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ESTATÍSTICA - MÉTODO ESTATÍSTICO

ESTATÍSTICA - MÉTODO ESTATÍSTICO

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Unidade São José/SC

MÉTODO ESTATÍSTICO

Professora: Karina Paula de Souza

Método estatístico
As fases principais são:
Definição do problema, objetivos específico); Planejamento; Coleta de dados; Apuração dos dados; Apresentação dos dados; Análise e interpretação de dados. (geral e

Método científicos
Método: “É um conjunto de meios dispostos convenientemente para se chegar a um fim que se deseja.”

Existem 2 tipos de métodos científicos:
Método Experimental Método Estatístico

Definição do
Unidade São José/SC

MÉTODO ESTATÍSTICO

Professora: Karina Paula de Souza

Método estatístico
As fases principais são:
Definição do problema, objetivos específico); Planejamento; Coleta de dados; Apuração dos dados; Apresentação dos dados; Análise e interpretação de dados. (geral e

Método científicos
Método: “É um conjunto de meios dispostos convenientemente para se chegar a um fim que se deseja.”

Existem 2 tipos de métodos científicos:
Método Experimental Método Estatístico

Definição do

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Unidade São José/SC

MÉTODO ESTATÍSTICO

Professora: Karina Paula de Souza

Método estatístico
As fases principais são:
Definição do problema, objetivos específico); Planejamento; Coleta de dados; Apuração dos dados; Apresentação dos dados; Análise e interpretação de dados. (geral e

Método científicos
Método: “É um conjunto de meios dispostos convenientemente para se chegar a um fim que se deseja.”

Existem 2 tipos de métodos científicos:
Método Experimental Método Estatístico

Definição do problema
Consiste em definir e formular corretamente o problema a ser estudado, devendo examinar se existem outros levantamentos realizados no mesmo campo e análogos, uma vez que parte da informação de que necessita pode, muitas vezes, ser encontrada nesses últimos. É necessário saber exatamente aquilo que se pretende pesquisar.

Objetivos
Devem ser elaborados de forma bastante clara, já que as demais etapas da pesquisa tomam como base estes objetivos. A elaboração dos objetivos específicos deve ser feita de tal forma que forneça uma primeira indicação das características que precisamos observar ou medir.

Planejamento

Consiste em determinar o procedimento necessário para resolver o problema e como levantar as informações sobre o assunto em estudo.

Planejamento
Nessa fase é necessário fazer a escolha das perguntas e sua correta formulação, qualquer que seja a modalidade de coleta de dados; Deve ser feito o cronograma de atividades; Todas as etapas do método estatístico devem ser definidas nesta fase.

Planejamento
Existem 2 tipos de levantamentos que podem ser utilizados:
Censitário: quando a contagem for completa, ou seja, abrange toda a população. Amostragem: quando a contagem for parcial.

Coleta de dados

Refere-se à obtenção, reunião e registro sistemático de dados, com um objetivo determinado.

Coleta de dados
Tipos de dados:
Dados primários: quando são publicados ou comunicados pela própria pessoa ou organização que os haja recolhidos.
• Exemplo: Tabelas do censo demográfico IBGE.

Dados secundários: quando são publicados ou comunicados por outra organização.
• Exemplo: Utilização de tabelas extraídas de uma publicação de jornal.

Coleta de dados
Embora em muitos casos seja mais conveniente trabalhar com dados secundários, existem algumas considerações a serem levantadas:
A fonte primária fornece informações mais detalhadas; É mais provável que as definições de termos e de unidades figurem somente nas fontes primárias; A utilização de fontes secundárias traz um risco adicional que é o da transcrição; Na fonte primária poderá vir junto das cópias dos impressos em que foram coletados as informações, procedimentos adotados na coleta, metodologia adotada e tamanho da amostra.

Coleta de dados
Tipos de coleta de dados:
Direta (dados primários): quando é obtida diretamente da fonte.
• Exemplo: Entrevista pessoal, entrevista por telefone, correio e etc.

