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Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

................ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......... 203 13........................ 269 18........................ sempre contando com o apoio do IBEC.........7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA ................ O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ............... 269 18... CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL.... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos.............. 249 15... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos....................... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19........... 235 15....................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ............. 235 15...........................4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ............. O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia............... através de palestras.... 205 13.. em especial.... principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões................. projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis............crea-rj................ do mesmo autor.... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho....................... sobretudo nos últimos quatro anos..................................13................................ 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ...................4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS .. tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001......2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ................. 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16......................1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS .............................................3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ....... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE ........................................ 197 13...... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática.............. QUALQUER ESPECIALIDADE ................org............ A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos.............................. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.. 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M................5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ..........3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL .............. 15............................ Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14........... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais................... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ..2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ........................................ 20.. 255 15....... publicado em fevereiro de 1999............ 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18...br ................................ Neste fim de século.......... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates............................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ..................1 ANÁLISE DO CONTRATO ............ 236 15........... já este ano...... por isso é fácil entender porque..... 252 15................ PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ..................... vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega..... 17.... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ......... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos....6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ......... 259 15...........................

facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. as semanas do mês e os meses do ano. entretanto. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. inclusive trabalhos autônomos.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. pesquisar. escrever. arquitetos. 1. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. do capítulo 1 ao 10. Lembramos. A dedicação à vida profissional. por certo. Rio de Janeiro. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. E os anos passam. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. os dias da semana. 1 INTRODUÇÃO 1. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Este documento é. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . Pedro Paulo e Julia. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. ainda. a metodologia aqui exposta irá. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. do capítulo 12 em diante. entretanto. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. Profissionais e Empresas”. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. A segunda parte é dedicada aos autônomos. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Assim.

• preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. preços unitários ou por empreitada integral. 1. principalmente. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. porém. gerenciamento de empreendimentos.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. supervisão. os usuários. gerando preços de venda normalmente exagerados. bem como. ser oportuno. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. principalmente.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. materiais. equipamentos (topográficos. em grandes empreendimentos. Além disto. bem como. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . também. quando prestado para órgãos não governamentais.interessante. Entendemos. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. ou seja. Assim. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. do faturamento bruto. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. ou seja. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). para o caso de orçamento de obras civis. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. não se encontra desatualizado como alguns autores que. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. serviços por administração. hora técnica individual ou coletiva. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. fiscalização ou acompanhamento de obras. residências unifamiliares). que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. preço global. a despeito de que com este critério ora descrito. assim. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. laboratoriais. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. consultorias ou assistência técnica. isto é. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. pequenas construções (por exemplo. Caso se adote qualquer destes critérios. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. com um pouco mais de dificuldade. por exemplo. por convicção. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. computadores e impressoras). a serem aplicados sobre índices de custo. e principalmente. percentuais do valor final do empreendimento. Aconselhamos que.

que não tem valor para pagamento. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. É comum. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. caso contrário. Assim. estes estando de bom nível. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. Neste caso. para estes casos. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. como preços unitários. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. entretanto. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. ou. porém. portanto. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). Os itens constantes da planilha de quantidades. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. e sim. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente.3. softwares. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. que são denominados de despesas reembolsáveis. podendo ser de um ou mais profissionais. • 1. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. algumas vezes. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. aparelhos de topografia. microcomputadores. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. e ainda. a ser definida pelo executor. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. Isto é. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. entretanto.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. É utilizado. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. ainda. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. poderá ser apresentada justa e adequada. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). pode-se determiná-lo por mês. garantem que a proposta de preço. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . equipamentos de laboratório e etc) deve-se. Obviamente. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. também. Estes serviços.

portanto. despesas gráficas e despesas diversas. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. emprego de microcomputador. preço global. na forma de medição dos serviços que será efetuada. inclusive lucro previsto.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. e devem ser computados os custos. tais como. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. sistema misto e hora técnica. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. apenas. 1. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. quilometragem. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). 1. proporcional à redução de custo obtida. comunicações. quando for o caso. previamente acordada. segundo o contrato. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. sua cronologia de emissão. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. Empresas e Profissionais 1. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. pick-ups e caminhões microcomputador. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. todas as despesas indiretas. motocicletas.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. os encargos financeiros e o lucro da empresa. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. pois. Os produtos a serem elaborados. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apresentado no ANEXO 1.5. além dos encargos sociais. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. a administração central.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . devem estar descritos com bastante objetividade e clareza.3. 1. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. impressora e acessórios de informática. ou seja. preço unitário. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. então. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). bem como. Caberá. recebe como prêmio uma parcela. principalmente. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos.

• Administração central.fianças bancárias ou cauções. . materiais de escritório (lápis. e caberá. aluguel de copiadora. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. compra e etc da sede da empresa.despesas legais. 1.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. armários. cafeteira e etc. materiais de segurança e etc. borracha. financeiro. balizas e trenas laboratórios de solo. móveis e utensílios (mesa.despesas de legalização do contrato.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total.vale transporte .encargos trabalhistas . representa o custo da sede da empresa. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entre outras despesas. viagens e estadia do pessoal. vale refeição e etc) . alvarás e outra taxas municipais.aluguéis de imóveis ou veículos. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. uniformes. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. . inclusive respectivas contas periódicas. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. licitações. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . concreto ou asfalto. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações).benefícios (seguro saúde. . temos: . podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. . estaduais ou federais. em função da facilidade de se declará-los. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. e não existe nenhuma dificuldade por isto. . principalmente. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. . ar condicionado. nível. inclusive ART . Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . Entretanto. televisão. • Encargos complementares. Pois. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. em função do tipo de serviço. diárias da equipe técnica. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. papel. teodolito. ou conforme a exigência do cliente.despesas com impostos.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. comercial.eventualmente. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. gastos com comunicação: central telefônica.5.). cadeiras. na maioria das vezes.

cartucho de impressora. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. assim. consiste na identificação clara dos seus objetivos. com sua cronologia. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. garante a uniformidade das propostas. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. despesas gerais. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. combustível. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Encontramos multiplicadores para salários. Empresas e Profissionais . é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. Hora técnica individual ou coletiva.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. 1. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. Portanto. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. microcomputadores e acessórios. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. Será obrigatório montar esta planilha. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. assim. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. objetiva e com o maior detalhamento possível. através de formulários pré-estabelecidos. É interessante.HORAS TÉCNICAS 1. evitando-se desgastes em futuras negociações. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. Como descrito anteriormente. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta.

esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. da fiscalização do contrato. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. são difíceis de serem adotadas na prática. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. posteriormente. portanto. portanto. Assim. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. bem como. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. no entanto. entretanto de modo geral. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. usando a nossa experiência no assunto. entretanto. é o que efetivamente deveria ocorrer. sem. Aliás. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. Empresas e Profissionais . as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. Entretanto.

deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. 2.NÍVEL B CONSULTOR .da em qualquer situação.2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente.NÍVEL A CONSULTOR .NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2. bem como. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. Portanto. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . principalmente. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 . Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função.

A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. pósgraduação. na avaliação profissional.NÍVEL B CONSULTOR . uma vez que cada cliente poderá. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. coordenação ou gerência. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.NÍVEL A CONSULTOR . desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. Empresas e Profissionais . com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. que na ausência de classificação oficial. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. cursos de extensão. Ou ainda. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. outras referências. apresentação pessoal e etc. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. tais como. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. conhecimento de línguas estrangeiras. coordenação. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. mestrado e doutorado. Contudo. informática. gerência ou diretoria.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . a seu juízo. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. Cabe realçar que devem ser consideradas.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos.

mecânico e etc). AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. ainda. experiência inerente à profissão. ainda. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. Deve possuir. Deve possuir. mecânico e etc). AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. civil. Deve possuir. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. ainda.especializada em questão de natureza bem específica. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com pouco tempo de experiência nesta categoria. ainda. Deve possuir. mecânico e etc). Deve possuir. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 10 e 15 anos. LABORATORISTA – profissional de nível médio. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com experiência entre 5 e 10 anos. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com experiência entre 2 e 5 anos. mecânico e etc). Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com integral conhecimento do software CAD. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. com no mínimo 15 anos de experiência. hidráulico e etc). com no mínimo 15 anos de experiência. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com ou sem diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. com bons conhecimentos do software CAD. com diploma de curso técnico. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. mecânico e etc). mecânico e etc). porém. ainda. experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. civil. elétrico. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. ainda. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. Possui. experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 15 anos. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. elétrico. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência. experiência inerente à profissão. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com ou sem diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. Deverá ser engenheiro com renome regional. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico. com diploma de curso técnico. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. com diploma de curso superior ou técnico. elétrico. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. elétrico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica.

doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. sendo que com experiência acima de 12 anos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. • Evidentemente. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. PROFISSIONAL SENIOR . sendo que com experiência acima de 5 anos. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. PROFISSIONAL SENIOR . com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1.2. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. a não ser nos dois últimos casos.1. 2. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Os valores apresentados não são cumulativos. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. AINDA. sendo que com experiência acima de 8 anos. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. por exemplo.

3. a lei salarial vigente deverá ser respeitada.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . Se a mesma não se encontra executando contratos na região. no entanto. VALE TRANSPORTE. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. 3. principalmente. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. e ainda.T. a escala de salários comumente adotada pelo mercado.L. ENCARGOS SOCIAIS. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. Devem ser considerados.1.3 SALÁRIOS. – Consolidação das Leis do Trabalho.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. ou outra forma de aferição desses valores. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. ou através de pesquisa de mercado. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. BENEFÍCIOS. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. preferencialmente. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato.

ainda. tais como. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana).5 horas por semana (ou 8. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. etc. isto é. se possível por região. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. auxílio-alimentação. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. etc. já que. Deverão. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro.1. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. que são pagos aos empregados complementarmente. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. ainda. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. Deve-se considerar. devendo ser calculado como um percentual deste. seguro saúde. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. Entretanto devemos considerar. atualizada. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. por hora ou por mês. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. no máximo. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. ainda. Para este caso considera-se. Entretanto. bem como. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. rotatividade média da mão de obra. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado.5 horas por dia. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. além do vale transporte que é previsto em lei. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. bem como. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. isto é. ou seja.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. 3. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. portanto. um total entre 170 horas de trabalho por mês. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado.

Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa.5 horas semanais. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. combinações entre estas e etc. tanto para horistas quanto para mensalistas. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. bem como.5 horas diárias. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. FGTS. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. SEBRAE.5 horas por dia. • no sábado não há expediente. conforme determina a lei. portanto.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. porque: . domingo. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. e. descontados os do período de férias. englobando entre outros. aviso prévio remunerado ou não.5 horas. SESI ou SESC.5 horas de trabalho por dia (42. Para se definir o valor de 8. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. 2. portanto temos a considerar apenas 48. por exemplo. totalizando. SENAI ou SENAC. noturna. um total de 365 . sábado. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. os seguintes encargos: INSS. Entretanto. INCRA. e assim. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. 3.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras.5 horas 0 horas TOTAL 42.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. Assim temos. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. com uma hora de intervalo para almoço.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . devem motivar pesquisa própria. perfazendo um total de 8. férias: por lei são 30 dias. então. entretanto. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. sendo 8.de 2ª feira a 6ª feira . Entre esses itens estão. para a construção civil. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. portanto. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. segundo a rubrica 507 do IAPAS. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. • Assim completamos a jornada semanal com 42.no Sábado 5 dias x 8.5 hs por dia = 42.295 horas efetivas de trabalho por ano. isto é. seguro contra risco de acidentes no trabalho. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo.1. e principalmente. feriado.

publicada no D. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho.S. FGTS – 8. 4. (Regulamento da Previdência Social).0% 0. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. 2. em relação à empresa.5% a. em 03/07/89. individualmente considerada.T. Decreto n° 59.0% do salário família.Riscos Graves.466 de 14/05/67.0%.787 de 30/06/89.0% sobre os empregados.P. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.O. que acrescenta 0. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. englobando ainda. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 .8%.6% 2. a.20% a. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. 497 e 502 da C. instituiu o percentual de 2. 477 a 486.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.5% 1.0% a. INSS . neste caso. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.3. 449.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988. 0.30 x 0. enquanto.4% do Funrural e 0.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7. por ocasião da promulgação do R. classificando-o como Grau III .2) Decreto n° 60.4) FGTS – Artigos 439. Estes adicionais.U.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001).787/89 de 30/06/89.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.06) = 0. mas. apurada pela Previdência.2% 0. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.P. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. sofrendo adicional. não foram considerados no presente estudo.080 de 24/01/79.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. não são onerados pelas leis do GRUPO A.5% a. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.S.1) Lei n° 7.75% do INSS sobre 13º salário. podendo variar de 0. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1..9 a 1.3% do salário maternidade.L. Acidentes de Trabalho . por serem próprios de cada empresa.

