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EMENTA E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS

1° SÉRIE

Disciplina: PSICOLOGIA, CIÊNCIA E PROFISSÃO 03/54


Ementa:
A Psicologia como ciência e como profissão, abordando suas características principais e
sua relação com outras áreas de conhecimento, seus limites e extensão. Objeto e
métodos de estudo da psicologia. A diversidade e fragmentação do conhecimento
psicológico em função das múltiplas perspectivas teóricas e metodológicas.
Características atuais e potenciais de atuação do psicólogo nos diversos domínios
clássicos e emergentes.
Objetivos: Conceituar Psicologia, identificar seu objeto de estudo e seus métodos de
pesquisa; Estabelecer relações da Psicologia com outras áreas do conhecimento,
buscando delimitar seu espaço enquanto ciência e prática profissional; Analisar
criticamente os campos de atuação do Psicólogo na contemporaneidade; Conhecer os
campos atuais e potencias de atuação do psicólogo, considerando as especificidades
regionais; Identificar os desafios contemporâneos e tendências futuras da prática
profissional da Psicologia; Identificar as responsabilidades do psicólogo e a Realidade
Social e Política brasileira.
Conteúdo: Unidade 1: Psicologia do senso comum e psicologia científica.
1.1 - Senso comum: conhecimento da realidade.
1.2 - A psicologia do senso comum - concepções e contextos de usos. 1.3 - O sujeito
psicológico - aspectos processuais, fatores de relação e mudança.
1.4 – Objeto de estudo da Psicologia como ciência.
Unidade 2 - O conhecimento psicológico.
2.1 - Caracterização do conhecimento psicológico - complexidade e realidade
2.2 - As bases científicas da psicologia - paradigmas em discussão.
2.3-A pesquisa sobre os fenômenos e processos psicológicos.
2.4 - Interfaces entre os fenômenos estudados pela psicologia e os fenômenos
biológicos, sociais e culturais.
Unidade 3: A psicologia como profissão no Brasil.
3.1 - A profissão no país. Representação social da profissão e do profissional. A escolha
da profissão.
3.2 - Campos de atuação do psicólogo: práticas reconhecidas.
3.3 - O trabalho do psicólogo e de profissionais de áreas afins.
Unidade 4 - Tendências contemporâneas.
4.1 - Movimentos emergentes nas práticas profissionais. Psicologia social. Psicologia
do esporte. Psicologia jurídica. Psicologia do trânsito.
4.2 - Características da modernidade e pós-modernidade. Epistemologia da
complexidade.
4.3 - O psicólogo e a realidade social e política brasileira.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINSON, R.; ATKINSON, R. C.; SMITH, E. E. e BEM, D. J. Introdução à
psicologia de Hilgard. Porto Alegre: Artmed, 1995
BOCK, A. B.; FURTADO, O. e TEXEIRA, M. Psicologias: Uma introdução ao
estudo de psicologia. 13. ed. reform. e ampl. São Paulo: Saraiva, 1999.
CASTRO, P. F. Reflexões em psicologia e ciência: Uma análise da pesquisa aplicada á
psicologia clínica. Psicologia Teoria e prática, 199, 1(1): 3-13.
DAVIDOFF, L. L. Introdução à psicologia. São Paulo: McGraw-Hill, 2000.
FERREIRA, R.F; GALVOSO, G.G.; GONZALES C.B.L. Caminhos da pesquisa
contemporaneidade. Psico. Reflexão e Crítica, 2005, (15) 2, p.243-250.
GOZZANIGA, M. S. Heatherton, T.F. Ciência Psicológica mente, cérebro e
comportamento, 2005
NEUBERN, Maurício S.. Três obstáculos epistemológicos para o reconhecimento da
subjetividade na psicologia clínica. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 14, n. 1,
2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722001000100020&lng=pt&nrm=iso.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, R.H.F. (ORG.). Dicionário biográfico da psicologia no Brasil. Rio de
Janeiro: lmago, 2001.
FIGUEIREDO, L.C. A invenção do psicológico. São Paulo: Escuta/Educ, 1992
JACÓ-VILELA, A.M.; CEREZZO, A.C. e RODRIGUES, H.B.C. (Orgs.). CIio-
psyche: fazeres e dizeres psi na história do Brasil. Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
2001. v. 1 (Ontem); v. 2 (Hoje).
MARX, M. H. e HILLIX, W. A. Sistemas e teorias em psicologia. 12. ed. São Paulo:
Cultrix, 2001.
FERREIRA, A. A. L.. A psicologia como saber mestiço: o cruzamento múltiplo entre
práticas sociais e conceitos científicos. Hist. cienc. saude-Manguinhos., Rio de
Janeiro, v. 13, n. 2, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0104-59702006000200002&lng=pt&nrm=iso

Disciplina: HISTÓRIA DA PSICOLOGIA 04/72


Ementa:
A história das idéias psicológicas. A Psicologia filosófica ou pré-científica. A
constituição da Psicologia como ciência: características do contexto social, político e
científico e seus impactos nesse processo. Fechner e Wundt: a fundação da Psicologia
científica. Os sistemas teóricos que marcam os primórdios da Psicologia científica:
Estruturalismo, Funcionalismo, Behaviorismo, Humanismo, Gestalt e Psicanálise. A
Psicologia no Brasil: processo histórico de constituição como campo científico e
profissional.
Objetivos:· Localizar historicamente a origem dos principais temas e abordagens que
integram o domínio atual da Psicologia;· Discutir os elementos característicos da
produção do conhecimento da Psicologia nos diferentes períodos da sua história;
Identificar os principais marcos de fundação da Psicologia como campo científico
Identificar os fatores históricos que explicam a atual dispersão e fragmentação da
Psicologia; Caracterizar as diferentes matrizes teóricas existentes na Psicologia e seu
processo de constituição; Articular a relação existente entre a matriz teórica e a
concepção de ciência, método e homem. Contextualizar o surgimento e
desenvolvimento da Psicologia no Brasil.
Conteúdo: Unidade 1: A história e seu papel para compreensão da evolução dos
campos científicos.
1.1 - O método de investigação em história.
1.2 - Comentários sobre a história da Psicologia.
1.3 - Diversas abordagens da História da Psicologia.
Unidade 2: Origens filosóficas da Psicologia
2.1 - Os gregos pré-socráticos: primeiras idéias sobre mente, psique
2.2 - Idéias Psicológicas em Platão e Aristóteles
2.3 - Idéias Psicológicas e o Pensamento Cristão: Santo Agostinho e São Tomás de
Aquino.
Unidade 3: A Psicologia pré-científica: a tensão entre posições Racionalistas e
Empiristas.
3.1 - Descartes e a revolução metodológica.
3.2 - Locke ou a exigência empirista.
3.3 - Leibniz e a descoberta do inconsciente.
3.4 - Ceticismo de Hume.
3.5 - As leis associativas de Hartley
3.6 - Idealismo: As contribuições em Kant.
Unidade 4: Inícios da Psicologia Científica.
4.1 - O contexto social e científico no século XIX.
4.2 - A psicofísica: Helmholtz e Fechner.
4.3 - A psicologia experimental: Wundt.
Unidade 5: Principais Escolas do pensamento psicológico no início do século XX.
5.1 – Estruturalismo.
5.2 – Funcionalismo.
5.3-Behaviorismo.
5.4-Gestalt.
5.5-Psicanálise.
5.6- Humanismo.
Unidade 6: O desenvolvimento da Psicologia no Brasil.
6.1 - As idéias psicológicas no período colônia.
6.2 - Psicologia nas Faculdades de Medicina
Metodologia: Leitura e discussão de textos selecionados. Levantamento bibliográfico
para analisar momentos históricos de construção da Psicologia. Consulta e análise do
material disponibilizado pela internet em sites sobre a história da psicologia. Aulas
expositivas e Seminários. Exame de questões atuais da Psicologia em uma perspectiva
histórica.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, M. A. M. A psicologia no Brasil: leitura histórica sobre sua
constituição. São Paulo: Unimarco, 1999.
ABIB, José Antônio Damásio. Prólogo à história da psicologia. Psic.: Teor. e Pesq.,
Brasília, v. 21, n. 1, 2005. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-37722005000100008&lng=pt&nrm=iso
CARPIGIANI, B. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. São
Paulo: Pioneira, 2000.
GOMES, Gilberto. O problema mente-cérebro em Freud. Psic.: Teor. e Pesq.,
Brasília, v. 21, n. 2, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-37722005000200004&lng=pt&nrm=iso
MASSIMI, M. A Psicologia dos Jesuítas: Uma Contribuição à História das Idéias
Psicológicas.
Psicol. Reflex. Crit., 2001, vol.14, no.3, p.625-633. ISSN 0102-7972
MASSIMI, M. História da psicologia brasileira: da época colonial até 1934. São
Paulo: EPU, 1990.
MARX, M. H. e HILLIX, W. A. Sistemas e teorias em psicologia. 12. ed. São Paulo:
Cultrix, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ENGELMANN, A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. Psic.:
Teor. e Pesq., Brasília, v. 18, n. 1, 2002. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
37722002000100002&lng=pt&nrm=iso
CAMPOS, R.H.F. (ORG.). Dicionário biográfico da psicologia no Brasil. Rio de
Janeiro: lmago, 2001.
JACÓ-VILELA, A.M.; CEREZZO, A.C. e RODRIGUES, H.B.C. (Orgs.). CIio-
psyche: fazeres e dizeres psi na história do Brasil. Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
2001. v. 1 (Ontem); v. 2 (Hoje).
PEREIRA, M. Linha do tempo da história da psicologia. Disponível em:
http://www.geocities.com/athens/delphi/6061/linha.html

Disciplina: FUNDAMENTOS PARA O TRABALHO ACADÊMICO 02/36


Ementa:
Fontes de informação qualificada para o psicólogo. Utilização de bases de dados de
psicologia. Leitura. Técnicas de estudo individuais e de grupo. Fechamento de leituras.
Elaboração de resumos. Apresentações em público. Uso do tempo. O trabalho
acadêmico em equipe. Apresentação de trabalhos escolares e acadêmicos. Os relatórios
técnicos e científicos. A linguagem científica. Normas técnicas para citação. Relatórios
profissionais.
Objetivos:· Dominar instrumentos essenciais para assegurar a qualidade e
produtividade de sua atividade acadêmica durante o processo de formação.·Aperfeiçoar
o seu procedimento de leitura de textos técnicos e científicos de forma a maximizar o
processamento e uso das informações relevantes para a sua formação.· Dominar o
processo de busca de informações relevantes em base de dados diversas,
potencializando o uso dos recursos disponibilizados pela biblioteca.· Refletir sobre os
processos de estudo e trabalho em grupo de forma a poder funcionar como um elemento
facilitador dos processos grupais ao longo dos cursos.· Aperfeiçoar as suas estratégias
pessoais de uso do tempo.· Conhecer as normas técnicas para fazer citação de
referências em trabalhos acadêmicos.· Dominar as características gerais de relatórios
científicos e técnicos.
Conteúdo: Introdução· Do colégio para a Faculdade. Por que a mudança de hábitos de
trabalho. O uso do tempo. Curriculum Vitae.
Unidade 1 - A pesquisa bibliográfica.
1.1 - A informação qualificada como instrumento básico de trabalho.
1.2 - Fontes. Periódicos profissionais e acadêmicos da área.
1.3 - Pesquisa bibliográfica e na Internet.
1.4 - Reconhecimento de livros e revistas antes de comprar. Indicadores de qualidade.
1.5 - A organização de sua biblioteca e arquivos pessoais.
Unidade 2 - A Leitura.
2.1 - Instrumentalização para leitura de textos técnicos.
2.2 - Identificação de maus hábitos. Tipos e técnicas para a produtividade.
2.3 - A leitura de estudo: métodos de análise, fichas para retenção e atualização.
Unidade 3 - As comunicações em público.
3.1 - Falando em público. Análise da situação. Tipos de público e de apresentação.
Técnica e prática. Princípios de oratória.
3.2 - Contatos, grupos permanentes, associações, congressos, seminários: o que esperar
de cada um.
3.3 - Planejamento de Seminário. Uso de instrumental convencional e tecnológico.
3.3 - Softwares de apresentação.
Unidade 4 - Estrutura e organização de trabalhos acadêmicos
4.1 - Orientações metodológicas para a realização de pesquisa bibliográfica.
4.2 - Referências bibliográficas conforme as orientações da APA e da ABNT.
4.3 - Relatórios profissionais. Quando e para que são feitos. Características e estrutura.
Prática.
Metodologia: Aulas expositivas, exercícios em classe, visita a biblioteca,
levantamentos na internet. Trabalhos em grupo.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, M. A. e LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico:
Procedimentos básicos,pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e
trabalhos científicos. 6. ed. rev.ampl. São Paulo, 2001.
MEDEIROS, J. B. Redação Científica: A prática de fichamentos, resumos,
resenhas. São Paulo: Atlas, 2000.RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa
científica. 29. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
SEVERINO, J. S. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
VANOYE. F. Usos da linguagem: Problemas e técnicas na produção oral e escrita.
São Paulo: Martins Fontes, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, A. S. COTIA, S. P. Gramática mínima. Ateliê editorial, 2003.
ANDRADE, M. M. Introdução a metodologia do trabalho científico. 7ed. São Paulo,
Atlas, 2005.
CARVALHO, M.C.M (org.). Construindo o saber: Metodologia cientifica -
fundamentos e técnicas. São Paulo: Papirus, 2003.
CASTRO, L. R. et. Al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa,
teses, dissertações e monografias. 6ed. Rio de Janeiro, LCT, 2004.
CEGALA, D.P.Novíssima gramática da língua portuguesa. 45ed. Editora Nacional,
2002.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa e verso. 20. ed. Rio de Janeiro: EFGV, 2001.

Disciplina: NEUROANATOMIA E NEUROFISIOLOGIA 04/72


Ementa:
Elementos de neuranatomia funcional. A célula neural e o sistema nervoso:
desenvolvimento. Neurônio: sinapses e neurotransmissores. O sistema nervoso central:
encéfalo e medula espinhal. O sistema nervoso periférico. O cérebro: evolução,
estruturas e neurodinâmica. O córtex cerebral. Os hemisférios cerebrais. O sistema
límbico. O funcionamento cerebral e os processos cognitivos, emocionais e
comportamentais. Bases neurofisiológicas das emoções. Neurofisiologia das reações de
medo, ansiedade e estresse. Bases neurofisiológicas das relações entre cognição e
emoção. O sistema endócrino. Hormônios e a regulação do comportamento.
Homeostase, ritmos biológicos, sono, vigília e sonho.
Objetivos:· Identificar os fundamentos neurofisiológicos e neuroendócrinos dos
processos cognitivos, emocionais e comportamentais, refletindo, com bases nos avanços
científicos atuais, sobre as relações mente, cérebro e ação; Caracterizar o sistema
nervoso humano, em todos os seus componentes, em termos das suas estruturas
anatômicas e do seu funcionamento; Discutir, com base nos avanços das neurociências,
as relações entre emoção e razão e as suas implicações para a concepção de mente
cartesiana que impregna importantes orientações teóricas na psicologia e no senso
comum; Analisar padrões comportamentais complexos em termos dos processos
neurofisiológicos que lhes dão suporte, desenvolvendo uma visão integradora de como
o organismo humano funciona.
Conteúdo:
Unidade 1: O cérebro e o sistema nervoso: abordagens metodológicas e conceituais. O
cérebro (mente) e sua composição (células da glia e neurônios).
Unidade 2: Fisiologia das sinapses (elétrica e química) e os sistemas de mediadores da
transmissão sináptica.
Unidade 3: Desenvolvimento e maturação do sistema nervoso central.
Unidade 4: Período crítico e plasticidade no sistema nervoso de mamífero.
Unidade 5: Regulação de comportamento pelo sistema nervoso: diferenciação sexual,
processos de aprendizagem e memória.
Unidade 6: Organização dos sistemas sensoriais. Bases anátomo-funcionais da sensação
e da percepção no estudo de imagens mentais.
Unidade 7: Organização dos sistemas motores: as bases anátomo-funcionais da
integração sensório-motora e da expressão dos movimentos.
Unidade 8:Sistema límbico e hipotálamo na regulação neuroendócrina e na regulação da
homeostase.
Unidade 9: Estados motivacionais: regulação da temperatura, comportamento alimentar,
sede.
Unidade 10: Localização de funções nervosas superiores nos hemisférios celebrais:
cognição, linguagem, dentre outros comportamentos elaborados. Conteúdo Prático:
Módulo 1 (A ser executado no Laboratório de Modelos anatômicos)Aulas práticas
utilizando modelos anatômicos para identificação das estruturas e áreas cerebrais
estudadas em aulas teóricas associando-as às suas funções.
Módulo 2 (A ser executado no Laboratório de Biologia)Aulas práticas de análise de
cortes histológicos seriados de cérebro de ratos evidenciando suas principais estruturas.
Tais aulas contarão com o auxílio do atlas estereotáxico de Paxinos e Watson em CD-
rom.
Módulo 3 (A ser executado no Laboratório de Fisiologia)Estudos neurofisiológicos e
comportamentais utilizando ratos da linhagem Wistar.
1. Verificar o efeito de parâmetros plasmáticos, como osmolaridade e volemia, sobre
receptores localizados em áreas cerebrais específicas desencadeando alterações
comportamentais e reflexas que visam a restauração da homeostase.
2. Verificar os comportamentos induzidas por situações de estresse e de ansiedade
correlacionando-os à neuroanatomia.
Metodologia: O curso terá textos programados para leitura e discussão procurando
destacar a relação entre função e comportamento. As aulas teóricas poderão ser
ilustradas com demonstrações ou experimentos simples encontrados em livros de
neurociências e/ou psicologia fisiológica, além de amostras de vídeos. As aulas práticas
serão agrupadas em três modalidades:
1. Utilização de modelos anatômicos;
2. Análise de lâminas histológicas de cérebro de ratos.
3. Realização de estudos neurofisiológicos e comportamentais utilizando animais de
experimentação.
4. Será organizado palestras com profissionais de psicologia e psiquiatria que atuam na
área de saúde mental, dependência química, na área educacional (distúrbios de
aprendizagem), nos hospitais psiquiátricos, nas unidades de mefrologia, oncologia e
com crianças vitimas de abuso sexual e física para mostrar a importância do
conhecimento da disciplina na atuação do psicólogo.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 2000.
AIRES, Margarida. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W. e PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando
o sistema nervoso. 2. ed. Porto Alegre: Artmed.
COSENZA, R. M. Fundamentos de neuroanatomia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
DANGELO, José Geraldo. Anatomia Humana básica. São Paulo: Atheneu, 2003.
KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSELL, T. M. Fundamentos da neurociência
e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997.
KOLB, B.; WHISHAW, I. Q. Neurociência do Comportamento. 1ed. São Paulo:
Manole, 2002.
LE DOUX, J. O cérebro emocional: os misteriosos alicerces da vida emocional. Rio
de Janeiro: Objetiva, 1998.
MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINSON, R.; ATKINSON, R. C.; SMITH, E. E. e BEM, D. J. Introdução à
psicologia de Hilgard. Porto Alegre: Artmed, 1995.
BRANDÃO, M. L. Psicofisiologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995.
CARDOSO, S. H. Memória: o que é e como melhorá.-la
http://www.cerebromente.org.br/n01/memo/memoria.htm
CHUDLER, E. Tipos de neurônios. Trad. por Fernando Lage Bastos.
http://br.geocities.com/neurokidsbr/Neuronios.html
GARDNER, M. D. W. OSBURN, M. M. A. e OSBURN, W. A. Anatomia do corpo
humano. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 1980.
Cérebro: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro
GOZZANIGA, M. S. Heatherton, T.F. Ciência Psicológica mente, cérebro e
comportamento, 2005
HOUZEL, S. H. O cérebro nosso de cada dia. http://www.cerebronosso.bio.br/
KOPF-MAIER, P. W. Atlas de Anatomia Humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000. v. 1.

Disciplina: FILOSOFIA 04/ 72


Ementa:
Filosofia como campo de conhecimento. Os pressupostos sobre a natureza do homem e
o conceito de mente ao longo da história da Filosofia. História e fundamentos da
reflexão filosófica. O processo de construção do conhecimento. Filosofia, Ciência,
Senso Comum, Ideologia, Arte e Religião. Principais tendências filosóficas frente ao
problema do conhecimento: Racionalismo, Empirismo, Idealismo, Materialismo.
Pesquisa e epistemologia. O problema mente corpo: as soluções da filosofia. Principais
abordagens epistemológicas para a análise do conhecimento científico. As contribuições
das tendências filosóficas contemporâneas.
Objetivos: Analisar os debates que construíram a história da teoria do conhecimento,
com ênfase na compreensão das relações sujeito-objeto, das bases empíricas e racionais
do conhecimento e da natureza da verdade;
Demarcar, quanto às suas características epistemológicas, as diferentes formas
históricas de produção do conhecimento, analisando os vínculos entre Filosofia,
Ciência, Senso Comum, Ideologia, Arte e Religião;
Caracterizar o campo dos estudos e teorias filosóficas em sua abrangência de forma a
extrair as suas contribuições para a compreensão dos problemas investigados pela
Psicologia e das estratégias usadas nestas investigações;
Discutir contribuições de tendências contemporâneas da Filosofia para a compreensão
da produção científica em Psicologia.
Conteúdo:
Unidade 1: Filosofia como campo de conhecimento Ontologia, Epistemologia, Lógica,
Ética: delimitando questões centrais e domínio de investigação.
Unidade 2: O problema do conhecimento Diferenças entre Pensamento Mítico,
Filosofia, Ciência, Senso Comum, Arte e Religião; O problema da Verdade e a
Psicologia; Teorias sobre a origem do conhecimento: Racionalismo, Empirismo,
Idealismo, Materialismo.
Unidade 3: O problema mente corpo: as soluções da Filosofia
Monismo: Demócrito, Berkeley e Hume; Dualismo: Descartes, Spinoza e Malebranche;
Duplo aspecto (Russel) e Epifenomenismo (Hobbes).
Unidade 4: Métodos de análise histórico-epistemológicos da ciência. Epistemologia
anglo-saxônica e francesa - a teoria das revoluções científicas (Kuhn); Racionalismo
dialético (Bachelard);
Racionalismo crítico (Popper); O pragmatismo (Dewey e Rorty).
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Prova escrita individual e trabalho escrito em grupos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: ARS
Poética, 1996.
ARANHA, M. L. A. Filosofando, introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 1999.
ARANHA, M. L. A. Martins, M. H. P. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 1998
CHAUÍ, M. de S. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1997.
PRADO JR, C. O que é filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2000.
TARNAS, R. A Epopéia do Pensamento Ocidental – para compreender as idéias
que moldaram nossa visão de mundo. 1 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 199.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABBAGNO, N. Dicionário de filosofia, São Paulo: Mestre Jou, 1982.
DURANT, W. A história da filosofia. Rio de Janeiro: Nova Cultural, 1996.
OLIVEIRA,M.A. A filosofia na crise moderna. 3ed. São Paulo, Loyola, 2001.
MARCONDES, D. Iniciação a história da filosofia: dos pré-socráticos a wittgenstaein.
9ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2005.
MORIN, E. PENA-VEJA, A. Diálogo sobre o conhecimento. 1ed. São Paulo, Cortez,
2004.
Platão-dialogo, São Paulo: Nova Cultural, 2000. (os Pensadores).
PESSANHA, J. A.M. Os pré-socráticos: vida e obra. São Paulo, Nova cultural, 2000.

DISCIPLINA: SOCIOLOGIA 03/54


Ementa:
Origem e desenvolvimento da Sociologia. Sociologia e Psicologia. Abordagens
sociológicas da relação entre indivíduo e sociedade. A sociedade como realidade
subjetiva. O indivíduo na sociedade. Questões da sociologia contemporânea.
Objetivos: Discutir a natureza e escopo da Sociologia enquanto campo disciplinar,
identificando seu objeto, métodos e contribuições para a compreensão dos fenômenos
sociais; Identificar as categorias sociológicas utilizadas para a construção de análises
acerca da relação entre o indivíduo e a sociedade contemporânea; Analisar relação entre
natureza humana, cultura e sociedade na perspectiva sociológica; Compreender o
conceito de socialização e sua relação com a construção do sujeito psicológico; Refletir
criticamente sobre a complexidade da realidade social; Analisar as categorias trabalho,
educação, saúde e comunidade na perspectiva sociológica.
Conteúdo:
Unidade 1: Origem e desenvolvimento da sociologia A sociologia como Ciência: o
método científico, suas possibilidades e limites; As relações da sociologia com as outras
Ciências Sociais, especialmente à Psicologia.
Unidade 2: Abordagens sociológicas da relação entre indivíduo e sociedade
Funcionalismo; Weberianismo; Marxismo.
Unidade 3: A sociedade como realidade subjetiva: A interiorização da realidade:
socialização primária; socialização secundária; conservação e transformação da
realidade subjetiva; Interiorização e estrutura social: teorias sobre a identidade;
organismo e identidade.
Unidade 4: O indivíduo na sociedade Status e papel; Grupos sociais; Desigualdades e
estratificação social.
Unidade 5: Questões da sociologia contemporânea. A juventude como questão; Família
e gênero; Trabalho e lazer; Pobreza;
Minorias; Violência.
Metodologia: Aulas teóricas expositivas com utilização de recursos audiovisuais.
Leituras e debates dirigidos. Pesquisa em jornais e revistas. Seminários. Trabalho
individual; Uso de vídeos para a análise de fenômenos sociais.
Avaliação: Provas escritas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOUDON, R. (COORD), BAECHELER, J. ET AL.(COLS). TRATADO DE
SOCIOLOGIA. RIO DE JANEIRO: ZAHAR , 1995.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 12.ed, 1999.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia Geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
NOVA, S. V. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas, 2000.
TUNER, J . SOCIOLOGIA: CONCEITOS E APLICAÇÕES. SÃO PAULO:
MARKRON BOOKS, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, A.B. BRANDÃO,C.F. INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA DA
CULTURA. 1ED. SÃO PAULO, AVECAMP, 2005.
COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2.ed. São Paulo: Moderna,
1997.
FERREIRA, D. Manual de sociologia: dos clássicos a sociedade da informação. 2ed,
São Paulo, Atlas, 2003.
MARCELINO, N. C. Introdução as ciências sociais. 14edição, Papirus, Campinas,
2005.
TOMAZI, N. D. (coord.). Iniciação à sociologia. São Paulo: Atual,1993.
VILA NOVA. S. Introdução à sociologia. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

Disciplina: SEMINÁRIO INTEGRADO I 03/54


Ementa:
Objeto da psicologia. A consciência. O comportamento. O inconsciente. A vida mental.
A pessoa. A subjetividade.
Objetivo Geral· Integrar as disciplinas do semestre de modo que os conteúdos nelas
ministrados venham a contribuir para as reflexões sobre o objeto da psicologia.
Objetivos Específicos:· Refletir sobre a posição da psicologia frente aos distintos
saberes e frente aos conhecimentos filosófico e científico· Identificar as diferentes
formas pelas quais o objeto da psicologia pode ser definido· Caracterizar e avaliar
criticamente estas distintas concepções· Identificar a forma pela qual as distintas
concepções de psicologia se relacionam entre si· Estabelecer relações entre estas
concepções e as diversas modalidades de atuação profissional do psicólogo
Metodologia:·Leitura e discussão de textos· Projeção e discussão e interpretação de
material audiovisual· Entrevistar pesquisadores e profissionais, como objetivo de
identificar como eles definem a psicologia· Buscar subsídios na Internet para ampliar o
alcance da definição da psicologia· Organizar visitas as instituições publicas e privadas
visando com que o aluno tenha contato com a pratica do Psicólogo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BETTOI, W. e SIMÃO, L. M. Entrevista com profissionais como atividade de ensino-
aprendizagem desejável na formação do psicólogo. Psico. Reflexão , critica, 2002,
15(3), 613-624.
BUENO, J. L. O. Corpo, consciência e psicologia. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre,
v. 10, n. 1, 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-79721997000100010&lng=pt&nrm=iso
OLIVA, Angela Donato et al . Razão, emoção e ação em cena: a mente humana sob um
olhar evolucionista. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, v. 22, n. 1, 2006. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
37722006000100007&lng=pt&nrm=iso.
Filme; 1.Freud, além da alma.
2. Cidade de Deus
3.Carandiru
4. Quando um homem ama uma mulher
5. Uma mente brilhante
6. Mentes que brilham
7. Meu filho meu mundo
8. Naúfrago

2° SÉRIE

Disciplina: EVOLUÇÃO E GENÉTICA DO COMPORTAMENTO 04/72


Ementa:
A base celular da hereditariedade. Conceitos básicos: gene, genótipo, fenótipo,
cromossomo, cromátide, gene recessivo e dominante, cariótipo e principais síndromes
genéticas. Mutação e diversidade genética. Seleção natural e comportamento: a
diversidade humana. As leis de Mendel. Herança poligênica do comportamento. Os
métodos de estudo genéticos. Questões atuais no campo da genética humana e a
discussão dos seus aspectos éticos. A teoria da evolução: origem e síntese neo-
darwinista. Princípios de evolução e comportamento: seleção natural e adaptação. A
linhagem primata e a evolução humana: bipedismo, neotenia e cultura. As contribuições
da psicobiologia, da etologia e da sociobiologia. A síntese da psicologia evolucionária.
Objetivos:· Caracterizar a evolução humana filogeneticamente, relacionando-a aos
problemas da ontogenia.· Analisar as controvérsias que cercam a abordagem
evolucionista do comportamento humano e como ela integra, modernamente, as
dimensões biológicas, sociais e culturais.· Analisar os fundamentos genéticos do
comportamento humano, discutindo a influência dos fatores hereditários na
compreensão da diversidade humana.· Descrever os procedimentos metodológicos
típicos para o exame dos impactos de fatores hereditários sobre o comportamento
humano.· Discutir a interação entre genes e ambiente na determinação de
comportamentos normais e patológicos com ênfase na compreensão da inteligência e
sua evolução.· Analisar os avanços científicos no campo da genética do comportamento
e suas implicações para a teorização psicológica sobre o comportamento humano.
Conteúdo:
Unidade 1: A Base Celular e Cromossômica da Hereditariedade - Noções gerais da
estrutura e fisiologia celular. - Núcleo Celular. - Ciclo Celular. - Ácidos Nucléicos:
estrutura química e molecular - O código Genético. Funções do DNA. - Mutação.
Unidade 2: Citogenética Clínica.
2.1-Anomalias Cromossômicas.
2.2 - Herança ligada ao X.
2.3 - Padrões não clássicos de herança monogênica.
2.4 - Aconselhamento genético.
Unidade 3: Genética do Comportamento.
3.3 - A contribuição da genética do comportamento para a psicologia
3.4 - Estudos de gêmeos: temperamento, personalidade, inteligência e doenças mentais
3.5 - Mecanismos de influência genética: tipos de correlações genótipo e fenótipo
3.6 - Mecanismo de integração entre genes e ambiente: as controvérsias inato versus
adquirido e as soluções atuais
Unidade 4: Metabolismo, distúrbios mentais e comportamentais.
4.1 - Genética e Metabolismo. Distúrbios bioquímicos.
4.2 - Erros Inatos do Metabolismo.
4.3 - Retardo Mental. Distúrbios complexos da idade adulta. Unidade 5 - Evolução
humana.
5.1 - Teoria da evolução de Darwin: princípios gerais.
5.2 - A síntese neo-darwinista: mecanismo de mudança (mutação, aptidão e mudança)
5.3 - Teorias de seleção de grupos, parentes e genes: a Unidade da seleção natural.
5.4 - Filogênese humana: as linhagens primata e hominídea.
5.5 - Elementos da evolução humana: bipedismo, neotenia e cultura
Unidade 6 - As perspectivas biológicas do comportamento
6.1 - Etologia: histórico e principais contribuições
6.2 - Psicobiologia: campos de atuação
6.3 - Psicologia evolucionária: a moderna síntese entre a teoria evolucionária do
comportamento e os processos psicológicos básicos
Metodologia: Leitura e discussão de textos selecionados. Aulas expositivas e trabalhos
em grupos. Seminários. Aulas práticas em laboratório para demonstração das estruturas
do material genético e dos efeitos de alterações genéticas sobre características
psicológicas dos indivíduos.
Prática 1 Microscopia12-16 Microscópios10 Vidros de relógio grandes10 Vidros de
relógio pequenos Lâminas(já pedido)Lamínulas(já pedido)20 Béquer de 10 ml10 Pinça
de ponta fina10 Pinça de ponta chata10 Pinça de ponta intermediária10 Lâminas de
barbear20 Letras e digitada1 pacote de papel filtro100 pipetas Pasteur 1 Linha de
costura (duas cores)
Prática 2: Organização do material genético ao longo do ciclo celular Microscópio (já
pedido)Lâminas (já pedido)Lamínulas Lâminas permanentes Vidro de relógio50 Tubos
de ensaio.Lâmina de barbear. Pinça 10estiletes20 Lâminas de cariótipo humano. Bulbo
de cebola. Raízes de cebola500ml a 1L Orceína-acética ( Marca Merck)Bastão de
Vidro.
Prática 3: Diversidade celular. Microscópios (já pedido)10 caixas Lâminas ( Marca
Perfecta)5 caixas Lamínulas10 Estiletes20 Béquer de 5 ml50 Espátulas de madeira
descartáveis10 Lâminas de barbear6 Pinceis 10 Conta-gotas1 pacote de papel filtro12-
16 Óleo de imersão1 litro Solução de azul de metileno 1% ( Marca Merck) Ramos de
Rhoeo discolor2Bulbos de cebola (Allium cepa)Células da mucosa bucaL.
Prática 4: Extração de DNA5 Béqueres de vidro (500 e 1000 ml)1 Banho-maria -60ºC
ou estufa. Faca de cozinha ou estilete (já pedido)20 Bastões de vidro10 Colher de chá e
de sopa20 Papel filtro Whatmann (ou filtro de papel para coar café). Água destilada2 L
Álcool etílico 95% 2 Detergentes para louças incolorGelo moído500g Sal de cozinha 1
Bulbo de cebola Cromatina Sexual :Lâminas de vidro da marca perfecta ou invicta 2
caixas de 50 lâminas Lamínulas de vidro 24X60 1 caixas de 100 lamínulas Entelan
(Sigma) 1 frasco de 100mlGiemsa (Merck) 500mlEtanol 99% PA 2 litros50 Espátulas
de madeira descartáveis Observação de cromossomos humanos ao microscópio
óptico:30 Lâminas Prontas de cromossomos humanos sob bandeamento G12-16
Microscópios12-16 Óleo de imersão30 folhas de papel ofício.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
OSÓRIO, M. R. B. e WANYCE, M. R. Genética Humana. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
GRIFFITHS, A.J.F. e MILLER, J. H. Introdução à Genética. 7. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
JUNQUEIRA, L.C. e CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
LIMA, C. P. Genética Humana. São Paulo: Harbra, 1996.
MOTTA, P. A. Genética humana aplicada à Psicologia, Nutrição, enfermagem e
Fisioterapia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
THOMPSON, M. W. Genética Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1993.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B. et al. Fundamentos de biologia celular, 2 ed. Porto Alegre, Artmed, 2006
COOPER, Goffrey. A célula: Uma abordagem molecular. Porto Alegre: Artmed,
2001.
COLL, C. et al. Desenvolvimento psicológico e educação 1: psicologia evolutiva.
2ed.Porto Alegre, Artmed, 2004.
MOTTA , P. A. Genética médica, 2ed. Rio de Janeiro, 1980.

