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ATA DE REUNIÃO DOS PROFESSORES

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ATA DE REUNIÃO DOS PROFESSORES-ORIENTADORES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO UDF.

Às 18 h e 30 min, teve início a reunião dos professores-orientadores do Núcleo de Prática Jurídica da UDF – NPJ/UDF, na sede da instituição para tratar de assuntos relacionados na pauta elaborada pelo Coordenador do NPJ/UDF, Prof. Artur Oliveira, que presidiu a reunião, convidando o Prof. Genuíno Moreira para secretariá-la. O Prof. Artur cumprimentou a todos, dando boas-vindas aos colegas presentes, inclusive aos que estavam de férias, agradecendo o empenho de todos no semestre anterior, considerando as mudanças que ocorreram e o necessário período de transição do sistema de informatização do UDF. A seguir leu os itens da pauta de reunião: 1) ORIENTAÇÃO AOS ALUNOS NO INÍCIO DO SEMESTRE; 2) PROBLEMA DA QUARTA-FEIRA NO CALENDÁRIO; 3) NOVO SISTEMA DE AVALIAÇÃO; 4) CORREÇÃO DE PEÇAS PROCESSUAIS E EXERCÍCIOS PRÁTICOS; 5) UTILIZAÇÃO DE SIMULADOS; 6) RODÍZIO ENTRE AS UNIDADES; 7) PLANTÃO DO NPJ e 08) MANIFESTAÇÃO AOS RECURSOS. Quanto ao item 1, o Prof. Artur enfatizou a necessidade de transmitir aos alunos, logo no primeiro encontro, as particularidades e regras da Unidade de Prática Forense – UPF correspondente, eis que cada uma tem sua especificidade. Também ponderou quanto à metodologia de avaliação, prevista na Resolução NPJ 01/2008, que deve ser pormenorizada aos discentes, a fim de inteirá-los sobre tais pontos. Se houver alguma sugestão dos professores sobre os critérios de avaliação ali previstos, a Resolução poderá ser modificada. Os horários dos encontros deverão ser destacados pelos professoresorientadores, a fim de que haja um controle firme quanto à pontualidade dos alunos, com vista à uniformização das UPFs no particular, sendo necessário advertir, por escrito, o aluno impontual, que ultrapassar os 15 minutos de tolerância. Quando o aluno permanecer à disposição da UPF por tempo superior ao horários do plantão, deverá haver compensação, regra esta que vale para o professor-orientador também. Nesse caso, deve ser anotada, no livro próprio de controle da instituição para ser computado no banco de horas do professor. Quanto ao item 2 da pauta, o Prof. Artur alertou que o calendário pedagógico está bem apertado em função dos feriados, inclusive, forenses. Daí que haverá problema quanto às turmas da 4ª feira, pois elas terão menos encontros durante o semestre, limitando-se a 17 dias letivos. A proposta levantada por alguns professores, é a de que os alunos da 4ª feira realizem atividades forenses para suprir o dia faltante, comparecendo ao Supremo Tribunal Federal e ao Superior Tribunal de Justiça, em qualquer dia da semana, que não seja o dia de seu plantão, no 1º bimestre, que terá 9 semanas de atividades (de 12 fevereiro a 16 de abril), para acompanhar sessão de julgamento (nas Turmas ou reunião de Turmas), registrando sua presença na ata da sessão; deverá trazer relatório minucioso e não descritivo, avaliando a sessão com base no regimento interno do respectivo tribunal; a atividade poderá ser realizada também no Tribunal de Justiça e no Tribunal Regional Federal a 1ª Região; no caso do estágio penal, o aluno de quarta-feira poderá também realizar a atividade complementar de visitas ao Complexo Penitenciário, de acordo com o cronograma de atividades da Unidade Práticas Simuladas – UPF, que valerá como dia letivo complementar, suprindo a ausência de um encontro letivo; permanecem inalteradas as regras anteriores de reposição dos feriados forenses. Quanto ao lançamento da presença do aluno da quartafeira, deverá constar a atividade realizada no campo próprio da reposição, na folha de frequência. Sobre o item 3 da pauta, cabe dizer que a Reitoria alterou o Regimento Geral e o sistema de avaliação. Agora são duas avaliações, uma no primeiro bimestre e outra no segundo bimestre. Para o aluno que ficar com media entre 4,0 e 5,9, haverá