155 de 03/11/65. portanto repercutindo. 71.03 = 0. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.L. 67. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sobre férias e 13° salário.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. Feriados = 12 ÷ 270 = 4..T. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Sabemos ainda.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. 72. Entretanto.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. 382. abordou a matéria.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal.20 x 0. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.50 x 0. o que se observa no setor da construção é que. acima referido. entretanto. 307.090/62 de 13/ 07/62. capítulo III . e ainda. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. (Consolidação das Leis do Trabalho). 383 e 384 da C. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.Seção II. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. Caso fosse considerado como encargo social.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). de acordo com a Constituição. Por fim. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. será incluído nos custos indiretos. na prática. regulamentada pelo Decreto n° 57.P. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1.S.L. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. 70. são considerados 30 dias corridos de férias por ano. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. assim. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.T. com redução das duas horas diárias estipuladas. e que essa atividade é sistemática. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0.785 de 28/11/67.

anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. sobre o 13º do funcionário. • vale transporte.50) x 0. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . botas. a critério da empresa. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.820 de 20/12/66. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. em função do valor do salário. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. cintos. óculos e etc) • alojamento • .1 = 1. 3. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. • seguro de vida. Assim sendo. Corresponde ao pagamento de 7.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.0%. incluirse-á esta parcela neste grupo.1. lanche ou jantar).80 = 6.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição.03 ÷ 0.1 = 0. • assistência médica. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.09 x 11. almoço .97 = 0. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. ou ainda.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.º 59. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3).8% Podemos considerar.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos).50 x 8.82% a 11. ainda.9% 3.9 = 4. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. os benefícios previstos em lei.08 x 11. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.3.1. FGTS sobre o 13° Salário = 0.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. em caso de demissão do emprego.

00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. aqui considerado igual a 77%.00 por funcionário mês.desconto sobre o salário: R$ 400.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos.00 / R$ 1. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 O vale transporte não é um encargo social. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. como informação genérica. porém. o preço da passagem igual a R$ 1.2% da folha salarial e encargos sociais. os Encargos Complementares. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. Assim.00.000. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço. Empresas e Profissionais .000. é necessário.00 x 1.6% da folha salarial e encargos sociais.2% R$ 64. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.60 por dia. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.00 / R$ 1.1% da folha salarial e encargos sociais.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. ainda. definimos como sendo de 50%.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4. entretanto.770. se considerarmos.770.R$ 24.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. • seguro de vida.00 = 3.00 .2% Em alguns contratos.80 (dois ônibus por viagem). teremos o valor de R$ 3.80 = R$ 64. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.00 .00 = 4.06 = R$ 24. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais. então. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários.00 . vem: R$ 75. conforme abaixo: . portanto o custo é de R$ 75. assim. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.00 x 0.00 por funcionário dia.00 cada pessoa).770.60 x 20 dias úteis = R$ 72. como por exemplo.770.00 (R$ 72. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual. • dois dependentes a R$ 50.00 x 20 dias x 0. corresponde em média a 0. entretanto.00 = 3.77 = R$ 1.00) / R$ 1. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.

TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .0 13. raras vezes. incluindo.65 8.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica.019 de 03/01/1974. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.01 a 715. quando do encerramento do contrato. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3. usufruindo de todas as sua vantagens.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. a taxa de administração e o lucro. ainda. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . auxílio refeição e seguro saúde.00 11. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. Nesta data. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. 2. prorrogação por igual período. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses.00 De 600. até 2.5 2. assim.2 3.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. ainda. além dos citados anteriormente.1 2.5% • diversos (ticket combustível. todos os encargos de lei para estes serviços. 3. seguro odontológico e etc). assim. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. Lei nº 6.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. Nesta modalidade de contratação.65 9. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.00 De 429.01 a 600. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. admitindo-se. que é regida pela CLT. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. Entretanto.01 a 1.430 % 7. portanto. portanto.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.00 De 715.0 0.6 1.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

9 0. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.Seman.1 4.E . 2.5 3. bem como .0 0.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.0 0.8 4.Seman.9 0.4 2.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A. 3.0 8. nas grandes cidades.0 0.2 0.8 14.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8. 4.0 8.D .Remun. isto é .2 0.9 103.5 17.1 4.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 3.2 20.8 4.5 3.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.0 12.Resc.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 1.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO . a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 1. 23 dias .Ressalta-se que ao valor adotado acima .5 1.1 5.0 12.5 1. FGTS Salário Maternidade Repou.6 6.5 horas de trabalho por dia.015 * 0.1 4. 5. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.8 14.0 8.Trab.08 * H 37.( B . 3.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .Trab.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.5 0.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.8 0. bem como .5 1.3 73.015 * 0.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.Contra Acid.5 1.1 0.5 ( E + 0.0 0.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.0 2.9 0.8 1.0 1.3 22.2 0. 4.6 6.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem . seu valor em cada caso .09 x H 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 0.Contra Acid.5 17.6 2.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.0 9. nas grandes cidades. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte. isto é . 5.8 1.Ressalta-se que ao valor adotado acima .97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .1 5.5 1.0 8.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.8 0.0 1.50 * 8.5 20.Considerou-se em média 8.1 4.7 0.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.3 30.9 37. 23 dias .Resc.5 3.0 11.4 6.3 59.0 1.5 0.2 125. 2.6 1.0 11.1 22. seu valor em cada caso .50 * 8.C ) .0 11.0 9.4 2.7 11.97) H 1 / 11 * 100 0.9 0.0 85.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.6 1.4 6.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .0 0.0 2.5 0.5 0.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.1 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .08 * H 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .6 2.8 Repou.Remuner.6 2.6 2.2 0.09 x H 0.

327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. isto é.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. Depende. também. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. deve considerar a época de realização do serviço. fundamentalmente.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. a qual se deve dar total atenção. definir o número médio de dias úteis por mês. Em realidade. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. assim. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. caberá ao engenheiro orçamentista. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. Entretanto. De um modo geral. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . também. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. por mês. entenda-se por hora efetivamente trabalhada.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1.

Paulo Roberto Vilela Dias 53 . pois. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês.5 horas. assim. sendo da ordem de 160 a 166 horas. portanto. da região de desenvolvimento dos serviços. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês.5 horas para semana de cinco dias úteis. 4. sabendo-se que em média temos 4. com intervalo de 1 hora para almoço. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. de acordo com o sindicato da categoria = 8.5 horas trabalhadas por semana. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. Considerando-se. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. o período de execução do contrato é muito importante. O que ainda não é de todo verdade. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. bem como. podemos considerar um total de 42. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. está mais próximo da realidade. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. isto é.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. o que segundo estatísticas conhecidas. Logo. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. considerando-se 8. 44 horas.5 horas diárias de trabalho. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.14.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. entretanto. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8.rial descritivo ou do edital.

3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 .2. isto é. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. feriados. entretanto. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. por folha específica de apropriação de hora técnica. 4. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. para bem aplicar às propostas de preços. podemos considerar o seguinte: • preço global.2. cabe ao engenheiro de custos.5 horas por dia. 4. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual.1 Medição Em contratos destes tipos. formas de cálculo e de medição. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. Assim.3 x 8. Entretanto. normalmente. ou até um pouco inferior. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. temos: 20.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. faltas abonadas. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. não se consideram férias. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. de 2ª a 6ª feira. Assim. ou ainda. temos que: 19. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. e comumente ocorre. ou seja. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos.

Hora extra nos feriados. das 6:00 até às 22:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Hora extra aos sábados. Entretanto. entre 18:00 e 21:00 horas.00. Entretanto.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3.hora. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 .32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32.00. Hora extra noturna nos feriados. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. após às 22:00 e até às 06:00 horas.00 horas por mês = 220. assim. salienta-se que para o cálculo da hora extra. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. ocorre o que se denomina como hora extra. Hora extra noturna.27 x 1. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.00 ÷ 220 = R$ 2. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. Hora extra noturna aos domingos.Calcular a hora extra. de uma maneira geral. igual a 70%. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. realizada em numa 2ª feira. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. após às 22:00 e até às 06:00 horas. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra noturna aos sábados. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. Hora extra aos domingos. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. assim.28 semanas por mês = 188.

Solução: Trata-se de salário hora normal. Salário hora = R$ 600. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. Empresas e Profissionais .Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. COOPERATIVA DE TRABALHADORES.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. isto é. porém.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%.25 Hora noturna = R$ 3. que são: profissionais autônomos. SERVIÇOS DE TERCEIROS. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. cujo salário mês é de R$ 600. • 3. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista.00. Anteriormente. entretanto. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%.72 x 1. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA.200. 5.200.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.72 Hora noturna = R$ 2. noturno.2 .Calcular a hora extra noturna.46 x 2 x 1. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. através da contratação de pessoas jurídicas. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. caso contrário. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1.00. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.00 ÷ 220 = R$ 5. no Capítulo 3. • cooperativas de trabalhadores. entretanto. poderá ser configurado o vínculo empregatício.00.200. Assim. • serviços terceirizados.00 ÷ 220 = R$ 2. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. isto é. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo.

144.70 Acima de R$ 2.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos.40 286.80 257. IR . que é de exclusiva competência de cada prefeitura.01 a R$ 2.00 Alíquota isento 15% 27.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado.058.00 por dependente. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.60 200. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.99 20 8 36 1. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. COFINS.00 De R$ 1. ainda.115.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. ainda.00 20 6 12 858.01 20 9 36 1.000.00 20 0 1.00 R$ 158.287. pensão alimentícia judicial e R$ 1. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ainda.00 R$ 423. Arcará. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. que emitirá nota fiscal ou fatura. desde que acordado entre as partes. PIS.20 228. Entretanto. a tabela do imposto de renda na fonte. Entretanto. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. É legal deduzir. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. Ao profissional caberá.Imposto Sobre Serviço. nesta data (maio/ 2002). No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971.058. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.115. caso o profissional não seja inscrito no INSS. porém. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. 5. Os impostos sobre o faturamento (ISS. quando inscrito. que é bastante oneroso. podendo haver restituição ou imposto a pagar. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado.430. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS .00 171.00 20 7 24 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos. porém. Nesta data.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. o pagamento do INSS.058. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.

. demais custos diretos e indiretos.... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22....... 6% TOTAL (Média) ...... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .............. sempre através da própria cooperativa. 36. ticket refeição.... e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços... e ainda. COFINS e PIS).... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos........... outros benefícios..5% vale transporte. 15% Taxa de Administração (Cooperativa) . que é uma pessoa jurídica convencional...... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ... da taxa de administração da cooperativa..... seguro saúde e etc.... a empresa contratante poderá oferecer. o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos. entretanto..... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS. seguro pessoal....... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição........ Com a adição do imposto sobre o faturamento.. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. nesta data. As taxas de administração das cooperativas estão. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa.... bem como... conforme acordo com cada cooperativa... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 .... cap.............. entre 8% e 12%..... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .......... Nestes casos...... ou seja........ conforme tabela anexa. seguro pecuniário... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente...... O vínculo do contratante é com a cooperativa. seguro saúde.... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato.... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços..de 05/10/1988 que no Título VII ....... 1 e artigo 174 – parágrafo 2...... aplicáveis sobre a taxa de administração... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada...... tais como..239...

com no mínimo três fornecedores distintos. Da pesquisa de mercado. 6.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. deve constar. por fornecedor. • preço de fornecimento. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. embalagem e etc. após a elaboração da planilha de quantidades. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. • prazo de entrega e disponibilidade. os seguintes dados: descrição detalhada do item. uma vez que apresentam valores de compra elevados. • condições de pagamento. incluindo todos os impostos.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. principalmente. frete.

é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. TV. ANTENA. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. por exemplo. tais como: MICROCOMPUTADORES. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. ARMÁRIOS E ETC). • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. TELEVISÃO. isto é. Aconselha-se que quando for o caso. como. FILTRO. papel próprio para impressão e etc. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. são reutilizados em vários serviços distintos. SOFTWARES. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. IMPRESSORAS. Assim. outros fatores. devem ser computados os valores necessários. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. No caso da empresa não possuir o bem. no caso de impressoras. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. incluir substituição de cartuchos. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. muitas vezes. deverá efetuar cotação no mercado para locação.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entretanto. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. CADEIRAS. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. PLOTERES. ou seja. combustível e etc). em cada situação. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . VÍDEOCASSETE. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência.

63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses.12 ÷ 12 J = R$ 150.00.00 x 0. ET = D + J + M M = 0.5 x 15.00 ÷ 30 D = R$ 500.00) ÷ 30 M = R$ 250.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração. temos: J = 15. no valor de R$ 2.000. assim temos: ET (hora) = R$ 900. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora. temos: D = 15. temos: D = 2.00 + R$ 150. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. no valor de R$ 15.000.00 + R$ 250.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . podemos. EXEMPLO PRÁTICO: 1. conforme informado anteriormente.000. por exemplo.00. por exemplo.000.00 ÷ 24 D = R$ 83.000.00 ET (mês) = R$ 900.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 ET (mês) = R$ 500.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. com substituição de peças e componentes). Para veículos. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00 2.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses.

00 x 0.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 x 0.800. no valor de R$ 1. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.00 IL (mês) = R$ 168. podemos.99 3. temos: J = 2.33 + R$ 20.00 IL (mês) = R$ 100. assim temos: MC (hora) = R$ 145. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.12 ÷ 12 J = R$ 18.00 + R$ 18.00.00 + R$ 50. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 D = R$ 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 . por exemplo.00 M = 0. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.85 M = R$ 50.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145. por exemplo.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.00 MC (mês) = R$ 83.000.00 M = (0.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.5 x 2.00) ÷ 24 M = R$ 41.67 M = 0. assim temos: IL (hora) = R$ 168.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.800.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.00 ÷ 18 J = R$ 20. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.5 x 1.00 + R$ 41. podemos.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração. temos: J = 1.800.800.000. 18 meses.12 ÷ 12 D = 1. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.

Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).67 + R$ 6. temos: D = 800.00.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00 ÷ 60 D = R$ 13.00) ÷ 60 M = R$ 6. temos: D = 4.67 SW (mês) = R$ 173.00 x 0.00 x 0.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. temos: J = 800.800.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.800.33 + R$ 6.5 x 800. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.10 ÷ 12 J = R$ 40. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. no valor de R$ 4. por exemplo. no valor de R$ 800.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.800.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).33 + R$ 40.00 ÷ 36 D = R$ 133.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. temos: J = 4.17 5.4.00.10 ÷ 12 J = R$ 6. podemos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.

00 cada.750.59 7.00. temos: D = 3. podemos.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. armários fechados no valor de R$ 240. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. assim temos: MOB (hora) = R$ 100. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.00. geladeira no valor de R$ 800.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. no valor total de R$ 3. por exemplo.00 x 0.00.50 + R$ 37. conforme dos itens relacionados abaixo.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45. estufa para marmitas no valor de R$ 300.00. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 cada. cujo valor de aquisição é de R$ 450. podemos.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.750.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra. temos: J = 3.750. arquivo metálico no valor de R$ 150.50 M 6.00 cada.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 cada. temos: D = 450. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. por exemplo.12 ÷ 12 J = R$ 37.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0.00 ÷ 60 D = R$ 62.00.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. assim temos: SW (hora) = R$ 173. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.00 cada. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.

por exemplo.5 x 450.50 + R$ 4. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.D = R$ 12.50 + R$ 6.14 Unitário Total M = R$ 6.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0. temos: J = 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.25 PREÇOS M = (0.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .25 RADIO (mês) = R$ 23.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.50 M = 0. podemos.00 x 0.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.12 ÷ 12 J = R$ 4. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

motocicleta e carros de passeio.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.2. ônibus. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. ou seja. 7.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .2.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.1. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.

A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . de motor ligado. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento.Mão-de-obra.R)i ÷ (1 + i )n . será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . Empresas e Profissionais . e ainda. Existe.1. ou seja. que é utilizada nas composições de custo. Neste caso.1. nestes casos. sua utilização em operação normal.1] . 7.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação.2. para estimativa de custo. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. a seguir resumido. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). isto é.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. compreendendo duas parcelas. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. Normalmente. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . ou seja. que representa o custo improdutivo. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. quando for o caso. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. ainda.2. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. denominado custo produtivo. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. DEPRECIAÇÃO E JUROS . operador de máquinas e auxiliares. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. enquanto que o custo improdutivo. 7.1972.

Considerando-se o valor residual nulo.000 2.500 1. motoniveladora.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.24 120.90 37. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n . Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.78 149.1)) 100 ] ÷ (qn . Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento. que corresponde ao custo de oportunidade do capital. rolo de pneus pressão variável.96 6 2.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.000 1.63 26.77 43.1] Fazendo-se (1 + i) = q. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. carregadeira de esteira ou pneus.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.250 1.00 115.000 1.78 49. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.666 1.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. pick up e veículo de passeio Compressor de ar. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro. Vo sendo que a expressão [(qn (q . a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .77 143.90 137.19 31.000 4 2. dumptor. durante a vida útil dos equipamentos. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado.000 6 1.000 3 1. Multiplicando-se a expressão anterior por 100. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.750 horas anos r = [ [ (qn (q .63 126.1)].1)) ÷ (qn .Considera-se o valor residual nulo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .1)) ÷ (qn .250 1.000 5 6 6 6 7 2.00 15. usina de asfalto. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.333 2. gerador. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros. ou horas trabalhadas durante esse período.19 131.500 1.1)] . obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus.24 20.333 1. moto-escavo transportador. constantes da tabela a seguir.

para fins de previsão. conforme tabela anteriormente apresentada. • pneus. parafusos. DJ = 35.00 x (0. Assim.01249 Rolo pé-de-carneiro. conforme tabela anterior. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. etc. escavadeira 0.02010 Vibrador de imersão 0.000.000.00..01148 0. lâminas. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. n = vida útil em anos. regulagem.01874 Distribuidor de asfalto 0.01499 Acabadora de asfalto 0. trator de pneus. rolo de pneus pressão variável. a percentagem de depreciação e juros.up e veículo de passeio 0. com seus respectivos encargos sociais. câmaras de ar.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. moto-escavo transportador. limpeza.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. lavagem .01802 Tratores de esteira. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. caminhões basculantes. trabalhando em condições médias.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). k = coeficiente de proporcionalidade.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. sem material rodante. carregadeira de esteira e pneus.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento.01530 Tanque pré-aquecedor 0.01148 Serra circular 0. esteiras. uma pick-up. motoniveladora. gastos de oficina e mão-de-obra . temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.01319 0.01577 Compressor de ar. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. • reapertos. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. h = horas trabalhadas por ano. cantos. peças e acessórios de reposição. rolo liso vibratório e rolo liso 0. dumper.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. usina de asfalto.01027 Conjunto de britagem 0.02103 Betoneira 0.02523 Bomba mecânica 0.01319. ou seja. pintura. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. gerador. por exemplo.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. pick. usina de solo 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. correias. incluindo materiais. diretamente.

.001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. escavadeira.. 0..90 0...... betoneira..50 0......... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante..150 óleos lubrificantes ..... 0.. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes.50 0..80 Por outro lado.. trator de pneus..002 graxa . Empresas e Profissionais ... dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem....TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.80 0.....000)] x 0.... • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora.......50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico. inclusive. que esta proporção se mantenha constante..000. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina.. temos: M = [35........ caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados..90 1..00 n = 5 anos h = 2. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1... pá carregadeira. • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up .......00 0...00 ÷ (5 x 2.90 0.... no caso de motores a diesel... admitindo-se..80 0. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora..000 horas k = 0.. grade de discos. vibrador de imersão. com 92 HP de potência..... considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira.80 M = R$ 2... caminhão tanque.. fornecidos por ábacos e tabelas... 0.. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos..80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k..00 0..80 = R$ 2.... ou aplicando-se os valores conhecidos. 0.. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual.002 filtro . bomba centrífuga..000. tem-se: Vo = R$ 35.

. 0.................014 0.. para a determinação do custo horário de materiais de operação.....001 x 10 Total 0...012 0..................001 x 12 Total 0.225 0.... 0.. 0........002 litros por HP graxa .... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0.............006 0....... tem-se: álcool .. para a determinação do custo horário de materiais de operação... 0...150 0.245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool .326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....245 O que justifica o seguinte critério....012 0..001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.. que deve ser adotado. 0..150 óleos lubrificantes ..............300 0. 0.......300 óleo lubrificante ............................ 0..002 x 7 graxa ...... 0.......... 0...002 x 6 filtros ..326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool... que deve ser adotado. tem-se: óleo diesel ..Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas. para a determinação do custo horário de materiais de operação................... 0... 0......... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa...245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina.....012 0.............. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.180 O que justifica o seguinte critério.. 0... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0...................225 litros por HP óleo lubrificante .... antes estabelecidas................ 0.......18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ..... tem-se: gasolina ........ 0.010 0..300 litros por HP óleo lubrificante ...................... 0..........001 x 12 Total 0.......326 O que justifica o critério seguinte.001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 .... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0..002 x 5 graxa ........ 0........225 óleo lubrificante .......002 x 3 graxa .................18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel.010 0.......... que deve ser adotado......002 litros por HP graxa .

etc. No âmbito desta publicação.80 MAT = R$ 13. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. incluindo-se. as leis sociais. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.80 + 13. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).18 x 92 x 0.d) Para motores elétricos Assim sendo. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. inclusive automóveis de passeio. assim temos: MO = R$ 4. temos: MAT = 0.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões. a quantidade de curvas fechadas. anteriormente citada. porém. etc. principalmente nos custos indiretos.35 CI = 4.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês.25 + 4.35 = R$ 25. conforme descrito a seguir: 7.62 + 4. condições da superfície de rolamento. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. com potência de 92 HP. anteriormente citada. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro. kombi. entretanto. o apresentado no Manual de Operações do DNER. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Este processo é bastante sofisticado. à óleo diesel. tais como.62 + 2. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0.97 7. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.). considerando-se as leis sociais (85%).3.80. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. inclinação de rampas. também.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação.35 pôr hora. entre eles.35 = R$ 8. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. referente a pessoal.

foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.000 km ou 5 (cinco) anos. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . pode-se adotar o valor de 100. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.Vr . C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. ou seja. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.1. 7.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. Preferencialmente.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.Vp) ÷ Vu. marca. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir.6Va . Para sua melhor compreensão. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. este custo está incluído em item próprio.3.Vp) ÷ 100.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.

Empresas e Profissionais .2 / 60. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.0 / 10. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.0 / 60.000 21. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.000 23.5 2.000 12.000 7 / 7.8 / 10.000 16.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. função do preço do óleo.000 3 / 5.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.5 / 10. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 8. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.0 / 60.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 / 30. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.000 34.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 . acessórios de reposição. peças.000 10 / 70.000 4 / 45. parafusos. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. o custo em função do valor de aquisição. pintura. câmaras de ar.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.5 1.0000048 0. incluindo materiais.0000033 0. cantos. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. adotando-se desta forma. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus. • pneus.000 6 / 80.0000025 0. limpeza.000 4 / 40. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45.0000036 0. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1.0000055 0. gastos de oficina e mão de obra. com respectivos encargos sociais. etc. regulagem.5 reapertos.000 K 0.000 6 / 85.5 1. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

4.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 .1. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50.60 x Va . este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. porém. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . da mesma forma que para o custo por km.000 40.Vp) ÷ (Vu).Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.Vr . onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. ou seja. inclusive automóveis de passeio. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 50.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. marca. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pode-se adotar o valor de 100. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. 7.

aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil).Vp) ÷ (Vu).Vr . o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. por km ou por mês.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal.5. anteriormente citadas. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. em dois grupos distintos.

00 19.96 7.800.000 2.74 2.37 11. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.77 x .28 4.40 3.50 7.00 2.O.00 2.000 111.200.000.77 y = 0.41 DATA : M.86 0.64 49.52 16. Desta forma.35 4.000 2.29 25.97 6. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .13 41.61 7.62 12.00 22.32 105 .6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.25 35.57 1.06 2.11 4.80 2.35 40.35 7.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.35 4.80 0.46 4.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.000 2.000 5 92 54. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.35 OPERAÇÃO Material 24.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.200.35 4.60 0.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.23 32.32 25. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.45 CUSTO HORÁRIO 45.500.85 8.220x + R$ 1.35 23.09 6.35 4.97 17.000. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.90 4.000 2.800.88 20.02 43.26 13.00 35.99 20. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.97 1.00 3. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000.67 4.126.35 4.88 1.126.00 23.000 126.37 50.00 2. 4.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.220 + R$ 1.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.26 3.000.50 16.000 5 5 5 5 5 5 92.62 2.

) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 0.00 40.093 0.000 0 45.000 50.00 1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.91 9.00 40.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 1.OBRIG.00 40.49 0.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.00 60.000 J = ( VA .00 12 1 5 10 3 0 5.67 100. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.003 0.08 925.00 60.308 D = ( 0.80 5.033 0.287.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .00 12 740.009 0.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .212.00 490.56 2.00 1.000.00 450.200.200.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.007 0.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.80 5.013 0.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.00 85% 50.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.000.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .000 1 5 11 3 0 5.00 226.VP ) / 100.0000048 500.180 0.000 0.00 450.00 1.00 157.00 27.90 0.000 0.OBRIG.075 0.021 0.60 * VA .00 20.000 0 45.50 0.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 740.60 * VA .50 0.00 61. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.052 0.

97 + R$50.00 0.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.00 40.75 x VA .6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.000 1 5 7 3 0 3. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.01319 R$22.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.13 + R$41.245 x 95 x 1.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .35 R$2.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.500.13 0.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 DJ = MAN = R$2.00 92.80 MAT = MO = R$41.43 28.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.) / Vida Útil ) x KMM 0.00 / ( 2000 x 5)) x 0.VP ) / 48 J = ( ( VA .200.200.500.00 MAT = R$1.34 R$2.01319 x 0.00 21.33 100.80 925.5 MAN = ( R$22.871.OBRIG.796.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.13 298.50 249.500.35 R$1.500 0 35.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.97 + R$7.00 450.00 40.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.00 642.00 1.79 0.50 0.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.83 2.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.00 12 1.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.80 D = ( 0.108.0000048 500 85% 40. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.00 60.32 R$4.90 + R$4.86 11.5 MAN = MAT = R$1.80 5.00 1. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.

x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. CAP. frete e impostos).073 mão de obra (salários. O. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.126.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.LUBR.000. frete e impostos).007 0.00 0. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.67 40.00 619. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.U. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . O. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.00 619.00 350. benefícios e vale transporte).0000048 10.00 50. sua importância para o Engenheiro de Custos. impostos.200.00 1.00 1. emolumentos e taxas. materiais (aquisição. embalagem.00 12% 740. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0. embalagem.50 0.000. O. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos. equipamentos (aquisição.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.50 5.000 15. Entretanto.00 0.130 0. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.50 100.003 0.007 0.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.30 4. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. seguros e custo financeiro.000 0.U.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).00 60.00 5 3.U. e portanto.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.000.PNEU.280.00 0.00 40. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.00 45.80 152.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.00 1.U.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.80 61. encargos sociais.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.

