física Meta Física A meta física é a quantidade de produto a ser ofertado por ação.2. Assim como no caso da receita. 13 serão identificados por números de código decimal.Orçamento Federal União 2. e instituída para cada ano. tipo de ação. finalidade e descrição. se for o caso.2.Estudos para Projetos de Obras de Infra-Estrutura Hídrica.3. 2.2. O mesmo ocorre com a distribuição de livros didáticos.2.101Ministério da Integração Nacional. Ações Padronizadas pela União As ações padronizadas pela União identificam-se quando uma mesma ação é realizada pelos diversos órgãos e unidades orçamentárias da Administração Pública Federal.000 .3. produto. num determinado período. 12 e 13 da Lei n 4.2. a meta será regionalizada pela quantidade de crianças a serem vacinadas ou de vacinas empregadas em cada Estado. O conjunto de informações que formam o código é conhecido como classificação por o o o 49 .204 . de 1964. As metas físicas são indicadas em nível de subtítulo e agregadas segundo os respectivos projetos.Ministério da Integração Nacional. Ações Padronizadas pelos Setoriais As ações padronizadas pelos setoriais identificam-se quando uma mesma ação é realizada por duas ou mais unidades orçamentárias no âmbito do órgão setorial correspondente. e 53. subfunção. 53. atualmente consubstanciados no Anexo II da Portaria Interministerial n 163. forma e descrição da implementação e base legal.3.1.DNOCS no programa 0515 dentro do órgão 53.

diretamente. para a formação ou aquisição de um bem de capital.3. o grupo a que ela pertence.Despesas de Capital 12 3 – Despesas Orçamentárias Correntes classificam-se nessa categoria todas as Correntes: despesas que não contribuem. Grupo de Natureza da Despesa O grupo de natureza da despesa é um agregador de elementos de despesa com as mesmas características quanto ao objeto de gasto. 50 . Na base do sistema de orçamento o campo que se refere à natureza de despesa contém um código composto por seis algarismos: 1º Categoria Econômica da Despesa 2º Grupo de Natureza da Despesa 3º 4º 5º 6º Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa 2.Despesas Correntes 4 . 2. diretamente. com os seguintes códigos: CATEGORIAS A – CATEGORIAS ECONÔMICAS 3 .2. é classificada em duas categorias econômicas . 4 .Orçamento Federal natureza de despesa e informa a categoria econômica da despesa.2.1.Despesas Orçamentárias de Capital: classificam-se nessa categoria aquelas Orçamentárias Capital: despesas que contribuem. Categoria Econômica da Despesa A despesa.2.2. para a formação ou aquisição de um bem de capital. assim como a receita. a modalidade de aplicação e o elemento.2. conforme discriminado a seguir: 12 Para efeito de identificação considera-se a Categoria Econômica “9” como Reserva de Contingência de acordo com o artigo 8º da Portaria Interministerial SOF/STN nº163.3.

Outras Despesas Correntes 4 . quando a operação não importe aumento do capital. e com a aquisição de instalações. cargos. relativas a mandatos eletivos.Juros e Encargos da Dívida 3 . horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza. militares e de membros de Poder. além de outras despesas classificáveis nesse grupo. bem como da dívida pública mobiliária. civis.Amortização da Dívida 51 . 2 . e com a constituição ou aumento do capital de empresas. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas. reformas e pensões. subsídios. auxílio-transporte. inclusive adicionais.Juros e Encargos da Dívida Despesas orçamentárias com o pagamento de juros.Pessoal e Encargos Sociais 2 . 4 .Inversões Financeiras Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis ou bens de capital. funções ou empregos. tais como vencimentos e vantagens. subvenções.Amortização da Dívida 9 .Outras Despesas Correntes Despesas orçamentárias com aquisição de material de consumo.Investimentos 5 . proventos da aposentadoria. gratificações. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas. equipamentos e material permanente. bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência. Dívida 6 . pagamento de diárias. com quaisquer espécies remuneratórias. constituídas. além de outras despesas da categoria econômica "Despesas Correntes" não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa.Inversões financeiras 6 . aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie. conforme estabelece o caput do art. 3 . inativo e pensionistas. fixas e variáveis. auxílio-alimentação.Reserva de Contingência 1 .Pessoal e Encargos Sociais Despesas orçamentárias com pessoal ativo. em utilização. 18 da LRF. contribuições.Orçamento Federal B .GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA 1 .Investimentos Despesas orçamentárias com softwares e com o planejamento e a execução de obras. 5 .

Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos 70 .A Definir 20 . inclusive a abertura de créditos adicionais. ou por outro órgão ou entidade no âmbito do mesmo nível de Governo. eliminar a dupla contagem dos recursos transferidos ou descentralizados.3. mediante transferência de recursos financeiros à União.Execução Orçamentária Delegada a Municípios 50 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal 31 .Transferências ao Exterior 90 . conforme discriminado a seguir: MODALIDADES DE APLICAÇÃO 20 .Aplicações Diretas 91 .Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos 60 . A modalidade de aplicação objetiva.2. inclusive para suas entidades da administração indireta. 2. Modalidade de Aplicação A modalidade de aplicação indica se os recursos serão aplicados mediante transferência financeira. ou.Transferências a Consórcios Públicos 72 .Transferências a Municípios – Fundo a Fundo 42 . 9 – Reserva de Contingência Despesas orçamentárias destinadas ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos.Transferências à União 22 .Transferências à União Despesas orçamentárias realizadas pelos Estados. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social 99 . bem como eventos fiscais imprevistos.Execução Orçamentária Delegada a Consórcio Públicos 80 . seus órgãos ou entidades. diretamente pela unidade detentora do crédito orçamentário. inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outras esferas de Governo.Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal 40 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo 32 .Transferências a Instituições Multigovernamentais 71 . contratual ou mobiliária. principalmente.Execução Orçamentária Delegada à União 30 .3. então. Municípios ou pelo Distrito Federal. ou diretamente para entidades privadas sem fins lucrativos e outras instituições.Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. 52 .2.Orçamento Federal Despesas orçamentárias com o pagamento e/ou refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa.Transferências a Municípios 41 .

30 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal. 70 . 60 . 42 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal por intermédio da modalidade fundo a fundo. dos Estados ou do Distrito Federal aos Municípios por intermédio da modalidade fundo a fundo.Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades com fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública.Orçamento Federal 22 .Transferências a Instituições Multigovernamentais Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas e mantidas por dois ou mais entes da Federação ou por dois ou mais países. 50 .Transferências a Municípios – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União. decorrentes de delegação ou descentralização a Municípios para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. 41 .Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. decorrentes de delegação ou descentralização à União para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. 53 . 32 . inclusive para suas entidades da administração indireta. 40 .Execução Orçamentária Delegada à União Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros.Transferências a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Estados aos Municípios.Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades sem fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública. 31 .Execução Orçamentária Delegada a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. inclusive para suas entidades da administração indireta. inclusive o Brasil. decorrentes de delegação ou descentralização a Estados e ao Distrito Federal para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante.

pela unidade orçamentária. de 2001. diárias.Transferências ao Exterior Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a órgãos e entidades governamentais pertencentes a outros países. amortização e outros que a Administração Pública utiliza para a consecução de seus fins. Os códigos dos elementos de despesa estão definidos no Anexo II da Portaria Interministerial nº 163.A Definir Modalidade de utilização exclusiva do Poder Legislativo ou para classificação orçamentária da Reserva de Contingência e da Reserva do RPPS. Elemento de Despesa O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto. a organismos internacionais e a fundos instituídos por diversos países.Aplicações Diretas Aplicação direta. serviços de terceiros prestados sob qualquer forma. fundação. 91 . juros. pagamento de impostos. 90 .Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. taxas e contribuições.2. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Despesas orçamentárias de órgãos. vedada a execução orçamentária enquanto não houver sua definição. bens e serviços. material de consumo. dos créditos a ela alocados Social. além de outras operações.107. fundações. tais como vencimentos e vantagens fixas. auxílios. objetivando a execução dos programas e ações dos respectivos entes consorciados. autarquias. equipamentos e material permanente.2.3. de 6 de abril de 2005.Transferências a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas sob a forma de consórcios públicos nos termos da Lei n 11. 72 . decorrentes de delegação ou descentralização a consórcios públicos para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. inclusive aqueles que tenham sede ou recebam os recursos no Brasil. no âmbito da mesma esfera de governo. discriminados a seguir: 54 . fundo. 80 . empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social decorrentes da aquisição de materiais.Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. autarquia. no âmbito da mesma esfera de Governo. ou oriundos de o descentralização de outras entidades integrantes ou não dos Orçamentos Fiscal ou da Seguridade 2. subvenções sociais. obras e instalações.Orçamento Federal 71 . empresa estatal dependente ou outra entidade constante desses orçamentos. quando o recebedor dos recursos também for órgão. 99 . fundos.4.

39. 51. É vedada a utilização de elementos de despesa que representem gastos efetivos (ex.Orçamento Federal É vedada a utilização em projetos e atividades dos elementos de despesa 41-Contribuições. 42-Auxílios e 43-Subvenções Sociais. 36. 35. etc) em operações especiais.: 30. 52. 55 . o que pode ocorrer apenas em operações especiais.

Contratação por Tempo Determinado 05 . Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária 24 .Orçamento Federal ELEMENTO DE DESPESA 01 .Aposentadorias. Científicas.Outros Benefícios Assistenciais 09 .Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária 25 .Pessoal Civil 17 .Outros Benefícios Previdenciários 06 .Pessoal Militar 13 .Premiações Culturais.Locação de Mão-de-Obra 38 . 56 13 13 . Seguros e Similares 28 .Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos 29 .Obrigações Patronais 14 .Salário-Família 10 . Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita 33 .Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes 30 . Artísticas.Pessoal Civil 12 . Desportivas e Outras 32 .Vencimentos e Vantagens Fixas .Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso 07 – Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência 08 .Material.Outras Despesas Variáveis . 38 da LRF.Vencimentos e Vantagens Fixas .Juros.Arrendamento Mercantil Conforme art.Encargos pela Honra de Avais.Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita 26 .Auxílio Financeiro a Estudantes 19 – Auxílio-Fardamento 20 .Diárias – Militar 16 .Diárias – Civil 15 .Pessoal Militar 18 .Auxílio Financeiro a Pesquisadores 21 Juros sobre a Dívida por Contrato 22 .Outras Despesas Variáveis . Garantias.Obrigações decorrentes de Política Monetária 27 .Serviços de Consultoria 36 – Outros Serviços de Terceiros .Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização 35 .Outros Benefícios de Natureza Social 11 .Pensões 04 .Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato 23 .Passagens e Despesas com Locomoção 34 . estará proibida operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no último ano de mandato do Presidente da República.Pessoa Física 37 . Governador de Estado e Prefeito Municipal.Material de Consumo 31 . Reserva Remunerada e Reformas 03 .

Aquisição de Produtos para Revenda 63 .Auxílio-Transporte 51 .A Classificar 14 Idem ao item 13.Subvenções Econômicas 46 .Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada 74 – Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada 75 .Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo 96 .Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 65 .Obras e Instalações 52 .Pessoa Jurídica 41 .Equipamentos e Material Permanente 61 .Contribuições 42 .Despesas de Exercícios Anteriores 93 .Principal da Dívida Mobiliária Resgatado 73 .Constituição ou Aumento de Capital de Empresas 66 .Auxílio-Alimentação 47 .Orçamento Federal 39 .Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS 99 .Auxílios 43 .Principal da Dívida Contratual Resgatado 72 .Indenizações e Restituições Trabalhistas 95 .Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado 77 .Concessão de Empréstimos e Financiamentos 67 .Aquisição de Títulos de Crédito 64 . 57 .Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas 91 .Aquisição de Imóveis 62 .Indenizações e Restituições 94 .Depósitos Compulsórios 71 .Obrigações Tributárias e Contributivas 48 .Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado 97 .Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 81 .Subvenções Sociais 45 .Sentenças Judiciais 92 .Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da 14 Receita 76 .Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas 49 .Outros Serviços de Terceiros .

] V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. independentemente de contribuição à seguridade social. reformas e pensões. 03 . Reserva Remunerada e Reformas Aposentadorias. e tem por objetivos: [.Orçamento Federal 01 – Aposentadorias. adorias Despesas orçamentárias com pagamentos de inativos civis. de acordo com legislação específica de cada ente da Federação. quando for o caso. comprovadamente.Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Despesas orçamentárias com os encargos da entidade patrocinadora no regime de previdência fechada. militares da reserva remunerada e reformados e segurados do plano de benefícios da previdência social. conforme regulamento. 05 .Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Benefício Despesas orçamentárias decorrentes do cumprimento do art. da Constituição Federal. 203. cônjuge ou companheiro servidor público ou militar por motivo de nascimento de filho. e Auxílio-invalidez pagos diretamente ao servidor ou militar.” 07 . que dispõe: “Art. 203 – A assistência social será prestada a quem dela necessitar. 58 . ou aposentado.Outros Benefícios Assistenciais Despesas orçamentárias com: Auxílio-funeral devido à família do servidor ou do militar falecido na atividade. 04 .. 08 . pensionistas do plano de benefícios da previdência social.Outros Benefícios Previdenciários Despesas orçamentárias com outros benefícios do sistema previdenciário exclusive aposentadoria. 06 . Auxílio-creche ou Assistência Pré-escolar devido ao dependente do servidor ou militar. ou a terceiro que custear.Contratação por Tempo Determinado Despesas orçamentárias com a contratação de pessoal por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.. inclusive obrigações patronais e outras despesas variáveis. conforme dispuser a lei. Auxílio-natalidade devido à servidora ou militar. as despesas com o funeral do ex-servidor ou do ex-militar. Auxílio-reclusão devido à família do servidor ou do militar afastado por motivo de prisão. para complementação de aposentadoria. inciso V.Pensões Despesas orçamentárias com pensionistas civis e militares. pensões concedidas por lei específica ou por sentenças judiciais.

Adicional de Permanência.Vencimentos e Vantagens Fixas . Gratificação de Representação. Retribuição Básica (Vencimentos ou Salário no Exterior). Adicional de Tempo de Serviço. Adicional de Compensação Orgânica. Gratificação de Localidade Especial. Adiantamento do 13 Salário. Adicional Militar. Gratificação de Função-Magistério Superior. de Secretário de Estado e de Município.Orçamento Federal 09 . Abono Provisório. Gratificação de Produtividade do Ensino. Gratificação de Natal. em cumprimento aos §§ 3 e 4 do art. Gratificação de Dedicação Exclusiva. e outras despesas correlatas. previstas na estrutura remuneratória dos militares. exclusive os regidos pela CLT. Adicional Noturno. Gratificações. Gratificação da Atividade de Fiscalização do Trabalho. Licença-Prêmio por assiduidade. 239 da CF. inativos e pensionistas. Gratificação pela Chefia de Departamento.Obrigações Patronais Despesas orçamentárias com encargos que a administração tem pela sua condição de empregadora. 7 . “Pró-labore” de Procuradores. Gratificação de Atividade. Divisão ou Equivalente. Gratificação de Habilitação Profissional. Vencimento do Pessoal em Disponibilidade Remunerada. os quais são pagos à conta do plano de benefícios da previdência social. inciso XVII. inclusive a alíquota de o o o o o 59 . Gratificação de Interiorização. 12 .Outros Benefícios de Natureza Social Despesas orçamentárias com abono PIS/PASEP e Seguro-desemprego.Pessoal Militar Despesas orçamentárias com: Soldo. 10 . 13 Salário Proporcional. da CF). Incentivo Funcional . 13 . e resultantes de pagamento de pessoal ativo. Gratificação por Encargo de Curso ou de Concurso. Gratificação Especial de Localidade. Gratificação de Regência de Classe. Diferenças Individuais Permanentes. tais como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e contribuições para Institutos de Previdência. Adicional Natalino. Gratificação de Representação de Gabinete. Gratificação de Engenheiro Agrônomo. Adicional de Insalubridade. Gratificação pela Chefia ou Coordenação de Curso de Área ou Equivalente.Sanitarista. Adicionais de Periculosidade. Adicional de Férias 1/3 (art. e outras despesas correlatas de caráter permanente. Gratificação de Estímulo à Fiscalização e Arrecadação de Contribuições e de Tributos. Vantagens Pecuniárias de Ministro de Estado. Gratificação de Atendimento e Habilitação Previdenciários.Pessoal Civil Despesas orçamentárias com: Vencimento. Gratificação de Direção Geral ou Direção (Magistério de lº e 2º Graus). tais como: Gratificação Adicional Pessoal Disponível. Representação Mensal.Vencimentos e Vantagens Fixas . 11 . Vencimento ou Salário de Cargos de Confiança. Indenização de Habilitação Policial. Aviso Prévio (cumprido). Subsídios. Adicional de Habilitação. Gratificação por Produção Suplementar. Gratificação por Trabalho de Raios X ou Substâncias Radioativas. Férias Antecipadas de Pessoal Permanente.Salário-Família SalárioDespesas orçamentárias com benefício pecuniário devido aos dependentes econômicos do militar ou do servidor. Parcela Incorporada (ex-quintos e ex-décimos). Férias Vencidas e Proporcionais. Gratificação de Desempenho das Atividades Rodoviárias. Adicional de Férias. de caráter permanente. Salário Pessoal Permanente.

26 da LRF. nas suas mais diversas modalidades. pago diretamente ao servidor ou militar. substituições. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das contribuições de que trata este elemento de despesa.Orçamento Federal contribuição suplementar para cobertura do déficit atuarial. e cujo pagamento só se efetua em circunstâncias específicas. realizadas por pessoas físicas na condição de estudante. 20 .Diárias . decorrentes do pagamento de pessoal dos órgãos e entidades da administração direta e indireta. exceto aquelas classificadas em elementos de despesas específicos.Auxílio Financeiro a Estudantes Despesas orçamentárias com ajuda financeira concedida pelo Estado a estudantes comprovadamente carentes. Outras 17 . 60 . 14 . devidas em virtude do exercício da atividade militar. Estudantes 18 .Auxílio-Fardamento Despesas orçamentárias com o auxílio-fardamento.Outras Despesas Variáveis .Pessoal Civil Despesas orçamentárias relacionadas às atividades do cargo/emprego ou função do servidor. 16 . tais como: hora-extra.Auxílio Financeiro a Pesquisadores Despesas orçamentárias com apoio financeiro concedido a pesquisadores. em caráter eventual ou transitório. 26 da LRF. destinadas à indenização das despesas de alimentação e pousada. de natureza remuneratória. entendido como sede o Município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício em caráter permanente. exceto na condição de estudante.Juros sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com juros referentes a operações de crédito efetivamente contratadas.Civil Despesas orçamentárias com cobertura de alimentação. 21 . observado o disposto no art.Diárias .Outras Despesas Variáveis . observado o disposto no art. pousada e locomoção urbana. individual ou coletivamente. e concessão de auxílio para o desenvolvimento de estudos e pesquisas de natureza científica.Pessoal Militar Despesas orçamentárias eventuais. Auxílio19 . e outras despesas da espécie.Militar Despesas orçamentárias decorrentes do deslocamento do militar da sede de sua unidade por motivo de serviço. do servidor público estatutário ou celetista que se desloca de sua sede em objeto de serviço. no desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas. 15 .

da CF. fianças e similares concedidos. corte ou abate. inclusive os juros decorrentes de operações de crédito por antecipação da receita. animais para estudo. material de coudelaria ou de uso zootécnico. § 8 . gás engarrafado. corretagem.Obrigações decorrentes de Política Monetária Despesas orçamentárias com a cobertura do resultado negativo do Banco Central do Brasil. conforme art. copa e cozinha. 23 .Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Despesas orçamentárias com o pagamento de encargos da dívida pública. Garantias. diesel automotivo.Juros. garantias. 27 . Seguros e Similares Despesas orçamentárias que a administração é compelida a realizar em decorrência da honra de avais. em razão dos resultados positivos desses fundos. alimentos para animais. nos termos da legislação vigente. .Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida pública contratada. comissões bancárias. apurado em balanço. socorro e sobrevivência. material de cama e mesa. material de proteção. seguro etc.Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida mobiliária. o 61 . material para esportes e diversões. aquisição de disquete.Material de Consumo Despesas orçamentárias com álcool automotivo.Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Despesas orçamentárias com encargos decorrentes da remuneração de cotas de fundos autárquicos. sementes e mudas de plantas. pen-drive. imposto de renda e outros encargos. outros combustíveis e lubrificantes. combustível e lubrificantes de aviação. à semelhança de dividendos. gasolina automotiva. segurança. 28 . lubrificantes automotivos. e produtos de higienização. como autoridade monetária. farmacológico e laboratorial. prêmios. tais como: taxas. material de manobra e patrulhamento. 26 . 29 .Orçamento Federal 22 . 25 . 165. seguros. tais como: comissão.Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Despesas orçamentárias com a distribuição de resultado positivo de empresas estatais dependentes. 30 . gêneros de alimentação. material biológico. material de expediente. inclusive a título de dividendos e participação de empregados nos referidos resultados.Encargos pela Honra de Avais. material gráfico e de processamento de dados. material de construção para reparos em imóveis. 24 . Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com a remuneração real devida pela aplicação de capital de terceiros em títulos públicos.

artísticas. bens ou serviços que possam ser distribuídos gratuitamente. 18. tais como limpeza e higiene. prestadoras de serviços nas áreas de consultorias técnicas ou auditorias financeiras ou jurídicas. diárias a colaboradores eventuais. locação ou uso de veículos para transporte de pessoas e suas respectivas bagagens. da LRF. reposição e aplicação. desportivas e outras. computadas para fins de limites da despesa total com pessoal prevista no art. fardamento.Outros Serviços de Terceiros .Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Despesas orçamentárias relativas à mão de obra constante dos contratos de terceirização. bens ou serviços para distribuição gratuita. inclusive quando decorrentes de mudanças de domicílio no interesse da administração. gêneros alimentícios e outros materiais. 19 dessa Lei. inclusive decorrentes de sorteios lotéricos. exceto se destinados a premiações culturais.Serviços de Consultoria Despesas orçamentárias decorrentes de contratos com pessoas físicas ou jurídicas. prestado por pessoa física sem vínculo empregatício. 36 .Orçamento Federal material para fotografia e filmagem. Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita Despesas orçamentárias com aquisição de materiais. explosivos e munições. fretamento. uniformes. fluviais ou marítimas). com aquisição de passagens (aéreas. medalhas. hospitalar e ambulatorial. 33 . 35 . Desportivas e Outras Despesas orçamentárias com a aquisição de prêmios. locação de imóveis. seguros. ou assemelhadas.Pessoa Física Despesas orçamentárias decorrentes de serviços prestados por pessoa física pagos diretamente a esta e não enquadrados nos elementos de despesa específicos. pedágios. sobressalentes de máquinas e motores de navios e esquadra. § 1 . realizadas diretamente ou por meio de empresa contratada. taxas de embarque. Científicas. flâmulas e insígnias e outros materiais de uso não duradouro. 62 o . material químico. tais como: remuneração de serviços de natureza eventual. material para telecomunicações. gratificação por encargo de curso ou de concurso. vestuário. de acordo com o art. material de acondicionamento e embalagem.Locação de Mão de Obra Despesas orçamentárias com prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos. salário de internos nas penitenciárias. científicas. 31 . vigilância ostensiva e outros. Locação 37 . tecidos e aviamentos. e outras despesas pagas diretamente à pessoa física. bem como com o pagamento de prêmios em pecúnia. nos casos em que o contrato especifique o quantitativo físico do pessoal a ser utilizado. terrestres. suprimento de proteção ao voo. bandeiras. tais como livros didáticos. material para instalação elétrica e eletrônica. troféus.Passagens e Despesas com Locomoção Despesas orçamentárias. suprimento de aviação. condecorações. material odontológico. 32 – Material. Material. estagiários. Artísticas. medicamentos. material para manutenção. Contratos 34 .Premiações Culturais. monitores diretamente contratados.

