MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL

MANUAL TÉCNICO DE ORÇAMENTO

MTO
2011

Brasília Versão 2011 – 5

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br Secretaria de Orçamento Federal SEPN 516 .gov.portalsof. 189 p. Orçamento e Gestão. I. 2010.planejamento. Orçamento e Gestão PAULO BERNARDO SILVA Secretário Executivo JOÃO BERNARDO BRINGEL Secretária de Orçamento Federal CÉLIA CORRÊA Secretários Adjuntos CLAUDIANO MANOEL DE ALBUQUERQUE ELIOMAR WESLEY AYRES DA FONSECA RIOS GEORGE ALBERTO SOARES Diretores FELIPE DARUICH NETO JOSÉ GERALDO FRANÇA DINIZ BRUNO CÉSAR GROSSI DE SOUZA JOSE ROBERTO PAIVA FERNANDES JÚNIOR Equipe Técnica MÁRCIO LUIZ DE ALBUQUERQUE OLIVEIRA ÉMERSON GUIMARÃES DAL SECCHI FERNANDO MARQUES DA SILVEIRA FRANCISCO DAS CHAGAS RIBEIRO JOÃO BARBOSA FONTES MAURO MARQUES DE OLIVEIRA FILHO Capa SÉRGIO BEZERRA DA SILVA Informações: www.722 3 . Manual técnico de orçamento MTO. Elaboração de orçamento.Ministério do Planejamento. lote 8. 1. 2. Título.br Brasil. Brasília.121.Bloco D.gov. CDU: 336. Manuais.3(81) CDD: 331. Versão 2011. Orçamento e Gestão Ministro do Planejamento. Ministério do Planejamento. 70770524 – Brasília – DF ℡ (61) 2020-2480 Sugestões e/ou Críticas: mto@planejamento. Secretaria de Orçamento Federal.

o PORTARIA N 29. por meio do endereço http://www.br. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. de 12 de abril de 2007. FEDERAL. resolve: Art. que aprovou a Estrutura Regimental do Ministério do Planejamento.portalsof.1º Disponibilizar. 16.gov. o A SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL no uso das atribuições estabelecidas no art. inciso III. CÉLIA CORRÊA 4 . Art. no Portal SOF. Art. Orçamento e Gestão.planejamento. contendo as instruções para elaboração dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. a versão atualizada do Manual Técnico de Orçamento. do Anexo I do Decreto nº 6. 2º A partir da publicação desta Portaria. 1º será atualizado no Portal SOF sempre que necessário. DE 27 DE JUNHO DE 2007.081. o Manual de que trata o art.

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o então Presidente Juscelino Kubitschek. o leitor poderá fazer uso da nova versão do MTO sem prejuízo da informação. com o advento do início do processo de elaboração da proposta orçamentária para 2011. a capa retrata o fundador de Brasília. Nesse sentido. Além disso. Conforme proposição da Secretaria de Orçamento Federal – SOF. disponibilizamos a nova versão do MTO. o MTO será disponibilizado no Portal SOF. sempre coincidindo com o início do processo de elaboração da proposta orçamentária. o MTO revisto. Em comemoração aos 50 anos de Brasília. durante o segundo semestre do atual exercício e o primeiro semestre do exercício seguinte. tendo sempre o compromisso de tornar o orçamento mais transparente e participativo. Outros estudos atinentes aos processos orçamentários estão sendo elaborados pela SOF. a cada 12 meses o MTO será atualizado.APRESENTAÇÃO O Manual Técnico de Orçamento – MTO é um instrumento de apoio à consecução dos processos orçamentários da União. à medida que os processos orçamentários sejam atualizados ou a legislação seja modificada. CÉLIA CORRÊA Secretária de Orçamento Federal 6 . pois todas as atualizações serão incorporadas. permitindo assim maior acessibilidade e redução dos custos de impressão. Dessa forma. Conforme vem sendo apresentado desde 2006.

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......................2......................3 Classificações da Receita. .................................... Órgão Setorial ............................... ...................... Secretaria de Orçamento Federal...1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 .............1........................................................................84 4................... LISTA DE SIGLAS ........................ Diretrizes de Elaboração Orçamentária.....................................................1..3................................................................................25 2....................4............................ Objetivos ........ Componentes da Programação Física e Financeira....................... ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO .2......................71 3...............12 1.........................................................1...................... ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL .................................. Bases Legais.........................................1...............................................70 3.......................... Estrutura....... Unidade Orçamentária.......................................... 3........................................ Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial ...........................................................5.............................. O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS ..................................................................1....1.......................................................................................5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária..........7...................................3.......................................................................................3..............14 2..1............................ OBJETIVOS...............1.................3......1. OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA ...............................75 3.......77 3............24 2.........................................................................11 1..................1..............................................................................2....................................1...............70 3............................................................6......2.................1................................3.............................................................................. 1...................13 ORÇAMENTÁRIOS.33 2...............1 Direito Financeiro e Direito Tributário ...................73 3..................1.................... 83 4...............................................2.....................15 2...................................................1.........................2............ 11 1...........5..................33 2........................................................... Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho.....................89 8 .............................. Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal.....49 .........................................................2.................................................... Necessidade de Financiamento do Governo Central ........1.......... 4.. Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa.................................. 70 3... 5.................................................................................. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO .................... SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL..............................................................5............................ DESPESA ORÇAMENTÁRIA...88 4................4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária .....................................................................76 3.. A Estratégia para o Processo de 2011 ..82 ........................2............74 3..................1....5...............88 ........ DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA .......2........36 2....84 4....... 2.........14 2................................ INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL ..............83 4.................................. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial .............................................................................. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 .....1.......4..............77 3............. ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 ....................................................................................................................... FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ....................................75 3........................................2......... ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO ............................3..............1......................74 3...........1.....................................................14 2.........................................................................72 3..............3.... O Plano Plurianual ...........................................81 3................3................................................. AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL..............79 3........................... 14 2........................ .....1............1.5.................83 4.................... 89 5.....1.............. Contexto........................2 Princípios Orçamentários.........83 4......Sumário FEDERAL....1................2...........3.......................... RECEITA PÚBLICA...............

........................96 5............................112 6...92 5..3...2...................94 5..115 6.............193 8........193 8...... Versão 2011 ...............................................193 8............................................................................................... IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA...................... Versão 2011 ...............................................................................................193 8........1........................ Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal.........................................................1.. 97 6.............................................2.............115 6...............................................................................................................2.................................................8...........................................1........................................................................... Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal................................................ ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS .................................................. 8..................................................................97 6..................95 5...................4...................................................................... LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO........2...................................2.................... IDENTIFICADOR DE USO .........................180 6....................... CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA...................1.... ....6..................94 5............... Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas .................................3.............................................................................................. Versão 2011 ........................................................188 6............................................................................ Secretaria de Orçamento Federal...........193 9 .. CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL ................91 5...................... VERSÕES ............1....190 6...................92 5...............190 ..... 7.2. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas......................... 6................. A Estratégia para o Processo de 2010 ......4............................93 5................. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI ...................... PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO ... Especificação das Fontes ....................................................... Estadual e Municipal................93 5.. PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE..96 ...... O Plano Plurianual .....175 6...................................................................................................................................................... TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS ....... Diretrizes para as Alterações Orçamentárias .............................. Versão 2011 ...............................................2..........1................................................................ 193 8..............................1........................................ ......5....89 5...............................2........................1............................................3.....2............................1.............4.....4............................... 191 ....................................................................................................3........... Órgão Setorial ............................ ...................... CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS ... CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL .... CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA ................................. LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA .......3............109 6.....................5.......................... Versão 2011 .......112 6..........3........4............................................................................................7....................................5..........................................3.....................................................................................................................................................2.....1........ Unidade Orçamentária ......................5.......................................................................90 5....3.................UO ....

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SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORÇAMENTO FEDERAL 1.1.Orçamento Federal 1.Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais DOU – Diário Oficial da União FMI – Fundo Monetário Internacional FPE – Fundo de Participação dos Estados FPM – Fundo de Participação dos Municípios GPS – Guia da Previdência Social GRU – Guia de Recolhimento da União ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Idoc – Identificador de Operação de Crédito Iduso – Identificador de Uso IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores IR – Imposto de Renda LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias LOA – Lei Orçamentária Anual LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal NFGC – Necessidade de Financiamento do Governo Federal PAC – Programa de Aceleração do Crescimento PLDO – Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual PIS/Pasep – Programa de Integração Social RGPS – Regime Geral da Previdência Social RPPS – Regime Próprio de Previdência Social SAOC – Sistema Auxiliar de Operações de Crédito SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira SIDOR – Sistema Integrado de Dados Orçamentários SIGPLAN – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIOP – Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento 11 . LISTA DE SIGLAS ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias ARO – Antecipação da Receita Orçamentária BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento CF – Constituição Federal CTN – Código Tributário Nacional Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Darf – Documento de Arrecadação de Receitas Federais Dest .

no cumprimento de sua missão institucional.2.Orçamento Federal SOF – Secretaria de Orçamento Federal SPI – Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos STN – Secretaria do Tesouro Nacional UO – Unidade Orçamentária 1. bem como desenvolver e participar de estudos econômicos-fiscais. Orçamento e Gestão. ao acompanhamento da execução orçamentária. consolidar e supervisionar a elaboração da lei de diretrizes orçamentárias e da proposta orçamentária da União. sem prejuízo da competência atribuída a outros órgãos. como órgão específico e singular de orçamento do Órgão Central do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. e Corpo técnico e decisório imbuído da preocupação contínua e perseverante em responder às questões básicas do “porquê” e “para que” a alocação do recurso público. e Acompanhar e avaliar o comportamento da despesa pública e de suas fontes de financiamento. Informações estruturadas e instrumentos que possibilitem análises retrospectivas da execução orçamentária e análises prospectivas dessa execução no exercício em curso para subsidiar as decisões relativas à abertura de créditos adicionais e à fixação de referenciais monetários para o exercício seguinte. Orçamento e Gestão. fundamentado em mecanismos de articulação interna e externa. em articulação com a Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. observadas as diretrizes emanadas do Comitê de Gestão das Carreiras do Ministério do Planejamento. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. Proceder. Integração do acompanhamento da execução orçamentária à sistemática de elaboração. tem sido norteado por um conjunto de competências. 12 . a necessidade de: Coordenação efetiva do processo orçamentário. o Ministério do Planejamento. descritas no art. Estabelecer as classificações orçamentárias da receita e da despesa. Exercer a supervisão da Carreira de Analista de Planejamento e Orçamento. Estabelecer as normas necessárias à elaboração e à implementação dos orçamentos federais sob sua responsabilidade. de 13 de janeiro de 2010. 17 do Anexo I do Decreto nº 7. assim relacionadas: Coordenar. na dimensão técnica. Este trabalho pressupõe. Realizar estudos e pesquisas concernentes ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento do processo orçamentário federal. voltados ao aperfeiçoamento do processo de alocação de recursos. Orientar. coordenar e supervisionar tecnicamente os órgãos setoriais de orçamento.063. OBJETIVOS O trabalho desenvolvido pela SOF.

AGENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO FEDERAL A SOF tem entre suas atribuições principais a coordenação. quando dispõe que a LOA compreende: O orçamento fiscal referente aos Poderes da União. São eles os componentes naturais do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal. de modo a atender à necessidade de clareza e transparência orçamentária.Orçamento Federal 1. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. e O orçamento de investimento das empresas em que a União. da administração direta ou indireta. Distrito Federal e Municípios”. Essa missão pressupõe uma constante articulação com os agentes envolvidos na tarefa de elaboração das propostas orçamentárias setoriais das diversas instâncias da Administração Pública Federal e dos demais Poderes da União. detenha a maioria do capital social com direito a voto. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”. abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. órgãos e entidades da administração direta e indireta. compreendendo os orçamentos fiscal e da seguridade social. direta ou indiretamente. Um órgão orçamentário ou unidade orçamentária pode eventualmente não corresponder a uma estrutura administrativa. Esses agentes correspondem aos órgãos e entidades indicados pela Constituição. a consolidação e a elaboração da proposta orçamentária da União. “Operações Oficiais de Crédito”. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público. São exemplos dessa situação os órgãos orçamentários “Transferências a Estados. “Encargos Financeiros da União”. O orçamento da seguridade social. Esses órgãos e entidades constam dos orçamentos da União e são identificados na classificação institucional. 13 . que relaciona os órgãos orçamentários e suas respectivas unidades orçamentárias.3. seus fundos. existindo para individualizar determinado conjunto de despesas.

Estados. todas as receitas previstas e despesas fixadas. de 4 de maio de 2000 – LRF. econômico e urbanístico. Nesse ínterim. 24. Dessa forma.Orçamento Federal 2. II – orçamento. Compete à União. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário. CONCEITOS ORÇAMENTÁRIOS 2. na Lei nº 5. Estados.” 2. As normas básicas referentes ao Direito Financeiro e ao Tributário encontram-se na Constituição. Válidos para os Poderes Executivo. por isso. em cada exercício financeiro. a seguir. de 25 de outubro de 1966 – CTN. integram este Manual Técnico de Orçamento princípios orçamentários cuja existência e aplicação derivam de normas jurídicas. Distrito Federal e Municípios – com a finalidade de se evitar múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.1. de 17 de março de 1964. penitenciário.1.1 Direito Financeiro e Direito Tributário O Direito Financeiro tem por objeto a disciplina jurídica de toda a atividade financeira do Estado e. Princípio Orçamentário da Universalidade 1 1 Cada ente da Federação elaborará a sua própria LOA. 24 da Magna Carta brasileira. a fim de conferir racionalidade. de 1964.320. Legislativo e Judiciário de todos os entes federativos – União. devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a LOA . execução e controle do Orçamento Público. RECEITA PÚBLICA Direito 2. despesas e créditos públicos contidos na Lei Orçamentária e o Direito Tributário tem objeto específico: a disciplina jurídica de uma das origens da receita pública – o tributo. abrange receitas. de 24 de dezembro de 1986.872. 2º da Lei nº 4. 14 . Os incisos I e II do art. eficiência e transparência para os processos de elaboração. Distrito Federal e Municípios – são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina. como os seguintes: Princípio Orçamentário da Unidade ou Totalidade O princípio orçamentário da unidade ou totalidade. previsto pelo caput do art. financeiro. e no Decreto nº 93.320. determina a existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União.1. na Lei Complementar nº 101. na Lei nº 4.2 Princípios Orçamentários Os princípios orçamentários visam a estabelecer regras norteadoras básicas.172. estabelecem competência concorrente para legislar sobre o assunto: “Art.

37 da Magna Carta de 1988. por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade. estipulado pelo caput do art.320. previsto pelo art. obriga o registro de receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto. catalogadas como orçamentárias. 2. de 1964. estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. 167 da Constituição. 34 da Lei nº 4. os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas. o o Princípio Orçamentário da Não Vinculação da Receita de Impostos O princípio orçamentário da não vinculação da receita de impostos. veda vinculação da receita de impostos a órgão. de 1964. o exercício financeiro coincidirá com o ano civil e. disponibilizar. previsto no § 8º do art. recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. delimita o exercício financeiro orçamentário: período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na LOA irão se referir. publicar relatórios sobre a execução orçamentária e a gestão fiscal. determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes. Princípio Orçamentário da Publicidade O princípio orçamentário da publicidade é a base da atividade da Administração Pública no regime democrático. ou extraorçamentárias.320. quando não representam disponibilidades de recursos para o erário.320. informações sobre a arrecadação da receita e a execução da despesa. será de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano. de 1964. 2º da Lei nº 4. Princípio Princípio Orçamentário da Anualidade ou Periodicidade O princípio orçamentário da anualidade ou periodicidade. fundo ou despesa. quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário público. nos termos da lei. salvo exceções por ela fixadas. 6 da Lei n 4. 48-A e 49 da LRF. 15 . 165 da Constituição. de 1964. que determinam ao governo. para qualquer pessoa. estabelecido pelo caput do art.3 Classificações da Receita Em sentido amplo.Orçamento Federal O princípio orçamentário da universalidade. entidades. 48. fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público. vedadas quaisquer deduções. por isso. Princípio do Orçamento Bruto O princípio do orçamento bruto. estabelecido pelo inciso IV do art. Segundo o art. Aplica-se ao orçamento público. órgãos. pelas disposições contidas nos arts.320. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito. da Princípio Orçamentário da Exclusividade O princípio orçamentário da exclusividade. 165 da Constituição. 2º da Lei nº 4.1. previsto pelo caput do art.

implica referência às “receitas orçamentárias”. aumentamlhe o saldo financeiro. (Vide Nota de Rodapé n 4). por força do princípio orçamentário da universalidade. 3 b) Receita Orçamentária As receitas orçamentárias são disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimônio público. a mera ausência formal do registro dessa previsão. intitulada ARO. dessa forma. 57 da Lei n 4. emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. determinar classificar-se como receita orçamentária toda receita arrecadada que porventura represente ingressos financeiros o Este Manual Técnico de Orçamento adota a definição no sentido estrito. Aqui se fala o sobre uma exceção à regra dessas operações. Nesse contexto. a receita orçamentária é fonte de recursos utilizada pelo Estado em programas e ações cuja finalidade precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade. quando houver citação ao termo “receita pública”. embora haja obrigatoriedade de a LOA registrar a previsão de arrecadação. estão previstas na LOA. de 1964. fianças. 16 2 . e via de regra.Orçamento Federal Em sentido estrito. no citado documento legal.320. Exemplos: depósitos em caução. Instrumento por meio do qual se viabiliza a execução das políticas públicas. transitam pelo patrimônio do poder público. classificam-se como receita orçamentária. Essas receitas pertencem ao Estado. 3 Cuidado: operações de crédito. que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa. operações de crédito por ARO . O Estado é mero depositário desses recursos. via de regra. são públicas apenas as receitas orçamentárias . não retira o caráter de receitas orçamentárias. haja vista o art. 2 Ingressos de Valores nos Cofres Públicos Receitas (Receitas Públicas) Orçamentárias 3 Receitas Extraorçamentárias Extra a) Receita Extraorçamentária As receitas exptaorçamentárias são recursos financeiros de caráter temporário não se incorporam ao patrimônio público e não integram a LOA.

Resultariam. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada. Natureza. Fontes de Recursos. OBSERVAÇÃO 1: A doutrina classifica as receitas públicas. 6 Princípio da legalidade. espécie. exceto: Operações de Crédito por ARO . no âmbito da União.320. esta classificação é formada por um código numérico de 8 dígitos que a subdividide em seis níveis – categoria econômica. rubrica. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e. 3 da Lei n 4. as receitas tributárias e as de contribuições especiais. Indicador de Resultado Primário. O detalhamento das classificações orçamentárias da receita. e 5. por exemplo. principalmente. 3. não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público. Grupos. de 5 rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel). emissões de papel moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. como. segundo a doutrina. em originárias e derivadas. inclusive se provenientes de operações de crédito. origem. alínea e subalínea: C Categoria Econômica O Origem E Espécie R Rubrica AA Alínea SS Subalínea 4 Operações de Crédito por ARO são exceção às operações de crédito em geral. portanto. quanto à procedência. Receitas do Orçamento da Seguridade Social. órgão do Ministério do Planejamento. auferidas de forma impositiva. segundo a doutrina. por isso. por determinação do o o parágrafo único do art. de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários. é normatizado por meio do instrumento normativo “Portaria”. elaborado pela SOF. Classificam-se como “receita extraorçamentária” e não são item da “receita orçamentária”. de preços públicos . 17 . 2. seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública.1) Classificação da Receita Orçamentária por Natureza A classificação da receita por natureza visa a identificar a origem do recurso segundo o fato gerador. Receitas públicas derivadas. Orçamento e Gestão. 4. A fim de possibilitar identificação detalhada dos recursos que ingressam nos cofres públicos. Receitas públicas originárias.Orçamento Federal orçamentários. 5 Preço público e tarifa são sinônimos. 4 b. As receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios: 1. de 1964. seriam aquelas obtidas pelo poder público 6 por meio da soberania estatal.

1) Receitas Correntes As receitas orçamentárias correntes são arrecadadas dentro do exercício financeiro. com vistas a satisfazer finalidades públicas. a classificação por natureza é a de nível mais analítico da receita.10”.04. alocase a receita pública correspondente na natureza de receita código “1112. quando destinadas a atender 18 o .Orçamento Federal Quando.320. de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. A codificação correspondente é: CÓDIGO CATEGORIA ECONÔMICA o o o 1 2 Receitas Correntes Receitas de Capital b. de 1964. por isso. auxilia na elaboração de análises econômico-financeiras sobre a atuação estatal.320. os §§ 1 e 2 do art. o imposto de renda pessoa física é recolhido dos trabalhadores. da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial). classificam as receitas orçamentárias em “Receitas Orçamentárias Correntes” e “Receitas Orçamentárias de Capital”.1. por exemplo. segundo o esquema abaixo: Categoria Econômica Origem Espécie Rubrica Alínea Subalínea C 1 O 1 E 1 R 2 AA SS 04 10 Pessoas Físicas Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Impostos Receita Tributária Receita Corrente Como se depreende do nível de detalhamento apresentado. classificam-se como correntes as receitas provenientes de tributos. De acordo com o § 1 do art. Categoria Econômica Quanto à categoria econômica. Industrial e de Serviços). de contribuições. 11 da Lei nº 4. de 1964. 11 da Lei n 4. da exploração de atividades econômicas (Agropecuária. aumentam as disponibilidades financeiras do Estado com efeitos positivos sobre o patrimônio líquido e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários.

de 26 de abril de 2006. a Portaria Interministerial STN/SOF nº 338.Orçamento Federal despesas classificáveis em despesas correntes (Transferências Correntes). de bens e direitos quanto de recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados a atender despesas classificáveis em despesas de capital.939. possibilitam anulação do efeito da dupla contagem na consolidação das contas governamentais. mas apenas especificações das categorias econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores (Outras Receitas Correntes). De acordo com o § 2 do art. As receitas intraorçamentárias são contrapartida de despesas catalogadas na Modalidade de Aplicação “91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. por isso. segundo disposto pela Portaria que as criou.320. de forma diversa das receitas correntes. Dessa forma. de 20 de maio de 1982. receitas de capital são as provenientes tanto da realização de recursos financeiros oriundos da constituição de dívidas e da conversão. não constituem novas categorias econômicas de receita. mas apenas remanejamento de receitas entre eles. as receitas de capital não provocam efeito sobre o patrimônio líquido.2) Receitas de Capital As receitas orçamentárias de capital também aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários. incluiu as “Receitas Correntes Intraorçamentárias” e “Receitas de Capital Intra-Orçamentárias”. a fim de se evitar a dupla contagem dos valores financeiros objeto de operações intraorçamentárias na consolidação das contas públicas. Porém. são: 19 . Fundos e Entidades Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento da Seguridade Social” que. o o o OBSERVAÇÃO 2: Receitas de Operações Intraorçamentárias Operações intraorçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo. não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos. de 1964. devidamente identificadas. com redação dada pelo Decreto-Lei n 1. Essas classificações. de acordo com a Lei n 4. b. a fim de se atingirem as finalidades públicas. Origem A origem é o detalhamento das categorias econômicas “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”. 11 da Lei n 4. de 1964. o Os códigos da origem para as receitas correntes e de capital. em espécie.1. por fim. com vistas a identificar a natureza da procedência das receitas no momento em que ingressam no orçamento público.320.

Alienação de Bens. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Receita de Contribuições 3. Contribuições 3. 2. Receita Industrial 6. Outras Receitas Ingressos de Valores nos Cofres Públicos 2. dentro da origem Receita Tributária. Receita Agropecuária 5. Outras Receitas Correntes Esquema da Classificação das Receitas Públicas. Agropecuária 5. 8 Para efeitos de classificação orçamentária. Transferências de Capital 5. e Outras Receitas de Capital Receitas Extraorçamentárias Espécie Esp écie A espécie é o nível de classificação vinculado à origem que permite qualificar com maior detalhe o fato gerador das receitas. identificam-se as espécies “Impostos”. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Transferências 8. 3. RECEITA DE CAPITAL S 1. Receita Tributária 7 8 RECEITAS DE CAPITAL 1. 4. incorporando-se Categoria Econômica e Origem: Receitas Orçamentárias (Receitas Públicas) 1. 20 7 . Por exemplo. Serviços 7.Orçamento Federal RECEITAS CORRENTES 1. Receita Patrimonial 4. Amortização de Empréstimos 4. Patrimonial 4. Operações de Crédito 2. Tributária 2. a origem “Receita Tributária” engloba as espécies “Impostos”. RECEITA CORRENTE S S 1.. Alienação de Bens 3. Transferências de Capital. Operações de Crédito. Transferências Correntes 9. Amortização de Emprést. Industrial 6. Para efeitos de classificação orçamentária. Outras Receitas de Capital 2. 5. Receita de Serviços 7. a “Receita de Contribuições” é origem à parte e diferenciada da origem “Receita Tributária”.

2 . Subalínea A subalínea constitui o nível mais analítico da receita. Determinadas naturezas de receita.2. Exemplo: A rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda” é detalhamento da espécie “Impostos”. A classificação de fonte de recursos consiste de um código de três dígitos: 1º DÍGITO Grupo de Fontes de Recursos Exemplos: Fonte 100 1 . Resultado do Banco Central (52). utilizado quando há necessidade de se detalhar a alínea com maior especificidade. dessa forma. e 9 . Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente (2).Exercício Corrente (1).Recursos de Outras Fontes . 6 . b.2) Classificação da Receita por Fontes de Recursos A classificação orçamentária da receita por fontes de recursos busca identificar as origens dos ingressos financeiros que financiam os gastos públicos.Recursos de Outras Fontes . Por meio do orçamento público.1. Recursos Próprios Não Financeiros (50).Recursos do Tesouro – Exercício Corrente. Frente ao exposto. e Recursos Ordinários (00). devidamente catalogadas segundo o item 1.Recursos Condicionados Fonte 300 Fonte 152 Fonte 150 Fonte 250 2º e 3º DÍGITOS Especificação das Fontes de Recursos Recursos do Tesouro . 3 . Alínea A alínea é o detalhamento da rubrica e exterioriza o “nome” da receita que receberá o registro pela entrada de recursos financeiros. são agrupadas em fontes de recursos obedecendo a uma regra previamente estabelecida.Exercício Corrente (1). Recursos do Tesouro – Exercício Corrente (1). Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores (3).Exercícios Anteriores.Orçamento Federal Rubrica A rubrica agrega determinadas espécies de receitas cujas características próprias sejam semelhantes entre si. é a classificação que permite demonstrar a correspondência entre as fontes de financiamento e os gastos públicos. Recursos do Tesouro . essas fontes são alocadas em determinadas despesas de forma a evidenciar os meios para atingir os objetivos públicos.Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores. 21 . detalha a espécie por meio da especificação dos recursos financeiros que lhe são correlatos. Exemplo: A alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza” é o detalhamento da rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda”.3.Exercício Corrente. Exemplo: A subalínea “Pessoas Físicas” é o detalhamento da alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza”. pois exterioriza quais são as receitas que financiam determinadas despesas. Recursos Próprios Não Financeiros (50). Recursos Ordinários (00).

que detém a competência para fiscalizar. pelos bancos arrecadadores credenciados pela SRFB. cuja natureza é contratual e. arrecadar e administrar esses recursos. Via de regra. bem como o produto da aplicação financeira desses recursos. pertencem à unidade orçamentária arrecadadora. 4 da Portaria SOF n 10. ou seja. de 22 de agosto de 2002. criam obrigações recíprocas para as partes contratantes. o o CF. São recursos que. são amparadas pelo Código Civil e legislação correlata. é instrumento orçamentário-gerencial identificador de determinados segmentos arrecadadores do setor público. não são vinculadas por lei à determinada despesa. A partir da data em que o contribuinte efetua o pagamento do tributo. “Receitas Vinculadas” e “Demais Receitas”. Os grupos são de: “Receitas Próprias”. art. por um lado.3) Classificação da Receita por Grupos A classificação da receita por grupos identifica quais agentes públicos possuem competência legal para arrecadar. Geralmente. que tem prazo de dois dias (d+2) para repassar os 8 * recursos para a Conta Única do Tesouro no Banco Central . são aquelas cuja arrecadação tem origem no esforço próprio de órgãos e demais entidades nas atividades de fornecimento de bens ou serviços facultativos e na exploração econômica do próprio patrimônio e remunerada por preço público ou tarifas. da data de arrecadação (d). Recolhidas por meio de DARF ou GPS. não possuem destino específico e. fiscalizar e administrar as receitas públicas. são centralizadas numa conta de referência do Tesouro Nacional mantida junto ao Banco do Brasil.Orçamento Federal b. “Receitas Administradas”. o banco tem um dia útil (d+1) para repassar os recursos para a Conta Única do 8 Tesouro no Banco Central . com amparo legal no Código Tributário Nacional e leis afins. “Receitas de Operações de Crédito”. 22 8 o . Arrecadadas por meio de GRU. por outro. dessa forma. Receitas Administradas As receitas administrativas aquelas auferidas pela SRFB. §3 : “As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central”. A “Data de Recolhimento” é o dia que o recurso ingressa no Banco Central. segundo o art. Cada grupo de receita é formado pela associação entre tipos específicos de unidades orçamentárias e de naturezas de receita que atendam a certas particularidades sob a ótica orçamentária. 164. Receitas de Operações de Crédito Receitas financeiras provenientes da colocação de títulos públicos no mercado ou da contratação de empréstimos e financiamentos junto a entidades estatais ou privadas. têm como fundamento a bilateralidade. Receitas Próprias As receitas próprias. por isso. portanto.

administração e arrecadação ficam a cargo das próprias entidades arrecadadoras. O cálculo da receita primária é efetuado somando-se as receitas correntes com as de capital e. 11 e 27 da Lei n 8. de juros. encargos e devolução). b. A receita é classificada. de empréstimos concedidos e do superávit financeiro. ainda. de aquisição de títulos de capital. e não-primária ou financeira (F) quando não é incluído nesse cálculo. pelos arts. Receita primária é o somatório das receitas fiscais líquidas (aquelas que não geram obrigatoriedade de contraprestação financeira. de aplicações financeiras. Geralmente. a norma constitucional ou infraconstitucional instituidora deve explicitar que a receita se destina ao financiamento da seguridade social. de 24 de julho de 1991.4) Classificação da Receita por Identificador de Resultado Primário A classificação orçamentária da receita por identificador de resultado primário tem por objetivo identificar quais são as receitas que compõem o resultado primário do Governo. às quais resta a obrigação de efetuar o recolhimento para a Conta Única do Tesouro Nacional. como primária (P) quando seu valor é incluído na apuração do Resultado Primário no conceito acima da linha. que instituiu o Plano de Custeio da Seguridade Social. 195 da Magna Carta o brasileira. Receitas financeiras são as provenientes de operações de crédito internas e externas. para integrarem o orçamento da seguridade Social. b. são receitas cuja fiscalização. e a forma de composição delas. depois.quanto à origem. Exemplos: Recursos de concessões. exceto as classificadas como “Receitas Administradas”.212. que não se enquadram em nenhum dos grupos anteriores. devem cumprir dois requisitos básicos: 1 . excluindo da conta receitas de: operações de crédito e seus retornos (juros e amortizações). por meio da seguinte metodologia: Contribuições Sociais As contribuições sociais. de amortizações e do superávit financeiro. Esse conceito surgiu quando o Brasil adotou metodologia de apuração do resultado primário oriunda de acordos com o FMI. e 23 .5) Classificação das Receitas do Orçamento da Seguridade Social: As receitas que financiam a seguridade social são previstas pelo art. como ônus.Orçamento Federal Receitas Vinculadas As receitas vinculadas são aquelas que a lei determina a finalidade específica de aplicação. autorizações e permissões para uso de bens da União ou para exercício de atividades de competência da União. Essas receitas classificam-se como “Contribuições Sociais” e “Demais Receitas”. de aplicações financeiras. Demais Receitas As demais receitas são aquelas previstas em lei ou de natureza contratual.

da Assistência Social e do Fundo de Amparo ao Trabalhador. do ponto de vista orçamentário. ou seja. inicia-se o processo de discussão de alocação desses recursos. de 1964: “(. em conformidade com o art. das unidades que compõem os Ministérios da Saúde e da Previdência Social. envolvendo todos os entes públicos alcançados pelo orçamento..vinculem-se à seguridade social por determinação legal. a projeção do que se espera arrecadar durante o exercício financeiro. para posterior autorização junto ao Poder Legislativo. Dessa forma. 24 . subordinado ao Ministério do Trabalho e Emprego. devidamente credenciados. a receita orçamentária percorre três estágios até que ocorra a efetiva entrada de recursos nos cofres públicos. do produto da arrecadação para o Caixa Único: Conta Única do Tesouro Nacional. 2. os estágios seriam: o PREVISÃO (1o Estágio) ARRECADAÇÃO (2o Estágio) RECOLHIMENTO (3 Estágio) o Previsão: é a estimativa. Recolhimento: refere-se à entrega. 35 da Lei n 4.) pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas. agentes arrecadadores. a receita criada deve ser destinada para as áreas de saúde. que organiza o Código de Contabilidade da União. no caso da União. ou 3 . 2 – caracterizem-se como originárias da prestação de serviços de saúde.4 Estágios ou Fases de Execução da Receita Orçamentária O orçamento público adota o regime de caixa para os ingressos das receitas púbicas o arrecadadas no exercício financeiro. A partir das previsões da receita. na Conta Única do Tesouro Nacional: previsão. Serve de base para a fixação da despesa orçamentária. por meio de estabelecimentos bancários oficiais ou privados.sejam próprias das unidades orçamentárias que integrem exclusivamente o orçamento da seguridade social.. de 28 de janeiro de 1922.quanto à finalidade. É apenas nesse estágio que ocorre a efetiva entrada dos recursos financeiros arrecadados nos cofres públicos. isto é. arrecadação e recolhimento.” Segundo o art. pelos agentes arrecadadores. independentemente das entidades às quais pertençam.320. a fim de se liquidarem obrigações com o ente público.536.Orçamento Federal 2 . 22 do Decreto Legislativo n 4. Demais Dema is Receitas No que tange às demais receitas.1. previdência ou assistência social. consideram-se receitas do orçamento da seguridade social aquelas que: 1 . Arrecadação: consiste no recebimento da receita pelo agente devidamente autorizado. no Banco Central do Brasil.

a vinculação de receita de impostos a órgão. taxas e contribuições de melhoria. 4 do CTN preceitua que a natureza especifica do tributo. Os impostos estão enumerados na Constituição. é determinada pelo fato gerador. 2. na ótica orçamentária. 16 do CTN. o preceitua como “ato da repartição competente. 167 da CF proíbe. Ressalte-se que as receitas patrimoniais e as empresariais não se sujeitam ao lançamento. são espécies tributárias cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. no caso dos impostos extraordinários de guerra prevista no inciso II do mesmo artigo. que não constitua sanção de ato ilícito. 5 do CTN e os incisos I. trata-se de receita derivada cuja finalidade é obter recursos financeiros para o Estado custear as atividades que lhe são correlatas.1. Quanto à procedência. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora. lançamento é procedimento administrativo realizado pelo Fisco – e não estágio.320.5 Origens e Espécies de Receita Orçamentária Tributárias a) Receitas Tributárias Tributo é uma das origens da receita corrente na classificação orçamentária por categoria econômica. e II – a destinação legal do produto de sua arrecadação. da competência residual prevista no art. de 1964. segundo o art. 3º do CTN define tributo da seguinte forma: "Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. Impostos o o Os impostos. O art. e inscreve o débito desta”. salvo em algumas exceções. O art. o qual não recebe contraprestação direta ou imediata pelo pagamento. e da competência extraordinária. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada". salvo exceções. 53 da Lei n 4. pela União. O art. ressalvando-se unicamente a possibilidade de utilização. ao contrário de outros tipos de receita. Dessa forma. inciso I. 25 . o art. II e III do art. 154. haja vista ingressarem diretamente no estágio da Arrecadação. sendo irrelevante para caracterizá-lo: I – a sua denominação. 145 da CF tratam das espécies tributárias impostos. mas as tributárias e de contribuições necessitam do procedimento administrativo em epígrafe antes de ingressarem no estágio da “arrecadação”. Sujeitam-se aos princípios da reserva legal e da anterioridade da Lei. fundo ou despesa. O art.Orçamento Federal OBSERVAÇÃO 3: Lançamento – Procedimento Administrativo do Fisco Embora parte da doutrina considere o “Lançamento” estágio intermediário entre a “previsão” e o a “arrecadação” da receita.

sob regime de direito público. sob a ótica orçamentária.” Nesse contexto. limitando ou disciplinando direito. efetiva ou potencial. são tributos de arrecadação não vinculada. 9 classifica-se em: Taxas de Fiscalização e Taxas de Serviço. A definição de poder de polícia está disciplinada pelo art. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público. tendo. taxas são tributos vinculados porque o aspecto material do fato gerador é prestação estatal específica "diretamente referida ao contribuinte. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. Nesse contexto.Orçamento Federal Taxas As taxas cobradas pela União. ou a utilização. ou a utilização. de serviço público específico e divisível. 9 “Taxas de Fiscalização” também são chamadas de “Taxas de Poder de Polícia”. 78 do CTN: “Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que. aos costumes.art. o Estado atua com supremacia sobre o particular. pelos Estados. à higiene. se a lei que instituiu o referido tributo assim determinou. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. espécie de tributo na classificação orçamentária da receita. são. 77. de serviço público específico e divisível. à disciplina da produção e do mercado. com a finalidade de garantir a ordem e a segurança. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. regula a prática de ato ou abstenção de fato. também. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. As taxas cobradas pela União. à ordem. efetiva ou potencial. ou seja. via de regra. Taxas de Fiscalização ou de Poder de Polícia As taxas de fiscalização ou de poder de polícia são definidas em lei e têm como fato gerador o exercício do poder de polícia. A taxa está sujeita ao princípio constitucional da reserva legal e. de forma direta ou indireta. o exercício regular do poder de polícia administrativa. como fato gerador. em forma de contraprestação de serviços” – porém. no âmbito de suas respectivas atribuições. é de verticalidade. pelos Estados. nesse tipo de serviço. 26 . têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. pois as receitas auferidas por meio das taxas não se encontram afetas a determinada despesa. interesse ou liberdade. poder disciplinador.” Taxas de Serviço Público As taxas de serviço público são as que têm como fato gerador a utilização de determinados serviços públicos. em razão de interesse público concernente à segurança. É receita derivada e os serviços têm que ser específicos e divisíveis. o serviço é público quando estabelecido em lei e prestado pela Administração Pública. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição . por meio do qual o Estado intervém em determinadas atividades. A relação jurídica. no âmbito das respectivas atribuições. salvo. sob ponto de vista material e formal. 77 do CTN: “Art.