Disciplina: ESTATÍSTICA EM PSICOLOGIA 03/ 54


Ementa:
Introdução à estatística, Diferença entre população e amostra, Conceitos e tipos de
variáveis, Estatística descritiva, Medidas de tendência central, Medida de dispersão,
Introdução a utilização do pacote estatístico SPSS, Uso do SPSS para cálculos da
estatística descritiva, Noções básicas de probabilidade, Noções básicas de amostragem,
Teste de hipóteses, Uso do SPSS para cálculo dos testes de hipóteses, Comparação de
dois tratamentos através de métodos não paramétricos, Medidas de correlação e testes
de significância, Uso do SPSS para cálculo dos testes não paramétricos, correlação e
testes de significância.
Objetivos: Dominar a lógica de análise estatística e seus procedimentos básicos
aplicados a dados psicológicos e psicossociais; Caracterizar o campo da estatística,
dominando seus fundamentos, conceitos e procedimentos básicos que se revelam mais
úteis ao domínio científico da psicologia; Avaliar a importância da estatística para a
compreensão e estudo de fenômenos psicológicos; Definir os procedimentos básicos
para análise descritiva de dados; Construir tabelas e gráficos estatísticos com dados
oriundos de estudos em psicologia; Identificar os principais procedimentos estatísticos –
paramétricos e não paramétricos – utilizados para testar hipóteses em estudos
psicológicos; Utilizar o SPSS para análise de dados psicológicos e psicossociais de
natureza quantitativa.
Conteúdo:
Unidade 1 Introdução à estatística: Definição de Estatística; A estatística e as ciências
humanas; A estatística e as pesquisas psicológicas; Conceitos Fundamentais da
estatística. Diferença entre população e amostra; Conceitos de variáveis: Nominal,
ordinal e intervalar; Estatística descritiva: Construção de tabelas e gráficos; Medidas de
tendência central: Media, mediana e moda Medida de dispersão: Desvio médio, desvio
padrão e coeficiente de variação; Introdução a utilização do pacote estatístico SPSS:
Idéia geral da funcionalidade do SPSS; Comandos básicos; Introdução de dados – tipos
de variáveis; Tabulação de dados. Uso do SPSS para cálculos da estatística descritiva.
Unidade 2: Noções básicas de probabilidade: Probabilidade condicional e
independência; Noções básicas de amostragem; Teste de hipóteses: Primeiras idéias:
Hipóteses estatísticas; Erros tipo I e do tipo II; Determinação de uma região crítica;
Passos para a construção de um teste de hipóteses; Teste para a média com variância
conhecida e para a proporção. Uso do SPSS para cálculo dos testes de hipóteses.
Unidade 3 Comparação de dois tratamentos através de métodos não paramétricos: O
teste do sinal; O teste de Wilcoxon; O teste de Fisher; O teste de Qui-Quadrado.
Medidas de correlação e testes de significância: O coeficiente de Correlação de Pearson;
O coeficiente de Correlação de Spearman . Uso do SPSS para cálculo dos testes não
paramétricos, correlação e testes de significância.
Metodologia: Aulas expositivas. Exercícios resolvidos em sala de aula a partir de
problemas e fenômenos psicológicos e psicossociais. Leituras comentadas de artigos em
psicologia. No que se refere às aulas práticas, o curso deve promover a aplicação dos
testes e técnicas estatísticas mais freqüentemente utilizados nas pesquisas em psicologia
utilizando pacotes estatísticos, como o Statistics ou outro programa equivalente.
Avaliação: Prova escrita e exercícios de aplicação de conceitos e técnicas estatísticas a
conjuntos de dados utilizados como exemplos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUSSAB, W. de O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 5.ed.São Paulo: Saraiva,
2002.
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 12. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
DÓRIA FILHO, U. Introdução à Bioestatística para simples mortais. 1ed. São
Paulo: Elsevier, 1999.
DOWNING, D. Estatística Aplicada. 2.ed.São Paulo:Saraiva, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEVIN, Jack. Estatística aplicada a ciências humanas. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1987.
PAGANO, M; GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística, 2ed. Pioneira, São Paulo,
2004.
SIEGEL, S. Estatística não-paramétrica para as ciências do comportamento. São
Paulo: McGraw-Hill, 1977.
VIEIRA, S. Introdução a bioestatística.3ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 1980.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
RECURSOS DE APOIO NA INTERNET - Links com tutoriais, bancos de dados e
outros recursos didáticos:
http://www.alea-rstp.ine.pt/index.html
http://www.uvm.edu/~dhowell/StatPages/StatHomePage.html
http://www.tiac.net/users/hkiess/statis.htm

Disciplina: ANTROPOLOGIA 03 /54


Ementa:
Histórico e definição da Antropologia; A relação entre antropologia e psicologia;
Conceito de cultura Principais abordagens teóricas da antropologia contemporânea no
estudo dos processos sócio-culturais. Etnocentrismo e suas implicações individuais. A
prática etnográfica como exercício de compreensão e relativização cultural.
Objetivos: Conceituar a Antropologia, considerando seu desenvolvimento histórico;
Caracterizar o seu objeto de estudo, conceitos básicos e seus campos de aplicação,
estacando-se a cultura enquanto conjunto de códigos simbólicos; Identificar as
principais abordagens teóricas da antropologia contemporânea no estudo dos processos
sócio-culturais, e sua interface e contribuições à psicologia; Compreender diferentes
perspectivas de entendimento do fenômeno ‘cultura’ e sua estreita relação com os
fenômenos psicológicos e psicossociais; Analisar a cultura como dimensão constituinte
da espécie e criadora de modos específicos de realização sócio-cultural; Entender a
importância dos sistemas e processos culturais para a formação da estrutura básica da
personalidade; Conceituar e utilizar a prática de pesquisa etnográfica, visando à
compreensão do etnocentrismo e suas implicações psicossociais.
Conteúdo:
Unidade 1 - Antropologia: histórico, conceituação, objeto e métodos de pesquisa. A
relação da antropologia com outros campos das ciências Humanas, em particular a
Psicologia.
Unidade 2 - Cultura: um conceito antropológico. Antecedentes históricos do conceito de
cultura; O desenvolvimento do conceito de cultura e teorias modernas.
Unidade 3 – Etnocentrismo; A atuação da cultura sobre o indivíduo; Cultura e Saúde
mental: religião, família e gênero; Saúde Mental e populações empobrecidas; A prática
etnográfica. Características e processo de construção de descrições etnográficas.
Metodologia: A metodologia utilizada será composta de aulas expositivas para
apresentação de conteúdos seguidas de seminários para aprofundamento de temas
possibilitando assim que o conhecimento seja amplamente debatido. Utilizaremos como
apoio didático para as aulas recursos audiovisuais. Será organizado palestras com
psicólogo que esteja realizando pesquisa baseada nos conhecimentos da antropologia.
Avaliação: Provas escritas e seminários em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. 12.ed. São Paulo: Ática, 1999.
CUCHE, O. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 1999.
DA MATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de
Janeiro: Rocco, 1997.
LARAIA, R. Cultura: Um Conceito Antropológico. 13.ed. Rio de Janeiro: Zahar,
2000.
MARCELINO, Nelson C. Introdução às ciências sociais. Campinas: Papirus, 1998.
MARCONI, M. de. Antropologia: uma introdução. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOFF, l. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. 42ed. Petrópolis,
Vozes, 1997.
CARVALHO, A.B. BRANDÃO,C.F. INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA DA
CULTURA. 1ED. SÃO PAULO, AVECAMP, 2005.
MELLO, L. G. de. Antropologia Cultural: Iniciação, Teoria e Temas. Petrópolis:
Vozes, 1987.
MONDIN, B. O homem quem é ele? Elementos de antropologia filosófica. 12ed. São
Paulo: Paulus, 2005.

Disciplina: PPB I - ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO 04/72


Ementa:
Aprendizagem: o campo de estudo em uma perspectiva histórica. A perspectiva
comportamental de análise e investigação dos processos de aprendizagem.
Comportamento, antecedentes e conseqüentes. Comportamento eliciado e emitido.
Comportamento respondente e condicionamento clássico. Comportamento operante:
reforço e extinção. Procedimento de modelagem. Esquemas de reforçamento. O
controle aversivo: reforçamento negativo, fuga, esquiva e punição. O controle pelo
estímulo: discriminação. A teoria da aprendizagem social. Modelação.
Objetivos: Caracterizar o campo de estudo sobre aprendizagem em uma perspectiva
histórica, confrontando perspectivas comportamental e cognitivistas na abordagem do
fenômeno; Descrever os princípios básicos do comportamento, identificando em
situações sociais complexas, como se dá o controle do comportamento por suas
conseqüências; Analisar, frente a comportamentos humanos complexos, como
interagem os processos de condicionamento respondente e operante; Analisar, frente a
comportamentos humanos complexos, os efeitos dos procedimentos de punição e
estimulação aversiva quando comparados com os procedimentos de reforçamento
positivo; Descrever o processo de modelagem identificando a diferenciação do
comportamento e as condições ambientais responsáveis pela mudança; Analisar a
aprendizagem pelo processo de modelação, identificando o efeitos de fatores sociais e
cognitivos na aquisição ou mudança do comportamento; Demonstrar, em condições de
laboratório, princípios básicos de condicionamento operante.
Conteúdo:
Unidade 1 - Introdução as principais perspectivas da psicológica e abordagens modernas
relacionadas à aprendizagem. Perspectiva psico-fisiológica da aprendizagem:
aprendizagens não-associativas versos associativas e base neural da aprendizagem.
Unidade 2 - Perspectiva behaviorista ou análise experimental do comportamento:
Princípios Básicos. Condicionamento clássico ou respondente: etapas, princípios,
aplicações e limitações. Medo condicionado e tolerância a droga; Condicionamento
operante: lei do efeito, nível operante, modelagem, reforçamento contínuo; Fenômenos
e aplicações: reforço condicionado, generalização, discriminação, extinção.
Condicionamento aversivo: fuga e esquiva.
Unidade 3 - Comportamento humano complexo. Comportamento verbal.
Metodologia: Discussões orientadas pelo professor, a partir de leituras prévias de
textos, com o auxílio de roteiros de leitura. Realização de exercícios em pequenos
grupos: análise de textos e redação de pequenas resenhas. Exame de pesquisas clássicas
sobre os processos de aprendizagem operante. Orientação de pequenos grupos na
elaboração de trabalhos práticos, em situação de laboratório, visando a demonstração
dos princípios de aprendizagem.
A prática será conduzida em horário de aula e visa complementar a parte teórica
resgatando os principais conceitos que serão cobrados dos alunos na forma de relatórios
experimental. Serão utilizados animais e humanos como sujeitos.
Com animais será utilizados a caixa de Skinner e o rato como sujeito
experimental. Com humanos serão realizados exercícios de observação com crianças e
adultos, em contexto natural.
Avaliação: Provas escritas individuais e relatórios das aulas práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CATANIA, A C. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. 4.ed. Porto
Alegre: Artmed, 1999.
SKINNER, B. F. Questões recentes na análise comportamental. Campinas: Papirus,
1995.
SKINNER, B.F. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
DVD COLEÇÃO OS PENSADORES – SKINNER.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALENCAR, M. L. SORINO, D. Psicologia Introdução aos princípios básicos do
comportamento. 13ed. Editora Vozes, Petrópolis, 1986..
BARBA, L. S. Comportamento aleatório: algumas considerações. Psic: Teor. e Pesq.,
Brasília, v. 16, n. 3, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-37722000000300010&lng=pt&nrm=iso
BAUM, W. M. Compreender o behaviorismo. 2ed.Porto Alegre: Artmed, 2006.
HUNZIKER, Maria Helena Leite et al . Variabilidade comportamental em humanos:
efeitos de regras e contingências. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, v. 18, n. 2, 2002.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
37722002000200004&lng=pt&nrm=iso
MIGUEL, Caio F.. O conceito de operação estabelecedora na análise do
comportamento. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, v. 16, n. 3, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
37722000000300009&lng=pt&nrm=iso
VANDENBERGHE, Luc. Abordagens comportamentais para a dor crônica. Psicol.
Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 18, n. 1, 2005. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722005000100007&lng=pt&nrm=iso.

Disciplina: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO I 04/72


Ementa:
Caracterização da Psicologia do Desenvolvimento como campo de estudo dos processos
psicológicos. Estudo de seus conceitos básicos, assim como das estratégias de
investigação de estudos da área. Discussão das características desenvolvimentais da
concepção até a infância
Objetivos: Analisar os processos físicos, psicológicos e psicossociais na infância,
apoiado em diferentes referenciais teóricos, de forma a adquirir uma visão integrada dos
processos desenvolvimentais que constituem o sujeito humano; Conceituar o fenômeno
do desenvolvimento humano; Adquirir uma perspectiva histórica e evolucionista do
estudo do desenvolvimento do comportamento humano; Observar em ambiente natural,
discriminando observação e interpretação; Identificar padrões comportamentais próprios
da espécie humana em sua história onto e filogenética; Identificar as diferentes
perspectivas de análise do desenvolvimento humano em Psicologia; Descrever os
diferentes sistemas teóricos para a abordagem do desenvolvimento em Psicologia;
Empregar técnicas de observação e análise de dados em contextos desenvolvimentistas.
Conteúdo:
Unidade 1 Definição do campo e sua evolução histórica: a perspectiva do ciclo vital;
Infância e desenvolvimento: a imaturidade como objeto biológico e socialmente
construído; Metodologia científica aplicada à Psicologia do Desenvolvimento: métodos
de investigação; Fontes internas e externas ao indivíduo: maturação, aprendizagem e
interação; Modelos e mecanismos desenvolvimentistas: gênese, epigênese,
diferenciação, associação, internalização, modelos internos de funcionamento, auto-
organização; Questões controversas na psicologia do desenvolvimento: plasticidade,
períodos críticos, inato versus adquirido, continuidade versus descontinuidade, natureza
dos estágios; Questões éticas na Psicologia do Desenvolvimento.
Unidade 2 Gravidez, parto e puerpério; O recém-nascido: adaptações e tarefas
desenvolvimentais; Desenvolvimento físico e psicomotricidade: 0 a 11 anos; Teorias
gerais do desenvolvimento humano: as abordagens psicanalíticas de Freud e Erickson;
A teoria do apego de Bowlby e o desenvolvimento emocional e social.
Desenvolvimento cognitivo (teorias de Jean Piaget, Vygostsky e processamento da
informação: a teoria da mente).
Unidade 3 Teorias gerais do desenvolvimento humano: behaviorismo radical e
abordagem da aprendizagem social de Bandura; Desenvolvimento moral e
comportamento pró-social (Piaget, Kohlberg e Eisenberg); Desenvolvimento da
Linguagem: processos de aquisição e teorias explicativas; O modelo bio-ecológico de
Bronfenbrenner; Identidade de gênero e desenvolvimento da sexualidade.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
de observação em campo.
Avaliação: Provas escritas e relatórios das práticas de campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEE, H. A criança em desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
BEE, H. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
BOWLBY, J. Apego. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
BRONFEMBRENER, U. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos
naturais e planejados. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
COLL, C.; PALACIOS, J. & MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e
educação/Psicologia Evolutiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
OLSON, D.R.; TORRANCE, N. e cols.. Educação e Desenvolvimento Humano –
novos modelos de aprendizagem, ensino e escolarização. Porto Alegre:Artmed, 2000.
PAPALIA, D. E.; OLDS, S. W. Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARENDT, Ronald João Jacques. O desenvolvimento cognitivo do ponto de vista da
enação. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200003&lng=pt&nrm=iso>.
ARIÉS, P. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S/A, 1981.
BUSSAB, Vera Silvia Raad. Fatores hereditários e ambientais no desenvolvimento: a
adoção de uma perspectiva interacionista. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n.
2, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-79722000000200004&lng=pt&nrm=iso
COLE, M. COLE, S.R O desenvolvimento da criança e do adolescente. 4ed. Artmed,
Porto Alegre, 2003.
DOLLE, J.M. Para compreender Jean Piaget. Rio de Janeiro: Agir, 2000.
Psicologia: Reflexão e Crítica — Número Especial: Desenvolvimento e Interação
Social — 13 (2) —2000.
FOGEL, Alan. O contexto sociocultural e histórico dos estudos do desenvolvimento.
Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200010&lng=pt&nrm=iso
LYRA, Maria C. D. P.; MOURA, Maria Lucia Seidl de. Desenvolvimento na interação
social e no contexto histórico-cultural: adequação entre perspectiva teórica e
metodologia. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200002&lng=pt&nrm=iso
LYRA, Maria C. D. P.. Desenvolvimento de um sistema de relações historicamente
construído: contribuições da comunicação no início da vida. Psicol. Reflex. Crit.,
Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-79722000000200006&lng=pt&nrm=iso
MOURA, Maria Lucia Seidl de; RIBAS, Adriana Ferreira Paes. Desenvolvimento e
contexto sociocultural: a gênese da atividade mediada nas interações iniciais mãe-bebê.
Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200005&lng=pt&nrm=iso
MORO, Maria Lucia Faria. A epistemologia genética e a interação social de crianças.
Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200009&lng=pt&nrm=iso>
PANTOJA, Andréa P. F.; NELSON-GOENS, G. Christina. Desenvolvimento da vida
emocional durante o segundo ano de vida: narrativas e sistemas dinâmicos. Psicol.
Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 13, n. 2, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722000000200007&lng=pt&nrm=iso
VYGOTSKY L. S. O Pensamento e a linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
WERTSCH, J.V. & PENUEL, W.R. (2002). A antinomia indivíduo e sociedade
revisitada: tensões produtivas nas teorias do desenvolvimento humano, da
comunicação e da educação. Em D.R. Olson, & N. Torrance (2000). Educação e
desenvolvimento humano. Tradução de D. & D. Bueno. Porto Alegre: Artes Médicas.
WINNICOT, D. W. Brincar e a realidade, 1ed. Imago, Rio de Janeiro, 1975.

Disciplina: SEMINÁRIO INTEGRADO II 03/54


Ementa:
A profissão do psicólogo. Requisitos para o exercício da profissão. Direitos e deveres
do psicólogo. O psicólogo frente aos outros profissionais. Áreas predominantes de
atuação profissional. Áreas emergentes de atuação profissional.
Objetivo Geral· Integrar as disciplinas do semestre de modo que os conteúdos nelas
ministrados venham a contribuir para as reflexões sobre a profissão do psicólogo.
Objetivos Específicos:· Caracterizar a profissão do psicólogo, diferenciando-a de
outras profissões correlatas· Identificar os requisitos legais, pessoais, sociais, culturais
e morais necessários ao exercício da profissão de psicólogo.· Reconhecer os direitos e
deveres do profissional da área de psicologia· Comparar as diferenças e as semelhanças
entre a atuação do psicólogo e a de profissionais de outras áreas· Identificar as áreas
hegemônicas de atuação profissional· Identificar as áreas emergentes de atuação
profissional. Elaborar juntamente com os alunos eventos microrregionais e regionais
enfocando conteúdos interdisciplinares, destinando para esta atividade 18 horas aulas.
Por exemplo: Seminário de Saúde e Educação, workshop e oficinas.
Metodologia:· Leitura e discussão de textos· Projeção e discussão e interpretação de
material audiovisual· Analise de Filmes. Entrevistar profissionais, como objetivo de
caracterizar as diferentes formas de atuação do psicólogo· Buscar subsídios na Internet,
para identificar as formas pelas quais os psicólogos se organizam
profissionalmente·Desenvolver e apresentar para os colegas material audiovisual
produzido durante o curso. Visitas para instituições de ensino e de saúde, para que o
aluno observe o contexto institucional e atuação do psicólogo
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOCK, A. B.; FURTADO, O. e TEXEIRA, M. Psicologias: Uma introdução ao
estudo de psicologia. 13. ed. reform. e ampl. São Paulo: Saraiva, 1999.
CORREIA, Mônica F. B.; LIMA, Anna Paula Brito; ARAUJO, Claudia Roberta de. As
Contribuições da Psicologia Cognitiva e a Atuação do Psicólogo no Contexto Escolar.
Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 14, n. 3, 2001. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79722001000300010&lng=pt&nrm=iso
FREITAS, M. F. Q. Inserção na comunidade e análise de necessidades: reflexões sobre
a prática do psicólogo. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 11, n. 1, 1998.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
79721998000100011&lng=pt&nrm=iso.
YAMAMOTO, Oswaldo H.; CUNHA, Isabel M. F. F. de Oliveira. O psicólogo em
hospitais de Natal: uma caracterização preliminar. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre,
v. 11, n. 2, 1998. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0102-79721998000200012&lng=pt&nrm=iso>.
Sugestão de filmes:
1.Terapia do Amor
2.Bicho De sete cabeças
3. O bom rebelde
4. Nos limites do silêncio
5. Máfia no Divã
6. O sexto sentido
7. DON JUAN DE MARCO

3º SÉRIE

Disciplina: SISTEMAS TEÓRICOS EM PSICOLOGIA I – CAMPO


COMPORTAMENTAL 04/72
Ementa:
Contexto histórico e bases epistemológicas do Behaviorismo. Watson e o nascimento do
behaviorismo. O Behaviorismo radical de Skinner. As contribuições de Hull e Tolman.
O behaviorismo cognitivista (Bandura): proposta do determinismo recíproco.
Tendências atuais: a teoria cognitivo-comportamental.
Objetivos: Identificar as fontes filosóficas que embasam o pensamento behaviorista e
as suas implicações para o modelo de ciência que desenvolvem no campo da psicologia;
Contextualizar historicamente e identificar os principais conceitos e postulados que
embasam o Behaviorismo, avaliando a coerência com as estratégias metodológicas
empregadas e as aplicações que geram no campo das intervenções psicológicas;
Descrever os desenvolvimentos no interior do movimento behaviorista, identificando as
tensões internas no campo e as questões atuais de interesse; Discutir o impacto do
paradigma de processamento de informação e da metáfora computacional na Psicologia,
analisando as tensões entre os modelos computacional, biológico e sócio-cultural de
mente; Confrontar as perspectivas comportamental e cognitivista na psicologia,
identificando pontos de tensão de continuidade e as tentativas de articulação das duas
perspectivas.
Conteúdo:
Unidade 1 - Behaviorismo. Origem, bases históricas e epistemológicas; Concepção de
ciência e psicologia; Do funcionalismo para o behaviorismo; Behaviorismo e
aprendizagem.
Unidade 2 - Teóricos clássicos do Behaviorismo. O behaviorismo de Watson; O
behaviorismo radical de Skinner; Behaviorismo Conceitual de Hull; Behaviorismo
Intencional de Tolman.
Unidade 3 - O behaviorismo frente a clássicas questões da psicologia e da sociedade.
Eventos internos e introspecção e a questão mente-corpo; Concepção de consciência e
propósito. Conhecimento e auto conhecimento; Behaviorismo e o conceito de
Personalidade. Teorias behavioristas de Personalidade.
Unidade 4 - Da teoria à prática: aplicações da psicologia behaviorista. O modelo da
análise funcional aplicado aos diferentes contextos: clínico, do trabalho, comunidade;
Unidade 5 - Questões emergentes: Cognição e emoção; Cognição e contextos culturais;
O behaviorismo cognitivista (Bandura): proposta do determinismo recíproco.
Unidade 6 – A Teoria Cognitivo-Comportamental: tendências atuais Modelo de
Análise; Práticas e Discussões atuais.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Prova escrita individual e trabalho em grupo sobre tema escolhido entre os
tópicos de conteúdo do programa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BANACO, R. Sobre o comportamento e cognição. Santos: ArBytes, 1997.
CARRARA, K. Behaviorismo radical: crítica e metacrítica. Marília / São Paulo:
UNESP/Marília Publicações/Fapesp, 1998.
FIGUEIREDO, L.C. Matrizes do pensamento psicológico. São Paulo: Vozes, 2002
SKINNER, B.F. Questões recentes na análise comportamental. Campinas: Papirus,
1995.
SKINNER, B.F.. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABIB, J. A. D. Teorias do Comportamento e Subjetividade na Psicologia. São
Carlos: Ed. UFSCar, 1997.
BAUM, W. M. Compreender o behaviorismo. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BUTTON, G.; COULTER, J.; LEE, J. R. R. e SHARROCK, W. Computadores,
mente e conduta. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998.
CATANIA, A C. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. 4. ed.
Porto Alegre: Artmed, 1999.
HARRÉ, R. e GILLET, G. A mente discursiva-avanços na ciência cognitiva. Porto
Alegre: Artmed, 1999.
MATURANA, H. A ontologia da realidade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1997.
SEARLE, J. R. A redescoberta da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
THAGARD, P. Mente: introdução à ciência cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas,
1998.
TOURINHO, E. Z. O autoconhecimento na psicologia comportamental de B.F.
Skinner. Belém: Universitária, 1995.

Disciplina: PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS II – PROCESSOS


COGNITIVOS 04/72
Ementa:
O campo de estudo dos processos cognitivos: evolução histórica. Sensação e
Percepção. Os estudos clássicos da Gestalt. Os sistemas sensoriais e suas bases
neurofisiológicas: Construção da imagem visual. Percepção da forma e do movimento.
Percepção da cor. Atenção: funções e teorias. Consciência e inconsciente: teorias
psicológicas e bases neurofisiológicas. Memória: teorias tradicionais e novas
perspectivas. Os processos de memória. Bases biológicas da memória. Formação de
conceitos e a organização do conhecimento. Representação do conhecimento: redes
semânticas e mapas cognitivos. Linguagem, pensamento e solução de problemas.
Objetivos: Caracterizar o campo de estudo dos processos cognitivos em uma
perspectiva histórica, identificando as tendências mais recentes de análise; Analisar os
mecanismos envolvidos na percepção humana, identificando as bases neurofisiológicas
dos diferentes processos sensoriais e discutindo o papel e natureza das representações e
imagens construídas; Caracterizar a principais teorias psicológicas sobre fenômenos
cognitivos tais como atenção e memória, discriminando os avanços atuais na
identificação das bases biológicas e culturais desses fenômenos; Descrever os processos
envolvidos na construção de conceitos e as teorias que buscam explicar como o
Conhecimento humano é organizado e utilizado como base para a ação; Compreender o
fenômeno da linguagem, sua aquisição, estrutura e significado para a análise dos
processos de pensamento, raciocínio e solução de problemas; Caracterizar o paradigma
de processamento de informação e o uso da metáfora computacional para a
investigação e compreensão dos processos cognitivos humanos.
Conteúdo:
Unidade 1: O campo dos estudos cognitivos Perspectiva histórica e surgimento da
ciência da cognição; Questões centrais que preocupam as ciências cognitivas; Caráter
interdisciplinar do campo: ciências afins e suas contribuições; Pressupostos básicos que
estruturam o campo.
Unidade 2 – Percepção Perspectivas históricas, tradições e tendências recentes da
pesquisa em percepção; Abordagem fisiológica da percepção: métodos fisiológicos e
eletrofisiológicos. Retina, núcleo geniculado lateral, córtex visual – organização e
arquitetura funcional; Abordagem cognitiva da percepção: o papel do significado do
estímulo e da expectativa na percepção; Abordagem psicofísica da percepção: métodos
psicofísicos clássicos.
Unidade 3 – Arquiteturas cognitivas e tipos de processamento Efeitos da manipulação
ambiental sobre a arquitetura funcional: estudos com animais e estudos com crianças e
bebês; Processamento em série e paralelo: percepção de cor, forma, movimento,
profundidade. Uma transposição para o sistema auditivo; Processamento top-down e
bottom-up.
Unidade 4: Consciência e Atenção Conceitos e teorias sobre consciência; Consciência:
sono e vigília; Estados alterados da consciência; Atenção: conceitos e teorias
explicativas.
Unidade 5: Memória As funções da memória podem ser localizadas em regiões
especificas do sistema nervoso. O papel do lobo temporal medial, do hipocampo e
amígdala na memória; A memória quanto ao período e ao tipo de informação
armazenada; Modelos no estudo da memória;
Unidade 6: Conceitos e estruturas cognitivas; Conceitos como blocos de estruturação
do conhecimento humano; Diferentes teorias sobre a formação de conceitos; Protótipos
X Exemplar; Estruturas que organizam conceitos: esquemas, frames, quadros de
referência, redes semânticas e mapas cognitivos.
Unidade 7: A linguagem Origem da linguagem humana. A capacidade de linguagem é
inata ou adquirida? A linguagem é diferente de outras formas de comunicação; Os
estudos recentes e cognitivos sobre a linguagem. Desordens que podem ser localizadas
no córtex. Componentes afetivos da linguagem; Solução de problemas.
Metodologia: O curso terá textos programados para leitura e discussão procurando
destacar os principais pontos teóricos e parte prática com exercício de laboratório.
Avaliação: Prova escrita e relatório de práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATKINSON, R.; ATKINSON, R. C.; SMITH, E. E.; BEM, D. J. Introdução à
psicologia de Hilgard. Porto Alegre: Artmed, 2002.
FRAWLEY, W. Vygotsky e a Ciência Cognitiva: linguagem e integração das mentes
social e computacional. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H. e JESSELL, T. M. Fundamentos da
neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997.
MYERS, D. Introdução à Psicologia Geral. Rio de Janeiro: L.T.C., 1998.
SIMÕES, E. A. Q. e TIEDMANN, K. B. P. Psicologia da percepção. São Paulo: EPU,
v. I e II, 1985.
STERNBERG, R. J. Psicologia cognitiva. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.
WERTSCH, J. V.; DEL RIO, P. e ALVAREZ, A. Estudos socioculturais da mente.
Porto Alegre: Artmed,1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto
Alegre: Artmed. 2003.
CAMPOS, A.; SANTOS, A. M. G. e XAVIER, G. F. Consciência como fruto da
evolução e do funcionamento do sistema nervoso. Psicologia USP, v. 8, n. 2, p. 181-
226, 1997.
DAMÁSIO, A. O mistério da consciência. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
DEL NERO, H. R. Do behaviorismo às redes neurais. In: P. Abrantes (Org.):
Epistemologia e Cognição. Brasília: Editora Universidade de Brasília, p. 145-169,
1994.
GARCÍA, R. O Conhecimento em Construção: Das formulações de Jean Piaget à
teoria de sistemas complexos. Porto Alegre: Artmed. 2002.
GARDNER, H. A nova ciência da mente. São Paulo: EDUSP, 1995.
JOURDAIN, R. Música, cérebro e êxtase - como a música captura nossa imaginação.
Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.
LURIA, A. R. Curso de psicologia geral. São Paulo: Civilização Brasileira, 1991.
MATURANA, H. A ontologia da realidade. Belo Horizonte: Editora UFMG,1997.
SILVA, J.A. (Org.). Arquivos Brasileiros de Psicologia. Número Especial do
periódico: 5 (1/2). Rio de Janeiro: lmago, 1998.
WEITEIN, W. Introdução à Psicologia – temas e variações. São Paulo: Pioneira, 2002.