quanto ao formulário contendo os critério de correção. Porém. Artur distribuiu o formulário de critérios de avaliação das peças processuais. Em seguida houve intervenção. demonstrando que muitos alunos não sabiam redigir uma peça processual. venha acompanhada da correspondente ficha de avaliação. os pontos estão distribuídos por atividades. evitando-se recursos desnecessários. Há uma preocupação. Há casos em que o aluno não consegue. por outro em função do rodízio. inicialmente. pela ordem. Será retirada a prova institucional. Frederico. conhecer. sem a orientação direta do professor. no último semestre. quanto à possibilidade da peça já ter sido confeccionada em outra ocasião. pois cada unidade tem suas particularidades. aproveitando o ensejo. de tal sorte que no curso do semestre o aluno já saberá o que está produzindo e a quantificação atribuída a esta produção. tornando fácil e célere o procedimento avaliativo. Artur confirmou que este comportamento de ex-alunos das UPFs tem ocorrido. interpretar o enunciado do problema. esta instrução deverá ser repassada para o aluno logo no . orientando os professores a aplicar exercícios simulados apenas em casos excepcionais. segundo a finalidade pedagógica a ser atingida. Essa situação pode ser atribuída às marcantes diferenças entre as avaliações (primeira e segunda) realizadas nas UPFs e a terceira avaliação. Artur deixou mensagem de preocupação quanto ao rendimento pedagógico do aluno. O Prof. A Profª Allyne sugeriu que fosse estipulado um mínimo de peças processuais para os alunos. porque facilita a avaliação do professor ao tempo em que se mostra importante ao aluno. notadamente.prova de recuperação. Cristiano disse que na UPF/BsB ficou estabelecido que haverá casos simulados e as peças serão pontuadas. somando ao final 70%. o qual afirmou que há ex-alunos das UPFs que realizam as atividades forenses de elaboração de peças processuais em lugar dos alunos de algumas UPFs. no formulário em questão. sugeriu que o aluno tivesse a opção de fazer uma prova ou trabalho. só detectável na realização de uma prova diferenciada. embora tivessem cursado a prática forense. a experiência das UPFs do JEB e JECRIM com o formulário revelou-se válida. A referida ficha ou formulário de avaliação de peças processuais deverá ser utilizada somente na primeira versão da peça processual apresentada pelo aluno. o Prof. devendo o professororientador ser mais rigoroso nas avaliações. do Prof. cada UPF poderá estabelecer o limite mínimo de peças processuais. Artur disse que há preocupação de fixar tal limite. Cabe ao professororientador atribuir a pontuação que entender mais correta. pois houve um número significativo de alunos reprovados na 3ª prova. o Prof. por um professor e. O Prof. já adentrando aos itens 4 e 5 da pauta. Artur. de acordo com sua demanda. no dia de estágio. Luiz Maciel. os critérios de avaliação com as observações lançadas no referido formulário. de modo que as avaliações bimestrais serão feitas pelos professores-orientadores. ato contínuo. ponderou que há certa dificuldade operacional de colocar em prática esta estratégia proposta. de antemão. na medida em que ficará clara a justificativa para a atribuição da nota. cuja pontuação fica a critério de professor. mas não há nada consolidado ainda. a fim de valer com metade da avaliação. pela ordem. sugeriu que os professores fiquem mais atentos. as observações quanto ao desempenho do aluno na elaboração da peça processual. em princípio. sequer. no segundo bimestre. O Prof. o Prof. Daí a preocupação já que retirar a terceira prova da avaliação pode ocultar uma deficiência do discente. o que ficou evidenciado nos recursos interpostos pelos alunos. no entanto. trata-se apenas de uma sugestão. já estarão na pasta do discente. porém a idéia é que cada peça processual que o professor-orientador corrigir. pediu não apenas uma reflexão sobre o tema. sobressaindo a existência de dificuldades de fundo. No caso do estágio o aluno será avaliado. mas sim efetiva conscientização de que o aluno que ser aprovado é aquele que tem um mínimo de condições técnicas e capacidade para redigir uma peça processual. O Prof.

Artur destacou que o Plantão do NPJ não está sendo divulgado como deveria junto aos alunos. pelo que lavrei a presente Ata.primeiro encontro. a fim de subsidiar os julgamentos de tais recursos.Nada mais havendo a ser debatido. o Prof. O Prof. na presença dos professores-orientadores que compareceram. Artur pediu que as normas fossem entregues ao aluno contra recibo. portanto. Quanto ao item 8 da pauta. às vezes o aluno não sabe ou não é lembrado de que tem à sua disposição professores-orientadores. se houver. o Prof. Dando seguimento ao item 6 da pauta. onde constem as ocorrências que influenciaram a avaliação do aluno. impõe-se a elaboração do Fato Observado. com a referida legenda. Artur encareceu a necessidade de prévia instrução das manifestações dos professores-orientadores. ele deve ser mantido. deverão ser juntados ainda: fato observado. o Prof. O Prof. bem como a prévia fixação de pontuação por cada peça. A princípio será mantido o mesmo calendário dos plantões. com os documentos pertinentes ao bimestre que está sendo avaliado e com o Controle de Rendimento do Aluno por Turma – CRAT. Quanto ao item 7 da pauta. como prova material. não observância das orientações transmitidas etc. o qual deverá ser afixado no mural das UPFs. foi encerrado o encontro às 19 h 30 min. uma vez que esgotados os itens da pauta de reunião. Tais regras devem ser explicitadas ao aluno já no primeiro encontro. Em tais casos. habilitados a dissipar eventuais dúvidas surgidas quando da elaboração de peças processuais. devendo o professor certificar a data ou semana de divulgação das notas. conforme folha de presença em anexo. assim como a data de ciência do aluno sobre a nota impugnada. que segue assine por mim e pelo Prof. que deve instruir a manifestação aos recursos. Artur Oliveira Presidente Prof. desenvolvimento de teses jurídicas que resultem em efeitos práticos e auxiliem o discente a realizar as tarefas repassadas pelas UPFs. plantonistas. para fins de início do prazo recursal. quanto aos recursos interpostos de suas notas. Luiz Maciel disse que a experiência foi feita na UPF Trabalhista e restou bem sucedida. facilitando o trabalho do professor-orientador. nesse caso a ciência poderá ser pessoal ou ficta. a fim de harmonizar a orientação pedagógica. Artur. como instrumento de integração do aluno com os diversos ritos procedimentais dos foros. tais como impontualidade. havendo um número pequeno de alunos que não participarão dele. Prof. A Profª Carolina Pitanga sugeriu que sejam feitas preleções aos alunos a respeito das normas. Ponderou que a experiência do rodízio é positiva e. Genuíno Moreira Secretário . através da publicação da menção no mural próprio. Artur disse o sistema de rodízio entre alunos das UPFs permanecerá o mesmo do semestre anterior. O professor plantonista deve cientificar o professor-orientador a respeito dos alunos que buscam o serviço do Plantão do NPJ.

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