Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

. 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR . Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais..............org......................................... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia.....2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ..................6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ...................... 203 13........................................ 20. do mesmo autor......... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates............... 235 15. por isso é fácil entender porque........................... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19........crea-rj................................................................... já este ano....1 ANÁLISE DO CONTRATO .. A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos......... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia................................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS .1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ......4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ........4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS .......................2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ......................... em especial.............................. 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ..............7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .. QUALQUER ESPECIALIDADE . 252 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................... 236 15... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001.... Neste fim de século.... sempre contando com o apoio do IBEC.............................5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ....... 269 18.................................................................... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ....................... publicado em fevereiro de 1999...........................................................br ................. 255 15......... 269 18...6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS .................................... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos....... principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões............................................. através de palestras............ 259 15.... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14.. 249 15. CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL................ 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE . 17....... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática................ Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos....3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL . cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho... 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16. 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18... sobretudo nos últimos quatro anos.. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega......................... Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.............3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ..... 197 13..... O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ........ projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis............13............... 235 15........ 15................ e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos............... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ............................................. 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M................ 205 13......

entretanto. A segunda parte é dedicada aos autônomos. Pedro Paulo e Julia. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. escrever. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. arquitetos. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. inclusive trabalhos autônomos. ainda. A dedicação à vida profissional. E os anos passam. por certo. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. as semanas do mês e os meses do ano. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. pesquisar. Profissionais e Empresas”. do capítulo 12 em diante. Lembramos. Assim. a metodologia aqui exposta irá. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. 1. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. os dias da semana.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. Rio de Janeiro. entretanto. Este documento é. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. do capítulo 1 ao 10.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. 1 INTRODUÇÃO 1.

interessante. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. Assim. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. ou seja. Além disto. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. Aconselhamos que. residências unifamiliares). ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. bem como. quando prestado para órgãos não governamentais. e principalmente. computadores e impressoras).Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. em grandes empreendimentos. pequenas construções (por exemplo. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). preço global. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. também. supervisão. Entendemos. por convicção. laboratoriais. equipamentos (topográficos. por exemplo. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. do faturamento bruto. principalmente. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. principalmente. fiscalização ou acompanhamento de obras. isto é. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. percentuais do valor final do empreendimento. serviços por administração. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. preços unitários ou por empreitada integral. hora técnica individual ou coletiva. porém. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. não se encontra desatualizado como alguns autores que. a despeito de que com este critério ora descrito. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. gerando preços de venda normalmente exagerados. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. gerenciamento de empreendimentos. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. ou seja. 1. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. Caso se adote qualquer destes critérios. bem como. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. com um pouco mais de dificuldade. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. os usuários. para o caso de orçamento de obras civis. a serem aplicados sobre índices de custo. ser oportuno. materiais. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. assim. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. consultorias ou assistência técnica. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI .

Assim. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. pode-se determiná-lo por mês. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. algumas vezes. entretanto. Obviamente. microcomputadores. para estes casos. Estes serviços. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. É utilizado. como preços unitários. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. Neste caso. que não tem valor para pagamento. Isto é. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. entretanto. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. também. a ser definida pelo executor. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). podendo ser de um ou mais profissionais. caso contrário. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. e sim. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. poderá ser apresentada justa e adequada. • 1. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. garantem que a proposta de preço. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. Os itens constantes da planilha de quantidades. ou. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. aparelhos de topografia. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. ainda. que são denominados de despesas reembolsáveis. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. e ainda. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. porém. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. portanto. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. É comum. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. softwares. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. estes estando de bom nível. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e.3.

aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. proporcional à redução de custo obtida. além dos encargos sociais. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. ou seja. pois. quilometragem. então. bem como. 1.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. 1. tais como. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. previamente acordada. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5. os encargos financeiros e o lucro da empresa. apenas.3. apresentado no ANEXO 1. impressora e acessórios de informática. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. a administração central. pick-ups e caminhões microcomputador. Os produtos a serem elaborados. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. sistema misto e hora técnica. despesas gráficas e despesas diversas. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. motocicletas. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. preço unitário. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. recebe como prêmio uma parcela. na forma de medição dos serviços que será efetuada. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. sua cronologia de emissão. portanto. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. segundo o contrato. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. preço global. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. Empresas e Profissionais 1. comunicações. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. todas as despesas indiretas. 1. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. quando for o caso. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. e devem ser computados os custos.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). inclusive lucro previsto. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. principalmente. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. Caberá. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . emprego de microcomputador.

• Encargos complementares.5.vale transporte . inclusive respectivas contas periódicas. entre outras despesas. . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . viagens e estadia do pessoal.despesas de legalização do contrato. .). • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. em função da facilidade de se declará-los. alvarás e outra taxas municipais. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. .seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. ou conforme a exigência do cliente. teodolito. 1. inclusive ART .eventualmente. uniformes. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. e caberá. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . ar condicionado. comercial. Entretanto. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. televisão. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos.fianças bancárias ou cauções.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. temos: . . financeiro.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal.benefícios (seguro saúde. .aluguéis de imóveis ou veículos. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. gastos com comunicação: central telefônica. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e não existe nenhuma dificuldade por isto.encargos trabalhistas . móveis e utensílios (mesa. concreto ou asfalto. . em função do tipo de serviço. balizas e trenas laboratórios de solo. aluguel de copiadora.despesas legais. armários. estaduais ou federais. diárias da equipe técnica. materiais de escritório (lápis.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. vale refeição e etc) . borracha. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. principalmente.despesas com impostos. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. papel. • Administração central. representa o custo da sede da empresa. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. licitações. compra e etc da sede da empresa. cadeiras. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. nível. Pois. cafeteira e etc. na maioria das vezes.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. materiais de segurança e etc.

O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. assim. Consultorias ou assistência técnica Supervisão.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. cartucho de impressora. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. Hora técnica individual ou coletiva. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. garante a uniformidade das propostas. microcomputadores e acessórios. consiste na identificação clara dos seus objetivos. com sua cronologia. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. despesas gerais. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Portanto. Empresas e Profissionais . é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. 1.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. Encontramos multiplicadores para salários. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. combustível.

o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. É interessante. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . objetiva e com o maior detalhamento possível. Será obrigatório montar esta planilha. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. assim. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. evitando-se desgastes em futuras negociações. Como descrito anteriormente.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. através de formulários pré-estabelecidos. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito.HORAS TÉCNICAS 1. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição.

sem. no entanto. é o que efetivamente deveria ocorrer. portanto.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. posteriormente. Entretanto. entretanto de modo geral. são difíceis de serem adotadas na prática. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. entretanto. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. da fiscalização do contrato. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. Aliás. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. Assim. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. usando a nossa experiência no assunto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. portanto. bem como. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. Empresas e Profissionais .

NÍVEL B CONSULTOR .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. 2. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR .NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.da em qualquer situação. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. Portanto. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 . deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. principalmente. bem como. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função.NÍVEL A CONSULTOR . 2.

coordenação ou gerência. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais .3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. na avaliação profissional. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas.NÍVEL A CONSULTOR . GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. Ou ainda. informática. que na ausência de classificação oficial. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. conhecimento de línguas estrangeiras. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica.NÍVEL B CONSULTOR . uma vez que cada cliente poderá. Contudo. apresentação pessoal e etc. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. tais como. gerência ou diretoria. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. Cabe realçar que devem ser consideradas. coordenação. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. mestrado e doutorado. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. cursos de extensão. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. outras referências. pósgraduação.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . a seu juízo.

elétrico. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. Deve possuir. elétrico. mecânico e etc). ainda. com experiência entre 10 e 15 anos. Deve possuir. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com integral conhecimento do software CAD. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com pouco tempo de experiência nesta categoria. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. Possui. ainda. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. mecânico e etc). mecânico e etc). AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. elétrico. Deverá ser engenheiro com renome regional. porém. Deve possuir. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 15 anos de experiência. com experiência entre 5 e 10 anos. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 2 e 5 anos. experiência inerente à profissão.especializada em questão de natureza bem específica. ainda. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. experiência inerente à profissão. hidráulico e etc). ainda. elétrico. mecânico e etc). civil. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. com no mínimo 15 anos de experiência. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. experiência inerente à profissão. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com experiência entre 5 e 15 anos. com diploma de curso técnico. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. civil. com ou sem diploma de curso técnico. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. com ou sem diploma de curso técnico. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. ainda. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico. Deve possuir. mecânico e etc). com diploma de curso superior ou técnico. ainda. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. Deve possuir. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. com bons conhecimentos do software CAD. mecânico e etc). com ou sem diploma de curso técnico. elétrico. com diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). experiência inerente à profissão. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . experiência inerente à profissão. LABORATORISTA – profissional de nível médio. civil. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau.

2. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. PROFISSIONAL SENIOR . informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Os valores apresentados não são cumulativos.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau.1. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. a não ser nos dois últimos casos. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. AINDA. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. • Evidentemente. PROFISSIONAL SENIOR . OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. sendo que com experiência acima de 8 anos.2. sendo que com experiência acima de 5 anos.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. sendo que com experiência acima de 12 anos. 2. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . por exemplo. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional.

1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. VALE TRANSPORTE. preferencialmente. principalmente. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. Se a mesma não se encontra executando contratos na região.3 SALÁRIOS.1. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. ou através de pesquisa de mercado. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes.T. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. ENCARGOS SOCIAIS. 3. 3. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. ou outra forma de aferição desses valores. – Consolidação das Leis do Trabalho.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. BENEFÍCIOS. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. Devem ser considerados. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. e ainda.L. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. no entanto.

etc.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. seguro saúde. portanto. Entretanto. Para este caso considera-se. bem como. isto é. Entretanto devemos considerar. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. rotatividade média da mão de obra. um total entre 170 horas de trabalho por mês. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. Deverão. ou seja. que são pagos aos empregados complementarmente.5 horas por semana (ou 8. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. se possível por região. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. 3. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. por hora ou por mês. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. etc. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. bem como. ainda. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. no máximo. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. além do vale transporte que é previsto em lei. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. ainda. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. Deve-se considerar. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado.1. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. tais como. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. atualizada. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . já que. devendo ser calculado como um percentual deste. auxílio-alimentação. isto é. ainda. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais.5 horas por dia. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado.

5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. noturna. SESI ou SESC. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. Assim temos. bem como. conforme determina a lei.295 horas efetivas de trabalho por ano. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. Entretanto. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. portanto temos a considerar apenas 48. perfazendo um total de 8. um total de 365 . isto é. segundo a rubrica 507 do IAPAS. aviso prévio remunerado ou não. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia.5 horas de trabalho por dia (42. portanto.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . sendo 8. e principalmente. SEBRAE. 2.5 hs por dia = 42. domingo. Para se definir o valor de 8. SENAI ou SENAC. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. • no sábado não há expediente.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas semanais. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42.no Sábado 5 dias x 8. combinações entre estas e etc. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com uma hora de intervalo para almoço. Entre esses itens estão.de 2ª feira a 6ª feira . feriado. então.5 horas diárias. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários.5 horas por dia. e assim.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. seguro contra risco de acidentes no trabalho. descontados os do período de férias. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado.5 horas 0 horas TOTAL 42. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. porque: . tanto para horistas quanto para mensalistas. portanto. INCRA. e. • Assim completamos a jornada semanal com 42. entretanto. FGTS. férias: por lei são 30 dias. totalizando. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. sábado. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. devem motivar pesquisa própria. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. 3.1. por exemplo. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. englobando entre outros.5 horas. os seguintes encargos: INSS. para a construção civil. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário.

não foram considerados no presente estudo. por ocasião da promulgação do R. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. apurada pela Previdência.5% 1. classificando-o como Grau III .2% 0. Acidentes de Trabalho .6% 2.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. a. que acrescenta 0. em 03/07/89.T. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). Estes adicionais. 497 e 502 da C.787/89 de 30/06/89.8%.U. por serem próprios de cada empresa.787 de 30/06/89. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. INSS .5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.0% a.4) FGTS – Artigos 439.20% a.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. 4. instituiu o percentual de 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . FGTS – 8.06) = 0. 449. não são onerados pelas leis do GRUPO A. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. enquanto. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. em relação à empresa. sofrendo adicional..0%. englobando ainda.080 de 24/01/79. podendo variar de 0.5% a. mas.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.75% do INSS sobre 13º salário. (Regulamento da Previdência Social). 2.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade.0% do salário família. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.S.L.0% 0.P.P. 0. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. individualmente considerada.30 x 0. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3. 477 a 486. Decreto n° 59.S.O.3% do salário maternidade. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.3.1) Lei n° 7. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% a. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família.0% sobre os empregados. neste caso.466 de 14/05/67.4% do Funrural e 0.9 a 1.Riscos Graves.2) Decreto n° 60. publicada no D.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.

e que essa atividade é sistemática.03 = 0. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado.P. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. 307. assim. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. o que se observa no setor da construção é que. com redução das duas horas diárias estipuladas. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. 70. 71.T.L.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61.Seção II.20 x 0. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. de acordo com a Constituição.785 de 28/11/67. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado.T.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. na prática. acima referido. são considerados 30 dias corridos de férias por ano. Caso fosse considerado como encargo social. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano. sobre férias e 13° salário. capítulo III .1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. será incluído nos custos indiretos. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . regulamentada pelo Decreto n° 57. 383 e 384 da C. e ainda. 67. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. 382. abordou a matéria. 72.090/62 de 13/ 07/62.L. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. Por fim.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal.S.155 de 03/11/65. Entretanto. portanto repercutindo. Sabemos ainda. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio.50 x 0. (Consolidação das Leis do Trabalho). entretanto.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. Feriados = 12 ÷ 270 = 4.

