Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

..... 259 15. 20........ 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18....... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14.. A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos.........13..... 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16......2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ............ Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos. PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ....................1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ...... do mesmo autor..... 15..............6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ..... 269 18.... 269 18... sobretudo nos últimos quatro anos................. O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ...................... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates.........3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ........................ 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19.................1 ANÁLISE DO CONTRATO .............. 235 15..7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .. 255 15......3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL .. projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis.. 235 15................ 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE ....... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho.......................... Neste fim de século..........................................................5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ............................crea-rj................................... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos.....2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS .........4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ..........5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS .. 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ... CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL...........6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ............................................. através de palestras......... 252 15............................................4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ........................................ 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M...... por isso é fácil entender porque......................... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos...... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais............................. tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001........ em especial.............. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega....org................................. O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia................................... sempre contando com o apoio do IBEC......................br ........................... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ........................ 205 13... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................. cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia.......................... 197 13................... 203 13. 17...... publicado em fevereiro de 1999....... QUALQUER ESPECIALIDADE . já este ano...... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática... 236 15...................... principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões. 249 15.................. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www........ 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ...............................

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . Profissionais e Empresas”. entretanto. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. 1. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. A segunda parte é dedicada aos autônomos. Este documento é. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. Rio de Janeiro. do capítulo 12 em diante.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. escrever. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. por certo. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. pesquisar. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. do capítulo 1 ao 10. Lembramos. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. ainda. A dedicação à vida profissional. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. 1 INTRODUÇÃO 1. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. os dias da semana. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. Assim. entretanto. as semanas do mês e os meses do ano. inclusive trabalhos autônomos. Pedro Paulo e Julia. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. arquitetos. E os anos passam. a metodologia aqui exposta irá.

Além disto. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. Caso se adote qualquer destes critérios. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. preços unitários ou por empreitada integral. bem como. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. quando prestado para órgãos não governamentais. gerando preços de venda normalmente exagerados. Aconselhamos que. bem como. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. assim. consultorias ou assistência técnica. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. fiscalização ou acompanhamento de obras. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. Assim. residências unifamiliares). Entendemos. preço global. laboratoriais. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . para o caso de orçamento de obras civis. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. e principalmente. isto é.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. ser oportuno. gerenciamento de empreendimentos. do faturamento bruto. os usuários. por convicção.interessante. pequenas construções (por exemplo. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. não se encontra desatualizado como alguns autores que. em grandes empreendimentos. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. equipamentos (topográficos. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . projetos básicos e executivos de qualquer natureza. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. supervisão. por exemplo. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. com um pouco mais de dificuldade. ou seja. computadores e impressoras). materiais. hora técnica individual ou coletiva. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a despeito de que com este critério ora descrito. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. a serem aplicados sobre índices de custo. serviços por administração. ou seja. principalmente. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. principalmente. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). 1. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. porém. percentuais do valor final do empreendimento. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. também. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho.

• 1. que não tem valor para pagamento. Obviamente. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. entretanto. É utilizado. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. ou. É comum.3. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. porém. garantem que a proposta de preço.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. entretanto. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. poderá ser apresentada justa e adequada. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. softwares. e sim. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. como preços unitários. Neste caso. pode-se determiná-lo por mês. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). ainda. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. e ainda. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. Estes serviços. algumas vezes. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. a ser definida pelo executor. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. para estes casos. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. que são denominados de despesas reembolsáveis. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. caso contrário. aparelhos de topografia. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. microcomputadores. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. Isto é. podendo ser de um ou mais profissionais. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Os itens constantes da planilha de quantidades. também. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. estes estando de bom nível. Assim. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. portanto.

Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. apenas. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. segundo o contrato. emprego de microcomputador. apresentado no ANEXO 1. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. então. motocicletas. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. pois. tais como. portanto. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. Os produtos a serem elaborados. na forma de medição dos serviços que será efetuada. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. Caberá. preço global. principalmente. 1. bem como. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). recebe como prêmio uma parcela. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora.5. 1. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. sistema misto e hora técnica.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. e devem ser computados os custos. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. quando for o caso. comunicações. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. proporcional à redução de custo obtida. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). podendo ser adotado o formulário citado anteriormente.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. pick-ups e caminhões microcomputador. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. 1. além dos encargos sociais. sua cronologia de emissão. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. preço unitário. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. todas as despesas indiretas. os encargos financeiros e o lucro da empresa.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. a administração central. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias .3. inclusive lucro previsto. ou seja. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. previamente acordada. Empresas e Profissionais 1. impressora e acessórios de informática. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. despesas gráficas e despesas diversas. quilometragem.

. principalmente. armários. em função do tipo de serviço. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 .• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. papel. Pois.despesas legais.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. . compra e etc da sede da empresa.5. nível. comercial. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não.). borracha. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . balizas e trenas laboratórios de solo.fianças bancárias ou cauções. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. televisão. viagens e estadia do pessoal. entre outras despesas.despesas de legalização do contrato. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. materiais de segurança e etc. gastos com comunicação: central telefônica.eventualmente. e não existe nenhuma dificuldade por isto.vale transporte . concreto ou asfalto. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. ou conforme a exigência do cliente. • Encargos complementares.encargos trabalhistas . alvarás e outra taxas municipais. diárias da equipe técnica. teodolito. • Administração central. uniformes. cafeteira e etc. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. materiais de escritório (lápis.despesas com impostos.benefícios (seguro saúde. na maioria das vezes.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. representa o custo da sede da empresa. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. 1. licitações. financeiro. estaduais ou federais. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. e caberá.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). móveis e utensílios (mesa. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. cadeiras. .aluguéis de imóveis ou veículos. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. em função da facilidade de se declará-los. aluguel de copiadora. inclusive ART . temos: . Entretanto. . . • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. vale refeição e etc) . que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. . ar condicionado. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. inclusive respectivas contas periódicas. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência.

7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. Portanto. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. com sua cronologia. Hora técnica individual ou coletiva. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. microcomputadores e acessórios.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. 1. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. Encontramos multiplicadores para salários. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. despesas gerais. combustível. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. assim. Empresas e Profissionais .DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cartucho de impressora. consiste na identificação clara dos seus objetivos. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. garante a uniformidade das propostas. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos.

Como descrito anteriormente. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. através de formulários pré-estabelecidos. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2.HORAS TÉCNICAS 1. evitando-se desgastes em futuras negociações. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . assim. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. objetiva e com o maior detalhamento possível. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. É interessante. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Será obrigatório montar esta planilha.

bem como as características mínimas exigidas para cada uma. a mão de obra é o fator preponderante do custo total.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. posteriormente. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. Empresas e Profissionais . Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. entretanto de modo geral. são difíceis de serem adotadas na prática. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. bem como. no entanto. Assim. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. portanto. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. é o que efetivamente deveria ocorrer. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. Aliás. sem. usando a nossa experiência no assunto. entretanto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. da fiscalização do contrato. portanto. Entretanto.

NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações.da em qualquer situação.2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 . bem como.NÍVEL A CONSULTOR .1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . 2. Portanto. 2. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. principalmente.NÍVEL B CONSULTOR .

mestrado e doutorado. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. conhecimento de línguas estrangeiras. uma vez que cada cliente poderá. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. que na ausência de classificação oficial. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. coordenação ou gerência. Ou ainda. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. Cabe realçar que devem ser consideradas. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação.NÍVEL A CONSULTOR . coordenação. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. outras referências. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. Contudo. apresentação pessoal e etc.NÍVEL B CONSULTOR . Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. tais como. cursos de extensão. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. na avaliação profissional.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. pósgraduação. Empresas e Profissionais . a seu juízo. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. gerência ou diretoria. informática.

com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com bons conhecimentos do software CAD. elétrico. mecânico e etc). SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. Deve possuir. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. experiência inerente à profissão. elétrico. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. hidráulico e etc). CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. elétrico. com diploma de curso técnico. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . ainda. mecânico e etc). CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização.especializada em questão de natureza bem específica. com diploma de curso superior ou técnico. com experiência entre 10 e 15 anos. com experiência entre 5 e 10 anos. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. ainda. Deverá ser engenheiro com renome regional. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com ou sem diploma de curso técnico. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. civil. civil. experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. com diploma de curso técnico. mecânico e etc). capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. Deve possuir. experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência. mecânico e etc). experiência inerente à profissão. elétrico. ainda. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. mecânico e etc). TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. ainda. Deve possuir. experiência inerente à profissão. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 2 anos de experiência. com diploma de curso técnico. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. com ou sem diploma de curso técnico. elétrico. com pouco tempo de experiência nesta categoria. Deve possuir. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 15 anos de experiência. com experiência entre 2 e 5 anos. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. Deve possuir. mecânico e etc). ainda. ainda. porém. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. Deve possuir. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com integral conhecimento do software CAD. Possui. civil. experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 15 anos. ainda. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. LABORATORISTA – profissional de nível médio.

mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL SENIOR . AINDA. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. PROFISSIONAL SENIOR . DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração.2. a não ser nos dois últimos casos.1. sendo que com experiência acima de 8 anos. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. • Evidentemente. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. sendo que com experiência acima de 12 anos. 2. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. Os valores apresentados não são cumulativos. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. 2. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . Paulo Roberto Vilela Dias 29 . OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. por exemplo. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. sendo que com experiência acima de 5 anos. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau.

porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos.1. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. BENEFÍCIOS. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. – Consolidação das Leis do Trabalho. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. preferencialmente.3 SALÁRIOS. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 .T. 3. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. VALE TRANSPORTE.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. no entanto. ENCARGOS SOCIAIS. ou através de pesquisa de mercado. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. 3.L. e ainda. ou outra forma de aferição desses valores. Devem ser considerados. principalmente.

2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. bem como. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. portanto. ainda. além do vale transporte que é previsto em lei. Entretanto devemos considerar. tais como. isto é. Deve-se considerar. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados.5 horas por semana (ou 8. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. rotatividade média da mão de obra. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. seguro saúde. que são pagos aos empregados complementarmente. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. ainda. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. no máximo. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. atualizada. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. etc.1.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. etc. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. ainda. já que. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. ou seja. 3. auxílio-alimentação. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. Paulo Roberto Vilela Dias 33 .5 horas por dia. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. bem como. um total entre 170 horas de trabalho por mês. se possível por região. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. Deverão. Entretanto. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. devendo ser calculado como um percentual deste. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. isto é. Para este caso considera-se. por hora ou por mês.

isto é. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e assim. SESI ou SESC. um total de 365 . que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. seguro contra risco de acidentes no trabalho. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. e principalmente.295 horas efetivas de trabalho por ano.5 horas. SEBRAE.5 hs por dia = 42. combinações entre estas e etc. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. aviso prévio remunerado ou não. perfazendo um total de 8.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. por exemplo.de 2ª feira a 6ª feira .3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. 3. FGTS. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. Entre esses itens estão. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. • Assim completamos a jornada semanal com 42. férias: por lei são 30 dias. • no sábado não há expediente.1. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. totalizando. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . e. portanto temos a considerar apenas 48. feriado. para a construção civil. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. porque: . sábado. segundo a rubrica 507 do IAPAS.5 horas de trabalho por dia (42. bem como. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. domingo. 2. noturna. Assim temos. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. com uma hora de intervalo para almoço. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. entretanto. A apresentação da metodologia segue a classificação usual.5 horas semanais. SENAI ou SENAC. devem motivar pesquisa própria. conforme determina a lei. Entretanto.5 horas por dia. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos.5 horas diárias.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. os seguintes encargos: INSS. então. tanto para horistas quanto para mensalistas. portanto. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. englobando entre outros. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. INCRA. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. sendo 8. portanto. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. descontados os do período de férias. Para se definir o valor de 8.no Sábado 5 dias x 8. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano.5 horas 0 horas TOTAL 42.

enquanto.5% a.787/89 de 30/06/89. por ocasião da promulgação do R. neste caso.466 de 14/05/67.787 de 30/06/89. mas.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. apurada pela Previdência. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. instituiu o percentual de 2. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sofrendo adicional.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.P.20% a.6% 2. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. 497 e 502 da C.75% do INSS sobre 13º salário. publicada no D.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.1) Lei n° 7.5% 1. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. englobando ainda.. a. 477 a 486. classificando-o como Grau III . FGTS – 8.Riscos Graves.U.2% 0.0% a. INSS . 4. individualmente considerada. (Regulamento da Previdência Social).T. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. que acrescenta 0.S.0% sobre os empregados.0% do salário família.080 de 24/01/79. Acidentes de Trabalho .8%. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.30 x 0. não são onerados pelas leis do GRUPO A. Estes adicionais. 449. não foram considerados no presente estudo.5% a. em relação à empresa.0%. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. por serem próprios de cada empresa. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário.0% 0.O. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. 2. 0.3.2) Decreto n° 60.S. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . em 03/07/89. podendo variar de 0.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses.4) FGTS – Artigos 439. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.4% do Funrural e 0.3% do salário maternidade. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.06) = 0.L.9 a 1.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). Decreto n° 59.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.P.

enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.20 x 0. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. 67. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. na prática. 70.P. o que se observa no setor da construção é que.T. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário.L. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11.50 x 0. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 .9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. Caso fosse considerado como encargo social. (Consolidação das Leis do Trabalho). com redução das duas horas diárias estipuladas.155 de 03/11/65.785 de 28/11/67. capítulo III . que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. 383 e 384 da C. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.03 = 0. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. Sabemos ainda. abordou a matéria.090/62 de 13/ 07/62. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. entretanto. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. regulamentada pelo Decreto n° 57.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4.Seção II. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.L. assim. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. 382.S. Entretanto. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. 71. 307. Por fim. e ainda. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.T. são considerados 30 dias corridos de férias por ano.. portanto repercutindo. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. acima referido.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. 72. sobre férias e 13° salário. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. de acordo com a Constituição.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. e que essa atividade é sistemática. será incluído nos custos indiretos. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo.