de escoamento. vale-refeição. observado. 41 . e outros congêneres. 25 e 26 da LRF. e.Contribuições Despesas orçamentárias para as quais não correspondam contraprestação direta em bens e serviços e não sejam reembolsáveis pelo recebedor. ainda. produtos e serviços em geral. parágrafo único. sem finalidade lucrativa. com opção ou não de compra do bem de propriedade do arrendador. de acordo com os arts. observado o disposto na legislação vigente. auxílio-creche (exclusive a indenização a servidor). serviços funerários. despesas com congressos. locação de imóveis (inclusive despesas de condomínio e tributos à conta do locatário.Subvenções Sociais Despesas orçamentárias para cobertura de despesas de instituições privadas de caráter assistencial ou cultural.Outros Serviços de Terceiros . conferências ou exposições. distribuidores e vendedores. 39 . de 1964. conservação e adaptação de bens imóveis. respectivamente. correios etc. tais como: ajuda financeira a entidades privadas com fins lucrativos.). habilitação de telefonia fixa e móvel celular. tais como: assinaturas de jornais e periódicos. observado o disposto no art. serviços de asseio e higiene. seguros em geral (exceto os decorrentes de obrigação patronal). autorizadas em leis específicas. quando previstos no contrato de locação). cobertura. de produção. inclusive as destinadas a atender a despesas de manutenção de outras entidades de direito público ou privado. telex.Orçamento Federal 38 . impressão. água e esgoto. 43 . de distribuição. direta ou indireta. software. a qualquer título. e 17 da Lei n 4. tarifas de energia elétrica.Pessoa Jurídica Despesas orçamentárias decorrentes da prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos.320. serviços de comunicação (telefone. concessão de bonificações a produtores. o disposto nos arts. serviços de divulgação. 45 – Subvenções Econômicas Despesas orçamentárias com o pagamento de subvenções econômicas. fretes e carretos.Arrendamento Mercantil Despesas orçamentárias com contratos de arrendamento mercantil.Auxílios Despesas orçamentárias destinadas a atender a despesas de investimentos ou inversões financeiras de outras esferas de governo ou de entidades privadas sem fins lucrativos. de parcela de encargos de empréstimos e financiamentos e dos custos de aquisição. o 63 . locação de equipamentos e materiais permanentes. 42 . outras operações com características semelhantes. simpósios. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso de obrigações não tributárias. 16. gás. encadernação e emolduramento. de venda e de manutenção de bens. 26 da LRF.

observado o disposto no art. embarcações. não classificados explícita ou implicitamente em outros elementos de despesa. destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal. classificadas como obrigações patronais. máquinas. estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta. socorro e sobrevivência. rodoviários e de movimentação de carga. armamentos. obras de arte e peças para museu. diretamente aos militares. exceto as incidentes sobre a folha de salários.Auxílio-Transporte Despesas orçamentárias com auxílio-transporte pagas em forma de pecúnia. veículos rodoviários. 51 .Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Despesas orçamentárias com a concessão de auxílio financeiro diretamente a pessoas físicas. aparelhos. máquinas. IPVA. etc. equipamentos de proteção. instrumentos musicais e artísticos. aparelhos e equipamentos para esporte e diversões. prosseguimento e conclusão de obras. aparelhos e utensílios domésticos. servidores. equipamentos e utensílios médico. COFINS. PIS/PASEP. aparelhos de medição. pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade e necessário à realização das mesmas. veículos diversos.Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas orçamentárias decorrentes do pagamento de tributos e contribuições sociais e econômicas (Imposto de Renda.Auxílio-Alimentação AuxílioDespesas orçamentárias com auxílio-alimentação pagas em forma de pecúnia. tais como ajuda ou apoio financeiro e subsídio ou complementação na aquisição de bens.Orçamento Federal 46 .Equipamentos e Material Permanente Despesas orçamentárias com aquisição de aeronaves. aparelhagem para ar condicionado central.). aparelhos e utensílios de escritório. de bilhete ou de cartão magnético. coleções e materiais bibliográficos. etc. 52 . veículos ferroviários. laboratorial e hospitalar. odontológico. aparelhos e equipamentos gráficos e equipamentos diversos. máquinas. Auxílio49 . 48 . estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta. de bilhete ou de cartão magnético. aparelhos e equipamentos de uso industrial. outros materiais permanentes. ou trabalho-trabalho nos casos de acumulação lícita de cargos ou empregos. 47 . sob as mais diversas modalidades. semoventes. Taxa de Limpeza Pública. 64 o . instalações que sejam incorporáveis ou inerentes ao imóvel. equipamentos de manobra e patrulhamento. tratores e equipamentos agrícolas. aparelhos e equipamentos de comunicação. mobiliário em geral. início. 26 da Lei Complementar n 101/2000. intermunicipal ou interestadual nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa. IPTU.Obras e Instalações Despesas com estudos e projetos. ferramentas e utensílios de oficina. tais como: elevadores. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das obrigações de que trata este elemento de despesa. pagamento de obras contratadas. servidores. máquinas. segurança. diretamente aos militares. ICMS. máquinas.

64 . inclusive bolsas de estudo reembolsáveis. interna e externa. ou determinados por decisão judicial. interna e externa.Depósitos Compulsórios Despesas orçamentárias com depósitos compulsórios exigidos por legislação específica. 72 . interna e externa.Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor do principal da dívida contratual.Aquisição de Títulos de Crédito Despesas orçamentárias com a aquisição de títulos de crédito não representativos de quotas de capital de empresas. 66 .Concessão de Empréstimos e Financiamentos Despesas orçamentárias com a concessão de qualquer empréstimo ou financiamento. 63 .Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Despesas orçamentárias com a constituição ou aumento de capital de empresas industriais.Principal da Dívida Contratual Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do principal da dívida pública contratual.Aquisição de Imóveis 61Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras ou para sua pronta utilização.Aquisição de Produtos para Revenda Despesas orçamentárias com a aquisição de bens destinados à venda futura. 73 . 67 . agrícolas. 65 . efetivamente amortizado.Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do valor nominal do título da dívida pública mobiliária. mediante subscrição de ações representativas do seu capital social. 62 . comerciais ou financeiras. desde que tais títulos não representem constituição ou aumento de capital. 71 . 65 .Orçamento Federal 61.Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Despesas orçamentárias com a aquisição de ações ou quotas de qualquer tipo de sociedade.

interna e externa. c) cumprimento de sentenças judiciais. 78 do ADCT.Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação de Receita Despesas orçamentárias com correção monetária da dívida decorrente de operação de crédito por antecipação de receita.Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública contratual. com saldo suficiente para atendê-las. prevista na CF ou em leis específicas. As despesas de exercícios encerrados. de pequeno valor. referentes a vantagens pecuniárias concedidas e ainda não incorporadas em caráter definitivo às remunerações dos beneficiários. cuja competência de arrecadação é do órgão transferidor. de empresas públicas e sociedades de economia mista. 75 . e d) cumprimento de decisões judiciais. com recursos provenientes da emissão de títulos da dívida pública mobiliária. que não se tenham processado na época própria. e no art. para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio.Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública mobiliária. 76 . inclusive correção monetária ou cambial. 100 e seus parágrafos da CF. bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício 66 . 91 . inclusive correção monetária ou cambial.Despesas de Exercícios Anteriores Despesas orçamentárias com o cumprimento do disposto no art. com recursos provenientes da emissão de novos títulos da dívida pública mobiliária. proferidas em Mandados de Segurança e Medidas Cautelares.Sentenças Judiciais Despesas orçamentárias resultantes de: a) pagamento de precatórios. b) cumprimento de sentenças judiciais. 37 da Lei nº 4. transitadas em julgado. na forma definida o em lei. integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor nominal do título da dívida pública mobiliária.Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas Despesas orçamentárias decorrentes da transferência a outras esferas de governo de receitas tributárias. 37. 92 .320 de 1964. efetivamente amortizado. nos termos do § 3 do art. de contribuições e de outras receitas vinculadas.Orçamento Federal 74 . 77 . interna e externa. transitadas em julgado. 81 . 100 da CF. em cumprimento ao disposto no art. que assim estabelece: “Art.

99 . podendo ser em decorrência da participação em programa de desligamento voluntário. multas e contribuições incidentes sobre os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.A Classificar Elemento transitório que deverá ser utilizado enquanto se aguarda a classificação em elemento específico. topografia. para execução de trabalhos de campo. sempre que possível. etc. a ordem cronológica”. 94 . bem como outras despesas de natureza indenizatória não classificadas em elementos de despesas específicos. em função da perda da condição de servidor ou empregado. 96 . vedada a sua utilização na execução orçamentária.. inspeção e fiscalização de fronteiras internacionais.Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Despesas orçamentárias com ressarcimento das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem quando o servidor pertencer a outras esferas de governo ou a empresas estatais nãodependentes e optar pela remuneração do cargo efetivo. 67 . sem direito à percepção de diárias. 95 . exclusive as trabalhistas. saneamento básico. 93 . poderão ser pagas à conta de dotação específica consignada no orçamento.Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS Despesas orçamentárias com aportes periódicos destinados à cobertura do déficit atuarial do RPPS. inclusive férias e aviso prévio indenizados.Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo Despesas orçamentárias com indenizações devidas aos servidores que se afastarem de seu local de trabalho. bem como a restituição de valores descontados indevidamente. pesquisa. obedecida.Indenizações e Restituições Despesas orçamentárias com indenizações. 97 .Orçamento Federal correspondente. conforme plano de amortização estabelecido em lei do respectivo ente Federativo. quando não for possível efetuar essa restituição mediante compensação com a receita correspondente. tais como os de campanha de combate e controle de endemias.Indenizações e Restituições Trabalhistas Despesas orçamentárias de natureza remuneratória resultantes do pagamento efetuado a servidores públicos civis e empregados de entidades integrantes da administração pública. exceto as decorrentes de alíquota de contribuição suplementar. discriminada por elemento. nos termos das normas vigentes. inspeção e manutenção de marcos decisórios. e restituições. inclusive devolução de receitas quando não for possível efetuar essa devolução mediante a compensação com a receita correspondente. devidas por órgãos e entidades a qualquer título. marcação.

constando da LOA e de seus créditos adicionais. 3 ou 4 e o Idoc com o número da respectiva operação de crédito. Os gastos referentes à contrapartida de empréstimos serão programados com o Identificador de Uso – Iduso – igual a 1. O número do Idoc também pode ser usado nas ações de pagamento de amortização.Orçamento Federal Identificador de Uso . Neste sentido.I doc O Idoc identifica as doações de entidades internacionais ou operações de crédito contratuais alocadas nas ações orçamentárias.BIRD Contrapartida – Banco Interamericano de Desenvolvimento . juros e encargos para identificar a operação de crédito a que se referem os pagamentos. Quando os recursos não se destinarem a contrapartida nem se referirem a doações internacionais ou operações de crédito. 68 . de entidades privadas nacionais e as destinas ao combate à fome.Iduso Esse código vem completar a informação concernente à aplicação dos recursos e destina-se a indicar se os recursos compõem contrapartida nacional de empréstimos ou de doações ou destinam-se a outras aplicações. o Idoc será 9999. enquanto que. CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento . para as contrapartidas de doações serão utilizados o Iduso 5 e respectivo Idoc.BID Contrapartida de empréstimos com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações Idoc Identificador de Doação e de Operação de Crédito . deverá ser utilizado o Idoc 9999. para as doações de pessoas. 2. com ou sem contrapartida de recursos da União.

identificando. tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado primário previsto na LDO. Conforme estabelecido no § 5º do art.2011. Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário. CÓDIGO 0 1 Financeira DESCRIÇÃO Primária obrigatória. nenhuma ação poderá conter. de acordo com a metodologia de cálculo das necessidades de financiamento. aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV da LDO . de caráter indicativo. 7º da LDO 2011.Orçamento Federal Classificação Classifica ção da Despesa por Identificador de Resultado Primário O identificador de resultado primário. Primária discricionária. simultaneamente. cujo demonstrativo constará em anexo à LOA. 2 3 4 69 . devendo constar no PLOA e na respectiva Lei em todos os grupos de natureza da despesa. Despesas relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento . ou seja. ressalvada a reserva de contingência. assim consideradas aquelas não incluídas no anexo específico citado no item anterior. dotações destinadas a despesas financeiras e primárias.PAC.

§ 2 . integração da execução orçamentária com a elaboração. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 3. conferindo racionalidade e vitalidade ao processo.Orçamento Federal 2011 3. setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. nos termos do art.1. criação de instrumentos de atualização das projeções da execução e da elaboração do orçamento para subsidiar a tomada de decisão no âmbito das metas fiscais a serem atingidas. A Estratégia para o Processo de 2011 O PLOA – da União para o exercício de 2011 será enviado pelo Presidente da República ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto de 2010. quais sejam. aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias. 9 . No que concerne especificamente aos procedimentos de elaboração da proposta orçamentária.1. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. a sistemática planejada para 2011 pretende contemplar. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas claramente especificadas. aprovação e execução da lei orçamentária realizada de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo. que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo. da LRF (Lei Complementar n 101.1. O processo de elaboração do PLOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas. que afetam o desenvolvimento da outra. garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos seus vários níveis. produtos definidos e configurados. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações. as 70 o o o . a SOF toma como base um conjunto de premissas. de forma integrada. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração. simultaneamente. e elaboração do projeto. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias. O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 2011 2011 3. de 4 de maio de 2000). compreendendo a participação dos órgãos central. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações.

e elaboração dos orçamentos da União. integração do planejamento e do orçamento. garantia da transparência. 3. dos órgãos setoriais e das unidades orçamentárias. O processo de elaboração da proposta orçamentária para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades: o art. que estabelece os programas que constarão dos orçamentos da União para os exercícios compreendidos no mesmo período. orçamento. que constarão das Informações Complementares ao PLOA 2011. atividades e operações especiais).1. 71 . 18 da LDO 2011 estabelece metodologia específica para efeito da elaboração de suas respectivas propostas orçamentárias. e organização das ações de Governo em programas.Orçamento Federal especificidades do órgão central. e o art. estímulo às parcerias. gestão orientada para resultados. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo. Essa sistemática está calcada nos seguintes instrumentos: PPA 2008-2011. de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias. o Poder Judiciário e o Ministério Público da União deverão encaminhar parecer de mérito do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. as diretrizes. conforme estabelecido no § 1º do art. de forma regionalizada. 14 da LDO 2011. 14 da LDO 2011 determina uma data específica para entrega das respectivas propostas setoriais à SOF. que viabiliza a realização anual dos programas mediante a quantificação das metas e a alocação de recursos para as ações orçamentárias (projetos. LDO. promoção da gestão empreendedora. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece. que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária. objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.2.

tais como: estabelecimento de metas fiscais. fixação de critérios para limitação de empenho e movimentação financeira.1. Lei de Diretrizes Orçamentárias Instituída pela CF de 1988. da CF: “A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente.3.165 da CF e a art. as alterações na legislação tributária da União. as diretrizes para elaboração e execução dos orçamentos da União e suas alterações.1.1.3. e avaliação dos riscos fiscais. 4º da LDO 2011. avaliação financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador e projeções de longo prazo dos benefícios da Lei Orgânica de Assistência Social – Loas. Diretrizes de Elaboração Orçamentária 3. atendidas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União e as de funcionamento dos órgãos e entidades que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.1. a dívida pública federal. a política de aplicação dos recursos das agências financeiras oficiais de fomento. e a fiscalização pelo Poder Legislativo sobre as obras e os serviços com indícios de irregularidades graves. A LRF atribuiu à LDO a responsabilidade de tratar de outras matérias. da 2011: Art. margem de expansão das despesas obrigatórias de natureza continuada. 4º As prioridades e metas físicas da Administração Pública Federal para o exercício de 2011. as quais terão precedência na alocação dos recursos no Projeto e na Lei 72 . 165.2. § 2º.”. para cada exercício financeiro sobre: as prioridades e metas da Administração Pública Federal. as despesas da União com pessoal e encargos sociais. 4º da LDO 2011: “Art. correspondem às ações relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e às constantes do Anexo VII desta Lei. a estrutura e organização dos orçamentos. 2011 3.. CF: Art. publicação da avaliação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores civis e militares. Prioridades e Metas para 2011 Em obediência ao disposto no § 2º do art.. a LDO é o instrumento norteador da elaboração da LOA na medida em que dispõe. abaixo transcritos. acompanha a LDO 2011 o Anexo de Metas e Prioridades da Administração Pública Federal para o exercício de 2011.Orçamento Federal 3.3.

e . .Referencial monetário para apresentação da proposta orçamentária dos órgãos setoriais 73 . produtos e agentes responsáveis no processo Papel dos agentes Metodologia de projeção de receitas e despesas Fluxo do processo Instruções para detalhamento da proposta setorial .Diretrizes para a elaboração da LOA: LDO 2011 – Parâmetros Macroeconômicos .Metas fiscais . Definição e Divulgação de Limites para a Proposta Setorial . Orçamento e Gestão. DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.Órgãos Setoriais.Casa Civil/ Presidência da República Estudo. para a proposta orçamentária Avaliação da NFGC para a Proposta Orçamentária .Unidades Orçamentárias e Gerentes de Programas .Estrutura programática do orçamento Revisão da Estrutura Programática . e . Definição de Macrodiretrizes . creditícia e cambial . . os responsáveis e os produtos gerados estão relacionados na tabela a seguir: ETAPAS RESPONSÁVEIS . Orçamento e Gestão. .Assessoria Econômica/ Ministério do Planejamento.SOF.SOF Planejamento do Processo de Elaboração PRODUTO Definição da estratégia do processo de elaboração Etapas.Estimativa das receitas e das despesas que compõem a NFGC.Órgãos Setoriais.Assessoria Econômica/Ministério do Planejamento.SOF. . . não se constituindo.Riscos fiscais .Demonstrativo da estimativa da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado . em limite à programação da despesa”. .Casa Civil/ Presidência da República .Objetivos das políticas monetária.Ministério da Fazenda.SOF.Casa Civil/ Presidência da República . ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO As etapas do processo de elaboração. Orçamento e Gestão. todavia.Ministério do Planejamento. . SPI.Orçamento Federal Orçamentária de 2011.Ministério da Fazenda.Órgãos Setoriais. .SOF. .

orientação. Compatibilização e Consolidação da Proposta Orçamentária RESPONSÁVEIS .Unidades Orçamentárias e . órgão central de orçamento.3. . fonteada. Sua atuação diz respeito a: definição de diretrizes gerais para o processo orçamentário federal.Casa Civil/Presidência da República . coordenação do processo de elaboração do PLDO e do PLOA. fixação de normas gerais de elaboração dos orçamentos federais. Órgãos Setoriais. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal. texto e anexos do PLOA.Orçamento Federal ETAPAS Captação da Proposta Setorial Análise e Ajuste da Proposta Setorial Fechamento. Orçamento e Gestão. coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento. análise e definição das ações orçamentárias que comporão a estrutura programática dos órgãos e unidades orçamentárias no exercício financeiro. . elaboradas e entregues ao Congresso Nacional 3.Proposta orçamentária aprovada pelo Ministério do Planejamento. elaborados e entregues ao Congresso Nacional Elaboração e Formalização da Mensagem Presidencial e do Projeto de Lei Orçamentária Elaboração e Formalização das Informações Complementares ao PLOA . análise e validação das propostas setoriais. a LDO e a LRF .Proposta orçamentária analisada.Informações complementares ao PLOA. Secretaria de Orçamento Federal À SOF.Casa Civil/Presidência da República SOF e DEST.Área Econômica. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO Nos diversos níveis hierárquicos cada agente assume um papel definido no processo de elaboração orçamentária. zelando pelo equilíbrio das contas públicas. 74 . fixação de parâmetros e referenciais monetários para a apresentação das propostas orçamentárias setoriais.Mensagem presidencial.Ministério do Planejamento. compete a missão de racionalizar o processo de alocação de recursos. e Casa Civil/Presidência da República PRODUTO .1. com foco em resultados para a sociedade.Órgãos Setoriais . o PPA. Orçamento e Gestão e pela Presidência da República. detalhada no SIOP . DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. .3. . 3.Órgãos Setoriais. .SOF. ajustada e definida . Área Econômica. consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. consolidada e compatibilizada em consonância com a CF.SOF .SOF.Proposta orçamentária dos órgãos setoriais.

ação e subtítulo. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas.3. Unidade Orçamentária A unidade orçamentária desempenha o papel de coordenadora do processo de elaboração da proposta orçamentária no seu âmbito de atuação.3. normas e procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de elaboração da proposta orçamentária. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial. Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para elaboração da proposta orçamentária. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para elaboração da proposta orçamentária. análise e validação das propostas orçamentárias provenientes das unidades orçamentárias. formalização ao Ministério do Planejamento. no que se refere a metas. 3. coordenação do processo de elaboração da proposta orçamentária no âmbito do órgão setorial. valores e justificativas que fundamentam a programação. coordenado pelas unidades orçamentárias.2. Trata-se de momento importante. e consolidação e formalização da proposta orçamentária da unidade orçamentária. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito. avaliação da adequação da estrutura programática e mapeamento das alterações necessárias. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades orçamentárias. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades administrativas.Orçamento Federal 3. de acordo com as prioridades. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática. estudos de adequação da estrutura programática do exercício. análise e validação das propostas orçamentárias das unidades administrativas. definição de instruções.3. e consolidação e formalização da proposta orçamentária do órgão. do qual dependerá a consistência da proposta do órgão. 75 . de acordo com as prioridades setoriais. As unidades orçamentárias são responsáveis pela apresentação da programação orçamentária detalhada da despesa por programa. integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. fixação. fixação. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações.

