Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

.............................................. CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19............. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega............ Neste fim de século.........6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ............................. 269 18.............. 269 18...6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS .................................... do mesmo autor.... 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M............................................ Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14....................... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática......... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001............... 235 15................................ principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões.............................1 ANÁLISE DO CONTRATO ... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho.............. 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ............................... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS .............................. Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.............4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ........ 255 15. projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis.................... 20.......... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ............7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA ... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates... 259 15...............org.......... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia.......................................... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE . sempre contando com o apoio do IBEC....4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ..... 15... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia. já este ano. em especial................ Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais.. 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ...... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos...................................1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ......... 203 13............ 17.. 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16...2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ... através de palestras........... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........ A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos................................5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL .. O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ......... 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18..... publicado em fevereiro de 1999..........3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ........... QUALQUER ESPECIALIDADE ..........................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ................13............... 249 15................................................2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ............................. 236 15................. por isso é fácil entender porque............3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL . sobretudo nos últimos quatro anos...................br ... 205 13..............crea-rj....................... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos................. 252 15........... 197 13........ 235 15.............................. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www...............

Assim. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. entretanto. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. Profissionais e Empresas”. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. a metodologia aqui exposta irá. as semanas do mês e os meses do ano. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. os dias da semana. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. Pedro Paulo e Julia. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. pesquisar. Este documento é. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. do capítulo 1 ao 10. entretanto. arquitetos. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. do capítulo 12 em diante. ainda. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. por certo. 1. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. Lembramos. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. inclusive trabalhos autônomos. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. A segunda parte é dedicada aos autônomos. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. E os anos passam. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. A dedicação à vida profissional. Rio de Janeiro. escrever. 1 INTRODUÇÃO 1.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais.

bem como. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). também. serviços por administração. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. laboratoriais. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. os usuários. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. assim. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). Aconselhamos que.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. porém.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. computadores e impressoras). preços unitários ou por empreitada integral. e principalmente. ou seja. do faturamento bruto. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. ser oportuno. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. residências unifamiliares). gerando preços de venda normalmente exagerados. Entendemos. a despeito de que com este critério ora descrito. por convicção. principalmente. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. não se encontra desatualizado como alguns autores que. principalmente. por exemplo. gerenciamento de empreendimentos. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. isto é. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. supervisão. com um pouco mais de dificuldade. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. quando prestado para órgãos não governamentais. hora técnica individual ou coletiva. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para o caso de orçamento de obras civis.interessante. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. pequenas construções (por exemplo. percentuais do valor final do empreendimento. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. em grandes empreendimentos. 1. materiais. Assim. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. preço global. consultorias ou assistência técnica. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . Além disto. fiscalização ou acompanhamento de obras. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . bem como. Caso se adote qualquer destes critérios. a serem aplicados sobre índices de custo. ou seja. equipamentos (topográficos.

Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. Estes serviços. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. também. microcomputadores. poderá ser apresentada justa e adequada. pode-se determiná-lo por mês. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. e ainda. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. portanto. Neste caso. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). Quanto aos bens patrimoniais (veículos. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . Isto é. Obviamente. a ser definida pelo executor. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. aparelhos de topografia. caso contrário. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. entretanto. como preços unitários. equipamentos de laboratório e etc) deve-se.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. estes estando de bom nível. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. É utilizado.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. para estes casos. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. que não tem valor para pagamento. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. Assim. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. ainda. e sim. • 1. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. softwares. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. porém. algumas vezes. garantem que a proposta de preço.3. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. Os itens constantes da planilha de quantidades. É comum. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. que são denominados de despesas reembolsáveis. ou. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. podendo ser de um ou mais profissionais. entretanto.

plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. impressora e acessórios de informática. portanto. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. e devem ser computados os custos. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional.5. comunicações. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. quilometragem. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). preço global. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. despesas gráficas e despesas diversas. motocicletas. apresentado no ANEXO 1. pick-ups e caminhões microcomputador. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. previamente acordada. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. emprego de microcomputador. pois. 1. proporcional à redução de custo obtida. 1. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. preço unitário.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves.3. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. todas as despesas indiretas. inclusive lucro previsto. Empresas e Profissionais 1. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. os encargos financeiros e o lucro da empresa. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. então. além dos encargos sociais. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. quando for o caso. Caberá.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. na forma de medição dos serviços que será efetuada.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. principalmente. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. apenas. Os produtos a serem elaborados. ou seja. bem como. tais como. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. recebe como prêmio uma parcela. segundo o contrato. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. a administração central. 1.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. sua cronologia de emissão. sistema misto e hora técnica.

Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. gastos com comunicação: central telefônica. alvarás e outra taxas municipais. 1. diárias da equipe técnica.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. entre outras despesas. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. concreto ou asfalto. viagens e estadia do pessoal. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. .benefícios (seguro saúde. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. e não existe nenhuma dificuldade por isto. materiais de escritório (lápis. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). ou conforme a exigência do cliente. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . aluguel de copiadora. ar condicionado. uniformes. inclusive ART . .• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. comercial. • Encargos complementares. . móveis e utensílios (mesa. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 .Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações.eventualmente. representa o custo da sede da empresa. teodolito. papel. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cafeteira e etc. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. temos: .aluguéis de imóveis ou veículos. • Administração central. principalmente. armários. estaduais ou federais.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. borracha.). materiais de segurança e etc. em função do tipo de serviço. financeiro. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. . sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. televisão. licitações.despesas com impostos. compra e etc da sede da empresa. Entretanto. balizas e trenas laboratórios de solo. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos.fianças bancárias ou cauções. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. vale refeição e etc) . na maioria das vezes. e caberá.vale transporte .despesas legais. nível.despesas de legalização do contrato. . cadeiras. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. inclusive respectivas contas periódicas. . em função da facilidade de se declará-los.5.encargos trabalhistas . Pois.

a perfeita caracterização do escopo do trabalho. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. Hora técnica individual ou coletiva. Empresas e Profissionais . Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Encontramos multiplicadores para salários. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. cartucho de impressora. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. assim. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. consiste na identificação clara dos seus objetivos. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. despesas gerais. com sua cronologia. combustível. garante a uniformidade das propostas. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. Portanto. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. 1. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. microcomputadores e acessórios. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento.

isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. É interessante. Será obrigatório montar esta planilha. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. evitando-se desgastes em futuras negociações. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. Como descrito anteriormente. objetiva e com o maior detalhamento possível. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. assim. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados.HORAS TÉCNICAS 1. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. através de formulários pré-estabelecidos.

esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. sem. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. Entretanto. portanto. são difíceis de serem adotadas na prática. usando a nossa experiência no assunto. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. da fiscalização do contrato. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. bem como. posteriormente. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. portanto. no entanto. entretanto. Aliás. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. entretanto de modo geral. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. é o que efetivamente deveria ocorrer. Assim. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. Empresas e Profissionais . bem como as características mínimas exigidas para cada uma.

2.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada.2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. principalmente.da em qualquer situação. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. Portanto. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .NÍVEL A CONSULTOR . deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações.NÍVEL B CONSULTOR . bem como.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2.

Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . Empresas e Profissionais .3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pósgraduação. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. coordenação ou gerência. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. mestrado e doutorado. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. cursos de extensão. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. coordenação.NÍVEL B CONSULTOR . contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. conhecimento de línguas estrangeiras. gerência ou diretoria. apresentação pessoal e etc. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto.NÍVEL A CONSULTOR . A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. Contudo.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. a seu juízo. uma vez que cada cliente poderá. informática. na avaliação profissional. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. tais como. que na ausência de classificação oficial. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Ou ainda. Cabe realçar que devem ser consideradas. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. outras referências.

civil. mecânico e etc). Deve possuir. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. Deverá ser engenheiro com renome regional. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com bons conhecimentos do software CAD. elétrico. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com experiência entre 5 e 15 anos. ainda. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. mecânico e etc). AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. ainda. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. civil. elétrico. elétrico. com ou sem diploma de curso técnico. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. com experiência entre 5 e 10 anos. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. ainda. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). elétrico. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 15 anos de experiência. elétrico. elétrico. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. ainda. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . porém. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. com no mínimo 15 anos de experiência. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com pouco tempo de experiência nesta categoria. LABORATORISTA – profissional de nível médio. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. civil. ainda. mecânico e etc). Deve possuir. com experiência entre 2 e 5 anos. mecânico e etc). PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil.especializada em questão de natureza bem específica. elétrico. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência. com experiência entre 10 e 15 anos. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. Possui. Deve possuir. com diploma de curso técnico. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. elétrico. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com ou sem diploma de curso técnico. ainda. experiência inerente à profissão. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com diploma de curso superior ou técnico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com diploma de curso técnico. Deve possuir. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com integral conhecimento do software CAD. ainda. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. hidráulico e etc). AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. experiência inerente à profissão.

COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. sendo que com experiência acima de 8 anos. sendo que com experiência acima de 5 anos. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. AINDA. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. PROFISSIONAL SENIOR . as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. Os valores apresentados não são cumulativos. sendo que com experiência acima de 12 anos. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. PROFISSIONAL SENIOR . de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. a não ser nos dois últimos casos. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. por exemplo.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. 2. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2.2. 2. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES.1. • Evidentemente. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência.

principalmente. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. 3. e ainda. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. ou outra forma de aferição desses valores. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . ou através de pesquisa de mercado. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. 3. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. VALE TRANSPORTE.3 SALÁRIOS. BENEFÍCIOS.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. a escala de salários comumente adotada pelo mercado.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA.L. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. no entanto.1. – Consolidação das Leis do Trabalho. Devem ser considerados. preferencialmente. ENCARGOS SOCIAIS. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C.T.

isto é. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. um total entre 170 horas de trabalho por mês. além do vale transporte que é previsto em lei. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. Entretanto. por hora ou por mês. ainda. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. isto é. atualizada. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. tais como. Deve-se considerar.1. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. etc. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. se possível por região. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. no máximo. Deverão. bem como. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. 3. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. que são pagos aos empregados complementarmente. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. auxílio-alimentação. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. portanto. ainda. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. ou seja. Para este caso considera-se. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. etc. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. bem como. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. devendo ser calculado como um percentual deste. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. já que. ainda. seguro saúde. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos.5 horas por dia.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. Paulo Roberto Vilela Dias 33 .5 horas por semana (ou 8. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. rotatividade média da mão de obra. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. Entretanto devemos considerar. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei.

então. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. 3. englobando entre outros. portanto. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. por exemplo. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. entretanto. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. com uma hora de intervalo para almoço. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. um total de 365 . portanto temos a considerar apenas 48.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários.de 2ª feira a 6ª feira . • Assim completamos a jornada semanal com 42. e assim. feriado. A apresentação da metodologia segue a classificação usual.5 horas diárias. seguro contra risco de acidentes no trabalho. totalizando. perfazendo um total de 8.5 horas 0 horas TOTAL 42. férias: por lei são 30 dias. Entretanto. combinações entre estas e etc. Para se definir o valor de 8. SESI ou SESC. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. os seguintes encargos: INSS. domingo. devem motivar pesquisa própria. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. Assim temos. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. e principalmente. sendo 8.5 horas semanais.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo.5 hs por dia = 42. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. SENAI ou SENAC. bem como. e. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. portanto. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42.5 horas de trabalho por dia (42. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário.1. Entre esses itens estão. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos.5 horas por dia.295 horas efetivas de trabalho por ano. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. aviso prévio remunerado ou não.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. isto é. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. • no sábado não há expediente. descontados os do período de férias. INCRA. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. conforme determina a lei. porque: . sábado. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. SEBRAE.5 horas.no Sábado 5 dias x 8. para a construção civil. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. segundo a rubrica 507 do IAPAS. tanto para horistas quanto para mensalistas. 2. FGTS. noturna.

Acidentes de Trabalho .0%.S. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . 449.5% a.O. apurada pela Previdência. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. a.5% a.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.0% sobre os empregados. 477 a 486. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. em 03/07/89. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.6% 2. enquanto.3. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3. englobando ainda. 2.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.L.S. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.20% a.2) Decreto n° 60. não são onerados pelas leis do GRUPO A. neste caso.. individualmente considerada.9 a 1.06) = 0. publicada no D. não foram considerados no presente estudo. mas.787 de 30/06/89.1) Lei n° 7.30 x 0. sofrendo adicional. classificando-o como Grau III .T. FGTS – 8.P. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. por ocasião da promulgação do R. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração. Estes adicionais.0% a.4) FGTS – Artigos 439. Decreto n° 59.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. 4.5% 1. em relação à empresa.P.466 de 14/05/67. INSS . segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. por serem próprios de cada empresa. instituiu o percentual de 2.75% do INSS sobre 13º salário. podendo variar de 0. 0.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.4% do Funrural e 0.3% do salário maternidade.2% 0.8%. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.0% 0.787/89 de 30/06/89.Riscos Graves.0% do salário família. 497 e 502 da C.080 de 24/01/79. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. (Regulamento da Previdência Social). que acrescenta 0. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.U. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade.

capítulo III .1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. e que essa atividade é sistemática. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. será incluído nos custos indiretos. 382.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17. portanto repercutindo. Por fim.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61.T.P. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). de acordo com a Constituição.S. com redução das duas horas diárias estipuladas. sobre férias e 13° salário. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. 307. o que se observa no setor da construção é que.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. (Consolidação das Leis do Trabalho).50 x 0. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1.T. regulamentada pelo Decreto n° 57. 72. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.L. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. 383 e 384 da C. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário.Seção II. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%.785 de 28/11/67. 71. Caso fosse considerado como encargo social. 70. e ainda.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.090/62 de 13/ 07/62.03 = 0.155 de 03/11/65.L. entretanto. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados.20 x 0. 67.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. são considerados 30 dias corridos de férias por ano. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. Entretanto. Sabemos ainda. abordou a matéria. assim. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. na prática.. acima referido.

