Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

.................................. 259 15...........2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO .. em especial................................6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA .........13........ 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M........ 20.. 197 13..... 235 15............... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14.......................... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho................. 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19........5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS .......... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates.......................crea-rj... 255 15............ CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL............... 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16................. principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões........ cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia....... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ..... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE ..... por isso é fácil entender porque....... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.....4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ..2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.1 ANÁLISE DO CONTRATO . Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.........................................................org................................... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ....3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL .............. e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos......... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos......................................................................7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA ......................................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ...... 249 15...................................1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ........ do mesmo autor..........5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ........ Neste fim de século............. 236 15.... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001....... 269 18..............4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ................................... 17............. 252 15.......................................... 235 15......... 203 13.................. foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos........ projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis....................... QUALQUER ESPECIALIDADE ................ já este ano.... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais...... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ............ sobretudo nos últimos quatro anos.......................... 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18.................. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática. 15......... através de palestras......................... 269 18............................... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS . publicado em fevereiro de 1999.......... 205 13..............................br . sempre contando com o apoio do IBEC........3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ........ O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ....... vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega.............................. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .....

Rio de Janeiro. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. E os anos passam. entretanto. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. Assim. pesquisar. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. arquitetos. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. por certo.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. Profissionais e Empresas”. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. inclusive trabalhos autônomos. Lembramos. do capítulo 12 em diante. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 .com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A dedicação à vida profissional. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. Este documento é. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. a metodologia aqui exposta irá. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. os dias da semana. entretanto. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. escrever. A segunda parte é dedicada aos autônomos. ainda. Pedro Paulo e Julia. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. 1. 1 INTRODUÇÃO 1. do capítulo 1 ao 10. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. as semanas do mês e os meses do ano.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros.

em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. ou seja. equipamentos (topográficos. a despeito de que com este critério ora descrito. laboratoriais. consultorias ou assistência técnica. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. isto é. Assim. principalmente. não se encontra desatualizado como alguns autores que. do faturamento bruto. para o caso de orçamento de obras civis. principalmente. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. bem como. hora técnica individual ou coletiva.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). ser oportuno. também. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. 1.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. Além disto. quando prestado para órgãos não governamentais. bem como. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). pequenas construções (por exemplo. residências unifamiliares). O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. gerando preços de venda normalmente exagerados. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. serviços por administração. preço global. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. preços unitários ou por empreitada integral. ou seja. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios.interessante. fiscalização ou acompanhamento de obras. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. percentuais do valor final do empreendimento. assim. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. materiais. por convicção. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. por exemplo. computadores e impressoras). Aconselhamos que. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. gerenciamento de empreendimentos. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. porém. com um pouco mais de dificuldade. os usuários. Caso se adote qualquer destes critérios. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. Entendemos. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. a serem aplicados sobre índices de custo. e principalmente. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. supervisão. em grandes empreendimentos.

porém. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. Estes serviços. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. • 1. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. para estes casos. e sim. pode-se determiná-lo por mês. estes estando de bom nível. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. portanto. que são denominados de despesas reembolsáveis. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. Os itens constantes da planilha de quantidades. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). também.3. que não tem valor para pagamento. aparelhos de topografia. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. entretanto. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. como preços unitários. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. garantem que a proposta de preço.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. caso contrário. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. Assim. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. ou. a ser definida pelo executor. Isto é. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. É comum. É utilizado. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. algumas vezes. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. podendo ser de um ou mais profissionais. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. Obviamente. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. ainda. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e ainda. poderá ser apresentada justa e adequada. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. softwares. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). entretanto. microcomputadores. Neste caso. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados.

aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias .2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. preço unitário. quilometragem. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. portanto. 1. Os produtos a serem elaborados. previamente acordada. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. preço global. além dos encargos sociais. bem como. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. pick-ups e caminhões microcomputador.5. segundo o contrato. comunicações. impressora e acessórios de informática. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). inclusive lucro previsto. tais como.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. todas as despesas indiretas. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. motocicletas. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. os encargos financeiros e o lucro da empresa. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. proporcional à redução de custo obtida. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Caberá. e devem ser computados os custos. principalmente. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. sistema misto e hora técnica. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. pois. então. recebe como prêmio uma parcela. despesas gráficas e despesas diversas. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. apresentado no ANEXO 1. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas.3. a administração central.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. na forma de medição dos serviços que será efetuada. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 1. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. apenas. ou seja. Empresas e Profissionais 1. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. quando for o caso. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. 1.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. sua cronologia de emissão. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). emprego de microcomputador.

. vale refeição e etc) . inclusive respectivas contas periódicas. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal.5. 1. e caberá.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. balizas e trenas laboratórios de solo. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta.aluguéis de imóveis ou veículos. em função do tipo de serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . teodolito. móveis e utensílios (mesa. ou conforme a exigência do cliente. materiais de escritório (lápis.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. diárias da equipe técnica. representa o custo da sede da empresa. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). temos: . grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos.despesas legais. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. armários. entre outras despesas.vale transporte . inclusive ART . aparelhos de telefone ou de fax e rádios. licitações. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados.).encargos trabalhistas . estaduais ou federais. . principalmente. viagens e estadia do pessoal. televisão. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. • Encargos complementares.fianças bancárias ou cauções.benefícios (seguro saúde. borracha. nível. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. Pois. compra e etc da sede da empresa. ar condicionado. cafeteira e etc.despesas com impostos. • Administração central. Entretanto. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.despesas de legalização do contrato. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . na maioria das vezes. . gastos com comunicação: central telefônica. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. . . papel. e não existe nenhuma dificuldade por isto.eventualmente. alvarás e outra taxas municipais. uniformes. concreto ou asfalto. .• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. cadeiras. aluguel de copiadora. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. comercial. financeiro. em função da facilidade de se declará-los. materiais de segurança e etc.

Encontramos multiplicadores para salários. Hora técnica individual ou coletiva. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. microcomputadores e acessórios. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. despesas gerais. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. combustível. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. 1. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. Empresas e Profissionais .6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. com sua cronologia. cartucho de impressora. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. consiste na identificação clara dos seus objetivos.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. assim.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. Portanto. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. garante a uniformidade das propostas. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação.

8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. objetiva e com o maior detalhamento possível. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. através de formulários pré-estabelecidos. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. evitando-se desgastes em futuras negociações. Como descrito anteriormente.HORAS TÉCNICAS 1. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. assim. Será obrigatório montar esta planilha. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. É interessante.

entretanto. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. Empresas e Profissionais . é o que efetivamente deveria ocorrer. no entanto. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. Aliás. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. da fiscalização do contrato. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. posteriormente. usando a nossa experiência no assunto. portanto. Assim. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. portanto. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sem. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. bem como. Entretanto. são difíceis de serem adotadas na prática. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. entretanto de modo geral.

da em qualquer situação. Portanto. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. principalmente.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . bem como.NÍVEL B CONSULTOR .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. 2. 2. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .NÍVEL A CONSULTOR .NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. cursos de extensão. apresentação pessoal e etc.NÍVEL B CONSULTOR . DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. que na ausência de classificação oficial. coordenação ou gerência. Contudo. coordenação. conhecimento de línguas estrangeiras. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. tais como. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. na avaliação profissional. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Ou ainda.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos.NÍVEL A CONSULTOR . Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. informática. pósgraduação. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. uma vez que cada cliente poderá. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. gerência ou diretoria. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . outras referências. Empresas e Profissionais . a seu juízo. mestrado e doutorado. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. Cabe realçar que devem ser consideradas.

com experiência entre 10 e 15 anos. Deve possuir. elétrico. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. mecânico e etc). com experiência entre 2 e 5 anos. ainda. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com experiência entre 5 e 10 anos. civil. com no mínimo 15 anos de experiência. com experiência entre 5 e 15 anos. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. porém. experiência inerente à profissão. elétrico.especializada em questão de natureza bem específica. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com ou sem diploma de curso técnico. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. com diploma de curso técnico. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. ainda. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. mecânico e etc). CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. elétrico. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com bons conhecimentos do software CAD. experiência inerente à profissão. elétrico. Deve possuir. experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. mecânico e etc). ainda. civil. civil. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. elétrico. com ou sem diploma de curso técnico. ainda. com pouco tempo de experiência nesta categoria. mecânico e etc). com diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. ainda. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com integral conhecimento do software CAD. Deve possuir. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. com diploma de curso técnico. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. Possui. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. Deve possuir. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. hidráulico e etc). LABORATORISTA – profissional de nível médio. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso superior ou técnico. experiência inerente à profissão. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. Deve possuir. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . mecânico e etc). TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. Deverá ser engenheiro com renome regional. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. mecânico e etc). experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. mecânico e etc). sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. elétrico. ainda.

informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. sendo que com experiência acima de 5 anos. 2. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. AINDA. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. por exemplo. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR .2. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. sendo que com experiência acima de 8 anos. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. a não ser nos dois últimos casos. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. • Evidentemente. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. 2. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração.1. PROFISSIONAL SENIOR . PROFISSIONAL SENIOR . Os valores apresentados não são cumulativos. sendo que com experiência acima de 12 anos. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.

BENEFÍCIOS. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo.L.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. Se a mesma não se encontra executando contratos na região.T. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região.1. ENCARGOS SOCIAIS. no entanto. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . 3. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. ou através de pesquisa de mercado.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. preferencialmente. 3. principalmente. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. ou outra forma de aferição desses valores. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. e ainda. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. Devem ser considerados. – Consolidação das Leis do Trabalho.3 SALÁRIOS. VALE TRANSPORTE. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região.

atualizada. já que. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. ainda. Para este caso considera-se. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. 3. devendo ser calculado como um percentual deste. rotatividade média da mão de obra.5 horas por semana (ou 8. Deve-se considerar. isto é. além do vale transporte que é previsto em lei. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. bem como.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. Paulo Roberto Vilela Dias 33 .5 horas por dia. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. Entretanto. Entretanto devemos considerar. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. auxílio-alimentação. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. que são pagos aos empregados complementarmente. Deverão. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. etc. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. bem como. portanto. seguro saúde. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. tais como. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. isto é. ainda.1. por hora ou por mês. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. no máximo. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. um total entre 170 horas de trabalho por mês. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. etc. se possível por região. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. ainda. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. ou seja. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei.

5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 .5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. segundo a rubrica 507 do IAPAS. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. SESI ou SESC. feriado. portanto. conforme determina a lei.5 horas 0 horas TOTAL 42. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. INCRA. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. Entre esses itens estão. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. perfazendo um total de 8. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. • Assim completamos a jornada semanal com 42. SENAI ou SENAC.no Sábado 5 dias x 8. domingo. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. um total de 365 .Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. portanto temos a considerar apenas 48. 3. sábado. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. para a construção civil. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42.5 horas diárias. descontados os do período de férias. então. e principalmente. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo.5 horas semanais. entretanto. totalizando. com uma hora de intervalo para almoço. FGTS. férias: por lei são 30 dias. por exemplo. noturna.295 horas efetivas de trabalho por ano. A apresentação da metodologia segue a classificação usual.5 horas por dia. SEBRAE. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. combinações entre estas e etc.5 horas de trabalho por dia (42. aviso prévio remunerado ou não. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. bem como. Assim temos. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A.1. porque: . sendo 8.5 horas. seguro contra risco de acidentes no trabalho. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. Entretanto. e assim. os seguintes encargos: INSS. isto é.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. tanto para horistas quanto para mensalistas. • no sábado não há expediente. englobando entre outros. devem motivar pesquisa própria. Para se definir o valor de 8. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. 2. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário.5 hs por dia = 42. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. e. portanto. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas.de 2ª feira a 6ª feira . SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos.

Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%. não são onerados pelas leis do GRUPO A.30 x 0.75% do INSS sobre 13º salário.0% do salário família. FGTS – 8. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário.L. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. enquanto.4) FGTS – Artigos 439.. a. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1.4% do Funrural e 0.Riscos Graves.6% 2.5% 1. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS. que acrescenta 0.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados. mas. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.787/89 de 30/06/89.0% 0. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0% sobre os empregados. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R.2% 0. sofrendo adicional. individualmente considerada.466 de 14/05/67.06) = 0. apurada pela Previdência. 477 a 486.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses.P. INSS .T. publicada no D.O. 4. por serem próprios de cada empresa.0%.787 de 30/06/89.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. em 03/07/89. 497 e 502 da C. instituiu o percentual de 2. Estes adicionais.1) Lei n° 7. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.5% a. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. 2. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. podendo variar de 0. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. por ocasião da promulgação do R. neste caso.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). Acidentes de Trabalho . não foram considerados no presente estudo.S.P.0% a.U. Decreto n° 59.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988. em relação à empresa. englobando ainda. (Regulamento da Previdência Social). 449.080 de 24/01/79.3% do salário maternidade.3.20% a.2) Decreto n° 60.9 a 1. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.8%. classificando-o como Grau III .5% a. 0.S.

38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . são considerados 30 dias corridos de férias por ano. sobre férias e 13° salário. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. 382.785 de 28/11/67. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. portanto repercutindo. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. regulamentada pelo Decreto n° 57.090/62 de 13/ 07/62.50 x 0. 383 e 384 da C. com redução das duas horas diárias estipuladas. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 70.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. assim. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados.Seção II.03 = 0. na prática. 72. abordou a matéria.T. 307. capítulo III .155 de 03/11/65. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado.P. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. Por fim. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. entretanto. Entretanto. 71.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. (Consolidação das Leis do Trabalho). a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. acima referido. e ainda.L.S.. Caso fosse considerado como encargo social.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.L. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. de acordo com a Constituição.T.20 x 0. o que se observa no setor da construção é que.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. Sabemos ainda. 67. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. será incluído nos custos indiretos. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. e que essa atividade é sistemática. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.

em função do valor do salário.1 = 1. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.09 x 11. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .820 de 20/12/66. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.97 = 0.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. lanche ou jantar).50 x 8. Corresponde ao pagamento de 7.50) x 0. os benefícios previstos em lei. • assistência médica. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas.80 = 6.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade.3. a critério da empresa.º 59.82% a 11.08 x 11.1.9 = 4.8% Podemos considerar. ou ainda. Assim sendo. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. botas. óculos e etc) • alojamento • . em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. FGTS sobre o 13° Salário = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. • seguro de vida. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS.0%. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. almoço . IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0.03 ÷ 0. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. ainda.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). em caso de demissão do emprego. cintos.9% 3.1 = 0. • vale transporte. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. sobre o 13º do funcionário. incluirse-á esta parcela neste grupo.1. 3. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.

770. como informação genérica. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64. entretanto. Assim. conforme abaixo: .80 (dois ônibus por viagem). podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.00 x 1.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150.6% da folha salarial e encargos sociais.00 = 3.00 (R$ 72.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4. porém.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos.00 cada pessoa).2% R$ 64. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço. como por exemplo. portanto o custo é de R$ 75. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. Empresas e Profissionais .2% Em alguns contratos.00. ainda. entretanto.770. • seguro de vida. corresponde em média a 0.06 = R$ 24.1% da folha salarial e encargos sociais.770. vem: R$ 75.00 . então.00 .000. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.desconto sobre o salário: R$ 400.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. é necessário.00 = 4. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais. se considerarmos. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.valor mensal do vale transporte: R$ 3.R$ 24.00 por funcionário mês. teremos o valor de R$ 3.2% da folha salarial e encargos sociais.00 / R$ 1.00 x 0. definimos como sendo de 50%.00 = 3.60 x 20 dias úteis = R$ 72.60 por dia. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional.00 / R$ 1.00 .000.00) / R$ 1. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.77 = R$ 1. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. assim.00 O vale transporte não é um encargo social.80 = R$ 64.00 por funcionário dia. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os Encargos Complementares.00 x 20 dias x 0.770. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. o preço da passagem igual a R$ 1. aqui considerado igual a 77%. • dois dependentes a R$ 50.

Nesta modalidade de contratação. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados. até 2.01 a 600.00 De 429. usufruindo de todas as sua vantagens. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. portanto. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. raras vezes.00 De 600.019 de 03/01/1974. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.2 3.65 9. além dos citados anteriormente.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. quando do encerramento do contrato. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. portanto. Nesta data.00 11.5% • diversos (ticket combustível. admitindo-se. ainda. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses.00 De 715. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. 3.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica.0 13. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS.430 % 7.6 1. assim. 3.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho.5 2. ainda.65 8. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada. Entretanto. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica.0 0. que é regida pela CLT.01 a 1.01 a 715. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. todos os encargos de lei para estes serviços. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . incluindo. prorrogação por igual período. assim.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. auxílio refeição e seguro saúde. a taxa de administração e o lucro. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. Lei nº 6.1 2. 2. seguro odontológico e etc).

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Considerou-se em média 8.2 0.0 0.5 20.5 3. 3.9 37.5 1.0 2.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.Resc.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.09 x H 0.0 8.6 2.6 2.7 0.8 1.Contra Acid.1 5. nas grandes cidades.8 1.08 * H 0.3 59. 5.8 4.0 0.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.4 6.Ressalta-se que ao valor adotado acima .0 1. seu valor em cada caso .1 4.9 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .4 2.0 11.08 * H 37.( B .0 8. nas grandes cidades.2 0.Resc.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .6 6.6 6.6 2.4 6.1 22.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .0 9. isto é .Seman.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.1 4.8 4.Seman.5 0.6 1. 4.Trab. 2.Ressalta-se que ao valor adotado acima .8 14.5 1.5 3.50 * 8.0 11.4 2.5 3.2 0.1 0. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.1 4. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.2 0.5 1.9 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .9 0.8 14.1 4.5 17.1 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .0 12.50 * 8.5 ( E + 0. 23 dias . bem como .Trab. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 85.0 0.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.7 11.8 0.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.5 0.0 0.5 1.015 * 0.Remuner.0 8. FGTS Salário Maternidade Repou.1 5.2 20.8 Repou.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.0 9.0 1.0 2.0 11. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .3 73.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.5 1.D .5 0. isto é .0 1.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.5 17.5 1.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .0 1. bem como .97) H 1 / 11 * 100 0.6 2.C ) . seu valor em cada caso .9 103.6 1. 23 dias . 2. 3.015 * 0.9 0.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.3 22.E .5 3. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .Contra Acid.3 30.0 0.0 8. 5.09 x H 0.5 0.5 horas de trabalho por dia.0 0.0 12. 4.Remun.8 5 / G * 100 5 / (G * 0. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.2 125. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .8 0.

definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. De um modo geral.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. Em realidade.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. fundamentalmente. Entretanto. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . a qual se deve dar total atenção. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. caberá ao engenheiro orçamentista. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. assim. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. isto é. também. também. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. definir o número médio de dias úteis por mês. Depende. deve considerar a época de realização do serviço. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. por mês.

com intervalo de 1 hora para almoço. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 horas trabalhadas por semana. da região de desenvolvimento dos serviços.5 horas para semana de cinco dias úteis. Logo. O que ainda não é de todo verdade. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. assim. bem como. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. portanto.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. Considerando-se. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. isto é. está mais próximo da realidade. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos.5 horas. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. Paulo Roberto Vilela Dias 53 .rial descritivo ou do edital. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. 44 horas.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês.14.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. podemos considerar um total de 42. de acordo com o sindicato da categoria = 8. o período de execução do contrato é muito importante. considerando-se 8. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. entretanto. 4. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. sabendo-se que em média temos 4. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. pois. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente.5 horas diárias de trabalho. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. sendo da ordem de 160 a 166 horas. o que segundo estatísticas conhecidas.

de 2ª a 6ª feira. Entretanto. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria.2. não se consideram férias.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. Assim. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias.1 Medição Em contratos destes tipos. temos que: 19. normalmente. 4. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe.2. formas de cálculo e de medição. por folha específica de apropriação de hora técnica. ou seja. feriados. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. cabe ao engenheiro de custos. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. isto é. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. faltas abonadas. podemos considerar o seguinte: • preço global. Assim.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. ou ainda. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para bem aplicar às propostas de preços. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19.5 horas por dia. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. temos: 20. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. entretanto. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . e comumente ocorre.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. ou até um pouco inferior.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.3 x 8.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. 4.

hora. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal.00. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração.00. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. realizada em numa 2ª feira. Hora extra noturna nos feriados. assim.00 horas por mês = 220.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. Hora extra noturna aos domingos. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços.28 semanas por mês = 188. após às 22:00 e até às 06:00 horas. ocorre o que se denomina como hora extra.27 x 1. podemos definir que as horas extras podem ser divididas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. Hora extra aos sábados. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra aos domingos. Entretanto. das 6:00 até às 22:00 horas. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. assim. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. Hora extra nos feriados. igual a 70%. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. Hora extra noturna. de uma maneira geral.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. das 6:00 até às 22:00 horas. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. Entretanto.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entre 18:00 e 21:00 horas.Calcular a hora extra. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra noturna aos sábados. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas.00 ÷ 220 = R$ 2. salienta-se que para o cálculo da hora extra.

isto é. caso contrário.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.72 x 1. SERVIÇOS DE TERCEIROS.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.00.00 ÷ 220 = R$ 2. Empresas e Profissionais .2 . realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. através da contratação de pessoas jurídicas.Calcular a hora extra noturna. Salário hora = R$ 600. • serviços terceirizados.00 ÷ 220 = R$ 5. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. isto é. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. Solução: Trata-se de salário hora normal. • 3. 5. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. poderá ser configurado o vínculo empregatício.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. que são: profissionais autônomos. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. Assim. cujo salário mês é de R$ 600. entretanto. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. porém. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. • cooperativas de trabalhadores.72 Hora noturna = R$ 2.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13.200. Anteriormente.00. no Capítulo 3. entretanto. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. noturno. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.25 Hora noturna = R$ 3.00.200.46 x 2 x 1.200.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1.

40 286. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. a tabela do imposto de renda na fonte. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa. Entretanto. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. Os impostos sobre o faturamento (ISS.00 Alíquota isento 15% 27.00 De R$ 1.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. Nesta data. pensão alimentícia judicial e R$ 1.00 por dependente.01 a R$ 2. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.058.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria. que emitirá nota fiscal ou fatura.00 R$ 158. que é bastante oneroso. IR .Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. ainda.99 20 8 36 1.80 257. ainda. quando inscrito.115.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos.20 228. 5. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.00 171. nesta data (maio/ 2002). Entretanto.430. porém. É legal deduzir.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200.00 20 7 24 1.70 Acima de R$ 2. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. o pagamento do INSS.287. desde que acordado entre as partes.00 R$ 423. porém.01 20 9 36 1. ainda. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.000.00 20 0 1.144. caso o profissional não seja inscrito no INSS. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.058.00 20 6 12 858. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. Arcará. podendo haver restituição ou imposto a pagar. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.058.60 200. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . PIS. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada. Ao profissional caberá. COFINS.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5.115.Imposto Sobre Serviço.

..239... nesta data.... bem como. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços. a empresa contratante poderá oferecer.. que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato..... sempre através da própria cooperativa. tais como........ que é uma pessoa jurídica convencional... existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante. outros benefícios.. e ainda. contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e .. cap.. aplicáveis sobre a taxa de administração.......................... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente........... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos.... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS.. 1 e artigo 174 – parágrafo 2..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) ........... conforme tabela anexa. ticket refeição. O vínculo do contratante é com a cooperativa.de 05/10/1988 que no Título VII . e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços. Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa. conforme acordo com cada cooperativa. Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .. da taxa de administração da cooperativa.. Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. ou seja... Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada.. 6% TOTAL (Média) .... o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%........5% vale transporte. seguro saúde e etc.... COFINS e PIS). seguro saúde. demais custos diretos e indiretos. ” e do artigo 24 do Decreto nº 22. Com a adição do imposto sobre o faturamento.. benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.... 36......... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) ..................... Nestes casos. 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva............ seguro pessoal......... seguro pecuniário. entretanto. As taxas de administração das cooperativas estão... entre 8% e 12%.................

com no mínimo três fornecedores distintos.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. os seguintes dados: descrição detalhada do item. uma vez que apresentam valores de compra elevados. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. principalmente. • condições de pagamento. • preço de fornecimento. 6. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . após a elaboração da planilha de quantidades. Da pesquisa de mercado. • prazo de entrega e disponibilidade. incluindo todos os impostos. deve constar. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. embalagem e etc. frete. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. por fornecedor.

A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. devem ser computados os valores necessários. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. isto é. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. como. SOFTWARES. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entretanto. no caso de impressoras. ARMÁRIOS E ETC). No caso da empresa não possuir o bem. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. VÍDEOCASSETE. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. TELEVISÃO. são reutilizados em vários serviços distintos. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. incluir substituição de cartuchos. ou seja. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. Assim. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. Aconselha-se que quando for o caso. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. tais como: MICROCOMPUTADORES. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. por exemplo. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. PLOTERES. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. papel próprio para impressão e etc. TV. muitas vezes. IMPRESSORAS. ANTENA. FILTRO. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. combustível e etc). para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . deverá efetuar cotação no mercado para locação. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. em cada situação. outros fatores. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. CADEIRAS.

podemos. conforme informado anteriormente.00 ÷ 24 D = R$ 83.000.00 ET (mês) = R$ 500.000. com substituição de peças e componentes).00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.000.12 ÷ 12 J = R$ 150. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto. temos: D = 15. EXEMPLO PRÁTICO: 1.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.000.00 + R$ 150. temos: J = 15.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. temos: D = 2.00. assim temos: ET (hora) = R$ 900.00 x 0. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. ET = D + J + M M = 0.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.00 ÷ 30 D = R$ 500. Para veículos. no valor de R$ 15.00 ET (mês) = R$ 900. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .00 + R$ 250. por exemplo. por exemplo.000.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000. no valor de R$ 2.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.5 x 15.00 2.00) ÷ 30 M = R$ 250.00.

00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.00 x 0.12 ÷ 12 D = 1.00) ÷ 24 M = R$ 41.00 ÷ 18 J = R$ 20.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.00 D = R$ 100.5 x 2. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.5 x 1. assim temos: MC (hora) = R$ 145.00 + R$ 18. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 . temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses. podemos.00.800.00 x 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00 IL (mês) = R$ 100. assim temos: IL (hora) = R$ 168.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. temos: J = 1. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.85 M = R$ 50.800. temos: J = 2. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.000. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.00 M = (0.00 IL (mês) = R$ 168.800.000.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.67 M = 0.800. no valor de R$ 1. por exemplo. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 M = 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.33 + R$ 20.12 ÷ 12 J = R$ 18.99 3.00 MC (mês) = R$ 83.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. por exemplo.00 + R$ 50. 18 meses.00 + R$ 41. podemos.

800. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .800.67 + R$ 6.00) ÷ 60 M = R$ 6.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.00.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.10 ÷ 12 J = R$ 40.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0. podemos.00 x 0.33 + R$ 6.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00.00 x 0.00 ÷ 60 D = R$ 13.4.800.10 ÷ 12 J = R$ 6.00 ÷ 36 D = R$ 133.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. temos: J = 800. temos: J = 4.17 5. no valor de R$ 800.5 x 800. temos: D = 800.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: D = 4.33 + R$ 40.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ). considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. por exemplo.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0. no valor de R$ 4. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.67 SW (mês) = R$ 173.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).

cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. cujo valor de aquisição é de R$ 450.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 cada. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.00.59 7.50 + R$ 37.750. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00. por exemplo.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62. podemos. geladeira no valor de R$ 800.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00.750.12 ÷ 12 J = R$ 37. estufa para marmitas no valor de R$ 300. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120. por exemplo.00 x 0. assim temos: SW (hora) = R$ 173. temos: D = 3.00.00 cada.00 ÷ 60 D = R$ 62.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . temos: D = 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. conforme dos itens relacionados abaixo.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podemos.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra. armários fechados no valor de R$ 240.750.00 cada.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 cada. temos: J = 3. arquivo metálico no valor de R$ 150. assim temos: MOB (hora) = R$ 100. no valor total de R$ 3. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.00.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00 cada.50 M 6.

50 + R$ 4.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 . assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.50 + R$ 6. por exemplo. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. podemos.5 x 450.00 x 0.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.12 ÷ 12 J = R$ 4.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.D = R$ 12. temos: J = 450.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.25 PREÇOS M = (0.14 Unitário Total M = R$ 6.25 RADIO (mês) = R$ 23.50 M = 0.

Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .2.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.2.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.1. ou seja. ônibus. motocicleta e carros de passeio. 7.

nestes casos. de motor ligado. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. compreendendo duas parcelas. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. ainda.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. Normalmente. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER .1972. Existe. ou seja.2. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. sua utilização em operação normal. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. quando for o caso. Neste caso. a seguir resumido. que é utilizada nas composições de custo. Empresas e Profissionais . Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem.Mão-de-obra.2. para estimativa de custo.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. denominado custo produtivo. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. isto é. DEPRECIAÇÃO E JUROS . que representa o custo improdutivo. ou seja. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). operador de máquinas e auxiliares.1. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . e ainda.1] . enquanto que o custo improdutivo. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. o tempo de espera para entrar em operação na equipe.R)i ÷ (1 + i )n . 7. 7.1. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento.

multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.00 115.000 2. dumptor.250 1.666 1.78 149. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.77 43. Considerando-se o valor residual nulo. Vo sendo que a expressão [(qn (q .63 26. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros. rolo de pneus pressão variável. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. usina de asfalto.000 6 1. durante a vida útil dos equipamentos. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.1)) 100 ] ÷ (qn .1] Fazendo-se (1 + i) = q. constantes da tabela a seguir. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .333 1. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.000 1. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .77 143.96 6 2. motoniveladora.Considera-se o valor residual nulo.500 1.1)] . Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos. gerador.00 15. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus. moto-escavo transportador.90 37.24 20.78 49. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .1)) ÷ (qn .19 31. carregadeira de esteira ou pneus.63 126. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros. Multiplicando-se a expressão anterior por 100.000 5 6 6 6 7 2.19 131. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.500 1. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.1)) ÷ (qn .750 horas anos r = [ [ (qn (q .750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.000 1.250 1. ou horas trabalhadas durante esse período.1)].24 120.000 3 1.90 137.333 2.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.000 4 2.

rolo liso vibratório e rolo liso 0. esteiras. limpeza. moto-escavo transportador. caminhões basculantes. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. lavagem . conforme tabela anteriormente apresentada. parafusos. sem material rodante. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100).01530 Tanque pré-aquecedor 0. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. motoniveladora. uma pick-up.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta.01802 Tratores de esteira.01148 Serra circular 0. pick. carregadeira de esteira e pneus. a percentagem de depreciação e juros.02523 Bomba mecânica 0.02010 Vibrador de imersão 0.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. trabalhando em condições médias. k = coeficiente de proporcionalidade. gerador.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para fins de previsão.. trator de pneus. cantos. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. usina de solo 0.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0.01499 Acabadora de asfalto 0.01319. com seus respectivos encargos sociais. rolo de pneus pressão variável. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. DJ = 35. Assim. lâminas.00 x (0. ou seja.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. • pneus. n = vida útil em anos.01577 Compressor de ar. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . h = horas trabalhadas por ano.up e veículo de passeio 0.01027 Conjunto de britagem 0. pintura. câmaras de ar. diretamente. peças e acessórios de reposição.02103 Betoneira 0. regulagem. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. • reapertos.01148 0.01874 Distribuidor de asfalto 0.000.000. por exemplo. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento.01319 0.01249 Rolo pé-de-carneiro. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. etc. gastos de oficina e mão-de-obra . escavadeira 0. correias. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular.00.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. incluindo materiais. usina de asfalto. conforme tabela anterior. dumper.

. admitindo-se.90 1.. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora.80 Por outro lado..... • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina..... grade de discos. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados..80 0.00 ÷ (5 x 2.. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1.90 0...000. que esta proporção se mantenha constante...TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante..80 0.. pá carregadeira. 0.. inclusive....002 graxa . betoneira. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante. com 92 HP de potência.. tem-se: Vo = R$ 35..... vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual....... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel ....... 0. caminhão tanque..... moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora..000..001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. 0...... no caso de motores a diesel..80 M = R$ 2...50 0.00 0.... temos: M = [35.150 óleos lubrificantes ...50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ...90 0...80 = R$ 2. Empresas e Profissionais .. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes. trator de pneus..80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k... bomba centrífuga....00 0.. 0.. vibrador de imersão. fornecidos por ábacos e tabelas..00 n = 5 anos h = 2........ considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira. escavadeira..002 filtro . dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos.000 horas k = 0......50 0... ou aplicando-se os valores conhecidos...000)] x 0.

.150 0....225 óleo lubrificante .................................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ......002 litros por HP graxa .014 0...... 0...... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0..... antes estabelecidas......012 0.300 0............. 0. 0.... tem-se: óleo diesel ....326 O que justifica o critério seguinte...................006 0. no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0......... 0... 0.......012 0..245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina...... 0..... tem-se: gasolina .. 0....010 0.326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....... 0.... 0... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa...... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0....... tem-se: álcool ..... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0........ para a determinação do custo horário de materiais de operação.....Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.......... que deve ser adotado.. 0...300 óleo lubrificante .. para a determinação do custo horário de materiais de operação....18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel...001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas....245 O que justifica o seguinte critério............. que deve ser adotado..245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool .......... 0. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0................................18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina .326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool........001 x 12 Total 0............002 x 5 graxa ................150 óleos lubrificantes ............... para a determinação do custo horário de materiais de operação.............. ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0...........002 x 7 graxa ...... que deve ser adotado..........001 x 10 Total 0.......002 x 3 graxa .....002 x 6 filtros ..300 litros por HP óleo lubrificante .002 litros por HP graxa ...... 0.225 litros por HP óleo lubrificante .012 0....225 0...180 O que justifica o seguinte critério........ 0....001 x 12 Total 0. 0.... 0..010 0..001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa... 0..........

sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.80.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. anteriormente citada. anteriormente citada.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. etc. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. conforme descrito a seguir: 7.35 pôr hora. temos: MAT = 0. No âmbito desta publicação. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. principalmente nos custos indiretos.62 + 4. kombi. incluindo-se. inclinação de rampas. entre eles. a quantidade de curvas fechadas. inclusive automóveis de passeio.). o apresentado no Manual de Operações do DNER. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).35 = R$ 8. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 .d) Para motores elétricos Assim sendo.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0.18 x 92 x 0. Este processo é bastante sofisticado. à óleo diesel. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. condições da superfície de rolamento. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0.80 MAT = R$ 13. tais como. com potência de 92 HP. entretanto.25 + 4.3. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.97 7.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação.35 CI = 4.35 = R$ 25. referente a pessoal. as leis sociais. assim temos: MO = R$ 4. etc.80 + 13. porém. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. considerando-se as leis sociais (85%). também. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4.62 + 2.

Vp) ÷ Vu.6Va . adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). 7. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. este custo está incluído em item próprio.Vr . C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.3. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.Vp) ÷ 100. pode-se adotar o valor de 100. Para sua melhor compreensão. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.000 km ou 5 (cinco) anos.1. Preferencialmente. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. marca. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. ou seja. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 .1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.

000 23.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 / 60.0 / 10.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.5 / 30.000 3 / 5. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.8 / 10.000 34.5 / 10. função do preço do óleo.000 21.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.5 2. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. Empresas e Profissionais .000 7 / 7. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.000 16.0 / 60.000 8.000 12.2 / 60.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.

acessórios de reposição. cantos.000 6 / 85. câmaras de ar.0000025 0. adotando-se desta forma.0000048 0.5 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 . o custo em função do valor de aquisição. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45.0000033 0. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.000 4 / 40. gastos de oficina e mão de obra.000 K 0.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta.000 10 / 70.0000036 0. etc. incluindo materiais. com respectivos encargos sociais.000 6 / 80.000 4 / 45. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.0000055 0.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 reapertos. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. limpeza. pintura.5 1. regulagem. • pneus. peças. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. parafusos.

000 40. inclusive automóveis de passeio. 7. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. da mesma forma que para o custo por km. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .Vp) ÷ (Vu). apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.4. ou seja. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 50.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.1. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. marca.Vr . pode-se adotar o valor de 100.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. porém.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.60 x Va . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 .4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.

podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses.

MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va .MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. anteriormente citadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). em dois grupos distintos. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. por km ou por mês. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca).5.Vp) ÷ (Vu). e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Vr .

77 x . 4.26 3.09 6.25 35.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.35 4. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.35 23.67 4.000 2.97 6.46 4.32 25.220x + R$ 1.50 7.35 40.000 2.23 32.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.86 0.41 DATA : M.000.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.28 4.29 25.00 23.00 19.220 + R$ 1. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Desta forma.000 5 92 54. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.85 8. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .00 2.80 2. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.00 3.97 1.60 0.35 7.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.126.000.000 2.80 0.00 22.13 41.11 4.97 17. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.77 y = 0.06 2.99 20.52 16.126.000.45 CUSTO HORÁRIO 45.96 7.000 2.62 12.35 4.57 1.200.62 2.000 126.88 1.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.26 13.74 2.00 35.000 5 5 5 5 5 5 92.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.64 49.800.40 3.200.35 OPERAÇÃO Material 24.O.37 11.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.50 16.000 111.000.35 4.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.90 4.88 20.00 2.02 43.800.61 7.35 4.37 50.32 105 .500.35 4.00 2.

) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.000.00 490. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.287.021 0.00 450.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .91 9.00 740.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.000 0.007 0.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .00 1.093 0. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 226.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000 50.56 2.00 85% 50.VP ) / 100.000 J = ( VA .60 * VA .00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.80 5.60 * VA .ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.50 0.013 0.308 D = ( 0.000 0 45.052 0.00 1.00 12 1 5 10 3 0 5.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 60.200.00 450.0000048 500.00 40.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.212.00 40.000.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.00 0.180 0.009 0.OBRIG.000 1 5 11 3 0 5.00 1.00 12 740.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.00 1.200.OBRIG.00 61.00 60.80 5.00 27.50 0.00 157. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .90 0.00 40.67 100.49 0.00 20.003 0.000 0 45.08 925.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 0.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.075 0.033 0.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.

00 0.796.00 60.) / Vida Útil ) x KMM 0.80 925.83 2.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.80 MAT = MO = R$41.00 40.75 x VA .50 0.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.245 x 95 x 1.86 11. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.871.VP ) / 48 J = ( ( VA .83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 642.00 12 1.13 298.80 D = ( 0.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 21.32 R$4.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.13 0.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.200.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .97 + R$50. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.5 MAN = ( R$22.00 / ( 2000 x 5)) x 0.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.200.00 1.01319 R$22.500.OBRIG.00 DJ = MAN = R$2.80 5.01319 x 0.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.34 R$2.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.500.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.5 MAN = MAT = R$1.500.500 0 35.13 + R$41.000 1 5 7 3 0 3.50 249.33 100.00 92.43 28.108.0000048 500 85% 40.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .35 R$1.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.90 + R$4.00 450.00 MAT = R$1.00 1.00 40.35 R$2.79 0.97 + R$7.

seguros e custo financeiro.00 40.00 0.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.126.073 mão de obra (salários. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.00 45. frete e impostos).CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.U. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.50 0.000 15. benefícios e vale transporte). CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. O.00 0.000 0.67 40.00 0. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.130 0.280. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. O.00 1.LUBR.00 50.PNEU. impostos.0000048 10.000.U. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.200. O.00 350. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V. frete e impostos).00 1.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos (aquisição.80 61.00 5 3.00 619.30 4. encargos sociais.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. emolumentos e taxas.80 152. materiais (aquisição.50 100.00 60.000.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.00 1.00 12% 740.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.50 5. embalagem.007 0.000. CAP.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.003 0.U. embalagem.U.007 0. sua importância para o Engenheiro de Custos. e portanto. Entretanto. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .00 619.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.

laboratoristas. material de escritório e etc). Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. no valor dos mesmos. cadistas. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. apenas. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. engenheiros. sondas.00 4. equipamentos de topografia e laboratório. (água. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. (registro de documentos. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. especializados ou não. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. pessoal técnico e administrativo e etc). EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. principalmente. Entre outros. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63.ICMS. por ser de maior relevância. 4.65 10. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância.35 12.00 10. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. PIS. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. (correio) e) Consideraremos.CSLL e outros. microcomputadores e periféricos. mestre de obra. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 .00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal.Os insumos de produção considerados. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. 6 e 7 deste livro. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. esgoto.00 100. COFINS. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 5. Entretanto. Imposto sobre Serviços – ISS.

portanto varia de estado para estado. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 . a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. Assim. entretanto. conforme planilha anexa. sobre a mão de obra. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. pois.65 10 Percentual de impostos 47. consideraremos em média.65 0.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.11% 1.00% 46.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. não representa nenhum erro para o orçamento final.65% 0. de acordo com o que fizemos. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0.impostos. que é de âmbito estadual. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo.8% de impostos. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45.0 (Lucro Presumido) 11.8 26 26 100 0 Impostos 30. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. É importante salientar.34% do preço de venda do serviço.04% 2. dentro dos encargos sociais. encontramos 47.69% 12. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo.35 12. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional.2 (Lucro Presumido) 1. Portanto. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.23%. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.38 1.

a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.9 1.C) . bem como.1 4.0 11.6 2.9 1. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços. materiais.0 17.8 365 52 4 5 30 12 270 (A . por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.8 1.5 3.1 47. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.(B . equipamentos e serviços. como também. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. Resc. entretanto.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab.8 59.8 4. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. ou seja. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas.0 1.9 0. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.0 0.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.9 17.E .5 1.4 1. Portanto.8 14.2 0. Assim. Empresas e Profissionais .6 6.4 2.4 0. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.D . exigindo bastante experiência do profissional de custos.0 0.0 8. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.3 28.F) 20.

só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. instalações e mobiliário. 9. ainda. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. Podemos ter vários multiplicadores “K”. comunicações. aluguéis e manutenção destes. Ressalvamos que. financeiro e de apoio da sede. seguro saúde. telecomunicações. energia. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. aplicável sobre custos reembolsáveis. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. viagens e diárias. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. pequenas despesas. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. equipamentos e veículos fixos. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . como encargos complementares.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. ou seja. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . mobiliário.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. emissão de relatórios. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. telefonia e etc). material de segurança (EPI). estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. ou ainda. a parcela referente a ES. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. vale refeição. Pode-se considerar. taxas. equipamentos e programas de informática e etc. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. encargos sociais. Entretanto. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em porcentagem ao mês.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. emolumentos e seguros. conforme contrato. comercial. • • outros. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. materiais diversos. vale transporte. outrossim. setor administrativo. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato.

No caso dos insumos. entretanto. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. PIS. excetuando-se pessoal. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. Isto é. ainda. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. ou seja. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. que apresenta quatro alternativas de pagamento. Caso contrário. bem como. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. segundo a metodologia exposta nesta publicação. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. sua inclusão é discutível. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. Portanto. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. Ressaltamos que. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. imposto federal. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração.000.858-10 datada de 26/10/ 99. imposto federal. da maneira como apresentamos anteriormente. corresponde nesta data a 0. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda.38%. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. pois. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. COFINS. portanto. conforme a Lei Nº 9.00 por mês.ISS. que corresponde ao pagamento de 4. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. a priori. IMPOSTO DE RENDA. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra.65%. principalmente. CPMF. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . o valor observado não será o real. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. Desta forma. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. que corresponde nesta data a 0. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço.718/98. deve ser definido pela empresa em cada caso. imposto federal.

empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. temos: IR: 8% x 15% = 1. conforme o caso. Administração de obras. Prestação de serviços de transporte. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. são os seguintes: A) 8%. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95.65% sobre o faturamento. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. C) 16%. CSLL . E) 8%. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). G) 32%.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. IR . são: ISS . conforme demonstrado a seguir.6%. exceto o de carga que é de 8%. o valor do ISS. COFINS: Imposto federal. Empreitada global. Lei 9. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. Por exemplo.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4.9. Atividades imobiliárias. Venda de mercadorias e produtos. B) 1. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. Prestação de demais serviços.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. de combustíveis derivados de petróleo. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. F) 8%.718.Imposto de Renda . álcool etílico carburante e gás natural. neste momento. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. D) 32%. função do regime tributário escolhido pela empresa.8%. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. Revenda para consumo. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. o pagamento é devido trimestralmente.

. no caso 10%...... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240......000.... e corresponde a 0...65 0.00 por mês.........000. assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada .. R$ 1.90 1.......... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99......00 .000. Desta maneira..........000.00 por mês........000.........00 ..... R$ 90.... para lucro da empresa até R$ 20................ R$ 120..............00 O pagamento da CSLL é trimestral.... R$ 620......00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc).......000....... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .....000.....000.00 3.00 9% R$ 55.000....00...Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários.......... para o lucro excedente à R$ 20......... 25% .......50 0... Alíquota .000.......... isto é...00 Receita Financeira . a conversão para mensal é nossa.00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro....... R$ 500....000. da mesma forma que o IR.. R$ 1...00 0....00 Alíquota da CSLL .... fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL...... CPMF ..Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)........000. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício . a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS.00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1...... corresponderá efetivamente ao lucro real.......000........ seguindo os semestres civis......... 9% Valor da CSLL a pagar ....800.. uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês..... O pagamento do IR é trimestral.. Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000.. ..000.... seguindo os semestres civis...... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5...00 100% sobre R$ 500......... 15% ....38 11.... R$ 500.......38%.43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto.......... tem sua extinção prevista para 16/06/2002....000.....

65% = 4.impostos: ISS PIS IR CSLL .encargos sociais = 87% .8%. Considerar os seguintes dados: .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante. por preço global. lucro presumido para projetos = 1.encargos financeiros = 1% . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.administração central = 10% .lucro = 4% = 0.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .

08% = 13. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.25 0.01) 1 – (0.00% = 10.0776 1 – 0.2335 = 2.00 1.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.00% = 0.10) = 2.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.65% = 4.7168 K mo = 2.50 1.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00 2.1335 + 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.10 + 0.00 1.7665 b.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 1.00% = 1.87) (1 + 0.00 1.00% = 3.0776 0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.00 1.00 1.00% = 13.80% = 1.

400.00 450.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.317.25 Engº médio 0.00 22.20 240.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.800.500.00 Técnico médio 1.455.710.000.00 600.00 1.00 Mensageiro 1.11 0.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.512.00 Mensageiro 1.500.00 677.00 24.400.00 6.500.00 2.992. ou seja.50 7.00 4.00 5.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito. qualquer item de custo direto exceto salários. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 Secretária 1.00 9.000.1335 + 0.00 7.400.600.00 600.00 Operador de micro 1.500.200.2.00 15.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.10 + 0.00 350.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 540.504.200.7665 = 1.00 948.00 750.00 Secretária 1.00 1.817.00 0.00 Operador de micro 1.00 Topógrafo 1.00 3.00 Auxiliar de topografia 2.50 Engº junior 1.000.000.00 52.00 250.00 Técnico médio 1.00 2.50 Engº junior 1.50 108.700.764.00 0.00 Coordenador de contrato 0.794.00 6.00 1.00 3.260.10) = 1.794.00 1.00 300.00 75.25 Engº médio 0.485.00 Auxiliar de topografia 2.00 8.00 54.00 Cadista 1.700.00 3.00 3.065.00 1.50 4.00 Cadista 1.00 2.756.626.252.092.390.00 1.219.50 3.00 6. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 3.00 400.400.00 1.000. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 3.00 10.00 142.01) 1 – (0.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 K DG = 1.00 16.200.00 19.00 22. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .260.00 9.00 1.00 9.00 Topógrafo 1.200.00 28.252.00 1.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 . Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.00 1.740.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.960.00 176.00 6.29 348.00 1.50 0. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.25 0.00 580. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.50 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.30 32.00 1.25 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 1. por preço global.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.087.00 1. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 1.750.033.00 0. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 2.590.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.35 78.73 156.00 4.00 1.00 435.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.70 783.625.00 21.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 8.00 7.00 870.

10) (1 – 0.53% K DC = K DG = (1 + 0.45 2.80% = 1.2335 2.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.0776 0. pagos pelo próprio cliente.10 + 0.7665 K DG = 1.7168 K mo = 2.00% AC = 10.4515 K DG = 1.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 . ou seja.222222 K DC = 1.0776 1 – 0.65% = 4.08% = 13. qualquer item de custo direto exceto salários.71 K DC = 1.11 0.00% EF = 1.9 K mo = (1 + 0.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2. K mo = (1 + 0.10 + 0.1 0.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.10) = = K mo = 2.00% = 3.01) 1 – (0.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.00% = 4. ou seja.1335 + 0.00% I = 13.87) (1+ 0.01) 1 – (0.10) = 1.00% = 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.10) = 1.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10. Exemplo: ES = 87. qualquer item de custo direto exceto salários.1335 + 0.

00 7.033.504.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.756.00 7.500.00 3.00 435.00 1.00 6.00 1.500.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 2.00 0.00 6 Técnico médio 1.00 16.00 3.00 6 Topógrafo 1.252.512.200.485.00 9.00 250.00 54.00 52.00 6 Secretária 1.00 15.626.00 4.000.50 Engº junior 1.25 Engº médio 0.219.50 7.800.00 142.00 6 Operador de micro 1.50 0.200.700.500.00 600.00 350.00 2.35 78.00 450.000.00 Operador de micro 1.817.00 600.252.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.065.00 1.033.000.00 3.00 Mensageiro 1.00 870.00 2 Cadista 1.794.20 240.00 6.390.092.00 750.700.00 28.50 108.00 5.00 580.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.500.73 156.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 4.000.794.45 32.70 783.00 1.00 10.00 6 Mensageiro 1.00 1.764.00 19.200.00 9.00 1.00 21.960. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 175.000.00 Secretária 1.50 6 Engº junior 1.71 142.00 3.50 4. Empresas e Profissionais . trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.25 6 Engº médio 0.317.00 2 Auxiliar de topografia 2.00 2.00 3.00 Total 1.400.00 1.400.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.114.710.00 6.29 348.00 1.00 677.00 b.00 3.00 8.00 300.00 22.400.00 8.00 Cadista 1.750.00 9.00 Auxiliar de topografia 2.400.25 1.00 22.625.817.00 6.22 264.260.600.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.200.40 Coordenador de contrato 0.50 3.00 948.00 2.00 Topógrafo 1.00 1.00 0.00 24.00 Técnico médio 1.455.00 400.260.087.00 540.00 0.30 32.

600.b.60 6.00 12.960.800.00 0.784.080.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.742.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.00 14.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.3 1.00 1.784.00 0. Empresas e Profissionais .00 EPI unid 18 2 2 15.00% Preço total (R$) 9.00 Uniforme unid 18 2 2 35.000.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 74.00 360.8% ( 12% x 15% ) = 1.5% = 3% = 3% = 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88. EPI e ferramentas aos funcionários.00 9.960. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.114.65% = 1.00 400.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.904.00 Total 264.912.500.600.400.00.00 1. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00 260. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 270.00 0.00 9.00 16.00 300.00 134. portanto.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 2.200.00 12.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 0.00 18.00 400. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.720.00 59.00 Total de encargos complementares 41.00 0. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.8 12 2.00 80.880.00 0. indiretas e o lucro da empresa. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.600.520.00 175.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00: ES EC AC EF I = = = = = 80. conforme Capítulo 6. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.099.00 75.20 1.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.608. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.592.447.40 301.592.254.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.2153 3.0202625 K = 4. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.50% 9. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.91 por hora.05 por hora. bem como.00 1. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.592.15 0.97% 3. impressora.00% 0.00% 30.35 1.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00.608.00.65% 1.00% 3. conforme Capítulo 6.00 1. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.20 57.00 38. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.00 – 0.00 1.08% 9.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.206.216.80 + 1.045.00 52.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.00 1.888.00 38.017.20 Preço total (R$) 38.00%.80% 1. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.00% 1.00% 1. Não será considerada a parcela de lucro.

K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.50% 3.50 1.00 3.000.00 223.85% 143 .00 16.50 50.00 3. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 75.000.50 50.00 505.2927 K = 1.03% Quantidade 50.870.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.870.50 47.10 0.05) 1 – (0.50 1.00% 0.1243 0.08% 13.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.50 235.00 75.000.000.0743 + 0.91 45.60 3. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.91 45.00 3.71 235.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00 60.00 3.00 7.1285 + 0) 1.00 75. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.00 50.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.34 3.41 3.65% 4.80% 1.000.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 3.8715 K= = K = 1.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00 50.05 52.000.00 75.00%.05 52.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.

I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. Empresas e Profissionais = 12.8676 K= = Dados básicos: ES = 77.). Sendo obra por administração. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.80% 0.00. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00% 0.00% 0.0743 + 0.4073 K = 1.00%.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.53% L = 10.00 4.000.80%. presume-se um lucro líquido de R$ 7. uniformes EPI e etc. visa cobrir as despesas com contador.000. portanto.00 84. cujo orçamento previsto é de R$ 75.200.200. CREA e etc.00 EC = 0. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.65% 4.00% 3. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.35%. AC = 5. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.00%. vale para máquinas.08% 12.2146 0.05) 1 – (0.1324 + 0) K = 1.38% 1.50%.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias . Algumas despesas. não será considerado pois. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.50% 3.00 4. inclusive.00%.08% 13. tais como. taxas (alvará.00 (R$ 75.65% 4.500.40 1.

0226 ) x 100 EF = 2.26%.7765 K1= = = 2.1 ] x 100 EF = ( 1.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.10) = 1.0226 . de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.00% EF = 2. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.50% 3.1 ] x 100 = = = = = 0.1235 + 0. aplicando os valores conhecidos na fórmula. metade do período. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.015 ) 1.10) = 1.05 + 0) 1 – (0.015 ) ] n / 30 .5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.00% 0. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição. a partir da data de assinatura do contrato.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.00% AC = 8.015) 1 – (0.1 ] x 100 45 / 30 . vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.77) (1 + 0 + 0. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.1385 + 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1235 + 0. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.05 0.00% 147 .7765 = 1.65% 15.8585 0. sobre o lucro real 9.7615 = 1.5 .07 0.10) 1. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.00%. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.5% ao mês.05 + 0.00%.40 EF = [ ( 1.35 EF = [ ( 1 + 1.05 + 0) 1 – (0.

01 a R$ 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .058. ou seja.414694 0.19) (1 + 0 + 0.115.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.0703 + 0. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.80% ( L x 15% ) = 1.982208 K = 2.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.00 R$ 158. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.8097 K = 2.70 R$ 423.65% = 1. valor do RPA .Recibo de Pagamento de Autônomo.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.12) = 1.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.0226) 1 – (0.1903 = 2.03% = 0.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.115.00 Acima de R$ 2.08 + 0.50% = 3. 11.8585 1 – 0. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.08 isento 15% 27. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.00 De R$ 1. e transcrita a seguir.058.00% = 0.

00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então. a retenção de Imposto de Renda.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.00.ALÍQUOTA ) = Portanto..PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .390. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO . podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.00. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) . Então.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .ALÍQUOTA ) CUSTO . será: RPA = ( CUSTO . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.00.30 ÷ 0.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.70 Assim. podemos considerar o que se segue: 10.00 – R$ 158.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 . portanto Faixa 1.Alíquota do IR e .85 VALOR DO RPA = R$ 1.70 ) ÷ ( 1 .Parcela a deduzir do IR.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .231. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.00.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.Faixa de remuneração.448. não há retenção de Imposto de Renda.0. portanto Faixa 2. logo: VALOR DO RPA = R$ 880.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880. .390.PARCELA A DEDUZIR RPA .390.

onde a competitividade está cada vez maior.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2.940.08 Assim.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. Em nossos dias. portanto Faixa 3.00. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. Entretanto.630. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.92 ÷ 0. de obra para obra. a retenção de Imposto de Renda.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. sem adequação ao projeto em questão. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. onde: 12.0.310.00 – R$ 423.58. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.08 ) ÷ ( 1 .725 VALOR DO RPA = R$ 9. variação que ocorre. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. será: RPA = ( CUSTO . principalmente. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.630.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .275 ) VALOR DO RPA = R$ 7.00.630. A par das diversidades de fontes. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. ainda.59. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .206.

após conferência. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. Equipamentos Paralisados . cujo fluxograma. estão impedidos de produzir. estas fichas. • • • • impedimentos por intempéries. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. No caso de se empregar sistema informatizado. Equipamentos alocados ao serviço . considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). AP-3 e AP5. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. para qualquer serviço da engenharia civil.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. embora alocados ao serviço específico. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. a aferição da produção horária dos mesmos. que. Equipes alocadas por serviço . anteriormente definidas. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor.• análise errônea da especificação do serviço. propriamente a descrição da metodologia. e ainda. AP-4 e AP-6. poderão ser digitadas imediatamente. por razões extras à vontade do construtor. 12. falta de programação do construtor. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . isto é. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. período de refeição.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. para coletar os dados junto às frentes de serviço. abrangendo todas as categorias. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. inserido em anexo. Equipes e equipamentos ociosos .entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. máquinas e veículos parados. não podendo produzir. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. máquinas e veículos.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. por exemplo.é o conjunto de equipamentos.

tabulação e apuração desses coeficientes. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Empresas e Profissionais . que poderá ter outras funções na administração da empresa. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. em função do porte da obra. em plena condição de produzir normalmente. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. e ainda. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . Equipamento Improdutivo . Equipamento Produtivo . Para favorecer o raciocínio. Equipe Produtiva . O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. em conjunto ou não. mantém-se estacionado. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. ou seja.é a máquina ou veículo. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Entretanto. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço.ração total torna-se muito difícil de prever. de fácil produção e operação. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. 12. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. o fluxograma. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras..3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. 12.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. ou seja. porém de motor ligado.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. ou ainda.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado.3. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. em plena condição de produzir normalmente. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. etc. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. instalações elétricas ou de telefones. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. a fim de fornecer uma visão global da coleta.

pois isto é uma consequência do próprio serviço. Ao término do mesmo. numerando-as na parte superior. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. pelo índice. Inicialmente preenche-se o nome da obra. deve procurar corrigi-lo imediatamente. confere os registros efetuados. etc. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. são anotadas no verso da ficha. lanche. tomar água.É preenchida e assinada pelo apontador. os seus totais. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. conforme o cargo ou função do operário. hora de chegada e hora de saída. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. bem como. O controlador central de apropriação. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. porque há interesse de se apurar o tempo. desde que não exceda 15 minutos. correspondentes a cada operário. se houver algum engano. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . simplesmente confere os dados e os envia para digitação. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador.. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. para efeito de controle no escritório. sempre que for necessário. quando necessário. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. ou. deverá ser considerado como horas perdidas. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. As sub-colunas (I) hora de início. no caso de se calcular por software específico. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. ao receber a ficha modelo AP1. pois trata-se de exigência da atividade. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. a nomenclatura dos serviços executados e. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. este tempo. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. topógrafo e outros elementos administrativos. o local de atividade e a data. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. excetuando o encarregado geral. de acordo com o tipo do serviço. Essas horas. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. café.

Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. bem como. O apontador deverá assinar a ficha. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais.3. Deve ser obtido através de sistema informatizado. no caso de se adotar composição de custo simplificada. apontadas no formulário modelo AP-1.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. o modelo. Neste formulário tem-se ainda. distribuídas pelos diversos setores de serviços. abastecimento e lubrificação de máquinas. o tipo da máquina ou veículo. do encarregado geral ou do engenheiro residente.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. material. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. o local e o período de levantamento. ou seja. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. a data. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. uma para cada máquina ou veículo.12. os que prestam serviços indiretos. Nela deve constar o nome da obra. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. retirados do modelo AP-1. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . 12. as colunas correspondentes aos dias. Utilizando-se a composição de custo por produção. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. a potência e a capacidade. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . Os veículos cedidos à fiscalização. a marca. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. refeição. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. transporte de pessoal. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente.3. diariamente. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tais como. Empresas e Profissionais O apontador anotará. No cabeçalho figura o nome da obra. serão parte do custo indireto. o local do serviço.. modelo AP-6. etc. Após. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. modelo AP-5.

Na quarta coluna. Enquanto. • na. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. inclusive. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. No cabeçalho anota-se o nome da obra. referente ao total. somam-se todos os dados. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. expressas em metros. Nas colunas seguintes. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho.3. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. O coeficiente produtivo.4 Resumo das horas . e PR correspondentes às horas produtivas. horas improdutivas e produções. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. Conforme já definido. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. se for o caso. ao término de um dia de trabalho. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. a ser calculada e preenchida no escritório.3. que será colocado na parte superior da linha tracejada. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. utilizada anteriormente.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. bem como. modelo AP-3. com o motor ligado. o diâmetro e o comprimento ou altura. conforme o caso.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. precedido da unidade. modelo AP-5. Empresas e Profissionais . a produção obtida através do Controle Diário de Produção. Na segunda coluna estão as iniciais HP. considerada igual a um dia. o local e o período da coleta das informações. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. e do Controle Diário de Produção. 12. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. o local da execução dos serviços e a data. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo.12. onde for necessário. trator de esteira com pusher. o coeficiente improdutivo. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. utilizando para o registro a mesma ficha. medir a sua produção. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. ou seja. HI. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. No cabeçalho constará o nome da obra. quando se tratar de produção. pela ordem: comprimento. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. em movimento. modelo AP-3. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. Quando não for possível. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. o código do serviço. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. ou. Enquanto. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. modelo AP-5. será preenchida diariamente.

Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. percurso. No caso de se fazer a apropriação de materiais. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. 12.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. sabe-se que. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. origem e destino da carga. local ou comercial. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. para efeito de controle.Para maior garantia dos valores assumidos. no caso de cimento portland. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Assim sendo. distância de transporte em km por tipo de rodovia. etc. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. desperdícios. material transportado. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. ou seja. ou seja. como é o caso do concreto. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. através de traços. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. Nos locais correspondentes às discriminações. por exemplo. no caso dos transportes. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. ao cabo de cada semana ou quinzena. por exemplo.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. e quando for o caso. deverão ter definidos os materiais. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. pavimentada ou em terra. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. 12. 12. Para tanto. abaixo dos coeficientes horas-homens. Neste quadro. ou ainda. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. para efeito de apropriação. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. Isto é. isto é. não haverá apropriação de campo.3. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. etc. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. consumos. e ainda. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima.

AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I .Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORA FINAL I F SHT . AP5 MOD. AP4 LEGENDA A. AP1 MOD. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . B e C = Designação dos serviços. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP3 MOD. x IMPRODUT.HORA INICIAL F . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD.

3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Improdutivas HO .Horas Ociosas . Empresas e Profissionais HT .HORAS TRABALHADAS PR .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .Horas Produtivas HI .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .Horas Produtivas HI .170 RESUMO DAS HORAS . Empresas e Profissionais HP .AP.4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .

ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. Im prod. Data Prod. pelos profissionais liberais. Assim. consultorias. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . Im prod. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13.6 COEFICIENTES Prod. fiscalização. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. vistorias. supervisão. DOS Im prod.2 a seguir. Prod. RESUMO COEFICIENTES . estudos de viabilidade. Im prod. para aplicação em serviços de engenharia. de equipamentos. Im prod.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. também. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. instrumentos e processos de produção em geral. : Im prod.EQUIPAMENTOS AP . Prod.HOMENS Prod. Prod.

o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. a que melhor responde. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. o preparo de arranjo geral esquemático. com nível de precisão adequado. De acordo com a Lei 8. além das fórmulas. aos objetivos propostos.. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. Visa a análise e escolha. • especificação preliminar de materiais. bem como. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . Compreende o arranjo geral. equipamentos e serviços.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. De acordo com o disposto no Artigo 6º. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. dentre alternativas de solução possíveis. a indicação de todos os componentes. ”.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. XI da Lei 8. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. a estimativa de custo. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . a indicação dos métodos construtivos. a indicação dos métodos construtivos.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. bem como. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. a racionalização do programa. a partir dos dados levantados com esta finalidade. técnica e economicamente. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. a definição dos partidos tecnológicos. orçamento da construção. Inclui o estudo de soluções alternativas. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação.. para determinação de quantitativa de demandas. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. equipamentos e serviços. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. podem ser divididas em três fases principais. características e materiais a ser utilizados. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório.

Administração e controle do fluxo de documentos. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. estabelecendo a estratégia de implantação. A0. programação e controle físico-financeiro do empreendimento.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. Atividades de acompanhamento técnico da construção. testes e partida. Empresas e Profissionais 13. Coordenação das interfaces executivas. Supervisão administrativa de construção. assistência à partida. montagem.569. estruturas metálicas e outros. inclusive plano de gestão ambiental.194. bem como arbitragem. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1.2. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. • Acompanhamento técnico da construção. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. de arquiteto e de agrimensor. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. eventualmente. montagem. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 .As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Planejamento. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. testes. técnicas e administrativas. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4.

Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . de 24 DEZ 1966. na página da web do CREA-RJ (www.213.LEI Nº 4.91 e alterações posteriores 13. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . de uma Mútua de Assistência Profissional. pelo Conselho Federal de Engenharia. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo.194. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.496 . Paulo Roberto Vilela Dias 179 . RESOLUÇÃO Nº 278. e dá outras providências. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.br). LEI Nº 5. Agronomia e Veterinária. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.212. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. planejamento. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. e dá outras providências. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio.71. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. coordenação e orientação técnica.07. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. projeto e especificação. e dá outras providências.crea-rj.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. LEI Nº 5.00.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. LEI Nº 6. Arquitetura. autoriza a criação.org. Arquitetura e Agronomia . RESOLUÇÃO Nº 317.2. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. de 24.030435-2.524. Química. Atividade 02 . RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.07. como por exemplo. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro.RS. RESOLUÇÃO Nº 205. de Arquitetura e Agronomia.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966.950-A. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.194. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências.Supervisão. prolatada pela MM.CONFEA. proposta pelo Ministério Público Federal. de 24. regula o exercício das profissões de Engenheiro. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.Estudo. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. RESOLUÇÃO Nº 313. Arquitetura e Agronomia. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.

Artigo 3º . Lei n. urbano e regional. Artigo 5º. Produção técnica e especializada. Execução de obra e serviço técnico. Artigo 4º. rios. estradas. Assistência. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos.Parágrafo único . arbitramento. Condução de equipe de instalação.As profissões de engenheiro. montagem. local. rurais e regionais. em geral. estruturas.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. autárquicas e de economia mista e privadas. montagem e reparo. perícia. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. referentes a edificações. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . reparo e manutenção. avaliação. mensuração e controle de qualidade. estruturas. serviços e equipamentos urbanos. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. obras. seus serviços afins e correlatos. Artigo 1º . explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . de regiões. e massa de água e extensões terrestres.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. conjuntos arquitetônicos e monumentos.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. arquitetura paisagística e de interiores. análise. cidades. Operação e manutenção de equipamentos e instalação.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. e dá outras providências. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. Elaboração de orçamento. Ensino. transportes. Direção de obra e serviço técnico. Desempenho de cargo e função técnica. Vistoria. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I .o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. pista de rolamentos e aeroportos. instalações e meios de acesso a costas. de abastecimentos de água e de saneamento.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. desenvolvimento industrial e agropecuário. Artigo 7º. nos seus aspectos técnicos e artísticos. divulgação técnica e extensão. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. Padronização. Execução de instalação. planejamento físico. zonas.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. meios de locomoção e comunicações. seus serviços afins e correlatos. funções e comissões em entidades estatais. assessoria e consultoria. Fiscalização de obra e serviço técnico. portos.As qualificações de engenheiro. Condução de trabalho técnico. edificações. referentes a edificações . arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. experimentação. ensaio. Execução de desenho técnico. operação. paraestatais. aperfeiçoamento e pós-graduação. pesquisa. em sua maioria. sistema de transportes. planejamento ou projeto. cursos. laudo e parecer técnico. Regula o exercício das profissões de Engenheiro.º 5.

projeto. projeto. direção de obras e serviços técnicos. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção. projeto. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. projeto. Artigo 22º. o projeto. projetos. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . com todas as suas obras complementares. o estudo.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. direção. ensino. com todas as suas obras complementares. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. o estudo. projeto.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária.Enquanto durar a execução de obras. o estudo. projeto.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. fiscalização e construção de edifícios. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. fiscalização e construção das obras relativas a portos. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. de modo a garantir a sua realização. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. produção técnica especializada. direção. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. de arquiteto e de agrimensor. fiscalização de obras e serviços técnicos. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. todos serão considerados co-autores do projeto.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. o projeto. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. a engenharia legal. direção. projeto. direção.º 23. direção. de acordo com as condições. Artigo 19º. projeto. o estudo. industrial ou agropecuária. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. estudos. fiscalização e construção de edifícios. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. trabalhos topográficos e geodésicos. projeto. pesquisa. direção. o estudo. avaliações. Artigo 30º . é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. execução de obras e serviços técnicos. Artigo 28º . nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. perícias. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. pareceres e divulgação técnica. projeto. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água.569. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . estudo. o estudo. vistorias. o estudo. experimentação e ensaios. o projeto.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. instalações e serviços de qualquer natureza. com os direitos e deveres correspondentes. direção. análises. a arquitetura legal. d) e) f) g) Artigo 16º. DECRETO FEDERAL N.

7) Medições de serviços .1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. arbitramentos. produtividade e qualidade. supervisão.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. compatibilização. Consultas esporádicas. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 2. fundamenta dos sobre serviços ou obras. acompanhamento e controles. serviços. 1. laudos técnicos.7) 4) 4.11) Levantamentos topográficos e sondagens. orçamentos. supervisão.5) 1. 2) Gestão. ou avaliação de direitos.2) 3. 2.3) 3.10) Levantamentos técnicos de obras. 2) Programações e dimensionamentos de serviços.6) Coordenação. materiais. Coordenação.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . pareceres.4) 3. 2.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. controle físico-financeiro e da Qualidade.coordenação. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. Assessoria. subdividem-se em: 1. Especificações de serviços e materiais.6) 3. Empresas e Profissionais 3.5) 3. Análise econômica-financeira da empresa.9) Assessoria . Gestão de empreendimentos. fiscalização e acompanhamento de obras. programações e controles.1) 3. Laudos. equipamentos e pessoal. vistorias. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. arbitramentos. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. instalações e afins.7) 1. materiais. 4. Orientação técnico-administrativa.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. avaliações e perícias. coordenação.1) 1. Arbitramentos.5) Administração e Controle contábil. Avaliações e Perícias em geral. supervisão.4) 1. Engenharia Legal.3) Projetos do canteiro de obra. 2. dimensionamentos de serviços. Orientação geral e técnicas de controle. Projeto Básico ou Legal. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.2) 1. Pareceres.1) Vistorias. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e pessoal.4) Planejamentos. Vistorias.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. fiscalização. Anteprojetos. Supervisão. 1.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. 1. Projetos definitivos (executivos).6) 1. 4. 2.3) 1. Laudos. Consultorias ou assistências técnicas.

abastecimento de água. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. Estudos. etc. direção. a saber: 1) 2) Estudos. Estudos. contendo a definição de todos ambientes. adução.5) Julgamentos de trabalhos em geral. de acordo com as normas vigentes. visando montar um programa básico do projeto. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. com informações sobre o terreno. legislação local. abordando os seguintes aspectos: Concepção. drenagem. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. mações.4. direção. apresentando um padrão de cor ou textura. direção. formatando o Anteprojeto. túneis. projetos. perícias. • Plantas Baixas . dimensionamento e caracterização dos pavimentos. com as modificações sugeridas. controles.em perspectiva ou elevação. projetos. cortes. solicitações do Cliente. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . direção. bem como fazer orçamentos. • Estudo de Fachada . irrigação. será apresentado o projeto legal. completando o projeto. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. Empresas e Profissionais 1. Estudos. fiscalização e construção das obras relativas a portos.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. fachadas. túneis. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. grandes estruturas metálicas e de concreto armado.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. barragens. dimensão e articulação dos ambientes.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. localização. 1. perfis. captação. fiscalização e construções prediais. barragens. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. direção.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. bem como.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. em plantas. • 6) Único . Em anexo. esclarecedor de circunstâncias especiais. • Definição do esquema estrutural e das instalações. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . projetos. planejamentos. viadutos e outros. projetos. viadutos e outros. elevações.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. • 3) 4) 5) 1. avaliações.principais níveis da edificação. direção. fiscalização e construção de obras de arte especiais. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. 1. projetos. rios e canais. Estudos. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. 4. Estudos. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. saneamento urbano e rural. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. projetos. arbitramentos.

Deverá apresentar uma descrição completa da obra. aparece a figura do Assessor. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade.Engenharia de Custos . leis fiscais. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.conhecidos os projetos definitivos. através dos coeficientes de produtividade. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. a unidade considerada e os preços unitários. consumo e do cronograma físico-financeiro. aplicação correta dos materiais. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. supervisão.financeiros . Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. que englobe todos os elementos considerados no estudo. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. serviços. 1. 1. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. como impostos. bem como a especificação para cada tipo de serviço. fiscalização. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. com a listagem dos diversos serviços a executar. Por outro lado. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis.8) Estimativas de custos.10)Levantamentos técnicos de obras. comerciais. encargos sociais.1. compatibilização. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. 1. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. segundo uma sintonia perfeita. gera-se um documento único.coordenação. etc. com a indicação das características técnicas. administrativas. despesas financeiras. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. instalações e afins já executados e que por circunstâncias.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. orçamentos. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. planejamentos e cronogramas físicos . os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. as normas aprovadas e recomendadas. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. permite ainda. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. com todas as informações necessárias à execução da obra.9) Assessoria . A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. Cada tipo de obra. 1. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. contendo as quantidades de serviços a executar. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). 1. técnicas e outras. com sua participação. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. em função de sua complexidade. condições de funcionamento ou estado de conservação. houver a participação de profissionais de várias modalidades. na escala convenientemente adequada. em escala conveniente. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento.

materiais. no tocante à administração da empresa. o profissional deverá prever. mão-de-obra. representando as curvas de nível de metro em metro. coordenação. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. Além do mais. como o dimensionamento. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho.2) Programações e dimensionamentos de serviços.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. quanto aos preços de material. bem como previsões de treinamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . face ao controle preconizado. equipamentos. programações. memoriais gráficos e fotográficos. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. contendo todas as instalações a fazer. no mercado de trabalho. 1. indicando os processos de trabalho. mão-deobra e as especificações dos serviços. Feitas as programações e o planejamento. controles e apropriações de custos. diretrizes. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. incentivos para aumento de produtividade e qualidade. dos serviços. pessoal e do financeiro . 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e pessoal . necessidades de material. permitindo ainda um controle. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. 2. 2) Gestão.11)Levantamento topográfico e sondagens . legais decorrentes da organização levada a efeito. orçamento. com previsão das datas do recrutamento. respondendo pela fiel execução dos serviços.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. gerência integral.3) Projeto de canteiro de obra . 2. 2. coordenar. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. enfim. programações e controles. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. supervisão.Uma vez conhecido o orçamento da obra. em função da seqüência dos trabalhos a executar.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. especificações. rotinas. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. a modalidade de medição de serviços. como seu gestor. por categoria. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. licitude das compras e fornecimentos. 2. deverá ser apresentado o organograma.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral .Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. indicando inclusive o dimensionamento da equipe.executante do serviço. dimensionamentos do físico. dirigir e controlar a qualidade da obra. com detalhes do relevo. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. de desenvolver as diversas áreas da obra. nas disponibilidades financeiras da empresa.4) Planejamentos. materiais. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. execução dos serviços. admissão. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. planos de trabalhos. procedimentos. demissão. relatórios.

Tipo de contabilidade. 3.6) Coordenação. reajustamento de preços.2. Conferir todas as medidas. apresentar a resposta à consulta formulada. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. Empresas e Profissionais . lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Pode ser antes. 2. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. 2.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. Tipos de notas. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. visando enquadrar as normas pré-determinadas. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. supervisão. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. todos os acabamentos. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. empreiteiros e outros. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. sobre determinados problemas. 3) Consultorias e assistência técnica. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. esquadro e prumo. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. Sistemas de controle do almoxarifado. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. 3. Determinação do estoque mínimo. Enfim. todos os detalhes métricos. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. utilizandose de testes da boa qualidade. atendendo a boa técnica requerida. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. durante a execução da obra ou serviço. O serviço de assessoria. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. dos serviços executados. bem como o controle da qualidade apurado. 3. com os seguintes sub-ítens: 3. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. estudo de preços e materiais. Escrituração dos custos de obra. quando julgar necessários. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. Exigir nível.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. em laboratórios oficiais. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. o a receber e o a pagar.

porque. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. laudos. Em cada caso. bem como. Às vezes pode ser também solicitado. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Cadastramento do equipamento e avaliação. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. existem elementos mensuráveis. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. 4. a vistoria.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. 3. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. face as tendências do mercado. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. determinando-se o sistema de apropriação de custo. pode ser aleatória. Medidas preventivas a preconizar. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida.3.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. Determinação do fluxo de caixa. da rentabilidade da obra. Neste caso. na avaliação técnica de um determinado bem. diária. No entanto. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Empresas e Profissionais . serviço ou obra. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. mensal e anual da empresa. Assim. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. capazes de oferecer a medida exata do valor. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. executando plantas ou conferindo os existentes. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. será complementado o parecer final. com um memorial descritivo. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. de especificações. Procura de novos mercados. as considerações levadas a efeito. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. Apresentação de um parecer técnico. de modo a executar os serviços em andamento. 4. Levantamento dos imóveis. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. Engenharia Legal. por assim dizer. temos o laudo técnico.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. o memorial descritivo dará as informações colhidas. serviços ou da empresa. Sim.1) Vistorias. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. na maioria das vezes.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. laudos técnicos fundamentados. 4) Vistorias. Contatos de qualquer natureza. normas de controle para o material e mão-de-obra. Avaliação da produção. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. de serviços e materiais. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. avaliações e perícias em geral. pareceres. os elementos computados. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. Já no caso do Direito. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. O parecer poderá ser acompanhado de plantas.

com o propósito de fundamentar decisões financeiras. Parecer .Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. assim como. proporções. contendo as razões do julgamento. administrativos e legais. causadoras de uma determinada situação. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . tendo em vista conhecer sua natureza. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . enfim.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. nos aspectos técnicos. é claro. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. tudo o que depender de julgamento. Na perícia de um modo em geral. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. Como se vê. Avaliação . o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. sem entrar em detalhes. legais. inclusive com a classificação dos concorrentes.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. baseado.Nada mais que a verificação de uma situação existente. e relações. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. concursos de provas e títulos. funções.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. concorrência. 13. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. nas atribuições profissionais. Perícia . 4. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. estimado.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . econômicos. 4. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica .5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. A) Auditoria analítica e crítica . objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento.

Paulo Roberto Vilela Dias 199 .aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. com o emprego da pedagógica e didática. provas escritas. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. realizadas para o preenchimento de cargos. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. produto. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. anais. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. ATESTADO Documento que contém declaração. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Inclui neste item a elaboração de folders. bem como ações de “marketing”. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades.B) mentos de uma atividade. incluindo texto e “layout”. ao desenvolvimento de métodos. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. a um público específico. práticas prestadas. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. plano. matérias escritas. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. de um direito ou de um empreendimento. visando difundir informações. para servir de comprovação perante terceiros. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. mento de provas documentais. mediante planejamento. folhetos. faladas e televisadas e outras. no plano. equipamentos e contratação de mão de obra. planejamento ou projeto. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. Auditoria técnica . coordenação. GESTÃO DE PROJETO. CONCURSO Envolve ações de organização. escrita e assinada por profissional habilitado. em recinto fechado e apropriado. tecnologias de produção. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. necessários a execução de obra ou serviço técnico. planejamento ou projeto. PALESTRA. processos. serviço ou evento técnico/científico. serviço ou obra. sobre veracidade de um fato ou uma situação.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. obra ou serviço. qualidade de produtos. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. dentre outras. profissional habilitado. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. julgamento de concorrências. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. no campo. LAUDO É a peça na qual o perito. podendo incluir acidentes naturais e construções. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. Aplica-se em situações das mais variadas. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme projeto elaborado ou planta. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. de curvas de níveis. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. ou por designação judicial. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área.

• 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. Caso não sejam fixados pelo Juiz. Os honorários profissionais dos peritos. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. assistência técnica em atividades de um empreendimento. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. As responsabilidades do profissional. interesse em discussão e valor da causa. de que tem conhecimento.4. tempo consumido para sua realização. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 .PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. dimen• são e articulação de ambientes. legislação local. atendendo à natureza da perícia. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. sem entrar em detalhes. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. com informações sobre o terreno. solicitações do cliente. bem como os honorários. com a finalidade de subsidiar decisões. conteúdo substancial do trabalho. visando montar um programa básico do projeto. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. o perito. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. por escrito. devem ser explícitos em contrato adequado.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. 13. bem como. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. avaliação ou vistoria. etc. VISTORIA Verificação de uma situação existente. entre outros decorrentes de exigência legal. legislação.

..2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado.... 40% • Projeto de Execução .. 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.... memorial descritivo com especificação de materiais.... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados........... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas....... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ...... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos...... Levantamento de Dados e estudo Preliminar ...... apresentando um padrão de cor e textura.... contendo a definição de todos os ambientes... abordando os seguintes aspectos: Concepção... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 . A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. Projeto de Interior Plantas baixas............... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto....... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas... aplicação correta dos materiais e etc......... as normas aprovadas e recomendadas...... dimensionamento e caracterização dos pavimentos.... Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto.... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões.• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício.. perspectivas....... 13. em escala conveniente...4.. tendo em vista conhecer sua natureza. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. com todas as informações necessárias à execução da obra. Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço... 13. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal .......... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais.. cortes.. possibilitando obter licenças e alvarás da obra............ detalhamento.... Através da compatibilização dos diversos projetos... 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... • Definição do esquema estrutural.... de acordo com as normas vigentes........ proporções............

coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. É também análise de resultados de um programa ou projeto. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. ATESTADO Documento que contém declaração. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. a um público específico. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. em recinto fechado e apropriado. CONCURSO Envolve ações de organização. escrita e assinada por profissional habilitado. gerenciamento e julgamento de provas documentais. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. sobre veracidade de um fato ou uma situação. Conferência: Exposição de tema. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. de um direito ou de um empreendimento. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. econômicos e administrativos. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. práticas prestadas.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para servir de comprovação perante terceiros. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. coordenação. Empresas e Profissionais . nos aspectos técnicos.

b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. em atendimento à legislação.insumos. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. matérias escritas. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. bem como ações de marketing rural. econômico e social da propriedade rural. anais. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. beneficiamento. Inclui-se neste item a elaboração de folders. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. serviço ou obra. serviço ou evento técnico/científico. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. envolvendo fauna e vegetação. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. produto. ao desenvolvimento de métodos. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. incluindo texto e layout. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. solo. tecnologia de produção. junto ao órgão ambiental competente. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. GERÊNCIA DE PROJETO. ou de uma dada região. transporte. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. visando difundir informações. processo. necessários a execução de obra ou serviço técnico. faladas e televisadas e outras. folhetos. c e d. comercialização. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. geologia e geomorfologia. águas superficiais e subterrânea. sem a indagação das que a motivarem. entre outros) Caracterização do meio biótico. Caracterização do meio físico (clima. mediante planejamento. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. Caracterização do meio sócio-econômico.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

Paulo Roberto Vilela Dias

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. compreendem-se sistemas de certo porte. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. etc) e quadro de distribuição de emergência. especificação dos materiais. no âmbito da iluminação. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. a partir de quadros de distribuição específicos. por exemplo com indicações de “saída”. determinação da potência de fonte geradora (baterias. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. Inclui memorial e especificações de materiais. a serem ligados ao sistema de emergência. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. deve ser encarado como um projeto à parte. com detalhamento. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. Memorial. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. Subdivisão dos sistemas.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. define apenas uma previsão de carga para iluminação. Inclui memorial e especificações de materiais. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. com respectivas proteções e controles. grupo motor-gerador). ou a evacuação de pessoas com segurança. água de refrigeração. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. tomadas e esperas especiais. Por iluminação de emergência. corrente contínua com entrada em operação imediata. por se tratar de um trabalho específico. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. neste item. não são aqui considerados. com diversas variáveis envolvidas. Estudo a respeito da demanda. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. ou projeto de luminotécnica. exaustão de gases. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema.

Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. do latim liberais. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. são sinônimos. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. Assim sendo. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. em todas as fases de sua execução. de líber (livre). literalmente assim se deve entender toda profissão. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. nos serviços fiscalizados pelo CREA). “Pela adjetivação liberal. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . isto é.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. que possa ser exercida com autonomia. do CONFEA. o caráter distintivo do profissional liberal. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente.

também acordada previamente. consultas e outras. • Artigo 40º . alimentação. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. Eventualmente: Insalubridade. etc. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. • • Nenhum serviço será iniciado. as condições de pagamento. etc. materiais diversos. • Artigo 50º . número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. salários de auxiliares. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. estadia. ter Contrato ou Convênio. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. etc. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. a seu favor. segundo as regras ordinárias de experiência. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. aluguel de equipamentos. Custo efetivo dos projetos. condução. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. como: análise de solo.o Código de Defesa do Consumidor . especificidade e dificuldade dos serviços. contribuição social. confeccionados em papel timbrado do profissional. serviços de terceiros. Caso o cliente forneça transporte. • Artigo 39º. despesas auxiliares de transporte.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor.. inciso VIII . Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. perigosas ou de difícil acesso. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. quando a critério do juiz. sendo calculadas tomando por base. dos materiais e equipamentos a serem empregados. material. Dentre os vários artigos desta Lei.das todas as despesas referentes a: pesquisas. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. obras e serviços. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. bem como as datas de inicio e término dos serviços. b) complexidade. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. inclusive com a inversão de ônus da prova. taxas públicas. sobre carimbo. impressos. hospedagem. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista... inciso VI . alimentação. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . datados e assinados pelo profissional. contendo o nome. podendo ainda. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . o tempo de viagem e o fim específico. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. de área ou volume. • c) as medidas lineares. correrão por conta do cliente. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. se não houver ART. no processo civil. salvo expressa estipulação em contrário. ART. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres.sede do profissional.

R$ 100.R. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 40.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 144.M. segundo legislação vigente do CREA.500.800.T.mo.) Gratificação Natalina (8.P.200.00 149.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .656.º 4.3% R.500. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. deverão ser cobradas as horas trabalhadas. regido pela CLT.82 Remuneração (R$) 1.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.0% R.00 2.48 80.P.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias. de responsabilidade do profissional. mensageiro e etc).M.800. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por desistência do cliente.) Gratificação de Descanso Anual (8. será cobrada uma multa de 5% ao mês.200.ART sobre serviços de R$/mês 4 . Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos. 14.950-A de 22/04/66.00 173.3% R.P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 20.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.M.000.00 6.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado. água/esgoto.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.54 120.00) . Empresas e Profissionais R$ 30.).Anotação de responsabilidade técnica .00 NC NC 873. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. amparado na Lei n.00 120.00 140.00 2.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 40. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .00 170. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.40 9.00 4.00 3. isto é.33 30.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.40 149. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.00 20.00 5. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.

66 R$ R$ 22.54 120. I = (CTM – 360) / (1 .Imposto de Renda (27.660.00 173.275 + 0.0%R.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.200. água/esgoto.00) .48 100.P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 25.00 25.00) R$ 1.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Anotação de responsabilidade técnica .00 50. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .60 182.346.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .P.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.33 R$ 120.00 182.60 200.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .135.795.00 3.60 9.) Gratificação Natalina (8.) Gratificação para Descanso Anual (8.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.Não Computado R$ 160 4.00 120.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .000.00 180. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .(0.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.33 40.88 29.3% R.P.ART sobre serviços de R$/mês 4 . móveis e utensílios Aluguel e.00 NC NC 913.00 176.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 R$ 30. mensageiro e etc).5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 4.3% R.05)) IRPF .00 171.

3% R.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 5.5% Custo Total Mensal – R$ 360. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 4.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.00 60.906.00 R$ 30.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .50 290. água/esgoto.275 + 0.00 120.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.(0.Anotação de responsabilidade técnica .000.3% R. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .20 250.50 9.185.00 173.00) .05)) IRPF .Imposto de Renda (27.00 200.410.113.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .P.496. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .33 40.54 200.33 R$ 200.Não Computado R$ 160 5.0%R.78 R$ R$ 27.00 35.00 290.00 35.56 36.) Gratificação para Descanso Anual (8. mensageiro e etc).00) R$ 1.00 250. I = (CTM – 360) / (1 .500.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 NC NC 1.) Gratificação Natalina (8.P.00 280.48 160.P.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .

Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.) Gratificação de Descanso Anual (8.200.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .Imposto de Renda (27. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 50.15 R$ R$ 40.P. I = (CTM – 360) / (1 .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .80 56.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 7.000.00 80.00 431.33 60. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.045.33 R$ 250. água/esgoto.00) R$ 2.00 50.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.0% R.60 9.00) .00 173.528.00 NC NC 1.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .54 4.P.(0.P.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.40 300.05)) IRPF .53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.48 200.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 416.3% R.Anotação de responsabilidade técnica .00 R$ 30. mensageiro e etc).00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.516.419.00 300.60 431.00 160.00 120.) Gratificação Natalina (8. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .00 257.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.275 + 0.3% R. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .233.

3% R.00 120.Imposto de Renda (27.00 572.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.50 9.00 330. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.5% Custo Total Mensal – R$ 360.77 78.00 50.48 200.89 160 R$ R$ 55.54 240.33 R$ 320.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .33 70.360) / (1 – (0.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .000.251. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .00 NC NC 1.05)) IRPF .00) .00 173.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.593.00 200.669.393.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.923. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .275 + 0.00 539. móveis e utensílios Aluguel e.P. água/esgoto.00 4.ART sobre serviços de R$/mês 4 .50 539.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8. mensageiro e etc).500.P.00) R$ 3.Anotação de responsabilidade técnica .P.00 9.00 286.0%R.00 50. I = (CTM .00 360.3% R.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.) Gratificação Natalina (8.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 R$ 30.

... trabalho em equipe.71 97.. Nível de especialização... 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva......3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado. I = (CTM – 360) / (1 ..661. competência interpessoal. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento.. cursos de extensão e especialização....666..05)) IRPF . • Despesas com certidões. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se.... conhecimentos de línguas estrangeiras.275 + 0. R$ 50.. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 . apresentação pessoal e etc.. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela..NC – Não computado .00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: . Bem como. por trabalhos prestados.(0... pós-graduação..Imposto de Renda (27.É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho. pelo menos momentaneamente. R$ 25.88 R$ R$ PLENO A MASTER .... Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências.. informática..00) R$ 4.00 (até 5 anos de formado) 68.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.... mediante comprovação pelo profissional. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional...15 160 TRAINEE E JUNIOR .. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil....... incluir as despesas com: aluguel de escritório. salários de empregados e seus complementos e etc...994. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio...5% Custo Total Mensal – R$ 360. condomínio. • As despesas extras... experiência profissional. serão cobradas à base de 33. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente.. em viagem..CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10.. se for o caso... tais como. Ou ainda...Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado. . mestrado e doutorado.

no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. municípios ou estados. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. ou ainda. Entretanto. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. bem como. bem como. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes.

1 2.0 Edif.50) Inclui anteprojeto.00 2.50) 3.8 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. projeto executivo e orçamento da obra. Industriais 4.50 (de 16.8 (R$ por m²) 7.3 2. 15. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.2. Comerciais e/ou residenciais 4. projeto legal.2 3.8 4.9 1.2 3. impostos.0 5.00 R$ R$ R$ R$ 6.18 Edifícios industriais com um pavimento 0. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica). As formulações são bastante abrangentes.0 2. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.50 (de 2.2 2. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.0 1. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.00 3. Cc = Custo convencional da estrutura.8 4.7 3.4 4. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. S = Valor vinculado percentual de referência.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .6 2.4 2.15.00) 3.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas. dimensionamentos e detalhamentos.00) 6.50 (de 2.1 2.1 2. (***) O projetista.1 2. no mês da proposta. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural. fornecido pela Revista Construção. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.2 3.50 2.50 (de 3.5 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.0 Edif.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. Não inclui cálculo da fundação profunda.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES. Avaliam ainda encargos sociais. estudos preliminares.4 2.2.8 4. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 3. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.

........... H = Honorários de projetos............ S = Valor vinculado percentual de referência........0 As repetições integrais do projeto...5 16 15.. cortinas em subsolos dentre outros.. deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12....5 11 10...................... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16... 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais......... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.....Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza..5 10 Edif.... incluindo os elementos de fundações... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15............ uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%...2 9...........................02 m3 / m2.50......................... 35% 2a a 5a repetição ..................5 12 11................ em quilogramas.5 11. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%...... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo............. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3......2.... Caso haja cálculo de protensão..............6 10....5 9... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ... 10% a partir da 41a repetição . 25% 6a a 10a repetição ....... Industriais 12 11........2 9.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%.. sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%......0 10............ os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0...3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros........5 15 14 13 12 11 Edif.......... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio...... 20% 11a a 20a repetição ............................8 9. 15% 21a a 40a repetição .... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..

................... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis... 15% 21a a 40a repetição .............. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ............. entre 5001 e 10000 m2 ......... 25% 6a a 10a repetição ............80 1........ 35% 2a a 5a repetição ................................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ... inclusive os elementos de fundações.................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%...50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%........... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%........ entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ..... Em galpões industriais.... 15... Em galpões industriais.................. deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%.50 As repetições integrais do projeto.... entre 2001 e 5000 m2 ............ R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..............................65 1....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%...................... superior a 10001 m2 ..... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais.............. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ......................60 1................................... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar.....00 1........50 2... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais..... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas................. 10% a partir da 41a repetição ........... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas................ Em galpões industriais................ Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.......... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ...........00 1........... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .. Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural........ 2.70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos . os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2..... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas..............20 2....... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ....70 1.... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado....... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.......................... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ..............2......20 2........................................... 2.. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas..... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.................80 1.................80 1........... 2........ entre 501 e 2000 m2 .........4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais........... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ........• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros..................................... 20% 11a a 20a repetição ..................... 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ...................00 1........ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%...

60 0........... seta indicadora de saída.............. 1.. Empresas e Profissionais ..... entre 5001 e 10000 m2 ...................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%.......... entre 10001 a 15000 m2 ..... entre 5001 e 10000 m2 ....00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2..... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares...90 0........... 2.... entre 10001 a 20000 m2 ............... caixa de cloração............................ R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos . entre 1001 e 5000 m2 ... superior a 15001 m2 ....... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica............................ reserva de gás................50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ............... entre 10001 a 20000 m2 ............35 0............... superior a 20001 m2 . 2. Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento... caixa separadora de fibras.................................. extintores de incêndio.. 2................. alarme bitonal....000...................75 0... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento............................. * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames..... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500..40 0......75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ...................00 por m2...................... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.............70 0.......................... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%. * Caso haja instalações de gás.......... 0.............................00 0........... 2.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%............60 0..................... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1........................ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1........................... entre 5001 e 10000 m2 ....................................................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ..............00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2..... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios......45 0.....20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ............ entre 1001 e 5000 m2 .... superior a 20001 m2 .............. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .....* Caso haja instalações de água quente........50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...50 0................ R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ......... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás..... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo...... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 . o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.... entre 1001 e 5000 m2 .55 0.............30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático...........70 0.......................... iluminação de emergência........... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%...50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ........................ 0........

...........000... experiência do profissional........000....000.........00 De 100.................40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição .... 2 15.......................000.......000..000.. 15% 21a a 40a repetição .............000........ derrocamento........... tempo estimado na execução do serviço.000.....................000...12 3.....................50 área acima de 10001 m2 ........000..........000.......... 0.......... 0.. 10% a partir da 41a repetição .............. 0......00 0........00 VALOR DO BEM (R$) Até 50....00 a 10........INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ...000...000.00 a 100.....00 De 500. 35% 2a a 5a repetição .......00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...............................2.............00 0....000.................................100..........................00 a 1......... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade...........00 0........... 0.....00 De 200.... 0.....00 a 200.....20 1. 25% 6a a 10a repetição ........................5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho..... DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500.....00 0...35 Edifícios comerciais área até 2000 m ...........000. pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 .35 850...000......50 área entre 2001 e 10000 m2 ...600......00 De 5......00 Acima de 10..........00 a 5. topografia e geodésia.........90 50............................65 250.......................600.............00 0.......................00 0..00 a 500.. grau de dificuldade e complexidade técnica da análise...... 0..............00 De 50..... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação............000....... dentre outras.15 2.......... 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos..70 área entre 501 e 10000 m2 ..000.40 área acima de 10001 m2 ...00 De 1. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .00 0.....000....... traçado de estradas...07 8..000..600............. 20% 11a a 20a repetição .................

500.00 2.000.00 a R$ 55.00 a R$ 35.00 a R$ 120.001.00 a R$ 30.00 De R$ 25.00 De 8.000.00 a 15.500.00 De 2.00 a 8.000.000.00 a R$ 50.001.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.000.00 a R$ 15.00 por cada R$ 20.00 a 3.00 Acima de R$ 180.00 De 2.00 6.000.000.00 De 12.00 a 7.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.001.00 a R$ 180.00.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 De 10.00 De R$ 55.00 a 1.00 9.00 a R$ 90.00 3.000.00 De 1. mais R$ 200.000.00 De R$ 85.500.00 1.00 a 2.00 De R$ 120.000.000.001.501.00 De R$ 50.00 De 3. mais R$ 200.000.500.00 De 9.000.00 a 2.000.00 De R$ 30.300.001.000.000.000.000.000.500.00 De 4.500.00 6.00 a 12.00 Acima de R$ 180.500.501.00 De 7.00 9.00 De R$ 35.001.000.000.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.000.001.00 a 4.500.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00.00 De 1.000.00 a R$ 85.000.00 4.00 Acima de 15.001. prevalecerá este último.00 a 6.000.00 a R$ 180. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 HONORÁRIOS (R$) 1.000.00 De R$ 90.00 De 5. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .000.00 a 5.200.00 De R$ 7.200.000.00 3.000.000.00 1.00 De R$ 15.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.00 De 6.000.000.500.00 2.000.00 6.000.00 por cada R$ 20.000.300.000.500.000.00 a 10.501.001.00 a 9.001.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.500.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 Quarto de solteiro unid 300.00 Banheiro completo unid 450. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 300. alvenarias.00 100. rebaixamento.00 400.00 400. simplificadamente. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula. pontos elétricos e hidráulicos.00 200. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. colunas.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. esquadrias.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 Sala de jantar unid 300. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 300. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores. camas.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 Lavabo completo unid 400.00 Área de lazer completa (churrasco. iluminação.00 Quarto de casal unid 300. revestimentos.00 200.00 Cozinha completa unid 600.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Palestra e Conferência Aula: 1. paginação.00012)0.00 200.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.78 x 75 + 280. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.00 300.00 200. piscina e sauna) unid 1.00 350. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil. lay-out e ambientação. unid unid unid unid unid unid 300.500. mesas e etc 15. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.00 700.00 250.

5 + 0.Áreas até 50 ha .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Áreas acima 50 ha 11.18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 27. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.276 HT por ha excedente a 50 ha 8. Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.5 .Áreas até 50 ha 11.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas acima 50 ha 18.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Áreas até 50 ha 18.5 .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0.Diagnóstico Técnico.5 + 0.

Áreas com até 10 ha .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15. viaduto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Plano de Corte Florestal .Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas com até 10 ha 20 .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 200 ha 150 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .

000.000.....001........001.200.....00 R$ 1.00 1. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .200...000....00 1..38 400...000..55 3...00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 ....00 0.000.00 a 400....000..00 a 120.00 1.00 a 15..000.000..000..43 7.00 0..000.001.00 15% 10% 30% 15...10 600.....00 a 3.00 R$ 850.......00 a 200..001...200.................001....000..550.000..000..800...500......00 1. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600...500.......00 R$ 900.....31 120....000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.99 800. Desenho Definitivo ...... Projeto Básico .00 0.00 0.TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1.500....00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto....00 800.00 1.....00 2.7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada..00 a 1..001.......00 0..93 200..00 1......500....00 0...00 800.00 a 600....000...000.00 a 2.00 a 7... Projeto Executivo ..00 0....000..00 0.88 1..001..00 a 10..00 R$ 1.......00 1..001...47 5.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares........000.000.. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 a 800..........001..000.39 R$ 1..00 R$ 1..66 2.000..000..00 2.....00 a 1..........100.200.....200.77 1.40 10.000....001.........00 a 5...001.00 0..00 1..........000..000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1.000..000..000.001..500..000.

263 Paulo Roberto Vilela Dias .CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador.950 A.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. Química e Veterinária. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. sob a dependência e mediante salário”. A Lei nº 4. cujo art. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. 7º. Em 24 de dezembro de 1966. Agronomia. até 8 horas/dia. Arquitetura. a Lei nº 5194. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. de 22 de abril de 1966. A Lei nº 4. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. inciso V. no seu artigo 82. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho .

50 x salário mínimo S.M.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 S.P. = ( 6 x 1. = R$ 2.M. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.M.M.P.P.P.00. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P.M. Empresas e Profissionais S. = R$ 1.00 S.P. = 9.M.500. = R$ 1.P.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.200.M.P.M.5 x salário mínimo S. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.00 x salário mínimo S.50 + 1.P.P. = ( 6 x 1.M. = 6 x R$ 200. = 7. = 6 x salário mínimo S.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 . = 9.5 x R$ 200.00 S.00 S.00 pôr mês OBS. = 10. acrescentar 50% às horas extras. = ( 6 x 1.M.M. = 7. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.M.P. as horas excedentes serão consideradas horas extras. = R$ 1. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. = 10.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.M.M.P.P.25 ) x salário mínimo S.100. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.P.M.800.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.M.P.0 x R$ 200. de 5 de outubro de 1988.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.50 ) x salário mínimo S.50 x R$ 200.: Após 44 horas semanais.P. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

Paulo Roberto Vilela Dias

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

18
O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

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não admitir interferência nos métodos executivos. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. cargo ou função. atos constitutivos. prazos. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. equipes ou equipamentos inadequados. preços e condições de pagamento. não assumir compromissos extra-contratuais. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. nomeação. CNPJ. representado(a) por (nome. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. Empresas e Profissionais . NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). (nome. identidade. com firmeza. • cumprir rigidamente as normas. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. as reivindicações de métodos. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. procurando cumpri-los e até antecipá-los. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. se for o caso. COMO CONTRATADO(A). • não admitir postergações na medição de serviços executados. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS).Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. DE UM LADO. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. além do especificado. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. referência à legislação. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. Medições • manter registro permanente. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. não improvisar métodos. COMO CONTRATNTE. atualizado pelo menos semanalmente. prazos e exigências do contrato. 18. DO OUTRO. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. e endereço). na época oportuna. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. encaminhar sempre objetivamente. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. CPF. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções.

expedida pelo CREA. ajustado o presente Contrato. obedecendo no que couber.. serão pagos no (. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos.666 de 21. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações.666. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8.. referidos na Cláusula anterior.. Parágrafo Único: Nenhuma alteração.06. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários).1993. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA.. ou das especificações e disposições contratuais. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA.. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . efetivamente executadas e aferidas. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. regulamentos.. endereço). se for o caso). CPF. Empresas e Profissionais . e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s).... Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...) dia. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.eleição.. de outro lado. cargo ou função. CNPJ. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. representada(o) por (nome. modificação. e referência de outorga de poderes. tem. constituição jurídica. no caso de sua extinção. portador da carteira profissional nº . contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança... bem como pelas normas.. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). identidade. em sua substituição. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. legislação estadual e/ou municipal complementares. ou... variação. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). a empresa ou profissional (nome. acréscimo ou decréscimo. poderá ocorrer. independentemente de transcrição. entre si..

Anotação de Responsabilidade Técnica.. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. permanentemente. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA..666/93. Agronomia e Arquitetura.) dias consecutivos (ou corridos). a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. se houver.). expressa em forma decimal pelo índice (. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato. aplicada uma só vez em cada ocorrência. pelo número de dias de atraso.. rubricas. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.Ordem de Serviço. Empresas e Profissionais .) (.Conselho Regional de Engenharia..) no valor de (... com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. sob a modalidade de (. durante a sua execução. observados. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento..666/93. e a data do seu efetivo pagamento. um total correspondente a (. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART .. exclusive.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere... mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês.). Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos.... dele decorrente.. pelo número de dias de antecipação. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8. notas de empenho e demais indicações pertinentes). a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer...666/93.... CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. correndo a despesa.. a CONTRATADA prestou caução. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que integra o presente instrumento. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.. conforme norma do CREA .) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. serão concedidos descontos de 1% ao mês. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8... efetivada em data de (.)..

. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos..sive. por mais privilegiado que seja. o Foro da cidade de (. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .) vias. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . de comum acordo. exclusive. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS .) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. por estarem justas e acertadas. E. com renúncia a qualquer outro.666/93.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo..Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.. Vitoria..Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO..666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. juntamente com as testemunhas abaixo.

American Association of Cost Engineers.DE 11 DEZ 1933.569.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . palestras.º 5. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .Multiservice Engenharia Ltda . Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. desde 2000.º 218. LEI N.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.194. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.Construtora Affonseca SA . Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.º 23. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .Engesul – Construções e Projetos Ltda . • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.SEAT SA . • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. DE 29 JUN 1973. DE 24 DEZ 1966.

1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.ibeccustos.br .org.br). Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.com.org. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .br www.crea-rj. em Gestão em Construção Civil e MBE .ibec.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país. associados ou não. e-mail: andrea@crea-rj.br www.org.

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