Subtítulo Compara Limites Programações Consolida e Valida Proposta Formaliza Proposta Ajusta Propostas Setoriais Formaliza Proposta Decide Consolida e Formaliza PL Envia ao Congresso Nacional 76 .Orçamento Federal 3. Define e Divulga Limites Fixa Diretrizes Setoriais PROPOSTA PROGRAMAS: .Ação . FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO SOF ÓRGÃO SETORIAL UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MP/PR INÍCIO DEFINE: .Normas para Elaboração Estuda.4.Parâmetros Quantitativos .Diretrizes Estratégicas .

A captação da proposta setorial para 2011 será aberta segundo o cronograma no Siop. revisão e ajustes. dependendo da comunicação pela SOF através de Ofício-Circular).5. as fontes de recursos serão indicadas na fase da elaboração da proposta. desdobradas por subtítulos pertinentes a cada tipo de detalhamento. 71. ressaltando que a proposta setorial deverá incluir o detalhamento das despesas a serem custeadas com recursos oriundos de: RECURSOS Ingresso de Operações de Crédito Recursos Próprios Não Financeiros e Financeiros Taxas Outras Contribuições Econômicas e Sociais Doações Convênios Restituição de Convênios e Congêneres Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Recursos das Operações Oficiais de Crédito Resultado do Banco Central do Brasil FONTES 46. durante o período de elaboração das suas propostas orçamentárias. os órgãos setoriais detalham. por unidade orçamentária e por tipo de detalhamento e apresentará as seguintes particularidades: a proposta das unidades orçamentárias será feita no Siop e encaminhada aos seus respectivos órgãos setoriais para análise. Os órgãos setoriais que utilizam sistemas próprios internos para transmissão dos dados da sua proposta ao Siop terão que realizar transmissões com as informações. o sistema de informação a ser utilizado será o Siop. 47. tendo como princípio a ótica das prioridades e da qualidade do gasto. pela melhor distribuição. no Siop. Com base nos referenciais monetários. a abertura desses limites em nível da estrutura funcional e programática da despesa. INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL 3. Dentro do escopo da escassez de recursos. 72 e 76 94. 95 e 96 81 82 42 59. cada órgão setorial primará.5. mesmo que parciais.1. 73 e 89 52 77 . facilitando assim a entrada dos dados e a melhoria da informação. aos Tribunais Superiores e aos órgãos setoriais. que integra as bases do Sigplan e do Sidor.Orçamento Federal 3. 48 e 49 50 e 80 74 e 75 11. é feito diretamente pela SOF. no processo de alocação orçamentária. As informações para elaboração da proposta relativa a essas despesas são captadas pela SOF junto. respectivamente. para a SOF pelo menos uma vez por semana (por exemplo: às quartas-feiras. que não diz respeito aos Encargos Financeiros da União. Tanto no momento das unidades orçamentárias quanto no dos órgãos setoriais a proposta é elaborada por tipo de detalhamento orçamentário compatível com as ações orçamentárias. 60. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial Para a elaboração da proposta orçamentária para 2011. Vale registrar que o detalhamento da proposta orçamentária para as despesas com sentenças/precatórios e com a parcela da dívida contratual.

Orçamento Federal

Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Recursos das Operações Oficiais de Crédito – Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris

87 89

- Para as despesas custeadas pelas demais fontes, deverá ser utilizado o identificador de fonte de recursos “105 – Recursos do Tesouro a Definir”. A associação das fontes efetivas a essas despesas é processada pela SOF. - O encaminhamento das propostas dos órgãos setoriais à SOF será feito para o conjunto das unidades orçamentárias e por tipo de detalhamento; e - Será realizada uma verificação, pelo Siop, da compatibilidade das propostas encaminhadas pelos órgãos setoriais, com os limites orçamentários estabelecidos, condição básica para se iniciar a fase de análise no âmbito da Secretaria. Caso sejam constatadas incompatibilidades, o próprio Siop não permitirá que a proposta elaborada seja encaminhada, requerendo assim, ajustes nos valores informados. A utilização do Siop para a captação da proposta, é descrita no Manual de Operação do Sistema . Em consonância com a estrutura programática, a proposta orçamentária setorial para 2011 será consolidada por programa, com detalhamento das respectivas atividades, projetos e operações especiais, conforme os seguintes diagramas: 1 – Detalhamento das Atividades e Operações Especiais
ATIVIDADE/OPERAÇÃO ESPECIAL Levantamento e registro das demandas para manutenção das atividades e operações especiais, acompanhadas das respectivas análises que embasam a alocação para 2011.
15

1.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

PROGRAMA AÇÃO: Atividade / Operação Especial Subtítulo Programação Financeira - Esfera Orçamentária - Natureza da Despesa - Identificador de Uso - Fonte de Recursos - Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física: Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

O manual do Siop se encontra no portal de acesso ao sistema, no seguinte endereço eletrônico: http://www.siop.planejamento.gov.br/siop/ 78

15

Orçamento Federal

2 – Detalhamento dos Projetos
PROJETO Levantamento e registro das demandas para desenvolvimento dos projetos. As informações da proposta complementam as do Cadastro de Ações.

2.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

AÇÃO: Projeto Subtítulo Programação Financeira Esfera Orçamentária Natureza da Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

3.5.2. Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial
O processo de detalhamento da proposta setorial, via Siop, divide-se em três etapas básicas, controladas pelo Sistema, denominadas “momento”, que se subdividem em subetapas – denominadas “tipo de detalhamento”. Cada momento pertence exclusivamente ao respectivo usuário e não pode ser compartilhado, o que assegura privacidade e segurança aos dados. Cada tipo de detalhamento corresponde a um determinado conjunto de despesas que serão tratadas separadamente segundo regras específicas. Nos seus respectivos momentos, a unidade orçamentária, o órgão setorial e a SOF poderão consultar, incluir, alterar e excluir dados até o encaminhamento da proposta. Encerrado esse momento, o órgão e a unidade poderão ainda consultar os dados encaminhados ou, excepcionalmente, alterar apenas os textos referentes à justificativa de sua programação. Com a introdução do Siop, alguns detalhamentos foram alterados, permitindo maior desdobramentos de algumas despesas. Conforme quadro demonstrativo abaixo, o código agora passou a ter três dígitos. O primeiro se refere ao momento: inicial, unidade orçamentária (UO), órgão setorial (OS), SOF departamentos, SOF secretaria, projeto de lei, Congresso Nacional e lei. Os dois últimos dígitos se referem ao detalhamento: demais despesas discricionárias, despesas obrigatórias sem controle de fluxo, inclusive precatórios e sentenças, despesas financeiras, despesas com benefícios aos servidores, despesas com pessoal e encargos sociais, despesas com as prioridades e metas, despesas com a dívida contratual e mobiliária, demais despesas obrigatórias com controle de fluxo, despesas com o PAC. Para efeito de divulgação dos referenciais monetários e de elaboração da proposta orçamentária, os detalhamentos foram agrupados, de acordo com as especificidades de cada despesa:

79

Orçamento Federal

Grupo 1: Demais Despesas Discricionárias (detalhamento 1), Despesas com Prioridades e Metas (detalhamento 6) e Demais Despesas Obrigatórias com Controle de Fluxo (detalhamento 8) 2: Grupo 2 Despesas Obrigatórias sem Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças 3: Grupo 3 Despesas Financeiras 4: Grupo 4 Despesas com Benefícios aos Servidores 5: Grupo 5 Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Grupo 7: Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Grupo 9: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC Grupo 10: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2 TIPOS DE DETALHAMENTO TÍTULO
INICIAL UO 1.01 Órgão SOF SOF Setorial DEPTOS SECRETARIA 2.01 3.01 4.00 PL 5.00 Autógrafo 6.00 Veto 7.00 LEI 8.00 Lei + Crédito 9.00

Demais Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias SEM Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças Despesas Financeiras Despesas com Benefícios aos Servidores Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Despesas com as Prioridades e Metas Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Demais Despesas Obrigatórias COM Controle de Fluxo Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2

0.00

0.00

1.02

2.02

3.02

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00 0.00 0.00 0.00 0.00

1.03 1.04 1.05 1.06 1.07

2.03 2.04 2.05 2.06 2.07

3.03 3.04 3.05 3.06 3.07

4.00 4.00 4.00 4.00 4.00

5.00 5.00 5.00 5.00 5.00

6.00 6.00 6.00 6.00 6.00

7.00 7.00 7.00 7.00 7.00

8.00 8.00 8.00 8.00 8.00

9.00 9.00 9.00 9.00 9.00

0.00

1.08

2.08

3.08

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.09

2.09

3.09

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.10

2.10

3.10

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

80

continuará sendo encaminhada pelos setoriais dos órgãos de origem à SOF por meio do SAOC. são os ingressos para o tomador dos recursos financeiros contratados na operação de crédito externo. e os recursos financeiros provenientes da operação serão inseridos no PLOA segundo regras constantes da LRF e da LDO. ÓRGÃO SETORIAL Contratos com Desembolsos Finalizados e Transferidos Contratos com Desembolsos em Andamento ou Finalizados e não STN Saoc SOF SOF Siop Siop 81 . Já a proposta orçamentária referente às obrigações financeiras decorrentes de contratos de financiamentos ou empréstimos externos. Os valores referentes à proposta orçamentária da dívida contratual externa transferida do órgão de origem para a STN serão alocados no âmbito do órgão “Encargos Financeiros da União”. junto a organismo financeiro externo. A contratação de operação de crédito externo necessita de autorização do Senado Federal. de 19 de dezembro de 2006.Orçamento Federal 3.994. quais sejam: pagamento de juros. por sua vez. para o Ministério da Fazenda. Objetivando racionalizar o procedimento de pagamento aos credores do serviço da dívida referente aos contratos de dívida externa em que a União figura como devedora e cujos desembolsos pelos credores tenham sido totalmente realizados. Os desembolsos pelo credor. conforme preconiza o art. inciso V. na ação orçamentária “0419 – Dívida Externa da União Decorrente de Empréstimos e Financiamentos”. dos órgãos de origem.6. a União pode lançar mão de operação de crédito. Entenda-se como serviço da dívida contratual externa o pagamento programado dos encargos financeiros da operação de crédito. comissões e amortização . bem como os já finalizados e não transferidos para a STN. com o intuito de dispor sobre a transferência desses contratos. da CF. o Poder Executivo editou o Decreto nº 5. cujos desembolsos ainda não tenham sido finalizados. 52. OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA EXTERNA Visando ao financiamento de projetos de interesse da Administração Pública Federal e devido à insuficiência ou custo de outras fontes de recursos orçamentários.

nas seguintes atividades: as diretrizes de elaboração da mensagem serão desenvolvidas por grupo composto pela Casa Civil da Presidência da República. 82 . Departamento das Empresas Estatais – DEST. da Secretaria de Gestão – SEGES do Ministério do Planejamento. ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL A mensagem presidencial é o instrumento de comunicação oficial entre o Presidente da República e o Congresso Nacional. DEST. Orçamento e Gestão e da Casa Civil da Presidência da República. Ela tem a finalidade de encaminhar o PLOA ao Congresso Nacional.7.Orçamento Federal 3. da Receita Federal do Brasil – RFB do Ministério da Fazenda. após a aprovação do texto junto à direção do Ministério do Planejamento. A SOF consolidará as contribuições. Orçamento e Gestão). produzindo uma versão preliminar da mensagem presidencial. 11 da LDO 2011. e encaminhadas à SOF para implementação. O processo de elaboração da mensagem presidencial está descrito. (Assessoria Econômica . ASSEC. da Secretaria do Tesouro Nacional – STN. que as prepararão e encaminharão à SOF. A SOF solicitará contribuições para elaboração das partes da mensagem presidencial aos responsáveis pelas áreas econômica. (Secretaria de Política Econômica – SPE. imprimirá e encadernará a mensagem presidencial na sua versão final. A elaboração da mensagem presidencial é realizada sob a coordenação da SOF e envolve a participação da Casa Civil e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA da Presidência da República. e A SOF formatará. IPEA e SPE. Seu conteúdo é regido pelo art.ASSEC. resumidamente. setorial e empresas estatais. do Banco Central do Brasil) e dos órgãos setoriais.

1. mais conhecido como “decreto de contingenciamento”. assim como o estabelecimento de demonstrativos das metas de resultado primário e sua periodicidade.320 já evidenciava a preocupação do legislador quanto ao fiel cumprimento do equilíbrio entre receitas e despesas no orçamento. vedações. além de ressaltar o descompasso provável entre receitas e despesas. DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Contexto 4. operações de crédito. Estrutura O mecanismo utilizado para limitação dos gastos do Governo Federal é o decreto de programação orçamentária e financeira. esclarecimentos e informações e metas fiscais. invocando a necessidade de estipular cotas trimestrais para a execução da despesa. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO 4. atendendo a dispositivos legais que exigem o pronto conhecimento e correção das discrepâncias entre receita e despesas primárias.Orçamento Federal 4. Contexto Com o advento das metas fiscais e do maior controle sobre os gastos públicos. estadual e municipal. despesas com pessoal. Em 2000. entre outros parâmetros. os Estados. Essa meta significa o quanto de receita a União. bem como o monitoramento do cumprimento das metas de superávit primário. sem considerar os gastos com os juros da dívida. os Municípios e as empresas estatais conseguem economizar. 83 . competência para alterações de limites. O decreto pode ser analisado sob assuntos distintos e interdependentes: programação e execução orçamentária. juntamente com a portaria interministerial que detalha os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício. a administração pública buscou programar orçamentária e financeiramente a execução das suas despesas.1. execução financeira. permitindo que o Poder Executivo se organizasse de forma a prevenir as oscilações que aconteceriam no decorrer do exercício financeiro. informando. Em 1964. Já a LDO completa os dispositivos legais da determinação do controle fiscal e dos recursos disponibilizados. a LRF trouxe a necessidade de incorporar metas de resultado fiscal. 4. a edição da Lei nº 4. tanto para equilibrar os orçamentos como para indicar transparência dos compromissos governamentais com a dívida pública.1. as despesas que não são passíveis de contingenciamento.2.1. qual será a base contingenciável. de modo a equilibrar o orçamento em tempo hábil para não prejudicar o desempenho do governo nas três esferas: federal.

47 Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixadas. e d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário.4. Os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. Bases Legais 1964: a) Lei nº 4. de 17 de março de 1964 “Art.1. 48 A fixação das cotas a que se refere o artigo anterior atenderá os seguintes objetivos: assegurar às unidades orçamentárias em tempo útil a soma de recursos necessários e suficientes a melhor execução do seu programa anual de trabalho. ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias e observado o disposto na alínea c do inciso I do art. § 1º No caso de restabelecimento da receita prevista. segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. c) cumprir a legislação orçamentária (Lei 4. 8º Até trinta dias após a publicação dos orçamentos.Orçamento Federal 4. ao final de um bimestre. 4. durante o exercício. que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais.3. manter. b) estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o Governo Federal. na medida do possível. 4º. por ato próprio e nos montantes necessários.” Art.320. o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. limitação de empenho e movimentação financeira. 84 . os Poderes e o Ministério Público promoverão. a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-se-á de forma proporcional às reduções efetivadas. Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF: “Art. o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar. ainda que parcial. b) Lei Complementar nº 101. o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada. Objetivos a) estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício. Art.320 de 1964 e LRF). de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria”. Parágrafo único.1. nos trinta dias subseqüentes. de 4 de maio de 2000. 9º Se verificado.

constantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. em milhões de reais: I . e incluídos os restos a pagar. o Banco Central do Brasil apresentará. 8º da Lei Complementar nº 101. distinguindo-se os processados dos não processados. nas despesas. com vistas ao cumprimento da meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. até 30 (trinta) dias após a publicação da Lei Orçamentária de 2011.demonstrativo de que a programação atende às metas quadrimestrais e à meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. a contribuição para o salário-educação.” c) A Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011: 2011 “Art. ou custeadas com receitas de doações e convênios. II . creditícia e cambial. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. 13 da Lei Complementar nº 101. de 2000. que deverão também ser discriminados em cronograma mensal à parte. 85 . com as estimativas de receitas e despesas que o compõem. discriminadas pelos principais tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. destacando as principais empresas e separando-se. em audiência pública na comissão referida no § 1º do art. o ato referido no caput deste artigo e os que o modificarem conterão. e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os resultados demonstrados nos balanços. § 5º No prazo de noventa dias após o encerramento de cada semestre. em atendimento ao disposto no art. o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre. por órgão. os investimentos. em reunião conjunta das comissões temáticas pertinentes do Congresso Nacional. avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetárias. cronograma anual de desembolso mensal. inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida. Os Poderes e o MPU deverão elaborar e publicar por ato próprio. as resultantes de medidas de combate à evasão e à sonegação fiscal.Orçamento Federal § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente. quando cabível. as receitas próprias das fontes 50 e 81 e as demais receitas. as contribuições previdenciárias para o Regime Geral da Previdência Social e para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público. IV . e V . é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.metas quadrimestrais para o resultado primário das empresas estatais federais.metas bimestrais de realização de receitas primárias. nos termos do art. § 3º No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput. de 2000. da cobrança da dívida ativa e da cobrança administrativa. identificando-se separadamente. § 1º No caso do Poder Executivo. as concessões e permissões.cronograma de pagamentos mensais de despesas primárias à conta de recursos do Tesouro Nacional e de outras fontes. III . as compensações financeiras. setembro e fevereiro. § 4º Até o final dos meses de maio. 69. excluídas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União.metas quadrimestrais para o resultado primário dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.

de 2000. com base na informação a que se refere o caput deste artigo. até o 30º (trigésimo) dia subsequente ao encerramento do respectivo bimestre. III . o Poder Executivo apurará o montante necessário e informará a cada um dos órgãos referidos no art. excluídas as: I . Se for necessário efetuar a limitação de empenho e movimentação financeira. conforme o art.relativas às atividades dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU constantes do Projeto de Lei Orçamentária de 2011. II .os cálculos da frustração das receitas primárias. § 2º As exclusões de que tratam os incisos II e III do § 1º deste artigo aplicam-se integralmente. e demonstrativos equivalentes. 20 daquela Lei.classificadas com o identificador de resultado primário 3. 9º. 70. 20 da Lei Complementar no 101. 9º da Lei Complementar nº 101. e proporcionalmente à frustração da receita estimada no referido Projeto.custeadas com recursos de doações e convênios. III .a justificação das alterações de despesas obrigatórias. § 2º. precatórios e sentenças judiciais. os cronogramas anuais de desembolso mensal dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU terão como referencial o repasse previsto no art. Art. § 3º Os Poderes e o MPU. demonstrada no relatório de que trata o § 4º deste artigo. de 2000. relatório que será apreciado pela Comissão Mista de que trata o art. de que trata o art. na forma de duodécimos. IV . II . no caso de a estimativa atualizada da receita primária.que constituem obrigação constitucional ou legal da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. no mesmo prazo previsto no caput deste artigo. § 1º.a revisão dos parâmetros e das projeções das variáveis de que tratam o inciso XXV do Anexo II e o Anexo de Metas Fiscais desta Lei.Orçamento Federal § 2º Excetuadas as despesas com pessoal e encargos sociais. até o 20º (vigésimo) dia após o encerramento do bimestre. da Constituição. relacionadas na Seção II do Anexo IV desta Lei. bem como os efeitos dos créditos extraordinários abertos.“Demais Despesas Ressalvadas” da limitação de empenho. IV . § 1º O montante da limitação a ser promovida pelos órgãos referidos no caput deste artigo será estabelecido de forma proporcional à participação de cada um no conjunto das dotações orçamentárias iniciais classificadas como despesas primárias fixadas na Lei Orçamentária de 2011. que terão por base demonstrativos atualizados de que trata o inciso XII do Anexo II desta Lei. editarão ato. que evidencie a limitação de empenho e movimentação financeira. 166. e V . no caso de a estimativa atualizada ser inferior. observado o disposto no § 4º deste artigo. de 2000. § 4º O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art. explicitando as providências que serão adotadas quanto à alteração da respectiva dotação orçamentária. 168 da Constituição.a memória de cálculo das novas estimativas de receitas e despesas primárias e a demonstração da necessidade da limitação de empenho e movimentação financeira nos percentuais e montantes estabelecidos por órgão. contendo: I . ser igual ou superior àquela estimada no Projeto de Lei Orçamentária de 2011. no 86 . da Lei Complementar nº 101.