Segundo a vinculação das receitas tributárias. no âmbito de suas respectivas atribuições. taxas (contribuições especiais. Contribuição de Melhoria A contribuição de melhoria é espécie de tributo na classificação da receita orçamentária e tem como fato gerador valorização imobiliária que decorra de obras públicas. 148 da CF lhes vincula a arrecadação para finalidade específica: atender despesas referentes a calamidades públicas. b) Receitas de Contribuições Segundo a classificação orçamentária. os empréstimos compulsórios são “tributos de arrecadação vinculada”. por força de lei. contanto que haja nexo causal entre a melhoria ocorrida e a realização da obra pública. mas do fato gerador com a atividade estatal ou seja: tributos vinculados não se vinculam a determinada despesa. Impostos são “tributos não vinculados”. “Tributos Vinculados” são aqueles cujo fato gerador está vinculado a alguma atividade estatal específica prestada ao contribuinte. Frente ao exposto. Para que a taxa seja cobrada. pois seu fato gerador é totalmente desvinculado de qualquer atividade específica realizada pelo Estado. e costumam gerar confusões de interpretação. Essa distinção se encontra associada à natureza jurídica do fato gerador dos tributos e à destinação legal do produto da arrecadação. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. a guerras ou a investimentos públicos de caráter urgente e de relevante interesse nacional. nota-se que “Tributos Vinculados” não possuem vinculação ou obrigação de serem destinados para determinada despesa. Observa-se que a vinculação não é do produto da arrecadação. receita de contribuições referem-se à origem da categoria econômica “receitas correntes”. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. Por outro lado. basta que o Poder Público coloque tal serviço à disposição do contribuinte. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias 27 . não há necessidade de o particular fazer uso do serviço. prestados ao contribuinte. empréstimo compulsório) e contribuições de melhoria são “tributos vinculados”. somente os “Tributos de Arrecadação Vinculada” é que a possuem. de forma obrigatória. tampouco antônimos. De acordo com o art. a doutrina e a jurisprudência diferenciam “tributos vinculados” de “tributos de arrecadação vinculada”. 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. 149 da Magna Carta estabelece que compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. Nesse sentido.Orçamento Federal Conforme o art. Estados.” OBSERVAÇÃO 4: “Tributos Vinculados” e “Tributos de Arrecadação Vinculada” Os vocábulos não são sinônimos. para determinada despesa. “Tributos de Arrecadação Vinculada” são aquelas cujo produto da arrecadação se destina. pois os incisos I e II do art. O art. ou colocados à sua disposição”. 77 do CTN: “Os serviços públicos têm que ser específicos e divisíveis.

Não transita pelo orçamento da União. previdência e assistência social) e outros direitos sociais como. por exemplo: Ordem dos Advogados do Brasil .320.SENAI. por exemplo. voltado à suplementação tarifária de linhas aéreas regionais de passageiros.SESI. em benefício destes. cobrada de seus servidores. As contribuições sociais estão sujeitas ao princípio da anterioridade nonagesimal. como. Serviço Social do Comércio .Orçamento Federal profissionais ou econômicas. e o § 1 do artigo em comento fixa que Estados. como. Conselho Regional de Medicina . por força da Lei nº 4.CREA.OAB. Exemplo de contribuição de intervenção no domínio econômico é o Adicional sobre Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas. A competência para instituição das contribuições sociais é da União. desenvolvimento de pesquisas para crescimento do setor e oferecimento de linhas de crédito para expansão da produção. Distrito Federal e Municípios. de 1964. Conforme esclarece o art. É preciso esclarecer que existe uma diferença entre as contribuições sindicais aludidas acima e as contribuições confederativas. como instrumento de atuação nas respectivas áreas. Visam também ao custeio dos serviços sociais autônomos prestados no interesse das categorias. por exemplo. As contribuições classificam-se nas seguintes espécies: Contribuições Sociais Contribuições o Classificada como espécie de contribuição. a contribuição social é tributo vinculado a uma atividade estatal que visa atender aos direitos sociais previstos na CF. exceto das contribuições dos servidores estatutários dos Estados.SESC e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial . que são instituídas pelos respectivos entes. Essas contribuições são destinadas ao custeio das organizações de interesse de grupos profissionais. Contribuição de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas A contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas se caracteriza por atender a determinadas categorias profissionais ou econômicas. Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico A contribuição de intervenção no domínio econômico – CIDE é tributo classificado no orçamento público como uma espécie de contribuição que atinge um determinado setor da economia. Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura . de baixo e médio potencial de tráfego. Essa intervenção se dá pela fiscalização e atividades de fomento. como Serviço Social da Indústria . Distrito Federal e Municípios poderão instituir contribuição. com finalidade qualificada em sede constitucional – intervenção no domínio econômico – instituída mediante um motivo específico. o que significa dizer apenas poderão ser cobradas noventa dias após a publicação da lei que as instituiu ou majorou. 8º da CF: 28 . Pode-se afirmar que as contribuições sociais atendem a duas finalidades básicas: seguridade social (saúde. de regimes de previdência de caráter contributivo e solidário. vinculando sua arrecadação às entidades que as instituíram. o salário educação.CRM e assim por diante. para o custeio.

e uma outra contribuição. portanto compulsória. 149-A. na forma das respectivas leis. pois será instituída pela assembléia geral e não por lei. que é a contribuição sindical.a assembléia geral fixará a contribuição que. de participações societárias. possuindo assim natureza de tributo. Assim. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput. São classificadas no orçamento como receita corrente e de natureza específica de origem como receita patrimonial. 29 . Parágrafo único. 149-A. definidos no ordenamento jurídico. 8º É livre a associação profissional ou sindical. prevista em lei. iniciaram a regulamentação por Lei Complementar. aos Estados e aos Municípios. ainda. entre outras. A segunda é instituída por lei. 150. concessões e permissões.. 149 da CF. como forma de participação no resultado dessa exploração. de 19 de dezembro de 2002. fixada pela assembléia geral da categoria. Quanto à procedência. o c) Receitas Patrimoniais São receitas provenientes da fruição dos bens patrimoniais do ente público (bens mobiliários ou imobiliários). ou. A competência para instituição é dos Municípios e do Distrito Federal. Compensações Financeiras A receita de compensação financeira tem origem na exploração do patrimônio do Estado.) IV . a “Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública” é espécie da origem “contribuições”. A primeira não é tributo. visando dar eficácia plena ao citado art. são de receitas originárias. Municípios e Distrito Federal. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição. será descontada em folha.. observado o seguinte: (. para o custeio do serviço de iluminação pública. que integra a categoria econômica “receitas correntes”. I e III. Podemos citar como espécie de receita patrimonial as compensações financeiras. em se tratando de categoria profissional. florestais e outros. a partir dessa autorização constitucional. há a previsão constitucional de uma contribuição confederativa. Sob a ótica da classificação orçamentária. observado o disposto no art. que acrescentou o art. que é constituído por recursos minerais. de acordo com o disposto na legislação vigente.Orçamento Federal “Art. independentemente da contribuição prevista em lei”. 149-A à CF. hídricos. "Art. possui a finalidade de custear o serviço de iluminação pública. na fatura de consumo de energia elétrica". para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. Contribuição para o Custeio de Serviço de Iluminação Pública Instituída pela Emenda Constitucional n 39. e encontra sua regra matriz no art. Tais compensações são devidas à União.

abrangem as receitas decorrentes das atividades econômicas na prestação de serviços por parte do ente público. preço público (ou tarifa) decorre da utilização de serviços públicos facultativos (portanto. nos termos da lei. tecnologias.). são compulsórias e têm sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária. Exemplos de naturezas orçamentárias de receita dessa origem são os seguintes: serviços comerciais. de atividades agropecuárias. plataforma continental. serviços de transporte. entre outras receitas industriais de utilidade pública. Quanto à procedência. Tais serviços são remunerados mediante preço público. com o Estado atuando como empresário. serviços hospitalares. serviços recreativos. Decorrem da exploração econômica. constituem outra origem específica na classificação orçamentária da receita. São receitas originárias. uma origem de receita específica na classificação orçamentária. não compulsórios) que a Administração Pública. assim como proporcionar meio de remunerar o Estado pelos ganhos obtidos por essa atividade. está descrita na Súmula n 545 do Supremo Tribunal Federal: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. diferentemente daqueles. também chamado de tarifa. por parte do ente público. armazenagem. cuja classificação orçamentária constitui origem específica. técnicas em inseminação. aos Estados. são também. e) Receitas Industriais As receitas industriais (receitas correntes). transporte. porque estas.). culturais etc. ou compensação financeira por essa exploração”. Encontram-se subdivididas nessa classificação receitas provenientes de atividades econômicas: da indústria extrativa mineral. em relação à lei que a instituiu”. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. pecuários (semens. serviços portuários etc.Orçamento Federal Essas compensações têm como finalidade recompor financeiramente os prejuízos ou danos causados (externalidades negativas) pela atividade econômica na exploração desses bens. bem como a órgãos da administração direta da União. em pé de igualdade como o particular. conforme afirmado anteriormente. também chamado de tarifa. tais como: comércio. ao Distrito Federal e aos Municípios. matrizes etc. comunicação. mar territorial ou zona econômica exclusiva. de forma o 30 . De acordo com o art. para reflorestamentos e etc. d) Receitas Agropecuárias As receitas agropecuárias (receitas correntes). insumos etc. § 1º da CF: “É assegurada. trata-se de receita originária. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. tais como a venda de produtos: agrícolas (grãos. 20. Assim. OBSERVAÇÃO 5: Distinção entre Taxa e Preço Público A distinção entre taxa e preço público. da indústria de transformação. f) Receitas de Serviços As receitas de serviços (receitas correntes). da indústria de construção. provenientes das atividades industriais exercidas pelo ente público.

mas cuja utilização seja de uso obrigatório. mas que não correspondam a uma contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou a transferência.. Como exemplo.. a remuneração destes serviços é feita mediante taxa e sofrerá as limitações impostas pelos princípios gerais de tributação (legalidade. que poderá escolher se os contrata ou não. anterioridade. g) Transferências Correntes Na ótica orçamentária. indenizações e restituições. prestados ou colocados à disposição do contribuinte diretamente pelo Estado. seria remunerado mediante preço público. a lei não permite que se coloque um gerador de energia elétrica). e não à pessoa.Orçamento Federal direta ou por delegação para concessionária ou permissionária. pelo Estado. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes.). específicos e divisíveis. portanto. Os recursos da transferência são vinculados à finalidade pública. Transferências de Pessoas Compreendem as contribuições e doações que pessoas físicas realizem para a Administração Pública. por exemplo). ou por seus delegados. A taxa decorre de lei e serve para custear. podemos citar como exemplos as seguintes espécies: Transferências de Convênios As transferências de convênios são recursos oriundos de convênios. Por outro lado. seria facultativo e. entre outras: 31 . do Estado para os Municípios.. Há casos em que não é simples estabelecer se um serviço é remunerado por taxa ou por preço público. receitas da dívida ativa e as outras receitas não classificadas nas “receitas correntes”. Nas transferências correntes. da União para Estados. com finalidade específica. as transferências correntes são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento relacionadas a uma finalidade pública específica. os serviços públicos. compulsório (por exemplo. ou entre elas e organizações particulares. O tema é regido pelas normas de direito público. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes e destinados a custear despesas correntes. h) Outras Receitas Correntes Em outras receitas correntes inserem-se multas e juros de mora. Podemos citar como exemplos as seguintes espécies. São serviços prestados em decorrência de uma relação contratual regida pelo direito privado. essenciais à soberania do Estado (a lei não autoriza que outros prestem alternativamente esses serviços). podemos citar o caso do fornecimento de energia elétrica. firmadas entre entidades públicas de qualquer espécie. Em localidades onde estes serviços forem colocados à disposição do usuário. o serviço estatal oferecido pelo ente público. não teria natureza obrigatória. assim como recebidos de instituições privadas. se a lei permite o uso de gerador próprio para obtenção de energia elétrica. naquilo que não forem cobertos pelos impostos. coloca à disposição da população.

operações de crédito internas.operações oficiais de crédito – retorno. O crédito é cobrado por meio da emissão de certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União. i) Receitas de Operações de Crédito As receitas de operações de crédito dizem respeito à origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. Dívida ativa não tributária são os demais créditos da Fazenda Pública. ou de mora pelo não pagamento das obrigações principais ou acessórias nos prazos previstos. 32 . São ingressos financeiros com origem específica na classificação orçamentária da receita proveniente da alienação de bens móveis ou imóveis de propriedade do ente público. j) Alienação de Bens A alienação de bens é a origem de recursos da categoria econômica “receitas de capital”. Dívida ativa tributária é o crédito da Fazenda Pública proveniente da obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais. Podem decorrer do descumprimento de preceitos específicos previstos na legislação pátria. As receitas decorrentes de dívida ativa tributária ou não tributária devem ser classificadas como “outras receitas correntes”. 11 da Lei n 4. Nos termos do art. de 1964. sempre. Receitas da Dívida Ativa As receitas da dívida ativa referem-se aos créditos da Fazenda Pública. . de natureza tributária ou não tributária. com validade de título executivo. cabendo sua imposição ao respectivo órgão competente (poder o de polícia). de prévia cominação em lei ou contrato. . Isso confere à certidão da dívida ativo caráter líquido e certo. as multas classificam-se como “outras receitas correntes”. Dependem. salvo as destinadas por lei aos regimes previdenciários geral e próprio dos servidores públicos. São espécies desse tipo de receita: .320. atualizações monetárias. internas ou externas. exigíveis em virtude do transcurso do prazo para pagamento. embora se admita prova em contrário. 44 da LRF. Conforme prescreve o § 4º do art. é vedada a aplicação da receita de capital decorrente da alienação de bens e direitos que integrem o patrimônio público.Orçamento Federal Receitas de Multas As receitas de multas têm de caráter não tributário. encargos e multas tributárias. inscrita na forma da lei. Caracterizam-se como recursos financeiros oriundos da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas. para financiar despesas correntes. constituindo-se em ato de penalidade de natureza pecuniária aplicado pela Administração Púbica aos administrados.operações de crédito externas.

2. n) Outras Receitas de Capital Outras receitas de capital são aquelas receitas que não atendem às especificações anteriores.1. Classificação Institucional. DESPESA ORÇAMENTÁRIA 2. as organizações públicas e privadas e a sociedade em geral. são classificados em “receitas correntes / de serviços / serviços financeiros”. na impossibilidade de serem classificadas nas origens anteriores.2. de maneira clara e objetiva. a fim de satisfazer finalidade pública específica.1. ou seja. as programações orçamentárias estão organizadas em programas de trabalho e em programação física e financeira. Programação Qualitativa Na estrutura atual do orçamento público. 2. às perguntas clássicas que caracterizam o ato de orçar. por exemplo).2. Os recursos da transferência ficam vinculados à finalidade pública e não à pessoa. as transferências de capital representam os recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados para atender despesas em 10 investimentos ou inversões financeiras . da União para Estados.1. do ponto de vista operacional. as quais são implementadas por meio de um sistema de classificação estruturado com o propósito de atender às exigências de informação demandadas por todos os interessados nas questões de finanças públicas. que define qualitativamente a programação orçamentária. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. do Estado para os Municípios. associados a esses empréstimos. origem específica “amortização de empréstimos concedidos” e representam o retorno de recursos anteriormente emprestados pelo poder público. Embora a amortização de empréstimos seja origem da categoria econômica “receitas de capital”.Orçamento Federal l) Amortização de Empréstimos A amortização de empréstimos é ingresso financeiro proveniente da amortização de financiamentos ou empréstimos concedidos pelo ente público em títulos e contratos. Transferências m) Transferências de Capital: Na ótica orçamentária. 2. 33 . deve responder. Na classificação orçamentária da receita os ingressos desse tipo de amortização são receitas de capital. Classificação Funcional e Estrutura Programática. assim como recebidos de instituições privadas (do exterior e de pessoas). composto dos seguintes blocos de informação: Classificação por Esfera. conforme detalhado a seguir: 10 “Investimentos” e “Inversões Financeiras” são classificações da despesa de capital. à contraprestação direta ao ente transferidor. entretanto. sem corresponder. os juros recebidos. O programa de trabalho. como os poderes públicos. sendo. Estrutura da Programação Orçamentária da Despesa A compreensão do orçamento exige o conhecimento de sua estrutura e organização.

Produto .Objetivo PERGUNTA RESPONDIDA Em qual Orçamento ? Quem faz ? Em que área da despesa a ação governamental será realizada ? O que fazer ? Para que é feito ? Por que é feito ? Para quem é feito ? Quais as medidas ? Como fazer ? O que é feito ? Para que é feito ? Como é feito ? Quais as fases ? Qual o resultado ? Onde é feito? Classificação Funcional Estrutura Programática Informações Principais do Programa .Subtítulo 2.2. Programação Quantitativa A programação física define quanto se pretende desenvolver do produto: ITEM DA ESTRUTURA Meta Física PERGUNTA RESPONDIDA Quanto se pretende desenvolver? A programação financeira define o que adquirir.Forma de Implementação .Etapas .Público -alvo .Finalidade Informações Principais da Ação .1.Problema a resolver . com quais recursos. conforme apresentado na tabela: 34 .Descrição .Orçamento Federal BLOCOS DA ESTRUTURA Classificação por Esfera Classificação Institucional ITEM DA ESTRUTURA Esfera Orçamentária Órgão Unidade Orçamentária Função Subfunção Programa .Indicadores Ação .2.

Estrutura Completa da Programação Orçamentária 99.9999. Esfera orçamentária Esfera orçamentária Órgão Órgão Unidade orçamentária Unidade orçamentária Função Função Subfunção Subfunção Subfunção Exemplo: Programa Programa Ação Ação Localização do gasto Localização do gasto (Subtítulo) (Subtítulo) (Subtítulo) IDOC IDOC IDUSO IDUSO Fonte Fonte Natureza (Categoria Natureza (Categoria econômica/grupo despesa/ econômica/grupo despesa/ modalidade de aplicação) modalidade de aplicação) Identificador dede Identificador Resultado Primário Resultado Primário 35 .99.99.xxxx. 999.9.3.9999.9999.1.9 9999.Orçamento Federal ITEM DA ESTRUTURA Natureza da Despesa Categoria Econômica da Despesa Grupo de Natureza de Despesa Modalidade Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Operação de Crédito PERGUNTA PERGUNTA RESPONDIDA Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Qual o efeito econômico da realização da despesa? Em qual classe de gasto será realizada a despesa? Qual a estratégia para realização da despesa? Quais insumos que se pretende utilizar ou adquirir? Os recursos utilizados são contrapartida? De onde virão os recursos para realizar a despesa? A que operação de crédito ou doação os recursos se relacionam? Como se classifica essa despesa em relação ao efeito sobre o Resultado Primário da União? Quanto custa? Qual é a memória de cálculo utilizada? Identificador de Resultado Primário Dotação Justificativa 2.999.999.2.9999.

2. e Orçamento da Seguridade Social: abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados.9999. conforme disposto no § 5º do art. da Saúde UO: Fund. da Seguridade Social (S) ou de Investimento das Empresas Estatais (I). Orçamento de Investimento orçamento das empresas em que a União. 151.2. Órgão: Min.0006.10. IDOC: Outros Recursos IDUSO: IDUSO Recursos não destinados a contrapartida Fonte: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das pessoas Jurídicas Natureza: Natureza: Despesas Correntes / Outras Despesas Correntes / Aplicação Direta Indicador de Resultado Primário: Primária Discricionaria 2. da administração direta ou indireta.2 Esfera: Orçamento da . detenha a maioria do capital social com direito a voto. Classificação por Esfera Orçamentária A esfera orçamentária tem por finalidade identificar se o orçamento é Fiscal (F). inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho Esfera 2.Orçamento Federal Exemplo: 20. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. previdência social e assistência social. O § 2º do art.201.2.36. Seguridade Social . seus fundos.3390.0. órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 165 da CF: Fiscal: Orçamento Fiscal referente aos Poderes da União.1.303.0001. direta ou Investimento: indiretamente. 195 da CF estabelece que a proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde.4365. Oswaldo Cruz Função: Função Saúde Subfunção: Suporte Profilático e Terapêutico Programa: Programa Prevenção e Controle das Doenças Imunopreviníveis Ação: Ação Produção de Imunobiológicos Subtítulo: Subtítulo Nacional . tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias.2. - 36 .

dos Estados. “Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal” e “Reserva de Contingência”. Distrito Federal e Municípios”. de 14 de abril de 1999. a) Função A classificação funcional é representada por cinco dígitos. projeto e operação especial identificará a função e a subfunção às quais se vinculam. Trata-se de uma classificação independente dos programas e de aplicação comum e obrigatória. que pode ser traduzida como o maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do o 37 . busca responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a despesa será realizada. O código da classificação institucional compõe-se de cinco dígitos.2. por exemplo.Orçamento Federal Na base do Sistema de Orçamento.3. Órgão orçamentário é o agrupamento de unidades orçamentárias. Classificação Institucional A classificação institucional. no âmbito dos Municípios. sendo os dois primeiros reservados à identificação do órgão e os demais à unidade orçamentária. o campo destinado à esfera orçamentária é composto de dois dígitos e será associado à ação orçamentária. por funções e subfunções. o que permite a consolidação nacional dos gastos do setor público. como ocorre. do então Ministério do Orçamento e Gestão. que servem como agregador dos gastos públicos por área de ação governamental nas três esferas de Governo. do Distrito Federal e da União. Cada atividade. especificadas por categoria de programação em seu menor nível são consignadas às unidades orçamentárias.2. As dotações orçamentárias. com alguns fundos especiais e com os órgãos “Transferências a Estados. Classificação Funcional da Despesa A classificação funcional. na União. A atual classificação funcional foi instituída pela Portaria n 42. “Operações Oficiais de Crédito”. 1º 2º 3º 4º 5º Órgão Orçamentário Unidade Orçamentária Um órgão ou uma unidade orçamentária não correspondem necessariamente a uma estrutura administrativa.2.2. Funcional 2. com os seguintes códigos: CÓDIGO CÓDIGO 10 20 30 ESFERA ORÇAMENTÁRIA Orçamento Fiscal Orçamento da Seguridade Social Orçamento de Investimento 2.2. Os dois primeiros referem-se à função. “Encargos Financeiros da União”. que são as estruturas administrativas responsáveis pelas dotações orçamentárias e pela realização das ações. e é composta de um rol de funções e subfunções prefixadas. reflete a estrutura organizacional e administrativa e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária.

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setor público. A função está relacionada com a missão institucional do órgão, por exemplo, cultura, educação, saúde, defesa, que guarda relação com os respectivos Ministérios. A função “Encargos Especiais” engloba as despesas em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins, representando, portanto, uma agregação neutra. Nesse caso, as ações estarão associadas aos programas do tipo "Operações Especiais" que correspondem aos códigos abaixo relacionados e que constarão apenas do orçamento, não integrando o PPA:

CÓDIGO 0901 0902 0903 0904 0905 0906 0907 0908 0909 0910 0913

TIPO Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais Operações Especiais

TÍTULO Cumprimento de Sentenças Judiciais Financiamentos com Retorno Transferências Constitucionais e as Decorrentes de Legislação Específica Outras Transferências Serviço da Dívida Interna (Juros e Amortizações) Serviço da Dívida Externa (Juros e Amortizações) Refinanciamento da Dívida Interna Refinanciamento da Dívida Externa Outros Encargos Especiais Gestão da Participação em Organismos Internacionais Participação do Brasil em Organismos Financeiros Internacionais

A codificação para a Reserva de Contingência foi definida pelo art. 8º da Portaria Interministerial n 163, de 4 de maio de 2001, alterado pelo art. 1º da Portaria Conjunta STN/SOF, de 18 de junho de 2010, vigorando com a seguinte redação: "Art. 8º A dotação global denominada “Reserva de Contingência”, permitida para a União no art. 91 do Decreto-Lei n 200, de 25 de fevereiro de 1967, ou em atos das demais esferas de Governo, a ser utilizada como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais e para o atendimento ao disposto no art. 5 , inciso III, da Lei Complementar n 101, de 2000, sob coordenação do órgão responsável pela sua destinação, bem como a Reserva do Regime Próprio de Previdência do Servidor – RPPS, quando houver, serão identificadas no orçamento de todas as esferas de Governo pelos códigos “99.999.9999.xxxx.xxxx” e “99.997.9999.xxxx.xxxx”, respectivamente, no que se refere às classificações por função e subfunção e estrutura programática, onde o “x” representa a codificações das ações e o respectivo detalhamento. Parágrafo Único. As reservas referidas no caput serão identificadas, quanto à natureza da despesa, pelo código “9.9.99.99.99” ".
o o o o

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b) Subfunção A subfunção, indicada pelos três últimos dígitos da classificação funcional, representa um nível de agregação imediatamente inferior à função e deve evidenciar cada área da atuação governamental, por intermédio da agregação de determinado subconjunto de despesas e identificação da natureza básica das ações que se aglutinam em torno das funções. As subfunções podem ser combinadas com funções diferentes daquelas às quais estão relacionadas na Portaria nº 42, de 1999. As ações devem estar sempre conectadas às subfunções que representam sua área específica. Existe também a possibilidade de matricialidade na conexão entre função e subfunção, ou seja, combinar qualquer função com qualquer subfunção, mas não na relação entre ação e subfunção. Deve-se adotar como função aquela que é típica ou principal do órgão. Assim, a programação de um órgão, via de regra, é classificada em uma única função, ao passo que a subfunção é escolhida de acordo com a especificidade de cada ação. Exemplos: ÓRGÃO 22 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 20 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Agricultura

ÓRGÃO 32 SUBFUNÇÃO 131 FUNÇÃO 25 -

Ministério de Minas e Energia

AÇÃO 4641 - Publicidade de Utilidade Pública Comunicação Social Energia

ÓRGÃO 01 AÇÃO

Câmara dos Deputados

2010 - Assistência Pré-escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados Educação Infantil Legislativa

SUBFUNÇÃO 365 FUNÇÃO 01 -

Na base do Sistema de Orçamento, existem dois campos correspondentes à classificação funcional, quais sejam:

Campos 1º 2º

Conteúdo Função com 2 dígitos Subfunção com 3 dígitos

Exemplo 10 - Saúde 301 – Atenção Básica

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Programática 2.2.2.4. Estrutura Pro gramática
Toda ação do Governo está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos para o período do PPA, ou seja. quatro anos. PROGRAMA O programa é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, mensurado por indicadores instituídos no plano, visando à solução de um problema ou o atendimento de determinada necessidade ou demanda da sociedade. O programa é o módulo comum integrador entre o plano e o orçamento. Em termos de estruturação, na concepção inicial da reforma orçamentária de 2000, o plano deveria terminar no programa e o orçamento começar no programa, o que confere a esses instrumentos uma integração desde a origem. O programa, como módulo integrador, e as ações, como instrumentos de realização dos programas. Essa concepção inicial foi modificada nos PPAs 2000/2003 e 2004/2007, elaborados com nível de detalhamento de ação. A organização das ações do Governo, sob a forma de programas, visa proporcionar maior racionalidade e eficiência na administração pública e ampliar a visibilidade dos resultados e benefícios gerados para a sociedade, bem como elevar a transparência na aplicação dos recursos públicos. a) Órgão responsável Órgão responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de um órgão (programa multissetorial). b) Unidade responsável Unidade administrativa responsável pelo gerenciamento do programa, mesmo quando o programa for integrado por ações desenvolvidas por mais de uma unidade. c) Denominação Expressa os propósitos do programa em uma palavra ou frase-síntese de fácil compreensão pela sociedade. Não há restrição quanto ao uso de nomes de fantasia. Por exemplo: "Abastecimento de Energia Elétrica"; "Combate à Violência contra as Mulheres"; "Saneamento Rural"; "Primeiro Emprego". d) Problema É uma situação indesejável declarada por uma autoridade como evitável ou uma necessidade não atendida, identificada na sociedade. Deve ser formulado como condição negativa, evitando-se enunciar a ausência de alguma solução específica. e) Objetivo do programa Expressa o resultado que se deseja alcançar, ou seja, a transformação da situação a qual o programa se propõe modificar. Deve ser expresso de modo conciso, evitando a generalidade, pois a idéia do que se pretende precisa ser clara, categórica e determinante. Por exemplo:

Programa: Acesso à Alimentação

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para programas novos. instituições ou setores beneficiados diretamente pelos resultados da execução do programa. podendo ser composto inclusive por despesas de natureza tipicamente administrativas. descentralizada para Estados. Exemplo: Programa: Acesso à Alimentação Público alvo: Famílias com renda familiar per capita menor ou igual a ½ salário mínimo.Orçamento Federal Objetivo: Garantir à população em situação de insegurança alimentar o acesso à alimentação digna. e a forma de execução (direta. Públicof) Público-alvo Especifica o(s) segmento(s) da sociedade ao(s) qual(is) o programa se destina. h) Objetivo setorial associado Especifica o principal objetivo setorial para o qual o programa contribui. cujos resultados sejam passíveis de mensuração. e - Programas Especiais: Programas de Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais são programas voltados aos serviços típicos de Estado. ao planejamento. A definição do público-alvo é importante para identificar e focar as ações que devem compor o programa. aspectos como critérios de elegibilidade para acesso aos bens e serviços ofertados pelo programa. ainda que se situe aquém ou além do período de vigência do PPA. à avaliação ou ao controle dos programas finalísticos. O término previsto a ser considerado é o do programa. é necessário estimar a despesa prevista para o período do Plano e a origem dos recursos que irão custear o programa. l) Estratégia de implementação do programa Indica como serão conduzidas as ações. também. e o seu valor global estimado.Programas Finalísticos dos quais resultam bens ou serviços ofertados diretamente à Finalísticos: sociedade. resultando em bens ou serviços ofertados ao próprio Estado. responsabilidades no gerenciamento e na execução das ações (órgãos e unidades administrativas). No caso de programa temporário. à coordenação. k) Horizonte temporal Estabelece o período de vigência do programa. na descrição da estratégia de implementação. alertar quanto às consequências da não implementação do programa. à formulação de políticas setoriais. regular e adequada à nutrição e manutenção da saúde humana. a forma de implementação das ações. serão informados o mês e ano de início e de término previstos. Deve-se considerar. Distrito Federal e Municípios e transferências) para atingir os resultados pretendidos pelo programa. quais os instrumentos disponíveis ou a serem constituídos. explicitando os 41 . comunidades. e informar a existência de condicionantes favoráveis ou desfavoráveis ao programa. Um programa pode ser de natureza contínua mesmo que parte de suas ações seja de natureza temporária. Além disso. j) Tipos de programa Os programas são classificados em dois tipos: . podendo ser contínuo ou temporário. são pessoas. Justificativa g) Justificativa Deve abordar o diagnóstico e as causas da situação-problema para a qual o programa foi proposto.