almoço . Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. FGTS sobre o 13° Salário = 0.0%. em função do valor do salário. a critério da empresa. • seguro de vida.82% a 11. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. óculos e etc) • alojamento • .1 = 1. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0.50 x 8. ou ainda.1.8% Podemos considerar. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. botas.80 = 6. lanche ou jantar). Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. • assistência médica.820 de 20/12/66. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.1. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. Corresponde ao pagamento de 7. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO. sobre o 13º do funcionário. Assim sendo. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.3. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. incluirse-á esta parcela neste grupo. considerando-se que 80% dos operários são indenizados. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). cintos. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0.1 = 0.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição.08 x 11. ainda. em caso de demissão do emprego. 3. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais.9 = 4.03 ÷ 0.50) x 0.º 59. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3).97 = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.09 x 11. os benefícios previstos em lei. • vale transporte.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .9% 3.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.

como informação genérica.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.00 cada pessoa).00 x 1.770.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.00 / R$ 1.00 .80 (dois ônibus por viagem).R$ 24. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.6% da folha salarial e encargos sociais.770.000.00 / R$ 1.2% R$ 64.desconto sobre o salário: R$ 400. definimos como sendo de 50%. teremos o valor de R$ 3. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. o preço da passagem igual a R$ 1. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.00 por funcionário mês.770. entretanto.2% da folha salarial e encargos sociais. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.77 = R$ 1.00) / R$ 1. vem: R$ 75. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. aqui considerado igual a 77%.00 x 20 dias x 0. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.valor mensal do vale transporte: R$ 3. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. ainda.00 = 4.00.00 O vale transporte não é um encargo social. entretanto. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.60 por dia.00 = 3.06 = R$ 24.60 x 20 dias úteis = R$ 72. os Encargos Complementares.1% da folha salarial e encargos sociais. então. Assim.00 por funcionário dia.770.00 .00 x 0. como por exemplo. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.00 (R$ 72. portanto o custo é de R$ 75.00 = 3. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.2% Em alguns contratos. Empresas e Profissionais .80 = R$ 64.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. • seguro de vida. corresponde em média a 0. assim. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4. se considerarmos. porém.000. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 . é necessário. conforme abaixo: . assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. • dois dependentes a R$ 50.

Observa-se que o profissional é regido pela CLT. assim. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. Lei nº 6. assim.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. raras vezes.430 % 7. quando do encerramento do contrato.00 De 600.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3.65 8.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429.01 a 715. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. auxílio refeição e seguro saúde.2 3. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. Entretanto. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .00 De 715.01 a 600. portanto.65 9.019 de 03/01/1974. Nesta modalidade de contratação. ainda. a taxa de administração e o lucro. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho.00 De 429. usufruindo de todas as sua vantagens. prorrogação por igual período. seguro odontológico e etc). 3. Nesta data. 2. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados. portanto.00 11. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. que é regida pela CLT.0 13.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. até 2. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. além dos citados anteriormente. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. incluindo. todos os encargos de lei para estes serviços. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.01 a 1. admitindo-se. 3. ainda.0 0.6 1.1 2. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .5 2.5% • diversos (ticket combustível.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

5 20.8 1.4 2. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.08 * H 37.0 1.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO . seu valor em cada caso .8 1.Ressalta-se que ao valor adotado acima .2 0. 4.2 125.5 3.0 0.2 20. FGTS Salário Maternidade Repou. 2. isto é .6 6.5 ( E + 0.0 0.1 5. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .015 * 0.0 0.6 1.5 0.C ) .F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.5 0.D .O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.0 0.4 6.0 8.4 6. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .Trab.08 * H 0.0 12.0 9.9 0.6 1.8 Repou.3 73.Remun. bem como .2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.Resc.0 2.Considerou-se em média 8.0 2. 5.3 22.015 * 0.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.6 2.2 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .Trab.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.5 horas de trabalho por dia.Contra Acid.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.5 1. nas grandes cidades.0 12.6 2.5 3.5 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima .0 1.1 22. 3.5 1. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep. nas grandes cidades.2 0.5 3.5 17.Seman. 3.0 8.5 1.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.7 11.6 2.5 1.1 5. isto é .3 59.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.9 0.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 0.1 0.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B . 23 dias .5 0.( B . deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte. 4.0 8. 23 dias .0 0.8 4.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.8 14.0 11.Resc.8 0.5 1.0 9.0 11.6 2.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.Seman.8 14.2 0.Contra Acid.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .1 4.0 8.5 17.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 3.4 2.50 * 8.1 4.0 1.9 0.0 1.1 0.50 * 8.09 x H 0.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.8 4.6 6.1 4.0 11. seu valor em cada caso .C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.97) H 1 / 11 * 100 0.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.9 0.Remuner. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .9 37.8 0.09 x H 0.7 0.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.3 30. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.E . Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.5 1.0 85.9 103.1 4. 2. bem como . 5.

327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. assim.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. Entretanto. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. isto é. Em realidade.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. por mês. a qual se deve dar total atenção. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. deve considerar a época de realização do serviço. caberá ao engenheiro orçamentista.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. fundamentalmente. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. também.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. Depende. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. definir o número médio de dias úteis por mês. De um modo geral.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. também. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 .

sendo da ordem de 160 a 166 horas. Paulo Roberto Vilela Dias 53 .5 horas para semana de cinco dias úteis. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. bem como.5 horas diárias de trabalho. com intervalo de 1 hora para almoço. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. sabendo-se que em média temos 4. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. o que segundo estatísticas conhecidas. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. O que ainda não é de todo verdade.14. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. da região de desenvolvimento dos serviços. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de acordo com o sindicato da categoria = 8. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. está mais próximo da realidade. Considerando-se. 4. 44 horas. portanto. isto é. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. considerando-se 8. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. pois.rial descritivo ou do edital. entretanto.5 horas trabalhadas por semana. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. podemos considerar um total de 42. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.5 horas.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. o período de execução do contrato é muito importante. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. assim. Logo.

Assim.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. ou ainda. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo.3 x 8.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. ou seja. feriados. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. entretanto. podemos considerar o seguinte: • preço global.5 horas por dia. temos: 20. por folha específica de apropriação de hora técnica.2. normalmente.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. para bem aplicar às propostas de preços. faltas abonadas. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. de 2ª a 6ª feira. e comumente ocorre. 4. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. não se consideram férias.5 = 164 horas de trabalho por mês 4.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. temos que: 19. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. formas de cálculo e de medição. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês.1 Medição Em contratos destes tipos. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 4. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. cabe ao engenheiro de custos. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. Assim. Entretanto. isto é. ou até um pouco inferior. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19.2.

assim. assim. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. salienta-se que para o cálculo da hora extra. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. Hora extra noturna aos sábados. ocorre o que se denomina como hora extra. Entretanto. podemos definir que as horas extras podem ser divididas.00. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3.00.00 horas por mês = 220. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas.28 semanas por mês = 188. realizada em numa 2ª feira. igual a 70%. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.27 x 1. após às 22:00 e até às 06:00 horas. após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra nos feriados.hora. Hora extra aos domingos. Hora extra noturna aos domingos. Entretanto.Calcular a hora extra. de uma maneira geral. Hora extra aos sábados. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. Hora extra noturna. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços.00 ÷ 220 = R$ 2. após às 22:00 e até às 06:00 horas.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. entre 18:00 e 21:00 horas. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. das 6:00 até às 22:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra noturna nos feriados. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. das 6:00 até às 22:00 horas.

noturno.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.2 . isto é. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1.00 ÷ 220 = R$ 5. Anteriormente.25 Hora noturna = R$ 3. que são: profissionais autônomos. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO.72 Hora noturna = R$ 2. Assim.72 x 1. Empresas e Profissionais . MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. entretanto. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5. isto é.00. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. 5. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. • 3. poderá ser configurado o vínculo empregatício. SERVIÇOS DE TERCEIROS.200.Calcular a hora extra noturna. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 ÷ 220 = R$ 2. cujo salário mês é de R$ 600. Salário hora = R$ 600. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. • serviços terceirizados. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. através da contratação de pessoas jurídicas.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.46 x 2 x 1.00. no Capítulo 3.00. caso contrário. Solução: Trata-se de salário hora normal. entretanto. • cooperativas de trabalhadores. porém.200.200. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1.

que é bastante oneroso.00 R$ 158.40 286. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.058. caso o profissional não seja inscrito no INSS.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200.430. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.00 171. Ao profissional caberá.144. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos. Nesta data. Entretanto.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. Arcará.01 20 9 36 1.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. o pagamento do INSS. ainda. É legal deduzir. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.20 228. porém.058. Entretanto.00 20 6 12 858. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. ainda. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.Imposto Sobre Serviço. PIS. nesta data (maio/ 2002).00 Alíquota isento 15% 27. a tabela do imposto de renda na fonte.000. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 .60 200.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. 5. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.00 De R$ 1. podendo haver restituição ou imposto a pagar. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.00 por dependente. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. porém.99 20 8 36 1.80 257. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.01 a R$ 2. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. que emitirá nota fiscal ou fatura. pensão alimentícia judicial e R$ 1.058. IR .70 Acima de R$ 2.00 20 0 1.287.115.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. ainda.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos.115. desde que acordado entre as partes. COFINS. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. quando inscrito. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo.00 R$ 423. Os impostos sobre o faturamento (ISS.00 20 7 24 1. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS .

...............5% vale transporte.. 36... seguro pessoal. O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente. Com a adição do imposto sobre o faturamento... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição... e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços. 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) ..... O vínculo do contratante é com a cooperativa.. demais custos diretos e indiretos............ COFINS e PIS)...... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços.... ticket refeição.... Nestes casos.. que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato...... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos. Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) ........ 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... ou seja.. outros benefícios... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 .........239...... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS. e ainda......... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22. Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada. o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%.......de 05/10/1988 que no Título VII .. da taxa de administração da cooperativa... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos. aplicáveis sobre a taxa de administração...... conforme acordo com cada cooperativa... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) .. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... tais como.. 1 e artigo 174 – parágrafo 2. As taxas de administração das cooperativas estão......... nesta data. seguro pecuniário.. que é uma pessoa jurídica convencional.... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa.. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas....... bem como....... entretanto. seguro saúde e etc..... 6% TOTAL (Média) . sempre através da própria cooperativa.......... entre 8% e 12%... cap... seguro saúde...... conforme tabela anexa.. contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e .. a empresa contratante poderá oferecer........

• preço de fornecimento. • condições de pagamento. • prazo de entrega e disponibilidade. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. após a elaboração da planilha de quantidades. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . os seguintes dados: descrição detalhada do item.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. principalmente. Da pesquisa de mercado. frete. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. 6. incluindo todos os impostos. deve constar. por fornecedor. com no mínimo três fornecedores distintos. embalagem e etc. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. uma vez que apresentam valores de compra elevados.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos.

deverá efetuar cotação no mercado para locação. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. TELEVISÃO. SOFTWARES. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. ou seja. CADEIRAS. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. incluir substituição de cartuchos. muitas vezes. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. Assim. são reutilizados em vários serviços distintos. isto é. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. papel próprio para impressão e etc. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. No caso da empresa não possuir o bem. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. PLOTERES. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. por exemplo. ANTENA. IMPRESSORAS. no caso de impressoras. Aconselha-se que quando for o caso. devem ser computados os valores necessários. VÍDEOCASSETE. outros fatores. entretanto. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. tais como: MICROCOMPUTADORES. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. combustível e etc).Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. FILTRO. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. TV. em cada situação. como. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . ARMÁRIOS E ETC).

12 ÷ 12 J = R$ 150. no valor de R$ 2. assim temos: ET (hora) = R$ 900.000. Para veículos.000. temos: D = 15.000.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. podemos.00 2.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. temos: D = 2. temos: J = 15.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual. conforme informado anteriormente.000.00 x 0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5.00.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 ÷ 24 D = R$ 83. com substituição de peças e componentes).Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.5 x 15.00 ET (mês) = R$ 500.00 ET (mês) = R$ 900. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00 ÷ 30 D = R$ 500. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.000. por exemplo. no valor de R$ 15.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 + R$ 250. ET = D + J + M M = 0. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.00) ÷ 30 M = R$ 250.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . EXEMPLO PRÁTICO: 1.00.00 + R$ 150. por exemplo. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses.

00 IL (mês) = R$ 100. temos: J = 2.00 M = 0.00 + R$ 50.800.00 D = R$ 100.00 ÷ 18 J = R$ 20.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. 18 meses. podemos.99 3.000.85 M = R$ 50. assim temos: MC (hora) = R$ 145.00 x 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 + R$ 41. podemos.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.000.00 MC (mês) = R$ 83. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00) ÷ 24 M = R$ 41.00 IL (mês) = R$ 168.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. por exemplo.67 M = 0.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.33 + R$ 20. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses. temos: J = 1.12 ÷ 12 D = 1.5 x 2.00 + R$ 18.00 M = (0. assim temos: IL (hora) = R$ 168.00. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.12 ÷ 12 J = R$ 18.5 x 1.800. por exemplo. no valor de R$ 1. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.800.800.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00 x 0.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.