87 . de 2000. de 2000. O Poder Executivo prestará as informações adicionais para apreciação do relatório de que trata o § 4ºo deste artigo no prazo de 5 (cinco) dias úteis do recebimento do requerimento formulado pela Comissão Mista de que trata o art. 71. editado nas hipóteses previstas no caput e no § 1º do art. 9º da Lei Complementar no 101. II . e nos §§ 3º. 166. serão de até: I . conforme o art. devendo ser encaminhado ao Congresso Nacional relatório nos termos do § 4º deste artigo antes da edição do respectivo ato. 9º. ou de restabelecimento desses limites. e III .a estimativa atualizada do superávit primário das empresas estatais. quando o relatório referir-se ao primeiro bimestre de 2011. § 10. de 2000. e § 2º. 3º. 20 da Lei Complementar no 101. ou II . Não se aplica a exigência de restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira proporcional às reduções anteriormente efetivadas. quando decorrer da avaliação bimestral de que trata o art. § 7º Os prazos para publicação dos atos de restabelecimento de limites de empenho e movimentação financeira. 9º da Lei Complementar no 101. § 1º. 5º e 7º deste artigo. § 9º O relatório a que se refere o § 4º deste artigo será elaborado e encaminhado também nos bimestres em que não houver limitação ou restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira. desta Lei. acompanhada da memória dos cálculos para as empresas que responderem pela variação.relacionadas como “Demais Despesas Ressalvadas” na Seção II do Anexo IV desta Lei. § 1º. 69. § 6º O restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira poderá ser efetuado a qualquer tempo. § 2º. V . conterá as informações relacionadas no art.cálculo do excesso da meta de superávit primário a que se refere o art.Orçamento Federal caso das demais receitas. se não for resultante da referida avaliação bimestral. e VI . devendo o relatório a que se refere o § 4º deste artigo ser encaminhado ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art. da Lei Complementar nº 101. § 1º. as despesas: I .relativas às obrigações constitucionais e legais da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. § 11. de 2000. quando tiver sido aplicado a essas reduções o disposto no § 2º deste artigo. § 8º O decreto de limitação de empenho e movimentação financeira. quando for o caso.custeadas com recursos provenientes de doações e convênios. Não serão objeto de limitação de empenho e movimentação financeira. desta Lei. Art. § 5º Aplica-se somente ao Poder Executivo a limitação de empenho e movimentação financeira cuja necessidade seja identificada fora da avaliação bimestral.30 (trinta) dias após o encerramento de cada bimestre. inciso II. da Constituição.7 (sete) dias úteis após o encaminhamento do relatório previsto no § 6º deste artigo. justificando os desvios em relação à sazonalidade originalmente prevista.

se verificado ao final de um bimestre que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. Ademais.Orçamento Federal Parágrafo único. A ocorrência de fatos supervenientes. nesse caso. a meta de resultado primário. no caso de redução da receita estimada em certo momento. As despesas de que trata o inciso II deste artigo poderão ser objeto da limitação prevista no caput em relação ao montante não excluído na forma do inciso II do § 1º do art. o estabelecimento da programação financeira e do cronograma anual de desembolso mensal. Para tanto. limitação de empenho e movimentação financeira. programações constantes no rol de metas da LDO. por parte dos Poderes e do Ministério Público da União. a previsão das receitas contabilizadas e as estimativas das despesas primárias obrigatórias limitarão a fixação do nível das demais despesas públicas. tem repercussão em todo processo alocativo. por ato próprio e nos montantes necessários. entre outras. tendo em vista a exigência contida no art. nos trinta dias subsequentes. Tais ajustes são imprescindíveis e norteiam a visão da SOF no estabelecimento dos limites para movimentação e empenho. proporcionando celeridade ao processo. observado o disposto no § 2º desse artigo. segundo os critérios fixados pela LDO. Isso demanda. tais como: recursos empenhados e liquidados referentes às despesas de funcionamento do órgão. O art. nos 30 dias subsquentes.” 4. a Secretaria leva em conta a performance do órgão na execução de suas programações prioritárias. Atualmente a SOF adota um processo de estudo e definição de limites para movimentação e empenho das despesas discricionárias por meio da experiência obtida com o acompanhamento e controle da execução orçamentária no decorrer do exercício financeiro. O inverso também pode ocorrer. gastos com diárias e passagens. No ciclo orçamentário o cálculo NFGC serve como guia para acompanhamento dos principais agregados de receita e despesa públicas primárias. que foi baseado em 88 . o cálculo da NFGC serve como referência para evidenciar a trajetória dos principais itens de receita e despesa primárias.5. os Poderes e o Ministério Público da União promoverão. é necessário reacomodar a despesa de forma a não comprometer as metas assumidas na LDO. em muitos casos. uma revisão dos limites orçamentários da programação da despesa. é necessário. Necessidade de Financiamento do Governo Central O monitoramento do cumprimento das metas fiscais é contínuo. Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal Logo após a sanção e a publicação da LOA. seguindo regras estabelecidas nas leis de diretrizes orçamentárias anuais. Ocorre durante todo o processo de elaboração e de execução orçamentária. 70 desta Lei. Nesse sentido. a Presidência da República. Nesse sentido.1. implementaram-se para o estudo alguns ajustes internos em relação à programação do órgão. além da análise sob a ótica de blocos da despesa. 8º da LRF. 9º da LRF dispõe que. Por exemplo. com a finalidade de mensurar e realçar de forma clara o real papel dos setoriais e com o objetivo principal de facilitar a discussão com a instância política. que impliquem a alteração dos valores estimados.

garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração. nos termos do art. ou seja. a sistemática está calcada nas seguintes bases: 89 . que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo Federal. aprovação. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo. 9º. produtos definidos e configurados. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias que afetem o desenvolvimento da outra. ou seja. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações. elaboração dos atos. efetivação das alterações da lei orçamentária realizadas de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. A Estratégia para o Processo de 2010 O processo de alterações da LOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. qual o papel da instituição e quais os resultados esperados com a alocação. um conjunto de ações que mensuram a realidade de cada órgão. da LRF. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos vários níveis da hierarquia administrativa. no que concerne especificamente aos procedimentos de alterações da LOA. simultaneamente. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas especificadas.1.Orçamento Federal Agregadores de Produção. compreendendo a participação dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. ORÇAMENTÁRIAS 201 5. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações.1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5. ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5. por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. § 2º.1. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração. aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. a SOF toma como base um conjunto de premissas. integração da execução orçamentária com as alterações da LOA. conferindo racionalidade e vitalidade ao processo.

de 1964. encaminhamento de pareceres de mérito dos órgãos superiores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União para os projetos de lei de créditos adicionais dos respectivos órgãos (art. as diretrizes. estímulo às parcerias.57.57. §6º). dos Estados. 15 do PPA 2008-2011 traz a exigência de que as proposições do Poder Executivo de inclusões. os objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.2. dos Municípios e do Distrito Federal. e instrumentos norteadores das alterações orçamentárias que se encontram na Lei de LDO 2011. integração do planejamento e do orçamento. que estabelece normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. §1º). relativos aos Poderes Legislativo e Judiciário e ao Ministério Público da União (art. de 26 de janeiro de 2010) e nas Portarias da SOF de alterações orçamentárias (de aplicação geral e a destinada aos Poderes Legislativo.1. de exclusões e de alterações de programas do Plano sejam efetuadas por meio de projeto de lei de revisão anual ou específico. §1º). Judiciário e Ministério Público da União). na Lei LOA 2010 (Lei 12.57. com indicação de recursos compensatórios. e estabelecimento dos critérios de envio das propostas de abertura de créditos adicionais dos Poderes Legislativo. segundo a LDO 2011: determinação de prazo específico para o encaminhamento dos projetos de lei de créditos adicionais. 5. desde que mantenham 90 . promoção da gestão empreendedora. - CF.Orçamento Federal - Lei nº 4320. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo. gestão orientada para resultados. o art. e organização das ações de governo em programas.214. Judiciário e do Ministério Público da União à Presidência da República e sobre a abertura dos créditos por ato próprio dos órgãos (art. garantia da transparência. com algumas exceções: as alterações do título. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece. de forma regionalizada. PPA 2008-2011. No que tange às alterações orçamentárias. O processo de alterações orçamentárias para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades. do produto e da unidade de medida das ações orçamentárias poderão ocorrer por meio da LOA ou de seus créditos adicionais.

será efetivada. 58). os recursos alocados na LOA. as informações referentes às projeções plurianuais e aos atributos constantes do Plano. Lei de Diretrizes Orçamentárias A LDO 2011 traz diretrizes específicas no que diz respeito às alterações orçamentárias. em anexo específico. até 31 de janeiro de 2011. na abertura de créditos extraordinários.1. fica condicionada à informação do número de beneficiados nas respectivas metas (art. desde que sejam mantidas as destinações para as quais foram aprovados (art. e a inclusão de ações orçamentárias. que sejam objeto de proposta de emenda constitucional. 167. os recursos aprovados na LOA e em seus créditos adicionais para contrapartida nacional de empréstimos internos e externos. de projeto de lei ou de medida provisória que esteja em tramitação no Congresso Nacional.1. é vedada a criação de novo código e título para ação existente (art. poderão ser considerados os efeitos de propostas de alterações na legislação tributária e das contribuições.67). inclusive das entidades da administração indireta que recebam recursos à conta dos orçamentos fiscal e da seguridade social.Orçamento Federal a mesma codificação e não modifiquem a finalidade da ação ou a sua abrangência geográfica. observados os limites autorizados na LOA 2011. Caso as alterações propostas não sejam aprovadas. de caráter plurianual. § 2º. § 2º). 59 desta Lei (art. desde que apresente. se necessária. assistência pré-escolar e assistência médica e odontológica. incluídos os decorrentes dos Juizados Especiais Federais. Diretrizes para as Alterações Orçamentárias 5. mediante ato próprio de cada Poder e do Ministério Público da União. somente poderão ser remanejados para outras categorias de programação por meio da abertura de créditos adicionais propostos por intermédio de projetos de lei.3. da CF. observado o disposto no art.12. 64).62). Tais recursos poderão ser remanejados para outras categorias de programação. de forma a não permitir a 91 . a reabertura dos créditos especiais e extraordinários.3.1. somente poderão ser cancelados para a abertura de créditos adicionais com outra finalidade mediante autorização específica do Congresso Nacional (art. inclusive quando se tratar de desvinculação de receitas. A seguir estão relacionadas alguns tópicos importantes: a inclusão de recursos na LOA e em seus créditos adicionais para atender às despesas com auxílio-alimentação ou refeição. até 60 dias após a publicação da LOA. por meio de decreto. conforme disposto no art. na estimativa das receitas do PLOA e da respectiva Lei. destinados ao pagamento de precatórios judiciários e de débitos judiciais periódicos vincendos e ao cumprimento de débitos judiciais transitados em julgado considerados de pequeno valor. ou o sejam parcialmente. 5. juros e outros encargos. bem como para o pagamento de amortização. poderá ocorrer por intermédio de lei de créditos especiais.

planejamento. Procedimentos Orçamentárias e Prazos para Solicitação de Alterações Há dois atos normativos da SOF que estabelecem os procedimentos e prazos que devem ser observados para solicitação de alterações orçamentárias: 17 2010 Portaria SOF nº 4.3. 5º autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares à conta dos recursos de excesso de arrecadação estabelecendo destinações específicas.1. 5.portalsof. não podendo ser utilizadas para influir na apreciação de proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional (art. e o Art. Portaria SOF nº 5. Secretaria de Orçamento Federal definição de diretrizes gerais para o processo de alterações orçamentárias. da CF. de 17 de fevereiro de 2010 https://www. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO 5. da publicidade e da eficiência na Administração Pública.1.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias. da moralidade.1. e a elaboração e a execução da LOA 2011 e de seus créditos adicionais obedecerão aos princípios constitucionais da impessoalidade.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na LOA 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências.2.3.3. de 17 de fevereiro de 2010 https://www. 5.Orçamento Federal integralização dos recursos esperados.planejamento. coordenação do processo de alterações orçamentárias. § 8º.93). e dá outras providências. 4º autoriza a abertura de créditos suplementares desde que as alterações promovidas na programação orçamentária sejam compatíveis com a obtenção da meta de resultado primário estabelecida para o exercício de 2009.2. nos 30 dias subsequentes. mediante decreto. respeitados os limites e condições estabelecidas no próprio artigo. a LOA-2010 contém autorização para que o Poder Executivo proceda a abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual.165.gov. no exercício de 2010.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210.portalsof. Autorização de Abertura de Créditos Suplementares na LOA Conforme disposto no art.2.gov. 92 .br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_1_de_170210.103). (art. O art. 5. as dotações à conta das referidas receitas serão canceladas. análise e definição das ações orçamentárias que comporão as alterações orçamentárias no exercício. em função da aplicação de diferentes percentuais sobre determinadas dotações.

5.2.3. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito.UO A UO desempenha o papel de coordenadora do processo de alterações orçamentárias no seu âmbito de atuação. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações. 93 . definição de instruções. Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para solicitações de alterações orçamentárias. coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento. integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal. formalização ao Ministério do Planejamento. coordenação do processo de alterações orçamentárias no âmbito do órgão setorial. 5. coordenado pelas unidades orçamentárias. avaliação da adequação das alterações na estrutura programática e mapeamento das modificações necessárias.Orçamento Federal - fixação de normas gerais de alterações dos orçamentos federais. orientação. e alterações orçamentárias provenientes das unidades - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias do órgão. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para alterações orçamentárias. Unidade Orçamentária . análise e validação das propostas de alterações quantitativas dos setoriais. de normas e de procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de alterações orçamentárias. consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. análise e validação das orçamentárias.2. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática.2. As USs são responsáveis pela apresentação das solicitações de alterações qualitativas e quantitativas na programação orçamentária. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas. estudos de adequação da estrutura programática do exercício.

5. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos. Serão abertos por medida provisória. e - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias da unidade orçamentária. devendo ser autorizados por lei. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. conforme art. e por decreto do Poder Executivo para os demais entes. Os créditos extraordinários não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. Os créditos especiais não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. para as quais não haja dotação orçamentária específica. deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. que especifica a 94 .Orçamento Federal - coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias. que são autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na lei do orçamento. Créditos Suplementares São os destinados a reforço de dotação orçamentária. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. - análise e validação das solicitações de alterações orçamentárias das unidades administrativas.3. tais como em caso de guerra ou calamidade pública. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários. dando imediato conhecimento deles ao Poder Legislativo.3. Os créditos adicionais são classificados em: Créditos Especiais São os destinados a despesas. sem a necessidade de submissão do crédito ao Poder Legislativo. Os créditos suplementares terão vigência limitada ao exercício em que forem abertos. Créditos Extraordinários São os destinados a despesas urgentes e imprevisíveis. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE Durante a execução do orçamento.1. reabertos nos limites dos seus saldos. no caso federal. em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho. ou pode ocorrer a necessidade de realização de despesa não autorizada inicialmente. Note-se que sua abertura depende da existência de recursos disponíveis e de exposição que a justifique. casos em que. ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. 167 CF. 5. casos em que. A LOA poderá conter autorização ao Poder Executivo para abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual. as dotações inicialmente aprovadas na LOA podem revelar-se insuficientes para realização dos programas de trabalho. a LOA poderá ser alterada no decorrer de sua execução por meio de créditos adicionais. Assim. reaberto nos limites dos seus saldos.

portalsof. Em qualquer caso. e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias. do órgão setorial ou mesmo da SOF. a UO. o formulário é transmitido simultaneamente para a Secretaria de Planejamento e Investimentos .Orçamento Federal localização física das ações. Depois de preenchido. fazem os ajustes necessários e avaliam a viabilidade de atendimento da solicitação. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas As alterações quantitativas do orçamento viabilizam a realização anual dos programas mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias. o Programa de Trabalho será criado e disponibilizado no Sidor para que se possa proceder à solicitação de alteração orçamentária quantitativa. deve encaminhar a solicitação para o respectivo órgão setorial. Caso a solicitação do crédito se inicie no órgão setorial. de acordo com os atributos do programa de trabalho desejado. Por meio deste endereço. 5.2. solicitante deve estar atento à correção e qualidade das informações prestadas no respectivo formulário.br.gov. a UO.3. Após a verificação do crédito e aprovação da sua consistência. ela encaminhará o formulário preenchido ao órgão setorial que analisará a solicitação. Caso ambas as Secretarias estejam de acordo.planejamento. no momento específico para a UO. em seguida. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO.gov. As solicitações de alterações orçamentárias que tiverem início na UO deverão ser elaboradas mediante acesso on-line ao Sidor. será necessária inicialmente a utilização do Processo de Proposta e Análise de Alterações Orçamentárias para que seja realizado cadastramento do Programa de Trabalho e a obtenção de seu código. Ao identificar a necessidade de criação de Programa de Trabalho para créditos especiais ou extraordinários. a solicitação de alteração deverá ser elaborada de forma a atender as condições dispostas nas Portarias editadas pela SOF que estabelecem procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias para o exercício. Ao receber o formulário preenchido. o formulário deve ser encaminhado para o endereço eletrônico creditos2010@planejamento. os analistas da SOF e da SPI verificam se a solicitação está em conformidade com a metodologia utilizada e se atende aos parâmetros legais vigentes. Para o perfeito entendimento e posterior análise da solicitação de alteração orçamentária qualitativa. a qual. Orçamento e Gestão por meio do mesmo endereço indicado acima. A necessidade de alteração orçamentária pode ser identificada pela UO ou pelo Órgão Setorial.SPI e para a SOF. Caso a necessidade tenha sido detectada na UO. Em seguida deve deverá encaminhá-lo à SOF para análise da solicitação. 95 . o órgão setorial ou o Analista da SOF deve preencher o formulário disponível na página http://www. ou o órgão setorial. Para solicitação de créditos especiais e/ou extraordinários. fará as alterações que julgar procedentes e encaminhará em seguida o formulário preenchido ao Ministério do Planejamento.br. O órgão setorial correspondente procederá a uma avaliação global da necessidade dos créditos solicitados e das possibilidades de oferecer recursos compensatórios. os órgãos setoriais deverão encaminhar à SOF as solicitações de créditos adicionais de suas unidades. deve-se elaborar a solicitação de alterações orçamentárias mediante acesso “on-line” ao SIDOR. no momento específico para o Órgão Setorial e nos prazos estabelecidos pela Portaria da SOF de Alterações Orçamentárias.

a formalização é efetivada pelo Secretário de Orçamento Federal. a SOF elabora o pleito de créditos e. 5. a SOF encaminha o documento ao Ministro do Planejamento Orçamento e Gestão. A STN então gera notas de dotação para as unidades gestoras para que possam utilizar os créditos disponíveis. existe um caminho diferente até sua publicação. Caso seja uma portaria da SOF.5. serão preparados os atos legais necessários à formalização da alteração no orçamento. a Casa Civil a encaminha para publicação e dá conhecimento ao Congresso Nacional.Orçamento Federal Ao receber a solicitação de crédito. que o envia à Casa Civil para validação do Presidente da República. este é enviado para publicação na Imprensa Nacional. Se for um decreto. Os projetos de lei são remetidos ao Congresso Nacional para que sejam apreciados e votados. decide por atendê-la ou não. 96 . ela é enviada diretamente à Imprensa Nacional para publicação. projeto de lei para os créditos suplementares dependentes de autorização legislativa e para os créditos especiais. ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS Cabe à SOF a elaboração dos atos legais e da documentação acessória das alterações orçamentárias aprovadas. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI Após a publicação dos atos legais no Diário Oficial da União. e portaria do Secretário da SOF para alterações de fonte de recursos. de identificador de uso. após a assinatura pelo Presidente. que são efetivados por Medida Provisória. Os documentos são elaborados por tipo de alteração orçamentária e podem ser: decreto do Poder Executivo para créditos suplementares autorizados na LOA e para os De/Para institucionais. medida provisória para os créditos extraordinários. Elaborados e revisados os atos legais e sua documentação acessória. a SOF procederá à efetivação dos créditos publicados no Sidor e transmitirá as informações à Secretaria do Tesouro Nacional – STN para que seja efetuada a sua disponibilização no Siafi. cabendo salientar que os projetos de lei são produzidos separadamente por área temática. um projeto de lei ou uma medida provisória.4. O envio destes ao Congresso é materializado pela publicação de uma mensagem presidencial no DOU. Caso seja aprovado o pedido de crédito. por meio de uma análise criteriosa da solicitação. E no caso de créditos extraordinários. ou de identificador de resultado primário. Para cada tipo de ato legal elaborado. 5. Em se tratando de um decreto.

CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 01000 01101 01901 02000 02101 02103 02104 02901 02903 02904 03000 03101 10000 10101 10102 11000 11101 11102 12000 12101 12102 12103 12104 12105 12106 13000 13101 14000 14101 14102 14103 14104 14105 14106 14107 14108 14109 14110 CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara dos Deputados Fundo Rotativo da Câmara dos Deputados SENADO FEDERAL Senado Federal Secretaria Especial de Informática . TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS 6.Prodasen Secretaria Especial de Editoração e Publicação Fundo Especial do Senado Federal Fundo de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal Fundo da Secretaria Especial de Editoração e Publicação TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Tribunal de Contas da União SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Supremo Tribunal Federal Conselho Nacional de Justiça SUPERIOR SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Superior Tribunal de Justiça Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados .Orçamento Federal 6.ENFAM JUSTIÇA FEDERAL Justiça Federal de Primeiro Grau Tribunal Regional Federal da 1ª Região Tribunal Regional Federal da 2ª Região Tribunal Regional Federal da 3ª Região Tribunal Regional Federal da 4ª Região Tribunal Regional Federal da 5ª Região JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Justiça Militar da União JUSTIÇA ELEITORAL ELEITORAL Tribunal Superior Eleitoral Tribunal Regional Eleitoral do Acre Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas Tribunal Regional Eleitoral da Bahia Tribunal Regional Eleitoral do Ceará Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão 97 .1.

Bahia Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região .Distrito Federal/Tocantins Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região .Rondônia/Acre Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região .Rio Grande do Sul Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região .Maranhão Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região .Campinas/SP Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região .Goiás 98 .Paraná Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 14111 14112 14113 14114 14115 14116 14117 14118 14119 14120 14121 14122 14123 14124 14125 14126 14127 14128 14901 15000 15101 15102 15103 15104 15105 15106 15107 15108 15109 15110 15111 15112 15113 15114 15115 15116 15117 15118 15119 Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Tribunal Regional Eleitoral do Pará Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco Tribunal Regional Eleitoral do Piauí Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins Tribunal Regional Eleitoral de Roraima Tribunal Regional Eleitoral do Amapá Fundo Partidário JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Superior do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região .Paraíba Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região .São Paulo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região .Minas Gerais Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região .Ceará Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região .Santa Catarina Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região .Pernambuco Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região .Espírito Santo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região .Amazonas/Roraima Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região .Rio de Janeiro Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região .Pará/Amapá Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região .

Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 15120 15121 15122 15123 15124 15125 16000 16101 16103 17000 17101 20000 20101 20102 20114 20118 20120 20121 20122 20125 20126 20128 20204 20225 20415 20926 20927 20928 20929 22000 22101 22202 22211 22906 24000 24101 24201 24204 24205 Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região . Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Companhia Nacional de Abastecimento Fundo de Defesa da Economia Cafeeira MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Comissão Nacional de Energia Nuclear Agência Espacial Brasileira 99 . PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Ministério da Agricultura.FNI MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.Alagoas Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região .Mato Grosso Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região .ABIN Arquivo Nacional Secretaria de Direitos Humanos Secretaria de Políticas para as Mulheres Controladoria-Geral da União Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Portos Instituto Nacional de Tecnologia da Informação .ITI Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA Empresa Brasil de Comunicação .Sergipe Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região .EBC Fundo Nacional Antidrogas – FUNAD Fundo de Imprensa Nacional Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente – FNCA Fundo Nacional do Idoso .Mato Grosso do Sul JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Tribunal de Justiça do Distrito Federal Justiça da Infância e da Juventude CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA Conselho Nacional de Justiça PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Presidência da República Gabinete da Vice-Presidência da República Advocacia-Geral da União Agência Brasileira de Inteligência .Piauí Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região .Rio Grande do Norte Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região .

Nuclebrás Equipamentos Pesados S. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.A.A. A.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 24206 24207 24209 24901 25000 25101 25103 25104 25201 25203 25208 25903 25904 25913 25914 26000 26101 26104 26105 26201 26230 26231 26232 26233 26234 26235 26236 26237 26238 26239 26240 26241 26242 26243 26244 26245 26246 26247 26248 Indústrias Nucleares do Brasil S.CEITEC Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico MINISTÉRIO DA FAZENDA Ministério da Fazenda Secretaria da Receita Federal do Brasil Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Banco Central do Brasil Comissão de Valores Mobiliários Superintendência de Seguros Privados Fundo de Compensação e Variações Salariais Fundo de Estabilidade do Seguro Rural Fundo Especial de Treinamento e Desenvolvimento Fundo de Garantia à Exportação – FGE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Ministério da Educação Instituto Nacional de Educação de Surdos Instituto Benjamin Constant Colégio Pedro II Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Universidade Federal de Alagoas Universidade Federal da Bahia Universidade Federal do Ceará Universidade Federal do Espírito Santo Universidade Federal de Goiás Universidade Federal Fluminense Universidade Federal de Juiz de Fora Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Pará Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal do Paraná Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal do Rio Grande do Norte Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal de Santa Catarina Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal Rural de Pernambuco 100 . .

Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26249 26250 26251 26252 26253 26254 26255 26256 26257 26258 26260 26261 26262 26263 26264 26266 26267 26268 26269 26270 26271 26272 26273 26274 26275 26276 26277 26278 26279 26280 26281 26282 26283 26284 26285 26286 26290 26291 26292 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Fundação Universidade Federal de Roraima Fundação Universidade Federal do Tocantins Universidade Federal de Campina Grande Universidade Federal Rural da Amazônia Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Universidade Tecnológica Federal do Paraná .UNILA Fundação Universidade Federal de Rondônia Fundação Universidade do Rio de Janeiro Fundação Universidade do Amazonas Fundação Universidade de Brasília Fundação Universidade Federal do Maranhão Fundação Universidade Federal do Rio Grande Universidade Federal de Uberlândia Fundação Universidade Federal do Acre Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Fundação Universidade Federal de Ouro Preto Fundação Universidade Federal de Pelotas Fundação Universidade Federal do Piauí Fundação Universidade Federal de São Carlos Fundação Universidade Federal de Sergipe Fundação Universidade Federal de Viçosa Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Fundação Universidade Federal de São João Del Rei Fundação Universidade Federal do Amapá Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES Fundação Joaquim Nabuco 101 .UTFPR Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de São Paulo Universidade Federal de Lavras Universidade Federal Rural do Semi Árido – UFERSA-RN Fundação Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA Universidade Federal da Integração Latino-Americana .

Barreto Hospital Universitário Betina Ferro Souza Hospital Universitário Lauro Wanderley Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados Hospital Universitário Polydoro E. Thiago Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Maria Hospital Universitário Alcides Carneiro Hospital Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Hospital Universitário Gaffree e Guinle Hospital Getúlio Vargas Hospital Universitário de Brasília Hospital Universitário da Fundação Universidade do Maranhão Hospital Universitário Miguel Riet Junior Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia Hospital Julio Muller Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Pelotas Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Piauí Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Sergipe Hospital Universitário Maria Pedrossian Instituto Federal de Alagoas Instituto Federal do Amazonas 102 .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26294 26298 26350 26351 26352 26358 26359 26362 26363 26364 26365 26366 26367 26368 26369 26370 26371 26372 26373 26374 26378 26385 26386 26387 26388 26389 26391 26392 26393 26394 26395 26396 26397 26398 26399 26400 26401 26402 26403 Hospital de Clínicas de Porto Alegre Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Fundação Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB Fundação Universidade Federal do ABC – UFABC Hospital Universitário Alberto Antunes Complexo Hospitalar da Universidade Federal da Bahia Hospital Universitário Valter Cantidio Maternidade Assis Chateaubrian Hospital Universitário Antonio Morais Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Hospital Universitário Antonio Pedro Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais Hospital Universitário João B. S.

Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26404 26405 26406 26407 26408 26409 26410 26411 26412 26413 26414 26415 26416 26417 26418 26419 26420 26421 26422 26423 26424 26425 26426 26427 26428 26429 26430 26431 26432 26433 26434 26435 26436 26437 26438 26439 26440 26441 Instituto Federal Baiano Instituto Federal do Ceará Instituto Federal do Espírito Santo Instituto Federal Goiano Instituto Federal do Maranhão Instituto Federal de Minas Gerais Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Instituto Federal do Triângulo Mineiro Instituto Federal do Mato Grosso Instituto Federal do Mato Grosso do Sul Instituto Federal do Pará Instituto Federal da Paraíba Instituto Federal de Pernambuco Instituto Federal do Rio Grande do Sul Instituto Federal Farroupilha Instituto Federal de Rondônia Instituto Federal Catarinense Instituto Federal de Sergipe Instituto Federal do Tocantins Instituto Federal do Acre Instituto Federal do Amapá Instituto Federal da Bahia Instituto Federal de Brasília Instituto Federal de Goiás Instituto Federal do Sertão Pernambucano Instituto Federal do Piauí Instituto Federal do Paraná Instituto Federal do Rio de Janeiro Instituto Federal Fluminense Instituto Federal do Rio Grande do Norte Instituto Federal Sul-rio-grandense Instituto Federal de Roraima Instituto Federal de Santa Catarina Instituto Federal de São Paulo Universidade Federal da Fronteira Sul .UFOPA 103 .UFFS Universidade Federal do Oeste do Pará .

Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade – FGPC MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Ministério da Justiça Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF Departamento de Polícia Federal – DPF Defensoria Pública da União – DPU Fundação Nacional do Índio – FUNAI Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE Fundo de Defesa de Direitos Difusos Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Policia Federal – FUNAPOL Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministério de Minas e Energia Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM Agência Nacional do Petróleo.EPE MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Fundo do Regime Geral de Previdência Social MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Ministério Público Federal Ministério Público Militar Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios Ministério Público do Trabalho Escola Superior do Ministério Público da União 104 .Orçamento Federal CÓDIGO 28000 28101 28202 28203 28233 28904 30000 30101 30107 30108 30109 30202 30211 30905 30907 30909 30911 32000 32101 32202 32263 32265 32266 32314 33000 33101 33201 33904 34000 34101 34102 34103 34104 34105 ÓRGÃO/UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Empresa de Pesquisa Energética . Indústria e Comércio Exterior Instituto Nacional de Metrologia. INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Ministério do Desenvolvimento.

A. Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT Fundo da Marinha Mercante – FMM MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES Ministério das Comunicações Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL 105 .A. Hospital Nossa Senhora da Conceição S. Fundação Nacional de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA Agência Nacional de Saúde Suplementar Fundo Nacional de Saúde MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Ministério do Trabalho e Emprego Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho Fundo de Amparo ao Trabalhador MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Ministério dos Transportes Valec – Engenharia.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 35000 35101 35201 36000 36201 36208 36209 36210 36211 36212 36213 36901 38000 38101 38201 38901 39000 39101 39207 39250 39251 39252 39901 41000 41101 41231 41902 41903 MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Ministério das Relações Exteriores Fundação Alexandre de Gusmão MINISTÉRIO DA SAÚDE Fundação Oswaldo Cruz Hospital Cristo Redentor S. Construções e Ferrovias S.A. Hospital Fêmina S.A.

Orçamento Federal CÓDIGO 42000 42101 42201 42202 42203 42204 42205 42206 42207 42902 44000 44101 44102 44201 44205 44206 44207 44901 47000 47101 47205 47210 49000 49101 49201 51000 51101 52000 52101 52111 52121 52131 52133 52201 52211 52221 52222 52232 Ministério da Cultura ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação Casa de Rui Barbosa Fundação Biblioteca Nacional Fundação Cultural Palmares Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN Fundação Nacional de Artes Agência Nacional do Cinema – ANCINE Instituto Brasileiro de Museus . Orçamento e Gestão Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .FNMA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO.IBGE Fundação Escola Nacional de Administração Pública . ORÇAMENTO E GESTÃO Ministério do Planejamento.ENAP DESENVOLVIMENTO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária .Incra MINISTÉRIO DO ESPORTE Ministério do Esporte MINISTÉRIO DA DEFESA Ministério da Defesa Comando da Aeronáutica Comando do Exército Comando da Marinha Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar Agência Nacional de Aviação Civil Caixa de Financiamento Imobiliário da Aeronáutica Indústria de Material Bélico do Brasil .IBRAM Fundo Nacional de Cultura MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Ministério do Meio Ambiente Serviço Florestal Brasileiro .SFB Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA Agência Nacional de Águas – ANA Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICM Bio Fundo Nacional de Meio Ambiente .IMBEL Fundação Osório Caixa de Construção de Casas do Pessoal da Marinha do Brasil .CCCPMB 106 .

Orçamento Federal CÓDIGO 52901 52902 52903 52911 52921 52931 52932 53000 53101 53201 53202 53203 53204 53901 53902 53903 54000 54101 54201 55000 55101 55901 56000 56101 56201 56202 56901 56902 58000 58101 59000 59101 71000 71101 71102 71103 71901 71902 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Fundo do Ministério da Defesa Fundo de Administração do Hospital das Forças Armadas Fundo do Serviço Militar Fundo Aeronáutico Fundo do Exército Fundo Naval Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Ministério da Integração Nacional Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia . Orçamento e Gestão Encargos Financeiros da União . .Pagamento de Sentenças Judiciais Fundo Contingente da Extinta RFFSA .Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Fundo Soberano do Brasil – Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda 107 .DNOCS Fundo Constitucional de Financiamento do Norte .FNE MINISTÉRIO DO TURISMO Ministério do Turismo Embratur .A.SUDAM Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste .FCO Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste .TRENSURB Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU Fundo Nacional de Segurança e Educação do Trânsito .FNO Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste .Instituto Brasileiro de Turismo MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Fundo Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DAS CIDADES Ministério das Cidades Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.FUNSET Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS MINISTÉRIO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Ministério da Pesca e Aquicultura CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO Conselho Nacional do Ministério Público ENCARGOS FINANCEIROS DA UNIÃO Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério do Planejamento.SUDENE Departamento Nacional de Obras Contra as Secas .

do Desenv.Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão da Superintendência de Seguros Privados/SUSEP . Ind.Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos Sob Supervisão do Ministério do Esporte Recursos sob Supervisão do Ministério do Meio Ambiente Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF OPERAÇÕES OFICIAIS DE CRÉDITO Recursos sob a supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional . Agrário Recursos sob Supervisão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira/Funcafé – MAPA Recursos sob Supervisão do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior/FIEES .Min.Ministério do Turismo Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenv.Min. Científico e Tecnólogico/FNDCT .Orçamento Federal CÓDIGO 73000 73101 73104 73107 73108 73109 73111 73901 74000 74101 74102 74201 74202 74203 74901 74902 74903 74904 74905 74906 74907 74908 74910 74911 74912 74913 74914 74915 74916 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS.Min das Comunicações Recursos sob Supervisão do Fundo de Terras e da Reforma Agrária/Banco da Terra . da Educação Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenvolvimento/FND . das Telecomunicações / FUNTTEL .Ministério da Saúde Recursos sob Supervisão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária/INCRA .MF Recursos sob Supervisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar/ANS .Ministério dos Transportes Recursos sob Supervisão do Fundo para o Desenv.. Agrário Recursos sob Supervisão do Ministério da Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Geral de Turismo/FUNGETUR .Ministério do Desenv.Min. Tecnol. Ciência e Tecnologia Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS Recursos sob a Supervisão do Fundo Nacional de Cultura Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte/FNO . Exterior Recursos sob Supervisão do Fundo da Marinha Mercante/FMM . DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério de Minas e Energia Recursos sob Supervisão do Ministério da Educação Transferências Constitucionais . e Com.Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste/FNE Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima 108 .Min. do Desenv.Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do CentroOeste/FCO .

Defesa Nacional 06 . de 14 de abril de 1999. publicada no DOU de 15 de abril de 1999 FUNÇÃO 01 – Legislativa SUBFUNÇÃO 031 – Ação Legislativa 032 – Controle Externo 061 – Ação Judiciária 062 – Defesa do Interesse Público no Processo Judiciário 091 – Defesa da Ordem Jurídica 092 – Representação Judicial e Extrajudicial 121 – Planejamento e Orçamento 122 – Administração Geral 123 – Administração Financeira 124 – Controle Interno 125 – Normatização e Fiscalização 126 – Tecnologia da Informação 127 – Ordenamento Territorial 128 – Formação de Recursos Humanos 129 – Administração de Receitas 130 – Administração de Concessões 131 – Comunicação Social 151 – Defesa Aérea 152 – Defesa Naval 153 – Defesa Terrestre 181 – Policiamento 182 – Defesa Civil 183 – Informação e Inteligência 211 – Relações Diplomáticas 212 – Cooperação Internacional 241 – Assistência ao Idoso 242 – Assistência ao Portador de Deficiência 243 – Assistência à Criança e ao Adolescente 244 – Assistência Comunitária 02 – Judiciária 03 .Segurança Pública 07 – Relações Exteriores 08 – Assistência Social 109 . CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL Anexo da Portaria nº 42.2.Orçamento Federal CÓDIGO 75000 75101 90000 90000 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA REFINANCIAMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA MOBILIÁRIA FEDERAL Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda RESERVA DE CONTINGÊNCIA Reserva de Contingência 6.Essencial à Justiça 04 – Administração 05 .

Gestão Ambiental 19 – Ciência e Tecnologia 110 .Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 271 – Previdência Básica 272 – Previdência do Regime Estatutário 273 – Previdência Complementar 274 – Previdência Especial 301 – Atenção Básica 302 – Assistência Hospitalar e Ambulatorial 303 – Suporte Profilático e Terapêutico 304 – Vigilância Sanitária 305 – Vigilância Epidemiológica 306 – Alimentação e Nutrição 331 – Proteção e Benefícios ao Trabalhador 332 – Relações de Trabalho 333 – Empregabilidade 334 – Fomento ao Trabalho 361 – Ensino Fundamental 362 – Ensino Médio 363 – Ensino Profissional 364 – Ensino Superior 365 – Educação Infantil 366 – Educação de Jovens e Adultos 367 – Educação Especial 391 – Patrimônio Histórico. Coletivos e Difusos 423 – Assistência aos Povos Indígenas 451 – Infra-Estrutura Urbana 452 – Serviços Urbanos 453 – Transportes Coletivos Urbanos 481 – Habitação Rural 482 – Habitação Urbana 511 – Saneamento Básico Rural 512 – Saneamento Básico Urbano 541 – Preservação e Conservação Ambiental 542 – Controle Ambiental 543 – Recuperação de Áreas Degradadas 544 – Recursos Hídricos 545 – Meteorologia 571 – Desenvolvimento Científico 572 – Desenvolvimento Tecnológico e Engenharia 573 – Difusão do Conhecimento Científico e Tecnológico 09 – Previdência Social 10 – Saúde 11 – Trabalho 12 – Educação 13 – Cultura 14 – Direitos da Cidadania 15 – Urbanismo 16 – Habitação 17 – Saneamento Ambiental 18 . Artístico e Arqueológico 392 – Difusão Cultural 421 – Custódia e Reintegração Social 422 – Direitos Individuais.

que altera o anexo da Portaria MOG nº 42. no tópico “Legislação” desse MTO. a portaria SOF nº 37.Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 601 – Promoção da Produção Vegetal 602 – Promoção da Produção Animal 603 – Defesa Sanitária Vegetal 604 – Defesa Sanitária Animal 605 – Abastecimento 606 – Extensão Rural 607 – Irrigação 631 – Reforma Agrária 632 – Colonização 661 – Promoção Industrial 662 – Produção Industrial 663 – Mineração 664 – Propriedade Industrial 665 – Normalização e Qualidade 691 – Promoção Comercial 692 – Comercialização 693 – Comércio Exterior 694 – Serviços Financeiros 695 – Turismo 721 – Comunicações Postais 722 – Telecomunicações 751 – Conservação de Energia 752 – Energia Elétrica 16 753 – Combustíveis Minerais 754 – Biocombustíveis 781 – Transporte Aéreo 782 – Transporte Rodoviário 783 – Transporte Ferroviário 784 – Transporte Hidroviário 785 – Transportes Especiais 811 – Desporto de Rendimento 812 – Desporto Comunitário 813 – Lazer 841 – Refinanciamento da Dívida Interna 842 – Refinanciamento da Dívida Externa 843 – Serviço da Dívida Interna 844 – Serviço da Dívida Externa 845 – Outras Transferências 846 – Outros Encargos Especiais 17 847 – Transferências para a Educação Básica 20 – Agricultura 21 – Organização Agrária 22 – Indústria 23 – Comércio e Serviços 24 – Comunicações 25 – Energia 26 – Transporte 27 – Desporto e Lazer 28 – Encargos Especiais 16 17 Portaria nº 41. de 16 de Agosto de 2007. de 14 de abril de 1999. Ver. de 18/08/08. que altera o anexo da Portaria MOG nº 42. 111 . de 14 de abril de 1999. no tópico “Legislação” desse MTO.

Orçamento Federal 6. CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS Anexo atualizado da Portaria SOF nº 1. Especificação das Fontes CÓDIGO 00 01 02 03 06 07 11 12 13 15 16 17 18 19 20 23 27 29 30 31 32 33 34 35 Recursos Ordinários Transferências do Imposto sobre a Renda e sobre Produtos Industrializados Transferência do Imposto Territorial Rural Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional Contribuição ao Fundo de Saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Florestais Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – Combustíveis Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Contribuição do Salário-Educação Contribuição para os Programas Especiais (Pin e Proterra) Recursos de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Recursos Oriundos das Contribuições Voluntárias para o Montepio Civil Contribuições sobre Concursos de Prognósticos Imposto sobre Operações Financeiras – Ouro Contribuições sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Custas Judiciais Recursos de Concessões e Permissões Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Selos de Controle e Lojas Francas Juros de Mora da Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário Compensações Financeiras pela Utilização de Recursos Hídricos Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ESPECIFICAÇÃO 112 . GRUPO DE FONTES DE RECURSOS 1 2 3 6 9 Recursos do Tesouro .1. de 19 de fevereiro de 2001.3.Exercício Corrente Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores Recursos de Outras Fontes – Exercícios Anteriores Recursos Condicionados 6.3.

Retorno de Operações de Crédito – BEA/BIB Outras Contribuições Econômicas Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Retorno de Operações de Crédito – Estados e Municípios Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas por Serviços Públicos Outras Contribuições Sociais Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza Fundo de Fiscalização das Telecomunicações 113 .Retorno de Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos Recursos das Operações Oficiais de Crédito Certificados de Privatização Reforma Patrimonial – Alienação de Bens Reforma Patrimonial – Privatizações Títulos da Dívida Agrária Alienação de Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento Notas do Tesouro Nacional – Série “P” Contribuição Patronal para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Orçamento Federal CÓDIGO 39 40 41 42 43 44 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 67 69 71 72 73 74 75 76 79 78 ESPECIFICAÇÃO Alienação de Bens Apreendidos Contribuições para os Programas PIS/PASEP Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Minerais Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Crédito Internas – em Moeda Operações de Crédito Internas – em Bens e/ou Serviços Operações de Crédito Externas – em Moeda Operações de Crédito Externas – em Bens e/ou Serviços Recursos Próprios Não Financeiros Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas Resultado do Banco Central Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição sobre Movimentação Financeira Contribuição do Servidor para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Receitas de Honorários de Advogados Multas Incidentes sobre a Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos das Operações Oficiais de Crédito .

Orçamento Federal CÓDIGO 80 81 82 84 85 86 87 88 89 91 93 94 95 96 97 98 ESPECIFICAÇÃO Recursos Próprios Financeiros Recursos de Convênios Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres Contribuições sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador e Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Desvinculação Parcial de Recursos de Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Outras Receitas Originárias Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris Recurso correspondente à Reserva de Contingência Específica Produto da Aplicação dos Recursos à Conta do Salário-Educação Doações para o Combate à Fome Doações de Entidades Internacionais Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais Dividendos da União Desvinculação de Recursos de Superávit Financeiro 114 .

00.00.10 Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas P 115 .00.00 1100.02.00 1111.04.1. Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal Anexo da Portaria SOF nº 9.02 1111. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA 6.6.00 1112.02.02. CÓDIGO 1000.00 1111.01 1111.01 1112.04.00 1112.00 1111.01.00 1110.01.01.00.01.02 1112.01 1111.01.4.01.00 1111.4.02 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Receita do Principal do Imposto sobre a Importação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Receita do Principal do Imposto sobre a Exportação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não-Conveniados RP FONTE P P 00 12 00 12 00 12 00 12 P P P P 02 00 02 12 00 01 12 1112.00. de 27 de junho de 2001 atualizado.00 1112.

00 1113.00.35 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.04.04.22 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1112.04.01.11 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1112.04.1112.23 Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Federal e Nacional P 1112.04.32 Retido nas Fontes – Capital P 1112.21 Pessoa Jurídica – Líquida de Incentivos P 1112.33 Retido nas Fontes – Remessa ao Exterior P 1112.31 Retido nas Fontes – Trabalho P 1112.34 Retido nas Fontes – Outros Rendimentos P 1112.04.04.00 1113.01 Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados Produtos do Fumo P 00 01 116 .04.01.04.

11 Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Federal e Nacional P 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.09 1113.10 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Produtos Industrializados P 1113.01.03.00.00 1113.1113.03.01. Câmbio e Seguro.00.01.02 Bebidas P 1113.10 Imposto sobre Operações de Crédito.01.01. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Impostos Extraordinários P 19 P P 19 00 12 00 12 00 01 12 P P 1115. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Comercialização do Ouro Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito.09 Outros Produtos P 1113.01 1113.00 1120. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Comercialização do Ouro Demais Operações Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito.01.03 Automóveis P 1113.03.03.02 1113.04 Vinculados à Importação P 1113.00 Taxas 117 .03.

20.14.16.02.02 1121.00.00 1121.01.00 1122.00 1121.15.21.04 1121.00 1121.05.01 1121.01 1121.02 1121.01 1121.00 1121.00 1121.00 1121.02 1121.05 1121.13.20.00.20.00 1121.00 1121.17.06 1121.10.00 1121.00 1121.00 1121.20.02. Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas Instalações Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.20.11.00 1121.00 1121.00 1121.00 Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação e Operação da Adução de Água Taxas de Fiscalização das Telecomunicações Taxa de Fiscalização de Instalação Taxa de Fiscalização de Funcionamento Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos Taxas do Departamento de Polícia Federal Taxa do Departamento de Polícia Federal – Segurança Privada Taxa do Departamento de Polícia Federal – Sistema Nacional de Armas Taxas de Migração Taxa de Licenciamento.04.24. de Capitalização e da Previdência Privada Aberta Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Taxa de Saúde Suplementar Taxa por Plano de Assistência à Saúde Taxa por Registro de Produto Taxa por Alteração de Dados de Produto Taxa por Registro de Operadora Taxa por Alteração de Dados de Operadora Taxa por Pedido de Reajuste de Contraprestação Pecuniária Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Taxa de Serviços Administrativos Taxa de Serviços Metrológicos Taxa de Fiscalização sobre a Distribuição Gratuita de Prêmios e Sorteios Taxas pela Prestação de Serviços 118 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P 74 74 78 74 78 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 .00 1121.02.22.03.00 1121.1121.04.04.23.20.20.00 1121.03 1121.

