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Auditoria- meu resumo

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AUDITORIA ± Resumo

Cabe destacar que no item 11.1.1.1.1 da NBC T 11, aprovada pela Resolução nº 820/97, é definido que ³ Na ausência de disposições específicas, prevalecem as práticas já consagradas pela Profissão Contábil, formalizadas ou não pelos seus organismos próprios.´ São Princípios Fundamentais de Contabilidade os da: 1. Entidade; 2. Continuidade; 3. Oportunidade; 4. Registro pelo Valor Original; 5. Atualização Monetária; 6. Competência; 7. Prudência. A Auditoria Independente das Demonstrações Financeiras deverá ser desenvolvida em consonância com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC), emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e com as Normas e Procedimentos de Auditoria (NPA), emitidas pelo Instituto Brasileiro de Contadores (IBRACON). As principais Normas Brasileiras de Contabilidade são: 1.NBC T 11, Normas de Auditoria Independente, aprovada pela Resolução nº 820/97; 2. NBC P 1, Normas Profissionais de Auditor Independente, aprovada pela Resolução nº 821/97; 3. IT, Interpretações Técnicas, as quais visam interpretar itens específicos contidos nas normas supramencionadas. Como exemplo, a IT 05, Parecer dos Auditores Independentes, aprovada pela Resolução nº 830/98. A NBC T 11 aborda aspectos técnicos, enquanto que a NBC P 1 abrange aspectos profissionais do auditor independente. Parecer deverá revelar se as Demonstrações Contábeis estão de acordo com: 1. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade; 2. As Normas Brasileiras de Contabilidade; 3. As Legislações Específicas; 4. A Real situação Financeira, Econômica e Patrimonial das Entidades, em todos os aspectos Relevantes. A expressão a ser utilizada na elaboração do parágrafo de opinião do parecer sem ressalva é, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil em substituição da expressão "com os Princípios Fundamentais de Contabilidade

AUD 1

Auditoria Independente das Demonstrações Financeiras é atividade exclusiva de contador registrado em Conselho Regional de Contabilidade (CRC) - Resolução CFC 820/97 NBC P 1.

Condições para o Exercício da Atividade de Auditor Independente: Contador registrado no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) Condições para o Exercício de Auditoria Independente em Companhias Abertas: Contador registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) Condições para o Exercício de Auditoria Independente em Instituições Financeiras: Contador registrado no Banco Central do Brasil (BACEN) PLANEJAMENTO DE AUDITORIA- Fatores relevantes 1. Conhecimento das Práticas Contábeis adotadas pela entidade e alterações em relação ao período anterior; 2. Conhecimento do Sistema Contábil e de Controles Internos (SCCI) da Entidade e seu grau de confiabilidade; 3. Avaliação dos Riscos de Auditoria em função do volume e complexidade das transações realizadas; 4. A Natureza, Oportunidade e Extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados. 5. A existência relacionadas; de entidades associadas, filiais e partes

6. O uso de trabalhos de outros auditores independentes, especialistas e auditores internos; 7. Pareceres, relatórios e outros informes a serem entregues à entidade; 8. Atenção aos prazos estabelecidos por entidades reguladoras ou fiscalizadoras e para informações aos demais usuários.

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O auditor deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e de controles internos ±SCCI da entidade, com as finalidades de: I) Determinar a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria. (principal) II) Verificar se os sistemas funcionam da forma como estão previstos. III) Proporcionar a emissão de relatório de recomendação de melhorias requeridas. IV) Constatar pontos fracos e ineficientes que possam gerar fraudes e erros. V) Proporcionar conhecimentos básicos sobre a empresa e sua organização.

RISCO DE AUDITORIA: É a possibilidade do Auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. Está intimamente relacionada com o grau de eficácia do SCCI da entidade. Está diretamente relacionado com o volume e a complexidade das transações realizadas pela entidade.
Mesmo utilizando o trabalho de terceiros, o Auditor mantém integralmente a sua responsabilidade - itens 1.7.1 e 1.8.1 da NBC P 1, aprovada pela Resolução CFC nº 821/1997. Procedimentos de Auditoria são o conjunto de técnicas que permitem ao auditor obter evidências ou provas suficientes e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações contábeis auditadas e abrangem os Testes de Observância e Testes Substantivos. 1. TESTES DE OBSERVÂNCIA OU EXAMES DE ADERÊNCIA Visam à obtenção de razoável segurança de que os procedimentos de controle interno estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento e cumprimento, ou seja são aqueles executados pelo Auditor para verificar a existência, efetividade e continuidade dos controles internos.

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se não correspondem. Os Testes Substantivos representam os principais procedimentos de auditoria e.razoável garantia deque todos os fatos contábeis relevantes estão escriturados e Documentados. a registros falsos ou a Notas Fiscais ³frias´.razoável garantia de que os registros e documentos fisc ais e comerciais representam operações que de fato ocorreram.razoável garantia de que tais fatos encontram-se contabilizados e documentados corretamente e se os saldos evidenciados nas Demonstrações Contábeis não contêm erros relevantes. TESTES SUBSTANTIVOS Visam a obtenção de evidências quanto à : Suficiência . dos dados produzidos pelo sistema contábil da entidade. em algumas questões de concursos. são definidos como o objetivo fundamental da auditoria contáb il. direitos e obrigações. São executados pelo Auditor após a fase de planejamento de auditoria. De acordo com a NBC T-11. abrangência. apresentação. ocorrência. ao aplicar os testes substantivos. Exatidão . divulgação e mensuração AUD 4 . Dividem-se em: a) Testes de Transações e Saldos : verificar se as transações (operações) registradas correspondem a fatos efetivamente ocorridos e se os saldos não contém erros significativos.2. por exemplo. b) Procedimentos de Revisão Analítica : por meio de análises e índices que visam identificar tendências atípicas (anormais). São os principais procedimentos utilizados na execução da auditoria contábil. o auditor. deve objetivar obter as seguintes conclusões: existência. e Validade .

1. ou seja. O Pedido de Confirmação pode ser de dois tipos. associado a SCCI menos eficazes. entre outras.1. TESTES DE OBSERVÂNCIA 2. a carta somente será respondida caso não tenha ocorrido a operação que se deseja confirmar. Cabe ressaltar que as cartas são assinadas pela entidade e as respectivas respostas devem ser enviadas ao Auditor. c)Investigação e Confirmação ± confirmação junto a pessoas externas ou internas à entidade a veracidade dos dados constantes dos registros contábeis e dos documentos fiscais e comerciais.2. Entrevistas: aplicadas em relação às pessoas internas à entidade. tais como totalizações de Receitas de Vendas ou Despesas (Gerais. Circularização: consiste no envio de cartas para que sejam confirmadas ou não as operações indicadas. Negativo ± É o pedido no qual só é solicitada a resposta em caso negativo. b)Observação ± acompanhamento de um processo ou procedimento. e) Procedimentos de Revisão Analítica ± análises e índices com vista a identificar tendências atípicas. 2. Financeiras e de Vendas) e Dividendos (parcela dos lucros que cabe aos acionistas). Branco ± Quando no pedido não são indicados os valores a serem confirmados.TESTES SUBSTANTIVOS PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE AUDITORIA a)Inspeção ± exame dos registros contábeis referentes a determinadas operações. seja positiva ou negativa. 1. O pedido positivo subdivide-se em Branco ou Preto. Positivo ou Negativo. os documentos fiscais e comerciais a elas vinculados e os ativos tangíveis.1. tais como administradores. contadores e funcionários em geral. durante a sua execução. 1.Positivo ± É aquele no qual é solicitada a resposta em qualquer caso. Circularização quando solicita a confirmação de todas as operações em aberto é denominada aberta d) Cálculo ± verificação da exatidão dos valores indicados na Escrituração e nas Demonstrações Contábeis da entidade. Preto ± Quando no pedido são indicados os valores a serem confirmados. associado a SCCI mais eficazes. AUD 5 .Administrativas.