Disciplina: PSICOLOGIA SOCIAL I 04/72


Ementa:
Evolução histórica, problemas e métodos em psicologia social, em suas duas principais
vertentes: a matriz anglo-americana e franco-germânica. Temas básicos de
investigação: socialização, percepção social, atribuições sociais, atitudes: formação e
mudança. A questão da coerência: teoria da dissonância e do equilíbrio. Cognição
social. Teoria dos Esquemas Sociais. Estereótipos e preconceitos.
Objetivos: Descrever o processo histórico de formação da Psicologia Social enquanto
campo de investigação científica, caracterizando as suas principais vertentes em termos
de pressupostos de ciência e de sociedade e suas implicações para as estratégias de
pesquisa na área; Analisar e discutir as principais correntes teóricas em Psicologia
Social identificando sua aplicabilidade para a compreensão de fenômenos psicossociais
atuais; Aplicar as situações concretas conceitos básicos desenvolvidos pela vertente
anglo-americana, tais como: Atitude, Julgamento, Atribuição, Categorização,
Estereótipo, Preconceito e discriminação Social – para analisar e compreender
interações sociais em diferentes níveis de complexidade; Analisar os impactos da
emergência da abordagem da Cognição Social sobre a compreensão dos fenômenos
psicossociais; Discutir a dimensão psicossocial da atuação do psicólogo nos diversos
campos de aplicação da Psicologia.
Conteúdo:
Unidade 1-Introdução Caracterização e fundamentação teórica da Psicologia Social:
1.1 Breve panorama histórico da Psicologia Social; 1.2
1.2 Breve panorama da Psicologia Social na América Latina e Brasil. Psicologia Social
científica: Campo de investigação;
1.3 Metodologias de investigação e de ação; Articulação com outras áreas do saber;
Questões éticas.
Unidade 2 - Psicologia Social Psicológica Julgamento Social:
2.1 Formação de impressões sobre as pessoas:
2.2 Modelo integrativo:
2.3 Asch;
2.4 Modelo aditivo: Anderson; A personalidade Implícita: Bruner e Tagiuri. Atribuição
de causalidade: Natureza da atribuição Causal; Atribuição e relações interpessoais;
Conceitos da cognição social: os protótipos, os estereótipos, os esquemas sociais e os
preconceitos; A teoria da dissonância cognitiva.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Organização do Trabalho em campo nas instituições de educação e saúde para que o
aluno observe as relações grupais.
Avaliação: Provas escritas e relatório de trabalho de campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, H.F; e GUARESCHI, P. Paradigmas em Psicologia Social: A
perspectiva Latino-Americana. Petrópolis: Vozes, 2000.
ESTRAMIANA, J. L. A. Psicologia Social: perspectiva teórica y metodológica.
Madrid: Siglo Veintiuno de España Editores, S.A, 1995.
FARR, Robert. As raízes da Psicologia Social Moderna. Petrópolis: Vozes, 1998.
JACQUES, M. da Graça C. et all. Psicologia Social Contemporânea. 3.ed.
Petrópolis: Vozes, 1999.
LANE, Silvia T.M. O que é Psicologia Social. São Paulo: Brasiliense, 1986.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia Social. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
STREY, M.N. et all. Psicologia Social Contemporânea. Petrópolis: Vozes, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAMINO, L. Conhecimento do Outro e a Construção da Realidade Social: uma
análise da percepção e da cognição social. João Pessoa: UFPB, 1996.
GUARESCH, P. e JOVCHELOVITCH, S. (orgs.). Psicologia Social: textos em
representações sociais. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1995
MOSCOVICI, S. Psicologia Social. Barcelona: Paidós, 1985.
PICHON-RIVIÈRE, E.; QUIROGA, A. Pampliega. Trad. Claudia Berliner.
Psicologia da Vida Cotidiana. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
TAJFEL. H. Grupos Humanos e Categorias Sociais. Lisboa: Livros Horizantes.
1972.

Disciplina: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO II 04/72


Ementa:
Estudo do processo da adolescência numa perspectiva desenvolvimentista.
Identificação dos comportamentos característicos do adolescente e suas relações com
fatores biológicos e culturais: desenvolvimento intelectual e social; construção da
identidade; relação com os grupos – família, amigos e escola; desenvolvimento moral –
delinqüência e contextos socioculturais; sexualidade. Caracterização das dificuldades
típicas do adolescente: físicas, intelectuais, emocionais e morais.
Objetivos: Situar a adolescência dentro do contexto psico-socio-cultural
contemporâneo, com base nas contribuições da epistemologia genética, da antropologia
cultural e da teoria psicanalítica; Identificar a natureza das transformações físicas e
fisiológicas que definem a passagem da infância para a puberdade e adolescência;
Analisar a dinâmica das relações do adolescente com os grupos: família, amigos/pares,
escola e as implicações psicológicas delas decorrentes; Situar dificuldades específicas
ligadas a essa fase do desenvolvimento humano – questões: morais, emocionais,
culturais e físicas; Planejar intervenções e realizar entrevistas e observações voltadas
para o estudo de comportamentos característicos do adolescente - em salas especiais,
em escolas ou outras instituições.
Conteúdo:
Unidade 1: Transformações puberais e adolescência – noções introdutórias Introdução
ao estudo da adolescência – evolução histórica; Conceitos e definição de adolescência:
critérios; Adolescência por atitudes; Adolescência cronológica: início, meio e fim;
Bases biológicas do desenvolvimento: Pubescência, Puberdade e Adolescência;
Determinantes biológicos, ambientais e psicológicos da adolescência; Puberdade:
momento, seqüência e sinais de maturação biológica: Transformações biológicas e
físicas e organização psicossocial; Efeitos psicológicos da maturação precoce ou
tardia.
Unidade 2: A construção das relações cognitivas, afetivas e sociais do adolescente
segundo diferentes perspectivas teóricas Aspectos de maturação cognitiva – o estágio
das operações formais de Piaget; O julgamento moral – a teoria de Kolberg; Os estágios
do desenvolvimento psicossocial – a teoria de Erikson; Os estágios do desenvolvimento
psicossexual - Freud e Anna Freud; Identidade como processo; Condições
propiciadoras de construção da identidade e autonomia; Estudos de identidade: crise,
confusão de identidade, diferença entre gêneros, fatores étnicos; Mecanismos utilizados
pelo sistema social para o conformismo do jovem contemporâneo; Concepções, valores
e crenças do adolescente contemporâneo; Transformações cognitivas e suas
conseqüências na aquisição de valores, atitudes e crenças; Visão antropológica da
adolescência; A influência da religião no comportamento adolescente; O adolescente e
o mundo globalizado - a Internet, a música, o cinema, espetáculos e a comunicação no
mundo suprido por tecnologias de ponta.
Unidade 3: A sexualidade na adolescência. Pressões socioculturais, suas causas e
conseqüências sobre a sexualidade do adolescente; Desenvolvimento heterossexual –
fatores biológicos e sociais; Namoro e adolescência; A aquisição da identidade sexual.
Unidade 4: O adolescente, a família e os grupos sociais Conflito de gerações e sua co-
relação com as mudanças biológicas e os fatores socioculturais; Influência da família
nos papéis, atitudes, concepções e crenças do adolescente; Principais características da
família brasileira contemporânea; Fatores determinantes na formação de grupos de
pares; Fatores determinantes na formação de grupos culturais, contra-culturais,
religiosos, políticos, marginais, etc; Tarefas evolutivas da adolescência; Definições e
continuidade no processo de escolarização; Relação com a profissionalização;
Perspectivas e o mercado de trabalho.
Unidade 5: Problemas psicossociais que podem ocorrer na adolescência –
características e conseqüências Stress, depressão e suicídio; Nutrição e transtornos
alimentares; Uso de drogas e dependências; Doenças Sexualmente transmitidas;
Gravidez precoce e medo da gravidez; Delinqüência; suicídio; Situações de risco -
abuso e negligência.
Metodologia: Aulas expositivas dialógicas, discussão de textos, trabalhos de campo em
grupo, estudo dirigido. Organização de visitas as instituições de saúde e educação que
desenvolvem projetos com adolescentes para que o aluno tenha conhecimento do papel
do psicólogo.
Avaliação: Prova escrita individual, seminários e relatório de trabalho em campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABERASTURY, A.; KNOBEL, A. Adolescência normal. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1992.
ASSUMPÇÃO Jr, F. B. Adolescência normal e patológica. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
BEE, H. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
BLOS, P. Adolescência: Uma interpretação psicanalítica. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
BLOS, P. Transição adolescente: questões desenvolvimentais. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996.
CAMPOS, D. M. S. Psicologia da adolescência. Petrópolis: Vozes, 1987.
COLL, C.; PALÁCIOS, J. & MARCHESI, A. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia Evolutiva. v.1. Porto Alegre: Artes Mëdicas, 1995.
COSTA, M.C.O. Adolescência: aspectos clínicos e psicossociais. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2002.
ERIKSON, E. H. O ciclo vital completo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABERASTURY, A. Adolescência. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
ALBERTI, S. Esse sujeito adolescente. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996.
ALVIM, R.; GOUVEIA, P. (Orgs.). Juventude anos 90. Rio de Janeiro: Contra Capa,
2000.
BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do desenvolvimento. 10. ed.. Petrópolis: Vozes, 1991.
COSTA, Maria Conceição O.; SOUZA, Ronald Pangoncelli de. Adolescência:
Aspectos clínicos e psicossociais. Porto Alegre: Artmed. 2002.
ERICKSON, E. N. Identidade, Juventude e Crise. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
KNOBEL, A. A. M. Adolescência normal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
LEVISKY, D. L. et all. Adolescência e violência. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PAPALIA,D. E. & OLDS, S.W. Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2000.
WAGNER, A., FALCKE, D. & MEZA, E. B. D. Crenças e valores dos adolescentes
acerca de família, casamento, separação e projetos de vida. Psicologia: Reflexão e
Crítica, 10, 155-167, 1997.
http://www.maisde50.com.br
http://cadernodigital.uol.com.br

Disciplina: MEDIDAS EM PSICOLOGIA 04/72


Ementa:
Histórico da Psicometria. Avaliação e mensuração psicológica. Conceito e classificação
dos testes psicológicos. Procedimentos metodológicos na elaboração e análise dos
testes psicológicos: validade, fidedignidade, análise de itens e padronização.
Implicações sociais e éticas da testagem psicológica. Apresentação de testes
psicológicos. Estudo de Testes de Aptidão Geral e Específica e Inventários de Interesse.
Objetivos: Identificar e diferenciar as principais característica da avaliação e
mensuração psicológica; Reconhecer a necessidade de analisar criticamente para
selecionar, aplicar e interpretar um teste psicológico. Desenvolver uma consciência ética
quanto ao manejo dos testes psicológicos. · Relacionar os testes psicológicos e as
demais técnicas de avaliação psicológica.· Estabelecer um rapport adequado numa
situação de testagem psicológica.· Utilizar os testes de aptidão geral e específica
segundo as normas padronizadas.
Conteúdo:
Unidade 1:1.
1 - Histórico da medida em Psicologia.
1.2 - Natureza e uso dos testes psicológicos.
1.3 - Testes psicológicos: Definição
1.4 - Condições de aplicação dos testes: Variáveis situacionais, do aplicador e do
testando.
1.5 - Critérios para utilização dos testes psicológicos.
1.6-Considerações éticas e sociais da testagem psicológica.
Unidade 2 - Princípios técnico e metodológicos. Normas e significado dos escores.
Fidedignidade. Validade: Conceitos básicos, mensuração e interpretação. Análise de
itens.
Unidade 3.1 - Estudo dos testes de aptidão geral e específicas. Histórico dos testes ·
Referencial teórico · Normas de aplicação. Normas de interpretação.
3.2 - Estudo dos Inventários de Interesse· Histórico dos Inventários. Referencial teórico·
Normas de Aplicação· Normas de interpretação.
3.3 - Treino de relatório.
3.4 - Principais contextos do uso atual dos testes.
Metodologia: Aulas teóricas e práticas, estudo de caso, aplicação prática de testes de
aptidão geral e específica, seminários, painéis, estudo de grupo e análise dos relatos de
pesquisa e dos manuais de testes psicológicos.
Avaliação de aprendizagem: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo
individuais ou em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANASTASI, A. e URBINA, S. Testagem psicológica. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CRONBACH, L. J. Fundamentos da testagem psicológica. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996
CUNHA, J. Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.ERTHAL, Tereza C.
Manual de psicometria. Rio de Janeiro: Zahar, 1996. PASQUALI, L. Psicometria:
teoria e aplicações: a teoria clássica dos testes psicológicos. Brasília: UnB, 1997.
PASQUALI, L. Psicometria: teoria dos testes psicológicos. Brasília: Prática, 2000.
SILVA NETO, N. A. Ética no uso dos testes psicológicos. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA-ARZENO, M. E. Psicodiagnóstico clínico: novas Contribuições. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1995.
MEDEIROS, E.B. Medidas psico e lógicas: introdução à psicometria. Rio de
Janeiro: Ediouro, 1999.
PASQUALI, L. Instrumentos Psicológicos: manual prático de elaboração. Brasília:
LabPAM, 1999._____. Teoria e métodos de medidas em ciências do
comportamento. Brasilia: MEC, 1996.
WECHSLER, D. Test de inteligencia para niños. WISC III. Buenos Aires: Paidos,
1994.WECHSLER, S. M. e GUZZO, R. S. L. (orgs.). Avaliação psicológica:
perspectiva internacional. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.Manuais Técnicos dos
testes psicológicos utilizados na disciplina.

Disciplina: SISTEMAS TEÓRICOS EM PSICOLOGIA II – FENOMENOLOGIA


E HUMANISMO 04/72
Ementa:
Os fundamentos filosóficos e teóricos do humanismo. A fenomenologia e o
existencialismo como a Terceira Força dentro da ciência psicológica. A influência de
Husserl e Kieerkgard. O método fenomenológico. A Psicologia da Gestalt. A
abordagem centrada na pessoa de Rogers. A Psicologia topológica de Kurt Lewin. A
concepção de homem como Ser-no-Mundo e dos fenômenos envolvidos no processo de
existir.
Objetivos: Analisar a influência, ao longo da história da psicologia, do pensamento
fenomenológico, existencialista e humanista, estabelecendo critérios de comparação
com outras grandes matrizes do pensamento psicológico; Descrever o movimento
gestaltico na psicologia, identificando os seus postulados e conceitos básicos, suas
estratégias metodológicas e decorrentes aplicações frente a questões de natureza
psicológica; Identificar o percurso e contextualização histórica do movimento
humanista, da fenomenologia e do existencialismo; Analisar e discutir os pressupostos
filosóficos e teóricos para a analise do existir do homem; Correlacionar os pressupostos
filosóficos a cerca do Homem e de sua existência com o desenvolvimento, formação e
transformação da personalidade.
Conteúdo:
Unidade 1 - O Humanismo Contextualização histórica; Fundamentos filosóficos do
humanismo; Tipos de Humanismo – Antropocentrismo; Influência do Humanismo na
Psicologia; Carl Rogers e sua Psicologia; A influencia do pensamento de Rogers na
educação e nas relações interpessoais.
Unidade 2 - A fenomenologia Histórico; Precursores da fenomenologia: Brentano; A
fenomenologia de Edmund Husserl; A fenomenologia de Merleau Ponty; Influencias no
pensamento europeu.
Unidade 3 - O Existencialismo Contextualização histórica e filosófica; A filosofia de
Soren Kierkegaard; Vida e obra de Kierkegaard: Pressupostos filosóficos e sua
concepção de Homem.
Unidade 4 - A ontologia de Martin Heidegger e Sartre Vida e Obra de Heidegger; O
conceito de facticidade, dasein, ser-no-mundo e temporalidade; Vida e obra de Sartre; O
conceito de liberdade, escolha e responsabilidade; O conceito de má-fe; O Ser e o Nada.
Unidade 5 – Psicologia da gestalt – Wertheimer, Köhler e Koffka Movimento
gestaltista. O Phi-fenômeno e a noção de gestalt; A importância da percepção;
Princípios da organização perceptiva; Conceito de campo. Meio geográfico e meio
comportamental; Isomorfismo. Unidade 6 - Psicologia topológica – Kurt Lewin Teoria
de classe e teoria de campo; Espaço vital, nível de realidade e nível de aspiração;
Princípio da contemporaneidade; Princípios de conexão e concreção.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação:Provas escritas e seminários em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FIGUEREDO, L. C. Matrizes do pensamento psicológico. São Paulo: Vozes, 1991.
FORGHIERI, Y. Psicologia fenomenológica, fundamentos, métodos e pesquisa. São
Paulo: Pioneiras, 1993.
ROGERS, C. Tornar-se Pessoa. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PENHA, J. O que é existencialismo. São Paulo: Primeiros Passos, Brasiliense, 1982.
ROGERS, C. Terapia Centrada no Cliente. São Paulo: Martins Fontes 1987.

4° SÉRIE

Disciplina: SISTEMAS TEÓRICOS EM PSICOLOGIA III – CAMPO


PSICANALÍTICO 04/72
Ementa:Contexto histórico do surgimento da Psicanálise. O sujeito freudiano. Aparelho
psíquico: primeira e segunda tópicas. Conceito de Inconsciente. Conceitos
fundamentais: desejo, pulsão, recalque, angústia, narcisismo e repetição. Formações do
Inconsciente. Os sonhos. Complexo de Édipo. Os pós-freudianos: Escola americana,
escola inglesa e escola francesa.
Objetivos: Introduzir o aluno no campo psicanalítico, desde seu surgimento até a
construção de seus conceitos estruturais; Definir os conceitos estruturais da psicanálise;
Compreender o conceito de inconsciente freudiano, sua expressão no cotidiano e a
análise das formações do inconsciente; Situar o aluno quanto às dissidências e Escolas
de Psicanálise e suas conseqüências para o campo analítico.
Conteúdo
Unidade 1 - Contexto histórico do surgimento da Psicanálise O contexto filosófico e
histórico da origem da Psicanálise; Da neurologia à Psicanálise.
Unidade 2 - Conceitos estruturais Aparelho psíquico: primeira e segunda tópicas;
Inconsciente freudiano: realidade psíquica; Recalque; Angústia; Sexualidade: pulsão e
desejo; Repetição.
Unidade 3 - Formações do Inconsciente Tipos de formações do Inconsciente; Recalque
nas formações do Inconsciente; Funcionamento do Inconsciente.
Unidade 4- Sonhos Conceito; Construção; Conteúdo; Interpretação.
Unidade 5 - Complexo de Édipo Função do complexo de Édipo; Estruturação do
complexo de Édipo; Dissolução do Complexo de Édipo.
Unidade 6 - Escolas de Psicanálise Psicanálise nos Estados Unidos; Escola Inglesa;
Escola Francesa.
Metodologia:Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Provas escritas e seminários em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AHUMADA, J.L. Descobertas e refutações: a lógica do método psicanalítico. Rio de
Janeiro:Imago, 1999.
ANDRADE, Victor Manoel. Um diálogo entre a Psicanálise e a Neurociência - a
"Psicanálise Maior" prevista por Freud torna-se realidade no século XXI como
metapsicologia científica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
ASSOUN, P-L. Metapsicologia freudiana. Uma introdução. Rio de Janeiro: Zahar,
1996.
BARANGER, W. et al. Contribuições ao conceito de objeto em psicanálise. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 1995.
BRENNER, C. Noções Básicas de Psicanálise: uma introdução à psicologia
psicanalítica. Rio de Janeiro: Imago,1987.
DOR, J. Introdução à leitura de Lacan. Porto Alegre: Artmed, 1995.
FREUD, S. Cinco lições de psicanálise. In Obras psicológicas completas de Sigmund
Freud: edição brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
FREUD, S. Esboço de psicanálise. In: Obras psicológicas completas de Sigmund
Freud: edição brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
FREUD, S. Psicopatologia da vida cotidiana. In:Obras psicológicas completas de
Sigmund Freud: edição brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
TALLAFERRO, A. Curso Básico de Psicanálise. Rio de Janeiro: Martins Fontes,
2001.
ZIMERMAN, D.E. Vocabulário contemporâneo de Psicanálise. Porto Alegre:
Artmed, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BLEICHMAR & Bleichmar. A Psicanálise Depois de Freud: Teoria e Clínica. . Porto
Alegre: Artmed. 1992.
FIGUEREDO, L. C. M. Matrizes do pensamento psicológico. São Paulo: Vozes,
1991.
FREUD, S. (1996). Psicologia de grupo e análise do ego. In: Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição brasileira. Rio de Janeiro: Imago.
GARCIA-ROSA, L. A. Freud e o inconsciente. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
JUNG, C. G. O eu e o inconsciente. Petrópolis: Vozes, 1997.
KOHON, G. (org). A escola britânica de Psicanálise. A tradição independente. Porto
Alegre: Artmed, 1994.
NASIO, J.D. Introdução às obras de Freud, Ferenczi, Groddeck, Klein, Winnicott,
Dolto, Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.
PELLANDA, N.M.C. e PELLANDA, L. E.C. (org). Psicanálise hoje: uma revolução
do olhar. Petrópolis: Vozes, 1996.
ROAZEN, P. Como Freud trabalhava: relatos inéditos de pacientes. São Paulo: Cia
das Letras, 1999.
ROLIM, A. M. A. A psicanálise é uma ciência: mas quem se importa? Psicologia:
ciência e profissão,2000, 20 (2), 8-11.

Disciplina: PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS III - MOTIVAÇÃO E


EMOÇÃO 04/72
Ementa:
Conceitos: instinto, incentivo e necessidade. Abordagens teóricas da motivação.
Teorias cognitivas. Teorias do instinto. Teorias do impulso. Abordagem ecológica.
Relações entre motivação e comportamento. Classificação dos motivos. Hierarquia de
motivos. Conceitos de emoção. Componentes da emoção: fisiológica, psíquica,
comportamental. Emoções e expressões faciais. Indicadores de emoção. Estruturas e
funções cerebrais envolvidas no processo emocional. Diferenças Sexuais.
Objetivos: Diferenciar os conceitos: motivo, instinto, incentivo, necessidade e impulso;
Caracterizar o campo teórico do estudo da motivação, discriminando seus principais
modelos teóricos; Caracterizar a complexidade da relação entre motivação e
comportamento; Analisar diferentes classificações e proposta de construção de
hierarquia de motivos, discutindo seus limites e problemas conceituais e empíricos;
Analisar diferentes conceitos da emoção e as teorias que os embasam; Analisar os
componentes e indicadores da emoção, identificando os procedimentos utilizados para
descrevê-los; Discutir sobre a influência de estruturas biológicas cerebrais no
comportamento emocional; Analisar o papel das emoções na dinâmica da vida
psicológica e comportamental, com ênfase na compreensão das suas associações com
processos sócio-culturais que configuram papéis de gênero.
Conteúdo:
Unidade 1 – Motivação Conceitos básicos: motivo, instinto, incentivo, necessidade e
impulso; Teorias motivacionais: Teoria hedonista: Teoria psicanalítica; Teoria
behaviorista; Teoria humanista; Teoria cognitiva; Teoria ecológica. Hierarquia de
motivos: diferentes modelos teóricos; Relações entre motivação e percepção,
aprendizagem.
Unidade 2 – Emoção Conceito de emoção nas teorias psicológicas – enfoque
epistemológico: Teorias e pesquisas sobre emoção: Teorias psicodinâmicas; Teorias
fisiológicas; Teorias da ativação/excitação; Teorias evolucionistas.Emoções Humanas
básicas, seus componentes e indicadores: cerebrais, fisiológicos, psíquicos e
comportamentais; Emoção e motivação. Razão e emoção; Fatores emocionais que
interferem nos processos motivacionais e suas implicações no comportamento ajustado;
Ansiedade, Frustração e Conflito.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe,
aulas práticas em laboratório.
Avaliação:Prova escrita e relatório de práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALENCAR, E. Psicologia. Introdução aos princípios básicos do comportamento.
Petrópolis: Vozes,1995.
ATKINSON, R.; ATKINSON, R. C.; SMITH, E. E.; BEM, D. J. Introdução à
psicologia de Hilgard. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BRAGHIROLLI, E. et al. Psicologia Geral. Petrópolis: Vozes, 1997. 219p.
MAHONEY, M.J. Processos Humanos de Mudança. Porto Alegre: Artmed, 1998.
PENNA, A.G. Introdução a Motivação e Emoção. São Paulo: Imago, 2001.
WEITEIN, W. Introdução à Psicologia – temas e variações. São Paulo: Pioneira, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ADES, C. - Motivação animal: da equilibração clássica à perspectiva ecológica.
Psicologia, teoria e pesquisa, 1(2):147-157, 1985.
DAMÁSIO, A. O erro de Descartes. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
FIAMENGHI, G. Motivos e Emoções. São Paulo: Hucitec, 2001.
MURRAY, E. J. Motivação e emoção. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
OTTA, E.; BUSSAB, V.S.R. Vai encarar? Lidando com a agressividade. São Paulo:
Moderna, 1998.

Disciplina: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO III 04/72


Ementa:
A perspectiva do ciclo vital sobre envelhecimento. Os estágios da vida adulta:
caracterização física, sexual, intelectual e psicossocial. O adulto e seus diversos papéis
sociais – família e trabalho. Crises previsíveis da idade adulta e transições. O processo
de envelhecimento. Aspectos biológicos, psicológicos e sociais ligados ao idoso. O
envelhecimento, a família, o trabalho, a aposentadoria, o lazer. A Institucionalização do
idoso. Questões específicas de sexualidade, saúde e doença Modelos de intervenção em
contextos institucionais e comunitários, de trabalho e saúde.
Objetivos: Situar os estágios da vida adulta nas perspectivas teóricas: psicanalítica,
psicossocial e ecológica; Identificar e analisar os comportamentos, papéis e crises
psicossociais previsíveis para a vida adulta e suas relações com os contextos de família
(casamento, filhos) e trabalho; Descrever o processo de envelhecimento, caracterizando
as transformações biológicas, físicas, psicológicas e sociais dessa fase; Identificar a
dinâmica e natureza de comportamentos ligados à sexualidade, doença e saúde do idoso;
Analisar, criticar e formular programas de atendimento: a) a adultos em situações
especiais; b) a idosos em diversos contextos institucionais.
Conteúdo:
Unidade 1- Jovem-adulto: Aspectos relativos aos estudos sobre o homem adulto;
Características gerais e tarefas evolutivas; Cognição; Ajustamento emocional e
profissional; Matrimônio, paternidade/maternidade; Crise psicossocial.
Unidade 2- Meia-idade: Características gerais; Cognição; Amadurecimento emocional e
social do indivíduo; Menopausa/andropausa e sexualidade; crise psicossocial; mudança
de papeis, particularmente no casamento e diante do nascimento e crescimento dos
filhos; identidade e comportamento interpessoal.
Unidade 3- Velhice Longevidade; O processo de amadurecimento versus
envelhecimento na 3ª idade; Aspectos físicos, sicológicos e sociais do envelhecimento;
A crise psicossocial; Estudo científico do processo de envelhecimento; O
relacionamento do idoso com a família; O idoso institucionalizado; Violência contra os
idosos;Doenças, fase terminal e morte; Importância da estimulação do idoso.
Metodologia: Aulas expositivas e seminários. Atividades práticas orientadas, constando
de visitas a pessoas e instituições que trabalham com idosos, objetivando levantar
problemas e temas cruciais da velhice. Organizar visitas para instituições de saúde e na
área educacional (SOS e grupos de terceira idade) que desenvolvem projetos
direcionados para a terceira idade para que o aluno adquira conhecimento da atuação do
psicólogo.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEE, H. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
COLL, C.; PALÁCIOS, J. & MARCHESI, A. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia Evolutiva. v. 1. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
DEBERT, G.G.; NERI, A. L. (Orgs.). Velhice e Sociedade. Campinas: Papirus, 1999.
ERIKSON, E. H. O ciclo vital completo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
HAMILTON, Ian Stuart. A Psicologia do Envelhecimento: uma introdução – 3.ed.
Porto Alegre: Artmed. 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CIÊNCIA HOJE. Revista de Divulgação Científica da Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência. Número Especial sobre Envelhecimento. 23 (137), 1998.
CORREA, A. C. O. Envelhecimento, depressão e doença de Alzheimer. Belo
Horizonte: Health, 1996.
KARSCH, U.M.S. Envelhecimento com dependência: revelando cuidadores. São
Paulo: Educ, 1998.
LEGER, J. M.; TESSIER, J. F. & MONTY. M. D. Psicologia do envelhecimento:
assistência às pessoas idosas. Petrópolis: Vozes, 1994.
PINTO, C. C. G. Família e terceira idade. São Paulo: Edições Paulinas, 1998.
SALEM, T. O velho e o novo: um estudo de papéis e conflitos familiares. Petrópolis:
Vozes, 1980.
SKINNER, B.F. Viva bem a velhice. São Paulos: Summus, 1985.
STOPPE JR., A.; LOUZÃ NETO, M.R. Depressão na terceira idade. São Paulo:
Lemos, 1999.

Disciplina: PSICOLOGIA SOCIAL II 04/72


Ementa:
Abordagem sócio-histórica em Psicologia Social. Representação social. Psicologia
Social no Brasil. Implicações para atuação junto a grupos, instituições e comunidades.
Objetivos: Descrever o conceito de Representações Sociais e reconhecer sua
importância e aplicação na Psicologia Social; Analisar e discutir os conceitos de
ideologia e poder, identificando a relação destes fenômenos nos processos interpessoais
e intergrupais; Aplicar a situações concretas os conceitos desenvolvidos pela vertente
franco-germânica, tais como Atividade, Consciência, Identidade, Ideologia e Poder
como categorias fundamentais para a compreensão dos processos interpessoais e
intergrupais; Utilizar os conhecimentos sobre Representações Sociais, nos diferentes
modelos teóricos construídos para analisar os processos psicossociais em diferentes
níveis e contextos; Discutir a dimensão psicossocial da atuação do psicólogo nos
diversos campos de aplicação da Psicologia.
Conteúdo:
Unidade 1 - Abordagem sócio-histórica em psicologia social Pressupostos
fundamentais; A construção social dos processos mentais superiores; Inter-
subjetividade e intra-subjetividade; Socialização e construção dos significados;
Internalização e construção dos sentidos.
Unidade 2 - Representações sociais As origens do conceito: representações coletivas
(Durkheim), mentalidades primitivas (Lévy-Bruhl); A formulação de S. Moscovici:
Ancoragem e objetivação; A teoria do Núcleo central das representações sociais.
Representações sociais e vida cotidiana
Unidade 3 - Psicologia das massas Controle social e domínio político.
Unidade 4 - O campo da Psicologia Social no Brasil Temas de pesquisa e
características metodológicas dominantes; Psicologia Social e a atuação profissional do
psicólogo; Trabalho prático: delimitação da questão, levantamento bibliográfico e
trabalho de campo.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe,
trabalho de campo direcionado para as instituições de ensino e saúde.
Avaliação: Prova escrita, seminários em grupo e relatório de trabalho de campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOCK, A.M.B.; GONÇALVES, M.G.M E FURTADO, O. (Orgs.). Psicologia sócio-
histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.
GUARESCHI, P. e JOVCHELOVITCH, S. (orgs.) Psicologia Social: textos em
representações sociais. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1995
JACQUES M. da Graça C. et al. Psicologia Social Contemporânea. 3.ed. Petrópolis:
Vozes, 1999.
JOVCHELOVITCH, S. Representações sociais e esfera pública. Petrópolis: Vozes,
2000.
LANE, Silvia T. M.; SAWAIA, Bader B. (Orgs.). Novas Veredas da Psicologia Social.
São Paulo: Brasiliense, 1995.
SÁ, C.P. A construção do objeto da pesquisa em representações sociais. Rio de
Janeiro: UERJ, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERGER, Peter I.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. Trad.
Floriano de S. Fernandes. Petrópolis: Vozes, 1973.
BOCK, A.M.B. Aventuras do Barão de Münchhausen na psicologia. São Paulo:
Educ/Fapesp/Cortez, 1999.
GUARESCHI, Pedrinho. Relações comunitárias – Relações de dominação. In
CAMPOS, Regina H. de Freitas (org.) Psicologia Social Comunitária: da
solidariedade à autonomia. Petrópolis: Vozes, 1996.
GUIRADO, Marlene. Psicologia Institucional. São Paulo: EPU, 1986 (Temas Básicos
de Psicologia, v.15).
LÖWY, Michael. Ideologia e Ciência Social. São Paulo: Cortez, 1989.
MOREIRA, A. S. P.; OLIVEIRA, D.C. (Qrgs.). Estudos interdisciplinares de
representação social. Goiânia: AB, 1998.
MOSCOVICI, Serge. Psicologia Social. Barcelona: Paidós, 1985.
SAWAIA, Bader B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da
desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 1999.
STREY, M. N.; JACQUES, M.G.C. et al. Psicologia Social contemporânea.
Petrópolis: Vozes, 1998.