9% 3.3.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.0%. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.08 x 11.1. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.50 x 8.09 x 11. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0.º 59. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%.80 = 6. FGTS sobre o 13° Salário = 0. • vale transporte.03 ÷ 0. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). incluirse-á esta parcela neste grupo. sobre o 13º do funcionário.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. almoço . botas.97 = 0.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. em função do valor do salário.1.1 = 0. ainda.1 = 1. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. Assim sendo. considerando-se que 80% dos operários são indenizados. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos.50) x 0. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.8% Podemos considerar. • assistência médica.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. cintos. óculos e etc) • alojamento • . Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. 3.82% a 11. • seguro de vida. os benefícios previstos em lei. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. Corresponde ao pagamento de 7. a critério da empresa. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. em caso de demissão do emprego. ou ainda.820 de 20/12/66. lanche ou jantar). a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.9 = 4.

acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia.770.770. Assim.desconto sobre o salário: R$ 400. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor. Empresas e Profissionais . aqui considerado igual a 77%. entretanto. • dois dependentes a R$ 50. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.6% da folha salarial e encargos sociais.80 = R$ 64.2% R$ 64. definimos como sendo de 50%.80 (dois ônibus por viagem). principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. então. se considerarmos.00 por funcionário mês. ainda. os Encargos Complementares.770.00 x 20 dias x 0.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. assim.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos.00 x 0.60 x 20 dias úteis = R$ 72.00 por funcionário dia. conforme abaixo: .00 . como por exemplo. entretanto. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. • seguro de vida.R$ 24.000.00 = 3.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4.06 = R$ 24. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.000.00 = 3. corresponde em média a 0. como informação genérica.00 . assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. portanto o custo é de R$ 75. teremos o valor de R$ 3.00 cada pessoa).2% da folha salarial e encargos sociais. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.00 / R$ 1. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.770. vem: R$ 75. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3.77 = R$ 1.00) / R$ 1. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. porém.60 por dia. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.00 .00.00 = 4.00 x 1.00 / R$ 1.00 (R$ 72.2% Em alguns contratos.00 O vale transporte não é um encargo social. é necessário.1% da folha salarial e encargos sociais. o preço da passagem igual a R$ 1.valor mensal do vale transporte: R$ 3.

efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. Nesta data.00 De 429.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429.0 13. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.5 2. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.430 % 7. 3. ainda.01 a 600.00 De 600. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.65 8. Lei nº 6.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. seguro odontológico e etc). sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. Entretanto. Nesta modalidade de contratação.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos.019 de 03/01/1974. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. a taxa de administração e o lucro. assim. auxílio refeição e seguro saúde.0 0. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 1. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica.00 11. que é regida pela CLT. quando do encerramento do contrato. ainda. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. portanto.01 a 715. admitindo-se. portanto. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. assim. raras vezes.1 2.5% • diversos (ticket combustível. até 2. todos os encargos de lei para estes serviços. usufruindo de todas as sua vantagens.65 9.00 De 715. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. 2. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. incluindo. prorrogação por igual período. além dos citados anteriormente. 3.2 3.01 a 1. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.

ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .

5 0.8 1.( B .6 6.3 30.3 59. 23 dias . 3. 2.09 x H 0. 5.5 17.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .1 22.0 1.0 12.0 9.0 0.0 8.2 20.1 5. FGTS Salário Maternidade Repou.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.5 3.1 4.2 125.Considerou-se em média 8.5 1.1 4.9 37. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .0 0.2 0.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.0 2.Seman.0 1.0 0.Seman.5 0.Contra Acid.5 ( E + 0. 5.Trab.8 Repou.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.5 1.5 3.50 * 8.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.Contra Acid.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .50 * 8.015 * 0.0 85.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.0 11. isto é . seu valor em cada caso .9 0.1 4. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .D .2 0.9 0.1 5.9 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 1.08 * H 0.Remuner.5 1.0 0. 3.5 0.3 73. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.1 0.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.Remun.6 2.4 6.0 11. 2. nas grandes cidades.Resc. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.7 0.Resc. 4.0 8.8 4.1 4.0 8.Ressalta-se que ao valor adotado acima .7 11. nas grandes cidades.0 11. isto é .0 8.5 17.0 0. seu valor em cada caso .5 1.0 12. bem como .8 0. 4.0 0. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.97) H 1 / 11 * 100 0.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.8 1.5 horas de trabalho por dia.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.1 0.6 2. 23 dias .6 2.4 2.5 20.6 1.9 103. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.0 1.2 0.4 2.8 0.0 1.8 4.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.09 x H 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .8 14. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.6 1. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .9 0.4 6.6 2.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.0 9.2 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .6 6.E .Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.C ) .5 0.5 1.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .8 14.08 * H 37.5 3.5 3.Ressalta-se que ao valor adotado acima .3 22.Trab.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0. bem como .0 2.015 * 0.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.

entenda-se por hora efetivamente trabalhada. definir o número médio de dias úteis por mês.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . Em realidade. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. deve considerar a época de realização do serviço.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. por mês. Entretanto. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. Depende. isto é. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. caberá ao engenheiro orçamentista. fundamentalmente.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. a qual se deve dar total atenção. também. De um modo geral. assim. também.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais.

4. pois. sendo da ordem de 160 a 166 horas. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.5 horas para semana de cinco dias úteis. Paulo Roberto Vilela Dias 53 .5 horas trabalhadas por semana. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação.5 horas diárias de trabalho. da região de desenvolvimento dos serviços. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. com intervalo de 1 hora para almoço. isto é. podemos considerar um total de 42. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. 44 horas.rial descritivo ou do edital. bem como. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. Faremos nossa simulação considerando o total de 42.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. de acordo com o sindicato da categoria = 8. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. sabendo-se que em média temos 4.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas.5 horas. está mais próximo da realidade. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20.14. Logo. o que segundo estatísticas conhecidas. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. O que ainda não é de todo verdade. entretanto.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. o período de execução do contrato é muito importante. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. assim. portanto. Considerando-se. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. considerando-se 8.

5 horas por dia. temos: 20.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. faltas abonadas. feriados. ou ainda. podemos considerar o seguinte: • preço global.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. 4.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento.1 Medição Em contratos destes tipos. Assim. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . formas de cálculo e de medição. cabe ao engenheiro de custos. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. para bem aplicar às propostas de preços. por folha específica de apropriação de hora técnica. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. isto é. Assim. normalmente. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou seja. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. entretanto.2. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. 4. ou até um pouco inferior. e comumente ocorre. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos.2. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. temos que: 19. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo.3 x 8. Entretanto. não se consideram férias.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. de 2ª a 6ª feira.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.

86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. Hora extra noturna aos sábados. assim. das 6:00 até às 22:00 horas. após às 22:00 e até às 06:00 horas.Calcular a hora extra. ocorre o que se denomina como hora extra.28 semanas por mês = 188. Hora extra nos feriados.00.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32.00. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. salienta-se que para o cálculo da hora extra.hora. das 6:00 até às 22:00 horas. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. Hora extra aos sábados. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. Entretanto. Hora extra noturna nos feriados. das 6:00 até às 22:00 horas. de uma maneira geral.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. Hora extra aos domingos.27 x 1.00 horas por mês = 220. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. igual a 70%. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. Entretanto. Hora extra noturna aos domingos. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . para cada um dos tipos apresentados anteriormente. após às 22:00 e até às 06:00 horas. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Hora extra noturna. entre 18:00 e 21:00 horas. assim. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . realizada em numa 2ª feira.00 ÷ 220 = R$ 2.

72 x 1. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. que são: profissionais autônomos. • cooperativas de trabalhadores. através da contratação de pessoas jurídicas. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.200.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. • serviços terceirizados. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.00. Assim. 5. caso contrário.25 Hora noturna = R$ 3.2 . poderá ser configurado o vínculo empregatício. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. • 3. porém. isto é. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.72 Hora noturna = R$ 2. no Capítulo 3.200. entretanto. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.00 ÷ 220 = R$ 5. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. SERVIÇOS DE TERCEIROS. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. Empresas e Profissionais . alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. isto é. noturno. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. entretanto.00 ÷ 220 = R$ 2.Calcular a hora extra noturna.200.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. Solução: Trata-se de salário hora normal. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. cujo salário mês é de R$ 600.00.46 x 2 x 1. Salário hora = R$ 600. Anteriormente.00.

que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.40 286. COFINS.000. ainda. caso o profissional não seja inscrito no INSS. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . o pagamento do INSS.Imposto Sobre Serviço.01 a R$ 2. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física.287. IR . a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo.00 171.00 R$ 158. ainda.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. Ao profissional caberá.058. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971.00 por dependente.20 228.01 20 9 36 1. É legal deduzir.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. Os impostos sobre o faturamento (ISS.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. Nesta data.058. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.00 Alíquota isento 15% 27.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. bem como o valor pago à Previdência Social no mês. PIS. Arcará. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1.60 200.00 20 0 1.99 20 8 36 1. que é bastante oneroso. nesta data (maio/ 2002). que emitirá nota fiscal ou fatura.115.058.00 R$ 423. Entretanto. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. Entretanto.430. porém.144.00 20 7 24 1.00 De R$ 1.70 Acima de R$ 2. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa. quando inscrito. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. porém. desde que acordado entre as partes. podendo haver restituição ou imposto a pagar. ainda.80 257. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos.115.00 20 6 12 858. pensão alimentícia judicial e R$ 1. a tabela do imposto de renda na fonte. 5.

.... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos..... nesta data... 36.... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva............... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa..... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS...... Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada... ou seja... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato...239.... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22.. Com a adição do imposto sobre o faturamento.. a empresa contratante poderá oferecer.... que é uma pessoa jurídica convencional. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços..... seguro saúde...... conforme acordo com cada cooperativa....de 05/10/1988 que no Título VII .... da taxa de administração da cooperativa..... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ... e ainda. bem como.. demais custos diretos e indiretos......... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.... e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços..... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .. cap... COFINS e PIS)... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente.....5% vale transporte....... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ....... seguro pecuniário......... 1 e artigo 174 – parágrafo 2.......... entre 8% e 12%.... ticket refeição........ seguro saúde e etc. outros benefícios......... As taxas de administração das cooperativas estão. 6% TOTAL (Média) ..... entretanto...... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .. Nestes casos....... aplicáveis sobre a taxa de administração... sempre através da própria cooperativa.. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) . o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%. conforme tabela anexa. tais como. O vínculo do contratante é com a cooperativa.. seguro pessoal. benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.

• Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. • prazo de entrega e disponibilidade. 6. incluindo todos os impostos. frete. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . após a elaboração da planilha de quantidades. os seguintes dados: descrição detalhada do item. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. deve constar. principalmente. • preço de fornecimento. com no mínimo três fornecedores distintos. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. por fornecedor.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Da pesquisa de mercado. • condições de pagamento. embalagem e etc. uma vez que apresentam valores de compra elevados. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores.

Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. como. incluir substituição de cartuchos.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. FILTRO. CADEIRAS. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. tais como: MICROCOMPUTADORES. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. deverá efetuar cotação no mercado para locação. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. TV. Aconselha-se que quando for o caso. Assim. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. ANTENA. por exemplo. PLOTERES. outros fatores. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. No caso da empresa não possuir o bem.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. ou seja. no caso de impressoras. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. devem ser computados os valores necessários. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. TELEVISÃO. são reutilizados em vários serviços distintos. entretanto. VÍDEOCASSETE. SOFTWARES. isto é. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . ARMÁRIOS E ETC). papel próprio para impressão e etc. em cada situação. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. muitas vezes. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. IMPRESSORAS. combustível e etc). • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS.

00) ÷ 30 M = R$ 250.000. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.5 x 15.00.000.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00 + R$ 150.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses.000.000. conforme informado anteriormente.12 ÷ 12 J = R$ 150. temos: D = 15. temos: D = 2.00 ET (mês) = R$ 900.00. assim temos: ET (hora) = R$ 900. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. no valor de R$ 15.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual. Para veículos.00 x 0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.00 ÷ 24 D = R$ 83. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7. por exemplo.00 ET (mês) = R$ 500. no valor de R$ 2. ET = D + J + M M = 0.00 2.000. EXEMPLO PRÁTICO: 1.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 + R$ 250. podemos. por exemplo. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.000. com substituição de peças e componentes).00 ÷ 30 D = R$ 500.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. temos: J = 15.

assim temos: IL (hora) = R$ 168.85 M = R$ 50.00 x 0.00 ÷ 18 J = R$ 20.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 + R$ 18.800. temos: J = 1.00) ÷ 24 M = R$ 41. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 M = 0.5 x 1.800. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato. podemos. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.5 x 2. temos: J = 2.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração. 18 meses.800.00 x 0. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.99 3.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.800. por exemplo. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.12 ÷ 12 J = R$ 18.00.00 + R$ 50.33 + R$ 20.67 M = 0.00 MC (mês) = R$ 83.00 D = R$ 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .000. no valor de R$ 1.12 ÷ 12 D = 1.00 M = (0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.000. podemos.00 IL (mês) = R$ 168.00 IL (mês) = R$ 100.00 + R$ 41. assim temos: MC (hora) = R$ 145.