Fundação Getúlio Vargas . 2. Exemplo: Objetivo: Reduzir o analfabetismo no País Indicador: Taxa de analfabetismo (relação percentual entre a população não alfabetizada e a população total) Para cada programa finalístico. a presença de indicadores é facultativa. Consiste na aferição de um indicador em um dado momento. n) Indicador Instrumento capaz de medir o desempenho do programa. Índice ao final do programa (somente para programas temporários) Resultado que se deseja atingir com a conclusão da execução do programa. entretanto. Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas .IBGE. Para os programas de apoio às políticas e áreas especiais. que servirá de base para projeção do indicador ao longo do PPA. quando de reconhecida credibilidade: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . e a contribuição de cada um para o sucesso do programa. O indicador possui os atributos especificados a seguir: 1. Em muitos casos. 4. as informações serão buscadas em outras fontes que podem ser instituições oficiais ou mesmo privadas. eficiência ou efetividade alcançada com a execução do programa. Bacen. As informações utilizadas na construção dos indicadores poderão ser produzidas pelos próprios órgãos executores dos programas ou outros integrantes da estrutura do Ministério responsável. Índices 3. Denominação Forma pela qual o indicador será apresentado à sociedade.Fipe.FGV. mensurado com a unidade de medida escolhida. Deve ser preenchido apenas no caso dos programas temporários. conforme o caso. sensível à contribuição das principais ações e apurável em tempo oportuno. O indicador permite. expresso pelo indicador. estadual. Unidade de medida Padrão escolhido para mensuração da relação adotada como indicador. Índices esperados ao longo do PPA Situação que se deseja atingir com a execução do programa. coerente com o objetivo estabelecido. e os mecanismos (sistemas) utilizados no monitoramento da execução das ações do programa. Exemplo: para o indicador "taxa de analfabetismo" a unidade de medida seria "porcentagem" e para o indicador "taxa de mortalidade infantil". ao longo de cada ano do período de vigência do PPA. de Índice de referência Situação mais recente do problema e sua respectiva data de apuração. Deve ser passível de aferição. a unidade de medida seria "1/1000" (1 óbito para cada 1000 nascimentos). 5. municipal e privado) envolvidos. mensurar a eficácia. Esses deverão manter sistemas de coleta e tratamento de informações com esta finalidade.Orçamento Federal agentes e parceiros (federal. Departamento Intersindical de Estatística e 42 . Fonte Órgão responsável pelo registro ou produção das informações necessárias para a apuração do indicador e divulgação periódica dos índices. é obrigatório haver ao menos um indicador.

a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o número de casos novos de tétano neonatal e o total da população menor de um ano de idade". limitadas no tempo. projetos ou operações especiais. das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo. podem ser classificadas como atividades. regional ou nacional. bienal (apurado a cada dois anos). b) Projeto É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. 7. Exemplo: “Implantação da rede nacional de bancos de leite humano”. As ações. o algoritmo que permite calcular o valor do indicador. e os financiamentos. subvenções. Periodicidade Frequência com a qual o indicador é apurado. podendo ser municipal. 8. Fórmula de cálculo Demonstra. para o indicador "Incidência do tétano neonatal". para o indicador "Espaço aéreo monitorado". a) Atividade É um instrumento de programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa. mensal (apurado uma vez ao mês). envolvendo um conjunto de operações. Incluem-se também no conceito de ação. das quais não resulta um produto e não gera contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços.Orçamento Federal Estudos Socioeconômicos . 6. Associação Nacional dos Bancos de Investimento Anbid. a fórmula de cálculo poderia ser "Relação percentual entre o espaço aéreo monitorado e o espaço aéreo sob jurisdição do Brasil". conforme suas características. as transferências obrigatórias ou voluntárias a outros entes da Federação e a pessoas físicas e jurídicas. AÇÃO A ação é operação da qual resultam produtos (bens ou serviços). Exemplo. Exemplo: “Fiscalização e monitoramento das Operadoras de Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde”. Exemplos: 43 . entre outras. assim como. de forma sucinta e por meio de expressões matemáticas. c) Operação Especial Despesas que não contribuem para a manutenção. entre outros. estadual. envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente. Base geográfica Menor nível de agregação geográfica da apuração do índice. auxílios.Dieese. das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção da ação de Governo. na forma de subsídios. contribuições. Exemplo: anual (apurado uma vez ao ano). expansão ou aperfeiçoamento das ações de governo. que contribuem par atender ao objetivo de um programa.

FPE. o objeto da ação. reestruturação de carreiras etc. Complementação ou compensação financeira da União. 14. Encargos financeiros (decorrentes da aquisição de ativos. Exemplo: "Aquisição de Equipamentos para a Rede Federal de Educação Profissional Agrícola" No caso de projetos de grande vulto. benefícios previdenciários. coberturas de garantias. 13. programas de garantias de preços etc). equalizações. questões previdenciárias ou outras situações em que a União assuma garantia de operação). Será apresentada no PPA. Reserva de contingência. subsídios. d) Título Forma de identificação da ação pela sociedade. Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente 44 . encargos e rolagem da dívida contratual e mobiliária. seguros. 11. Participação da União no capital de empresas nacionais ou internacionais. sentenças de pequeno valor. Desapropriação de ações.). Expressa. auxílios. assistência financeira) reembolsáveis ou não. 18. Indenizações financeiras (anistiados políticos. Ações de reservas técnicas (centralização de recursos para atender concursos. Contraprestação da União nos contratos de Parcerias Público-Privadas. 9. Contribuição a organismos e/ou entidades nacionais ou internacionais. 7. 10. Pagamento de indenizações. Amortização. subvenções. honras de aval. 12. 16. débitos vincendos. financiamentos diretos. 3. e 20. 19. Finalidade e) Finalidade Objetivo a ser alcançado pela ação. 15. 17. ressarcimentos. Integralização e/ou recomposição de cotas de capital junto a entidades internacionais. etc. inclusive as decorrentes de receitas próprias ou vinculadas. Outras. concessão de créditos. Operações relativas à subscrição de ações. 8. Transferências constitucionais ou legais por repartição de receita (FPM. juros.Orçamento Federal 1. Operações de financiamento e encargos delas decorrentes (empréstimos. 5. sentenças contra empresas. 4. em linguagem clara. Contribuição patronal da União ao Regime de Previdência dos Servidores Públicos.). nomeações. Distrito Federal e Municípios. Pagamento de aposentadorias e pensões. dissolução ou liquidação de empresas. provimentos. Contribuição à previdência privada. Cumprimento de sentenças judiciais (precatórios. a individualização do projeto em título específico é obrigatória. Compensação de Tributos ou Participações aos Estados. nas LDOs e nas LOAs. coberturas de resultados. Transferências ao Governo do Distrito Federal). Salário-Educação. benefícios de assistência social. abonos. 2. 6.

Município ou Distrito Federal). expressa a quantidade de beneficiários atendidos pela ação.HIV/Aids e das doenças sexualmente transmissíveis . não demanda recursos orçamentários do ente. descrevendo todas as etapas do processo até a entrega do produto. conservação. ou seja. bem como as despesas com o agente financeiro". 45 . seu escopo e suas delimitações. ou se é não orçamentária. visando sua melhor identificação. f) Descrição Expressa. demanda recursos orçamentários. ou seja. visando ao aumento da sobrevida e a interrupção do ciclo de doenças". Exemplo: para o título "Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis" a descrição é "Aquisição. Cada ação deve ter um único produto. a ação "Fiscalização dos Serviços de Transporte Ferroviário" executada diretamente pelo Governo Federal. com 11 11 Exemplos: "Servidor treinado" e "Estrada A classificação da ação como direta ou descentralizada não é mutuamente exclusiva. acondicionamento. manutenção das empilhadeiras hidráulicas. inclusive as desenvolvidas por parceiros. h) Unidade de medida Padrão selecionado para mensurar a produção do bem ou serviço. o que é efetivamente feito no âmbito da ação. g) Produto Bem ou serviço que resulta da ação. k) Forma de implementação Indica a forma de implementação da ação . Descentralizada: atividades ou projetos. transporte e distribuição de medicamentos para o tratamento ambulatorial e domiciliar dos casos positivos da doença. executados por outro ente da Federação (Estado. como. i) Especificação do produto Expressa as características do produto acabado. na área de competência da União. de forma sucinta.Orçamento Federal Transmissíveis" a finalidade é "Garantir à população acesso aos medicamentos para tratamento dos portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida .DST. locação de câmaras frigoríficas. Deve ser classificada segundo os conceitos abaixo: Direta: ação executada diretamente ou sob contratação pela unidade Direta responsável. destinado ao público-alvo ou o investimento para a produção deste bem ou serviço. pois em alguns casos é possível que determinadas ações sejam implementadas tanto de forma direta quanto descentralizada. despesas com o despachante aduaneiro. sem que ocorra transferência de recursos financeiros para outros entes da Federação (Estados. j) Tipo de ação Informa se a ação é orçamentária. transporte de cargas e encomendas. Em situações especiais. Distrito Federal e Municípios). por exemplo. construída".

de responsabilidade da União. Lei nº 8. de 12 de novembro de 1997. parágrafo único. l) Detalhamento da implementação Expressa o modo como a ação será executada. por determinação constitucional ou legal. das quais resulte contraprestação na forma de bem ou direito que se incorpore ao patrimônio do concedente. por exemplo. Município. Distrito Federal e Municípios. Exemplos: "Financiamento a Projetos na Área de Serviços de Saúde" e "Financiamento Habitacional para Cooperativas e Associações Populares (Crédito Solidário)". executada por governos estaduais com repasse de recursos da União. o) Unidade responsável É a unidade administrativa. Projeto de lei orçamentária. Transferência: Transferência: Obrigatória: Obrigatória operação especial que transfere recursos. projeto de lei de crédito especial. projeto de lei do plano plurianual ou emenda parlamentar. art. como. de 11 de dezembro de 1990. a Ciência e a Cultura . a ação "Transferência da cota-parte do salário-educação”. podendo conter dados técnicos e detalhes sobre os procedimentos que fazem parte da execução da ação. - Linha de crédito: ação realizada mediante empréstimo de recursos aos beneficiários da ação. 45 da LDO 2011.112. organizações não governamentais e outras instituições. § 1º. Base n) Base legal Especifica os instrumentos normativos que dão respaldo à ação e permitem identificar se uma ação é Transferência Obrigatória ou se trata de aplicação de recursos em área de competência da União. 46 . a ação "Contribuição à Organização das Nações Unidas para a Educação. 8º. m) Tipo de inclusão da ação Identifica a origem de criação da ação. por exemplo. Distrito Federal.507. aos Estados. e Outras: operação especial que transfere recursos a entidades privadas sem fins lucrativos. de 13 de março de 1974. e Decreto nº 73. art. por exemplo. art. como. Lei nº 8. inclusive empresa estatal ou parceiro (Estado. de 11 de dezembro de 1990. responsável pela execução da ação.UNESCO". a ação "Prevenção. inciso I. Distrito Federal. Municípios e consórcios públicos para a realização de ações cuja competência seja exclusiva do concedente. Enquadram-se também nessa classificação os casos de empréstimos concedidos por estabelecimento oficial de crédito a Estados e Distrito Federal. Observação: Observação: Conforme art. Municípios e ao Setor Privado. não se considera como transferência voluntária. Exemplos: Lei nº 9. que tenham sido delegadas aos referidos entes da Federação com ônus para a União. ou setor privado). como.112. entidade.Orçamento Federal recursos repassados pela União. a destinação de recursos a Estados. 5º.841. Controle e Erradicação das Doenças da Avicultura". 12.

não podendo haver. s) Etapas Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. não terá custos futuros. no exterior. .descrição da etapa expressa. haverá um incremento no custo das atividades de manutenção hospitalar da União.título da etapa forma pela qual a etapa será identificada pela sociedade. "Implantação de sistemas de combate a incêndio". r) Repercussão financeira do projeto sobre o custeio da União Atributo específico dos projetos. Sul). do produto e das metas estabelecidas. q) Duração do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. deverá ser justificado o motivo. por Região (Norte. que trata do custo de referência do projeto. Centro Oeste. o etapa: objeto da etapa. Expressa. Os atributos de cada etapa são: . "Prolongamento do cais acostável". A localização do gasto poderá ser de abrangência nacional. por Estado ou Município ou. utilizados especialmente para especificar a localização física da ação. por um critério 47 .resultado da etapa: expressa. Os projetos.valor da etapa: expressa o custo estimado da etapa em preços correntes. Por exemplo. o que é efetivamente feito no âmbito da etapa. que indica o impacto (estimativa de custo anual) sobre as despesas de operação e manutenção do investimento após o término do projeto e em quais ações esse aumento ou decréscimo de custos ocorrerá. Nordeste. ao construir uma escola a ser operada pelo governo municipal.Orçamento Federal p) Custo total estimado do projeto Atributo específico dos projetos e ações não orçamentárias de caráter temporário. em alguns casos. a preços correntes. A adequada localização do gasto permite maior controle governamental e social sobre a implantação das políticas públicas adotadas. Por exemplo. Se por alguma razão o impacto for nulo.ordem da etapa: ordem numérica de execução da etapa. por conseguinte. os custos e os impactos da ação governamental. Exemplos: "Remodelagem do cais". os projetos e as operações especiais serão detalhados em subtítulos. caso o projeto venha a ser mantido pela União. que se refere às datas de início e previsão de término do projeto. . o resultado esperado ao final da etapa. A execução de um determinado projeto geralmente acarreta incremento no custo de atividades. de forma sucinta. etapa: Exemplo: "Remodelagem do cais do Porto com obras na cortina de estacas-prancha". e "Aquisição de sinais náuticos". desde o seu início até a sua conclusão. além de evidenciar a focalização. . de forma sucinta. ao construir um hospital a ser mantido pela União. as ações não-orçamentárias e. Sudeste. excepcionalmente. a União. SUBTÍTULO As atividades. uma vez que as despesas de manutenção incorrerão sobre outro ente da Federação. . de forma clara. os subtítulos (localizadores de gasto) podem ter suas etapas intermediárias detalhadas. alteração da finalidade da ação. Exemplos: "Cais ampliado" e "Segurança operacional implementada".

2.000 .2.2.5. área geográfica ou beneficiário. A LDO veda que na especificação do subtítulo haja referência a mais de uma localidade. o campo que identifica o programa contém quatro dígitos. 48 . Programas e Ações Padro nizados 2. Estrutura Programática na Base do Sistema de Orçamento a) programa Na base do sistema.1. 5 . o subtítulo representa o menor nível de categoria de programação e será detalhado por esfera orçamentária.5 Padronizados 2. Exemplos de programas padronizados: 0750 .2.Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais. identificador de uso e por fonte de recursos. 4. 0902 .2.Atividades Padronizadas. por grupo de natureza de despesa.2. 0901 . 1º 2º 3º 4º b) ação e subtítulo : Na base do sistema a ação é identificada por um código alfanumérico de oito dígitos: 1º numérico AÇÃO 2º 3º alfanuméricos 4º 5º 6º 7º 8º numéricos (Subtítulo) Ao observar o 1º dígito do código. pode-se identificar o tipo de ação: 1º DIGITO 1. mas que participa dos programas do PPA) 2. Programas Padronizados da União 2. Esses programas padronizados estão vinculados ao Órgão 92.5 São programas com atributos padronizados referentes ao custeio da máquina estatal e são compostos de ações específicas para este fim. quando necessário.Operações Especiais: Financiamentos com Retorno. Na União.5 ou 7 2. se determinados.2.Orçamento Federal específico. sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária. etc. 6 ou 8 0 9 Projeto Atividade TIPO DE AÇÃO Operação Especial Ação não Orçamentária (ação sem dotação nos orçamentos na União.3. por modalidade de aplicação.Apoio Administrativo.2.

Estudos para Projetos de Obras de Infra-Estrutura Hídrica.3.5.2.DNOCS no programa 0515 dentro do órgão 53. Nessas ações padronizadas. Programação Física Meta Física A meta física é a quantidade de produto a ser ofertado por ação.2.101Ministério da Integração Nacional. em nível de unidade orçamentária. não há discriminação das unidades orçamentárias. As metas físicas são indicadas em nível de subtítulo e agregadas segundo os respectivos projetos. Vale ressaltar que o critério para regionalização de metas é o da localização dos beneficiados pela ação.2. e 53.2. 2.2. atividades ou operações especiais. Nessas ações padronizadas os únicos atributos que são passíveis de alteração pelos órgãos são: função e unidade administrativa responsável pela execução da ação. 8 estabelece que os itens da discriminação da despesa mencionados no art.3.3.5. Nota: É importante ressaltar que o detalhamento do PPA é feito por órgão. Exemplo: 8621 . Exemplo: 2272 . 2. na forma do Anexo IV dessa Lei. Ações Padronizadas pela União As ações padronizadas pela União identificam-se quando uma mesma ação é realizada pelos diversos órgãos e unidades orçamentárias da Administração Pública Federal. os atributos de título da ação. 13 serão identificados por números de código decimal. ou seja.Ministério da Integração Nacional. se for o caso. 2. Exemplo: No caso da vacinação de crianças. O conjunto de informações que formam o código é conhecido como classificação por o o o 49 .320. de 2001. 53. de 1964.204 . finalidade e descrição. Componentes da Programação Física e Financeira 2. de forma regionalizada. ainda que a campanha seja de âmbito nacional e a despesa paga de forma centralizada.201 – CODEVASF. num determinado período.Orçamento Federal União 2. Esses atributos só podem ser alterados pelo Órgão Setorial correspondente e/ou pelo órgão central. subfunção. atualmente consubstanciados no Anexo II da Portaria Interministerial n 163. 12 e 13 da Lei n 4. forma e descrição da implementação e base legal. Ações Padronizadas pelos Setoriais As ações padronizadas pelos setoriais identificam-se quando uma mesma ação é realizada por duas ou mais unidades orçamentárias no âmbito do órgão setorial correspondente. o art. esta ação existe nas unidades 53. O mesmo ocorre com a distribuição de livros didáticos. produto. unidade de medida.2. programa e ação.1. a maior parte dos atributos são editáveis ficam bloqueados para alteração. Assim como no caso da receita.2. Componentes da Programação Financeira Natureza de Despesa Os arts.2. função.3.2. tipo de ação.000 .Gestão e Administração do Programa. a meta será regionalizada pela quantidade de crianças a serem vacinadas ou de vacinas empregadas em cada Estado. e instituída para cada ano. tratam da classificação da despesa por categoria econômica e elementos.

2.2.Despesas Correntes 4 . a modalidade de aplicação e o elemento.Despesas Orçamentárias de Capital: classificam-se nessa categoria aquelas Orçamentárias Capital: despesas que contribuem. 50 . diretamente.Despesas de Capital 12 3 – Despesas Orçamentárias Correntes classificam-se nessa categoria todas as Correntes: despesas que não contribuem. é classificada em duas categorias econômicas .Orçamento Federal natureza de despesa e informa a categoria econômica da despesa.2. o grupo a que ela pertence. conforme discriminado a seguir: 12 Para efeito de identificação considera-se a Categoria Econômica “9” como Reserva de Contingência de acordo com o artigo 8º da Portaria Interministerial SOF/STN nº163. para a formação ou aquisição de um bem de capital. Grupo de Natureza da Despesa O grupo de natureza da despesa é um agregador de elementos de despesa com as mesmas características quanto ao objeto de gasto.2.2. Categoria Econômica da Despesa A despesa.3.1. diretamente.2. para a formação ou aquisição de um bem de capital.3. 4 . Na base do sistema de orçamento o campo que se refere à natureza de despesa contém um código composto por seis algarismos: 1º Categoria Econômica da Despesa 2º Grupo de Natureza da Despesa 3º 4º 5º 6º Modalidade de Aplicação Elemento de Despesa 2. assim como a receita. com os seguintes códigos: CATEGORIAS A – CATEGORIAS ECONÔMICAS 3 .

Pessoal e Encargos Sociais Despesas orçamentárias com pessoal ativo. reformas e pensões. pagamento de diárias. 5 . auxílio-alimentação. constituídas. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas. contribuições. inclusive adicionais. em utilização.Amortização da Dívida 9 .Outras Despesas Correntes Despesas orçamentárias com aquisição de material de consumo.GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA 1 . bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência. e com a constituição ou aumento do capital de empresas.Amortização da Dívida 51 . aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie.Orçamento Federal B .Reserva de Contingência 1 . quando a operação não importe aumento do capital. conforme estabelece o caput do art. auxílio-transporte. e com a aquisição de instalações. 4 .Investimentos Despesas orçamentárias com softwares e com o planejamento e a execução de obras.Pessoal e Encargos Sociais 2 . funções ou empregos. inativo e pensionistas. 18 da LRF.Juros e Encargos da Dívida 3 .Juros e Encargos da Dívida Despesas orçamentárias com o pagamento de juros. equipamentos e material permanente. subvenções. 3 . horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza. militares e de membros de Poder. 2 . bem como da dívida pública mobiliária. gratificações.Outras Despesas Correntes 4 . fixas e variáveis.Investimentos 5 .Inversões financeiras 6 . subsídios. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas. civis. relativas a mandatos eletivos. além de outras despesas da categoria econômica "Despesas Correntes" não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa. com quaisquer espécies remuneratórias. proventos da aposentadoria. tais como vencimentos e vantagens. cargos.Inversões Financeiras Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis ou bens de capital. Dívida 6 . além de outras despesas classificáveis nesse grupo.

Transferências ao Exterior 90 .Transferências a Municípios – Fundo a Fundo 42 . Modalidade de Aplicação A modalidade de aplicação indica se os recursos serão aplicados mediante transferência financeira. inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outras esferas de Governo. bem como eventos fiscais imprevistos.Transferências à União Despesas orçamentárias realizadas pelos Estados.Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.2.Transferências à União 22 .Execução Orçamentária Delegada a Municípios 50 . 9 – Reserva de Contingência Despesas orçamentárias destinadas ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos. diretamente pela unidade detentora do crédito orçamentário. Municípios ou pelo Distrito Federal.A Definir 20 . seus órgãos ou entidades. 52 . A modalidade de aplicação objetiva. então. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social 99 .Transferências a Instituições Multigovernamentais 71 . principalmente.2.Transferências a Consórcios Públicos 72 . ou.3.3.Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos 70 .Execução Orçamentária Delegada à União 30 . mediante transferência de recursos financeiros à União.Transferências a Municípios 41 . inclusive a abertura de créditos adicionais.Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos 60 .Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo 32 . ou por outro órgão ou entidade no âmbito do mesmo nível de Governo.Aplicações Diretas 91 . 2.Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal 40 . inclusive para suas entidades da administração indireta.Orçamento Federal Despesas orçamentárias com o pagamento e/ou refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. conforme discriminado a seguir: MODALIDADES DE APLICAÇÃO 20 . eliminar a dupla contagem dos recursos transferidos ou descentralizados. contratual ou mobiliária.Transferências a Estados e ao Distrito Federal 31 .Execução Orçamentária Delegada a Consórcio Públicos 80 . ou diretamente para entidades privadas sem fins lucrativos e outras instituições.

41 . dos Estados ou do Distrito Federal aos Municípios por intermédio da modalidade fundo a fundo. 40 . 32 . 70 .Transferências a Municípios – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União.Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. 31 . decorrentes de delegação ou descentralização a Estados e ao Distrito Federal para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante.Transferências a Instituições Multigovernamentais Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas e mantidas por dois ou mais entes da Federação ou por dois ou mais países. inclusive o Brasil. 60 . decorrentes de delegação ou descentralização à União para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante.Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades sem fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública.Transferências a Estados e ao Distrito Federal – Fundo a Fundo Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal por intermédio da modalidade fundo a fundo.Transferências a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Estados aos Municípios.Transferências a Estados e ao Distrito Federal Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros da União ou dos Municípios aos Estados e ao Distrito Federal. inclusive para suas entidades da administração indireta. decorrentes de delegação ou descentralização a Municípios para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. 42 .Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades com fins lucrativos que não tenham vínculo com a Administração Pública.Orçamento Federal 22 .Execução Orçamentária Delegada a Municípios Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. 50 . inclusive para suas entidades da administração indireta. 53 .Execução Orçamentária Delegada à União Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. 30 .

Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Despesas orçamentárias de órgãos. bens e serviços. no âmbito da mesma esfera de Governo. empresa estatal dependente ou outra entidade constante desses orçamentos. de 6 de abril de 2005. dos créditos a ela alocados Social. equipamentos e material permanente.Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros. material de consumo. pela unidade orçamentária. fundo. subvenções sociais. quando o recebedor dos recursos também for órgão. além de outras operações. 99 .Orçamento Federal 71 .107.Transferências ao Exterior Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a órgãos e entidades governamentais pertencentes a outros países. 72 . fundação. diárias. ou oriundos de o descentralização de outras entidades integrantes ou não dos Orçamentos Fiscal ou da Seguridade 2. obras e instalações. discriminados a seguir: 54 .Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. pagamento de impostos. serviços de terceiros prestados sob qualquer forma. taxas e contribuições. juros. decorrentes de delegação ou descentralização a consórcios públicos para execução de ações de responsabilidade exclusiva do delegante. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social decorrentes da aquisição de materiais.3.A Definir Modalidade de utilização exclusiva do Poder Legislativo ou para classificação orçamentária da Reserva de Contingência e da Reserva do RPPS. objetivando a execução dos programas e ações dos respectivos entes consorciados.2. Elemento de Despesa O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto.Aplicações Diretas Aplicação direta. amortização e outros que a Administração Pública utiliza para a consecução de seus fins. vedada a execução orçamentária enquanto não houver sua definição. inclusive aqueles que tenham sede ou recebam os recursos no Brasil.2. Os códigos dos elementos de despesa estão definidos no Anexo II da Portaria Interministerial nº 163. 91 . fundações. autarquias. 80 . tais como vencimentos e vantagens fixas. fundos.4.Transferências a Consórcios Públicos Despesas orçamentárias realizadas mediante transferência de recursos financeiros a entidades criadas sob a forma de consórcios públicos nos termos da Lei n 11. 90 . autarquia. a organismos internacionais e a fundos instituídos por diversos países. no âmbito da mesma esfera de governo. auxílios. de 2001.

36. etc) em operações especiais. o que pode ocorrer apenas em operações especiais. 55 . 35. 42-Auxílios e 43-Subvenções Sociais. 52.Orçamento Federal É vedada a utilização em projetos e atividades dos elementos de despesa 41-Contribuições. 39. É vedada a utilização de elementos de despesa que representem gastos efetivos (ex.: 30. 51.

Outras Despesas Variáveis .Aposentadorias.Encargos pela Honra de Avais.Salário-Família 10 .Vencimentos e Vantagens Fixas . Desportivas e Outras 32 .Outros Benefícios de Natureza Social 11 . 56 13 13 . Artísticas.Orçamento Federal ELEMENTO DE DESPESA 01 .Premiações Culturais.Arrendamento Mercantil Conforme art.Contratação por Tempo Determinado 05 .Pensões 04 .Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes 30 .Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária 25 .Serviços de Consultoria 36 – Outros Serviços de Terceiros .Pessoal Civil 17 . Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita 33 . Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária 24 . Garantias. 38 da LRF.Vencimentos e Vantagens Fixas .Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso 07 – Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência 08 . Governador de Estado e Prefeito Municipal.Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização 35 .Auxílio Financeiro a Estudantes 19 – Auxílio-Fardamento 20 .Outros Benefícios Previdenciários 06 .Auxílio Financeiro a Pesquisadores 21 Juros sobre a Dívida por Contrato 22 .Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato 23 .Material de Consumo 31 .Diárias – Civil 15 .Pessoa Física 37 .Obrigações decorrentes de Política Monetária 27 .Pessoal Militar 13 . Reserva Remunerada e Reformas 03 .Pessoal Militar 18 . Científicas.Diárias – Militar 16 .Outros Benefícios Assistenciais 09 .Obrigações Patronais 14 .Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita 26 .Juros.Pessoal Civil 12 .Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos 29 .Locação de Mão-de-Obra 38 .Material.Passagens e Despesas com Locomoção 34 . estará proibida operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no último ano de mandato do Presidente da República. Seguros e Similares 28 .Outras Despesas Variáveis .

Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da 14 Receita 76 .Sentenças Judiciais 92 .Orçamento Federal 39 .Obras e Instalações 52 .Constituição ou Aumento de Capital de Empresas 66 .Aquisição de Produtos para Revenda 63 .A Classificar 14 Idem ao item 13.Principal da Dívida Contratual Resgatado 72 .Outros Serviços de Terceiros .Indenizações e Restituições Trabalhistas 95 .Aquisição de Imóveis 62 .Aquisição de Títulos de Crédito 64 .Auxílios 43 .Depósitos Compulsórios 71 .Equipamentos e Material Permanente 61 .Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo 96 .Obrigações Tributárias e Contributivas 48 .Subvenções Econômicas 46 .Auxílio-Transporte 51 .Contribuições 42 .Despesas de Exercícios Anteriores 93 .Concessão de Empréstimos e Financiamentos 67 .Pessoa Jurídica 41 .Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas 91 .Subvenções Sociais 45 .Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada 74 – Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada 75 . 57 .Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 81 .Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS 99 .Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado 97 .Principal da Dívida Mobiliária Resgatado 73 .Indenizações e Restituições 94 .Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 65 .Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas 49 .Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado 77 .Auxílio-Alimentação 47 .

e tem por objetivos: [. 06 .” 07 . comprovadamente. independentemente de contribuição à seguridade social.Pensões Despesas orçamentárias com pensionistas civis e militares.] V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. 04 . de acordo com legislação específica de cada ente da Federação. 203. e Auxílio-invalidez pagos diretamente ao servidor ou militar. para complementação de aposentadoria. as despesas com o funeral do ex-servidor ou do ex-militar. Auxílio-creche ou Assistência Pré-escolar devido ao dependente do servidor ou militar. quando for o caso.Outros Benefícios Assistenciais Despesas orçamentárias com: Auxílio-funeral devido à família do servidor ou do militar falecido na atividade. que dispõe: “Art. militares da reserva remunerada e reformados e segurados do plano de benefícios da previdência social. 03 . Auxílio-natalidade devido à servidora ou militar. 08 .Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Benefício Despesas orçamentárias decorrentes do cumprimento do art.Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Despesas orçamentárias com os encargos da entidade patrocinadora no regime de previdência fechada. 05 . ou a terceiro que custear.Orçamento Federal 01 – Aposentadorias. pensões concedidas por lei específica ou por sentenças judiciais. inclusive obrigações patronais e outras despesas variáveis.Contratação por Tempo Determinado Despesas orçamentárias com a contratação de pessoal por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. conforme dispuser a lei. inciso V. cônjuge ou companheiro servidor público ou militar por motivo de nascimento de filho. ou aposentado... 203 – A assistência social será prestada a quem dela necessitar. da Constituição Federal. 58 . Auxílio-reclusão devido à família do servidor ou do militar afastado por motivo de prisão. pensionistas do plano de benefícios da previdência social.Outros Benefícios Previdenciários Despesas orçamentárias com outros benefícios do sistema previdenciário exclusive aposentadoria. conforme regulamento. Reserva Remunerada e Reformas Aposentadorias. reformas e pensões. adorias Despesas orçamentárias com pagamentos de inativos civis.

10 . Gratificação de Localidade Especial. Incentivo Funcional .Orçamento Federal 09 . Gratificação de Estímulo à Fiscalização e Arrecadação de Contribuições e de Tributos. 13 Salário Proporcional. Adicional de Férias 1/3 (art. Gratificação da Atividade de Fiscalização do Trabalho. Gratificação de Atividade. Adicionais de Periculosidade. em cumprimento aos §§ 3 e 4 do art.Salário-Família SalárioDespesas orçamentárias com benefício pecuniário devido aos dependentes econômicos do militar ou do servidor. Licença-Prêmio por assiduidade.Vencimentos e Vantagens Fixas . Gratificação de Engenheiro Agrônomo. Adicional de Férias. exclusive os regidos pela CLT. Divisão ou Equivalente. de caráter permanente. Adicional Militar. 13 . Adiantamento do 13 Salário. os quais são pagos à conta do plano de benefícios da previdência social. Salário Pessoal Permanente. 239 da CF. e outras despesas correlatas de caráter permanente. e outras despesas correlatas. Gratificação de Produtividade do Ensino. Indenização de Habilitação Policial. Abono Provisório. Adicional Natalino. Gratificação de Representação. Parcela Incorporada (ex-quintos e ex-décimos). Gratificação de Natal. Gratificação Especial de Localidade. Adicional de Tempo de Serviço. da CF). Gratificação por Trabalho de Raios X ou Substâncias Radioativas. 11 . Retribuição Básica (Vencimentos ou Salário no Exterior). Gratificação por Encargo de Curso ou de Concurso. Vencimento do Pessoal em Disponibilidade Remunerada.Pessoal Militar Despesas orçamentárias com: Soldo. Gratificação de Desempenho das Atividades Rodoviárias. previstas na estrutura remuneratória dos militares. Aviso Prévio (cumprido).Outros Benefícios de Natureza Social Despesas orçamentárias com abono PIS/PASEP e Seguro-desemprego. Gratificação de Habilitação Profissional. Gratificação por Produção Suplementar. Gratificação de Dedicação Exclusiva. Adicional Noturno. Adicional de Compensação Orgânica.Obrigações Patronais Despesas orçamentárias com encargos que a administração tem pela sua condição de empregadora. inclusive a alíquota de o o o o o 59 .Vencimentos e Vantagens Fixas . Vantagens Pecuniárias de Ministro de Estado. Vencimento ou Salário de Cargos de Confiança. inciso XVII. Adicional de Habilitação. tais como: Gratificação Adicional Pessoal Disponível. inativos e pensionistas. Gratificação pela Chefia de Departamento. Diferenças Individuais Permanentes. Subsídios. tais como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e contribuições para Institutos de Previdência. Gratificação de Atendimento e Habilitação Previdenciários. Férias Vencidas e Proporcionais.Pessoal Civil Despesas orçamentárias com: Vencimento. e resultantes de pagamento de pessoal ativo. Gratificação de Representação de Gabinete. Gratificações. Adicional de Insalubridade. Gratificação de Interiorização. 7 . de Secretário de Estado e de Município. Gratificação de Função-Magistério Superior. 12 . Gratificação pela Chefia ou Coordenação de Curso de Área ou Equivalente.Sanitarista. “Pró-labore” de Procuradores. Representação Mensal. Férias Antecipadas de Pessoal Permanente. Gratificação de Direção Geral ou Direção (Magistério de lº e 2º Graus). Adicional de Permanência. Gratificação de Regência de Classe.

