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APOSTILA CÁLCULO II INTEGRAL

APOSTILA CÁLCULO II INTEGRAL

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 1 Professor V. Filho





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Professor V. Filho








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Apostila de Cálculo 2 Integrais 2 Professor V. Filho
1
CAPÍTULO




Introdução à Integração



















Integral Indefinida


Sabemos que , dada uma função f(x) = 3x
2
, ao derivarmos f(x) obtemos f’(x) = 6x.
Digamos que temos f’(x) =6x, podemos afirmar que f(x) = 3x
2
pois
dx
d
(3x
2
) = 6x;
a este processo damos o nome de ANTIDERIVAÇÃO, ou seja, o processo que determina a
função original ( Primitiva ) a partir de sua derivada. “ Vamos utilizar a notação F(x) como
antiderivada de f(x) “.

OBS: Seja F(x) uma antiderivada de f(x), então F(x) + C também o é, onde C é uma
Constante de Integração, por exemplo :

F(x) = x
4
, G(x) = x
4
+ 3, H(x) = x
4
– 5 são antiderivadas de 4x
3
pois a derivada de
cada uma delas é 4x
3
.Logo, todas as antiderivadas de 4x
3
são da forma x
4
+ C.Daí o processo
de antiderivação nos dar uma família de funções que se diferenciam pela constante.

NOTAÇÕES:

O processo de antiderivação é a operação inversa da derivação e é também chamada de
INTEGRAÇÃO e indicamos pelo símbolo
í
dx x f ) ( ( Integral Indefinida ), como tal indica
uma família de antiderivadas de f(x), temos :


C x F dx x f + =
í
) ( ) (
Neste capitulo introduziremos a integral. Em primeiro lugar,
trataremos da integração. Em seguida, veremos a integral definida
– que é a integral propriamente dita – e sal relação com o
problema de determinar a área de uma figura plana, depois o
Teorema Fundamental do Cálculo, que é peça chave de todo
Cálculo Diferencial e Integral, pois estabelece a ligação entre as
operações de derivação e integração. Finalmente, estabelecemos o
conceito de integral para as funções continuas por partes e
abordaremos as integrais impróprias.



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 3 Professor V. Filho

● Lembrando que F(x) é uma função tal que F’(x) = f(x) e C uma constante arbitrária,
í
símbolo de integral, dx diferencial, f(x) integrando.

Exemplos:

í
+ = C x dx 2 2 C x dx x + =
í
3 2
3 C t tdt + =
í
2
2 4



Cálculo de Antiderivadas ( Integrais )

● | | ÷ =
í
) ( ) ( x f dx x f
dx
d
A diferenciação é o inverso da integração.


í
÷ + = C x f dx x f ) ( ) ( ' A integração é o inverso da diferenciação.


Fórmulas fundamentais de Integração


a )
í
+ = C kx kdx com k : cte. ( Regra da Constante )

b )
í í
= dx x f k dx x kf ) ( . ) ( ( Regra do Múltiplo constante )

c ) | |
í í í
+ = + dx x g dx x f dx x g x f ) ( ) ( ) ( ) ( ( Regra da Soma )

d ) | |
í í í
÷ = ÷ dx x g dx x f dx x g x f ) ( ) ( ) ( ) ( ( Regra da Diferença )

e ) C
n
x
dx x
n
n
+
+
=
í
+
1
1
com n = -1 ( Regra Simples da Potência )

Obs. :
í
+ = C x dx
x
ln
1
com x > 0.


Exemplos:

Acompanhe os passos básicos para uma “ boa “ integração :

1 )
í í í
+ =
|
|
.
|

\
|
= = = C
2
x 3
2
x
3 dx x . 3 xdx . 3 xdx 3
2 2
1
.

(b) x = x
1
(e) Simplificando


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Apostila de Cálculo 2 Integrais 4 Professor V. Filho

2 )
í í
+ ÷ =
÷
= =
÷
÷
C
x 2
1
2
x
dx x dx
x
1
2
2
3
3
.

3 ) C
3
x x 2
x . x .
3
2
x .
3
2
x .
3
2
2
3
x
dx x dx x
2 3
2
3
2
3
2
1
+ = = = = = =
í í
.

OBS. : Para verificarmos se o resultado está correto, basta deriva-lo e “tentar “ obter o “Integrando“.


Exercícios:

Resolva as Integrais:

1 ) dx x
í
5
=

2 ) ds s
í
+
2
) 4 3 ( =

3 ) dx px
í
2 =

4 )
í
xdx sen =

5 )
í
xdx cos =

6 ) dx
x
x
í
+1
=

7 ) dx
x
x x
í
÷ +
2
2 3
4 5
=

8 ) O custo marginal da fabricação de x unidades de um produto tem como modelo a seguinte
equação x 04 , 0 32
dx
dM
÷ = ( Custo Marginal ). A produção da primeira unidade custa $
50. Ache o Custo Total da produção de 200 unidades.

9 ) Ache a Função Custo correspondente ao custo marginal 4
x 20
1
dx
dM
+ = com custo
de $ 750 para x = 0.

10 ) Ache a equação da função f(x) cujo gráfico passa pelo ponto P ( 4, 2 ) e possui derivada
f’(x) = 10 6 ÷ x .


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Apostila de Cálculo 2 Integrais 5 Professor V. Filho
2
CAPÍTULO







Regra Geral da Potência
Sabemos que a Regra Simples da Potência é dada por C
n
x
dx x
n
n
+
+
=
í
+
1
1
com n = -1
usada quando a função é expressa como potência de x somente.

Vejamos outros tipos de funções :
Para calcular ( )
í
+ dx x x
3
2
1 2 temos que encontra f(x) tal que f’(x) = 2x.( x
2
+ 1 )
3
, daí :

( ) | | x x x
dx
d
2 . ) 1 .( 4 1
3 2
4
2
+ = + ( Regra da Cadeia ).


( )
x x
x
dx
d
2 . ) 1 (
4
1
3 2
4
2
+ =

+
( Dividir ambos os membros por 4 ).


( )
( ) dx x x C
x
í
+ = +
+ 3
2
4
2
1 2
4
1
( Integrando ).

Note 2x no integrando ele é exatamente ( x
2
+ 1 )’ .

Fazendo x
2
+ 1 = u, temos du = 2x dx, logo :



( ) ( )
í í í í
+ = = = + = + C
4
u
du u dx
dx
du
u dx x 2 . 1 x dx 1 x . x 2
4
3 3
3
2
3
2
.
u du



Daí a Regra Geral da Potência para u função diferenciável de x ser.





í í
+
+
= =
+
C
1 n
u
du u dx
dx
du
u
1 n
n n
, com n = -1.

Integrção de Potência

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 6 Professor V. Filho

Exemplos:

1. Calcule as seguintes integrais indefinidas:



a ) . C
5
) 1 x 3 (
1 n
u
dx 3 du 3
dx
du
1 x 3 u
dx ) 1 x 3 .( 3
5 1 n
4
+
÷
=
+

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
= · =
÷ =
÷ ÷
í
+





b )
. C
2
x x 2 x
C
2
) x x (
1 n
u
dx ) 1 x 2 ( du 1 x 2
dx
du
x x u
dx ) x x ).( 1 x 2 (
2 3 4 2 2 1 n
2
2
+
+ +
= +
+
=
+

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
+ = · + =
+ =
÷ + +
í
+





c )
. C ) 2 x ( .
3
2
2
3
) 2 x (
1 n
u
dx x 3 du x 3
dx
du
2 x u
dx ) 2 x .( x 3 dx 2 x . x 3
3 3
2
3
3 1 n
2 2
3
2
1
3 2 3 2
+ ÷ =
÷
=
+

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
· =
÷ =
÷ ÷ = ÷
í í
+



d )
. C
1 x 2
1
1
) 1 x 2 (
1 n
u
xdx 4 du x 4
dx
du
1 x 2 u
dx ) x 2 1 )( x 4 ( dx
) x 2 1 (
x 4
2
1 2 1 n
2
2 2
2 2
+
÷
=
÷
+ ÷
=
+

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
÷ = · ÷ =
+ ÷ =
÷ ÷ ÷ =
÷
÷
÷ +
÷
í í

e )
. C
9
) 3 x (
9
u
3
u
.
3
1
du u .
3
1
dx x 3 . ) 3 x ( .
3
1
dx x 3 du x 3
dx
du
3 x u
dx ) 3 x ( x
3 3 3 3
2 2 2 3
2 2
3
2 3 2
+
+
= = = = + =
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
= · =
+ =
÷ +
í í í



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Exercícios:


Calcule as seguintes integrais indefinidas:



1 ) ( ) dx x
í
+ 2 . 2 1
4




2 ) dx x x
í
÷ 10 . 4 5
2




3 ) ( ) dx x
í
÷
4
1



4 ) dx
x x
x
í
÷ +
+
2 2
) 3 2 (
1




5 ) dx
x x
x
í
+ ÷
÷
3 4
2
2





Integração por Partes


Tomando como ponto de partida a Derivação pela Regra do Produto temos.


● ' uv v ' u ) uv (
dx
d
+ = ( Regra do Produto )



í í í
+ =

= dx ' uv vdx ' u ) uv (
dx
d
uv ( Integrando ambos os lados )




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Apostila de Cálculo 2 Integrais 8 Professor V. Filho


í í í í
+ = + = dx
dx
dv
u dx
dx
du
v dx ' uv dx ' vu uv ( Reescrevendo a expressão )



í í
+ = udv vdu uv ( Escrevendo na forma diferencial )



Daí temos.


í í
÷ = vdu uv udv


Integração por Partes com u e v funções diferenciáveis de x.



Ao aplicarmos esta técnica devemos separar o integrando em duas partes, u e dv, levando em conta duas
diretrizes :

1 ) A parte escolhida como dv deve ser facilmente integrável.

2 )
í
vdu deve ser mais simples do que
í
udv .





Exemplos:


1 ) Determine
í
xdx sen . x

Resolução: a ) u = senx ; dv = xdx

Temos basicamente três “ saídas “ : b ) u = x.senx ; dv = dx

c ) u = x ; dv = senx dx


● Na saída a obtemos du = cosx dx e v =
2
2
x
=
í
dv =
í
xdx , logo temos:
í í
÷ = xdx cos .
2
x
x sen .
2
x
xdx sen x
2 2
, a nova integral que é mais complicada do que a
original.


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Apostila de Cálculo 2 Integrais 9 Professor V. Filho


du = senx + x.cosxdx
● Em b temos:
v =
í
dv =
í
dx = x


logo,
í í
+ ÷ = dx ) x cos x x (sen x x sen . x xdx sen x
2




Tentemos pois a “ saída “ c.



du = 1dx
● Em c :
v =
í
dv =
í
senx dx = -cosx ,



Daí. C x sen x cos x xdx cos x cos . x xdx sen x + + ÷ = + ÷ =
í í




Lembrando.
í í
÷ = vdu uv udv .
2 ) Idem para
í
dx e x
x 2
.

u = x
2
÷ du = 2xdx
Resolução:
dv = e
x
dx ÷ v = e


Portanto:

· + ÷ ÷ = ÷ = ÷ = · ÷ =
í í í í í
C ) 1 x ( e 2 e x dx xe 2 e x xdx 2 e e x dx e x vdu uv udv
x x 2 x x 2 x x 2 x 2


· C ) 2 x 2 x ( e dx e x
2 x x 2
+ + ÷ =
í




u = x ÷ du = dx
*
í
dx xe
x

dv = e
x
dx ÷ v = e
x

*

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Daí. C ) 1 x ( e e xe dx e e . x dx xe
x x x x x x
+ ÷ = ÷ = ÷ =
í í



3 ) Idem para
í
dx x sen e
x
.


u = e
x
÷ du = e
x
dx
Resolução:
dv = sen x dx ÷ v = -cos x



Portanto:

. C
2
x cos e x sen e
dx x sen e
x sen e x cos e dx x sen e 2
x sen e x cos e dx x sen e dx x sen e
dx x sen e x sen e x cos e dx x sen e
dx x cos e x cos e dx x sen e
dx e ) x cos ( ) x cos ( e dx x sen e
vdu uv udv
x x
x
x x x
x x x x
x x x x
x x x
x x x
+
÷
=
+ ÷ =
+ ÷ = +
÷ + ÷ =
+ ÷ =
÷ ÷ ÷ =
÷ =
í
í
í í
í í
í í
í í
í í




u = e
x
÷ du = e
x
dx

í
dx x cos e
x

dv = cos x dx ÷ v = sen x

Daí ... C dx x sen e x sen e dx e ) x (sen x sen e dx x cos e
x x x x x
+ ÷ = ÷ =
í í í
.