35 12.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. (correio) e) Consideraremos. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. no valor dos mesmos. Entretanto. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. apenas. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. sondas.00 100. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. cadistas. esgoto. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. equipamentos de topografia e laboratório.00 10. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos.Os insumos de produção considerados. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Imposto sobre Serviços – ISS. 4. microcomputadores e periféricos. Entre outros. (registro de documentos. laboratoristas. 6 e 7 deste livro. especializados ou não. mestre de obra.65 10. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. por ser de maior relevância. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. material de escritório e etc). 5. COFINS. PIS. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . Contribuição Social sobre o Lucro Líquido .00 4. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços .CSLL e outros. pessoal técnico e administrativo e etc). principalmente. engenheiros. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63.ICMS. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. (água.

os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. Assim.65 0. Portanto. de acordo com o que fizemos. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. sobre a mão de obra.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.38 1.65% 0. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que é de âmbito estadual. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços.23%. dentro dos encargos sociais. não representa nenhum erro para o orçamento final.2 (Lucro Presumido) 1.8 26 26 100 0 Impostos 30.35 12. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado.04% 2. entretanto. conforme planilha anexa.11% 1. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo.impostos. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.65 10 Percentual de impostos 47. consideraremos em média. portanto varia de estado para estado. encontramos 47. É importante salientar.0 (Lucro Presumido) 11. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. pois. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional.69% 12.34% do preço de venda do serviço.00% 46.8% de impostos.

D . Assim. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.2 0.9 1. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.6 6.8 14. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. Empresas e Profissionais .0 17. bem como.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. como também. materiais.4 2.1 47. Portanto.0 0. exigindo bastante experiência do profissional de custos.0 1. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.4 0. entretanto. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.4 1.8 59.E . Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 11.(B .8 4.5 1.0 0.9 0. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto.3 28. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.6 2.0 8.C) . exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .5 3.8 1.1 4. equipamentos e serviços.F) 20. ou seja.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.9 17. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37. Resc.9 1. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.

ou ainda. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . aluguéis e manutenção destes. pequenas despesas. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. comunicações. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. como encargos complementares. ou seja. instalações e mobiliário. outrossim. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. Pode-se considerar. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. setor administrativo. Podemos ter vários multiplicadores “K”. aplicável sobre custos reembolsáveis. Ressalvamos que. em porcentagem ao mês. 9. equipamentos e veículos fixos. comercial. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. encargos sociais. telecomunicações. emissão de relatórios. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. ainda.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. equipamentos e programas de informática e etc. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. vale transporte. seguro saúde. material de segurança (EPI). taxas. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. energia. financeiro e de apoio da sede. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . conforme contrato. • • outros. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). viagens e diárias. vale refeição. Entretanto. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. telefonia e etc). serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. a parcela referente a ES. mobiliário. materiais diversos. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. emolumentos e seguros. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos.

Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. conforme a Lei Nº 9. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. CPMF. Ressaltamos que. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. Portanto. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. ainda. deve ser definido pela empresa em cada caso. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . que corresponde ao pagamento de 4. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. da maneira como apresentamos anteriormente. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. Isto é. COFINS. pois. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. sua inclusão é discutível. entretanto. bem como. imposto federal. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. Desta forma. principalmente. corresponde nesta data a 0. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. a priori.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. ou seja.65%. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. o valor observado não será o real. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. imposto federal. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. Caso contrário. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. portanto. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. PIS. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. No caso dos insumos. que corresponde nesta data a 0.858-10 datada de 26/10/ 99.38%. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato.00 por mês. IMPOSTO DE RENDA. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. imposto federal.718/98. segundo a metodologia exposta nesta publicação. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. excetuando-se pessoal.000. que apresenta quatro alternativas de pagamento.ISS.

Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe.65% sobre o faturamento. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. Atividades imobiliárias. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. são: ISS . Lei 9. temos: IR: 8% x 15% = 1. Revenda para consumo. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. álcool etílico carburante e gás natural. C) 16%. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. o valor do ISS. E) 8%. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. Por exemplo. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%).8%. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F.Imposto de Renda . prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. B) 1. exceto o de carga que é de 8%. CSLL . devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. D) 32%. de combustíveis derivados de petróleo. conforme o caso. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%.9. F) 8%. Prestação de demais serviços. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. G) 32%.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. Venda de mercadorias e produtos. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente.6%. são os seguintes: A) 8%. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. função do regime tributário escolhido pela empresa.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. conforme demonstrado a seguir. Empreitada global. IR . o pagamento é devido trimestralmente. COFINS: Imposto federal. Prestação de serviços de transporte. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. e equivale a 9% sobre o lucro líquido.718. neste momento.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. Administração de obras.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.

..000... CPMF ...000.000.65 0..........000......43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto.. 15% ....000........ R$ 620......... O pagamento do IR é trimestral.......000. R$ 120........ ....00 ... 9% Valor da CSLL a pagar ............000....38%........ R$ 1... R$ 90...00 3. seguindo os semestres civis..000.Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários.....00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro.....90 1.......... assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada . fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.........000......... para o lucro excedente à R$ 20.....50 0..000. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)..........38 11.......... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000. seguindo os semestres civis........................ 25% ............... Alíquota .......... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 ...00.. Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240.....00 por mês. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)..... R$ 1..... R$ 500.000..00 0... no caso 10%.... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês.. Desta maneira.................... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5..00 Receita Financeira .. a conversão para mensal é nossa..00 Alíquota da CSLL ..........000.000. R$ 500...800.. para lucro da empresa até R$ 20.. tem sua extinção prevista para 16/06/2002.......000..00 100% sobre R$ 500.00 O pagamento da CSLL é trimestral..00 ..00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS.....00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1. da mesma forma que o IR...... corresponderá efetivamente ao lucro real....00 por mês. isto é..00 9% R$ 55... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99.. e corresponde a 0...........000...

lucro = 4% = 0.encargos sociais = 87% . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido. lucro presumido para projetos = 1.8%.65% = 4.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .administração central = 10% .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante. Considerar os seguintes dados: . por preço global.encargos financeiros = 1% .impostos: ISS PIS IR CSLL .

00 1. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.01) 1 – (0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.00 1.00 1.00% = 13.00% = 1.00 1.10 + 0.50 1.2335 = 2.87) (1 + 0.00% = 10.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.25 0.10) = 2.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7168 K mo = 2.00 1.80% = 1.08% = 13.65% = 4.0776 1 – 0.00 2.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.1335 + 0.00% = 3.7665 b.00% = 0.00 1.0776 0.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .

00 3.000.50 108.7665 = 1.00 16.200.317.500.00 1.000.260.00 Topógrafo 1.00 Secretária 1.00 Auxiliar de topografia 2.764.710.00 9.252.00 7.512.00 75.00 600.00 1.00 Secretária 1.10 + 0.00 1.00 1.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 1.00 52.00 Técnico médio 1.00 2.817.00 22.00 540.500.00 3.00 Topógrafo 1.065.00 Técnico médio 1. Exemplo: K mo = (1 + 0.455.50 Engº junior 1.00 5.01) 1 – (0.00 450.400.700.992.800.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.25 Engº médio 0.00 948.10) = 1.00 Mensageiro 1.00 3.00 3.00 Cadista 1.00 Mensageiro 1.00 3.756.00 1.00 0.00 1.485.00 400.00 Operador de micro 1.00 28.260.200.000.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.400.00 24.00 Operador de micro 1.00 Cadista 1.00 750.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.500.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 9.00 1.00 8. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.219.000.00 9.400.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 19. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .390.11 0.00 4.00 677.50 7.500.092.50 Engº junior 1.20 240.626.00 0.00 6.00 22.00 350.25 Engº médio 0.00 142. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 3.00 6.600.400.00 54. qualquer item de custo direto exceto salários.00 2.00 Auxiliar de topografia 2.504.00 6.00 Coordenador de contrato 0.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 10.794.200.00 15. ou seja.2.1335 + 0.00 1.00 K DG = 1.700.00 2.200.00 250.000.252.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.50 4.50 3.794.00 300.00 600.

Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.29 348.50 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.00 870.50 0.625.00 4.590.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 . trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.740.750.087.35 78.00 7.00 21.00 2.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).25 0.00 8.00 0.00 1.00 1.73 156.00 1.70 783.25 1.00 1. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 435.00 6.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.033.00 580. por preço global.960. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 1.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.30 32.00 176. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.

1335 + 0.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.00% I = 13.00% AC = 10.00% = 4.10) (1 – 0. ou seja.00% = 3. qualquer item de custo direto exceto salários. pagos pelo próprio cliente.87) (1+ 0.00% EF = 1.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.0776 0.7168 K mo = 2.00% = 0.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2. K mo = (1 + 0.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .222222 K DC = 1.10) = 1.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.65% = 4.7665 K DG = 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.08% = 13. ou seja. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.71 K DC = 1.4515 K DG = 1.10) = 1.10 + 0.1335 + 0.53% K DC = K DG = (1 + 0.80% = 1.10 + 0.45 2.0776 1 – 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.1 0.10) = = K mo = 2.9 K mo = (1 + 0.01) 1 – (0. qualquer item de custo direto exceto salários.11 0. Exemplo: ES = 87.01) 1 – (0.2335 2.

00 Mensageiro 1.00 142.00 4.626.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 28.400.00 1.000.20 240.00 6 Mensageiro 1.00 580.45 32.710.00 6.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.00 7.260.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6. Empresas e Profissionais .485.390.00 22.500.00 750.00 600.500.00 6 Operador de micro 1.500.00 3.455.25 6 Engº médio 0.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 3.00 8.219.252.00 300.00 22.00 2.00 24.00 1.817.400.794.00 1.50 108.00 677.00 0.817.22 264.00 1.00 9.114.764.092.00 6 Topógrafo 1.625.00 6.700.50 0.30 32.400.00 2 Auxiliar de topografia 2.00 19.750.00 54.00 Secretária 1.000.50 Engº junior 1.512.00 435.00 2.00 6 Técnico médio 1.50 6 Engº junior 1.00 400.00 10.50 7.260.00 9.50 4.00 1.960.00 Cadista 1.00 4.00 1.70 783.033.35 78.00 1.00 5.200.00 15.400.00 350.00 948.000.00 2.00 8.00 6 Secretária 1.00 9.756.800.00 2 Cadista 1.71 142.065.00 540.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 1.087.00 Técnico médio 1.500.00 21.504. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.600.00 6.00 52.50 3.00 0.00 3.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 1.00 2. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.73 156.200.00 250.00 3.00 Auxiliar de topografia 2.00 16.000.00 Topógrafo 1.317.252.00 600.200.700.200.794.25 Engº médio 0.00 0.00 450.000.29 348.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 870.00 1.00 3.00 3.00 b.00 6.033.00 Total 1.40 Coordenador de contrato 0.00 175.25 1.00 Operador de micro 1.00 7.

00 12.3 1. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 0.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 270.b. portanto.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.00 74.00 0.00 2.00 80.8% ( 12% x 15% ) = 1.200.00 59.5% = 3% = 3% = 0.00 300.00% Preço total (R$) 9.00 134.00 0.00 14.400.00 1.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.600.00 16.000.960. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.880. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00 260.60 6.912.00 0.800.00 9.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 1. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 Total de encargos complementares 41.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 9. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.720.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 EPI unid 18 2 2 15.00 400. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.65% = 1.00 Total 264.00.00 0.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15. Empresas e Profissionais .784. indiretas e o lucro da empresa.00 360.784.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 18.00 175.080.00 12.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 400.114.960.8 12 2.500.904. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.600. EPI e ferramentas aos funcionários.742.520.600.00 0.

05 por hora.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00 1.888.91 por hora.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.00% 1.00 1.00 75.017.80% 1.97% 3.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.20 57.045.00%.08% 9. bem como.099.00% 0.00 38.50% 9.00 38.254. conforme Capítulo 6.00 – 0.00.592. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.00% 1. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.65% 1. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.608. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.0202625 K = 4. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.00.2153 3. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80 + 1.20 Preço total (R$) 38.20 1. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.608.592.206. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .447.00% 30.00 52. impressora.592.00 1.40 301. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.00% 3. conforme Capítulo 6.15 0. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0. Não será considerada a parcela de lucro.00 1.35 1.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.216.

71 235.80% 1.00 223.000.91 45.0743 + 0.1285 + 0) 1.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.05 52.50 47.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.000.41 3.00 75.50 235.00 3. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.00 505.00 3.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.50 1.00 16.91 45.85% 143 .00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 75.000.000.00%.00 75.00 3.00 50.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.50 50.8715 K= = K = 1.00 60.65% 4.50 1.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.08% 13.1243 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.870.50% 3.50 50.05 52.00% 0.2927 K = 1.03% Quantidade 50.10 0.00 7.00 50.05) 1 – (0.000.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.00 75.34 3.870.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.00 3.000. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 3.60 3.