Auxílio Financeiro a Pesquisadores Despesas orçamentárias com apoio financeiro concedido a pesquisadores. nas suas mais diversas modalidades. Outras 17 . 21 . 60 . exceto aquelas classificadas em elementos de despesas específicos. 15 .Civil Despesas orçamentárias com cobertura de alimentação.Pessoal Civil Despesas orçamentárias relacionadas às atividades do cargo/emprego ou função do servidor. decorrentes do pagamento de pessoal dos órgãos e entidades da administração direta e indireta. observado o disposto no art. e cujo pagamento só se efetua em circunstâncias específicas. exceto na condição de estudante. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das contribuições de que trata este elemento de despesa.Diárias . pago diretamente ao servidor ou militar.Auxílio Financeiro a Estudantes Despesas orçamentárias com ajuda financeira concedida pelo Estado a estudantes comprovadamente carentes. em caráter eventual ou transitório.Outras Despesas Variáveis . tais como: hora-extra. 20 . individual ou coletivamente.Diárias .Pessoal Militar Despesas orçamentárias eventuais. pousada e locomoção urbana. substituições. destinadas à indenização das despesas de alimentação e pousada. e concessão de auxílio para o desenvolvimento de estudos e pesquisas de natureza científica. de natureza remuneratória. observado o disposto no art. do servidor público estatutário ou celetista que se desloca de sua sede em objeto de serviço. Auxílio19 . 26 da LRF.Militar Despesas orçamentárias decorrentes do deslocamento do militar da sede de sua unidade por motivo de serviço.Orçamento Federal contribuição suplementar para cobertura do déficit atuarial. devidas em virtude do exercício da atividade militar. 26 da LRF. e outras despesas da espécie.Outras Despesas Variáveis . 14 . realizadas por pessoas físicas na condição de estudante. 16 . entendido como sede o Município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício em caráter permanente.Auxílio-Fardamento Despesas orçamentárias com o auxílio-fardamento. Estudantes 18 . no desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.Juros sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com juros referentes a operações de crédito efetivamente contratadas.

prêmios. farmacológico e laboratorial. socorro e sobrevivência. tais como: comissão. fianças e similares concedidos. tais como: taxas. em razão dos resultados positivos desses fundos. material de expediente. seguro etc.Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida mobiliária. 165. inclusive a título de dividendos e participação de empregados nos referidos resultados. e produtos de higienização.Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Despesas orçamentárias com outros encargos da dívida pública contratada. material gráfico e de processamento de dados. outros combustíveis e lubrificantes. 25 . sementes e mudas de plantas. material de manobra e patrulhamento. aquisição de disquete. material de coudelaria ou de uso zootécnico. gêneros de alimentação. Seguros e Similares Despesas orçamentárias que a administração é compelida a realizar em decorrência da honra de avais. o 61 . gás engarrafado. 30 . § 8 . da CF. material de cama e mesa. alimentos para animais. Garantias. comissões bancárias. material biológico. combustível e lubrificantes de aviação. 29 . lubrificantes automotivos. 23 . 26 . garantias. à semelhança de dividendos. 28 . material para esportes e diversões. inclusive os juros decorrentes de operações de crédito por antecipação da receita.Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Despesas orçamentárias com o pagamento de encargos da dívida pública. . corretagem. conforme art. corte ou abate. diesel automotivo.Orçamento Federal 22 . material de construção para reparos em imóveis. 27 . material de proteção.Obrigações decorrentes de Política Monetária Despesas orçamentárias com a cobertura do resultado negativo do Banco Central do Brasil. animais para estudo. nos termos da legislação vigente.Juros. 24 . segurança.Encargos pela Honra de Avais. como autoridade monetária.Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Despesas orçamentárias com encargos decorrentes da remuneração de cotas de fundos autárquicos. copa e cozinha. apurado em balanço. gasolina automotiva. imposto de renda e outros encargos.Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Despesas orçamentárias com a distribuição de resultado positivo de empresas estatais dependentes.Material de Consumo Despesas orçamentárias com álcool automotivo. Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Despesas orçamentárias com a remuneração real devida pela aplicação de capital de terceiros em títulos públicos. seguros. pen-drive.

nos casos em que o contrato especifique o quantitativo físico do pessoal a ser utilizado. sobressalentes de máquinas e motores de navios e esquadra. material de acondicionamento e embalagem. 62 o . realizadas diretamente ou por meio de empresa contratada. 19 dessa Lei. Artísticas. 32 – Material. monitores diretamente contratados. seguros.Passagens e Despesas com Locomoção Despesas orçamentárias. medicamentos. suprimento de proteção ao voo. locação ou uso de veículos para transporte de pessoas e suas respectivas bagagens.Premiações Culturais. 18. 35 . material para telecomunicações. inclusive decorrentes de sorteios lotéricos. § 1 . vigilância ostensiva e outros. suprimento de aviação. diárias a colaboradores eventuais. e outras despesas pagas diretamente à pessoa física. estagiários. tecidos e aviamentos. material químico. Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita Despesas orçamentárias com aquisição de materiais. fluviais ou marítimas). com aquisição de passagens (aéreas.Pessoa Física Despesas orçamentárias decorrentes de serviços prestados por pessoa física pagos diretamente a esta e não enquadrados nos elementos de despesa específicos. ou assemelhadas. terrestres. explosivos e munições. tais como livros didáticos. computadas para fins de limites da despesa total com pessoal prevista no art. 31 . 33 . pedágios. Locação 37 . hospitalar e ambulatorial. troféus. gratificação por encargo de curso ou de concurso. tais como: remuneração de serviços de natureza eventual. fardamento. tais como limpeza e higiene. bens ou serviços que possam ser distribuídos gratuitamente. desportivas e outras. locação de imóveis.Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Despesas orçamentárias relativas à mão de obra constante dos contratos de terceirização. fretamento. gêneros alimentícios e outros materiais. Científicas. taxas de embarque. reposição e aplicação. vestuário. material para manutenção. salário de internos nas penitenciárias. exceto se destinados a premiações culturais. prestado por pessoa física sem vínculo empregatício. bens ou serviços para distribuição gratuita. científicas. prestadoras de serviços nas áreas de consultorias técnicas ou auditorias financeiras ou jurídicas. material odontológico. inclusive quando decorrentes de mudanças de domicílio no interesse da administração.Locação de Mão de Obra Despesas orçamentárias com prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos. Material. Contratos 34 . flâmulas e insígnias e outros materiais de uso não duradouro. medalhas.Outros Serviços de Terceiros . uniformes. da LRF.Orçamento Federal material para fotografia e filmagem. Desportivas e Outras Despesas orçamentárias com a aquisição de prêmios. de acordo com o art. bandeiras. 36 .Serviços de Consultoria Despesas orçamentárias decorrentes de contratos com pessoas físicas ou jurídicas. artísticas. condecorações. bem como com o pagamento de prêmios em pecúnia. material para instalação elétrica e eletrônica.

de escoamento. de acordo com os arts. respectivamente.Pessoa Jurídica Despesas orçamentárias decorrentes da prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos. cobertura. fretes e carretos. ainda. água e esgoto. tais como: assinaturas de jornais e periódicos. serviços funerários. e 17 da Lei n 4. de parcela de encargos de empréstimos e financiamentos e dos custos de aquisição. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso de obrigações não tributárias.Auxílios Despesas orçamentárias destinadas a atender a despesas de investimentos ou inversões financeiras de outras esferas de governo ou de entidades privadas sem fins lucrativos. 43 . 39 . seguros em geral (exceto os decorrentes de obrigação patronal). vale-refeição. 16. outras operações com características semelhantes.Contribuições Despesas orçamentárias para as quais não correspondam contraprestação direta em bens e serviços e não sejam reembolsáveis pelo recebedor. correios etc. o 63 . 25 e 26 da LRF. auxílio-creche (exclusive a indenização a servidor). de venda e de manutenção de bens. de produção. direta ou indireta. produtos e serviços em geral. locação de imóveis (inclusive despesas de condomínio e tributos à conta do locatário. gás. parágrafo único. 26 da LRF. impressão. autorizadas em leis específicas. de distribuição. software.Orçamento Federal 38 . tais como: ajuda financeira a entidades privadas com fins lucrativos.320. simpósios.Arrendamento Mercantil Despesas orçamentárias com contratos de arrendamento mercantil. 41 . serviços de comunicação (telefone. conferências ou exposições. conservação e adaptação de bens imóveis. observado o disposto na legislação vigente. serviços de divulgação. observado o disposto no art. inclusive as destinadas a atender a despesas de manutenção de outras entidades de direito público ou privado. quando previstos no contrato de locação).).Outros Serviços de Terceiros . sem finalidade lucrativa. encadernação e emolduramento. e. locação de equipamentos e materiais permanentes. observado. com opção ou não de compra do bem de propriedade do arrendador. de 1964. 45 – Subvenções Econômicas Despesas orçamentárias com o pagamento de subvenções econômicas. despesas com congressos. distribuidores e vendedores.Subvenções Sociais Despesas orçamentárias para cobertura de despesas de instituições privadas de caráter assistencial ou cultural. serviços de asseio e higiene. o disposto nos arts. tarifas de energia elétrica. habilitação de telefonia fixa e móvel celular. a qualquer título. 42 . concessão de bonificações a produtores. telex. e outros congêneres.

instalações que sejam incorporáveis ou inerentes ao imóvel. estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta.Obras e Instalações Despesas com estudos e projetos. mobiliário em geral. instrumentos musicais e artísticos. semoventes. socorro e sobrevivência.Orçamento Federal 46 .). estagiários ou empregados da Administração Pública direta e indireta. embarcações. observado o disposto no art. equipamentos de manobra e patrulhamento. Auxílio49 . Taxa de Limpeza Pública. aparelhos e utensílios de escritório. diretamente aos militares. pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade e necessário à realização das mesmas. ou trabalho-trabalho nos casos de acumulação lícita de cargos ou empregos. equipamentos de proteção.Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas orçamentárias decorrentes do pagamento de tributos e contribuições sociais e econômicas (Imposto de Renda. laboratorial e hospitalar. bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das obrigações de que trata este elemento de despesa. odontológico. tratores e equipamentos agrícolas. prosseguimento e conclusão de obras. IPVA. servidores. IPTU. máquinas. aparelhos de medição. exceto as incidentes sobre a folha de salários. aparelhos e equipamentos de comunicação. sob as mais diversas modalidades. equipamentos e utensílios médico. veículos diversos. 26 da Lei Complementar n 101/2000. aparelhos e equipamentos gráficos e equipamentos diversos.Auxílio-Transporte Despesas orçamentárias com auxílio-transporte pagas em forma de pecúnia. ICMS. aparelhos. COFINS. máquinas. veículos ferroviários. de bilhete ou de cartão magnético. armamentos. não classificados explícita ou implicitamente em outros elementos de despesa. máquinas. etc. etc. pagamento de obras contratadas. aparelhos e equipamentos para esporte e diversões. veículos rodoviários. 51 . destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal. servidores. ferramentas e utensílios de oficina. máquinas. máquinas. 48 . segurança. outros materiais permanentes. 47 . 64 o . 52 . de bilhete ou de cartão magnético. rodoviários e de movimentação de carga. classificadas como obrigações patronais. tais como: elevadores. coleções e materiais bibliográficos. PIS/PASEP. aparelhos e equipamentos de uso industrial.Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Despesas orçamentárias com a concessão de auxílio financeiro diretamente a pessoas físicas. intermunicipal ou interestadual nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa. início. obras de arte e peças para museu.Auxílio-Alimentação AuxílioDespesas orçamentárias com auxílio-alimentação pagas em forma de pecúnia. aparelhos e utensílios domésticos.Equipamentos e Material Permanente Despesas orçamentárias com aquisição de aeronaves. tais como ajuda ou apoio financeiro e subsídio ou complementação na aquisição de bens. aparelhagem para ar condicionado central. diretamente aos militares.

64 .Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Despesas orçamentárias com a constituição ou aumento de capital de empresas industriais. comerciais ou financeiras. 67 .Aquisição de Imóveis 61Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras ou para sua pronta utilização. ou determinados por decisão judicial. desde que tais títulos não representem constituição ou aumento de capital. 63 .Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor do principal da dívida contratual. mediante subscrição de ações representativas do seu capital social. 65 . 72 . 71 . inclusive bolsas de estudo reembolsáveis.Concessão de Empréstimos e Financiamentos Despesas orçamentárias com a concessão de qualquer empréstimo ou financiamento. interna e externa. interna e externa. 73 . interna e externa. 66 .Aquisição de Produtos para Revenda Despesas orçamentárias com a aquisição de bens destinados à venda futura.Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Despesas orçamentárias com a aquisição de ações ou quotas de qualquer tipo de sociedade. efetivamente amortizado. 65 . agrícolas.Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do valor nominal do título da dívida pública mobiliária.Aquisição de Títulos de Crédito Despesas orçamentárias com a aquisição de títulos de crédito não representativos de quotas de capital de empresas.Principal da Dívida Contratual Resgatado Despesas orçamentárias com a amortização efetiva do principal da dívida pública contratual.Depósitos Compulsórios Despesas orçamentárias com depósitos compulsórios exigidos por legislação específica.Orçamento Federal 61. 62 .

320 de 1964. 37 da Lei nº 4.Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública mobiliária.Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Despesas orçamentárias decorrentes da atualização do valor nominal do título da dívida pública mobiliária.Despesas de Exercícios Anteriores Despesas orçamentárias com o cumprimento do disposto no art. que não se tenham processado na época própria. transitadas em julgado. e d) cumprimento de decisões judiciais. integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. prevista na CF ou em leis específicas. 75 . em cumprimento ao disposto no art. c) cumprimento de sentenças judiciais. 37.Orçamento Federal 74 . de pequeno valor. referentes a vantagens pecuniárias concedidas e ainda não incorporadas em caráter definitivo às remunerações dos beneficiários. 100 da CF. b) cumprimento de sentenças judiciais. 81 . de empresas públicas e sociedades de economia mista. 100 e seus parágrafos da CF. 76 . proferidas em Mandados de Segurança e Medidas Cautelares. com recursos provenientes da emissão de títulos da dívida pública mobiliária.Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado Despesas orçamentárias com o refinanciamento do principal da dívida pública contratual. nos termos do § 3 do art. com saldo suficiente para atendê-las.Sentenças Judiciais Despesas orçamentárias resultantes de: a) pagamento de precatórios. inclusive correção monetária ou cambial. 77 . e no art. inclusive correção monetária ou cambial. interna e externa. de contribuições e de outras receitas vinculadas. para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio. 78 do ADCT. transitadas em julgado. 91 . que assim estabelece: “Art. 92 .Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas Despesas orçamentárias decorrentes da transferência a outras esferas de governo de receitas tributárias. na forma definida o em lei. efetivamente amortizado. As despesas de exercícios encerrados. bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício 66 .Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação de Receita Despesas orçamentárias com correção monetária da dívida decorrente de operação de crédito por antecipação de receita. cuja competência de arrecadação é do órgão transferidor. com recursos provenientes da emissão de novos títulos da dívida pública mobiliária. interna e externa.

97 . bem como a restituição de valores descontados indevidamente.Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS Despesas orçamentárias com aportes periódicos destinados à cobertura do déficit atuarial do RPPS. podendo ser em decorrência da participação em programa de desligamento voluntário. a ordem cronológica”. 96 . 93 . inclusive férias e aviso prévio indenizados. sem direito à percepção de diárias. conforme plano de amortização estabelecido em lei do respectivo ente Federativo. e restituições. nos termos das normas vigentes.Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo Despesas orçamentárias com indenizações devidas aos servidores que se afastarem de seu local de trabalho. discriminada por elemento.. 95 .Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Despesas orçamentárias com ressarcimento das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem quando o servidor pertencer a outras esferas de governo ou a empresas estatais nãodependentes e optar pela remuneração do cargo efetivo. exclusive as trabalhistas. tais como os de campanha de combate e controle de endemias.A Classificar Elemento transitório que deverá ser utilizado enquanto se aguarda a classificação em elemento específico. vedada a sua utilização na execução orçamentária. para execução de trabalhos de campo. 94 .Indenizações e Restituições Despesas orçamentárias com indenizações. topografia. em função da perda da condição de servidor ou empregado. sempre que possível. marcação.Indenizações e Restituições Trabalhistas Despesas orçamentárias de natureza remuneratória resultantes do pagamento efetuado a servidores públicos civis e empregados de entidades integrantes da administração pública. bem como outras despesas de natureza indenizatória não classificadas em elementos de despesas específicos. 99 . inclusive devolução de receitas quando não for possível efetuar essa devolução mediante a compensação com a receita correspondente. obedecida. 67 . pesquisa. multas e contribuições incidentes sobre os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. etc.Orçamento Federal correspondente. saneamento básico. poderão ser pagas à conta de dotação específica consignada no orçamento. devidas por órgãos e entidades a qualquer título. inspeção e fiscalização de fronteiras internacionais. inspeção e manutenção de marcos decisórios. exceto as decorrentes de alíquota de contribuição suplementar. quando não for possível efetuar essa restituição mediante compensação com a receita correspondente.

BID Contrapartida de empréstimos com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações Idoc Identificador de Doação e de Operação de Crédito . com ou sem contrapartida de recursos da União.BIRD Contrapartida – Banco Interamericano de Desenvolvimento . para as doações de pessoas. constando da LOA e de seus créditos adicionais. para as contrapartidas de doações serão utilizados o Iduso 5 e respectivo Idoc. O número do Idoc também pode ser usado nas ações de pagamento de amortização. deverá ser utilizado o Idoc 9999.Orçamento Federal Identificador de Uso . juros e encargos para identificar a operação de crédito a que se referem os pagamentos. Os gastos referentes à contrapartida de empréstimos serão programados com o Identificador de Uso – Iduso – igual a 1. enquanto que. Quando os recursos não se destinarem a contrapartida nem se referirem a doações internacionais ou operações de crédito. CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento .Iduso Esse código vem completar a informação concernente à aplicação dos recursos e destina-se a indicar se os recursos compõem contrapartida nacional de empréstimos ou de doações ou destinam-se a outras aplicações. 3 ou 4 e o Idoc com o número da respectiva operação de crédito. 2. o Idoc será 9999. 68 . Neste sentido.I doc O Idoc identifica as doações de entidades internacionais ou operações de crédito contratuais alocadas nas ações orçamentárias. de entidades privadas nacionais e as destinas ao combate à fome.

PAC. CÓDIGO 0 1 Financeira DESCRIÇÃO Primária obrigatória. Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário. ou seja. simultaneamente. cujo demonstrativo constará em anexo à LOA.2011. Despesas relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento . dotações destinadas a despesas financeiras e primárias.Orçamento Federal Classificação Classifica ção da Despesa por Identificador de Resultado Primário O identificador de resultado primário. Primária discricionária. identificando. Conforme estabelecido no § 5º do art. 7º da LDO 2011. devendo constar no PLOA e na respectiva Lei em todos os grupos de natureza da despesa. assim consideradas aquelas não incluídas no anexo específico citado no item anterior. de acordo com a metodologia de cálculo das necessidades de financiamento. nenhuma ação poderá conter. aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV da LDO . 2 3 4 69 . ressalvada a reserva de contingência. de caráter indicativo. tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado primário previsto na LDO.

No que concerne especificamente aos procedimentos de elaboração da proposta orçamentária. de forma integrada. que afetam o desenvolvimento da outra. que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo. nos termos do art. as 70 o o o . setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. conferindo racionalidade e vitalidade ao processo. integração da execução orçamentária com a elaboração. quais sejam. aprovação e execução da lei orçamentária realizada de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações. produtos definidos e configurados.1.1. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho. A Estratégia para o Processo de 2011 O PLOA – da União para o exercício de 2011 será enviado pelo Presidente da República ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto de 2010. 9 . aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias.1. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. a sistemática planejada para 2011 pretende contemplar. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos seus vários níveis. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. compreendendo a participação dos órgãos central. simultaneamente. criação de instrumentos de atualização das projeções da execução e da elaboração do orçamento para subsidiar a tomada de decisão no âmbito das metas fiscais a serem atingidas. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo. garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias.Orçamento Federal 2011 3. a SOF toma como base um conjunto de premissas. e elaboração do projeto. O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 2011 2011 3. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas claramente especificadas. § 2 . por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. de 4 de maio de 2000). ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA PARA 2011 3. O processo de elaboração do PLOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas. da LRF (Lei Complementar n 101.

2. de forma regionalizada. e organização das ações de Governo em programas. que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece. estímulo às parcerias. integração do planejamento e do orçamento. o Poder Judiciário e o Ministério Público da União deverão encaminhar parecer de mérito do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. que estabelece os programas que constarão dos orçamentos da União para os exercícios compreendidos no mesmo período. que constarão das Informações Complementares ao PLOA 2011. garantia da transparência. promoção da gestão empreendedora. as diretrizes. 71 . gestão orientada para resultados. que viabiliza a realização anual dos programas mediante a quantificação das metas e a alocação de recursos para as ações orçamentárias (projetos. e elaboração dos orçamentos da União.Orçamento Federal especificidades do órgão central. Essa sistemática está calcada nos seguintes instrumentos: PPA 2008-2011. 3. LDO. dos órgãos setoriais e das unidades orçamentárias.1. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo. conforme estabelecido no § 1º do art. O processo de elaboração da proposta orçamentária para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades: o art. orçamento. de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias. e o art. 14 da LDO 2011 determina uma data específica para entrega das respectivas propostas setoriais à SOF. atividades e operações especiais). 14 da LDO 2011. 18 da LDO 2011 estabelece metodologia específica para efeito da elaboração de suas respectivas propostas orçamentárias. objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

3.1.. correspondem às ações relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e às constantes do Anexo VII desta Lei.2. tais como: estabelecimento de metas fiscais. 2011 3. 165. a LDO é o instrumento norteador da elaboração da LOA na medida em que dispõe. a dívida pública federal.”. a estrutura e organização dos orçamentos. as diretrizes para elaboração e execução dos orçamentos da União e suas alterações. publicação da avaliação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores civis e militares. Lei de Diretrizes Orçamentárias Instituída pela CF de 1988. fixação de critérios para limitação de empenho e movimentação financeira.1. Diretrizes de Elaboração Orçamentária 3. 4º da LDO 2011.3..165 da CF e a art.3. as despesas da União com pessoal e encargos sociais. para cada exercício financeiro sobre: as prioridades e metas da Administração Pública Federal. A LRF atribuiu à LDO a responsabilidade de tratar de outras matérias. a política de aplicação dos recursos das agências financeiras oficiais de fomento.1.Orçamento Federal 3. 4º da LDO 2011: “Art. e a fiscalização pelo Poder Legislativo sobre as obras e os serviços com indícios de irregularidades graves. as alterações na legislação tributária da União. margem de expansão das despesas obrigatórias de natureza continuada. avaliação financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador e projeções de longo prazo dos benefícios da Lei Orgânica de Assistência Social – Loas. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente. as quais terão precedência na alocação dos recursos no Projeto e na Lei 72 . da 2011: Art. Prioridades e Metas para 2011 Em obediência ao disposto no § 2º do art. abaixo transcritos. da CF: “A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal. e avaliação dos riscos fiscais. § 2º. CF: Art.1. atendidas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União e as de funcionamento dos órgãos e entidades que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. 4º As prioridades e metas físicas da Administração Pública Federal para o exercício de 2011. acompanha a LDO 2011 o Anexo de Metas e Prioridades da Administração Pública Federal para o exercício de 2011.

. e .Casa Civil/ Presidência da República .Órgãos Setoriais.Ministério do Planejamento. . ETAPAS E PRODUTOS DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO As etapas do processo de elaboração. para a proposta orçamentária Avaliação da NFGC para a Proposta Orçamentária . . DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.SOF.Assessoria Econômica/ Ministério do Planejamento. produtos e agentes responsáveis no processo Papel dos agentes Metodologia de projeção de receitas e despesas Fluxo do processo Instruções para detalhamento da proposta setorial .Unidades Orçamentárias e Gerentes de Programas .Estrutura programática do orçamento Revisão da Estrutura Programática . .SOF. os responsáveis e os produtos gerados estão relacionados na tabela a seguir: ETAPAS RESPONSÁVEIS .Órgãos Setoriais. Orçamento e Gestão.SOF.Riscos fiscais . não se constituindo.Orçamento Federal Orçamentária de 2011. . todavia.Diretrizes para a elaboração da LOA: LDO 2011 – Parâmetros Macroeconômicos .Órgãos Setoriais.Ministério da Fazenda. e .Demonstrativo da estimativa da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado . . Definição de Macrodiretrizes .Ministério da Fazenda.Assessoria Econômica/Ministério do Planejamento. creditícia e cambial . .Estimativa das receitas e das despesas que compõem a NFGC.Metas fiscais .SOF Planejamento do Processo de Elaboração PRODUTO Definição da estratégia do processo de elaboração Etapas. Definição e Divulgação de Limites para a Proposta Setorial .SOF. .Casa Civil/ Presidência da República . . Orçamento e Gestão. em limite à programação da despesa”.Referencial monetário para apresentação da proposta orçamentária dos órgãos setoriais 73 .Casa Civil/ Presidência da República Estudo. SPI. Orçamento e Gestão.Objetivos das políticas monetária.

Sua atuação diz respeito a: definição de diretrizes gerais para o processo orçamentário federal.1. . órgão central de orçamento. compete a missão de racionalizar o processo de alocação de recursos. o PPA. e Casa Civil/Presidência da República PRODUTO . PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO Nos diversos níveis hierárquicos cada agente assume um papel definido no processo de elaboração orçamentária.Casa Civil/Presidência da República SOF e DEST. elaborados e entregues ao Congresso Nacional Elaboração e Formalização da Mensagem Presidencial e do Projeto de Lei Orçamentária Elaboração e Formalização das Informações Complementares ao PLOA . .Órgãos Setoriais . . orientação.Órgãos Setoriais. fixação de normas gerais de elaboração dos orçamentos federais. zelando pelo equilíbrio das contas públicas. consolidada e compatibilizada em consonância com a CF. Compatibilização e Consolidação da Proposta Orçamentária RESPONSÁVEIS . Órgãos Setoriais. 3. coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento.3. coordenação do processo de elaboração do PLDO e do PLOA. a LDO e a LRF . fonteada. detalhada no SIOP . Orçamento e Gestão e pela Presidência da República.Orçamento Federal ETAPAS Captação da Proposta Setorial Análise e Ajuste da Proposta Setorial Fechamento.Proposta orçamentária aprovada pelo Ministério do Planejamento.SOF . texto e anexos do PLOA. Área Econômica.Proposta orçamentária analisada. 74 . elaboradas e entregues ao Congresso Nacional 3.Área Econômica. DEST e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. ajustada e definida . análise e definição das ações orçamentárias que comporão a estrutura programática dos órgãos e unidades orçamentárias no exercício financeiro.Ministério do Planejamento. análise e validação das propostas setoriais. consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. .Casa Civil/Presidência da República .Informações complementares ao PLOA. Secretaria de Orçamento Federal À SOF.Mensagem presidencial.Unidades Orçamentárias e .SOF.SOF.Proposta orçamentária dos órgãos setoriais.3. Orçamento e Gestão. fixação de parâmetros e referenciais monetários para a apresentação das propostas orçamentárias setoriais. com foco em resultados para a sociedade. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal. .

definição de instruções. formalização ao Ministério do Planejamento. fixação.3. análise e validação das propostas orçamentárias provenientes das unidades orçamentárias.Orçamento Federal 3. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito. 3.3. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para elaboração da proposta orçamentária. fixação. e consolidação e formalização da proposta orçamentária da unidade orçamentária. do qual dependerá a consistência da proposta do órgão. de acordo com as prioridades. Unidade Orçamentária A unidade orçamentária desempenha o papel de coordenadora do processo de elaboração da proposta orçamentária no seu âmbito de atuação. ação e subtítulo. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial. normas e procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de elaboração da proposta orçamentária. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática. e consolidação e formalização da proposta orçamentária do órgão. valores e justificativas que fundamentam a programação. integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias.3. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades administrativas. de acordo com as prioridades setoriais. coordenado pelas unidades orçamentárias.2. dos referenciais monetários para apresentação das propostas orçamentárias das unidades orçamentárias. análise e validação das propostas orçamentárias das unidades administrativas. Trata-se de momento importante. estudos de adequação da estrutura programática do exercício. Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para elaboração da proposta orçamentária. no que se refere a metas. As unidades orçamentárias são responsáveis pela apresentação da programação orçamentária detalhada da despesa por programa. avaliação da adequação da estrutura programática e mapeamento das alterações necessárias. coordenação do processo de elaboração da proposta orçamentária no âmbito do órgão setorial. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações. 75 .

Normas para Elaboração Estuda. Define e Divulga Limites Fixa Diretrizes Setoriais PROPOSTA PROGRAMAS: .Orçamento Federal 3.Diretrizes Estratégicas .Parâmetros Quantitativos .Subtítulo Compara Limites Programações Consolida e Valida Proposta Formaliza Proposta Ajusta Propostas Setoriais Formaliza Proposta Decide Consolida e Formaliza PL Envia ao Congresso Nacional 76 . FLUXO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO SOF ÓRGÃO SETORIAL UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MP/PR INÍCIO DEFINE: .Ação .4.

5. respectivamente. Tanto no momento das unidades orçamentárias quanto no dos órgãos setoriais a proposta é elaborada por tipo de detalhamento orçamentário compatível com as ações orçamentárias. que não diz respeito aos Encargos Financeiros da União. cada órgão setorial primará. dependendo da comunicação pela SOF através de Ofício-Circular). As informações para elaboração da proposta relativa a essas despesas são captadas pela SOF junto. Vale registrar que o detalhamento da proposta orçamentária para as despesas com sentenças/precatórios e com a parcela da dívida contratual. mesmo que parciais. a abertura desses limites em nível da estrutura funcional e programática da despesa. ressaltando que a proposta setorial deverá incluir o detalhamento das despesas a serem custeadas com recursos oriundos de: RECURSOS Ingresso de Operações de Crédito Recursos Próprios Não Financeiros e Financeiros Taxas Outras Contribuições Econômicas e Sociais Doações Convênios Restituição de Convênios e Congêneres Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Recursos das Operações Oficiais de Crédito Resultado do Banco Central do Brasil FONTES 46. Com base nos referenciais monetários. pela melhor distribuição. no Siop.5. facilitando assim a entrada dos dados e a melhoria da informação. 72 e 76 94. os órgãos setoriais detalham.1. o sistema de informação a ser utilizado será o Siop. que integra as bases do Sigplan e do Sidor. desdobradas por subtítulos pertinentes a cada tipo de detalhamento. tendo como princípio a ótica das prioridades e da qualidade do gasto. 95 e 96 81 82 42 59. 73 e 89 52 77 . por unidade orçamentária e por tipo de detalhamento e apresentará as seguintes particularidades: a proposta das unidades orçamentárias será feita no Siop e encaminhada aos seus respectivos órgãos setoriais para análise. para a SOF pelo menos uma vez por semana (por exemplo: às quartas-feiras. Os órgãos setoriais que utilizam sistemas próprios internos para transmissão dos dados da sua proposta ao Siop terão que realizar transmissões com as informações.Orçamento Federal 3. aos Tribunais Superiores e aos órgãos setoriais. no processo de alocação orçamentária. 60. é feito diretamente pela SOF. revisão e ajustes. 71. durante o período de elaboração das suas propostas orçamentárias. Dentro do escopo da escassez de recursos. A captação da proposta setorial para 2011 será aberta segundo o cronograma no Siop. 47. INSTRUÇÕES PARA O DETALHAMENTO DA PROPOSTA SETORIAL 3. 48 e 49 50 e 80 74 e 75 11. as fontes de recursos serão indicadas na fase da elaboração da proposta. Descrição das Atividades do Detalhamento da Proposta Setorial Para a elaboração da proposta orçamentária para 2011.

Orçamento Federal

Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Recursos das Operações Oficiais de Crédito – Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris

87 89

- Para as despesas custeadas pelas demais fontes, deverá ser utilizado o identificador de fonte de recursos “105 – Recursos do Tesouro a Definir”. A associação das fontes efetivas a essas despesas é processada pela SOF. - O encaminhamento das propostas dos órgãos setoriais à SOF será feito para o conjunto das unidades orçamentárias e por tipo de detalhamento; e - Será realizada uma verificação, pelo Siop, da compatibilidade das propostas encaminhadas pelos órgãos setoriais, com os limites orçamentários estabelecidos, condição básica para se iniciar a fase de análise no âmbito da Secretaria. Caso sejam constatadas incompatibilidades, o próprio Siop não permitirá que a proposta elaborada seja encaminhada, requerendo assim, ajustes nos valores informados. A utilização do Siop para a captação da proposta, é descrita no Manual de Operação do Sistema . Em consonância com a estrutura programática, a proposta orçamentária setorial para 2011 será consolidada por programa, com detalhamento das respectivas atividades, projetos e operações especiais, conforme os seguintes diagramas: 1 – Detalhamento das Atividades e Operações Especiais
ATIVIDADE/OPERAÇÃO ESPECIAL Levantamento e registro das demandas para manutenção das atividades e operações especiais, acompanhadas das respectivas análises que embasam a alocação para 2011.
15

1.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

PROGRAMA AÇÃO: Atividade / Operação Especial Subtítulo Programação Financeira - Esfera Orçamentária - Natureza da Despesa - Identificador de Uso - Fonte de Recursos - Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física: Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

O manual do Siop se encontra no portal de acesso ao sistema, no seguinte endereço eletrônico: http://www.siop.planejamento.gov.br/siop/ 78

15

Orçamento Federal

2 – Detalhamento dos Projetos
PROJETO Levantamento e registro das demandas para desenvolvimento dos projetos. As informações da proposta complementam as do Cadastro de Ações.

2.

ÓRGÃO SETORIAL

UNIDADE ORÇAMENTÁRIA

AÇÃO: Projeto Subtítulo Programação Financeira Esfera Orçamentária Natureza da Despesa Identificador de Uso Fonte de Recursos Identificador de Doação e de Operação de Crédito

Programação Física Meta Física Justificativa: Justificativa descrição do que será desenvolvido e dos resultados esperados

3.5.2. Momentos do Processo de Detalhamento da Proposta Setorial
O processo de detalhamento da proposta setorial, via Siop, divide-se em três etapas básicas, controladas pelo Sistema, denominadas “momento”, que se subdividem em subetapas – denominadas “tipo de detalhamento”. Cada momento pertence exclusivamente ao respectivo usuário e não pode ser compartilhado, o que assegura privacidade e segurança aos dados. Cada tipo de detalhamento corresponde a um determinado conjunto de despesas que serão tratadas separadamente segundo regras específicas. Nos seus respectivos momentos, a unidade orçamentária, o órgão setorial e a SOF poderão consultar, incluir, alterar e excluir dados até o encaminhamento da proposta. Encerrado esse momento, o órgão e a unidade poderão ainda consultar os dados encaminhados ou, excepcionalmente, alterar apenas os textos referentes à justificativa de sua programação. Com a introdução do Siop, alguns detalhamentos foram alterados, permitindo maior desdobramentos de algumas despesas. Conforme quadro demonstrativo abaixo, o código agora passou a ter três dígitos. O primeiro se refere ao momento: inicial, unidade orçamentária (UO), órgão setorial (OS), SOF departamentos, SOF secretaria, projeto de lei, Congresso Nacional e lei. Os dois últimos dígitos se referem ao detalhamento: demais despesas discricionárias, despesas obrigatórias sem controle de fluxo, inclusive precatórios e sentenças, despesas financeiras, despesas com benefícios aos servidores, despesas com pessoal e encargos sociais, despesas com as prioridades e metas, despesas com a dívida contratual e mobiliária, demais despesas obrigatórias com controle de fluxo, despesas com o PAC. Para efeito de divulgação dos referenciais monetários e de elaboração da proposta orçamentária, os detalhamentos foram agrupados, de acordo com as especificidades de cada despesa:

79

Orçamento Federal

Grupo 1: Demais Despesas Discricionárias (detalhamento 1), Despesas com Prioridades e Metas (detalhamento 6) e Demais Despesas Obrigatórias com Controle de Fluxo (detalhamento 8) 2: Grupo 2 Despesas Obrigatórias sem Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças 3: Grupo 3 Despesas Financeiras 4: Grupo 4 Despesas com Benefícios aos Servidores 5: Grupo 5 Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Grupo 7: Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Grupo 9: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC Grupo 10: Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2 TIPOS DE DETALHAMENTO TÍTULO
INICIAL UO 1.01 Órgão SOF SOF Setorial DEPTOS SECRETARIA 2.01 3.01 4.00 PL 5.00 Autógrafo 6.00 Veto 7.00 LEI 8.00 Lei + Crédito 9.00

Demais Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias SEM Controle de Fluxo inclusive Precatórios e Sentenças Despesas Financeiras Despesas com Benefícios aos Servidores Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Despesas com as Prioridades e Metas Despesas com a Dívida Contratual e Mobiliária Demais Despesas Obrigatórias COM Controle de Fluxo Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC Despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2

0.00

0.00

1.02

2.02

3.02

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00 0.00 0.00 0.00 0.00

1.03 1.04 1.05 1.06 1.07

2.03 2.04 2.05 2.06 2.07

3.03 3.04 3.05 3.06 3.07

4.00 4.00 4.00 4.00 4.00

5.00 5.00 5.00 5.00 5.00

6.00 6.00 6.00 6.00 6.00

7.00 7.00 7.00 7.00 7.00

8.00 8.00 8.00 8.00 8.00

9.00 9.00 9.00 9.00 9.00

0.00

1.08

2.08

3.08

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.09

2.09

3.09

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

0.00

1.10

2.10

3.10

4.00

5.00

6.00

7.00

8.00

9.00

80

A contratação de operação de crédito externo necessita de autorização do Senado Federal. e os recursos financeiros provenientes da operação serão inseridos no PLOA segundo regras constantes da LRF e da LDO. quais sejam: pagamento de juros. dos órgãos de origem. são os ingressos para o tomador dos recursos financeiros contratados na operação de crédito externo. inciso V. para o Ministério da Fazenda. conforme preconiza o art.6. a União pode lançar mão de operação de crédito. de 19 de dezembro de 2006. bem como os já finalizados e não transferidos para a STN. na ação orçamentária “0419 – Dívida Externa da União Decorrente de Empréstimos e Financiamentos”.Orçamento Federal 3. com o intuito de dispor sobre a transferência desses contratos. Os valores referentes à proposta orçamentária da dívida contratual externa transferida do órgão de origem para a STN serão alocados no âmbito do órgão “Encargos Financeiros da União”.994. Já a proposta orçamentária referente às obrigações financeiras decorrentes de contratos de financiamentos ou empréstimos externos. o Poder Executivo editou o Decreto nº 5. junto a organismo financeiro externo. OPERAÇÃO DE CRÉDITO EXTERNA EXTERNA Visando ao financiamento de projetos de interesse da Administração Pública Federal e devido à insuficiência ou custo de outras fontes de recursos orçamentários. da CF. Objetivando racionalizar o procedimento de pagamento aos credores do serviço da dívida referente aos contratos de dívida externa em que a União figura como devedora e cujos desembolsos pelos credores tenham sido totalmente realizados. Entenda-se como serviço da dívida contratual externa o pagamento programado dos encargos financeiros da operação de crédito. por sua vez. Os desembolsos pelo credor. 52. cujos desembolsos ainda não tenham sido finalizados. comissões e amortização . ÓRGÃO SETORIAL Contratos com Desembolsos Finalizados e Transferidos Contratos com Desembolsos em Andamento ou Finalizados e não STN Saoc SOF SOF Siop Siop 81 . continuará sendo encaminhada pelos setoriais dos órgãos de origem à SOF por meio do SAOC.