800.67 + R$ 6.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.33 + R$ 6.00 ÷ 36 D = R$ 133.800. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .00 x 0.00 ÷ 60 D = R$ 13.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.67 SW (mês) = R$ 173.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. no valor de R$ 4. podemos.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00) ÷ 60 M = R$ 6. temos: J = 800.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).67 CAFÉ (mês) = R$ 26. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.00.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. por exemplo.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.4. no valor de R$ 800.00. temos: J = 4.00 x 0. temos: D = 4.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: D = 800.33 + R$ 40.10 ÷ 12 J = R$ 6.17 5. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.800.5 x 800. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.10 ÷ 12 J = R$ 40.

considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.00 cada.Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.00 cada.00 cada.50 + R$ 37.00 ÷ 60 D = R$ 62. no valor total de R$ 3.750.750. armários fechados no valor de R$ 240. podemos.12 ÷ 12 J = R$ 37. temos: D = 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. cujo valor de aquisição é de R$ 450. estufa para marmitas no valor de R$ 300. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.00 cada. assim temos: MOB (hora) = R$ 100.59 7. podemos. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .00.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.750. temos: D = 3. conforme dos itens relacionados abaixo.00. temos: J = 3. por exemplo. arquivo metálico no valor de R$ 150. por exemplo.00 cada.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00.50 M 6.00.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. assim temos: SW (hora) = R$ 173.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. geladeira no valor de R$ 800.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00 x 0.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.00 x 0.5 x 450.50 + R$ 4.25 RADIO (mês) = R$ 23. temos: J = 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.14 Unitário Total M = R$ 6.D = R$ 12.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.25 PREÇOS M = (0. podemos.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .50 + R$ 6.12 ÷ 12 J = R$ 4.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT. por exemplo.50 M = 0.

As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7. motocicleta e carros de passeio.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.1.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.2.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 . 7.2. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. ou seja. ônibus.

O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. de motor ligado.1. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. 7. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. compreendendo duas parcelas.2. isto é. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. Neste caso.1972. Existe. a seguir resumido. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. operador de máquinas e auxiliares. nestes casos. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. quando for o caso.2.1] . A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. Empresas e Profissionais . OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. enquanto que o custo improdutivo. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . o tempo de espera para entrar em operação na equipe. e ainda.R)i ÷ (1 + i )n .depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. DEPRECIAÇÃO E JUROS . uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. ou seja. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. que é utilizada nas composições de custo. que representa o custo improdutivo.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. sua utilização em operação normal. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund).Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. 7. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. Normalmente.Mão-de-obra. para estimativa de custo. denominado custo produtivo.1. ou seja. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. ainda. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades.

90 37.000 6 1. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.96 6 2.77 143. usina de asfalto.250 1. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q . dumptor. moto-escavo transportador.00 115.63 126.78 49.77 43.1)]. Multiplicando-se a expressão anterior por 100. rolo de pneus pressão variável. carregadeira de esteira ou pneus. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado.500 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . ou horas trabalhadas durante esse período.1)) 100 ] ÷ (qn .90 137. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa.63 26. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .1)] . escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.1] Fazendo-se (1 + i) = q.000 1.000 5 6 6 6 7 2. durante a vida útil dos equipamentos.250 1. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.24 20.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. gerador.24 120.78 149.000 4 2. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.19 131. pick up e veículo de passeio Compressor de ar. constantes da tabela a seguir.333 2. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.333 1.19 31. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus. Vo sendo que a expressão [(qn (q . Considerando-se o valor residual nulo.000 1.000 2.500 1.750 horas anos r = [ [ (qn (q .000 3 1.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.1)) ÷ (qn .1)) ÷ (qn . motoniveladora. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.666 1.00 15.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.Considera-se o valor residual nulo.

gastos de oficina e mão-de-obra . Assim.01874 Distribuidor de asfalto 0. para fins de previsão. DJ = 35. parafusos.000.01319. por exemplo. lâminas. • pneus.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. peças e acessórios de reposição.02103 Betoneira 0.01802 Tratores de esteira.00. usina de solo 0. etc. gerador.01577 Compressor de ar. carregadeira de esteira e pneus. rolo de pneus pressão variável. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento.01148 0.02010 Vibrador de imersão 0. motoniveladora. conforme tabela anteriormente apresentada. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. caminhões basculantes. escavadeira 0.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. h = horas trabalhadas por ano. lavagem .01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa.000. moto-escavo transportador. dumper.02523 Bomba mecânica 0. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. uma pick-up.01530 Tanque pré-aquecedor 0. trabalhando em condições médias.01148 Serra circular 0. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. esteiras. pintura. usina de asfalto.up e veículo de passeio 0. ou seja. câmaras de ar. conforme tabela anterior. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. trator de pneus.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. incluindo materiais.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4.00 x (0. cantos. regulagem.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. k = coeficiente de proporcionalidade. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. com seus respectivos encargos sociais. diretamente. retroescavadeira e pá mecânica de pneus.01319 0. n = vida útil em anos. • reapertos. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. sem material rodante. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.01499 Acabadora de asfalto 0. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. correias. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . a percentagem de depreciação e juros. limpeza. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). pick..01249 Rolo pé-de-carneiro.01027 Conjunto de britagem 0. rolo liso vibratório e rolo liso 0.

.00 ÷ (5 x 2... baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes...... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante.150 óleos lubrificantes . 0.. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina..... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1. admitindo-se. caminhão tanque.00 0.000.000...... transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos..80 = R$ 2......001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.90 0..... • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira....... fornecidos por ábacos e tabelas...80 0... vibrador de imersão...80 0.80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k.....000 horas k = 0. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora. no caso de motores a diesel.50 0.000)] x 0....50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico....80 M = R$ 2... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ...00 n = 5 anos h = 2..00 0.... caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados. betoneira. 0.... Empresas e Profissionais . trator de pneus. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual. grade de discos.. com 92 HP de potência. temos: M = [35..002 filtro .90 1.. bomba centrífuga..50 0.80 Por outro lado...90 0.TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem... inclusive...002 graxa ... escavadeira..... tem-se: Vo = R$ 35...... 0. que esta proporção se mantenha constante...... ou aplicando-se os valores conhecidos. 0. pá carregadeira.....

....006 0.. 0..........001 x 12 Total 0........001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa.. ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0...225 óleo lubrificante .......010 0.300 litros por HP óleo lubrificante ........ sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa.. tem-se: gasolina ......................... 0....18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ..... 0.. para a determinação do custo horário de materiais de operação................................ tem-se: álcool .................002 litros por HP graxa .................... 0..002 x 6 filtros .Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas................001 x 10 Total 0...225 litros por HP óleo lubrificante .. antes estabelecidas.002 x 3 graxa . para a determinação do custo horário de materiais de operação... 0............. no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0................150 óleos lubrificantes ................18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel. 0.001 x 12 Total 0. 0....300 óleo lubrificante ..300 0.....014 0... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0..326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.................225 0............... 0. 0.. 0... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0...002 x 7 graxa ......... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0... para a determinação do custo horário de materiais de operação....002 litros por HP graxa .... que deve ser adotado. que deve ser adotado...326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........... 0................... 0.......245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina. 0........150 0. 0. 0.. que deve ser adotado.......010 0...326 O que justifica o critério seguinte..........245 O que justifica o seguinte critério................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 .012 0..002 x 5 graxa .012 0.....001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool . tem-se: óleo diesel .....012 0. 0...............180 O que justifica o seguinte critério......

a quantidade de curvas fechadas. etc.3. entre eles. anteriormente citada.). conforme descrito a seguir: 7.35 = R$ 25. tais como.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. as leis sociais.80. temos: MAT = 0.35 CI = 4. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.d) Para motores elétricos Assim sendo.25 + 4. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. incluindo-se. assim temos: MO = R$ 4. também. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 .18 x 92 x 0. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. considerando-se as leis sociais (85%). O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. anteriormente citada. porém. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).62 + 4. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. condições da superfície de rolamento.62 + 2. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o apresentado no Manual de Operações do DNER. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. Este processo é bastante sofisticado. etc. inclusive automóveis de passeio.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro. entretanto.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês.35 = R$ 8. com potência de 92 HP. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. principalmente nos custos indiretos. kombi. à óleo diesel.35 pôr hora.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. referente a pessoal.97 7.80 MAT = R$ 13.80 + 13. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. inclinação de rampas. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. No âmbito desta publicação. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.

marca. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.000 km ou 5 (cinco) anos. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6Va . A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. Para sua melhor compreensão. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.3.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.1. Preferencialmente. ou seja. este custo está incluído em item próprio. pode-se adotar o valor de 100. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. 7.Vp) ÷ Vu.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.Vr .Vp) ÷ 100. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . adiante determinado Vu = vida útil do veículo. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário.

0 / 10. Empresas e Profissionais .8 / 10.0 / 60. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.000 7 / 7.5 / 30. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.2 / 60. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.000 21.000 16. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 34.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4.000 3 / 5.5 / 10. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.000 23.5 2. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma. função do preço do óleo.0 / 60. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 8.000 12.

peças.000 6 / 85. incluindo materiais.0000036 0.5 1.0000048 0. limpeza.0000055 0.000 10 / 70. • pneus. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. cantos.5 1. regulagem.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.000 6 / 80.0000033 0. etc.000 4 / 40. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. parafusos. acessórios de reposição.000 K 0. câmaras de ar. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 . MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. adotando-se desta forma. pintura.5 reapertos. o custo em função do valor de aquisição.0000025 0.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com respectivos encargos sociais. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. gastos de oficina e mão de obra.000 4 / 45. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta.

000 50. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .60 x Va .000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. da mesma forma que para o custo por km. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.1. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. ou seja. porém. 7. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.Vr . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . inclusive automóveis de passeio.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. pode-se adotar o valor de 100. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.4.Vp) ÷ (Vu). apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. marca. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.000 40.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.

podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses.

MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal.Vp) ÷ (Vu). anteriormente citadas. MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. por km ou por mês. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). em dois grupos distintos.5.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim.Vr . o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

35 7.00 2. 4.000. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.000 5 5 5 5 5 5 92.99 20.64 49.97 6.O.000 111.46 4.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.77 y = 0.11 4.02 43.00 35. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .000 5 92 54.06 2.220 + R$ 1. Desta forma. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.41 DATA : M.96 7.35 4.35 4.000.80 0.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.35 OPERAÇÃO Material 24.500.26 3.000 2.97 17.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.200.40 3. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.35 4.67 4.35 40.77 x .74 2. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.62 2.800.000.35 23.000.90 4.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.23 32.45 CUSTO HORÁRIO 45.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.85 8.35 4.00 3.220x + R$ 1.000 2.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.52 16.126.88 1.00 2. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.80 2.37 50.32 105 .00 23.50 16.000 126.000 2.26 13.28 4.09 6.13 41.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.25 35.126.800.50 7.35 4.97 1.62 12.88 20.00 2. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.29 25.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.32 25.000 2.60 0.86 0.200.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.37 11.57 1.00 22.61 7.00 19.

000 0.000 0.00 450.000 50.50 0.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 12 740. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 490.308 D = ( 0.08 925. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .003 0.60 * VA .0000048 500.000.00 40.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.00 1.00 0.00 226.200.009 0.00 85% 50.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.00 20.00 60.OBRIG.000 0 45.00 40.00 61.212.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .00 1.56 2.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.VP ) / 100.033 0.052 0.91 9.00 1.00 1.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.093 0.075 0.80 5.67 100.200.90 0.287.50 0.021 0.000 J = ( VA .007 0.00 27.180 0.00 12 1 5 10 3 0 5.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.00 740.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 40.000 0 45.00 450.000.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.60 * VA .49 0.80 5.000 1 5 11 3 0 5.013 0.00 60.00 157.OBRIG.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.

796.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 MAN = MAT = R$1.01319 x 0.32 R$4.) / Vida Útil ) x KMM 0.50 0.500.34 R$2.79 0.97 + R$7.13 + R$41.00 12 1.OBRIG.13 298.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.871.00 40.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.80 5.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 21.80 925.00 0.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .35 R$2.5 MAN = ( R$22.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.00 MAT = R$1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .50 249.75 x VA .00 450.00 40.33 100.200.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.200.35 R$1.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.80 MAT = MO = R$41.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.500.500.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.108.80 D = ( 0.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.00 1.83 2.00 642.01319 R$22. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.90 + R$4.500 0 35.86 11.0000048 500 85% 40.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.00 1.VP ) / 48 J = ( ( VA .) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.245 x 95 x 1.00 92.43 28.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.00 60.00 / ( 2000 x 5)) x 0.13 0.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.97 + R$50.000 1 5 7 3 0 3. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.00 DJ = MAN = R$2.

x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.80 61.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta.U. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.00 0.U. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.073 mão de obra (salários.000.LUBR. e portanto.000.00 1.67 40.0000048 10.007 0.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT. seguros e custo financeiro. encargos sociais. benefícios e vale transporte). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . materiais (aquisição. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0. CAP.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V. frete e impostos).00 60.00 350. frete e impostos).00 619.000 0.30 4.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.50 0. impostos.00 40. emolumentos e taxas. embalagem.PNEU. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.00 45. sua importância para o Engenheiro de Custos.00 12% 740.00 0. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).280.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.U.00 619.00 0.00 1.126. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.003 0.U.007 0.130 0.50 100.00 1. O. equipamentos (aquisição.80 152.00 50. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.50 5.000 15.000. O. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.200. embalagem. O.00 5 3. Entretanto.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.