Obs.: Quando utilizamos a integração por partes sucessivamente, aconselha-se, sempre que
possível manter as escolhas de u e v, pois isso pode anular o trabalho anterior executado, é o
caso do nosso exercício se tivéssemos escolhido na segunda parte u = cos x e dv = e
x
tal
procedimento a resultaria em
í
dx sen e
x
, que é exatamente o problema a ser resolvido.
Vamos agora apresentar uma técnica de integração muito interessante conhecida como
Integração Tabular, que facilita a resolução de algumas integrais repetitivas, e que não gera
situações como a descrita anteriormente.


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Integração Tabular

A resolução de integrais ,como as apresentadas nos exemplos (2) e (3), pode apresentar
muitas repetições e, portanto se tornar cansativa e muito sujeita a erros. Para estes casos
podemos aplicar a técnica de Integração Tabular que consiste em decompor a função que
está sendo integrada em f(x) que pode ser derivada até se tornar zero e g(x) que será
integrada repetidamente, e associar estas derivadas e integrais, respectivamente.
Vamos refazer o exemplo (2) utilizando a Integração Tabular :

2 ) Calcule
í
dx e x
x 2
.

Resolução:

Consideremos f(x) = x
2
e g(x) = e
x

(+) ou (-) f(x) e suas derivadas g(x) e suas integrais
(+) x
2
e
x
(-) 2x e
x

(+) 2 e
x

0 e
x



Associamos os produtos das funções ligadas por setas de acordo com os sinais (+) ou (-)
correspondentes, temos, pois, confirmando o resultado já obtido pela integração por partes


C e 2 e x 2 e x dx e x
x x x 2 x 2
+ + ÷ =
í




Idem para
í
dx x cos x
4
.

Resolução:

Consideremos f(x) = x
4
e g(x) = cos x


(+) ou (-) f(x) e suas derivadas g(x) e suas integrais
(+) x
4
cos x

(-) 4x
3
sen x
(+) 12x
2
-cos x
(-) 24x - sen x
(+) 24 cos x
0 sen x


Associamos os produtos das funções ligadas por setas de acordo com os sinais (+) ou (-)
correspondentes, temos :

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C x sen 24 x cos x 24 x sen x 12 x cos x 4 x sen x dx x cos x
2 3 4 4
+ + ÷ ÷ + =
í
.




Exercícios:

1 ) Idem para
í
xdx sen
2
.

2 ) Idem para
í
xdx x ln
3
.

3 ) Idem para
í
dx e x
x 2 3
. ( Resolva “por partes” e depois confirme com ”tabular” )


4)


5)


6)


7)


8)


9)


10)


11)












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3
CAPÍTULO











Integrais Trigonométricas

Neste capítulo, apresentaremos, inicialmente, alguns métodos utilizados para resolver
integrais envolvendo funções trigonométricas.

A seguir, veremos a integração por substituições trigonométricas e a integração de funções
racionais por frações parciais.

Finalmente, abordaremos as integrais racionais de seno e cosseno usando a subst ituição
universal as integrais envolvendo raízes quadradas de trinômios do segundo grau.
Integração de Funções Trigonométricas



■ Comecemos com uma pequena tabela de Integrais Trigonométricas.



í
+ = C u udu sen cos ●
í
+ ÷ = C u gudu u sec cos cot . sec cos


í
+ ÷ = C u cos udu sen ● C u C u tgudu + ÷ = + =
í
cos ln sec ln


í
+ = C tgu udu
2
sec ●
í
+ = C u gudu sen ln cot


í
+ = C u tgudu u sec . sec ●
í
+ + = C tgu u udu sec ln sec


í
+ ÷ = C gu udu cot sec cos
2

í
+ ÷ = C gu u udu cot sec cos ln sec cos











Integrais Trigonométricas

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■ Recordando algumas das principais Identidades Trigonométricas ...


● 1 cos sen
2 2
= + x x ● ( ) ( ) | | y x y x y x + + ÷ = sen sen
2
1
cos . sen

● x tg x
2 2
1 sec + = ● ( ) ( ) | | y x y x y x + ÷ ÷ = cos cos
2
1
sen . sen

● x g x
2 2
cot 1 sec cos + = ● ( ) ( ) | | y x y x y x + + ÷ = cos cos
2
1
cos . cos

● ( ) x x 2 cos 1
2
1
sen
2
÷ = ●
2
sen 2 cos 1
2
x
x = ÷

● ( ) x x 2 cos 1
2
1
cos
2
+ = ●
2
cos 2 cos 1
2
x
x = +

● x x x 2 sen
2
1
cos . sen = ● |
.
|

\
|
÷ ± = ± x x
2
cos 1 sen 1
t



Exemplos / Exercícios :

Achar as integrais indefinidas:


1 )
í í
= xdx cos 2 xdx cos 2 = C x sen 2 + .


2 )
í í
+ ÷ =
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
= · =
=
÷ C u cos udu sen
dx x 3 du x 3
dx
du
x u
dx x sen x 3
2 2
3
3 2
= C x cos
3
+ ÷


3 ) C u cos
2
1
udu sen
2
1
dx 2 . x 2 sen
2
1
dx 2 du
x 2 u
xdx 2 sen + ÷ = =
¦
¹
¦
´
¦
=
=
÷
í í í
·

· C x 2 cos
2
1
xdx 2 sen + ÷ =
í
.

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4 ) C u sen
2
1
udu cos
2
1
xdx 2 . x cos
2
1
xdx 2 du
x u
dx x cos x
2
2
2
+ = =
¦
¹
¦
´
¦
=
=
÷
í í í
·


· C x sen
2
1
dx x cos x
2 2
+ =
í
.


5 )
í
dx x sen x
2
8 )
í
xdx 3 tg


6 )
í
xdx tg
4
9 )
í
dx
2
x
sec
2



7 )
í
xdx 3 xtg 3 sec 10 )
í
dx
x 2 tg
x 2 sec
2




























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4
CAPÍTULO










Integração por Substituição Trigonométrica

Muitas vezes, substituições trigonométricas convenientes nos lavam à solução de uma
integral. Se o integrando contém funções as expressões integrais que apresentem as formas

2 2 2
.u b a ÷ ,
2 2 2
.u b a + e
2 2 2
. a u b ÷ .

Podemos expressá-las sem o s radicais, utilizando a chamada Substituição
Trigonométrica conforme a tabela:


Caso Radical Substit.
Trigonométrica
Transformada
Trigonometria no
Triângulo
Retângulo
I 2 2 2
.u b a ÷
u sen .
b
a
u =
u u cos . sen 1 .
2
a a = ÷
CA
CO
tg = u
II 2 2 2
.u b a +
u tg
b
a
u . =
u u sec . 1 .
2
a tg a = +
HI
CA
= u cos
III 2 2 2
. a u b ÷
u sec .
b
a
u =
u u tg a a . 1 sec .
2
= ÷
HI
CO
= u sen

Demonstraremos o desenvolvimento do radical
2 2 2
.u b a ÷ , os demais casos são análogos.

= ÷ = ÷ = ÷ =
|
.
|

\
|
÷ = ÷ ) sen 1 .( sen sen . sen .
2 2 2 2 2 2
2
2
2 2
2
2 2 2 2 2
u u u u a a a
b
a
b a
b
a
b a u b a


= = ÷ = u u
2 2
cos sen 1 . a a u cos . a .





Obs. Repare que a variável final é u . A expressão correspondente, na variável original, é
obtida usando-se um triângulo retângulo.



Substituições Trigonométricas

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 17 Professor V. Filho
II
2
4 x +
u
.

Exemplos:

1 ) Achar a integral
í
+
2 2
4 x x
dx
÷
¦
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
¦
´
¦
= = +
=
= ¬ = = · = =
= · =
= · =
= · =
. sec . 2 sec . 4
. sec . 2
. . 4 . 2
1
2
.
.
. 1 1
. 2 4
2
2
2 2
2 2
2
2
u u
u u
u u u u
a x
d dx
tg x tg x u tg tg
b
a
u
x u x u
b b
a a


= =
|
|
.
|

\
|
|
.
|

\
|
= = =
+
í í í í í
u
u
u
u
u
u
u
u
u
u
u
u
u u
u
d d d
tg
d
tg
x x
dx
2
2
2
2
2 2
2
2 2
sen
cos
.
cos
1
4
1
cos
sen
cos
1
4
1 sec
4
1
) sec 2 ).( 4 (
sec 2
4


í í
÷
= = u u u u
u
u
d d
2
2
) .(sen cos
4
1
sen
cos
4
1
÷
¹
´
¦
=
=
u u
u
d du
u
cos
sen



C
u u
u u
du u d + ÷ = ÷ =
÷
=
+ ÷
= =
÷ + ÷
÷ ÷
í í
4
1 1
.
4
1
1
.
4
1
1 2
.
4
1
4
1
cos . ) (sen
4
1
1 1 2
2 2
u u u ·
C + ÷
u sen . 4
1
.


● Devemos agora voltar à variável original “ x “.


Como
2 2
2
x
CA
CO x
tg tg x = ¬ = · = u u logo x

2


Daí , C
x
x
C
CO
HI
CO
HI
HI
CO
+
+
÷ = + ÷ = ÷ = ÷ = ÷ = ÷
4
4
. 4
.
4
1 1
.
4
1
sen
1
.
4
1
sen . 4
1
2
u u
,


Portanto , C
x
x
x x
dx
+
+
÷ =
+
í
4
4
4 .
2
2 2
.

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 18 Professor V. Filho
u
.
I
4
2
16 x ÷
III

2 ) Achar a integral
í
÷
dx
x x
2 2
16
1
÷
¦
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
¦
´
¦
= = ÷
=
= ¬ = = · = =
= · =
= · =
= · =
. cos . 4 cos . 16
. cos . 4
. sen . 16 sen . 4 sen
1
4
sen .
.
. 1 1
. 4 16
2
2 2
2 2
2
2
u u
u u
u u u u
a x
d dx
x x u
b
a
u
x u x u
b b
a a



í í í í
+ u ÷ = u = u
u
= u
u u
u
=
÷
C g cot
16
1
d sec cos
16
1
d .
sen 16
1
d
) cos 4 ).( sen 16 (
cos 4
x 16 x
dx
2
2 2
2 2



● Voltando para a variável original “ x “


Como
4 4
sen sen 4
x
HI
CO x
x = ¬ = · = u u logo x




Daí , C
x
x
C
CO
CA
CO
CA
CA
CO
tg
g +
÷
÷ = + ÷ = ÷ = ÷ = ÷ = ÷
16
16
. 16
.
16
1 1
.
16
1 1
.
16
1
cot .
16
1
2
u
u ,


Portanto , C
x
x
x x
dx
+
÷
÷ =
÷
í
16
16
16 .
2
2 2



3 ) Achar a integral
í
÷
dx
x
x
4
2
2
÷
¦
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
¦
´
¦
= = ÷
=
= ¬ = = · = =
= · =
= · =
= · =
. . 2 . 4
. . sec . 2
. sec . 4 sec . 2 sec
1
2
sec .
.
. 1 1
. 2 4
2
2 2
2 2
2
2
u u
u u u
u u u u
tg tg a x
d tg dx
x x u
b
a
u
x u x u
b b
a a



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 19 Professor V. Filho
*
* Por Partes
*

í í í í
= = =
÷
u u u u u u
u
u u u
d d d
tg
tg
dx
x
x
2 3
2
2
2
sec . sec 4 sec 4
. 2
) . sec . 2 ).( sec 4 (
4
·



í í
÷ = vdu uv udv .