11 da LDO 2011. IPEA e SPE. após a aprovação do texto junto à direção do Ministério do Planejamento. imprimirá e encadernará a mensagem presidencial na sua versão final.7. Ela tem a finalidade de encaminhar o PLOA ao Congresso Nacional. A SOF solicitará contribuições para elaboração das partes da mensagem presidencial aos responsáveis pelas áreas econômica. que as prepararão e encaminharão à SOF. do Banco Central do Brasil) e dos órgãos setoriais. (Secretaria de Política Econômica – SPE. setorial e empresas estatais. ASSEC. Orçamento e Gestão).Orçamento Federal 3. O processo de elaboração da mensagem presidencial está descrito. e encaminhadas à SOF para implementação. da Secretaria de Gestão – SEGES do Ministério do Planejamento. ELABORAÇÃO DA MENSAGEM PRESIDENCIAL A mensagem presidencial é o instrumento de comunicação oficial entre o Presidente da República e o Congresso Nacional. e A SOF formatará. DEST. nas seguintes atividades: as diretrizes de elaboração da mensagem serão desenvolvidas por grupo composto pela Casa Civil da Presidência da República. produzindo uma versão preliminar da mensagem presidencial. resumidamente. Orçamento e Gestão e da Casa Civil da Presidência da República. Departamento das Empresas Estatais – DEST. A elaboração da mensagem presidencial é realizada sob a coordenação da SOF e envolve a participação da Casa Civil e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA da Presidência da República. (Assessoria Econômica .ASSEC. Seu conteúdo é regido pelo art. A SOF consolidará as contribuições. 82 . da Receita Federal do Brasil – RFB do Ministério da Fazenda. da Secretaria do Tesouro Nacional – STN.

de modo a equilibrar o orçamento em tempo hábil para não prejudicar o desempenho do governo nas três esferas: federal. informando. invocando a necessidade de estipular cotas trimestrais para a execução da despesa. os Estados.1.Orçamento Federal 4. Essa meta significa o quanto de receita a União. juntamente com a portaria interministerial que detalha os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício. estadual e municipal. mais conhecido como “decreto de contingenciamento”. DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Contexto 4. os Municípios e as empresas estatais conseguem economizar. competência para alterações de limites. O decreto pode ser analisado sob assuntos distintos e interdependentes: programação e execução orçamentária. sem considerar os gastos com os juros da dívida. permitindo que o Poder Executivo se organizasse de forma a prevenir as oscilações que aconteceriam no decorrer do exercício financeiro. qual será a base contingenciável. assim como o estabelecimento de demonstrativos das metas de resultado primário e sua periodicidade. 83 . esclarecimentos e informações e metas fiscais. entre outros parâmetros. além de ressaltar o descompasso provável entre receitas e despesas. Em 1964. despesas com pessoal. Em 2000. vedações.1. as despesas que não são passíveis de contingenciamento. bem como o monitoramento do cumprimento das metas de superávit primário. Já a LDO completa os dispositivos legais da determinação do controle fiscal e dos recursos disponibilizados. 4. a LRF trouxe a necessidade de incorporar metas de resultado fiscal. tanto para equilibrar os orçamentos como para indicar transparência dos compromissos governamentais com a dívida pública. Estrutura O mecanismo utilizado para limitação dos gastos do Governo Federal é o decreto de programação orçamentária e financeira. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA EXECUÇÃO 4. operações de crédito. atendendo a dispositivos legais que exigem o pronto conhecimento e correção das discrepâncias entre receita e despesas primárias.1.1.2. Contexto Com o advento das metas fiscais e do maior controle sobre os gastos públicos. a edição da Lei nº 4. a administração pública buscou programar orçamentária e financeiramente a execução das suas despesas. execução financeira.320 já evidenciava a preocupação do legislador quanto ao fiel cumprimento do equilíbrio entre receitas e despesas no orçamento.

limitação de empenho e movimentação financeira. o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada. e d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário. de 4 de maio de 2000.Orçamento Federal 4.320. por ato próprio e nos montantes necessários. 48 A fixação das cotas a que se refere o artigo anterior atenderá os seguintes objetivos: assegurar às unidades orçamentárias em tempo útil a soma de recursos necessários e suficientes a melhor execução do seu programa anual de trabalho. Parágrafo único. de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria”.1. 4º. o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. 9º Se verificado. que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. Os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. de 17 de março de 1964 “Art. o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar. nos trinta dias subseqüentes. nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias e observado o disposto na alínea c do inciso I do art. na medida do possível. b) Lei Complementar nº 101. ao final de um bimestre. Objetivos a) estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício. manter. 8º Até trinta dias após a publicação dos orçamentos. c) cumprir a legislação orçamentária (Lei 4.” Art. ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. Bases Legais 1964: a) Lei nº 4. ainda que parcial. 4.320 de 1964 e LRF). b) estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o Governo Federal.4. os Poderes e o Ministério Público promoverão. durante o exercício. 84 . 47 Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixadas. § 1º No caso de restabelecimento da receita prevista. Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF: “Art. a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-se-á de forma proporcional às reduções efetivadas. Art.1.3.

13 da Lei Complementar nº 101.Orçamento Federal § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente. os investimentos. da cobrança da dívida ativa e da cobrança administrativa. distinguindo-se os processados dos não processados.metas quadrimestrais para o resultado primário dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. § 5º No prazo de noventa dias após o encerramento de cada semestre. com as estimativas de receitas e despesas que o compõem. 85 . inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida. as concessões e permissões. nos termos do art.metas bimestrais de realização de receitas primárias. 69. de 2000. por órgão. nas despesas. as contribuições previdenciárias para o Regime Geral da Previdência Social e para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. em audiência pública na comissão referida no § 1º do art. setembro e fevereiro. IV . III .demonstrativo de que a programação atende às metas quadrimestrais e à meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. 8º da Lei Complementar nº 101. § 1º No caso do Poder Executivo. Os Poderes e o MPU deverão elaborar e publicar por ato próprio. evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os resultados demonstrados nos balanços. constantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. de 2000. as resultantes de medidas de combate à evasão e à sonegação fiscal. o ato referido no caput deste artigo e os que o modificarem conterão. cronograma anual de desembolso mensal. o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre. até 30 (trinta) dias após a publicação da Lei Orçamentária de 2011. as receitas próprias das fontes 50 e 81 e as demais receitas. é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. excluídas as despesas que constituem obrigação constitucional ou legal da União. em reunião conjunta das comissões temáticas pertinentes do Congresso Nacional. destacando as principais empresas e separando-se. as compensações financeiras. avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetárias. II . § 3º No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput. discriminadas pelos principais tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. que deverão também ser discriminados em cronograma mensal à parte. ou custeadas com receitas de doações e convênios.” c) A Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011: 2011 “Art. em milhões de reais: I . com vistas ao cumprimento da meta de resultado primário estabelecida nesta Lei. e incluídos os restos a pagar. quando cabível.metas quadrimestrais para o resultado primário das empresas estatais federais. o Banco Central do Brasil apresentará. § 4º Até o final dos meses de maio. creditícia e cambial. a contribuição para o salário-educação. identificando-se separadamente. e V . em atendimento ao disposto no art.cronograma de pagamentos mensais de despesas primárias à conta de recursos do Tesouro Nacional e de outras fontes.

classificadas com o identificador de resultado primário 3.custeadas com recursos de doações e convênios. precatórios e sentenças judiciais. até o 30º (trigésimo) dia subsequente ao encerramento do respectivo bimestre. da Lei Complementar nº 101. 9º. 70. 20 da Lei Complementar no 101. excluídas as: I . editarão ato. IV . e V .os cálculos da frustração das receitas primárias. § 1º O montante da limitação a ser promovida pelos órgãos referidos no caput deste artigo será estabelecido de forma proporcional à participação de cada um no conjunto das dotações orçamentárias iniciais classificadas como despesas primárias fixadas na Lei Orçamentária de 2011. Art. relatório que será apreciado pela Comissão Mista de que trata o art. da Constituição. no caso de a estimativa atualizada ser inferior. § 2º As exclusões de que tratam os incisos II e III do § 1º deste artigo aplicam-se integralmente. II . de 2000. bem como os efeitos dos créditos extraordinários abertos. observado o disposto no § 4º deste artigo. relacionadas na Seção II do Anexo IV desta Lei. na forma de duodécimos. Se for necessário efetuar a limitação de empenho e movimentação financeira.a justificação das alterações de despesas obrigatórias.que constituem obrigação constitucional ou legal da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. no 86 .“Demais Despesas Ressalvadas” da limitação de empenho. IV .relativas às atividades dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU constantes do Projeto de Lei Orçamentária de 2011. o Poder Executivo apurará o montante necessário e informará a cada um dos órgãos referidos no art. de 2000. § 4º O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art. contendo: I . que evidencie a limitação de empenho e movimentação financeira. no mesmo prazo previsto no caput deste artigo. com base na informação a que se refere o caput deste artigo. § 1º. até o 20º (vigésimo) dia após o encerramento do bimestre. § 3º Os Poderes e o MPU. III . de que trata o art. os cronogramas anuais de desembolso mensal dos Poderes Legislativo e Judiciário e do MPU terão como referencial o repasse previsto no art.a memória de cálculo das novas estimativas de receitas e despesas primárias e a demonstração da necessidade da limitação de empenho e movimentação financeira nos percentuais e montantes estabelecidos por órgão.Orçamento Federal § 2º Excetuadas as despesas com pessoal e encargos sociais. § 2º. no caso de a estimativa atualizada da receita primária. conforme o art. demonstrada no relatório de que trata o § 4º deste artigo. explicitando as providências que serão adotadas quanto à alteração da respectiva dotação orçamentária. II . III . 9º da Lei Complementar nº 101. que terão por base demonstrativos atualizados de que trata o inciso XII do Anexo II desta Lei. e proporcionalmente à frustração da receita estimada no referido Projeto. ser igual ou superior àquela estimada no Projeto de Lei Orçamentária de 2011. de 2000. 166. 168 da Constituição. e demonstrativos equivalentes. 20 daquela Lei.a revisão dos parâmetros e das projeções das variáveis de que tratam o inciso XXV do Anexo II e o Anexo de Metas Fiscais desta Lei.

§ 5º Aplica-se somente ao Poder Executivo a limitação de empenho e movimentação financeira cuja necessidade seja identificada fora da avaliação bimestral. 166. § 11.relativas às obrigações constitucionais e legais da União integrantes da Seção I do Anexo IV desta Lei. editado nas hipóteses previstas no caput e no § 1º do art. § 6º O restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira poderá ser efetuado a qualquer tempo. desta Lei. Art. devendo ser encaminhado ao Congresso Nacional relatório nos termos do § 4º deste artigo antes da edição do respectivo ato. de 2000. e nos §§ 3º. 20 da Lei Complementar no 101. V . acompanhada da memória dos cálculos para as empresas que responderem pela variação. 9º da Lei Complementar no 101. de 2000. quando for o caso. inciso II. desta Lei. 9º da Lei Complementar no 101. devendo o relatório a que se refere o § 4º deste artigo ser encaminhado ao Congresso Nacional e aos órgãos referidos no art. Não se aplica a exigência de restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira proporcional às reduções anteriormente efetivadas. serão de até: I . e III .Orçamento Federal caso das demais receitas. § 10. ou II . justificando os desvios em relação à sazonalidade originalmente prevista. de 2000.cálculo do excesso da meta de superávit primário a que se refere o art. e VI .a estimativa atualizada do superávit primário das empresas estatais. 9º. da Lei Complementar nº 101. 3º. II . § 7º Os prazos para publicação dos atos de restabelecimento de limites de empenho e movimentação financeira. se não for resultante da referida avaliação bimestral. 5º e 7º deste artigo. 71. quando decorrer da avaliação bimestral de que trata o art. § 9º O relatório a que se refere o § 4º deste artigo será elaborado e encaminhado também nos bimestres em que não houver limitação ou restabelecimento dos limites de empenho e movimentação financeira. § 1º. e § 2º. quando o relatório referir-se ao primeiro bimestre de 2011. § 2º. 69. conterá as informações relacionadas no art.custeadas com recursos provenientes de doações e convênios.30 (trinta) dias após o encerramento de cada bimestre. Não serão objeto de limitação de empenho e movimentação financeira.relacionadas como “Demais Despesas Ressalvadas” na Seção II do Anexo IV desta Lei. 87 . ou de restabelecimento desses limites. § 1º. § 8º O decreto de limitação de empenho e movimentação financeira. da Constituição. § 1º. conforme o art.7 (sete) dias úteis após o encaminhamento do relatório previsto no § 6º deste artigo. de 2000. O Poder Executivo prestará as informações adicionais para apreciação do relatório de que trata o § 4ºo deste artigo no prazo de 5 (cinco) dias úteis do recebimento do requerimento formulado pela Comissão Mista de que trata o art. as despesas: I . quando tiver sido aplicado a essas reduções o disposto no § 2º deste artigo.

Tais ajustes são imprescindíveis e norteiam a visão da SOF no estabelecimento dos limites para movimentação e empenho. a Secretaria leva em conta a performance do órgão na execução de suas programações prioritárias. 8º da LRF. As despesas de que trata o inciso II deste artigo poderão ser objeto da limitação prevista no caput em relação ao montante não excluído na forma do inciso II do § 1º do art. é necessário. O inverso também pode ocorrer. por ato próprio e nos montantes necessários. Por exemplo. nos trinta dias subsequentes. A ocorrência de fatos supervenientes. observado o disposto no § 2º desse artigo. seguindo regras estabelecidas nas leis de diretrizes orçamentárias anuais. Ocorre durante todo o processo de elaboração e de execução orçamentária. Atualmente a SOF adota um processo de estudo e definição de limites para movimentação e empenho das despesas discricionárias por meio da experiência obtida com o acompanhamento e controle da execução orçamentária no decorrer do exercício financeiro. o cálculo da NFGC serve como referência para evidenciar a trajetória dos principais itens de receita e despesa primárias. implementaram-se para o estudo alguns ajustes internos em relação à programação do órgão. programações constantes no rol de metas da LDO. gastos com diárias e passagens. uma revisão dos limites orçamentários da programação da despesa.5. por parte dos Poderes e do Ministério Público da União. tem repercussão em todo processo alocativo. tais como: recursos empenhados e liquidados referentes às despesas de funcionamento do órgão. segundo os critérios fixados pela LDO. limitação de empenho e movimentação financeira. o estabelecimento da programação financeira e do cronograma anual de desembolso mensal. que impliquem a alteração dos valores estimados. Nesse sentido. Isso demanda. se verificado ao final de um bimestre que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais.1. 9º da LRF dispõe que. proporcionando celeridade ao processo. No ciclo orçamentário o cálculo NFGC serve como guia para acompanhamento dos principais agregados de receita e despesa públicas primárias.” 4. 70 desta Lei. Para tanto. além da análise sob a ótica de blocos da despesa. Ademais. é necessário reacomodar a despesa de forma a não comprometer as metas assumidas na LDO. com a finalidade de mensurar e realçar de forma clara o real papel dos setoriais e com o objetivo principal de facilitar a discussão com a instância política. no caso de redução da receita estimada em certo momento. os Poderes e o Ministério Público da União promoverão. em muitos casos. que foi baseado em 88 . nesse caso. tendo em vista a exigência contida no art. a Presidência da República. nos 30 dias subsquentes. Nesse sentido. Necessidade de Financiamento do Governo Central O monitoramento do cumprimento das metas fiscais é contínuo. entre outras. a meta de resultado primário.Orçamento Federal Parágrafo único. a previsão das receitas contabilizadas e as estimativas das despesas primárias obrigatórias limitarão a fixação do nível das demais despesas públicas. Processo de Elaboração dos Limites para Movimentação e Empenho na Secretaria de Orçamento Federal Logo após a sanção e a publicação da LOA. O art.

simultaneamente. 9º. aprovação. qual o papel da instituição e quais os resultados esperados com a alocação. aquelas que constituem obrigações constitucionais e legais da União. no que concerne especificamente aos procedimentos de alterações da LOA. a SOF toma como base um conjunto de premissas. as decisões que ocorrem no desencadeamento dos dois processos. por meio da padronização e agilização na produção de informações gerenciais que subsidiem. que compreende: orçamento visto como instrumento de viabilização do planejamento do Governo Federal.1. ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5. A Estratégia para o Processo de 2010 O processo de alterações da LOA se desenvolve no âmbito do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e envolve um conjunto articulado de tarefas complexas. ênfase na análise pela finalidade do gasto da Administração.1. § 2º. ciclo orçamentário desenvolvido como processo contínuo de análise e decisão ao longo de todo o exercício. transformando o orçamento em instrumento efetivo de programação de modo a possibilitar a implantação da avaliação dos programas e ações. administração do processo por meio de cronograma gerencial e operacional com etapas especificadas. o que pressupõe a constante necessidade de tomada de decisões nos vários níveis da hierarquia administrativa. incorporação das repercussões de decisões geradas em uma das instâncias que afetem o desenvolvimento da outra. produtos definidos e configurados. compreendendo a participação dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias do sistema. a sistemática está calcada nas seguintes bases: 89 . garantindo o crescimento da confiança e da credibilidade nos diversos níveis da Administração.Orçamento Federal Agregadores de Produção. aprimoramento das metodologias de cálculo das despesas obrigatórias. ORÇAMENTÁRIAS 201 5. conferindo racionalidade e vitalidade ao processo. nos termos do art. ou seja. observando o princípio da publicidade e permitindo o amplo acesso da sociedade às informações relativas a cada uma das etapas do processo. ou seja. Para nortear o desenvolvimento do seu processo de trabalho.1 O PROCESSO DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2010 2010 5. elaboração dos atos. da LRF. efetivação das alterações da lei orçamentária realizadas de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal. integração da execução orçamentária com as alterações da LOA. participação organizada e responsável dos agentes envolvidos e divulgação de informações. um conjunto de ações que mensuram a realidade de cada órgão.

segundo a LDO 2011: determinação de prazo específico para o encaminhamento dos projetos de lei de créditos adicionais. desde que mantenham 90 . na Lei LOA 2010 (Lei 12. de 1964. de exclusões e de alterações de programas do Plano sejam efetuadas por meio de projeto de lei de revisão anual ou específico. de forma regionalizada. dos Estados. O processo de alterações orçamentárias para os Poderes Legislativo e Judiciário e para o Ministério Público da União apresenta as seguintes peculiaridades.57. os objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. §6º). Judiciário e do Ministério Público da União à Presidência da República e sobre a abertura dos créditos por ato próprio dos órgãos (art. No que tange às alterações orçamentárias. 15 do PPA 2008-2011 traz a exigência de que as proposições do Poder Executivo de inclusões. encaminhamento de pareceres de mérito dos órgãos superiores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União para os projetos de lei de créditos adicionais dos respectivos órgãos (art. gestão orientada para resultados. §1º). estímulo às parcerias. Judiciário e Ministério Público da União). §1º). do produto e da unidade de medida das ações orçamentárias poderão ocorrer por meio da LOA ou de seus créditos adicionais. com algumas exceções: as alterações do título. dos Municípios e do Distrito Federal.1. as diretrizes. integração do planejamento e do orçamento.Orçamento Federal - Lei nº 4320. e estabelecimento dos critérios de envio das propostas de abertura de créditos adicionais dos Poderes Legislativo. que estabelece normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União.214. e organização das ações de governo em programas. garantia da transparência. promoção da gestão empreendedora.57. o art. de 26 de janeiro de 2010) e nas Portarias da SOF de alterações orçamentárias (de aplicação geral e a destinada aos Poderes Legislativo. PPA 2008-2011. O Plano Plurianual O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece.2. relativos aos Poderes Legislativo e Judiciário e ao Ministério Público da União (art. Os princípios básicos que norteiam o PPA são: identificação clara dos objetivos e das prioridades do Governo. 5.57. e instrumentos norteadores das alterações orçamentárias que se encontram na Lei de LDO 2011. - CF. com indicação de recursos compensatórios.

conforme disposto no art.1. da CF.62). somente poderão ser cancelados para a abertura de créditos adicionais com outra finalidade mediante autorização específica do Congresso Nacional (art. A seguir estão relacionadas alguns tópicos importantes: a inclusão de recursos na LOA e em seus créditos adicionais para atender às despesas com auxílio-alimentação ou refeição. Diretrizes para as Alterações Orçamentárias 5. até 60 dias após a publicação da LOA. os recursos alocados na LOA. bem como para o pagamento de amortização. a reabertura dos créditos especiais e extraordinários.12.67). desde que apresente. juros e outros encargos. Tais recursos poderão ser remanejados para outras categorias de programação. Caso as alterações propostas não sejam aprovadas. será efetivada. ou o sejam parcialmente. § 2º). 167.1. Lei de Diretrizes Orçamentárias A LDO 2011 traz diretrizes específicas no que diz respeito às alterações orçamentárias. poderão ser considerados os efeitos de propostas de alterações na legislação tributária e das contribuições. os recursos aprovados na LOA e em seus créditos adicionais para contrapartida nacional de empréstimos internos e externos. 58). de forma a não permitir a 91 .3. somente poderão ser remanejados para outras categorias de programação por meio da abertura de créditos adicionais propostos por intermédio de projetos de lei. poderá ocorrer por intermédio de lei de créditos especiais. até 31 de janeiro de 2011. as informações referentes às projeções plurianuais e aos atributos constantes do Plano. na abertura de créditos extraordinários. é vedada a criação de novo código e título para ação existente (art. de caráter plurianual. observados os limites autorizados na LOA 2011. mediante ato próprio de cada Poder e do Ministério Público da União.3. em anexo específico. 64). incluídos os decorrentes dos Juizados Especiais Federais. fica condicionada à informação do número de beneficiados nas respectivas metas (art. se necessária. desde que sejam mantidas as destinações para as quais foram aprovados (art. por meio de decreto. inclusive quando se tratar de desvinculação de receitas. na estimativa das receitas do PLOA e da respectiva Lei. § 2º. de projeto de lei ou de medida provisória que esteja em tramitação no Congresso Nacional. que sejam objeto de proposta de emenda constitucional. 5. 59 desta Lei (art.1. destinados ao pagamento de precatórios judiciários e de débitos judiciais periódicos vincendos e ao cumprimento de débitos judiciais transitados em julgado considerados de pequeno valor. assistência pré-escolar e assistência médica e odontológica. observado o disposto no art. e a inclusão de ações orçamentárias.Orçamento Federal a mesma codificação e não modifiquem a finalidade da ação ou a sua abrangência geográfica. inclusive das entidades da administração indireta que recebam recursos à conta dos orçamentos fiscal e da seguridade social.

da publicidade e da eficiência na Administração Pública.planejamento. no exercício de 2010.Orçamento Federal integralização dos recursos esperados.103). a LOA-2010 contém autorização para que o Poder Executivo proceda a abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.3.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias. e o Art.2.2. § 8º. PAPEL DOS AGENTES NO PROCESSO 5. análise e definição das ações orçamentárias que comporão as alterações orçamentárias no exercício.gov.3.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210.planejamento. 5.93). 5º autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares à conta dos recursos de excesso de arrecadação estabelecendo destinações específicas.165. Procedimentos Orçamentárias e Prazos para Solicitação de Alterações Há dois atos normativos da SOF que estabelecem os procedimentos e prazos que devem ser observados para solicitação de alterações orçamentárias: 17 2010 Portaria SOF nº 4. nos 30 dias subsequentes. Autorização de Abertura de Créditos Suplementares na LOA Conforme disposto no art.portalsof. mediante decreto.1.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na LOA 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências. as dotações à conta das referidas receitas serão canceladas.1. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.2.3. não podendo ser utilizadas para influir na apreciação de proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional (art. e dá outras providências. 92 .gov. (art. 5.1. 4º autoriza a abertura de créditos suplementares desde que as alterações promovidas na programação orçamentária sejam compatíveis com a obtenção da meta de resultado primário estabelecida para o exercício de 2009.portalsof. coordenação do processo de alterações orçamentárias. da moralidade. e a elaboração e a execução da LOA 2011 e de seus créditos adicionais obedecerão aos princípios constitucionais da impessoalidade. respeitados os limites e condições estabelecidas no próprio artigo.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_1_de_170210. Portaria SOF nº 5. da CF. Secretaria de Orçamento Federal definição de diretrizes gerais para o processo de alterações orçamentárias. em função da aplicação de diferentes percentuais sobre determinadas dotações. 5. O art.

de normas e de procedimentos a serem observados no âmbito do órgão durante o processo de alterações orçamentárias. e alterações orçamentárias provenientes das unidades - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias do órgão. formalização ao Ministério do Planejamento.2. definição de instruções. 93 . Seu campo de atuação no processo de elaboração compreende: estabelecimento de diretrizes no âmbito da unidade orçamentária para solicitações de alterações orçamentárias. integrando e articulando o trabalho das unidades administrativas componentes. coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento da qualidade das informações constantes do cadastro de programas e ações. consolidação e formalização da proposta orçamentária da União. Unidade Orçamentária . estudos de adequação da estrutura programática do exercício. análise e validação das orçamentárias.Orçamento Federal - fixação de normas gerais de alterações dos orçamentos federais. coordenação do processo de alterações orçamentárias no âmbito do órgão setorial. avaliação da adequação das alterações na estrutura programática e mapeamento das modificações necessárias. Orçamento e Gestão da proposta de alteração da estrutura programática. análise e validação das propostas de alterações quantitativas dos setoriais. As USs são responsáveis pela apresentação das solicitações de alterações qualitativas e quantitativas na programação orçamentária. coordenado pelas unidades orçamentárias. Órgão Setorial O órgão setorial desempenha o papel de articulador no seu âmbito. atuando verticalmente no processo decisório e integrando os produtos gerados no nível subsetorial.3. orientação.UO A UO desempenha o papel de coordenadora do processo de alterações orçamentárias no seu âmbito de atuação.2. Sua atuação no processo de elaboração envolve: estabelecimento de diretrizes setoriais para alterações orçamentárias. 5. formalização ao órgão setorial da proposta de alteração da estrutura programática sob a responsabilidade de suas unidades administrativas. e coordenação das atividades relacionadas à tecnologia de informações orçamentárias necessárias ao trabalho desenvolvido pelos agentes do sistema orçamentário federal.2. 5. coordenação e supervisão técnica dos órgãos setoriais de orçamento.

salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. as dotações inicialmente aprovadas na LOA podem revelar-se insuficientes para realização dos programas de trabalho. tais como em caso de guerra ou calamidade pública.Orçamento Federal - coordenação do processo de atualização e aperfeiçoamento das informações constantes do cadastro de ações orçamentárias. 167 CF. a LOA poderá ser alterada no decorrer de sua execução por meio de créditos adicionais. Créditos Extraordinários São os destinados a despesas urgentes e imprevisíveis. reabertos nos limites dos seus saldos.3. sem a necessidade de submissão do crédito ao Poder Legislativo. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Qualitativas Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários. no caso federal. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. Os créditos especiais não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. ou pode ocorrer a necessidade de realização de despesa não autorizada inicialmente. que são autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na lei do orçamento. reaberto nos limites dos seus saldos. poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. e por decreto do Poder Executivo para os demais entes. devendo ser autorizados por lei. casos em que. Serão abertos por medida provisória. 5. para as quais não haja dotação orçamentária específica.1. dando imediato conhecimento deles ao Poder Legislativo. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos. Créditos Suplementares São os destinados a reforço de dotação orçamentária. casos em que. Os créditos suplementares terão vigência limitada ao exercício em que forem abertos. conforme art. Assim. PROCESSO DE SOLICITAÇÃO E ANÁLISE Durante a execução do orçamento. deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. A LOA poderá conter autorização ao Poder Executivo para abertura de créditos suplementares até determinada importância ou percentual. - análise e validação das solicitações de alterações orçamentárias das unidades administrativas.3. Note-se que sua abertura depende da existência de recursos disponíveis e de exposição que a justifique. e - consolidação e formalização das solicitações de alterações orçamentárias da unidade orçamentária. ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. 5. em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho. Os créditos adicionais são classificados em: Créditos Especiais São os destinados a despesas. Os créditos extraordinários não poderão ter vigência além do exercício em que forem autorizados. que especifica a 94 .

o formulário é transmitido simultaneamente para a Secretaria de Planejamento e Investimentos .portalsof. e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias.planejamento. em seguida. fará as alterações que julgar procedentes e encaminhará em seguida o formulário preenchido ao Ministério do Planejamento. ela encaminhará o formulário preenchido ao órgão setorial que analisará a solicitação. a qual. O órgão setorial correspondente procederá a uma avaliação global da necessidade dos créditos solicitados e das possibilidades de oferecer recursos compensatórios. será necessária inicialmente a utilização do Processo de Proposta e Análise de Alterações Orçamentárias para que seja realizado cadastramento do Programa de Trabalho e a obtenção de seu código.br. A necessidade de alteração orçamentária pode ser identificada pela UO ou pelo Órgão Setorial. os órgãos setoriais deverão encaminhar à SOF as solicitações de créditos adicionais de suas unidades. 5. solicitante deve estar atento à correção e qualidade das informações prestadas no respectivo formulário.Orçamento Federal localização física das ações. deve-se elaborar a solicitação de alterações orçamentárias mediante acesso “on-line” ao SIDOR. a solicitação de alteração deverá ser elaborada de forma a atender as condições dispostas nas Portarias editadas pela SOF que estabelecem procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias para o exercício. Em qualquer caso. deve encaminhar a solicitação para o respectivo órgão setorial. Para solicitação de créditos especiais e/ou extraordinários. Por meio deste endereço. fazem os ajustes necessários e avaliam a viabilidade de atendimento da solicitação. Caso a solicitação do crédito se inicie no órgão setorial. o formulário deve ser encaminhado para o endereço eletrônico creditos2010@planejamento. do órgão setorial ou mesmo da SOF. de acordo com os atributos do programa de trabalho desejado. Após a verificação do crédito e aprovação da sua consistência. os analistas da SOF e da SPI verificam se a solicitação está em conformidade com a metodologia utilizada e se atende aos parâmetros legais vigentes. o Programa de Trabalho será criado e disponibilizado no Sidor para que se possa proceder à solicitação de alteração orçamentária quantitativa. Para o perfeito entendimento e posterior análise da solicitação de alteração orçamentária qualitativa. Ao identificar a necessidade de criação de Programa de Trabalho para créditos especiais ou extraordinários. no momento específico para o Órgão Setorial e nos prazos estabelecidos pela Portaria da SOF de Alterações Orçamentárias. Em seguida deve deverá encaminhá-lo à SOF para análise da solicitação.gov. Caso a necessidade tenha sido detectada na UO. 95 . Depois de preenchido.gov.3. Orçamento e Gestão por meio do mesmo endereço indicado acima. Solicitação e Análise de Alterações Orçamentárias Quantitativas As alterações quantitativas do orçamento viabilizam a realização anual dos programas mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias. Ao receber o formulário preenchido.br. ou o órgão setorial. a UO. a UO.2. As solicitações de alterações orçamentárias que tiverem início na UO deverão ser elaboradas mediante acesso on-line ao Sidor. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO. o órgão setorial ou o Analista da SOF deve preencher o formulário disponível na página http://www. no momento específico para a UO.SPI e para a SOF. Caso ambas as Secretarias estejam de acordo.