Disciplina: PSICOPATOLOGIA I 04/72


Ementa:
Psicopatologia e Psiquiatria: histórico, conceitos, princípios, diferentes abordagens
teórico-prática. Significado e evolução dos conceitos de normalidade e patologia
(saúde/doença). Principais fenômenos psicopatológicos padrões. Classificação dos
fenômenos psicopatológicos.
Objetivos: Identificar os conceitos básicos da psicopatologia e os respectivos contextos
históricos e culturais de seu surgimento e evolução; Estabelecer relações entre o
substrato biológico e as funções psíquicas normais e patológicas; Analisar os principais
fenômenos psicopatológicos, identificando padrões e transtornos a específicos de
culturas; Distinguir sinais e sintomas normais dos psicopatológicos, circunscritos ao
contexto histórico e cultural de ocorrência; Discutir os sistemas de classificação
existentes dos fenômenos psicopatológicos e os respectivos critérios de normalidade e
causalidade que lhes são subjacentes.
Conteúdo:
Unidade 1 – Introdução. Breve histórico da Psiquiatria e Psicopatologia – conceitos e
princípios; relação entre Psicopatologia e Psicologia; relação entre Filosofia e
Psicopatologia-mundo x mente. Evolução histórico do conceito de saúde/doença –
normal/patológico. Concepção religiosa da doença mental; primeira psiquiatria clínica,
psiquiatria clássica, psiquiatria moderna e perspectivas contemporâneas.
Unidade 2 Prevenção primária, secundária e terciária. Noções de epidemiologia
psiquiátrica. Noções de neurobiologia dos processos psíquicos; orientação,
consciência, consciência do eu, atenção, pensamento, linguagem, afetividade,
percepção, volição inteligência, motricidade.
Unidade 3. Estruturas clínicas clássicas (neuroses, psicoses e perversões): transtornos
esquizotímicos, esquisotípicos e delirantes; transtornos do humor, transtornos fóbicos e
de ansiedade, transtornos obsessivo – compulsivos, transtornos dissociativos,
transtornos somatoformes, transtornos de personalidade. Fenômenos psicossomáticos.
Transtornos mentais orgânicos: patológicas da velhice, repercussões psicopatológicas
das epilepsias. Transtornos alimentares. Transtornos decorrentes do uso de substâncias
psicoativas. Alcoolismo. Etinopsicopatologia clínica: sinais e sintomas das síndromes
culturais. Psicopatologia da criança: neurose infantil, depressão. Psicopatologia da
adolescência: distúrbios da conduta, tormentas da puberdade. Classificação do quadro
clínico. Sistemas de classificação: critérios de normalidade e causalidade. DSM-IV e
CID-10.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
em campo em instituições de saúde mental.
Avaliação:Prova escrita, apresentação de seminários e relatórios de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARLOW, D. H. (Org.). Manual clínico dos transtornos psicológicos. 2. ed. Porto
Alegre: Artes Médicas,1999.
BERGERET, J. A personalidade normal e patológica. 3. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto
Alegre: Artes Médicas,2000.
DSM-IV. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4. ed. Porto
Alegre: Artes Médicas,1995.
EBERT, M.H.; LOOSEN, P.T. E NURCOMBE, B. Psiquiatria: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: Artmed, 2002.
IONESCU, S. Quatorze abordagens de psicopatologia. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1997.
KAPCZINSKI, F.; QUEVEDO, J.; IZQUIERDO, I. Bases Biológicas dos Transtornos
Psiquiátricos - 2.ed. Porto Alegre: Artmed. 2003.
MIRANDA SÁ JR, L.S. Compêndio de Psicopatologia e Semiologia Psiquiátrica.
Porto Alegre: Artmed, 2001.
PAIM, I.. Curso de psicopatologia. 10. ed. São Paulo: EPU,1986.
SIMS, Andrew. Sintomas da Mente: Introdução à psicopatologia descritiva. São Paulo:
Atlas, 2.ed., 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMARANTE, P. Psiquiatria social e reforma psiquiátrica. Rio de Janeiro: Fiocruz,
1994.
GABBARD, G. O. Psiquiatria psicodinâmica. 2.ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
KAPLAN, H.; SADDOCK, B. Compêndio de psiquiatria. 6.ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1993.
Lafer, Beny; cols. Depressão no Ciclo da Vida. Porto Alegre: Artmed. 2000.
LOUZA NETO, M. R. et al. Psiquiatria básica. Porto Alegre: Artes Médicas,1995.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (Coord.); trad. Dorgival Caetano.
Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID – 10:
Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticos. Porto Alegre: Artes Médicas,1993.

Disciplina: MITOS, CONTOS E CULTURAS DO PARANÁ. 02/36


EMENTA: TRADIÇÃO E A CULTURA PARANAENSE. A INFLUENCIA
HISTÓRIA CULTURAL DO PARANÁ (LENDAS E FOLCLORE E MITO).
Objetivos: Lenvantar e identificar quais aspectos culturais tem influenciado na questões
educacionais e na formação de valores.
Refletir, valorizar e respeitar as diferentes formas de relacionamento estabelecidas por
cada cultura.
Identificar como os valores destas culturas tem influenciado na forma de ser do
Paranaense e do Guarapuavano.

PROGRAMA:
Unidade 1 - TRADIÇÕES E A CULTURA PARANAENSE
1.1 Definição de tradição
1.2 Mitologia,
1.3 Contos
1.4 Folclore.
Unidade 2 - A INFLUENCIA HISTÓRIA CULTURAL DO PARANÁ (LENDAS E
FOLCLORE E MITO).
2.1 A cultura indígena,
2.2 A Cultura européia,
2.3 A Cultura asiática
2.4 A Cultura judaica
2.5 A Cultura libanesa
2.6 A cultura dos quilombos
2.7 A herança cultural os diferentes valores e costumes de cada cultura.
Metodologia: Aulas expositivas seminários. Visita a comunidade indígena, alemã e dos
quilombos. Será organizado visita aos monumentos históricos do Paraná em Curitiba e
ao museu paranaense.
Avaliação: Trabalhos de pesquisa sobre as diferentes culturas, relatório de visitas e
prova.

BIBLIOGRAFIA BASICA
BORGES JUNIOR,Álvaro. Resgate do folclore paranaense. Curitiba : FCC, 2002.
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. Petrópolis, Vozes, 1986. vol. I, II, II.
CAMPBELL, Joseph. O Herói de Mil Faces. São Paulo, Cultrix, 1972.
CARNEIRO. R. A. Jr.(coord.) Lendas e contos populares do Paraná. Curitiba:
Secretaria de Estado da Cultura, 2005.
ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. São Paulo, São Paulo, Perspectivas, 1972.
EURÍPIDES. Ifigênia em Áulis; As Bancantes. Trad. M. da Gama Kuri. RJ, Zahar
Editor, 1998.
SANTOS FILHO, Benedito Nicolau dos. Mitos e heróis do folclore paranaense .
Curitiba : s.n., 1979.
________________Festas populares do Paraná. Curitiba: Secretaria de Estado da
Cultura, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Festival Folclórico e de Etnias do Paraná. 29o. festival folclorico e de etnias do
Paraná. Curitiba Associação Inter-Etnica do Paraná : Banestado, 1989
GOUVEA, Regina Rotenberg. Comunidade judaica de Curitiba : 1889-1970.
Curitiba, 1980.
LAZIER, H. Paraná: Terra de todas as gentes e de minha historia. Francisco
Beltrão: Grafit, 2004
MARQUES, Fernandina. Folclore no Paraná. Curitiba : BPP, Seção Braille, 2000
MUTO, E. Museu paranaense dos índios guaranis a imigração européia. Historia
viva, agosto nº 10, p.18 2004.
OBERDIEK, Hermann Iark. Fugindo da morte : imigração de judeus alemães para
Rolandia-PR, na década de 1930. Londrina : Ed. UEL, 1997
OVIDIO. Metamorphoses. Penguin Classics, 1985.
SOFOCLES. Édipo Rei; Electra. Trad. Mário da Gama Kuri. Rio de Janeiro, Jorge
Zahar, 1993.
TREVISAN, Eloise Maria. Contos do mundo da lua. Curitiba : Secretaria da Cultura,
2000.
VERNANT, Jean Pierre. A Morte nos Olhos. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1985.

5° SÉRIE

Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA EM PSICOLOGIA 03/54


Ementa:
Ciência: conceituação e relações com outras formas de produzir conhecimento. Pesquisa
e epistemologia. O desenvolvimento dos métodos de conhecimento na história. Origens
das teorias científicas. Conceitos básicos: método científico, teoria, lei, verdade,
evidência, certeza. As relações ciência e sociedade em uma perspectiva histórica.
Características dos principais quadros de referência vigentes na investigação em
psicologia.
Objetivos: Identificar características demarcadoras da atividade científica em relação a
outras formas de produção de conhecimento; Caracterizar diferentes conhecimentos
conforme os métodos utilizados na sua produção; Discutir o quanto diferentes
concepções de ciência apontam para a natureza histórica e cultural da prática científica,
informando-se sobre alguns dos dilemas que se colocam para a ciência contemporânea,
particularmente para a Psicologia; Discorrer sobre problemas que caracterizam a relação
entre ciência e sociedade, refletindo sobre a responsabilidade social do cientista e
tomando consciência das implicações éticas do fazer pesquisa; Analisar os vínculos
entre as diferentes estratégias de pesquisa no campo da psicologia e os principais
paradigmas que caracterizam a pesquisa social; Aplicar os conceitos básicos da ciência
a conhecimentos produzidos na psicologia.
Conteúdo:
Unidade 1- Ciência – conceitos básicos O conceito de ciência. A ciência como atividade
humana; Conhecimento científico e senso comum. Critérios de demarcação.
Unidade 2- O plano externo da ciência. Ciência e sociedade; A ciência na História; A
questão da neutralidade e a responsabilidade do pesquisador.
Unidade 3- O plano interno da ciência. A linguagem da ciência e o raciocínio científico
– dedução, indução, abdução. De onde parte a pesquisa? A construção do objeto
científico: noções de método, teoria, lei, verdade, evidência, certeza; Teoria vs.
Observação; Contexto da descoberta vs. Contexto da justificação; Explicação vs.
Compreensão.
Unidade 4- O que é ciência, afinal? A noção de paradigma e a crítica da ciência; O
caráter conjectural da ciência; Os quadros de referência: Indutivismo, falsificacionismo,
relativismo, realismo. Fenomenologias, construcionismos.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Prova escrita e seminário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABIB, J. A. D. “A psicologia é ciência?” Ciência é articulação de discursos da filosofia,
da história da ciência e da psicologia. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 9 (3), 465-
486,1993.
ABIB, J. A. D. “A psicologia é ciência?” O que é ciência? Psicologia: Teoria e
Pesquisa, 9 (3), 451-464, 1993.
ALVES, R. Filosofia da ciência. São Paulo: Ars Poética, 1996.
BOOTH, W. C et al. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
CHALMERS, A.F. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.
DE BRUYNE, P., HERMAN, J. & SCHOUTHEETE, M. Dinâmica da Pesquisa em
Ciências Sociais. Os pólos da prática metodológica. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1982.
DOMENICO, V.G.C. & CASSETARI, L. Métodos e técnicas de pesquisa em
Psicologia - introdução. São Paulo: Edicon, 2002.
FOUREZ, G. O método científico: a ciência como disciplina intelectual. In: G. Fourez.
A construção das ciências. Introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo:
Editora UNESP, 1995, p. 103-153.
GRANGER, G-G. A ciência e as Ciências. São Paulo: EDUSP,1994.
KNELLER, G.F. A ciência como atividade humana. São Paulo: Zahar, 1985.
RORTY, R. Objetivismo, relativismo e verdade. São Paulo: Relume-Dumara, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES-MAZZOTTI, A.J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências
naturais e sociais — pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BECKER, H. S. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. SP: Hucitec, 1999.
CARVALHO, R. M. L.(org.). Construindo o saber. 3. ed. Campinas: Papirus, 1991.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
LAVILLE, C. E DIONNE, J. A construção do saber – manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre:Artmed, Editora UFMG, 1999.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, M. E. Ciência e conhecimento científico: métodos
científicos: teoria, hipótese e variáveis. São Paulo: Atlas, 1988.
MINAYO, M. C. de S.. (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 13. ed.
Petrópolis: Vozes, 1999.
PERIÓDICOS CIENTÍFICOS:
Psicologia: Teoria e Pesquisa
Psicologia: Reflexão e Crítica
Psicologia: Ciência e Profissão
Temas em Psicologia
Estudos de Psicologia
INDEXADORES:
Psicologia On Line – Biblioteca Virtual de Psicologia
Sites do prossiga e do CNPq

Disciplina: TÉCNICAS DE EXAMES EM PSICOLOGIA I 04/72


Ementa:
Os testes objetivos. Os testes de inteligência: testes que avaliam a inteligência infantil: a
história, bases teóricas, características, técnicas de aplicação, interpretação dos dados.
Testes que avaliam a inteligência adulta: a história, bases teóricas, características,
técnicas de aplicação e interpretação de dados. Testes de interesse e valores. Testes
objetivos de personalidade. Planejamento e execução de informes e pareceres
psicológicos. O examinador e sua relação com o paciente e a família. Questões éticas.
Objetivos: Compreender a inteligência com uma dimensão globalizada. Dominar as
etapas de aplicação dos testes psicológicos que avaliam a inteligência. Conhecer os
principais instrumentos de avaliação da inteligência da criança e do adulto. Conhecer os
principais instrumentos de avaliação de interesses e valores. Conhecer os principais
instrumentos objetivos de avaliação da personalidade. Conhecer os usos e limites da
aplicação dos testes e suas implicações éticas.
Conteúdo:
Unidade 1:
1.1 - Concepções teóricas, implicações metodológicas e conseqüências práticas na
avaliação da inteligência: Os testes de inteligência: definição, tipos, precursores.
1.2 - Aplicação e análise dos testes - INV, RAVEN (Escala Geral, Avançada e
Especial), D 48, Goodenough. Os testes de aptidões: definição, tipos, precursores.
1.3 - Aplicação e análise de resultados - baterias CEPA e DAT. O método clínico:
definição, caracterização, aplicação e análise - as provas Piagetianas.
Unidade 2:
2.1 - Estudo teórico e prático testes de interesse e valores.
2.2 - Fundamentos teóricos, modos de aplicação, levantamento de dados, interpretação
dos resultados obtidos e aplicabilidade.
Unidade 3:
3.1 - Princípios objetivos de avaliação da Personalidade - os inventários de
personalidade: Fundamentos teóricos, estrutura e construção de inventários -
questionários e escalas;
3.2 - Modos de aplicação, levantamento de dados e interpretação dos resultados obtidos
em um inventário de personalidade;
3.3 - A utilização dos Inventários como instrumentos para avaliar quadros clínicos.
Unidade 4:
4.1 - Diversos contextos práticos de usos de testes pelo psicólogo - na educação; no
trabalho;
4.2 - Na clínica; no esporte; em perícias; em laudos e outros.
4.3 - Necessidades, características e aspectos éticos implicados na utilização dos testes.
Unidade 5:
5.1 - Execução de um planejamento de avaliação psicológica: Especificação do
contexto, finalidade e natureza da avaliação;
5.2 - Definição de instrumentos, roteiro de aplicação;
5.3 - Aplicação, interpretação e indicações ou encaminhamentos.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
práticos no laboratório de medidas em psicologia.
Avaliação de aprendizagem: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo
individuais ou em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANASTASI, A. e URBINA, S. Testagem psicológica. Porto Alegre: Artmed Editora,
2000.
CLAWSON, A. Bender Infantil: manual de diagnóstico clínico. 7. ed. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1992.
CUNHA, J. A. Psicodiagnóstico V. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
GONÇALVES, M.; et al (org.). Avaliação psicológica: formas e contextos. Braga:
Associação dos Psicólogos Portugueses, 1997. v. 5.
MANUAIS DO CEPA. Manuais de Aplicação. Rio de Janeiro: CEPA.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANASTASI, A. Testes psicológicos. São Paulo: EPU, 1992.
DAVIDOFF, L. L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books Ltda, 2000.
LOPES, E. Avaliação psicodiagnóstico miocinético. São Paulo: Casa do Psicólogo.
KOPPITZ, E. O teste gestáltico Bender para crianças. Porto Alegre: Artes Médicas,
1987.

Disciplina: PSICOLOGIA ESCOLAR 04/72


Ementa:
Análise da evolução da Psicologia Escolar enquanto corpo de conhecimento científico,
buscando compreender a função do psicólogo escolar, quais os campos de atuação e
como se dá a sua atuação em diferentes contextos sociais: hospitais, escolas, creches,
ambulatórios e comunidades, levando em consideração a atual conjuntura, a LDB e as
novas tecnologias.
Objetivos: Analisar o desenvolvimento da Psicologia Escolar, numa perspectiva
evolutiva; Identificar as necessidades de práticas educativas em diferentes contextos
sociais: hospitais, escolas, creches, ambulatórios e comunidades; Compreender as
políticas públicas vigentes, particularmente as educacionais, e como se concretizam em
modelos e práticas educativas; Dominar recursos multimeios aplicados à educação e
compreender o impacto das novas tecnologias sobre os processos de aprendizagem e
desenvolvimento.
Conteúdo:
Unidade 1- Introdução Modelos e práticas educacionais: evolução histórica; A paidéia
helenística; A idade moderna: infância e educabilidade; Os modelos contemporâneos de
educação: escola tradicional, escola nova e o construtivismo. A história da psicologia
escolar no Brasil: Os modelos de saúde mental: avaliação e tratamento; Educação como
planejamento de contingências ambientais; Educação como prática de libertação: os
enfoques comunitários.
Unidade 2: Estrutura e funcionamento dos sistemas educacionais no Brasil Papel da
educação e a função social atual da escola no Brasil: O fracasso escolar, suas causas e
implicações psicosssociais; A LDB e os Parâmetros Curriculares Nacionais;
Perspectiva teóricas e a atuação prática do psicólogo na escola: A psicologia cognitiva;
A análise do comportamento; A psicanálise.
Unidade 3: O papel do psicólogo escolar Atuação em equipe multiprofissional: O
psicólogo escolar, o pedagogo e o psicopedagogo; Questões técnicas e éticas na equipe
multiprofissional. Âmbitos de atuação do psicólogo no contexto escolar: intervenção
psicopedagógica: Promoção do processo de ensino e aprendizagem; Professor:
orientações e reflexões teóricas e práticas; Aluno: acompanhamento e avaliação;
Integração família/escola. Recursos técnicos e metodológicos de intervenção:
Observação em sala de aula; Registro da dinâmica de sala de aula: situações didáticas,
interações professor-aluno e aluno-aluno; Avaliação do papel da escola: análise acerca
da aprendizagem escolar; Planejamento de intervenção no contexto escolar.
Unidade 4: Temas emergentes da interface psicologia educação Agressividade e
violência; Identidade etária, gênero e sexualidade; Aspectos psicológicos dos currículos
escolares; A educação em situações de risco e abandono; Evasão e multi-repetência;
Escola inclusiva; Currículo e multireferencialidade.
Metodologia: Seminários; aulas expositivas: Trabalhos Escritos; Coordenação e
Discussões de Temas Propostos; Fichas de Leituras; Visitas orientadas para realização
de entrevistas e observações em diferentes instituições educacionais e de saúde.
Avaliação: Prova escrita, seminário, fichas de leitura e relatórios de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, L.S.; TAVARES, J. (Orgs.). Conhecer, aprender, avaliar. Porto: Ed.
Porto, 1998.
BRUNER, J. A cultura da educação. Porto Alegre: Artmed, 2001.
DEL PRETTE, Z.A.P. (Org.). Psicologia escolar e educacional: saúde e qualidade de
vida. Campinas: Alínea, 2001.
DELVAL, Juan. Aprender na vida e aprender na escola. Porto Alegre: Artmed, 2001.
DEMO, P. Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 2000.
GUZZO, R.S.L. Psicologia escolar e a nova conjuntura educacional brasileira.
Campinas: Átomo, 1999.
MEIRA, Marisa Eugênia Melillo e ANTUNES Mitsuko Aparecida Makino (Orgs.)
Psicologia escolar: teorias críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
SALVADOR, C. C. e outros. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artmed, 2000.
TANAMACHI, ET AL. (orgs.). Psicologia e Educação: desafios teórico-práticos. São
Paulo: Casa do psicólogo, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAYRREL, J. (Org.). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte:
UFMG, 2001.
FONSECA, V. Aprender a aprender: a educabilidade cognitiva. Porto Alegre:
Artmed, 1998.
FULLAN, Michael; HARGREAVES, Andy. A escola como organização aprendente:
Buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed. 2000.
GUZZO, R.S.L. (org.). Psicologia escolar: LDB e Educação hoje. Campinas: Alínea,
1999.
MACEDO, L.; PETTY, A.L.S.; PASSOS, N.C. Aprender com jogos e situações-
problema. Porto Alegre: Artmed, 2001.
MISHNE, J. Elevando a Competência Acadêmica e Social. Porto Alegre: Artmed.
1999.
NUNES SOBRINHO, F.P., CUNHA, A.C.B. (Orgs.). Dos problemas disciplinares aos
distúrbios de conduta: práticas e reflexões. Rio de Janeiro: Dunya, 1999.
PATTO, Maria Helena de Souza. Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: Casa
do Psicólogo, 1997.
PAZ, M.G.T.; TAMAYO, A. (Orgs.). Escola, saúde e trabalho: estudos psicológicos.
Brasília: UnB, 1999.
SOUZA, Marilene Proença Rabello de. (Orgs) e outros. Psicologia Escolar: Em busca
de novos rumos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
WECHSLER,S.M. (Org.). Psicologia escolar: pesquisa, formação e prática. Campinas:
Alínea, 1996.
YAMAMOTO, O.H.; CABRAL NETO, A. (Orgs.). O psicólogo e a escola. Natal:
UFRN, 2000.

Disciplina: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL 04/72


Ementa:
Organização: conceitos e evolução das teorias organizacionais. Diferentes perspectivas
para compreensão do fenômeno organizacional. Organização e Instituição.
Organizações: estrutura e ambiente. A dinâmica interna das organizações: cultura,
poder, política e conflito. O indivíduo e a organização. As diferenças individuais e
diversidade: percepção social, valores e significado do trabalho, motivação e
comprometimento. Campos de atuação: recrutamento e seleção de pessoal, job design,
avaliação de desempenho, treinamento. Diagnóstico e intervenções na vida da
organização – a mudança organizacional. Programas globais de intervenção: Qualidade
de vida no Trabalho, Qualidade Total. Elaboração de projetos de intervenção.
Objetivos Analisar as organizações como unidades sociais que articulam processos
individuais e coletivos, caracterizando as suas dimensões psicológicas e psicossociais;
Diferenciar processos macro e micro organizacionais descrevendo como eles se
articulam, para caracterizar a dinâmica individual, interpessoal, cultural e política das
organizações; Descrever características macro e micro organizacionais em
organizações de diferentes tipos (escolas, empresas, hospitais, postos de saúde,
igrejas, ONGs etc.), demonstrando domínio dos conceitos básicos sobre processos
organizacionais; Dominar os princípios conceituais e procedimentos técnicos
envolvidos em alguns domínios específicos de intervenção na área de gestão de
pessoas, apoiando-se em uma visão crítica da forma em que tais intervenções são
conduzidas no atual contexto das relações de trabalho no país; Dominar algumas
ferramentas básicas para avaliação/diagnóstico de problemas organizacionais,
discriminando necessidades de intervenção cujo foco envolve o elemento humano nas
organizações; Elaborar projetos de intervenção em problemáticas organizacionais
afetas à área de gestão de pessoas, preservando a necessária perspectiva estratégica e
de integração com a atividade organizacional como um todo; Conceber programas
preventivos, tendo como foco a promoção da qualidade de vida no trabalho.
Conteúdo: 1. Comportamento Organizacional: conceitos e processos básicos Novos
cenários no mundo do trabalho: impactos sobre as organizações, ocupações e força de
trabalho; Aspectos macro - organizacionais: Organização: conceitos e distintos níveis
de análise. Organizações mecânicas versus orgânica; Organizações e seus ambientes:
impactos sobre as estruturas e processos organizacionais; Cultura Organizacional;
Poder e Conflito na organizações. Aspectos micro - organizacionais: Motivação no
trabalho - principais teorias, seus limites e implicações tecnológicas; Percepção e
diferenças individuais no trabalho: personalidade e trabalho; cognições no trabalho;
Significado do Trabalho; Atitudes no trabalho: satisfação e comprometimento. 2. A
função de recursos humanos e o papel do psicólogo O psicólogo nas organizações:
espaços de atuação e perspectivas de mudança; Funções de RH - uma visão global e
estratégica; A análise do trabalho: conceitos, objetivos, metodologias e usos possíveis.
Job design e enriquecimento do trabalho; O desenvolvimento de pessoal: treinamento,
levantamento de necessidades, planejamento, execução e avaliação; A avaliação de
desempenho: conceitos, estratégias, metodologias e instrumentos; Problemas e desafios
que cercam a área de RH no atual contexto de mudanças sociais, tecnológicas e
organizacionais 3. Projetos de Intervenção na área de recursos humanos Diagnóstico e
Avaliação organizacional; Mudança Organizacional: Desenvolvimento Organizacional
(DO) e Qualidade de vida no trabalho (QVT); Elaboração de projetos de intervenção.
Metodologia: Seminários; aulas expositivas: Trabalhos Escritos; Coordenação e
Discussões de Temas Propostos; Visita e trabalho prático de descrição de fenômenos
em diferentes tipos de organizações.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, A. V. B. A psicologia no contexto das organizações: tendências inovadoras
no espaço de atuação do psicólogo. In: C.F.P., Psicólogo Brasileiro: construção de
novos espaços. Campinas: Átomo, p. 55-1432, 1992. Cap. 3.
BECKER, B.E & HUSELID, M.A. & ULRICH, D. Gestão Estratégica de Pessoas
com “Scorecard”. Rio de Janeiro: Campus. 2001.
BITENCOURT, C. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos
tradicionais. Porto Alegre: Bookman. 2004.
BOWDITCH, J. L.; BUONO, A. F. Elementos de comportamento organizacional.
São Paulo: Pioneira, 1992.
COHEN, A.R. & FINK, S.L. Comportamento Organizacional: conceitos e estudos
de casos. RJ: Campus. 2003.
DAVIS, K.; NEWSTROM, J. W. Comportamento humano no trabalho: uma
abordagem psicológica. São Paulo: Pioneira, 1992. 02 v.
MORGAN, G. As imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
PIMENTA, M. S. Recursos humanos: uma dimensão estratégica. Belo Horizonte:
UFMG, p. 127-146, 1999.
ROBBINS, S. S. Comportamento organizacional. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos,1999.
SPECTOR, P. E. Psicologia nas Organizações. São Paulo: Saraiva. 2002.
VERGARA, S. C. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2003
WAGNER, J.A.; HOLLENBECK, J.R. Comportamento Organizacional: criando
vantagem competitiva. SP: Saraiva. 1999.
ZANELLI, J. C. O Psicólogo nas Organizações de Trabalho. Porto Alegre: Artmed.
2002.
ZANELLI, J.C.; BORGES-ANDRADE, J. E. e BASTOS, A.V.B. Psicologia,
Organizações e Trabalho no Brasil. Porto Alegre:Artmed, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BASTOS, A. V. B.; GALVÃO-MARTINS, A. H. O que pode fazer o psicólogo
organizacional. Psicologia: Ciência e Profissão, n. 1, p. 10-18, 1990.
BITENCOURT, C. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos
tradicionais. Porto Alegre: Bookman. 2004.
CALDAS, M. P.; WOOD JR.,T. Transformação e realidade organizacional: uma
perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 1999.
CHANLAT, J-F. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo:
Atlas, 1992.
CODO, W. Um diagnóstico do trabalho. In: TAMAYO, A. et al. Trabalho,
organizações e cultura. Coletâneas da ANPEPP. São Paulo: Gráfica Editora, 1992.
DAVEL, E.; VASCONCELOS, J. Recursos humanos e subjetividade. Petrópolis:
Vozes, 1995.
DAVIS, K.; NEWSTROM, J. W. Avaliação e compensação do desempenho. In:
Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicológica. São Paulo:
Pioneira, cap. 5, p. 93-119, 1992.
GIL, A. C. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1994.
KOHN, Alfie. Punidos pelas recompensas. São Paulo: Atlas, 1998.
LIMA, S. M.V. Mudança Organizacional. RJ: FGV. 2003.
MILKOVICH, G.T. & BOUDREAU, J.W. Administração de Recursos Humanos.
SP: Atlas. 2000.
SCHEIN, E. H. Psicologia organizacional. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1984.
SROUR, R. H. Poder, cultura e ética na organizações. Rio de Janeiro: Campus,
1998.
TAMAYO, A; ANDRADE, J. E. B; CODO, W. (Orgs.). Trabalho, organizações e
cultura. Coletâneas da ANPEPP. São Paulo: Gráfica Editora, 1997.
WOOD JR., Thomaz. Mudança Organizacional. São Paulo: Atlas, 2002.

Disciplina: MÉTODOS DE ENTREVISTA 02/ 36


Ementa:
Entrevista Psicológica como instrumento de investigação. Entrevista em diferentes
contextos: clínico, trabalho, saúde. Dimensões psicossociais da entrevista. Aspectos
éticos no uso da entrevista psicológica. Atividades práticas de entrevista.
Objetivos: Caracterizar a entrevista como uma ferramenta básica para a investigação
de fenômenos psicológicos; Identificar as origens científicas da entrevista na prática
psicológica; Discriminar e utilizar a entrevista de acordo com o enfoque teórico, o(s)
objetivo(s) e a estruturação; Escolher e planejar o uso da entrevista psicológica, tendo
em vista a natureza do problema e os objetivos da ação.
Conteúdo: Unidade 1 - Entrevista Psicológica como Instrumento de investigação.
Definições de entrevista psicológica; Tipos de entrevista; Objetivos da entrevista;
Relação entrevistador/entrevistado; Requisitos básicos do entrevistador; Linguagem
científica na entrevista. Unidade 2 - Dimensões psicossociais da entrevista. Processo de
comunicação e suas implicações; Táticas de entrevista; Enquadre e análise da
entrevista; Registro e classificação da entrevista; Sistematização dos dados da
entrevista. Unidade 3 - Aspectos éticos no uso da entrevista Psicológica. Unidade 4 -
Atividades práticas de entrevista. Observação do uso da entrevista psicológica nos
diferentes campos de atuação do psicólogo; Uso da entrevista psicológica nas diferentes
áreas da Psicologia.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Relatórios dos exercícios práticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BLEGER, J. Temas de Psicologia-Entrevista e Grupos. São Paulo: Martins Fontes,
1993.
CUNHA, J. A. Psicodiagnóstico. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LODI, J. B. A Entrevista: Teoria e Prática. São Paulo: Pioneira, 1991.
MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2003.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARZENO, M. E. G. Psicodiagnóstico Clínico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
ERTHAL, T. C. Manual de Psicometria. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
GARRET, A. A entrevista: seus princípios e métodos. Rio de Janeiro: Agir, 1981.
GONGORA, M. A.; SILVARES, E. A entrevista psicológica. [S. l. : s. n., s. d.].
SCARPARO, H. Psicologia e Pesquisa: Perspectivas Metodológicas. Porto Alegre:
Sulina, 2000.
TRINCA, W. Diagnóstico Psicológico: prática clínica. São Paulo: EPU, 1984.