1324 + 0) K = 1.50%. não será considerado pois. cujo orçamento previsto é de R$ 75. AC = 5.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.00% 3. vale para máquinas. Sendo obra por administração. CREA e etc.00. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros.4073 K = 1.53% L = 10.00 4.0743 + 0.80% 0.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.38% 1.00%.). uniformes EPI e etc.08% 12. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.35%.08% 13.00 (R$ 75.000. portanto. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.00%.200.200. tais como.65% 4.00 4. inclusive.40 1.2146 0.65% 4. taxas (alvará. presume-se um lucro líquido de R$ 7.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .00% 0. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).00%.8676 K= = Dados básicos: ES = 77.05) 1 – (0. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.000.00 84. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.500. visa cobrir as despesas com contador. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50% 3. Empresas e Profissionais = 12.00% 0.80%. Algumas despesas. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00 EC = 0.

00%.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7615 = 1.65% 15. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.10) 1.1235 + 0.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.5 .1 ] x 100 EF = ( 1.1235 + 0.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.015 ) 1.10) = 1.015) 1 – (0.1 ] x 100 45 / 30 .05 0.00% 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.77) (1 + 0 + 0.00%.0226 ) x 100 EF = 2.00% EF = 2.26%.1 ] x 100 = = = = = 0.5% ao mês. aplicando os valores conhecidos na fórmula.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.00% 147 .7765 = 1.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.05 + 0. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.05 + 0) 1 – (0.40 EF = [ ( 1. sobre o lucro real 9. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição. metade do período. a partir da data de assinatura do contrato.35 EF = [ ( 1 + 1. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias . vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.8585 0.10) = 1.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.015 ) ] n / 30 . Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.1385 + 0.00% AC = 8. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.50% 3. temos: K2= (1 + 0 + 0.07 0.7765 K1= = = 2.0226 . a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.05 + 0) 1 – (0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.

08 + 0. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.00 De R$ 1.80% ( L x 15% ) = 1.08 isento 15% 27.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.03% = 0.115. 11.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.00 R$ 158. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .8585 1 – 0. e transcrita a seguir.01 a R$ 2.0703 + 0. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.0226) 1 – (0.00 Acima de R$ 2. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.12) = 1.Recibo de Pagamento de Autônomo. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.00% = 0.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. valor do RPA .8097 K = 2.115.19) (1 + 0 + 0.65% = 1.982208 K = 2.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.058. ou seja.1903 = 2.414694 0.50% = 3.058. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.70 R$ 423.

PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880. .ALÍQUOTA ) = Portanto.390. podemos considerar o que se segue: 10.00.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.448.ALÍQUOTA ) CUSTO . Então. portanto Faixa 2.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.00.85 VALOR DO RPA = R$ 1.30 ÷ 0. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .00 – R$ 158. portanto Faixa 1.Alíquota do IR e .231.70 Assim. será: RPA = ( CUSTO . podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.390..00.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .Faixa de remuneração.70 ) ÷ ( 1 .00. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.Parcela a deduzir do IR. a retenção de Imposto de Renda.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0.390. não há retenção de Imposto de Renda.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO . logo: VALOR DO RPA = R$ 880.PARCELA A DEDUZIR RPA . vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .

ainda.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . será: RPA = ( CUSTO .630. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. A par das diversidades de fontes. variação que ocorre. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos. onde: 12. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27.940. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.0. Em nossos dias. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. Entretanto.310. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e.92 ÷ 0.00 – R$ 423.00.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. portanto Faixa 3. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora. a retenção de Imposto de Renda. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.725 VALOR DO RPA = R$ 9. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. sem adequação ao projeto em questão.630. de obra para obra.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.58.630. principalmente.08 Assim.00.08 ) ÷ ( 1 .58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58.59. onde a competitividade está cada vez maior.206.

cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). a aferição da produção horária dos mesmos. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. embora alocados ao serviço específico. após conferência. máquinas e veículos. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. • • • • impedimentos por intempéries. Equipes e equipamentos ociosos .entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. para coletar os dados junto às frentes de serviço. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. AP-3 e AP5. propriamente a descrição da metodologia.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. que. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. No caso de se empregar sistema informatizado. estão impedidos de produzir. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. anteriormente definidas. 12. e ainda. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos.• análise errônea da especificação do serviço. isto é. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. não podendo produzir. AP-4 e AP-6. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. para qualquer serviço da engenharia civil. período de refeição. máquinas e veículos parados. por exemplo. inserido em anexo. Equipes alocadas por serviço . estas fichas. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. abrangendo todas as categorias. Equipamentos Paralisados .2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. falta de programação do construtor. cujo fluxograma. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . por razões extras à vontade do construtor.é o conjunto de equipamentos. poderão ser digitadas imediatamente. Equipamentos alocados ao serviço .

Equipe Produtiva . e ainda. etc.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. de fácil produção e operação. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. ou seja. Para favorecer o raciocínio. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço..3. ou ainda. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. em conjunto ou não. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. 12. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. em função do porte da obra.ração total torna-se muito difícil de prever. mantém-se estacionado. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente.é a máquina ou veículo. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Empresas e Profissionais . em plena condição de produzir normalmente. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. que poderá ter outras funções na administração da empresa. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . a fim de fornecer uma visão global da coleta.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. 12. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. instalações elétricas ou de telefones. o fluxograma. porém de motor ligado. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. Equipamento Improdutivo . ou seja. tabulação e apuração desses coeficientes.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. Equipamento Produtivo .3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. Entretanto. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em plena condição de produzir normalmente.

se houver algum engano. no caso de se calcular por software específico. Ao término do mesmo. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. café. a nomenclatura dos serviços executados e. pois isto é uma consequência do próprio serviço. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. este tempo.É preenchida e assinada pelo apontador. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. O controlador central de apropriação. conforme o cargo ou função do operário. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. excetuando o encarregado geral. de acordo com o tipo do serviço. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. porque há interesse de se apurar o tempo. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. As sub-colunas (I) hora de início. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. confere os registros efetuados. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. deve procurar corrigi-lo imediatamente. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. numerando-as na parte superior. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. Essas horas. os seus totais. desde que não exceda 15 minutos. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. topógrafo e outros elementos administrativos. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. Inicialmente preenche-se o nome da obra. são anotadas no verso da ficha. pois trata-se de exigência da atividade. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. correspondentes a cada operário. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. bem como. hora de chegada e hora de saída. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. lanche. sempre que for necessário. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. para efeito de controle no escritório. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . ao receber a ficha modelo AP1. etc. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). ou. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. deverá ser considerado como horas perdidas. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. quando necessário. o local de atividade e a data. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tomar água. pelo índice. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior.. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar.

no caso de se adotar composição de custo simplificada. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. modelo AP-5.. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. No cabeçalho figura o nome da obra. ou seja. os que prestam serviços indiretos. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços.12. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. 12. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . modelo AP-6. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . Após. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. as colunas correspondentes aos dias. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. o modelo. a marca. apontadas no formulário modelo AP-1. Os veículos cedidos à fiscalização. do encarregado geral ou do engenheiro residente. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos.3. retirados do modelo AP-1. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. a data.3. uma para cada máquina ou veículo. distribuídas pelos diversos setores de serviços. Neste formulário tem-se ainda. material. etc. transporte de pessoal. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. O apontador deverá assinar a ficha. abastecimento e lubrificação de máquinas. Deve ser obtido através de sistema informatizado. refeição. tais como. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. serão parte do custo indireto. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. o tipo da máquina ou veículo. a potência e a capacidade. o local e o período de levantamento. Empresas e Profissionais O apontador anotará. diariamente. Utilizando-se a composição de custo por produção.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. bem como.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. o local do serviço. Nela deve constar o nome da obra. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local.

que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. HI. O coeficiente produtivo. pela ordem: comprimento. e do Controle Diário de Produção. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. em movimento. Nas colunas seguintes. considerada igual a um dia. modelo AP-3. ou. ao término de um dia de trabalho. modelo AP-5. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. e PR correspondentes às horas produtivas. 12. o coeficiente improdutivo.12. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. se for o caso. o local e o período da coleta das informações. horas improdutivas e produções. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. Quando não for possível. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. expressas em metros. somam-se todos os dados.4 Resumo das horas . onde for necessário. Empresas e Profissionais . horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. Enquanto. trator de esteira com pusher. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. ou seja. o código do serviço.3. conforme o caso. que será colocado na parte superior da linha tracejada. Enquanto. referente ao total. No cabeçalho constará o nome da obra. Na segunda coluna estão as iniciais HP. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. com o motor ligado. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento.3. • na. modelo AP-5. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. o diâmetro e o comprimento ou altura. utilizando para o registro a mesma ficha. será preenchida diariamente. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. o local da execução dos serviços e a data. utilizada anteriormente. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. inclusive. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. precedido da unidade. medir a sua produção. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. modelo AP-3. bem como. quando se tratar de produção. Conforme já definido. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Na quarta coluna. a ser calculada e preenchida no escritório. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços.

12. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. Entretanto. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. e ainda. desperdícios. distância de transporte em km por tipo de rodovia. por exemplo. Assim sendo. como é o caso do concreto. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. no caso de cimento portland. ou seja. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. No caso de se fazer a apropriação de materiais. Neste quadro. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. no caso dos transportes. consumos. origem e destino da carga. sabe-se que. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. através de traços. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. para efeito de apropriação. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. 12. ou seja. etc. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. percurso. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. ao cabo de cada semana ou quinzena. Para tanto. 12.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. e quando for o caso. Isto é. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. isto é. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Nos locais correspondentes às discriminações. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. deverão ter definidos os materiais. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. etc. abaixo dos coeficientes horas-homens. local ou comercial.Para maior garantia dos valores assumidos.3. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. por exemplo. não haverá apropriação de campo. ou ainda. para efeito de controle. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. pavimentada ou em terra. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. material transportado. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias.

Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT .HORA FINAL I F SHT .HORA INICIAL F . AP5 MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . x IMPRODUT. B e C = Designação dos serviços. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AP1 MOD. AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. AP3 MOD. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP4 LEGENDA A.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I .

PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .HORAS TRABALHADAS PR .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HT .Horas Ociosas .Horas Produtivas HI .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Improdutivas HO .

EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HP .Horas Produtivas HI .170 RESUMO DAS HORAS .AP.4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .

HOMENS Prod. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. Prod. Assim. : Im prod. Im prod.EQUIPAMENTOS AP . também. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . Im prod. pelos profissionais liberais. para aplicação em serviços de engenharia. instrumentos e processos de produção em geral.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. DOS Im prod. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. fiscalização. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. supervisão. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. RESUMO COEFICIENTES . Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. Im prod.6 COEFICIENTES Prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. consultorias. estudos de viabilidade. Prod.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Im prod. Data Prod. vistorias. de equipamentos. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES .2 a seguir. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. Prod.

De acordo com a Lei 8. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. bem como. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. • especificação preliminar de materiais. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. o preparo de arranjo geral esquemático. para determinação de quantitativa de demandas. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. a partir dos dados levantados com esta finalidade. além das fórmulas. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. dentre alternativas de solução possíveis. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. equipamentos e serviços. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. aos objetivos propostos. a que melhor responde. características e materiais a ser utilizados. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. a definição dos partidos tecnológicos. a indicação dos métodos construtivos. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes.. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. orçamento da construção. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. a indicação dos métodos construtivos. XI da Lei 8.. técnica e economicamente. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. bem como. equipamentos e serviços. ”. a estimativa de custo. Compreende o arranjo geral.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. gráficos ou ábacos empregados no cálculo.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. com nível de precisão adequado. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. a racionalização do programa. De acordo com o disposto no Artigo 6º. a indicação de todos os componentes. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. Inclui o estudo de soluções alternativas. podem ser divididas em três fases principais. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . Visa a análise e escolha.