NBC P 1 item 1. a natureza. juntamente com a conclusão a que chegou.1 da NBC T 11 São de propriedade exclusiva do Auditor.1.6. Os papéis de trabalho devem incluir o juízo do auditor acerca de todas as questões significativas. a partir da data de emissão do seu parecer. a oportunidade e a extensão dos procedimentos aplicados.1. Ao avaliar a extensão dos papéis de trabalho.3. O auditor deve adotar procedimentos apropriados para manter a custódia dos papéis de trabalho pelo prazo de cinco anos.PAPÉIS DE TRABALHO Conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coligidas (coletadas) pelo Auditor que constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião. Partes ou excertos destes podem. a critério do auditor. sem experiência anterior com aquela auditoria. AUD 6 . os resultados obtidos e as suas conclusões da evidência da auditoria.5. Os papéis de trabalho quando solicitados por terceiros somente podem ser disponibilizados após autorização formal da entidade auditada. o auditor deve considerar o que seria necessário para proporcionar a outro auditor. inclusive nas áreas que envolvem questões de difícil julgamento. ser postos à disposição da entidade. sem adentrar os aspectos detalhados da auditoria. o entendimento do trabalho executado e a base para as principais decisões tomadas. Item 11. Os papéis de trabalho são de propriedade exclusiva do auditor.2 O Auditor deve registrar nos papéis de trabalho informação relativa ao planejamento de auditoria. Item 11.3. o qual é responsável por sua guarda e sigilo. de acordo com a NBC P 1.

o auditor tem a obrigação de comunicá-los à administração da entidade e sugerir medidas corretivas. desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e demonstrações contábeis. Ao detectar erros relevantes ou fraudes no decorrer dos seus trabalhos. Erro ± ato não intencional resultante de omissão.3 da norma.4 da NBC T 11 A responsabilidade primária na prevenção e identificação de fraude e erro é da Administração da entidade. Item 11. Caso a entidade adote as medidas propostas. o Parecer será Sem Ressalva AUD 7 .1. através do SCCI. adulteração de documentos. registros e demonstrações contábeis. O auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros relevantes nas demonstrações contábeis. caso elas não sejam adotadas.1.4.´ NBC T 11 ± IT -03 A responsabilidade de planejar seu trabalho de forma a detectar fraudes e erros que impliquem efeitos relevantes nas demonstrações contábeis cabe ao Auditor. item 11.FRAUDES E ERROS Fraude ± ato intencional de omissão ou manipulação de transações. informando sobre os possíveis efeitos no seu parecer.

4. os seguintes procedimentos: 1. 5. conceitos que. 3. nesta norma. estabelecendo a natureza.2. o planejamento deve contemplar. revelados ou não-revelados. existência de relevantes eventos subseqüentes ao exercício anterior. É. ou Programa de Auditoria. de acordo com os prazos e os demais compromissos contratualmente assumidos com a entidade. 4. elaborando -o a partir da contratação dos serviços. de modo que possa desempenhar uma auditoria eficaz. com o atendimento dos objetivos do item 11. Pressupõe adequado nível de conhecimento sobre as atividades. também. os fatores econômicos. pela primeira vez. a legislação aplicável e as práticas operacionais da entidade e o nível geral de competência de sua administração. A uniformidade das Práticas Contábeis com o exercício anterior. ou quando as Demonstrações Contábeis do exercício anterior tenham sido examinadas por outro auditor. É um processo que se inicia na fase de avaliação para a contratação dos serviços e a conclusão só se dá quando o auditor independe nte completar os trabalhos preliminares. AUD 8 .Se os saldos de abertura de X2 não contêm representações errôneas.O confronto dos saldos de encerramento de X1 com os saldos de abertura de X2. são considerados partes do Planejamento da Auditoria. denominado Pl ano de Auditoria. a oportunidade e a extensão dos exames. na entidade. muitas vezes. Quando for realizada uma auditoria. É a etapa do trabalho na qual o auditor independente estabelece a estratégia geral dos trabalhos a executar na entidade. 2. existência de fatos relevantes que possam afetar as atividades da entidade e sua situação patrimonial e financeira.PLANEJAMENTO DE AUDITORIA Consoante as Normas Profissionais de Auditor Independente e esta norma.

1. 3. Cálculos por estimativa envolvem maior probabilidade de erro (Provisões).RISCO DE AUDITORIA a) Risco de Auditoria em Nível Geral: 1. 2.as atividades e a qualidade da administração. Risco de Controle e Risco de Detecção.controles internos e situação econômica e financeira da entidade. 3. mas está sendo mal executado. 4. 2. Risco de Controle ± É o risco de erros relevantes nos Saldos das Contas ou nas Classes de Transações não serem detectados ou evitados pelo Sistema de Controles Internos da entidade. AUD 9 . Risco Inerente e Risco de Controle são relacionados ao SCCI Risco de Detecção é relacionado ao Auditor Ao aumentar qualquer um dos componentes de Risco. saldo das contas. Risco Inerente ± É o risco de erros relevantes nos Saldos das Contas ou nas Classes de Transações não serem detectados em função da inexistência ou inadequação dos controles internos. Neste caso. b) Risco de Auditoria em Nível Específico: 1.Risco de Detecção ± Representa o risco de erros relevantes nos Saldos das Contas ou nas Classes de Transações não serem detectados por falhas do Auditor na aplicação dos Procedimentos de Auditoria. O Risco de Auditoria é formado pelos: Risco Inerente. 3. É a possibilidade do Auditor aplicar procedimentos inadequados ou na extensão inapropriada. Bens comercializados pela sociedade que sofrem grande variação de preços estão mais sujeitos a erros do que os que possuem preços estáveis. por exemplo.as demonstrações contábeis tomadas no seu conjunto. 2. caberá ao Auditor aumentar a quantidade de Testes Substantivos. O Risco de Auditoria possui uma relação inversa com a qualidade do Sistema Contábil e de Controles Internos. 2. ‡ Na avaliação do Risco Inerente deve ser considerado que: 1. a avaliação do sistema contábil. Bens numerários são mais sujeitos a furto que bens do permanente. o Sistema existe e pode ser eficiente no seu planejamento. em decorrência de falhas humanas na sua execução. natureza e volume das transações.