Disciplina: PSICOLOGIA COMUNITÁRIA 03/54


Ementa:
Diferentes abordagens da Psicologia Comunitária. Metodologias de pesquisa e
intervenção e avaliação. O papel do psicólogo comunitário e sua relação com a
comunidade. Níveis de ação comunitária. Promoção de saúde, cidadania e qualidade de
vida. Elaboração de projetos de intervenção e trabalho comunitário.
Objetivos: Analisar as bases filosóficas e teóricas assim como os fundamentos
metodológicas que apóiam as intervenções do psicólogo frente a problemas
comunitários; Caracterizar os diferentes níveis de intervenção em problemas
comunitários, nas suas dimensões psicossociais; Estabelecer claramente o papel
profissional do psicólogo comunitário frente à comunidade; Dominar procedimentos e
instrumentos para realizar levantamentos de necessidades e diagnósticos em contextos
comunitários; Elaborar e avaliar projetos de psicologia comunitária frente às demandas
da comunidade; Planejar, executar e registrar experiências de observação participante
em contextos comunitários; Refletir sobre a ética na pesquisa e no trabalho comunitário.
Conteúdo: Unidade 1- Introdução ao estudo da psicologia comunitária: Origens
históricas e referencial teórico da psicologia comunitária; Psicologia social versus
psicologia comunitária; Conceitos de comunidade. Unidade 2- Fundamentos para o
trabalho em comunidades Teoria das representações sociais; Métodos de investigação
em psicologia comunitária: A pesquisa participante e as técnicas de investigação;
Análise, interpretação e uso de resultados. Unidade 3- Processos básicos em psicologia
comunitária: Indivíduo, grupo e sociedade; Ideologia e psicologia política;
Conhecimento da vida cotidiana: a produção de significados; Organizações coletivas e
instituições. Unidade 4- Níveis da ação comunitária: A psicologia e os problemas
sociais; Prevenção e tratamento em psicologia comunitária; Contextos de saúde e
educação; Contextos de instituições. Unidade 5- A comunidade como espaço de
intervenção psicológica: O trabalho multidisciplinar; Psicologia comunitária X
cidadania; A atenção à saúde em contextos comunitários. O conceito de saúde e doença
enquanto resultante das condições econômicas, sociais e biológicas; Relações de gênero
e vida comunitária; Psicologia política - Problematização da realidade.
Metodologia: Seminários; aulas expositivas: Trabalhos Escritos; Coordenação e
Discussões de Temas Propostos; Fichas de Leituras; Visitas orientadas para observação
de contextos sociais comunitários e nas instituições de saúde e educação.
Avaliação: Seminário, prova escrita e relatório de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, R. da C. O processo de inserção em psicologia comunitária: ultrapassando
o nível dos papéis. In: BRANDÃO, I. R.; BONFIM, Z. A. C. (Orgs.). Os Jardins da
psicologia comunitária: escritos sobre a trajetória de um modelo teórico–vivencial.
Fortaleza: UFC ; ABRAPSO, 1999.
CAMPOS, R. H. F. (Org.). Psicologia social comunitária: da solidariedade à
autonomia. Rio de Janeiro: Vozes, 1996.
CAMPOS, R. H.; GUARESCHI, P. Paradigmas em psicologia social. Petrópolis:
Vozes, 2000.
FREITAS, M. F. Q. Contribuições da psicologia social e psicologia política ao
desenvolvimento da psicologia social comunitária. Psicologia e Sociedade, v. 8, n. 1,
p., 63-82, 1996.
FREITAS, M. F. Q. Contribuições da psicologia social e psicologia política ao
desenvolvimento da psicologia social comunitária: os paradigmas de Silvia Lane,
Ignácio Martín–Baró e Maritza Monteiro. Psicologia & Sociedade, v.8, n. 1, p. 63–
82, jan./jun. 1996.
SAWAIA, B.B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da
desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FREITAS, M. F. Q. Desafios e necessidades apresentadas ao(s) psicólogo(s) para
trabalhar em comunidade, na perspectiva da comunidade. PSYKHE, v. 8, n. 1, p. 49-
56, 1999.
FREITAS, M. F. Q. Novas práticas e velhos olhares em psicologia comunitária. Uma
conciliação possível?. In.: SOUZA, L.; FREITAS, M. F. Q.; RODRIGUES, M. M. P.
(Orgs.) Psicologia: reflexões (im)pertinentes. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998. p.
83-108.
LANE, S.; SAWAIA, B. Novas veredas da psicologia social. São Paulo:
Brasiliense, 1994.
MARTIN, A; CHACÓN, F; MARTINEZ, M. Psicologia comunitária. Barcelona:
Ed. Visor, 1998.
MENANDRO, P. R.; TRINDADE, Z. A.; BORLOTI, E. B. Pesquisa em psicologia:
recriando métodos. Vitória: UFES. Programa de Pós-Graduação em Psicologia:
CAPES. PROIN, 1999.
PAZ, M.G.T.; TAMAYO, A. (Orgs.). Escola, saúde e trabalho: estudos
psicológicos. Brasilia: UnB, 1999.

Disciplina: PERSONALIDADE E ESTRUTURA 04/72


Ementa:
Conceito de personalidade e histórico dos estudos relacionados à personalidade.
Conceitos básicos: personalidade, caráter, si-mesmo (self), identidade, ego,
autoconceito. Diferentes teorias de personalidade. Modelos fatoriais e biológicos em
personalidade: Cattel, Eysenck, Cinco Grandes Fatores, Cloninger. Estudos atuais sobre
personalidade.
Objetivos: Identificar a noção de personalidade, suas filiações, seus impasses e
perspectivas. Discriminar o conceito de personalidade de outros que buscam descrever
estruturas pessoais que conferem identidade e singularidade ao indivíduo. Reconhecer a
existência de múltiplas conceituações e abordagens ao estudo da personalidade, sabendo
situá-las historicamente. Reconhecer pontos de convergência e divergência entre
diversos modelos teóricos em personalidade. Confrontar versões historicistas-
contextualistas e naturalistas-essencialistas a respeito do estudo da personalidade.·
Analisar pesquisas atuais relacionadas ao tema "personalidade", sendo capaz de
descrever suas características metodológicas mais importantes. Conteúdo Programático:
Unidade 1: Introdução: Questões conceituais e diferentes perspectivas de estudo sobre
personalidade 1.1 Personalidade e outros conceitos: indivíduo, eu, self. 1.2 -
Abordagens nomotéticas e idiográficas. 1.3 - Perspectivas historicistas-contextualistas;
naturalistas-essencialistas. 1.4 - Possíveis distinções conceituais: personalidade, caráter,
si-mesmo (self), identidade, ego, autoconceitoUnidade 2: Perspectiva desenvolvimental
no estudo da personalidade. 2.1 - Fatores explicativos: relações personalidade-
sociedade-cultura. 2.2 - Influências biológicas 2.3 - Impacto das experiências iniciais
teorias implícitas de personalidade. 2.4 - Evolução Humana e Sociabilidade. A
Natureza Social do Desenvolvimento Humano: Vygotsky e Mead·Formação e funções
do Self e identidade nos contextos social, cultural e psicológico: Narratividade e
Formação do Self e Identidade· Multiplicidade do Self v. Unidade de Identidade·
Self Pessoal v. Identidade SocialUnidade 3: Modelos fatoriais e biológicos em
personalidade: 3.1 - Cattel; 3.2 - Eysenck; 3.3 - Cinco Grandes Fatores; 3.4 -
Cloninger Unidade 4: Atributos de diferenciação entre teorias de personalidade. 4.1 -
Abordagens: psicanalíticas; comportamentais e cognitivas; humanistas. 4.2 -
Metodologias de estudo em personalidade
Metodologia: Aulas teóricas e práticas, seminários com a presença de profissionais que
atuam na área, debates, estudo de grupo e dirigido.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CLONINGER, S. (org.). Teorias da Personalidade. São Paulo: Martins Fontes, 1999
FADIMAN, J. e FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: Harper e Row,
1979. HALL, C. S.; LINDZEY, G. e CAMPBELL, J. B. Teorias da personalidade. 4.
ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
JUNG, C. G. 1932 “Da formação da personalidade” O.C. XVII. Petrópolis: Vozes,
1986.
_______, Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2000.
JUNG, C. G. (1961) Memórias Sonhos e Reflexões. Editora Nova fronteira, Rio de
Janeiro, 1986.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CLAPIER-VALADON, S. As teorias da personalidade. São Paulo: Martins Fontes,
1988.
FORGHIERI, Y. C. Psicologia fenomenológica: Fundamentos, métodos e pesquisas.
São Paulo: Pioneira, 1990.
GALLAHER, W. Identidade: A genética e a cultura na formação da personalidade.
São Paulo: Ática,1998.
HUTZ, C. S. et al. O desenvolvimento de marcadores para a avaliação da
personalidade no modelo dos cinco grandes fatores. Psicologia: reflexão e crítica,
v.11, p. 395-409.
NEUMANN, E. A criança. São Paulo: Cultrix, S/d.
SAMUELS, a. Jungs e os Junguianos. Rio de Janeiro: Imago, 1989.

6° SÉRIE

Disciplina: TÉCNICAS DE EXAME EM PSICOLOGIA II 04/72


Ementa:
Histórico dos testes projetivos. Tipos de testes de personalidade, suas vantagens e
limitações. Os testes projetivos - gráficos, de complementação e de apercepção temática
- histórico, bases teóricas, características, técnicas de aplicação, interpretação dos dados.
As medidas de ansiedade de adultos e crianças - a história, bases teóricas,
características, técnicas de aplicação e interpretação dos dados. Planejamento e
execução de informes e pareceres psicológicos, o examinador e sua relação com o
paciente e a família. Questões éticas no uso das técnicas projetivas.
Objetivos: Distinguir as especificidades e as questões de ordem epistemológica,
teóricas e clínicas, metodológica e prática concernentes a investigação da personalidade.
Caracterizar as técnicas projetivas de uma maneira geral. · Conceituar a projeção nas
várias correntes da psicologia. Interpretar manuais de testes psicológicos projetivos e
aplicá-los corretamente. Interpretar os resultados dos testes nas dimensões psicológicas.
Relacionar os resultados dos testes com os conteúdos da história de vida dos sujeitos.
Planejar e executar a aplicação dos testes projetivos. Reconhecer as vantagens,
limitações e implicações éticas do uso de testes Projetivos.
Conteúdo: Unidade 1: A investigação psicológica e o lugar das técnicas de avaliação da
personalidade: A questão do qualitativo e quantitativo na investigação psicológica; A
entrevista clínica e sua especificidade como recurso importante na investigação da
personalidade. Unidade 2:Conceito de projeção: Histórico e precursores no estudo da
personalidade e testes de personalidade; A projeção e os testes projetivos.Unidade 3:A
Psicanálise como fundamento das técnicas projetivas de investigação: Sujeito da
Psicanálise. O inconsciente e suas produções (sintomas, fantasias, sonhos, etc); A
investigação dos fenômenos inconscientes e a interpretação psicanalítica na clínica e na
pesquisa; O conflito psíquico e os mecanismos de defesa; Os mecanismos de projeção e
os instrumentos projetivos na investigação dos fenômenos inconscientes. Unidade
4:Técnicas analíticas e sincréticas: vantagens e limitações: Os testes projetivos gráficos:
HTP (acromático e cromático), Família, Wartegg e Palográfico; Objetivos,
fundamentação, aplicação e análise.Unidade 5:Os testes projetivos de complementação:
Fábulas de Duss, Contos de Madeleine Thomas (CMT) e o teste das Pirâmides
Coloridas de Pfister (TPC); Objetivos, fundamentação, aplicação e análise.Unidade
6:IDATE - infantil e adulto: Objetivos, fundamentação, técnicas de aplicação e
interpretação; Elaboração de parecerUnidade 7:Visão geral das técnicas temáticas: Os
testes projetivos temáticos: TAT e CAT; Objetivos, fundamentação, aplicação e
análise.Unidade 8:Reflexões e discussão sobre a utilização de técnicas projetivas na
atualidade da prática e da pesquisa em Psicologia: Planejamento e definição do usos de
técnicas projetivas adequadas a contextos práticos específicos - educação, trabalho,
clínica; Elaboração de informes e pareceres psicológicos; Relação: examinador,
examinando e a família; Questões éticas no uso das técnicas projetivas.
Metodologia: Aulas teóricas e práticas. Auto-aplicação e posterior aplicação e análise
das técnicas citadas. Análise de exemplos. Atividade de campo para levantar
informações sobre o uso das técnicas projetivas pelo psicólogo. Seminários. Elaboração
de relatório. Execução de um plano de uso das técnicas projetivos na avaliação da
personalidade. Utilização dos recursos didáticos: quadro, giz, projetor, transparências,
papel ofício, lápis preto e de cores, borracha, folhas de resposta, exemplos, apostilas e
manuais dos testes indicados no programa. Aulas práticas no laboratório de medidas de
Psicologia.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANATASI, A. e URBINA, S. Testagem psicológica. Porto Alegre: Artmed,1998.
ARZENO, M. E. G. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições. Porto Alegre:
Artes Médicas,1995.
DIAS, C. M. S. B. Avaliação da personalidade infantil. 2. ed. João Pessoa: Idéia,
2000. CUNHA, J. A. et al. Psicodiagnóstico-V. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
TARDIO, L. O teste de apercepção infantil e o teste das fábulas de Duss. São Paulo:
Vetor, 1998.
TELLES, V. S. A desvinculação do TAT do conceito de "projeção" e a ampliação
do seu uso. Psicologia USP, v. 11, n. 1 p. 63-83. 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GONÇALVES, M. et al (org.). Avaliação Psicológica: formas e contextos. Braga:
Associação dos Psicólogos Portugueses, 1997. v. 5.
TRINCA, W. Formas de investigação clínica em psicologia. São Paulo: Vetor, 1997.
VAZ, C. E. Z-teste: teste de Zulliger forma coletiva. São Paulo: Casa do Psicólogo,
1998.
WESCHLER, S. M. Guia de procedimentos éticos para a avaliação psicológica. In:
Avaliação psicológica: perspectiva internacional. São Paulo: Casa do Psicólogo,
1999. p. 133-141.

Disciplina: PSICOLOGIA CORPORAL 02/36

Ementa: Os fundamentos teóricos da psicoterapia corporal e sua definição. Modelos e


técnicas empregadas. Aplicação da psicologia do corpo.
Objetivos
Definir o que é psicoterapia corporal. Explicar os principais conceitos da psicologia do
corpo. Refletir sobre a prática da psicologia corporal. Levantar as principais atuações da
psicoterapia corporal.
Conteúdo:
Unidade 1. Pressupostos básicos da psicologia corporal.
1.1 Definição de psicologia corporal.
1.2 Bibiografia de Wilhelm Reich.
1.3 Fundamentos teóricos da psicologia do corpo.
Unidade 2. Principais conceitos da teoria de Reich.
2.1 Caráter, a perda da couraça muscular,
2.2 Bioenergia e energia orgônica.
2.3 As três técnicas terapêuticas:a análise do caráter, a vegetoterapia caractero-analítica
e a orgonoterapia.
Unidade 3. O corpo em terapia.
3.1 A bioenergética.
3.2 Principais técnicas empregada.
3.3 Práticas da psicologia corporal aplicada na psicoterapia individual e grupal.
3.4 Principais modelos da psicologia corporal.
Metodologia: Aulas expositivas e vivencias em grupo.
Avaliação: Relatório das atividades realizadas e avaliação formal (prova)

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CONGER, J. Jung e Reich – O corpo como sombra. São Paulo: Summus, 1995.
McNEELY, D. A. Tocar- Terapia do corpo e psicologia profunda. São Paulo:
Cultrix, 1995.
Reich, Wilhelm - Análise do Caráter - 3ª Edição - São Paulo : Editora Martins
Fontes, 1998.
LOWEN, A. - O Corpo em Terapia 4a. ed.. Summus, S o Paulo, 1977.
SANDOR, P. e outros técnicas de relaxamento. São Paulo: Vetor, 1974.
SANNINO, A. Métodos do Trabalho corporal na Psicoterapia. São Paulo: Moraes,
1992.
Wagner, Claudio de Mello - Freud e Reich - Continuidade ou Ruptura? - São
Paulo : Editora Summus, 1996.__________.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DELMONTO, Suzana. Toques sutis. São Paulo: Summus, 1997.
Mann, W. Edward - Orgônio, Reich & Eros - A Teoria da Energia Vital de
Wilhelm Reich - São Paulo : Editora Summus, 1989.
BELLO, SUSAN Pintando sua alma método do desenvolvimento da personalidade
criativa. Brasília, 1996.
Lowen, Alexander - O corpo em depressão - As bases biológicas da fé e da
realidade - 5ª edição - São Paulo : Editora Summus, 1983.
_____________ Bioenergética 2a. ed.. Summus, So Paulo, 1982
VOLPI, J. H. e VOLPI, S. M. Práticas Corporais Aplicadas em Grupo. 144 páginas.
Ed.2002.

Disciplina: PSICOPATOLOGIA II 04/72


Ementa:
Semiologia e anamnese psicopatológica - exame mental. Classificação dos fenômenos
psicopatológicos. Psicopatologia clínica. Conduta terapêutica e critérios de cura de
fenômenos particulares da psicopatologia: distúrbios da atenção, concentração,
consciência, percepção, memória, afetividade, psicomotricidade, inteligência,
linguagem, pensamento, impulsos e vontade. Sinais e sintomas das síndromes culturais.
Aspectos éticos e trabalho em equipe multiprofissional.
Objetivos: Caracterizar as estruturas clínicas clássicas (neuroses, psicose e perversão);
Manejar, adequadamente, os sistemas classificatórios DSM IV e CID-10 para o
diagnóstico de transtornos mentais; Identificar os principais transtornos alimentares,
de personalidade e de identidade de gênero; Descrever o processo diagnóstico dos
principais fenômenos psicopatológicos; Discutir a intervenção terapêutica dos
principais fenômenos psicopatológico; Discutir aspectos éticos e o trabalho em equipe
multifuncional com fenômenos psicopatológicos.
Conteúdo: Sinal, sintoma, síndrome e doença; Introdução ao diagnóstico e nosografia.
O processo diagnóstico. Avaliação clínica e exame psíquico. A entrevista diagnóstica e
observação clínica (alteração das funções da percepção, delírios). História clínica
(quiexas, antecedentes, sintomas e exames complememtares); Hipótese diagnóstica.
Classificação dos transtornos mentais. DSM. IV e CID – 10 e conduta terapêutica nos
principais fenômenos psicopatológicos: transtornos esquisofrênicos e delirantes;
transtorno do humor, transtornos fóbicos transtornos de ansiedade, transtornos de
pânico; transtornos obsessivo – compulsivo; transtornos dissociativos, transtornos
somatoformes, transtornos de personalidade, transtornos mentais orgânicos, alcoolismo
transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas, transtornos alimentares,
transtornos de identidade de gênero; Psicopatologia da criança: neurose infantil,
psicose, debilidade, depressão. Diagnóstico, terapêutica e critério de cura; Patologia da
adolescência: distúrbio da conduta. Diagnóstico, terapêutica e critérios de cura;
Psicopatologia do envelhecimento: depressão, demência e transtornos devido à doença
orgânica. Diagnóstico, terapêutica e critérios de cura; Etnopsicologia clinica: sinais e
sintomas das síndromes culturais. Diagnóstico e terapêutica; Conduta e terapêutica em
equipe multiprofissional. Relação com o paciente. Aspectos éticos.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
de observação em instituições de saúde mental.
Avaliação: Provas escritas, relatórios de visitas e de estudo de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARLOW, D. H. (Org.). Manual clínico dos transtornos psicológicos. 2. ed. Porto
Alegre: Artes Médicas,1999.
BERGERET, J. A personalidade normal e patológica. 3. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
DALGALANONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto
Alegre: Artes Médicas,2000.
DSM-IV- Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4. ed. Porto
Alegre: Artes Médicas,1995.
HOLMES, D. S. Psicologia dos transtornos mentais. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1997.
SIMS, Andrew. Sintomas da Mente: Introdução à psicopatologia descritiva. São Paulo:
Atlas, 2.ed., 2001

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEAUCHESNE, H. História da psicopatologia. São Paulo: Martins Fontes,1989.
D’ANDREA, F. F. Transtornos Psiquiátricos do Adulto. 2. ed. São Paulo: Difel,
1986.
GABBARD, G. O. Psiquiatria psicodinâmica. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
HALES, R.E.; YUDOFSKI, S.; TALBOTT, J.A. Tratado de psiquiatria. Porto Alegre:
Artes Médicas,1992.
KAPLAN, H.; SADDOCK, B. Compêndio de psiquiatria. 6. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1993.
KUZNERZOFF, N. Prevenção, diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais.
Porto Alegre: Artes Médicas,1997.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (Coord.). Classificação de transtornos
mentais e de comportamento da CID-10. Porto Alegre: Artes Médicas,1993.
PAIM, I. Curso de Psicopatologia. São Paulo: EPU,1986.

Disciplina: ESTÁGIO BÁSICO I 05/90


Ementa:
Integração das competências formadas no Núcleo Comum do curso, usando os
conteúdos dos eixos estruturantes Fundamentos epistemológicos e históricos,
Fundamentos metodológicos, Interfaces com áreas afins, Processos psicológicos e
Procedimentos para a investigação científica e a prática profissional para análise e
diagnóstico de problemas psicológicos humanos e/ou da fundamentação das práticas
psicológicas correntes.
Metodologia: Inserção em um dos contextos clássicos de atuação do psicólogo (escola,
empresa, creche, hospital, posto de saúde etc.) e realização de um levantamento de
necessidades, com caráter diagnóstico, de dificuldades existentes no nível das
interações entre indivíduos e esses contextos. Produção de um relatório do estudo
diagnóstico realizado no contexto escolhido, aprofundando o exame de um caso
singular.
Avaliação: Relatório diagnóstico.

Disciplina: PROJETO DE PESQUISA EM PSICOLOGIA 04/72


Ementa:
A prática de construção do conhecimento científico. Delimitação de problemas.
Hipóteses científicas. Conceitos e construtos científicos. A questão da mensuração em
ciência e em psicologia. Delineamentos de pesquisa em psicologia. A ética na ciência e
na psicologia. A pesquisa em psicologia no Brasil: panorama do campo de interesses e
produção. Fases do projeto de pesquisa: introdução, método e referências. Aplicação de
conhecimentos na elaboração dos projetos de pesquisa.
Objetivos: Informar-se sobre diferentes tipos de pesquisa no campo da psicologia,
refletindo sobre o problema da adequação entre objeto e método; Analisar as diferentes
estratégias de pesquisa em psicologia identificando seus limites e potencialidades;
Analisar a formulação de problemas e hipóteses em relatos de pesquisa diferentes
quanto a objetivo e delineamento; Discutir os problemas que cercam a investigação
científica na área da psicologia, identificando recomendações que possam ampliar a sua
qualidade metodológica; Discutir as questões éticas envolvidas no processo de
construção do conhecimento científico em psicologia; Reconhecer e formular
problemas, hipóteses e variáveis; Analisar criticamente características centrais da
pesquisa em Psicologia no Brasil; Elaborar projeto de pesquisa em psicologia.
Conteúdo: Unidade 1: O processo de investigação Aformulação de problemas de
pesquisa em psicologia: critérios e relevância; Hipóteses: classificação e papel na
investigação psicológica; A construção do marco teórico: tratamento conceitual do
objeto. A revisão de literatura; Do Teórico ao empírico: conceitos, construtos,
dimensões, variáveis, indicadores, descritores. Unidade 2: Os delineamentos de pesquisa
em Psicologia Estratégias quantitativas e qualitativas de pesquisa em psicologia;
Estudos experimentais, quase-experimentais, levantamentos; Estudos intensivos e de
caráter etnológico; Pesquisa-ação: fundamentos e características. Observação
participante; Alguns delineamentos específicos da pesquisa em psicologia: o sujeito
como seu próprio controle; estudos clínicos e observacionais. Unidade 3: A pesquisa em
psicologia no Brasil. Áreas de interesse; Panorama do campo de interesses e produção;
Principais centros de pesquisa. Tendências, problemas, dilemas e perspectivas. Unidade
4: A ética na pesquisa. Vantagens e riscos das pesquisas; A participação dos sujeitos: a
questão do consentimento; A divulgação dos resultados: o respeito à confidencialidade
e/ou anonimato; A diferenciação das condições dos participantes.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate, exercícios em classe.
Avaliação: Entrevistas de supervisão, produtos intermediários da elaboração do projeto
e projeto final de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, L.F.L. Métodos e técnicas de pesquisa em Psicologia. Campinas: Alínea.
2000.
DOMENICO, V.G.C. & CASSETARI, L. Métodos e técnicas de pesquisa em
Psicologia - introdução. SP: Edicon, 2002.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
KERLINGER, F. N. Metodologia de Pesquisa nas ciências sociais: um tratamento
conceitual. São Paulo: EPU, 1980.
LAVILLE, C. E DIONNE, J. A construção do saber – manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: rtmed, Editora UFMG, 1999.
MINAYO, M. C. de S.. (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 13.ed.
Petrópolis: Vozes, 1999.
WRIGHTSMAN; SELLTIZ & COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais. SP:
EPU. v.1 e 2, 1981.
WRIGHTSMAN; SELLTIZ & COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais. SP:
EPU. v.3, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências
naturais e sociais — pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BECKER, H. S. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec,
1999.
CARVALHO, R. M. L. (Org.). Construindo o saber. 3. ed. Campinas: Papirus, 1991
LINHARES, C.; FAZENDA, I.; TRINDADE, V. (Orgs.) - Os lugares dos sujeitos
na pesquisa educacional. Campo Grande: UFMS, 1999.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, M. E. Ciência e conhecimento científico: métodos
científicos: teoria, hipótese e variáveis. São Paulo: Atlas, 1988.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, M. E. Técnicas de Pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas; amostragens e técnicas de pesquisa; elaboração, análise e
interpretação de dados. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
WEBER, S. Currículo mínimo e o espaço da pesquisa na formação do psicólogo.
Psicologia: Ciência e Profissão, 5(2):11-16, 1985.
YAMAMOTO, O. H., SOUZA, C. C. DE & YAMAMOTO, M. E. A produção
científica na psicologia: uma análise dos periódicos brasileiros no período de 1990-
1997. Psicologia, Reflexão e Crítica, 12, 549-565, 1999.
PERIÓDICOS CIENTÍFICOS:
Psicologia: Teoria e Pesquisa
Psicologia: Reflexão e Crítica
Psicologia: Ciência e Profissão
Temas em Psicologia
Estudos de Psicologia
INDEXADORES:
Psychological Abstracts
Sites do prossiga e do CNPq

Disciplina: PSICOLOGIA DA SAÚDE I 04/72


Ementa:
Antecedentes da psicologia da saúde. Objetivos da psicologia da saúde.
Comportamentos de saúde: definições, fatores psicossociais e cognitivos determinantes.
Modelos explicativos dos comportamentos de saúde. Modelos cognitivos. Modelos de
cognição social. Teorias leigas sobre saúde. O significado do ser saudável e ser doente.
Tipos de comportamentos de saúde e doença: as dependência – tabaco, álcool e outras
drogas; o stress; a dor; o sexo com risco. Perspectivas teóricas sobre a promoção de
saúde populacional – abordagens ambientais e de políticas públicas.
Objetivos: Analisar a concepção de psicologia da saúde numa perspectiva histórica;
Identificar os objetivos da psicologia da saúde; Discutir a relação entre comportamento
de saúde e doenças; Analisar e discutir sobre os modelos de saúde: Modelos cognitivos,
Modelos de cognição social e as teorias leigas de saúde; Refletir sobre os processos
ligados aos comportamentos de saúde: crenças, expectativas, cognição e avaliações;
Caracterizar os componentes de promoção de saúde, prevenção das doenças e de adesão
ao tratamento;
Analisar as teorias que caracterizam as mudanças na psicologia da saúde do indivíduo
e da população.
Conteúdo: Introdução à Psicologia da saúde. Antecedentes e objetivos; Caracterização
dos comportamentos de saúde e seus fatores de predição; Modelos de crenças de saúde:
Modelos cognitivos; Os modelos de cognição social; As teorias leigas sobre saúde;
Cognições de doença. O significado do estar doente e as cognições de doença;
Considerações gerais sobre os comportamentos de doenças. A psicologia frente a
evolução da doença; As dependências – fumo e bebida. Conceito de dependência,
mudanças históricas nas atitudes e abordagens teóricas frente às dependências; Stress –
conceito, o desenvolvimento de modelos de stress; fatores de controle e apoio social no
stress e na doença; Teorias sobre a dor. Desenvolvimentos recentes e o papel dos fatores
psicossociais na percepção da dor; Perspectivas de investigação contemporânea sobre a
sexualidade: O sexo como risco para a saúde, no contexto de DST/HIV E SIDA e o
evitamento da gravidez; Promoção de saúde populacional: Abordagens ambientais e de
políticas públicas Teorias relacionadas com a atitude e a comunicação Intervenção de
base populacional.
Metodologia: Seminários; aulas expositivas: Trabalhos Escritos; Coordenação e
Discussões de Temas Propostos; Fichas de Leituras; Análise de artigos em periódicos
científicos.
Avaliação: Seminários, prova escrita e fichas de leitura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANGERAMI-CAMON, V. A. (org). Novos rumos da Psicologia da Saúde. São Paulo:
Thompson/Pioneira, 2002.
ANGERAMI-CAMON, V. A., (org). Psicologia da Saúde – um novo significado para
a prática clínica. São Paulo: Thompson/Pioneira, 2002.
CAMPOS, Florianita Coelho B. (Org.) Psicologia e saúde: repensando práticas. São
Paulo: Hucitec. 1992.
MARLATT, G.A. Redução de danos: estratégias práticas para lidar com
comportamentos de alto risco. Porto Alegre: Artmed, 1999.
OGDEN, J. Psicologia da saúde. Lisboa: Climepsi editores,1999.
TESTA, M. Pensar em saúde. Porto Alegre: Artmed,1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANGERAMI-CAMON, V. A. Psicologia da saúde. São Paulo: Livraria Pioneira, 1996.
ANGERAMI-CAMON, V. A.. (Org.). A ética na saúde. São Paulo: Pioneira, 1997.
GADAMER, H. G. El estado oculto de la salud. Barcelona: Gedisa Editorial,1996.
HEGENBERG, L. Doença: um estudo filosófico. Rio de Janeiro: FIOCRUZ,1998.
HELMAN, C. G. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artes Médicas,1994.
LEAL, O. F. (Org.). Horizontes antropológicos: corpo, doença e saúde. Porto Alegre:
UFRGS,1998.
MEJIAS, N. P. O psicólogo, a saúde pública e o esforço preventivo. Revista de Saúde
Pública, 18, 155-161,1984.
MURPHY, S.; BENNETT, P. Psicologia e promoção da saúde. Lisboa: Climepsi
editores,1999.
NUNES, E. D. JCG: Pensamento social em saúde na América Latina. São Paulo:
Abrasco,1989.
SOUZA CAMPOS, G. W. A saúde pública e a defesa da vida. São Paulo:
Hucitec,1991.
WINTER, T. R. O enigma da doença. São Paulo: Casa do Psicólogo,1998.

7° SÉRIE

Disciplina: PSICOLOGIA EM SAÚDE II 03/ 54


Ementa:
Modelos de atuação em Psicologia e Saúde no Brasil, na América Latina e no mundo.
Os sistemas de saúde pública e privado e as políticas em saúde. O psicólogo em
trabalho multidisciplinar com áreas afins: médico, nutricionista, enfermeiro, assistente
social, fonoaudiólogo. A relação paciente-profissional. A Psicoprofilaxia – tratamento
preventivo, e períodos críticos. Legislação sobre a prática da psicologia nos sistemas de
atenção à saúde. A Psicologia na instituição psiquiátrica e de clínica geral. O trabalho
preventivo do psicólogo. Noções básicas de epidemiologia. Indicadores
epidemiológicos RMC. Psicologia e epidemiologia.
Objetivos: Situar as possibilidades de intervenção da psicologia no campo da saúde,
discriminando os principais recursos técnicos disponíveis e sua aplicabilidade aos
diversos contextos institucionais das práticas de saúde; Analisar e descrever
historicamente as instituição que integram o sistema de atenção à saúde nos seus
diferentes níveis; Compreender as políticas públicas de saúde, seus programas e as
transformações em curso; Caracterizar, numa visão panorâmica, o quadro sanitário
nacional, relacionando-o aos seus principais determinantes econômicos, políticos e
sócio-culturais; Caracterizar as práticas psicológicas de promoção da saúde no sistema
de saúde; Desenvolver, em contextos específicos, ações de saúde esperadas do
profissional da psicologia.
Programa: Saúde e sociedade. A medicalização da sociedade: Correntes de
pensamento no campo da saúde; Práticas culturais e saúde. Políticas públicas e saúde:
Reforma sanitária; Reforma psiquiátrica; Legislação de saúde mental; Quadro sanitário
nacional; Políticas de saúde e SUS; Políticas de saúde no estado de São Paulo.
Instituições assistenciais: histórico, características e funcionamento: Níveis de atenção:
hierarquização, promoção e restabelecimento da saúde; Rede básica de atendimento; A
instituição hospitalar. Estrutura e procedimentos assistenciais em São Paulo; A medida
das doenças: introdução ao raciocínio epidemiológico: Bases históricas da
epidemiologia; Princípios de epidemiologia em saúde mental; A medida de saúde
coletiva; Perfil de morbimortalidade no Brasil.O trabalho e os trabalhadores em saúde:
Multiprofissionalidade, multidis ciplinariedade; Interdisciplinaridade no trabalho em
equipes de saúde; Subjetividade e administração de equipes em saúde; Sofrimento
psíquico e trabalho em saúde; Processo de trabalho e saúde. A clinica e seus
fundamentos: Origens da clínica; Relação terapeuta-paciente; Clinica médica e clinica
psicológica; Psicanálise nos serviços de saúde mental; Morte, cultura e prática clínica.
Normas técnicas e operacionais em saúde mental: Proposta de psicoterapia como um
aspecto do tratamento: controle das psicoses, controle do alcoolismo e outras
dependências químicas, controle da epilepsia; Psicoterapia – individual e grupal; Visita
domiciliar; Oficinas terapêuticas. Práticas psicológicas em instituições de saúde:
Diagnósticos institucionais; Elaboração de programas e projetos; Dispositivos de
intervenção.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
de observação em campo.
Avaliação: Prova escrita, seminários e relatório de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia
moderna. Belo Horizonte: COOPMED, 1992.
ANGERAMI, V. A. Psicologia da saúde: um novo significado para a prática
clínica. São Paulo: Pioneira, 1999.
ANGERAMI, V. A. Psicologia hospitalar. São Paulo: Pioneira, 1995.
BOARINI, M. L. (Org.). Desafios na atenção à saúde mental. Maringá: UEM, 2000.
ROUQUASYROL, M. Z. Epidemiologia & saúde. Rio de Janeiro: MEDSI, 1999. 600
p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BALINT, M. O médico, o paciente e a doença. São Paulo: Atheneu, 1988.
BOTEGA, N. J. Serviços de saúde mental no hospital geral. Campinas: Papirus,
1995.
CAMPOS, F. (Org.). Psicologia da saúde: repensando práticas. São Paulo:
HUCITEC, 1992.
CARVALHO, M. M. (Org.). Dor: um estudo multidisciplinar. São Paulo: Summus
editorial, 1999.
COSTA, D. C. (Org.). Epidemiologia: teoria e objeto. São Paulo: HUCITEC, 1990.
GOMES, M. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999. 596 p.
LILIENFELD, A. M. Fundamentos de epidemiologia. México: Fondo Educativo
Interamericano, 1983.
RAMOS, M. Casa e família como paciente. São Paulo: Escuta, 1994.
SIMON, R. Psicologia clínica preventiva: novos fundamentos. São Paulo: E.P.U.,
1989.