º 59. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.08 x 11. almoço .820 de 20/12/66. a critério da empresa.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. 3. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. em caso de demissão do emprego. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.97 = 0.3. os benefícios previstos em lei. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. Assim sendo. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas.1 = 0. • seguro de vida.9 = 4. óculos e etc) • alojamento • .50) x 0. ainda. sobre o 13º do funcionário.1.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.03 ÷ 0. ou ainda. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. Corresponde ao pagamento de 7.8% Podemos considerar. • vale transporte. FGTS sobre o 13° Salário = 0. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. lanche ou jantar).1 = 1. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0.1. em função do valor do salário. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS.82% a 11. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. botas. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. cintos. • assistência médica.50 x 8.0%.80 = 6. incluirse-á esta parcela neste grupo. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio.9% 3.09 x 11. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.

80 = R$ 64. definimos como sendo de 50%.000. ainda.00 x 0.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos.00 / R$ 1. conforme abaixo: . • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4.00) / R$ 1. Assim.00 cada pessoa).77 = R$ 1. portanto o custo é de R$ 75.770. como informação genérica. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.00.00 / R$ 1. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.2% Em alguns contratos. corresponde em média a 0. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.06 = R$ 24.00 x 20 dias x 0. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1.1% da folha salarial e encargos sociais.80 (dois ônibus por viagem). teremos o valor de R$ 3. vem: R$ 75. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. porém.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150.R$ 24.00 = 4. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4.770.6% da folha salarial e encargos sociais. como por exemplo.770. os Encargos Complementares.00 .00 = 3. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional.60 por dia. • dois dependentes a R$ 50.00 .00 por funcionário dia. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço. Empresas e Profissionais .00 O vale transporte não é um encargo social.2% da folha salarial e encargos sociais.00 por funcionário mês. aqui considerado igual a 77%.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4. o preço da passagem igual a R$ 1.000. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. entretanto.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. entretanto. • seguro de vida.valor mensal do vale transporte: R$ 3. então. se considerarmos.00 (R$ 72.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.770. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia.60 x 20 dias úteis = R$ 72. assim.desconto sobre o salário: R$ 400. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.2% R$ 64. é necessário.00 . podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.00 x 1. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.00 = 3.

5% • diversos (ticket combustível. prorrogação por igual período. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação.65 9. portanto. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada. 3.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos.00 De 600.00 De 715. incluindo. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. assim.5 2.019 de 03/01/1974. usufruindo de todas as sua vantagens. Nesta modalidade de contratação. assim.0 0. auxílio refeição e seguro saúde. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.6 1.00 De 429. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. portanto.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. que é regida pela CLT. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. 3. Observa-se que o profissional é regido pela CLT.01 a 600. admitindo-se.00 11.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . ainda. seguro odontológico e etc). caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra.01 a 1. raras vezes. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica.2 3.65 8. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.1 2. quando do encerramento do contrato. até 2.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. Nesta data. a taxa de administração e o lucro. ainda. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica.01 a 715. Lei nº 6. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra.430 % 7.0 13. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . Entretanto. além dos citados anteriormente. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS. todos os encargos de lei para estes serviços. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. 2.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

0 0.8 14.Ressalta-se que ao valor adotado acima .0 2.0 0.7 11.2 125.0 11.1 22.9 37. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .4 6.0 0.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.0 85. 23 dias . FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B . 4.0 11.C ) .2 0.08 * H 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 1.1 5.8 1.0 8. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 9. bem como .0 9.5 3.3 30.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.1 0.0 8.5 0.0 2. 2.5 1.8 1.0 1. seu valor em cada caso .5 1. 4.6 6.0 12. nas grandes cidades.5 0.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.0 1.09 x H 0. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.97) H 1 / 11 * 100 0.Contra Acid.0 8.50 * 8.9 0.6 2. 3.Resc. seu valor em cada caso .2 20.E .6 6.4 6.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.015 * 0.D .3 59.8 4.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.Considerou-se em média 8.5 17.3 22.50 * 8.5 1.4 2. 5.6 1.8 0.5 17.0 1.7 0.1 4.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .5 1.5 ( E + 0.0 0. 2.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep. isto é .1 0.5 1.8 4. 3.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .5 0.9 103.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.2 0.0 12.6 2.2 0.09 x H 0.Resc.6 1.015 * 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .Remun.0 11.Trab.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.0 0. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte. nas grandes cidades.1 4.Trab.Ressalta-se que ao valor adotado acima .5 3.1 4.1 4.Remuner.5 20.5 3.8 14.9 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .Seman. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .Seman.5 horas de trabalho por dia.8 Repou.6 2.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.0 0. 23 dias . isto é .( B .Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.9 0.6 2.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.3 73.9 0.Contra Acid. 5.5 3. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.5 0. bem como .08 * H 37.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.2 0. FGTS Salário Maternidade Repou.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.4 2.0 1.1 5.8 0.0 8.

é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. isto é. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 .1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. Entretanto. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. fundamentalmente. definir o número médio de dias úteis por mês. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. assim. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. Em realidade. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. Depende. também.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. caberá ao engenheiro orçamentista.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. por mês. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. a qual se deve dar total atenção. também. deve considerar a época de realização do serviço. De um modo geral.

assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. bem como.5 horas trabalhadas por semana. portanto. assim. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. isto é. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . o período de execução do contrato é muito importante. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. de acordo com o sindicato da categoria = 8.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. considerando-se 8. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. podemos considerar um total de 42. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. O que ainda não é de todo verdade. entretanto.5 horas diárias de trabalho.rial descritivo ou do edital. sabendo-se que em média temos 4. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. pois. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. sendo da ordem de 160 a 166 horas. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. está mais próximo da realidade. com intervalo de 1 hora para almoço. o que segundo estatísticas conhecidas.5 horas para semana de cinco dias úteis.5 horas.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. 44 horas. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. 4.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. da região de desenvolvimento dos serviços. Logo.14.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. Considerando-se.

faltas abonadas. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. ou ainda. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. entretanto. de 2ª a 6ª feira. feriados. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. para bem aplicar às propostas de preços.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. cabe ao engenheiro de custos. por folha específica de apropriação de hora técnica.5 = 164 horas de trabalho por mês 4.1 Medição Em contratos destes tipos. podemos considerar o seguinte: • preço global.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. isto é. ou até um pouco inferior. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas.2. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. 4. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. temos: 20.5 horas por dia. formas de cálculo e de medição. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. ou seja. Assim. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos.3 x 8. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. Entretanto.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. temos que: 19. 4. Assim. e comumente ocorre. normalmente. não se consideram férias.

salienta-se que para o cálculo da hora extra. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. igual a 70%. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra nos feriados. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas.27 x 1.hora. das 6:00 até às 22:00 horas. ocorre o que se denomina como hora extra.Calcular a hora extra.28 semanas por mês = 188. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2.00 horas por mês = 220. Hora extra noturna. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 .7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. realizada em numa 2ª feira. Hora extra aos domingos. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. das 6:00 até às 22:00 horas.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. Hora extra aos sábados. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Hora extra noturna aos domingos.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. assim. Entretanto. após às 22:00 e até às 06:00 horas. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira.00 ÷ 220 = R$ 2. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. para cada um dos tipos apresentados anteriormente.00. entre 18:00 e 21:00 horas. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. Hora extra noturna aos sábados. Entretanto.00. Hora extra noturna nos feriados. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. após às 22:00 e até às 06:00 horas. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. assim. das 6:00 até às 22:00 horas. de uma maneira geral.

200.200. Solução: Trata-se de salário hora normal. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. Empresas e Profissionais . poderá ser configurado o vínculo empregatício.2 . existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. entretanto. que são: profissionais autônomos.72 x 1. • cooperativas de trabalhadores.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. Anteriormente.00 ÷ 220 = R$ 5. porém.00. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.72 Hora noturna = R$ 2. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5. caso contrário. SERVIÇOS DE TERCEIROS. noturno.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. cujo salário mês é de R$ 600.Calcular a hora extra noturna. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. no Capítulo 3.00.46 x 2 x 1. isto é.25 Hora noturna = R$ 3. entretanto.00. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. • serviços terceirizados. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • 3.200. Assim. Salário hora = R$ 600. através da contratação de pessoas jurídicas. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.00 ÷ 220 = R$ 2. 5.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. isto é.

40 286. Arcará.287.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. Entretanto. desde que acordado entre as partes.00 20 7 24 1. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. Nesta data. que emitirá nota fiscal ou fatura. porém.144.Imposto Sobre Serviço. ainda.115. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo.00 Alíquota isento 15% 27.00 R$ 158. 5.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.058. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. nesta data (maio/ 2002). que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 .01 a R$ 2.20 228. quando inscrito. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS .430. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.99 20 8 36 1. É legal deduzir. pensão alimentícia judicial e R$ 1.000.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. que é bastante oneroso.00 20 0 1. porém. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. a tabela do imposto de renda na fonte.80 257. Os impostos sobre o faturamento (ISS.058. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. IR .00 De R$ 1. PIS.00 20 6 12 858. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada. ainda.115. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.01 20 9 36 1. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.00 por dependente.058. podendo haver restituição ou imposto a pagar.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. COFINS. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. caso o profissional não seja inscrito no INSS. Ao profissional caberá.00 171.70 Acima de R$ 2. o pagamento do INSS. ainda. Entretanto.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.00 R$ 423. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.60 200.

. o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%. 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...................... seguro pecuniário.. seguro saúde e etc... e ainda..... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.. entretanto.. demais custos diretos e indiretos......... O vínculo do contratante é com a cooperativa.... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) ... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente... 6% TOTAL (Média) . As taxas de administração das cooperativas estão.... 1 e artigo 174 – parágrafo 2....... Com a adição do imposto sobre o faturamento.. 36. bem como..... ou seja.. ” e do artigo 24 do Decreto nº 22...... cap.de 05/10/1988 que no Título VII . contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e .. outros benefícios.. entre 8% e 12%................. e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços...239.. Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa. sempre através da própria cooperativa........ conforme tabela anexa..... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição. Nestes casos. seguro saúde.... COFINS e PIS)............... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS.. seguro pessoal.. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante...... a empresa contratante poderá oferecer............. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 .......... que é uma pessoa jurídica convencional. tais como. da taxa de administração da cooperativa... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .. nesta data.. ticket refeição.....5% vale transporte..... aplicáveis sobre a taxa de administração..... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato... Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos.. conforme acordo com cada cooperativa. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços.

incluindo todos os impostos. os seguintes dados: descrição detalhada do item. 6. com no mínimo três fornecedores distintos. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. após a elaboração da planilha de quantidades. principalmente. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. uma vez que apresentam valores de compra elevados. embalagem e etc. • prazo de entrega e disponibilidade. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. • preço de fornecimento. • condições de pagamento. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. por fornecedor. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. frete. Da pesquisa de mercado. deve constar.

incluir substituição de cartuchos. deverá efetuar cotação no mercado para locação. TELEVISÃO. como. isto é. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. muitas vezes. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. devem ser computados os valores necessários. FILTRO. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. tais como: MICROCOMPUTADORES. em cada situação. outros fatores. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. por exemplo. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. combustível e etc). IMPRESSORAS. Aconselha-se que quando for o caso. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. VÍDEOCASSETE. ARMÁRIOS E ETC). papel próprio para impressão e etc.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. CADEIRAS. entretanto. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. ANTENA. TV. SOFTWARES. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. ou seja. são reutilizados em vários serviços distintos. PLOTERES. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. Assim. No caso da empresa não possuir o bem. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. no caso de impressoras. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos.

Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.000.000.00 2. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00) ÷ 30 M = R$ 250. por exemplo. temos: D = 15.12 ÷ 12 J = R$ 150.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 x 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.000. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.5 x 15. no valor de R$ 15. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.00 ÷ 24 D = R$ 83.00 ET (mês) = R$ 500.00. no valor de R$ 2. conforme informado anteriormente. temos: J = 15. EXEMPLO PRÁTICO: 1.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 + R$ 250.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração. assim temos: ET (hora) = R$ 900. Para veículos. temos: D = 2.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo.00 + R$ 150.000. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.000.000.00. com substituição de peças e componentes). ET = D + J + M M = 0. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .00 ÷ 30 D = R$ 500. podemos.00 ET (mês) = R$ 900.

temos: J = 1.99 3.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 + R$ 41.00 ÷ 18 J = R$ 20.5 x 1.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0. por exemplo. assim temos: IL (hora) = R$ 168. podemos.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.12 ÷ 12 J = R$ 18.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.000.00 M = 0.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.33 + R$ 20.67 M = 0. no valor de R$ 1.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 IL (mês) = R$ 100.12 ÷ 12 D = 1. podemos.00 + R$ 18.00 MC (mês) = R$ 83. por exemplo. 18 meses.00 D = R$ 100.85 M = R$ 50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .00 IL (mês) = R$ 168. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.5 x 2. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.800. temos: J = 2.00. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 x 0.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.800.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 M = (0.800. assim temos: MC (hora) = R$ 145.000. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.00 + R$ 50.00) ÷ 24 M = R$ 41.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.800.00 x 0.

no valor de R$ 800. temos: D = 4.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.5 x 800.67 + R$ 6.00 x 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.00 x 0.00 ÷ 36 D = R$ 133.00 ÷ 60 D = R$ 13.17 5.800.4. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. por exemplo. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.67 CAFÉ (mês) = R$ 26. podemos.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.10 ÷ 12 J = R$ 40.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ). SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00) ÷ 60 M = R$ 6. temos: J = 4. temos: D = 800.33 + R$ 40.00.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).67 SW (mês) = R$ 173. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .00.10 ÷ 12 J = R$ 6.800.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. temos: J = 800.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.33 + R$ 6. no valor de R$ 4.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.800.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.

arquivo metálico no valor de R$ 150.00.00 x 0. assim temos: SW (hora) = R$ 173.50 M 6. temos: D = 450. temos: D = 3. estufa para marmitas no valor de R$ 300. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.00 cada. conforme dos itens relacionados abaixo. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. por exemplo.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. assim temos: MOB (hora) = R$ 100. armários fechados no valor de R$ 240.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00 cada. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.750. podemos.00.50 + R$ 37.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .750.00 ÷ 60 D = R$ 62.59 7.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00.750.00. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. por exemplo.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0.12 ÷ 12 J = R$ 37.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120. temos: J = 3. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. geladeira no valor de R$ 800.00 cada. podemos. cujo valor de aquisição é de R$ 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. no valor total de R$ 3.00.00 cada.00 cada.

50 + R$ 6. podemos. temos: J = 450.5 x 450. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.25 RADIO (mês) = R$ 23.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.50 + R$ 4.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.12 ÷ 12 J = R$ 4. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.25 PREÇOS M = (0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.14 Unitário Total M = R$ 6.D = R$ 12.00 x 0.50 M = 0.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. por exemplo.

motocicleta e carros de passeio. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação. ônibus. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.2. ou seja.2. 7.1.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.

Neste caso. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso.2. ou seja.Mão-de-obra. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. que é utilizada nas composições de custo. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo .1972.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. compreendendo duas parcelas. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. ainda. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos.1.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. DEPRECIAÇÃO E JUROS . Existe. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. 7. Normalmente. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. e ainda. sua utilização em operação normal. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER .R)i ÷ (1 + i )n .2. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. quando for o caso. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. ou seja. isto é. de motor ligado. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. 7. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. operador de máquinas e auxiliares. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. a seguir resumido. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. nestes casos.1. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . o tempo de espera para entrar em operação na equipe. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. que representa o custo improdutivo. denominado custo produtivo. enquanto que o custo improdutivo.1] .3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. Empresas e Profissionais . daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. para estimativa de custo.

333 1.1)]. gerador. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .500 1. carregadeira de esteira ou pneus. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.500 1. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. dumptor. usina de asfalto. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.78 49.78 149.19 31.24 120.1] Fazendo-se (1 + i) = q.Considera-se o valor residual nulo. Considerando-se o valor residual nulo.000 1. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.666 1. moto-escavo transportador. durante a vida útil dos equipamentos.1)) ÷ (qn . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .24 20.250 1. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros. Vo sendo que a expressão [(qn (q .19 131.90 137.63 26.000 5 6 6 6 7 2. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado. rolo de pneus pressão variável.333 2. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.00 115. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.63 126.1)] .000 4 2.96 6 2. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.00 15.250 1.000 2.1)) 100 ] ÷ (qn .000 6 1.90 37. ou horas trabalhadas durante esse período. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.000 3 1.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.77 143.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.750 horas anos r = [ [ (qn (q . Multiplicando-se a expressão anterior por 100. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.1)) ÷ (qn . a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n . motoniveladora.77 43. constantes da tabela a seguir.000 1.

conforme tabela anterior. lavagem . • pneus. parafusos.000. h = horas trabalhadas por ano. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. uma pick-up.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. conforme tabela anteriormente apresentada. Assim. moto-escavo transportador.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. dumper. regulagem. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. correias. rolo de pneus pressão variável. n = vida útil em anos.01874 Distribuidor de asfalto 0. gerador.01148 Serra circular 0. DJ = 35. carregadeira de esteira e pneus. usina de asfalto. escavadeira 0. pick. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . usina de solo 0. diretamente. limpeza.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. ou seja. etc.01499 Acabadora de asfalto 0. trator de pneus. rolo liso vibratório e rolo liso 0.01027 Conjunto de britagem 0. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100).01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0.000.. incluindo materiais.02103 Betoneira 0.01148 0. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. gastos de oficina e mão-de-obra . trabalhando em condições médias. caminhões basculantes. • reapertos. sem material rodante. câmaras de ar.01530 Tanque pré-aquecedor 0.01319.up e veículo de passeio 0. para fins de previsão. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.01802 Tratores de esteira. esteiras. por exemplo.01249 Rolo pé-de-carneiro. lâminas. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. cantos.02010 Vibrador de imersão 0. pintura. com seus respectivos encargos sociais. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.00.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa.01319 0.01577 Compressor de ar. k = coeficiente de proporcionalidade.00 x (0. a percentagem de depreciação e juros.02523 Bomba mecânica 0. peças e acessórios de reposição. motoniveladora.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

........... que esta proporção se mantenha constante.80 = R$ 2...80 0.......000..00 0.. 0. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira.. inclusive.. com 92 HP de potência.....90 0..90 0... • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante. pá carregadeira..... temos: M = [35. grade de discos...001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. trator de pneus. 0.... ou aplicando-se os valores conhecidos.. Empresas e Profissionais ..00 ÷ (5 x 2. fornecidos por ábacos e tabelas. betoneira.150 óleos lubrificantes ......50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico.. 0.... no caso de motores a diesel.002 filtro .... dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem...80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k...80 M = R$ 2...50 0. admitindo-se.... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ...80 Por outro lado.... • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora...000)] x 0... escavadeira. tem-se: Vo = R$ 35.. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados......000.. caminhão tanque... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1... bomba centrífuga.00 0.. 0.000 horas k = 0.. vibrador de imersão. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes.002 graxa . são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .90 1..00 n = 5 anos h = 2.80 0. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual.50 0..TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos.... • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina....

.001 x 10 Total 0.. sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa....014 0........ 0.002 x 7 graxa .....................012 0. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0..001 x 12 Total 0. 0....18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel..225 litros por HP óleo lubrificante .18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina .... antes estabelecidas. que deve ser adotado................... 0....002 x 3 graxa ........................... 0. 0..002 x 5 graxa ............001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa.010 0.300 litros por HP óleo lubrificante ..... 0............180 O que justifica o seguinte critério.....002 x 6 filtros ......... 0............................... 0.....300 óleo lubrificante .............002 litros por HP graxa .............300 0.... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.. 0......245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina..... 0.001 x 12 Total 0. para a determinação do custo horário de materiais de operação.326 O que justifica o critério seguinte. 0................. tem-se: álcool .......... tem-se: óleo diesel ...... 0...... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.. que deve ser adotado..225 óleo lubrificante .... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0..... 0...326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.... 0......001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.. no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0. 0...........245 O que justifica o seguinte critério.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ...012 0...002 litros por HP graxa . que deve ser adotado...010 0..................... tem-se: gasolina .... 0...150 óleos lubrificantes ........... para a determinação do custo horário de materiais de operação.......Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas......................225 0...................006 0......012 0. no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0.......245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool .. para a determinação do custo horário de materiais de operação........150 0...

onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3.25 + 4. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. com potência de 92 HP. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0.80 + 13. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . temos: MAT = 0.18 x 92 x 0. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. incluindo-se.35 CI = 4. kombi. porém. principalmente nos custos indiretos. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. também. inclusive automóveis de passeio. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW). considerando-se as leis sociais (85%). inclinação de rampas. tais como.35 = R$ 25. anteriormente citada.62 + 4.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.35 pôr hora. à óleo diesel.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. entre eles.35 = R$ 8. etc. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. assim temos: MO = R$ 4.80 MAT = R$ 13.3. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.80.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. No âmbito desta publicação.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. entretanto. o apresentado no Manual de Operações do DNER. as leis sociais. condições da superfície de rolamento.62 + 2. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. Este processo é bastante sofisticado.d) Para motores elétricos Assim sendo. a quantidade de curvas fechadas. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. anteriormente citada.97 7.). referente a pessoal. etc. conforme descrito a seguir: 7.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.

onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 .Vp) ÷ 100. Para sua melhor compreensão.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. Preferencialmente. este custo está incluído em item próprio.1. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. ou seja. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.3. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. pode-se adotar o valor de 100.Vp) ÷ Vu. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. 7.000 km ou 5 (cinco) anos.6Va . CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo. marca. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.Vr .

8 / 10.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.0 / 10.000 16. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 8.000 34. função do preço do óleo. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.000 23.5 2.0 / 60. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.000 3 / 5.000 21. Empresas e Profissionais .000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.000 7 / 7.0 / 60.000 12. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.5 / 30.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4.2 / 60. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.5 / 10. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

0000036 0. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. com respectivos encargos sociais.000 K 0.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.000 6 / 85. parafusos.5 reapertos. pintura. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .000 4 / 45. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cantos. • pneus.000 10 / 70. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. o custo em função do valor de aquisição.0000033 0.0000025 0. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. câmaras de ar.5 1. adotando-se desta forma. peças.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. etc. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta.0000055 0.000 4 / 40. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.000 6 / 80. incluindo materiais. acessórios de reposição.5 1. gastos de oficina e mão de obra.0000048 0. regulagem. limpeza.

TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. inclusive automóveis de passeio. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. marca. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. da mesma forma que para o custo por km.Vp) ÷ (Vu). ou seja.000 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . não são adotados nos casos das máquinas pesadas.Vr . adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. porém.1.60 x Va .4.000 50. pode-se adotar o valor de 100. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. 7. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.

atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km.

em dois grupos distintos.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). por km ou por mês. 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO.Vr . combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va .5. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . anteriormente citadas. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. encontra-se o custo de MANUTENÇÃO.Vp) ÷ (Vu). consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca).

32 105 .62 2.000.00 2.77 y = 0.09 6.126.000 5 5 5 5 5 5 92.32 25.52 16.00 2.800.02 43.00 2.62 12.80 2.90 4.99 20.13 41.000 111.85 8.97 6.000.00 23.11 4.77 x .35 40.97 17.06 2.97 1.37 50. Desta forma.88 20.35 OPERAÇÃO Material 24.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.220x + R$ 1.35 23.00 3.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.000 2.200.000 2.220 + R$ 1. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .74 2.40 3.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12. 4.O.35 4. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.000.67 4.00 22.80 0.000 2.26 3.35 4.46 4.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.29 25. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.126.35 4.00 35.88 1.61 7.37 11. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.23 32.000 5 92 54.35 4.64 49.28 4.000 126.86 0.000 2.00 19.200.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.25 35.35 4.57 1.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.50 7.35 7.41 DATA : M.500.96 7.50 16.45 CUSTO HORÁRIO 45. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.800.60 0.26 13. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.

) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.000 0.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.OBRIG.212.052 0.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .00 490.00 60.000 J = ( VA .013 0.007 0.00 20.000 50. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.287.000 1 5 11 3 0 5.009 0.50 0.60 * VA .08 925.90 0.00 85% 50.000 0 45.00 40.00 12 1 5 10 3 0 5.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000 0 45.00 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.00 27.00 157.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 40.003 0.200.00 450.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.0000048 500.60 * VA .000 0.000.093 0.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.91 9.00 1.00 226.00 1.00 1.49 0.200.50 0.80 5.180 0.00 12 740.00 740.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.00 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.021 0.075 0.56 2.80 5.00 450.67 100.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .000.OBRIG.308 D = ( 0.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 60.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.033 0.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.VP ) / 100.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 61.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.00 1.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.

6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.35 R$1.80 MAT = MO = R$41.5 MAN = MAT = R$1.90 + R$4.00 40.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.796.00 92.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.50 0.13 298.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.01319 R$22.500 0 35.00 40.13 + R$41.00 60.75 x VA .5 MAN = ( R$22.00 1.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.80 D = ( 0.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.200.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.97 + R$50.200.) / Vida Útil ) x KMM 0.000 1 5 7 3 0 3. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .79 0.01319 x 0.80 925.50 249.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.00 450.245 x 95 x 1.0000048 500 85% 40.500.00 12 1.13 0.33 100.00 1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.35 R$2.80 5.43 28.86 11. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .00 21.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.108.00 0.00 MAT = R$1.VP ) / 48 J = ( ( VA .6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.OBRIG.500.83 2.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.00 642.500.32 R$4.34 R$2. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.00 DJ = MAN = R$2.871.00 / ( 2000 x 5)) x 0.97 + R$7.

O.U.007 0.00 1.00 50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .00 0.00 619.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.50 5.073 mão de obra (salários. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos. sua importância para o Engenheiro de Custos.000 15.50 0.00 12% 740.280. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. frete e impostos).ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.003 0.LUBR.000 0.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.00 5 3.PNEU. emolumentos e taxas. frete e impostos). embalagem.000.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0. O. Entretanto. benefícios e vale transporte).AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.50 100.80 61.00 1. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O.007 0. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.00 40.U.U.0000048 10.130 0. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.000. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.00 619. materiais (aquisição. encargos sociais.80 152.00 60.00 0. seguros e custo financeiro.30 4.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.00 0.126. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.00 350. embalagem. impostos. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades). CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V.U.00 45.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.200. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância. equipamentos (aquisição.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.67 40. CAP. e portanto.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.000.00 1. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.

EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. sondas. esgoto. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. no valor dos mesmos. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. por ser de maior relevância. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . material de escritório e etc).00 4. pessoal técnico e administrativo e etc). 6 e 7 deste livro. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. cadistas.35 12. microcomputadores e periféricos. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. engenheiros. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. (água.00 100. mestre de obra. laboratoristas. COFINS. principalmente. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 4.CSLL e outros. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. PIS. equipamentos de topografia e laboratório. Imposto sobre Serviços – ISS. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo.00 10.65 10.Os insumos de produção considerados.ICMS. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. Entre outros. especializados ou não. apenas. Entretanto. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. (registro de documentos. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. 5. (correio) e) Consideraremos.

de acordo com o que fizemos.04% 2.11% 1.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. Assim.8% de impostos. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional.23%.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. dentro dos encargos sociais.impostos. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. É importante salientar. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. portanto varia de estado para estado.8 26 26 100 0 Impostos 30.35 12. sobre a mão de obra. encontramos 47. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00% 46. não representa nenhum erro para o orçamento final. pois. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I. entretanto. consideraremos em média. conforme planilha anexa. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda.65 10 Percentual de impostos 47. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. que é de âmbito estadual. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45.0 (Lucro Presumido) 11.2 (Lucro Presumido) 1.34% do preço de venda do serviço. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .65 0. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.65% 0. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. Portanto. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.69% 12.38 1.

Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.5 3.0 0.0 11. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4 2.3 28.9 17.2 0.0 8. exigindo bastante experiência do profissional de custos.C) .1 47.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho.0 1.D .0 0.5 1. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. Resc.9 1. como também. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.F) 20. entretanto.E . materiais.8 59.4 0.8 14. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab.9 1.1 4. ou seja.6 2.(B . por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto.6 6. Empresas e Profissionais .4 1.9 0. equipamentos e serviços. bem como.8 4. Assim.0 17. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. Portanto.8 1.

ainda. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. ou ainda. materiais diversos. Pode-se considerar. pequenas despesas. equipamentos e programas de informática e etc. energia. Entretanto. viagens e diárias. Ressalvamos que. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). como encargos complementares. Podemos ter vários multiplicadores “K”. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. outrossim.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . 9. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. aluguéis e manutenção destes. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. vale transporte. setor administrativo. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. comercial. seguro saúde. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. mobiliário. taxas. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). vale refeição. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. comunicações. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. conforme contrato. ou seja. material de segurança (EPI). equipamentos e veículos fixos.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. emolumentos e seguros. • • outros. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. aplicável sobre custos reembolsáveis.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. telecomunicações. a parcela referente a ES. emissão de relatórios. encargos sociais. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. em porcentagem ao mês. telefonia e etc). instalações e mobiliário. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. financeiro e de apoio da sede.

o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. imposto federal. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. conforme a Lei Nº 9. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. No caso dos insumos.00 por mês.718/98. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. PIS. pois. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. COFINS. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. corresponde nesta data a 0. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.000. Desta forma. imposto federal. que apresenta quatro alternativas de pagamento. Caso contrário. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. portanto. ou seja. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. Portanto. Isto é. ainda. bem como.38%. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o valor observado não será o real. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. segundo a metodologia exposta nesta publicação.ISS. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. entretanto. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. que corresponde nesta data a 0. a priori. deve ser definido pela empresa em cada caso.65%. excetuando-se pessoal. que corresponde ao pagamento de 4. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. CPMF. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. Ressaltamos que. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. principalmente. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. sua inclusão é discutível.858-10 datada de 26/10/ 99. IMPOSTO DE RENDA. imposto federal. da maneira como apresentamos anteriormente. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado.

Administração de obras.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. IR . E) 8%.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento.Imposto de Renda . D) 32%.65% sobre o faturamento.8%. Venda de mercadorias e produtos. o pagamento é devido trimestralmente. são os seguintes: A) 8%. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. temos: IR: 8% x 15% = 1. F) 8%. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%).2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. o valor do ISS. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95.718. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . exceto o de carga que é de 8%. Empreitada global. Atividades imobiliárias.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Prestação de demais serviços. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. função do regime tributário escolhido pela empresa. conforme demonstrado a seguir. COFINS: Imposto federal. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. de combustíveis derivados de petróleo. C) 16%. Lei 9. G) 32%.6%. álcool etílico carburante e gás natural. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. Por exemplo. Revenda para consumo. neste momento. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. CSLL . Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. Prestação de serviços de transporte. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. B) 1. conforme o caso.9. são: ISS .

. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS....000.......000.. para o lucro excedente à R$ 20..........38%... R$ 500.... para lucro da empresa até R$ 20. corresponderá efetivamente ao lucro real...... R$ 120... 15% ......00 .38 11......000.......... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 . Alíquota ....000.........000... CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc).000.....00 Receita Financeira ..800....000..00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1......50 0.. R$ 500. O pagamento do IR é trimestral........ 9% Valor da CSLL a pagar ..... CPMF . seguindo os semestres civis..................... 25% .. da mesma forma que o IR..000...... .. isto é.90 1.. a conversão para mensal é nossa.. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.............. R$ 620...... R$ 1.. Desta maneira...... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês.....000. e corresponde a 0.000................. tem sua extinção prevista para 16/06/2002. no caso 10%.........00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro...43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto... Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .00 3..00 Alíquota da CSLL . seguindo os semestres civis..Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários........ assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ..Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis).. a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5..00 0.00 9% R$ 55.00 O pagamento da CSLL é trimestral.......................00.00 ...000....000................ R$ 90.000.00 por mês.................. R$ 1. Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240.00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 100% sobre R$ 500....00 por mês.......000.................. Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000...65 0. de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99...000......

lucro = 4% = 0.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.encargos sociais = 87% .8%. Considerar os seguintes dados: . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.encargos financeiros = 1% .65% = 4.administração central = 10% .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. lucro presumido para projetos = 1.impostos: ISS PIS IR CSLL . por preço global.

65% = 4.00% = 3.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.00% = 10.00 2.00 1.00% = 1.00 1.7665 b.00 1.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .87) (1 + 0.0776 0.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.08% = 13.2335 = 2.00 1.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.7168 K mo = 2. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.00% = 0.1335 + 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.10 + 0.00 1.10) = 2.25 0.50 1.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.0776 1 – 0.80% = 1.01) 1 – (0.00% = 13.

600.794.00 K DG = 1.00 3.00 24.626.00 Técnico médio 1.00 600.252.00 28.00 948.219.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Auxiliar de topografia 2.00 3.000.00 Mensageiro 1.01) 1 – (0.00 52.00 5.400.794.00 250.00 10.400.710.00 Topógrafo 1.00 4.000.50 7.00 2.50 108.065.25 Engº médio 0.00 9.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.000.00 Coordenador de contrato 0.20 240.00 0.00 9.512.00 3. ou seja.10 + 0.00 600.00 9.764.00 Cadista 1.00 1.200.00 1.00 Técnico médio 1.00 2.00 Topógrafo 1.50 3. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 19.00 3.400.00 1.00 1.500.500.00 Auxiliar de topografia 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.200.485.25 Engº médio 0. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 15.092.1335 + 0.000.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.992.00 54.50 Engº junior 1.00 Cadista 1.260.400.500.00 7.390.00 6.200.00 Operador de micro 1.260.200.7665 = 1.00 677.000.50 Engº junior 1.504.00 350.00 Secretária 1.317.00 8.00 22.00 2.455.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0. qualquer item de custo direto exceto salários.00 6.00 Secretária 1.700.700.00 400.00 300.11 0.00 Operador de micro 1.00 3.00 16.00 142.00 22.817.500.00 750.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.800.00 6.00 3.00 1.00 450.00 0.10) = 1.00 540.00 1.252.50 4.00 75.00 1.00 Mensageiro 1.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.756.00 1.00 1.2.

00 1.30 32.00 7.73 156.00 0.70 783.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.00 1.35 78. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.625.960.00 8. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 176. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .00 1.50 1.00 1.740.087.50 0.00 435.033. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 1.00 21. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 1.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 870.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.25 0.00 580.590.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.29 348. por preço global.25 1.00 6.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 4.750.00 2.

10 + 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.9 K mo = (1 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .01) 1 – (0. pagos pelo próprio cliente. ou seja.1335 + 0.11 0.00% = 3.87) (1+ 0.7168 K mo = 2.10) = 1.1 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.10 + 0.08% = 13.65% = 4. qualquer item de custo direto exceto salários.10) = 1.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. qualquer item de custo direto exceto salários.1335 + 0.53% K DC = K DG = (1 + 0.10) (1 – 0.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.71 K DC = 1.2335 2.0776 0.00% = 4.0776 1 – 0.00% I = 13.01) 1 – (0. Exemplo: ES = 87. K mo = (1 + 0.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.45 2.00% = 0.7665 K DG = 1.10) = = K mo = 2.222222 K DC = 1.4515 K DG = 1.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00% EF = 1.00% AC = 10. ou seja.80% = 1.

00 22.00 Técnico médio 1.00 7.00 Topógrafo 1.400.50 7.25 1.252.00 3.455.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.033.00 Secretária 1.00 1.29 348.00 6. Empresas e Profissionais .400.114.71 142.00 2.00 1.00 2.00 3.00 16.50 4.087.960.00 580.50 0.000.50 108.00 3.00 8.00 22.00 6 Secretária 1.00 21.817.00 540.73 156.512.22 264.750.485.200.00 1.794.00 1.00 0.25 Engº médio 0.00 435.817.252. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 600.500.00 2 Auxiliar de topografia 2.25 6 Engº médio 0.00 142.50 6 Engº junior 1.00 Total 1.45 32.00 7.00 15.00 1.504.00 4.00 1.033.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 300.065.35 78.400.500.317.400.219.200.00 10.30 32.200.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.000.00 6 Operador de micro 1.00 450.00 677.00 4.00 6.00 3.626.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.70 783.000.00 175.00 0.00 400.500.00 28.00 54.00 750.00 0.00 6.00 Mensageiro 1.00 250.00 5.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 19.00 6 Mensageiro 1.794.50 3.50 Engº junior 1.00 1.00 Operador de micro 1.710.764.00 6 Técnico médio 1.600.00 b.700.700.40 Coordenador de contrato 0.00 6 Topógrafo 1.800.00 8.00 3.00 Cadista 1.00 350.00 948.00 870.00 9.00 2.00 52. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 3.756.00 Auxiliar de topografia 2.390.00 9.20 240.00 1.260.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 600.00 2.00 24.00 1.625.200.00 2 Cadista 1.00 9.000.000.260.00 6.092.500.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.

00 300.8 12 2. indiretas e o lucro da empresa.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 260.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 80.00 400.600.60 6.600.114.00 18.00% Preço total (R$) 9.000.00 134. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.960.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0. EPI e ferramentas aos funcionários.500.00 16.960.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 400.00 0.080.00 0.880. Empresas e Profissionais .8% ( 12% x 15% ) = 1.520. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00 0.00 EPI unid 18 2 2 15.00 12.00 9.00 0.00 0.742.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.784.00 Total 264.00 0.904. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 14.00 12.600.00 74.784.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.00 270.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.800. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 9. portanto.00 360.200.3 1.00 59.00 175.400.00 1. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.65% = 1.b.00 1.00 Total de encargos complementares 41. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00.00 2.5% = 3% = 3% = 0.720.912.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.

592.00 38.05 por hora.20 57. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.447.00 1.80% 1.15 0.20 Preço total (R$) 38.00% 1. conforme Capítulo 6.216.254. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.017. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 . • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.00 1.80 + 1.97% 3.00.00 75.00% 1.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5. conforme Capítulo 6.00% 3.35 1.00 52.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.00 1. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.00 1.2153 3.40 301.91 por hora.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.206. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.00 38.00 – 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.045.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.592. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.0202625 K = 4. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.099.592. Não será considerada a parcela de lucro.00% 0.00%. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.888. impressora.608.65% 1.08% 9. bem como.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.00% 30.20 1.608. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.50% 9.

00 60.50% 3.85% 143 .50 50. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.10 0.91 45.00 3.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 3.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.00 75.00 75.05 52. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.00%.0743 + 0.00 3.50 50.1243 0.00 75. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.50 47.03% Quantidade 50.2927 K = 1.05 52.05) 1 – (0.00 75.870.00% 0.34 3.000.91 45.08% 13.50 235.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.60 3.870.00 505.000.000.8715 K= = K = 1.71 235.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00 16.00 7.41 3.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.000.80% 1.00 3.65% 4.1285 + 0) 1.00 3.00 50.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.000.000.00 50.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 223.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.50 1.50 1.

80%. presume-se um lucro líquido de R$ 7.00 84. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 EC = 0. inclusive.0743 + 0.2146 0. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros.53% L = 10. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).8676 K= = Dados básicos: ES = 77.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .08% 13. cujo orçamento previsto é de R$ 75.00. portanto.05) 1 – (0.00%. Empresas e Profissionais = 12.00 (R$ 75.1324 + 0) K = 1.200.4073 K = 1.35%.000.500. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00%.00% 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.000.65% 4. CREA e etc.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.38% 1.00% 0.00 4.200.08% 12. taxas (alvará.00%.65% 4. Sendo obra por administração.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.50%.). uniformes EPI e etc. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização. AC = 5.50% 3.40 1. tais como. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00 4. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. Algumas despesas. vale para máquinas. não será considerado pois. visa cobrir as despesas com contador. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.80% 0.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.00% 3.

00%.1 ] x 100 = = = = = 0.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.05 + 0) 1 – (0. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias . Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.0226 ) x 100 EF = 2.05 + 0. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.7765 K1= = = 2.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.77) (1 + 0 + 0.10) 1. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.015 ) 1.00% 147 .35 EF = [ ( 1 + 1. sobre o lucro real 9.0226 .05 + 0) 1 – (0.015 ) ] n / 30 .5% ao mês.00%.1235 + 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.7765 = 1.015) 1 – (0.8585 0.00% EF = 2.40 EF = [ ( 1.10) = 1.00% AC = 8.26%. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.10) = 1.07 0. metade do período.1 ] x 100 45 / 30 .1385 + 0.05 0. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.65% 15.00% 0.1235 + 0.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.5 .50% 3.7615 = 1. adotando-se os seguintes dados: ES = 119. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida. a partir da data de assinatura do contrato.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1 ] x 100 EF = ( 1.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias. aplicando os valores conhecidos na fórmula.

19) (1 + 0 + 0.058.03% = 0.65% = 1.08 isento 15% 27. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .Recibo de Pagamento de Autônomo.00% = 0. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.115.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.8097 K = 2. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.70 R$ 423.01 a R$ 2.1903 = 2.80% ( L x 15% ) = 1.12) = 1.414694 0.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.00 R$ 158.058.8585 1 – 0.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro. 11.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo. valor do RPA .115.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.982208 K = 2. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.0226) 1 – (0.00 De R$ 1.0703 + 0. e transcrita a seguir. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.08 + 0.00 Acima de R$ 2.50% = 3. ou seja.

59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. portanto Faixa 1.0. podemos considerar o que se segue: 10.00.. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. Então.ALÍQUOTA ) = Portanto.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.00.70 ) ÷ ( 1 .390.390.448.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880. portanto Faixa 2. não há retenção de Imposto de Renda.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .ALÍQUOTA ) CUSTO . logo: VALOR DO RPA = R$ 880.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.00. .00.30 ÷ 0.85 VALOR DO RPA = R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .PARCELA A DEDUZIR RPA . o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO . será: RPA = ( CUSTO . onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .Alíquota do IR e .Parcela a deduzir do IR.Faixa de remuneração.231.00 – R$ 158.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 . a retenção de Imposto de Renda.390.70 Assim. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.

onde a competitividade está cada vez maior.92 ÷ 0. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.59. portanto Faixa 3. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.630. ainda.58.00.310.08 ) ÷ ( 1 . de obra para obra.940.00. A par das diversidades de fontes. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. Entretanto. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. onde: 12. sem adequação ao projeto em questão. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . Em nossos dias.630.0.00 – R$ 423. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.630.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. variação que ocorre.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .206.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. será: RPA = ( CUSTO .725 VALOR DO RPA = R$ 9. principalmente. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.08 Assim. a retenção de Imposto de Renda. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.

A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. para qualquer serviço da engenharia civil. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. Equipamentos alocados ao serviço .equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. Equipamentos Paralisados . considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). por razões extras à vontade do construtor. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. poderão ser digitadas imediatamente. abrangendo todas as categorias. AP-4 e AP-6. para coletar os dados junto às frentes de serviço. cujo fluxograma. período de refeição. e ainda. máquinas e veículos. • • • • impedimentos por intempéries. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos.é o conjunto de equipamentos. que. após conferência. Equipes alocadas por serviço . isto é. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. Equipes e equipamentos ociosos . embora alocados ao serviço específico. não podendo produzir. estão impedidos de produzir. a aferição da produção horária dos mesmos. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1.• análise errônea da especificação do serviço.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. estas fichas. falta de programação do construtor.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. por exemplo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . 12.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. máquinas e veículos parados. AP-3 e AP5. propriamente a descrição da metodologia. No caso de se empregar sistema informatizado. anteriormente definidas. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. inserido em anexo. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados.

Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. em função do porte da obra. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. em conjunto ou não. 12. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. ou ainda. Entretanto. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. tabulação e apuração desses coeficientes.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço.ração total torna-se muito difícil de prever. de fácil produção e operação.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. instalações elétricas ou de telefones. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. etc. 12.3. que poderá ter outras funções na administração da empresa. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. e ainda. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . o fluxograma. a fim de fornecer uma visão global da coleta. Equipe Produtiva . Equipamento Improdutivo .é a máquina ou veículo.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo.. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. Empresas e Profissionais . Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . Para favorecer o raciocínio. mantém-se estacionado. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. em plena condição de produzir normalmente. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. ou seja. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. Equipamento Produtivo .é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em plena condição de produzir normalmente. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. ou seja. porém de motor ligado. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução.

O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação.É preenchida e assinada pelo apontador. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). desde que não exceda 15 minutos. pelo índice. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. no caso de se calcular por software específico. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. topógrafo e outros elementos administrativos. o local de atividade e a data. pois trata-se de exigência da atividade. os seus totais. deve procurar corrigi-lo imediatamente.. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. etc. Essas horas. a nomenclatura dos serviços executados e. Inicialmente preenche-se o nome da obra. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. excetuando o encarregado geral. lanche. sempre que for necessário. café. Ao término do mesmo. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. As sub-colunas (I) hora de início. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. bem como. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. confere os registros efetuados. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. quando necessário. se houver algum engano. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. correspondentes a cada operário. numerando-as na parte superior. ou. deverá ser considerado como horas perdidas. de acordo com o tipo do serviço. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. porque há interesse de se apurar o tempo. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . são anotadas no verso da ficha. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. O controlador central de apropriação. hora de chegada e hora de saída. este tempo. ao receber a ficha modelo AP1. pois isto é uma consequência do próprio serviço. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. conforme o cargo ou função do operário. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. tomar água. para efeito de controle no escritório.

No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. o tipo da máquina ou veículo. o local e o período de levantamento.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. o local do serviço. uma para cada máquina ou veículo. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. o modelo. etc. Deve ser obtido através de sistema informatizado. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. apontadas no formulário modelo AP-1. Neste formulário tem-se ainda.3. Os veículos cedidos à fiscalização. do encarregado geral ou do engenheiro residente. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. tais como. abastecimento e lubrificação de máquinas. diariamente. ou seja. 12. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. no caso de se adotar composição de custo simplificada. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. refeição. os que prestam serviços indiretos. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária.3.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. distribuídas pelos diversos setores de serviços. retirados do modelo AP-1. Paulo Roberto Vilela Dias 161 .3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. transporte de pessoal. Empresas e Profissionais O apontador anotará. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. modelo AP-5. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. bem como.12. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5.. modelo AP-6. material. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. No cabeçalho figura o nome da obra. a data. O apontador deverá assinar a ficha. serão parte do custo indireto. a marca. Utilizando-se a composição de custo por produção. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. as colunas correspondentes aos dias. a potência e a capacidade. Após. Nela deve constar o nome da obra.

a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. que será colocado na parte superior da linha tracejada. modelo AP-3. No cabeçalho constará o nome da obra. Na segunda coluna estão as iniciais HP. Quando não for possível. inclusive. Empresas e Profissionais . e PR correspondentes às horas produtivas. a ser calculada e preenchida no escritório. O coeficiente produtivo. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. utilizando para o registro a mesma ficha.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. modelo AP-3. em movimento. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados.4 Resumo das horas . conforme o caso. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. medir a sua produção. com o motor ligado. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Enquanto. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. o coeficiente improdutivo. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. somam-se todos os dados. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. ao término de um dia de trabalho. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. o código do serviço. • na. o local da execução dos serviços e a data. horas improdutivas e produções. o diâmetro e o comprimento ou altura. pela ordem: comprimento. e do Controle Diário de Produção. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. ou. Na quarta coluna. HI. Nas colunas seguintes. referente ao total. modelo AP-5. Enquanto.12. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. utilizada anteriormente. ou seja. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. precedido da unidade. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada.3. Conforme já definido.3. quando se tratar de produção. trator de esteira com pusher. bem como. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 12. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. onde for necessário. modelo AP-5. será preenchida diariamente. considerada igual a um dia. o local e o período da coleta das informações. expressas em metros. se for o caso.

para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais.Para maior garantia dos valores assumidos. 12. para efeito de apropriação. pavimentada ou em terra. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Nos locais correspondentes às discriminações. não haverá apropriação de campo. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. por exemplo. distância de transporte em km por tipo de rodovia. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. para efeito de controle. percurso. isto é. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. Neste quadro. Paulo Roberto Vilela Dias 165 .6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. através de traços. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. deverão ter definidos os materiais. local ou comercial. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. no caso dos transportes. etc. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. por exemplo. no caso de cimento portland. Para tanto. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. No caso de se fazer a apropriação de materiais.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. como é o caso do concreto. e ainda. Entretanto. Assim sendo. consumos. abaixo dos coeficientes horas-homens. material transportado. Isto é. origem e destino da carga. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. ou seja.3. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). 12. ou ainda. ao cabo de cada semana ou quinzena. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. 12. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. sabe-se que. etc. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. desperdícios. e quando for o caso. ou seja. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . AP5 MOD. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. B e C = Designação dos serviços.HORA INICIAL F . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AP4 LEGENDA A. AP1 MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. AP3 MOD.HORA FINAL I F SHT . x IMPRODUT.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.

PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .Horas Improdutivas HO . Empresas e Profissionais HT .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORAS TRABALHADAS PR .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .Horas Ociosas .Horas Produtivas HI .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .

AP.EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HP .170 RESUMO DAS HORAS .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Produtivas HI .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .

analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES .1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Im prod. supervisão. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. para aplicação em serviços de engenharia. consultorias. Prod. RESUMO COEFICIENTES . Assim. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. instrumentos e processos de produção em geral. de equipamentos. : Im prod. Im prod.EQUIPAMENTOS AP . também. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. Prod.2 a seguir. estudos de viabilidade. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. pelos profissionais liberais. Prod. vistorias. Im prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12.6 COEFICIENTES Prod. Im prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. Data Prod. fiscalização. DOS Im prod. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria.HOMENS Prod. Paulo Roberto Vilela Dias 173 .ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13.

características e materiais a ser utilizados. dentre alternativas de solução possíveis. ”. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. a racionalização do programa. a indicação de todos os componentes. Inclui o estudo de soluções alternativas. orçamento da construção. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. De acordo com a Lei 8.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra.. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. a que melhor responde. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. com nível de precisão adequado. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. bem como. além das fórmulas. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. Visa a análise e escolha. aos objetivos propostos. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. Compreende o arranjo geral. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. bem como. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. a definição dos partidos tecnológicos. a partir dos dados levantados com esta finalidade. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. o preparo de arranjo geral esquemático. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. De acordo com o disposto no Artigo 6º. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. • especificação preliminar de materiais. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes.. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. a indicação dos métodos construtivos. a indicação dos métodos construtivos. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. para determinação de quantitativa de demandas. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. equipamentos e serviços. podem ser divididas em três fases principais. equipamentos e serviços. técnica e economicamente. a estimativa de custo. XI da Lei 8. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . de maneira a esclarecer perfeitamente a execução.

técnicas e administrativas. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento.569. de arquiteto e de agrimensor. inclusive plano de gestão ambiental. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. Planejamento. estabelecendo a estratégia de implantação. A0. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. assistência à partida. Administração e controle do fluxo de documentos. Empresas e Profissionais 13. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. eventualmente. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais.2. estruturas metálicas e outros. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. testes e partida. Coordenação das interfaces executivas. testes.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. • Acompanhamento técnico da construção. montagem. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. Atividades de acompanhamento técnico da construção. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. Supervisão administrativa de construção.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados.194. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. bem como arbitragem. montagem.

e dá outras providências. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425. Arquitetura e Agronomia .91 e alterações posteriores 13.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966.2. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. na página da web do CREA-RJ (www.org. e dá outras providências.950-A. Química.194. de 24.212.crea-rj.030435-2. regula o exercício das profissões de Engenheiro. Paulo Roberto Vilela Dias 179 .Supervisão.07. LEI Nº 6. proposta pelo Ministério Público Federal. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.71. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.524.RS. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela.07.br). de 24 DEZ 1966. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. designa as seguintes atividades: Atividade 01 .CONFEA. Arquitetura. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. Agronomia e Veterinária. projeto e especificação. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia.213. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. LEI Nº 5. RESOLUÇÃO Nº 278. de Arquitetura e Agronomia. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. RESOLUÇÃO Nº 205. como por exemplo. prolatada pela MM. LEI Nº 5. Arquitetura e Agronomia. planejamento. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . RESOLUÇÃO Nº 317. de uma Mútua de Assistência Profissional.00. coordenação e orientação técnica. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. e dá outras providências. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. pelo Conselho Federal de Engenharia.LEI Nº 4. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. autoriza a criação.194. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. de 24. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. Atividade 02 . Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão.496 . RESOLUÇÃO Nº 313.Estudo. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.

Condução de trabalho técnico. em sua maioria. pesquisa. instalações e meios de acesso a costas. desenvolvimento industrial e agropecuário. Ensino. arquitetura paisagística e de interiores. Artigo 7º. Fiscalização de obra e serviço técnico. operação. referentes a edificações . zonas. seus serviços afins e correlatos. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. Execução de instalação. laudo e parecer técnico. Lei n. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . estruturas. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. edificações. rurais e regionais.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. Execução de desenho técnico. estradas. Condução de equipe de instalação. perícia. cidades. Produção técnica e especializada.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. análise. reparo e manutenção. Vistoria. urbano e regional. Elaboração de orçamento. rios. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . e massa de água e extensões terrestres. Execução de obra e serviço técnico. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. Padronização. avaliação. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. de abastecimentos de água e de saneamento. em geral. referentes a edificações. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. e dá outras providências. montagem.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. conjuntos arquitetônicos e monumentos. arbitramento.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. meios de locomoção e comunicações.As profissões de engenheiro. mensuração e controle de qualidade. Artigo 3º . serviços e equipamentos urbanos. Direção de obra e serviço técnico. transportes. montagem e reparo.Parágrafo único .As qualificações de engenheiro. obras. local. ensaio. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I .º 5. assessoria e consultoria. aperfeiçoamento e pós-graduação.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. planejamento ou projeto. autárquicas e de economia mista e privadas. planejamento físico. funções e comissões em entidades estatais.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. Artigo 5º. pista de rolamentos e aeroportos. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. Artigo 4º. seus serviços afins e correlatos. Desempenho de cargo e função técnica. paraestatais. divulgação técnica e extensão. portos. estruturas.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. sistema de transportes. Artigo 1º . cursos. experimentação. Assistência. nos seus aspectos técnicos e artísticos. de regiões.

projetos. Artigo 30º .c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. o estudo. projeto. o estudo. direção. direção. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. de modo a garantir a sua realização. perícias. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água.569. projeto. todos serão considerados co-autores do projeto. a arquitetura legal.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. direção de obras e serviços técnicos. direção. estudo. fiscalização e construção das obras relativas a portos. fiscalização de obras e serviços técnicos. a engenharia legal. o estudo. execução de obras e serviços técnicos. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. o estudo. Artigo 28º . fiscalização e construção de edifícios. com todas as suas obras complementares. projeto.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. Artigo 19º. projeto. pareceres e divulgação técnica. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. fiscalização e construção de edifícios. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. avaliações. pesquisa. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. d) e) f) g) Artigo 16º. vistorias. projeto. de arquiteto e de agrimensor. o estudo. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . ensino. o estudo. o projeto. o estudo. direção. estudos. com os direitos e deveres correspondentes. instalações e serviços de qualquer natureza. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção. produção técnica especializada. direção. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. o projeto. projeto. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. projeto. o projeto. com todas as suas obras complementares. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. projeto. direção.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. direção. Artigo 22º. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. trabalhos topográficos e geodésicos. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. projeto. projeto. DECRETO FEDERAL N. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . direção.Enquanto durar a execução de obras.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. industrial ou agropecuária. experimentação e ensaios. análises.º 23. de acordo com as condições. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo.

2) 3. avaliações e perícias. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. produtividade e qualidade. Arbitramentos. Coordenação.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. 1. fiscalização.10) Levantamentos técnicos de obras. coordenação. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. Análise econômica-financeira da empresa. 1. arbitramentos. supervisão. 4.11) Levantamentos topográficos e sondagens. 2. serviços. dimensionamentos de serviços. subdividem-se em: 1. materiais. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. orçamentos.1) Vistorias. Projetos definitivos (executivos). acompanhamento e controles. Especificações de serviços e materiais. Anteprojetos. Laudos. controle físico-financeiro e da Qualidade. Supervisão. 2.3) 3. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. Pareceres. supervisão.3) 1. compatibilização. 2) Gestão. 2. Assessoria.7) 1. ou avaliação de direitos. Vistorias. 2. programações e controles.7) 4) 4. Projeto Básico ou Legal.7) Medições de serviços .6) 1.1) 1. Empresas e Profissionais 3. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Orientação geral e técnicas de controle. arbitramentos.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.5) 3.5) 1.6) 3.9) Assessoria .1) Gerenciamento das obras e projetos em geral.4) 1. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. pareceres. Gestão de empreendimentos. equipamentos e pessoal. Avaliações e Perícias em geral. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 1. Consultas esporádicas. materiais. 4. vistorias. supervisão. instalações e afins.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. fiscalização e acompanhamento de obras.3) Projetos do canteiro de obra. fundamenta dos sobre serviços ou obras.4) 3. Engenharia Legal.5) Administração e Controle contábil. Consultorias ou assistências técnicas. Laudos.6) Coordenação. equipamentos e pessoal.2) 1.8) Levantamento de dados Estudos preliminares.1) 3. laudos técnicos. Orientação técnico-administrativa.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. 2.coordenação.4) Planejamentos. Paulo Roberto Vilela Dias 185 .

formatando o Anteprojeto. abastecimento de água. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. Empresas e Profissionais 1.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. elevações. apresentando um padrão de cor ou textura. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. viadutos e outros. Estudos. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Estudos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. • 3) 4) 5) 1. planejamentos. controles. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. solicitações do Cliente. • 6) Único . mações. industriais e reformas com todas as suas obras complementares.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. cortes. barragens. 1. 1. irrigação. Estudos. barragens. viadutos e outros. fiscalização e construção de obras de arte especiais. projetos. Estudos. fachadas. etc. localização. drenagem. projetos. • Definição do esquema estrutural e das instalações. Estudos.4. legislação local. projetos. de acordo com as normas vigentes.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . visando montar um programa básico do projeto. completando o projeto. será apresentado o projeto legal. bem como fazer orçamentos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro.em perspectiva ou elevação. direção. com informações sobre o terreno. perícias. direção. arbitramentos. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. captação. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. contendo a definição de todos ambientes. esclarecedor de circunstâncias especiais. túneis. direção. a saber: 1) 2) Estudos. • Plantas Baixas . deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. fiscalização e construções prediais.principais níveis da edificação. em plantas. direção. bem como. fiscalização e construção das obras relativas a portos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. túneis. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. projetos.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. projetos. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. direção. dimensão e articulação dos ambientes. direção. Em anexo. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. adução. saneamento urbano e rural. 4.5) Julgamentos de trabalhos em geral. com as modificações sugeridas. avaliações. projetos. rios e canais. • Estudo de Fachada . de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . perfis. abordando os seguintes aspectos: Concepção.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. dimensionamento e caracterização dos pavimentos.

conhecidos os projetos definitivos. com todas as informações necessárias à execução da obra.9) Assessoria .7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. bem como a especificação para cada tipo de serviço. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. comerciais. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. despesas financeiras. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. como impostos. com sua participação. contendo as quantidades de serviços a executar. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito.financeiros . orçamentos. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. compatibilização. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. técnicas e outras. gera-se um documento único. aplicação correta dos materiais. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. Por outro lado.10)Levantamentos técnicos de obras. com a indicação das características técnicas. planejamentos e cronogramas físicos . com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra.8) Estimativas de custos. encargos sociais.1. condições de funcionamento ou estado de conservação. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. em escala conveniente. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade.coordenação. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. permite ainda. em função de sua complexidade. administrativas. segundo uma sintonia perfeita. as normas aprovadas e recomendadas. fiscalização. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. serviços. a unidade considerada e os preços unitários. através dos coeficientes de produtividade. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). etc. 1. supervisão. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. com a listagem dos diversos serviços a executar. leis fiscais. 1. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. que englobe todos os elementos considerados no estudo. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. consumo e do cronograma físico-financeiro.Engenharia de Custos . houver a participação de profissionais de várias modalidades. na escala convenientemente adequada. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. 1. 1. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. Cada tipo de obra. 1. aparece a figura do Assessor. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados.

fiscalização e acompanhamento de obras em geral. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. no mercado de trabalho. com previsão das datas do recrutamento. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. mão-deobra e as especificações dos serviços. como o dimensionamento. licitude das compras e fornecimentos. necessidades de material. face ao controle preconizado. indicando os processos de trabalho. supervisão. dos serviços. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. programações. programações e controles. deverá ser apresentado o organograma. planos de trabalhos. materiais. diretrizes. indicando inclusive o dimensionamento da equipe.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. demissão. mão-de-obra. orçamento. por categoria. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos.executante do serviço. nas disponibilidades financeiras da empresa. controles e apropriações de custos.Uma vez conhecido o orçamento da obra. em função da seqüência dos trabalhos a executar. bem como previsões de treinamento. como seu gestor.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. quanto aos preços de material. rotinas. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. legais decorrentes da organização levada a efeito. 2) Gestão. coordenar. contendo todas as instalações a fazer. admissão. com detalhes do relevo. procedimentos. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. Além do mais. memoriais gráficos e fotográficos. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. 2. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dimensionamentos do físico. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.11)Levantamento topográfico e sondagens .3) Projeto de canteiro de obra . execução dos serviços.2) Programações e dimensionamentos de serviços.4) Planejamentos. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . o profissional deverá prever. Feitas as programações e o planejamento.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. 2. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. especificações. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. 2. materiais.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. coordenação. equipamentos. gerência integral. representando as curvas de nível de metro em metro. 2. enfim. de desenvolver as diversas áreas da obra. 1. equipamentos e pessoal . dirigir e controlar a qualidade da obra. no tocante à administração da empresa. pessoal e do financeiro . relatórios. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . a modalidade de medição de serviços. permitindo ainda um controle. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. respondendo pela fiel execução dos serviços.

fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. com os seguintes sub-ítens: 3. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. Enfim. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. todos os detalhes métricos. Determinação do estoque mínimo. o a receber e o a pagar. quando julgar necessários. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. bem como o controle da qualidade apurado. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Escrituração dos custos de obra. Sistemas de controle do almoxarifado. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. 2. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. Conferir todas as medidas. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Tipo de contabilidade.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. dos serviços executados. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. supervisão.6) Coordenação. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Exigir nível. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. em laboratórios oficiais. utilizandose de testes da boa qualidade. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. apresentar a resposta à consulta formulada. estudo de preços e materiais. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. 3) Consultorias e assistência técnica. durante a execução da obra ou serviço. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. todos os acabamentos. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. reajustamento de preços. O serviço de assessoria.2. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. esquadro e prumo. 3. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. atendendo a boa técnica requerida. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. sobre determinados problemas. 2. 3. empreiteiros e outros. Tipos de notas. Pode ser antes. Empresas e Profissionais . fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. 3.

bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. laudos técnicos fundamentados. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. Sim. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. serviço ou obra. 4. de serviços e materiais. diária. Já no caso do Direito. Procura de novos mercados. a vistoria. porque. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. mensal e anual da empresa. Assim. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. Determinação do fluxo de caixa. será complementado o parecer final. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. com um memorial descritivo. Apresentação de um parecer técnico. Às vezes pode ser também solicitado. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. Medidas preventivas a preconizar. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. pode ser aleatória. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. existem elementos mensuráveis. 4. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. na maioria das vezes. determinando-se o sistema de apropriação de custo. bem como. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. de especificações. Cadastramento do equipamento e avaliação. os elementos computados. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. executando plantas ou conferindo os existentes. pareceres. Levantamento dos imóveis. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. serviços ou da empresa.1) Vistorias. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa.3. normas de controle para o material e mão-de-obra. No entanto.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. as considerações levadas a efeito. de modo a executar os serviços em andamento. Engenharia Legal. por assim dizer. Em cada caso. avaliações e perícias em geral. Empresas e Profissionais . capaz de orientar a empresa no sistema global de controle.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. o memorial descritivo dará as informações colhidas. laudos. Avaliação da produção. 4) Vistorias. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. da rentabilidade da obra. na avaliação técnica de um determinado bem. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. Neste caso. Contatos de qualquer natureza.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. temos o laudo técnico. 3. face as tendências do mercado. capazes de oferecer a medida exata do valor.

é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. nos aspectos técnicos. estimado. enfim. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. legais. administrativos e legais. 4. causadoras de uma determinada situação. concorrência. tendo em vista conhecer sua natureza.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. Avaliação . ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . A) Auditoria analítica e crítica . calculado ou arbitrado para um bem ou direito. Parecer . as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. é claro. e relações. baseado.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. inclusive com a classificação dos concorrentes. 4.Nada mais que a verificação de uma situação existente.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. contendo as razões do julgamento. assim como. funções. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. Na perícia de um modo em geral.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. Como se vê.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. 13. econômicos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO .Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. tudo o que depender de julgamento. Perícia .aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . nas atribuições profissionais. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . sem entrar em detalhes. proporções. concursos de provas e títulos.

serviço ou obra. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. serviço ou evento técnico/científico. PALESTRA. incluindo texto e “layout”. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. de um direito ou de um empreendimento. visando difundir informações. sobre veracidade de um fato ou uma situação. matérias escritas. mento de provas documentais.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. planejamento ou projeto. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. a um público específico. CONCURSO Envolve ações de organização. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. provas escritas.B) mentos de uma atividade. Auditoria técnica . conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. Inclui neste item a elaboração de folders. folhetos. escrita e assinada por profissional habilitado. anais. para servir de comprovação perante terceiros. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. equipamentos e contratação de mão de obra. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. plano. ao desenvolvimento de métodos. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. realizadas para o preenchimento de cargos. ATESTADO Documento que contém declaração. GESTÃO DE PROJETO. necessários a execução de obra ou serviço técnico. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. tecnologias de produção. com o emprego da pedagógica e didática. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . planejamento ou projeto. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. práticas prestadas. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. produto. processos. no plano. mediante planejamento. faladas e televisadas e outras. coordenação. em recinto fechado e apropriado. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. bem como ações de “marketing”. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica.

SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. LAUDO É a peça na qual o perito. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. ou por designação judicial. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. obra ou serviço. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. podendo incluir acidentes naturais e construções. julgamento de concorrências. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . conforme projeto elaborado ou planta. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de curvas de níveis. qualidade de produtos. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. Aplica-se em situações das mais variadas. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. dentre outras.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. profissional habilitado. no campo. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica.

por escrito. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. legislação local. o perito. interesse em discussão e valor da causa. avaliação ou vistoria.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. bem como. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. assistência técnica em atividades de um empreendimento. com informações sobre o terreno. etc. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . entre outros decorrentes de exigência legal. conteúdo substancial do trabalho. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. Caso não sejam fixados pelo Juiz. Os honorários profissionais dos peritos. 13. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. solicitações do cliente. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. As responsabilidades do profissional. visando montar um programa básico do projeto. bem como os honorários. de que tem conhecimento.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13.4. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. tempo consumido para sua realização. sem entrar em detalhes. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. atendendo à natureza da perícia. devem ser explícitos em contrato adequado. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. VISTORIA Verificação de uma situação existente. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dimen• são e articulação de ambientes. com a finalidade de subsidiar decisões. legislação.

...... com todas as informações necessárias à execução da obra. apresentando um padrão de cor e textura. perspectivas.. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício....... A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único............ 10% • Anteprojeto e Projeto Legal .... tendo em vista conhecer sua natureza...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .... • Definição do esquema estrutural. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura... Através da compatibilização dos diversos projetos... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra..... 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... aplicação correta dos materiais e etc..... memorial descritivo com especificação de materiais..... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço.• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação... possibilitando obter licenças e alvarás da obra. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos.... Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto.... abordando os seguintes aspectos: Concepção.... contendo a definição de todos os ambientes..5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais.2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado. proporções.. 40% • Projeto de Execução .... 13....... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto..... Levantamento de Dados e estudo Preliminar ..... 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.. cortes. Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados....... dimensionamento e caracterização dos pavimentos..4.... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação....... as normas aprovadas e recomendadas.......... 13..... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto. detalhamento... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas............ 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ........... em escala conveniente.... Projeto de Interior Plantas baixas............ de acordo com as normas vigentes.....

coordenação. econômicos e administrativos. Conferência: Exposição de tema. em recinto fechado e apropriado. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. práticas prestadas. para servir de comprovação perante terceiros. escrita e assinada por profissional habilitado. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. a um público específico. CONCURSO Envolve ações de organização. ATESTADO Documento que contém declaração. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. de um direito ou de um empreendimento. É também análise de resultados de um programa ou projeto. gerenciamento e julgamento de provas documentais. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. Empresas e Profissionais . sobre veracidade de um fato ou uma situação. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. nos aspectos técnicos. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização.

Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. visando difundir informações. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. mediante planejamento. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. incluindo texto e layout. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. faladas e televisadas e outras. tecnologia de produção. comercialização. produto. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. GERÊNCIA DE PROJETO. folhetos. matérias escritas. bem como ações de marketing rural. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. processo. sem a indagação das que a motivarem. necessários a execução de obra ou serviço técnico. Inclui-se neste item a elaboração de folders. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. anais. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. entre outros) Caracterização do meio biótico. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. ou de uma dada região. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. geologia e geomorfologia. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. ao desenvolvimento de métodos. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. econômico e social da propriedade rural. envolvendo fauna e vegetação. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. em atendimento à legislação. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. solo. serviço ou evento técnico/científico.insumos. águas superficiais e subterrânea. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. Caracterização do meio sócio-econômico. junto ao órgão ambiental competente. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. Caracterização do meio físico (clima. transporte. beneficiamento. c e d. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. serviço ou obra.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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por exemplo com indicações de “saída”. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. exaustão de gases. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por se tratar de um trabalho específico. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. com respectivas proteções e controles. deve ser encarado como um projeto à parte. com detalhamento. define apenas uma previsão de carga para iluminação. água de refrigeração. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. ou projeto de luminotécnica. Inclui memorial e especificações de materiais. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. ou a evacuação de pessoas com segurança. Por iluminação de emergência. neste item. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Subdivisão dos sistemas. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. compreendem-se sistemas de certo porte. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. não são aqui considerados. a partir de quadros de distribuição específicos. a serem ligados ao sistema de emergência. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. tomadas e esperas especiais. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. no âmbito da iluminação.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. Memorial. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. especificação dos materiais. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. determinação da potência de fonte geradora (baterias. com diversas variáveis envolvidas. etc) e quadro de distribuição de emergência. Estudo a respeito da demanda. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. Inclui memorial e especificações de materiais. corrente contínua com entrada em operação imediata. grupo motor-gerador). SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central.

cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. são sinônimos. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. que possa ser exercida com autonomia. o caráter distintivo do profissional liberal. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. em todas as fases de sua execução. literalmente assim se deve entender toda profissão. isto é. do latim liberais. de líber (livre).14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. “Pela adjetivação liberal. nos serviços fiscalizados pelo CREA). Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. do CONFEA. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. Assim sendo. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro.

quando a critério do juiz. especificidade e dificuldade dos serviços. b) complexidade. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. salários de auxiliares. estadia. sobre carimbo. • c) as medidas lineares. material. ter Contrato ou Convênio. bem como as datas de inicio e término dos serviços. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc. contendo o nome.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra..executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. datados e assinados pelo profissional. no processo civil. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor.. Eventualmente: Insalubridade. inciso VIII . podendo ainda. contribuição social. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista.. impressos. correrão por conta do cliente. inclusive com a inversão de ônus da prova. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. • Artigo 50º . atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. inciso VI . o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. etc. a seu favor. as condições de pagamento. o tempo de viagem e o fim específico. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. serviços de terceiros. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. sendo calculadas tomando por base. etc. salvo expressa estipulação em contrário. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. materiais diversos. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. dos materiais e equipamentos a serem empregados. segundo as regras ordinárias de experiência. de área ou volume. hospedagem. • Artigo 39º.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. confeccionados em papel timbrado do profissional. se não houver ART. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. como: análise de solo. despesas auxiliares de transporte. alimentação.sede do profissional.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. obras e serviços. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . condução. Dentre os vários artigos desta Lei. Custo efetivo dos projetos. Caso o cliente forneça transporte. • Artigo 40º . • • Nenhum serviço será iniciado. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. também acordada previamente. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. taxas públicas. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município .das todas as despesas referentes a: pesquisas. consultas e outras.o Código de Defesa do Consumidor . perigosas ou de difícil acesso. aluguel de equipamentos. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. alimentação. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. ART.

00 6.00 170. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.656.40 149.º 4. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.M.40 9.00 149.00 40.500.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .00 20. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.P.200.T.33 30.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado. de responsabilidade do profissional.800.800. água/esgoto.00 173.00 2.00 120. regido pela CLT.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.).950-A de 22/04/66.00 20.) Gratificação Natalina (8.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 3.mo.P.00 40.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. por desistência do cliente.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.48 80.R. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.3% R.500.00 NC NC 873.00) .000.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 4.00 140. segundo legislação vigente do CREA.00 5.M.Anotação de responsabilidade técnica .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.ART sobre serviços de R$/mês 4 .82 Remuneração (R$) 1.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.0% R.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.3% R. R$ 100. isto é. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.200. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária. será cobrada uma multa de 5% ao mês. amparado na Lei n.) Gratificação de Descanso Anual (8.00 144. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 . inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .M. 14. Empresas e Profissionais R$ 30.54 120. mensageiro e etc).P.00 2.

Imposto de Renda (27.00 120.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. água/esgoto.Não Computado R$ 160 4.00 50.P.5% Custo Total Mensal – R$ 360.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.00 R$ 30.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00 173.ART sobre serviços de R$/mês 4 .(0.00 3.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .33 40.00 25.48 100.66 R$ R$ 22.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 180.00 182.000.00 171.00 4. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.3% R. mensageiro e etc).Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00) .33 R$ 120.60 200.88 29. móveis e utensílios Aluguel e.60 182.00) R$ 1.135.P.795.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.3% R.0%R.60 9.00 176.00 25.660.00 NC NC 913.54 120.346.05)) IRPF .P. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .200.) Gratificação Natalina (8.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .Anotação de responsabilidade técnica . I = (CTM – 360) / (1 .) Gratificação para Descanso Anual (8.275 + 0.

) Gratificação Natalina (8.(0.56 36.410.05)) IRPF .00) .00 290.275 + 0.50 290.906.3% R.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC . inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 250. I = (CTM – 360) / (1 .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00) R$ 1.33 40.33 R$ 200.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .78 R$ R$ 27.00 R$ 30.00 35.00 35.54 200.000.Imposto de Renda (27.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .20 250.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .P.00 4. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.50 9.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.Anotação de responsabilidade técnica .Não Computado R$ 160 5.185.00 5.48 160.5% Custo Total Mensal – R$ 360.0%R.00 60.500.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 280.496.00 120.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.113. mensageiro e etc).Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 NC NC 1. água/esgoto.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.3% R.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 173.P.00 200.P.

P. I = (CTM – 360) / (1 .00 431.33 60.60 9.(0.233. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.419.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00) .045.05)) IRPF .33 R$ 250.528.15 R$ R$ 40.000.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .3% R.) Gratificação Natalina (8.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 300.80 56.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .Imposto de Renda (27. mensageiro e etc).Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.3% R.0% R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.00 120.P.275 + 0.00 416.48 200.200.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 7.00 50.00 NC NC 1.00 173.54 4.00 50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .00 80. água/esgoto.60 431.00 R$ 30.40 300.516.) Gratificação de Descanso Anual (8.00 257.Anotação de responsabilidade técnica .00) R$ 2.P.00 160.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.

669.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.P. I = (CTM .77 78.54 240.00 9.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.5% Custo Total Mensal – R$ 360.) Gratificação Natalina (8.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Anotação de responsabilidade técnica .P.50 9.) Gratificação para Descanso Anual (8.89 160 R$ R$ 55.48 200.360) / (1 – (0.251.00 330.33 70.000.33 R$ 320. móveis e utensílios Aluguel e.00 50.ART sobre serviços de R$/mês 4 .Imposto de Renda (27.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 50.500. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 572.3% R.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 120.275 + 0.3% R.00 R$ 30.P.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.593.00) .0%R.50 539. água/esgoto.00 4.00 200.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 173.05)) IRPF .00 286.00 360.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .393.00 539. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .923. mensageiro e etc). inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 NC NC 1.00) R$ 3.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.

serão cobradas à base de 33. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal ..35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se... com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento.71 97....(0.661....05)) IRPF .... R$ 50... mediante comprovação pelo profissional. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 ..... R$ 25.. tais como.3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado. apresentação pessoal e etc.. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por trabalhos prestados.666.. • Despesas com certidões.994..É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho. se for o caso...5% Custo Total Mensal – R$ 360..... • As despesas extras.Imposto de Renda (27. informática.275 + 0...88 R$ R$ PLENO A MASTER ... cursos de extensão e especialização.. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação..79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.. experiência profissional... em viagem. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio. Nível de especialização... Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. salários de empregados e seus complementos e etc. trabalho em equipe.. Bem como... .00 (até 5 anos de formado) 68.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado.NC – Não computado . I = (CTM – 360) / (1 . pós-graduação... mestrado e doutorado.00) R$ 4... condomínio.. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela. incluir as despesas com: aluguel de escritório... pelo menos momentaneamente... Ou ainda..CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10.15 160 TRAINEE E JUNIOR .. conhecimentos de línguas estrangeiras. competência interpessoal.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: .....

bem como.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. ou ainda. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. Entretanto. bem como.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. municípios ou estados. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração.

50 (de 2. dimensionamentos e detalhamentos. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.2 2.50 (de 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6.8 4. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso.00) 3.0 Edif. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.50) Inclui anteprojeto. Avaliam ainda encargos sociais.00 3.8 4. fornecido pela Revista Construção.0 2.2.6 2. Industriais 4.0 Edif. Comerciais e/ou residenciais 4.0 5.50 (de 16. As formulações são bastante abrangentes.4 4.2. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.1 2.4 2.5 2. (***) O projetista.50) 3.3 2.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0. projeto legal. no mês da proposta.8 4.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.1 2. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. 15. projeto executivo e orçamento da obra. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.15.1 2.00 R$ R$ R$ R$ 6.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0. estudos preliminares.00 2. Não inclui cálculo da fundação profunda.9 1. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.8 2. S = Valor vinculado percentual de referência. Cc = Custo convencional da estrutura.2 3. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.7 3. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .2 3.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.50 (de 3. impostos.8 (R$ por m²) 7. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.0 1.50 2.4 2.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.1 2. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 3.2 3. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).00) 6.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.

.............. 35% 2a a 5a repetição .2...........8 9........ incluindo os elementos de fundações.... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16.....2 9.. Caso haja cálculo de protensão.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%... 15% 21a a 40a repetição ... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%... em quilogramas.............. 20% 11a a 20a repetição ....................2 9.5 15 14 13 12 11 Edif......................... H = Honorários de projetos. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%. Industriais 12 11.... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.....5 11 10............... comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12. sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.. cortinas em subsolos dentre outros....... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 25% 6a a 10a repetição ....................................... 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%..5 9..50.. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0....Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante...............02 m3 / m2..5 12 11.... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .. aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.................. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3.. 10% a partir da 41a repetição ......................0 As repetições integrais do projeto....0 10. por metro quadrado de área de projeto arquitetônico......6 10... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..5 11......5 16 15.3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros... S = Valor vinculado percentual de referência....5 10 Edif........... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ..... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível................................... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo................. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.

...70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............ os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2.... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%........80 1.... caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante......................... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..... Em galpões industriais.................. 25% 6a a 10a repetição ..00 1..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.......................80 1........ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%............20 2.. caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas.... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .. entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.50 2........ caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas............. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ....................................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural.............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.................... superior a 10001 m2 .. entre 5001 e 10000 m2 .........4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas.................... 15% 21a a 40a repetição .............................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.................. entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .. Em galpões industriais............................ deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ...................... 15.............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%.................................... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ...... 35% 2a a 5a repetição ......50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...20 2........ 2......... 20% 11a a 20a repetição ..............................................00 1.... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ..65 1.00 1........... 2... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado... entre 501 e 2000 m2 ............................• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros...................... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .............. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .. As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais.................2.. inclusive os elementos de fundações. 2..... Em galpões industriais...........80 1.. 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ................50 As repetições integrais do projeto............................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.....................................60 1..................... entre 2001 e 5000 m2 ...70 1.......... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível................. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ..... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar.... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais....... 10% a partir da 41a repetição ....................

....... superior a 20001 m2 ................................ Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento.75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .............. 2.00 por m2....55 0....... iluminação de emergência.................................. entre 10001 a 20000 m2 ... caixa separadora de fibras. entre 10001 a 15000 m2 ... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%....45 0.......... 2..........30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático........................ * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo....* Caso haja instalações de água quente......00 0...............60 0............75 0................... 1......... 2........ * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares.......... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500....................50 0.... 2......20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ... alarme bitonal...... reserva de gás...50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .................. Empresas e Profissionais . entre 10001 a 20000 m2 ......... entre 1001 e 5000 m2 ............. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%. entre 5001 e 10000 m2 ...000............ entre 1001 e 5000 m2 ..... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%..........................35 0............. caixa de cloração................................ R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .................60 0...................... seta indicadora de saída......... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%............................ INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.................90 0................. R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ....... superior a 20001 m2 ..... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1..40 0.......00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2..... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica............................................70 0....... * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.......... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás...............................................50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............ entre 5001 e 10000 m2 . Os preços acima contemplam a indicação de pára raios....... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento........... extintores de incêndio........... entre 1001 e 5000 m2 .......... superior a 15001 m2 ................................................. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%...50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ..... 0.70 0.... entre 5001 e 10000 m2 .. Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ......00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2........................................ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%........50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1.. 0.. * Caso haja instalações de gás............

35 850..000...000.000.......00 a 10...........000...000..........000.00 0.00 0......15 2...........000...000.................70 área entre 501 e 10000 m2 ....................................000..........00 0........00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....... 0............... derrocamento..000.........12 3.00 a 100.....40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ... 0..00 De 500.....00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.......00 a 200......90 50....600.. 35% 2a a 5a repetição .......................00 0..... DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500....000.........20 1.... 25% 6a a 10a repetição ............000..00 a 500......000..................00 De 1.......... 0............... 0......100...... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise.000... 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos..............40 área acima de 10001 m2 ....................... dentre outras........ valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ........600. pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas....600.00 Acima de 10..........................35 Edifícios comerciais área até 2000 m .00 a 5................... 20% 11a a 20a repetição ............INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA .....................00 a 1.....07 8.. 2 15.............. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 ..000........... experiência do profissional........5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho..000... 0..... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação..50 área acima de 10001 m2 .. 10% a partir da 41a repetição .....000....... tempo estimado na execução do serviço.........00 0....00 0......00 De 100.......000. 15% 21a a 40a repetição ...................50 área entre 2001 e 10000 m2 ..............2..........000.000.65 250....00 De 200... topografia e geodésia.............................................................00 De 50....... traçado de estradas..........00 De 5...................... 0....00 0............

00 a 2.00 HONORÁRIOS (R$) 800.00 De R$ 7.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 De 12.00 a R$ 50.00 De 7.500.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 por cada R$ 20.000.00 4.000.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 a R$ 15.000.000.00 De 4.000.00 De R$ 55.000.00 a 8.000.001.00 De 10. mais R$ 200.00 a R$ 180.00 a 6.00 por cada R$ 20.00 a 2.000.500.000.000.00 De 3.00 a 5.00 De 1.500.000.000.00 De R$ 120.00 De 6.500.500.00 a 15.000.000.001.000.000.000.00 a 4.00 De R$ 85.501.00 2.00 6.000.000.00 a R$ 180.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.00.000.00 De R$ 15.300. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .00 a R$ 55.00 De 8.500.00 a 7.00 De R$ 50.00 9.00 De R$ 90.00 a R$ 35.000.000.300.501.000.000.001.500.00 a 3.500.00 6.500.00 a R$ 30.00 a 10.00 a R$ 120.000.000.500. prevalecerá este último.00 De R$ 30.001.200.500.000.000.001.00 De R$ 25.000.200.000.00.00 6. mais R$ 200.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 3.000.00 De 9.000.00 2.00 De R$ 35.00 a R$ 90.001.00 a 12.00 De 2.00 De 1.000.001.00 a 9.001.000.00 3.000.00 1.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 De 2.00 Acima de R$ 180.001.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.00 1.000.00 De 5.501.00 a R$ 85.00 a 1.001.00 Acima de 15.000. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 Acima de R$ 180.000.000.00 9.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 Banheiro completo unid 450.00 Lavabo completo unid 400.78 x 75 + 280. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 700. rebaixamento.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.500.00 200.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 300. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. lay-out e ambientação.00 200.00 100.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 200. mesas e etc 15. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3.00 350. Palestra e Conferência Aula: 1.00 Quarto de casal unid 300. pontos elétricos e hidráulicos. piscina e sauna) unid 1.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 250.00 Quarto de solteiro unid 300. camas. paginação. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200. iluminação.00 400. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 400. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada.00012)0.00 Cozinha completa unid 600.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.00 300.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 Sala de jantar unid 300. simplificadamente. alvenarias. revestimentos. colunas.00 300. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. esquadrias. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.00 Área de lazer completa (churrasco. unid unid unid unid unid unid 300.00 200.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Áreas até 50 ha 11.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Áreas até 50 ha 18.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .5 + 0.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Áreas acima 50 ha 11.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0. Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .Diagnóstico Técnico.Áreas acima 50 ha 18. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas até 50 ha .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.276 HT por ha excedente a 50 ha 8.3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .5 27.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .5 + 0.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .5 Horas Técnicas por Km de poligonal .11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .

Áreas com até 10 ha 20 .Plano de Corte Florestal .Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas com até 10 ha .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15. viaduto.

....77 1.000...000.99 800....00 a 2.000..00 2...001.00 1.000....00 a 120.500...000...00 1......001.000...39 R$ 1..00 a 5...00 a 200..550.... Desenho Definitivo .00 0.00 0..000.66 2..001.00 0.....200..000...00 0..43 7.001.....00 0.00 800...00 R$ 1.......001...200......00 R$ 900......00 1.....000.00 a 600.00 0.47 5.......... 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva......7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada..00 a 400.40 10.000....000.000...000......00 a 1..00 a 15....001....200. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600......55 3.........00 a 800.38 400..31 120..001.500....000.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 ....000.00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto..00 15% 10% 30% 15............ em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares....00 2. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .88 1.000...001...93 200..00 0........500.00 1...000..00 a 10.00 1.000...001.00 a 1..... Projeto Básico .100.000....500.00 1..10 600..00 1..00 1..001.000.00 R$ 850.001.001...............000.TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1...00 800.00 0.......000...000.000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1..00 R$ 1..500.00 a 3...200....... Projeto Executivo .00 1.200...000.....000.....00 a 7.00 0.000.00 R$ 1...800.......000.000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58....

prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. Agronomia. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. cujo art. inciso V. de 22 de abril de 1966.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. 7º. Em 24 de dezembro de 1966. a Lei nº 5194. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. sob a dependência e mediante salário”. Química e Veterinária.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Arquitetura. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. A Lei nº 4. A Lei nº 4. no seu artigo 82. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador.950 A. até 8 horas/dia.

P.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”. = R$ 1.P.P. = 9.M.P. = 6 x R$ 200.00.00 S.500. as horas excedentes serão consideradas horas extras.5 x R$ 200.P. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.5 x salário mínimo S.50 ) x salário mínimo S. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.P.00 S. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S. Empresas e Profissionais S.200.M.00 pôr mês OBS.: Após 44 horas semanais. = R$ 1.M.M.P. de 5 de outubro de 1988. = 7.M. = 7.50 x R$ 200.P.100.P. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.50 + 1.M.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.00 S.M.M.P. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.25 ) x salário mínimo S.P. = 10.M.M. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. = 6 x salário mínimo S.M.M.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.M.M.P.P.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 . = R$ 1. = 10.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º. acrescentar 50% às horas extras.M.50 x salário mínimo S.P.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.P.M. = 9. = ( 6 x 1.0 x R$ 200.00 S. = ( 6 x 1.P.800.00 x salário mínimo S. = ( 6 x 1. = R$ 2.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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referência à legislação. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. prazos e exigências do contrato.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. cargo ou função. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. nomeação. equipes ou equipamentos inadequados. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. CNPJ. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. não assumir compromissos extra-contratuais.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. 18. atualizado pelo menos semanalmente. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. COMO CONTRATADO(A). conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. CPF. Medições • manter registro permanente. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. preços e condições de pagamento. as reivindicações de métodos. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. • cumprir rigidamente as normas. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. na época oportuna. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. atos constitutivos. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. identidade. não improvisar métodos. com firmeza. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. se for o caso. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. Empresas e Profissionais . (nome. prazos. não admitir interferência nos métodos executivos. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. COMO CONTRATNTE. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. além do especificado. representado(a) por (nome. • não admitir postergações na medição de serviços executados. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. procurando cumpri-los e até antecipá-los. DO OUTRO. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. encaminhar sempre objetivamente. e endereço). DE UM LADO.

CPF. obedecendo no que couber. entre si.. endereço). efetivamente executadas e aferidas. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. cuja lavratura foi regularmente autorizada por .666 de 21.. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança.. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. legislação estadual e/ou municipal complementares. a empresa ou profissional (nome.) dia. representada(o) por (nome. e referência de outorga de poderes. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s).. independentemente de transcrição. CNPJ.. referidos na Cláusula anterior.. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). tem. portador da carteira profissional nº . variação. ou.. Empresas e Profissionais . CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos.666.06. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. bem como pelas normas. cargo ou função. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . no caso de sua extinção. ou das especificações e disposições contratuais.. serão pagos no (. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. modificação....eleição. em sua substituição.. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). ajustado o presente Contrato. expedida pelo CREA. acréscimo ou decréscimo. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. poderá ocorrer. de outro lado. regulamentos.. constituição jurídica.. se for o caso). a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº .1993. identidade.. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA.. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações.. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8.

..). conforme norma do CREA . durante a sua execução.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. pelo número de dias de antecipação. um total correspondente a (.. exclusive.666/93.. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos. correndo a despesa. dele decorrente. notas de empenho e demais indicações pertinentes).). efetivada em data de (...Anotação de Responsabilidade Técnica. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA.. a CONTRATADA prestou caução.666/93. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. permanentemente. expressa em forma decimal pelo índice (. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês.. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART ...). Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.. serão concedidos descontos de 1% ao mês...) dias consecutivos (ou corridos). contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . observados.. que integra o presente instrumento. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos..) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. pelo número de dias de atraso.. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.. aplicada uma só vez em cada ocorrência. Empresas e Profissionais . Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.Ordem de Serviço. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários.666/93. Agronomia e Arquitetura. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.) no valor de (.. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) (..Conselho Regional de Engenharia... sob a modalidade de (. se houver. e a data do seu efetivo pagamento. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (.. rubricas.

Vitoria.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. juntamente com as testemunhas abaixo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ..) vias.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos.sive. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (..2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.666/93. E. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas..Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . de comum acordo. com renúncia a qualquer outro. exclusive.. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8. o Foro da cidade de (... por mais privilegiado que seja. por estarem justas e acertadas.

INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos.Engesul – Construções e Projetos Ltda .º 5.Multiservice Engenharia Ltda .Construtora Affonseca SA . Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . DE 29 JUN 1973.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. palestras. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. desde 2000.DE 11 DEZ 1933. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975.SEAT SA . DE 24 DEZ 1966.º 23. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N.º 218.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.194.569.American Association of Cost Engineers. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . LEI N. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.

1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 . 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .

associados ou não.br www.com. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.br www. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.br). Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www. em Gestão em Construção Civil e MBE . e-mail: andrea@crea-rj.org.ibeccustos.org.org.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .crea-rj.br .ibec.