(1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5.2. bem como arbitragem. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. Supervisão administrativa de construção. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. Administração e controle do fluxo de documentos.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. estruturas metálicas e outros. Atividades de acompanhamento técnico da construção.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. montagem. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. estabelecendo a estratégia de implantação. assistência à partida. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. testes e partida.194. Coordenação das interfaces executivas. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. montagem. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • Acompanhamento técnico da construção. Empresas e Profissionais 13.569. A0. técnicas e administrativas. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . de arquiteto e de agrimensor. inclusive plano de gestão ambiental. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. testes. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. eventualmente. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. Planejamento. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento.

de uma Mútua de Assistência Profissional.524. RESOLUÇÃO Nº 317. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. autoriza a criação.950-A. e dá outras providências. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. de Arquitetura e Agronomia. prolatada pela MM.crea-rj.RS. Química. regula o exercício das profissões de Engenheiro. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966.213. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. RESOLUÇÃO Nº 313.2.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.00. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . LEI Nº 5. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. LEI Nº 5. como por exemplo. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. de 24. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. Arquitetura. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.Estudo.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão.496 . projeto e especificação.CONFEA.030435-2. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. Agronomia e Veterinária.org. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. na página da web do CREA-RJ (www. LEI Nº 6. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.LEI Nº 4.07. Arquitetura e Agronomia . Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . coordenação e orientação técnica. Arquitetura e Agronomia. pelo Conselho Federal de Engenharia.Supervisão.194.91 e alterações posteriores 13. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. e dá outras providências.194. proposta pelo Ministério Público Federal.br). Paulo Roberto Vilela Dias 179 . RESOLUÇÃO Nº 278.07.212. de 24. de 24 DEZ 1966.71. RESOLUÇÃO Nº 205. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. Atividade 02 . e dá outras providências. planejamento.

transportes. paraestatais. divulgação técnica e extensão. estruturas. e dá outras providências. rurais e regionais. estradas. sistema de transportes. perícia. desenvolvimento industrial e agropecuário. autárquicas e de economia mista e privadas. zonas. seus serviços afins e correlatos. rios. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. planejamento ou projeto. arbitramento. Execução de desenho técnico.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. de regiões. Artigo 3º . Fiscalização de obra e serviço técnico. cursos. referentes a edificações. Ensino. serviços e equipamentos urbanos. arquitetura paisagística e de interiores. cidades. Assistência.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. ensaio. experimentação. Condução de trabalho técnico. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. reparo e manutenção. pista de rolamentos e aeroportos. Direção de obra e serviço técnico. Artigo 7º. Elaboração de orçamento. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. análise. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. mensuração e controle de qualidade.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . portos.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. avaliação. meios de locomoção e comunicações.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. laudo e parecer técnico.As profissões de engenheiro. conjuntos arquitetônicos e monumentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Artigo 5º. nos seus aspectos técnicos e artísticos.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. referentes a edificações . Lei n. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . operação. em geral. Artigo 4º. aperfeiçoamento e pós-graduação. Padronização.º 5. instalações e meios de acesso a costas. Condução de equipe de instalação. de abastecimentos de água e de saneamento. montagem e reparo. local. funções e comissões em entidades estatais. seus serviços afins e correlatos. montagem.Parágrafo único . Desempenho de cargo e função técnica. Produção técnica e especializada. estruturas. edificações. Execução de instalação. pesquisa.As qualificações de engenheiro. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. Vistoria.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Artigo 1º . Operação e manutenção de equipamentos e instalação. em sua maioria. Execução de obra e serviço técnico. e massa de água e extensões terrestres. obras. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. planejamento físico. urbano e regional. assessoria e consultoria.

a engenharia legal. ensino.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. direção. o estudo. análises. o estudo.569. projeto. com todas as suas obras complementares. o estudo. estudos. o projeto. avaliações.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados.Enquanto durar a execução de obras.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. direção. fiscalização e construção das obras relativas a portos. projeto. fiscalização de obras e serviços técnicos. DECRETO FEDERAL N. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . projeto. instalações e serviços de qualquer natureza. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. todos serão considerados co-autores do projeto. perícias. fiscalização e construção de edifícios. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. projeto. direção. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. de arquiteto e de agrimensor. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. produção técnica especializada. Artigo 30º . em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. Artigo 28º . fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. pareceres e divulgação técnica. direção. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. a arquitetura legal. o projeto. execução de obras e serviços técnicos. projeto. com todas as suas obras complementares. projeto. pesquisa. Artigo 22º. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. com os direitos e deveres correspondentes. estudo. projeto. projeto. o estudo. projeto. o projeto. o estudo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . trabalhos topográficos e geodésicos. direção. projeto. direção. fiscalização e construção de edifícios. o estudo. de acordo com as condições. industrial ou agropecuária.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. direção de obras e serviços técnicos. direção. direção. de modo a garantir a sua realização. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. vistorias. d) e) f) g) Artigo 16º. projetos. Artigo 19º. experimentação e ensaios. o estudo.º 23. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água.

11) Levantamentos topográficos e sondagens. controle físico-financeiro e da Qualidade. 2) Gestão. 1. 2.coordenação. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. avaliações e perícias. Laudos. laudos técnicos. Engenharia Legal. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Orientação geral e técnicas de controle.4) 3. Projeto Básico ou Legal. serviços. equipamentos e pessoal.2) 1. coordenação. fundamenta dos sobre serviços ou obras. 2. fiscalização e acompanhamento de obras.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.9) Assessoria .10) Levantamentos técnicos de obras. arbitramentos. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . equipamentos e pessoal. Análise econômica-financeira da empresa.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Projetos definitivos (executivos). materiais. acompanhamento e controles. dimensionamentos de serviços.6) 1.3) 1.7) 1. supervisão.1) 3. 2. materiais.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. vistorias. Avaliações e Perícias em geral. orçamentos. Supervisão. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos.5) 1. 4. 1.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. ou avaliação de direitos.5) 3. Pareceres.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. Assessoria.6) Coordenação.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Vistorias. Empresas e Profissionais 3. compatibilização.7) Medições de serviços . 2) Programações e dimensionamentos de serviços.7) 4) 4. Gestão de empreendimentos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. Consultorias ou assistências técnicas.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. supervisão.3) Projetos do canteiro de obra. 2. instalações e afins.2) 3. 4. Orientação técnico-administrativa.3) 3.4) 1. Arbitramentos. arbitramentos.4) Planejamentos. Coordenação. subdividem-se em: 1. 1. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. fiscalização.1) 1. Consultas esporádicas. 2. Laudos.1) Vistorias.6) 3.5) Administração e Controle contábil. programações e controles. pareceres. supervisão. produtividade e qualidade. Especificações de serviços e materiais. Anteprojetos.

fiscalização e construção das obras relativas a portos. túneis. Estudos. abordando os seguintes aspectos: Concepção.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. viadutos e outros. de acordo com as normas vigentes. fachadas.em perspectiva ou elevação. • Estudo de Fachada . Estudos.5) Julgamentos de trabalhos em geral. fiscalização e construção de obras de arte especiais. Empresas e Profissionais 1. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. perfis.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. viadutos e outros.4. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . perícias. formatando o Anteprojeto. irrigação. Estudos. direção.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. • 3) 4) 5) 1. cortes. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. esclarecedor de circunstâncias especiais. mações. projetos. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. localização. 4. com informações sobre o terreno. direção. visando montar um programa básico do projeto. legislação local. saneamento urbano e rural. direção.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. controles. Em anexo. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. contendo a definição de todos ambientes. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. planejamentos. projetos. elevações. • Definição do esquema estrutural e das instalações.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. projetos. fiscalização e construções prediais. captação. abastecimento de água. direção. 1. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. Estudos. túneis. 1. drenagem. a saber: 1) 2) Estudos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. etc. Estudos. projetos. direção. bem como. bem como fazer orçamentos. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. avaliações. barragens.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . apresentando um padrão de cor ou textura. solicitações do Cliente. barragens. projetos. • 6) Único . dimensão e articulação dos ambientes. em plantas. direção. com as modificações sugeridas. adução. completando o projeto. será apresentado o projeto legal.principais níveis da edificação. rios e canais. • Plantas Baixas . arbitramentos. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . projetos.

Por outro lado. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. como impostos.1. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. administrativas.10)Levantamentos técnicos de obras. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. planejamentos e cronogramas físicos .9) Assessoria . Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo.conhecidos os projetos definitivos. segundo uma sintonia perfeita. na escala convenientemente adequada. permite ainda. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. houver a participação de profissionais de várias modalidades. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. gera-se um documento único. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . comerciais. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. supervisão. em função de sua complexidade. técnicas e outras. com sua participação. 1. 1. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. etc. através dos coeficientes de produtividade. condições de funcionamento ou estado de conservação. leis fiscais. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. bem como a especificação para cada tipo de serviço. encargos sociais. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. com todas as informações necessárias à execução da obra. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. a unidade considerada e os preços unitários. contendo as quantidades de serviços a executar. Cada tipo de obra.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. aplicação correta dos materiais. 1. 1. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. com a listagem dos diversos serviços a executar. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. serviços. que englobe todos os elementos considerados no estudo.Engenharia de Custos . exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. aparece a figura do Assessor.financeiros . consumo e do cronograma físico-financeiro. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. as normas aprovadas e recomendadas. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço.8) Estimativas de custos. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. em escala conveniente. com a indicação das características técnicas. compatibilização. 1. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. despesas financeiras. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras.coordenação. orçamentos. fiscalização.

admissão. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. 2. 2. o profissional deverá prever. 2.4) Planejamentos. execução dos serviços. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. programações.11)Levantamento topográfico e sondagens . licitude das compras e fornecimentos. no tocante à administração da empresa. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. com detalhes do relevo. demissão. memoriais gráficos e fotográficos. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. nas disponibilidades financeiras da empresa. materiais. legais decorrentes da organização levada a efeito. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. como seu gestor. diretrizes. equipamentos. planos de trabalhos. equipamentos e pessoal . Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. incentivos para aumento de produtividade e qualidade. coordenação. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. programações e controles. face ao controle preconizado. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo.3) Projeto de canteiro de obra . além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. 2) Gestão. a modalidade de medição de serviços. relatórios. quanto aos preços de material. contendo todas as instalações a fazer. enfim. bem como previsões de treinamento. necessidades de material. no mercado de trabalho. rotinas. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. materiais. dimensionamentos do físico. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. procedimentos.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral .Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. dirigir e controlar a qualidade da obra. controles e apropriações de custos. de desenvolver as diversas áreas da obra. mão-deobra e as especificações dos serviços. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. indicando os processos de trabalho. deverá ser apresentado o organograma. com previsão das datas do recrutamento. mão-de-obra. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. como o dimensionamento. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.executante do serviço. em função da seqüência dos trabalhos a executar. permitindo ainda um controle. 1.Uma vez conhecido o orçamento da obra. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. 2. dos serviços.2) Programações e dimensionamentos de serviços. coordenar. por categoria. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. especificações. Além do mais. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . respondendo pela fiel execução dos serviços.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. pessoal e do financeiro . gerência integral. representando as curvas de nível de metro em metro. orçamento. supervisão.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. Feitas as programações e o planejamento.

em laboratórios oficiais. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Exigir nível. todos os acabamentos. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. 2. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. Tipos de notas. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. 3) Consultorias e assistência técnica. 2. Sistemas de controle do almoxarifado. reajustamento de preços. esquadro e prumo. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. supervisão.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. Tipo de contabilidade. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. Enfim. estudo de preços e materiais. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. Escrituração dos custos de obra. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. durante a execução da obra ou serviço.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. quando julgar necessários. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. apresentar a resposta à consulta formulada.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. utilizandose de testes da boa qualidade. Pode ser antes. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. sobre determinados problemas. Determinação do estoque mínimo.6) Coordenação. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. todos os detalhes métricos. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. 3.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. 3. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. empreiteiros e outros. 3. atendendo a boa técnica requerida. O serviço de assessoria. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. bem como o controle da qualidade apurado.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. Empresas e Profissionais . Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. o a receber e o a pagar. com os seguintes sub-ítens: 3. dos serviços executados. Conferir todas as medidas.

Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. Engenharia Legal. Neste caso. existem elementos mensuráveis. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios.1) Vistorias.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. determinando-se o sistema de apropriação de custo. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. Sim. de serviços e materiais. laudos. Procura de novos mercados. Medidas preventivas a preconizar. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. as considerações levadas a efeito. Apresentação de um parecer técnico. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. serviços ou da empresa. por assim dizer. capazes de oferecer a medida exata do valor. da rentabilidade da obra. serviço ou obra. Em cada caso. mensal e anual da empresa. diária. pareceres. porque. Às vezes pode ser também solicitado.3.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. 4. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. No entanto.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. o memorial descritivo dará as informações colhidas. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. temos o laudo técnico. pode ser aleatória. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. Avaliação da produção. será complementado o parecer final. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. avaliações e perícias em geral. executando plantas ou conferindo os existentes. de especificações. Assim. normas de controle para o material e mão-de-obra. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. de modo a executar os serviços em andamento. Já no caso do Direito. Cadastramento do equipamento e avaliação. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. Contatos de qualquer natureza. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. 4) Vistorias. com um memorial descritivo. os elementos computados. Levantamento dos imóveis. Empresas e Profissionais . 3. laudos técnicos fundamentados. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. a vistoria. 4. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. na maioria das vezes. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. bem como. Determinação do fluxo de caixa. na avaliação técnica de um determinado bem. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. face as tendências do mercado.

apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. administrativos e legais. com o propósito de fundamentar decisões financeiras.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. assim como. enfim. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. contendo as razões do julgamento.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . 4. nos aspectos técnicos. A) Auditoria analítica e crítica . econômicos.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. sem entrar em detalhes. Parecer .Nada mais que a verificação de uma situação existente. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica .Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. Como se vê.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. funções. e relações. concorrência. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . inclusive com a classificação dos concorrentes. 13. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. Na perícia de um modo em geral. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. é claro. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. legais.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . concursos de provas e títulos. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. baseado. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. 4. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. proporções. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. Avaliação . Perícia . nas atribuições profissionais. tudo o que depender de julgamento. causadoras de uma determinada situação. tendo em vista conhecer sua natureza.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. estimado.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento.

necessários a execução de obra ou serviço técnico.B) mentos de uma atividade. folhetos. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. plano. práticas prestadas. para servir de comprovação perante terceiros. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. processos. ATESTADO Documento que contém declaração. sobre veracidade de um fato ou uma situação. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. incluindo texto e “layout”. a um público específico. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. visando difundir informações. provas escritas. realizadas para o preenchimento de cargos. mento de provas documentais.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. bem como ações de “marketing”. de um direito ou de um empreendimento. coordenação. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. mediante planejamento. Inclui neste item a elaboração de folders. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. Auditoria técnica . faladas e televisadas e outras. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . equipamentos e contratação de mão de obra. GESTÃO DE PROJETO. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. com o emprego da pedagógica e didática. tecnologias de produção. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. no plano. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. anais. planejamento ou projeto. escrita e assinada por profissional habilitado. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. PALESTRA. serviço ou obra. matérias escritas. produto. ao desenvolvimento de métodos. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. em recinto fechado e apropriado. planejamento ou projeto. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. CONCURSO Envolve ações de organização. serviço ou evento técnico/científico. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO.

podendo incluir acidentes naturais e construções. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme projeto elaborado ou planta. qualidade de produtos. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. ou por designação judicial. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. dentre outras. Aplica-se em situações das mais variadas. LAUDO É a peça na qual o perito. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. profissional habilitado. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . de curvas de níveis. julgamento de concorrências. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. obra ou serviço. no campo. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos.

devem ser explícitos em contrato adequado. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. assistência técnica em atividades de um empreendimento. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. avaliação ou vistoria. interesse em discussão e valor da causa. 13. As responsabilidades do profissional. Caso não sejam fixados pelo Juiz. Os honorários profissionais dos peritos. entre outros decorrentes de exigência legal. tempo consumido para sua realização. legislação local.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. conteúdo substancial do trabalho. atendendo à natureza da perícia. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. visando montar um programa básico do projeto. dimen• são e articulação de ambientes. VISTORIA Verificação de uma situação existente. com informações sobre o terreno. de que tem conhecimento.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. bem como. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. etc. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. sem entrar em detalhes. legislação. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. com a finalidade de subsidiar decisões. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. por escrito.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. solicitações do cliente. o perito. bem como os honorários. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 .