í
u u u d
2
sec . sec ÷
¹
´
¦
= ÷ =
= ÷ =
u u u
u u u u
tg v d dv
d tg du u
2
sec
. sec sec



Portanto:

í í
÷ = u u u u u u u u d tg tg tg d . sec . . sec sec
3



í í
÷ = u u u u u u u d tg tg d
2 3
. sec . sec sec


í í
÷ ÷ = u u u u u u u d tg d ) 1 .(sec sec . sec sec
2 3



í í í
+ ÷ = u u u u u u u d d tg d sec sec . sec sec
3 3


u u u u u u u u d tg d d
í í í
+ = + sec . sec sec sec
3 3


u u u u u u d tg d
í í
+ = sec . sec sec 2
3


u + u + u u = u u
í
tg sec ln tg . sec d sec 2
3


C tg tg d + + + =
í
u u u u u u sec ln .
2
1
. sec .
2
1
sec
3





Voltando para · C tg tg d +
|
.
|

\
|
+ + =
í
u u u u u u sec ln .
2
1
. sec .
2
1
. 4 sec 4
3
·

· C tg tg d + + + =
í
u u u u u u sec ln . 2 . sec . 2 sec 4
3
.


● Voltando para a variável original “ x “.



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 20 Professor V. Filho
u
.
x
4
2
÷ x

2

Como
x HI
CA
x
x x
x
2 2
cos
2 cos
1
2
sec sec 2 = · = · = · = · = u
u
u u ,


Logo temos.








Daí ,


2
4
ln . 2
2
4 .
2
4
2
ln . 2
2
4
.
2
. 2 sec ln . 2 . sec . 2
2 2 2 2
÷ +
+
÷
=
÷
+ +
÷
= + +
x x x x x x x x
tg tg u u u u






Portanto , C
x x x x
dx
x
x
+
÷ +
+
÷
=
÷
í
2
4
ln . 2
2
4
4
2 2
2
2
.



Exercícios:

Achar as integrais:


1 ) dx
x
í
+
2
4
1



2 ) dx
x
x
í
÷
6
2
3
2
) 1 (




3 ) dx
x x
í
÷3
1
2 4

Ver início do exercício :
u tg x . 2 4
2
= ÷

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 21 Professor V. Filho
y = f(x)
A
0
5
CAPÍTULO















Áreas e Integral Definida


Podemos determinar a área de regiões simples como polígonos e círculos usando
fórmulas geométricas conhecidas.
E para as demais regiões, como podemos calcular ???
A saída é utilizarmos o conceito de Integral Definida, que associa o resultado da
integral a área da região delimitada pelo gráfico de f, pelo eixo x e pelas retas x = a e x = b
onde a notação é :



a = Limite inferior de integração.
, com
b = Limite superior de integração.


Veja o gráfico.

y






A

x
a b




Exemplo:

Calcule a área da figura formada sob a curva da função f(x) = 3x no intervalo x e [ 0, 3 ] .


í
=
b
a
dx x f A ) (
Áreas e Integrais Definidas

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 22 Professor V. Filho
0

Resolução:
y


9
· = = = =
í
2
27
2
9 . 3
2
.
3
3
0
altura base
dx x A A = 13,5u.a
A x

3

No exemplo anterior não utilizamos o conceito de integral, pois a área era um triângulo,
portanto
2
.h B
A =
A
.

Veja o desenvolvimento a seguir.
y = f(x)
y





Região sob o gráfico de f.
A


0 a b x



Vamos tentar preencher esta área com retângulos.
y = f(x)

y






A


0 x0 x1 x2 ............... ................................. xn x

x A

a b
* Apesar do gráfico não demonstrar,
(devido a problemas técnicos ) todos os
retângulos tocam a curva f(x) em um
ou dois pontos. E nunca a ultrapassam.

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 23 Professor V. Filho
y = f(x)
A
0


Temos um polígono não regular, que “quase” preenche a área A, formado por
retângulos de base x A e altura f(x
i
), portanto A
retângulo
= f(x
i
). x A .
Note que quanto menor x A , maior o número de retângulos ( n ) e mais próximo da área
sob a curva vai estar a área do polígono, logo quando 0 ÷ Ax , temos n · ÷ e A
polig.
÷ A .


Daí, vamos expandir o conceito de Integral Definida para




¯
í
=
÷ A
A = =
n
i
i
b
a
x
x x f dx x f A
1
0
). ( lim ) ( .




Ou seja, a área sob a curva é a somatória das áreas dos retângulos de área f(x
i
). x A ,
quando 0 ÷ Ax e n ( nº de retângulos ) · ÷ .


Teorema Fundamental do Cálculo


Seja f uma função contínua em [ a, b ] e A(x) a área compreendida entre a e x, temos :


y






A(x)


x
a x b

( x + x A )


Temos: A(x) = F(x) + C ( Def. de Integral ) .
A(a) = 0 , portanto 0 = F(a) + C · C = -F(a) .

Daí, A(x) = F(x) + C · A(x) = F(x) – F(a).

Logo A(b) = F(b) – F(a) , portanto temos.

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 24 Professor V. Filho



) ( ) ( ) ( ) ( a F b F dx x f b A
b
a
÷ = =
í


Teorema Fundamental do Cálculo

Notação mais comum.





Com F a integral de f(x).


Propriedades das Integrais Definidas

1 ) dx ) x ( f . k dx ) x ( f . k
b
a
b
a
í í
= ; k : cte. .

2 ) | | dx ) x ( g dx ) x ( f dx ) x ( g ) x ( f
b
a
b
a
b
a
í í í
± = ± .

3 )
í í í
+ =
c
a
b
c
b
a
dx ) x ( f dx ) x ( f dx ) x ( f ; a < c < b .

4 ) 0 dx ) x ( f
a
a
í
= .

5 )
í í
÷ =
a
b
b
a
dx ) x ( f dx ) x ( f



Cálculo de área usando o Teorema Fundamental do Cálculo



Exemplos / Exercícios:

1 ) Calcule a área sob a curva y = x
2
, no intervalo [ 2, 3 ] .

Resolução:

) ( ) ( ) ( ) ( a F b F x F dx x f
b
a
b
a
÷ = =
í

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 25 Professor V. Filho
A

y
y = x
2




·
x
0 2 3




2 ) Idem para f(x) = 2x, no intervalo [ 0, 1 ] .

Resolução:

A = · ÷ = ÷ = =
í
0 1 0 1 2
2 2
1
0
2
1
0
x xdx A = 1 u.a .

3 ) = ÷ = + ÷ = + ÷ = ÷ =
÷ ÷ ÷ ÷ ÷
÷
í
2 2
1
2 2 2 2 2
2 0 2 0 . 2 1 . 2
1
0
2 1
0
2
e e e e e e
dx e
x
x
) 1 .(
2
1
2 ÷
÷ e .

4 )
| | = ÷ ÷ ÷

÷
÷ = ÷ = ÷ = ÷ + = ÷
÷ ÷
÷ ÷ ÷ ÷ ÷
í í í í í
) 2 .( 5 3 . 5
3
) 2 (
3
) 3 (
. 6 5
3
. 6 5 . 6 5 6 ) 5 6 (
3 3
3
2
3
2
3 3
2
3
2
2
3
2
3
2
2
3
2
2
x
x
dx dx x dx dx x dx x

= ÷ = ÷ + = + ÷
|
.
|

\
|
+ = 25 70 25 16 54 ) 10 15 (
3
8
9 . 6 45 .

5 ) =
÷
í
dx
x
10
2
1 5
3


6 ) = +
í
dx x x
4
0
3
2 cos . ) 2 sen 1 (
t


7 ) =
÷ +
í
dt
t
t t t
9
1
2
2 2
1 . 2

8 ) =
÷
í
dx
x x
x x
4
0
2 2
sen cos
cos . sen
t


9 ) dx x f
í
2
0
) ( onde f(x) =
¹
´
¦
s s
< s
2 x 1 para x
1 x 0 para x
5
4
.

A =
3
8
3
27
3
2
3
3
3
3 3
3
2
3 3
2
2
÷ = ÷ = =
í
x
dx x
A =
3
19
u.a

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 26 Professor V. Filho
0
6
CAPÍTULO











Aplicações da Integral Definida


Já vimos que a integral definida pode ser considerada como a aérea sob a curva de f(x)
num intervalo [ a , b ].

Vamos ver agora outras aplicações.



● Áreas entre curvas (ou área de uma região delimitada por dois gráficos )


Tomemos duas curvas y = f(x) e y = g(x) onde A é a área delimitada pelas curvas entre
as retas x = a e x = b, com f e g contínuas em [ a , b ] e f(x) > g(x), veja a figura ...



y g(x)
f(x)





x




Analogamente ao que já estudamos, temos A = | |
¯
= ÷ A
A ÷
n
i
i i
x
x x g x f
1 0
. ) ( ) (
lim
, quando n · ÷ .

Logo temos.


A = | |dx x g x f
b
a
í
÷ ) ( ) (

b
a
A
Integral Definida

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 27 Professor V. Filho
0
A
A


Exemplos:


1 ) Ache a área delimitada pelos gráficos de f(x) = x
2
+ 2 e g(x) = x para 0 s x s 1 .

Resolução:

f(x)
y


g(x)


x
1


A = | | | | | | 2
2
1
3
1
0
1
x 2
2
x
3
x
dx x 2 x dx x ) 2 x ( dx ) x ( g ) x ( f
2 3 1
1
2
1
0
2
b
a
+ ÷ =
|
|
.
|

\
|
+ ÷ = ÷ + = ÷ + = ÷
í í í
=


·
+ ÷
=
6
12 3 2
A
6
11
= u.a



2 ) Idem para f(x) = e
x
e g(x) = e
-x
em [ 0, 1 ] .

Resolução:


y f(x)



g(x)

x
1

A =
| | | | = ÷ + ÷ = + = ÷ = ÷ = ÷
÷ ÷ ÷ ÷
í í í í
) ( ) (
0
1
0
1
( ) ( ) (
0 1 0 1
1
0
1
0
1
0
e e e e e e dx e dx e dx e e dx x g x f
x x x x x x
b
a




0

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 28 Professor V. Filho




A ( a, c )
B ( b, d )




= e – 1 + e
-1
–1 = e +
e
1
-2 · A
e
e e 1 2
2
+ ÷
= u.a .


● Comprimento de Arco


Seja um arco AB, definimos o seu comprimento como o limite da soma dos
comprimentos das cordas consecutivas B P P P P P AP
n 1 3 2 2 1 1
...
÷
+ + + + . Quando o número de
cordas ( n ) tende ao infinito, seu comprimento tende a zero, daí a somatória tende ao
comprimento do arco .

Veja o gráfico.

y
P
n-1

d
P
1
P
2
P
3
c
x
0 a b



Se A ( a, c ) e B ( b, d ) são dois pontos da curva F(x,y) = 0, o comprimento do arco
AB é dado por :



S =
í í
|
.
|

\
|
+ =
AB
b
a
dx
dx
dy
dS
2
1 ou dy
dy
dx
d
c
í |
|
.
|

\
|
+
2
1


Variação em x ou Variação em y


Se A, dado por u = u
1
e B, dado por u = u
2
, são pontos de uma curva definida pelas
equações paramétricas x = f(u ) e y = g(u), o comprimento do arco AB é dado por :


S =
í í
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
=
AB
u
u
du
du
dy
du
dx
dS
2
1
2 2



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 29 Professor V. Filho

Exemplos:

1 ) Ache o comprimento do arco da curva y =
2
3
x de x = 0 a x = 5 .


Resolução:


Como temos a variação em x.


x x
dx
dy
x
dx
dy
4
9
2
3
2
3
2
2
1 2
2
1
=
|
|
.
|

\
|
=
|
.
|

\
|
· =

Daí , S =
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
+ =
÷
|
.
|

\
|
+ = + =
|
.
|

\
|
+ =
í í í í
dx du
x
u
dx
x
dx
x
dx
dx
dy
dS
AB
b
a
4
9
4
9
1
4
9
1
4
9
1 1
2
1
5
0
5
0
2


=

|
.
|

\
|
+ ÷
|
.
|

\
|
+ =
|
.
|

\
|
+ =
|
.
|

\
|
+
=
|
.
|

\
|
+
í
2
3
2
3
2
3
2
3
2
1
5
0
4
0 . 9
1
4
5 . 9
1 .
27
8
0
5
4
9
1 .
27
8
0
5
2
3
4
9
1
.
9
4
4
9
.
4
9
1 .
9
4 x
x
dx
x




( ) ·

+ ÷
|
.
|

\
|
+ = 2
3
2
3
0 1
4
45
1 .
27
8
S =

÷
|
.
|

\
|
1
4
49
.
27
8
2
3
u.c · S =
27
335
u.c ·






· S ~ 12,4074 u.c




2 ) Idem para x = 1 3
2
3
÷ y de y = 0 a y = 4.