5. E no caso de créditos extraordinários. Se for um decreto.4. a SOF encaminha o documento ao Ministro do Planejamento Orçamento e Gestão. existe um caminho diferente até sua publicação. este é enviado para publicação na Imprensa Nacional. ela é enviada diretamente à Imprensa Nacional para publicação. projeto de lei para os créditos suplementares dependentes de autorização legislativa e para os créditos especiais.Orçamento Federal Ao receber a solicitação de crédito. Para cada tipo de ato legal elaborado. EFETIVAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS NO SIAFI Após a publicação dos atos legais no Diário Oficial da União. que o envia à Casa Civil para validação do Presidente da República. Caso seja aprovado o pedido de crédito. 96 . Elaborados e revisados os atos legais e sua documentação acessória. por meio de uma análise criteriosa da solicitação. O envio destes ao Congresso é materializado pela publicação de uma mensagem presidencial no DOU. a Casa Civil a encaminha para publicação e dá conhecimento ao Congresso Nacional. 5. 5. após a assinatura pelo Presidente. ou de identificador de resultado primário. um projeto de lei ou uma medida provisória. a SOF elabora o pleito de créditos e. decide por atendê-la ou não. cabendo salientar que os projetos de lei são produzidos separadamente por área temática. A STN então gera notas de dotação para as unidades gestoras para que possam utilizar os créditos disponíveis. Em se tratando de um decreto. que são efetivados por Medida Provisória. e portaria do Secretário da SOF para alterações de fonte de recursos. de identificador de uso. ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DOS ATOS LEGAIS Cabe à SOF a elaboração dos atos legais e da documentação acessória das alterações orçamentárias aprovadas. a formalização é efetivada pelo Secretário de Orçamento Federal. Os documentos são elaborados por tipo de alteração orçamentária e podem ser: decreto do Poder Executivo para créditos suplementares autorizados na LOA e para os De/Para institucionais. medida provisória para os créditos extraordinários. a SOF procederá à efetivação dos créditos publicados no Sidor e transmitirá as informações à Secretaria do Tesouro Nacional – STN para que seja efetuada a sua disponibilização no Siafi. Os projetos de lei são remetidos ao Congresso Nacional para que sejam apreciados e votados. serão preparados os atos legais necessários à formalização da alteração no orçamento. Caso seja uma portaria da SOF.

TABELAS DE CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS 6.1.ENFAM JUSTIÇA FEDERAL Justiça Federal de Primeiro Grau Tribunal Regional Federal da 1ª Região Tribunal Regional Federal da 2ª Região Tribunal Regional Federal da 3ª Região Tribunal Regional Federal da 4ª Região Tribunal Regional Federal da 5ª Região JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Justiça Militar da União JUSTIÇA ELEITORAL ELEITORAL Tribunal Superior Eleitoral Tribunal Regional Eleitoral do Acre Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas Tribunal Regional Eleitoral da Bahia Tribunal Regional Eleitoral do Ceará Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão 97 .Prodasen Secretaria Especial de Editoração e Publicação Fundo Especial do Senado Federal Fundo de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal Fundo da Secretaria Especial de Editoração e Publicação TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Tribunal de Contas da União SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Supremo Tribunal Federal Conselho Nacional de Justiça SUPERIOR SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Superior Tribunal de Justiça Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados .Orçamento Federal 6. CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 01000 01101 01901 02000 02101 02103 02104 02901 02903 02904 03000 03101 10000 10101 10102 11000 11101 11102 12000 12101 12102 12103 12104 12105 12106 13000 13101 14000 14101 14102 14103 14104 14105 14106 14107 14108 14109 14110 CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara dos Deputados Fundo Rotativo da Câmara dos Deputados SENADO FEDERAL Senado Federal Secretaria Especial de Informática .

Rio de Janeiro Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região .Minas Gerais Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região .Rio Grande do Sul Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região .Bahia Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região .Amazonas/Roraima Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região .São Paulo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região .Santa Catarina Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região .Paraíba Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região .Goiás 98 .Ceará Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região .Pernambuco Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região .Espírito Santo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região .Pará/Amapá Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região .Distrito Federal/Tocantins Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 14111 14112 14113 14114 14115 14116 14117 14118 14119 14120 14121 14122 14123 14124 14125 14126 14127 14128 14901 15000 15101 15102 15103 15104 15105 15106 15107 15108 15109 15110 15111 15112 15113 15114 15115 15116 15117 15118 15119 Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Tribunal Regional Eleitoral do Pará Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco Tribunal Regional Eleitoral do Piauí Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins Tribunal Regional Eleitoral de Roraima Tribunal Regional Eleitoral do Amapá Fundo Partidário JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Superior do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região .Paraná Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região .Rondônia/Acre Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região .Campinas/SP Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região .Maranhão Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região .

Mato Grosso Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região .Sergipe Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 15120 15121 15122 15123 15124 15125 16000 16101 16103 17000 17101 20000 20101 20102 20114 20118 20120 20121 20122 20125 20126 20128 20204 20225 20415 20926 20927 20928 20929 22000 22101 22202 22211 22906 24000 24101 24201 24204 24205 Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região . PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Ministério da Agricultura.Mato Grosso do Sul JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Tribunal de Justiça do Distrito Federal Justiça da Infância e da Juventude CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA Conselho Nacional de Justiça PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Presidência da República Gabinete da Vice-Presidência da República Advocacia-Geral da União Agência Brasileira de Inteligência .EBC Fundo Nacional Antidrogas – FUNAD Fundo de Imprensa Nacional Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente – FNCA Fundo Nacional do Idoso .FNI MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.Piauí Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região .Alagoas Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região . Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Companhia Nacional de Abastecimento Fundo de Defesa da Economia Cafeeira MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Comissão Nacional de Energia Nuclear Agência Espacial Brasileira 99 .ITI Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA Empresa Brasil de Comunicação .Rio Grande do Norte Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região .ABIN Arquivo Nacional Secretaria de Direitos Humanos Secretaria de Políticas para as Mulheres Controladoria-Geral da União Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Portos Instituto Nacional de Tecnologia da Informação .

CEITEC Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico MINISTÉRIO DA FAZENDA Ministério da Fazenda Secretaria da Receita Federal do Brasil Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Banco Central do Brasil Comissão de Valores Mobiliários Superintendência de Seguros Privados Fundo de Compensação e Variações Salariais Fundo de Estabilidade do Seguro Rural Fundo Especial de Treinamento e Desenvolvimento Fundo de Garantia à Exportação – FGE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Ministério da Educação Instituto Nacional de Educação de Surdos Instituto Benjamin Constant Colégio Pedro II Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Universidade Federal de Alagoas Universidade Federal da Bahia Universidade Federal do Ceará Universidade Federal do Espírito Santo Universidade Federal de Goiás Universidade Federal Fluminense Universidade Federal de Juiz de Fora Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Pará Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal do Paraná Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal do Rio Grande do Norte Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal de Santa Catarina Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal Rural de Pernambuco 100 . .A.A. A. Nuclebrás Equipamentos Pesados S. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 24206 24207 24209 24901 25000 25101 25103 25104 25201 25203 25208 25903 25904 25913 25914 26000 26101 26104 26105 26201 26230 26231 26232 26233 26234 26235 26236 26237 26238 26239 26240 26241 26242 26243 26244 26245 26246 26247 26248 Indústrias Nucleares do Brasil S.

UTFPR Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de São Paulo Universidade Federal de Lavras Universidade Federal Rural do Semi Árido – UFERSA-RN Fundação Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA Universidade Federal da Integração Latino-Americana .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26249 26250 26251 26252 26253 26254 26255 26256 26257 26258 26260 26261 26262 26263 26264 26266 26267 26268 26269 26270 26271 26272 26273 26274 26275 26276 26277 26278 26279 26280 26281 26282 26283 26284 26285 26286 26290 26291 26292 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Fundação Universidade Federal de Roraima Fundação Universidade Federal do Tocantins Universidade Federal de Campina Grande Universidade Federal Rural da Amazônia Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Universidade Tecnológica Federal do Paraná .UNILA Fundação Universidade Federal de Rondônia Fundação Universidade do Rio de Janeiro Fundação Universidade do Amazonas Fundação Universidade de Brasília Fundação Universidade Federal do Maranhão Fundação Universidade Federal do Rio Grande Universidade Federal de Uberlândia Fundação Universidade Federal do Acre Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Fundação Universidade Federal de Ouro Preto Fundação Universidade Federal de Pelotas Fundação Universidade Federal do Piauí Fundação Universidade Federal de São Carlos Fundação Universidade Federal de Sergipe Fundação Universidade Federal de Viçosa Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Fundação Universidade Federal de São João Del Rei Fundação Universidade Federal do Amapá Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES Fundação Joaquim Nabuco 101 .

Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26294 26298 26350 26351 26352 26358 26359 26362 26363 26364 26365 26366 26367 26368 26369 26370 26371 26372 26373 26374 26378 26385 26386 26387 26388 26389 26391 26392 26393 26394 26395 26396 26397 26398 26399 26400 26401 26402 26403 Hospital de Clínicas de Porto Alegre Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Fundação Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB Fundação Universidade Federal do ABC – UFABC Hospital Universitário Alberto Antunes Complexo Hospitalar da Universidade Federal da Bahia Hospital Universitário Valter Cantidio Maternidade Assis Chateaubrian Hospital Universitário Antonio Morais Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Hospital Universitário Antonio Pedro Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais Hospital Universitário João B. Thiago Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Maria Hospital Universitário Alcides Carneiro Hospital Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Hospital Universitário Gaffree e Guinle Hospital Getúlio Vargas Hospital Universitário de Brasília Hospital Universitário da Fundação Universidade do Maranhão Hospital Universitário Miguel Riet Junior Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia Hospital Julio Muller Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Pelotas Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Piauí Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal de Sergipe Hospital Universitário Maria Pedrossian Instituto Federal de Alagoas Instituto Federal do Amazonas 102 . Barreto Hospital Universitário Betina Ferro Souza Hospital Universitário Lauro Wanderley Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados Hospital Universitário Polydoro E. S.

UFFS Universidade Federal do Oeste do Pará .UFOPA 103 .Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 26404 26405 26406 26407 26408 26409 26410 26411 26412 26413 26414 26415 26416 26417 26418 26419 26420 26421 26422 26423 26424 26425 26426 26427 26428 26429 26430 26431 26432 26433 26434 26435 26436 26437 26438 26439 26440 26441 Instituto Federal Baiano Instituto Federal do Ceará Instituto Federal do Espírito Santo Instituto Federal Goiano Instituto Federal do Maranhão Instituto Federal de Minas Gerais Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Instituto Federal do Triângulo Mineiro Instituto Federal do Mato Grosso Instituto Federal do Mato Grosso do Sul Instituto Federal do Pará Instituto Federal da Paraíba Instituto Federal de Pernambuco Instituto Federal do Rio Grande do Sul Instituto Federal Farroupilha Instituto Federal de Rondônia Instituto Federal Catarinense Instituto Federal de Sergipe Instituto Federal do Tocantins Instituto Federal do Acre Instituto Federal do Amapá Instituto Federal da Bahia Instituto Federal de Brasília Instituto Federal de Goiás Instituto Federal do Sertão Pernambucano Instituto Federal do Piauí Instituto Federal do Paraná Instituto Federal do Rio de Janeiro Instituto Federal Fluminense Instituto Federal do Rio Grande do Norte Instituto Federal Sul-rio-grandense Instituto Federal de Roraima Instituto Federal de Santa Catarina Instituto Federal de São Paulo Universidade Federal da Fronteira Sul .

Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade – FGPC MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Ministério da Justiça Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF Departamento de Polícia Federal – DPF Defensoria Pública da União – DPU Fundação Nacional do Índio – FUNAI Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE Fundo de Defesa de Direitos Difusos Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Policia Federal – FUNAPOL Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministério de Minas e Energia Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM Agência Nacional do Petróleo.EPE MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Fundo do Regime Geral de Previdência Social MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Ministério Público Federal Ministério Público Militar Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios Ministério Público do Trabalho Escola Superior do Ministério Público da União 104 . INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Ministério do Desenvolvimento. Indústria e Comércio Exterior Instituto Nacional de Metrologia. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Empresa de Pesquisa Energética .Orçamento Federal CÓDIGO 28000 28101 28202 28203 28233 28904 30000 30101 30107 30108 30109 30202 30211 30905 30907 30909 30911 32000 32101 32202 32263 32265 32266 32314 33000 33101 33201 33904 34000 34101 34102 34103 34104 34105 ÓRGÃO/UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO.

Construções e Ferrovias S. Fundação Nacional de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA Agência Nacional de Saúde Suplementar Fundo Nacional de Saúde MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Ministério do Trabalho e Emprego Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho Fundo de Amparo ao Trabalhador MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Ministério dos Transportes Valec – Engenharia.A.A.A. Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT Fundo da Marinha Mercante – FMM MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES Ministério das Comunicações Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL 105 .A. Hospital Nossa Senhora da Conceição S. Hospital Fêmina S.Orçamento Federal CÓDIGO ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 35000 35101 35201 36000 36201 36208 36209 36210 36211 36212 36213 36901 38000 38101 38201 38901 39000 39101 39207 39250 39251 39252 39901 41000 41101 41231 41902 41903 MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Ministério das Relações Exteriores Fundação Alexandre de Gusmão MINISTÉRIO DA SAÚDE Fundação Oswaldo Cruz Hospital Cristo Redentor S.

Incra MINISTÉRIO DO ESPORTE Ministério do Esporte MINISTÉRIO DA DEFESA Ministério da Defesa Comando da Aeronáutica Comando do Exército Comando da Marinha Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar Agência Nacional de Aviação Civil Caixa de Financiamento Imobiliário da Aeronáutica Indústria de Material Bélico do Brasil .IBGE Fundação Escola Nacional de Administração Pública .Orçamento Federal CÓDIGO 42000 42101 42201 42202 42203 42204 42205 42206 42207 42902 44000 44101 44102 44201 44205 44206 44207 44901 47000 47101 47205 47210 49000 49101 49201 51000 51101 52000 52101 52111 52121 52131 52133 52201 52211 52221 52222 52232 Ministério da Cultura ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação Casa de Rui Barbosa Fundação Biblioteca Nacional Fundação Cultural Palmares Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN Fundação Nacional de Artes Agência Nacional do Cinema – ANCINE Instituto Brasileiro de Museus .CCCPMB 106 .SFB Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA Agência Nacional de Águas – ANA Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICM Bio Fundo Nacional de Meio Ambiente .IBRAM Fundo Nacional de Cultura MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Ministério do Meio Ambiente Serviço Florestal Brasileiro . ORÇAMENTO E GESTÃO Ministério do Planejamento.IMBEL Fundação Osório Caixa de Construção de Casas do Pessoal da Marinha do Brasil .FNMA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO.ENAP DESENVOLVIMENTO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária . Orçamento e Gestão Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .

FNO Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste .Instituto Brasileiro de Turismo MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Fundo Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DAS CIDADES Ministério das Cidades Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S. .Pagamento de Sentenças Judiciais Fundo Contingente da Extinta RFFSA . Orçamento e Gestão Encargos Financeiros da União .FUNSET Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS MINISTÉRIO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Ministério da Pesca e Aquicultura CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO Conselho Nacional do Ministério Público ENCARGOS FINANCEIROS DA UNIÃO Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério do Planejamento.FNE MINISTÉRIO DO TURISMO Ministério do Turismo Embratur .FCO Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste .SUDENE Departamento Nacional de Obras Contra as Secas .SUDAM Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste .TRENSURB Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU Fundo Nacional de Segurança e Educação do Trânsito .Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Fundo Soberano do Brasil – Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda 107 .Orçamento Federal CÓDIGO 52901 52902 52903 52911 52921 52931 52932 53000 53101 53201 53202 53203 53204 53901 53902 53903 54000 54101 54201 55000 55101 55901 56000 56101 56201 56202 56901 56902 58000 58101 59000 59101 71000 71101 71102 71103 71901 71902 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Fundo do Ministério da Defesa Fundo de Administração do Hospital das Forças Armadas Fundo do Serviço Militar Fundo Aeronáutico Fundo do Exército Fundo Naval Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Ministério da Integração Nacional Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia .DNOCS Fundo Constitucional de Financiamento do Norte .A.

Min. do Desenv. Ciência e Tecnologia Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS Recursos sob a Supervisão do Fundo Nacional de Cultura Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte/FNO .Min.MF Recursos sob Supervisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar/ANS .Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do CentroOeste/FCO .Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste/FNE Min Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima 108 .Orçamento Federal CÓDIGO 73000 73101 73104 73107 73108 73109 73111 73901 74000 74101 74102 74201 74202 74203 74901 74902 74903 74904 74905 74906 74907 74908 74910 74911 74912 74913 74914 74915 74916 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS.Min das Comunicações Recursos sob Supervisão do Fundo de Terras e da Reforma Agrária/Banco da Terra .Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos Sob Supervisão do Ministério do Esporte Recursos sob Supervisão do Ministério do Meio Ambiente Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF OPERAÇÕES OFICIAIS DE CRÉDITO Recursos sob a supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional .Ministério dos Transportes Recursos sob Supervisão do Fundo para o Desenv. e Com. Científico e Tecnólogico/FNDCT .Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão da Superintendência de Seguros Privados/SUSEP .Min. Agrário Recursos sob Supervisão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira/Funcafé – MAPA Recursos sob Supervisão do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior/FIEES . Tecnol. das Telecomunicações / FUNTTEL . Ind.Ministério do Desenv. Exterior Recursos sob Supervisão do Fundo da Marinha Mercante/FMM . da Educação Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenvolvimento/FND . DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda Recursos sob Supervisão do Ministério de Minas e Energia Recursos sob Supervisão do Ministério da Educação Transferências Constitucionais .Ministério da Saúde Recursos sob Supervisão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária/INCRA . do Desenv.. Agrário Recursos sob Supervisão do Ministério da Integração Nacional Recursos sob Supervisão do Fundo Geral de Turismo/FUNGETUR .Ministério do Turismo Recursos sob Supervisão do Fundo Nacional de Desenv.Min.

2.Defesa Nacional 06 .Orçamento Federal CÓDIGO 75000 75101 90000 90000 ÓRGÃO / UNIDADE ORÇAMENTÁRIA REFINANCIAMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA MOBILIÁRIA FEDERAL Recursos sob Supervisão do Ministério da Fazenda RESERVA DE CONTINGÊNCIA Reserva de Contingência 6. de 14 de abril de 1999.Essencial à Justiça 04 – Administração 05 . CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL Anexo da Portaria nº 42. publicada no DOU de 15 de abril de 1999 FUNÇÃO 01 – Legislativa SUBFUNÇÃO 031 – Ação Legislativa 032 – Controle Externo 061 – Ação Judiciária 062 – Defesa do Interesse Público no Processo Judiciário 091 – Defesa da Ordem Jurídica 092 – Representação Judicial e Extrajudicial 121 – Planejamento e Orçamento 122 – Administração Geral 123 – Administração Financeira 124 – Controle Interno 125 – Normatização e Fiscalização 126 – Tecnologia da Informação 127 – Ordenamento Territorial 128 – Formação de Recursos Humanos 129 – Administração de Receitas 130 – Administração de Concessões 131 – Comunicação Social 151 – Defesa Aérea 152 – Defesa Naval 153 – Defesa Terrestre 181 – Policiamento 182 – Defesa Civil 183 – Informação e Inteligência 211 – Relações Diplomáticas 212 – Cooperação Internacional 241 – Assistência ao Idoso 242 – Assistência ao Portador de Deficiência 243 – Assistência à Criança e ao Adolescente 244 – Assistência Comunitária 02 – Judiciária 03 .Segurança Pública 07 – Relações Exteriores 08 – Assistência Social 109 .

Coletivos e Difusos 423 – Assistência aos Povos Indígenas 451 – Infra-Estrutura Urbana 452 – Serviços Urbanos 453 – Transportes Coletivos Urbanos 481 – Habitação Rural 482 – Habitação Urbana 511 – Saneamento Básico Rural 512 – Saneamento Básico Urbano 541 – Preservação e Conservação Ambiental 542 – Controle Ambiental 543 – Recuperação de Áreas Degradadas 544 – Recursos Hídricos 545 – Meteorologia 571 – Desenvolvimento Científico 572 – Desenvolvimento Tecnológico e Engenharia 573 – Difusão do Conhecimento Científico e Tecnológico 09 – Previdência Social 10 – Saúde 11 – Trabalho 12 – Educação 13 – Cultura 14 – Direitos da Cidadania 15 – Urbanismo 16 – Habitação 17 – Saneamento Ambiental 18 .Gestão Ambiental 19 – Ciência e Tecnologia 110 .Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 271 – Previdência Básica 272 – Previdência do Regime Estatutário 273 – Previdência Complementar 274 – Previdência Especial 301 – Atenção Básica 302 – Assistência Hospitalar e Ambulatorial 303 – Suporte Profilático e Terapêutico 304 – Vigilância Sanitária 305 – Vigilância Epidemiológica 306 – Alimentação e Nutrição 331 – Proteção e Benefícios ao Trabalhador 332 – Relações de Trabalho 333 – Empregabilidade 334 – Fomento ao Trabalho 361 – Ensino Fundamental 362 – Ensino Médio 363 – Ensino Profissional 364 – Ensino Superior 365 – Educação Infantil 366 – Educação de Jovens e Adultos 367 – Educação Especial 391 – Patrimônio Histórico. Artístico e Arqueológico 392 – Difusão Cultural 421 – Custódia e Reintegração Social 422 – Direitos Individuais.

de 18/08/08. 111 . que altera o anexo da Portaria MOG nº 42.Orçamento Federal FUNÇÃO SUBFUNÇÃO 601 – Promoção da Produção Vegetal 602 – Promoção da Produção Animal 603 – Defesa Sanitária Vegetal 604 – Defesa Sanitária Animal 605 – Abastecimento 606 – Extensão Rural 607 – Irrigação 631 – Reforma Agrária 632 – Colonização 661 – Promoção Industrial 662 – Produção Industrial 663 – Mineração 664 – Propriedade Industrial 665 – Normalização e Qualidade 691 – Promoção Comercial 692 – Comercialização 693 – Comércio Exterior 694 – Serviços Financeiros 695 – Turismo 721 – Comunicações Postais 722 – Telecomunicações 751 – Conservação de Energia 752 – Energia Elétrica 16 753 – Combustíveis Minerais 754 – Biocombustíveis 781 – Transporte Aéreo 782 – Transporte Rodoviário 783 – Transporte Ferroviário 784 – Transporte Hidroviário 785 – Transportes Especiais 811 – Desporto de Rendimento 812 – Desporto Comunitário 813 – Lazer 841 – Refinanciamento da Dívida Interna 842 – Refinanciamento da Dívida Externa 843 – Serviço da Dívida Interna 844 – Serviço da Dívida Externa 845 – Outras Transferências 846 – Outros Encargos Especiais 17 847 – Transferências para a Educação Básica 20 – Agricultura 21 – Organização Agrária 22 – Indústria 23 – Comércio e Serviços 24 – Comunicações 25 – Energia 26 – Transporte 27 – Desporto e Lazer 28 – Encargos Especiais 16 17 Portaria nº 41. a portaria SOF nº 37. de 14 de abril de 1999. no tópico “Legislação” desse MTO. de 14 de abril de 1999. que altera o anexo da Portaria MOG nº 42. de 16 de Agosto de 2007. Ver. no tópico “Legislação” desse MTO.

Especificação das Fontes CÓDIGO 00 01 02 03 06 07 11 12 13 15 16 17 18 19 20 23 27 29 30 31 32 33 34 35 Recursos Ordinários Transferências do Imposto sobre a Renda e sobre Produtos Industrializados Transferência do Imposto Territorial Rural Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional Contribuição ao Fundo de Saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Florestais Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – Combustíveis Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Contribuição do Salário-Educação Contribuição para os Programas Especiais (Pin e Proterra) Recursos de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Recursos Oriundos das Contribuições Voluntárias para o Montepio Civil Contribuições sobre Concursos de Prognósticos Imposto sobre Operações Financeiras – Ouro Contribuições sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Custas Judiciais Recursos de Concessões e Permissões Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Selos de Controle e Lojas Francas Juros de Mora da Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário Compensações Financeiras pela Utilização de Recursos Hídricos Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ESPECIFICAÇÃO 112 . de 19 de fevereiro de 2001.3.Orçamento Federal 6.1.3. GRUPO DE FONTES DE RECURSOS 1 2 3 6 9 Recursos do Tesouro .Exercício Corrente Recursos de Outras Fontes – Exercício Corrente Recursos do Tesouro – Exercícios Anteriores Recursos de Outras Fontes – Exercícios Anteriores Recursos Condicionados 6. CLASSIFICAÇÃO POR FONTE DE RECURSOS Anexo atualizado da Portaria SOF nº 1.

Retorno de Operações de Crédito – BEA/BIB Outras Contribuições Econômicas Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Orçamento Federal CÓDIGO 39 40 41 42 43 44 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 67 69 71 72 73 74 75 76 79 78 ESPECIFICAÇÃO Alienação de Bens Apreendidos Contribuições para os Programas PIS/PASEP Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Minerais Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Crédito Internas – em Moeda Operações de Crédito Internas – em Bens e/ou Serviços Operações de Crédito Externas – em Moeda Operações de Crédito Externas – em Bens e/ou Serviços Recursos Próprios Não Financeiros Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas Resultado do Banco Central Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição sobre Movimentação Financeira Contribuição do Servidor para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Receitas de Honorários de Advogados Multas Incidentes sobre a Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Retorno de Operações de Crédito – Estados e Municípios Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas por Serviços Públicos Outras Contribuições Sociais Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza Fundo de Fiscalização das Telecomunicações 113 .Retorno de Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos Recursos das Operações Oficiais de Crédito Certificados de Privatização Reforma Patrimonial – Alienação de Bens Reforma Patrimonial – Privatizações Títulos da Dívida Agrária Alienação de Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento Notas do Tesouro Nacional – Série “P” Contribuição Patronal para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público Recursos das Operações Oficiais de Crédito .

Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris Recurso correspondente à Reserva de Contingência Específica Produto da Aplicação dos Recursos à Conta do Salário-Educação Doações para o Combate à Fome Doações de Entidades Internacionais Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais Dividendos da União Desvinculação de Recursos de Superávit Financeiro 114 .Orçamento Federal CÓDIGO 80 81 82 84 85 86 87 88 89 91 93 94 95 96 97 98 ESPECIFICAÇÃO Recursos Próprios Financeiros Recursos de Convênios Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres Contribuições sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador e Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Desvinculação Parcial de Recursos de Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural Outras Receitas Originárias Alienação de Títulos e Valores Mobiliários Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Recursos das Operações Oficiais de Crédito .

01 1111. de 27 de junho de 2001 atualizado.01 1111.02. CÓDIGO 1000.00.01.00 1112.6. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE RECEITA 6.1.00.01 1112.00 1100.4.00 1112.01.00 1111.00. Classificação de Natureza da Receita válida somente para a Esfera Federal Anexo da Portaria SOF nº 9.00.4.00 1111.04.01.02 1112.10 Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas P 115 .02.02 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Receita do Principal do Imposto sobre a Importação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Receita do Principal do Imposto sobre a Exportação Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não-Conveniados RP FONTE P P 00 12 00 12 00 12 00 12 P P P P 02 00 02 12 00 01 12 1112.00.02.00 1110.00 1111.00 1111.01.02 1111.01.00 1112.01.04.

22 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1112.33 Retido nas Fontes – Remessa ao Exterior P 1112.04.04.31 Retido nas Fontes – Trabalho P 1112.21 Pessoa Jurídica – Líquida de Incentivos P 1112.00.04.04.11 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1112.34 Retido nas Fontes – Outros Rendimentos P 1112.04.01.04.01.23 Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Federal e Nacional P 1112.01 Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados Produtos do Fumo P 00 01 116 .04.04.1112.00 1113.32 Retido nas Fontes – Capital P 1112.35 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 91 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.00 1113.04.

01.01.00.01 1113.09 Outros Produtos P 1113. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Comercialização do Ouro Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Comercialização do Ouro Demais Operações Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Operações de Crédito.04 Vinculados à Importação P 1113.01.01.01.02 1113.11 Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Federal e Nacional P 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1113.03. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Impostos Extraordinários P 19 P P 19 00 12 00 12 00 01 12 P P 1115.01.00 1120.00.1113.03.03 Automóveis P 1113.02 Bebidas P 1113. Câmbio e Seguro.03.10 Receita de Parcelamentos – Imposto sobre Produtos Industrializados P 1113.10 Imposto sobre Operações de Crédito.03.09 1113.03.00 1113.00 Taxas 117 .

de Capitalização e da Previdência Privada Aberta Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Taxa de Saúde Suplementar Taxa por Plano de Assistência à Saúde Taxa por Registro de Produto Taxa por Alteração de Dados de Produto Taxa por Registro de Operadora Taxa por Alteração de Dados de Operadora Taxa por Pedido de Reajuste de Contraprestação Pecuniária Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Taxa de Serviços Administrativos Taxa de Serviços Metrológicos Taxa de Fiscalização sobre a Distribuição Gratuita de Prêmios e Sorteios Taxas pela Prestação de Serviços 118 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P 74 74 78 74 78 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 74 .21.22. Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas Instalações Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.10.15.00 1121.00.20.20.02 1121.16.00.00 1121.00 1121.00 1121.20.02 1121.02.00 Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação e Operação da Adução de Água Taxas de Fiscalização das Telecomunicações Taxa de Fiscalização de Instalação Taxa de Fiscalização de Funcionamento Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos Taxas do Departamento de Polícia Federal Taxa do Departamento de Polícia Federal – Segurança Privada Taxa do Departamento de Polícia Federal – Sistema Nacional de Armas Taxas de Migração Taxa de Licenciamento.00 1121.14.00 1121.06 1121.00 1121.00 1121.02.00 1121.23.00 1121.20.00 1122.03 1121.00 1121.00 1121.05 1121.17.04.01 1121.04.11.04.00 1121.04 1121.00 1121.24.05.20.02 1121.01 1121.03.20.13.1121.00 1121.00 1121.02.20.00 1121.01 1121.01.

00 1210.00 1210.00 1122.12.00 1122.21.01 1122.07.06.00 1210.00 1122.00 1122.03.00 1210.02.11.00 1122.12.01.01 Emolumentos Consulares Taxa de Pedido de Visto em Contrato de Trabalho de Estrangeiro Taxa de Utilização do Sistema Eletrônico de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante – MERCANTE Taxa de Avaliação do Ensino Superior Taxa Judiciária da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas da Justiça do Distrito Federal Emolumentos e Custas Judiciais Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX Emolumentos e Custas Processuais Administrativas Emolumentos e Custas de Apreciação de Atos e Contratos Emolumentos e Custas Decorrentes de Consultas Taxa Militar Taxa de Classificação de Produtos Vegetais Taxa de Serviços Cadastrais Taxa de Serviços Aquícolas Outras Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita do Principal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Parcelamentos – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Contribuição para o Salário-Educação Cota-Parte da Contribuição Sindical Contribuição para o Ensino Aeroviário Contribuição para o Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo P P P P P P P P P P P P P P P 74 75 75 75 27 27 27 75 75 75 75 75 75 74 75 P 00 53 00 53 13 00 76 00 76 00 76 1210.06.00 1122.04.00 1130.00.01.00 1122.00 1200.15.02 P P P P P 1210.19.00 1122.00 1210.1122.00.01.00 1210.00 1122.22.02.00 1122.08.05.00 1122.00 119 .04.00 1122.00.00 1122.99.01.02 1122.12.

02 1210.06 1210.18.18.13.07 1210.01 1210.00 1210.09.18.1210.18.08 Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Prêmios Prescritos de Loterias Federais Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Contribuição Sobre a Receita de Concurso de Prognóstico Específico Destinado ao Desenvolvimento da Prática Desportiva – Modalidade Futebol 120 P P 00 55 79 00 55 79 00 23 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 76 00 P P P P P P P P .04 1210.00 1210.01 Contribuição para o Fundo de Saúde das Forças Armadas Contribuição sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Contribuição sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira Receita do Principal da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 76 00 20 P 1210.13.18.05 1210.07.18.13.00 1210.02 Receita de Parcelamentos – Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1210.00 1210.03 1210.18.00 1210.15.18.00 1210.17.18.

29.30.30.03 1210.29.30.02 1210.13 1210.15 1210.29. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RGPS Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico 121 P 18 00 18 69 56 56 56 56 56 69 56 56 56 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 F P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .19 1210.12 1210.10 1210.30.09 1210.09 1210.18 1210.29.30.30.13 1210.30.08 1210.29.30.29.30.09 1210.29.29.29.01 1210.11 1210.04 1210. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Inativo Civil.11 1210.30. Oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Ativo Civil.1210.18.17 1210. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita de Recolhimento de Pensionista Civil.07 1210.29.30.01 1210.30.30.30.00 1210.14 Outros Prêmios Prescritos Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Contribuição do Servidor Inativo Civil para o Regime Próprio Contribuição de Pensionista Civil para o Regime Próprio Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos – RPPS Receita de Recolhimento da Contribuição Patronal.06 1210.30.05 1210.16 1210.00 1210.29.07 1210.

30.15 1210.00 1210.00 1210.03 1210.18 1210.02 1210.30.30.22 1210.01 1210.02 1210.32.31.01 1210.00 1210.01 1210.31.34.21 1210.1210.35.31.34.30.19 1210. Recursal e Custas Judiciais Contribuição Previdenciária das Cooperativas de Trabalho Descontada do Cooperado Receita de Parcelamentos – Contribuição dos Empregadores e Trabalhadores para a Seguridade Social Outras Contribuições Previdenciárias Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares do Distrito Federal Contribuição para o Fundo de Saúde do Bombeiros Militares do Distrito Federal Contribuições Rurais Contribuição Industrial Rural Adicional à Contribuição Previdenciária Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Contribuição e Adicional para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC 122 P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 P P 54 54 P P P P 06 06 00 76 00 76 .17 1210.16 1210.33.32.00 1210.30.20 1210.33.30.30.30.23 1210.01 Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Certificados da Dívida Pública – CDP Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.33.34.99 1210.30.00 1210.30.02 1210.01 1210.35.32.

38.36.00 1210.00 1210.35.38.02 1210.01 1210.41.38.01 1210.00 1210.00 1210.47.00 P P P P 00 76 00 84 00 84 00 18 123 .45.44.00 1210.00 1210.01 Adicional à Contribuição para o Serviço Social do Comércio – SESC Contribuição e Adicional para o Serviço Social da Indústria – SESI Contribuição para o Serviço Social da Indústria – SESI Adicional à Contribuição ao Serviço Social da Indústria – SESI Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receitas dos Principais das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita de Parcelamentos – Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita do Principal da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Parcelamentos – Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR Contribuição para o Serviço Social do Transporte – SEST Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – SENAT Contribuição para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP Contribuição sobre Jogos de Bingo Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Outras Contribuições Sociais P 00 40 00 40 00 51 00 51 1210.36.43.37.00 1210.99.36.02 1210.00 1210.00 1210.1210.02 P P 1210.39.37.42.37.00 1210.00 1210.48.02 P 1210.

06.00 P P 1220.26.01 P P P 00 31 00 31 00 72 P 00 30 00 30 00 72 00 35 00 72 00 72 1220.00 1220. Aquisição ou Transferência de Tecnologia Contribuição sobre a Receita das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações P 00 15 00 15 P 1220.01 1220.06.00 1220.03.24.00 1220.03.06.00 124 .01.02.00 1220.00 1220.02 1220.00 1220.00 1220.00 1220. Entrepostos Aduaneiros e Depósitos Alfandegados Contribuição sobre Apostas em Competições Hípicas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Remessas Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Títulos Adicional sobre as Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Contribuição sobre a Receita das Concessionárias e Permissionárias de Energia Elétrica Contribuição pela Licença de Uso.03.25.76 1220.18.00 Contribuições Econômicas Contribuição para o Programa de Integração Nacional – PIN Contribuição para o Programa de Redistribuição de Terras e de Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste – PROTERRA Contribuições para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização Selo Especial de Controle Lojas Francas.02 P P P 1220.16.00.05.

00 1220. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.28.28. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição Relativa às Atividades de Importação de Petróleo e seus Derivados.40.02 P 1220.1220.26. Gás Natural e Álcool Carburante Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .28.03 P 1220.00 .01 Contribuição sobre a Receita Operacional Bruta Decorrente de Prestação de Serviços de Telecomunicações Contribuição sobre a Receita Bruta das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.01 P 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.03 P P 1220.30.41. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Parcelamentos – Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.28.01 P 00 11 00 11 00 11 00 72 1220.Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia – Parcelamento de Débitos Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões 125 P 00 72 00 72 1220.26.41.42.00 1220.02 P 1220.41.02 P 1220.04 P 1220.41.00 1220.41.00 1220.