A coleta direta pode ser:
• contínua – Ex.: Registro de nascimentos • periódica – Ex.: Censo • Ocasional – Ex.: Epidemias

Coleta de dados
Indireta (dados secundários): quando é inferida a partir dos elementos levantados pela coleta direta, ou por meio de outros acontecimentos que estejam relacionados com o problema.
• Exemplo: Materiais impressos (revistas, livros, periódicos); Materiais eletrônicos (CDS, Internet)

A coleta indireta pode ser feita por:
• • • • Analogia – Ex.: Pessoas no carnaval Proporcionalização – Ex.: Regra de três Indícios – Ex.: Elementos de um crime Avaliação – Ex.: Produção de um período

Apuração dos dados
Apuração ou sumarização dos dados, que consiste em resumir os dados, através de contagem e agrupamento. É um trabalho de condensação e tabulação dos dados, que chegam de forma desorganizada, tornando impossível a tarefa de apreender todo o seu significado pela simples leitura.

Apuração dos dados
Existem 4 formas de apurar os dados:
Manual Mecânica Eletromecânica Eletrônicas

Apresentação dos dados

Os dados devem ser apresentados e expostos de forma adequada, facilitando o exame daquilo que foi pesquisado.

Apresentação dos dados
Há duas formas de apresentação:
Tabular: apresentação numérica dos dados. Consistindo em dispor os dados em linhas e colunas distribuídas de modo ordenado; Gráfica: apresentação em gráficos.

Análise e interpretação dos dados
É nessa fase que o pesquisador tira conclusões que o auxiliem a resolver o problema levantado. A análise dos dados estatísticos está ligada ao cálculo de medidas que tem por objetivo descrever o fenômeno. Podendo ser expressos por números-resumos, as estatísticas, que evidenciam características particulares do conjunto estudado.

Análise e interpretação dos dados

Nessa fase é possível fazer algumas generalizações, que envolverão certo grau de incerteza.

Exemplo
Fonte: BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001. Projeto desenvolvido com a participação dos alunos da disciplina de Estatística do curso de Ciências Sociais da UFSC, semestre 91.1, com finalidades puramente acadêmicas.

Exemplo
Problema de Pesquisa: A relação de um aluno universitário e o curso que está fazendo. Objetivo geral: Num curso universitário, conhecer melhor a relação entre o aluno e o curso. Em particular, no curso de Ciências da Computação da UFSC.

Exemplo
Objetivos específicos:
Avaliar o grau de satisfação do aluno com o curso que está realizando. Verificar se existe associação entre o grau de satisfação do aluno com o desempenho no seu curso. Levantar aspectos positivos e negativos do curso, na visão do aluno.

Exemplo
População: estudantes que estavam cursando as três últimas fases do curso de Ciência da Computação da UFSC, semestre 91.1. Amostra: optamos por um processo rápido e fácil para seleção da amostra. Tomamos três disciplinas obrigatórias das três últimas fases e aplicamos o questionário em sala de aula. A amostra foi, então, formada pelos alunos presentes nos dias de aplicação dos questionários.

Exemplo
Forma de mensuração das variáveis:
Satisfação com o curso: feita através da avaliação numérica, numa escala de 1 a 5, de acordo com o grau que o aluno julgar que melhor se adapte à sua satisfação com o curso, complementando com avaliações de aspectos específicos do curso, como corpo docente, recursos materiais disponíveis e é feito através do conteúdo curricular.

Exemplo
Desempenho do aluno: índice de aproveitamento acumulado, calculado pela instituição, em função dos conceitos (ou notas) obtidos pelo aluno nas disciplinas cursadas. Então, os dados relativos a esta variável são dados secundários. Aspectos positivos e negativos do curso:
• Avaliações numéricas, numa escala de 1 a 5, de acordo com o grau que o aluno julgar que melhor se adapte à sua concordância com alguns aspectos do curso.

Exemplo
• Deixar o aluno descrever livremente o principal aspecto positivo e negativo do curso. Nesta segunda situação, as categorias destas variáveis serão criadas após a realização de uma análise das respostas dos questionários, isto é, as respostas similares serão agrupadas numa única categoria.

Referências
Apostila Prof. Luiz Peres. Apostila Solução para concursos. BARBETA, Pedro Alberto. Estatística aplicada ás ciências sociais. Florianópolis; Editora UFSC, 2001. BUSSAB, Wilton de O. ; MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2004. ERMES, Medeiros da Silva ; ELIO, Medeiros da Silva ; GONÇALVES, Valter; MUROLO, Afrânio Carlos. Estatística para os cursos de: Economia, Administração, Ciências Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. FONSECA, Simon Jairo da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1996. FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2006. RON, Larson; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. TOLETO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 2005. VIEIRA, SONIA. Princípios de estatística. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 1997.

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