Disciplina: TEORIAS DA APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO 03/54


Ementa:
Descrição e articulação de teorias da aprendizagem mais utilizadas em processos
educacionais: o modelo comportamental; os modelos de processamento de informação;
construtivismo piagetiano; a teoria da aprendizagem de Vygotsky; aprendizagem
significativa de Ausubel. A teoria instrucional de Gagné. Inteligência e múltiplas
inteligências e suas relações com o ensino e a aprendizagem. As relações entre
processos psicológicos e aprendizagem: motivação, afeto e cognição e suas implicações
sobre o processo de ensino e aprendizagem.
Objetivos: Mapear as questões centrais envolvidas no campo do ensino e
aprendizagem, identificando os principais modelos teóricos existentes; Descrever os
conceitos de aprendizagem e competências humanas; Caracterizar as diferentes teorias
cognitivas da aprendizagem, descrevendo seus conceitos básicos e principais
contribuições dos seus teóricos mais importantes; Caracterizar as teorias
esenvolvimentais da aprendizagem, comparando as contribuições de Piaget e Vygotsky;
Distinguir teorias da aprendizagem de teorias instrucionais estabelecendo as
implicações para o ensino das diversas teorias de aprendizagem; Descrever as principais
contribuições das teorias construtivistas de ensino e da teoria instrucional de Gagné;
Analisar as relações entre motivação e aprendizagem, identificando as estratégias
motivacionais utilizadas em contextos de ensino; Problematizar as relações entre
inteligência e aprendizagem, caracterizando os modelos atuais de compreensão das
múltiplas inteligências humanas; Discutir as implicações de fatores psicossociais e da
diversidade individual sobre os processos de ensino e aprendizagem.
Conteúdo: Introdução: O que é uma teoria da aprendizagem; Aprendizagem na história;
Teoria da aprendizagem e da instrução; Conceitos básicos: aprendizagem e
competência; aprendizagem e transferência de aprendizagens. Perspectivas psicológicas
dos processos de aprendizagem: Aprendizagem e comportamento: as contribuições do
Behaviorismo radical; Aprendizagem e cognição: Os modelos de processamento de
informação: conceitos centrais; Teoria dos esquemas: representações e seu papel na
aprendizagem; Aprendizagem significativa e teoria da assimilação: Ausubel;
Aprendizagem complexa e cognição: metacognição. Uso estratégico do conhecimento.
Aprendizagem e desenvolvimento: A epistemologia genética de Piaget e os seus
desenvolvimentos posteriores; As teorias interacionais do desenvolvimento cognitivo:
Bruner e Vygotsky; Aprendizagem e Biologia: Bases da aprendizagem e memória.
Aprendizagem e Ensino: Concepção construtivista do ensino; Teoria da Instrução de
Gagné: Psicologia Instrucional, Teorias Instrucionais, Modelos Instrucionais; As
condições de aprendizagem. Aprendizagem e Motivação: Origens e determinantes da
motivação. O processo de auto-regulação. Fatores e processos psicológicos e a
capacidade de aprendizagem: Inteligência ou inteligências: Afeto, Cognição, atribuição
e expectativas e seus impactos sobre a aprendizagem; Diferenças individuais –
diversidade humana em diferentes contextos de aprendizagem;
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
de observação em campo.
Avaliação:Prova escrita, seminário e relatório de trabalho de campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Azenha, M. G. Construtivismo: de Piaget a Emília Ferreiro. São Paulo: Ática, 1997.
Baqueiro, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Coll, C. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997.
Coll, C.; Palacios, J. & Marchesi, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e
educação/Psicologia Evolutiva. v. 2. Porto Alegre: Artes Médicas.
Foulin, J-N. & Mouchon, S. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas,
2000.
Gardner, H. Estruturas da mente: A teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
La Taille, Y., Oliveira, M. K. & Dantas, H. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias
psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.
Moreira, M. A. Teorias de aprendizagem. São Paulo: EPU, 1992.
Municio, J. I. P. Teorias cognitivas da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas,
1998.
Salvador, C.C. E Cols. Psicologia do ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
Vasconcellos, V. & Valsiner, J. Perspectiva co-construtivista na psicologia e na
educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Vygotsky, L., Luria, A. & Leontiev, A. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem São Paulo: ICONE/EDUSP, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AGUIAR, C. M. Educação, Cultura e Criança. Campinas: Paipirus, 1984.
ALMEIDA, L. & Roazzi, A. Inteligência: a necessidade de uma definição e
avaliação contextualizada. Psychologica, 1, 93-104, 1998.
ALMEIDA, L., Roazzi, A. & Spinillo, A.G. O estudo da inteligência: divergências,
convergências e limitações dos modelos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 5 (2), 217-
230, 1989.
BLOOM, B.S., Engelhart, M.D., Furst, E.J, Hill, W.H. & Krathwohl, D.R. Taxionomia
de objetivos educacionais - Compêndio primeiro: domínio cognitivo. Porto Alegre:
Editora Globo, 1972.
BLOOM, B.S., Krathwohl, D.R & Masia, B.B. (1974). Taxionomia de objetivos
educacionais - Compêndio segundo: domínio afetivo. Porto Alegre: Editora Globo.
BORGES-ANDRADE, J. E. Eventos da Instrução: Uma Proposta Derivada das
Teorias de Processamento de Informação. Tecnologia Educacional. Ano XI. 49, 27-
34, 1982.
BYNGTON, C. A B. Pedagogia simbolica – a construção amorosa do conhecimento
de ser, Rio de Janeiro: Rosa dos tempos
CASTORINA, J.A. Psicologia genética. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
FERREIRO, E.; PALACIO, M.G. (Org.). Os processos de leitura e escrita: novas
perspectivas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
GADOTTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ártica, 1996.
GARDNER, H. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996.
LEONTIEV, A., VYGOTSKY, L. & LURIA, A. Psicologia e pedagogia: bases
psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Moraes, 1991.
MACHADO, A. M.; Souza, M. P. R.(Orgs.) Psicologia escolar: em busca de novos
rumos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
RODRIGUES JÚNIOR, J.F. A taxonomia de objetivos educacionais: um manual
para o usuário. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997.
SIMONS, S.; JR SIMONS, J.C. Avaliando a inteligência emocional. Rio de Janeiro:
Record, 1999.

Disciplina: MÉTODOS DE PSICODIAGNÓSTICO 04/72


Ementa:
O estudo do psicodiagnóstico como meio de caracterizar e avaliar contextos variados
em suas dimensões psicológicas e psicossociais. A interação psicólogo-cliente ao longo
do processo diagnóstico. Fases do Processo; escolha, aplicação e tratamento do
instrumental e dos dados, síntese dos dados. A entrevista devolutiva e encaminhamento.
Campos de aplicação. Aspectos éticos do psicodiagnóstico.
Objetivos: Conceituar psicodiagnóstico a partir de sua evolução histórica; Identificar
os objetivos do psicodiagnóstico e suas aplicações na vida profissional; Perceber a
subjetividade humana nos contextos que o psicodiagnóstico será aplicado; Manejar as
variáveis que interferem no procedimento do psicodiagnóstico; Integrar dados, fazer
encaminhamentos terapêuticos adequados de acordo com as necessidades do sujeito;
Reatualizar o conceito de entrevista e orientar o aluno sobre a sua classificação;
Identificar os diferentes profissionais que podem fornecer informações sobre o paciente
a ser avaliado; Manter uma atitude ética em relação ao sujeito avaliado, sua família,
trabalho e escola, bem como com a equipe profissional.
Conteúdo: O picodiagnóstico no contexto sócio-histórico e cultural: Princípios teóricos
e técnicos norteadores: Objetivos e utilização do psicodiagnóstico; Contribuições da
psicanálise, da epistemologia genética e da clínica psicossocial para a avaliação
psicodiagnóstica. Caracterização do processo de psicodiagnóstico: Operacionalização
do processo; Entrevista inicial; Identificação da demanda; Finalidade do
psicodiagnóstico. Características gerais do cliente: Faixa etária: criança, adolescente,
adulto e idoso; Condições biológicas e estrutura sócio-familiar; Natureza do(s)
problema(s) apresentado: psiconeurológico, psicomotor, cognitivo, afetivo e
psicossocial. Fases do psicodiagnóstico: Anamnese – objetivos e aplicação; Análise e
escolha do instrumental disponível para composição do processo. Aplicação das
técnicas de avaliação; Composição do psicodiagnóstico. Levantamento dos resultados e
análise dos dados; Elaboração de laudos e de pareceres. O Psicodiagnóstico em diversos
contextos: Escola; Clínica; Instituição; Organização; Comunidade. O trabalho com
outros profissonais: O psicodiagnóstico e sua função para o atendimento
interdisciplinar; O contato com outros profissionais; Clareza e precisão na comunicação
multiprofissional. O Psicodiagnóstico enquanto instrumento de pesquisa em psicologia;
Aspectos éticos do psicodiagnóstico.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalho
prático envolvendo o uso de medidas distintas para a realização de um psicodiagnóstico
no nível individual.
Avaliação: Prova escrita e relatório de psicodiagnóstico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANCONA- LOPEZ, M. (Org.) Psicodiagnóstico: processo de intervenção. São Paulo,
Cortez, 1995.
ARZENO, Maria Esther Garcia. Psicodiagnóstico Clínico: novas contribuições. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1995.
CARRETONI FILHO, H. Anamnese exame clínico psicológico. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2000.
CRAIG, R. A Entrevista clínica e diagnóstica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
OCAMPO, M. L.; ARZENO, M. E.; PICCOLO, E. G.; et al. O processo
psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
TRINCA, Walter e col. Diagnóstico Psicológico: a prática clínica. São Paulo: EPU,
1984.
WESCHLER, S. M. e GUZZO, R. L. S. (Orgs.). Avaliação psicológica: perspectiva
internacional. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ADRADOS, Isabel. Manual de psicodiagnóstico e diagnóstico diferencial.
Petrópolis: Vozes, 1982.
ARFOUILOUX, J. C. A entrevista com a criança - a abordagem da criança através
do dialogo, do brinquedo e do desenho. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.
ARZENO, M. E. G. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995.
BAUTISTA, R. (Coord.) Necessidades educativas especiais. Lisboa: Dinalivro, 1997.
CUNHA, J.A. Psicodiagnóstico. V. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
FIST, M. B.; FRANCES, A. e PINCUS, H. A. Manual de diagnóstico diferencial do
DSM-IV. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

Disciplina: PSICOTERAPIA EXISTENCIAL E HUMANISTA 04/72


EMENTA:Fundamentos filosóficos da psicoterapia existencial. Principais linhas de
pensamento e convergências nas práticas psicoterápicas. Modelos e técnicas
empregados. Usos e limitações.
Objetivos:
Compreender a importância do sentido na existência do homem; Explicitar as diferentes
concepções de Homem e de ciência que estão subjacentes a perspectiva existencial;
Explicitar os fundamentos da prática clínica, visando destacar o lugar da psicoterapia
fenomenológico-existencial na prática psicoterápica; Delimitar as grandes correntes de
terapia existencial na escola americana e na escola européia.
Conteúdo: Unidade 1. Fundamentos filosóficos.
1.1 Importantes Filósofos para o existencialismo: Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre,
Soren Kierkegaard, Edmund Husserl.
1.2. Linha do tempo da filosofia e os principais representantes do existencialismo.
Unidade 2. A fenomenologia.
2.1 O método fenomenológico.
2.2 O Projeto de Husserl.
2.3 O Método Fenomenológico em Heidegger
2.4 O Método Fenomenológico em Sartre.
Unidade 3. A psicoterapia existencial.
3.1 A influencia da fenomenologia.
3.2 Os principais postulados do existencialismo.
3.3 Os principais teóricos do existencialismo (Martin Heidegger e Jean-Paul Sartre).
3.4 Análise do pensamento de Sartre como contribuição para a psicologia existencial:
emoção, imaginário e inconsciente;
3.5 Pensamento existencial.
3.6 Temas Existenciais (solidão e liberdade, angústia e culpa, sentido da vida e da
morte, crise existencial, escolha, amor, felicidade).
3.7 Psicoterapeutas existencialista.
3.8 As idéias filosóficas de existenciais, psicoterapeutas como Ronald David Laing, na
corrente materialista de Sartre
3.9 Viktor Emil Frankl, na corrente religiosa de Gabriel Marcel, propuseram práticas
psicoterápicas originais.
3.10 A prática psicoterápica em Psicoterapia existencial.
Unidade 4: Práticas psicoterápica Humanística
4.1 Abordagem Centrada na Pessoa- Roger.
4.2 A atuação do psicólogo no humanismo.
4.3 Compreensão empática.
4.4. Grupos de encontros.
Metodologia: Aulas expositivas e discussão em grupos. Estudos de casos.
Avaliação: Trabalho realizados em grupo e avaliação formal (prova).
BIBLIOGRAFIA BASICA
Angerami, V. A. Psicoterapia existencial 3 ed. - São Paulo - Erro! A referência de
hiperlink não é válida.– 1998.
FRANKL, V. Psicoterapia para todos. Petrópolis: Vozes, 1990.
JASPERS, Karl. Filosofia da existência.. Rio de Janeiro: IMACO, 1973.
PENHA, J. da. O que é existencialismo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
ROGERS, C. e ROSEMBERG, R. A pessoa como centro. São Paulo: EPU, 1977.
ROGERS, C. e ROSEMBERG, R. Tornar-se pessoa. São Paulo: Martins Fontes, 1976.
SARTRE, Jean-Paul. O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenologica. 6. ed.
Petropolis: Vozes, 1998.
SARTRE, J-P. Os Pensadores. São Paulo: Nova Fronteira, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FABRY, J. B. A Busca do significado: logoterapia e vida. São Paulo: ECE, 1984.
FABRY, Joseph B. e Frankl, Viktor Emil - Busca do significado: logoterapia e vida(A) (The pursuit of
meaning). 2. ed., Ed. ECE Sao Paulo, 1984: 216 p
FROMM, Erich. Análise do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
FROMM, Erich. Medo à liberdade. Rio de Janeiro: Guanabara: 1986.
HEIDDEGER, Martin. Os pensadores. São Paulo: Nova Cultura, 1991.
LAING, Ronald. O eu e os outros. Petropólis: Vozes, 1986..
MARTON, Scarlett. Nietzsche: a transvaloração dos valores. São Paulo: Moderna,
1993.
MAY, Rollo et al. Psicologia existencial. Porto Alegre: Globo, 1980..
ROGERS, Carl. Grupos de encontro. São Paulo: Martins Fontes, 1978.
ROGERS, Carl. O Tratamento clínico da criança problema. São Paulo: Martins
Fontes, 1978.
ROGERS, Carl.Terapia centrada no Cliente. São Paulo: Martins Fontes, 1974.

Disciplina: PSICONEUROLOGIA 03/54


Ementa:
Avaliação neuropsicológica. Testagem e avaliação com métodos neuropsicológicos.
Aspectos de neuroimagem e neuroimagem funcional - importância na neuropsicologia;
tomografia computadorizada, ressonância magnética e métodos de diagnóstico por
imagem; uso de tecnologias avançadas por neuropsicólogos. Paralisia cerebral,
deficiência cerebral, epilepsia. Patologias do sono. Principais patologias orgânicas com
manifestação nas funções psíquicas. Afasias; Agnosias; Apraxias; Síndromes
Amnésticas.
Objetivos:· Integrar os conhecimentos básicos na área da neuropsicologia, incluindo
fundamentação de neurociências: neurofisiologia, neuroanatomia, para caracterizar os
principais transtornos neurológicos. · Avaliar e fazer o diagnóstico diferencial das
diferentes patologias de correlação neuropsicológicas.· Utilizar instrumentos de
avaliação neuropsicológica.· Descrever as diferentes alterações cerebrais nos diferentes
quadros mentais manifestos.
Conteúdo: Unidade 1: A avaliação em neuropsicologia1.1- Fundamentos teóricos1.2 -
Testes neuropsicológicos. 1.3 - Exames neurológico tradicional e evolutivo. 1.4- Uso de
imagens no diagnóstico.Unidade 2: Análise sindrômica2.1 - Sintomas e contexto2.2 -
Lesão. Localização e alcance.2.3 Paralisias, Deficiências cerebrais e Eplepsia.2.4 -
Patologias do sono – conseqüências. 2.5 - Patologias orgânicas: síndromes frontais,
parietais e temporais.Unidade 3: Patologias orgânicas com impactos nas funções
psíquicas3.1 - Agnosias (visual, auditiva, desorientação vísuo-espacial; negligência
unilateral)3.2 - Afasias (afasia de Broca, de Wernicke, Global, Progressiva Primária)3.3
- Apraxias3.4 - Doença Amnéstica Progressiva (Doença de Alzheimer, Demência
Fronto-temporal)3.5 - Outros distúrbios
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
práticos em laboratório.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, R. Neuropsicologia. São Paulo: Santos Livraria Editora, 2002.
LURIA, A. R. Pensamento e linguagem: as últimas conferências de Luria. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1987
._____. Fundamentos de neuropsicologia. São Paulo: EDUSP, 1981.
_____; YUDOVICH, F. L. Linguagem e desenvolvimento intelectual da criança.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPOVILLA, F. C.; GONÇALVES, M. J.; MACEDO, E. C. (org.). Tecnologias em
(Re) habilitação cognitiva: uma perspectiva multidisciplinar. São Paulo: EDUNISC,
1998.
DAMÁSIO, A. R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São
Paulo: Cia das Letras, 1996.
LEÓN-CARRIÓN, J. Manual de neuropsicologia humana. Madrid: Siglo Veintiuno
Editores, 1995.
NITRINI, R.; CARAMELLI, P; MANSUR, L. L. Neuropsicologia: das bases
anatômicas à reabilitação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

Disciplina: ESTÁGIO BÁSICO II 06/108


Ementa:
Integração das competências formadas no Núcleo Comum do curso, usando os
conteúdos dos eixos estruturantes Fundamentos epistemológicos e históricos,
Fundamentos metodológicos, Interfaces com áreas afins, Processos psicológicos e
Procedimentos para a investigação científica e a prática profissional para análise e
diagnóstico de problemas psicológicos humanos e/ou da fundamentação das práticas
psicológicas correntes. Comunicação científica e profissional.
Metodologia: Elaboração de projeto de intervenção a partir de diagnóstico realizado
previamente, em pequenos grupos, sob supervisão. Relato de projeto, através de
comunicações orais e apresentação em posters, em articulação com a disciplina Prática
de Pesquisa em Psicologia.
Avaliação: Produtos intermediários do projeto de intervenção e projeto final.
Apresentação em comunicações orais e em posters.

Disciplina: PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA 04/72


Ementa:
Realização da pesquisa planejada. Análise de dados em pesquisa. Elaboração de
relatório de pesquisa. Comunicação de resultados de pesquisa.
Objetivos: Dominar o processo de condução de um projeto de pesquisa planejado, em
todas as suas etapas; Executar os procedimentos de coleta de dados; Realizar os
procedimentos de análise de dados apropriados ao tipo de estudo e natureza das
informações coletadas; Dominar as características de um relatório científico; Comunicar
resultados, utilizando as diferentes modalidade de comunicação científica.
Conteúdo: Trabalho de campo: teste de instrumentos e coleta de dados; Planejamento
da análise dos dados: Seleção dos procedimentos de análise apropriados à natureza do
problema, ao delineamento da pesquisa e à natureza dos dados a serem obtidos;
Aplicação dos procedimentos de análise de dados planejados; Comunicação dos
resultados: elaboração de relatório de pesquisa.
Metodologia: Supervisão de grupos e discussão do planejamento e dos resultados.
Avaliação: Entrevistas de supervisão, produtos intermediários da coleta e análise de
dados, comunicação oral e em posters, e relatório técnico-científico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BABBIE, E. Métodos de pesquisa de Survey. Belo Horizonte: Editora da UFMG,
1999.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.
BECKER H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.
CARVALHO, M. C. M. (Org.) Construindo o saber - metodologia científica:
fundamentos e técnicas. Campinas: Papirus, 1994.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES, Z. M. M.; BIASOLI. Intersecções das análises quantitativas e qualitativas.
Anais da XVIII Reunião de Psicologia da SPRP. 1988. p.487-496
COULON, A. Etnometodologia. Petrópolis: Vozes, 1999.
LUDKE, M.; ANDRE, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.
São Paulo: E.P.U., 1996.
MAZZOTTI, A. J. A.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas ciências naturais e
sociais. São Paulo: Pioneira, 1999.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São
Paulo, Rio de Janeiro: HUCITEC-ABRASCO, 1993.
PEREIRA, J.C.R. Análise de dados qualitativos — estratégias metodológicas para
as ciências da saúde, humanas e sociais. São Paulo: Edusp/Fapesp, 1999.
SCARPARO, H. (Org.). Psicologia e pesquisa: perspectivas metodológicas. Porto
Alegre: Sulina, 2000.
SELLTIZ; WRIGHSTMAN; COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais, São
Paulo: EPU, 1987. v.2 - medidas na pesquisa social.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução a pesquisa em ciências sociais: pesquisa qualitativa
em educação. São Paulo: Atlas, 1995.

8° SÉRIE
Ênfase I
Disciplina: PSICOSSOMÁTICA 03/54
Ementa:
Histórico da psicossomática. Evolução do seu conceito e suas perspectivas atuais.
Propostas teóricas, com ênfase nas contribuições psicanalíticas. O sintoma
psicossomático na estrutura do sujeito. O tratamento de problemas psicossomáticos.
Objetivos: Conhecer os princípios téoricos e técnicos do tratamento psicológico de
doenças psicossomáticas; Discutir o embasamento teórico sobre a Psicossomática,
abrangendo a evolução do seu conceito e suas perspectivas atuais; Compreender a
interferência dos fatores afetivos no adoecer orgânico; Enfocar suas especificidades, de
acordo com as diferentes propostas teóricas, com ênfase nas contribuições
psicanalíticas; Ressaltar a importância da sua compreensão dentro de um contexto
integrado de um trabalho interdisciplinar; Propiciar uma visão crítica sobre os limites
do tema.
Conteúdo: Unidade 1 – Psicossomática. Dicotomia mente-corpo; Influência do modelo
médico; Inter-relação soma-psique: formação dos sintomas, estresse e doença de
adaptação; Diferenciação entre histeria, hipocondria e fenômenos psicossomáticos.
Unidade 2 - Propostas teóricas. Psicanálise e as diferentes escolas psicossomáticas;
Contribuições de Alexander e Marty; As abordagens cognitivas-comportamentais;
Psicossomática infantil. Unidade 3 - Prática psicossomática. 0 Interconsulta; Trabalho
do psicólogo em equipe interdisciplinar; Relação médico-paciente; Psicossomática em
contextos de trabalho.
Metodologia: Aulas expositivas, entrevistas e estudos de casos. Seminários.
Avaliação: Prova escrita e relatório de estudo de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALEXANDER, F. Medicina psicossomática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
BRIGANTI, C. R. Psicossomática entre o bem e o mal: reflexões sobre a identidade.
São Paulo: Summus, 1999.
DETHLEFSENT, T. & DAHKE, R. A. A Doença como caminho, São Paulo: Cultrix,
1992.
FARAH, R. M. Integração Psicofísica – O Trabalho corporal e a Psicologia de C. G.
Jung, São Paulo: ROBE ed. C.I, 1995.
FERRAZ, F. C.; VOLICH,R. M. (Orgs.). Psicossoma, psicossomática, psicanálise.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
FIERZ, H. K. Psiquiatria Junguiana. São Paulo: Paulus, 1997.
MELLO FILHO, J. Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
NOGUEIRA, R. P. P. O sintoma e a dissociação psicossomática. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, T. R. Estresse. In: Bras. Clin. Terap. v.16, n. 7, Jul.1987.
CASPIANO, H. F. Doença – episódio da vida casos clínicos. Poro Alegre: Artes
Médicas, 1993.
CHIOZZA, I. Por que adoecemos? São Paulo: Papirus, 1987.
DEJOURS, C. Repressão e subversão em psicossomática. Rio de Janeiro: Zahar,
1991.
HAYNAL, W. Manual de psicossomática. Rio de Janeiro: Masson. 1980.
PAIVA, L. M. Medicina psicossomática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
PINHEIRO, R. Medicina psicossomática: uma abordagem clínica. São Paulo: BYK,
1992.
RAMOS, D. G. A psique do coração: uma leitura analítica do seu simbolismo. São
Paulo: Cultrix, 1990.
RAMOS, D. G.. A psique do corpo: uma compreensão simbólica da doença. São
Paulo: Summus, 1994.
RIECHELMANN, J. C.; SPINELLI, M. R.; ANDRADE, C. L. (Orgs.). Funções
básicas do viver. São Paulo: Frontis, 1998.
VOLICH, R. M.; FERRAZ, F. C.; ARANTES, M. A. de A. C. (Orgs.). Psicossoma II.
São Paulo: Casa do Psicólogo,1988.

Disciplina: MÉTODOS DE TRABALHO EM GRUPO 03/54


Ementa:
Psicologia Social e grupos. Principais teorias e formas de intervenção em grupos. A
linguagem como categoria fundamental. Tendências epistêmicas. Principais expoentes
das práticas grupais. Instituições sociais e grupos. Formação e coordenação em
Dinâmica de grupo e em Grupos Operativos. A ética de atuação em grupos sociais. O
trabalho em grupo nas instituições de saúde e educação.
Objetivos: Compreender os processos psicossociais envolvidos na relação entre o
indivíduo e o grupo; Analisar a influencia do grupo sobre o comportamento do
indivíduo; Identificar a importância do grupo na formação do indivíduo; Identificar os
principais modelos de planejamento e ação grupal, e seus respectivos fundamentos
teóricos e éticos; Analisar o processo de comunicação e aprendizagens intra-grupal;
Analisar o exercício de poder intra e inter grupal; Descrever os fundamentos e
características de algumas importantes técnicas de dinâmica de grupo, identificando as
possibilidades de uso em diversos contextos de interesse da psicologia.
Conteúdo: unidade 1 – psicologia social e grupal
1.1Genealogia do conceito de grupo.
1.2 criticista marxista, humanista, operativa;
1.3 não diretiva e psicanalítica;
Unidade 2 - Principais teorias:
2.1 Estratégias e técnicas de observação, diagnóstico e ação grupal;
2.2 Planejamento de ação grupal: (Kurt Lewin);
2.3 Análise do campo de forças: (Kurt Lewin);
2.4 Interação e participação: (Bales);
2.5 Diagnóstico dos procedimentos de comunicação: (teoria de sistema);
2.6 Os grupos de encontro: (Carl Rogers);
2.7 o psicodrama (Moreno);
2.8 grupo operativo: (Pichon-Riviére);
2.9 Psicanálise aplicada à grupos.
Unidade 3 - Formação de grupos:
3.1 metas grupais,
3.2 tamanho dos grupos,
3.4 freqüência e duração de encontros;
3.5 Processos de interação e funcionamento grupal: percepção, comunicação, liderança,
definição de metas e normas, processo decisório, coesão, conflito;
3.6 Funcionamento dos principais articuladores de grupo: tarefa, vínculos e os papéis;
Unidade 4 – Coordenação dos grupos
4.1 Habilidade e atitudes inerentes ao exercício do papel de coordenador de grupo;
4.2 Princípios éticos que devem orientar a ação de integrar e coordenar grupos;
4.3 vetores de avaliação do processo grupal;
4.4 Principais fatores que facilitam/dificultam o processo de comunicação e
aprendizagem nos grupos;
4.5 Exercício do poder nos grupo e dos grupos nas instituições;
4.6 Fatores de mudança comportamental através do processo grupal;
Unidade 5 – Principais teorias e aplicação nos diferentes grupos
5.1 Psicoterapia de grupo em instituição de saúde
5.2 psicodrama na educação e na saúde
5.3 Psicanálise na educação e na saúde
5.4 Vivência de dinâmica de grupo.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, trabalhos práticos em
sala de aula. Atividades de grupo na sala de observação. E atividades com gripos nas
diferentes instituições.
Avaliação: Prova escrita, observação de desempenho em atividades práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, S.G. Teoria e prática de dinâmica de grupo. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1999.
ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica de grupo, de sensibilização e de
ludopedagogia. Petrópolis: Vozes, 1993.
CASTILHO, A. A dinâmica do trabalho em grupo. Rio de Janeiro:
Qualitymark,1998.
CIAMPA, A. C. A Estória do Severino e a história da Severina – um ensaio de
psicologia social. São Paulo: Brasiliense, 1987.
MILTÃO, A.; MILTÃO, R. Jogos, dinâmicas e vivências grupais: Como
desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2000.
OSÓRIO, Luiz Carlos. Psicologia Grupal: Uma nova disciplina para o advento de
uma era. Porto Alegre: Artmed. 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDY, K. 150 jogos para treinamento. São Paulo: T & D,1995.
ELKONIN, D. Psicologia do jogo. São Paulo: Martin Fontes,1998.
LAPASSADE, G. Grupos, organizações e instituições. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1977.
MUCCHIELLI, Roger. Dinâmica de grupos, Aplicações Práticas. Rio de Janeiro: Ed.
Livros técnicos e científicos, 1979.
PICHON-RIVIÈRE, E. O processo grupal. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes,1998.
PISANI, Elaine; PEREIRA, Silvia; RIZZON, Luiz. Temas de Psicologia Social.
Petrópolis: Ed. Vozes, 1996.
ROGERS, Carl R. Grupos de Encontro. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1994.
ZIMMERMAN, O. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.

Ênfase II
Disciplina: PSICOMOTRICIDADE 03/54
Ementa:
A questão mente corpo na psicologia. A história da psicomotricidade. Teorias em
psicomotricidade. Desenvolvimento, educação e reeducação psicomotora. Corpo e
desenvolvimento psico-afetivo. Distúrbios psicomotores: descrição, prevenção,
tratamentos e reabilitação.
Objetivos: Conceituar e descrever os processos psicomotores; Descrever o
desenvolvimento psicomotor normal; Identificar distúrbios psicomotores e interpretá-los
à luz das diversas teorias pertinentes; Aplicar conceitos e modelos de atuação a
situações práticas; Diagnosticar necessidades, propor e avaliar ações no campo da
educação e reeducação psicomotora.
Conteúdo: Introdução. O problema mente versus corpo em psicologia. Histórico e
definições; Desenvolvimento psicomotor. Domínios e etapas: espaço e tempo,
lateralidade, imagem corporal; Teorias do desenvolvimento motor: abordagens
psiconeurológicas, psicogenética e psicanalítica. Educação psicomotora. Corpo e
desenvolvimento psicoafetivo; Distúrbios psicomotores: dispraxia, instabilidade
psicomotora, dislexia-disortografia, disgrafia. Desenvolvimento motor em portadores
de deficiências mentais. Modelos de atuação em contextos educacionais ou de
prevenção, tratamento e reabilitação em saúde.
Metodologia: Aulas expositivas, apresentação e discussão de textos, exercícios em
grupo; análise de estudos de casos.
Avaliação: Prova escrita, relatório de estudo de casos e trabalho escrito.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FONSECA, V. Psicomotricidade. São Paulo: Martins, 1983.
GONÇALVES, M.A. S. Sentir, pensar e agir. Campinas: Papirus, 1994.
JOHNSON, D. Corpo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
LAPIERRE, A. & LAPIERRE, A. O adulto diante da criança. São Paulo: Manole,
1987
LAPIERRE, A. A educação psicomotora na escola maternal. São Paulo: Manole,
1986.
LAPIERRE, A.; Aucouturier, B. A simbologia do movimento. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1986.
LAPIERRE, A.; AUCOUTURIER, B. Fantasmas corporais e prática psicomotora.
São Paulo: Manole, 1984.
LAPIERRE, A.; AUCOUTURIER, B. Psicomotricidade e terapia. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1986.
LEVIN, E. A clínica psicomotora. Petrópolis: Vozes, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AJURIAGUERRA, J. Manual de psiquiatria infantil. Barcelona: T.B, 1977.
DAMÁSIO, A.R. O erro de Descartes. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
LAPIERRE, A.; AUCOUTURIER, B. Associações de contrastes, estruturas e ritmos.
São Paulo: Manole, 1985.