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 30 Professor V. Filho

Resolução:


Como temos a variação em y.


y y
dy
dx
y
dy
dx
4
81
2
9
2
9
2
2
1
2
2
1
=
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
· =


Daí , S =
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
+ =
÷
|
.
|

\
|
+ = + =
|
|
.
|

\
|
+ =
í í í í
dy du
y
u
dy
y
dy
y
dy
dy
dx
dS
AB
d
c
4
81
4
81
1
4
81
1
4
81
1 1
2
1
4
0
4
0
2




=

|
.
|

\
|
+ ÷
|
.
|

\
|
+ =
|
.
|

\
|
+ =
|
.
|

\
|
+
=
|
.
|

\
|
+
í
2
3
2
3
2
3
2
3
2
1
4
0
4
0 . 81
1
4
4 . 81
1 .
243
8
0
4
4
81
1 .
243
8
0
4
2
3
4
81
1
.
81
4
4
81
.
4
81
1 .
81
4 y
y
dy
y





( ) ( ) ·

+ ÷ + = 2
3
2
3
0 1 81 1 .
243
8
S =

÷1 82 .
243
8
2
3
u.c · S ~ 24,4129 u.c .




3 ) Idem para a curva x = t
2
, y = t
3
de t = 0 a t = 4 .


Resolução:


● Como temos a curva definida parametricamente.


2
2
t 4
dt
dx
t 2
dt
dx
=
|
.
|

\
|
÷ = e
4
2
2
t 9
dt
dy
t 3
dt
dy
=
|
.
|

\
|
÷ =


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Apostila de Cálculo 2 Integrais 31 Professor V. Filho

Daí
S = = + = + = + =
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
=
í í í í í
dt t t dt t t dt t t dt
dt
dy
dt
dx
dS
AB
t
t
4
0
2
4
0
2 2
4
0
4 2
2 2
9 4 . ) 9 4 ( 9 4
2
1



¦
¹
¦
´
¦
=
+ =
÷ + =
í
tdt du
t u
dt t t
18
9 4
. ) 9 4 (
2
4
0
2
1
2
Temos.


= + =
+
= +
í
0
4
) 9 4 .(
27
1
0
4
2
3
) 9 4 (
.
18
1
18 . ) 9 4 (
18
1
2
3
2
4
0
2
3
2
2
1
2
t
t
tdt t =

+ ÷ + =
2
3
2
2
3
2
) 0 . 9 4 ( ) 4 . 9 4 ( .
27
1



·
|
|
.
|

\
|
÷ =

÷ + =
2
3
2
3
2
3
2
3
4 148 .
27
1
4 ) 144 4 ( .
27
1
S ~ 66,3888 u.c .


●Área de uma superfície de Sólido de Revolução


Sólido de Revolução: Obtem-se fazendo uma região plana revolver em torno de uma
reta ou eixo de revolução. ( Veja figura abaixo ).


Eixo de Revolução




Região
Plana

Eixo de
Revolução









A Área de uma superfície gerada pela rotação em torno do eixo Ox de uma curva regular
y = f(x) , entre os pontos x = a e x = b é expressa pela fórmula :

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 32 Professor V. Filho



S
X
=
í í
|
.
|

\
|
+ =
AB
b
a
dx
dx
dy
y ydS
2
1 . 2 2 t t ou
í |
|
.
|

\
|
+
d
c
dy
dy
dx
y
2
1 . 2t




A Área de uma superfície gerada pela rotação em torno do eixo Oy de uma curva regular
y = f(x) , entre os pontos x = a e x = b é expressa pela fórmula :



S
Y
=
í í
|
.
|

\
|
+ =
AB
b
a
dx
dx
dy
x xdS
2
1 . 2 2 t t ou
í |
|
.
|

\
|
+
d
c
dy
dy
dx
x
2
1 . 2t





x = f(u)
Obs. : Para as equações Paramétricas temos.
y = g(u)




S
X
=
í í
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
=
AB
u
u
du
du
dy
du
dx
y ydS
2
1
2 2
. 2 2 t t




S
Y
=
í í
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
=
AB
u
u
du
du
dy
du
dx
x xdS
2
1
2 2
. 2 2 t t






Exemplos:


1 ) Ache a área da superfície gerada pela revolução, em torno do eixo Ox, do arco da parábola

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 33 Professor V. Filho

y
2
= 12x, de x = 0 a x = 3.


Resolução:

y


6



x
0 3


a

b



1º Modo :




y
2
= 12x · y = x 12
S
X
= ÷
|
.
|

\
|
+ =
í í
AB
b
a
dx
dx
dy
y ydS
2
1 . 2 2 t t
· = = =
x
x
x
x
x x
dx
dy
12
3 . 2 . 6
12
12
.
12
6
12 .
12 2
1




x dx
dy
x
x
x
x
dx
dy
x
x
dx
dy 3 3 3 3
2
2
2
2
= |
.
|

\
|
· =
|
|
.
|

\
|
= |
.
|

\
|
= · .



Daí.
S
X
= = + =
+
=
+
= +
í í í í
3
0
3
0
3
0
3
0
) 3 .( 12 2
3
. 12 2
3
. 12 2
3
1 . 2 dx x dx
x
x
x dx
x
x
x dx
x
y t t t t





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Apostila de Cálculo 2 Integrais 34 Professor V. Filho

÷ + = + = + = + =
í í í í
3
0
2
1 3
0
3
0
3
0
) 9 3 ( 4 9 3 . 2 2 ) 9 3 ( 4 2 36 12 2 dx x dx x dx x dx x t t t t



¦
¹
¦
´
¦

=
+ =
÷
dx du
x u
3
9 3
S
X
= = + =
+
= +
í
0
3
) 9 3 .(
9
8
0
3
2
3
) 9 3 (
.
3
4
3 . ) 9 3 (
3
4
2
3
2
3
2
1
3
0
x
x
dx x
t t t




·

÷ =

+ ÷ + =
2
3
2
3
2
3
2
3
9 18
9
8
) 9 0 . 3 ( ) 9 3 . 3 (
9
8 t t
S
X
~ 43,8822 t u. a .




2º Modo :

● y
2
= 12x · x =
12
2
y

S
X
= ÷
|
|
.
|

\
|
+ =
í í
AB
d
c
dy
dy
dx
y ydS
2
1 . 2 2 t t

6 12
2 y
dy
dx y
dy
dx
= · =
36
2
2
y
dy
dx
=
|
|
.
|

\
|
· .



Daí.


S
X
= = + =
+
=
+
= +
í í í í
6
0
2
6
0
2 6
0
2 6
0
2
36 .
6
2
6
36
. 2
36
36
. 2
36
1 . 2 dy y y dy
y
y dy
y
y dy
y
y
t
t t t



¦
¹
¦
´
¦
=
+ =
÷ +
t
=
í
dy y 2 du
36 y u
ydy . ) y 36 (
3
2
6
0
2
1
2







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Apostila de Cálculo 2 Integrais 35 Professor V. Filho

S
X
= = + =
+
= +
í
0
6
) 36 .(
9
0
6
2
3
) 36 (
.
6
2 . ) 36 (
3
.
2
1
2
3
2
2
3
2
2
1
6
0
2
y
y
ydy y
t t t




·

÷ =

+ ÷ + =
2
3
2
3
2
3
2
2
3
2
36 72
9
) 0 36 ( ) 6 36 (
9
t t
S
X
~ 43,8822 t u. a .




x = 2cosu - cos 2u
2 ) Idem para a cardióide para u e [ 0, t ] .
y = 2senu - sen2u
















































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Apostila de Cálculo 2 Integrais 36 Professor V. Filho
7
CAPÍTULO

Sólido de Revolução















VOLUME DO SÓLIDO DE REVOLUÇÃO ( Método do Disco )


Abaixo temos o esquema de como calcularemos o volume de um sólido de revolução.


1 ) Seja a função f(x) geratriz, usamos o conceito, já visto, de integral definida , ou seja,
aproximação por n retângulos .


y


f(x
i
)




f(x)

0 a b x


2 ) Ao rotacionarmos cada retângulo em torno eixo 0
x
, temos vários discos ( cilindros
circulares ) com volume V = área da base x Altura = { t.[ f(x
i
) ]
2
}. x A onde
f(x
i
) = raio.


y f(x
i
)







0 x


a b
x A


x A


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Apostila de Cálculo 2 Integrais 37 Professor V. Filho


Somando-se o volume de cada disco temos o valor aproximado do volume do sólido de
revolução, ou seja, aproximação por n discos.


3 ) Usando a lógica dos infinitésimos ( 0 x ÷ A com · ÷ n ) temos o volume do
sólido estudado.




y





0 x


a b





Logo, temos, o Volume do sólido de revolução, em torno do eixo 0
x
, da região entre o
gráfico de f e os eixos x e [ a, b ] como sendo :



| |
í
t =
b
a
2
x
dx ) x ( f . V






Analogamente, ao rotacionarmos em torno do eixo 0
y
, temos o Volume do sólido de
revolução,da região entre o gráfico de g e os eixos y e [ c, d ] como sendo :



| |
í
t =
d
c
2
y
dy ) y ( g . V



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 38 Professor V. Filho
Obs. : Se a rotação se efetua ao redor de uma reta paralela a um dos eixos coordenados, temos :


y




y = f(x)



y = L



0 a b x




| |
í
÷ t =
b
a
2
x
dx L ) x ( f . V




x = M


y


d

x x = g(y)




c


0 x



| |
í
÷ t =
d
c
2
y
dy M ) y ( g . V



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 39 Professor V. Filho

MÉTODO DA ARRUELA [ ou entre duas funções f(x) e g(x) ]


Usado quando possui um “ buraco “. A demonstração é análoga ao método do disco
onde f(x) e g(x) são os raios que delimitam o sólido externa e internamente, daí:


| | | | { }
í
÷ t =
b
a
2 2
x
dx ) x ( g ) x ( f . V


Rotação em torno do eixo 0
x




| | | | { }
í
÷ t =
d
c
2 2
y
dy ) y ( l ) y ( h . V


Rotação em torno do eixo 0
y



Exemplos:

1 ) Determine volume do sólido formado pela revolução em torno do eixo x, da região
delimitada pelo gráfico de f(x) = -x
2
+ x e pelo eixo x.


Resolução:


y

y = -x
2
+ x


a b
0 x









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Apostila de Cálculo 2 Integrais 40 Professor V. Filho

| |
í
t =
b
a
2
x
dx ) x ( f . V ¬{ -x
2
+ x ·x.( -x + 1 ) = 0 ¬
¦
¹
¦
´
¦
= ¬ = ¬ = + ÷
= ¬ =
1 b 1 x 0 1 x
ou
0 a 0 x



| |
í
+ ÷ t =
1
0
2 2
x
dx x x . V = | | | | = + ÷ t = ÷ t
í í
1
0
4 3 2
1
0
2 2
dx x x 2 x . dx x x .


=

÷
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|
÷
|
|
.
|

\
|
t =

+ ÷ t =
í í í
0
1
5
x
0
1
4
x
2
0
1
3
x
. dx x dx x . 2 dx x .
5 4 3 1
0
1
0
4 3
1
0
2




= ·

+ ÷ t =

+ ÷ t
5
1
2
1
3
1
.
5
1
4
1
. 2
3
1
. v . u
30
V
x
t
=



2 ) Idem para y =x
3
limitada por y = 8 e x = 0, rotação em torno do eixo 0
y
.