2. metas de desempenho). Avaliação da capacidade do Sistema Contábil e de Controles Internos indicar de imediato a ocorrência de erros e fraudes. -Na promoção de sua eficácia operacional.Controles Gerenciais (projeções de lucratividade. 2. 2. O conjunto integrado de procedimentos adotados pela entidade. 2. sendo esta última referente aos Controles Administrativos. Levantamento do Sistema Contábil e de Controles Internos. 3. -Na promoção da confiabilidade e tempestividade dos seus registros e demonstrações contábeis.SISTEMA CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS Definição da NBC T 11 1. Salvaguarda dos Ativos (Proteção do Patrimônio). O plano de organização e. Verificação da correta aplicação do Sistema Contábil e de Controles Internos. Auditor Independente das Demonstrações Contábeis executa somente a Auditoria Contábil e. enquanto que o Auditor Interno executa Auditoria Contábil e Operacional. Cabe ao Auditor Independente estudar e avaliar o grau de adequação e eficácia do Sistema Contábil e de Controles Internos da entidade. AUD 10 . não se preocupa com os Controles Administrativos. Registros e ADMINISTRATIVOS: 1. -Na proteção de seu patrimônio. Fidedignidade (Confiabilidade) e Tempestividade dos Demonstrações Contábeis. SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Definição da Doutrina CONTÁBEIS: 1. Tal procedimento consiste na seguinte seqüência: 1. portanto.Controles dos Recursos Humanos (verificação da competência e idoneidade dos funcionários e administradores).

revisão e aprovação de conciliações de contas. se existente. como base para determinar a natureza (tipo de procedimento). d) a natureza da documentação. acesso a arquivos e geração de relatórios. A avaliação do Ambiente de Controle existente deve considerar-Item 11. e f) o grau de envolvimento da auditoria interna. g) a comparação de dados internos com fontes externas de informação.5. b) o processo decisório adotado pela entidade.Item 11.O Auditor deve efetuar o estudo e avaliação do Sis tema Contábil e de Controles Internos da Entidade. c) as áreas de risco de auditoria. e e) o sistema de controle da administração.2. c) a sistemática revisão da exatidão aritmética dos registros. f) o sistema de aprovação e guarda de documentos. e j) a comparação dos dados realizados com os dados projetados. AUD 11 . b) os procedimentos de controle adotados pela administração da entidade. d) as políticas de pessoal e segregação de funções. h) os procedimentos de inspeções físicas periódicas em ativos da entidade. ainda. b) os sistemas de informação contábil.2. Na avaliação do SCCI. e) os controles adotados sobre as contas que registram as principais transações da entidade.5. se existente. e) o grau de descentralização de decisão adotado pela administração da entidade. os seguintes aspectos . considerando: a) o tamanho e complexidade das atividades da entid ade. i) a limitação do acesso físico a ativos e registros. em face dos sistemas de informatização adotados pela entidade. d) a adoção de sistemas de informação computadorizados e os controles adotados na sua implantação. para fins quer internos quer externos. c) a estrutura organizacional da entidade e os métodos de delegação de autoridade e responsabilidade. alteração. oportunidade (ocasião) e extensão da aplicação dos Procedimentos de Auditoria. b) a elaboração.5: a) a definição de funções de toda a administração. para efeitos tanto internos quanto externos. A avaliação dos Procedimentos de Controle deve considerar: a) as normas para elaboração de demonstrações contábeis e quaisquer outros informes contábeis e administrativos. o Auditor deve considerar. incluindo as atribuições da auditoria interna.4 da NBC T 11 : a) o ambiente de controle existente na entidade.

CONTINUIDADE DAS ATIVIDADES DA ENTIDADE A NBC T 11 determina que. 3)Empréstimos com prazo fixo e vencimentos imediatos. licença. 8)Incapacidade de devedores na data do vencimento. Indícios > deve o auditor aplicar os procedimentos adicionais Evidências de riscos > deve avaliar os possíveis efeitos nas demonstrações contábeis. 2)Contingências capazes de não serem cumpridas pela entidade. e inversões para aumento da capacidade produtiva. e 3)Mudanças das políticas governamentais que afetam a entidade. sem possibilidade de renovação pelos credores. c) Outras Indicações 1)Não cumprimento de normas legais. ao analisar os riscos de auditoria. em parágrafo de ênfase. sem possibilidade de renovação pelos credores. 7) Retração ou descontinuidade na distribuição de resultados. 9)Dificuldades de acertos com credores. 10)Alterações ou renegociações com credores. o auditor deve avaliar a continuidade normal das atividades da entidade. no planejamento dos trabalhos. A continuidade estará caracterizada se existir a evidência de normalidade pelo prazo de um ano após a data das demonstrações contábeis. AUD 12 . regulamentares e estatutárias. 2) Perda de mercado. 2)Posição negativa do capital circulante líquido. especialmente quanto à realização de ativos. a) Indicadores Financeiros 1) Passivo a Descoberto. e 11)Incapacidade de obter financiamentos para desenvolvimento de novos negócios ou produtos. 6) Prejuízos substanciais de operação e de forma contínua. 5) Índices financeiros adversos de forma contínua. e 3) Dificuldades de manter mão-de-obra essencial para a manutenção da atividade. b) Indicadores de Operação 1) Perda de elementos-chave na administração sem modificações ou substituições imediatas. fornecedor essencial ou financiador estratégico. franquia. > em seu parecer. mencionar. 4)Excessiva participação de empréstimos de curto prazo.

Na amostragem por conglomerado. É importante assinalar que a Amostragem não é obrigatória. que ela reproduza o comportamento da população sob exame. A amostragem pode ser estatística ou não estatística. e) erro tolerável. e f) erro esperado. a amostra é dividida em subgrupos Heterogêneos. Os Riscos de Aceitação Incorreta e Rejeição Incorreta relacionamse com os Testes Substantivos. c) tamanho da amostra. Na determinação da amostra o auditor deve levar em consideração os seguintes fatores: a) população objeto da amostra b) estratificação da amostra. d) risco da amostragem. ou seja. AUD 13 . O Auditor utilizará a Amostragem caso entenda ser necessário. A vantagem na utilização da amostragem estatística é a possibilidade de ser mensurada a margem de erro. O Risco de Amostragem é o risco desta não ser representativa e abrange o de ³superdependência´ e o de ³subdependência´ nos controles internos. Na amostragem estratificada a amostra é dividida em subgrupos Homogêneos.´ Riscos de Superdependência e de Subdependência nos Controles Internos são considerados na amostragem realizada nos Testes de Observância. assim como o de ³aceitação incorreta´ e o de ³rejeição incorreta.AMOSTRAGEM Para que tal procedimento tenha sucesso é necessário que a Amostra seja representativa.

dirigir. as quais não podem ser validadas independentemente. na sua opinião. ‡ as entradas de dados nos sistemas que determinam múltiplas transações. estrutura e confiabilidade dos sistemas adotados para controle e gerenciamento das atividades da entidade dos sistemas adotados pela entidade. especialmente nos registros contábeis. seleção casual. entre outros. como forma de propiciar a confiabilidade das demonstrações contábeis da mesma. A taxa de Erro Esperado não deve ser igual ou superior à taxa do Erro Tolerável. supervisionar e revisar o trabalho de auditoria desenvolvido neste ambiente. ‡ o grau de integração dos sistemas computadorizados com os registros contábeis da entidade. ‡ volume de transações da entidade. e ‡ as transações da entidade que são intercambiadas eletronicamente com outras entidades. observando um intervalo constante entre as transações realizadas. baseada em sua experiência profissional. AUD 14 . ‡ o exame de segurança . tais como os resultados dos testes do ano anterior e o ambiente geral de controle da empresa. a critério do auditor. seleção aleatória.Erro Tolerável nos Testes de Observância é a taxa máxima de erro (desvio) que o Auditor está disposto a aceitar sem ter que alterar o nível de confiança no Sistema de Controles Internos da entidade. PROCESSAMENTO ELETRÔNICO DE DADOS (PED) A NBC T 11.10 estabelece que o Auditor deve ter suficiente conhecimento dos sistemas de PED para planejar. 2. em seu item 11. e 3. cuja ocorrência. Na seleção de amostra devem ser considerados: 1. Devem ser considerados pelo auditor.2. Erro Esperado é estimado com base em diversos fatores. registradas de forma simultânea. ‡ determinação do efeito que o ambiente de PED possa ter sobre a avaliação de risco global da entidade e em nível de saldos de contas e de transações. seleção sistemática. não ocasionará erro relevante nas Demonstrações Contábeis. os seguintes aspectos em relação ao ambiente de PED. Erro Tolerável nos Testes Substantivos corresponde ao percentual máximo de erro monetário aceitável pelo Auditor em relação ao Saldo de uma Conta ou a uma Transação.

Durante o período entre as datas do Parecer do Auditor e a de divulgação das Demonstrações Contábeis. de modo a emitir o parecer com a data mais atual. no decorrer dos trabalhos quaisquer transações relevantes que as envolvam. ou b) emitir o parecer com data dupla. Poderão ocorrer situações em que haverá necessidade de menção de mais de uma data ou atualização da data original. AUD 15 . O auditor deve considerar em seu parecer os efeitos decorrentes de transações e eventos subseqüentes relevantes ao exame das Demonstrações Contábeis. Emitida na mesma data do Parecer. mencionando-os como ressalva ou em parágrafo de ênfase.12. o auditor poderá optar por uma das duas alternativas: a) estender os trabalhos até a data do novo evento. É obrigatória para o Auditor. TRANSAÇÕES E EVENTOS SUBSEQÜENTES Auditor deve aplicar procedimentos específicos em relação aos eventos ocorridos entre as datas do Balanço e a do seu Parecer. possibilitando detectar.16.2. em qualquer caso. nessas circunstâncias. mantendo a data original para as demonstrações contábeis. O Auditor não é responsável pela execução de procedimentos ou indagações sobre as Demonstrações Contábeis após a data do seu Parecer (data de assinatura).4.caracterizada discordância com a administração.2. a obtenção da Carta de Responsabilidade da Administração. exceto quanto a um assunto específico. que possam demandar ajustes nas Demonstrações Contábeis ou a divulgação de notas explicativas. enseja a emissão de Parecer com Ressalva ou Adverso. Item 11. adequadamente divulgado nas notas explicativas. a administração é responsável por informar ao auditor fatos que possam afetar as Demonstrações Contábeis.1 da NBC T 11 estabelece que o Auditor deve obter evidências suficientes para identificar partes relacionadas na fase de planejamento.TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS O item 11. CARTA DE RESPONSABILIDADE Documento emitido pela Entidade responsabilizando -se pela autenticidade das informações apresentadas ao Auditor. quando não-ajustadas ou reveladas adequadamente. ou seja.

2.CONTINGÊNCIAS Conforme consta no item 11. b) obtenção de carta dos advogados da entidade quanto à existência de contingências na época da execução dos trabalhos finais de auditoria. avaliar e contabilizar as contingências passivas. bem como de lançamentos de tributos em disputa. bem como das divulgações a serem feitas nas demonstrações contábeis. e c) discussão. reivindicações e reclamações. com a administração da entidade. o Auditor deve adotar procedimentos para assegurar-se que todas as contingências passivas relevantes. foram identificadas e consideradas pela administração da entidade na elaboração das demonstrações contábeis. das perspectivas no desfecho das contingências e da adequação das perdas contingentes provisionadas. O auditor deve adotar os mesmos procedimentos com relação às contingências ativas. Os seguintes procedimentos devem ser executados pelo auditor: a) discussão. decorrentes de processos judiciais.15 da NBC T 11. das políticas e procedimentos adotados para identificar. com os advogados e/ou a administração da entidade. Em relação às ações trabalhistas movidas contra a empresa. AUD 16 . devem ser registradas aquelas que representem probabilidade significativa de perda.

Os exames de auditoria devem ser planejados e exe cutados na expectativa de que os Eventos Relevantes relacionados com as Demonstrações Contábeis sejam identificados. A Relevância deve ser considerada pelo auditor quando: a) determinar a natureza.PARECER DE AUDITORIA Documento mediante o qual o auditor expressa sua opinião. cotistas ou sócios. deve corresponder ao dia do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade. em todos os aspectos Relevantes. d) A assinatura do contador responsável pelos trabalhos e o número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) ou o nome e o número de registro cadastral no mesmo órgão. ao conselho de administração ou à diretoria da entidade. 2 . b) Outros contratantes do serviço de auditoria (situações especiais).DESTINATÁRIOS O parecer de auditoria pode ser dirigido às seguintes pessoas: a) aos acionistas. b) As Demonstrações Contábeis auditadas. denominações e classificação das contas. segundo a natureza destas (caso normal). e a) determinar a adequação da apresentação e da divulgação da informação contábil. c) Os períodos e datas referentes a tais demonstrações.IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE E DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AUDITADAS O Parecer deve indicar: a) O nome da entidade auditada. regra geral.3 da NBC T 11. AUD 17 . ou outro órgão equivalente. Item 11.tem como objetivo explicitar e detalhar os itens contidos nas principais normas de auditoria. Item 11.2. Interpretação Técnica (IT) . 3 . caso o trabalho tenha sido realizado por empresa de auditoria. a qual. oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria.2. sobre as demonstrações contábeis nele indicadas. e) A data do Parecer. b) avaliar o efeito das distorções sobre os saldos.1 da NBC T 11. de forma clara e objetiva. 1 ± RELEVÂNCIA O Parecer de Auditoria deve revelar a opinião do Auditor Independente em relação à veracidade das informações contidas nas Demonstrações Contábeis das entidades auditadas.

sem ressalva. as Demonstrações examinadas refletem a real situação financeira. não seja a tal ponto grave que justifique um Parecer Adverso. a data do parecer deve ser aquela correspondente ao término dos trabalhos de campo. mesmo que o parecer seja emitido e assinado em data posterior ao do encerramento dos trabalhos. a entidade observou os Princípios Fundamentais de Contabilidade. AUD 18 . também chamada de Limitação de Escopo ou de Alcance. Parecer do Auditor Independente tem por limite os próprios objetivos da auditoria das Demonstrações Contábeis e não representa. as Normas Brasileiras de Contabilidade. O Parecer Adverso é emitido quando as incorreções constatadas nas Demonstrações Contábeis são a tal ponto graves que as comprometem como um todo. as legislações específicas e. quando ocorre Limitação na Extensão do Trabalho do Auditor. pois. não estendendo seu trabalho às demais. 2. adverso. garantia de viabilidade futura da entidade ou algum tipo de atestado de eficácia da administração na gestão dos negócios. Objetivo limitado de trabalho > Auditor independente contratado para examinar apenas determinada ou determinadas demonstrações. com ressalva. A data do parecer deve corresponder ao dia do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade. ou seja.9 da NBC T 11: 1.CLASSIFICAÇÃO DO PARECER DE AUDITORIA De acordo com o item 11.3. embora relevante. com abstenção de opinião. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). portanto.1. O Parecer sem Ressalva é emitido quando o Auditor conclui que na elaboração das Demonstrações Contábeis e da Escrituração. Item 11. mas essa inobservância. 4 .7 da NBC T 11. 4. 3. econômica e patrimonial da entidade auditada.1.As Demonstrações Contábeis auditadas nas Companhias Abertas são normalmente: Balanço Patrimonial (BP).3. O Parecer com Abstenção de Opinião é emitido quando não é possível ao Auditor obter informações suficientes para fundamentar sua opinião sobre as Demonstrações Contábeis auditadas. O Parecer com Ressalva é emitido quando o Auditor constata a inobservância por parte da entidade em relação aos requisitos supramencionados. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) e Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR).

em todos os aspectos relevantes. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. com base em testes. Deve conduzir à opinião com ressalva ou à opinião adversa. considerando a relevância dos saldos. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. AUD 19 .ESTRUTURA DO PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Parecer Sem Ressalva 1º Parágrafo ± De abertura ou Introdutório 1) Identificação da Entidade Auditada.5. 2º Parágrafo ± De Extensão. Escopo ou Alcance Informação de que os exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: a) o planejamento dos trabalhos. Local e data Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador Nº de registro no CRC Nome da empresa de auditoria Nº de registro cadastral no CRC Auditor não deve emitir Parecer sem Ressalva quando existir qualquer das circunstâncias seguintes. nos períodos auditados. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. c) a avaliação das práticas e das estimativas contábe is mais representativas adotadas pela administração da entidade. a qual deverá estar acompanhada dos esclarecimentos que permitam a correta interpretação dessas demonstrações. 4) Definição de que a responsabilidade do auditor é a de emitir uma opinião sobre as Demonstrações Contábeis. o resultado de suas operações. tenham efeitos relevantes para as demonstrações contábeis: a) discordância com a administração da entidade a respeito do conteúdo e/ou forma de apresentação das demonstrações contábeis ( Parecer com Ressalva ou Parecer Adverso). o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. 2) Identificação das Demonstrações Contábeis Auditadas e respectivos exercícios. na sua opinião. de acordo com Práticas Contábeis Adotadas no Brasil. a posição patrimonial e financeira da entidade. b) a constatação. que. 3) Definição de que a responsabilidade pela elaboração das Demonstrações Contábeis é da Entidade. 3º Parágrafo ± De Opinião Revelação de que na opinião do auditor as demonstrações contábeis referidas representam adequadamente. b) limitação na extensão do seu trabalho (Parecer com Ressalva ou Parecer com Abstenção de Opinião).

deverão descrever os motivos e a natureza das divergência que suportam sua opinião adversa.Parecer Com Ressalva 1º 2º 3º 4º 5º Parágrafo Parágrafo Parágrafo Parágrafo Parágrafo ± ± ± ± ± De De De De De Abertura ou Introdutório Extensão. Parecer Adverso No item 11. Escopo ou Alcance Ressalva (1ª) Ressalva (2ª) Opinião Deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva. em tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva. "exceto quanto" ou "com exceção de" no Parágrafo de Opinião.2 da NBC T 11 fica estabelecido que o auditor deve emitir parecer adverso quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas.". Se os procedimentos alternativos não lhe permitirem evidência suficiente.5. o Auditor deve tentar utilizar-se de PROCEDIMENTOS ALTERNATIVOS. o Auditor deve manifestar tal limitação. b) a eliminação da sentença do primeiro parágrafo "Nossa responsabilidade é a de expressar opinião sobre essas demonstrações contábeis".. a fim de obter evidências de auditoria suficientes para emitir seu parecer. imediatamente anteriores ao parágrafo de opinião.e c) a eliminação do parágrafo de extensão.3.. AUD 20 . não é aceitável nenhuma outra expressão na redação desse tipo de parecer. Parágrafos intermediários. com a utilização das expressões "exceto por". bem como os seus principais efeitos sobre a posição patrimonial e financeira e o resultado do exercício ou período. Ao se deparar com uma limitação na extensão dos trabalhos. Parecer ou com Abstenção de Opinião Determina a norma as seguintes alterações no modelo de parecer sem ressalvas: a) substituição da sentença "Examinamos" por "Fomos contratados para auditar as demonstrações contábeis .

que deve descrever de forma mais extensa. -baseando-se exclusivamente no Parecer de outro Auditor com respeito às Demonstrações Contábeis de controladas e/ou coligadas. após o parágrafo de opinião. Incerteza adequadamente divulgada nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis pela entidade: -Auditor acrescenta um Parágrafo de Ênfase no seu Parecer. a natureza e. Incerteza relevante não adequadamente divulgada nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis pela entidade: -O parecer deve conter Ressalva ou Opinião adversa. AUD 21 . deve estar i ncluída no parecer sobre as demonstrações contábeis condensadas. 8-DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONDENSADAS O Auditor poderá expressar opinião sobre demonstrações contábeis apresentadas de forma condensada. expressar sua opinião sobre as Demonstrações Contábeis como um todo. 7-DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE CONTROLADAS COLIGADAS AUDITADAS POR OUTROS AUDITORES E/OU Quando houver participação de outros Auditores independentes no exame das Demonstrações Contábeis das controladas e/ou coligadas relevantes. constante do parecer do auditor sobre as demonstrações contábeis originais. quando possível. devendo serem destacados os valores envolvidos. fazendo referência à nota explicativa da administração. parecer adverso. o auditor da controladora e/ou investidora deve: -destacar esse fato no seu Parecer. caso não existissem outras situações objeto de ressalva. parecer com abstenção de opinião e/ou ênfase.6 ± INCERTEZA Incerteza quanto ao desfecho de Processo judicial movido contra a entidade ou que não fosse possível estimar o seu valor caracteriza uma Incerteza. desde que tenha emitido op inião sobre as demonstrações contábeis originais. o efeito da Incerteza. pela omissão ou inadequação da divulgação. Toda informação importante. O Auditor da Controlada deverá confiar no Parecer dos Auditores das Controladas e/ou Coligadas. -O parecer continuaria na condição de "sem ressalva". relacionada com ressalva.

compreendida a intermediação de negócios de qualquer tipo e a realização de empreendimentos conjuntos. Responsabilidade pela Utilização do Trabalho do Auditor Interno 8. Guarda de Documentação 6. da legislação inerente à profissão. na função de auditor independente. das técnicas contábeis. Honorários 5. Exame de Competência Profissional 1 ± COMPETÊNCIA O contador. g) qualquer outra situação de conflito de interesses no exercício da auditoria independente. Educação Continuada 11. o auditor que tenha tido. e)função ou cargo incompatível com a atividade de auditoria independente. dos conceitos e técnicas administrativas e da legislação específica aplicável à entidade auditada. nos dois últimos anos. ainda que esta relação seja indireta. controladoras ou integrantes do mesmo grupo econômico: a) vínculo conjugal ou de parentesco consangüineo em linha reta.NBC P 1 Princípios e preceitos que regulamentam o exercício da profissão do Auditor Independente: 1.NORMAS PROFISSIONAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE . administrador ou colaborador assalariado. na forma que vier a ser definida pelos órgãos reguladores e fiscalizadores. Responsabilidade do Auditor na Execução dos Trabalhos 4. Competência Técnico-Profissional 2. b) relação de trabalho como empregado. controladas. imediato ou mediato. no período a que se refere a auditoria ou durante a execução dos serviços. com administradores. Independência 3. ou substancial interesse financeiro indireto. Sigilo 7. d)interesse financeiro direto. AUD 22 . suas coligadas. Responsabilidade pela Utilização do Trabalho de Especialistas 9. em relação à entidade auditada. em linha colateral até o 3º grau e por afinidade até o 2º grau. sem limites de grau. c) participação direta ou indireta como acionista ou sócio. f) fixado honorários condicionais ou incompatíveis com a natureza do trabalho contratado. sócios ou com empregados que tenham ingerência na sua administração ou nos negócios ou sejam responsáveis por sua contabilidade. deve manter seu nível de competência profissional pelo conhecimento atualizado dos Princípios Fundamentais da Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade. Informações Anuais aos Conselhos Regionais de Contabilidade 10. especialmente na área de auditoria. 2 ± INDEPENDÊNCIA Está impedido de executar trabalho de auditoria independente. acionistas.

-A inobservância constitui infração ao Código de Ética do Contabilista. como serão cobrados os custos de viagens e estadas. ‡ a qualificação técnica dos profissionais que irão participar da execução dos serviços. 4. que o trabalho será efetuado segundo as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis e as presentes normas. o prazo estimado para realização dos serviços. ‡ a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. 3.RESPONSABILIDADES DO AUDITOR NA EXECUÇÃO DOS TRABALHOS O auditor deve aplicar o máximo de cuidado e zelo na realização dos trabalhos e na exposição de suas conclusões. elaborada antes do início da execução do trabalho que também contenha: 1. se for o caso. deve conservar a boa guarda. inclusive referências às leis e regulamentos aplicáveis ao caso. os relatórios a serem emitidos. Os honorários deverão constar de carta-proposta ou documento equivalente. 4 ± HONORÁRIOS Estabelecer e documentar seus honorários mediante avaliação dos serviços. a complexidade do serviço e o custo do serviço a executar. ‡ o número de horas estimadas para a realização dos serviços. relatórios e pareceres relacionados com os serviços realizados. toda a documentação. para fins de fiscalização do exercício profissional. -O estabelecimento de honorários condicionados à natureza dos trabalhos contratados resulta em perda efetiva ou aparente da independência do auditor. a partir da data da emissão de seu parecer. habitual ou permanente. o vulto. 5 ± GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO O auditor. pelo prazo de 5 (cinco) anos. considerando os seguintes fatores: ‡ a relevância. e ‡ o lugar em que os serviços serão prestados. O exame das demonstrações contábeis não tem por objetivo precípuo a descoberta de fraudes. as condições de pagamento dos honorários. 2. Ao opinar sobre as demonstrações contábeis o auditor deve ser imparcial. fixando. papéis de trabalho. e 5. a descrição dos serviços a serem realizados. 3 - AUD 23 .

salvo quando houver obrigação legal de fazê-lo. sem sua autorização expressa. contribuir para a realização dos trabalhos.5. mesmo após terminados os compromissos contratuais: b) para os contadores designados pelos organismos referidos no item 1. quando o especialista legalmente habilitado for contratado pela entidade auditada. Quando previamente autorizado. O dever de manter o sigilo prevalece: a) para os auditores. pela entidade auditada. mesmo após o término do vínculo empregatício ou funcional. deverá fornecer as informações que forem julgadas necessárias ao trabalho do auditor independente que o suceder. por escrito. e c) para os Conselheiros do Conselho Federal d e Contabilidade e dos Conselhos Regionais de Contabilidade. iii) na relação entre os auditores e os organismos reguladores e fiscalizadores. Não divulgar as informações obtidas durante o trabalho na entidade auditada. na função de auditor interno. sob nenhuma circunstância. mantendo a sua responsabilidade profissional integral. AUD 24 .RESPONSABILIDADE PELA UTILIZAÇÃO DO TRABALHO DO AUDITOR INTERNO A responsabilidade do auditor não será modificada mesmo quando o contador.6. A responsabilidade fica restrita à sua competência profissional do auditor. mesmo após o término dos respectivos mandatos. sem vínculo empregatício.RESPONSABILIDADE PELA UTILIZAÇÃO DO TRABALHO DE ESPECIALISTAS O auditor pode utilizar especialistas legalmente habilitados. e iv) na relação entre o auditor e demais terceiros. ii) na relação entre os auditores. 7 . quando tal fato for mencionado em seu parecer. 8 .6 ± SIGILO O sigilo profissional deve ser observado nas seguintes circunstâncias: i) na relação entre o auditor e a entidade auditada.

EDUCAÇÃO CONTINUADA O auditor independente. ultrapassarem. AUD 25 . 10 . na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade. até 30 de junho de cada ano. no prazo de trinta dias. deverá submeter-se a exame de competência profissional. deverá comprovar a participação em programa de educação continuada. no exercício de sua atividade. INFORMAÇÕES CONTABILIDADE ANUAIS AOS CONSELHOS REGIONAIS DE O auditor deverá enviar. o auditor deverá disponibilizar e fornecer. a relação de seus clientes e outras informações necessárias à fiscalização da atividade de auditoria independente. os honorários dos serviços de auditoria. realizado em demonstrações contábeis relativas ao exercício encerrado até o dia 31 de dezembro do ano anter ior.9. ao Conselho Regional de Contabilidade. na média dos últimos 3 anos. Quando solicitado. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade: a) as informações sobre os seus clientes. para poder exercer sua atividade. cuja sede seja a da jurisdição do respectivo Conselho. b) a relação dos nomes do seu pessoal técnico existente em 31 de dezembro do ano anterior. e que o objeto do trabalho seja a auditoria independente. 11 ± EXAME DE COMPETÊNCIA PROFISSIONAL O auditor independente. e c) a relação de seus clientes cujos honorários representem mais de 10% do seu faturamento anual. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade. bem como os casos onde o faturamento de outros serviços prestados aos mesmos clientes de auditoria.

Confirmação dos saldos bancários por meio de circularizações junto às instituições financeiras. Verificação de avisos bancários e de contas paralisadas . AUDITORIA DAS APLICAÇÕES DE LIQUIDEZ IMEDIATA Os procedimentos de auditoria aplicados sobre essas semelhantes aos adotados para as contas bancárias. determinando que os cheques devam ser assinados por mais de uma pessoa (normalmente o tesoureiro e um administrador).PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA ± ASPECTOS PRÁTICOS AUDITORIA DO ATIVO CIRCULANTE ‡ DISPONIBILIDADES ‡ DIREITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO (DIREITOS PESSOAIS) ‡ ESTOQUES (DIREITOS REAIS) ‡ DESPESAS ANTECIPADAS Neste subgrupo patrimonial é onde existe a maior possibilidade de ocorrerem erros e fraudes. 3. mas estarão nos primeiros dias do exercício seguinte. Verificação de sistema de autorizações para emissão de ordens de pagamento. 5. contas são AUDITORIA DOS NUMERÁRIOS EM TRÂNSITO São os valores que. ‡ Obtenção de declaração de devolução dos numerários contados. 4. confronto dos Documentos (extratos bancários) com os respectivos Registros Contábeis (Escrituração no Livro Razão Analítico da conta Bancos). ‡ Verificação do número de caixas existentes. Os valores ainda não estão nas contas da entidade. ‡ Contagem na presença do responsável. AUD 26 . na data do balanço. 1 . Verificação da existência de normas internas. ‡ Contagem simultânea dos caixas existentes. AUDITORIA DE BANCOS CONTA-MOVIMENTO 1. ‡ Anotações da contagem em papéis de trabalho. tais como remessas de filiais e recebimento de clientes. estão ³chegando´ na entidade.Reconciliações bancárias.AUDITORIA DAS DISPONIBILIDADES As Disponibilidades são formadas pelas seguintes contas: ‡ CAIXA ‡ BANCOS CONTA MOVIMENTO ‡ APLICAÇÕES DE LIQÜIDEZ IMEDIATA ‡ NUMERÁRIO EM TRÂNSITO AUDITORIA DA CONTA CAIXA ‡ Realização de contagem sem prévio aviso. 2.

-Investigação e Confirmação. Trata-se de um grupo de grande importância nas sociedades comerciais e industriais. d)Verificação da existência de penhoras e/ou hipotecas de itens e)Revisão preliminar das instruções de inventário físico. o Auditor a partir das informações relativas aos saldos dos Estoques em determinada data.2 ± AUDITORIA DE CONTAS A RECEBER -Inspeção dos títulos representativos das operações efetuadas. checando os saldos existentes por meio da Circularização junto aos Clientes e demais devedores. analisa todas as entradas e saídas posteriores até a data em que realiza a Contagem Física. assim como da conferência dos Cálculos das apropriações dos valores ao resultado. É uma das formas de se verificar a aplicação do Princípio da Competência. Juros Antecipados. -Caso não ocorra tal coincidência de valores e quantidades. 3 ± AUDITORIA DE ESTOQUES -É efetuada com base no chamado ³Corte´ ou ³Cut-off´. A coordenação e responsabilidade pela realização das contagens físicas de Estoques é da entidade. 4 ± AUDITORIA DAS DESPESAS ANTECIPADAS Seguros Antecipados. deve o Auditor investigar as razões que provocaram as divergências. Representam procedimentos aplicáveis à auditoria dos estoques : a)Confirmação de materiais em poder de terceiros b) Acompanhar a realização das contagens físicas c)Exame do ³corte´ dos documentos de movimentação dos estoques. AUD 27 . -O Estoque Físico verificado deve corresponder ao Estoque contábil apurado. -Revisão da exatidão e da adequação dos Cálculos para constituição da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa. Aluguéis Antecipados e Assinaturas de Periódicos a Apropriar. É efetuada por meio da Inspeção de Documentos e Registros. confrontando-os com os respectivos lançamentos contábeis.

entre outras. AUD 28 . -Circularizações e entrevistas com os advogados da entidade. registros contábeis e conferência física dos bens tangíveis. Amortização (bens intangíveis) e Exaustão (recursos naturais). -Inspeção das Atas das Assembléias e dos títulos emitidos. 3 ± AUDITORIA DO ATIVO PERMANENTE ± DIFERIDO -Inspeção dos documentos e registros. 2 ±AUDITORIA DO ATIVO PERMANENTE ± IMOBILIZADO -Inspeção de documentos. -Revisão analítica do comportamento das contas ao longo de períodos sucessivos.INVESTIMENTOS -Inspeção nos documentos e registros. -Conferência de Cálculo da Depreciação(bens tangíveis). -Apropriações dos Ágios e Deságios e -Provisão para Perdas Prováveis na Alienação de Investimentos. -Conferência de Cálculo das referidas contas. AUDITORIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO -Inspeção para exame do Estatuto e de suas alterações. entre outros procedimentos. AUDITORIA DAS CONTAS DE RESULTADO -Inspeção sobre documentos representativos das Receitas e Despesas e dos respectivos registros contábeis. -Revisão dos Cálculos das amortizações. tais como Ações Judiciais ou Autos de Infração movidos contra a entidade em relação às quais exista significativa probabilidade de perda). -Revisões dos cálculos das constituições das Reservas de Lucros e de Capital. -Conferência dos Cálculos de Equivalência Patrimonial. -Exame dos processos judiciais ou administrativos e -Revisão da correção e adequação dos cálculos para constituição das provisões.AUDITORIA DO ATIVO PERMANENTE 1± AUDITORIA DO ATIVO PERMANENTE . AUDITORIA DOS PASSIVOS CONTINGENTES (situações inesperadas negativas para a empresa.

emitido pelo auditor Independente : a) limitação na aplicação dos procedimentos mínimos descritos neste Comunicado Técnico. c) omissão ou inadequada divulgação de fatos relevantes nas notas explicativas. a cada quatro anos. -Base Legal:Resolução CFC 1008/04 que revogou a Resolução CFC 964/03. Comitê Administrador Auditores Revisores Auditores Revisados . -RELATÓRIOS Sem Ressalvas Com Ressalvas Com Conclusão adversa Com abstenção de Conclusão AUD 29 .Quatro membros do CFC e quatro membros do IBRACON.Periodicidade: no mínimo. Circunstâncias que requerem modificações Relatório de Revisão das Informações Trimestrais (ITR). Não permite uma opinião sobre as Demonstrações Contábeis. b) mudanças e/ou não aplicação dos princípios de contabilidade geralmente aceitos. 3 .REVISÃO PELOS PARES DE AUDITORIA -Objetivo: Avaliar os procedimentos adotados pelos Auditores com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos. -Limitação: Análise do SCCI e dos Procedimentos de Auditoria. Abertas devem colocar à disposição do mercado informações periódicas (trimestrais) iii) BP e DRE parciais e acumulados de acordo com as Normas da CVM iv)Objetivo: Declarar o Auditor que não tomou conhecimento de modificações relevantes nas demonstrações contábeis. -Aplicável aos Auditores registrados na CVM. e d) não-observância de normas específicas da CVM com relação à elaboração das ITR em moeda constante. 2 .REVISÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS i) NPA IBRACON 06/96 ii) As Cias. -Partes envolvidas: Comitê Administrador ± CRE .ASSUNTOS COMPLEMENTARES E NORMAS DA CVM 1± REVISÃO LIMITADA -Base Legal: NPA IBRACON 04 -Objetivo: Verificar se os critérios contábeis foram aplicados de acordo com os PFC e se são uniformes em relação ao período anterior.

bem como os efeitos no dividendo obrigatório e no lucro ou prejuízo por ação.conservar em boa guarda pelo prazo mínimo de cinco anos.indicar com clareza. c) . Constatada qualquer irregularidade relevante em relação ao que estabelece os incisos I e II. as contas ou subgrupos de contas do ativo. resultado e patrimônio líquido que estão afetados pela adoção de procedimentos contábeis conflitantes com os Princípios Fundamentais de Contabilidade. V . correspondência.se as destinações do resultado da entidade estão de acordo com as disposições da lei societária. sempre que emitir relatório de revisão especial de demonstrações trimestrais ou parecer adverso ou com ressalva. por escrito.verificar: a) .elaborar e encaminhar à administração e.artigo 25 da Instrução CVM nº 308/1999 I . IV . quando solicitado. contados da data da sua ocorrência.dar acesso à fiscalização da CVM e fornecer ou permitir a reprodução dos documentos referidos no item III. e em quanto. ou possam vir a ter reflexos relevantes nas demonstrações contábeis ou nas operações da entidade auditada. e AUD 30 . o auditor independente deverá comunicar o fato à CVM. relatórios e pareceres relacionados com o exercício de suas funções.OS DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS AUDITORES INDEPENDENTES . II .se as informações e análises contábeis e financeiras apresentadas no relatório da administração da entidade estão em consonância com as demonstrações contábeis auditadas. com o seu estatuto social e com as normas emanadas da CVM. passivo. ou por prazo superior por determinação expressa desta Comissão em caso de Inquérito Administrativo.se as demonstrações contábeis e o parecer de auditoria foram divulgados nos jornais em que seja obrigatória a sua publicação e se estes correspondem às demonstrações contábeis auditadas e ao relatório ou parecer originalmente emitido. b) . que tenham. no prazo máximo de vinte dias. e d) . conforme o caso. relatório circunstanciado que contenha suas observações a respeito de deficiências ou ineficácia dos controles internos e dos procedimentos contábeis da entidade auditada. ao Conselho Fiscal. III . que tenham servido de base à emissão do relatório de revisão especial de demonstrações trimestrais ou do parecer de auditoria. toda a documentação.o eventual descumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis às atividades da entidade auditada e/ou relativas à sua condição de entidade integrante do mercado de valores mobiliários. papéis de trabalho.

Art. 18 desta Instrução. ou nas declarações fornecidas. o acesso do novo auditor contratado aos documentos e informações que serviram de base para a emissão dos relatórios de revisões especiais de demonstrações trimestrais e pareceres de auditoria dos exercícios anteriores. na qual deverá constar a anuência do auditor substituído. de acordo com as normas aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade .VI . AUD 31 .A administração da entidade auditada deverá. com justificativa da mudança. Parágrafo 2 º. nos termos do art. no prazo de vinte dias.possibilitar. contados a partir da data da substituição. A responsabilidade dos administradores das entidades auditadas pelas informações contidas nas demonstrações contábeis. nem o desobriga da adoção dos procedimentos de auditoria requeridos nas circunstâncias. Art. 28 . havendo ou não rescisão do contrato de prestação dos serviços de auditoria.Os administradores das entidades auditadas serão responsabilizados pela contratação de auditores independentes que não atenderem às condições previstas nesta Instrução. resguardados os aspectos de sigilo e mediante prévia concordância da entidade auditada. Parágrafo 1º . DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS ADMINISTRADORES E DO CONSELHO FISCAL Art.CFC. comunicar à CVM a mudança de auditor. especialmente quanto à sua independência e à regularidade de seu registro na CVM.O descumprimento do disposto neste artigo sujeitará a entidade e o auditor independente à multa cominatória diária. no caso de substituição por outro auditor. 27 . o auditor independente deverá comunicar à CVM a substituição. no prazo de trinta dias. -Fornecer ao auditor independente a carta de responsabilidade da administração. 26 -Fornecer ao auditor todos os elementos e condições necessários ao perfeito desempenho de suas funções. Parágrafo 3º . O trabalho de auditoria será considerado sem efeito para o atendimento da lei e das normas da Comissão.Decorrido o prazo sem que haja manifestação da administração da entidade auditada quanto à informação requerida. não elide a responsabilidade do auditor independente no tocante ao seu relatório de revisão especial de demonstrações trimestrais ou ao seu parecer de auditoria. contados a partir da data do encerramento do prazo conferido à administração da entidade.O auditor independente que não concordar com a justificativa apresentada para a sua substituição deverá encaminhar à CVM as razões de sua discordância. no prazo de dez dias.

1. A Manutenção no Passivo de Obrigações Pagas e.000/1999. -É de competência exclusiva de Contadores registrados no Conselho Regional de Contabilidade e é realizada normalmente por profissionais que possuem vínculo empregatício com a entida de auditada. em seus artigos 281 a 287.AUDITORIA INTERNA . A Falta de Comprovação do Passivo AUD 32 .Procedimentos encontram-se previstos na NBC T 12. A Falta de Escrituração de Pagamento. 3. -Acompanhar continuamente (avaliar) a execução do SCCI da entidade. (A execução e implantação dos controles internos da entidade são de competência da administração da entidade) -Levantar os sistemas de informações existentes na entidade. 2. O Saldo Credor de Caixa. PRESUNÇÕES LEGAIS DE OMISSÃO DE RECEITAS O Regulamento do Imposto de Renda. -Comprovar a integridade de gerenciamento de riscos da entidade. aprovada pela Resolução CFC 986/2003. aprovado pelo Decreto nº 3. -Assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 4. -Auditor Interno tem como função assessorar a administração da entidade(ao contrário do Auditor Independente). caracteriza como omissão de receitas. embora também possa ser efetuada por meio de serviços terceirizados.

II ± o da CONTINUIDADE. inclusive quando da saída deste . III ± o da OPORTUNIDADE. admitindo-se. CONTINUIDADE: deve ser considerado quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais Quantitativas e qualitativas . sempre simultaneamente quando se correlacionarem.simultaneamente. mas tão somente. tão somente. É indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA. sempre que se apresentarem alternativas igualmente válidas. a outros elementos patrimoniais. Deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razoável certeza de sua ocorrência. parcial ou integral. A atualização monetária não representa nova avaliação. sua decomposição em elementos e ou sua agregação. o ajustamento dos valores originais. COMPETÊNCIA: As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem. OPORTUNIDADE: refere-se. PRUDÊNCIA: determina a adoção do menor valor para os componentes do ativo e do maior para os do Passivo. à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. Uma vez integrado no patrimônio. o bem. ENTIDADE : o patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários. REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL: Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior.PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE I ± o da ENTIDADE. expressos a valor presente na moeda do País. AUD 33 . V ± o da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. independentemente de recebimento ou pagamento. direito ou obrigação não poderão ter alterados seus valores intrínsecos. IV ± o do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL. VI ± o da COMPETÊNCIA e VII ± o da PRUDÊNCIA. O valor original será mantido enquanto o componente permanecer como parte do patrimônio.

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