00 1122.00 1210.12.11.00 1210.00 1122.06.00.08.00 1122.15.00 1122.06.00 1122.02 1122.99.00 1122.01.00 1122.12.12.04.00 1122.01.01.00 1210.00 1210.02.1122.22.00.05.01 Emolumentos Consulares Taxa de Pedido de Visto em Contrato de Trabalho de Estrangeiro Taxa de Utilização do Sistema Eletrônico de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante – MERCANTE Taxa de Avaliação do Ensino Superior Taxa Judiciária da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas Judiciais Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX Emolumentos e Custas Processuais Administrativas Emolumentos e Custas de Apreciação de Atos e Contratos Emolumentos e Custas Decorrentes de Consultas Taxa Militar Taxa de Classificação de Produtos Vegetais Taxa de Serviços Cadastrais Taxa de Serviços Aquícolas Outras Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita do Principal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Parcelamentos – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Contribuição para o Salário-Educação Cota-Parte da Contribuição Sindical Contribuição para o Ensino Aeroviário Contribuição para o Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo P P P P P P P P P P P P P P P 74 75 75 75 27 27 27 75 75 75 75 75 75 74 75 P 00 53 00 53 13 00 76 00 76 00 76 1210.00 1122.03.00 1122.02 P P P P P 1210.00 1210.00.21.07.19.00 1122.00 119 .02.00 1210.00 1122.01 1122.01.00 1200.04.00 1130.00 1122.

01 Contribuição para o Fundo de Saúde das Forças Armadas Contribuição sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira Receita do Principal da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 76 00 20 P 1210.06 1210.18.18.02 1210.01 1210.1210.18.00 1210.08 Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Prêmios Prescritos de Loterias Federais Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Contribuição Sobre a Receita de Concurso de Prognóstico Específico Destinado ao Desenvolvimento da Prática Desportiva – Modalidade Futebol 120 P P 00 55 79 00 55 79 00 23 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 76 00 P P P P P P P P .00 1210.18.13.04 1210.17.18.05 1210.00 1210.07 1210.07.13.18.18.00 1210.09.00 1210.18.18.13.02 Receita de Parcelamentos – Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1210.00 1210.15.03 1210.

05 1210.29.13 1210.17 1210.07 1210.16 1210.30.15 1210.00 1210.30.29.29.01 1210.29.03 1210.30.01 1210.29.00 1210.30.30.11 1210.18 1210.29.09 1210.29. Oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Ativo Civil. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Inativo Civil.30.12 1210.14 Outros Prêmios Prescritos Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Inativo Civil para o Regime Próprio Contribuição de Pensionista Civil para o Regime Próprio Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RPPS Receita de Recolhimento da Contribuição Patronal.13 1210.09 1210.30.07 1210.30.29.10 1210.06 1210.02 1210.11 1210.04 1210.29. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento de Pensionista Civil.30.30.29.1210.30.30.29.08 1210.09 1210.30. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RGPS Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico 121 P 18 00 18 69 56 56 56 56 56 69 56 56 56 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 F P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .30.30.18.19 1210.

01 1210.01 1210.00 1210.31.00 1210.30.03 1210.35.01 1210. Recursal e Custas Judiciais Contribuição Previdenciária das Cooperativas de Trabalho Descontada do Cooperado Receita de Parcelamentos – Contribuição dos Empregadores e Trabalhadores para a Seguridade Social Outras Contribuições Previdenciárias Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde do Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuições Rurais Contribuição Industrial Rural Adicional à Contribuição Previdenciária Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição e Adicional para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC 122 P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 P P 54 54 P P P P 06 06 00 76 00 76 .15 1210.32.31.99 1210.34.23 1210.30.01 Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Certificados da Dívida Pública – CDP Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.00 1210.35.17 1210.22 1210.16 1210.34.00 1210.30.30.32.33.30.1210.20 1210.30.31.34.02 1210.21 1210.02 1210.01 1210.18 1210.33.30.30.33.02 1210.19 1210.32.30.00 1210.30.

00 1210.00 1210.35.43.00 1210.37.37.44.00 1210.37.02 P 1210.02 P P 1210.38.41.01 1210.36.39.02 1210.00 1210.1210.00 1210.38.00 1210.47.38.01 Adicional à Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição e Adicional para o Serviço Social da Indústria – SESI Contribuição para o Serviço Social da Indústria – SESI Adicional à Contribuição ao Serviço Social da Indústria – SESI Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receitas dos Principais das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita de Parcelamentos – Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita do Principal da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Parcelamentos – Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR Contribuição para o Serviço Social do Transporte – SEST Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – SENAT Contribuição para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP Contribuição sobre Jogos de Bingo Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Outras Contribuições Sociais P 00 40 00 40 00 51 00 51 1210.48.02 1210.36.99.00 1210.00 1210.00 P P P P 00 76 00 84 00 84 00 18 123 .42.45.36.00 1210.01 1210.00 1210.

03.00 1220.00 1220.03.76 1220.06.00. Entrepostos Aduaneiros e Depósitos Alfandegados Contribuição sobre Apostas em Competições Hípicas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Remessas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Títulos Adicional sobre as Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Contribuição sobre a Receita das Concessionárias e Permissionárias de Energia Elétrica Contribuição pela Licença de Uso.01.00 1220.01 P P P 00 31 00 31 00 72 P 00 30 00 30 00 72 00 35 00 72 00 72 1220.24.00 1220. Aquisição ou Transferência de Tecnologia Contribuição sobre a Receita das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações P 00 15 00 15 P 1220.05.00 1220.02 1220.06.00 124 .18.02 P P P 1220.02.00 1220.00 P P 1220.03.06.25.26.16.00 1220.01 1220.00 1220.00 Contribuições Econômicas Contribuição para o Programa de Integração Nacional – PIN Contribuição para o Programa de Redistribuição de Terras e de Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste – PROTERRA Contribuições para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização Selo Especial de Controle Lojas Francas.

Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .00 1220.26.28.00 1220.40.00 . Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Importação de Petróleo e seus Derivados.00 1220.02 P 1220.41.1220.01 P 00 11 00 11 00 11 00 72 1220.01 Contribuição sobre a Receita Operacional Bruta Decorrente de Prestação de Serviços de Telecomunicações Contribuição sobre a Receita Bruta das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Parcelamentos – Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.03 P 1220.41.01 P 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.42. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Parcelamento de Débitos Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões 125 P 00 72 00 72 1220.41.04 P 1220.28.41.26.28.03 P P 1220.02 P 1220.41.00 1220.02 P 1220.28.30.

02 P 1220.01 1220.00 1315.99.00 Foros Laudêmios Taxa de Ocupação de Imóveis Taxa de Ocupação de Terrenos da União Taxa de Ocupação de Imóveis Funcionais e Próprios Nacionais Residenciais P P 00 50 00 50 86 00 00 P P 00 50 00 50 126 .42.42.00.04 P 1220.00 P P P P 1313.00 1310.00.99.00 1314.01 Demais Regiões Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Parcelamento de Débitos Outras Contribuições Econômicas Outras Contribuições Econômicas – Principal Parcelamentos – Outras Contribuições Econômicas Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Aluguéis Arrendamentos P 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.02 1300.1220.00 1312.00 1311.03 P 1220.00 1315.42.00.20.10.00 1315.00.00.42.00 1220.99.00.00.

00.00 1328.00 1328.10.01 1331.00 1323.00 1331.99 1331.01.00.02 1331.00.00.00 1325.00 Taxa de Ocupação de Outros Imóveis Outras Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Juros de Títulos de Renda Dividendos Participações Remuneração de Depósitos Bancários P P 00 50 00 50 80 93 50 97 50 97 78 80 93 80 80 56 56 56 56 50 F P P F 1326.00 1331.00.00 1330.00.00 1327.04 1331.20.01.00.01.00.00 1328.00.01.00.00.1315.03 1331.00 1322.00 1328.00.02.00 1331.01.00 Remuneração de Depósitos Especiais Remuneração de Saldos de Recursos Não-Desembolsados Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Fixa Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Variável Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Fundos Imobiliários Outras Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Receita de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Ferroviário Receita de Outorga dos Serviços de Transportes Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Metroviário de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Marítimo de Passageiros Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação 127 F F F F F F P P P P P P 29 29 29 29 29 .00 1321.30.00 1329.00 1319.30.01.00 1320.

04.02.00.1331.00 1332.04 1331.02.02.02.05 1331.04. de Permissão ou de Autorização de Telecomunicações ou de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.05 1332.00 1333.02 1331.01.03 1332.99.02.02.00 1332.04.99.00 1332.01 1332.02.00 1332.03.01 1331.00 Receita de Outorga dos Serviços de Telecomunicações Receita de Outorga dos Serviços de Radiodifusão Sonora e de Sons e Imagens Receita de Outorga do Direito de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.04.04.01.00 1331.00 1332.04 1332.02 1332. de Permissão ou de Autorização de Rodovias ou de Obras Rodoviárias Federais Receita de Outorga para a Utilização de Posições Orbitais Receita de Outorga de Licenças e Autorizações da Agência Espacial Brasileira Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita de Outorga para Exploração dos Serviços de Energia Elétrica Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Exploração de Recursos Naturais Receita de Outorga dos Serviços de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural Bônus de Assinatura de Contrato de Concessão Pagamento pela Retenção de Área para Exploração ou Produção Receita de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita de Concessão Florestal Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Valor Mínimo Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Demais Valores Receita de Outras Concessões Florestais – Valor Mínimo Receita de Outras Concessões Florestais – Demais Valores Receita de Custos de Edital de Concessão Florestal Receita de Contratos de Transição de Concessão Florestal Outras Receitas de Concessões e Permissões – Recursos Naturais Receita de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos P P P 29 78 29 78 29 78 29 29 29 29 29 78 29 29 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 29 29 16 29 29 29 29 29 29 29 29 29 128 .02.03.02 1332.00.03 1331.04.01 1332.01.06 1332.02.07 1331.04.06 1331.99 1331.00 1332.

00.00 P P P .03.03.00.1333.00 1339.01.00 1400.09.00.00 1340.00 1420.03.00 1340.04.00 1333.00 1390.00 1340.00.02.00.00.00 1500.00 1490.00 1333.04.00 1340.00 1340.00 Receita de Concessão de Direito Real de Uso de Área Pública Receita de Outorga de Direito de Uso ou de Exploração de Criação Protegida – Instituição Científica e Tecnológica Receita de Concessão de Uso do Potencial de Energia Hidráulica Receita da Permissão de Uso de Área da União Curta Duração Receita da Cessão de Uso de Bens da União Outras Receitas de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos Outras Receitas de Concessões e Permissões Compensações Financeiras Utilização de Recursos Hídricos – Itaipu Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Exploração de Recursos Minerais Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (E) Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (I) Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial 129 P 00 50 29 29 00 00 50 29 34 34 41 07 42 85 42 85 42 85 42 85 42 85 07 00 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P 1340.02.00.06.01 1340.00 1333.99.00 1340.07.00.08.00 1340.01.00 1340.00 1333.00 1333.05.05.00 1340.00 1410.

27.00 1520. a partir do Território Brasileiro Receita de Comercialização de Fardamentos Outros Serviços Comerciais Serviços Financeiros Juros de Empréstimos P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P F 50 50 50 50 50 50 50 50 59 60 63 71 73 130 .00 1590.01 1520.02.02 1520.01. Dados e Materiais de Informática Receita de Comercialização dos Dados e Imagens oriundos da Utilização de Posições Orbitais Receita Proveniente de Lançamentos de Satélites e Foguetes de Sondagem.00. Periódicos.26.1510.99.03 1600.21.08 1600.00 1530.01.02 1600. Material Escolar e de Publicidade Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos Agropecuários Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos.00 1520.21.01.00 1600.21.00 1520.01.99 1600.00 1520.00.00 1520.10 1600.00 1520.01.01.20.00 1600.12.29.01 1600.02.00 1520.00 1520.00.00 1600.01 Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria Mecânica Receita da Indústria Química Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos e Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos Receita da Indústria de Produtos Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmoquímicos Receita da Indústria de Produtos Alimentares Receita da Indústria de Bebidas e Destilados Receita da Indústria Editorial e Gráfica Outras Receitas da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Outras Receitas Industriais Receita de Serviços Serviços Comerciais Serviços de Comercialização de Medicamentos Serviços de Comercialização de Livros.09 1600.00 1520.06 1600.01.00.01.00.00 1600.22.01.

04.03 1600.00 1600.03 1600.02.05.02.00 1600.00 1600.05.04.05 1600.05.07.06.01 1600.09.06 1600.08.00 1600.05.05.02.99 1600.03.03.00 Serviços Financeiros de Compensação de Variações Salariais Operações de Autoridade Monetária Remuneração sobre Repasse para Programas de Desenvolvimento Econômico Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Outros Serviços Financeiros Serviços de Transporte Serviços de Transporte Rodoviário Serviços de Transporte Ferroviário Serviços de Transporte Hidroviário Serviços de Transporte Aéreo Serviços de Transportes Especiais Outros Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Serviços de Publicidade Legal Serviços de Radiodifusão Outros Serviços de Comunicação Serviços de Saúde Serviços Hospitalares Serviços de Registro de Análise e de Controle de Produtos Sujeitos a Normas de Vigilância Sanitária Serviços Radiológicos e Laboratoriais Serviços de Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil Outros Serviços de Saúde Serviços Portuários Serviços de Armazenagem Serviços de Processamento de Dados Serviços de Socorro Marítimo Serviços de Informações Estatísticas 131 F F F F F F 80 89 80 60 80 59 71 48 80 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .02.03.05.02.02.03 1600.05 1600.99 1600.03 1600.99 1600.05 1600.11 1600.04 1600.1600.00 1600.03.04.10.02 1600.01 1600.02 1600.12 1600.00 1600.00 1600.02 1600.03.03.01 1600.04.03.

05 1600.11.06 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos Serviços de Consultoria.07 1600.02 1600. de Patentes e de Transferências de Tecnologia Serviços de Patentes Serviços de Registro de Marcas Serviços de Transferência de Tecnologia Serviços de Registro de Indicações Geográficas Serviços de Registro de Programas de Computador Serviços de Registro de Desenho Industrial Serviços de Proteção das Topografias de Circuitos Integrados Serviços de Remessa de Depósitos Oficiais Outros Serviços de Registro de Marcas.23.16.00 Serviços de Metrologia e Certificação Metrologia Legal e Certificatória Delegada Metrologia Científica e Industrial Metrologia Legal Certificação de Produtos e Serviços Informação Tecnológica Serviços Tecnológicos Serviços Administrativos Serviços de Inspeção e Fiscalização Serviços de Meteorologia Serviços Educacionais Serviços Agropecuários Serviços de Reparação.14.00 1600.11.02 1600.23.23.00 1600.00 1600.05 1600.19.03 1600.11.08 1600.25.00 1600.20.17.99 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Livres Serviços de Consultoria.20.1600.20.04 1600.04 1600.02 1600.01 1600.23.12.00 1600.23.23.23.00 1600.00 1600.01 1600.11.00 1600. de Patentes e de Transferência Tecnológica Serviços de Registro do Comércio Serviços de Informações Científicas e Tecnológicas 132 P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 .00 1600.00 1600.00 1600.13.23.00 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Vinculadas a Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento Serviços de Hospedagem e Alimentação Serviços de Estudos e Pesquisas Serviços de Registro de Marcas.23.11.18.03 1600. Manutenção e Instalação Serviços Recreativos e Culturais Serviços de Consultoria.01 1600.11.22.21.15.23.00 1600.00 1600.24.

34.00 1600.37.00 1600.03 1600.50.1600.36.00 1600.27.36.00 1600.02 1600.32.29.37.37.40.31.05 1600.00 1600.00 1600.37.01 1600.00 1600.00 1600.31.01 1600.03 1600.00 1600.36.00 1600.00 1600.38.39.02 1600.01 1600.35.33.30.04 1600.51.33.31.02 1600.31.00 1600.02 1600.28.26.37.00 1600.37.01 1600.00 1600.00 1600.00 1600.33.00 Serviços de Fornecimento de Água Serviços de Perfuração e Instalação de Poços Serviços de Geoprocessamento Serviços de Cadastramento de Fornecedores Tarifa de Utilização de Faróis Tarifa e Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Tarifa Aeroportuária Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Parcela da Tarifa de Embarque Internacional Serviços de Cadastro da Atividade Mineral Tarifas e Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Serviços de Regulamentação da Exploração dos Serviços de Telecomunicações – Regime Privado Serviços de Compensação de Variações Salariais Prestação de Serviços pelo Banco Central do Brasil Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central Garantias e Avais Concessão de Aval do Tesouro Nacional Concessão de Garantia da Atividade Agropecuária Comissões pela Prestação de Garantia Garantia dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Receita de Seguro de Crédito à Exportação Receita de Credenciamento de Empresas Prestadoras de Serviços de Vistoria Serviços Veterinários Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações Tarifas de Inscrição em Concursos e Processos Seletivos Receitas de Emissão de Certificado de Origem e de Emissão de Licença de Exportação 133 P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 86 50 P P P F P P P P P P P P P P P 50 50 50 80 50 50 50 50 50 60 50 50 50 50 78 50 .

99.00.60.70.00 Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades P P P P 134 .00 1762.00 1760.00 1723.01 1600.00.00 1761.70.02 1600.51.00.00.00 Receitas de Emissão de Certificados de Origem Receitas de Emissão de Licença de Exportação Certificação e Homologação da Atividade Mineral Serviços Voltados à Inovação e à Pesquisa no Ambiente Produtivo – Instituição Científica e Tecnológica Serviços Prestados Diretamente por Instituição Científica e Tecnológica Serviços Decorrentes de Parcerias com Outras Instituições Públicas e Privadas Tarifa de Compartilhamento e Utilização em Atividades de Pesquisa e Inovação – Instituição Científica e Tecnológica Compartilhamento de Laboratórios e Afins com Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em Atividades de Inovação Utilização de Laboratórios e Afins por Empresas Nacionais e Organizações de Direito Privado Sem Fins Lucrativos em Atividades de Pesquisa Outros Serviços Transferências Correntes Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas P P P 50 50 50 P P 50 50 P P P 50 50 50 P 00 96 00 96 00 95 96 00 95 00 96 81 81 P P 1740.00 1600.56.00 1722.00 1750.00 1723.00 1722.00.99.00.01 1600.60.00.00 1600.00 1730.00.1600.70.00 1600.00 1720.00 1700.02 1600.99.01 1600.51.00.60.00.02 1600.

02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P 1911.03 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 135 .00.00 1911.00 1911.00 1764.00.00.00.00 1774.00 1900.00 1773.00.00 1910.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1911.00 1911.00.01 Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas Provenientes de Depósito Não Identificados Outras Receitas Correntes Multas e Juros de Mora Multas e Juros de Mora dos Tributos Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P P P P P P 81 81 94 94 94 94 P 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.02.00.01.00 1772.00 1770.01.00.02.00 1911.02.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1911.1763.00.00 1771.02.00.01.

00 1911.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1911.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 1911.03.02.07 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IRPJ P 1911.12 32 58 1911.02.03.02.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados 136 P .05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1911.06 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora do Imposto Sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1911.02.03.

Câmbio e Seguro.04. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 19 32 58 00 12 19 32 58 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 137 .1911.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1911. Câmbio e Seguro.07. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 1911.04.00 1911.07.03 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IPI P 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1911. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.03.04.07.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 1911.

08.00 1911.35. da Capitalização e da Previdência Privada Aberta Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Multas e Juros de Mora da Taxa de Saúde Suplementar Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Multas e Juros de Mora de Outros Tributos Multas e Juros de Mora de Outros Tributos – Principal P P P P P P P P 1911.33.00 1911.00 1911.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados P 00 02 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 74 74 74 74 74 00 32 58 74 75 00 32 58 74 1911.08.37.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outros Tributos P 138 .01 Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.99.00 1911.00 1911.99.34.99.08.Conveniados P 1911.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não.00 1911.00 1911.32.00 1911.00 1911.36.31.1911.

00.00 1912.07.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1912.03. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.02.03.03.00 1912.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante P P 00 11 32 58 1912.00 1912.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira 139 P .01.00 1912.01. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 11 32 58 1912.01 Multas e Juros de Mora das Contribuições Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1912.00 1912.75 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 00 55 79 00 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.07.01.07.

00 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Prestação dos Serviços de Telecomunicações (1) (I) Multas e Juros de Mora das Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Multas e Juros de Mora da Contribuição Patronal para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora da Contribuição do Servidor para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário 140 P 00 72 1912.30.00 1912.30.29.09 1912.10.10 1912.30.30.30.03 1912.08 1912.30.00 1912.29.07 1912.01 1912.01 F 00 69 00 56 1912.04 1912.30.05 1912.30.29.11 P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .30.30.06 1912.55 79 1912.02 1912.02 P 1912.30.30.

30.19 1912.32.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1912.16 1912.17 1912.13 1912.00 1912.30.30.30.30.30.30. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1912.99 1912.15 1912.21 1912.18 1912.00 1912.31.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.14 1912.32.30.30.12 1912.31.31.30.20 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas 141 P 00 .30.1912.

03 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica P P 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 32 58 72 00 76 P 1912.05 1912.32.34.33.33.00 Multas e Juros de Mora da Cota-Parte da Contribuição Sindical P 142 .32 51 58 1912.04 P P P 1912.06 1912.01 1912.33.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 1912.33.35.33.33.02 1912.33.00 P 1912.00 1912.07 P 1912.33.

00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Multas e Juros de Mora da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P 00 18 32 58 72 00 35 00 84 00 84 1912.00 P 1912.03 P 1912.55.52.02 P 1912.00 1912.55.00 1912.05 P 1912.00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas P 1912.55.1912.55.55.00 P 1912.54.55.36.06 P 00 32 143 .01 P 00 32 00 32 00 32 00 32 00 32 1912.53.55.51.04 P 1912.

55.07 Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal P 00 32 00 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 54 56 00 1912.09 1912.55.55.01 P 144 .55.1912.55.00 1912.55.55.13 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea P 1912.14 Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Prêmios Prescritos de Loterias Federais P 1912.11 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas P 1912.08 P P 1912.00 Multas e Juros de Mora das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições – Principal P 1912.10 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas P 1912.55.12 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números P 1912.56.99.99.

02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 1913.99.02.00 1913.01.02.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições P 30 32 58 72 00 30 32 58 72 1913.01.01.02 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 145 .00.00 1913.1912.00 1913.02.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa dos Tributos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 00 12 32 58 00 12 32 58 1913.

03.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1913.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 146 .02.06 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1913.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1913.03 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.03.02.02.1913.05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1913.03.02.00 1913.

ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 00 12 32 58 00 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 1913.1913.00 1913. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.07.07. Câmbio e Seguro.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 P .10.09. Câmbio e Seguro.04.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército 147 P 1913.04.07.08.00 1913.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 1913.04. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 1913.

02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1914.00 1914.01.03.02.00.00 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 55 79 00 55 79 1914.00 1914.00 1914.03.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1914.00 1914.01.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual 148 P 54 .1913.03.04.99.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outros Tributos P 00 27 32 58 74 75 1914.01.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1914.04.