03 P 1220.00.02 P 1220.02 1300.00 1315.1220.00.00 1314.42.00 1315.00 1311.04 P 1220.00 1312.42.00 1310.00 P P P P 1313.20.00.42.00 1220.00.99.10.00.99.00.00 Foros Laudêmios Taxa de Ocupação de Imóveis Taxa de Ocupação de Terrenos da União Taxa de Ocupação de Imóveis Funcionais e Próprios Nacionais Residenciais P P 00 50 00 50 86 00 00 P P 00 50 00 50 126 .42.99.01 Demais Regiões Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Principal Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Excedente Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Residual Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões – Parcelamento de Débitos Outras Contribuições Econômicas Outras Contribuições Econômicas – Principal Parcelamentos – Outras Contribuições Econômicas Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Aluguéis Arrendamentos P 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 00 72 1220.00.01 1220.00 1315.

00 1321.30.01 1331.00 1328.00 1331.00 Taxa de Ocupação de Outros Imóveis Outras Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Juros de Títulos de Renda Dividendos Participações Remuneração de Depósitos Bancários P P 00 50 00 50 80 93 50 97 50 97 78 80 93 80 80 56 56 56 56 50 F P P F 1326.00 1319.00.00 1328.00.01.02 1331.02.01.00.00.00 1325.03 1331.99 1331.00 1323.00.00.00.10.00 Remuneração de Depósitos Especiais Remuneração de Saldos de Recursos Não-Desembolsados Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Fixa Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Variável Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Fundos Imobiliários Outras Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Receita de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Ferroviário Receita de Outorga dos Serviços de Transportes Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Metroviário de Passageiros Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Marítimo de Passageiros Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Transporte Receita de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação 127 F F F F F F P P P P P P 29 29 29 29 29 .00 1331.00 1328.00 1329.04 1331.00 1327.00.00 1322.01.00 1328.00 1320.01.00 1330.00.01.1315.00.01.00.00.20.30.00 1331.

03 1332.02.00. de Permissão ou de Autorização de Rodovias ou de Obras Rodoviárias Federais Receita de Outorga para a Utilização de Posições Orbitais Receita de Outorga de Licenças e Autorizações da Agência Espacial Brasileira Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita de Outorga para Exploração dos Serviços de Energia Elétrica Outras Receitas de Concessões e Permissões – Serviços Receita de Concessões e Permissões – Exploração de Recursos Naturais Receita de Outorga dos Serviços de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural Bônus de Assinatura de Contrato de Concessão Pagamento pela Retenção de Área para Exploração ou Produção Receita de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita de Concessão Florestal Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Valor Mínimo Receita de Concessão de Florestas Nacionais – Demais Valores Receita de Outras Concessões Florestais – Valor Mínimo Receita de Outras Concessões Florestais – Demais Valores Receita de Custos de Edital de Concessão Florestal Receita de Contratos de Transição de Concessão Florestal Outras Receitas de Concessões e Permissões – Recursos Naturais Receita de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos P P P 29 78 29 78 29 78 29 29 29 29 29 78 29 29 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 29 29 16 29 29 29 29 29 29 29 29 29 128 .00.00 Receita de Outorga dos Serviços de Telecomunicações Receita de Outorga dos Serviços de Radiodifusão Sonora e de Sons e Imagens Receita de Outorga do Direito de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.01 1331.00 1332.04.04.03.02.04.02.99.04.00 1332. de Permissão ou de Autorização de Telecomunicações ou de Uso de Radiofrequência Receita de Transferência de Concessão.04.04.02.02.00 1333.04.02.03 1331.00 1332.01 1332.00 1332.05 1331.00 1332.06 1332.00 1332.01.01.02 1332.04 1331.02.1331.05 1332.02 1331.07 1331.99 1331.02.04 1332.99.03.01 1332.02.02 1332.06 1331.01.00 1331.

03.03.00 1333.00 P P P .00.06.00 1340.1333.00 1340.07.00 1339.09.00 1333.00 1490.00 1400.05.00 1333.00 1340.00 1340.00 1340.00 1340.00.05.00 1390.00 1420.00.02.03.00.00 1340.00.99.01.01 1340.04.00 1500.00.02.00 1410.00 1340.00 1333.00.08.00 Receita de Concessão de Direito Real de Uso de Área Pública Receita de Outorga de Direito de Uso ou de Exploração de Criação Protegida – Instituição Científica e Tecnológica Receita de Concessão de Uso do Potencial de Energia Hidráulica Receita da Permissão de Uso de Área da União Curta Duração Receita da Cessão de Uso de Bens da União Outras Receitas de Concessões e Permissões – Direitos de Uso de Bens Públicos Outras Receitas de Concessões e Permissões Compensações Financeiras Utilização de Recursos Hídricos – Itaipu Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Exploração de Recursos Minerais Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (E) Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Terra Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural – em Plataforma Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais (1) (I) Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial 129 P 00 50 29 29 00 00 50 29 34 34 41 07 42 85 42 85 42 85 42 85 42 85 07 00 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P 1340.04.00 1333.00 1340.01.00.

21.20.10 1600.00 1600.06 1600.1510.00.01.00 1600.09 1600.01 Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria Mecânica Receita da Indústria Química Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos e Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos Receita da Indústria de Produtos Veterinários Receita da Indústria de Produtos Farmoquímicos Receita da Indústria de Produtos Alimentares Receita da Indústria de Bebidas e Destilados Receita da Indústria Editorial e Gráfica Outras Receitas da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Outras Receitas Industriais Receita de Serviços Serviços Comerciais Serviços de Comercialização de Medicamentos Serviços de Comercialização de Livros.08 1600.00 1520.29. a partir do Território Brasileiro Receita de Comercialização de Fardamentos Outros Serviços Comerciais Serviços Financeiros Juros de Empréstimos P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P F 50 50 50 50 50 50 50 50 59 60 63 71 73 130 .00.01.99.01.00 1600.21.01 1600.02.12.01.02 1600.22.01. Dados e Materiais de Informática Receita de Comercialização dos Dados e Imagens oriundos da Utilização de Posições Orbitais Receita Proveniente de Lançamentos de Satélites e Foguetes de Sondagem.01.99 1600.00 1600.00 1520.00 1590.03 1600.00 1520.00 1520.01.00 1520.01 1520.00 1520.02 1520.00.01.00.00 1530.00 1520.27.02.21.26.00 1520.00.00 1520. Material Escolar e de Publicidade Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos Agropecuários Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos.01. Periódicos.

05.02.04.00 1600.02 1600.08.02.02.03.01 1600.03 1600.05.10.02 1600.03.01 1600.99 1600.05.03.00 1600.00 1600.05.06 1600.00 1600.03 1600.04.00 1600.05 1600.05.01 1600.07.11 1600.99 1600.04 1600.99 1600.02.05.03 1600.03.04.02.00 1600.09.04.06.03.1600.02.02 1600.05 1600.03.03.03 1600.00 Serviços Financeiros de Compensação de Variações Salariais Operações de Autoridade Monetária Remuneração sobre Repasse para Programas de Desenvolvimento Econômico Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Outros Serviços Financeiros Serviços de Transporte Serviços de Transporte Rodoviário Serviços de Transporte Ferroviário Serviços de Transporte Hidroviário Serviços de Transporte Aéreo Serviços de Transportes Especiais Outros Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Serviços de Publicidade Legal Serviços de Radiodifusão Outros Serviços de Comunicação Serviços de Saúde Serviços Hospitalares Serviços de Registro de Análise e de Controle de Produtos Sujeitos a Normas de Vigilância Sanitária Serviços Radiológicos e Laboratoriais Serviços de Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil Outros Serviços de Saúde Serviços Portuários Serviços de Armazenagem Serviços de Processamento de Dados Serviços de Socorro Marítimo Serviços de Informações Estatísticas 131 F F F F F F 80 89 80 60 80 59 71 48 80 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P P P P P .00 1600.12 1600.05 1600.

13.20.14. Assistência Técnica e Análise de Projetos Serviços de Consultoria.06 1600.02 1600.23.23.23.25.05 1600.17. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Vinculadas a Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento Serviços de Hospedagem e Alimentação Serviços de Estudos e Pesquisas Serviços de Registro de Marcas.04 1600.03 1600.11.23. de Patentes e de Transferências de Tecnologia Serviços de Patentes Serviços de Registro de Marcas Serviços de Transferência de Tecnologia Serviços de Registro de Indicações Geográficas Serviços de Registro de Programas de Computador Serviços de Registro de Desenho Industrial Serviços de Proteção das Topografias de Circuitos Integrados Serviços de Remessa de Depósitos Oficiais Outros Serviços de Registro de Marcas.23.11.00 1600.01 1600.04 1600.15.00 1600.00 1600.00 1600.11.16.23.23.00 1600.01 1600.99 1600.12.00 1600.11.18. de Patentes e de Transferência Tecnológica Serviços de Registro do Comércio Serviços de Informações Científicas e Tecnológicas 132 P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 P P P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 .22.00 1600.00 1600.08 1600.00 1600. Manutenção e Instalação Serviços Recreativos e Culturais Serviços de Consultoria.21.00 1600.01 1600.19.07 1600.02 1600.20.24.11.03 1600.11.02 1600.23.1600.05 1600.23.20.00 Serviços de Metrologia e Certificação Metrologia Legal e Certificatória Delegada Metrologia Científica e Industrial Metrologia Legal Certificação de Produtos e Serviços Informação Tecnológica Serviços Tecnológicos Serviços Administrativos Serviços de Inspeção e Fiscalização Serviços de Meteorologia Serviços Educacionais Serviços Agropecuários Serviços de Reparação.00 1600.00 1600.00 1600. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Livres Serviços de Consultoria.23.00 1600.

00 1600.00 1600.37.40.01 1600.26.36.38.02 1600.00 1600.01 1600.50.00 1600.34.00 1600.00 1600.03 1600.00 1600.37.00 1600.36.31.39.36.51.02 1600.27.05 1600.1600.31.29.00 1600.37.31.30.00 1600.02 1600.04 1600.37.01 1600.03 1600.33.37.31.33.00 1600.00 1600.00 1600.37.00 1600.32.35.00 1600.28.33.00 1600.01 1600.00 Serviços de Fornecimento de Água Serviços de Perfuração e Instalação de Poços Serviços de Geoprocessamento Serviços de Cadastramento de Fornecedores Tarifa de Utilização de Faróis Tarifa e Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Tarifa Aeroportuária Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Parcela da Tarifa de Embarque Internacional Serviços de Cadastro da Atividade Mineral Tarifas e Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Serviços de Regulamentação da Exploração dos Serviços de Telecomunicações – Regime Privado Serviços de Compensação de Variações Salariais Prestação de Serviços pelo Banco Central do Brasil Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central Garantias e Avais Concessão de Aval do Tesouro Nacional Concessão de Garantia da Atividade Agropecuária Comissões pela Prestação de Garantia Garantia dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Receita de Seguro de Crédito à Exportação Receita de Credenciamento de Empresas Prestadoras de Serviços de Vistoria Serviços Veterinários Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações Tarifas de Inscrição em Concursos e Processos Seletivos Receitas de Emissão de Certificado de Origem e de Emissão de Licença de Exportação 133 P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 50 50 86 50 P P P F P P P P P P P P P P P 50 50 50 80 50 50 50 50 50 60 50 50 50 50 78 50 .02 1600.

00 1723.02 1600.01 1600.60.00 1750.01 1600.00 Receitas de Emissão de Certificados de Origem Receitas de Emissão de Licença de Exportação Certificação e Homologação da Atividade Mineral Serviços Voltados à Inovação e à Pesquisa no Ambiente Produtivo – Instituição Científica e Tecnológica Serviços Prestados Diretamente por Instituição Científica e Tecnológica Serviços Decorrentes de Parcerias com Outras Instituições Públicas e Privadas Tarifa de Compartilhamento e Utilização em Atividades de Pesquisa e Inovação – Instituição Científica e Tecnológica Compartilhamento de Laboratórios e Afins com Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em Atividades de Inovação Utilização de Laboratórios e Afins por Empresas Nacionais e Organizações de Direito Privado Sem Fins Lucrativos em Atividades de Pesquisa Outros Serviços Transferências Correntes Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas P P P 50 50 50 P P 50 50 P P P 50 50 50 P 00 96 00 96 00 95 96 00 95 00 96 81 81 P P 1740.00 1700.60.02 1600.99.00 1730.00.00.00.70.51.1600.00 1720.00 Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades P P P P 134 .00.00 1600.00 1600.00 1723.00.00 1722.00.99.70.00 1600.99.51.00.00.60.00 1762.00.01 1600.00 1722.70.00.00 1761.56.00 1760.02 1600.

00 1764.00 1773.00.00.00 1900.00.00.00 1910.00.00 1911.01.00 1772.00.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1911.00.00 1774.01 Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas Provenientes de Depósito Não Identificados Outras Receitas Correntes Multas e Juros de Mora Multas e Juros de Mora dos Tributos Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P P P P P P 81 81 94 94 94 94 P 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.02.02.00 1911.00 1770.02.03 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 135 .02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação P 1911.00.00.01.00.02.00 1911.00 1911.1763.00 1771.01.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1911.

00 1911.07 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IRPJ P 1911.05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1911.06 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora do Imposto Sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1911.02.03.03.02.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados 136 P .12 32 58 1911.03.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1911.02.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 00 1911.02.

04. Câmbio e Seguro.07. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 1911. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 19 32 58 00 12 19 32 58 00 12 32 58 00 12 32 58 1911.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 137 .07.04.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação P 1911.03 Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional – IPI P 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1911.04.00 1911.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito.07.1911. Câmbio e Seguro.00 1911.03.

33.01 Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.01 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Conveniados P 00 02 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 74 74 74 74 74 00 32 58 74 75 00 32 58 74 1911.99.31.99.00 1911.00 1911.00 1911.36.08.Conveniados P 1911. da Capitalização e da Previdência Privada Aberta Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Multas e Juros de Mora da Taxa de Saúde Suplementar Multas e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Multas e Juros de Mora de Outros Tributos Multas e Juros de Mora de Outros Tributos – Principal P P P P P P P P 1911.02 Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – Municípios Não.00 1911.00 1911.08.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outros Tributos P 138 .00 1911.32.1911.00 1911.99.37.08.34.00 1911.35.00 1911.

01 Multas e Juros de Mora da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 11 32 58 1912. Gás Natural e Álcool Carburante P P 00 11 32 58 1912.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira 139 P .00 1912.01 Multas e Juros de Mora das Contribuições Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1912.01.01.07.00 1912.75 1912.00.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1912.00 1912.07. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.02.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.03.07.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 00 55 79 00 1912.03.00 1912.03.00 1912.01.

03 1912.30.30.07 1912.10.29.30.30.01 F 00 69 00 56 1912.30.30.04 1912.10 1912.30.30.29.30.09 1912.01 1912.11 P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .00 1912.05 1912.06 1912.00 1912.30.08 1912.02 P 1912.30.02 1912.55 79 1912.00 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Prestação dos Serviços de Telecomunicações (1) (I) Multas e Juros de Mora das Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Multas e Juros de Mora da Contribuição Patronal para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora da Contribuição do Servidor para o Regime Próprio de Previdência Multas e Juros de Mora das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário 140 P 00 72 1912.30.29.

16 1912. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1912.31.30.17 1912.21 1912.14 1912.30.13 1912.15 1912.00 1912.30.30.12 1912.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.20 1912.30.31.32.01 Multas e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas 141 P 00 .32.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1912.30.00 1912.1912.30.30.30.31.18 1912.19 1912.99 1912.30.30.

01 1912.32.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 1912.02 1912.33.33.03 Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica P P 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 18 00 32 58 72 00 76 P 1912.33.33.07 P 1912.33.00 P 1912.06 1912.33.33.32 51 58 1912.05 1912.04 P P P 1912.00 Multas e Juros de Mora da Cota-Parte da Contribuição Sindical P 142 .35.34.00 1912.33.

55.36.55.01 P 00 32 00 32 00 32 00 32 00 32 1912.55.06 P 00 32 143 .02 P 1912.55.54.00 1912.52.05 P 1912.53.55.00 P 1912.00 P 1912.04 P 1912.00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas P 1912.00 1912.00 Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Multas e Juros de Mora da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P 00 18 32 58 72 00 35 00 84 00 84 1912.51.55.55.1912.03 P 1912.

11 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas P 1912.55.55.55.14 Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Prêmios Prescritos de Loterias Federais P 1912.08 P P 1912.55.10 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas P 1912.01 P 144 .1912.12 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números P 1912.56.55.55.09 1912.07 Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal P 00 32 00 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 54 56 00 1912.55.55.00 1912.00 Multas e Juros de Mora das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições – Principal P 1912.99.13 Juros de Mora do FUNDAF – Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea P 1912.99.

01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.01.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa dos Tributos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 00 12 32 58 00 12 32 58 1913.00.02 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 145 .01.02.00 1913.99.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação P 1913.01.00 1913.00 1913.1912.02.02.02 Parcelamentos – Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições P 30 32 58 72 00 30 32 58 72 1913.

00 1913.1913.03.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 146 .03 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 00 01 12 58 1913.03.02.02.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 00 01 12 32 58 00 01 12 32 58 1913.03.04 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 1913.05 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 1913.02.02.06 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1913.

ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.07. Câmbio e Seguro.04.09.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 1913.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 00 12 32 58 00 12 32 58 00 02 12 32 58 74 78 74 1913. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.10.07.07.00 1913.00 P .08. Câmbio e Seguro.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército 147 P 1913.00 1913.1913. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários P 00 12 32 58 1913.04.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação P 1913.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.04.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.

00 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1914.04.00.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 00 32 53 58 00 32 53 58 13 1914.04.00 1914.01.03.1913.00 1914.03.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição do Salário-Educação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P P 00 55 79 00 55 79 1914.01.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social P 1914.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outros Tributos P 00 27 32 58 74 75 1914.02.00 1914.99.03.00 1914.01.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual 148 P 54 .

04.16 1914.09 1914.04.1914.12 1914.15 1914.05 1914.04 1914.13 1914.04.04.04.06 1914.10 1914.04.04.04.17 1914.04.04.04.04.04.04.04.18 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional 149 P 54 P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P P P P 54 54 54 54 .11 1914.02 1914.04.14 1914.03 1914.08 1914.04.07 1914.

04.06. Recursal e Custas Judiciais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Parcelamentos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P P P P P 54 54 54 54 54 P 00 32 40 58 1914.04.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 150 .06.02 Receita de Parcelamentos – Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público P 00 32 40 58 1914.04.19 1914.00 1914.22 1914.00 1914.06.04.05.21 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.99 1914.01 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas P 00 32 51 58 00 32 1914.20 1914.04.1914.05.05.

00 1914.02 Receita de Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante P P P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 84 84 00 35 1914.00 1914.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida do Empregado sem Justa Causa Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.07.02 1914.07.07.11.00 1914.07. Gás Natural e Álcool Carburante P 00 151 .51 58 1914.08.01 P 00 11 32 58 1914.03 1914.07.04 1914.07.09.05 1914.10.11.01 1914.07.00 1914.11.06 1914.

11 32 58 1914.12.00 1914.12.01 Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa das Contribuições Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal

P

00 32 00 32 00 32 00 32

1914.12.02

P

1914.12.03

P

1914.12.04

P

1914.12.05

P

00 32

1914.12.06

P

00 32 00 32 00 32 00 18 32

1914.12.07

P

1914.12.08

P

1914.12.09

P

152

1914.12.10

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas

P

00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 18 32 00 32 58 72 00 32 58 72

1914.12.11

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas

P

1914.12.12

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números

P

1914.12.13

Juros de Mora do FUNDAF – Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea

P

1914.12.14

Juros de Mora do FUNDAF – Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais

P

1914.99.00 1914.99.01

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal

P

1914.99.02

Parcelamentos – Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições

P

1915.00.00 1915.01.00 1915.02.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais 153

P P

74 41

1915.03.00 1915.04.00 1915.05.00 1915.06.00 1915.07.00

Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis 154

P P P P P

29 74 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30

1915.08.00 1915.09.00 1915.10.00 1915.11.00 1915.12.00

P P P P P

1915.13.00

P P P P P P

50 74 34 74 74 74

1915.14.00 1915.15.00 1915.16.00 1915.17.00 1915.18.00

00 1918.02 Multa e Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União Multa de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.01.00 Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas – Principal P 54 56 00 33 50 58 72 74 00 33 50 58 72 74 00 33 50 00 33 50 00 33 50 1915.03.01 1918.05.01 P 1915.00 1915.1915.00 Multas e Juros de Mora de Arrendamentos P 1918.04. Útil e Direto Multas e Juros de Mora de Alienações de Outros Bens Imóveis 155 P P P 33 00 62 00 1918.19.99.00 1918.00 Multas e Juros de Mora de Outras Receitas Multas e Juros de Mora de Aluguéis P 1918.02.02 Parcelamentos – Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas P 1918.00 .00.04. Útil e Direto Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno.00 Multas e Juros de Mora de Laudêmios P 1918.99.99.04.

1918.06.00

Multas e Juros de Mora de Parcelamentos

P

1918.07.00 1918.08.00

Multas e Juros de Mora de Foros Multas e Juros de Mora de Taxas de Ocupação

P P

1918.09.00 1918.10.00 1918.11.00 1918.12.00 1918.13.00 1918.14.00 1918.15.00 1918.16.00 1918.17.00 1918.17.01 1918.17.02 1918.18.00 1918.18.01 1918.18.02 1918.99.00

Multa e Juros de Mora de Dividendos Multas e Juros de Mora de Participações Multas e Juros de Mora da Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Multas e Juros de Mora da Receita de Alienações Bens Apreendidos Multas e Juros de Mora dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Multas e Juros de Mora da Receita de Exploração de Recursos Minerais Multas e Juros de Mora da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Multas e Juros de Mora da Receita de Concessão Florestal Multa e Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Multa e Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Multa de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Juros de Mora de Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Multas e Juros de Mora

P P P P

33 50 33 50 58 00 50 00 33 50 50 50 86 39 50 60 41 29 29 33 00 62

P P P P P P

P P P

33 00 62 00 16 27

156

29 32 33 35 50 58 74 78 1919.00.00 1919.01.00 1919.02.00 1919.03.00 1919.04.00 1919.05.00 1919.06.00 1919.07.00 1919.08.00 1919.09.00 1919.10.00 1919.12.00 1919.13.00 1919.14.00 1919.15.00 1919.16.00 1919.17.00 1919.20.00 1919.26.00 1919.26.01 Multas de Outras Origens Multas Previstas na Legislação de Metrologia Multas do Regulamento para o Tráfego Marítimo Multa de Poluição de Águas Multas Previstas em Acordos Internacionais sobre a Pesca Multas Decorrentes de Apreensão de Embarcações de Pesca Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas Multas Previstas no Regulamento do Estrangeiro Multas Previstas na Lei do Serviço Militar Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Multas Previstas na Legislação Sanitária Multas Previstas na Legislação de Registro do Comércio Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Multas por Infração à Legislação Trabalhista Multas Previstas na Legislação de Trânsito Multas Previstas na Legislação do Seguro-Desemprego e Abono Salarial Multas Previstas na Lei Delegada nº 4, de 26 de setembro de 1962 Multa Prevista na Lei de Prevenção ao Uso de Drogas Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Trabalhistas 157 P P P P P P P P P P P P P P P P P P 50 74 74 74 74 74 00 74 74 74 74 78 74 74 74 74 00 74 00 74 74 74 74

1919.26.02 1919.27.00

Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos – Outros Multas e Juros Previstos em Contratos

P P

74 00 50 54 58 59 60 00 74 74 74 00 74 74 74 74 74 00 74 00 60 74 00 74 74

1919.28.00

Multas Decorrentes da Operação do Transporte Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros e Cargas Multas Previstas por Infrações à Legislação sobre Transportes Ferroviários Multas Previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica Multa de Tarifa de Pedágio Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias Receita de Quebra de Fiança Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas por Danos ao Meio Ambiente Multa de Segurança Privada Multa por Ato Atentatório ao Exercício da Jurisdição Multas e Juros das Operações Oficiais de Crédito Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Multas Aplicadas pelo Tribunal de Contas da União Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar Multas por Auto de Infração Multa por Falta ou Atraso na Apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social – GFIP Multas Previstas na Legislação Minerária Multa por Infração à Legislação de Licitação Outras Multas

P P P P P P P P P P F P P P P

1919.29.00 1919.30.00 1919.31.00 1919.32.00 1919.33.00 1919.34.00 1919.35.00 1919.36.00 1919.37.00 1919.38.00 1919.41.00 1919.48.00 1919.49.00 1919.50.00 1919.51.00

1919.52.00 1919.60.00 1919.99.00

P P P P

74 74 74 00 29

158

00 1922.07.00 1922.00 Restituição de Contribuições Previdenciárias Complementares Restituições Não-Reclamadas das Condenações Judiciais Ressarcimento por Operadoras de Seguros Privados de Assistência a Saúde Ressarcimento do Custo de Disponibilização de Medicamentos Recuperação de Despesas de Exercícios Anteriores Ressarcimento de Pagamentos de Honorários Técnico-Periciais Ressarcimento de Despesas do Porte de Remessa e Retorno dos Autos Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores P P P P P P P 159 .02.00 1922.07.10.08.00 1921.05.04.09.00 1921.33 35 50 58 74 75 1920.00 1922.00.99.00.00.00 Indenizações e Restituições Indenizações Indenizações Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Indenizações por Danos Causados ao Patrimônio Público Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Outras Indenizações Restituições Restituições de Convênios Restituições de Benefícios Não Desembolsados P P P P 00 50 60 00 00 50 00 82 00 40 50 54 50 00 50 50 00 50 00 75 P P 1922.00 1922.00 1922.00 1921.03.06.00 1922.00 1922.06.00 1922.00 1922.00 1921.05.00 1921.01.

1922.02 P P P P P 1922.00 Outras Restituições P 1930.00 1931.11.00 1922.21.20.00 1931.01.01.04 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Jurídicas P 160 .00 1922.00 1922.00.00 1922.10.03 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 1931.01.10.00 1931.01 Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Principal Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores – Parcelamentos Restituição de Parcelas do Seguro Desemprego Recebidas Indevidamente Recuperação de Sinistros Ressarcimento de Despesas Decorrentes de Deportação Devoluções de Recursos decorrentes de Restituições ou Incentivos do Imposto de Renda P 54 56 54 56 40 50 50 00 01 12 00 01 50 54 58 1922.01.99.01.02 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas P 1931.30.00.01 Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas P 1931.

00 1931.00 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação 161 P P .06.00 1931.03.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Principal P 1931.12 1931.01 1931. Câmbio e Seguro.01. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.02.02.00 1931.05. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 1931.02.05 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Retido na Fonte P 00 01 12 00 01 12 00 01 12 00 01 12 1931.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados P 1931.01.05.04.03.05.02 1931.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural P 00 12 00 12 00 02 12 00 12 00 12 1931.02 P P 1931.06 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda – Pessoas Físicas P 1931. Câmbio e Seguro.03.

00 1931.01.00 1931.00 1931.01 1931.00.08.08 1932.01.01.06.02 1931.00 1931.09 Receita da Dívida Ativa Não Tributária Receita da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Contribuinte Individual Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista 162 P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 .01.01.36.00 1932.03 1932.01.1931.01 1932.07 1932.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos P 1932.06.04 1932.01 Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Receita da Dívida Ativa de Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações Receita da Dívida Ativa Decorrente da Taxa de Fiscalização – TAFIC Receita da Dívida Ativa da Taxa de Saúde Suplementar Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos – Principal P P P P P P P 00 12 00 12 27 74 78 74 74 00 74 75 00 74 75 1931.01.01.99.09.07.00 1932.99.01.06 1932.99.02 1932.00 1931.05 1932.01.

12 1932.01.01.01.01.01.01.01.13 1932.17 1932.19 1932.02.01.02.01.18 1932.99 1932.04.01.03.21 1932.00 1932.00 00 53 13 .01.02. Recursal e Custas Judiciais Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária .11 1932.01.14 1932.20 1932.00 1932.01.01 Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empresário Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório – Empregado Doméstico Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária – Retenção sobre Nota Fiscal – Sub-rogação Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FIES – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FNS – Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública – CDP Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.16 1932.02 P P 1932.22 1932.01.10 1932.Parcelamentos Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Receita da Dívida Ativa do Salário-Educação Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira 163 P P P P P P P P P P P P P P 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 P 00 53 1932.15 1932.1932.

02 P 1932.01 Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas – Principal Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Receita da Dívida Ativa das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas 164 P 00 40 00 40 1932.05.05 1932.07.02 1932.07.04.00 1932.01 P 00 51 00 51 1932.00 1932.01 Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira – Principal P 00 55 79 00 55 79 1932.07.04 1932.07.04.00 P P P P P P P 18 18 18 18 18 18 74 .02 P 1932.07.03 1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira P 1932.07.05.06.05.00 1932.06.07.01 1932.1932.08.06.06 1932.

16.13.20.00 1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa de Outras Contribuições P 1932.00 1932. Gás Natural e Álcool Carburante – Principal 165 P 00 50 72 00 50 72 00 74 84 84 P P P 00 .00 1932.00 1932. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.15.12.00 1932.10.00 1932.17.18.16.1932.00 Receita da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Receita da Dívida Ativa de Aluguéis Receita da Dívida Ativa de Foros Receita da Dívida Ativa de Taxa de Ocupação Receita da Dívida Ativa de Arrendamento P P P P P P 1932.14.00 1932.00 1932.00 1932.00 1932.09.11.01 Receita da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.16.19.00 Receita da Dívida Ativa de Laudêmios Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições P 00 35 72 00 50 00 50 00 50 00 50 86 00 1932.20.01 Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições – Principal P 1932.

04 1932.25. Gás Natural e Álcool Carburante Receita da Dívida Ativa da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Exploração de Recursos Minerais Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Minerária Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões – Serviços de Comunicação Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Receita da Dívida Ativa da Receita decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos – Demais Empresas Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica 166 P 00 11 29 41 29 41 74 41 50 74 16 29 74 50 74 29 00 30 50 74 34 74 74 1932.21.00 P P P P P P P P 1932.00 1932.00 1932.00 1932.33.21.31.21.00 1932.28.22.29.20.01 1932.02 Receita de Parcelamentos – Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00 1932.00 1932.00 1932.24.00 1932.00 1932.23.11 1932.32.21.00 P P P P P .21.26.02 P P P 1932.27.30.00 1932.05 1932.00 1932.

00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração – Contrato Administrativo Receita da Dívida Ativa de Reposição ou Indenização de Servidor Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Erário P P P P P 74 54 56 00 74 00 74 00 544 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 74 00 16 50 74 00 16 50 74 75 74 1932.00 P P 1932.40.41.00 1932.00 1932.36.00 1932.00 1932.1932.39.00 1932.44.00 Receita da Dívida Ativa do Ressarcimento ao Erário Decorrente de Decisão do Tribunal de Contas da União Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Sistema Único de Saúde Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração da Ordem Econômica Receita da Dívida Ativa por Multa de Trânsito Receita da Dívida Ativa de Multa por Infração à Lei Complementar nº 109/01 – Previdência Privada Receita da Dívida Ativa por Infração Administrativa P P P P 1932.35.43.00 1932.00 1932.45.00 1932.46.00 Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar 167 P .00 Receita da Dívida Ativa de Outros Serviços P 1932.34.38.42.37.

00 1990.02 Parcelamentos – Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas P 00 50 74 00 50 74 00 00 50 57 00 50 57 00 39 50 39 50 50 39 50 39 00 39 50 50 1990.00 Receita de Bens e Valores Perdidos em Favor da União 168 P .01.00 1990.05.02 Receita de Ônus de Sucumbência P 1990.01 Receitas Diversas Receita de Parcelamentos – Outras Receitas Receitas de Ônus de Sucumbência de Ações Judiciais Receita de Honorários de Advogados P P 1990.03.00 P P 1990.99.02 1990.01 Receita Decorrente de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Leilões de Mercadorias Apreendidas P 1990.03.99.03 1990.00 1990.00.99.02.1932.04.05 1990.00 1932.00 1990.03.03.04 Receita de Alienação de Bens Apreendidos Receita de Alienação de Bens Caucionados Receita de Alienação de Bens Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins Receita de Valores Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins (1) (I) Produto de Depósitos Abandonados (Dinheiro e/ou Objetos de Valor) P P P 1990.03.03.01 Previdência Privada Complementar Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas Receita da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas – Principal P 1932.02.02.

21.19.00 2111.00 2000.08.00 1990.00 1990.00 1990.00 2110.01 1990.18.00 2100.96.26.02 1990.00 1990.24.01.26.00.16.00 Outras Receitas Eventuais Outras Receitas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal P P F 43 61 169 .25.00 1990.00.07.23.00 1990.98.00.00 2111.22.00 1990.00 1990.00 1990.06.99.20.26.00 1990.00 1990.00 Receita Decorrente da Não Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e pela Indústria Cinematográfica Receita de Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Demais Receitas para o Desenvolvimento do Desporto Receita de Participação do Seguro DPVAT – Sistema Nacional de Trânsito Reserva Global de Reversão Recolhimento do Beneficiário ao Fundo de Saúde Militar Contribuição Voluntária – Montepio Civil Receita de Seguros decorrente da Indenização por Sinistro Receita da “Terceirização” da Folha de Pagamento dos Agentes Públicos Receita de Leilão para Pagamento da Folha de Benefícios Receita de Leilão de Cotas de Importação Recolhimento e Transferência de Depósitos Judiciais e Extrajudiciais Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes Vedadas (1) (I) Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral – Fontes não Identificadas (1) (I) Receita de Variação Cambial P P P P P P P P P P P P 50 86 50 50 50 50 17 50 00 50 50 50 86 00 P P F 00 00 00 48 49 00 50 00 50 1990.1990.00 1990.00 1990.00.00 1990.

00.00.00 2122.00 Títulos da Dívida Agrária – TDA Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento – FND Empréstimos Compulsórios Operações de Crédito Internas – Contratuais Outras Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional Título de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Refinanciamento da Dívida Pública Federal Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional – Outras Aplicações Operações de Créditos Externas – Contratuais Outras Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Títulos Mobiliários F F F P F F 67 64 44 65 00 46 47 46 47 F F F F 43 44 48 49 48 49 00 50 00 50 71 87 60 80 60 80 60 80 60 P P 2212.00 2122.03.01.00 2119.00 2200.00 2123.00 2212.00 2112.02.02.01.01.00 2120.00 2129.01.00.00 2210.00.01.01 2212.00 2114.00.00.00.2111.00.00 2122.03 Alienação de Estoques Alienação de Estoques da Política de Garantia de Preços Mínimos – PGPM Alienação de Estoques Reguladores – PGPM Alienação de Estoques Estratégicos – PGPM Alienação de Estoques Destinados a Vendas em Balcão – PGPM 170 F F F F .00 2113.00.00 2212.00 2111.00.00.02 2212.00 2211.00.