Resolução:

y
y = x
3


8




x

2








· v . u 20 , 19 V
y
t ~

0
| |
í
t =
d
c
2
y
dy ) y ( g . V
y = f(x) = x
3

3
y ) y ( g x = = ·

portanto ...

| | =

t = t =
í í
8
0
2
3
1 8
0
2
3
y
dy y . dy y . V

= ·
|
|
|
|
.
|

\
|
t =
|
|
|
|
.
|

\
|
t = t
í
3
5
8
.
0
8
3
5
y
. dy y .
3
5
3
5
8
0
3
2



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Apostila de Cálculo 2 Integrais 41 Professor V. Filho


3 ) Calcule o volume do sólido gerado pela revolução, em torno do eixo 0
x
, da região
limitada pelos gráficos das funções f(x) =
2
x 25 ÷ e g(x) = 3. ( Método da arruela )


Resolução:
x


y
f(x) =
2
x 25 ÷



x

g(x) = 3




● Cálculo de a e b
f(x) = g(x) = 3
2
x 25 ÷ ¬ = 3 · 25 – x
2
= 9 · x
2
= 25 – 9 · x
2
= 16 ·
¦
¹
¦
´
¦
= =
÷ = =
4 b x
e
4 a x
2
1


Portanto.


| | | | { } | | | | { } = ÷ ÷ t = ÷ t =
í í
÷
4
4
2 2 2
b
a
2 2
x
dx 3 x 25 . dx ) x ( g ) x ( f . V

{ } ( ) =

÷
|
|
.
|

\
|
÷
÷
t = ÷ t = ÷ ÷ t =
í í
÷ ÷
4
4
3
x
4
4
) x 16 ( . dx x 16 . dx 9 x 25 .
3 4
4
2
4
4
2


| | | | =
)
`
¹
¹
´
¦

+ ÷ + t =
)
`
¹
¹
´
¦

÷
÷ ÷ ÷ ÷ t =
3
64
3
64
64 64 .
3
) 4 (
3
4
) 4 .( 16 ) 4 .( 16 .
3 3


· t =
÷
t = |
.
|

\
|
÷ t =
3
256
.
3
128 384
.
3
128
128 . v . u 33 , 85 V
x
t ~









a b

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 42 Professor V. Filho
1
x’’ = y
3
-y
x’ = 1 – y
4
f(x) = 3x
3
–x
2
– 10x
g(x) = -x
2
+ 2x
c


Exercícios:

1 ) Calcule a área da região A.


y




A

x



-1

Use dy ) " x ' x (
d
c
í
÷
2 ) Idem para :

y




a
x




Dica : Encontre a, b e c pertencentes ao “eixo x”.



3 ) Idem para :

y
y = x
2
+ 2x + 1
y = x + 1

1


-1 0 x

A
b

● ●

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Apostila de Cálculo 2 Integrais 43 Professor V. Filho


4 ) Encontre o comprimento da curva y = 5x –2 ; -2 s x s 2 .

5 ) Idem para x =
2
3
y de P ( 0, 0 ) até Q ( 8, 4 ) .

x = 4sen
3
t
6 ) Idem para a hipociclóide ; t e [ 0, 2t ] .

y = 4cos
3
t

7 ) Calcular a área obtida com a revolução, em torno do eixo O
x
do arco da parábola y
2
=8x ; 1 s x s 12 .

8 ) Idem para x = y ; 1 s y s 4 ; rotação em O
y
.

9 ) Idem para y =
3
x ; 1 s y s 2 ; rotação em O
y
.

10 ) Calcule o volume do corpo criado ao girarmos, ao redor do eixo O
x
, a superfície
compreendida entre as parábolas f(x) = x
2
e g(x) = x .

11 ) Calcule o volume do sólido gerado pela revolução, em trono da reta y = 2, da região
limitada por y = 1 – x
2
, x = -2, x = 2 e y = 2 .

y




y = 2 -1 1
-2 2 x







12 ) Encontrar o volume do sólido gerado pela rotação, em torno do eixo O
x
, da região
limitada por [f(x)]
2
= 16x e g(x) = 4x .

13 ) Um tanque, na asa de um jato, tem como modelo, o sólido gerado pela revolução, em
torno do eixo O
x
, da região delimitada pelo gráfico y = x x ÷ 2 . .
8
1
2
e pelo eixo x,
x e y são dados em metros. Qual o volume do tanque ?

Obs. : Considere 0 s x s 2 .



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Respostas :

1 ) A = 1,6 u.a

2 ) A = 24 u.a

3 ) A =
6
1
u.a

4 ) S ~ 20,40 u.c

5 ) S ~ 9,073 u.c

6 ) S = 0 u.c

7 ) S
x
~ 177,96 t u.a

8 ) S
y
~ 9,819 t u.a

9 ) S
y
~ 63,497 t u.a

10 ) V
x
=
10
3t
u.v

11 ) V
x
=
15
412t
u.v

12 ) V
x
=
3
8t
u.v

13 ) V = 0,033t m
3
~ 0,1047 m
3
~ 104,71 litros




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1
CAPÍTULO

Introdução à Integração

Neste capitulo introduziremos a integral. Em primeiro lugar, trataremos da integração. Em seguida, veremos a integral definida – que é a integral propriamente dita – e sal relação com o problema de determinar a área de uma figura plana, depois o Teorema Fundamental do Cálculo, que é peça chave de todo Cálculo Diferencial e Integral, pois estabelece a ligação entre as operações de derivação e integração. Finalmente, estabelecemos o conceito de integral para as funções continuas por partes e abordaremos as integrais impróprias.

Integral Indefinida
Sabemos que , dada uma função f(x) = 3x2, ao derivarmos f(x) obtemos f’(x) = 6x. d Digamos que temos f’(x) =6x, podemos afirmar que f(x) = 3x2 pois (3x2) = 6x; dx a este processo damos o nome de ANTIDERIVAÇÃO, ou seja, o processo que determina a função original ( Primitiva ) a partir de sua derivada. “ Vamos utilizar a notação F(x) como antiderivada de f(x) “. OBS: Seja F(x) uma antiderivada de f(x), então F(x) + C também o é, onde C é uma Constante de Integração, por exemplo : F(x) = x4, G(x) = x4 + 3, H(x) = x4 – 5 são antiderivadas de 4x3 pois a derivada de cada uma delas é 4x3.Logo, todas as antiderivadas de 4x3 são da forma x4 + C.Daí o processo de antiderivação nos dar uma família de funções que se diferenciam pela constante. NOTAÇÕES: O processo de antiderivação é a operação inversa da derivação e é também chamada de INTEGRAÇÃO e indicamos pelo símbolo  f ( x)dx ( Integral Indefinida ), como tal indica uma família de antiderivadas de f(x), temos :

 f ( x)dx  F ( x)  C
__________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 2 Professor V. Filho

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● Lembrando que F(x) é uma função tal que F’(x) = f(x) e C uma constante arbitrária,  símbolo de integral, dx diferencial, f(x) integrando. Exemplos:

 2dx  2x  C

 3x

2

dx  x 3  C

 4tdt  2t

2

C

Cálculo de Antiderivadas ( Integrais ) ● ●

d dx

 f ( x)dx  f ( x)  A diferenciação é o inverso da integração.

 f ' ( x)dx  f ( x)  C  A integração é o inverso da diferenciação.

Fórmulas fundamentais de Integração

a) b) c)

 kdx  kx  C com k : cte.
 kf ( x)dx  k. f ( x)dx

( Regra da Constante )

( Regra do Múltiplo constante )

  f ( x)  g ( x)dx   f ( x)dx   g ( x)dx ( Regra da Soma )   f ( x)  g ( x)dx   f ( x)dx   g ( x)dx
n

d)

( Regra da Diferença )

x n1  C com n  -1 ( Regra Simples da Potência ) e )  x dx  n 1
Obs. :

 x dx  ln x  C

1

com x > 0.

Exemplos: Acompanhe os passos básicos para uma “ boa “ integração : 1)
 x 2  3x 2 3xdx  3. xdx  3. x 1dx  3   C.   2  2  

(b)

x = x1

(e)

Simplificando

__________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 3 Professor V. Filho

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2)

1 x 2 1 dx   x 3 dx    2 C.  x3 2 2x

3)

x 2 2 2 2x x x dx   x dx   .x 2  . x 3  . x 2 .x  C. 3 3 3 3 3 2

1 2

3 2

3

OBS. : Para verificarmos se o resultado está correto, basta deriva-lo e “tentar “ obter o “Integrando“.

Exercícios: Resolva as Integrais: 1)

 x dx
5

=

2 )  (3s  4) 2 ds = 3)

2 px dx =

4 )  sen xdx = 5 )  cos xdx = 6)

x 1 dx = x

7)

x 3  5x 2  4  x 2 dx =

8 ) O custo marginal da fabricação de x unidades de um produto tem como modelo a seguinte dM  32  0,04x ( Custo Marginal ). A produção da primeira unidade custa $ equação dx 50. Ache o Custo Total da produção de 200 unidades. 9 ) Ache a Função Custo correspondente ao custo marginal de $ 750 para x = 0. 10 ) Ache a equação da função f(x) cujo gráfico passa pelo ponto P ( 4, 2 ) e possui derivada f’(x) = 6 x  10 .

dM 1   4 com custo dx 20 x

__________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 4 Professor V. Filho

( x2 + 1 )3.pro.2x dx   u 3 3     du u4 dx   u 3 du   C.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.( x 2  1) 3 .2 x ( Dividir ambos os membros por 4 ). daí :  3 d x 2  14  4. Filho . n Vejamos outros tipos de funções : Para calcular  2 xx 2  1 dx temos que encontra f(x) tal que f’(x) = 2x.IEBP .iebp. dx  4        x 2 3  1  C   2 xx 2  1 dx ( Integrando ). Fazendo x2 + 1 = u. temos du = 2x dx. n __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 5 Professor V. x  1 dx   x  1 . du u n 1 n  u dx dx   u du  n  1  C .br __________________________________________________________________________________________ 2 CAPÍTULO Regra Geral da Potência Integrção de Potência x n1 Sabemos que a Regra Simples da Potência é dada por  x dx   C com n  -1 n 1 usada quando a função é expressa como potência de x somente. 4 4 Note 2x no integrando ele é exatamente ( x2 + 1 )’ .2 x ( Regra da Cadeia ). dx 4 d  x2 1  2 3    ( x  1) . dx 4 u du Daí a Regra Geral da Potência para u função diferenciável de x ser. com n  -1. logo : 2 2 3  2x.

( x 3  2) 3  C.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.IEBP . ( x 3  3) 2 .(3x  1) dx      C.( x 2  x )dx     C  C. Filho .    C.pro. x  2dx   3x .  n 1 2 2  du  dx  2x  1  du  (2x  1)dx  c)  3 u  x3  2  u n 1 ( x 3  2) 2 2  2 3 2 3    .  (1  2x 2 ) 2 n 1 1 2x  1  du  dx  4x  du  4xdx  e)  u  x3  3  1 1 1 u 3 u 3 ( x 3  3) 3  2 3 2   . Calcule as seguintes integrais indefinidas:  u  3x  1  u n 1 (3x  1) 5  4 a )  3.3x 2 dx  .(x  2) dx   3 n 1 3  du  3x 2  du3x 2 dx  dx 2  1 2 d)  u  2x 2  1   4x u n 1 (2x 2  1) 1 1  dx   (4x )(1  2x 2 )  2 dx      2  C. u 2 du  .br __________________________________________________________________________________________ Exemplos: 1.  3x . n 1 5  du  dx  3  du  3dx  b)  u  x2  x  u n 1 ( x 2  x ) 2 x 4  2x 3  x 2  (2x  1).iebp.  x (x  3) dx   3 3 3 3 9 9  du 2 2  dx  3x  du  3x dx  __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 6 Professor V.

iebp.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.2dx 4 2)  5x 2  4. Filho .pro.10 xdx 3)  x  1 dx 4 4)  (x 2 x 1 dx  2 x  3) 2 5)  x2 x  4x  3 2 dx Integração por Partes Tomando como ponto de partida a Derivação pela Regra do Produto temos.IEBP . ● d (uv)  u' v  uv' dx ( Regra do Produto ) d  ● uv    (uv)   u' vdx   uv' dx  dx  ( Integrando ambos os lados ) __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 7 Professor V.br __________________________________________________________________________________________ Exercícios: Calcule as seguintes integrais indefinidas: 1)  1  2 x .

Filho . u e dv.senx . logo temos: x2 x2  x sen xdx  2 . Exemplos: 1 ) Determine Resolução:  x.IEBP . levando em conta duas diretrizes : 1 ) A parte escolhida como dv deve ser facilmente integrável. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 8 Professor V. Ao aplicarmos esta técnica devemos separar o integrando em duas partes.br __________________________________________________________________________________________ ● uv   vu ' dx   uv' dx   v du dv dx   u dx dx dx ( Reescrevendo a expressão ) ● uv   vdu   udv ( Escrevendo na forma diferencial ) Daí temos. 2)  vdu deve ser mais simples do que  udv .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. sen x   2 . sen xdx a ) u = senx .pro. dv = senx dx Temos basicamente três “ saídas “ : ● Na saída a obtemos du = cosx dx e v = x2 = 2  dv =  xdx .iebp. a nova integral que é mais complicada do que a original. cos xdx .  udv  uv   vdu Integração por Partes com u e v funções diferenciáveis de x. dv = xdx b ) u = x. dv = dx c ) u = x .

sen x   x(sen x  x cos x)dx Tentemos pois a “ saída “ c.iebp.cosxdx ● Em b temos: v=  dv =  dx = x logo.IEBP . Daí.br __________________________________________________________________________________________ du = senx + x. du = 1dx ● Em c : v=  dv =  senx dx = -cosx . Lembrando. cos x   cos xdx  x cos x  sen x  C  udv  uv   vdu . u = x2  du = 2xdx Resolução: dv = exdx  v = e Portanto: * 2 x  udv  uv   vdu   x  e dx  x 2 e x   e x 2xdx  x 2 e x  2 xe x dx  x 2 e x  2 e x ( x  1)  C  x 2 x e dx  e x (x 2  2x  2)  C u = x  du = dx *  xe x dx  dv = exdx  v = ex __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 9 Professor V.  x sen xdx  x 2 . Filho .pro.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. 2 ) Idem para x 2 e x dx .  x sen xdx  x.

que é exatamente o problema a ser resolvido.: Quando utilizamos a integração por partes sucessivamente. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 10 Professor V. pois isso pode anular o trabalho anterior executado. sempre que possível manter as escolhas de u e v. Filho .  xe x dx  x. 2 u = ex  du = exdx e x cos x dx dv = cos x dx  v = sen x Daí . aconselha-se. u = ex  du = ex dx Resolução: dv = sen x dx  v = -cos x Portanto:  udv  uv   vdu  e sen x dx  e ( cos x)   ( cos x ) e dx  e sen x dx  e cos x   e cos x dx  e sen x dx  e cos x  e sen x   e sen x dx  e sen x dx   e sen x dx  e cos x  e sen x 2  e sen x dx  e cos x  e sen x x x x x x x x x x x x x x x x x x x  e sen x dx  e x sen x  e x cos x  C.br __________________________________________________________________________________________ Daí. Obs.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. e que não gera situações como a descrita anteriormente.  e x cos x dx  e x sen x   (sen x) e x dx  e x sen x   e x sen x dx  C . que facilita a resolução de algumas integrais repetitivas.IEBP . Vamos agora apresentar uma técnica de integração muito interessante conhecida como Integração Tabular.e x   e x dx  xe x  e x  e x (x  1)  C 3 ) Idem para  e x sen x dx . é o caso do nosso exercício se tivéssemos escolhido na segunda parte u = cos x e dv = ex tal procedimento a resultaria em  e x sen dx ...iebp.pro.

br __________________________________________________________________________________________ Integração Tabular A resolução de integrais .IEBP . confirmando o resultado já obtido pela integração por partes x 2 e x dx . Vamos refazer o exemplo (2) utilizando a Integração Tabular : 2 ) Calcule Resolução: Consideremos f(x) = x2 e g(x) = ex (+) ou (-) f(x) e suas derivadas g(x) e suas integrais (+) x2 ex (-) 2x ex (+) 2 ex 0 ex Associamos os produtos das funções ligadas por setas de acordo com os sinais (+) ou (-) correspondentes.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. x x 2 e x dx  x 2 e x  2x e x  2e x  C Idem para 4 cos x dx .sen x (+) 24 cos x 0 sen x Associamos os produtos das funções ligadas por setas de acordo com os sinais (+) ou (-) correspondentes.pro. Filho . temos.iebp. pode apresentar muitas repetições e.como as apresentadas nos exemplos (2) e (3). pois. temos : __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 11 Professor V. portanto se tornar cansativa e muito sujeita a erros. Para estes casos podemos aplicar a técnica de Integração Tabular que consiste em decompor a função que está sendo integrada em f(x) que pode ser derivada até se tornar zero e g(x) que será integrada repetidamente. Resolução: Consideremos f(x) = x4 e g(x) = cos x (+) ou (-) f(x) e suas derivadas g(x) e suas integrais (+) x4 cos x (-) 4x3 sen x (+) 12x2 -cos x (-) 24x . respectivamente. e associar estas derivadas e integrais.

iebp.pro.br __________________________________________________________________________________________ x 4 cos x dx  x 4 sen x  4x 3 cos x  12x 2 sen x  24x cos x  24 sen x  C . ln xdx . ( Resolva “por partes” e depois confirme com ”tabular” ) x e 3 2x 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 12 Professor V. dx .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.IEBP . Filho . Exercícios: 1 ) Idem para 2 ) Idem para 3 ) Idem para  sen x 3 2 xdx .

alguns métodos utilizados para resolver integrais envolvendo funções trigonométricas. Finalmente. A seguir. Filho . apresentaremos.IEBP . abordaremos as integrais racionais de seno e cosseno usando a substituição universal as integrais envolvendo raízes quadradas de trinômios do segundo grau. ● ● ● ● ●  cos udu  sen u  C  sen udu   cos u  C  sec 2 ● ●  cos sec u.br __________________________________________________________________________________________ 3 CAPÍTULO Integrais Trigonométricas Integrais Trigonométricas Neste capítulo.tgudu  sec u  C  cos sec 2  sec udu  ln sec u  tgu  C  cos sec udu  ln cos sec u  cot gu  C udu   cot gu  C __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 13 Professor V.pro. veremos a integração por substituições trigonométricas e a integração de funções racionais por frações parciais.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. cot gudu   cos sec u  C  tgudu  ln sec u  C   ln cos u  C ● ● ● udu  tgu  C  cot gudu  ln sen u  C  sec u.iebp. Integração de Funções Trigonométricas ■ Comecemos com uma pequena tabela de Integrais Trigonométricas. inicialmente.

pro. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 14 Professor V.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. ● sen 2 x  cos 2 x  1 ● sen x.. cos y  ● 1  cos x  2 sen 2 ● cos 2 x  ● 1  cos x  2 cos 2 ● sen x.IEBP .  u  x3   2 )  3x 2 sen x 3 dx     sen udu   cos u  C =  cos x 3  C  du 2 2  dx  3x  du  3x dx   u  2x 1 1 1    sen 2x..2dx   sen udu   cos u  C 3 )  sen 2xdx   2 2 du  2dx 2     sen 2xdx   2 cos 2x  C 1 .iebp.br __________________________________________________________________________________________ ■ Recordando algumas das principais Identidades Trigonométricas . Filho . sen y  ● cos sec 2 x  1  cot g 2 x ● sen 2 x  1 1  cos 2 x  2 1 1  cos 2 x  2 ● cos x. cos y  1 senx  y   senx  y  2 1 cosx  y   cosx  y  2 1 cosx  y   cosx  y  2 x 2 x 2 ● sec 2 x  1  tg 2 x ● sen x. cos x  1 sen 2 x 2   ● 1  sen x  1  cos  x  2  Exemplos / Exercícios : Achar as integrais indefinidas: 1)  2 cos xdx  2 cos xdx = 2 sen x  C .

iebp.2xdx   cos udu  sen u  C  2 2 du  2xdx 2    x cos x 2 1 dx  sen x 2  C 2 .pro.br __________________________________________________________________________________________  u  x2 1 1 1  4 )  x cos x 2 dx     cos x 2 .IEBP . Filho .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. 5)  x sen x  tg xdx 4 2 dx 8)  tg3xdx  sec 2 6) 9) x dx 2 7)  sec 3xtg3xdx 10 ) sec 2 2x  tg2x dx __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 15 Professor V.

é obtida usando-se um triângulo retângulo.u 2 .iebp. sen  b a u  .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.u 2  a 2 . Trigonométrica u a .u 2 b 2 .br __________________________________________________________________________________________ 4 CAPÍTULO Substituições Trigonométricas Integração por Substituição Trigonométrica Muitas vezes. sec a. Repare que a variável final é  . na variável original.IEBP . A expressão correspondente. Podemos expressá-las sem o s radicais.pro.u 2 e b 2 . a2 a  a 2  b 2 . sec 2   1  a. Filho .u 2  a 2 a. Obs. cos  Trigonometria no Triângulo Retângulo a 2  b 2 . Se o integrando contém funções as expressões integrais que apresentem as formas a 2  b 2 .u 2 . a 2  b 2 . cos  . os demais casos são análogos.(1  sen 2  )  b b   a.u 2  a 2  b 2  sen    a 2  b 2 . 2 sen 2   a 2  a 2 sen 2   a 2 . sec b Transformada a. 1  sen 2   a.u 2 Substit. substituições trigonométricas convenientes nos lavam à solução de uma integral.tg CO CA CA cos   HI CO sen   HI tg  Demonstraremos o desenvolvimento do radical 2 a 2  b 2 .tg b a u  . __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 16 Professor V. 1  sen 2   a cos 2   a. 1  tg 2  a. utilizando a chamada Substituição Trigonométrica conforme a tabela: Caso I II III Radical a 2  b 2 .

sen  ● Devemos agora voltar à variável original “ x “. cos d   u 2 du  . dx  2.  .tg  x  4. 4.  C   C .   4  x 2  a. sec 2 d . x dx 2 .  x  2  1    dx 2 sec  1 sec 1  cos   1 1 cos 2   d   2 d   d   . Filho .  .  a 2  2 2 u  b . sen  4 sen  4 CO 4 CO 4. sec  2.tg  1 tg  u  x  2. d  4 tg  4  sen 2   4 cos  sen 2  (4tg 2 ).  C   4 4 4  2 1 4 1 4 u 4u 1  C.  . 4  x2  4  x2 C 4x .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.  1 1 1 1 1 1 HI HI 4  x2  . Daí .  u 2  x 2  u  x.(2 sec ) 4  x2   cos 2      2 u  sen  1 cos 1 2  sen 2  d  4  cos .iebp.pro. II  2 b  1  b  1.  .br __________________________________________________________________________________________ Exemplos: 1 ) Achar a integral x dx 2 4  x2  a 2  4  a  2. sec  .CO 4x HI Portanto .(sen ) d  du  cos d 4  1 1 1 u 21 1 u 1 1 1 1 (sen  ) 2 . 4  x2 x CO x Como x  2tg  tg    2 CA 2 logo x  2 . 4. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 17 Professor V.tg  .IEBP .

d   cos sec 2 d   cot g  C 2 2 16 16 (16 sen ).tg . 16  x 2  16  x 2 C 16 x 3 ) Achar a integral  x2 x2  4 dx  a 2  4  a  2.  1 1 1 1 1 1 CA CA 16  x 2 .tgd .  x dx 2 16  x 2  4 cos  1 1 1 d  . Daí .CO 16 x CA Portanto .  . sec  .  __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 18 Professor V.tg  2. cos d .   16  x 2  a. u 2  x 2  u  x. sen  .(4 cos ) 16 sen  ● Voltando para a variável original “ x “ 4 logo x x CO x Como x  4 sen   sen     4 HI 4  16  x 2 . sen   x  16.  C   C . dx  4.  a 2  2 2 u  b . x dx 2 . sec . dx  2. u 2  x 2  u  x.  2  x  4  a. cos .pro. sen   1 sen   u  x  4. III  2 b  1  b  1.br __________________________________________________________________________________________ 2 ) Achar a integral 2 x 1 2 16  x 2 dx  I a  16  a  4. cot g   . Filho . sec  1 sec   u  x  2. sec  x  4. 16 16 tg 16 CO 16 CO 16.iebp.  a 4  2 2 u  b .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.  2 b  1  b  1.IEBP .  . cos  4.

 sec . ln sec  tg  C .IEBP .iebp.tg   tg .tg   sec 3 d   secd  sec 3 d   sec 3 d  sec . Filho .tg   sec d 2 sec 3 d  sec .tg  .tg ) d 4 sec 3 d  4 sec .tg  .pro. .sec . ln sec  tg   C  2 2  *  4 sec 3 d  2.tgd 3  sec  sec  sec 3 d  sec . sec .tg   sec . __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 19 Professor V.(2.br __________________________________________________________________________________________  x2 x2  4 dx   (4 sec 2  ).tg  ln sec   tg  sec 3 d  .tg   sec .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. sec .tg * * Por Partes  udv  uv   vdu .tgd 2 dv  sec d  v  tg Portanto:  sec d  sec . sec . sec 2 d  2.tg 2d 3 d  sec .sec 2 d   u  sec  du  sec . ● Voltando para a variável original “ x “.tg   sec d 2 sec 3 d  sec .tg  2. ln sec  tg  C 1 2 1 2 1 1  Voltando para  4 sec 3 d  4. sec .(sec 2   1)d 3 d  sec .

x 2  4 x  x2  4 2.    cos     2 cos  2 x HI x Logo temos. Filho . x 2  4  2. x x2  4 .iebp.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.IEBP .tg  2. ln C 2 2 . ln    2.  x2 x2  4 dx  x x2  4 x  x2  4  2. . Exercícios: Achar as integrais: 1)  1 4  x2 dx 3 (1  x 2 ) 2 dx 2)  x6 3) x 1 4 x2  3 dx __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 20 Professor V.  2.br __________________________________________________________________________________________ Como x  2 sec  sec  x 1 x 2 CA 2 . sec .tg x x2  4 x x 2  4 x. ln 2 2 2 2 2 2 Portanto .pro. ln sec  tg  2.  2 Ver início do exercício : Daí .

E para as demais regiões. 3 ] . y y = f(x) A A 0 x a b Exemplo: Calcule a área da figura formada sob a curva da função f(x) = 3x no intervalo x  [ 0. Filho .pro.br __________________________________________________________________________________________ 5 CAPÍTULO Áreas e Integral Definida Áreas e Integrais Definidas Podemos determinar a área de regiões simples como polígonos e círculos usando fórmulas geométricas conhecidas.iebp.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. pelo eixo x e pelas retas x = a e x = b onde a notação é : A   f ( x)dx a b a = Limite inferior de integração. que associa o resultado da integral a área da região delimitada pelo gráfico de f. como podemos calcular ??? A saída é utilizarmos o conceito de Integral Definida. . __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 21 Professor V. Veja o gráfico. com b = Limite superior de integração.IEBP .

...altura 3.a A 0 x 3 No exemplo anterior não utilizamos o conceito de integral.. E nunca a ultrapassam..9 27    2 2 2 A = 13.. Filho ...... y = f(x) y Região sob o gráfico de f.5u..... (devido a problemas técnicos ) todos os retângulos tocam a curva f(x) em um ou dois pontos...... y = f(x) y A 0 x0 x1 x2 ... pois a área era um triângulo.iebp.... ..pro..INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www............ A 0 a b x Vamos tentar preencher esta área com retângulos...... B. xn * Apesar do gráfico não demonstrar.h portanto A  .br __________________________________________________________________________________________ Resolução: y 9 A   3xdx  0 3 base.. x x a b __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 22 Professor V.. 2 Veja o desenvolvimento a seguir..IEBP .

x a x 0 i 1 b n . Note que quanto menor x . x . a área sob a curva é a somatória das áreas dos retângulos de área f(xi). quando x  0 e n ( nº de retângulos )   . temos n   e Apolig. Teorema Fundamental do Cálculo Seja f uma função contínua em [ a. A(a) = 0 .pro. de Integral ) . Logo A(b) = F(b) – F(a) . Daí. que “quase” preenche a área A. Filho . A(x) = F(x) + C  A(x) = F(x) – F(a). portanto temos.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. b ] e A(x) a área compreendida entre a e x. Ou seja. logo quando x  0 .br __________________________________________________________________________________________ Temos um polígono não regular. temos : y y = f(x) A A(x) 0 x a x ( x + x ) b Temos: A(x) = F(x) + C ( Def. Daí. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 23 Professor V.  A . portanto Aretângulo = f(xi). vamos expandir o conceito de Integral Definida para A   f ( x)dx  lim  f ( xi ). formado por retângulos de base x e altura f(xi). portanto 0 = F(a) + C  C = -F(a) . x . maior o número de retângulos ( n ) e mais próximo da área sob a curva vai estar a área do polígono.iebp.IEBP .

Resolução: __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 24 Professor V. a b c a b a 3)  f (x)dx  f (x)dx   f (x)dx a a c . no intervalo [ 2. 4)  f (x)dx 0 .IEBP . 3 ] . a<c<b.f (x)dx  k. a b a a 5)  f (x)dx    f (x)dx a b Cálculo de área usando o Teorema Fundamental do Cálculo Exemplos / Exercícios: 1 ) Calcule a área sob a curva y = x2.  f ( x)dx  F ( x) a b b a  F (b)  F (a) Com F a integral de f(x). . Filho . f (x)dx a b b b .pro.iebp. a b b 2)  f (x)  g(x)dx   f (x)dx   g(x)dx . Propriedades das Integrais Definidas 1)  k. k : cte.br __________________________________________________________________________________________ A(b)   f ( x)dx  F (b)  F (a) a b Teorema Fundamental do Cálculo Notação mais comum.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.

3  5.br __________________________________________________________________________________________ y y = x2 A  x A= 2  x dx  2 3 x3 3 3 2  33 2 3 27 8    3 3 3 3  A= 19 3 u.iebp.(2)  3  2 2  3 3 8   6.    5. 1 ] . 2 2 2 2 3 3 3 3 3 x3 3 3  (3) 3 (2) 3   5x  6. no intervalo [ 0.0 e 2 e 0 1 e 2        2 2 2 2 2 2 1 .IEBP . t  1 dt   t2 1 9  8)  0 4 sen x.a .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.  x dx   5dx  6.(1  e 2 ) 2 .pro.1 e 2. cos x cos x  sen x 2 2 dx  para 0  x  1 para 1  x  2 9)  0 2 x 4 f ( x)dx onde f(x) =  5 x . 4) 2 2 2 2  (6x  5)dx   6x dx    5dx  6.a 0 2 3 2 ) Idem para f(x) = 2x. Resolução: A =  2 xdx  x 2  12  0 2  1  0  0 0 1 1 A = 1 u. 5)  2 3 5x  1 dx   6 )  (1  sen 2 x) 3 . 9    (15  10)  54  16  25  70  25  3  10 45 . cos 2 xdx  0 4 7) 2t 2  t 2 . Filho . __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 25 Professor V. 3 ) e 0 1 2 x e 2 x dx   2 1 0 e 2.

. Vamos ver agora outras aplicações.IEBP . Filho .iebp.pro.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. temos A = Logo temos.br __________________________________________________________________________________________ 6 CAPÍTULO Aplicações da Integral Definida Integral Definida Já vimos que a integral definida pode ser considerada como a aérea sob a curva de f(x) num intervalo [ a .. x 0 i 1 i i n A=   f ( x)  g ( x)dx a b __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 26 Professor V. veja a figura . b ] e f(x)  g(x). lim   f ( x )  g ( x ).x . b ]. ● Áreas entre curvas (ou área de uma região delimitada por dois gráficos ) Tomemos duas curvas y = f(x) e y = g(x) onde A é a área delimitada pelas curvas entre as retas x = a e x = b. quando n   . com f e g contínuas em [ a . y g(x) f(x) A 0 a b x Analogamente ao que já estudamos.

pro.iebp. 1 ] .IEBP .a 6 2 ) Idem para f(x) = ex e g(x) = e-x em [ 0. Resolução: y f(x) A g(x) x 0 1 A= x x x x x   f ( x)  g ( x)dx   (e  e dx   e dx   e dx  e b 1 1 1 a 0 0 0 1 0  e x 1 0  (e1  e 0 ) (e 1  e 0 )  __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 27 Professor V.br __________________________________________________________________________________________ Exemplos: 1 ) Ache a área delimitada pelos gráficos de f(x) = x2 + 2 e g(x) = x para 0  x  1 . Filho .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. Resolução: f(x) y g(x) 0 A x 1 A= x 2 2  f (x)  g(x)dx   (x  2)  x dx   x  2  x dx    b 1 1 a 0 1  3  3  1 1 1 x2  2x     2 = 0 3 2 2   2  3  12  6 A 11 u.

. d ) são dois pontos da curva F(x. y Pn-1 ● d ● c 0 ● a P1 P2 ● B ( b.IEBP .iebp. Quando o número de 1 cordas ( n ) tende ao infinito. c ) Se A ( a. definimos o seu comprimento como o limite da soma dos comprimentos das cordas consecutivas AP1  P P2  P2 P3  . daí a somatória tende ao comprimento do arco . c ) e B ( b.. Veja o gráfico. o comprimento do arco AB é dado por : S=  AB dS  u2  u1  dx   dy       du  du   du  2 2 __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 28 Professor V.a e e . são pontos de uma curva definida pelas equações paramétricas x = f(u ) e y = g(u). ● Comprimento de Arco Seja um arco AB.br __________________________________________________________________________________________ = e – 1 + e-1 –1 = e + e 2  2e  1 1 -2  A  u. dado por u = u2 . seu comprimento tende a zero.pro.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. o comprimento do arco AB é dado por : S=  AB dS   a b  dy  1    dx  dx  2 ou  c d  dx  1    dy  dy    2 Variação em x ou Variação em y Se A. dado por u = u1 e B.  Pn1 B . Filho .y) = 0. d ) ● ● P3 x b A ( a.

2 1 3 1  dy 3 2 9  dy   x      x2   x 2  dx 2 4  dx    2 Daí .5  2  9.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.  . dx  .c 27   S  12. 1   . S =  dS   AB a b  dy  1    dx    dx  0 5 2 9x  u  1  4 9x   9x  1  dx   1   dx    4 4  0  9  du  4 dx  5 1 2  9x  2 1 3 3 3 1     5 4  9x  2 9 4  4  5 8  9 x  2 5 8  9.4074 u.IEBP . 1    1    3 0 27  9 0 4  4 9 4  0 27  4  4      2 3 3   3 8  45  2  .pro.br __________________________________________________________________________________________ Exemplos: 3 1 ) Ache o comprimento do arco da curva y = x 2 de x = 0 a x = 5 .c  27  4     S= 335 u.1    .0  2   .iebp.    1 u. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 29 Professor V.c 3 2 ) Idem para x = 3 y 2  1 de y = 0 a y = 4. Resolução: Como temos a variação em x. Filho . 1    1  0 2    27  4   3   8  49  2  S= .

iebp. y = t3 de t = 0 a t = 4 .0  2  4  4  .IEBP .4129 u. S = d 4  dx  dS   1    dy   AB  dy    c 0 2 81y  u  1  4 4 81y   81y  1 dy   1    dy   4 4  0  81  du  4 dy  1 2  81y  2 1 3 3 3 1     4 4  81y  2 81 4  8  81y  2 4 8  81. 1 9 1   dx  dx 9 2 81  y      y2   y  dy  2  dy 2 4     2 2 Daí . dx  dx   2t     4t 2 dt  dt  2 dy  dy   3t 2     9t 4 e dt  dt  2 __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 30 Professor V. Resolução: ● Como temos a curva definida parametricamente.4  2  81.     1    3 0 243  81 0  4  4 81 4  0 243  4   4     2 3 3 3 8    . dy  . Filho .1  81 2  1  0 2   243   3 8  2  S= .82 1 u.pro.c 243    S  24.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. 3 ) Idem para a curva x = t2 .1  .br __________________________________________________________________________________________ Resolução: Como temos a variação em y. 1   . 1   .c .

br __________________________________________________________________________________________ Daí S= 2  dx   dy  dS        dt   4t 2  9t 4 dt   t 2 (4  9t 2 )dt   t.  .148 2  4 2     27   27   S  66.c .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.iebp.0 )   3 0 27  18  18 27 0  0 2 4 1 2 2 3 2  3 3 3 3  1   1  .3888 u. 4 3 3 3  1  1 1 (4  9t ) 1 2 2 2 2 2 2 2 4 (4  9t ) .tdt   0  du  18tdt  4 1 2  Temos. ●Área de uma superfície de Sólido de Revolução Sólido de Revolução: Obtem-se fazendo uma região plana revolver em torno de uma reta ou eixo de revolução. Eixo de Revolução Região Plana Eixo de Revolução A Área de uma superfície gerada pela rotação em torno do eixo Ox de uma curva regular y = f(x) . entre os pontos x = a e x = b é expressa pela fórmula : __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 31 Professor V. Filho .(4  9t )   .4 )  (4  9.(4  144) 2  4 2   .(4  9. 4  9t 2 dt  AB dt   dt  t1  0 0 0 t 2 2 4 4 4 u  4  9t 2    (4  9t 2 ) . ( Veja figura abaixo ).pro.18tdt  .IEBP .