15 1914.04.04.07 1914.14 1914.04.04 1914.04.04.04.04.17 1914.04.13 1914.11 1914.04.04.16 1914.1914.03 1914.04.09 1914.02 1914.04.04.05 1914.04.12 1914.18 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional 149 P 54 P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P P P P 54 54 54 54 .04.04.06 1914.04.08 1914.10 1914.

00 1914.19 1914.20 1914.22 1914.04.04.05.1914.05.05.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 00 32 1914.04.06.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 150 .06.21 1914. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Parcelamentos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.00 1914.99 1914.06.04.04.

Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.01 P 00 11 32 58 1914.08.11.00 1914.07.07.07.00 1914.03 1914.07.05 1914.04 1914.11.09.02 1914.00 1914.07.06 1914. Gás Natural e Álcool Carburante P P P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 84 84 00 35 1914.10.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida do Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.07.07.11.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.51 58 1914.00 1914. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 151 .01 1914.

11 32 58 1914.12.00 1914.12.01 Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal

P

00 32 00 32 00 32 00 32

1914.12.02

P

1914.12.03

P

1914.12.04

P

1914.12.05

P

00 32

1914.12.06

P

00 32 00 32 00 32 00 18 32

1914.12.07

P

1914.12.08

P

1914.12.09

P

152

1914.12.10

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas

P

00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 32 58 72 00 32 58 72

1914.12.11

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas

P

1914.12.12

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números

P

1914.12.13

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea

P

1914.12.14

Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais

P

1914.99.00 1914.99.01

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal

P

1914.99.02

Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições

P

1915.00.00 1915.01.00 1915.02.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais 153

P P

74 41

1915.03.00 1915.04.00 1915.05.00 1915.06.00 1915.07.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis 154

P P P P P

29 74 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30

1915.08.00 1915.09.00 1915.10.00 1915.11.00 1915.12.00

P P P P P

1915.13.00

P P P P P P

50 74 34 74 74 74

1915.14.00 1915.15.00 1915.16.00 1915.17.00 1915.18.00

01 1918.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas – Principal P 54 56 00 33 50 58 72 74 00 33 50 58 72 74 00 33 50 00 33 50 00 33 50 1915.00 1915.00 1918.99.00 .00 Multas e Juros de Mora de Laudêmios P 1918.99.04.02 Multa e Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União Multa de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.04.00 Multas e Juros de Mora de Arrendamentos P 1918.03.04.02.02 Parcelamentos – Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas P 1918.00 1918.01.01 P 1915.99.00 Multas e Juros de Mora de Outras Receitas Multas e Juros de Mora de Aluguéis P 1918. Útil e Direto Multas e Juros de Mora de Alienações de Outros Bens Imóveis 155 P P P 33 00 62 00 1918.19.00.05. Útil e Direto Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.1915.

1918.06.00

Multas e Juros de Mora de Parcelamentos

P

1918.07.00 1918.08.00

Multas e Juros de Mora de Foros Multas e Juros de Mora de Taxas de Ocupação

P P

1918.09.00 1918.10.00 1918.11.00 1918.12.00 1918.13.00 1918.14.00 1918.15.00 1918.16.00 1918.17.00 1918.17.01 1918.17.02 1918.18.00 1918.18.01 1918.18.02 1918.99.00

Multa e Juros de Mora de Dividendos Multas e Juros de Mora de Participações Multas e Juros de Mora da Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Multas e Juros de Mora da Receita de Alienações Bens Apreendidos Multas e Juros de Mora dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Multas e Juros de Mora da Receita de Exploração de Recursos Minerais Multas e Juros de Mora da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita de Concessão Florestal Multa e Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa e Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Multa de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Multas e Juros de Mora

P P P P

33 50 33 50 58 00 50 00 33 50 50 50 86 39 50 60 41 29 29 33 00 62

P P P P P P

P P P

33 00 62 00 16 27

156

29 32 33 35 50 58 74 78 1919.00.00 1919.01.00 1919.02.00 1919.03.00 1919.04.00 1919.05.00 1919.06.00 1919.07.00 1919.08.00 1919.09.00 1919.10.00 1919.12.00 1919.13.00 1919.14.00 1919.15.00 1919.16.00 1919.17.00 1919.20.00 1919.26.00 1919.26.01 Multas de Outras Origens Multas Previstas na Legislação de Metrologia Multas do Regulamento para o Tráfego Marítimo Multa de Poluição de Águas Multas Previstas em Acordos Internacionais sobre a Pesca Multas Decorrentes de Apreensão de Embarcações de Pesca Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas Multas Previstas no Regulamento do Estrangeiro Multas Previstas na Lei do Serviço Militar Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas Previstas na Legislação Sanitária Multas Previstas na Legislação de Registro do Comércio Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas Previstas na Legislação de Trânsito Multas Previstas na Legislação do Seguro-Desemprego e Abono Salarial Multas Previstas na Lei Delegada nº 4, de 26 de setembro de 1962 Multa Prevista na Lei de Prevenção ao Uso de Drogas Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Trabalhistas 157 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 50 74 74 74 74 74 00 74 74 74 74 78 74 74 74 74 00 74 00 74 74 74 74

1919.26.02 1919.27.00

Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos – Outros Multas e Juros Previstos em Contratos

P P

74 00 50 54 58 59 60 00 74 74 74 00 74 74 74 74 74 00 74 00 60 74 00 74 74

1919.28.00

Multas Decorrentes da Operação do Transporte Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros e Cargas Multas Previstas por Infrações à Legislação sobre Transportes Ferroviários Multas Previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica Multa de Tarifa de Pedágio Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias Receita de Quebra de Fiança Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas por Danos ao Meio Ambiente Multa de Segurança Privada Multa por Ato Atentatório ao Exercício da Jurisdição Multas e Juros das Operações Oficiais de Crédito Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas Aplicadas pelo Tribunal de Contas da União Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar Multas por Auto de Infração Multa por Falta ou Atraso na Apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social – GFIP Multas Previstas na Legislação Minerária Multa por Infração à Legislação de Licitação Outras Multas

P P P P P P P P P P F P P P P

1919.29.00 1919.30.00 1919.31.00 1919.32.00 1919.33.00 1919.34.00 1919.35.00 1919.36.00 1919.37.00 1919.38.00 1919.41.00 1919.48.00 1919.49.00 1919.50.00 1919.51.00

1919.52.00 1919.60.00 1919.99.00

P P P P

74 74 74 00 29

158

08.10.01.00.00 1922.00 1921.00 1922.00 1921.00 Indenizações e Restituições Indenizações Indenizações Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Indenizações por Danos Causados ao Patrimônio Público Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Indenizações Restituições Restituições de Convênios Restituições de Benefícios Não Desembolsados P P P P 00 50 60 00 00 50 00 82 00 40 50 54 50 00 50 50 00 50 00 75 P P 1922.00 1921.00 1922.00.07.06.00 1922.00 1921.04.00 1922.33 35 50 58 74 75 1920.02.00 1922.07.00.00 Restituição de Contribuições Previdenciárias Complementares Restituições Não-Reclamadas das Condenações Judiciais Ressarcimento por Operadoras de Seguros Privados de Assistência a Saúde Ressarcimento do Custo de Disponibilização de Medicamentos Recuperação de Despesas de Exercícios Anteriores Ressarcimento de Pagamentos de Honorários Técnico-Periciais Ressarcimento de Despesas do Porte de Remessa e Retorno dos Autos Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores P P P P P P P 159 .05.06.00 1922.09.00 1922.00 1922.00 1921.05.03.00 1922.99.

11.01.00.02 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1931.01 Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Principal Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Parcelamentos Restituição de Parcelas do Seguro Desemprego Recebidas Indevidamente Recuperação de Sinistros Ressarcimento de Despesas Decorrentes de Deportação Devoluções de Recursos decorrentes de Restituições ou Incentivos do Imposto de Renda P 54 56 54 56 40 50 50 00 01 12 00 01 50 54 58 1922.00 1922.00 1931.00 1922.99.10.00 1931.00 1922.01.1922.00 1922.00 1931.04 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 160 .01 Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1931.01.21.00.03 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 1931.01.01.02 P P P P P 1922.30.10.00 Outras Restituições P 1930.20.

01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Principal P 1931.03.02. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1931.00 1931.02.12 1931.05.05.00 1931.04.01. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 00 12 00 12 00 02 12 00 12 00 12 1931.06.01.05. Câmbio e Seguro.00 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação 161 P P .02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1931. Câmbio e Seguro.00 1931.02 1931. Câmbio e Seguro.05 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1931.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.02 P P 1931.03.01 1931.06 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1931.02.03.

07.05 1932.01 1932.01.00 1931.01.02 1932.99.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos P 1932.02 1931.01.06 1932.00 1932.01.06.1931.99.08 1932.01.01.00 1932.00 1931.07 1932.08.00.09 Receita da Dívida Ativa Não Tributária Receita da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista 162 P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .06.04 1932.01.01.00 1931.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita da Dívida Ativa de Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações Receita da Dívida Ativa Decorrente da Taxa de Fiscalização – TAFIC Receita da Dívida Ativa da Taxa de Saúde Suplementar Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos – Principal P P P P P P P 00 12 00 12 27 74 78 74 74 00 74 75 00 74 75 1931.01.00 1931.03 1932.36.99.00 1931.01 1931.01.09.

01.17 1932.99 1932.01.01.14 1932.15 1932.01.11 1932.16 1932.01.01.00 1932.01.1932.02.00 1932.01.21 1932.03.19 1932.00 00 53 13 .20 1932.01. Recursal e Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária .04.01.01.12 1932.02 P P 1932.18 1932.01.13 1932.01.22 1932.01.10 1932.Parcelamentos Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa do Salário-Educação Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira 163 P P P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 53 1932.02.02.01 Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.

00 P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 74 .07.00 1932.02 P 1932.06 1932.07.05.05 1932.02 P 1932.03 1932.04.06.01 P 00 51 00 51 1932.07.06.00 1932.02 1932.07.00 1932.08.04.05.07.1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1932.05.07.01 Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira – Principal P 00 55 79 00 55 79 1932.01 Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Receita da Dívida Ativa das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas 164 P 00 40 00 40 1932.06.07.04 1932.01 1932.

00 Receita da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Receita da Dívida Ativa de Aluguéis Receita da Dívida Ativa de Foros Receita da Dívida Ativa de Taxa de Ocupação Receita da Dívida Ativa de Arrendamento P P P P P P 1932.00 1932.18.16.12.00 1932. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.01 Receita da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00 1932.13.09.20.00 1932.15.11.14.00 Receita da Dívida Ativa de Laudêmios Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições P 00 35 72 00 50 00 50 00 50 00 50 86 00 1932. Gás Natural e Álcool Carburante – Principal 165 P 00 50 72 00 50 72 00 74 84 84 P P P 00 .10.01 Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal P 1932.16.00 1932.00 1932.16.1932.00 1932.00 1932.17.00 1932.19.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa de Outras Contribuições P 1932.00 1932.20.

02 P P P 1932.00 1932.00 1932.00 1932.11 1932.00 1932.01 1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.26.21.30.00 1932.21.00 1932.31.00 1932.25.32.21.00 1932.00 1932.21.22.29.00 P P P P P P P P 1932.27.00 1932.04 1932.21.28.00 P P P P P .00 1932. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Exploração de Recursos Minerais Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Receita da Dívida Ativa da Receita decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica 166 P 00 11 29 41 29 41 74 41 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30 50 74 34 74 74 1932.23.24.20.05 1932.33.

44.36.45.00 1932.00 1932.00 P P 1932.40.35.41.00 1932.1932.00 1932.00 1932.00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração – Contrato Administrativo Receita da Dívida Ativa de Reposição ou Indenização de Servidor Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Erário P P P P P 74 54 56 00 74 00 74 00 544 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 16 50 74 00 16 50 74 75 74 1932.46.00 1932.42.38.39.00 Receita da Dívida Ativa de Outros Serviços P 1932.34.00 Receita da Dívida Ativa do Ressarcimento ao Erário Decorrente de Decisão do Tribunal de Contas da União Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Sistema Único de Saúde Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração da Ordem Econômica Receita da Dívida Ativa por Multa de Trânsito Receita da Dívida Ativa de Multa por Infração à Lei Complementar nº 109/01 – Previdência Privada Receita da Dívida Ativa por Infração Administrativa P P P P 1932.37.43.00 1932.00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar 167 P .00 1932.

03 1990.05.03.99.03.05 1990.02 Receita de Ônus de Sucumbência P 1990.02.04 Receita de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Alienação de Bens Caucionados Receita de Alienação de Bens Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins Receita de Valores Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins (1) (I) Produto de Depósitos Abandonados (Dinheiro e/ou Objetos de Valor) P P P 1990.03.00 P P 1990.01 Previdência Privada Complementar Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas – Principal P 1932.00 1990.00 1990.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas P 00 50 74 00 50 74 00 00 50 57 00 50 57 00 39 50 39 50 50 39 50 39 00 39 50 50 1990.03.00 1990.03.99.1932.04.03.99.01.00.02.00 Receita de Bens e Valores Perdidos em Favor da União 168 P .01 Receitas Diversas Receita de Parcelamentos – Outras Receitas Receitas de Ônus de Sucumbência de Ações Judiciais Receita de Honorários de Advogados P P 1990.00 1932.00 1990.02 1990.02.01 Receita Decorrente de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Leilões de Mercadorias Apreendidas P 1990.

22.00.00 2111.00 1990.96.00 1990.00 1990.00 1990.00 1990.00 Outras Receitas Eventuais Outras Receitas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal P P F 43 61 169 .00 Receita Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e pela Indústria Cinematográfica Receita de Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Demais Receitas para o Desenvolvimento do Desporto Receita de Participação do Seguro DPVAT – Sistema Nacional de Trânsito Reserva Global de Reversão Recolhimento do Beneficiário ao Fundo de Saúde Militar Contribuição Voluntária – Montepio Civil Receita de Seguros decorrente da Indenização por Sinistro Receita da “Terceirização” da Folha de Pagamento dos Agentes Públicos Receita de Leilão para Pagamento da Folha de Benefícios Receita de Leilão de Cotas de Importação Recolhimento e Transferência de Depósitos Judiciais e Extrajudiciais Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes Vedadas (1) (I) Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes não Identificadas (1) (I) Receita de Variação Cambial P P P P P P P P P P P P 50 86 50 50 50 50 17 50 00 50 50 50 86 00 P P F 00 00 00 48 49 00 50 00 50 1990.00 2110.23.16.02 1990.07.98.25.1990.00 1990.26.20.00 1990.00 1990.00.00 2100.01 1990.18.00 1990.00 2111.26.24.00.00 1990.08.00.21.00 1990.00 1990.26.00 2000.19.00 1990.01.00 1990.99.06.

00 2120.02.00 2114.02 2212.00.00.00 2119.02.00.00 2200.00 2211.00 2122.00 2112.00 2210.00.00.00 2111.00.2111.03.01.00.01.00.00 2212.03 Alienação de Estoques Alienação de Estoques da Política de Garantia de Preços Mínimos – PGPM Alienação de Estoques Reguladores – PGPM Alienação de Estoques Estratégicos – PGPM Alienação de Estoques Destinados a Vendas em Balcão – PGPM 170 F F F F .00 2123.00.00 Títulos da Dívida Agrária – TDA Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento – FND Empréstimos Compulsórios Operações de Crédito Internas – Contratuais Outras Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Título de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Créditos Externas – Contratuais Outras Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Títulos Mobiliários F F F P F F 67 64 44 65 00 46 47 46 47 F F F F 43 44 48 49 48 49 00 50 00 50 71 87 60 80 60 80 60 80 60 P P 2212.01.00 2122.00 2122.00.01.00.01 2212.00.00 2212.00 2129.01.00 2113.

00 2212.01 2212.01 Alienação de Estoques Comerciais e Sociais – Comercialização Alienação de Estoques Destinados a Programas Sociais e Institucionais – Comercialização Alienação de Estoques por Atacado – Comercialização Alienação de Estoques Adquiridos em Consignação – Comercialização Alienação de Estoques do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Alienação de Estoques Adquiridos para Combate à Fome e Segurança Alimentar Alienação de Estoques Adquiridos da Agricultura Familiar Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Alienação de Estoques do Tesouro Afetos ao FUNCAFÉ Alienação de Estoques Próprios do FUNCAFÉ Alienação de Animais Reprodutores e Matrizes Alienação de Veículos Alienação de Móveis e Utensílios Alienação de Equipamentos Alienação de Outros Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Alienação de Imóveis Rurais para Colonização e Reforma Agrária P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 79 50 50 60 50 50 00 50 00 50 00 50 00 50 00 32 50 2212.09.09.00.80 2212.03.02 2214.01.00.03.02.00.03 2212.00.03.00 2215.07.09.07.00 2217.00 2219.00 2216.00.07.00 2222.00 2212.00.00 Alienações de Bens Imóveis de Domínio da União Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Útil P P 00 62 00 62 171 .00.02 2212.00 P 2222.00 2221.00.01 2212.00 2222.03.02 2212.00 2212.00 2220.

00 2300.03.00 2300. e dos Vinculados ou Incorporado do FRHB.00 Amortização de Empréstimos – Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazo Amortização de Empréstimos – Programa das Operações Oficiais de Crédito Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Empréstimos – em Contratos Amortização de Financiamentos 172 F F F .00 2300.01 2300.00 2300.00.30.00.70.00 2223.2222.00.70.20.04.00 Amortização de Empréstimos Amortização de Empréstimos – BEA/BIB Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Amortização de Empréstimos – Estados e Municípios F F F F 59 71 59 60 73 71 59 60 59 80 2300.00 2300.40.20.00 2300.20.00 Alienação de Imóveis Rurais P 2225.02 2300.02 2300.00. situados no Distrito Federal Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Direto Alienação de Embarcações P P P 2224.00 Receita da Alienação de Bens Imóveis Residenciais de Propriedade da União.80.00 Alienação de Imóveis Urbanos P 2229.10.50.00 Alienação de Outros Bens Imóveis P 62 00 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 71 2300.00.00 2222.

80.00.02 2300.00.80.00 2474.00 2440.00 2472.00.99.03 2300.00 2422.99.00 2423.04 2300.00.00.80.00.00.00.00 2422.00 Transferências de Capital Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Outras Instituições Públicas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas 173 P 00 96 00 96 00 96 95 96 00 96 81 81 81 81 94 94 94 P P P P P P P P P P P P .01 2300.00.00.00 2460.00.00.99.00 2481.00 2450.00.00 Amortização de Financiamentos de Bens Amortização de Financiamentos de Projetos Amortização de Financiamento do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES Amortização de Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Amortização de Empréstimos Diversos F F 80 60 80 80 60 59 60 63 80 F F F 2400.80.00.00 2470.2300.00 2471.00 2423.00.00 2480.00.00 2420.00.00 2430.00 2473.00 2482.00 2483.

00. de 30 de julho de 2010.00 2530.00.00.00.00.00.00 2500.00 2590. LEGENDA 18 (I) = Inclusões.00 2530.00.00. (E) = Exclusões.00 2522.00 2540. 174 .10.00. (A) = Alterações I E A (1) Portaria SOF nº 90.00 2550.2484. (2) Portaria SOF nº 111.00 2521.00.00 Provenientes de Depósitos Não Identificados Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Integralização com Recursos do Tesouro Nacional Integralização com Recursos de Outras Fontes Resultado do Banco Central do Brasil Resultado do Banco Central – Operações com Reservas e Derivativos Cambiais Resultado do Banco Central – Demais Operações Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa Proveniente de Amortização de Empréstimos e Financiamentos P 94 F F F F F F 80 80 52 52 88 59 60 71 73 80 89 50 60 00 50 2560.00 Receita da Dívida Ativa da Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Outras Receitas P P RP = Identificador de Resultado (P = Primário e F = Financeiro).00 2520. de 15 de setembro de 2010.20.00 2530.

00. publicada no D.30 1112.04.4. de 4 de maio 2001.00 1111.O.00 1112.00 1112. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.br/bib/legislacao/bib/legislacao/portarias_sof. Seção 1.00.10 1112.20 1112.04.00 1113.pdf 175 .00 1112.01.2.00 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Retido nas Fontes Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Bens e Direitos Imposto sobre Transmissão "Inter Vivos" de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados o 18 19 As portarias indicadas podem ser encontradas no endereço eletrônico: https://www.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501.05. de 7 de maio de 2001.00 1112. CÓDIGO 1000. Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal.planejamento.00.08.04.portalsof.00. n 87-E. Estadual e Municipal Anexo I da Portaria Interministerial nº 163.00 1112.U.html Portaria Interministerial nº 163.00.6.00 1113.02.02.00.04.portalsof.00 1111.00 1110.07.00 1111.planejamento.00 1112.01.gov.01.gov.00 1100.00 1112. páginas 15 a 20 – 19 Atualizado.

00.00.00 1510.00.00 1210.00 1220.CÓDIGO 1113.00.00.00 1500.00 1122.00.00 1330.00 1310.00.00 1113. Câmbio e Seguro.00 ESPECIFICAÇÃO Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação Imposto sobre Operações de Crédito.02.00.00 1721.00 1390.00 1120.00 1200.03.00 1520.00.00 1410.00 1121.00.00.00.00 1420.00 1600.00.00.00 1720.00 1130.00 1300.00.00 1710.00.00.00.00 1320.00 1530.00.00 1230.00.00.00 1115.00.00 1400.00.00 1113.00.00 1700.05.00 1490.00.00.00. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Impostos Extraordinários Taxas Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico Contribuições para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Receita de Serviços Transferências Correntes Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União 176 .

01.01.09.01.05 1721.00 1730.00 1750.157.00.00 1721.00. I.00 1740.01.04 1721.99 1722.FUNDEF (1)(I) Transferências de Recursos da Complementação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF (1)(I) Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas Correntes 177 .09. n 87/96 Complementação da União ao Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1) (E) Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Transferências Multigovernamentais (1)(I) Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério .30 1721.01.00.01.00 1724.00 1724.12 1721.00 1723.00.32 1721.01.00 1724. Câmbio e Seguro.00.C.10 1721.02.01.00 1722.02 1721.L.00 1760.01.09. da Constituição) (1)(E) Cota-Parte do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados – Estados Exportadores de Produtos Industrializados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Cota-Parte da Contribuição do Salário-Educação Cota-Parte do Imposto sobre Operações de Crédito.Comercialização do Ouro Outras Transferências da União o Transferência Financeira .01 1721.01 1721.01.00 ESPECIFICAÇÃO Participação na Receita da União Cota-Parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios Transferência do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes (art.20 1721.00.09.01.20 1722. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários .CÓDIGO 1721.09. I e 158.01.00 1900.00.00.00 1722.00 1721.