.... A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único. dimensionamento e caracterização dos pavimentos........ será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. com todas as informações necessárias à execução da obra..... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto.... 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício... • Definição do esquema estrutural..... detalhamento...... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação... possibilitando obter licenças e alvarás da obra............ com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas..... aplicação correta dos materiais e etc. 13.... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. Levantamento de Dados e estudo Preliminar . • Projeto Legal Formatação do anteprojeto....................• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .. em escala conveniente.. funções e relações com o propósito de fundamentar decisões.. cortes. proporções.....5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais.. 40% • Projeto de Execução . as normas aprovadas e recomendadas... abordando os seguintes aspectos: Concepção.. 13.....2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado........ 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura......... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ... apresentando um padrão de cor e textura.....4... de acordo com as normas vigentes.... contendo a definição de todos os ambientes...... memorial descritivo com especificação de materiais. perspectivas.. tendo em vista conhecer sua natureza.... Projeto de Interior Plantas baixas....... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas........ Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto....... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos.. Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço...... Através da compatibilização dos diversos projetos........ 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ...

provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. de um direito ou de um empreendimento. práticas prestadas. sobre veracidade de um fato ou uma situação. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. Empresas e Profissionais . É também análise de resultados de um programa ou projeto. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. escrita e assinada por profissional habilitado. para servir de comprovação perante terceiros. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. coordenação. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. gerenciamento e julgamento de provas documentais. nos aspectos técnicos. ATESTADO Documento que contém declaração.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. em recinto fechado e apropriado. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. econômicos e administrativos. a um público específico. Conferência: Exposição de tema. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. CONCURSO Envolve ações de organização. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto.

bem como ações de marketing rural. econômico e social da propriedade rural. Caracterização do meio físico (clima. beneficiamento. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados.insumos. junto ao órgão ambiental competente. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. geologia e geomorfologia. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. mediante planejamento. sem a indagação das que a motivarem. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. processo. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. transporte. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. faladas e televisadas e outras. serviço ou evento técnico/científico. Caracterização do meio sócio-econômico. ou de uma dada região. envolvendo fauna e vegetação. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. c e d. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. serviço ou obra. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. águas superficiais e subterrânea. visando difundir informações. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. anais. GERÊNCIA DE PROJETO. Inclui-se neste item a elaboração de folders. matérias escritas. folhetos. tecnologia de produção. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. produto. necessários a execução de obra ou serviço técnico. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. entre outros) Caracterização do meio biótico. em atendimento à legislação. ao desenvolvimento de métodos. solo. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. comercialização. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. incluindo texto e layout.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

Paulo Roberto Vilela Dias

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. ou a evacuação de pessoas com segurança. determinação da potência de fonte geradora (baterias. especificação dos materiais. não são aqui considerados. corrente contínua com entrada em operação imediata. Estudo a respeito da demanda. Inclui memorial e especificações de materiais. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . desvinculado do projeto de instalações elétricas que. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. neste item. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. no âmbito da iluminação. ou projeto de luminotécnica. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. grupo motor-gerador).GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. por exemplo com indicações de “saída”. com diversas variáveis envolvidas. Inclui memorial e especificações de materiais. define apenas uma previsão de carga para iluminação. deve ser encarado como um projeto à parte. com respectivas proteções e controles. Por iluminação de emergência. Memorial. etc) e quadro de distribuição de emergência. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. a partir de quadros de distribuição específicos. exaustão de gases. água de refrigeração. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. com detalhamento. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. Subdivisão dos sistemas. por se tratar de um trabalho específico. tomadas e esperas especiais. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. compreendem-se sistemas de certo porte. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. a serem ligados ao sistema de emergência.

nos serviços fiscalizados pelo CREA). são sinônimos. isto é. do latim liberais. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. do CONFEA. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . o caráter distintivo do profissional liberal. em todas as fases de sua execução. que possa ser exercida com autonomia. “Pela adjetivação liberal. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. literalmente assim se deve entender toda profissão.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. de líber (livre). Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. Assim sendo. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário.

confeccionados em papel timbrado do profissional. dos materiais e equipamentos a serem empregados. taxas públicas. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. perigosas ou de difícil acesso. etc. alimentação. obras e serviços. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente.que estabelece deveres aos prestadores de serviços.. contendo o nome. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. correrão por conta do cliente. estadia. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados.o Código de Defesa do Consumidor . salários de auxiliares. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. salvo expressa estipulação em contrário. sendo calculadas tomando por base. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. consultas e outras. Caso o cliente forneça transporte. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. b) complexidade. o tempo de viagem e o fim específico. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. segundo as regras ordinárias de experiência. material. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. bem como as datas de inicio e término dos serviços. condução. • • Nenhum serviço será iniciado. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. datados e assinados pelo profissional. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. como: análise de solo. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • Artigo 39º. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. Custo efetivo dos projetos. no processo civil. etc. serviços de terceiros. de área ou volume. Eventualmente: Insalubridade. se não houver ART.. Dentre os vários artigos desta Lei. aluguel de equipamentos. podendo ainda. hospedagem. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. alimentação. ter Contrato ou Convênio. sobre carimbo.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. etc. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. • Artigo 40º . quando a critério do juiz. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . inciso VI . despesas auxiliares de transporte. as condições de pagamento. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. • c) as medidas lineares. inciso VIII . impressos.sede do profissional. contribuição social. • Artigo 50º . ART. especificidade e dificuldade dos serviços. inclusive com a inversão de ônus da prova.das todas as despesas referentes a: pesquisas.. também acordada previamente. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . materiais diversos. a seu favor. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista.

00 3.).40 9.) Gratificação de Descanso Anual (8.950-A de 22/04/66.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. deverão ser cobradas as horas trabalhadas. R$ 100.P.00 40.mo.200.º 4.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .48 80.00 6. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.800.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 144. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.500.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.P.00 20.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.40 149. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0% R. regido pela CLT.00 40.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. será cobrada uma multa de 5% ao mês.R. Empresas e Profissionais R$ 30.M. 14.00 173.3% R.00 170.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias. água/esgoto. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.T.00 120.00 5.200.M. isto é. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .800.) Gratificação Natalina (8. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 2.82 Remuneração (R$) 1.54 120. segundo legislação vigente do CREA.33 30.Anotação de responsabilidade técnica .00 149.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.ART sobre serviços de R$/mês 4 . Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .M. por desistência do cliente.00 140.656.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.3% R. de responsabilidade do profissional.000.00 4. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.00 NC NC 873.00 20.500. mensageiro e etc).00) . amparado na Lei n. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 2.

00 173.00 120.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 182. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .00 R$ 30.48 100.P. mensageiro e etc).(0.ART sobre serviços de R$/mês 4 .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00) .05)) IRPF .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Não Computado R$ 160 4.00 171. I = (CTM – 360) / (1 .97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.60 200.0%R.346. móveis e utensílios Aluguel e.Imposto de Renda (27.33 R$ 120.000.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.88 29.) Gratificação Natalina (8. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 25.00 25.795.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .66 R$ R$ 22.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 50.P.200.275 + 0.00) R$ 1.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.3% R.60 182.00 3.660.00 NC NC 913.60 9.00 176.33 40.P.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Gratificação para Descanso Anual (8.3% R.00 4.54 120.135.00 180. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .Anotação de responsabilidade técnica .5% Custo Total Mensal – R$ 360. água/esgoto.

92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3. I = (CTM – 360) / (1 .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Anotação de responsabilidade técnica .00 5.Imposto de Renda (27.00 250.00 35.500. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. água/esgoto.00) R$ 1.33 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .496.275 + 0.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.185.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 290. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .410.00 200.05)) IRPF .Não Computado R$ 160 5.00 280.48 160.78 R$ R$ 27.906.33 R$ 200.3% R.0%R.3% R.00 60.00 173.00 NC NC 1.20 250.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.50 9.56 36. mensageiro e etc).62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .00 R$ 30.00 35.) Gratificação Natalina (8.50 290.ART sobre serviços de R$/mês 4 .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00) .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .00 120.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.P.54 200.000.P.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.113.00 4.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.(0.) Gratificação para Descanso Anual (8.P. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.

40 300.00 300.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.ART sobre serviços de R$/mês 4 . mensageiro e etc). I = (CTM – 360) / (1 .00 173.3% R. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .00 7.P.045.200.00 120.(0.54 4.15 R$ R$ 40.P.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 416.) Gratificação de Descanso Anual (8.00) .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.05)) IRPF .419.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 50. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .528.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.516.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.0% R.60 431.233.80 56.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.48 200. água/esgoto.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.33 60.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 50.33 R$ 250.00 160.275 + 0.00 80.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.3% R.5% Custo Total Mensal – R$ 360. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 257.00 R$ 30.) Gratificação Natalina (8.00) R$ 2.Imposto de Renda (27.00 NC NC 1.60 9.P.000.00 431.Anotação de responsabilidade técnica .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .05)) IRPF .ART sobre serviços de R$/mês 4 .89 160 R$ R$ 55.00 539.00 4.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 330.00 50.5% Custo Total Mensal – R$ 360.3% R.Anotação de responsabilidade técnica .275 + 0.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.00 50.00 NC NC 1. mensageiro e etc).669.00 R$ 30.251.593.00 360.00 120.000.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.393.Imposto de Renda (27.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .50 539. I = (CTM .P. móveis e utensílios Aluguel e.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 286.00 9. água/esgoto. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 173.00 572.) Gratificação Natalina (8.923.360) / (1 – (0.54 240.500.00) .00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3% R. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.50 9.0%R.P.P.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.33 70.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.33 R$ 320.00 200.77 78.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00) R$ 3.48 200.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.

. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento...275 + 0.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 ..Imposto de Renda (27. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional... Bem como. cursos de extensão e especialização... experiência profissional....661..666.. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio.. condomínio. . • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil.. R$ 50.. salários de empregados e seus complementos e etc. Ou ainda... conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela. serão cobradas à base de 33.. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências....00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: ........00 (até 5 anos de formado) 68.NC – Não computado . mediante comprovação pelo profissional.05)) IRPF ... com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .. se for o caso. incluir as despesas com: aluguel de escritório. informática.(0.994. mestrado e doutorado.. I = (CTM – 360) / (1 .É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.00) R$ 4. Nível de especialização... • As despesas extras.71 97.5% Custo Total Mensal – R$ 360.......88 R$ R$ PLENO A MASTER .. R$ 25.. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional. apresentação pessoal e etc.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado. • Despesas com certidões.. tais como.. pelo menos momentaneamente.3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. pós-graduação.... em viagem. trabalho em equipe..CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10..... competência interpessoal. conhecimentos de línguas estrangeiras..79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.15 160 TRAINEE E JUNIOR . por trabalhos prestados..

O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. bem como. bem como. ou ainda. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. municípios ou estados. Entretanto. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas.

estudos preliminares.2 2. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.00 2. Comerciais e/ou residenciais 4. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.1 2.3 2. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.50 (de 3.1 2. As formulações são bastante abrangentes.00) 3.1 2. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1 2.0 Edif. Não inclui cálculo da fundação profunda.0 2.8 4. impostos. fornecido pela Revista Construção.50) 3.50 2.2. Avaliam ainda encargos sociais.8 4.2 3.0 1.2.2 3. projeto executivo e orçamento da obra. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. Cc = Custo convencional da estrutura.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.8 (R$ por m²) 7.6 3.9 1. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.00) 6. no mês da proposta. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.5 2.6 2.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0. 15.00 R$ R$ R$ R$ 6. Industriais 4.8 4.50 (de 2.50) Inclui anteprojeto.0 Edif.4 2.0 5.00 3.8 2.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.4 4. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10. projeto legal.2 3. (***) O projetista.50 (de 16.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.50 (de 2. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. dimensionamentos e detalhamentos.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.7 3. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.15.4 2. S = Valor vinculado percentual de referência.