1    dy  dy    c d 2 x = f(u) Obs. 1    dx AB  dx  a b 2  dx  ou 2  x.IEBP . 1    dx ou 2  y. 1    dy  dy  AB  dx    c a b 2 2 A Área de uma superfície gerada pela rotação em torno do eixo Oy de uma curva regular y = f(x) .iebp. : Para as equações Paramétricas y = g(u) temos. Filho .pro.br __________________________________________________________________________________________ d  dx   dy  SX = 2  ydS  2  y. do arco da parábola __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 32 Professor V.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. em torno do eixo Ox. entre os pontos x = a e x = b é expressa pela fórmula :  dy  SY = 2  xdS  2  x. 2  dx   dy  SX = 2  ydS  2  y.      du AB  du   du  u1 u 2 2  dx   dy  SY = 2  xdS  2  x.      du AB  du   du  u1 u2 2 2 Exemplos: 1 ) Ache a área da superfície gerada pela revolução.

dx  2  12.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. 2  dx x x x  dx   dx   x  2 Daí.2. de x = 0 a x = 3. 1    dx  AB  dx  a b 2 dy 1 6 12 x 6.br __________________________________________________________________________________________ y2 = 12x.12  . 3x  . 1  dx  2  12 x .( x  3)dx  x x x 0 0 0 0 3 3 3 3 __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 33 Professor V. Resolução: y 6 x 0 3 a b 1º Modo : y2 = 12x  y = 12 x  dy  SX = 2  ydS  2  y.pro.   dx 2 12 x 12 x 12 x 12 x 2 2  3x  dy 3x  dy  3x 3  dy              .IEBP . 3 x3 x3 SX = 2  y. Filho .iebp. dx  2  12 x.

dy  2  y.(3x  9) 2   (3x  9) . 1  0 6 6 6 36  y 2 y2 36  y 2 2 dy  2  y. 3x  9dx  4  (3x  9) 2 dx  0 0 0 0 3 3 3 3 1 3 1 3 u  3x  9 3 3 2 3 4 4 (3x  9) 2 8    SX =  .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. SX = 2  y. 0 6 36  y 2 dy  u  y 2  36     (36  y 2 ) .0  9)   18  9   9   9   SX  43.pro. a .8822  u. 3 0 3 0 9  du  3dx 0  2 3 3 3  8  3  8  2 2 2 2  (3.3dx  3 .3  9)  (3. 2º Modo : ● y2 = 12x  x =  dx  SX = 2  ydS  2  y.iebp. dy  36 36 6 6 0 0  y.IEBP .     dy  dy 12 dy 6 36   2 Daí.br __________________________________________________________________________________________  2  12 x  36dx  2  4(3x  9)dx  2  2.ydy   30  du  2 y dy  6 1 2 __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 34 Professor V. 1    dy   dy  AB   c d 2 y2 12  dx  dx 2 y dx y y2    ● . Filho .

pro.sen2 para   [ 0.(36  y 2 ) 2  3 0 2 30 6 9 0 2 6 1 2 2 3 2   3 3 3   3  (36  6 2 ) 2  (36  0 2 ) 2   72 2  36 2    9  9  SX  43.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.8822  u.  ] . a .iebp.2 ydy  .  (36  y ) .  . x = 2cos  .cos 2 2 ) Idem para a cardióide y = 2sen .br __________________________________________________________________________________________ 6 3 6 1   (36  y )  2  SX = . Filho . __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 35 Professor V.IEBP .

pro. de integral definida . temos vários discos ( cilindros circulares ) com volume V = área da base x Altura = {  .[ f(xi) ]2}. Filho .br __________________________________________________________________________________________ 7 CAPÍTULO Sólido de Revolução VOLUME DO SÓLIDO DE REVOLUÇÃO ( Método do Disco ) Abaixo temos o esquema de como calcularemos o volume de um sólido de revolução. já visto. y f(xi) x f(x) 0 a b x 2 ) Ao rotacionarmos cada retângulo em torno eixo 0x . ou seja. 1 ) Seja a função f(x) geratriz. aproximação por n retângulos . x onde f(xi) = raio. y f(xi) x 0 x a b __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 36 Professor V. usamos o conceito.IEBP .iebp.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.

da região entre o gráfico de f e os eixos x  [ a. Filho .IEBP . aproximação por n discos. d ] como sendo : Vy  .pro. ao rotacionarmos em torno do eixo 0y.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. temos o Volume do sólido de revolução. g( y ) 2 dy c d __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 37 Professor V. b ] como sendo : Vx  . o Volume do sólido de revolução.da região entre o gráfico de g e os eixos y  [ c.iebp.br __________________________________________________________________________________________ Somando-se o volume de cada disco temos o valor aproximado do volume do sólido de revolução. temos. ou seja. 3 ) Usando a lógica dos infinitésimos ( x  0 com n   ) temos o volume do sólido estudado. y 0 x a b Logo. em torno do eixo 0x. f ( x) 2 dx a b Analogamente.

temos : y y = f(x) y=L 0 a b x Vx  .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. Filho .br __________________________________________________________________________________________ Obs.iebp. : Se a rotação se efetua ao redor de uma reta paralela a um dos eixos coordenados. f ( x)  L 2 dx a b x=M y d x x = g(y) c 0 x Vy  .pro. g( y )  M  2 dy c d __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 38 Professor V.IEBP .

br __________________________________________________________________________________________ MÉTODO DA ARRUELA [ ou entre duas funções f(x) e g(x) ] Usado quando possui um “ buraco “.iebp. da região delimitada pelo gráfico de f(x) = -x2 + x e pelo eixo x. a b f (x)  g(x) dx 2 2 Rotação em torno do eixo 0x Vy  . daí: Vx  .INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. Resolução: y y = -x2 + x a b 0 x __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 39 Professor V.pro.IEBP . A demonstração é análoga ao método do disco onde f(x) e g(x) são os raios que delimitam o sólido externa e internamente. Filho . c d h(y )  l(y ) dy 2 2 Rotação em torno do eixo 0y Exemplos: 1 ) Determine volume do sólido formado pela revolução em torno do eixo x.

0 2 x Vy  .20 u. Filho .     4 5 3 3 2 5 Vx   u.  x dx  2.    . x  x 2 2 dx  . y 3  dy  0     8 2  5  3 y = .  2..br __________________________________________________________________________________________ x0a0   ou Vx  . y dy  .  x 2  x 2 dx = . f ( x) dx  { -x + x  x.IEBP . x 2  2x 3  x 4 dx  0 0 0 1   1   1    1 1 1 2   x 3  . 8   5 0    3        Vy  19. v 30 2 ) Idem para y =x3 limitada por y = 8 e x = 0.  5 0   3 8 2 3 8  5   3   . 0 8  y 3 2  1 dy  . g( y ) 2 dy c d y = f(x) = x3  x  g(y )  3 y portanto . x 3 dx   x 4 dx   . rotação em torno do eixo 0y .pro.iebp.( -x + 1 ) = 0   a  x  1  0  x  1  b  1  b 2 2 Vx  . Resolução: y y = x3 8● Vy  .v __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 40 Professor V..INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.  0 0 0   3  1   x4   2   0  4 1   x5     0  5 1        0   1 1 1 1 1 1 = .

 16  x 2 dx  .16.33 u.pro. ( Método da arruela ) limitada pelos gráficos das funções f(x) = Resolução: x y f(x) = ● 25  x 2 ● a ● ● b x g(x) = 3 ● Cálculo de a e b  x 1  a  4  f(x) = g(x) = 3  25  x = 3  25 – x = 9  x = 25 – 9  x = 16   e x b4  2 2 2 2 2 Portanto. 3  3 3  Vx  85.(16x)      4  3   4     4 4        4 3 ( 4) 3     64 64    .IEBP .( 4)       . 128   .(4)  16.v __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 41 Professor V. a b f (x)  g(x) dx  .    4 2 2 4 25  x 2   3 dx  2 2 4 4  4  x3  4   .64  64       3  3  3  3  128  384  128 256   .    . Vx  . em torno do eixo 0x .iebp.  25  x 2  9 dx  . Filho .br __________________________________________________________________________________________ 3 ) Calcule o volume do sólido gerado pela revolução.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. da região 25  x 2 e g(x) = 3.

b 3 ) Idem para : y y = x2 + 2x + 1 y=x+1 A 1 -1 0 x __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 42 Professor V. x’’ = y3-y y ● 1 A x ● -1 x’ = 1 – y4 Use  ( x ' x") dy c d 2 ) Idem para : y f(x) = 3x3 –x2 – 10x a ● ●c x g(x) = -x2 + 2x ● Dica : Encontre a.iebp. b e c pertencentes ao “eixo x”.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.pro.IEBP .br __________________________________________________________________________________________ Exercícios: 1 ) Calcule a área da região A. Filho .

em 1 torno do eixo Ox . 5 ) Idem para x = y de P ( 0. a superfície compreendida entre as parábolas f(x) = x2 e g(x) = x . 1  y  2 .iebp. rotação em Oy . em torno do eixo Ox . da região limitada por [f(x)]2 = 16x e g(x) = 4x . x = 2 e y = 2 . tem como modelo. __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 43 Professor V. 4 ) . x . ao redor do eixo Ox . rotação em Oy . em torno do eixo Ox do arco da parábola =8x .x 2 . o sólido gerado pela revolução. 8 ) Idem para x = 9 ) Idem para y = 3 3 2 .br __________________________________________________________________________________________ 4 ) Encontre o comprimento da curva y = 5x –2 . 13 ) Um tanque. em trono da reta y = 2. -2  x  2 . 2  ] . x = -2. da região delimitada pelo gráfico y = .IEBP .pro. 10 ) Calcule o volume do corpo criado ao girarmos. x = 4sen3t 6 ) Idem para a hipociclóide y = 4cos t 7 ) Calcular a área obtida com a revolução. 1  y  4 . t  [ 0. 1  x  12 . y y=2 -2 -1 1 2 x 12 ) Encontrar o volume do sólido gerado pela rotação.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www. 11 ) Calcule o volume do sólido gerado pela revolução. da região limitada por y = 1 – x2 . : Considere 0  x  2 . Filho . 2  x e pelo eixo x. na asa de um jato. y2 3 y . 0 ) até Q ( 8. 8 x e y são dados em metros. Qual o volume do tanque ? Obs.

a 10 ) Vx = 3 u.819  u.497  u.40 u.c 5 ) S  9.a 3)A= 1 u.v 15 8 u.INSTITUTO EDUCACIONAL O BOM PASTOR www.a 9 ) Sy  63.c 7 ) Sx  177. Filho .a 8 ) Sy  9.71 litros __________________________________________________________________________________________ Apostila de Cálculo 2 Integrais 44 Professor V.br __________________________________________________________________________________________ Respostas : 1 ) A = 1.96  u.033  m3  0.073 u.iebp.pro.IEBP .a 2 ) A = 24 u.v 10 412 u.a 6 4 ) S  20.c 6 ) S = 0 u.6 u.v 3 11 ) Vx = 12 ) Vx = 13 ) V = 0.1047 m3  104.

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