Disciplina: PSICOLOGIA E APRENDIZAGEM I 03/54


Ementa:
Estudo dos principais fenômenos de aprendizagem simples e complexa. Aprendizagem
social: comportamento imitativo e modelos sociais. Teorias da aprendizagem.
Maturação e memória. Análise de estudos e pesquisas contemporâneos. O processo de
aprendizagem como determinante do comportamento: construção e teste de modelos.
Objetivos: Definir aprendizagem, diferenciando as diversas modalidades de
aprendizagem humana· Diferenciar aprendizagem simples de aprendizagem
complexa e analisar os impactos de cada um destes tipos de aprendizagem no processo
de ensino-aprendizagem. Descrever aspectos evolutivos do desenvolvimento da
aprendizagem. Analisar comparativamente as teorias de aprendizagem· Analisar as
inter-relações entre desenvolvimento da linguagem e métodos de aprendizagem.
Descrever a analisar criticamente as inter-relações entre cognição e aprendizagem.
Conteúdo: Unidade 1: A natureza da aprendizagem1.1 - Conceitos1.2 - Linguagem e
métodos de aprendizagem1.3 - Aprendizagem simples vs. aprendizagem complexa
(cognição, conceitos, aprendizagem social)1.4 - Aspectos evolutivos na aprendizagem:
limites biológicos, comportamento especifico da espécie, estágios de desenvolvimento.
Unidade 2: Teorias da Aprendizagem2.1 - Abordagens behavioristas2.2 - Abordagens
cognitivistas2.3 - Abordagens humanistas. Unidade 3: Aprendizagem e atenção3.1 -
Efeito de aprendizagem sobre a percepção3.2 - Áreas de aplicação. Unidade 4:
Cognição e aprendizagem humana
Metodologia das aulas: Exposição teórica, leitura de textos, discussão de textos em
sala de aula, trabalhos de campo.
Avaliação de aprendizagem: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de
campo individuais ou em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEM, D. J. Convicções, atitudes e assuntos humanos. São Paulo: EPU 1973.GAGNE,
R. M. R.J. Como se realiza a aprendizagem São Paulo: Livros.Técnicos e Científicos,
1982.
KENDLER, H. H. LISBOA .Introdução a psicologia. Lisboa: Calouste F. C. Gulbenk,
1968.MAYER, R. Cognição e aprendizagem humana. São Paulo: Cultrix,1981.
MECACCI, L. Conhecendo o cerebro São Paulo: Nobel 1987
.MEDNICK, S. A. Aprendizagem. Rio de Janeiro: ZaharRAPPAPORT, C.R.; FIORI,
W.R. e DAVIS, C. Teorias do desenvolvimento - conceitos fundamentais. São Paulo:
EPU 1981.SIMOES. E.A.Q. & TIEDEMANN,K.B. Psicologia da percepção.São
Paulo: EPU 1985.
PAIN, S. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1985.
PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar. São Paulo: T. A. Queiroz, Editor,
1991.
SCOZ, B. J. L. (Org.) Psicopedagogia - o caráter interdisciplinar na formação e
atuação profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
___________ (Org.) Psicopedagogia - contextualização, formação e atuação
profissional.Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
___________ Psicopedagogia e Realidade Escolar - o problema escolar e de
aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOSSA, Nadia A. (1994) A psicopedagogia no Brasil - contribuições a partir da
prática. Porto Alegre: Artes Médicas.
JORM, A. F. (1985) Psicologia das dificuldades em leitura e ortografia. Porto
Alegre: Artes Médicas.
MACEDO, Lino de (1992) - "Para uma Psicopedagogia Construtivista" In:
ALENCAR,

Disciplina: TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPÍCAS I 04/72


Ementa:
Psicoterapia: conceito e objetivos. O processo terapêutico: estrutura, contrato, relação
terapêutica. As especificidades da Psicoterapia com crianças, adolescentes, adultos e
família. Diferentes enfoques em Psicoterapia Aspectos éticos envolvidos na prática da
Psicoterapia e as chamadas terapias alternativas.
Objetivos: Identificar as linhas teóricas que embasam as diversas modalidades
terapêuticas a partir de uma explicação dos elementos comuns às diversas abordagens
conhecidas; Caracterizar as abordagens e técnicas mais comuns de intervenção
psicoterápica; Conhecer as indicações e contra-indicações das psicoterapias mais
freqüentes; Dominar conceitos básicos utilizados para o estabelecimento de relações
com clientes que assegurem a discriminação de papéis e um processo psicoterápico
ético; Analisar os avanços da prática psicoterápica na atualidade.
Conteúdo: Introdução ao estudo das teorias e técnicas psicoterápicas; Psicoterapia e
psicologia clínica: aspectos históricos; epistemológicos e éticos; Considerações gerais
sobre as psicoterapias: Conceituação de psicoterapia; Análise crítica de algumas
definições; Diferenciação entre psicoterapia, psicanálise, psicoterapia de base analítica;
O campo das psicoterapias; Modelos de psicoterapia: Psicanalítica; Existencial;
Centrada na pessoa; Comportamental; Os tipos mais comuns de psicoterapia: aspectos
teóricos e técnicos fundamentais; As psicoterapias de insight; As psicoterapias de
apoio; Psicoterapias de longa e curta duração; Psicoterapias individuais e grupais;
Indicações e contra-indicações das psicoterapias mais freqüentes; O processo
terapêutico: Objetivos; Estratégia Básica; Enquadramento; Aspectos gerais do processo
terapêutico; Encaminhamento; Avaliação da demanda; Contrato de trabalho; A questão
da mudança em psicoterapia; As dificuldades – resistências à mudança; Avaliação do
andamento de uma psicoterapia; Encaminhamento para o término de um tratamento;
Fenômeno da relação terapêutica: Intervenções essenciais; Estrutura e qualidade da
relação Terapêutica; Atitudes básicas do terapeuta; Características gerais dos diversos
campos psicoterápicos: Principais Aplicações clínicas contemporâneas; Infância,
adolescência, idade adulta e terceira idade; Pacientes severamente comprometidos;
Modalidades emergentes em psicoterapia e terapias alternativas: Características e
aplicações; Reflexões sobre os aspectos éticos envolvidos na pesquisa e prática
psicoterápica, em suas diversas modalidades.
Metodologia: Seminários; aulas expositivas; trabalhos escritos; exercícios em grupo.
Avaliação: Provas escritas e seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BLOCH, S. (Coord.). Uma Introdução às psicoterapias. Lisboa: CLIMEPSI
editores,1999.
CORDIOLI, A. V. Psicoterapias: Abordagens atuais. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
DEWALD, P. Psicoterapia. Uma abordagem dinâmica. Porto Alegres: Artes
Médicas,1989.
FIORINI, H. Teorias e técnicas das psicoterapias. Rio de Janeiro: Francisco
Alves,1999.
GILLIERON, E. A primeira entrevista em psicoterapia breve. Rio de Janeiro:
Martins Fontes,1997.
GILLIERON, E. As psicoterapias breves. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
HALEY, J. Aprendendo e Ensinando Terapia. Porto Alegre: Artmed. 1998.
MCNAMEE, S.; GERGEN, K. J. A Terapia como Construção Social. Porto Alegre:
Artmed. 1998
REICH, W. Análise do caráter. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
RIBEIRO, J. P. Teorias e técnicas psicoterápicas. Petrópolis: Vozes, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRAIER, E. A. Psicoterapia breve de orientação psicanalítica. São Paulo: Martins
Fontes, 1997.
GILLIERON, E. Introdução às psicoterapias breves. São Paulo: Martins
Fontes,1993.
GLENN, J. Psicanálise e psicoterapia de crianças. Porto Alegre: Artes
Médicas,1996.
KALINA, E. Psicoterapia de adolescentes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
LEMGRUBER, V. Psicoterapia breve integrada. Porto Alegre: Artes Médicas,
1994.
LEMGRUBER, V. Psicoterapia focal: O efeito carambola. Rio de Janeiro: Revinter,
1995.
MAHONEY, M. J. Processos humanos de mudança: As bases científicas da
psicoterapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PEDINIELLI, J.L. Introdução à psicologia clínica. Lisboa: Climepsi, 1999.
RANGÉ, B. Psicoterapia comportamental e cognitiva de transtornos
psiquiátricos. Campinas: Livro Pleno, 2001. v. II.
RANGÉ, B. Psicoterapia comportamental e cognitiva: Pesquisa, prática,
aplicações e problemas. Campinas: Psy, 1995.
RANGÉ, B. Psicoterapias cognitivo-comportamentais: um diálogo com a
psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2001.
RIBEIRO, J. P. Gestalt-terapia: Refazendo um caminho. São Paulo: Summus, 1995.
WALLERSTEIN, R. S. A cura pela fala: As psicanálises e as psicoterapias. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.

Disciplina: ESTÁGIO PROFISSIONAL I 06/108


Ementa:
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular escolhida.
Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes contextos, deverá
responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do psicólogo em processo de
conclusão da sua graduação e tendo em vista o repertório desenvolvido ao longo do
curso.
Objetivos: Integrar o conjunto de competências e habilidades esperadas para a ormação
do psicólogo, dentro do recorte de ênfase escolhida pelo aluno; Desenvolver o grau de
autonomia com que deve enfrentar as demandas e desafios dos contextos de trabalho em
psicologia, sabendo buscar suporte teórico e técnico necessário para caracterizar a
situação e suas demandas, planejar intervenções, implantá-las e avaliá-las; Construir
projeto de inserção congruente com os objetivos da ênfase escolhida nas atividades
desenvolvidas no contexto específico em que atuará no estágio; Executar e avaliar
atividades pertinentes ao projeto elaborado de inserção no trabalho; Desenvolver a
habilidade de negociar espaços pertinentes para a sua atuação, respeitando os limites da
sua formação; Refletir continuamente sobre os desafios éticos colocados pela prática
profissional; Aperfeiçoar a capacidade para o trabalho em equipe, junto a colegas e a
outros profissionais; Sedimentar uma postura crítica-investigativa frente às demandas de
trabalho postas pelos contextos específico em que se insere a sua prática; Analisar
criticamente o seu próprio desempenho profissional, identificando espaços de melhoria
contínua.
Metodologia: Supervisão individual e coletiva das atividades planejadas. Discussão das
questões e dificuldades emergentes da situação prática. Leituras selecionadas para dar
suporte às intervenções em curso em cada contexto específico. O aluno estagiário
vincular-se-á a um projeto de estágio do professor supervisor, devendo formular, no
início, um projeto específico para a sua atuação, no contexto disponibilizado. Ao
término do semestre letivo, os relatórios de estágio deverão ser apresentados e
discutidos para os alunos da disciplina.
Avaliação: Relatório do supervisor local de estágio; acompanhamento do desempenho
do aluno durante a supervisão e projeto global de atuação no estágio.

Disciplina: ORIENTAÇÃO E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO 04/72


Ementa:
História e os desenvolvimentos atuais na teoria e prática do aconselhamento
psicológico. Diferentes perspectivas teóricas do aconselhamento. A teoria e a prática da
entrevista no processo de aconselhamento psicológico. Diversos tipos de
aconselhamento. O desenvolvimento e os resultados do aconselhamento psicológico.
Questões éticas envolvidas na prática do aconselhamento psicológico.
Objetivos: Identificar as origens científicas do aconselhamento psicológico
iferenciando-o enquanto prática profissional da orientação e da psicoterapia; Identificar
e diferenciar os principais tipos de aconselhamento psicológico, atentando para as
vantagens e as desvantagens das dinâmicas dos mesmos; Caracterizar as condições
pessoais e profissionais do psicólogo ao exercer a função de conselheiro; Identificar as
etapas e os resultados do aconselhamento psicológico; Planejar, definir o modelo e
realizar diferentes tipos de entrevista segundo o contexto em que ocorre o
aconselhamento psicológico; Compreender os fenômenos psicossociais que ocorrem
durante a relação da entrevista; Analisar criticamente casos de aconselhamento,
avaliando a adequação da técnica de aconselhamento em acordo com o contexto
apresentado; Utilizar os dados da entrevista para elaborar laudos, relatórios e outras
comunicações profissionais; Planejar a utilização do aconselhamento.
Conteúdo: Unidade 1- História, definição e objetivos do aconselhamento
Caracterização do aconselhamento psicológico, do ponto de vista histórico; Objetivos,
etapas e procedimentos diferenciando - o de outros processos de intervenção em
psicologia; Aconselhamento e entrevista: A entrevista de ajuda; A pertinência de
orientação e aconselhamento frente a diferentes problemas diagnosticados; Diferenças e
semelhanças entre: O aconselhamento e orientação vocacional; O aconselhamento e
psicoterapia. Unidade 2- As características, o papel e as funções do conselheiro
Habilidades interpessoais necessárias ao processo de aconselhamento psicológico;
Comunicação terapêutica facilitadora; Feedback das interações: terapeuta x cliente;
Princípios éticos do aconselhamento psicológico. Unidade 3- Métodos de
aconselhamento: Diretivo; Não diretivo; Centrado na pessoa; Eclético; Vantagens e
desvantagens dos diversos métodos. Unidade 4- Práticas do Aconselhamento
Psicológico Plantão psicológico; Resultados do aconselhamento; Princípios éticos do
aconselhamento psicológico.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e trabalhos
práticos com estudos de casos.
Avaliação: Prova escrita e relatório de psicodiagnóstico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANASTASY, A. Testes psicológicos. São Paulo: E.P.U., 1998.
CRAIG, R. A entrevista clínica e diagnóstica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
CUNHA, J. Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
GILLERON, E. A primeira entrevista em psicoterapia. São Paulo: Loyola, 1997.
LOPEZ, M. A. Psicodiagnóstico: processo de intervenção. São Paulo: Cortez, 1998.
MAY, R. A Arte do aconselhamento psicológico. Petrópolis: Vozes, 2001.
MORATO, H. Aconselhamento psicológico. SP: Casa do Psicólogo, 1999.
SALOMÉ, J. Relação de ajuda: guia para acompanhamento psicológico de apoio
pessoal, familiar e profissional. Petrópolis: Vozes, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARROS, S. O. O Aconselhamento psicológico e psicoterapia. São Paulo: Pioneira,
1982.
BLEGER, J. Temas de psicologia: entrevista e grupos. São Paulo: Martins Fontes,
1987
FIORINI.H. Teoria e técnicas de psicoterapias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982.
GARRET, A. A entrevista: seus princípios e métodos. Rio de Janeiro: Agir, 1981.
GONGORA, M. A.; SILVARES, E. A entrevista psicológica. [S. l. : s. n., s. d.].
HACKNEY, H.; NAY, S. Aconselhamento, estratégias e objetivos. São Paulo: E.P.U.,
1989.
LODI, J. B. A entrevista: teoria e prática. Rio de Janeiro: Pioneira, 1998.
MACKINNON, R. A Entrevista psiquiátrica. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1992
ROGERS, C. R. Terapia centrada no paciente. São Paulo: Marins Fontes, 1974.
SCHEEFFER,R. Aconselhamento psicológico. São Paulo: Atlas, 1993.
SCHEEFFER,R. Teorias do aconselhamento. São Paulo: Atlas, 1991.
STERFELT, R. Teorias de aconselhamento. São Paulo: Atlas, 1976.
VAN KOLCK, O. L. Técnicas de exame psicológico e suas aplicações no Brasil.
Petropólis: Vozes, 1999.

Disciplina: ÉTICA E PSICOLOGIA 02/36


Ementa:
Os fundamentos da Ética juntamente com a natureza e a extensão do seu estudo.
Origens históricas e Contribuições teóricas para o estudo da ética. Ética: Concepção e
elementos. Significado e sentido da ética. As questões éticas no contexto mais amplo da
problemática do homem. A questão da Justiça Social. Formação e evolução ética. Ética
profissional e desempenho.
Conteúdo: Fundamentos conceituais: valores e sua hierarquia, moralidade, consciência
moral e conflitos; Ética profissional: profissão e sua significação social, ética pessoal e
ética profissional, requisitos e características de um profissional ético; Ética e sicologia:
psicologismo e ecletismo no exercício profissional, formação ética, código de ética
profissional, ética e investigação científica bioética; Questões e desafios
contemporâneos: direitos humanos, violência, exclusão social, marginalização,
minorias, bioética, meio ambiente e outros; O código de ética profissional do psicólogo
– uma revisão dos princípios e normas; Debates de casos de atuação profissional que
ferem os princípios da ética profissional.
Objetivos: Compreender a ética como uma área de formação e desenvolvimento do
indivíduo e do grupo; Compreender e diferenciar valores éticos, de morais e das
normas; Refletir sobre a importância da consciência ética no trabalho e na vida; Discutir
a importância da ética nas condições de vida do ser humano e nas relações sociais;
Refletir sobre as questões éticas referentes ao exercício da prática profissional do
psicólogo; Analisar problemas éticos específicos do campo da psicologia.
Metodologia: Estudo e discussão de textos, seminários e discussão de casos.
Avaliação: Prova escrita e trabalho individual integrando a legislação sobre ética, sua
fundamentação e a análise de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BELLINO, F. Fundamentos de bioética. Bauru: EDUSC, 1997.
BRANDÃO, E. P. Sobre a ética das práticas psi: felicidade e cidadania.
Psicologia: Ciência e Profissão, 2, 2-11. Código de Ética dos Psicólogos, 1998.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, Código de Ética Profissional do
Psicólogo.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicologia, ética e direitos humanos,
1998.
CROCHÍK, J. L. Notas sobre a formação ética e política do psicólogo. Psicologia e
Sociedade, 11(1), 27-51, 1999.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Resolução 1996/66 – Sobre pesquisa envolvendo seres
humanos, 1996.
SÁ, A. L. de. Ética profissional. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
SANTOS, G. A. e SILVA, J. D. da (Orgs.) Estudos sobre Ética: A construção de
valores na sociedade e na Educação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERNARD, J. Da biologia à ética: bioética. São Paulo: Editorial Psy,1994.
CAMON, V. A. A. (Org.). A ética na saúde. São Paulo: Pioneira, 1997.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 12. ed, 1999.
GARRAFA, V.; COSTA, S. I. A Bioética no século XXI. Brasília: Ed. da
UnB,2000.
HARA, R. M. A linguagem moral. Tradução Eduardo Pereira e Ferreira. São
Paulo: Martins Fontes, 1996.
SILVA, Sônia A. I. Valores em educação. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1995.
SUNG, J. M.; SILVA, J. C. Conversando sobre etica e sociedade. Petrópolis:
Vozes, 1995.
VALLS, A. L. M. O que é ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. Coleção
Primeiros Passos.
ZAJDSZNAJDER, L. Ser ético. Rio de Janeiro: Gryphus, 1994.
Psicologia: Ciência e Profissão (Revista do Conselho Federal de Psicologia) -
Resoluções sobre temas relacionados à atuação profissional, sobre práticas
emergentes, sobre especialização profissional e sobre a pesquisa em psicologia -
edições diversas da revista.

9° SÉRIE

Disciplina: PSICOTERAPIA BREVE 03/54


Ementa:
As psicoterapias breves no contexto psicoterápico. Teorias psicoterápicas e a
fundamentação da psicoteparia breve. Foco e situação problema. Critérios de seleção
para psicoterapia breve. Entrevistas preliminares. Planejamento terapêutico: fases.
Recursos e problemas técnicos nas psicoterapias breves. Principais usos e limitações.
Questões éticas.
Objetivos: Conceituar as psicoterapias breves, diferenciando-as de outras formas de
abordagem psicoterápica; Indicar os contextos ou situações problemas em que as
psicoterapias breves são indicadas; Caracterizar os procedimentos técnicos de distintas
abordagens de terapias breves; Elaborar e criticar planejamentos de psicoterapias
breves; Avaliar o uso, limites e potencialidades das psicoterapias breves frente a
problemas de ordem psicológica.
Conteúdo: Psicoterapia breve: história e bases conceituais. Retrospectiva histórica:
fase inicial; a psicoterapia breve na Argentina; aplicação e desenvolvimentos no Brasil;
Diferentes bases teóricas das psicoterapias breves; Saúde mental e normalidade: os
conceitos de crise e retomada do desenvolvimento. Dimensões relevantes das
psicoterapias breves: Os fins terapêuticos: indicações dos tratamentos breves; A
temporalidade; Conflitos. Regressão; dependência; transferência: Resistência. Insight e
elaboração. Fortalecimento e ativação das funções egóicas.Técnicas psicoterápicas:
Entrevistas preliminares; Planejamento; Tratamento; A sessão, o contrato terapêutico,
os honorários e a duração; Término; Problemas técnicos; Avaliação dos resultados.
Questões éticas envolvidas nas psicoterapias breves.
Metodologia: Aulas expositivas, apresentação e discussão de textos, exercícios em
grupo; análise de estudos de casos. Supervisão para elaboração de planejamento de
psicoterapia breve.
Avaliação: Prova escrita, relatório de estudo de casos e trabalho escrito.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BENJAMIN, A. A entrevista de ajuda. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
BRAIER, E.A. Psicoterapia breve de orientação psicaná1itica. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
FREITAS,N.K. Luto Materno e Psicoterapia Breve. São Paulo: Summus, 2000.
GILLERON, E. Introdução ás Psicoterapias Breves. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
KNOBEL, M. Psicoterapia breve. São Paulo: EPU,1990.
KUSNETZOFF Psicoterapia breve na adolescência. Porto Alegre: ARTMED,
2000.
LEMGRUBER, V. Psicoterapia breve integrada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
SANTOS, E. Psicoterapia breve. São Paulo: Agora, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARFOUILLOUX, T.C. A entrevista com a criança, a abordagem da criança através
do diálogo, do brinquedo e do desenho. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
BELLAK, L.; SMALL, L. Psicoterapia breve e de emergência. São Paulo: EPU,
1989.
BLEGER, T. Temas de psicologia. entrevista e grupos. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
FIORINI, H. Teoria e técnica de psicoterapias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.
KALINA, E. Psicoterapia de adolescentes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.
MCDOUGALL, T. Em defesa de uma certa anormalidade. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1990.
SATIR, V. Terapia do grupo familiar. Rio de Janeiro. Francisco Alves, 1980.
SHEEHY, G. Passagens: crises previsíveis da vida adulta. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1990.
WINNICOTT, D.W. Desenvolvimento do indivíduo na família. Rio de Janeiro:
Francisco Alves, 1990.

Disciplina: SAÚDE MENTAL E TRABALHO 04/72


Ementa:
O Trabalho e suas condições sociais como fatores constituintes da saúde, identidade e
consciência do sujeito. Significado subjetivo do trabalho. Campo interdisciplinar de
estudos da saúde e trabalho. O processo de trabalho e sua análise: diferentes
perspectivas. As repercussões do trabalho na saúde dos trabalhadores e na vida extra-
trabalho. Trabalho e saúde mental. Abordagens teóricas sobre saúde e trabalho –
psicopatologia do trabalho. Repercussões dos contextos (social e organizacional) e do
trabalho (organização, natureza e conteúdo) na saúde psíquica. Papel das cargas de
trabalho – físicas e psíquicas – no processo saúde-doença psíquica. Acidentes de
trabalho: fatores psicossociais. A perda do trabalho e suas conseqüências psicológicas e
psicossociais.
Objetivos: Analisar os possíveis efeitos positivos e negativos que o trabalho e suas
formas de organização podem ter sobre a saúde física e mental dos trabalhadores;
Discutir os impactos da perda de emprego sobre o indivíduo e as estratégias de
enfrentamento utilizados para a sua re-inserção no mundo do trabalho; Identificar a
importância de fatores individuais, do processo de trabalho e organizacionais na
determinação de doenças ocupacionais; Analisar os aspectos dos contextos social e do
organizacional, bem como os aspectos inerentes ao trabalho (organização, conteúdo e
condições) e suas repercussões na saúde psíquica.
Conteúdo: Trabalho e processos de trabalho: Reestruturação produtiva: novas
tecnologias e trabalho; Trabalho e emprego. O futuro do trabalho; Processo de trabalho:
as perspectiva da sociologia do trabalho, da ergonomia e da psicologia. Trabalho e
Saúde como campo de estudo e intervenção: O Campo da Saúde do Trabalhador;
Trabalho e saúde psíquica: adoecimento e desgaste. Significado subjetivo do Trabalho:
Trabalho e identidade; Trabalho e outras esferas da vida – família e lazer; Trabalho e
qualidade de vida. Principais teorias em Saúde Mental e Trabalho: A abordagem do
estresse ocupacional; A abordagem da psicodinâmica do trabalho; A abordagem do
desgaste mental. Organização do trabalho e seus impactos sobre a saúde do trabalhador:
Cargas de Trabalho: conceito, modelos de análise e estratégias para dimensioná-las;
Aspectos psicológicos da carga de trabalho: demandas, potencial e latitude de decisão;
Efeitos negativos sobre a saúde. Gestão do Trabalho: impactos na saúde do trabalhador:
As técnicas gerenciais modernas e seus impactos nas cargas de trabalho: downsizing, e
engenharia, just-in-time; Cultura organizacional diante do adoecer: relações entre
padrões culturais e sintomas. Noções de Segurança no trabalho: dimensões
psicossociais: Acidentes de trabalho: conceito e cadeia de causalidade; Modelos
explicativos dos acidentes: fatores de natureza psicossocial. Saúde Psicológica e
Diferentes Contextos de Trabalho: Empresas, sindicatos, cooperativas, hospitais,
escolas e no trabalho informal; Trabalho, Emprego e Desemprego: O significado do
emprego para o indivíduo; Desemprego: enfoques teóricos para análise dos seus
impactos psicológicos; A perda do emprego: impactos emocionais, psicológicos,
sociais e físicos; Modelos explicativos e suas variáveis moderadoras (pessoais,
cognitivas, profissionais, organizacionais, sociais).
Metodologia: Aulas teóricas e práticas, seminários, painéis, debates, exercícios práticos
simulados, estudo dirigido em grupo.
Avaliação: Prova escrita e seminário grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALDAS, M. Demissão: causas, efeitos e alternativas para empresa e indivíduo.
São Paulo: Atlas, 2000.
DE MASI, D. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial. Rio
de Janeiro: José Olympio,1999.
GUIMARÃES, L. A. M.; GRUBITS, S. (Orgs.). Série saúde mental e trabalho. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2000. v. 1.
HELOANI, R. Organização do trabalho e administração: uma visão
multidisciplinar. São Paulo: Cortez, 1994.
ROCHA, L. E. et al. Isto é trabalho de gente: vida, doença e trabalho no Brasil.
Petrópolis, Vozes, 1994.
SAMPAIO, J. dos R. et al. Qualidade de vida, saúde mental e psicologia social. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.
WERNECK, O. Lazer, trabalho e educação: relações históricas, questões
contemporâneas. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CODO, W.; SORATTO, L. H. Saúde Mental & Trabalho: uma revisão sobre o
método. Psicologia e Sociedade. v. 11. n.2. p. 80–96. Jul./dez. 1999.
ESTRAMIANA, J. L. A. Desempleo y bienestar psicológico. Madrid: Siglo XXI de
España, 1992.
LIMA, M. E. A. A psicopatologia do trabalho: origens e desenvolvimentos
recentes na França. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 2, n.18, p.10-15. 1998.
MATTOSO, J. A desordem do trabalho. São Paulo: Scritta, 1995.
MORIN, E. M. Os sentidos do trabalho. Revista de Administração de Empresas.
v. 41. n.3. p. 8-19. 2001.
MOURA, W. (Org.).Trabalho e doença existencial. Rio de Janeiro: Uerj/FCSILED,
1998.
SAMPAIO, J. dos R. As três faces da Psicologia do Trabalho. Psique FAH/FINP.
Minas Gerais. v.5, n.6. Maio. 1995.
SANTOS, M. F. S. Identidade e aposentadoria. São Paulo: E.P.U., 1990.
SENNETT, R. A corrosão do caráter: conseqüências pessoais do trabalho no
novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 1999.
TITTONI, J. Subjetividade e trabalho: a experiência no trabalho e sua expressão
na vida do trabalhador de fábrica. Porto Alegre: Ortiz, 1994.
WICHERT, L. F. O adoecer psíquico do desempregado. Psicologia: ciência e
profissão. v. 19 n.1. p. 66-75. 1999.

Disciplina: ORIENTAÇÃO E ACONSELHAMENTO PROFISSIONAL 03/54


Ementa:
Conceito de trabalho. Profissão. Carreira. Ocupação. Serviço. Informação ocupacional
e mercado de trabalho. Determinantes da escolha ocupacional e o problema da decisão.
Principais teorias Psicológicas da Escolha Profissional. Orientação profissional em uma
abordagem clínica. A orientação profissional e/na escola. Reabilitação profissional.
Análise crítica da orientação profissional.
Objetivos: Dominar criticamente as diversas abordagens teóricas em orientação
profissional e desenvolvimento vocacional; Conhecer as principais teorias psicológicas
referentes a escolha vocacional; Compreender o contexto sócio-cultural da escolha
vocacional; Apreender a importância do trabalho e emprego na constituição da
identidade; Planejar e efetivar um processo de orientação vocacional; Identificar as
necessidades de orientação profissional em possíveis clientes; Estruturar planos de
atendimento em orientação profissional de acordo com as necessidades identificadas.
Conteúdo: Conceito da orientação profissional: sua relação com áreas afins e sua
situação na realidade brasileira; Bases ideológicas das diferentes abordagens teóricas ao
processo de O. P.; As características do processo de O. P. : objetivos, etapas e escolha
dos recursos; As diferentes abordagens ao processo de O. P. : educacional, clínica e
organizacional; Os fatores que interferem na escolha: individuais e socioculturais,
conscientes e inconscientes; sujeito da escolha e sua relação com as influências e
expectativas familiares; A escolha no mercado de trabalho atual; A facilitação do
processo de O. P.: o papel e a atuação do orientador; A informação profissional;
Experiências e técnicas utilizadas em Orientação Profissional em contextos diversos.
Metodologia: O conteúdo teórico será desenvolvido a partir de aulas expositivas,
leitura com debate de textos contemplando os diversos tópicos detalhados na
programação. A carga horária prática será constituída por: a) Visitas a instituições que
desenvolvem diferentes abordagens em O. P para observação de formas de atuação; b)
Vivência de técnicas específicas de Orientação e Informação Profissional e
aprendizagem de suas formas de aplicação através de entrevistas simuladas e role-
playing .
Avaliação: Provas escritas e relatórios de visitas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOCK, A. M. B. (Org.). A escolha profissional em questão. São Paulo: Casa do
Psicólogo. 1995.
BOHOSLAVSKY, R. Orientação vocacional: a estratégia clínica. São Paulo:
Martins Fontes,1987.
CALLIGARIS, C. A. A Adolescência. São Paulo: Publifolha, 2000.
LASSANCE, M. C. P. (Org.). Técnicas para o trabalho de orientação profissional
em grupo. Porto Alegre: UFRGS, 1999.
LEVENFUS, R. S. e SOARES, D.H.P. Orientação Vocacional e Ocupacional –
novos achados teóricos, técnicos e instrumentos para a clinica, a escola e a
empresa. Porto Alegre: Artes Médicas,2002.
LEVENFUS, R. S. Psicodinâmica da escolha profissional. Porto Alegre: Artes
Médicas,1997.
OLIVEIRA, I.; DIAS, C. M. S. B. Escolha profissional na família da pós-
modernidade. In: OLIVEIRA, I. (Org.). Construindo caminhos: experiências e
técnicas em orientação profissional. Recife: UFPE., 2000. p.145 – 164.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KLINE, P. Psicologia da orientação vocacional. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
LUCCHIARI, D. H. P. S. (Org.). Pensando e vivendo a orientação profissional. São
Paulo: Summus, 1992.
MAGALHÃES, M. de O.; REDIVO, A. Re-opção de curso e maturidade vocacional.
Revista da ABOP, v. 2. n. 2. p. 7-28. 1998.
MARTINS, C. R. Psicologia do comportamento vocacional. São Paulo: E.P.U.,
1978.
PELLETIER, D.; BUJOLD, C.; NOISEAUX, G. Desenvolvimento vocacional e
crescimento pessoal. 4. ed. EPetrópolis: Vozes, 1985.
RIFKIN, J. O fim dos empregos: o declínio inevitável dos níveis de empregos e a
redução da força global de trabalho. São Paulo: Makron, 1995.
ROGERS, C. Tornar-se Pessoa. Lisboa: Moraes, 1970.
ROSAS, P. Vocação e profissão. Petrópolis: Vozes, 1977.
WHITAKER, D. Escolha da carreira e globalização. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1997.