67 CAFÉ (mês) = R$ 26.00.00 x 0.800.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .5 x 800.67 + R$ 6.800.00 ÷ 36 D = R$ 133.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.17 5.00. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.800. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.67 SW (mês) = R$ 173. temos: J = 4. por exemplo.00) ÷ 60 M = R$ 6. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. temos: D = 4.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: D = 800. no valor de R$ 800. podemos.10 ÷ 12 J = R$ 40.00 ÷ 60 D = R$ 13.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW). no valor de R$ 4. temos: J = 800.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.10 ÷ 12 J = R$ 6.33 + R$ 6.00 x 0.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.00 CAFÉ (mês) = R$ 13. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.33 + R$ 40.4.

00 cada.750. podemos. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. podemos.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 cada. por exemplo. conforme dos itens relacionados abaixo. geladeira no valor de R$ 800.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. assim temos: MOB (hora) = R$ 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0.00 ÷ 60 D = R$ 62.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00.00.750. temos: J = 3.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.00 cada. armários fechados no valor de R$ 240. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. no valor total de R$ 3.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. cujo valor de aquisição é de R$ 450.12 ÷ 12 J = R$ 37.50 M 6. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. estufa para marmitas no valor de R$ 300. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.00.00.00 cada. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500. temos: D = 3.00.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00 cada. arquivo metálico no valor de R$ 150.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. por exemplo.00 x 0.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.59 7. assim temos: SW (hora) = R$ 173. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.750. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.50 + R$ 37. temos: D = 450.

50 M = 0.00 x 0.25 PREÇOS M = (0.50 + R$ 4. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12. temos: J = 450.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 . podemos.50 + R$ 6.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.12 ÷ 12 J = R$ 4.25 RADIO (mês) = R$ 23. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.14 Unitário Total M = R$ 6. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.D = R$ 12. por exemplo.5 x 450.

1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.2.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. 7. ou seja. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .1. motocicleta e carros de passeio. ônibus.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.2.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.

DEPRECIAÇÃO E JUROS . A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. que é utilizada nas composições de custo. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. enquanto que o custo improdutivo. isto é. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. compreendendo duas parcelas.1] .2. quando for o caso. ainda. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. e ainda.1. Neste caso. Empresas e Profissionais . MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso.1972. ou seja. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. sua utilização em operação normal. para estimativa de custo. 7. que representa o custo improdutivo. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. Existe.2. de motor ligado. ou seja. a seguir resumido. o tempo de espera para entrar em operação na equipe.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. nestes casos.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação.1. denominado custo produtivo. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 7. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido.R)i ÷ (1 + i )n . é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação .depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. operador de máquinas e auxiliares. Normalmente.Mão-de-obra.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER .

63 126. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. usina de asfalto. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.333 2.00 115.63 26.77 43.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros. rolo de pneus pressão variável. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .19 31.500 1. Multiplicando-se a expressão anterior por 100.750 horas anos r = [ [ (qn (q . pick up e veículo de passeio Compressor de ar. ou horas trabalhadas durante esse período.000 3 1. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .000 4 2.333 1.00 15.250 1.000 6 1.78 149.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2. Considerando-se o valor residual nulo.1] Fazendo-se (1 + i) = q.1)) ÷ (qn .90 137.1)].1)) 100 ] ÷ (qn .78 49. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. que corresponde ao custo de oportunidade do capital. constantes da tabela a seguir.000 1. moto-escavo transportador.250 1. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.000 5 6 6 6 7 2.24 20. carregadeira de esteira ou pneus. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.19 131. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus. motoniveladora.24 120.000 2.666 1. gerador. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.1)) ÷ (qn .500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dumptor. durante a vida útil dos equipamentos. Vo sendo que a expressão [(qn (q .Considera-se o valor residual nulo.000 1.1)] . multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.96 6 2.77 143. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.90 37.500 1.

01148 0.01499 Acabadora de asfalto 0.01319 0. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. Assim. rolo liso vibratório e rolo liso 0.02010 Vibrador de imersão 0.01319. trabalhando em condições médias.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. a percentagem de depreciação e juros. incluindo materiais. h = horas trabalhadas por ano.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. n = vida útil em anos. cantos. trator de pneus. uma pick-up.01874 Distribuidor de asfalto 0. esteiras. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. pintura.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0.02523 Bomba mecânica 0. escavadeira 0. usina de solo 0. parafusos. rolo de pneus pressão variável.up e veículo de passeio 0. • pneus.00. pick. caminhões basculantes.01802 Tratores de esteira. k = coeficiente de proporcionalidade. gerador. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento.01530 Tanque pré-aquecedor 0. lavagem .01249 Rolo pé-de-carneiro. peças e acessórios de reposição. para fins de previsão. câmaras de ar. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com seus respectivos encargos sociais. DJ = 35. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.02103 Betoneira 0.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. regulagem. usina de asfalto. por exemplo.01027 Conjunto de britagem 0. moto-escavo transportador.00 x (0. carregadeira de esteira e pneus. diretamente.. etc. gastos de oficina e mão-de-obra . sem material rodante.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. correias. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 .000.01148 Serra circular 0.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta.01577 Compressor de ar. conforme tabela anteriormente apresentada. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. conforme tabela anterior. ou seja. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. dumper.000.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. lâminas. motoniveladora. • reapertos. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. limpeza.

.... • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora.. 0....80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k..90 1. 0..80 0.80 = R$ 2. • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ............90 0.........50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico. com 92 HP de potência....... 0...80 M = R$ 2..90 0. caminhão tanque..000.... bomba centrífuga. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina. no caso de motores a diesel.. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos.50 0.. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante.. escavadeira.80 0. trator de pneus..00 0.. admitindo-se..150 óleos lubrificantes ....002 filtro ..TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.000.... tem-se: Vo = R$ 35. inclusive. vibrador de imersão.00 0... moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora. pá carregadeira...00 ÷ (5 x 2... fornecidos por ábacos e tabelas. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes.00 n = 5 anos h = 2.. betoneira. são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual.. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem.... que esta proporção se mantenha constante..50 0. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira.....000)] x 0.. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1... 0.002 graxa . grade de discos.000 horas k = 0...... temos: M = [35...001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... Empresas e Profissionais ... ou aplicando-se os valores conhecidos...80 Por outro lado.

.... 0. antes estabelecidas.300 óleo lubrificante .......245 O que justifica o seguinte critério.............. tem-se: álcool ...002 x 6 filtros ............. tem-se: gasolina ...150 0...300 0.... 0.225 óleo lubrificante ................. 0............ 0.... 0.......... 0. 0........002 x 7 graxa ........010 0...............18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel.....225 0..014 0.... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0....18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ...012 0...326 O que justifica o critério seguinte....006 0... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0.......... 0....... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0...001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa..150 óleos lubrificantes .....300 litros por HP óleo lubrificante ...... que deve ser adotado..001 x 12 Total 0.............326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... que deve ser adotado.......180 O que justifica o seguinte critério.. 0...........002 x 3 graxa ..... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0........326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.. para a determinação do custo horário de materiais de operação....................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ..............001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.. para a determinação do custo horário de materiais de operação...001 x 10 Total 0..... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0....225 litros por HP óleo lubrificante .......................... para a determinação do custo horário de materiais de operação. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.001 x 12 Total 0...002 litros por HP graxa ........012 0...002 x 5 graxa ........... 0......... 0. 0....002 litros por HP graxa . 0.... 0..........245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina. que deve ser adotado.. 0.................010 0....245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool .... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa...........012 0.....Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.......... tem-se: óleo diesel ....... 0...

62 + 4.97 7. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 .80 + 13. inclinação de rampas.62 + 2. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. assim temos: MO = R$ 4. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. considerando-se as leis sociais (85%). etc.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. conforme descrito a seguir: 7. anteriormente citada.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. porém. entretanto. à óleo diesel.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. condições da superfície de rolamento.35 pôr hora. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW). etc.35 = R$ 8.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up.18 x 92 x 0. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. temos: MAT = 0.d) Para motores elétricos Assim sendo. as leis sociais. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.80 MAT = R$ 13.). servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Este processo é bastante sofisticado.3. kombi. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões. com potência de 92 HP. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência.35 CI = 4. a quantidade de curvas fechadas. entre eles. o apresentado no Manual de Operações do DNER.35 = R$ 25. também. anteriormente citada. No âmbito desta publicação. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. tais como. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. principalmente nos custos indiretos.25 + 4. inclusive automóveis de passeio. incluindo-se. referente a pessoal.80.

podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. marca. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. este custo está incluído em item próprio. pode-se adotar o valor de 100. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. Preferencialmente.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.Vp) ÷ 100. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.1.6Va .Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.Vp) ÷ Vu. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.3. ou seja. 7. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 km ou 5 (cinco) anos. Para sua melhor compreensão. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 .Vr . a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.

LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4.000 23.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.0 / 60. Empresas e Profissionais .TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.5 / 10. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 3 / 5.0 / 60. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma. função do preço do óleo. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 16.5 / 30.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.8 / 10.000 34.000 21.5 2. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.000 12.000 7 / 7. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.0 / 10. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.000 8.2 / 60.

0000055 0. câmaras de ar. adotando-se desta forma. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.000 6 / 80.000 4 / 45. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 1. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. parafusos. • pneus. regulagem.0000036 0. acessórios de reposição. cantos.000 10 / 70. com respectivos encargos sociais. peças.000 4 / 40.000 K 0. pintura. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.0000048 0.000 6 / 85. limpeza. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. o custo em função do valor de aquisição. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. incluindo materiais.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. gastos de oficina e mão de obra.5 1. etc.0000033 0.0000025 0.5 reapertos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .

98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. inclusive automóveis de passeio.Vp) ÷ (Vu). 7. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . porém.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . ou seja.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 50. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.60 x Va . marca. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.4.000 40. da mesma forma que para o custo por km. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. pode-se adotar o valor de 100.1. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal.Vr .TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.

atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12.

anteriormente citadas. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. em dois grupos distintos. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7.Vp) ÷ (Vu).5. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). por km ou por mês. MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Vr .MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais.

28 4.40 3.37 11.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.000.000.35 OPERAÇÃO Material 24.800.26 3.77 y = 0.97 1.50 7.11 4.35 40.86 0.35 23.35 4.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.126.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.41 DATA : M.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12. 4.35 4.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.220 + R$ 1. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.26 13.13 41.74 2.500.62 2.52 16.88 1.61 7.35 4.57 1.35 4.45 CUSTO HORÁRIO 45.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.800.88 20.00 35. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.23 32.50 16. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .000 2.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.000.00 22.77 x .25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.35 7.90 4.09 6.200.85 8.06 2.97 6.97 17.29 25.32 25.67 4.220x + R$ 1.00 2.000 5 92 54.02 43.60 0.80 0.126.00 23.32 105 .000 5 5 5 5 5 5 92.000.000 126.62 12.96 7.35 4. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.99 20. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.000 2.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.O.00 19.00 2.64 49.46 4. Desta forma. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.000 2.000 111.80 2.00 2.37 50.25 35.00 3.000 2.200.

OBRIG.67 100.60 * VA .013 0.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .000.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.287.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.00 27.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.00 20.000 50.000 J = ( VA .ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.180 0.093 0.00 40.003 0.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.308 D = ( 0.009 0.00 1.VP ) / 100.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .91 9.00 226.56 2.00 490. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.0000048 500.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.80 5.90 0.49 0.00 85% 50.212.00 40.000 0.00 40.200.075 0.00 60. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .00 12 740.00 60.50 0.000.00 12 1 5 10 3 0 5. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.000 0.60 * VA .00 450.00 157.00 450.052 0.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.033 0.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 1.00 61.000 1 5 11 3 0 5.000 0 45.00 1.00 0.021 0.007 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.00 1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.00 740.000 0 45.200.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.50 0.80 5.OBRIG.08 925.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.

97 + R$7.00 60.000 1 5 7 3 0 3.00 642.13 + R$41.35 R$2.80 MAT = MO = R$41.796.00 450.32 R$4.79 0.34 R$2.00 MAT = R$1.35 R$1.00 21.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.00 40.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.00 0.5 MAN = MAT = R$1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .00 92.200.00 / ( 2000 x 5)) x 0.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.83 2.50 0.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .500.01319 R$22.43 28.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.5 MAN = ( R$22.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.0000048 500 85% 40.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.200.80 D = ( 0.500.80 5.VP ) / 48 J = ( ( VA .) / Vida Útil ) x KMM 0.50 249.00 1.00 1.90 + R$4.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.33 100.500 0 35.245 x 95 x 1.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.00 40.00 DJ = MAN = R$2.13 298.97 + R$50.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.86 11.500.01319 x 0. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.871.00 12 1.OBRIG.75 x VA .80 925.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.13 0.108.

benefícios e vale transporte).200. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).U.00 40.00 619.U. seguros e custo financeiro.50 100.00 5 3. embalagem.00 1. e portanto.000.073 mão de obra (salários.00 619.67 40.000.80 152.80 61. frete e impostos).LUBR.007 0. O. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. embalagem.000. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.00 1.00 50.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR. impostos.00 350. encargos sociais. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152. materiais (aquisição. CAP.U.130 0. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.126. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos. frete e impostos).30 4.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.00 0.50 0.0000048 10. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .50 5.007 0.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.000 0.000 15.00 0.00 60.280. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 12% 740. O. emolumentos e taxas.U. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.00 45.PNEU.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva. O. Entretanto. equipamentos (aquisição.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.00 0. sua importância para o Engenheiro de Custos. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.003 0.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.00 1.

• d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. apenas. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. Imposto sobre Serviços – ISS. especializados ou não. engenheiros. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . 4. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. mestre de obra. (água. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. por ser de maior relevância. sondas. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI.00 10. 6 e 7 deste livro. 5.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. microcomputadores e periféricos. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. (correio) e) Consideraremos. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. esgoto. no valor dos mesmos. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 .00 4. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cadistas. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. Entretanto. laboratoristas. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais.65 10. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. Entre outros. material de escritório e etc). (registro de documentos. equipamentos de topografia e laboratório. principalmente. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido .35 12.Os insumos de produção considerados. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF.00 100. COFINS. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. PIS.CSLL e outros. pessoal técnico e administrativo e etc).ICMS. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter.

de acordo com o que fizemos. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. encontramos 47.impostos.34% do preço de venda do serviço. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. É importante salientar.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. não representa nenhum erro para o orçamento final. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.65 0.23%. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. portanto varia de estado para estado. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. que é de âmbito estadual. conforme planilha anexa. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços.69% 12.8% de impostos. consideraremos em média. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. pois.8 26 26 100 0 Impostos 30. sobre a mão de obra. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10.04% 2. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dentro dos encargos sociais.65% 0. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .2 (Lucro Presumido) 1.38 1.35 12. Portanto.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.65 10 Percentual de impostos 47. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. Assim.0 (Lucro Presumido) 11.11% 1. entretanto.00% 46.

F) 20. Portanto.4 2. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 0. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.9 17.0 17.D .1 4. exigindo bastante experiência do profissional de custos. ou seja.(B . como também.3 28.E . equipamentos e serviços. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.9 0.9 1. Assim.9 1.6 6.6 2.0 0. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.0 1.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços. bem como. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas.5 1.8 1. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.0 11.2 0.8 14. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.1 47. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.4 1.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. entretanto.8 4.0 8.C) . conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.4 0. Resc.8 59. materiais.5 3. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. Empresas e Profissionais .

viagens e diárias. financeiro e de apoio da sede. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. equipamentos e veículos fixos. energia. vale refeição. Entretanto. a parcela referente a ES. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. Podemos ter vários multiplicadores “K”. Ressalvamos que. 9. pequenas despesas. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. emolumentos e seguros. vale transporte. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ainda. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . encargos sociais. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. materiais diversos. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. ou seja. conforme contrato. como encargos complementares. telefonia e etc). pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. material de segurança (EPI). taxas. mobiliário. equipamentos e programas de informática e etc. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. Pode-se considerar. emissão de relatórios. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . comercial. comunicações. outrossim. aluguéis e manutenção destes. em porcentagem ao mês.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. telecomunicações. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. aplicável sobre custos reembolsáveis. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. setor administrativo. ou ainda. instalações e mobiliário.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. seguro saúde. • • outros. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato).1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

imposto federal. CPMF. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. a priori. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. principalmente. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. que corresponde ao pagamento de 4. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços.000. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. sua inclusão é discutível. Ressaltamos que. imposto federal. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. entretanto. COFINS. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. que corresponde nesta data a 0. que apresenta quatro alternativas de pagamento. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%.65%. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. portanto. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. No caso dos insumos. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20.858-10 datada de 26/10/ 99. pois. o valor observado não será o real. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%.718/98. deve ser definido pela empresa em cada caso. conforme a Lei Nº 9. segundo a metodologia exposta nesta publicação. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores.38%. bem como. Desta forma. ou seja. imposto federal. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. da maneira como apresentamos anteriormente. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. ainda. excetuando-se pessoal. Portanto. IMPOSTO DE RENDA. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. PIS. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração.00 por mês. corresponde nesta data a 0.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real.ISS. Isto é. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. Caso contrário.

CSLL . para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. E) 8%. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. Prestação de serviços de transporte. são: ISS . são os seguintes: A) 8%. de combustíveis derivados de petróleo. B) 1. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. temos: IR: 8% x 15% = 1. Administração de obras. o valor do ISS. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. Por exemplo.6%. e equivale a 9% sobre o lucro líquido.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. F) 8%. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços.Imposto de Renda . Empreitada global. álcool etílico carburante e gás natural. função do regime tributário escolhido pela empresa.65% sobre o faturamento. C) 16%.9.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. Revenda para consumo. exceto o de carga que é de 8%. o pagamento é devido trimestralmente. G) 32%. COFINS: Imposto federal. IR . quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). Prestação de demais serviços. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. Venda de mercadorias e produtos. conforme demonstrado a seguir. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Atividades imobiliárias. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. conforme o caso. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.8%. D) 32%. neste momento.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. Lei 9.718.

....... para lucro da empresa até R$ 20...... corresponderá efetivamente ao lucro real.. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc).. Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.000....000.00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.........00 por mês.. 15% .000.000.....00 O pagamento da CSLL é trimestral..00.....38%...............00 ..000...000.... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês......000..........00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1... .. R$ 120.... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5..00 por mês...........00 ..00 9% R$ 55. 9% Valor da CSLL a pagar ..000........ CPMF .. R$ 1...00 Receita Financeira ...... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000. O pagamento do IR é trimestral. a conversão para mensal é nossa.. e corresponde a 0....50 0......00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro........Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)...000.Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários....... no caso 10%...000...00 Alíquota da CSLL ..... Desta maneira........ para o lucro excedente à R$ 20.... assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada .... seguindo os semestres civis..65 0.............90 1..... seguindo os semestres civis.. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS. isto é....... R$ 500....43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto.00 0....000. tem sua extinção prevista para 16/06/2002.........38 11. R$ 620..800........... 25% . da mesma forma que o IR.00 100% sobre R$ 500......... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício ..... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99..............00 3...000........ Alíquota .......000.......... R$ 1..... R$ 90............000......000...... R$ 500...........

O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.impostos: ISS PIS IR CSLL .65% = 4.lucro = 4% = 0.encargos financeiros = 1% .administração central = 10% .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. Considerar os seguintes dados: .encargos sociais = 87% . lucro presumido para projetos = 1.8%. por preço global.

Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.1335 + 0.08% = 13.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.00 1.7168 K mo = 2.00 1.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.80% = 1.00% = 3.2335 = 2.00 1.00 1.65% = 4.00% = 1.50 1.10) = 2.10 + 0.00% = 0.0776 1 – 0.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00% = 10.00 1.25 0.0776 0. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.7665 b.00% = 13.00 2.87) (1 + 0.00 1.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.01) 1 – (0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .

00 Mensageiro 1.00 Técnico médio 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 1.00 Operador de micro 1.00 K DG = 1.764.000.50 Engº junior 1.00 Cadista 1.219.200.390.50 108.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 24.400.800.092.00 19.710.400.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 677.00 10.000.00 4.00 300.50 4.20 240.00 2.500.00 600.00 Secretária 1.065.260.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.10 + 0.00 2.400.252.200.00 3.700.00 1.500.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 Cadista 1.000. Exemplo: K mo = (1 + 0.000.00 142.00 600.00 948.2.1335 + 0.794.504.00 15.794.00 6.200.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.992.485.00 22.00 Auxiliar de topografia 2.00 Operador de micro 1.00 2.00 Técnico médio 1.00 1.50 7.455.00 22.10) = 1.00 1.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 250. ou seja.00 3.00 750.00 0. qualquer item de custo direto exceto salários.00 Topógrafo 1.00 52.000.00 6.00 450.500.00 1.817.50 3.00 1.200.00 9.00 75.00 Auxiliar de topografia 2.00 3.00 Topógrafo 1.50 Engº junior 1.626.00 16.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.25 Engº médio 0.00 7.260.00 Mensageiro 1.700.00 540.400.00 5.512.500.01) 1 – (0.11 0.252.00 28.25 Engº médio 0.00 3.00 1.317.00 3.00 Secretária 1.00 8.00 1.600.00 Coordenador de contrato 0.00 9.00 350.756.00 0.00 3.00 6.00 400.00 54.7665 = 1.00 1.00 9. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 2.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 1.00 435.033. por preço global.00 1.00 870.960.00 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.625.00 8.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 4.50 0.73 156.00 21.35 78.00 1.087.50 1.00 6. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 176.00 580.00 1.00 7.750.590.29 348. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.25 0.25 1.30 32.70 783.00 1.740.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.00 0.

corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.00% AC = 10.222222 K DC = 1.2335 2.45 2.00% = 3.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. K mo = (1 + 0.00% I = 13.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.80% = 1.7665 K DG = 1.10 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 . qualquer item de custo direto exceto salários.00% = 0.9 K mo = (1 + 0.01) 1 – (0. pagos pelo próprio cliente.01) 1 – (0.00% EF = 1.65% = 4.1335 + 0.7168 K mo = 2. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.10) = 1.10 + 0.4515 K DG = 1.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2. Exemplo: ES = 87.10) (1 – 0. ou seja.10) = 1. ou seja.0776 1 – 0.1 0.53% K DC = K DG = (1 + 0. qualquer item de custo direto exceto salários.10) = = K mo = 2.87) (1+ 0.0776 0.1335 + 0.00% = 4.71 K DC = 1.11 0.08% = 13.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.

40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 0.00 3.087.00 1.252.35 78.485.260.700.00 b.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.500.00 15.25 Engº médio 0.092.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 21.00 1.000.00 6.00 0.50 Engº junior 1.033.00 1.50 7.764.500.45 32.065.00 Total 1.00 22.200.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 6 Técnico médio 1.50 3.00 28.00 2 Cadista 1.00 750.00 250.00 Operador de micro 1.000.252.00 540.00 2.260.317.00 9.00 948.794.00 600.30 32.00 400.00 1.00 580.00 6 Mensageiro 1.00 1.50 0.500.219.00 1.00 175.750.00 Mensageiro 1.000.00 2.400.50 6 Engº junior 1.00 6.00 22.00 6 Secretária 1.500.00 6.00 Auxiliar de topografia 2.00 3.800.400.00 3.200.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 4.00 870.455.114.600.00 5. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 7.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.00 350.00 3.626.25 6 Engº médio 0.00 435.756.50 108.00 Técnico médio 1.504.400.00 8. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 1.00 6.00 Cadista 1.00 24.00 8.00 16.00 0.00 1.00 2 Auxiliar de topografia 2.20 240.710.200.817.73 156.00 677.29 348.390.00 2.00 450.817.22 264.00 1.700.00 600.794.00 9.50 4.40 Coordenador de contrato 0.00 54.71 142.400.00 19.960.00 6 Topógrafo 1.512.00 1.00 2.00 3.00 Secretária 1.00 10.000.00 142. Empresas e Profissionais .00 300.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 3.033.000.00 Topógrafo 1.25 1.00 52.625.00 7.70 783.00 9.200.00 4.00 6 Operador de micro 1.

00 360.742.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.784.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 270.00 9.00 0.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 16.960. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 14.080.00 175.00 0.000.520.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.5% = 3% = 3% = 0.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.800. indiretas e o lucro da empresa.00 0.8 12 2. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 12.00 300.00 2. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 1.912. Empresas e Profissionais .00 59.00 400. portanto.00 12. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 EPI unid 18 2 2 15.880.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 Uniforme unid 18 2 2 35.60 6.00 Total 264.00 0.00 74.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00 9.114.500.960.65% = 1.3 1.600.00 134.600.00 1.400. EPI e ferramentas aos funcionários.200.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 400.00 0.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.784.b.00 18.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 80. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.00 0.720.00 260.904.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 Total de encargos complementares 41. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00% Preço total (R$) 9.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00.600.8% ( 12% x 15% ) = 1.

00 1.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.40 301.592.00 1.592.00%.00 1.35 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.65% 1.608.00 1.447.00% 30.2153 3.50% 9.00% 3.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.97% 3.888.00% 1. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.20 1.045.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.00. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.017. conforme Capítulo 6. impressora.592.20 57. Não será considerada a parcela de lucro.216. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00 – 0. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.00% 0.00% 1. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.608.80% 1. conforme Capítulo 6.08% 9.0202625 K = 4.91 por hora.00 38.099.00 38.254.15 0.00 75.05 por hora. bem como. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.20 Preço total (R$) 38. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.206.80 + 1.00 52.

contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.00 75.10 0.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.05) 1 – (0.50 50.000.1285 + 0) 1.50 235.00 223.000.00 3.00 7.0743 + 0.71 235.00 3.50 47.00 505.08% 13.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00% 0.870.00%.41 3.91 45.8715 K= = K = 1.34 3.00 16.85% 143 . K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.65% 4.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00 50.50 50.870.00 75.000.00 3.60 3.000.05 52.000.00 3.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.05 52.00 50.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.80% 1. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.50% 3.50 1.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 75.000.1243 0.03% Quantidade 50.00 60.00 3.50 1.00 75.91 45.2927 K = 1.

o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE). Algumas despesas. cujo orçamento previsto é de R$ 75.08% 13. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .00 4.40 1.80% 0.00 (R$ 75.2146 0. Sendo obra por administração. tais como.000.1324 + 0) K = 1.000.35%. não será considerado pois.200.80%.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.00 4.65% 4.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3. inclusive.08% 12. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00.50%.05) 1 – (0. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00%.00%.00 84. uniformes EPI e etc. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. taxas (alvará. visa cobrir as despesas com contador. portanto.00% 0. presume-se um lucro líquido de R$ 7.00 EC = 0.65% 4.200.00%.00% 0. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.53% L = 10. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.38% 1. AC = 5.50% 3.00% 3. Empresas e Profissionais = 12.4073 K = 1.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.). CREA e etc. vale para máquinas.0743 + 0.500.

5% ao mês. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.05 + 0) 1 – (0. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.1 ] x 100 = = = = = 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.10) = 1. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim. aplicando os valores conhecidos na fórmula.1 ] x 100 45 / 30 .1 ] x 100 EF = ( 1. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.1385 + 0. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.015) 1 – (0. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.65% 15.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.0226 .10) = 1.05 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.015 ) 1.77) (1 + 0 + 0.40 EF = [ ( 1.8585 0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.00%.7615 = 1.7765 = 1.0226 ) x 100 EF = 2.7765 K1= = = 2.1235 + 0.00% AC = 8.07 0.00%. sobre o lucro real 9.26%.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.35 EF = [ ( 1 + 1.00% 147 .05 + 0. metade do período. a partir da data de assinatura do contrato.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.00% 0.015 ) ] n / 30 .05 + 0) 1 – (0.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.10) 1. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.00% EF = 2.5 .1235 + 0.50% 3.

08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.12) = 1.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7. valor do RPA .8097 K = 2.115. e transcrita a seguir.08 isento 15% 27.115. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.00 De R$ 1.058.058. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria. 11.08 + 0.19) (1 + 0 + 0.8585 1 – 0.0703 + 0.70 R$ 423.00 Acima de R$ 2.0226) 1 – (0. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.03% = 0.80% ( L x 15% ) = 1.00 R$ 158.982208 K = 2.65% = 1.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.01 a R$ 2.00% = 0. ou seja. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.50% = 3.Recibo de Pagamento de Autônomo. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.1903 = 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.414694 0.

448.390.00.231.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO . Então. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) . podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.85 VALOR DO RPA = R$ 1. podemos considerar o que se segue: 10.390.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR RPA . portanto Faixa 2.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158. logo: VALOR DO RPA = R$ 880.Parcela a deduzir do IR.ALÍQUOTA ) CUSTO .70 ) ÷ ( 1 .30 ÷ 0.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.Alíquota do IR e .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. .ALÍQUOTA ) = Portanto.00. não há retenção de Imposto de Renda. será: RPA = ( CUSTO . onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .70 Assim.Faixa de remuneração. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. portanto Faixa 1..00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.00.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .00 – R$ 158. a retenção de Imposto de Renda.390.0.

Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.59. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e.58. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. principalmente.08 ) ÷ ( 1 . é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.725 VALOR DO RPA = R$ 9.630.00. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. sem adequação ao projeto em questão. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . de obra para obra. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. Em nossos dias.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. A par das diversidades de fontes. onde a competitividade está cada vez maior.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. será: RPA = ( CUSTO .0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58.00 – R$ 423. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. a retenção de Imposto de Renda. Entretanto. variação que ocorre.206. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.630.630.92 ÷ 0.940. ainda.310. onde: 12.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. portanto Faixa 3.00.08 Assim.

que.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. após conferência. Equipamentos alocados ao serviço . estão impedidos de produzir. propriamente a descrição da metodologia. AP-4 e AP-6. inserido em anexo. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. Equipes alocadas por serviço . quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. a aferição da produção horária dos mesmos. poderão ser digitadas imediatamente. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. estas fichas. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. e ainda. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. para qualquer serviço da engenharia civil. embora alocados ao serviço específico. AP-3 e AP5. máquinas e veículos parados. abrangendo todas as categorias.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. para coletar os dados junto às frentes de serviço. por exemplo.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor.é o conjunto de equipamentos. não podendo produzir. por razões extras à vontade do construtor. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. máquinas e veículos. cujo fluxograma. Equipes e equipamentos ociosos . e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. 12. falta de programação do construtor. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). isto é. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Equipamentos Paralisados .• análise errônea da especificação do serviço. período de refeição. No caso de se empregar sistema informatizado. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. anteriormente definidas. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. • • • • impedimentos por intempéries.

que poderá ter outras funções na administração da empresa. porém de motor ligado.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. tabulação e apuração desses coeficientes. mantém-se estacionado. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . em plena condição de produzir normalmente.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. de fácil produção e operação.3. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Equipamento Improdutivo .é a máquina ou veículo. instalações elétricas ou de telefones. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em plena condição de produzir normalmente. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. o fluxograma. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. Entretanto..3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. 12. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. 12. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. Para favorecer o raciocínio. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador.ração total torna-se muito difícil de prever. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. em conjunto ou não. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. etc. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. a fim de fornecer uma visão global da coleta. Equipamento Produtivo . O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. ou ainda.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. Empresas e Profissionais . Equipe Produtiva . alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. ou seja. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. ou seja. em função do porte da obra. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. e ainda. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas.

no caso de se calcular por software específico. conforme o cargo ou função do operário. porque há interesse de se apurar o tempo. etc. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). pois trata-se de exigência da atividade. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. correspondentes a cada operário. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. deve procurar corrigi-lo imediatamente. se houver algum engano. confere os registros efetuados. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. As sub-colunas (I) hora de início. Essas horas. pelo índice. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. são anotadas no verso da ficha. desde que não exceda 15 minutos. de acordo com o tipo do serviço. topógrafo e outros elementos administrativos. a nomenclatura dos serviços executados e. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. tomar água. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. bem como. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. Ao término do mesmo. quando necessário. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. pois isto é uma consequência do próprio serviço. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. sempre que for necessário. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. hora de chegada e hora de saída. este tempo. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. deverá ser considerado como horas perdidas. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos.É preenchida e assinada pelo apontador. Inicialmente preenche-se o nome da obra. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. excetuando o encarregado geral. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. ao receber a ficha modelo AP1. lanche. O controlador central de apropriação. para efeito de controle no escritório. café.. o local de atividade e a data. numerando-as na parte superior. os seus totais. ou. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço.

Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas.3. Após. o local e o período de levantamento. Neste formulário tem-se ainda. Empresas e Profissionais O apontador anotará. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. Os veículos cedidos à fiscalização. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. a data. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. retirados do modelo AP-1. Deve ser obtido através de sistema informatizado. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . o local do serviço. Utilizando-se a composição de custo por produção.. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. a marca. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. apontadas no formulário modelo AP-1.12. as colunas correspondentes aos dias. refeição. uma para cada máquina ou veículo. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. distribuídas pelos diversos setores de serviços. bem como. os que prestam serviços indiretos. abastecimento e lubrificação de máquinas. No cabeçalho figura o nome da obra. O apontador deverá assinar a ficha. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção.3. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. 12. modelo AP-6. etc.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. Nela deve constar o nome da obra. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. tais como. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. modelo AP-5. ou seja. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. diariamente. material.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. no caso de se adotar composição de custo simplificada. o tipo da máquina ou veículo. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. serão parte do custo indireto. a potência e a capacidade. do encarregado geral ou do engenheiro residente. o modelo. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. transporte de pessoal.

o diâmetro e o comprimento ou altura. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. modelo AP-5. 12. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. quando se tratar de produção. onde for necessário. modelo AP-5. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. Na quarta coluna. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. HI. somam-se todos os dados. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias.4 Resumo das horas . e do Controle Diário de Produção. Quando não for possível.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. que será colocado na parte superior da linha tracejada. Na segunda coluna estão as iniciais HP. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. em movimento. Enquanto. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada.3. O coeficiente produtivo. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. a ser calculada e preenchida no escritório. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. pela ordem: comprimento. precedido da unidade. medir a sua produção. conforme o caso. Conforme já definido. ou seja. o local e o período da coleta das informações. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. ou. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. Enquanto. será preenchida diariamente. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. com o motor ligado. o local da execução dos serviços e a data. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. considerada igual a um dia. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. No cabeçalho constará o nome da obra. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. inclusive.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. modelo AP-3. bem como. trator de esteira com pusher. o código do serviço. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. e PR correspondentes às horas produtivas. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. referente ao total.3. expressas em metros. horas improdutivas e produções. Empresas e Profissionais . entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. Nas colunas seguintes. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. • na. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. modelo AP-3. se for o caso.12. utilizada anteriormente. utilizando para o registro a mesma ficha. o coeficiente improdutivo. ao término de um dia de trabalho.

não haverá apropriação de campo. no caso dos transportes. ou seja. local ou comercial. como é o caso do concreto. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. Isto é. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. por exemplo. 12. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. consumos. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. isto é. origem e destino da carga. através de traços. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Para tanto. ou ainda. Assim sendo. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. etc. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. sabe-se que. material transportado. 12. ou seja. distância de transporte em km por tipo de rodovia.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. percurso. No caso de se fazer a apropriação de materiais. para efeito de apropriação.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido.Para maior garantia dos valores assumidos. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. no caso de cimento portland. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo.3. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. pavimentada ou em terra. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. por exemplo. para efeito de controle. etc. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. abaixo dos coeficientes horas-homens. 12. ao cabo de cada semana ou quinzena. desperdícios. Nos locais correspondentes às discriminações. deverão ter definidos os materiais. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. e quando for o caso. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. Entretanto. Neste quadro. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. e ainda.

HORA FINAL I F SHT . CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT .HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD.HORA INICIAL F .Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT .ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. AP5 MOD. AP4 LEGENDA A. x IMPRODUT. B e C = Designação dos serviços. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AP3 MOD. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP1 MOD. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.

PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .Horas Ociosas .Horas Improdutivas HO .Horas Produtivas HI .HORAS TRABALHADAS PR .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP . Empresas e Profissionais HT .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Empresas e Profissionais HP .170 RESUMO DAS HORAS .AP.EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .Horas Produtivas HI .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .

Assim. Prod. de equipamentos. supervisão. também. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. fiscalização. Prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos.EQUIPAMENTOS AP . vistorias.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. Im prod. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. RESUMO COEFICIENTES . estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Im prod. : Im prod. Paulo Roberto Vilela Dias 173 .2 a seguir. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. Im prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. estudos de viabilidade. consultorias. DOS Im prod. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . para aplicação em serviços de engenharia. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços.6 COEFICIENTES Prod. pelos profissionais liberais. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. Im prod. Prod.HOMENS Prod. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. Data Prod. instrumentos e processos de produção em geral.

equipamentos e serviços. a partir dos dados levantados com esta finalidade. a estimativa de custo. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. a indicação dos métodos construtivos. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.. a indicação de todos os componentes. aos objetivos propostos.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. o preparo de arranjo geral esquemático. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. com nível de precisão adequado. ”. bem como. Visa a análise e escolha. XI da Lei 8. orçamento da construção. equipamentos e serviços. a definição dos partidos tecnológicos. a indicação dos métodos construtivos. características e materiais a ser utilizados. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. a que melhor responde.. dentre alternativas de solução possíveis. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. • especificação preliminar de materiais. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. Inclui o estudo de soluções alternativas. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. técnica e economicamente. a racionalização do programa. De acordo com o disposto no Artigo 6º. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. podem ser divididas em três fases principais. bem como. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. De acordo com a Lei 8. para determinação de quantitativa de demandas. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. Compreende o arranjo geral. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. além das fórmulas.

montagem. eventualmente. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou.569. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. A0. bem como arbitragem. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. Planejamento.2. • Acompanhamento técnico da construção. de arquiteto e de agrimensor.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Atividades de acompanhamento técnico da construção. testes.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. testes e partida. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. assistência à partida. estruturas metálicas e outros. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. Empresas e Profissionais 13. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. Supervisão administrativa de construção. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. técnicas e administrativas. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. Administração e controle do fluxo de documentos.194. Coordenação das interfaces executivas. estabelecendo a estratégia de implantação. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . inclusive plano de gestão ambiental. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. montagem. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia.

194.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. Arquitetura. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. RESOLUÇÃO Nº 205. RESOLUÇÃO Nº 278.Estudo. RESOLUÇÃO Nº 317.91 e alterações posteriores 13. de Arquitetura e Agronomia. regula o exercício das profissões de Engenheiro. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.00. LEI Nº 5. e dá outras providências. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. projeto e especificação. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.030435-2. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218.CONFEA. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. pelo Conselho Federal de Engenharia. de uma Mútua de Assistência Profissional.496 . prolatada pela MM. planejamento.org. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. Arquitetura e Agronomia .524. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. de 24 DEZ 1966. Arquitetura e Agronomia. RESOLUÇÃO Nº 313. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre .91 e alterações posteriores e Lei nº 8. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão.07. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional. coordenação e orientação técnica.213. LEI Nº 5. de 24. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. na página da web do CREA-RJ (www. de 24.07.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia.71.194.950-A.Supervisão. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.2.crea-rj. como por exemplo. proposta pelo Ministério Público Federal. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. Química. e dá outras providências.212.RS.br). LEI Nº 6. e dá outras providências. Agronomia e Veterinária. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . autoriza a criação. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. Atividade 02 . DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia.LEI Nº 4. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Execução de instalação. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. ensaio.As profissões de engenheiro.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Artigo 1º .o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. perícia.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. operação. assessoria e consultoria. obras. Fiscalização de obra e serviço técnico. arbitramento. experimentação. seus serviços afins e correlatos.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro.º 5. Condução de equipe de instalação. pista de rolamentos e aeroportos. instalações e meios de acesso a costas. Ensino. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . aperfeiçoamento e pós-graduação. Elaboração de orçamento. Artigo 3º . Condução de trabalho técnico. de regiões. planejamento ou projeto. zonas.Parágrafo único . Regula o exercício das profissões de Engenheiro. urbano e regional. e massa de água e extensões terrestres. avaliação. referentes a edificações . Desempenho de cargo e função técnica. referentes a edificações. Vistoria. estradas. divulgação técnica e extensão. reparo e manutenção. em geral. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. Produção técnica e especializada. estruturas. seus serviços afins e correlatos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Artigo 5º. planejamento físico. e dá outras providências. análise. Padronização. portos. cursos. desenvolvimento industrial e agropecuário. montagem. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. meios de locomoção e comunicações. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta.As qualificações de engenheiro. paraestatais. de abastecimentos de água e de saneamento. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. Assistência. transportes. estruturas. montagem e reparo. Lei n. sistema de transportes. cidades. Direção de obra e serviço técnico. rios. arquitetura paisagística e de interiores. funções e comissões em entidades estatais. rurais e regionais. Execução de obra e serviço técnico. Execução de desenho técnico. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. laudo e parecer técnico.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conjuntos arquitetônicos e monumentos. em sua maioria. edificações. mensuração e controle de qualidade. nos seus aspectos técnicos e artísticos. autárquicas e de economia mista e privadas. Artigo 7º. local. pesquisa.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. Artigo 4º. serviços e equipamentos urbanos.

569. de acordo com as condições. com os direitos e deveres correspondentes. fiscalização e construção de edifícios. industrial ou agropecuária. o estudo. direção. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. o projeto. execução de obras e serviços técnicos. ensino. o estudo. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. direção. projetos. o estudo. o estudo. projeto. projeto. direção. análises. avaliações. o estudo. projeto.Enquanto durar a execução de obras. projeto. d) e) f) g) Artigo 16º. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. projeto. Artigo 22º. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. fiscalização e construção das obras relativas a portos.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. experimentação e ensaios. a engenharia legal. todos serão considerados co-autores do projeto. direção de obras e serviços técnicos. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. fiscalização e construção de edifícios. direção. estudos. projeto. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . Artigo 28º . direção. perícias. trabalhos topográficos e geodésicos. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. com todas as suas obras complementares. projeto. de arquiteto e de agrimensor. estudo. Artigo 19º. vistorias. com todas as suas obras complementares. instalações e serviços de qualquer natureza. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos.º 23. direção.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o projeto. de modo a garantir a sua realização. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. a arquitetura legal. direção. Artigo 30º . DECRETO FEDERAL N. produção técnica especializada. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. pesquisa. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . projeto. projeto. pareceres e divulgação técnica. direção. direção. o projeto. projeto. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. o estudo. fiscalização de obras e serviços técnicos. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. o estudo. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica.

2) 3. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3) Avaliações técnicas de um determinado bem.7) 1. 1. Projeto Básico ou Legal. supervisão. materiais. orçamentos. dimensionamentos de serviços. fundamenta dos sobre serviços ou obras. arbitramentos. programações e controles. Projetos definitivos (executivos).7) Medições de serviços . Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. 2. coordenação. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. 2.9) Assessoria . ou avaliação de direitos. compatibilização.3) 1.3) Projetos do canteiro de obra. Laudos.6) Coordenação. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. Engenharia Legal. Consultorias ou assistências técnicas. 2. supervisão. pareceres. 2. Pareceres.2) 1.6) 3. 2) Gestão. Laudos.1) 3.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. Assessoria. 1. serviços. Orientação geral e técnicas de controle. laudos técnicos. Arbitramentos.5) Administração e Controle contábil.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. controle físico-financeiro e da Qualidade. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. Consultas esporádicas. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . vistorias. Vistorias.7) 4) 4. Avaliações e Perícias em geral. Orientação técnico-administrativa.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . fiscalização e acompanhamento de obras.1) Vistorias.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 2.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.4) Planejamentos. equipamentos e pessoal.4) 1. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. fiscalização. Anteprojetos. 1. Supervisão. equipamentos e pessoal. supervisão.3) 3. Coordenação. 2) Programações e dimensionamentos de serviços.coordenação. 4.11) Levantamentos topográficos e sondagens.5) 3.5) 1. Especificações de serviços e materiais. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. arbitramentos. materiais. subdividem-se em: 1. Análise econômica-financeira da empresa.4) 3.10) Levantamentos técnicos de obras. instalações e afins. produtividade e qualidade.6) 1.1) 1. Gestão de empreendimentos. Empresas e Profissionais 3. acompanhamento e controles. avaliações e perícias.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. 4.

fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . grandes estruturas metálicas e de concreto armado. viadutos e outros. bem como.5) Julgamentos de trabalhos em geral. etc. rios e canais. arbitramentos. • Definição do esquema estrutural e das instalações. direção. direção. • Plantas Baixas . Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. planejamentos. 4. direção. Estudos. de acordo com as normas vigentes. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. elevações. saneamento urbano e rural. abordando os seguintes aspectos: Concepção. projetos. abastecimento de água. Em anexo. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Estudos. projetos. Estudos. Empresas e Profissionais 1. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. projetos. visando montar um programa básico do projeto. fiscalização e construção de obras de arte especiais. em plantas. projetos. túneis. completando o projeto. direção. barragens. fachadas. com informações sobre o terreno. projetos. adução. avaliações. legislação local. solicitações do Cliente.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. direção. perfis. drenagem. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. controles. • 3) 4) 5) 1. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . 1. • 6) Único . contendo a definição de todos ambientes. apresentando um padrão de cor ou textura. dimensão e articulação dos ambientes. será apresentado o projeto legal. irrigação. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. cortes. viadutos e outros. Estudos. Estudos. perícias. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. fiscalização e construção das obras relativas a portos.4. direção.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato.principais níveis da edificação. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. a saber: 1) 2) Estudos. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. com as modificações sugeridas. • Estudo de Fachada . 1. fiscalização e construções prediais. captação. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. túneis.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. bem como fazer orçamentos.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. barragens. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. projetos. formatando o Anteprojeto. localização. esclarecedor de circunstâncias especiais.em perspectiva ou elevação.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. mações.

com a listagem dos diversos serviços a executar. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. serviços. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). segundo uma sintonia perfeita. permite ainda. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.8) Estimativas de custos. Cada tipo de obra. comerciais.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras.conhecidos os projetos definitivos. orçamentos. consumo e do cronograma físico-financeiro. a unidade considerada e os preços unitários. fiscalização. 1. supervisão. 1. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. houver a participação de profissionais de várias modalidades. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe.10)Levantamentos técnicos de obras.9) Assessoria . como impostos. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. com todas as informações necessárias à execução da obra. através dos coeficientes de produtividade. compatibilização. em escala conveniente. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. na escala convenientemente adequada. aplicação correta dos materiais. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. despesas financeiras. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . técnicas e outras. as normas aprovadas e recomendadas.financeiros . Por outro lado. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço.coordenação. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. gera-se um documento único. encargos sociais.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados.1. em função de sua complexidade. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. bem como a especificação para cada tipo de serviço. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês.Engenharia de Custos . leis fiscais. com a indicação das características técnicas.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. 1. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. etc. administrativas. planejamentos e cronogramas físicos . e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. aparece a figura do Assessor. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. 1. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. condições de funcionamento ou estado de conservação. que englobe todos os elementos considerados no estudo. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. contendo as quantidades de serviços a executar. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. 1. com sua participação.

Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. admissão. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. contendo todas as instalações a fazer. dirigir e controlar a qualidade da obra. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.11)Levantamento topográfico e sondagens . quanto aos preços de material. o profissional deverá prever. programações e controles. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis.Uma vez conhecido o orçamento da obra. dos serviços. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . coordenar. procedimentos. rotinas. por categoria. supervisão. memoriais gráficos e fotográficos. licitude das compras e fornecimentos. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. pessoal e do financeiro . apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. com previsão das datas do recrutamento. enfim. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. dimensionamentos do físico. execução dos serviços. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. no mercado de trabalho. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. representando as curvas de nível de metro em metro.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. gerência integral.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos.2) Programações e dimensionamentos de serviços. 2. 1. coordenação. planos de trabalhos. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. nas disponibilidades financeiras da empresa. 2. controles e apropriações de custos. Feitas as programações e o planejamento. em função da seqüência dos trabalhos a executar. especificações. Além do mais. respondendo pela fiel execução dos serviços. 2) Gestão. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral .3) Projeto de canteiro de obra . equipamentos e pessoal . 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. materiais.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. como o dimensionamento. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. bem como previsões de treinamento.executante do serviço. deverá ser apresentado o organograma. a modalidade de medição de serviços. diretrizes. no tocante à administração da empresa. mão-deobra e as especificações dos serviços. programações. 2. 2. de desenvolver as diversas áreas da obra. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. mão-de-obra. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. com detalhes do relevo. permitindo ainda um controle. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. relatórios. face ao controle preconizado. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático.4) Planejamentos. materiais. indicando os processos de trabalho. demissão. orçamento. como seu gestor. legais decorrentes da organização levada a efeito. necessidades de material. equipamentos. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto.

5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. O serviço de assessoria. apresentar a resposta à consulta formulada.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. 2. utilizandose de testes da boa qualidade. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. durante a execução da obra ou serviço. 3. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Empresas e Profissionais . com os seguintes sub-ítens: 3. 3. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. 3) Consultorias e assistência técnica. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente.2. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. Determinação do estoque mínimo.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. todos os detalhes métricos. todos os acabamentos. empreiteiros e outros. sobre determinados problemas. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. Pode ser antes. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. dos serviços executados. Conferir todas as medidas. reajustamento de preços. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. 2. bem como o controle da qualidade apurado. esquadro e prumo. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados.6) Coordenação.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. supervisão. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. atendendo a boa técnica requerida. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. Tipos de notas. o a receber e o a pagar.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. em laboratórios oficiais. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. Sistemas de controle do almoxarifado. quando julgar necessários. Escrituração dos custos de obra. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. 3. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. estudo de preços e materiais. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. Exigir nível. Tipo de contabilidade. Enfim.

Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. 4) Vistorias. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de especificações. 4. determinando-se o sistema de apropriação de custo. os elementos computados. por assim dizer. na maioria das vezes. Apresentação de um parecer técnico. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. Procura de novos mercados. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. Empresas e Profissionais . capaz de orientar a empresa no sistema global de controle.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Cadastramento do equipamento e avaliação. No entanto. diária. com um memorial descritivo. temos o laudo técnico. laudos técnicos fundamentados. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. de modo a executar os serviços em andamento. mensal e anual da empresa. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. Às vezes pode ser também solicitado. de serviços e materiais. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. Determinação do fluxo de caixa. Levantamento dos imóveis. Em cada caso. será complementado o parecer final. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. Avaliação da produção. 3. pode ser aleatória. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. Contatos de qualquer natureza. bem como. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. existem elementos mensuráveis. porque. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. executando plantas ou conferindo os existentes. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. pareceres. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. serviço ou obra. serviços ou da empresa. da rentabilidade da obra. capazes de oferecer a medida exata do valor. Neste caso. avaliações e perícias em geral. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. Engenharia Legal. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. as considerações levadas a efeito. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. o memorial descritivo dará as informações colhidas.1) Vistorias. na avaliação técnica de um determinado bem. normas de controle para o material e mão-de-obra. laudos. Medidas preventivas a preconizar. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. face as tendências do mercado. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. Já no caso do Direito. 4. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. a vistoria.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. Assim.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. Sim. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação.3.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . Avaliação . concorrência. contendo as razões do julgamento. é claro. 4. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. e relações. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . tudo o que depender de julgamento. administrativos e legais. causadoras de uma determinada situação.Nada mais que a verificação de uma situação existente. assim como. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. Na perícia de um modo em geral.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. nos aspectos técnicos. baseado. legais.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. estimado.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. funções. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. sem entrar em detalhes. 13. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. econômicos. tendo em vista conhecer sua natureza. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. enfim.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. inclusive com a classificação dos concorrentes. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. 4.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. Como se vê. Parecer . proporções. concursos de provas e títulos. Perícia .Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. nas atribuições profissionais. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. A) Auditoria analítica e crítica . objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades.

práticas prestadas. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. no plano. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. a um público específico. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. produto. ATESTADO Documento que contém declaração. folhetos. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. incluindo texto e “layout”. CONCURSO Envolve ações de organização. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. plano. ao desenvolvimento de métodos. com o emprego da pedagógica e didática. visando difundir informações. de um direito ou de um empreendimento. PALESTRA. escrita e assinada por profissional habilitado. GESTÃO DE PROJETO. faladas e televisadas e outras. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. Auditoria técnica . Inclui neste item a elaboração de folders. planejamento ou projeto. coordenação. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. sobre veracidade de um fato ou uma situação.B) mentos de uma atividade. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. provas escritas. em recinto fechado e apropriado. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. Paulo Roberto Vilela Dias 199 .aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. mediante planejamento. bem como ações de “marketing”. serviço ou obra. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. equipamentos e contratação de mão de obra. realizadas para o preenchimento de cargos. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. matérias escritas. processos. serviço ou evento técnico/científico. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. tecnologias de produção. planejamento ou projeto. para servir de comprovação perante terceiros. anais. necessários a execução de obra ou serviço técnico. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. mento de provas documentais.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. julgamento de concorrências. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. de curvas de níveis. dentre outras. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. no campo. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . conforme projeto elaborado ou planta. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. Aplica-se em situações das mais variadas. LAUDO É a peça na qual o perito.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. ou por designação judicial. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. obra ou serviço. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. profissional habilitado. qualidade de produtos. podendo incluir acidentes naturais e construções. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias.

As responsabilidades do profissional. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia.4. visando montar um programa básico do projeto. atendendo à natureza da perícia. tempo consumido para sua realização. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. devem ser explícitos em contrato adequado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. interesse em discussão e valor da causa. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. entre outros decorrentes de exigência legal. por escrito. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sem entrar em detalhes. com a finalidade de subsidiar decisões.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. bem como os honorários. bem como. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. conteúdo substancial do trabalho. legislação local. solicitações do cliente. 13. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. assistência técnica em atividades de um empreendimento. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. Caso não sejam fixados pelo Juiz. de que tem conhecimento.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. com informações sobre o terreno. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. avaliação ou vistoria. Os honorários profissionais dos peritos. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. dimen• são e articulação de ambientes. etc. VISTORIA Verificação de uma situação existente. o perito. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. legislação. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento.

.. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas.. 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões.. com todas as informações necessárias à execução da obra...... em escala conveniente... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício.. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.... de acordo com as normas vigentes.. 13............2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado.......... 13... Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto............ abordando os seguintes aspectos: Concepção......... detalhamento......... dimensionamento e caracterização dos pavimentos.. Levantamento de Dados e estudo Preliminar . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .. possibilitando obter licenças e alvarás da obra..... 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura....... perspectivas.... Projeto de Interior Plantas baixas.5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais..... proporções...... 40% • Projeto de Execução .... cortes.. memorial descritivo com especificação de materiais....... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.. de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. tendo em vista conhecer sua natureza... aplicação correta dos materiais e etc.. as normas aprovadas e recomendadas.......... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço. 40% • Detalhes e Caderno de Especificação . A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único............. apresentando um padrão de cor e textura.... 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ...... será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura......... Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto...4... • Definição do esquema estrutural.• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação..... Através da compatibilização dos diversos projetos.... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos. com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.. contendo a definição de todos os ambientes..

PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. coordenação. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. em recinto fechado e apropriado. É também análise de resultados de um programa ou projeto. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. gerenciamento e julgamento de provas documentais. CONCURSO Envolve ações de organização. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. nos aspectos técnicos. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. escrita e assinada por profissional habilitado. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. de um direito ou de um empreendimento. econômicos e administrativos. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. sobre veracidade de um fato ou uma situação. Empresas e Profissionais . para servir de comprovação perante terceiros. a um público específico.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. Conferência: Exposição de tema. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. ATESTADO Documento que contém declaração. práticas prestadas. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto.

GERÊNCIA DE PROJETO. tecnologia de produção. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. solo. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. econômico e social da propriedade rural. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. incluindo texto e layout. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. junto ao órgão ambiental competente. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. bem como ações de marketing rural. geologia e geomorfologia. Inclui-se neste item a elaboração de folders. folhetos. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. faladas e televisadas e outras. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente.insumos. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. Caracterização do meio físico (clima. envolvendo fauna e vegetação. processo. águas superficiais e subterrânea. produto. transporte. anais. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. serviço ou obra. serviço ou evento técnico/científico. c e d. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. entre outros) Caracterização do meio biótico. beneficiamento. matérias escritas. necessários a execução de obra ou serviço técnico. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. Caracterização do meio sócio-econômico. mediante planejamento. visando difundir informações. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. ao desenvolvimento de métodos. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. ou de uma dada região. comercialização. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. em atendimento à legislação. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. sem a indagação das que a motivarem.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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por se tratar de um trabalho específico. a partir de quadros de distribuição específicos. define apenas uma previsão de carga para iluminação. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . especificação dos materiais. ou a evacuação de pessoas com segurança. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. Memorial. com diversas variáveis envolvidas. no âmbito da iluminação. Subdivisão dos sistemas. com detalhamento. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. a serem ligados ao sistema de emergência. ou projeto de luminotécnica. determinação da potência de fonte geradora (baterias. grupo motor-gerador). se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. com respectivas proteções e controles. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. etc) e quadro de distribuição de emergência. exaustão de gases. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. Por iluminação de emergência. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. água de refrigeração. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. neste item. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. Estudo a respeito da demanda. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. não são aqui considerados. corrente contínua com entrada em operação imediata. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. Inclui memorial e especificações de materiais. compreendem-se sistemas de certo porte. por exemplo com indicações de “saída”. tomadas e esperas especiais. deve ser encarado como um projeto à parte. Inclui memorial e especificações de materiais.

de líber (livre). Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. literalmente assim se deve entender toda profissão. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. Assim sendo. que possa ser exercida com autonomia.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. do latim liberais.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. nos serviços fiscalizados pelo CREA). para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. “Pela adjetivação liberal. o caráter distintivo do profissional liberal. são sinônimos. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. do CONFEA. em todas as fases de sua execução. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. isto é. QUALQUER ESPECIALIDADE 14.

etc. sobre carimbo. material.. Dentre os vários artigos desta Lei. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. especificidade e dificuldade dos serviços. inclusive com a inversão de ônus da prova. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. • • Nenhum serviço será iniciado.sede do profissional.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. despesas auxiliares de transporte. obras e serviços. salários de auxiliares. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. aluguel de equipamentos. confeccionados em papel timbrado do profissional. b) complexidade. ter Contrato ou Convênio. as condições de pagamento. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. de área ou volume. etc. quando a critério do juiz. podendo ainda. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. estadia. contendo o nome. inciso VIII . condução. alimentação. taxas públicas. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . como: análise de solo. no processo civil. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. bem como as datas de inicio e término dos serviços. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. alimentação. Eventualmente: Insalubridade. Caso o cliente forneça transporte. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados.o Código de Defesa do Consumidor .. etc. ART. o tempo de viagem e o fim específico. inciso VI . • Artigo 39º. sendo calculadas tomando por base. hospedagem.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. Custo efetivo dos projetos.. salvo expressa estipulação em contrário. correrão por conta do cliente.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. • Artigo 40º . a seu favor.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. consultas e outras. impressos. também acordada previamente. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. serviços de terceiros. • Artigo 50º . • c) as medidas lineares. segundo as regras ordinárias de experiência. contribuição social. perigosas ou de difícil acesso. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. datados e assinados pelo profissional. dos materiais e equipamentos a serem empregados. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor.das todas as despesas referentes a: pesquisas. materiais diversos. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. se não houver ART.

regido pela CLT.00 140.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.33 30.00 20.500.mo. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.T.200.3% R. mensageiro e etc).P.00 2.48 80.950-A de 22/04/66. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.200.40 9.00 NC NC 873. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.º 4.00 144.R. segundo legislação vigente do CREA.800.500.P.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. 14.000.00 149.656.00 40.Anotação de responsabilidade técnica . de responsabilidade do profissional.P.) Gratificação Natalina (8.M.00) . Empresas e Profissionais R$ 30.800. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.40 149. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 . as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.3% R.M.) Gratificação de Descanso Anual (8. isto é.00 4.00 120.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias. amparado na Lei n.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 5.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 2.00 40.54 120. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício. será cobrada uma multa de 5% ao mês. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .0% R. R$ 100.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.00 6.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.).00 20. por desistência do cliente.82 Remuneração (R$) 1.M.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 3.00 173.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 . água/esgoto.00 170.

660.) Gratificação para Descanso Anual (8.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 25. mensageiro e etc). inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .33 40.00 182.3% R.00 120.00) .3% R. água/esgoto.54 120. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.135.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.60 200.P.00) R$ 1.(0.ART sobre serviços de R$/mês 4 .P.00 180.48 100.33 R$ 120.00 4.60 9. I = (CTM – 360) / (1 .15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .0%R.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.200.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.) Gratificação Natalina (8.88 29.00 173.P.60 182.Anotação de responsabilidade técnica .82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.00 25.66 R$ R$ 22.05)) IRPF .CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.Imposto de Renda (27.795.346.00 3.Não Computado R$ 160 4.00 50.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 176. móveis e utensílios Aluguel e. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00 171.00 R$ 30.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 NC NC 913.275 + 0.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.000.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.

Não Computado R$ 160 5.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .113. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .00 173.P. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 4.5% Custo Total Mensal – R$ 360. mensageiro e etc).P.496.05)) IRPF .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .33 R$ 200.00 35.00 200.00 250.00 NC NC 1.48 160.00 120.410.185.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.50 9.00 35.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.20 250.) Gratificação Natalina (8.00) R$ 1.) Gratificação para Descanso Anual (8.000.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3. I = (CTM – 360) / (1 .50 290.33 40.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.3% R.00 280.78 R$ R$ 27.54 200.Anotação de responsabilidade técnica .0%R.(0.Imposto de Renda (27.00) .P.00 5.00 60.56 36.906.00 R$ 30. água/esgoto.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.3% R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 290.275 + 0.

33 R$ 250.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.60 9.54 4.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.60 431.419.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 257.) Gratificação Natalina (8.00 50.00 80.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 NC NC 1.5% Custo Total Mensal – R$ 360.000.00 160.0% R.00 50.3% R.P.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.00) R$ 2.40 300.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.00 300.P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.Anotação de responsabilidade técnica .53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00) .233. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .48 200.3% R. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .05)) IRPF .00 173. mensageiro e etc).00 431.00 120. I = (CTM – 360) / (1 .33 60. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 416.Imposto de Renda (27.) Gratificação de Descanso Anual (8. água/esgoto.(0.15 R$ R$ 40.516.200.275 + 0.528.00 7.00 R$ 30.P.80 56.045.

00) R$ 3.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 R$ 30. I = (CTM .93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.00 360.00 120.669.00) .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 200.P.00 539.48 200.251. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. mensageiro e etc).000.00 4.00 330.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .00 NC NC 1. água/esgoto.00 50.00 50.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.500.3% R.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.33 R$ 320.360) / (1 – (0.89 160 R$ R$ 55.ART sobre serviços de R$/mês 4 .05)) IRPF .275 + 0.50 539.33 70.3% R.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Gratificação Natalina (8.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 9.77 78.P.393.Imposto de Renda (27.P.593. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .00 286.923.00 572.50 9.54 240. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. móveis e utensílios Aluguel e.00 173.5% Custo Total Mensal – R$ 360.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.Anotação de responsabilidade técnica .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.0%R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.

.. .. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... salários de empregados e seus complementos e etc... mediante comprovação pelo profissional..00) R$ 4. tais como. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências...... se for o caso. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . informática.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10. apresentação pessoal e etc..... I = (CTM – 360) / (1 ...(0.Imposto de Renda (27. R$ 25. em viagem.. experiência profissional.NC – Não computado . Nível de especialização. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente. • As despesas extras. incluir as despesas com: aluguel de escritório... cursos de extensão e especialização. Bem como.3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 .Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: ..275 + 0. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional. R$ 50..00 (até 5 anos de formado) 68.. mestrado e doutorado.666. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio.... trabalho em equipe...15 160 TRAINEE E JUNIOR .. serão cobradas à base de 33. pelo menos momentaneamente.661. competência interpessoal. condomínio........71 97.... por trabalhos prestados...05)) IRPF .5% Custo Total Mensal – R$ 360.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil.88 R$ R$ PLENO A MASTER . conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação..É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se... • Despesas com certidões.. pós-graduação...... Ou ainda.994. conhecimentos de línguas estrangeiras...

Paulo Roberto Vilela Dias 235 . e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. Entretanto. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. bem como. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. bem como. ou ainda. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. municípios ou estados.

2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.7 3.4 2. 15.50) 3. Industriais 4.8 2. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. (***) O projetista.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10. S = Valor vinculado percentual de referência.1 2.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.2 3.50 2.5 2.1 2.3 2. no mês da proposta.8 4. estudos preliminares.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES. dimensionamentos e detalhamentos. Cc = Custo convencional da estrutura.1 2.0 5.00 R$ R$ R$ R$ 6.6 3. Avaliam ainda encargos sociais. projeto legal. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.4 4. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.8 4. Comerciais e/ou residenciais 4.6 2.50 (de 2.2 3.8 (R$ por m²) 7. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.00 3.4 2.0 Edif.00) 6. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais. impostos. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.50 (de 3.2 3.50 (de 2.15.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.50) Inclui anteprojeto. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. fornecido pela Revista Construção.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.50 (de 16.1 2. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.2 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 2. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . As formulações são bastante abrangentes. Não inclui cálculo da fundação profunda.0 2. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.0 1.2.0 Edif. projeto executivo e orçamento da obra.2.8 4.00) 3.9 1.

.....5 11 10............. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3............ H = Honorários de projetos....2...5 11.......... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico. Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo.... Caso haja cálculo de protensão........ em quilogramas.... 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais......................8 9........ Industriais 12 11..................2 9... 15% 21a a 40a repetição .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%........................................... 25% 6a a 10a repetição .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%...0 As repetições integrais do projeto. incluindo os elementos de fundações. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.............0 10......5 9.................5 10 Edif.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%....... S = Valor vinculado percentual de referência. CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível....... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15......... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .......5 16 15.. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante........ 10% a partir da 41a repetição ..5 12 11....6 10. cortinas em subsolos dentre outros.02 m3 / m2.3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.............. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0..............2 9... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%....... comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12...........5 15 14 13 12 11 Edif...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%........ 35% 2a a 5a repetição ........ sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza....50........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ........ uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais. 20% 11a a 20a repetição ............................ como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16..

.80 1...... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar.......2........ entre 501 e 2000 m2 ..... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.....20 2. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ........ 2......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural............................... Em galpões industriais..........80 1....... Em galpões industriais......70 1......20 2.............. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2............ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%....... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%............ caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos . 35% 2a a 5a repetição ..70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ...................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%.. R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ......... Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.......... 10% a partir da 41a repetição ..... superior a 10001 m2 .........................00 1.....................50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .................... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição .................................. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas............................................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ......................4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%.......... 20% 11a a 20a repetição .......................50 2.. 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 .80 1.... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.......• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros...... 15........ entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%...00 1. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ...........00 1...50 As repetições integrais do projeto. Em galpões industriais.......... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas............................... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais............... 15% 21a a 40a repetição ................ 2.......... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis.........60 1..........................65 1.......... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ........... 2........................ 25% 6a a 10a repetição ............ entre 2001 e 5000 m2 .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%............... entre 5001 e 10000 m2 ..... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante............................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%...................... inclusive os elementos de fundações............................. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas..

* Caso haja instalações de água quente........... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.70 0.. entre 1001 e 5000 m2 .90 0......... INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .................. 2............... * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames............................................ * Caso haja instalações de gás..................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .............. Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica..... 1.....00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2..............60 0.................. entre 10001 a 20000 m2 .......................45 0..................70 0.............................. entre 1001 e 5000 m2 ......... alarme bitonal.... caixa separadora de fibras........ R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..........60 0..00 0... 2................ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.... entre 10001 a 15000 m2 ...... extintores de incêndio... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento..75 0..... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 .........................50 0......... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1....... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%.............................. 2.....50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..000. entre 5001 e 10000 m2 ............................ 2........00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2..55 0............................ entre 5001 e 10000 m2 ..... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500........... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo. Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 .. * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1.......... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento.......... iluminação de emergência................ entre 1001 e 5000 m2 ........ superior a 15001 m2 ... reserva de gás......... caixa de cloração................. Empresas e Profissionais .................20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .................................. * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares........ entre 5001 e 10000 m2 ................................................ o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.............35 0..50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .........30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático......................... superior a 20001 m2 ................. seta indicadora de saída........ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%......... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%... 0......................... entre 10001 a 20000 m2 ....00 por m2..50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..... 0..............................75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ..... superior a 20001 m2 ............... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios...40 0........ o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%..

... 10% a partir da 41a repetição .... 0....000.....000.000.... 20% 11a a 20a repetição ....................... 0........600.............................000.............................. 0.....00 De 1............000.00 0..000... 35% 2a a 5a repetição ........ derrocamento.............50 área acima de 10001 m2 .40 área acima de 10001 m2 .00 De 500.00 De 100.................. topografia e geodésia...12 3........000............000........00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..............2..........20 1... experiência do profissional...00 a 10....35 Edifícios comerciais área até 2000 m ..00 Acima de 10. periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação.000.000...000.............90 50......................50 área entre 2001 e 10000 m2 ........40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ...........00 0........00 0........ 0....00 0. pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas..............000. DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500............. 15% 21a a 40a repetição ...000...00 a 1..............00 0................. 0..............00 De 5..........00 a 100........600......INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ...... 0.......000........ tempo estimado na execução do serviço.. 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos.....................00 a 200......................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ......00 0......... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .65 250.00 0.........5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho....................000.00 De 50....70 área entre 501 e 10000 m2 .......00 a 5.....15 2..........000. grau de dificuldade e complexidade técnica da análise.....................07 8....00 a 500......000...... 2 15.......100.. 25% 6a a 10a repetição ..........00 De 200..............000.... dentre outras.......00 VALOR DO BEM (R$) Até 50..000......000........ valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade..............35 850................................. traçado de estradas.600...........

00 De R$ 7.001.300.00 1.00.000.00 a 1.000.00 De 3.00 2.00 De R$ 15.00 1.00 De 6.00 De 5.001.000.00 De 12.000.000.00 a 8.500.000.000.000.00 3.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.001.00 De R$ 30.001.000.000.00 De R$ 35.500.00.500.00 4.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.000.000.00 De 1.00 por cada R$ 20.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.000.00 6.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 a R$ 50.000.000.001.000.000.000.000.501.000.00 De 7.00 a R$ 15.00 De 8.000.00 a R$ 180.000.00 a R$ 120.000.00 De R$ 55.501.200.001.500.00 9.00 por cada R$ 20.00 3. prevalecerá este último.00 2.200.000.001.00 a R$ 85.000.00 De 1.000.000.000.00 De R$ 90.00 Acima de R$ 180.00 De R$ 85.000.500.000.00 De 2.500.00 a R$ 30.00 a 7.000.00 De 10.00 De 2.00 a 9.00 9.501.00 De R$ 25.001.00 De 4.00 De 9. mais R$ 200. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .00 a 4.00 HONORÁRIOS (R$) 800.00 a 2.00 a 5.000.300.500.00 a R$ 180.00 6.00 a 3.000.00 HONORÁRIOS (R$) 1.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 De R$ 120.00 6.001.000.500. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 a 10.500.00 a 6.00 a R$ 55.00 De R$ 50.00 Acima de 15.001.00 Acima de R$ 180. mais R$ 200.00 a R$ 90.00 a 2.500.00 a R$ 35.000.00 a 12.000.000.500.000.000.00 a 15.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

unid unid unid unid unid unid 300. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00012)0. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada.00 Banheiro completo unid 450. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 300.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.00 250.00 700.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. alvenarias.00 Sala de jantar unid 300. mesas e etc 15. esquadrias.00 200.00 100. simplificadamente.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 400.78 x 75 + 280.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil. pontos elétricos e hidráulicos. lay-out e ambientação.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 400. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 350. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas. revestimentos. piscina e sauna) unid 1. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 Lavabo completo unid 400.00 300. iluminação.00 200. camas. paginação. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.00 Quarto de solteiro unid 300. rebaixamento.500.00 300.00 Quarto de casal unid 300. Palestra e Conferência Aula: 1.00 Cozinha completa unid 600. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 . colunas.00 200.00 200.00 Área de lazer completa (churrasco.

Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.5 .Áreas até 50 ha .5 .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Áreas até 50 ha 11. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 + 0.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Áreas acima 50 ha 11.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .5 + 0.5 27.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas acima 50 ha 18. Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Áreas até 50 ha 18.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Diagnóstico Técnico. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .5 + 0.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .

Áreas com até 10 ha 20 .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Plano de Corte Florestal .Áreas com até 10 ha . viaduto.Áreas com até 200 ha 150 . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .

..800...00 800..000......00 a 15.... é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .00 2..500.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .00 a 600...00 a 200...500..000....100.00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto..000...........00 a 800.............00 a 7..000....00 a 10..40 10.000.00 0.38 400.200........00 0..000.00 0............000.00 1..500.000..200...00 1.....000..000...........00 0..001..00 0.001..000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1.000.200.88 1.......000.000....00 1.....00 1.39 R$ 1....00 0.47 5..93 200..00 R$ 1.000.55 3.......7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.000.001..00 1.00 R$ 900... R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600.000....550.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares...10 600.........001.. Projeto Básico ....000....43 7.000.000...00 0.000.......001...001..000.00 a 120.200.00 a 1....500.200..500...31 120.001....001. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 a 400..000.. Projeto Executivo .00 0...00 15% 10% 30% 15... Desenho Definitivo ..00 R$ 1.00 R$ 850....000.99 800...00 a 1...00 a 2.....000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.00 1.......00 0..00 1.00 R$ 1.66 2......000.001.000.000..00 2..00 a 3.000......00 1...00 a 5......77 1.....TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1......00 800..001....001.00 1.......001.

Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. sob a dependência e mediante salário”. Arquitetura. A Lei nº 4. cujo art. Agronomia. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . inciso V. Química e Veterinária. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. A Lei nº 4. de 22 de abril de 1966. a Lei nº 5194. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. 7º. Em 24 de dezembro de 1966.950 A.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. até 8 horas/dia.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. no seu artigo 82. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço.

= ( 6 x 1. = 10. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S. = R$ 1. Empresas e Profissionais S.P.M.P. = 6 x R$ 200.00 pôr mês OBS.00 S.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal. = R$ 1.50 ) x salário mínimo S.M.00 S.5 x R$ 200.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.M.M. = 9. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.00.M. = R$ 1.M. = 7.M.5 x salário mínimo S.50 x R$ 200. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.M.800.100.P.P. as horas excedentes serão consideradas horas extras.P. = 9.: Após 44 horas semanais.50 x salário mínimo S.00 S.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.M.P. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S. = 6 x salário mínimo S.P. de 5 de outubro de 1988.0 x R$ 200. = 10. acrescentar 50% às horas extras.P.M.200.P.50 + 1.00 S.P.M.P.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 . Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P.25 ) x salário mínimo S.00 x salário mínimo S.M.M. = ( 6 x 1. = ( 6 x 1.P.M.M.M.P.P.500. = R$ 2. = 7.P.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

18
O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. CNPJ. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. nomeação. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. encaminhar sempre objetivamente. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. 18. não assumir compromissos extra-contratuais. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. COMO CONTRATADO(A). e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. atualizado pelo menos semanalmente. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. com firmeza. não improvisar métodos. representado(a) por (nome. DO OUTRO. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. prazos e exigências do contrato. • não admitir postergações na medição de serviços executados. cargo ou função. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. preços e condições de pagamento. CPF. identidade. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. procurando cumpri-los e até antecipá-los. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. Empresas e Profissionais . (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. referência à legislação. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. DE UM LADO. e endereço). se for o caso. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. não admitir interferência nos métodos executivos. as reivindicações de métodos. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. prazos. Medições • manter registro permanente. equipes ou equipamentos inadequados. COMO CONTRATNTE. atos constitutivos. além do especificado. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. na época oportuna. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. • cumprir rigidamente as normas.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. (nome.

ou das especificações e disposições contratuais.. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). acréscimo ou decréscimo.. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. representada(o) por (nome. legislação estadual e/ou municipal complementares.... tem.666. a empresa ou profissional (nome.. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários).. bem como pelas normas.. obedecendo no que couber. referidos na Cláusula anterior.. expedida pelo CREA. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. identidade. de outro lado. poderá ocorrer. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. ou. modificação. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. no caso de sua extinção. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . se for o caso). aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento..1993.. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. CPF.666 de 21. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. cargo ou função. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). endereço). variação.06. constituição jurídica. serão pagos no (.. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). ajustado o presente Contrato. Empresas e Profissionais .. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . CNPJ. entre si.) dia. portador da carteira profissional nº . em sua substituição. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. regulamentos.. efetivamente executadas e aferidas. e referência de outorga de poderes. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.eleição.. cuja lavratura foi regularmente autorizada por ... salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. independentemente de transcrição.

a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer..) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo... calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. que integra o presente instrumento. dele decorrente... correndo a despesa. pelo número de dias de antecipação. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a CONTRATADA prestou caução.. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.. serão concedidos descontos de 1% ao mês..). os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato... Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. observados.). Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos.. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos. e a data do seu efetivo pagamento. expressa em forma decimal pelo índice (.Ordem de Serviço..Conselho Regional de Engenharia. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança.).) no valor de (. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8. efetivada em data de (.. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8. um total correspondente a (..Anotação de Responsabilidade Técnica. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . aplicada uma só vez em cada ocorrência..666/93. notas de empenho e demais indicações pertinentes). acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês.. permanentemente.666/93. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. Empresas e Profissionais .Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. durante a sua execução. exclusive..666/93. conforme norma do CREA . rubricas.. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. sob a modalidade de (. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.. se houver.) (... Agronomia e Arquitetura... pelo número de dias de atraso. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.) dias consecutivos (ou corridos). até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART ..

) vias.. juntamente com as testemunhas abaixo. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (.. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO. de comum acordo. por estarem justas e acertadas.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL . ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. exclusive. com renúncia a qualquer outro. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. Vitoria. E..sive. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . o Foro da cidade de (..666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. por mais privilegiado que seja... • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.666/93.

DE 29 JUN 1973. LEI N.SEAT SA . COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.Multiservice Engenharia Ltda . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .569.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda .ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. desde 2000. palestras. DE 24 DEZ 1966.º 5. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.º 218. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.º 23. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos.American Association of Cost Engineers. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.Engesul – Construções e Projetos Ltda .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.DE 11 DEZ 1933.194. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N.Construtora Affonseca SA .

3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos. associados ou não.com. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.org.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.org.br). em Gestão em Construção Civil e MBE .org. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.br www.ibeccustos.ibec. e-mail: andrea@crea-rj.br .crea-rj.br www.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF . Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.

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