09.00.00.00.00 2210.99 2422.00 1932.00.00.L.00. n 87/96 (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Outras Transferências dos Estados 178 .00 1990.00.00 2421.00.80.00.09.00 2200.00 2422.00 2220.00 1921.00 2110.00.00 1940.00.00 2400.00 2410.00.01.00 2421.00.00 2120.00 1920.00.70.00 2100.00.00 2421.00 1922.00 2420.09.00 1931.01.09.00.00 ESPECIFICAÇÃO Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Indenizações Outras Indenizações Restituições Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa Não-Tributária Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Amortização de Déficit Atuarial do RPPS.00.CÓDIGO 1910.C.00 2300.00.00.00 1930.00.00.00 2422.09.00 2000.00 2421.01 2421.00 2300.00 2300. (4) (I) Receitas Diversas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Amortização de Empréstimos Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Financiamentos Transferências de Capital Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União Participação na Receita da União Outras Transferências da União o Transferência Financeira .00.00 1921.

de 28 de agosto de 2001 (2) Portaria Interministerial STN/SOF nº 519.00 2520. de 27 de novembro de 2001 .00.O.00.00. de 28 de novembro de 2001 (3) Portaria Interministerial STN/SOF nº 338.00.D.O.U.O.D.CÓDIGO 2423. (E) = Exclusões.O.U. de 19 de agosto de 2010 .00.00 8000. (A) = Alterações I E A (1) Portaria Interministerial STN/SOF nº 325.U.00 7000. de 28 de abril de 2006 (4) Portaria Interministerial STN/SOF nº 2.00.00 2430.00 Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Outras Receitas Receitas Correntes Intra-Orçamentárias (3)(I) Receitas de Capital Intra-Orçamentárias (3)(I) ESPECIFICAÇÃO LEGENDA: LEGENDA: (I) = Inclusões. 179 .00.00 2590.00.00. de 27 de agosto de 2001 .00 2440. de 26 de abril de 2006 .D.00 2500. de 23 de agosto de 2010.00.00 2450.D.U.00 2470.

Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Contribuições Patronais Sentenças Judiciais Portaria Interministerial nº 163.00 3.Pessoal Civil Vencimentos e Vantagens Fixas .67.90.1.00 3.00 3.portalsof.00 3.1.01.1. publicada no DOU de 23.1.1.00 3.Pessoal Militar Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.00 3.1. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.96.1.16.00 3.00.00 3.00 3.00 3.00 3.Pessoal Civil Outras Despesas Variáveis .08.00 3.00 3.00 3.99.00 20 o DESCRIÇÃO DESPESAS CORRENTES PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil Obrigações Patronais Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Vencimentos e Vantagens Fixas .12.91.80.11.1.planejamento.90.80.pdf Atualizado: Portaria Conjunta STN/SOF n° 2.13.90.00.00 3.00 3.1.00 3.1.00 3.91.90.30.09.71.92.03.90.00 3.00 3.90.91.1. páginas 15 a 20 (e suas atualizações).99.04.00 3.gov.11.1.04.1.1.pdf 180 .00 3.1.90.00 3.71.80.90.gov.30.90.99.08.00 3.71.1.1. CÓDIGO 3.00 3.1.1.00 3.00 3.1.07.71.Orçamento Federal 6.1.30.planejamento. de 19 de agosto de 2010. Seção 1.90.1. de 4 de maio 2001.1.5.17.00 3.13.13.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOFSTN_163_040501.00 3.00 3.00.00.0.91.41.90.90.1.90.00 3.90.00 3.portalsof.00. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA Anexo III da Portaria Interministerial 163.90.1. publicada no DOU n 87-E.1.00 3.1.1.br/bib/legislacao/portarias/PtrConjunta_sof_stn_2_de_190810.91.04.1.1.71.00.00 3.1.Pessoal Militar Obrigações Patronais Outras Despesas Variáveis .99.1.94.90.00.91.1.00.2010 https://www.96. de 7 de 20 maio de 2001.90.1.00.90.

99.99.91.3.99.2.00 3.00 3.22.30.81.2.90.00 3.3.2.3.3.99.90.00 3.22.00 3.3.3.3.2.41.00 3.22.3.00.31.3.3.00 3.3.00 3.91.21.3.1.Pessoa Jurídica 181 .00 3.00 3.92.90.32.00 3.2.3.30.00.32.3.Civil Material de Consumo Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .20.00.00 3.3.00 3.20.00 3.91.00 3.00.00 3.99.1.96. Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar OUTRAS DESPESAS CORRENTES Transferências à União Contribuições A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Diárias .99.2.35.20.00 3.00 3.99.2.2.36.99.3.00 3.90.92.1.3.32.22.00 3.00 3.99.00 3.41.3.00 3.1.23.00 3.31.30.00 3.91.39.00 3.3.00.00 3.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .20.2.39.00 3.00 3.90.3.3.00 3.00 3.Orçamento Federal CÓDIGO 3.36.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .00 3.33.3.00.00 3.00 3.00 3.22.35.90.93.99.3.90.31.32.90.00 3.00.99.30.32.00 3.00 3.30.32.3.00 3.22.31.92.24.32.18.00.90.3.30.1.00 3.Pessoa Jurídica A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .1.00 3.22.41.2.00.00 DESCRIÇÃO Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar A Definir A Classificar JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA Aplicações Diretas Juros sobre a Dívida por Contrato Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Juros.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .3.00.00 3.94.43.30.00 3.2.22.2.32.91.99.00 3.00 3.14.00 3.32.2.3.14.00.25.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Diárias .90.3.00 3.00.3.

99.99.50.14.99.41.00 3.42.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Sociais Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Subvenções Econômicas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições A Classificar 182 .3.00 3.45.00 3.99.81.47.00 3.00 3.00 3.3.3.00.3.3.00 3.00 3.3.00 3.00 3.00 3.3.47.3.39.42.00 3.00 3.00 3.3.50.00 3.50.43.35.00 3.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .42.42.41.00.70.3.3.3.40.3.3.00 3.14.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Premiações Culturais.99.3.00 3.3.3.60.41.00.00 3.92.3.50.3.36.3.42.40.3.40.92.00 3.00 3.30.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias . Desportivas e Outras Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .3.40.50.00 3.3.00 3.00 3.42.50.3.99.00 3.33.18.92.42.00 3.31.92.00 3.36.32.00 3.3.70.41.00 3.99.3.3.42.32.3.00.00.00 3.3.00.00 3.00 DESCRIÇÃO Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Municípios .Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .3.50.42.60.70.18.39.50.41.32.3.3.50.3.00 3.00 3.41.41.41.47.60.00 3.50.3.32.00 3.00 3.00 3.00 3.3.35.3.00 3.00 3.50.40.3.60.20.3.3.00 3.42.3.00 3.33.50.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .3.3.3.30.42.00 3.50. Artísticas.41.3.93.00 3.00 3.93.50.50.3.3.43. Científicas.Orçamento Federal CÓDIGO 3.42.00 3.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .92.3.00 3.60.3.

00 DESCRIÇÃO Transferências a Consórcios Públicos Contratação por Tempo Determinado Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .00 3.00 3.00 3.01.00 3.90.3.90.00 3.28.00 3.34.Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio-Fardamento Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obrigações Decorrentes de Política Monetária Encargos pela Honra de Avais. Artísticas.90.90.00 3.00 3.80.71.26.00 3.00 3.35.99.90.90.30.71.36.3.3.00 3.3.00 3.08.71.37.00 3.3.00.80.90.80.80.00 3.71.92.3.04.3.3.90.80.90.00 3.00 3.3.00 3.3.00 3.80.3.3.90.90.30.04.90.3.71. Desportivas e Outras Material de Distribuição Gratuita Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .3.3.00 3.18.33.3.15.3.90.3.90.00 3.00 3.47.00 3.3.3.00 3.72.Civil Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros . Seguros e Similares Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Premiações Culturais.00 3.90.05.00 3. Científicas.3.90.90.00 3.36.00 3.3.00 3.80.37.3.33.99.03.34.3. Garantias.80.3.3.10.90.3.00 3.00.3.90.3.35.99.3.00 3.06.3.30.3.00 3.39.3.80.3.3.3.3.00 3.71.00 3.90.3.29.72.04.00 3.Pessoa Jurídica Contribuições Obrigações Tributárias e Contributivas A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado Diárias .00 3.80.Civil Diárias .00 3.90.00 3.3.80.00 3.14.00 3.80.Pessoa Física Locação de Mão de Obra 183 .27.90.3.32.90.90.20.00 3.3.90.00 3.00 3.3.19.3.80.90.00.00 3.00 3.00 3.71.31.Orçamento Federal CÓDIGO 3.3.3.39.00 3.41.Pessoa Jurídica Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Outros Benefícios Previdenciários Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Outros Benefícios de Natureza Social Diárias .00.41.09.3.00 3.3.14.3.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .

00 3.52.3.20.3.30.91.45.00.00 4.00 3.00 3.38.3.3.90.91.20.91.4.90.00 3.3.00 4.4.00 3.91.00 4.00 3.91.67.90.00.00 3.00 3.90.97.00 4.00 3.90.3.00 3.00 3.00.3.04.99.92.00 3.00 3.3.90.93.00 3.90.3.00 3.99.4.51.3.4.3.28.22.00 3.00 3.3.22.3.00 3.91.41.90.3.22.3.30.47.91.30.4.00 3.00 DESCRIÇÃO Arrendamento Mercantil Outros Serviços de Terceiros .47.92.22.49.42.99.3.91.4.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Produtos para Revenda Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS A Classificar A Definir A Classificar DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS Transferências à União Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios 184 .41.00 4.00 3.4.00 4.00 4.91.3.99.91.00 4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Material de Distribuição Gratuita Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .93.3.32.00 3.99.4.3.35.90.3.00 3.20.3.0.00 3.00 4.00.00 3.91.46.91.91.00 4.30.29.3.91.91.Orçamento Federal CÓDIGO 3.90.3.4.00 3.3.00 3.39.48.99.93.95.96.20.22.91.90.3.00 4.3.92.00 3.3.41.00 4.3.00 4.3.00.99.3.4.91.4.22.00 3.00 4.3.42.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Econômicas Auxílio-Alimentação Obrigações Tributárias e Contributivas Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Auxílio-Transporte Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.90.3.00.00 3.00.00.00 3.4.90.62.91.4.00.00 4.00 3.39.90.4.

42.14.14.42.70.99.4.00 4.4.60.99.71.70.00 4.00 4.4.32.52.00 4.52.00.50.4.50.39.00 4.41.4.00 4.32.4.41.50.00 4.50.00 4.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Municípios .00 4.00 4.00 4.00 4.51.4.4.31.50.71.51.41.00 4.41.40.93.42.99.00 4.Civil Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .00 4.42.00 4.71.4.60.4.00 4.4.4.20.99.52.00.4.4.00.60.32.42.40.00.41.00 4.00 4.71.Pessoa Jurídica Contribuições Auxílios Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Outros Serviços de Terceiros .92.4.4.4.30.00 4.00 4.42.00 4.4.32.42.4.00 4.4.31.00 4.4.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .42.4.36.Orçamento Federal CÓDIGO 4.00 4.00 4.32.32.47.4.4.42.4.4.4.50.32.00 4.99.00 4.4.50.00 4.31.00 4.00 4.42.39.00 4.00.92.60.00.00.00.4.50.4.50.00 DESCRIÇÃO A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .40.00 4.4.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias .4.4.4.00 4.4.00 4.52.4.4.42.4.71.00 4.50.41.70.41.99.4.99.4.4.4.4.00 4.00 4.99.00 4.00 4.51.42.00 4.30.00 4.Civil Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .00.00 4.99.4.00 4.70.00 4.00 4.51.41.50.00 4.4.Pessoa Jurídica Contribuições Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente 185 .40.4.4.4.

00 4.90.47.00 4.99.4.72.90.00 4.32.4.90.90.5.51.4.91.4.00 4.00 4.30.Civil Diárias .72.00 4.4.30.00.4.00 4.42.4.4.90.00 4.4.5.52.00 4.91.47.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .4.39.41.4.00 4.4.00.00 4.00 4.91.61.90.80.00 4.00 4.4.71.4.4.15.30.00 4.00 4.41.17.91.42.99.00.51.30.00 4.00 4.4.99.4.00 4.5.00 DESCRIÇÃO A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contribuições Auxílios Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Aplicações Diretas Contratação por Tempo Determinado Diárias .14.00 4.4.37.91.99.00 4.00.00.00 4.00 4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Outros Serviços de Terceiros .00 4.90.4.80.91.4.00.33.4.99.90.39.00 4.00 4.00 4.4.92.91.90.18.5.36.4.4.4.90.5.90.80.4.5.90.90.00 4.4.80.00 4.00 4.90.00 4.5.00 4.00 4.00 4.91.99.00.90.90.90.20.4.4.Orçamento Federal CÓDIGO 4.00 4.04.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Sentenças Judiciais A Classificar A Definir A Classificar INVERSÕES FINANCEIRAS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Aquisição de Imóveis Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 186 .91.4.00 4.4.99.00.64.5.00 4.51.35.32.00 4.00 4.Pessoal Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .52.61.52.00 4.80.Militar Outras Despesas Variáveis .4.00 4.4.4.4.00 4.30.4.90.90.99.4.4.00 4.90.90.32.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Aquisição de Imóveis Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.80.4.00.00 4.00 4.99.00 4.93.

90.67.32.00 4.99.66.00 4.00.00 4.5.00 4.90.00 4.90.99.00 4.00 4.00.00 4.00 4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Concessão de Empréstimos e Financiamentos Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar A Definir A Classificar AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA Aplicações Diretas Principal da Dívida Contratual Resgatado Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da Receita Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 187 .90.40.80.66.91.62.5.00.5.90.00 4.00 4.6.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.5.50.6.91.00.00.5.6.00 4.61.5.6.00 4.90.62.5.5.42.5. Garantias.92.99.5.91.64.50. Seguros e Similares Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Aquisição de Títulos de Crédito Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.5.00 4.5.71.00 4.99.99.00 4.73.6.5.91.5.90.00 4.5.5.5.92.75.99.5.00.Orçamento Federal CÓDIGO 4.27.5.00.40.00 4.99.90.6.90.50.80.00 4.6.5.00 4.90.90.5.40.66.5.66.5.99.90.00 4.00 4.41.00 4.90.00 4.00 4.32.5.90.91.90.91.90.91.90.00 4.65.00 4.90.00 4.47.00 4.77.5.90.6.00.61.5.42.74.76.00 4.00 4.00 4.00 4.00 DESCRIÇÃO Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências ao Exterior Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Aplicações Diretas Encargos pela Honra de Avais.5.80.63.32.5.5.72.00.00 4.91.5.90.90.5.00.5.5.00 4.5.65.93.91.5.00 4.00 4.6.91.5.00 4.40.99.5.66.

90.93.99.00 9.00 4.00 4.00 4.00 4.92.90.6.90.99.99.6.6.00 4. LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO Localizações Padronizadas (uso da SOF) CÓDIGO 0001 0002 Nacional No Exterior TÍTULO SIGLA NA EX Regiões Geográficas (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0010 0020 0030 0040 0050 TÍTULO Na Região Norte Na Região Nordeste Na Região Sudeste Na Região Sul Na Região Centro-Oeste SIGLA NO NE SD SL CO 188 .99.6.Orçamento Federal CÓDIGO 4.9.6.6.6.99.90.99 Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar Reserva de Contingência DESCRIÇÃO 6.99.91.00.

Orçamento Federal Estados da Federação (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0011 0012 0013 0014 0015 0016 0017 0021 0022 0023 0024 0025 0026 0027 0028 0029 0031 0032 0033 0035 0041 0042 0043 0051 0052 0053 0054 TÍTULO No Estado de Rondônia No Estado do Acre No Estado do Amazonas No Estado de Roraima No Estado do Pará No Estado do Amapá No Estado do Tocantins No Estado do Maranhão No Estado do Piauí No Estado do Ceará No Estado do Rio Grande do Norte No Estado da Paraíba No Estado de Pernambuco No Estado de Alagoas No Estado de Sergipe No Estado da Bahia No Estado de Minas Gerais No Estado do Espírito Santo No Estado do Rio de Janeiro No Estado de São Paulo No Estado do Paraná No Estado de Santa Catarina No Estado do Rio Grande do Sul No Estado de Mato Grosso No Estado de Goiás No Distrito Federal No Estado de Mato Grosso do Sul SIGLA RO AC AM RR PA AP TO MA PI CE RN PB PE AL SE BA MG ES RJ SP PR SC RS MT GO DF MS 189 .

IDENTIFICADOR DE USO Conforme § 11 do art. 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida de empréstimos do Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento . aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV do LDO 2011 Primária discricionária. IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA Conforme § 4º do art. assim consideradas aquelas não incluídas na Seção I do Anexo IV do LDO 2010 Despesa primária discricionária relativa ao Programa de Aceleração do Crescimento . ou seja.BIRD Contrapartida de empréstimos do Banco Interamericano de Desenvolvimento .Orçamento Federal 6.8. 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 Financeira Primária obrigatória.7.PAC Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário. DESCRIÇÃO 2 3 4 190 .BID Contrapartida de empréstimos por desempenho ou com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações 6.

de 23.portalsof.214 de 26 de janeiro de 2010 (LOA 2010).pdf (Publicada no DOU de 23/03/1964) http://www.4.br/sof/2010/Lei_12214_loa_de_26_01_10. Lei nº 11.portalsof. Comentário . https://www.Lei 4.gov. dos Estados.653 de 7 de abril de 2008 (PPA 2008-2011).gov.pdf Lei de Responsabilidade Fiscal – Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências.gov.64 e 3.180 de 6 de fevereiro de 2001. https://www.planejamento. Lei nº 10.portalsof. e dá outras providências.3.5.portalsof.br/bib/legislacao/constituicao. retificação no DOU de 9. de 4 de maio de 2000 https://www. de 25 de fevereiro de 1967.br/bib/legislacao/lei_resp_fiscal/LRF. https://www.64 – 5.320/1964 https://www.planejamento.309 de 9 de agosto de 2010 (LDO 2011).pdf Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal.pdf Dispõe sobre a organização da Administração Federal.gov.portalsof.planalto. de Administração Financeira Federal.planejamento.portalsof.gov.planejamento.pdf Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2010.O.planejamento.portalsof.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/lei_e_financa LEIS ORDINÁRIAS 12.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Decreto_lei_200_de_25021967. de 17 de Março de 1964 https://www.planejamento.pdf Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2011 e dá outras providências.br/bib/legislacao/outrasleis/LEI_N_4320_DE_17_DE_MARCO_DE_1 964.64) Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União.br/sof/orc_2011/Lei_12. Artigos 165 a 169 https://www.planejamento.portalsof.pdf Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011. Decretofevereiro Decreto-Lei nº 200.gov.gov. https://www.gov.309_090810. LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 – Seção II – DOS ORÇAMENTOS. dos Municípios e do DF.pdf/ LEIS COMPLEMENTARES 101.gov.htm (Este texto não substitui o publicado no D.br/ccivil_03/Leis/L4320. Lei nº 4320. 191 .6. Lei Complementar nº 101.Orçamento Federal 7.U. https://www. estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.planejamento. 2010 201 Lei nº 12.planejamento.portalsof. de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_11653_de_070408. 12 2010 2010 10) Lei nº 12.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_10180_de_060201.gov.1964. 2008-2011).

atividade.planejamento.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por fontes de recursos.pdf Altera os arts. de 4 de maio de 2001 https://www. de 13 de janeiro de 2010 https://www.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na Lei Orçamentária de 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências. e dá outras providências.gov.planejamento. Estados. 7.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_de_170210. Portaria MOG nº 42. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210. e dá outras providências.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501. no exercício de 2010.portalsof. 11 2010 Portaria SOF nº 1. estabelece os conceitos de função. 2º e § 2º do art. ambos da Lei nº 4. Portaria SOF nº 1. de 30 de maio de 2010 https://www.portalsof.063. Orçamento e Gestão.br/bib/legislacao/portarias_sof. estabelece o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2010.portalsof. programa.094. 17 2010 Portaria SOF nº 4.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita.portalsof.pdf Estabelece procedimentos para a solicitação de créditos adicionais destinados ao pagamento de sentenças judiciais no âmbito das empresas estatais dependentes.portalsof. subfunção.Orçamento Federal DECRETOS 7.planejamento.gov. VII. e dá outras providências. de 3 de fevereiro de 2010.planejamento.portalsof.br/sof/conheca_sof/competencia (Resumo competência) Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério do Planejamento. 8º.html Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita para aplicação no âmbito da União.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_09_270601.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias.gov. 192 .br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_01_190201. Portaria SOF nº 9.gov.gov.pdf Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. operações especiais.planejamento.htm Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam o inciso I do § 1o do art. de 27 de junho de 2001 https://www.planejamento. de 17 de fevereiro de 2010 https://www. VIII. de 14 de abril de 1999 http://www.gov.planejamento. II.063. de 17 de março de 1964.gov. maio Decreto nº 7.189 89.gov. PORTARIAS ESPECÍFICAS DO MP E MF Portaria SOF nº 5. IX e X do Decreto no 7. projeto.gov.portalsof.planejamento.320. de 19 de fevereiro de 2001 https://www.br/orcamento/conteudo/legislacao/portarias/portaria_42_14_04_99. Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. Portaria SOF nº 18.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_01_1_de_110110. Distrito Federal e Municípios e dá outras providências.planejamento. e dá outras providências. de 13 de abril de 2010 https://www. que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira.planejamento.portalsof.br/bib/legislacao/decretos/Decreto_7189_de_300510. de 11 de janeiro de 2010 https://www.189. Decreto nº 7. 2º e 8º e os Anexos I.portalsof.gov.

5.3.309.Orçamento Federal Portaria SOF nº 51. VERSÕES 2011 8. de 14 de abril de 1999. Portaria SOF nº 37. de 30 de julho de 2010. de 19 de agosto de 2010: Altera a Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. Versão 2011 .planejamento.gov. de 16 de novembro de 1998 https://www. DOU. de 16 de agosto de 2007. Portaria SOF nº 41.portalsof.gov. 193 .4. Portaria SOF n 90.Publicação da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2011: Lei nº 12.pdf Institui o Subsistema de Cadastro de Programas e Ações do SIDOR.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_51_161198. 8.Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 111.Publicação da Portaria Conjunta STN/SOF nº 2. Versão 2011 . de 9 de agosto de 2010. de 14 de abril de 1999.br/bib/legislacao/portarias Altera o Anexo da Portaria MOG nº 42.1. https://www. de 18 de junho de 2010 (publicada em 29/06/2010. de 15 de setembro de 2010. 4/5/0 8. Versão 2011 . 8.portalsof.planejamento. Portaria SOF n 111.2. https://www.br/bib/legislacao/portarias Altera a denominação das subfunções 753 e 754 constantes do Anexo da Portaria MOG nº 42. 8. de 4/5/01. Versão 2011 Versão original. já com a inclusão da Portaria Conjunta STN/SOF nº 1. Versão 2011 .Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 90. e dá outras providências. 8. de 18 de agosto de 2008.gov. seção 1).portalsof.planejamento. divulgada em 30 de junho de 2010.

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