6 e 7 deste livro. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. laboratoristas.ICMS. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. (água. material de escritório e etc). Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. esgoto. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. Imposto sobre Serviços – ISS.00 100. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. pessoal técnico e administrativo e etc). que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos.00 4. mestre de obra.CSLL e outros. cadistas. microcomputadores e periféricos.35 12. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. Entre outros. sondas. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA.Os insumos de produção considerados.00 10. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. PIS. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF.65 10. Entretanto. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . apenas. especializados ou não. engenheiros. (registro de documentos. por ser de maior relevância. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. 5. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no valor dos mesmos. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. (correio) e) Consideraremos. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. COFINS. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. principalmente. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . 4. equipamentos de topografia e laboratório.

69% 12. É importante salientar. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. dentro dos encargos sociais.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. encontramos 47. de acordo com o que fizemos. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo.2 (Lucro Presumido) 1.8 26 26 100 0 Impostos 30. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços.65% 0.11% 1. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. não representa nenhum erro para o orçamento final. Assim.34% do preço de venda do serviço. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I. sobre a mão de obra. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10.0 (Lucro Presumido) 11. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. pois. Portanto. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. consideraremos em média. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .65 10 Percentual de impostos 47. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11.04% 2.23%.38 1. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado.65 0. que é de âmbito estadual.8% de impostos.00% 46.35 12. conforme planilha anexa. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. entretanto. portanto varia de estado para estado. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.impostos.

Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.D .2 0. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.0 1. exigindo bastante experiência do profissional de custos. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.C) .9 17. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho.9 1.9 0.4 1.8 1.6 2. Assim. Portanto. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.0 17.(B .E . O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas.6 6. ou seja. bem como. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.9 1. materiais.3 28.8 59. Resc.5 1.4 2.0 0.8 14.1 4.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto.0 11. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. entretanto.F) 20.1 47. como também.0 0. Empresas e Profissionais . equipamentos e serviços. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.5 3.4 0.8 4. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .0 8.

emissão de relatórios. a parcela referente a ES. em porcentagem ao mês. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). instalações e mobiliário. conforme contrato. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. equipamentos e programas de informática e etc. aluguéis e manutenção destes. aplicável sobre custos reembolsáveis. seguro saúde. ainda. materiais diversos. pequenas despesas. ou ainda. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. 9. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. taxas. ou seja. vale refeição. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Podemos ter vários multiplicadores “K”. comercial. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. • • outros. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. material de segurança (EPI). emolumentos e seguros. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. telefonia e etc). Estão incluídas despesas do tipo: uniformes.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. Pode-se considerar. financeiro e de apoio da sede. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. energia. outrossim. vale transporte. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. comunicações. como encargos complementares. Entretanto. encargos sociais. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. equipamentos e veículos fixos. setor administrativo. Ressalvamos que. telecomunicações. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . sempre em função do tipo de custo direto envolvido. viagens e diárias. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). mobiliário. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 .

Paulo Roberto Vilela Dias 121 . que corresponde nesta data a 0. IMPOSTO DE RENDA. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato.858-10 datada de 26/10/ 99. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. Desta forma. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. Ressaltamos que.65%. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. Portanto. imposto federal.718/98. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. imposto federal. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. da maneira como apresentamos anteriormente. a priori. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. CPMF. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. sua inclusão é discutível. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. portanto. ou seja. Isto é.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. segundo a metodologia exposta nesta publicação. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. Caso contrário. deve ser definido pela empresa em cada caso. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. PIS. COFINS. que corresponde ao pagamento de 4. bem como. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. conforme a Lei Nº 9. excetuando-se pessoal. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais.ISS. No caso dos insumos. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. pois.38%. imposto federal. que apresenta quatro alternativas de pagamento. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. corresponde nesta data a 0.000. principalmente. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. entretanto. ainda. o valor observado não será o real. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração.00 por mês.

2% de IR sobre o valor da nota fiscal. álcool etílico carburante e gás natural. D) 32%. Prestação de demais serviços.6%. B) 1. CSLL . da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. temos: IR: 8% x 15% = 1. IR . Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. C) 16%. E) 8%. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). F) 8%. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados.8%. Empreitada global. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. G) 32%. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. Lei 9. conforme demonstrado a seguir.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. Venda de mercadorias e produtos. Revenda para consumo. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado.718. conforme o caso. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. exceto o de carga que é de 8%. são: ISS . função do regime tributário escolhido pela empresa. são os seguintes: A) 8%. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. Por exemplo. Atividades imobiliárias. o pagamento é devido trimestralmente. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. COFINS: Imposto federal. o valor do ISS. de combustíveis derivados de petróleo.65% sobre o faturamento.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. Administração de obras.Imposto de Renda .2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. neste momento. Prestação de serviços de transporte.9.

...00 100% sobre R$ 500.......000.......00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro. R$ 120.......... tem sua extinção prevista para 16/06/2002.00 por mês.... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5...... CPMF ..43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto......65 0.... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS.Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis). uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês.000........38 11.......000.....000......00 O pagamento da CSLL é trimestral... isto é.. e corresponde a 0...000........... da mesma forma que o IR.00 0....00 Receita Financeira ..... 9% Valor da CSLL a pagar ................... R$ 1.. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL....000..........000. R$ 90..00 3. corresponderá efetivamente ao lucro real..... Desta maneira.. no caso 10%...000........ seguindo os semestres civis..... R$ 620.... a conversão para mensal é nossa..00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 ...000...Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários........ CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)... para lucro da empresa até R$ 20.. de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99.000....000.... seguindo os semestres civis.90 1........ 25% ..800.38%... R$ 1..... para o lucro excedente à R$ 20..... R$ 500.. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício ...00 ... O pagamento do IR é trimestral.00 . Alíquota ......00 por mês.........00........... ..00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1............50 0... R$ 500......... assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada .....000..000.......000..................00 Alíquota da CSLL ..... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240.....000...........00 9% R$ 55... 15% .

encargos sociais = 87% .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .administração central = 10% . lucro presumido para projetos = 1. Considerar os seguintes dados: .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. por preço global.encargos financeiros = 1% . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.impostos: ISS PIS IR CSLL .lucro = 4% = 0.65% = 4.8%. O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.

00% = 1.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00% = 0.10) = 2.25 0.00 2.00 1.80% = 1.1335 + 0.0776 1 – 0.00 1.7168 K mo = 2.08% = 13.7665 b.10 + 0.50 1.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .00 1.87) (1 + 0.00 1.65% = 4.00% = 3.00 1.00% = 10. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.00 1. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.01) 1 – (0.2335 = 2.0776 0.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00% = 13.

00 1.500.317.00 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.20 240.00 3.00 8.00 6.500.00 2.700.00 5.00 948.10) = 1.25 Engº médio 0. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 300.00 350.794. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 450.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.400.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.260.000.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 24.00 22.500.00 Técnico médio 1.00 9.00 4.00 6.00 Mensageiro 1.764.00 3.00 1.00 22.00 Cadista 1.252.00 1.00 3.00 2.1335 + 0.00 28.00 Técnico médio 1.00 1.00 3.794.00 0.7665 = 1.400.512.00 400.00 250.504.50 108.00 Topógrafo 1.000.700.00 Auxiliar de topografia 2. ou seja.00 3.00 19.00 Cadista 1.00 9.800.00 Coordenador de contrato 0.626.50 4.00 1.455.485.00 Secretária 1.00 540.50 Engº junior 1.50 3.200.817.50 7.092.00 600.00 9.00 7.2.992.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.00 6.00 Operador de micro 1.000.200.11 0.00 600.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.252.00 0.25 Engº médio 0.000.00 Operador de micro 1.260.00 Mensageiro 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .219.756.00 1.00 1.200.00 16.710.500.00 Auxiliar de topografia 2.50 Engº junior 1.400.00 75.00 1.200.00 K DG = 1.000.065.00 15.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 10.00 54.00 Secretária 1.00 2.01) 1 – (0.00 142.400.00 Topógrafo 1.390.00 3.00 52.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.10 + 0.600.00 750.00 677. qualquer item de custo direto exceto salários.

sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.25 0.00 176.25 1.50 1.00 580.00 1.00 435. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 8. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.00 1.70 783.00 6. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 4.00 870.00 1.00 1.30 32.590.960.740.00 7.00 1.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 1.00 0.29 348.033.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.00 1.625.50 0.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.35 78.087.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 2.73 156. por preço global.00 21. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .750.

10 + 0.7168 K mo = 2.01) 1 – (0.0776 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.08% = 13. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1335 + 0.00% EF = 1.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.2335 2.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente. pagos pelo próprio cliente.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2. qualquer item de custo direto exceto salários.11 0.00% I = 13.00% = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .7665 K DG = 1.80% = 1.01) 1 – (0.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.53% K DC = K DG = (1 + 0. ou seja.00% = 4.1335 + 0. ou seja.10) (1 – 0.0776 1 – 0.87) (1+ 0. qualquer item de custo direto exceto salários.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.00% AC = 10.10 + 0.9 K mo = (1 + 0.45 2.10) = = K mo = 2.222222 K DC = 1.10) = 1.10) = 1.4515 K DG = 1.00% = 3.65% = 4. Exemplo: ES = 87. K mo = (1 + 0.1 0.71 K DC = 1.

00 350.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.710.00 580.00 b.455.504.00 6 Topógrafo 1.30 32.50 3.00 8.50 0.00 4.00 1.512.50 108.00 28.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.73 156.252.25 1.400.00 540.200.700.00 870.400.00 Mensageiro 1.00 3.29 348.065.00 9.00 2 Auxiliar de topografia 2.00 2 Cadista 1.00 750.00 2.794.260.00 250.00 142.35 78.400.260.00 3.00 15.00 Técnico médio 1.70 783.033.794. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.114.00 52.00 6 Operador de micro 1.200.700.960.00 4.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.626.22 264.00 6.00 6.00 19.00 948.00 Cadista 1.00 0.625.817.500.00 9.50 6 Engº junior 1.00 3.00 7.00 Operador de micro 1.00 6 Secretária 1.750.00 1. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 7.500.50 4.00 10.00 435.219.00 0.00 1.00 1.00 3.000.800.817.092. Empresas e Profissionais .40 Coordenador de contrato 0.25 Engº médio 0.25 6 Engº médio 0.00 600.00 Auxiliar de topografia 2.00 5.00 9.45 32.00 1.00 677.00 6.000.500.00 1.00 0.50 Engº junior 1.252.00 24.00 21.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.00 22.317.00 3.00 600.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 400.000.00 16.00 1.00 1.00 6 Técnico médio 1.00 2.390.200.20 240.00 54.00 175.00 8.00 6.00 3.00 22.200.500.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 Total 1.71 142.50 7.485.00 Topógrafo 1.000.600.00 2.00 450.00 2.756.400.00 6 Mensageiro 1.087.00 1.764.033.00 Secretária 1.000.00 300.

600.00% Preço total (R$) 9.720.00 0.00 0.5% = 3% = 3% = 0.65% = 1.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.b.500.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.00 Total de encargos complementares 41.600.00 134.00 400.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 400.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.00 270. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.742.520.00 9.00 0.200.800.00 175.00 18.960.8 12 2.600.880.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 12. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.960.080.00 EPI unid 18 2 2 15. portanto. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas. Empresas e Profissionais .00 300.3 1.00 74.8% ( 12% x 15% ) = 1.60 6.904.00 1.000.114.00 260. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.00 14.00 1.00 16.00.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 80.00 Uniforme unid 18 2 2 35.912.00 59. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 0.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 Total 264. EPI e ferramentas aos funcionários.400.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 360.00 0.00 12.00 2. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.784.784. indiretas e o lucro da empresa.00 0.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 9.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.

15 0.35 1.97% 3.888.08% 9. impressora.00%.20 57. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.592.592.017.65% 1.00% 1.80% 1. conforme Capítulo 6.00 38.447.00 1.20 Preço total (R$) 38.20 1. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.00 38.099. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.254.00% 30.00 75.00 1.50% 9.2153 3. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.40 301. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.206.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.592.05 por hora.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5. conforme Capítulo 6.00.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.00 – 0.608. Não será considerada a parcela de lucro.91 por hora.0202625 K = 4. bem como. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.216.80 + 1. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.00% 0. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.00 1.045.00% 3. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.00 1.608.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00 52.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.00% 1.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.

00 505.91 45. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.50% 3.00 16.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 3.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.00 50.50 1.00 75.41 3.60 3.00 60.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.50 1.8715 K= = K = 1.00% 0.05 52.50 235.000.00 75.2927 K = 1. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 3.00 3.1243 0.870.000.34 3.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.0743 + 0.000.00 75.85% 143 .08% 13.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.00%.71 235.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.50 50.870.50 50.000.00 223.05) 1 – (0.00 3.03% Quantidade 50. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 7.00 3.1285 + 0) 1.05 52.00 75.000.10 0.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.50 47. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.000.91 45.65% 4.80% 1.00 50.

200.0743 + 0. taxas (alvará.00%.00%.2146 0.65% 4.53% L = 10.00 4.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias . aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.000.08% 13.00 4. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.).I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.80% 0. Sendo obra por administração.500. inclusive. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra. Empresas e Profissionais = 12.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. uniformes EPI e etc.00 (R$ 75. presume-se um lucro líquido de R$ 7.00 84. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção. consideramos IR sobre o lucro presumido 1. visa cobrir as despesas com contador.00% 0.00% 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. tais como.1324 + 0) K = 1.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. portanto.05) 1 – (0. AC = 5.40 1.38% 1. vale para máquinas. CREA e etc.200. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).08% 12.00.80%.50%. não será considerado pois. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00% 3.4073 K = 1.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50. Algumas despesas. cujo orçamento previsto é de R$ 75.65% 4.000.35%.00%.00 EC = 0.50% 3.

26%.07 0.1235 + 0.77) (1 + 0 + 0.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.65% 15.0226 ) x 100 EF = 2.1 ] x 100 = = = = = 0.40 EF = [ ( 1.1235 + 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.10) = 1. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.00% EF = 2.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.8585 0.015 ) ] n / 30 .7765 = 1.10) = 1.00%.1385 + 0.1 ] x 100 EF = ( 1. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .05 0. aplicando os valores conhecidos na fórmula. temos: K2= (1 + 0 + 0.7765 K1= = = 2.015) 1 – (0.015 ) 1.5% ao mês.05 + 0) 1 – (0.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.05 + 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.00% 0.05 + 0) 1 – (0. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.00% 147 .00%.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.1 ] x 100 45 / 30 .50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.35 EF = [ ( 1 + 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.5 .10) 1. sobre o lucro real 9. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias. metade do período. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0. a partir da data de assinatura do contrato. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.00% AC = 8.50% 3. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.0226 .7615 = 1.

115.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.00 Acima de R$ 2.50% = 3.08 + 0.65% = 1.01 a R$ 2.80% ( L x 15% ) = 1. valor do RPA .08 isento 15% 27. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.00 De R$ 1.8097 K = 2.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.00% = 0. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.058. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .00 R$ 158. e transcrita a seguir. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.Recibo de Pagamento de Autônomo.0703 + 0.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.70 R$ 423.115.0226) 1 – (0.414694 0.03% = 0. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.1903 = 2.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. ou seja.8585 1 – 0.12) = 1.19) (1 + 0 + 0. 11.058.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.982208 K = 2.

PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .00 – R$ 158. a retenção de Imposto de Renda.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .390. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. portanto Faixa 2.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .390.00.00..Parcela a deduzir do IR. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim. .Faixa de remuneração. não há retenção de Imposto de Renda.70 Assim.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.30 ÷ 0. será: RPA = ( CUSTO .59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.85 VALOR DO RPA = R$ 1. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.ALÍQUOTA ) CUSTO .2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880. podemos considerar o que se segue: 10.Alíquota do IR e .00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.448.0. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.231. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .ALÍQUOTA ) = Portanto.00.70 ) ÷ ( 1 . logo: VALOR DO RPA = R$ 880. portanto Faixa 1. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .00.PARCELA A DEDUZIR RPA . Então. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.390.

00 – R$ 423. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. onde a competitividade está cada vez maior.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. Entretanto.00. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. principalmente. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração.725 VALOR DO RPA = R$ 9. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e.59. ainda. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. onde: 12. portanto Faixa 3. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .630. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.310.08 ) ÷ ( 1 . variação que ocorre. a retenção de Imposto de Renda.08 Assim.630.206.00.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. será: RPA = ( CUSTO . de obra para obra.940. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58.0.58.92 ÷ 0. Em nossos dias. A par das diversidades de fontes. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.630.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. sem adequação ao projeto em questão.

considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). isto é.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. • • • • impedimentos por intempéries. propriamente a descrição da metodologia.é o conjunto de equipamentos. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. período de refeição. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. máquinas e veículos. No caso de se empregar sistema informatizado.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. a aferição da produção horária dos mesmos. não podendo produzir.• análise errônea da especificação do serviço. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. por razões extras à vontade do construtor. cujo fluxograma. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. para qualquer serviço da engenharia civil. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. que.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. Equipamentos alocados ao serviço . estas fichas. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. 12.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. AP-4 e AP-6. AP-3 e AP5. embora alocados ao serviço específico. Equipes e equipamentos ociosos . cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. falta de programação do construtor. inserido em anexo. Equipes alocadas por serviço . anteriormente definidas. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. Equipamentos Paralisados . e ainda. poderão ser digitadas imediatamente. abrangendo todas as categorias. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. por exemplo. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. após conferência. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. estão impedidos de produzir. máquinas e veículos parados. para coletar os dados junto às frentes de serviço.

por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. que poderá ter outras funções na administração da empresa.. ou seja. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. o fluxograma.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras.ração total torna-se muito difícil de prever.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. em plena condição de produzir normalmente. 12. e ainda. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. tabulação e apuração desses coeficientes. Equipamento Produtivo . Empresas e Profissionais . a fim de fornecer uma visão global da coleta. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação.3. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. em função do porte da obra. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. instalações elétricas ou de telefones. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. Equipe Produtiva . ou seja. em plena condição de produzir normalmente. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes .é a máquina ou veículo. etc. porém de motor ligado. Entretanto. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. Para favorecer o raciocínio. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. de fácil produção e operação. Equipamento Improdutivo . Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. 12. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. ou ainda. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. em conjunto ou não. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. mantém-se estacionado.

Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. correspondentes a cada operário. sempre que for necessário. são anotadas no verso da ficha. topógrafo e outros elementos administrativos. café. ao receber a ficha modelo AP1. O controlador central de apropriação. etc. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. tomar água. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. bem como. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. desde que não exceda 15 minutos. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. Essas horas. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas.É preenchida e assinada pelo apontador. os seus totais. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. o local de atividade e a data. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. de acordo com o tipo do serviço. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. lanche. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme o cargo ou função do operário. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. pelo índice. numerando-as na parte superior. As sub-colunas (I) hora de início. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. ou.. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. hora de chegada e hora de saída. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . Ao término do mesmo. excetuando o encarregado geral. pois isto é uma consequência do próprio serviço. para efeito de controle no escritório. deverá ser considerado como horas perdidas. no caso de se calcular por software específico. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. deve procurar corrigi-lo imediatamente. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. porque há interesse de se apurar o tempo. Inicialmente preenche-se o nome da obra. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. confere os registros efetuados. este tempo. pois trata-se de exigência da atividade. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. se houver algum engano. quando necessário. a nomenclatura dos serviços executados e. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador.

o modelo. Deve ser obtido através de sistema informatizado. Utilizando-se a composição de custo por produção. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. a marca.3. Após.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. O apontador deverá assinar a ficha. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . ou seja. transporte de pessoal.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. bem como. os que prestam serviços indiretos. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. do encarregado geral ou do engenheiro residente. o local do serviço. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais.3. distribuídas pelos diversos setores de serviços. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor.. Empresas e Profissionais O apontador anotará. diariamente. o local e o período de levantamento. tais como. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. refeição. Os veículos cedidos à fiscalização. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.12. no caso de se adotar composição de custo simplificada. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. material. etc. uma para cada máquina ou veículo. a potência e a capacidade. Neste formulário tem-se ainda. No cabeçalho figura o nome da obra. o tipo da máquina ou veículo. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. apontadas no formulário modelo AP-1. 12. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. modelo AP-6. abastecimento e lubrificação de máquinas. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. modelo AP-5. a data. as colunas correspondentes aos dias. retirados do modelo AP-1. serão parte do custo indireto. Nela deve constar o nome da obra.

Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. expressas em metros. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro.3. trator de esteira com pusher. onde for necessário. ou seja. bem como. somam-se todos os dados. com o motor ligado. modelo AP-5. que será colocado na parte superior da linha tracejada. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. utilizada anteriormente. Na quarta coluna. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. modelo AP-3. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. Enquanto. medir a sua produção. e PR correspondentes às horas produtivas. Empresas e Profissionais . horas improdutivas e produções. O coeficiente produtivo. Enquanto. o coeficiente improdutivo.4 Resumo das horas . • na. Nas colunas seguintes. a ser calculada e preenchida no escritório. considerada igual a um dia.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. utilizando para o registro a mesma ficha. Conforme já definido. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. ao término de um dia de trabalho. o local da execução dos serviços e a data. em movimento. modelo AP-3. o local e o período da coleta das informações. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. pela ordem: comprimento. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. será preenchida diariamente. ou.12. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. quando se tratar de produção. referente ao total. No cabeçalho constará o nome da obra. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar.3. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. se for o caso. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. Quando não for possível. Na segunda coluna estão as iniciais HP. o diâmetro e o comprimento ou altura. No cabeçalho anota-se o nome da obra. precedido da unidade. e do Controle Diário de Produção. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. HI. conforme o caso. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. modelo AP-5. inclusive. 12. o código do serviço.

suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. Para tanto. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. como é o caso do concreto. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. no caso dos transportes. e quando for o caso. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. consumos. local ou comercial. e ainda. Entretanto. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. pavimentada ou em terra.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. 12. origem e destino da carga. Isto é. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. Nos locais correspondentes às discriminações. Assim sendo. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. através de traços. abaixo dos coeficientes horas-homens. para efeito de controle. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. 12. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. não haverá apropriação de campo.3. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. ao cabo de cada semana ou quinzena. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. No caso de se fazer a apropriação de materiais. etc. etc. por exemplo.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. sabe-se que. para efeito de apropriação. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. no caso de cimento portland. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. isto é. deverão ter definidos os materiais.Para maior garantia dos valores assumidos. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. por exemplo. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). ou seja. distância de transporte em km por tipo de rodovia. ou ainda. material transportado. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. 12. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. Neste quadro. percurso. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. desperdícios. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. ou seja. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo.

HORA FINAL I F SHT . x IMPRODUT. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. B e C = Designação dos serviços.Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT .HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD.HORA INICIAL F . AP1 MOD. AP5 MOD. AP4 LEGENDA A. AP3 MOD. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Horas Improdutivas HO .Horas Ociosas . Empresas e Profissionais HT .HORAS TRABALHADAS PR .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Produtivas HI .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .

Horas Produtivas HI .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .AP.Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 . Empresas e Profissionais HP .170 RESUMO DAS HORAS .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

vistorias. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. Data Prod. : Im prod. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES .6 COEFICIENTES Prod.2 a seguir. instrumentos e processos de produção em geral. de equipamentos. consultorias.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. também. pelos profissionais liberais. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. estudos de viabilidade. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. para aplicação em serviços de engenharia. supervisão.EQUIPAMENTOS AP . Im prod. Prod. Im prod. DOS Im prod. Im prod.HOMENS Prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. Assim. RESUMO COEFICIENTES . Prod. fiscalização. Prod. Im prod. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores.

Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. a indicação dos métodos construtivos. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. bem como. Paulo Roberto Vilela Dias 175 .666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. a estimativa de custo. a partir dos dados levantados com esta finalidade. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. a que melhor responde. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. podem ser divididas em três fases principais. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. De acordo com o disposto no Artigo 6º. De acordo com a Lei 8. bem como. características e materiais a ser utilizados. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. orçamento da construção. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. além das fórmulas. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. a indicação de todos os componentes. a racionalização do programa. o preparo de arranjo geral esquemático. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. Visa a análise e escolha. Compreende o arranjo geral. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. equipamentos e serviços. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. • especificação preliminar de materiais. gráficos ou ábacos empregados no cálculo.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos.. a indicação dos métodos construtivos.. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. com nível de precisão adequado. ”. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. técnica e economicamente. equipamentos e serviços. aos objetivos propostos. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. para determinação de quantitativa de demandas. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. dentre alternativas de solução possíveis. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. a definição dos partidos tecnológicos.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. XI da Lei 8. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. Inclui o estudo de soluções alternativas.

estruturas metálicas e outros. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. testes e partida. Administração e controle do fluxo de documentos. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. técnicas e administrativas. Atividades de acompanhamento técnico da construção.194.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. assistência à partida.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. montagem. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. de arquiteto e de agrimensor. A0. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento.2. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. testes. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor.569. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Supervisão administrativa de construção. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. inclusive plano de gestão ambiental. eventualmente. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. • Acompanhamento técnico da construção. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. Coordenação das interfaces executivas. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. Planejamento. montagem. estabelecendo a estratégia de implantação. Empresas e Profissionais 13. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. bem como arbitragem.

DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.org. Arquitetura e Agronomia. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218.Supervisão. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio.RS. Agronomia e Veterinária. RESOLUÇÃO Nº 278. e dá outras providências. e dá outras providências. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. designa as seguintes atividades: Atividade 01 .91 e alterações posteriores e Lei nº 8. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.CONFEA. e dá outras providências.07.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. projeto e especificação.524. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências.212.030435-2.00. LEI Nº 6.07. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre .Estudo. planejamento. de uma Mútua de Assistência Profissional. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. LEI Nº 5. autoriza a criação. de 24. regula o exercício das profissões de Engenheiro. coordenação e orientação técnica. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia.496 .950-A. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. LEI Nº 5.91 e alterações posteriores 13. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. Arquitetura e Agronomia . A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. de 24. prolatada pela MM. Paulo Roberto Vilela Dias 179 .194. como por exemplo. de 24 DEZ 1966.213. na página da web do CREA-RJ (www. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000. pelo Conselho Federal de Engenharia. RESOLUÇÃO Nº 317. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo.71. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.LEI Nº 4.2. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. RESOLUÇÃO Nº 205. Química. Atividade 02 .br). proposta pelo Ministério Público Federal. de Arquitetura e Agronomia. RESOLUÇÃO Nº 313. Arquitetura. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão.crea-rj.194.

Artigo 1º .194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. Execução de desenho técnico. sistema de transportes.As qualificações de engenheiro. estruturas. planejamento físico. aperfeiçoamento e pós-graduação. planejamento ou projeto. perícia.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Fiscalização de obra e serviço técnico. arbitramento. assessoria e consultoria. pesquisa. Condução de trabalho técnico. mensuração e controle de qualidade. instalações e meios de acesso a costas. Desempenho de cargo e função técnica. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. urbano e regional. nos seus aspectos técnicos e artísticos. Vistoria. Execução de instalação. Artigo 3º .Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. local. avaliação.Parágrafo único . Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . Condução de equipe de instalação. de regiões. referentes a edificações . Execução de obra e serviço técnico. Padronização. conjuntos arquitetônicos e monumentos. transportes. zonas. montagem. paraestatais. operação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. reparo e manutenção. análise. meios de locomoção e comunicações. em sua maioria.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. de abastecimentos de água e de saneamento.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. rurais e regionais. autárquicas e de economia mista e privadas. laudo e parecer técnico. cidades. estradas. Artigo 5º. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. experimentação. Elaboração de orçamento. rios. seus serviços afins e correlatos. desenvolvimento industrial e agropecuário. em geral. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . portos. funções e comissões em entidades estatais. ensaio. seus serviços afins e correlatos. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. pista de rolamentos e aeroportos. estruturas.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. referentes a edificações. serviços e equipamentos urbanos. cursos. e massa de água e extensões terrestres. montagem e reparo. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. Artigo 7º.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. arquitetura paisagística e de interiores. obras. Direção de obra e serviço técnico. Assistência. Produção técnica e especializada. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. Ensino.As profissões de engenheiro. e dá outras providências. edificações. Lei n. divulgação técnica e extensão. Artigo 4º.º 5.

instalações e serviços de qualquer natureza. análises. fiscalização de obras e serviços técnicos. avaliações. de modo a garantir a sua realização. Artigo 28º . fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. direção. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. pareceres e divulgação técnica. a arquitetura legal. direção. o projeto. Artigo 19º. o estudo. industrial ou agropecuária. o estudo. o projeto.Enquanto durar a execução de obras. o estudo. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. direção. de arquiteto e de agrimensor. com os direitos e deveres correspondentes. fiscalização e construção de edifícios. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . a engenharia legal. projeto. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. Artigo 30º . de acordo com as condições. projeto. projeto. direção.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. estudos. fiscalização e construção das obras relativas a portos.569. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção. direção. execução de obras e serviços técnicos. fiscalização e construção de edifícios. o estudo. projeto.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. com todas as suas obras complementares. experimentação e ensaios. o projeto. projeto. direção. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. projeto. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. perícias. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. direção. d) e) f) g) Artigo 16º. projeto. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. estudo. trabalhos topográficos e geodésicos. produção técnica especializada. o estudo. Artigo 22º. DECRETO FEDERAL N. pesquisa. vistorias. direção de obras e serviços técnicos. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . direção. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. com todas as suas obras complementares. projeto. o estudo.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. projeto. projeto. projetos. todos serão considerados co-autores do projeto. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores.º 23. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. o estudo. ensino. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo.

2. Pareceres.3) 3. arbitramentos. 1.6) 3. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. subdividem-se em: 1. serviços.3) 1. supervisão.5) 1. coordenação. Projetos definitivos (executivos).2) 3. fundamenta dos sobre serviços ou obras. supervisão. Vistorias. supervisão. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Assessoria. materiais. compatibilização.4) 1. 2) Gestão. Coordenação. controle físico-financeiro e da Qualidade.2) 1. Supervisão. Laudos. Orientação geral e técnicas de controle.4) Planejamentos.6) 1. orçamentos.1) Vistorias. Empresas e Profissionais 3. Orientação técnico-administrativa.5) Administração e Controle contábil. 2. Gestão de empreendimentos. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. 2. vistorias. dimensionamentos de serviços. Laudos. equipamentos e pessoal.5) 3.7) 4) 4. materiais.9) Assessoria .4) 3. 4. ou avaliação de direitos. Consultorias ou assistências técnicas. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. Projeto Básico ou Legal. Consultas esporádicas.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 2. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. pareceres. programações e controles.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. arbitramentos.1) 3. Arbitramentos. Anteprojetos. laudos técnicos. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. equipamentos e pessoal. 4.10) Levantamentos técnicos de obras. Especificações de serviços e materiais. 1. Paulo Roberto Vilela Dias 185 .Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. Engenharia Legal.7) 1.7) Medições de serviços .coordenação. Avaliações e Perícias em geral.1) 1. Análise econômica-financeira da empresa. acompanhamento e controles.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. 1. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .11) Levantamentos topográficos e sondagens. fiscalização e acompanhamento de obras. produtividade e qualidade. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. planejamentos e cronogramas físico-financeiros.3) Projetos do canteiro de obra. avaliações e perícias. fiscalização.6) Coordenação. 2. instalações e afins.

4) Serviços em geral de Engenharia Legal. projetos. túneis. direção. Estudos. Estudos. barragens. adução. túneis. completando o projeto. 1. direção. • Plantas Baixas . localização. viadutos e outros.5) Julgamentos de trabalhos em geral. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. será apresentado o projeto legal. elevações. fiscalização e construção de obras de arte especiais. contendo a definição de todos ambientes. Estudos. direção. cortes. projetos.4. arbitramentos. direção. com informações sobre o terreno. saneamento urbano e rural. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. projetos. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. Em anexo. controles. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. • Definição do esquema estrutural e das instalações.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. legislação local.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. projetos. abordando os seguintes aspectos: Concepção. solicitações do Cliente. fiscalização e construções prediais. visando montar um programa básico do projeto. projetos. Empresas e Profissionais 1. fiscalização e construção das obras relativas a portos. Estudos. drenagem. fachadas. projetos. viadutos e outros. • 6) Único . bem como fazer orçamentos. a saber: 1) 2) Estudos. avaliações. planejamentos. • 3) 4) 5) 1. perfis. bem como. Estudos. em plantas. mações. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . dimensionamento e caracterização dos pavimentos. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. apresentando um padrão de cor ou textura.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.principais níveis da edificação. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. rios e canais. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. de acordo com as normas vigentes. dimensão e articulação dos ambientes. irrigação. 1. esclarecedor de circunstâncias especiais. • Estudo de Fachada . barragens. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. etc. abastecimento de água. perícias.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . 4. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. direção.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. formatando o Anteprojeto. captação. direção. com as modificações sugeridas. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas.em perspectiva ou elevação. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos.

necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.coordenação.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. segundo uma sintonia perfeita.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. contendo as quantidades de serviços a executar. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. com todas as informações necessárias à execução da obra. com sua participação. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. supervisão. leis fiscais. permite ainda. 1. bem como a especificação para cada tipo de serviço. com a indicação das características técnicas. condições de funcionamento ou estado de conservação. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). serviços. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. etc. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. na escala convenientemente adequada. orçamentos. a unidade considerada e os preços unitários.Engenharia de Custos . administrativas. comerciais. 1.9) Assessoria . em escala conveniente. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. aplicação correta dos materiais. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. como impostos.conhecidos os projetos definitivos. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que englobe todos os elementos considerados no estudo.8) Estimativas de custos. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. Por outro lado. despesas financeiras.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados.10)Levantamentos técnicos de obras. gera-se um documento único. em função de sua complexidade. com a listagem dos diversos serviços a executar. aparece a figura do Assessor. Cada tipo de obra. técnicas e outras. 1. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. as normas aprovadas e recomendadas. 1. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.1. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. consumo e do cronograma físico-financeiro. fiscalização. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. houver a participação de profissionais de várias modalidades. através dos coeficientes de produtividade. compatibilização. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas.financeiros . encargos sociais. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . 1. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. planejamentos e cronogramas físicos .

procedimentos. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. mão-deobra e as especificações dos serviços. equipamentos e pessoal . o plano para melhoria da produtividade e qualidade. rotinas. bem como previsões de treinamento. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. dos serviços. quanto aos preços de material. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. como o dimensionamento. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. necessidades de material. execução dos serviços. Feitas as programações e o planejamento. orçamento. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. diretrizes. demissão.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. representando as curvas de nível de metro em metro. 1.executante do serviço. memoriais gráficos e fotográficos. em função da seqüência dos trabalhos a executar. com detalhes do relevo. 2. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. gerência integral. licitude das compras e fornecimentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . como seu gestor. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. programações e controles. controles e apropriações de custos. relatórios. especificações. dimensionamentos do físico. por categoria. planos de trabalhos. o profissional deverá prever.3) Projeto de canteiro de obra . 2. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. coordenação. supervisão. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. respondendo pela fiel execução dos serviços. 2) Gestão. programações. a modalidade de medição de serviços. face ao controle preconizado. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. materiais. contendo todas as instalações a fazer. deverá ser apresentado o organograma. mão-de-obra. indicando os processos de trabalho. admissão. coordenar. no tocante à administração da empresa. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. Além do mais.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. legais decorrentes da organização levada a efeito. no mercado de trabalho.11)Levantamento topográfico e sondagens . 2. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. dirigir e controlar a qualidade da obra. materiais.2) Programações e dimensionamentos de serviços. equipamentos.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral .Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. permitindo ainda um controle. 2. enfim. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. com previsão das datas do recrutamento. de desenvolver as diversas áreas da obra. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.4) Planejamentos. pessoal e do financeiro . Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis.Uma vez conhecido o orçamento da obra. nas disponibilidades financeiras da empresa.

dos serviços executados. 3) Consultorias e assistência técnica.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. com os seguintes sub-ítens: 3.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. estudo de preços e materiais. Sistemas de controle do almoxarifado. Empresas e Profissionais . apresentar a resposta à consulta formulada. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. todos os acabamentos. Escrituração dos custos de obra. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. quando julgar necessários. utilizandose de testes da boa qualidade. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. Enfim. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. supervisão.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. Tipos de notas. todos os detalhes métricos. Exigir nível. visando enquadrar as normas pré-determinadas. 2. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. esquadro e prumo. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. 3. Tipo de contabilidade. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. durante a execução da obra ou serviço. Determinação do estoque mínimo. bem como o controle da qualidade apurado.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. o a receber e o a pagar. 2. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. Conferir todas as medidas. em laboratórios oficiais. O serviço de assessoria. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. 3. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. atendendo a boa técnica requerida. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. reajustamento de preços. Pode ser antes. sobre determinados problemas. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. 3. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. empreiteiros e outros.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados.2. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa.6) Coordenação.

por assim dizer. 4. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. laudos técnicos fundamentados.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. será complementado o parecer final. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. Às vezes pode ser também solicitado. avaliações e perícias em geral. de serviços e materiais. na avaliação técnica de um determinado bem. na maioria das vezes. Determinação do fluxo de caixa. Medidas preventivas a preconizar.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. 3. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. normas de controle para o material e mão-de-obra. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Apresentação de um parecer técnico. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. Neste caso. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. existem elementos mensuráveis. temos o laudo técnico. a vistoria. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. Engenharia Legal. Procura de novos mercados. da rentabilidade da obra. determinando-se o sistema de apropriação de custo. Sim. pareceres.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral.3. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. o memorial descritivo dará as informações colhidas. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. com um memorial descritivo. porque. serviço ou obra. Empresas e Profissionais . serviços ou da empresa. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. Em cada caso. Cadastramento do equipamento e avaliação. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. executando plantas ou conferindo os existentes. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. No entanto. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. mensal e anual da empresa. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. os elementos computados. Levantamento dos imóveis. bem como. capazes de oferecer a medida exata do valor. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. Avaliação da produção. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. face as tendências do mercado. de modo a executar os serviços em andamento. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. Já no caso do Direito. 4) Vistorias.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa.1) Vistorias. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. pode ser aleatória.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Contatos de qualquer natureza. 4. laudos. de especificações. diária. as considerações levadas a efeito. Assim. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. a projeção de um estudo para ampliação da empresa.

3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . tudo o que depender de julgamento. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . com o propósito de fundamentar decisões financeiras.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. assim como. nas atribuições profissionais. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 13.Nada mais que a verificação de uma situação existente.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. Como se vê. A) Auditoria analítica e crítica . ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. estimado. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . 4.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. concursos de provas e títulos. nos aspectos técnicos. legais. inclusive com a classificação dos concorrentes. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. econômicos. e relações. administrativos e legais. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. funções.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. enfim.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. sem entrar em detalhes. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. contendo as razões do julgamento. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. Avaliação . AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. 4. proporções. causadoras de uma determinada situação. é claro. concorrência.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. baseado. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. Parecer . tendo em vista conhecer sua natureza. Perícia . Na perícia de um modo em geral. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis.

no plano. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. serviço ou obra. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. necessários a execução de obra ou serviço técnico. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. sobre veracidade de um fato ou uma situação. mento de provas documentais. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. matérias escritas. planejamento ou projeto. incluindo texto e “layout”. em recinto fechado e apropriado. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . a um público específico. ao desenvolvimento de métodos. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. visando difundir informações. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. tecnologias de produção.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. plano. Auditoria técnica . Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. coordenação. para servir de comprovação perante terceiros. de um direito ou de um empreendimento. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. provas escritas. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. práticas prestadas. ATESTADO Documento que contém declaração. produto.B) mentos de uma atividade. CONCURSO Envolve ações de organização. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. bem como ações de “marketing”. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. planejamento ou projeto. com o emprego da pedagógica e didática. equipamentos e contratação de mão de obra. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. realizadas para o preenchimento de cargos. anais. serviço ou evento técnico/científico. faladas e televisadas e outras. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. folhetos. mediante planejamento. escrita e assinada por profissional habilitado. processos. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. Inclui neste item a elaboração de folders. GESTÃO DE PROJETO. PALESTRA.

Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. conforme projeto elaborado ou planta. julgamento de concorrências. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. qualidade de produtos. podendo incluir acidentes naturais e construções.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. obra ou serviço. profissional habilitado. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. ou por designação judicial. de curvas de níveis. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. no campo. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . Aplica-se em situações das mais variadas.

por escrito. 13. Os honorários profissionais dos peritos. bem como os honorários. atendendo à natureza da perícia. conteúdo substancial do trabalho. tempo consumido para sua realização. As responsabilidades do profissional. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. visando montar um programa básico do projeto. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. etc. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. avaliação ou vistoria. legislação local.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. sem entrar em detalhes. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. Caso não sejam fixados pelo Juiz. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. devem ser explícitos em contrato adequado. de que tem conhecimento. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 .1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. VISTORIA Verificação de uma situação existente. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. dimen• são e articulação de ambientes. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. assistência técnica em atividades de um empreendimento. com a finalidade de subsidiar decisões. solicitações do cliente. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. com informações sobre o terreno. bem como. interesse em discussão e valor da causa. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. o perito. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença.4. entre outros decorrentes de exigência legal.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. legislação.

..... Projeto de Interior Plantas baixas.. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. apresentando um padrão de cor e textura........ memorial descritivo com especificação de materiais. 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos........ com a decomposição de um todo em suas partes constituídas.. possibilitando obter licenças e alvarás da obra........ de acordo com as normas vigentes...... aplicação correta dos materiais e etc. 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.......... 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ........ Através da compatibilização dos diversos projetos............ • Projeto Legal Formatação do anteprojeto.. • Definição do esquema estrutural........ A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. detalhamento.... em escala conveniente..... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ...4.. Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados. com todas as informações necessárias à execução da obra........5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais.. 13.......... cortes. tendo em vista conhecer sua natureza.. proporções.. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto...• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação.....2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço.... dimensionamento e caracterização dos pavimentos............ funções e relações com o propósito de fundamentar decisões... Levantamento de Dados e estudo Preliminar .... abordando os seguintes aspectos: Concepção....... perspectivas...... contendo a definição de todos os ambientes. 40% • Projeto de Execução ....... as normas aprovadas e recomendadas.. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto....... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 . de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. 13......

objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. Empresas e Profissionais . Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. práticas prestadas. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. gerenciamento e julgamento de provas documentais. para servir de comprovação perante terceiros. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. coordenação.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. de um direito ou de um empreendimento. econômicos e administrativos. em recinto fechado e apropriado. a um público específico. CONCURSO Envolve ações de organização. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. Conferência: Exposição de tema. É também análise de resultados de um programa ou projeto. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. escrita e assinada por profissional habilitado. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. sobre veracidade de um fato ou uma situação. ATESTADO Documento que contém declaração. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. nos aspectos técnicos.

econômico e social da propriedade rural. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. serviço ou obra. ou de uma dada região. junto ao órgão ambiental competente. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. comercialização. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. visando difundir informações. folhetos. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. envolvendo fauna e vegetação. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. Caracterização do meio físico (clima. ao desenvolvimento de métodos. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. transporte. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. entre outros) Caracterização do meio biótico. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental.insumos. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. incluindo texto e layout. solo. serviço ou evento técnico/científico. em atendimento à legislação. processo. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. águas superficiais e subterrânea. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. Caracterização do meio sócio-econômico. bem como ações de marketing rural. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. necessários a execução de obra ou serviço técnico. c e d. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. GERÊNCIA DE PROJETO. anais. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. faladas e televisadas e outras. Inclui-se neste item a elaboração de folders. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. sem a indagação das que a motivarem. beneficiamento. geologia e geomorfologia. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. matérias escritas. tecnologia de produção. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. mediante planejamento. produto.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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etc) e quadro de distribuição de emergência. grupo motor-gerador). deve ser encarado como um projeto à parte. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. Subdivisão dos sistemas. exaustão de gases. por exemplo com indicações de “saída”. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Inclui memorial e especificações de materiais. a serem ligados ao sistema de emergência. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Inclui memorial e especificações de materiais. com diversas variáveis envolvidas. neste item. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. com respectivas proteções e controles. tomadas e esperas especiais. não são aqui considerados. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. especificação dos materiais. no âmbito da iluminação. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. com detalhamento. ou a evacuação de pessoas com segurança. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. compreendem-se sistemas de certo porte. corrente contínua com entrada em operação imediata. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. determinação da potência de fonte geradora (baterias. a partir de quadros de distribuição específicos. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. Memorial. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. define apenas uma previsão de carga para iluminação. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. por se tratar de um trabalho específico. ou projeto de luminotécnica. Por iluminação de emergência. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. Estudo a respeito da demanda. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. água de refrigeração. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos.

do CONFEA. em todas as fases de sua execução. isto é. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. Assim sendo. nos serviços fiscalizados pelo CREA). que possa ser exercida com autonomia. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . “Pela adjetivação liberal. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. de líber (livre). Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. literalmente assim se deve entender toda profissão. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. são sinônimos. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. do latim liberais. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. o caráter distintivo do profissional liberal. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer.

a seu favor. contendo o nome. aluguel de equipamentos. Eventualmente: Insalubridade. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. inciso VI . etc.. podendo ainda. segundo as regras ordinárias de experiência. • Artigo 50º . ART. salários de auxiliares. Custo efetivo dos projetos. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. salvo expressa estipulação em contrário. quando a critério do juiz. perigosas ou de difícil acesso. impressos. taxas públicas. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . Paralelamente ao cumprimento da Tabela. Caso o cliente forneça transporte. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. especificidade e dificuldade dos serviços. destacam-se os seguintes: Artigo 6º.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. Dentre os vários artigos desta Lei. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. inciso VIII . principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. ter Contrato ou Convênio. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. no processo civil. correrão por conta do cliente. serviços de terceiros. dos materiais e equipamentos a serem empregados. de área ou volume. • Artigo 39º. datados e assinados pelo profissional. estadia. contribuição social. como: análise de solo. • Artigo 40º .a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor.. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . obras e serviços. as condições de pagamento. sendo calculadas tomando por base. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. etc. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. alimentação.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. • c) as medidas lineares. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. confeccionados em papel timbrado do profissional. materiais diversos. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. condução. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional.sede do profissional.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. inclusive com a inversão de ônus da prova.. o tempo de viagem e o fim específico. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. despesas auxiliares de transporte. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. bem como as datas de inicio e término dos serviços. • • Nenhum serviço será iniciado. b) complexidade. se não houver ART.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos.o Código de Defesa do Consumidor . consultas e outras. alimentação. hospedagem. também acordada previamente. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . sobre carimbo. etc.das todas as despesas referentes a: pesquisas. material.

Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.00 2. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.800.800.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.950-A de 22/04/66. será cobrada uma multa de 5% ao mês.0% R.mo.) Gratificação de Descanso Anual (8.00 120. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.48 80. isto é. Empresas e Profissionais R$ 30.).00 3. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.P.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 . regido pela CLT.P.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.M.40 149.00 173.33 30.00) .00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.M.00 149.) Gratificação Natalina (8.3% R.00 40.M. deverão ser cobradas as horas trabalhadas. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.Anotação de responsabilidade técnica . segundo legislação vigente do CREA.00 40. mensageiro e etc).00 170.82 Remuneração (R$) 1.00 20. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos. de responsabilidade do profissional.54 120. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.500.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.500. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .R.3% R.00 5.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 . R$ 100.200.200. amparado na Lei n. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .P.º 4.000. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 144.656.00 4.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.00 20. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.00 2.00 NC NC 873. por desistência do cliente.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 140.00 6.T. 14. água/esgoto.40 9.

33 R$ 120.48 100.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.00 R$ 30. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.88 29. móveis e utensílios Aluguel e.P.200.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .660.00 4.00) R$ 1.00 25.P.346. mensageiro e etc).60 182. água/esgoto.00 50. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.P.(0.Não Computado R$ 160 4.0%R.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) Gratificação Natalina (8.00) .5% Custo Total Mensal – R$ 360.60 200.00 171.135.Anotação de responsabilidade técnica .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.66 R$ R$ 22.000.60 9.ART sobre serviços de R$/mês 4 . I = (CTM – 360) / (1 .3% R.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00 176.3% R.00 173.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 180.795.275 + 0.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .05)) IRPF .54 120.) Gratificação para Descanso Anual (8.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .Imposto de Renda (27.00 NC NC 913.33 40.00 25.00 182.00 3.00 120.

00 R$ 30.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.P.00 60. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 250.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.275 + 0.00 5.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Imposto de Renda (27.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Gratificação Natalina (8.ART sobre serviços de R$/mês 4 .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.P.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.56 36.33 40.5% Custo Total Mensal – R$ 360. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Anotação de responsabilidade técnica .410.113.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.Não Computado R$ 160 5.48 160.00 4.78 R$ R$ 27.906. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.P.0%R.00 120.05)) IRPF .3% R.54 200.000.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.(0.185.00 280.00 NC NC 1.00 173. água/esgoto.50 290.00 35.50 9.33 R$ 200.00 290. mensageiro e etc).00) .00 200.496.3% R. I = (CTM – 360) / (1 .) Gratificação para Descanso Anual (8.500.00) R$ 1.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .00 35.20 250.

40 300.045.) Gratificação Natalina (8.00 257.P.60 9.48 200.00 160.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .33 R$ 250.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.) Gratificação de Descanso Anual (8.60 431. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .05)) IRPF .54 4.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.00 R$ 30. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .P.00 416.(0.00) R$ 2. I = (CTM – 360) / (1 .233.00 431.Anotação de responsabilidade técnica .00 120.419.00 7.3% R.200.00) .000.00 173.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .275 + 0. mensageiro e etc).P. água/esgoto.00 50.00 NC NC 1. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.15 R$ R$ 40.00 80.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.00 300.33 60.00 50.528. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.0% R.ART sobre serviços de R$/mês 4 .3% R.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .80 56.516.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.5% Custo Total Mensal – R$ 360.Imposto de Renda (27.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

móveis e utensílios Aluguel e.00 286.669.33 70.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.0%R. mensageiro e etc).95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .89 160 R$ R$ 55.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.P.50 539.00 330. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.00 360.00 572.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 200.360) / (1 – (0.) Gratificação Natalina (8.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.48 200.00 9. água/esgoto.00 4.00 50.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00) .54 240.00 R$ 30.3% R.000.393.00 50.3% R.00) R$ 3.50 9.00 NC NC 1.500.05)) IRPF . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 173.275 + 0.33 R$ 320.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.593.00 539.Imposto de Renda (27.251.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .P.77 78.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 120.923. I = (CTM . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .Anotação de responsabilidade técnica .condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.P.

666.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: ...... pelo menos momentaneamente. Nível de especialização..05)) IRPF .. .....5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 (até 5 anos de formado) 68.... a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .....88 R$ R$ PLENO A MASTER ...É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento.. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. I = (CTM – 360) / (1 . serão cobradas à base de 33. • Despesas com certidões.00) R$ 4.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10...Imposto de Renda (27. R$ 50. salários de empregados e seus complementos e etc.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 .15 160 TRAINEE E JUNIOR . • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil. competência interpessoal.... informática. tais como. apresentação pessoal e etc.. pós-graduação..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado. conhecimentos de línguas estrangeiras.NC – Não computado .... incluir as despesas com: aluguel de escritório.994.. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente.. por trabalhos prestados....71 97...275 + 0. Ou ainda...... Bem como. se for o caso...79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação. condomínio.(0. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional....35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. mestrado e doutorado. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela... mediante comprovação pelo profissional. em viagem.. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional... Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio...661. • As despesas extras.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado.. experiência profissional. R$ 25... trabalho em equipe. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. cursos de extensão e especialização.

no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. bem como. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. ou ainda. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. Entretanto.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. municípios ou estados. bem como.

8 2. no mês da proposta.00 2.00 3. Comerciais e/ou residenciais 4. Cc = Custo convencional da estrutura.8 4. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. dimensionamentos e detalhamentos.7 3.50 (de 2.4 4. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural. impostos.6 3. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.2 3.0 5.3 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 (de 16. estudos preliminares.2.8 4. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.4 2.50) 3.18 Edifícios industriais com um pavimento 0. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.1 2.2 2. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .9 1.4 2. projeto legal.15.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.00 R$ R$ R$ R$ 6.50 2. 15.0 Edif.50) Inclui anteprojeto.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.0 1.1 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.6 2.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.50 (de 3.5 2. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. S = Valor vinculado percentual de referência. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.2 3.0 Edif.0 2.00) 6.00) 3.1 2. fornecido pela Revista Construção. Avaliam ainda encargos sociais.2. Industriais 4. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.1 2. Não inclui cálculo da fundação profunda. (***) O projetista.8 4.8 (R$ por m²) 7. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.50 (de 2.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0. As formulações são bastante abrangentes.2 3. projeto executivo e orçamento da obra.

cortinas em subsolos dentre outros.......6 10.. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais..50......... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .........0 As repetições integrais do projeto....8 9.... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.............................2 9. H = Honorários de projetos.2 9... Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3....0 10.........2.....5 15 14 13 12 11 Edif..................... 20% 11a a 20a repetição ......5 12 11..... 35% 2a a 5a repetição .... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%...........Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza...02 m3 / m2..5 10 Edif................ Caso haja cálculo de protensão............ por metro quadrado de área de projeto arquitetônico............. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais.............. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16......................... S = Valor vinculado percentual de referência.... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%....................... Industriais 12 11.. 10% a partir da 41a repetição .5 9. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12........3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.....5 11..... incluindo os elementos de fundações.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.............. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante........5 11 10. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.......... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0........ em quilogramas....... 15% 21a a 40a repetição ... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.5 16 15................................ Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo...... 25% 6a a 10a repetição .....

. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ...............• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%..00 1....... Em galpões industriais....... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante....... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível..00 1..................................... superior a 10001 m2 ... 15% 21a a 40a repetição .................................................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural............. entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ........... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%............4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais...................................... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ....... Em galpões industriais.....60 1...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%..........................80 1...... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas...................... 20% 11a a 20a repetição ............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%... inclusive os elementos de fundações..... 2....... Em galpões industriais..................... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais..00 1.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .....65 1..... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas..... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais............... 10% a partir da 41a repetição .....................50 As repetições integrais do projeto.......... entre 501 e 2000 m2 ..... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .......................... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar..20 2.................................... entre 5001 e 10000 m2 .......80 1....80 1...... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis................ 2..........................70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .. Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção...........70 1....... 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ....... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .....50 2........ 15............................................. entre 2001 e 5000 m2 .........................20 2........................ deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ..................... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ........... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ................... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%...... 35% 2a a 5a repetição .... 25% 6a a 10a repetição ....................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas.2......50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...................... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.... 2....... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2........

.......................75 0..........55 0................. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%......... seta indicadora de saída.....50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .... entre 1001 e 5000 m2 . superior a 20001 m2 .......... caixa de cloração.............. reserva de gás............. Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento........... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo...... superior a 20001 m2 ........... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%............... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%..................... entre 5001 e 10000 m2 .......................... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ...... entre 1001 e 5000 m2 .... entre 10001 a 15000 m2 .....70 0.............. extintores de incêndio......90 0.................45 0......30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático.............................. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%............... 0....... entre 1001 e 5000 m2 .. entre 10001 a 20000 m2 .........35 0....60 0.......... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares..........60 0.....................20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ................* Caso haja instalações de água quente.. 2................50 0.00 por m2.. o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1.................. Empresas e Profissionais ..40 0.......... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .....70 0............... 2............ entre 10001 a 20000 m2 ....50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ................................................................. superior a 15001 m2 .............................................................. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO . * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1..00 0............ entre 5001 e 10000 m2 ............ Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento..........50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos . entre 5001 e 10000 m2 ..................................... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ...... 2................. Os preços acima contemplam a indicação de pára raios........... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica.. sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás.....000.......................75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ................ * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.. 0.... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500.............. 2.................. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%..00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.......50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... caixa separadora de fibras............... alarme bitonal... iluminação de emergência.......00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2.... * Caso haja instalações de gás.......... 1........ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%.

.........000............000..... 0................. dentre outras.. 0...000.. topografia e geodésia.................40 área acima de 10001 m2 ....................00 0.................000.......................... 35% 2a a 5a repetição ..... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação..00 De 500................00 a 100.. DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500............... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.......40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ...00 De 1.. 0...00 De 5... 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos..000........ valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade......000.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ................... traçado de estradas.000...70 área entre 501 e 10000 m2 . 25% 6a a 10a repetição ...... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise.INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ....00 a 5.00 De 50.......00 0...000.00 a 10...............00 a 500.............000....000............................... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .12 3......................... 15% 21a a 40a repetição .............20 1..600.......... experiência do profissional.........00 Acima de 10..00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. derrocamento............65 250........... 0.............................07 8............ 10% a partir da 41a repetição ..........000...........2....000........00 VALOR DO BEM (R$) Até 50..............5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho..............00 0.90 50....100...000...........................00 a 200................000...00 De 100.....00 0....00 0........... tempo estimado na execução do serviço.600........000.35 850....... 2 15......15 2..50 área acima de 10001 m2 .......00 De 200. 0....................000.000..... 20% 11a a 20a repetição ............000......... 0.......................35 Edifícios comerciais área até 2000 m ......00 a 1....00 0.......00 0..000...600.000..............50 área entre 2001 e 10000 m2 ........

00 De 2.00 a R$ 85.00 De R$ 7.000.00 De R$ 25.000.00 De 4.00 a 2.500.00 De R$ 30.00 De 1.500.500.500.00 De R$ 90.00 2.00 6.00.001.00 a R$ 30.00 De R$ 15.00 De 1.000.00 a 5.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.00 4.00 a 2.00 a R$ 35.00 a 6.500.00 De R$ 85.000.001.300.00 De R$ 35.00 De 9.001.000.001.00 a R$ 90.500.001.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.000.00 6.00 Acima de R$ 180. mais R$ 200.300.000. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.200.000.00 De R$ 120.00 6.00 9.000.000.00 De 7.00 a R$ 180.000.00 1.500.00 a R$ 15.000.000.00 por cada R$ 20.00 De 5.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.000.00 a 8.000.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .00 De 10.001.501.00 De 3.00 Acima de R$ 180.500.00 HONORÁRIOS (R$) 1.000.000. prevalecerá este último.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.000.000.000.00 a R$ 120.500.00 De 8.00 a 3.000.001.200.00 De 12.00 a 7.000.00 a 10.00 a R$ 55.00 2.00 3.00 De 6.000.00 a R$ 50.00 a 1.501.000.00 a R$ 180. mais R$ 200.00.000.000.000.000.00 De 2.001.000.00 De R$ 50.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.000.00 por cada R$ 20.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Acima de 15.00 1.000.00 a 15.00 De R$ 55.000.000.000.00 a 12.00 a 9.00 3.001.500.501.500.00 a 4.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 9.000.001.000.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

camas.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. alvenarias. simplificadamente. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 400.00 200.00 350.500.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 300. lay-out e ambientação.00 Sala de jantar unid 300.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5. unid unid unid unid unid unid 300. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.00 250. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. rebaixamento.00 Quarto de casal unid 300. paginação. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 Lavabo completo unid 400. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação.00 Cozinha completa unid 600. Palestra e Conferência Aula: 1. iluminação.00 100.78 x 75 + 280.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 200.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. pontos elétricos e hidráulicos.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Quarto de solteiro unid 300.00 700. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300.00 Área de lazer completa (churrasco.00 300.00012)0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 200. mesas e etc 15.00 400. piscina e sauna) unid 1. colunas.00 200. revestimentos.00 300.00 Banheiro completo unid 450. esquadrias.

Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas até 50 ha 18.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.5 27.5 .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .Diagnóstico Técnico.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas acima 50 ha 18.5 + 0.5 + 0.5 .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7. Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.Áreas acima 50 ha 11.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas até 50 ha .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .5 + 0. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0. Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Áreas até 50 ha 11.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.

Áreas com até 200 ha 150 . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas com até 10 ha .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Plano de Corte Florestal .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 10 ha 30 . viaduto.Áreas com até 10 ha 20 .

...000...500.000.00 0..00 0.001.00 1..10 600..000..... R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600..00 1....000..550.....001.......000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58......00 1.500.....00 1...66 2..00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto.00 1...38 400..88 1......000...00 15% 10% 30% 15. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares..39 R$ 1....200.00 2.500....99 800.100...00 a 200....000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .000...00 a 120..000...500.......00 a 800... Desenho Definitivo .43 7...001. Projeto Executivo ...00 a 15..00 R$ 1..00 0...00 R$ 850.000..200......00 R$ 1.....00 0.200.....001.000..........000.000..00 a 3...001..000.00 R$ 1.40 10..001..00 a 10...200..TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1.....000...000..000....00 2......00 a 7...000......001.200.....001..000.000.. Projeto Básico ....001.00 a 400.00 0.......00 1.000.31 120.000..00 1...500....7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada....00 0.............00 a 1..93 200.00 R$ 900..000.77 1.00 0.....47 5..00 0.. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .00 1.000...000..........000.....00 1...00 a 2..000..00 800....001.000....000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1.00 0..00 800...00 a 5.55 3...800.00 a 1.001......... 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....001..00 a 600..

Agronomia. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. Química e Veterinária. até 8 horas/dia. A Lei nº 4.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. cujo art. no seu artigo 82. a Lei nº 5194. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . Arquitetura.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. sob a dependência e mediante salário”. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País.950 A. inciso V. Em 24 de dezembro de 1966. A Lei nº 4. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. 7º. de 22 de abril de 1966.

= ( 6 x 1. = R$ 1.25 ) x salário mínimo S.00 S. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.200.50 x R$ 200.M.P. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.M. = 10. = ( 6 x 1. = R$ 2. = R$ 1. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.5 x R$ 200. = 6 x salário mínimo S. acrescentar 50% às horas extras.00 x salário mínimo S. = 9. = ( 6 x 1.P.: Após 44 horas semanais.M.M.M.P. = 6 x R$ 200.0 x R$ 200.M.P. = 9.M. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P.5 x salário mínimo S.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .M.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal. as horas excedentes serão consideradas horas extras. = R$ 1.P.50 + 1.P.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.00 S. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S. = 7.M.M. de 5 de outubro de 1988.500.800.P.100.00 S.P.P.P. = 10. = 7.M.50 ) x salário mínimo S.M.M. Empresas e Profissionais S.P.P.00 S.P.P.M.M.P. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.00 pôr mês OBS.50 x salário mínimo S.M. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.00.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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DE UM LADO. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. preços e condições de pagamento. não assumir compromissos extra-contratuais. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. • não admitir postergações na medição de serviços executados. não admitir interferência nos métodos executivos. CPF. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. DO OUTRO. identidade. Medições • manter registro permanente. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. (nome. na época oportuna. prazos. com firmeza. prazos e exigências do contrato. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. além do especificado. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. COMO CONTRATADO(A). 18. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. Empresas e Profissionais . não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. atos constitutivos. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. cargo ou função. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. não improvisar métodos. as reivindicações de métodos. • cumprir rigidamente as normas. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. encaminhar sempre objetivamente. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. nomeação. e endereço). conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. COMO CONTRATNTE. se for o caso. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. referência à legislação. CNPJ. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. representado(a) por (nome. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. atualizado pelo menos semanalmente. equipes ou equipamentos inadequados.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. procurando cumpri-los e até antecipá-los. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções.

no caso de sua extinção. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. referidos na Cláusula anterior. em sua substituição. efetivamente executadas e aferidas. regulamentos. identidade. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. e referência de outorga de poderes.. legislação estadual e/ou municipal complementares. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . acréscimo ou decréscimo... e que passam a fazer parte integrante do Contrato.. ajustado o presente Contrato.. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). bem como pelas normas.. obedecendo no que couber. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. modificação.) dia. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). CPF. endereço). doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. cargo ou função. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. de outro lado.eleição.666 de 21... representada(o) por (nome. Empresas e Profissionais . portador da carteira profissional nº . e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional).. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos.666. entre si. a empresa ou profissional (nome. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. ou. se for o caso)... de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data.. poderá ocorrer. ou das especificações e disposições contratuais.06. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº .. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. constituição jurídica.1993. tem. variação. CNPJ.. expedida pelo CREA. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. independentemente de transcrição.. serão pagos no (.. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato..

. correndo a despesa. sob a modalidade de (. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8. que integra o presente instrumento.Conselho Regional de Engenharia. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. Empresas e Profissionais ... conforme norma do CREA .. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. efetivada em data de (. se houver.) dias consecutivos (ou corridos). Agronomia e Arquitetura.. durante a sua execução...). a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. notas de empenho e demais indicações pertinentes). Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. e a data do seu efetivo pagamento.. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. expressa em forma decimal pelo índice (. dele decorrente. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.. serão concedidos descontos de 1% ao mês.)..) (.) no valor de (. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART . a CONTRATADA prestou caução.666/93. permanentemente.. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança..666/93... por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos.... acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês. pelo número de dias de atraso. observados..Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (.. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. pelo número de dias de antecipação. um total correspondente a (. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo... rubricas. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento.Ordem de Serviço. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS .. exclusive.).666/93.Anotação de Responsabilidade Técnica.. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. aplicada uma só vez em cada ocorrência. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.

. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. Vitoria. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS .. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo.666/93.sive.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .. juntamente com as testemunhas abaixo. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8. por mais privilegiado que seja.. por estarem justas e acertadas. com renúncia a qualquer outro. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.) vias..Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO.. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação. o Foro da cidade de (.666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. de comum acordo. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. exclusive. E. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos.

DE 24 DEZ 1966. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .º 5. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.American Association of Cost Engineers.º 23. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.194. desde 2000. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.DE 11 DEZ 1933. LEI N.Multiservice Engenharia Ltda .ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.Engesul – Construções e Projetos Ltda . encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. DE 29 JUN 1973.SEAT SA . palestras. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .º 218. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos.569.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975.Construtora Affonseca SA . • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”.

em Gestão em Construção Civil e MBE . Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.ibeccustos. e-mail: andrea@crea-rj.crea-rj.br www.org.com.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .br .org.br). associados ou não.org.br www.ibec.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.

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