..... cortinas em subsolos dentre outros............ sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição . 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais....5 15 14 13 12 11 Edif........... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%...........5 12 11...... 10% a partir da 41a repetição ................. S = Valor vinculado percentual de referência..2 9.......... 15% 21a a 40a repetição .5 10 Edif.............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%.. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3......... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.2 9.. H = Honorários de projetos..... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15............................ 35% 2a a 5a repetição . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12.... em quilogramas.....02 m3 / m2...... incluindo os elementos de fundações.... 25% 6a a 10a repetição ................. 20% 11a a 20a repetição ..6 10....... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio..50.. Caso haja cálculo de protensão...........8 9........... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.2.... Industriais 12 11....... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva......... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16............ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros..............5 9.......5 16 15.......... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ........ Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo..5 11...0 As repetições integrais do projeto............5 11 10..Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza.................. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais...........0 10. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0.............................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%......

.80 1...................00 1....................65 1...50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas...... entre 5001 e 10000 m2 ... Em galpões industriais..20 2. 15% 21a a 40a repetição ......................... 10% a partir da 41a repetição . inclusive os elementos de fundações. entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais............ 35% 2a a 5a repetição .... entre 501 e 2000 m2 .......................... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos . caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas........ 2..... 25% 6a a 10a repetição ... Em galpões industriais......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.......................... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.......................60 1....................... 20% 11a a 20a repetição ................. deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição . lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis....... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível...........2........... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ........................ Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção......................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas............................ INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .....00 1.... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ............. 2.................. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ........................... 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ....80 1.....................80 1............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%...................... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2.50 2....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%..............................70 1...................... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado....... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.........20 2....... superior a 10001 m2 ............................................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%......... 2.......... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .......... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar... entre 2001 e 5000 m2 .... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas.....50 As repetições integrais do projeto.. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............. As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural...............................00 1....... 15.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%.............................................. Em galpões industriais...... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ......• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%....

............ Os preços acima contemplam a indicação de pára raios..... caixa separadora de fibras.... INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO ..................... 2....... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%.. superior a 20001 m2 .....00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2..... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.......................................... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500.. 2....... 1...........00 0.................... caixa de cloração.............45 0.50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .....90 0.. extintores de incêndio.. 2.40 0............... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ..... alarme bitonal....... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1.20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .............. superior a 15001 m2 .... Empresas e Profissionais ................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%... 2.............. entre 5001 e 10000 m2 . Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento.... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento........70 0....... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 .. reserva de gás...................... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica............ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%..................75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ........ entre 1001 e 5000 m2 ...........35 0........... entre 10001 a 15000 m2 .... entre 10001 a 20000 m2 . entre 10001 a 20000 m2 ..... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%. entre 1001 e 5000 m2 ............ * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.......70 0.......... superior a 20001 m2 ....................................... * Caso haja instalações de gás..............................................30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático........60 0......... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ............................. entre 5001 e 10000 m2 ......... 0........50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .................................50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... entre 5001 e 10000 m2 ............... 0.................... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1...... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%...............75 0............. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%......50 0...................... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares................ iluminação de emergência.....................................000................ sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás....................... seta indicadora de saída...60 0..............................* Caso haja instalações de água quente.........00 por m2..................00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%...55 0. entre 1001 e 5000 m2 .................

20% 11a a 20a repetição ..00 0....000....000..........000........00 VALOR DO BEM (R$) Até 50........000...00 De 1....2....... 0.........35 850....000..00 a 100... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação...................00 0....................INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ........ 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos........40 área acima de 10001 m2 ........ experiência do profissional.....00 a 200......000.............. valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade...........00 De 5........000...00 De 50...... dentre outras.......000..00 De 200.....00 0. 15% 21a a 40a repetição ..00 0......... DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500.50 área acima de 10001 m2 .00 0....... 0..............000.......20 1.............. 25% 6a a 10a repetição .100..........000...00 0....000...............90 50.................... traçado de estradas.......... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise........000.......600............................07 8.............................. tempo estimado na execução do serviço...15 2...00 Acima de 10..00 0..........00 a 1............ 0...........000......00 a 500......35 Edifícios comerciais área até 2000 m ....... 2 15...................000... derrocamento.....00 De 100...... topografia e geodésia...........600.....70 área entre 501 e 10000 m2 .........40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ...................00 a 5................. pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.......000......000. 0.5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho............... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 .... 0.......................00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva............... 0.............00 De 500.65 250......000...600..12 3. 35% 2a a 5a repetição ....................................50 área entre 2001 e 10000 m2 ...... 10% a partir da 41a repetição .00 a 10.......000.. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 ...000.........................000....

001.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 a R$ 55.00 a R$ 35.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 a 10.00. mais R$ 200.500.00 a R$ 30.00 Acima de R$ 180.000.00 a 1.00 Acima de 15.00 De R$ 15.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.00 2.00 De R$ 85.00 por cada R$ 20.00 De R$ 90.000.00 a 6.000.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.500.000.00 De R$ 50.00 a R$ 90.500.501.00 De 10.00 a R$ 15.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 De R$ 25.00.001.00 1.001.000.00 De R$ 55.500.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500.000.00 a 7.00 De 9.001.000.000.000.000.00 9.00 por cada R$ 20.001.00 a 2.500.00 6.300.300.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.00 2.500.001.00 1.00 a 12.000.000.001.00 De 7.00 a R$ 85.00 4.000.000.000.500.500.00 De 8.00 3.00 De R$ 35.00 De R$ 30.000. mais R$ 200.00 Acima de R$ 180.00 De 2.000.000.000.00 De 5.000.200.000. prevalecerá este último.00 a R$ 180.00 a 2.000.00 a 9.00 a 4.00 a 5.000.00 a 8.000.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .001.000.00 De 12.00 De 4.200.00 a R$ 180.00 De 3.00 9.00 De R$ 7.000.000.001.00 De 2.501.000.00 3.500.000.500.001.00 De R$ 120. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 a 15.000.000.00 a R$ 120.00 De 6.000.00 6.00 a R$ 50.000.501.00 De 1.000.000.000.000.00 De 1.00 6.00 a 3.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. colunas.00 200. Palestra e Conferência Aula: 1. pontos elétricos e hidráulicos.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.00 300.00 Cozinha completa unid 600. paginação. alvenarias. esquadrias.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 Banheiro completo unid 450. piscina e sauna) unid 1.00 350. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 250.00 400.00 Quarto de solteiro unid 300. revestimentos. mesas e etc 15.00 Sala de jantar unid 300. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 200. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.00 200. rebaixamento.00 200.00 Área de lazer completa (churrasco. simplificadamente.00 Quarto de casal unid 300. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. iluminação.00 700.00 Lavabo completo unid 400.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.78 x 75 + 280.00 100.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas. lay-out e ambientação.00 400.00012)0. camas. unid unid unid unid unid unid 300. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300.00 300.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500.00 300.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação.

5 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.5 + 0.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 27.Áreas até 50 ha .Áreas acima 50 ha 18.5 + 0.276 HT por ha excedente a 50 ha 8.5 + 0.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .Diagnóstico Técnico.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .02 x Hora Técnica por linha de informação 0.5 . Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.5 .Áreas até 50 ha 11.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas até 50 ha 18.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Áreas acima 50 ha 11. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.

Áreas com até 10 ha .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 20 . viaduto. etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas com até 10 ha 30 .Plano de Corte Florestal .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .

000..77 1..000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58..000...00 0...100..000.....00 a 2..47 5.....88 1. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600.00 0.000......001..00 1.00 800...... Projeto Básico ..000....00 1..00 0. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1..200. Desenho Definitivo ........000.000.00 0.43 7..00 0.001...00 a 10.00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto.001.001..00 1...000.500.00 a 800..200...000....66 2...00 0..001. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares.00 15% 10% 30% 15...500.......00 a 600..001..00 a 7...001..000..000........000..7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada...00 R$ 1...000..001....00 a 15........000....000.....39 R$ 1..31 120......00 R$ 900..00 1.500...00 1.....00 a 3.00 800.000......000......00 a 200...800..000...00 1........00 a 400.00 0..38 400...200.000...000.00 1...00 0.000.40 10.........000.......00 R$ 850.200...000...00 a 5...TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1.00 0.001...........001........93 200..200.001..00 R$ 1....000.500.500..10 600......00 a 1.550..00 1.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .55 3.00 R$ 1.000........99 800.....000...00 2..000...... 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..00 a 1.00 a 120.00 2........... Projeto Executivo .00 1..001.

Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. a Lei nº 5194.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. de 22 de abril de 1966. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. A Lei nº 4. Química e Veterinária. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. 263 Paulo Roberto Vilela Dias .CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. no seu artigo 82. inciso V. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço.950 A. cujo art. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. A Lei nº 4. 7º. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. Agronomia. até 8 horas/dia. Em 24 de dezembro de 1966.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Arquitetura. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. sob a dependência e mediante salário”.

M. Empresas e Profissionais S. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.P.500. acrescentar 50% às horas extras. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.M. = 10. = R$ 1.P.P.800.00 S.M.00. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.50 ) x salário mínimo S. = 7. = R$ 2.50 x R$ 200. = ( 6 x 1.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 . Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. = 7.P.P. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S. = R$ 1. = ( 6 x 1.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.P.00 S.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.M.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.: Após 44 horas semanais.00 x salário mínimo S. = 9.00 S.0 x R$ 200.M.P.M.00 S.25 ) x salário mínimo S.5 x R$ 200.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.P.50 + 1.P.M.00 pôr mês OBS.M.P.P.5 x salário mínimo S. = 9. = ( 6 x 1. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.50 x salário mínimo S.M.100.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S. = 10.M.P. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.M. = 6 x salário mínimo S.P.M.P. = R$ 1. de 5 de outubro de 1988.P.M.M.M.M. = 6 x R$ 200.200. as horas excedentes serão consideradas horas extras.P.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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atos constitutivos. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. nomeação. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. procurando cumpri-los e até antecipá-los. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. prazos. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. • cumprir rigidamente as normas. e endereço). na época oportuna. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. representado(a) por (nome.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. as reivindicações de métodos. com firmeza. COMO CONTRATADO(A). NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). encaminhar sempre objetivamente. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. não assumir compromissos extra-contratuais. CPF. se for o caso. Empresas e Profissionais . DO OUTRO. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. COMO CONTRATNTE. equipes ou equipamentos inadequados. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. • não admitir postergações na medição de serviços executados. 18. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. identidade. (nome. não improvisar métodos. preços e condições de pagamento. não admitir interferência nos métodos executivos. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. referência à legislação. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. além do especificado.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. prazos e exigências do contrato. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. CNPJ. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. atualizado pelo menos semanalmente. Medições • manter registro permanente. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. cargo ou função. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. DE UM LADO.

em sua substituição..06... CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA.) dia. legislação estadual e/ou municipal complementares. Empresas e Profissionais . CPF.. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos..666. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. independentemente de transcrição. obedecendo no que couber. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). ajustado o presente Contrato. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº .. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. de outro lado. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s).. identidade..1993... e que passam a fazer parte integrante do Contrato.. entre si. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . modificação.. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no caso de sua extinção.. serão pagos no (. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . se for o caso). ou..eleição. CNPJ. acréscimo ou decréscimo. portador da carteira profissional nº . referidos na Cláusula anterior. ou das especificações e disposições contratuais. constituição jurídica. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA.666 de 21. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. variação.. bem como pelas normas. poderá ocorrer. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato. endereço). e referência de outorga de poderes. a empresa ou profissional (nome. cargo ou função. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento.. tem.. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. regulamentos. representada(o) por (nome. efetivamente executadas e aferidas. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional).. expedida pelo CREA.

até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART .. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos... Agronomia e Arquitetura.) dias consecutivos (ou corridos). Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8. durante a sua execução. se houver.. notas de empenho e demais indicações pertinentes).) no valor de (. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. que integra o presente instrumento. correndo a despesa.. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA.. sob a modalidade de (. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos.. aplicada uma só vez em cada ocorrência. expressa em forma decimal pelo índice (.. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês... CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. exclusive.Anotação de Responsabilidade Técnica. pelo número de dias de atraso.) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo.). dele decorrente.666/93.. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. rubricas.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere.Ordem de Serviço. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.). com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso.. Empresas e Profissionais .666/93..).... e a data do seu efetivo pagamento. conforme norma do CREA . contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. permanentemente. um total correspondente a (. efetivada em data de (....666/93. observados..Conselho Regional de Engenharia. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.) (.. serão concedidos descontos de 1% ao mês. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. a CONTRATADA prestou caução. pelo número de dias de antecipação..

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .) vias. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. de comum acordo. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. Vitoria.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .sive. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8. juntamente com as testemunhas abaixo. por mais privilegiado que seja. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. por estarem justas e acertadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ... 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS .. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (.666/93.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO..SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. exclusive. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. com renúncia a qualquer outro. o Foro da cidade de (. E.666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato..

569.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. palestras. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . DE 24 DEZ 1966.º 218. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.SEAT SA . Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . DE 29 JUN 1973.194. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.º 5.Construtora Affonseca SA .Engesul – Construções e Projetos Ltda . desde 2000.American Association of Cost Engineers.Multiservice Engenharia Ltda . encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.DE 11 DEZ 1933. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. LEI N. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.º 23.

1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .

para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.br www. e-mail: andrea@crea-rj.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.org.ibec.ibeccustos. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país. em Gestão em Construção Civil e MBE .org.crea-rj. associados ou não.br www.br).br .com. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.org. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.

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