03.09.00 Alienações de Bens Imóveis de Domínio da União Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Pleno Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Útil P P 00 62 00 62 171 .00 2222.03.00 2217.02 2212.00.07.03.01.00 2215.00.00 2212.09.00 2222.00 2221.00.01 Alienação de Estoques Comerciais e Sociais – Comercialização Alienação de Estoques Destinados a Programas Sociais e Institucionais – Comercialização Alienação de Estoques por Atacado – Comercialização Alienação de Estoques Adquiridos em Consignação – Comercialização Alienação de Estoques do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Alienação de Estoques Adquiridos para Combate à Fome e Segurança Alimentar Alienação de Estoques Adquiridos da Agricultura Familiar Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Alienação de Estoques do Tesouro Afetos ao FUNCAFÉ Alienação de Estoques Próprios do FUNCAFÉ Alienação de Animais Reprodutores e Matrizes Alienação de Veículos Alienação de Móveis e Utensílios Alienação de Equipamentos Alienação de Outros Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Alienação de Imóveis Rurais para Colonização e Reforma Agrária P P P P P P P P P P P P P 50 50 50 50 50 79 50 50 60 50 50 00 50 00 50 00 50 00 50 00 32 50 2212.00 2216.03.00.00.02 2214.00 2220.00 2212.09.02.03 2212.00.07.00.01 2212.00 P 2222.01 2212.07.00 2212.80 2212.00 2219.02 2212.00.

00 2300.00.70.04.01 2300.03.20.20.00 2223.00 2222.00.00.00.00 2300.00 2300.30.00 Alienação de Imóveis Rurais P 2225.00 Receita da Alienação de Bens Imóveis Residenciais de Propriedade da União.00.00 Alienação de Imóveis Urbanos P 2229.00 Amortização de Empréstimos – Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazo Amortização de Empréstimos – Programa das Operações Oficiais de Crédito Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Empréstimos – em Contratos Amortização de Financiamentos 172 F F F . situados no Distrito Federal Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União – Domínio Direto Alienação de Embarcações P P P 2224.02 2300.40.2222.70.00 Alienação de Outros Bens Imóveis P 62 00 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 00 50 62 71 2300.50.20. e dos Vinculados ou Incorporado do FRHB.00 2300.02 2300.80.00 Amortização de Empréstimos Amortização de Empréstimos – BEA/BIB Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Internas Amortização Proveniente da Execução de Garantia – Operações de Crédito Externas Amortização de Empréstimos – Estados e Municípios F F F F 59 71 59 60 73 71 59 60 59 80 2300.00 2300.00 2300.10.

00 2483.00.80.2300.00 2450.00.00.00.00.00.00 Transferências de Capital Transferências Intergovernamentais Transferências dos Estados Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Outras Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Outras Instituições Públicas Transferências de Convênios Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Transferências de Convênios de Instituições Privadas Transferências para o Combate à Fome Provenientes do Exterior Provenientes de Pessoas Jurídicas Provenientes de Pessoas Físicas 173 P 00 96 00 96 00 96 95 96 00 96 81 81 81 81 94 94 94 P P P P P P P P P P P P .00 Amortização de Financiamentos de Bens Amortização de Financiamentos de Projetos Amortização de Financiamento do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES Amortização de Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Amortização de Empréstimos Diversos F F 80 60 80 80 60 59 60 63 80 F F F 2400.00 2474.00 2470.02 2300.00 2423.03 2300.00 2423.80.00.00.00 2472.04 2300.00 2481.00.00 2471.00.80.99.00 2430.99.80.00 2460.00 2420.00.00.00.00.00 2440.00 2482.00.01 2300.00 2473.00 2480.00 2422.99.00.00 2422.00.

00 2590.20.00.00 2540.00.00 2522. 174 .00 2530.00.00 2520.00. de 30 de julho de 2010.00 Receita da Dívida Ativa da Alienação de Estoques de Café – FUNCAFÉ Outras Receitas P P RP = Identificador de Resultado (P = Primário e F = Financeiro).00.00. (A) = Alterações I E A (1) Portaria SOF nº 90.00 2550.10.2484.00.00 Provenientes de Depósitos Não Identificados Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Integralização com Recursos do Tesouro Nacional Integralização com Recursos de Outras Fontes Resultado do Banco Central do Brasil Resultado do Banco Central – Operações com Reservas e Derivativos Cambiais Resultado do Banco Central – Demais Operações Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional Receita da Dívida Ativa Proveniente de Amortização de Empréstimos e Financiamentos P 94 F F F F F F 80 80 52 52 88 59 60 71 73 80 89 50 60 00 50 2560.00.00.00 2500. de 15 de setembro de 2010. (E) = Exclusões. (2) Portaria SOF nº 111.00. LEGENDA 18 (I) = Inclusões.00 2530.00 2521.00 2530.

00 1112.portalsof. Estadual e Municipal Anexo I da Portaria Interministerial nº 163.pdf 175 .00. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.07. CÓDIGO 1000.planejamento. Seção 1.br/bib/legislacao/bib/legislacao/portarias_sof.01.00 1112.30 1112.00 1113.20 1112.04.2.planejamento.00 1100.00 1110.html Portaria Interministerial nº 163.00. Classificação das Naturezas de Receitas válida para as Esferas Federal. publicada no D.04.02.00 1112.00 1111.00 1112. n 87-E.00 1112.gov.00.00.00 1111.04. de 4 de maio 2001.08.00 1112.00 1112.10 1112.00 1113.gov.00 1111.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501.00.04.01.portalsof.00.O.02.6. de 7 de maio de 2001.U. páginas 15 a 20 – 19 Atualizado.05.00 ESPECIFICAÇÃO Receitas Correntes Receita Tributária Impostos Impostos sobre o Comércio Exterior Imposto sobre a Importação Imposto sobre a Exportação Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Retido nas Fontes Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Bens e Direitos Imposto sobre Transmissão "Inter Vivos" de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis Impostos sobre a Produção e a Circulação Imposto sobre Produtos Industrializados o 18 19 As portarias indicadas podem ser encontradas no endereço eletrônico: https://www.01.4.

00 1122.00.00.00.00 1510.00 1120.00 1230.00 1390.00.CÓDIGO 1113.00 1721.00.02.00 1710.00 1113.00.03.00.00 1113.00 1410.00 1400.00 1210.00. Câmbio e Seguro.00.00.00.00 1520.00.00 1130.00 1420.00 1220.00 ESPECIFICAÇÃO Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação Imposto sobre Operações de Crédito.00 1600.00 1300.00 1700.00.00.00 1121.00.00.00.00 1330.00.00. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Impostos Extraordinários Taxas Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Taxas pela Prestação de Serviços Contribuição de Melhoria Receita de Contribuições Contribuições Sociais Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico Contribuições para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Outras Receitas Patrimoniais Receita Agropecuária Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias Receita Industrial Receita da Indústria Extrativa Mineral Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Receita de Serviços Transferências Correntes Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União 176 .00 1530.00 1200.00 1490.00.00 1500.00 1720.00.00.00.00.05.00.00.00 1310.00.00 1320.00 1115.

00.00.09.00 1740.157. I e 158.01.30 1721.00.FUNDEF (1)(I) Transferências de Recursos da Complementação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF (1)(I) Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas Correntes 177 .CÓDIGO 1721.00 1724.00 ESPECIFICAÇÃO Participação na Receita da União Cota-Parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios Transferência do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes (art.00 1724.01.00 1722. I.01.01.00.00.00 1760.02 1721.09.C.00 1723.01. Câmbio e Seguro.00.09. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários .12 1721.01.00 1730.00.01. da Constituição) (1)(E) Cota-Parte do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados – Estados Exportadores de Produtos Industrializados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Cota-Parte da Contribuição do Salário-Educação Cota-Parte do Imposto sobre Operações de Crédito.10 1721.01.01.20 1722.00 1724. n 87/96 Complementação da União ao Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF (1) (E) Outras Transferências dos Estados Transferências dos Municípios Transferências Multigovernamentais (1)(I) Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério .00 1750.Comercialização do Ouro Outras Transferências da União o Transferência Financeira .00 1721.01 1721.05 1721.01.00 1900.32 1721.04 1721.00.01.L.00 1721.99 1722.01.09.20 1721.09.00 1722.02.01 1721.

00.00.01.00 2421.00 1932.00 2200.01.00 1922.00 2120.L.00 2422.00 1940.00.09.00 2400.00.00 2220.00.00 1931.00 2420.99 2422.00 2422.00 2210.00.C.00 2421.00 2421.00 1920.00.00.CÓDIGO 1910.00.00.00 1921.01 2421.00.00 2000.00 1921.00 2110.00. n 87/96 (1)(E) Demais Transferências da União Transferências dos Estados Participação na Receita dos Estados Outras Transferências dos Estados 178 . (4) (I) Receitas Diversas Receitas de Capital Operações de Crédito Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas Alienação de Bens Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis Amortização de Empréstimos Outras Amortizações de Empréstimos Amortização de Financiamentos Transferências de Capital Transferências Intragovernamentais (2)(I) (válida só em 2002) Transferências Intergovernamentais Transferências da União Participação na Receita da União Outras Transferências da União o Transferência Financeira .00 2300.00.00 2300.00 ESPECIFICAÇÃO Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Indenizações Outras Indenizações Restituições Receita da Dívida Ativa Receita da Dívida Ativa Tributária Receita da Dívida Ativa Não-Tributária Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Amortização de Déficit Atuarial do RPPS.09.00.00.00 2421.00 2100.00.00.70.00.00 1990.00.80.09.00.00.00.00 2410.00 1930.09.09.00 2300.

00.00.00.00 2520.00 2470.00 2450.U.U. de 19 de agosto de 2010 . de 27 de agosto de 2001 .00.00.00 7000. de 28 de agosto de 2001 (2) Portaria Interministerial STN/SOF nº 519.00 2440.00 Transferências dos Municípios Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Outras Receitas de Capital Integralização do Capital Social Outras Receitas Receitas Correntes Intra-Orçamentárias (3)(I) Receitas de Capital Intra-Orçamentárias (3)(I) ESPECIFICAÇÃO LEGENDA: LEGENDA: (I) = Inclusões.00.U.O.00.00.00 2500.O.00.00 2430. de 26 de abril de 2006 .O.00. (E) = Exclusões.D.D. (A) = Alterações I E A (1) Portaria Interministerial STN/SOF nº 325.O.CÓDIGO 2423.00 2590.D.00 8000.U. 179 .D. de 28 de novembro de 2001 (3) Portaria Interministerial STN/SOF nº 338. de 27 de novembro de 2001 . de 28 de abril de 2006 (4) Portaria Interministerial STN/SOF nº 2. de 23 de agosto de 2010.

99.16. publicada no DOU n 87-E.Pessoal Civil Vencimentos e Vantagens Fixas .71.1.00 3.1.90.90. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Contribuições Patronais Sentenças Judiciais Portaria Interministerial nº 163.1.90.00.04.1.1.90.1.1.90.Pessoal Militar Obrigações Patronais Outras Despesas Variáveis .30.00 3.94.00 3.99.30.00 3.00 3.1.1.80.00 3.00 3.09.pdf Atualizado: Portaria Conjunta STN/SOF n° 2.00 3. de 7 de 20 maio de 2001.90.03.00 3.5.1.gov.1.Pessoal Civil Outras Despesas Variáveis .1.gov.1.00 3.br/bib/legislacao/portarias/PtrConjunta_sof_stn_2_de_190810.1.00 3.90.00 3.90.1.90.90.90.91.13.1.67.1.1.1.planejamento.92.90. Seção 1.1.2010 https://www.99.91. de 19 de agosto de 2010.96.1. de 4 de maio 2001.71.00 3.90.1.00.00 3.00 3.00 3.00 3. de 4 de maio 2001 completa no endereço eletrônico: https://www.90.Orçamento Federal 6.91.00 3.71.80.90.00 3. páginas 15 a 20 (e suas atualizações).00 3.96.portalsof.13.00 3.71.80.00 3.1.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOFSTN_163_040501.00.00 3.11.17.08.00 20 o DESCRIÇÃO DESPESAS CORRENTES PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil Obrigações Patronais Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Contribuição a Entidades Fechadas de Previdência Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Vencimentos e Vantagens Fixas .1.1. CLASSIFICAÇÃO DAS NATUREZAS DE DESPESA Anexo III da Portaria Interministerial 163.1.91.00 3.00 3.00.00 3. publicada no DOU de 23.1.1.1.00.00 3.00.1.planejamento.00.04.portalsof.00.41.30.1.13.00 3.90.01.Pessoal Militar Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.0.91.07.00 3.99.1.00 3.90.90.91.00 3.12. CÓDIGO 3.11.00 3.00 3.00.00 3.1.pdf 180 .04.71.1.08.

91.00 3.3.00 3.00.3.00.00.3.30.00.1.00 3.00 3.22.99.41.00 3.00 3.21.93.3.2.90.32.00 3.00 3.90.32.00 3.2.90.91.3.00 3.1.00 3.2.00 3.3.3.00 3.30.00 3.31.2.91.22.90.32.00 3.22.20.20.92.00 3.14.41.00.00 3.32.00 3.18.00 3.00 3.00 3.20.99.22.30.22.81.92.3.2.00 3.23.32.00 3.00.3.90.32.31.00.32.3.99.3.00 3.91.00 3.99.3.Pessoa Jurídica 181 .00 3.3.00 3.00.2.22.90.36.20.36.3.00.00 3.00 3.99.3.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Diárias .3.30.00 3.00 3.00 3.00 3.00.3.3.30.41.39.25.39.99.00 3.00 3.2.32.3.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .2.2.00 3.3.31.3.33.99.30.99.3.90.Orçamento Federal CÓDIGO 3.00 3.3.31.1.1.Pessoa Jurídica A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .92.00 3.91.00 3.3.3.00 3.00 3.3.3.2.99.96.1.00.00 DESCRIÇÃO Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Trabalhistas Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado A Classificar A Definir A Classificar JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA Aplicações Diretas Juros sobre a Dívida por Contrato Outros Encargos sobre a Dívida por Contrato Juros.43.90.22.00 3.94.00 3.00 3.3.99.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .00 3.00 3.00 3.90.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .35.35.2.3.99.2.1. Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária Outros Encargos sobre a Dívida Mobiliária Encargos sobre Operações de Crédito por Antecipação da Receita Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar OUTRAS DESPESAS CORRENTES Transferências à União Contribuições A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Diárias .2.Civil Material de Consumo Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .14.99.30.22.90.32.24.00.

3.3.00 3.00 3.3.18.00 3.47.93.00 3.30.50.00 3.36.00 3.00 3.70.41.3.00 3.00 3.00 3.3.00 3.3.32.33.43.99.00.41.99.3.40.92.3.00.42.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .00 3.3.00 3.00 3.42.00 3.3.00 3.70.92.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .50.00 3.3.3.3.00 3.3.42.00 3.14.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .39.36.00 3.00 3.00 3.Orçamento Federal CÓDIGO 3.3.00 3.50.92.00 3.60.35.40.42.3.92.70. Científicas.00 3.3.00 3.99.00 3.40.41.41.00 3.00 3.50.39.3.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Sociais Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Subvenções Econômicas Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições A Classificar 182 .31.42.32.00.00 3.00 3.3.50.99. Artísticas.50.00 3.50.3.41.3.3.00 3.3.Fundo a Fundo Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias .00.3.50.00.3.41.3.42.3.41.42.30.00 3.3.47.00 3.50.3. Desportivas e Outras Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .43.99.42.3.41.60.99.92.60.47.3.00 3.42.93.50.60.00 3.00 3.00 3.3.32.3.3.81.18.42.3.40.00 3.00 3.3.3.41.14.40.00.32.45.00 3.00 3.42.42.3.00 DESCRIÇÃO Obrigações Tributárias e Contributivas Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Subvenções Sociais Distribuição Constitucional ou Legal de Receitas A Classificar Transferências a Municípios .35.00 3.50.00 3.Civil Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Premiações Culturais.3.00 3.20.33.3.50.99.3.3.50.00 3.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .3.3.3.60.3.50.3.3.50.

Civil Diárias .80.3.00 3.3.30.80.3.04.90.00 3.71.00 3.3.18.3.00 3.3.3.80.00 3.00 3.90.00 3.3.34.80.3.3.90. Desportivas e Outras Material de Distribuição Gratuita Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros . Científicas.3.80.72.32.00 3.3.30.3.90.Civil Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de Contratos de Terceirização Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .71.37.00 3.00 3.3.00 3.90.3.00 3.00 3.00 3.00 3.3.00 3.80.3.80.27.00 3.00. Seguros e Similares Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Premiações Culturais.90.33.90.28.3.80.39.30.3.26.90.00 3.00 3.3.03.90.3.90.19.3.3.3.04.3.00 3.3.99.90.3.3.00 DESCRIÇÃO Transferências a Consórcios Públicos Contratação por Tempo Determinado Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .3.06.3.14.3.00 3.00 3.00 3.72.01.3.3.3.00 3. Garantias.09.04.3. Artísticas.41.3.31.00 3.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .00.Pessoa Jurídica Contribuições Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Aplicações Diretas Aposentadorias e Reformas Pensões Contratação por Tempo Determinado Outros Benefícios Previdenciários Benefício Mensal ao Deficiente e ao Idoso Outros Benefícios Assistenciais Salário-Família Outros Benefícios de Natureza Social Diárias .00 3.00 3.00 3.00 3.00 3.00 3.90.08.35.3.34.3.71.71.14.00 3.3.90.3.Pessoa Física Locação de Mão de Obra 183 .00 3.15.90.90.3.00.00 3.80.00 3.10.Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio-Fardamento Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obrigações Decorrentes de Política Monetária Encargos pela Honra de Avais.90.90.90.3.37.90.00 3.00 3.90.33.99.20.00 3.29.00 3.90.36.99.00.3.00 3.35.00 3.47.90.41.00 3.80.71.00 3.3.80.39.00 3.Pessoa Jurídica Contribuições Obrigações Tributárias e Contributivas A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contratação por Tempo Determinado Diárias .3.92.3.00 3.90.80.90.71.Orçamento Federal CÓDIGO 3.36.3.90.00 3.80.05.71.00 3.90.3.

00 4.3.3.90.42.3.3.30.51.00 4.41.91.3.91.4.3.00 3.00.91.00 3.00 4.22.90.00 3.00 3.4.4.91.4.90.93.91.42.3.4.3.00 3.3.91.3.00 3.3.3.67.00 3.90.92.47.4.97.00 3.91.00 4.22.95.39.41.41.20.35.00 3.91.91.48.00.4.00 3.00.20.4.91.00.90.3.90.4.49.00 3.47.4.99.3.62.22.00 3.45.99.3.30.Orçamento Federal CÓDIGO 3.00 4.39.00 3.04.00 3.00 4.91.00 DESCRIÇÃO Arrendamento Mercantil Outros Serviços de Terceiros .4.28.29.3.3.90.3.99.00 3.93.3.22.00.00 4.00 3.00 3.00 4.4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Contratação por Tempo Determinado Remuneração de Cotas de Fundos Autárquicos Distribuição de Resultado de Empresas Estatais Dependentes Material de Consumo Material de Distribuição Gratuita Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .00 3.00 3.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Produtos para Revenda Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Ressarcimento de Despesas de Pessoal Requisitado Aporte para Cobertura do Déficit Atuarial do RPPS A Classificar A Definir A Classificar DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS Transferências à União Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada à União Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios 184 .38.22.4.3.99.00 4.3.00 3.00 4.90.00 3.90.93.00.00 3.00 3.3.99.3.3.00 3.00 3.00 3.3.00 4.99.00 4.91.99.3.00 4.00 4.52.3.00 3.90.00 4.91.91.96.3.32.00 3.00 3.00 3.00 3.91.90.4.92.46.90.Pessoa Jurídica Contribuições Subvenções Econômicas Auxílio-Alimentação Obrigações Tributárias e Contributivas Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas Auxílio-Transporte Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições Indenização pela Execução de Trabalhos de Campo A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.3.92.30.90.3.90.3.3.91.00.30.22.20.00.91.0.20.00.91.

4.00 4.00.00 4.71.52.4.00 4.00 4.00 4.00 4.93.4.00 4.42.60.31.41.50.00 4.99.50.4.00 4.00 4.00.51.99.42.14.00.00 4.00.42.39.50.00 4.42.4.52.42.4.00 4.51.40.4.4.4.00 4.40.00.40.4.4.00 4.Pessoa Jurídica Contribuições Auxílios Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Transferências a Instituições Privadas com Fins Lucrativos Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Instituições Multigovernamentais Nacionais Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Consórcios Públicos Outros Serviços de Terceiros .4.00 4.30.60.32.4.39.4.4.00 4.50.Pessoa Física Outros Serviços de Terceiros .00 4.52.50.4.00 4.00 4.4.00 4.99.70.00 4.4.41.4.60.4.4.42.4.50.36.4.50.92.4.32.70.4.71.40.99.32.30.4.42.00 4.41.42.00 4.00 4.32.60.Orçamento Federal CÓDIGO 4.00 4.00.99.4.Pessoa Jurídica Contribuições Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente 185 .4.00 4.00.42.4.31.00 4.4.00 4.51.00 4.00 4.14.00 4.71.4.00 4.00 4.4.00 4.00 4.Civil Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros .50.71.41.00 4.32.4.52.00 4.99.50.Civil Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Diárias .99.00 DESCRIÇÃO A Classificar Transferências a Estados e ao Distrito Federal .31.4.00.4.00 4.4.20.42.00 4.92.4.4.41.00 4.00 4.99.4.4.42.4.42.32.32.00 4.50.4.71.41.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Auxílio Financeiro a Pesquisadores Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Transferências a Municípios .00.41.50.99.Fundo a Fundo Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Diárias .00 4.70.47.41.4.00 4.00 4.00 4.4.70.4.51.4.4.4.

32.4.00 4.64.90.4.41.91.90.42.99.90.4.00 4.00 4.80.90.4.91.35.00 4.80.99.39.4.80.90.4.39.51.99.93.00 4.91.80.52.00 4.17.71.00 4.00 4.00 4.4.00 4.Orçamento Federal CÓDIGO 4.4.30.4.Pessoa Física Locação de Mão de Obra Outros Serviços de Terceiros .00 4.00 4.30.4.4.4.00 4.00.Civil Diárias .4.Militar Outras Despesas Variáveis .00.90.4.99.36.15.90.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Aquisição de Imóveis Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.5.91.90.00 4.00 4.42.00 4.90.4.90.91.00 4.80.32.90.00 4.4.00.Pessoa Jurídica Obrigações Tributárias e Contributivas Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Sentenças Judiciais A Classificar A Definir A Classificar INVERSÕES FINANCEIRAS Transferências a Estados e ao Distrito Federal Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Estados e ao Distrito Federal Aquisição de Imóveis Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado 186 .90.90.00 4.5.00.00 4.00 4.90.4.00 4.4.90.00 4.90.5.04.00 4.47.4.00 4.4.4.00 4.91.4.99.4.00 4.00 4.52.4.20.72.5.00 4.99.00 4.4.4.99.30.00 4.91.90.4.00.4.30.00 4.51.14.4.4.90.41.5.00.61.90.00 4.90.99.47.91.00 4.00 4.5.37.00 4.51.4.90.00 4.00 4.4.00 4.52.00 4.00.5.72.80.4.32.33.92.Pessoal Militar Auxílio Financeiro a Estudantes Auxílio Financeiro a Pesquisadores Material de Consumo Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de Terceiros .30.4.00.5.00 4.00 4.00 4.4.4.4. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Outros Serviços de Terceiros .00.99.00 4.4.4.00 4.00 DESCRIÇÃO A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Consórcios Públicos A Classificar Transferências ao Exterior Contribuições Auxílios Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente A Classificar Aplicações Diretas Contratação por Tempo Determinado Diárias .18.61.91.00 4.

42.62.5.5.5.50.00.40.80.6.62.66.00 4.00 4.65.5.92.61.00 4.90.32.00 4.00 4.66.77.5.90.00 4.00 4.91.00 4.00 4.5.90.42.99.91.5.00 4.00 4.6.00 4.90.Orçamento Federal CÓDIGO 4.00 4.99.00 4.00 4.5.90.65.91.00.90.99.5.5.76.00 4.5.90.6.00.5.00 4.90. Seguros e Similares Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Aquisição de Títulos de Crédito Aquisição de Títulos Representativos de Capital já Integralizado Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos Depósitos Compulsórios Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos.92.99.5.00 4.00 4.00 4.00 4.00.6.00.90.5.00.67.91.00 4.75.61.6.00 4.5.00 4.00 4.99.99.64.00 4.5.99.5.6.00 4.90.00 4.5.00 4.80.40.40.5.00 4.5.00.00 4. Garantias.91.91.5.90.63.66.90.99.41.5.00 4.00 4.5.00 DESCRIÇÃO Constituição ou Aumento de Capital de Empresas Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências a Municípios Contribuições Auxílios A Classificar Execução Orçamentária Delegada a Municípios Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Transferências ao Exterior Concessão de Empréstimos e Financiamentos A Classificar Aplicações Diretas Encargos pela Honra de Avais.00 4.00 4.74.90.93.00 4.91.90.5.90.00.90.5.5.00 4.00 4.91.72.50.90.00 4.5.32.5.6.00 4.90.91.5.71.5. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social Obrigações Tributárias e Contributivas Aquisição de Imóveis Aquisição de Produtos para Revenda Concessão de Empréstimos e Financiamentos Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores A Classificar A Definir A Classificar AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA Aplicações Diretas Principal da Dívida Contratual Resgatado Principal da Dívida Mobiliária Resgatado Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada Correção Monetária ou Cambial da Dívida Mobiliária Resgatada Correção Monetária da Dívida de Operações de Crédito por Antecipação da Receita Principal Corrigido da Dívida Mobiliária Refinanciado Principal Corrigido da Dívida Contratual Refinanciado 187 .73.91.80.5.6.99.00 4.00 4.40.66.5.00 4.5.66.27.32.00 4.00 4.90.90.5.47.00.6.90.5.00.50.5.5.

9.99.00.6.99.99. LOCALIZAÇÃO ESPACIAL – REGIONALIZAÇÃO Localizações Padronizadas (uso da SOF) CÓDIGO 0001 0002 Nacional No Exterior TÍTULO SIGLA NA EX Regiões Geográficas (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0010 0020 0030 0040 0050 TÍTULO Na Região Norte Na Região Nordeste Na Região Sudeste Na Região Sul Na Região Centro-Oeste SIGLA NO NE SD SL CO 188 .00 4.6.99.99.6.6.00 4.99 Sentenças Judiciais Despesas de Exercícios Anteriores Indenizações e Restituições A Classificar A Definir A Classificar Reserva de Contingência DESCRIÇÃO 6.6.90.90.90.91.00 9.93.6.00 4.00 4.00 4.6.92.99.90.Orçamento Federal CÓDIGO 4.

Orçamento Federal Estados da Federação (baseadas no padrão IBGE) CÓDIGO 0011 0012 0013 0014 0015 0016 0017 0021 0022 0023 0024 0025 0026 0027 0028 0029 0031 0032 0033 0035 0041 0042 0043 0051 0052 0053 0054 TÍTULO No Estado de Rondônia No Estado do Acre No Estado do Amazonas No Estado de Roraima No Estado do Pará No Estado do Amapá No Estado do Tocantins No Estado do Maranhão No Estado do Piauí No Estado do Ceará No Estado do Rio Grande do Norte No Estado da Paraíba No Estado de Pernambuco No Estado de Alagoas No Estado de Sergipe No Estado da Bahia No Estado de Minas Gerais No Estado do Espírito Santo No Estado do Rio de Janeiro No Estado de São Paulo No Estado do Paraná No Estado de Santa Catarina No Estado do Rio Grande do Sul No Estado de Mato Grosso No Estado de Goiás No Distrito Federal No Estado de Mato Grosso do Sul SIGLA RO AC AM RR PA AP TO MA PI CE RN PB PE AL SE BA MG ES RJ SP PR SC RS MT GO DF MS 189 .

PAC Despesas constantes do orçamento de investimento das empresas estatais que não impactam o resultado primário. ou seja.BIRD Contrapartida de empréstimos do Banco Interamericano de Desenvolvimento . assim consideradas aquelas não incluídas na Seção I do Anexo IV do LDO 2010 Despesa primária discricionária relativa ao Programa de Aceleração do Crescimento . aquelas que constituem obrigações constitucionais ou legais da União e constem da Seção I do Anexo IV do LDO 2011 Primária discricionária.8.7. 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 Financeira Primária obrigatória.Orçamento Federal 6. IDENTIFICADOR DE USO Conforme § 11 do art.BID Contrapartida de empréstimos por desempenho ou com enfoque setorial amplo Contrapartida de outros empréstimos Contrapartida de doações 6. DESCRIÇÃO 2 3 4 190 . IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO PARA A CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA Conforme § 4º do art. 7º da LDO 2011: CÓDIGO 0 1 2 3 4 5 DESCRIÇÃO Recursos não destinados à contrapartida Contrapartida de empréstimos do Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento .

pdf Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011.br/bib/legislacao/outrasleis/LEI_N_4320_DE_17_DE_MARCO_DE_1 964. 191 .planejamento. https://www.gov.1964. LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 – Seção II – DOS ORÇAMENTOS.portalsof.br/bib/legislacao/lei_resp_fiscal/LRF. 12 2010 2010 10) Lei nº 12.htm (Este texto não substitui o publicado no D. 2008-2011).pdf Dispõe sobre a organização da Administração Federal.pdf/ LEIS COMPLEMENTARES 101.64) Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União.gov.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/lei_e_financa LEIS ORDINÁRIAS 12.O. retificação no DOU de 9. dos Municípios e do DF.portalsof.br/sof/orc_2011/Lei_12.pdf (Publicada no DOU de 23/03/1964) http://www.214 de 26 de janeiro de 2010 (LOA 2010).4. de 23.portalsof. 2010 201 Lei nº 12.portalsof.pdf Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2010.pdf Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2011 e dá outras providências.portalsof.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_11653_de_070408.planejamento.portalsof.309_090810.gov. https://www. estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.309 de 9 de agosto de 2010 (LDO 2011).5. Artigos 165 a 169 https://www. Comentário .6.180 de 6 de fevereiro de 2001.gov. de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal. https://www. de 17 de Março de 1964 https://www.planejamento.planejamento.pdf Lei de Responsabilidade Fiscal – Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. Lei nº 11.U.planejamento.gov.portalsof. e dá outras providências.br/sof/2010/Lei_12214_loa_de_26_01_10.653 de 7 de abril de 2008 (PPA 2008-2011).br/bib/legislacao/constituicao.planalto.portalsof.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Lei_10180_de_060201. dos Estados.planejamento.64 e 3.planejamento.Orçamento Federal 7.planejamento.320/1964 https://www.3.br/ccivil_03/Leis/L4320. Lei nº 4320. https://www.gov. de 25 de fevereiro de 1967. Decretofevereiro Decreto-Lei nº 200.pdf Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal.gov.gov.64 – 5.planejamento.gov.gov. Lei Complementar nº 101.portalsof.br/bib/legislacao/Outras%20Leis/Decreto_lei_200_de_25021967.Lei 4. de 4 de maio de 2000 https://www. de Administração Financeira Federal. Lei nº 10. https://www.

de 17 de fevereiro de 2010 https://www. IX e X do Decreto no 7.gov.portalsof. de 11 de janeiro de 2010 https://www. 11 2010 Portaria SOF nº 1.planejamento. de 4 de maio de 2001 https://www. 2º e 8º e os Anexos I.portalsof. Estados. Portaria MOG nº 42.pdf Estabelece procedimentos para a solicitação de créditos adicionais destinados ao pagamento de sentenças judiciais no âmbito das empresas estatais dependentes. de 17 de março de 1964. que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira. 2º e § 2º do art. Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. de 27 de junho de 2001 https://www. estabelece o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2010.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_05_de_170210.planejamento.094.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita.portalsof.gov. Portaria SOF nº 9.portalsof. 7.planejamento.planejamento. no exercício de 2010. de 13 de abril de 2010 https://www. 192 . e dá outras providências.gov.planejamento. 17 2010 Portaria SOF nº 4.pdf Dispõe sobre a classificação orçamentária por fontes de recursos. Distrito Federal e Municípios e dá outras providências. de 30 de maio de 2010 https://www.gov.planejamento.gov.planejamento. de 19 de fevereiro de 2001 https://www.planejamento. VIII.189 89. programa. de 14 de abril de 1999 http://www. Decreto nº 7. e dá outras providências. Portaria SOF nº 18.portalsof. de 13 de janeiro de 2010 https://www.pdf Estabelece procedimentos a serem observados na abertura de créditos autorizados na Lei Orçamentária de 2010 pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público da União e dá outras providências. de 3 de fevereiro de 2010.planejamento.portalsof.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_04_de_170210. maio Decreto nº 7. 8º.pdf Estabelece procedimentos e prazos para solicitação de alterações orçamentárias. atividade.portalsof.portalsof.html Dispõe sobre a classificação orçamentária por natureza de receita para aplicação no âmbito da União.portalsof. subfunção. II. projeto.063.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_09_270601.pdf Altera os arts.320. estabelece os conceitos de função.br/bib/legislacao/decretos/Decreto_7189_de_300510. Portaria SOF nº 1.htm Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam o inciso I do § 1o do art.br/sof/conheca_sof/competencia (Resumo competência) Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério do Planejamento. ambos da Lei nº 4.gov.gov.063.gov.pdf Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_01_190201. PORTARIAS ESPECÍFICAS DO MP E MF Portaria SOF nº 5.189.br/bib/legislacao/portarias/PortInterm_SOF-STN_163_040501. operações especiais.br/bib/legislacao/portarias_sof.br/orcamento/conteudo/legislacao/portarias/portaria_42_14_04_99.gov. de 17 de fevereiro de 2010 https://www.Orçamento Federal DECRETOS 7. VII.planejamento. e dá outras providências.br/bib/legislacao/portarias/Portaria_SOF_01_1_de_110110. Orçamento e Gestão. e dá outras providências.gov.

planejamento. Versão 2011 .3.br/bib/legislacao/portarias Altera a denominação das subfunções 753 e 754 constantes do Anexo da Portaria MOG nº 42.pdf Institui o Subsistema de Cadastro de Programas e Ações do SIDOR.4. Portaria SOF nº 37. de 4/5/01.5. e dá outras providências. Portaria SOF n 111. Versão 2011 Versão original. de 9 de agosto de 2010.planejamento.gov.br/bib/legislacao/portarias Altera o Anexo da Portaria MOG nº 42. já com a inclusão da Portaria Conjunta STN/SOF nº 1. de 16 de novembro de 1998 https://www. Portaria SOF nº 41. de 16 de agosto de 2007. 193 . https://www. 4/5/0 8. 8. de 14 de abril de 1999.br/bib/legislacao/portarias/Portariasof_51_161198.1. de 18 de agosto de 2008. Portaria SOF n 90.portalsof.Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 111. de 30 de julho de 2010.Orçamento Federal Portaria SOF nº 51.planejamento. de 14 de abril de 1999. divulgada em 30 de junho de 2010. 8. https://www.2. 8.gov. 8.portalsof. de 19 de agosto de 2010: Altera a Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. de 18 de junho de 2010 (publicada em 29/06/2010. seção 1). Versão 2011 .portalsof.Publicação da Portaria Conjunta STN/SOF nº 2. Versão 2011 . DOU.gov. Versão 2011 .Atualização da Tabela de Natureza de Receita válida para a esfera federal: o 90. de 15 de setembro de 2010.309.Publicação da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2011: Lei nº 12. VERSÕES 2011 8.

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