Disciplina: PSICOLOGIA E APRENDIZAGEM II 04/72


Ementa:
O psicólogo escolar, como analista das dimensões subjetivas e sócio-culturais que
envolvem o processo ensino-aprendizagem: perspectivas teóricas e metodológicas.O
diagnóstico dos problemas de desenvolvimento e de aprendizagem. Dificuldades de
aprendizagem e problemas de adaptação escolar. Conceituação de necessidades
educativas especiais: visão histórica, o estigma e a deficiência. Ajustamento pessoal e
social do portador de necessidades educativas especiais. Profissionalização do portador
de necessidades educativas especiais. Educação especial/educação inclusiva. Privação
cultural e problemas de aprendizagem. Possibilidades de reeducação e ações
preventivas.
Objetivos: Proporcionar os subsídios teóricos necessários para realização de
diagnóstico de dificuldades de aprendizagem e de necessidades especiais e elaboração
de programas de intervenção psicopedagógica e psicológica. Apontar para a necessidade
de inserção do psicólogo na instituição escolar, enquanto membro de uma equipe
multidisciplinar que procure empreender uma reflexão dos chamados problemas de
aprendizagem, sua etiologia e as possíveis estratégias de intervenção. Conceituar e
analisar causas de diversos distúrbios físicos e mentais especiais que geram impactos
nos processos de ensino-aprendizagem. Identificar quadros clínicos diversos, dentre
eles: deficiência e atraso mental em crianças, adolescentes e adultos, o indivíduo
superdotado; deficiências físicas e sensoriais; motoras (paralisia infantil, paralisia
cerebral, outras formas de problemas motores); cegueira e ambliopia, surdez e
hipoacusia; transtornos da linguagem; e outras formas de desarmonia do
desenvolvimento que tenham repercussões no processo de ensino-aprendizagem
Conteúdo: Unidade 1: O processo de aprendizagem e a relação ensinar-aprender1.1 -
Distúrbios/dificuldades de aprendizagem: conceituação e aspectos teóricos e práticos1.2
- Aspectos psicodinâmicos e familiares das dificuldades no aprendizado1.3 -
Alfabetização e fracasso escolar: analise critica dos modelos e práticas educacionais1.4
- A indissociabilidade afeto-cognição Unidade 2: A prevenção e a intervenção
psicopedagógicas 2.1 - Os distúrbios/dificuldades de aprendizagem da leitura e da
escrita 2.2 - Diagnostico psicopedagógico2.3 - A prevenção e a intervenção
psicopedagógicas: princípios básicos. Unidade 3: Educação comum e educação
especial: a questão do ambiente e da integração na escola. Unidade 4: O estudo das
categorias de necessidades especiais:Definição, diagnóstico, intervenção e adaptações
educacionais.· Os portadores de alta habilidade (superdotados)· Os portadores
deficiência mental· Os portadores de deficiência visual· Os portadores de deficiência
auditiva.Os portadores de autismo. Os portadores de problemas de conduta. Os
portadores de deficiência física
Metodologia: Exposição teórica, leitura de textos, discussão de textos em sala de aula,
trabalhos de campo.
Avaliação: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo individuais ou
em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALENCAR, E. M. L. S. Psicologia e educação do superdotado. São Paulo: EPU,
1986.___________ As novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e
aprendizagem. São Paulo Cortez 1992.
AMIRALIAN, M. L. T. M. Psicologia do excepcional. São Paulo: EPU, 1986.
ASSUMPCAO JR.. Introdução ao estudo da deficiência mental. São Paulo:
Memnon, 1991.
BARNARD, K.E. & ERICKSON, M.L. Como educar crianças com problemas de
desenvolvimento. Porto Alegre: Globo 1986.
BRANDAO, J. S. Bases para o tratamento por estimulação precoce da paralisia
cerebral. São Paulo: Memnon 1992.
BUSCAGLIA, L. Os deficientes e seus pais. Rio de Janeiro: Record, 1993.
CAPUTO, M.E. F., GUIMARÃES, M. Educação inclusiva. Rio de Janeiro : : DP&A, ,
2003..
FERNANDEZ, Al. A Inteligência aprisionada - abordagem psicopedagógica clínica
da criança e sua família. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
FERREIRA, J. R. A construção escolar da deficiência mental. Campinas: Unicamp.
1989.
.FERREIRA, M.R. & BOTOME, S.P. Deficiência física e inserção social: a formação
de recursos humanos. Caxias do Sul: Educs 1984.
FONSECA, V. L. Uma introdução as dificuldades de aprendizagem.. Lisboa:
Editorial Notic, 1984.
FONSECA, V. Educação especial. Porto Alegre: Artes Médicas 1990.
GAUEDERER, E. C. O autismo na década de 80. São Paulo: Sarvier 1980
._________________.Autismo e outros atrasos do desenvolvimento. Brasília: Corde
1993.
GLAT, R. & KADLEC, V. P. S. A criança e suas deficiências: métodos e técnicas de
atuação psicológica. Rio de Janeiro: Agir 1984.
JANNUZZI, G A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. São Paulo:
Cortez 1985.
JOHNSON, D.J. & MYKLEBUST, H.R Distúrbios de aprendizagem. São Paulo:
Pioneira/EDUSP 1983.
KEPHART, N. C.O aluno de aprendizagem lenta. Porto Alegre: Artes Médicas 1986
LEFEVRE, B. H. Mongolismo; estudo psicológico e terapêutico multiprofissional
da síndrome de down. São Paulo: Savier 1981
LEONTIEV, A. N. Linguagem desenvolvimento e aprendizagem. São
Paulo:ICONE/EDUSP 1988.
LIZ W., CHRIS G. Trabalhando com Hannah : : uma criança especial em uma
escola comum / tradução Ronaldo Cataldo Costa. -. Porto Alegre : : Artmed, , 2003.
LURIA, LEONTIEV, VIGOTSKY e cols. Psicologia e pedagogia: bases psicologicas
da aprendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Moraes, 1999.
MITTLER, P. Educação inclusiva : : contextos sociais. tradução, supervisão e
coordenação desta edição: Windyz Brazão Ferreira. -. Porto Alegre : : Artmed, , 2003.
MONONI, M. A criança retardada e a mãe. São Paulo: Martins Fontes 1988.
MAZZOTTA, M. J. S. Fundamentos de educação especial. São Paulo: pioneira 1982.
_________________ Educação escolar: comum ou especial? São Paulo: Pioneira
1987.
PAIN, S. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1985.
PESSOTTI, I. Deficiência mental: da superstição a ciência. São Paulo: EDUSP, 1984
RAICA, D. & OLIVEIRA,M.T.B. A educação especial do deficiente mental. São
Paulo: EPU, 1990.
ROSCODE, C. L. L. Comportamentos sociais na escola. Pesquisa e realidade no
ensino de 1o. Grau. São Paulo Cortez 1980.
SANTOS, O. B. Superdotados: quem são? Onde estão? São Paulo: Pioneira 1988.
SCOZ, B. J. L. (Org.) Psicopedagogia - o caráter interdisciplinar na formação e
atuação profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
____________(Org.) Psicopedagogia - contextualização, formação e atuação
profissional.Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
____________ (org.) Psicopedagogia e Realidade Escolar - o problema escolar e de
aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.
SILVA, S. VIZIM, M. Políticas públicas : : educação, tecnologias e pessoas com
deficiências / Shirley Silva e Marli Vizim, orgs.. Campinas : Mercado de Letras , ALB ,
2003.
VALENTE, J. A. Liberando a mente: computadores na educação Campinas:
Unicamp 1991.
VASH, C. L. Enfrentando a deficiencia: manifestação psicológica e reabilitação.São
Paulo: Pioneira 1988.
VAYER, P. & RONCIN, C. A integração da criança deficiente na classe. São Paulo:
Manole. 1989.
WERNECK, C. Muito prazer: eu existo - o portador de síndrome de down. São
Paulo: Memnon 1992.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AJURIAGUERRA, J. A dislexia em questão - dificuldades e fracassos na
aprendizagem da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1984.
BOSSA, Nadia A. A psicopedagogia no Brasil - contribuições a partir da prática.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
JORM, A. F. Psicologia das dificuldades em leitura e ortografia. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1985.
MACEDO, L. "Para uma Psicopedagogia Construtivista" In: ALENCAR, Eunice S.
(Org.) Novas Contribuições da Psicologia aos Processos de Ensino e Aprendizagem.
São Paulo: Cortez Editora, 1992
____________Ensaios Construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
TELFORD, C. & SAWREY, J. O Indivíduo Excepcional, Zahar, Ed. Rio de Janeiro,
1974.SCHLIEMANN, A. Na vida dez, na escola zero. Cortez, 1988.
DEL PRETTE, Z. A. P. O papel social da psicologia: reflexões sobre critérios e
métodos para avaliar a relevância de intervenções na comunidade. Ciência e
cultura, 38 (2).

Disciplina: TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPICAS II 04/72


Ementa:
Noções teóricas sobre o funcionamento do atendimento psicoterápico numa perspectiva
que utiliza a técnica psicanalítica. Características do método psicanalítico de Freud. O
processo psicanalítico: reconhecimento e manejo da transferência e da contra-
transferência, defesas, angústia e mecanismos explícitos numa terapia, manejo da
interpretação dos sonhos, contrato de trabalho. A psicoterapia analítica aplicada à
criança, ao adolescente e ao adulto. Contextos diversos de aplicação da psicanálise:
clínica, hospital e instituições. Funções da psicoterapia analítica para a atuação do
psicólogo clínico em contextos individuais, institucionais e em quadros psicóticos.
Questões éticas. Análise de casos clínicos.
Objetivos: Compreender de forma global o método psicanalítico de Freud, a partir dos
textos técnicos de Freud, discutindo a importância e o peso de cada um deles na obra
freudiana como um todo; Caracterizar de maneira processual a psicanálise como técnica
psicoterápica, cortejando alterações e inovações técnicas que emergiram ao longo de sua
história; Compreender as semelhanças e diferenças entre psicanálise, psicoterapia de
orientação analítica e psicoterapia breve dinâmica; Avaliar as potencialidades de
ntervenção da psicanálise na infância, no âmbito individual, institucional e em quadros
psicóticos.
Conteúdo: Introdução ao curso e discussão do significado dos artigos técnicos de
Freud: O método psicanalítico de Freud; Articulção entre a teoria psicanalítica e a
técnica psicoterápica; Psicanálise e psicoterapia de orientação analítica. Paradigmas e
autores centrais da psicanálise: Psicanálise na infância: especificidades psicoterápicas
conceituais e técnicas; Psicanálise na adolescência; Psicanálise na terceira idade;
Psicanálise e psicose; Psicanálise selvagem. O processo psicanalítico: Psicanálise:
Início, fase intermediária e término do atendimento psicanalítico; Processos diagnóstico
e terapêutico na psicanálise; Linhas de progresso na terapia psicanalítica; Procedimentos
terapêuticos na psicanálise. Aspectos peculiares da análise: O manejo da interpretação
dos sonhos na psicanálise; A dinâmica da transferência; Observações sobre o amor
transferencial; Recordar, repetir e elaborar. A Psicanálise em contextos diversos de
atuação do psicólogo: A psicanálise na Clínica; A psicanálise em hospitais; A
psicanálise em outras instituições. Psicanálise na atualidade: considerações especiais: A
psicoterapia breve dinâmica – aplicações e limites; Implicações individuais e sociais da
psicoterapia breve dinâmica; As perspectivas futuras da terapêutica psicanalítica:
Reflexões teóricas e práticas acerca das implicações sociais da psicoterapia de
orientação analítica.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários e estudos de
casos.
Avaliação:Prova escrita e seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABERASTURY, A. Abordagens à psicanálise de crianças. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996.
CORDIOLI, A.V. Psicoterapias: abordagens atuais. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
FERRO, A. Na sala de análise: emoções, relatos, transformações. Rio de Janeiro:
lmago, 1998.
FIORINI, H. Teorias e Técnicas das Psicoterapias. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1999.
FREUD, S. Obras Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1997.
GUIRADO, M. A. Clínica Psicanalítica na Sombra do Discurso: diálogos com aulas
de Dominique Maingueneau. São Paulo : Casa do Psicólogo, 2000.
MOSCOVITZ, J.J.; GRANCHER, P. Para quem serve uma análise? Conversas com
um psicanalista. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
PELLANDA, N.M.C.; PELLANDA, L.E.C. Psicanálise hoje: uma revolução do
olhar. Petrópolis: Vozes, 1996.
ZIMERMAN, D.E. Fundamentos psicanalíticos: teoria, técnica e clínica. Uma
Abordagem didática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEWALD, P. Psicoterapia. Uma abordagem dinâmica. Porto Alegre: Artes
Médicas,1989.
EIZIRICK, C.L. et al. Psicoterapia de Orientação Analítica. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1989.
ETCHEGOYEN, R.H. Fundamentos da Técnica Psicanalítica. Porto Alegre: Artes
Médicas,1987.
LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J.B. Vocabulário da psicanálise. 4. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
LOWENKRON,T.S. Psicoterapia psicanalítica breve. Porto Alegre: Artes Médicas
Sul, 1993.
MEZAN, R. Escrever a clínica. São Paulo: Casa do Psic6logo, 1998.
PINHEIRO, N. N. B. Psicanálise, teoria e clínica: reflexões sobre sua proposta
terapêutica. Psicologia: ciência e profissão,1999, 19(2), 20-29 .
SOUZA, E.L.A. (Org.). Psicanálise e colonização. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1999.
WALLERSTEIN, R.S. A cura pela fala: as psicanálises e as psicoterapias. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.
WINNICOTT, D.W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro:
F. Alves, 1993.

Disciplina: PSICOTERAPIA COMPORTAMENTAL 04/72


Ementa:
Fundamentos teóricos e filosóficos da terapia comportamental e sua aplicação nas
práticas psicoterápicas, diagnóstico comportamental. Principais técnicas da abordagem
comportamental. Estratégias terapêuticas de assertividade. Terapia de casais e terapia
sexual. Terapia da depressão, Terapia infantil e Orientação de pais.
Objetivos: Explicitar os fundamentos teóricos e filosóficos da terapia comportamental e
demonstrar a utilização de técnicas pertinentes ao trabalho terapêutico na abordagem
comportamental. Definir o conceito de processo terapêutico na abordagem
comportamental e o estabelecimento do vínculo terapêutico, a explicitação da queixa, o
levantamento do histórico de vida do cliente, a elaboração do diagnóstico
comportamental, a formulação de objetivos, a intervenção terapêutica propriamente dita,
a avaliação e o processo de alta. Apontar as principais técnicas comportamentais
aplicadas ao tratamento psicoterápico.
Conteúdo: Fundamentos da Terapia Comportamental e Concepção comportamental de
homem .Processo terapêutico: o estabelecimento do vínculo de confiança, a explicitação
da queixa e o levantamento do histórico de vida do cliente. Levantamento do histórico
de vida do cliente.Elaboração do diagnóstico comportamental e formulação de
objetivos. Intervenção terapêutica propriamente dita. Avaliação e ao processo de alta.
Técnicas comportamentais aplicadas ao tratamento psicoterápico (Técnicas de
Relaxamento, Exercícios de Respiração, Relaxamento Muscular progressivo,
Dessensibilização Sistemática, Técnicas de Exposição, Treino de assertividade,Treino
de auto-instrução, Inoculação de estresse, Treino de habilidade social). Processo
terapêutico com crianças e com casais. Terapia sexual. A entrevista terapêutica.
Técnicas de intervenção terapêutica: treinamento discriminativo e terapia da depressão.
Depressão, ansiedade, problemas adaptativos e outros. Perspectivas da Terapia
Comportamental. Terapia e prevenção: conceito de crise, os três níveis da prevenção e
a abordagem clínico-comportamental
Metodologia: Leitura de textos, discussão de textos em pequenos grupos, exposição de
vídeos, elaboração e redação de trabalho temático
Avaliação : Prova escrita e trabalho temático individual baseado em um a obra.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA :
CABALLO, V. E. (1999) Manual de Técnicas de Terapia e Modificação de
Comportamento. São Paulo. Ed. Santos.
IÑESTA, E.R. (1980) Técnicas de modificação do comportamento - Aplicação ao
atraso no desenvolvimento. São Paulo: E.P.U.; Goiânia: Universidade Federal de
Goiás.
KOHLENBERG, R.J. & Tsai, M. (1991). Psicoterapia Analítica Funcional.
Criando Relações Terapêuticas Intensas e Curativas . ESETec: São Paulo.
LETTNER, H. W.; RANGÉ, B.P. (orgs) (1988) Manual de Psicoterapia
Comportamental. São Paulo, Manole.
RANGÉ, B. (1998) Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. Campinas, SP. Ed.
Psy.
RANGE, B. (org) (1995) Psicoterapia comportamental e cognitiva de transtornos
psiquiátricos.. Campinas, ed. Psy. 300 pp.
RIMM, D.C.; MASTERS, J.C. (1983) Terapia Comportamental - técnicas e resultados
experimentais. São Paulo, Manole, 2 ed.
SMITH, M. (1987) Quando digo não me sinto culpado. Rio de Janeiro, Record.
SIDMAN, M. (1995). Coerção e suas implicações . Campinas: Editorial Psy.

SKINNER, B. F (1995). Questões Recentes na Análise Comportamental . 2ª


Edição, Campinas SP: Editora Papirus.

BIBLIOGRÁFICA COMPLEMENTAR:
BANDURA, A. (1971). Social learning theory. New York : General Learning Press.
BARLOW, D.H. (ed.) (1999). Manual Clínico de Transtornos Psicológicos. Porto
Alegre, RS: Artes Médicas-Sul.
BAUM, W. M. (1999). Compreender o behaviorismo - ciência, comportamento e
cultura . Porto Alegre: Artes Médicas.
CARRARA, K. (1998). Behaviorismo radical: crítica e metacrítica. Marília/São
Paulo: UNESP/Marília Publicações/Fapesp.
CORDIOLI, A.V. (1998). Psicoterapias: abordagens atuais . 2ª Edição, Porto Alegre:
Artes Médicas.
GERWITZ, P.J. (1973). Teorias não-freudianas da personalidade. São Paulo: EPU.
GREENBERGER, Dennis. (1999) A Mente Vencendo O Humor : Mude Como Você
Se Sente, Mudando o Modo Como Você Pensa. Porto Alegre: Artes Medicas.

Disciplina: ESTÁGIO PROFISSIONAL II 07/144h


Ementa:
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular escolhida.
Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes contextos, deverá
responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do psicólogo em processo de
conclusão da sua graduação e tendo em vista o repertório desenvolvido ao longo do
curso.
Objetivos: Integrar o conjunto de competências e habilidades esperadas para a
formação do psicólogo, dentro do recorte de ênfase escolhida pelo aluno; Desenvolver o
grau de autonomia com que deve enfrentar as demandas e desafios dos contextos de
trabalho em psicologia, sabendo buscar suporte teórico e técnico necessário para
caracterizar a situação e suas demandas, planejar intervenções, implantá-las e avaliá-las;
Construir projeto de inserção congruente com os objetivos da ênfase escolhida nas
atividades desenvolvidas no contexto específico em que atuará no estágio; Executar e
avaliar atividades pertinentes ao projeto elaborado de inserção no trabalho; Desenvolver
a habilidade de negociar espaços pertinentes para a sua atuação, respeitando os limites
da sua formação; Refletir continuamente sobre os desafios éticos colocados pela prática
profissional; Aperfeiçoar a capacidade para o trabalho em equipe, junto a colegas e a
outros profissionais; Sedimentar uma postura crítica-investigativa frente às demandas de
trabalho postas pelos contextos específico em que se insere a sua prática; Analisar
criticamente o seu próprio desempenho profissional, identificando espaços de melhoria
contínua.
Metodologia: Supervisão individual e coletiva das atividades planejadas. Discussão das
questões e dificuldades emergentes da situação prática. Leituras selecionadas para dar
suporte às intervenções em curso em cada contexto específico. O aluno estagiário
vincular-se-á a um projeto de estágio do professor supervisor, devendo formular, no
início, um projeto específico para a sua atuação, no contexto disponibilizado. Ao
término do semestre letivo, os relatórios de estágio deverão ser apresentados e
discutidos para os alunos da disciplina.
Avaliação: Relatório do supervisor local de estágio; acompanhamento do desempenho
do aluno durante a supervisão e relatório final de estágio.

10° SÉRIE
Disciplina: PSICOLOGIA HOSPITALAR 04/72
Ementa:
A instituição hospitalar – características, funções, e tipos. Diferentes estratégias
psicoterápicas e seus usos em contextos hospitalares. O processo de adoecer e a morte.
A atuação do psicólogo no contexto hospitalar. A atuação psicológica em UTI,
Ambulatório, Pronto-socorro e nas várias especialidades médicas. Atenção a portadores
de doenças orgânicas crônicas e agudas e com risco. Atenção aos familiares. Questões
éticas no atendimento em saúde.
Objetivos: Compreender a evolução histórica da instituição hospitalar, procurando
apontar suas funções e finalidades; Analisar os principais pressupostos teóricos e
metodológicos que fundamentam a prática do psicólogo hospitalar; Refletir acerca dos
fenômenos do adoecer e do morrer; Identificar e caracterizar as principais abordagens
psicoterápicas usadas no contexto hospitalar; Discutir a atuação do psicólogo hospitalar
junto equipe de profissionais de saúde; Identificar e analisar as possibilidades de
atuação do psicólogo hospitalar junto a especialidades médicas (cardiologia, pediatria,
oncologia, etc); Conceituar prevenção primária e secundária das doenças, identificando
ações pertinentes ao psicólogo.
Conteúdo: Unidade I: Introdução A instituição hospitalar: Breve histórico; funções e
finalidades; Características de um hospital geral: assistência, ensino e pesquisa.
Hospitalização, relação, médico-paciente, relação médico família do paciente, relação
do paciente com sua família; Inserção do psicólogo no Hospital: formas de atuação do
psicólogo no contexto hospitalar; o trabalho em Psicologia Hospitalar no Brasil.
Unidade II: Abordagens Psicoterápicas no contexto hospitalar Psicoterapia breve de
base psicanalítica; Psicoterapia de Apoio; Psicoterapia comportamental-cognitiva.
Unidade III: O processo de adoecer e a morte: Aspectos psicossomáticos do adoecer;
Tanatologia: Atitudes do paciente frente ao morrer; Estágios da morte, segundo Kubler-
Ross (1992); O profissional de saúde em face da morte. Unidade IV: A prática
psicológica em contexto hospitalar Atendimento psicológico a pacientes terminais;
Atendimento psicológico em enfermaria, centro de terapia intensiva e pré e pós-
operatório; Atuação do psicólogo hospitalar junto às especialidades médicas
(cardiologia, pediatria, oncologia, etc); Atuação do psicólogo hospitalar junto à equipe
de profissionais de saúde – interdisciplinaridade; Contribuição do psicólogo hospitalar
para a prevenção primária e secundária das doenças; Questões éticas envolvidas na
atuação do psicólogo nos hospitais.
Metodologia: Exposição interativa de conteúdos; discussão de textos em sala de aula;
Proposição de atividades em pequenos grupos (discussão sobre texto, análise de estudo
de caso, etc.), para posteriormente serem discutidas com todos os alunos da turma
(grande grupo); Apresentação e discussão de estudo de casos e entrevistas realizadas no
contexto hospitalar; Realização de trabalhos em grupo - seminários; Realização de
trabalhos individuais - síntese crítica sobre textos; Orientação dos grupos para
realização de trabalho prático envolvendo entrevistas com pacientes, familiares e
profissionais em contexto hospitalar.
Avaliação: Prova escrita, relatórios de análise de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANGERAMI-CAMON, V. A. A psicologia no hospital. São Paulo: Traço, 1998.
ANGERAMI-CAMON, V. A. E a psicologia entrou no hospital. São Paulo: Pioneira,
2003.
ANGERAMI-CAMON, V. A. O doente, a psicologia e o hospital. São Paulo:
Pioneira,1992.
ANGERAMI-CAMON, V. A. Urgências psicológicas no hospital. São Paulo:
Pioneira, 1998.
ANTUNES, J. L. Hospital. Instituição e história social. São Paulo: Letras & Letras,
1991.
CREPALDI, M.A. Hospitalização na infância: representações sociais da família
sobre a doença e hospitalização de seus filhos. Taubaté: Cabral Universitária, 1999.
KAHLIL, T. Psicologia hospitalar. São Paulo: E.P.U., 1995.
ROMANO, B. W. (Org.). A prática da psicologia nos hospitais. São Paulo: Pioneira,
2002.
ROMANO, B. W. Novos rumos em psicologia hospitalar. São Paulo: Papirus, 1996.
ROMANO, B. W. Princípios para a prática da psicologia em hospitais. São Paulo:
Casa do Psicólogo,1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BELLAK, L. Psicologia de las enfermidades organicas. Buenos Aires: Paidos, 1977.
BENJAMIN, A. A entrevista de ajuda. São Paulo: Martins Fontes, 1978.
OLIVEIRA, M. F.; ISMAEL, S. C. (Orgs.). Rumos da psicologia hospitalar em
cardiologia. Campinas: Papirus, 1995.
OLIVEIRA, V. Z.; GOMES, W. B. O adolescer em jovens portadores de doenças
orgânicas crônicas. In: GOMES, W. B. (Org.) Fenomenologia e pesquisa em
psicologia. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1998. p. 97-133.
PITTA, A. Hospital – dor e morte como ofício. São Paulo : Hucitec, 1990.
WALSH, F.; Mc GOLDRICK, M. Morte na família: sobrevivendo às perdas. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar.

Disciplina: PSICOTERAPIA FAMILIAR 03/54


Ementa:
Família: definições e perspectivas das várias disciplinas. Estabilidade e mudança nos
modelos de família. Família e ciclo vital. Inter-relações entre crianças, adultos e
adolescentes. Funções e disfunções familiares: abordagens teóricas. Promoção da saúde
na família. Psicoterapias familiares: modelos teóricos e técnicas psicoterápicas.
Psicoterapia de casal na abordagem psicanalítica. Usos e limitações da psicoterapia
familiar. Questões éticas na psicoterapia familiar.
Objetivos: Analisar as definições de família e sua evolução histórica tomando como
referência as múltiplas perspectivas teóricas que focalizam o fenômeno; Analisar papéis
e disfunções familiares, avaliando a pertinência da psicoterapia familiar; Identificar as
especificidades do processo psicoterápico com família, comparando-o às psicoterapias
individuais; Caracterizar a postura do psicoterapeuta no contexto de trabalho junto a
famílias; Mapear os diferentes modelos de psicoterapia familiar e suas respectivas bases
teóricas e características técnicas.
Conteúdo: Introdução. Conceitos e evolução histórica da família. Contextos e questões
das organizações familiares contemporâneas, com ênfase nas condições brasileiras;
Abordagens teóricas ao estudo da família: a família enquanto contexto de
desenvolvimento humano; a perspectiva psicanalítica, o movimento interacionista, as
perspectivas sistêmicas, a abordagem ecológica e o construcionismo; Família e ciclo
vital. Etapas da vida familiar; tarefas desenvolvimentais, transições, crises e acidentes.
Família e construção da subjetividade. Promoção da saúde na família; Psicoterapia
familiar. Evolução histórica dos conceitos e práticas em terapias familiar e de casal.
Fundamentação: a teoria psicanalítica; pragmática da comunicação humana: noções
básicas; existência e função de códigos não formalizados de comunicação humana;
axiomas e patologias implícitas. O início da terapia familiar. Teoria da dupla
vinculação: efeitos do paradoxo; efeitos terapêuticos do paradoxo; Psicoterapia
sistêmica. Introdução: teoria geral dos sistemas aplicada ao contexto familiar.Modelos
de tratamento familiar: Abordagens estrutural, estratégica, abordagem clínica de Palo
Alto; as escolas de Milão e de Roma; simbólico-experimental, contextual e
transgeracional; Avaliação crítica dos diferentes modelos. Questões éticas no trabalho
com famílias.
Metodologia: Exposição interativa de conteúdos; discussão de textos em sala de aula.
Atividades em pequenos grupos e discussão geral. Apresentação e discussão de estudo
de casos e entrevistas realizadas no contexto hospitalar. Seminários em grupos.
Trabalhos individuais - síntese crítica sobre textos. Orientação dos grupos para
realização de trabalho prático envolvendo entrevistas com pacientes, familiares e
profissionais em contexto hospitalar.
Avaliação: Prova escrita, relatórios de análise de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ACKERMAN, N. W. GOULART, M. C. R. Diagnóstico e tratamento das relações
familiares. Porto Alegre: Artmed, 1996.
Carter, B. & McGoldrick, M. As mudanças no ciclo de vida familiar. Uma estrutura
para a terapia familiar. Porto Alegre: Artes Médicas.
Carvalho, M.C.B. (1995). A família Contemporânea em Debate. São Paulo: Cortez.
DI YORIO, V Amor Conjugal e Terapia de Casal – Uma Abordagem Arquetipica.
São Paulo Summus, 1996.
JUNG, C. G (1916) “ O eu e o Inconciente”. O.C. Petropolis: Vozes, 1981.
JUNG, C. G (1921) Tipos Psicologicos, Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
Minuchin, S. & Fishman, C. (1996). Técnicas de terapia familiar. Porto Alegre: Artes
Médicas.
NICHOLS, M e SCHWARTZ, R. Terapia familiar: Conceitos e métodos. Porto
Alegre, Artes Médicas, 1998.
Winnicott, T.W. (1997). A Família e o Desenvolvimento Individual. São Paulo:
Martins Fontes.
Young- Eisendrath, P. Bruxas E Herois: Uma Abordagem Feminista A Terapia De
Casais. São Paulo Summus, 1995.
ZAMBERLAN, M. A . T. e BIASOLI-ALVES, Z. M. M. Interações familiares:
Teoria, pesquisa e subsídios à intervenção. Londrina: Editora UEL, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDOLFI, M. & Ângelo, C. Tempo e mito em psicoterapia familiar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1990.
ARANTES, A. Colcha de retalhos: estudos sobre a família no Brasil. Campinas:
Unicamp, 1994.
BADINTER. E. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1986.
BOX, S. Copley, B. Magagna, J. e Moustaki, E. Psicoterapia com famílias: Uma
abordagem psicanalítica. S. Paulo, Casa do Psicólogo, 1994.
CERVENY, Ceneide M. de O BERTHOUD, Cristiana M. E. (Eds). Família e ciclo
vital – Nossa realidade em pesquisa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
DI NICOLA, V. Um estranho na família. Porto Alegre: Artes Médicas,
1998.MALDONADO, M. T. Vida em família. SP: Saraiva, 1996.
FISHMAN, C. Tratamento de adolescentes com problemas: um enfoque de terapia
familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
MEIRA, Y. (Org.) O porão da família: ensaios de psicanálise. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2003.
MINUCHIN, S.; Nichols, M. P. Histórias de Esperança e Renovação Contadas Pela
Terapia Familiar. Porto Alegre: Artmed. 1995.
PRADO, L.C. et al. Famílias e terapeutas: construindo caminhos. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1996.

Disciplina: PROCESSOS EDUCACIONAIS DE INDIVÍDUOS EM SITUAÇÕES


DE RISCO 04/72
Ementa:
Caracterização de grupos em situação de risco. Violência como fato de risco e
necessidades de ações educativas. A pobreza e seus impactos sociais e psicológicos,
demandando intervenções educativas. Alcoolismo e tabagismo: riscos sociais e
psicológicos e ações educativas de escopo preventivo e remediativo. Doenças
sexualmente transmissíveis e ações educativas. Estruturas familiares e família em crise:
intervenção educativa e orientação psicológica.
Objetivos: Definir e caracterizar populações e grupos sociais que se encontram em
situações de risco visando a planejar ações educativas mais efetivas. Analisar
criticamente a violência no contexto de comunidades sociais pobres e carentes da
região. Analisar criticamente as inter-relações entre pobreza, miserabilidade e violência
em diversos contextos: escola, trabalho e família· Analisar criticamente as inter-
relações do uso de drogas, violência, pobreza e crises crônicas familiares decorrentes da
desestrutura familiar· Elaborar programas de suporte e intervenção educativos em
grupos sociais de risco, conforme suas características e especificidades. O papel do
psicólogo em equipes multiprofissionais envolvidas em políticas e programas
direcionados para população e grupos sociais em situação de risco, visando ao bem-
estar e a minimização de problemas sociais.
Conteúdo: Unidade 1: Grupos sociais em risco. 1.1 - Definição e caracterização1.2 -
Problemas teóricos, conceituais e metodológicos para identificar grupos em situação de
risco1.3 - Critérios para identificação de grupos em situação de risco Unidade 2:
Violência como fator de risco2.1 - A violência urbana2.2 - A violência no campo2.3 -
Alternativas de intervenção educacional Unidade 3: A pobreza e seus impactos no bem-
estar psicológico e social 3.1 - Falta de recursos econômicos e suas repercussões
psicológicas 3.2 - A vida em condições de miserabilidade 3.3 - