Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS .......................... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia.....6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ........1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ..................................7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .. CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL............. em especial................. através de palestras....... 259 15............13................. 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M........................................................................... 252 15........................... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates... 203 13.......................... 236 15.. principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões.................. 20........... 269 18............... por isso é fácil entender porque....... 269 18.. Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14......... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR .................................. Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos............. QUALQUER ESPECIALIDADE ....4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS .......................br .............................. 197 13......................... já este ano... sobretudo nos últimos quatro anos.. 249 15.....................................................2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ...1 ANÁLISE DO CONTRATO ........crea-rj................ Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática........... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS . Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www..... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ...... 235 15.......5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ................................... 255 15..........5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL .................. 17.........4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ........ cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho..............org................ sempre contando com o apoio do IBEC.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .... 205 13.......... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE .... projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis................... publicado em fevereiro de 1999................. 15.............. Neste fim de século.... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos.. do mesmo autor. 235 15............................................................. e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos.................. 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16.............................. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega........................3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL .................. Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais..... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001......3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19................................. 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18..........................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ........................ foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos..2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS .....

por certo. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. Pedro Paulo e Julia. E os anos passam. do capítulo 12 em diante. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. A dedicação à vida profissional. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. entretanto. entretanto. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. Assim. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. ainda. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. 1 INTRODUÇÃO 1. do capítulo 1 ao 10. A segunda parte é dedicada aos autônomos. pesquisar. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. a metodologia aqui exposta irá. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Rio de Janeiro. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. Lembramos. as semanas do mês e os meses do ano. arquitetos. escrever.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. inclusive trabalhos autônomos. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. Profissionais e Empresas”. Este documento é. os dias da semana. 1. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços.

para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . projetos básicos e executivos de qualquer natureza. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. Assim. computadores e impressoras). e principalmente. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. Além disto. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. serviços por administração. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. assim. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. em grandes empreendimentos. percentuais do valor final do empreendimento. isto é. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. principalmente. ou seja. equipamentos (topográficos. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. com um pouco mais de dificuldade. hora técnica individual ou coletiva. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . gerenciamento de empreendimentos. 1.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. materiais. porém. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). os usuários. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. a despeito de que com este critério ora descrito. preços unitários ou por empreitada integral. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para o caso de orçamento de obras civis. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. não se encontra desatualizado como alguns autores que. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). quando prestado para órgãos não governamentais. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. bem como. preço global. Caso se adote qualquer destes critérios. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. por convicção. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. laboratoriais. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. gerando preços de venda normalmente exagerados. pequenas construções (por exemplo. consultorias ou assistência técnica. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. Aconselhamos que.interessante. ser oportuno. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. fiscalização ou acompanhamento de obras. bem como. também. por exemplo. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. residências unifamiliares). ou seja. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. do faturamento bruto. a serem aplicados sobre índices de custo.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. supervisão. Entendemos. principalmente.

É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. Os itens constantes da planilha de quantidades. estes estando de bom nível. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. entretanto. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. como preços unitários. garantem que a proposta de preço. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. ainda. Assim.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. Isto é. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. entretanto. pode-se determiná-lo por mês. softwares. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. Neste caso. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. aparelhos de topografia. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. poderá ser apresentada justa e adequada. algumas vezes. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. também. É utilizado. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. caso contrário.3. Estes serviços. que não tem valor para pagamento. microcomputadores. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. • 1. ou. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). Obviamente. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. e sim. a ser definida pelo executor. É comum. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. porém. para estes casos. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. portanto. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. e ainda. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. que são denominados de despesas reembolsáveis. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. podendo ser de um ou mais profissionais.

Os produtos a serem elaborados. inclusive lucro previsto. despesas gráficas e despesas diversas. portanto. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Caberá. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. ou seja. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. principalmente. previamente acordada.5.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária.3. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. proporcional à redução de custo obtida. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. pick-ups e caminhões microcomputador. além dos encargos sociais. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. preço global. e devem ser computados os custos. sistema misto e hora técnica.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. pois. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. 1. tais como. recebe como prêmio uma parcela. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. apresentado no ANEXO 1. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. apenas. sua cronologia de emissão. impressora e acessórios de informática. quilometragem. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). motocicletas. todas as despesas indiretas. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. a administração central. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). preço unitário. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. comunicações. quando for o caso. emprego de microcomputador. segundo o contrato. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. então. os encargos financeiros e o lucro da empresa. Empresas e Profissionais 1. na forma de medição dos serviços que será efetuada. 1. 1.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. bem como.

papel. Pois. armários. materiais de segurança e etc. aluguel de copiadora. • Encargos complementares. gastos com comunicação: central telefônica.5. nível. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. em função do tipo de serviço. balizas e trenas laboratórios de solo. entre outras despesas.). 1. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta.fianças bancárias ou cauções. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. estaduais ou federais. • Administração central. compra e etc da sede da empresa. diárias da equipe técnica. teodolito. principalmente.encargos trabalhistas .aluguéis de imóveis ou veículos. e não existe nenhuma dificuldade por isto. televisão. Entretanto. cadeiras. inclusive respectivas contas periódicas. . borracha. concreto ou asfalto. inclusive ART .benefícios (seguro saúde. alvarás e outra taxas municipais. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. vale refeição e etc) .despesas de legalização do contrato. na maioria das vezes.despesas com impostos. . uniformes. financeiro. viagens e estadia do pessoal. licitações. materiais de escritório (lápis.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. .despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. ou conforme a exigência do cliente. ar condicionado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . representa o custo da sede da empresa. . comercial. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. temos: . Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações).vale transporte .despesas legais. . em função da facilidade de se declará-los. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. .eventualmente. e caberá. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. cafeteira e etc. móveis e utensílios (mesa. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta.

despesas gerais. Portanto. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. 1. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. com sua cronologia.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. Encontramos multiplicadores para salários. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. Empresas e Profissionais . combustível. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. Hora técnica individual ou coletiva. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. assim. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. microcomputadores e acessórios. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. garante a uniformidade das propostas. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. consiste na identificação clara dos seus objetivos. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. cartucho de impressora.

o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. Será obrigatório montar esta planilha. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. através de formulários pré-estabelecidos.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição.HORAS TÉCNICAS 1. assim. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. objetiva e com o maior detalhamento possível. Como descrito anteriormente. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. evitando-se desgastes em futuras negociações. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. É interessante.

portanto. Empresas e Profissionais . portanto. é o que efetivamente deveria ocorrer. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. usando a nossa experiência no assunto. são difíceis de serem adotadas na prática. entretanto de modo geral. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. posteriormente. Entretanto. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. Aliás. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. entretanto. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. Assim. sem. bem como. da fiscalização do contrato. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. no entanto.

NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada.NÍVEL A CONSULTOR .da em qualquer situação.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. 2. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. Portanto. principalmente. bem como. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos.NÍVEL B CONSULTOR . 2. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações.

com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. conhecimento de línguas estrangeiras. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. mestrado e doutorado. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. coordenação.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização.NÍVEL B CONSULTOR . desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. Contudo.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. pósgraduação. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. Ou ainda. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. gerência ou diretoria. na avaliação profissional. Empresas e Profissionais . coordenação ou gerência. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . informática. cursos de extensão. apresentação pessoal e etc. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. Cabe realçar que devem ser consideradas. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. outras referências. uma vez que cada cliente poderá. que na ausência de classificação oficial. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.NÍVEL A CONSULTOR . a seu juízo. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. tais como.

sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. LABORATORISTA – profissional de nível médio. com diploma de curso superior ou técnico. Deve possuir. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com experiência entre 5 e 10 anos. ainda. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. com experiência entre 10 e 15 anos. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com integral conhecimento do software CAD. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). com no mínimo 15 anos de experiência. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. Deve possuir. Possui. mecânico e etc). com experiência entre 5 e 15 anos. mecânico e etc). com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau.especializada em questão de natureza bem específica. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. mecânico e etc). com pouco tempo de experiência nesta categoria. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. porém. elétrico. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com ou sem diploma de curso técnico. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. ainda. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. ainda. experiência inerente à profissão. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. ainda. hidráulico e etc). ainda. com no mínimo 2 anos de experiência. mecânico e etc). contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ainda. com no mínimo 15 anos de experiência. mecânico e etc). civil. mecânico e etc). AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. elétrico. experiência inerente à profissão. com diploma de curso técnico. elétrico. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. Deve possuir. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. civil. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. civil. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. experiência inerente à profissão. elétrico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. ainda. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. experiência inerente à profissão. Deve possuir. com diploma de curso técnico. com bons conhecimentos do software CAD. com ou sem diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Deverá ser engenheiro com renome regional. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. elétrico. com experiência entre 2 e 5 anos. elétrico. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão.

por exemplo. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. a não ser nos dois últimos casos. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. PROFISSIONAL SENIOR . sendo que com experiência acima de 12 anos. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. sendo que com experiência acima de 8 anos. PROFISSIONAL SENIOR . Paulo Roberto Vilela Dias 29 . com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. AINDA.1. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1.2. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. 2. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. sendo que com experiência acima de 5 anos. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. • Evidentemente. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Os valores apresentados não são cumulativos. 2.

T. preferencialmente. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL.L. 3.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra.3 SALÁRIOS. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. ENCARGOS SOCIAIS.1. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. ou através de pesquisa de mercado.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. – Consolidação das Leis do Trabalho. ou outra forma de aferição desses valores. VALE TRANSPORTE. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. Devem ser considerados. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. 3. BENEFÍCIOS. no entanto. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. e ainda. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. principalmente.

quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado.5 horas por semana (ou 8. tais como. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. Para este caso considera-se. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. auxílio-alimentação. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. bem como. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. isto é. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . atualizada. rotatividade média da mão de obra. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. ainda. 3. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. seguro saúde. no máximo. bem como. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. por hora ou por mês. já que. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. Entretanto devemos considerar. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. ou seja. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. que são pagos aos empregados complementarmente. ainda. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. isto é. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. etc. Deverão.5 horas por dia. etc. se possível por região. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. um total entre 170 horas de trabalho por mês.1. ainda. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. além do vale transporte que é previsto em lei. Deve-se considerar. Entretanto. portanto. devendo ser calculado como um percentual deste. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades.

295 horas efetivas de trabalho por ano. Entretanto. e.5 horas. sábado. • Assim completamos a jornada semanal com 42. SENAI ou SENAC. SEBRAE. 2. englobando entre outros. segundo a rubrica 507 do IAPAS.5 horas semanais. portanto temos a considerar apenas 48. domingo. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. sendo 8. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano.5 horas por dia. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. INCRA. Para se definir o valor de 8. porque: .(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. os seguintes encargos: INSS. entretanto. tanto para horistas quanto para mensalistas. SESI ou SESC. totalizando. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. por exemplo. 3. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. então. descontados os do período de férias. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. para a construção civil.de 2ª feira a 6ª feira .1. aviso prévio remunerado ou não. Assim temos. bem como. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. perfazendo um total de 8.5 horas 0 horas TOTAL 42. combinações entre estas e etc.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . portanto. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. FGTS. conforme determina a lei. férias: por lei são 30 dias.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. • no sábado não há expediente.5 hs por dia = 42. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. e assim. e principalmente. devem motivar pesquisa própria. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. feriado.no Sábado 5 dias x 8. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. seguro contra risco de acidentes no trabalho. com uma hora de intervalo para almoço. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. noturna. Entre esses itens estão. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. isto é. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. um total de 365 . O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função.5 horas de trabalho por dia (42.5 horas diárias. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. portanto. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas.

Estes adicionais. INSS .Riscos Graves. 4. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. em relação à empresa. 449. instituiu o percentual de 2..5% a.0% sobre os empregados.787/89 de 30/06/89. não são onerados pelas leis do GRUPO A.3% do salário maternidade.4) FGTS – Artigos 439.0% do salário família.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.06) = 0.5% 1.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83.466 de 14/05/67.787 de 30/06/89.30 x 0.9 a 1.4% do Funrural e 0. por serem próprios de cada empresa.75% do INSS sobre 13º salário.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS. a.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.0% a.080 de 24/01/79. não foram considerados no presente estudo. englobando ainda.O. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. Acidentes de Trabalho . no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.0%.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001).8%. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7. 497 e 502 da C. 0.S. por ocasião da promulgação do R.5% a. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família.U.P. podendo variar de 0.L. (Regulamento da Previdência Social). Decreto n° 59. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. que acrescenta 0.S.6% 2. individualmente considerada.2) Decreto n° 60.20% a.0% 0. enquanto.2% 0. publicada no D.P.3.T. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. em 03/07/89. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. apurada pela Previdência. 2. classificando-o como Grau III . mas. FGTS – 8. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. neste caso. 477 a 486. sofrendo adicional.1) Lei n° 7.

Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. são considerados 30 dias corridos de férias por ano. (Consolidação das Leis do Trabalho). Sabemos ainda. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos.20 x 0. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. o que se observa no setor da construção é que. na prática. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. e que essa atividade é sistemática. portanto repercutindo. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade.155 de 03/11/65. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo.P. entretanto.. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. 382. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.L. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal.S. Por fim. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado.T.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. acima referido. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. capítulo III . sobre férias e 13° salário. de acordo com a Constituição. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. 67.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. assim. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado.T. 307. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . será incluído nos custos indiretos. 72. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. 71.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. com redução das duas horas diárias estipuladas. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 x 0. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.785 de 28/11/67.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.090/62 de 13/ 07/62. abordou a matéria. Caso fosse considerado como encargo social. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93.Seção II.03 = 0. 70. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. regulamentada pelo Decreto n° 57. e ainda.L. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Entretanto. 383 e 384 da C.

Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.8% Podemos considerar. cintos.820 de 20/12/66. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. sobre o 13º do funcionário. ou ainda. • vale transporte. lanche ou jantar). bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). 3. em caso de demissão do emprego.9% 3. os benefícios previstos em lei. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. em função do valor do salário.03 ÷ 0.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio.09 x 11. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.50) x 0. Corresponde ao pagamento de 7.80 = 6.9 = 4.97 = 0. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n.1 = 0.82% a 11.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. • assistência médica. óculos e etc) • alojamento • .08 x 11.º 59. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a critério da empresa. ainda.0%. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.3. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado.1 = 1. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. • seguro de vida. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. Assim sendo.1. incluirse-á esta parcela neste grupo. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. FGTS sobre o 13° Salário = 0. botas. almoço .1. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.50 x 8.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.

00 = 3. teremos o valor de R$ 3. é necessário. como por exemplo.00 x 0.60 x 20 dias úteis = R$ 72. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais. entretanto.2% R$ 64.00 (R$ 72. Empresas e Profissionais . • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. assim. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços. portanto o custo é de R$ 75.R$ 24.00 O vale transporte não é um encargo social. vem: R$ 75. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 .00 por funcionário mês. porém.60 por dia. conforme abaixo: . estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3.770. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 por funcionário dia. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário.00 = 3.80 = R$ 64.000. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais. o preço da passagem igual a R$ 1.00 cada pessoa).770. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.6% da folha salarial e encargos sociais.00 x 1. definimos como sendo de 50%. • seguro de vida.00) / R$ 1. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. aqui considerado igual a 77%. Assim.desconto sobre o salário: R$ 400.770. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal.00 . • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.77 = R$ 1.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. ainda.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.00 / R$ 1. como informação genérica. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. os Encargos Complementares. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço. se considerarmos.06 = R$ 24. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.00 / R$ 1.770.80 (dois ônibus por viagem).000. entretanto.2% Em alguns contratos.00 = 4.1% da folha salarial e encargos sociais.00 x 20 dias x 0.2% da folha salarial e encargos sociais.00.valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 . corresponde em média a 0. • dois dependentes a R$ 50. então.

portanto.0 0. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. até 2.2 3. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.5 2.00 11. incluindo.01 a 715.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. ainda.00 De 429. a taxa de administração e o lucro. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.65 8. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. 3. raras vezes.6 1. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.1 2. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. 2. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. portanto.5% • diversos (ticket combustível. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra.019 de 03/01/1974. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.65 9. usufruindo de todas as sua vantagens. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. auxílio refeição e seguro saúde. além dos citados anteriormente.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429.0 13.430 % 7. ainda.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. Lei nº 6. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .01 a 600. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica.01 a 1. admitindo-se. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS. seguro odontológico e etc).00 De 715. assim. todos os encargos de lei para estes serviços.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. prorrogação por igual período. 3. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. quando do encerramento do contrato. assim. que é regida pela CLT. Nesta modalidade de contratação. Nesta data.00 De 600. Entretanto.

ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .

97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .1 5.0 11.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.50 * 8.Resc.0 0. nas grandes cidades.Resc. seu valor em cada caso .9 37.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.50 * 8.0 9.0 12. 5.8 14.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.7 11.5 17.5 0.0 1.8 4.2 20.1 4.5 0.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários . a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .6 2.5 1.97) H 1 / 11 * 100 0.5 20.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.09 x H 0.0 8.E .3 22.4 2.8 1.6 2.1 5.9 0.5 1.0 11. 2.1 4.2 0.0 11.5 3.D .1 22.5 0.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.Remun.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem . seu valor em cada caso .5 0. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .0 0.0 0.6 2.0 0.0 2. FGTS Salário Maternidade Repou.0 8.5 17. 23 dias .5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.09 x H 0.Seman. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.6 1.5 1.0 8. 4.8 0.2 0.5 1.9 0. 23 dias . nas grandes cidades.Contra Acid.2 125. 5.3 30.9 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima .5 1.5 3.0 12.1 0. bem como . mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .1 4.2 0.6 6.5 1.0 1.6 6. 3. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.6 1.3 59.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.Seman.Trab.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.2 0.015 * 0.08 * H 37.0 0.0 0.Remuner.015 * 0.0 8.4 2.9 0.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.6 2.8 14.4 6.3 73.0 9. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.8 1.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .8 4. 4.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.8 Repou.C ) .9 103.5 horas de trabalho por dia.4 6. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep. isto é .5 3. bem como .( B .8 0.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.5 3.1 4.Contra Acid.08 * H 0.0 1.0 85. 2.0 2.1 0. 3.7 0.Considerou-se em média 8.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .Trab.0 1. isto é .5 ( E + 0.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .Ressalta-se que ao valor adotado acima .

ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. assim.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. a qual se deve dar total atenção. Entretanto.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. também. De um modo geral. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. deve considerar a época de realização do serviço.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. também.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. por mês. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. Em realidade. isto é.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. definir o número médio de dias úteis por mês. caberá ao engenheiro orçamentista. Depende.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. fundamentalmente. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês.

podemos considerar um total de 42.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. isto é.5 horas. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. 44 horas.rial descritivo ou do edital. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. entretanto. com intervalo de 1 hora para almoço. 4. assim. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. de acordo com o sindicato da categoria = 8.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. bem como. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . portanto. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. O que ainda não é de todo verdade. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. o período de execução do contrato é muito importante. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. sabendo-se que em média temos 4. Considerando-se.14. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 horas diárias de trabalho. pois. Logo. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. está mais próximo da realidade. considerando-se 8. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.5 horas trabalhadas por semana. sendo da ordem de 160 a 166 horas.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. o que segundo estatísticas conhecidas.5 horas para semana de cinco dias úteis. da região de desenvolvimento dos serviços.

3 x 8. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. 4. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. faltas abonadas. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe.2.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. Assim. formas de cálculo e de medição. entretanto. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. Entretanto. temos: 20. por folha específica de apropriação de hora técnica. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. temos que: 19. cabe ao engenheiro de custos.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. isto é.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. feriados. normalmente. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. ou ainda. 4. ou até um pouco inferior.5 horas por dia. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. podemos considerar o seguinte: • preço global. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. não se consideram férias. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. para bem aplicar às propostas de preços. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. de 2ª a 6ª feira. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. Assim. e comumente ocorre.2.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias.1 Medição Em contratos destes tipos. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. ou seja. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. Empresas e Profissionais Ressaltamos que.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.

Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. das 6:00 até às 22:00 horas. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas.00 ÷ 220 = R$ 2.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. Hora extra aos sábados. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. assim.Calcular a hora extra. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. entre 18:00 e 21:00 horas. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas.00. após às 22:00 e até às 06:00 horas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado.27 x 1. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500.00. após às 22:00 e até às 06:00 horas.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. Hora extra noturna aos domingos. ocorre o que se denomina como hora extra. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 .32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. salienta-se que para o cálculo da hora extra. Hora extra nos feriados. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. assim. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. de uma maneira geral.00 horas por mês = 220. Hora extra noturna aos sábados. Hora extra noturna nos feriados. após às 22:00 e até às 06:00 horas. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%.28 semanas por mês = 188. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra aos domingos. realizada em numa 2ª feira. igual a 70%.hora. Hora extra noturna. Entretanto.

72 Hora noturna = R$ 2. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. entretanto.200.2 .72 x 1. caso contrário.46 x 2 x 1. poderá ser configurado o vínculo empregatício. Assim. entretanto. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.200.25 Hora noturna = R$ 3.00 ÷ 220 = R$ 5. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. isto é. no Capítulo 3. através da contratação de pessoas jurídicas. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. SERVIÇOS DE TERCEIROS. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. • 3.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. Solução: Trata-se de salário hora normal.00. • serviços terceirizados. Empresas e Profissionais . e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. Salário hora = R$ 600. porém.Calcular a hora extra noturna. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. isto é. noturno. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal.00. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1.00 ÷ 220 = R$ 2. 5. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1.00. que são: profissionais autônomos.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.200. Anteriormente. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. • cooperativas de trabalhadores. cujo salário mês é de R$ 600. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo.287. que é bastante oneroso. Entretanto. É legal deduzir.00 20 7 24 1. 5. ainda. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.99 20 8 36 1. PIS.Imposto Sobre Serviço.00 171. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. porém. porém. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.430. a tabela do imposto de renda na fonte. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. quando inscrito. nesta data (maio/ 2002).3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.60 200.058.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. ainda. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1.058.00 por dependente.00 20 0 1.00 20 6 12 858.144. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria. COFINS. Entretanto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. Os impostos sobre o faturamento (ISS. bem como o valor pago à Previdência Social no mês. que é de exclusiva competência de cada prefeitura.01 20 9 36 1.80 257. pensão alimentícia judicial e R$ 1. ainda.20 228.000. IR .00 R$ 423.058. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.70 Acima de R$ 2. o pagamento do INSS. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971.40 286.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.00 Alíquota isento 15% 27. caso o profissional não seja inscrito no INSS.00 De R$ 1.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado.00 R$ 158.115. Ao profissional caberá.115. podendo haver restituição ou imposto a pagar. Arcará. Nesta data. que emitirá nota fiscal ou fatura.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. desde que acordado entre as partes. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.01 a R$ 2.

... entretanto... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS.. seguro saúde... nesta data.... conforme tabela anexa. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços. conforme acordo com cada cooperativa. Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ... que é uma pessoa jurídica convencional......... 36.. 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... O vínculo do contratante é com a cooperativa........... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ..... entre 8% e 12%...... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) . e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços.. bem como... seguro pecuniário. a empresa contratante poderá oferecer........ outros benefícios... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente..de 05/10/1988 que no Título VII .... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa.... e ainda.. benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos...... existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... sempre através da própria cooperativa. 15% Taxa de Administração (Cooperativa) . Nestes casos..... COFINS e PIS). tais como....... ticket refeição........ Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada.. 6% TOTAL (Média) .. da taxa de administração da cooperativa.239........ demais custos diretos e indiretos......... aplicáveis sobre a taxa de administração.......... 1 e artigo 174 – parágrafo 2........... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22.. As taxas de administração das cooperativas estão....5% vale transporte... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos.............. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas........ o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%.. seguro pessoal.. seguro saúde e etc.. cap... Com a adição do imposto sobre o faturamento. ou seja.... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato.

deve constar.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . embalagem e etc. por fornecedor. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. incluindo todos os impostos. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. principalmente. os seguintes dados: descrição detalhada do item. • preço de fornecimento. 6.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. frete. uma vez que apresentam valores de compra elevados. • prazo de entrega e disponibilidade. • condições de pagamento. Da pesquisa de mercado. com no mínimo três fornecedores distintos. após a elaboração da planilha de quantidades.

SOFTWARES. como. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. TV. por exemplo. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. em cada situação. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. IMPRESSORAS. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. tais como: MICROCOMPUTADORES. PLOTERES. papel próprio para impressão e etc. combustível e etc). ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. VÍDEOCASSETE. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. Assim. CADEIRAS. entretanto. Aconselha-se que quando for o caso. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. deverá efetuar cotação no mercado para locação. muitas vezes. incluir substituição de cartuchos. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. ANTENA. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. FILTRO. TELEVISÃO. no caso de impressoras. ou seja. são reutilizados em vários serviços distintos. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . isto é. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. No caso da empresa não possuir o bem. ARMÁRIOS E ETC). Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. outros fatores.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. devem ser computados os valores necessários.

00. temos: D = 15. por exemplo.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. no valor de R$ 15. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.00) ÷ 30 M = R$ 250. com substituição de peças e componentes). Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto. ET = D + J + M M = 0. podemos.00 ÷ 24 D = R$ 83.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 + R$ 250. EXEMPLO PRÁTICO: 1. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.00 x 0. Para veículos.000. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.000.5 x 15.000.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.00 ET (mês) = R$ 900.000. assim temos: ET (hora) = R$ 900.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.000.00 2. temos: J = 15. no valor de R$ 2. conforme informado anteriormente.00 + R$ 150.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5.00 ÷ 30 D = R$ 500.000. por exemplo.12 ÷ 12 J = R$ 150. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses.00 ET (mês) = R$ 500. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. temos: D = 2.00.

00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.12 ÷ 12 J = R$ 18.00 D = R$ 100. assim temos: IL (hora) = R$ 168.800.12 ÷ 12 D = 1.000.33 + R$ 20.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0. por exemplo.00) ÷ 24 M = R$ 41.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145. 18 meses.00 ÷ 18 J = R$ 20. por exemplo. temos: J = 1.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. assim temos: MC (hora) = R$ 145. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente. no valor de R$ 1. podemos.00 + R$ 41.00 + R$ 18.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.67 M = 0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 M = 0. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.800.800. podemos. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.00 x 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.000.5 x 2.5 x 1.99 3. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses. temos: J = 2.00 + R$ 50.00 x 0.00 IL (mês) = R$ 100.85 M = R$ 50.800.00.00 M = (0.00 MC (mês) = R$ 83.00 IL (mês) = R$ 168.

SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.5 x 800.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00) ÷ 60 M = R$ 6.00 x 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.800.67 + R$ 6. no valor de R$ 4.00 ÷ 36 D = R$ 133. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. no valor de R$ 800.4.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).800. por exemplo. temos: D = 800.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).67 SW (mês) = R$ 173. temos: J = 4. temos: J = 800.10 ÷ 12 J = R$ 40.00 x 0.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.00 ÷ 60 D = R$ 13. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.800.17 5.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 . temos: D = 4. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.33 + R$ 6.00. podemos.33 + R$ 40.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.10 ÷ 12 J = R$ 6.

estufa para marmitas no valor de R$ 300. no valor total de R$ 3.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.59 7.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00.00 cada. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. geladeira no valor de R$ 800. conforme dos itens relacionados abaixo. assim temos: MOB (hora) = R$ 100.00 ÷ 60 D = R$ 62. por exemplo.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. por exemplo. armários fechados no valor de R$ 240.00 cada.00.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 + R$ 37.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. cujo valor de aquisição é de R$ 450. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. temos: D = 450.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .00 cada.00 cada. temos: D = 3.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 M 6.00. podemos. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00 cada.00.750. assim temos: SW (hora) = R$ 173. arquivo metálico no valor de R$ 150.00 x 0.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1.12 ÷ 12 J = R$ 37. podemos. temos: J = 3.750. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.750.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km.00. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.

50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. podemos.00 x 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.50 M = 0.50 + R$ 6.5 x 450.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.D = R$ 12.50 + R$ 4.14 Unitário Total M = R$ 6. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.25 RADIO (mês) = R$ 23.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 . temos: J = 450.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.25 PREÇOS M = (0.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo.12 ÷ 12 J = R$ 4.

1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga. ou seja.1.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7. 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7. motocicleta e carros de passeio.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .2. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . ônibus. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.2.

para estimativa de custo. operador de máquinas e auxiliares. 7. nestes casos.1] .2. isto é.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. 7. e ainda. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. Neste caso. Normalmente. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo .1. Existe.2. ou seja. DEPRECIAÇÃO E JUROS . fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. quando for o caso. ainda. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. Empresas e Profissionais . ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. denominado custo produtivo. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. a seguir resumido.Mão-de-obra.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação.1972. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. que representa o custo improdutivo. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. sua utilização em operação normal. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. compreendendo duas parcelas. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos.R)i ÷ (1 + i )n . é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação .1. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. enquanto que o custo improdutivo. ou seja. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de motor ligado. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. que é utilizada nas composições de custo.

1)) ÷ (qn .500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.90 37. gerador.00 15. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.000 1.000 5 6 6 6 7 2.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.000 4 2. moto-escavo transportador.250 1. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.00 115.63 26. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos. Multiplicando-se a expressão anterior por 100.1)) 100 ] ÷ (qn .500 1. dumptor.1)) ÷ (qn .1)] . rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.000 2. rolo de pneus pressão variável. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n . ou horas trabalhadas durante esse período.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros. carregadeira de esteira ou pneus. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .000 1. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.333 2. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.333 1.1] Fazendo-se (1 + i) = q.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2. durante a vida útil dos equipamentos.78 149. pick up e veículo de passeio Compressor de ar. Vo sendo que a expressão [(qn (q . motoniveladora.78 49.Considera-se o valor residual nulo.666 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. Considerando-se o valor residual nulo.19 131.750 horas anos r = [ [ (qn (q . usina de asfalto.250 1.96 6 2.63 126.90 137.19 31.77 143. constantes da tabela a seguir.1)].24 120.500 1.000 6 1.24 20.000 3 1. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.77 43.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular.01319. parafusos. n = vida útil em anos.01148 Serra circular 0. usina de asfalto.01319 0. h = horas trabalhadas por ano. incluindo materiais. • reapertos.01148 0. sem material rodante. usina de solo 0.. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. caminhões basculantes. cantos. conforme tabela anterior. escavadeira 0. rolo liso vibratório e rolo liso 0. uma pick-up.up e veículo de passeio 0. pintura. com seus respectivos encargos sociais. conforme tabela anteriormente apresentada. lâminas.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém.01577 Compressor de ar. diretamente.00.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k.01874 Distribuidor de asfalto 0.01499 Acabadora de asfalto 0.000. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. k = coeficiente de proporcionalidade. trabalhando em condições médias. esteiras. limpeza. câmaras de ar.01530 Tanque pré-aquecedor 0. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.01249 Rolo pé-de-carneiro. pick. dumper.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0.00 x (0.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. Assim. correias.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa.01802 Tratores de esteira. por exemplo. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). peças e acessórios de reposição.000. gastos de oficina e mão-de-obra . carregadeira de esteira e pneus.02103 Betoneira 0. rolo de pneus pressão variável.01027 Conjunto de britagem 0. gerador. moto-escavo transportador.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. para fins de previsão. ou seja.02010 Vibrador de imersão 0. regulagem. etc. • pneus. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. motoniveladora. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. DJ = 35. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. lavagem . trator de pneus. a percentagem de depreciação e juros.02523 Bomba mecânica 0.

são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .... 0. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual...002 filtro .... betoneira. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina. trator de pneus...... caminhão tanque...00 ÷ (5 x 2.. temos: M = [35.90 1.. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem..150 óleos lubrificantes ...001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.....000)] x 0. inclusive....000 horas k = 0..80 0... • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante...00 0... ou aplicando-se os valores conhecidos.. fornecidos por ábacos e tabelas.... 0...00 0..50 0. tem-se: Vo = R$ 35. • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ..TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos... no caso de motores a diesel.50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico.80 M = R$ 2.. 0. Empresas e Profissionais .000.. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes...00 n = 5 anos h = 2.. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1..90 0..80 = R$ 2.... considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira..90 0...002 graxa .. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora. grade de discos.. admitindo-se........ vibrador de imersão........000.80 0.. que esta proporção se mantenha constante.50 0.80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k.... moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora.... bomba centrífuga......... 0... com 92 HP de potência. escavadeira.. pá carregadeira..80 Por outro lado.

.002 x 3 graxa .......245 O que justifica o seguinte critério.002 x 5 graxa .001 x 12 Total 0.....................225 litros por HP óleo lubrificante .. 0......... 0.012 0... 0.......150 óleos lubrificantes .300 óleo lubrificante ......... 0...... para a determinação do custo horário de materiais de operação......012 0.......245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ....245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina....014 0......... 0...225 óleo lubrificante .....180 O que justifica o seguinte critério.......... 0......002 x 7 graxa ........001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas. tem-se: álcool . tem-se: gasolina ..... 0.300 litros por HP óleo lubrificante ........... 0. 0.....002 litros por HP graxa ............ 0....... que deve ser adotado... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0....... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0...010 0... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0....326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.... para a determinação do custo horário de materiais de operação.001 x 10 Total 0...... que deve ser adotado..........18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ...001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa...... 0........... que deve ser adotado..18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel.......225 0.. tem-se: óleo diesel .002 x 6 filtros ..... 0...................300 0..326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool..... para a determinação do custo horário de materiais de operação. 0.............326 O que justifica o critério seguinte.............. 0..... 0....001 x 12 Total 0.... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0..................................................006 0........002 litros por HP graxa ......... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa.... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0....... 0.. ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.........150 0...............012 0..010 0.... antes estabelecidas...

É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up.3. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. com potência de 92 HP. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. conforme descrito a seguir: 7.). No âmbito desta publicação. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. considerando-se as leis sociais (85%).3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. incluindo-se.35 pôr hora. etc.35 = R$ 8.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.62 + 2. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW). assim temos: MO = R$ 4. porém. inclinação de rampas. tais como. etc. kombi. anteriormente citada. as leis sociais. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.18 x 92 x 0. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação.97 7. Este processo é bastante sofisticado. entretanto. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.80 MAT = R$ 13. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. entre eles. a quantidade de curvas fechadas. o apresentado no Manual de Operações do DNER. principalmente nos custos indiretos. temos: MAT = 0. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. referente a pessoal.d) Para motores elétricos Assim sendo. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. também. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0.62 + 4.80 + 13. condições da superfície de rolamento.35 CI = 4. à óleo diesel. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. inclusive automóveis de passeio.35 = R$ 25.80. anteriormente citada. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD.25 + 4.

onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.Vr . adiante determinado Vu = vida útil do veículo.1. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. Preferencialmente. este custo está incluído em item próprio. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. 7.000 km ou 5 (cinco) anos. pode-se adotar o valor de 100. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.Vp) ÷ 100. marca. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). ou seja. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.3.Vp) ÷ Vu. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.6Va . Para sua melhor compreensão. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês.

TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.5 / 10.5 2. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.000 16.0 / 60. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 / 30.0 / 10.2 / 60.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 7 / 7.000 34. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 23. Empresas e Profissionais . da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. função do preço do óleo.000 8.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.000 12.0 / 60.8 / 10.000 3 / 5.000 21.

000 10 / 70. câmaras de ar. incluindo materiais.5 reapertos. o custo em função do valor de aquisição.0000025 0. gastos de oficina e mão de obra. cantos. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .000 4 / 45.000 6 / 85. etc. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. adotando-se desta forma.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.000 6 / 80.5 1. pintura.0000036 0. parafusos. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. regulagem. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. peças. acessórios de reposição.000 4 / 40.5 1.0000055 0.0000048 0. limpeza. • pneus. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. com respectivos encargos sociais. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.000 K 0.0000033 0.

porém. inclusive automóveis de passeio. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.Vp) ÷ (Vu).000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo.1. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Vr . onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.000 40.4. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. da mesma forma que para o custo por km.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. pode-se adotar o valor de 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 50.60 x Va . ou seja. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . marca. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. 7. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.

OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir.

MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. encontra-se o custo de MANUTENÇÃO.Vr . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. em dois grupos distintos. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca).5. por km ou por mês. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. anteriormente citadas. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo.Vp) ÷ (Vu). isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim.

000 5 92 54.06 2.60 0.37 11.52 16.88 1.126. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.00 19.46 4.64 49.O.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.45 CUSTO HORÁRIO 45.90 4.41 DATA : M.126.500.62 2.35 OPERAÇÃO Material 24.86 0.13 41. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.000.32 25.220 + R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.96 7.77 x .35 40.74 2.000. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .50 7.00 2.97 6.35 7.37 50.000 2.09 6.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.29 25.220x + R$ 1.85 8.000 2.77 y = 0.57 1.88 20.00 3. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.00 35.80 2.00 22.00 2.80 0.000 5 5 5 5 5 5 92.32 105 .35 4.000 2.35 4.23 32.61 7.000 111.800.00 2. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.97 17. 4.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.26 3.97 1.000 2. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.25 35.200.00 23.28 4.99 20.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.000 126.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.26 13.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.200.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20. Desta forma.35 4.62 12.35 4.000.40 3.35 4.67 4.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.50 16.02 43.11 4.800.35 23.

007 0.50 0.000 0.212.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .308 D = ( 0. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.000 0.003 0.00 157.00 40.90 0.00 27.009 0.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .00 450.00 1.00 85% 50.000 J = ( VA .00 20.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.093 0.00 40.60 * VA .OBRIG.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.013 0.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.80 5. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 740.80 5.56 2.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.000 1 5 11 3 0 5.00 226.00 1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.60 * VA .000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.OBRIG.021 0.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 61.180 0.000.000.50 0.00 40.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.033 0.91 9.075 0.000 0 45.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.00 1.200.08 925.00 60.00 12 1 5 10 3 0 5. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.00 490.00 60.00 1.49 0.287.200.67 100.00 12 740.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .0000048 500.000 50.00 0.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 450.VP ) / 100.052 0.000 0 45.

00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.00 642.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.200.97 + R$50.43 28.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.34 R$2.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.) / Vida Útil ) x KMM 0.80 D = ( 0.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.000 1 5 7 3 0 3.50 249.00 60.5 MAN = MAT = R$1.00 MAT = R$1.00 / ( 2000 x 5)) x 0.00 12 1.79 0.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .01319 R$22.VP ) / 48 J = ( ( VA .5 MAN = ( R$22.108.90 + R$4.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.75 x VA .86 11.33 100.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.80 925.83 2.00 1.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.97 + R$7.OBRIG.0000048 500 85% 40.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.200.500 0 35.500. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.13 0.13 298.35 R$1. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.245 x 95 x 1.01319 x 0.32 R$4.13 + R$41.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.500.00 1.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.796.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.80 MAT = MO = R$41. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.871.00 40.00 92.00 DJ = MAN = R$2.00 0.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.35 R$2.500.00 21.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.50 0.00 450.00 40.80 5.

77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.00 0. impostos. sua importância para o Engenheiro de Custos. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.U.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.200. emolumentos e taxas. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.50 100. seguros e custo financeiro. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.00 619. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.00 60. O.30 4. frete e impostos).80 152.50 5.00 1.00 619. encargos sociais.000 0.00 350. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.67 40.00 5 3. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos. Entretanto. benefícios e vale transporte).CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.50 0.00 1.00 40.00 50. equipamentos (aquisição. CAP. O.00 1. frete e impostos).003 0.007 0.073 mão de obra (salários.00 0.007 0. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.00 12% 740. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .00 0. e portanto. embalagem.U.280.000 15.0000048 10. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.80 61. O.000. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).126. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta.U.130 0.LUBR.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.U.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V. embalagem.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.PNEU.00 45. materiais (aquisição.000. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V.

energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. Imposto sobre Serviços – ISS. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços .65 10. Entretanto. COFINS. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. mestre de obra. 4. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. Entre outros. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. principalmente. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . material de escritório e etc).ICMS. pessoal técnico e administrativo e etc). equipamentos de topografia e laboratório. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. especializados ou não. (correio) e) Consideraremos. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. sondas. no valor dos mesmos. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. (água. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . engenheiros. microcomputadores e periféricos. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar.35 12. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal.00 4. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. 5.CSLL e outros. PIS. cadistas. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. esgoto. (registro de documentos.Os insumos de produção considerados. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. apenas.00 10. 6 e 7 deste livro. por ser de maior relevância. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. laboratoristas. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI.00 100. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF.

e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. portanto varia de estado para estado.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.34% do preço de venda do serviço. conforme planilha anexa.69% 12. Assim. dentro dos encargos sociais.23%. entretanto. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado.8 26 26 100 0 Impostos 30. que é de âmbito estadual. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.impostos. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. de acordo com o que fizemos. pois.65 10 Percentual de impostos 47.8% de impostos. consideraremos em média. É importante salientar. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .65% 0. sobre a mão de obra.38 1.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI.11% 1. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. encontramos 47. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.65 0.00% 46.2 (Lucro Presumido) 1. Portanto. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. não representa nenhum erro para o orçamento final.04% 2.35 12.0 (Lucro Presumido) 11.

3 28.8 59.4 2.9 1. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. materiais.9 1.0 8.8 14.9 17.5 1. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.0 11.4 1.5 3.2 0.6 6.D . a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço. exigindo bastante experiência do profissional de custos.0 0. entretanto. Empresas e Profissionais .C) .0 0.6 2. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.E . equipamentos e serviços. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.8 4. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.1 4.4 0. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas.F) 20. Assim. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. bem como. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. como também.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .(B .IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab.8 1.0 17.9 0. Portanto. ou seja. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços. Resc.0 1. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.1 47.

instalações e mobiliário. Entretanto. seguro saúde. ainda. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. mobiliário. a parcela referente a ES. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. financeiro e de apoio da sede. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. • • outros. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). energia. materiais diversos. telecomunicações. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. conforme contrato. setor administrativo. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. em porcentagem ao mês. emissão de relatórios. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. vale refeição. viagens e diárias. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. Pode-se considerar. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. taxas. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. comunicações. Ressalvamos que. ou seja. encargos sociais. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . como encargos complementares.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. telefonia e etc). material de segurança (EPI). Podemos ter vários multiplicadores “K”. 9. emolumentos e seguros. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . pequenas despesas. equipamentos e veículos fixos. aluguéis e manutenção destes. comercial.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. outrossim. aplicável sobre custos reembolsáveis. equipamentos e programas de informática e etc. ou ainda. vale transporte. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais).

o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento.65%.ISS. o valor observado não será o real. PIS. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. Isto é. conforme a Lei Nº 9. Portanto. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. principalmente. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. Ressaltamos que. ou seja. Desta forma. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.38%.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%.718/98. pois. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. COFINS. ainda. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços.000. portanto. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. que corresponde nesta data a 0. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. imposto federal. corresponde nesta data a 0. imposto federal. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. entretanto. IMPOSTO DE RENDA. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. sua inclusão é discutível. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. No caso dos insumos. Caso contrário. bem como. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. excetuando-se pessoal.858-10 datada de 26/10/ 99. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. CPMF. segundo a metodologia exposta nesta publicação. imposto federal. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. deve ser definido pela empresa em cada caso. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. que apresenta quatro alternativas de pagamento. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. que corresponde ao pagamento de 4. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. a priori. da maneira como apresentamos anteriormente.00 por mês.

Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. conforme o caso. COFINS: Imposto federal. C) 16%. exceto o de carga que é de 8%. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Lei 9.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. Empreitada global. Atividades imobiliárias. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95.8%. Por exemplo. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. Venda de mercadorias e produtos. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . Prestação de serviços de transporte. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. álcool etílico carburante e gás natural. de combustíveis derivados de petróleo. e equivale a 9% sobre o lucro líquido.6%. D) 32%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.718. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. conforme demonstrado a seguir. temos: IR: 8% x 15% = 1. E) 8%. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. são: ISS .9.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F.65% sobre o faturamento. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). G) 32%. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. são os seguintes: A) 8%. o valor do ISS. IR .2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. Prestação de demais serviços. o pagamento é devido trimestralmente.Imposto de Renda .Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. F) 8%. neste momento. Administração de obras. função do regime tributário escolhido pela empresa. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. B) 1. CSLL . para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Revenda para consumo. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.

.....90 1....38%.000...000.. seguindo os semestres civis..............00 3. para lucro da empresa até R$ 20......................000.........Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)........00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1.....00 por mês.. isto é...... ....00 O pagamento da CSLL é trimestral.....65 0..... 15% ...000..00 Alíquota da CSLL . Alíquota .... R$ 1.... corresponderá efetivamente ao lucro real.000..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .38 11.....000....00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O pagamento do IR é trimestral.. 9% Valor da CSLL a pagar ...............00 Receita Financeira .. a conversão para mensal é nossa.000. tem sua extinção prevista para 16/06/2002................. Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240.... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000...50 0.......00........ de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99............ assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ...000......... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês.... R$ 620..000............. R$ 500..000....... e corresponde a 0.. CPMF ... R$ 120. R$ 500.... a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS..000...00 ... para o lucro excedente à R$ 20. seguindo os semestres civis........... R$ 1....... R$ 90.00 0......00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro.............43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto..000...000..........00 por mês.... da mesma forma que o IR.Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários.00 9% R$ 55. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)...00 .000..00 100% sobre R$ 500...000......... Desta maneira..... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5. 25% .... no caso 10%....800... Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .... fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.

lucro = 4% = 0.impostos: ISS PIS IR CSLL . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido. Considerar os seguintes dados: .administração central = 10% . por preço global.65% = 4. sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.encargos sociais = 87% . lucro presumido para projetos = 1.8%.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.encargos financeiros = 1% .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .

1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 . trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.08% = 13.65% = 4.50 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.00 1.80% = 1.00 1.10 + 0.00 2.0776 1 – 0.00% = 1.00 1.1335 + 0.0776 0.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00% = 3.00 1.10) = 2.00 1.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.01) 1 – (0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.2335 = 2.7168 K mo = 2.87) (1 + 0.7665 b.25 0.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.00% = 10.00% = 0. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.00% = 13.

00 3.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.00 3.219.00 6.00 1.00 7.00 350.800. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .700.00 5.00 Técnico médio 1.817.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 600.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.000.400.00 9.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.992.00 2.1335 + 0.00 24.00 1.50 108.512. qualquer item de custo direto exceto salários.00 2.00 Cadista 1.710.00 3.400.10) = 1.00 15.00 250.00 4.00 750.00 75.25 Engº médio 0.200.11 0.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 142.00 400.200.252. Exemplo: K mo = (1 + 0.390.00 600.00 Auxiliar de topografia 2.00 1.00 540.500.00 52.25 Engº médio 0.00 Técnico médio 1.00 16.200.00 22.317.500.00 9.00 1.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.065.00 22.00 Operador de micro 1.756.00 Mensageiro 1.504.400.00 Mensageiro 1.00 450.00 28.00 2.794.092.485.500.50 4.00 10.00 Topógrafo 1.00 0.50 7.10 + 0.00 6.000.626.500.794.00 300.200.455.00 54.00 1.000.7665 = 1.00 3.260.00 3.00 Cadista 1.50 Engº junior 1.000.00 19.00 8.00 0.50 3.700. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 Auxiliar de topografia 2.00 Topógrafo 1.764.600.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 1.00 948.00 1.252.00 9.260.00 Secretária 1. ou seja.20 240. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 3.00 Operador de micro 1.00 677.400.2.00 6.000.01) 1 – (0.00 1.50 Engº junior 1.00 Secretária 1.00 Coordenador de contrato 0.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 K DG = 1.

960. por preço global.35 78.00 1.50 1. Considerar as mesmas condições do exercício anterior. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .00 1.00 2.25 1. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos). sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.750.00 176.590.00 1.00 4.740.70 783.00 0.00 8.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.29 348.00 580.00 1.033.00 7.30 32.087.00 435.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 870.73 156.625.00 6.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 1.00 21.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.25 0. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.50 0.00 1.

10) = 1.00% = 0.01) 1 – (0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais. ou seja.80% = 1.1 0.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.10) = 1.11 0.00% I = 13.00% EF = 1. pagos pelo próprio cliente.45 2.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.222222 K DC = 1.00% AC = 10.7665 K DG = 1.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.2335 2. K mo = (1 + 0.9 K mo = (1 + 0. qualquer item de custo direto exceto salários. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .0776 0.10) (1 – 0.10 + 0.00% = 3.87) (1+ 0.01) 1 – (0. ou seja.10) = = K mo = 2.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.53% K DC = K DG = (1 + 0.08% = 13.1335 + 0.4515 K DG = 1.10 + 0.7168 K mo = 2. qualquer item de custo direto exceto salários.1335 + 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00% = 4. Exemplo: ES = 87.0776 1 – 0.71 K DC = 1.65% = 4.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.

00 1.00 3.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.390.00 Secretária 1.400.00 1.29 348.00 9.00 22.00 6 Secretária 1. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 Total 1.25 1.400.50 3.00 6 Técnico médio 1.764.45 32.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 22.00 3.794.750.50 Engº junior 1.00 580.800.00 9.252.092.00 1.114.00 4.00 948.40 Coordenador de contrato 0.50 0.600.000.00 6 Topógrafo 1.00 0.817.00 7.00 4.00 0.50 4.00 600.625.00 300.00 6.00 142.400.200.00 3.200.00 15.00 Operador de micro 1.087.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 Mensageiro 1.00 2.00 Topógrafo 1.219.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.73 156.500.00 2 Auxiliar de topografia 2.400.25 6 Engº médio 0.455.00 b.00 54.25 Engº médio 0.00 8.00 6.817.30 32.794.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.504.500.200.00 8.960.00 175.252. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.065.00 2.00 5.71 142.00 6.00 Auxiliar de topografia 2.700.000.00 7.00 750.00 435.00 1.70 783.00 19.512.00 24.00 2 Cadista 1.00 1.626.50 108.22 264.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 Cadista 1.000.00 1.500.500.00 400.00 1.00 3.00 9.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.756.033.000.00 540.033.00 450.50 6 Engº junior 1. Empresas e Profissionais .00 52.00 677.00 2.00 21.00 Técnico médio 1.260.35 78.20 240.00 0.00 350.000.700.00 1.00 16.00 600.260.00 870.00 6 Operador de micro 1.00 6 Mensageiro 1.00 6.485.200.317.00 3.00 28.00 10.00 2.00 1.00 250.50 7.710.00 3.00 1.

5% = 3% = 3% = 0.960.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 12.880.3 1.00 1.b.00 270.500.00 9. portanto.904.00 74.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.742.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 59.00% Preço total (R$) 9.600.600.00 0. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.720.00 0.784.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.200.00 9.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 260.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 0.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 14.00 Total 264.080.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 18.00 1.60 6.784.00 400.00 175.00 0.520. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes. EPI e ferramentas aos funcionários.00 Total de encargos complementares 41.65% = 1.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.400.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00.114.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.912.00 360.00 EPI unid 18 2 2 15.960.00 0.00 16.00 12.00 2.00 300.8 12 2.00 0.8% ( 12% x 15% ) = 1.800. indiretas e o lucro da empresa.000. Empresas e Profissionais .600.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00 400.00 80.00 134.

conforme Capítulo 6.00 1. conforme Capítulo 6.608.00% 0.00 38. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.017. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .045.80 + 1.35 1.592. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.00 1.20 Preço total (R$) 38. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.2153 3.888.15 0. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.20 57.592.00% 1.00% 30.00% 1.592. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.254.608.05 por hora.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5. impressora.08% 9.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.40 301.00 – 0. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.447. Não será considerada a parcela de lucro.20 1.00 1.00.00 52.00 1. bem como.099.00%. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.80% 1.50% 9.00 38.97% 3.206. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.00% 3.91 por hora.00 75. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.216.0202625 K = 4.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.65% 1.00.

870.05) 1 – (0.00 50.50 1.00 75.1285 + 0) 1. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.00 223.00 3.50 50.000.60 3.50 235.000.00% 0.0743 + 0.50 47.00 3.08% 13.000.00 3.41 3.00 7.80% 1.00 50.34 3.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.00%.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.00 60.00 3.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.71 235. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.50% 3.91 45. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.10 0.00 3.000.03% Quantidade 50.8715 K= = K = 1.65% 4.00 75.05 52.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.50 50.000.870.00 505.1243 0.00 75. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.2927 K = 1.91 45.50 1.00 75.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00 16.85% 143 .05 52.

00 84. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).38% 1.00%.80%. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. Algumas despesas.). ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias . Empresas e Profissionais = 12.35%.00% 0. taxas (alvará.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.80% 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. uniformes EPI e etc. visa cobrir as despesas com contador.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.00. CREA e etc.00 EC = 0. portanto.200. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. presume-se um lucro líquido de R$ 7.40 1. inclusive. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4073 K = 1.50%.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.65% 4.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.000.1324 + 0) K = 1.00 4.200.000. vale para máquinas.00 (R$ 75.08% 13. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.05) 1 – (0.00 4.0743 + 0.50% 3. AC = 5.08% 12. não será considerado pois. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.500.65% 4.00% 3.53% L = 10.00%. tais como. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção. cujo orçamento previsto é de R$ 75.00%.2146 0.00% 0. Sendo obra por administração.

5 . temos: K2= (1 + 0 + 0.00%.1235 + 0. sobre o lucro real 9. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.50% 3.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.7615 = 1.35 EF = [ ( 1 + 1.015 ) 1. a partir da data de assinatura do contrato.65% 15.00% 0. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.1 ] x 100 45 / 30 .00% AC = 8.7765 K1= = = 2. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.77) (1 + 0 + 0.10) = 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.05 + 0) 1 – (0.1235 + 0.10) = 1.00% 147 . aplicando os valores conhecidos na fórmula.00%. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.05 + 0.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.1385 + 0.015) 1 – (0.05 + 0) 1 – (0.8585 0.05 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.40 EF = [ ( 1.5% ao mês.07 0.0226 ) x 100 EF = 2. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.015 ) ] n / 30 .Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0. adotando-se os seguintes dados: ES = 119. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.1 ] x 100 EF = ( 1. metade do período.0226 .26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.00% EF = 2.1 ] x 100 = = = = = 0.10) 1.26%.7765 = 1.

ou seja.08 + 0.0703 + 0.058.8097 K = 2.0226) 1 – (0.70 R$ 423.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.80% ( L x 15% ) = 1.414694 0. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.1903 = 2.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.50% = 3. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1. 11.08 isento 15% 27.01 a R$ 2.8585 1 – 0.19) (1 + 0 + 0. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.115. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.982208 K = 2.03% = 0.115.00 R$ 158.65% = 1. valor do RPA .00 De R$ 1.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .00% = 0. e transcrita a seguir.12) = 1. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.058.Recibo de Pagamento de Autônomo.00 Acima de R$ 2.

Parcela a deduzir do IR. podemos considerar o que se segue: 10.PARCELA A DEDUZIR RPA .59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1. será: RPA = ( CUSTO .00. a retenção de Imposto de Renda. portanto Faixa 1.0. logo: VALOR DO RPA = R$ 880..ALÍQUOTA ) CUSTO .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.70 ) ÷ ( 1 . vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .ALÍQUOTA ) = Portanto.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.Alíquota do IR e .390. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO . não há retenção de Imposto de Renda. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .30 ÷ 0.85 VALOR DO RPA = R$ 1.Faixa de remuneração.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .00. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.70 Assim. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.390. .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO . Então.00 – R$ 158.448. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo. portanto Faixa 2.390.00.231.00.

variação que ocorre.725 VALOR DO RPA = R$ 9. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.940.630. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. Em nossos dias. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.0. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.92 ÷ 0.00.00 – R$ 423. A par das diversidades de fontes.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . a retenção de Imposto de Renda. portanto Faixa 3. ainda. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.59.08 ) ÷ ( 1 .08 Assim. onde a competitividade está cada vez maior. Entretanto.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .630.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. de obra para obra.206.310. sem adequação ao projeto em questão. será: RPA = ( CUSTO .630. onde: 12.58. principalmente.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços.

Equipes e equipamentos ociosos . estas fichas. poderão ser digitadas imediatamente. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. que.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. para qualquer serviço da engenharia civil. No caso de se empregar sistema informatizado. por exemplo. inserido em anexo. e ainda. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. após conferência. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. período de refeição. cujo fluxograma. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. Equipes alocadas por serviço . Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. por razões extras à vontade do construtor. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. • • • • impedimentos por intempéries.• análise errônea da especificação do serviço. propriamente a descrição da metodologia. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. não podendo produzir. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. falta de programação do construtor. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. embora alocados ao serviço específico. para coletar os dados junto às frentes de serviço. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. isto é. máquinas e veículos. Equipamentos alocados ao serviço . abrangendo todas as categorias. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. estão impedidos de produzir. máquinas e veículos parados. Equipamentos Paralisados . 12. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores.é o conjunto de equipamentos. AP-3 e AP5. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. a aferição da produção horária dos mesmos. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. anteriormente definidas. AP-4 e AP-6.

que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. em conjunto ou não. o fluxograma.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente.. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. Equipe Produtiva . por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. porém de motor ligado. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. ou seja.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. etc. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia.é a máquina ou veículo. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes .ração total torna-se muito difícil de prever. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. em plena condição de produzir normalmente. e ainda. ou ainda. 12. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. instalações elétricas ou de telefones. em plena condição de produzir normalmente. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado.3. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. tabulação e apuração desses coeficientes. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. 12. Empresas e Profissionais . Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. de fácil produção e operação. que poderá ter outras funções na administração da empresa. mantém-se estacionado. Equipamento Improdutivo . Equipamento Produtivo . ou seja. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. a fim de fornecer uma visão global da coleta. Entretanto. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. Para favorecer o raciocínio. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. em função do porte da obra. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central.

quando necessário. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. sempre que for necessário. dedicado ao serviço por classe de trabalhador.. hora de chegada e hora de saída. numerando-as na parte superior. correspondentes a cada operário.É preenchida e assinada pelo apontador. café. tomar água. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. conforme o cargo ou função do operário. lanche. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. o local de atividade e a data. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. ao receber a ficha modelo AP1. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. a nomenclatura dos serviços executados e. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. etc. os seus totais. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. este tempo. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. ou. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. no caso de se calcular por software específico. excetuando o encarregado geral. pelo índice. pois trata-se de exigência da atividade. Ao término do mesmo. topógrafo e outros elementos administrativos. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. confere os registros efetuados. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. deverá ser considerado como horas perdidas. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . O controlador central de apropriação. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. Inicialmente preenche-se o nome da obra. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. de acordo com o tipo do serviço. porque há interesse de se apurar o tempo. As sub-colunas (I) hora de início. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. bem como. pois isto é uma consequência do próprio serviço. Essas horas. deve procurar corrigi-lo imediatamente. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. são anotadas no verso da ficha. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. se houver algum engano. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para efeito de controle no escritório. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. desde que não exceda 15 minutos. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar.

bem como. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. refeição. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. 12. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. distribuídas pelos diversos setores de serviços. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais.12. a data. Utilizando-se a composição de custo por produção. no caso de se adotar composição de custo simplificada. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. serão parte do custo indireto. Os veículos cedidos à fiscalização. o modelo. diariamente. modelo AP-5. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. os que prestam serviços indiretos. retirados do modelo AP-1. apontadas no formulário modelo AP-1. o local e o período de levantamento. etc. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. as colunas correspondentes aos dias. Empresas e Profissionais O apontador anotará. Neste formulário tem-se ainda. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. o local do serviço.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. uma para cada máquina ou veículo. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. modelo AP-6. abastecimento e lubrificação de máquinas.3. Após. do encarregado geral ou do engenheiro residente.. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente.3. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. Deve ser obtido através de sistema informatizado. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. ou seja. Nela deve constar o nome da obra. O apontador deverá assinar a ficha. a marca. a potência e a capacidade. No cabeçalho figura o nome da obra. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. material. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. transporte de pessoal. tais como. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. o tipo da máquina ou veículo. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo.

registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados.12. modelo AP-3. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Na segunda coluna estão as iniciais HP. 12. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. se for o caso. será preenchida diariamente. Empresas e Profissionais . ou seja. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. pela ordem: comprimento. inclusive. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. o local e o período da coleta das informações. Na quarta coluna. Enquanto. conforme o caso. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. modelo AP-5. com o motor ligado.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. medir a sua produção. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. considerada igual a um dia. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. em movimento. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. e PR correspondentes às horas produtivas. O coeficiente produtivo. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço.3. trator de esteira com pusher. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. o local da execução dos serviços e a data. horas improdutivas e produções. a ser calculada e preenchida no escritório. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. onde for necessário. modelo AP-5. Quando não for possível.3. referente ao total. utilizada anteriormente. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. ao término de um dia de trabalho.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. Conforme já definido. No cabeçalho constará o nome da obra. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. precedido da unidade. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. HI. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. o código do serviço. o diâmetro e o comprimento ou altura. Enquanto. Nas colunas seguintes. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. expressas em metros. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. modelo AP-3. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. • na. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. somam-se todos os dados. o coeficiente improdutivo. quando se tratar de produção. ou. utilizando para o registro a mesma ficha.4 Resumo das horas . bem como. que será colocado na parte superior da linha tracejada. e do Controle Diário de Produção.

por exemplo. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. ou seja. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. Isto é. pavimentada ou em terra. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Entretanto. deverão ter definidos os materiais. Assim sendo. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. origem e destino da carga. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. local ou comercial. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. ao cabo de cada semana ou quinzena. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. no caso de cimento portland.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. material transportado.3. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. no caso dos transportes.Para maior garantia dos valores assumidos. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. para efeito de controle. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . desperdícios. ou ainda. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. Neste quadro. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. como é o caso do concreto. e ainda. No caso de se fazer a apropriação de materiais. através de traços. por exemplo. percurso. consumos. 12. para efeito de apropriação. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. Para tanto. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. etc. Nos locais correspondentes às discriminações. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. 12. ou seja. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. sabe-se que. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. 12. e quando for o caso. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. abaixo dos coeficientes horas-homens. distância de transporte em km por tipo de rodovia. isto é. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. não haverá apropriação de campo.

AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.HORA INICIAL F .HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . B e C = Designação dos serviços. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP4 LEGENDA A. x IMPRODUT.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD.HORA FINAL I F SHT .Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AP3 MOD. AP5 MOD. AP1 MOD.

Empresas e Profissionais HT .Horas Improdutivas HO .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .HORAS TRABALHADAS PR .Horas Produtivas HI .Horas Ociosas .

Empresas e Profissionais HP .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .170 RESUMO DAS HORAS .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .AP.Horas Produtivas HI .

ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. também.6 COEFICIENTES Prod. estudos de viabilidade.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. DOS Im prod. Im prod. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. consultorias. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. Prod. supervisão. fiscalização. instrumentos e processos de produção em geral. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. de equipamentos. Im prod. Assim. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. Im prod. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. pelos profissionais liberais. para aplicação em serviços de engenharia.2 a seguir. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. vistorias. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES .EQUIPAMENTOS AP . • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. RESUMO COEFICIENTES . Paulo Roberto Vilela Dias 173 . Data Prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia.HOMENS Prod. : Im prod. Im prod. Prod. Prod.

o preparo de arranjo geral esquemático. dentre alternativas de solução possíveis. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. a que melhor responde. De acordo com o disposto no Artigo 6º. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. a definição dos partidos tecnológicos. a indicação dos métodos construtivos. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. orçamento da construção. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. a indicação dos métodos construtivos. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. bem como. com nível de precisão adequado. a estimativa de custo.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. a indicação de todos os componentes. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. técnica e economicamente. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . De acordo com a Lei 8. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. para determinação de quantitativa de demandas. equipamentos e serviços. equipamentos e serviços. bem como. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. aos objetivos propostos. características e materiais a ser utilizados. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. • especificação preliminar de materiais. Inclui o estudo de soluções alternativas.. XI da Lei 8. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. Compreende o arranjo geral. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. além das fórmulas. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. podem ser divididas em três fases principais. ”. Visa a análise e escolha. a racionalização do programa. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. a partir dos dados levantados com esta finalidade.

montagem. de arquiteto e de agrimensor. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. bem como arbitragem. estabelecendo a estratégia de implantação. montagem. Administração e controle do fluxo de documentos. Coordenação das interfaces executivas. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. técnicas e administrativas. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Empresas e Profissionais 13. assistência à partida. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. A0. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. estruturas metálicas e outros. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. inclusive plano de gestão ambiental.569. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. Planejamento. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. Supervisão administrativa de construção. testes.194. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. • Acompanhamento técnico da construção. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. Atividades de acompanhamento técnico da construção. eventualmente. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. testes e partida.2.

Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218.213. Atividade 02 .950-A. regula o exercício das profissões de Engenheiro. projeto e especificação. proposta pelo Ministério Público Federal. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . RESOLUÇÃO Nº 317. RESOLUÇÃO Nº 313. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. e dá outras providências. pelo Conselho Federal de Engenharia.org. Arquitetura e Agronomia .Estudo. de Arquitetura e Agronomia.RS.Supervisão. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior.524. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. como por exemplo.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. prolatada pela MM. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela.LEI Nº 4. RESOLUÇÃO Nº 205. e dá outras providências.496 . DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional. e dá outras providências.00. LEI Nº 5. de 24. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.2. RESOLUÇÃO Nº 278. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. autoriza a criação.194. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.CONFEA. Arquitetura e Agronomia.crea-rj. de 24. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. de uma Mútua de Assistência Profissional. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.194. LEI Nº 5. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. planejamento.07. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.71. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49.91 e alterações posteriores 13. Agronomia e Veterinária.030435-2. coordenação e orientação técnica. LEI Nº 6.07.212. Química. Arquitetura.br). de 24 DEZ 1966. na página da web do CREA-RJ (www.

funções e comissões em entidades estatais.Parágrafo único . de regiões. meios de locomoção e comunicações. autárquicas e de economia mista e privadas. cursos. aperfeiçoamento e pós-graduação. perícia. Padronização. Execução de obra e serviço técnico. reparo e manutenção. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . arquitetura paisagística e de interiores. em sua maioria. avaliação. Condução de trabalho técnico. Artigo 4º. divulgação técnica e extensão. zonas. portos. de abastecimentos de água e de saneamento. e massa de água e extensões terrestres.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. rios. obras. rurais e regionais. instalações e meios de acesso a costas. análise. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. nos seus aspectos técnicos e artísticos. Elaboração de orçamento. em geral. experimentação. Assistência. seus serviços afins e correlatos. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. Execução de instalação.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. Desempenho de cargo e função técnica. mensuração e controle de qualidade. urbano e regional. arbitramento. Produção técnica e especializada.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Artigo 1º . do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. Artigo 3º .Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. Ensino. Condução de equipe de instalação.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. montagem. Lei n.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. pista de rolamentos e aeroportos.As profissões de engenheiro. local.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . paraestatais. cidades. Execução de desenho técnico. estruturas. estradas. laudo e parecer técnico. referentes a edificações . Operação e manutenção de equipamentos e instalação. e dá outras providências. serviços e equipamentos urbanos. Direção de obra e serviço técnico. Artigo 7º. desenvolvimento industrial e agropecuário. seus serviços afins e correlatos. transportes. pesquisa. Artigo 5º. conjuntos arquitetônicos e monumentos. planejamento físico. planejamento ou projeto.As qualificações de engenheiro. Fiscalização de obra e serviço técnico. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. edificações. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. estruturas. referentes a edificações. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. montagem e reparo. Vistoria. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . operação. assessoria e consultoria. sistema de transportes.º 5. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. ensaio.

ensino. projeto. trabalhos topográficos e geodésicos. direção. Artigo 28º . nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . a engenharia legal. o projeto. projeto. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. o estudo. projeto. DECRETO FEDERAL N. projeto. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. o estudo. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. projetos.569. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. o estudo. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com todas as suas obras complementares. o estudo. o projeto. com todas as suas obras complementares. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. fiscalização e construção de edifícios. Artigo 22º. fiscalização de obras e serviços técnicos. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. estudo. direção de obras e serviços técnicos. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. perícias. o estudo. estudos. todos serão considerados co-autores do projeto. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. de arquiteto e de agrimensor. Artigo 30º . de modo a garantir a sua realização. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. a arquitetura legal. projeto. pesquisa. análises.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. direção. fiscalização e construção das obras relativas a portos. execução de obras e serviços técnicos. direção. projeto.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. vistorias. direção. industrial ou agropecuária.Enquanto durar a execução de obras. avaliações. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. projeto. direção. o estudo. d) e) f) g) Artigo 16º. com os direitos e deveres correspondentes. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. de acordo com as condições. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. direção. projeto. o projeto. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. fiscalização e construção de edifícios. o estudo. pareceres e divulgação técnica.º 23. experimentação e ensaios. direção. instalações e serviços de qualquer natureza.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. produção técnica especializada. direção.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . projeto. direção. Artigo 19º. projeto.

arbitramentos. supervisão. Supervisão. 4.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado.6) 1.5) Administração e Controle contábil. laudos técnicos. Pareceres. Laudos. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. Gestão de empreendimentos. produtividade e qualidade. arbitramentos. 2. Projetos definitivos (executivos). orçamentos.7) 4) 4. supervisão.6) Coordenação. 1. instalações e afins. fiscalização. 2. pareceres.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. 4. equipamentos e pessoal. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. 2. planejamentos e cronogramas físico-financeiros.coordenação. programações e controles.7) Medições de serviços . dimensionamentos de serviços. Coordenação. compatibilização.4) Planejamentos.1) 3. vistorias. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . avaliações e perícias. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos.4) 1. fiscalização e acompanhamento de obras. Arbitramentos. fundamenta dos sobre serviços ou obras. serviços. subdividem-se em: 1. 1.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.5) 1. controle físico-financeiro e da Qualidade. 2. Empresas e Profissionais 3. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos.10) Levantamentos técnicos de obras. Avaliações e Perícias em geral. Consultas esporádicas. Consultorias ou assistências técnicas. 1.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Análise econômica-financeira da empresa.7) 1. materiais.2) 3. materiais.3) Avaliações técnicas de um determinado bem.1) 1. Especificações de serviços e materiais. 2. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.3) 1. ou avaliação de direitos. supervisão.6) 3. Anteprojetos. Projeto Básico ou Legal.11) Levantamentos topográficos e sondagens. Assessoria.8) Levantamento de dados Estudos preliminares.9) Assessoria .3) Projetos do canteiro de obra. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos.3) 3. coordenação. Engenharia Legal. Vistorias.1) Vistorias.4) 3. Laudos. Orientação geral e técnicas de controle.2) 1. Orientação técnico-administrativa. equipamentos e pessoal.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . acompanhamento e controles.5) 3. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2) Gestão. Paulo Roberto Vilela Dias 185 .

deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. será apresentado o projeto legal. industriais e reformas com todas as suas obras complementares.5) Julgamentos de trabalhos em geral. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. esclarecedor de circunstâncias especiais. completando o projeto.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. Estudos. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. • 6) Único . túneis. projetos. viadutos e outros.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . direção. abastecimento de água. túneis. projetos. Empresas e Profissionais 1. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. viadutos e outros. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .em perspectiva ou elevação. barragens. controles. 4. arbitramentos. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. captação. projetos.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • Plantas Baixas . avaliações. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. Estudos. projetos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. projetos. fiscalização e construção de obras de arte especiais. irrigação. com informações sobre o terreno. formatando o Anteprojeto. bem como. apresentando um padrão de cor ou textura. perfis. elevações. rios e canais.4. • Estudo de Fachada . perícias.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. 1. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. bem como fazer orçamentos. fiscalização e construção das obras relativas a portos. projetos. mações. adução. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. com as modificações sugeridas. • 3) 4) 5) 1.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. planejamentos. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. Estudos. abordando os seguintes aspectos: Concepção. direção. 1.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . contendo a definição de todos ambientes. a saber: 1) 2) Estudos. saneamento urbano e rural. solicitações do Cliente. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. legislação local. direção. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. fachadas. Em anexo. dimensão e articulação dos ambientes. Estudos. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. fiscalização e construções prediais. visando montar um programa básico do projeto. direção. em plantas. etc. • Definição do esquema estrutural e das instalações. direção. cortes. Estudos. barragens. localização. direção.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. de acordo com as normas vigentes.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.principais níveis da edificação. drenagem.

Deverá apresentar uma descrição completa da obra. orçamentos. comerciais. com sua participação. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. consumo e do cronograma físico-financeiro.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. permite ainda. planejamentos e cronogramas físicos .financeiros . Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. aplicação correta dos materiais. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 .10)Levantamentos técnicos de obras. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. segundo uma sintonia perfeita. com a indicação das características técnicas. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. que englobe todos os elementos considerados no estudo. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. gera-se um documento único. técnicas e outras. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras.1. a unidade considerada e os preços unitários. serviços. Cada tipo de obra. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. aparece a figura do Assessor.8) Estimativas de custos.coordenação. em função de sua complexidade. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. encargos sociais. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). como impostos. fiscalização. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. através dos coeficientes de produtividade. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. 1. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. administrativas. contendo as quantidades de serviços a executar. as normas aprovadas e recomendadas. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. 1. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. houver a participação de profissionais de várias modalidades. despesas financeiras. na escala convenientemente adequada. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. leis fiscais. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares.Engenharia de Custos . 1. supervisão.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço.conhecidos os projetos definitivos. em escala conveniente. com todas as informações necessárias à execução da obra. bem como a especificação para cada tipo de serviço. 1. etc. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. condições de funcionamento ou estado de conservação. compatibilização. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. com a listagem dos diversos serviços a executar.9) Assessoria . 1. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. Por outro lado.

Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. enfim. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. dirigir e controlar a qualidade da obra. admissão. materiais.Uma vez conhecido o orçamento da obra. 2.3) Projeto de canteiro de obra . execução dos serviços.11)Levantamento topográfico e sondagens . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . face ao controle preconizado. no mercado de trabalho. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. contendo todas as instalações a fazer. equipamentos e pessoal . dos serviços.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. especificações. com detalhes do relevo.4) Planejamentos. respondendo pela fiel execução dos serviços. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. Além do mais. quanto aos preços de material. coordenar. nas disponibilidades financeiras da empresa. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. programações e controles. como o dimensionamento. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Feitas as programações e o planejamento. em função da seqüência dos trabalhos a executar.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . diretrizes. procedimentos. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. permitindo ainda um controle. relatórios. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. 2. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. representando as curvas de nível de metro em metro. pessoal e do financeiro . equipamentos. indicando os processos de trabalho. legais decorrentes da organização levada a efeito. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. supervisão.executante do serviço. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. materiais. planos de trabalhos. necessidades de material. dimensionamentos do físico. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. 2. 2. memoriais gráficos e fotográficos. a modalidade de medição de serviços. no tocante à administração da empresa. deverá ser apresentado o organograma. controles e apropriações de custos. 2) Gestão. demissão. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. por categoria. coordenação. licitude das compras e fornecimentos.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. como seu gestor. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. bem como previsões de treinamento.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. 1.2) Programações e dimensionamentos de serviços. orçamento. com previsão das datas do recrutamento. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. o profissional deverá prever. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. de desenvolver as diversas áreas da obra. mão-de-obra. programações. rotinas. mão-deobra e as especificações dos serviços. gerência integral.

fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. Tipo de contabilidade. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. bem como o controle da qualidade apurado. Tipos de notas. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. atendendo a boa técnica requerida. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. empreiteiros e outros. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. 3. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. o a receber e o a pagar.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. Conferir todas as medidas. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. durante a execução da obra ou serviço. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. supervisão. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. Sistemas de controle do almoxarifado. 2.2. todos os detalhes métricos.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. 3. sobre determinados problemas. em laboratórios oficiais. reajustamento de preços. Exigir nível. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. esquadro e prumo. apresentar a resposta à consulta formulada. Escrituração dos custos de obra. quando julgar necessários. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. 3. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. estudo de preços e materiais. visando enquadrar as normas pré-determinadas. O serviço de assessoria. Empresas e Profissionais . dos serviços executados. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. com os seguintes sub-ítens: 3. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. 2.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado.6) Coordenação. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. todos os acabamentos. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. utilizandose de testes da boa qualidade. 3) Consultorias e assistência técnica. Enfim. Determinação do estoque mínimo. Pode ser antes.

Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. 4) Vistorias.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. pode ser aleatória. diária. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Levantamento dos imóveis. mensal e anual da empresa. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. existem elementos mensuráveis. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. Neste caso. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. avaliações e perícias em geral. Sim. No entanto.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel.3. normas de controle para o material e mão-de-obra.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. Cadastramento do equipamento e avaliação. porque. Engenharia Legal. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. Medidas preventivas a preconizar.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. laudos técnicos fundamentados. Já no caso do Direito. serviços ou da empresa. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. a vistoria.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. Apresentação de um parecer técnico. Procura de novos mercados. na avaliação técnica de um determinado bem. os elementos computados. por assim dizer. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. na maioria das vezes. bem como. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de serviços e materiais. pareceres. da rentabilidade da obra. Assim. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. face as tendências do mercado. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. capazes de oferecer a medida exata do valor. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. de modo a executar os serviços em andamento. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. de especificações. as considerações levadas a efeito. Empresas e Profissionais . o memorial descritivo dará as informações colhidas. Em cada caso. executando plantas ou conferindo os existentes. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. Contatos de qualquer natureza. será complementado o parecer final. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. Às vezes pode ser também solicitado. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. temos o laudo técnico. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. determinando-se o sistema de apropriação de custo. 4. laudos. 4. Avaliação da produção. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. com um memorial descritivo.1) Vistorias. serviço ou obra. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. Determinação do fluxo de caixa. 3. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato.

AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. econômicos. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. 4. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. estimado. tendo em vista conhecer sua natureza. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . baseado. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . proporções. funções. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. é claro. Na perícia de um modo em geral.Nada mais que a verificação de uma situação existente.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. contendo as razões do julgamento. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. nos aspectos técnicos. 4. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. enfim.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. Avaliação . o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. A) Auditoria analítica e crítica . Perícia . objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. causadoras de uma determinada situação. Parecer .5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. concursos de provas e títulos. assim como. concorrência. tudo o que depender de julgamento. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. e relações. 13.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. administrativos e legais. nas atribuições profissionais.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. inclusive com a classificação dos concorrentes.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. legais. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. Como se vê. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sem entrar em detalhes.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria .Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis.

realizadas para o preenchimento de cargos. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. PALESTRA. necessários a execução de obra ou serviço técnico. com o emprego da pedagógica e didática. matérias escritas. visando difundir informações. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. faladas e televisadas e outras. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. escrita e assinada por profissional habilitado. sobre veracidade de um fato ou uma situação. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. provas escritas. ATESTADO Documento que contém declaração. incluindo texto e “layout”. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. equipamentos e contratação de mão de obra. processos. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas.B) mentos de uma atividade. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . planejamento ou projeto. bem como ações de “marketing”. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. produto. folhetos. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. Inclui neste item a elaboração de folders. planejamento ou projeto. mento de provas documentais. coordenação. Auditoria técnica . a um público específico. serviço ou evento técnico/científico. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. plano. práticas prestadas. para servir de comprovação perante terceiros. tecnologias de produção. de um direito ou de um empreendimento. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. GESTÃO DE PROJETO. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. mediante planejamento. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. em recinto fechado e apropriado. CONCURSO Envolve ações de organização. no plano. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. serviço ou obra. anais. ao desenvolvimento de métodos.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade.

200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Aplica-se em situações das mais variadas. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. profissional habilitado. julgamento de concorrências. qualidade de produtos. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. conforme projeto elaborado ou planta. obra ou serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. podendo incluir acidentes naturais e construções. ou por designação judicial. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. de curvas de níveis. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. LAUDO É a peça na qual o perito. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. dentre outras. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. no campo. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área.

assistência técnica em atividades de um empreendimento. conteúdo substancial do trabalho. legislação local. o perito. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. legislação. sem entrar em detalhes. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 .4. com a finalidade de subsidiar decisões. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. Caso não sejam fixados pelo Juiz. tempo consumido para sua realização. com informações sobre o terreno. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. 13. por escrito. entre outros decorrentes de exigência legal. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. solicitações do cliente. Os honorários profissionais dos peritos. bem como os honorários. visando montar um programa básico do projeto. de que tem conhecimento. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. VISTORIA Verificação de uma situação existente.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. dimen• são e articulação de ambientes. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As responsabilidades do profissional. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. etc. atendendo à natureza da perícia. devem ser explícitos em contrato adequado. interesse em discussão e valor da causa. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. avaliação ou vistoria.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. bem como.

.... Levantamento de Dados e estudo Preliminar .. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.. aplicação correta dos materiais e etc...... será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. 40% • Projeto de Execução ....... contendo a definição de todos os ambientes..... 13. 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... Projeto de Interior Plantas baixas. detalhamento......... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço...... cortes......... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos..... memorial descritivo com especificação de materiais......... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício.... Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto.. Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. com todas as informações necessárias à execução da obra... • Definição do esquema estrutural........... abordando os seguintes aspectos: Concepção......... Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.. Através da compatibilização dos diversos projetos. dimensionamento e caracterização dos pavimentos...... A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. apresentando um padrão de cor e textura. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas...• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação.....2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado... possibilitando obter licenças e alvarás da obra....... 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.... em escala conveniente........ as normas aprovadas e recomendadas..... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ........ tendo em vista conhecer sua natureza... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas......4..... 10% • Anteprojeto e Projeto Legal . de acordo com as normas vigentes...... proporções. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 ..... perspectivas.. funções e relações com o propósito de fundamentar decisões... 13.........

objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. nos aspectos técnicos. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. econômicos e administrativos. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. para servir de comprovação perante terceiros. Conferência: Exposição de tema. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. de um direito ou de um empreendimento.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. ATESTADO Documento que contém declaração. É também análise de resultados de um programa ou projeto. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a um público específico. Empresas e Profissionais . ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. em recinto fechado e apropriado. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. escrita e assinada por profissional habilitado. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. coordenação. CONCURSO Envolve ações de organização. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. sobre veracidade de um fato ou uma situação. gerenciamento e julgamento de provas documentais. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. práticas prestadas. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências.

envolvendo fauna e vegetação. beneficiamento. geologia e geomorfologia. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. produto. ou de uma dada região. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. faladas e televisadas e outras. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. anais. folhetos. sem a indagação das que a motivarem. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. junto ao órgão ambiental competente. bem como ações de marketing rural. tecnologia de produção. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. Caracterização do meio sócio-econômico. Caracterização do meio físico (clima. necessários a execução de obra ou serviço técnico. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. águas superficiais e subterrânea. c e d. matérias escritas. visando difundir informações. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. ao desenvolvimento de métodos. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção.insumos. serviço ou evento técnico/científico. comercialização. incluindo texto e layout. GERÊNCIA DE PROJETO. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em atendimento à legislação. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . serviço ou obra. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. transporte. processo. econômico e social da propriedade rural. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. Inclui-se neste item a elaboração de folders. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. entre outros) Caracterização do meio biótico. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. mediante planejamento. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. solo.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

no âmbito da iluminação. especificação dos materiais. com respectivas proteções e controles. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. Inclui memorial e especificações de materiais. a serem ligados ao sistema de emergência. tomadas e esperas especiais. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. etc) e quadro de distribuição de emergência. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. Subdivisão dos sistemas. por exemplo com indicações de “saída”. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. Estudo a respeito da demanda. corrente contínua com entrada em operação imediata.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. com diversas variáveis envolvidas. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. exaustão de gases. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. a partir de quadros de distribuição específicos. água de refrigeração. por se tratar de um trabalho específico. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. ou projeto de luminotécnica. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . define apenas uma previsão de carga para iluminação. ou a evacuação de pessoas com segurança. com detalhamento. compreendem-se sistemas de certo porte. determinação da potência de fonte geradora (baterias. Por iluminação de emergência. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. neste item. não são aqui considerados. deve ser encarado como um projeto à parte. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. grupo motor-gerador). Memorial. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. Inclui memorial e especificações de materiais.

isto é. o caráter distintivo do profissional liberal. nos serviços fiscalizados pelo CREA). do CONFEA. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. literalmente assim se deve entender toda profissão. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. de líber (livre). Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . em todas as fases de sua execução. que possa ser exercida com autonomia. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. são sinônimos. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. Assim sendo. do latim liberais. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. “Pela adjetivação liberal. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário.

. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. podendo ainda. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. alimentação. materiais diversos. se não houver ART. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. especificidade e dificuldade dos serviços. perigosas ou de difícil acesso. ART. material. • c) as medidas lineares. as condições de pagamento. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. etc. Eventualmente: Insalubridade. inciso VI .sede do profissional. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. contendo o nome. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. sobre carimbo. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. quando a critério do juiz. etc. • • Nenhum serviço será iniciado. alimentação. sendo calculadas tomando por base. inclusive com a inversão de ônus da prova. Custo efetivo dos projetos. o tempo de viagem e o fim específico. etc.o Código de Defesa do Consumidor . contribuição social. hospedagem. b) complexidade. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. inciso VIII . Caso o cliente forneça transporte.. serviços de terceiros. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . • Artigo 39º. salários de auxiliares. a seu favor.. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. dos materiais e equipamentos a serem empregados. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. despesas auxiliares de transporte. ter Contrato ou Convênio. segundo as regras ordinárias de experiência. aluguel de equipamentos. no processo civil. • Artigo 50º . Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. consultas e outras. bem como as datas de inicio e término dos serviços. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . impressos. como: análise de solo. de área ou volume. obras e serviços. também acordada previamente. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. Dentre os vários artigos desta Lei. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. estadia.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. correrão por conta do cliente. datados e assinados pelo profissional. confeccionados em papel timbrado do profissional. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. • Artigo 40º .a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. salvo expressa estipulação em contrário. taxas públicas.das todas as despesas referentes a: pesquisas. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. condução.

será cobrada uma multa de 5% ao mês. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.500.M.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 6.00 140.R. amparado na Lei n.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.33 30.00 4. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.00 NC NC 873.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. de responsabilidade do profissional. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 40.).00 20.800.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.mo.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.3% R.Anotação de responsabilidade técnica .500. isto é. 14. por desistência do cliente. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.950-A de 22/04/66. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 . acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.00 2. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 149.000.48 80.P.00 40.P.00 120.M.200. Empresas e Profissionais R$ 30. água/esgoto.00) .T.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.40 9. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.M.00 173. R$ 100.82 Remuneração (R$) 1.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .40 149.0% R.00 2.3% R.00 144.) Gratificação Natalina (8.P.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias. segundo legislação vigente do CREA.) Gratificação de Descanso Anual (8. mensageiro e etc).2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.656. regido pela CLT. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .54 120. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.00 170.º 4.800. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 20.200.00 3.00 5.

88 29.60 182.(0.60 200.00 25.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.ART sobre serviços de R$/mês 4 .Anotação de responsabilidade técnica .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.3% R. mensageiro e etc).275 + 0.00 173.3% R.00 R$ 30.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Não Computado R$ 160 4. móveis e utensílios Aluguel e.05)) IRPF .00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. água/esgoto.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .Imposto de Renda (27.66 R$ R$ 22.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.200.33 40.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.795.000.00 171.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.48 100.00 120.5% Custo Total Mensal – R$ 360.P.00 25.346.00 182.00 180.) Gratificação para Descanso Anual (8.60 9.P.54 120.0%R.00 176.00 3.00 NC NC 913.00 50.00) R$ 1.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .660.) Gratificação Natalina (8.00) . I = (CTM – 360) / (1 .15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 4.135.33 R$ 120.P.

410.00 290. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 60.500.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .00 35.33 40.78 R$ R$ 27.00 250.P.00) R$ 1. I = (CTM – 360) / (1 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 5.P.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.113. água/esgoto.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 280.50 9.00 173. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .48 160.) Gratificação para Descanso Anual (8.33 R$ 200.(0.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .275 + 0.00 35.000.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.Não Computado R$ 160 5.00 200.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .00) .) Gratificação Natalina (8.P.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 R$ 30.54 200.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.Anotação de responsabilidade técnica . mensageiro e etc).56 36.0%R.05)) IRPF .906.Imposto de Renda (27.00 120.50 290.185.3% R.00 NC NC 1.20 250.3% R. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.496.00 4.

Imposto de Renda (27.60 431.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Gratificação de Descanso Anual (8.00 431.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00) .33 60.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.0% R. I = (CTM – 360) / (1 .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.275 + 0.00 7.00 300. mensageiro e etc). água/esgoto.200.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00) R$ 2.) Gratificação Natalina (8.00 416.Anotação de responsabilidade técnica .59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.3% R.516.528.P.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.00 50.00 R$ 30.33 R$ 250.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 173.05)) IRPF .40 300.00 160.P.00 257.48 200.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .00 120.54 4.3% R.00 NC NC 1.P. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .00 50.000.ART sobre serviços de R$/mês 4 .53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.419. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .045.60 9.00 80.233.(0.15 R$ R$ 40.80 56.

48 200.275 + 0.54 240. móveis e utensílios Aluguel e.3% R.500.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.00 539.00 NC NC 1.393.) Gratificação para Descanso Anual (8.000.00 R$ 30.00) R$ 3.360) / (1 – (0.33 R$ 320.ART sobre serviços de R$/mês 4 .95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .P.05)) IRPF . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .Imposto de Renda (27.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 173.00 4.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .Anotação de responsabilidade técnica .669.00 120.00 330.33 70.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.923.00) .P.50 9.00 50.00 50.P.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.0%R.593. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . I = (CTM .00 286.00 360.251.00 200.5% Custo Total Mensal – R$ 360.77 78.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 9.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.00 572. mensageiro e etc).3% R. água/esgoto.50 539.89 160 R$ R$ 55.) Gratificação Natalina (8.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.

incluir as despesas com: aluguel de escritório...71 97.. mediante comprovação pelo profissional...35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. tais como..79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15... condomínio. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil. por trabalhos prestados.. • Despesas com certidões..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado..00 (até 5 anos de formado) 68.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 ..Imposto de Renda (27... Nível de especialização. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente. serão cobradas à base de 33.. R$ 25.. em viagem.00) R$ 4. experiência profissional. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências...5% Custo Total Mensal – R$ 360..... serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio.. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. ... competência interpessoal.. conhecimentos de línguas estrangeiras...Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado.15 160 TRAINEE E JUNIOR .. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento. • As despesas extras.. informática.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: . pós-graduação.. Ou ainda... se for o caso. R$ 50.. apresentação pessoal e etc.666.994.. cursos de extensão e especialização..661.....É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.275 + 0. pelo menos momentaneamente. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .. salários de empregados e seus complementos e etc.....CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10.(0... Bem como.88 R$ R$ PLENO A MASTER . conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela... I = (CTM – 360) / (1 . mestrado e doutorado...NC – Não computado ..05)) IRPF ..... trabalho em equipe.

1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. ou ainda. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. bem como. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . no sentido da definição dos parâmetros de remuneração.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. Entretanto. municípios ou estados. bem como. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais.

2 3.2 2.8 (R$ por m²) 7.15.1 2.1 2. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.0 1. no mês da proposta. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo. (***) O projetista. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.2 3.0 5. 15.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.50) 3. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .2.50 (de 16.6 3.50 (de 2.2.00) 6. Avaliam ainda encargos sociais.7 3.8 4.2 3.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. dimensionamentos e detalhamentos. Comerciais e/ou residenciais 4.8 4. S = Valor vinculado percentual de referência. estudos preliminares. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.1 2.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.50 (de 2. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.0 2.00 3. As formulações são bastante abrangentes.8 4.4 2.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.50 2.4 2.9 1. Não inclui cálculo da fundação profunda. projeto legal.00 2.18 Edifícios industriais com um pavimento 0. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.8 2. impostos. Cc = Custo convencional da estrutura.1 2. fornecido pela Revista Construção. projeto executivo e orçamento da obra.0 Edif. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. Industriais 4.3 2.6 2.50) Inclui anteprojeto.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.5 2.50 (de 3. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.4 4.00) 3. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.00 R$ R$ R$ R$ 6.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.0 Edif. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.

...... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16..3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.........6 10............5 16 15.... Industriais 12 11. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0..2........... 25% 6a a 10a repetição ... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%......... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0..... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais....... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.................. Caso haja cálculo de protensão..... em quilogramas.. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais.............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%........................5 10 Edif...........5 15 14 13 12 11 Edif. Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo.2 9.50.....................5 12 11. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3.. 20% 11a a 20a repetição .. aplicam-se os seguintes itens: • • • 15...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%....0 10............ incluindo os elementos de fundações....................5 9.... 35% 2a a 5a repetição .... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.............. 15% 21a a 40a repetição ................. H = Honorários de projetos..............0 As repetições integrais do projeto.......... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico........ 10% a partir da 41a repetição . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.... S = Valor vinculado percentual de referência....... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 .....5 11 10.............2 9. deverão ser cobrados como segue: 1a repetição ...........................Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza.............8 9... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.02 m3 / m2..5 11.. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12..... cortinas em subsolos dentre outros....

.......50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%........4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais............. Em galpões industriais..................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas................ baseados em área de projeto arquitetônico apresentado..00 1... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.70 1................... 35% 2a a 5a repetição ...... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas.20 2......• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.....................80 1..50 As repetições integrais do projeto.. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .................. Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas................... entre 501 e 2000 m2 ......... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .......... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .... 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 .............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural........................... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.... INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .......................... Em galpões industriais............................. Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.. 10% a partir da 41a repetição ... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .... 2...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%............................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%....................80 1........ inclusive os elementos de fundações............................... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2....20 2....................................... superior a 10001 m2 ...... Em galpões industriais..... 20% 11a a 20a repetição ............ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ...... 15% 21a a 40a repetição ................................60 1.. entre 5001 e 10000 m2 ..........80 1. 2........... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ........... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais........ entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar............... 2............................50 2.......00 1...........2. 25% 6a a 10a repetição .................. 15..... entre 2001 e 5000 m2 ............... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ............ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%....... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............................................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%......00 1.. lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis....... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ..65 1........................................ superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ....... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais...........

* Caso haja instalações de gás........ INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .........00 0.90 0..... Empresas e Profissionais ............. superior a 15001 m2 .................000.........00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2.........00 por m2.......... entre 1001 e 5000 m2 .. 2. iluminação de emergência.......60 0............. Os preços acima contemplam a indicação de pára raios..70 0................ entre 10001 a 15000 m2 ..................40 0.......55 0.......... entre 5001 e 10000 m2 ....... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento............50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ............ Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica.................... caixa de cloração.............50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............ o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1.................................................. entre 10001 a 20000 m2 ... 2..................................................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%...........* Caso haja instalações de água quente........... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento. * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames......................... 1...................... entre 5001 e 10000 m2 .... entre 1001 e 5000 m2 ..........50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ......................... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares.......................... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1..50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%. * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .......60 0....................................... superior a 20001 m2 . 0.............................. R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .......50 0..... entre 5001 e 10000 m2 .............. 0............ seta indicadora de saída..... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ......... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500......35 0.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%....... reserva de gás............. superior a 20001 m2 . entre 1001 e 5000 m2 .......75 0................. 2............ alarme bitonal.....70 0.. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.... entre 10001 a 20000 m2 ................................................45 0. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%...... 2..30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático.. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%................. extintores de incêndio.......................00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2......... caixa separadora de fibras.......... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 .... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás......20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ..............................

........65 250....000.........................000.... derrocamento.....600......... 0............ 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos...........12 3....5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho..... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.000......00 a 500.....000...15 2.....................000............................................ 2 15.000....................00 0....35 Edifícios comerciais área até 2000 m ......000....00 a 5. valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade.......40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição .. tempo estimado na execução do serviço....000..00 a 10...00 a 100..00 0..00 0....00 0......... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 ............600.........100...............000..........................70 área entre 501 e 10000 m2 .. DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500..........00 Acima de 10..........00 De 1........00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.......000.........600..........000......000........ traçado de estradas.........50 área entre 2001 e 10000 m2 ..00 De 5............ grau de dificuldade e complexidade técnica da análise...000...000. 15% 21a a 40a repetição ...................00 a 1. 0............ topografia e geodésia....07 8...INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA .....40 área acima de 10001 m2 ............00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... experiência do profissional.............90 50.....000.........000..... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação. 0.......00 0..............00 De 500........ 25% 6a a 10a repetição ......35 850..000........... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ......................00 0........... 35% 2a a 5a repetição .20 1..00 a 200..........000.........50 área acima de 10001 m2 .......2...00 De 200.... 0.000...000...................... dentre outras..00 De 100..................00 0........... 20% 11a a 20a repetição ........... 10% a partir da 41a repetição . 0...00 De 50................................. 0..........

000.000.000.00 a R$ 55.000.000.000.00 a 2.00 3.00 a 5.501.00 De R$ 15.001.00 9.00 a R$ 50.500.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.00 a 6.500.000.001.300. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.000.500. mais R$ 200.000.00 a 1.000.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 a R$ 85.00 a 10.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.00 De R$ 25.00 De 2.00 Acima de R$ 180.001.00 2.000.00 De R$ 85.001. prevalecerá este último.500.00 De 12.00 6.501.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.000.00 6.00 De 10.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 De 8.00 por cada R$ 20.00 a R$ 90.300.00 a R$ 180.00 De 4.00 De 6.00 De 1.00 Acima de 15.00.001.000.00 De R$ 55.00 1.001.00 a 12.00 a R$ 120.000.200.00.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 De R$ 7.000.00 a R$ 15.500.00 3.00 2.000.000.00 1.00 a 2.00 De 7.000.000.00 por cada R$ 20.00 a 9.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 a 4.000.000.00 a 7.000.000. mais R$ 200.00 a R$ 30.00 De 2.00 De 3.000.000.000.001.000.00 De R$ 30.500.000.000.000.500.00 Acima de R$ 180.001.000.00 De R$ 120.000.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.500.500.500.00 9.501.000.500.00 De R$ 90.00 a 3.000.00 De R$ 35.001.00 6.200.001. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .000.000.00 De 9.00 a 15.000.00 De R$ 50.00 a 8.00 De 1.00 a R$ 180.00 4.00 De 5.00 a R$ 35.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

piscina e sauna) unid 1.00 300.00 200. rebaixamento.00 Sala de jantar unid 300. esquadrias.00 Quarto de casal unid 300.00 100. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. simplificadamente. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 400.78 x 75 + 280.00 700.00 200.00 200. revestimentos.500.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 350. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 250.00 Banheiro completo unid 450. camas.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. lay-out e ambientação.00 400.00 300. paginação.00012)0. mesas e etc 15. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.00 Lavabo completo unid 400.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. Palestra e Conferência Aula: 1. alvenarias.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Área de lazer completa (churrasco. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada.00 Cozinha completa unid 600. colunas. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. pontos elétricos e hidráulicos.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. iluminação. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.00 300. unid unid unid unid unid unid 300.00 200.00 Quarto de solteiro unid 300. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.

Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Áreas até 50 ha .5 .5 .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.5 + 0.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .5 + 0.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .5 27.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .5 + 0. Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Áreas até 50 ha 11.Áreas acima 50 ha 18.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Áreas até 50 ha 18.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Áreas acima 50 ha 11.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Diagnóstico Técnico.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .02 x Hora Técnica por linha de informação 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .

etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Plano de Corte Florestal . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 . viaduto.Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 10 ha .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 20 .

500..............55 3..001...00 0......00 R$ 1..000..00 a 120.....00 800.39 R$ 1. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600......38 400. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares..00 a 600.000. Projeto Executivo .000..001...000...500.200..000....000.000.....88 1..00 a 200...00 2...001..000.00 a 400.00 1...000..00 800...........200.....000...........00 1..800...100.10 600....000..00 a 15......00 a 1.001....40 10....00 a 5....000.00 a 800..00 a 1....00 0.200..200.....001..001..00 1. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 0..00 0.00 0.001..000......47 5.000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1....000.00 15% 10% 30% 15...500......99 800.43 7..000...550.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 ...00 0.001.........00 R$ 850...001..66 2.00 a 10.77 1..000..000..00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto......7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada..000..00 1.000.00 1.00 2.TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1...00 R$ 1.000......00 1.500....00 a 7. Desenho Definitivo ..000..00 R$ 1...93 200......00 1........00 0..31 120.00 0.000....000....200...00 R$ 900.00 a 3..000.00 a 2......001....00 1..000...00 1.. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar ...500.. Projeto Básico .001........000....000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58....001..00 0.....

16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Arquitetura. Química e Veterinária. Em 24 de dezembro de 1966. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. sob a dependência e mediante salário”. a Lei nº 5194. no seu artigo 82. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT.950 A. de 22 de abril de 1966. Agronomia. até 8 horas/dia. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. 7º. A Lei nº 4. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. A Lei nº 4. cujo art. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . inciso V. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988.

P. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S. = 9.M.P. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S. Empresas e Profissionais S.00 pôr mês OBS.M. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.100. = 9. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.00 S.50 ) x salário mínimo S.P.800.5 x R$ 200.P.P.00 x salário mínimo S.00 S.M. = ( 6 x 1.M. = R$ 2.P.0 x R$ 200.50 x salário mínimo S. = 10. = R$ 1.M. de 5 de outubro de 1988.P. = 7. = 10.P.25 ) x salário mínimo S.M.P.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.P.M. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.00 S. = ( 6 x 1. acrescentar 50% às horas extras. as horas excedentes serão consideradas horas extras.M.500.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal. = ( 6 x 1. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.200.00 S. = R$ 1. = 6 x R$ 200. = R$ 1.50 + 1. = 6 x salário mínimo S.M. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.50 x R$ 200.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.P.P.M.M. = 7.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .P.5 x salário mínimo S.: Após 44 horas semanais.M.P.M.P.M.00.P.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.M.M.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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se for o caso. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. equipes ou equipamentos inadequados. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. procurando cumpri-los e até antecipá-los. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. DO OUTRO. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. não admitir interferência nos métodos executivos. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. identidade. com firmeza. representado(a) por (nome. CPF. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. Medições • manter registro permanente. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. encaminhar sempre objetivamente. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). as reivindicações de métodos. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. preços e condições de pagamento. Empresas e Profissionais . 18. atos constitutivos. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. DE UM LADO. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. CNPJ. cargo ou função. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. na época oportuna. COMO CONTRATNTE. • não admitir postergações na medição de serviços executados. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. nomeação. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. prazos. atualizado pelo menos semanalmente. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. referência à legislação. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. além do especificado. não assumir compromissos extra-contratuais. (nome. prazos e exigências do contrato. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. não improvisar métodos. • cumprir rigidamente as normas. e endereço). uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. COMO CONTRATADO(A).

ajustado o presente Contrato. de outro lado. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. efetivamente executadas e aferidas. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). variação.. endereço). se for o caso). a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº .. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. legislação estadual e/ou municipal complementares. em sua substituição. Empresas e Profissionais . regulamentos. bem como pelas normas.. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. obedecendo no que couber. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos.. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). portador da carteira profissional nº . CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. CNPJ. modificação.. identidade.. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. no caso de sua extinção.. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. representada(o) por (nome.666 de 21. constituição jurídica. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos..1993. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. CPF. cargo ou função. independentemente de transcrição..06... referidos na Cláusula anterior.. entre si.eleição. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato. poderá ocorrer.) dia. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8.. expedida pelo CREA. acréscimo ou decréscimo. Parágrafo Único: Nenhuma alteração.. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) ..666. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . a empresa ou profissional (nome.. tem. ou das especificações e disposições contratuais. e referência de outorga de poderes.. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. ou. serão pagos no (..

. permanentemente.. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. que integra o presente instrumento. notas de empenho e demais indicações pertinentes). sob a modalidade de (. correndo a despesa. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.. serão concedidos descontos de 1% ao mês.. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer.. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. pelo número de dias de antecipação. rubricas.. dele decorrente. e a data do seu efetivo pagamento.) dias consecutivos (ou corridos).) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. pelo número de dias de atraso.. observados. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos... Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.). Empresas e Profissionais . Agronomia e Arquitetura.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Anotação de Responsabilidade Técnica. efetivada em data de (.666/93. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos.... até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART .. se houver. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS .. exclusive. durante a sua execução. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.) (. a CONTRATADA prestou caução.... expressa em forma decimal pelo índice (..).666/93. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.Ordem de Serviço. conforme norma do CREA . Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento..) no valor de (... um total correspondente a (. aplicada uma só vez em cada ocorrência. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança.Conselho Regional de Engenharia.).. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.666/93... acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês.

12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . por mais privilegiado que seja. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .. com renúncia a qualquer outro. o Foro da cidade de (. exclusive. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO.. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8..sive. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . juntamente com as testemunhas abaixo.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação. E. por estarem justas e acertadas.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato..666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. de comum acordo. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8. Vitoria. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas.. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos.) vias..Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem.666/93.

• • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Multiservice Engenharia Ltda . INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .º 218.º 5.American Association of Cost Engineers. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .Engesul – Construções e Projetos Ltda .º 23. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.569. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. palestras.Construtora Affonseca SA .DE 11 DEZ 1933.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . DE 24 DEZ 1966. DE 29 JUN 1973.SEAT SA . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. LEI N. desde 2000. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.194.

1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

org.br).Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .org.org.br www.br www.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.ibec. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País. associados ou não. e-mail: andrea@crea-rj. em Gestão em Construção Civil e MBE .crea-rj.br .ibeccustos.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.com. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.

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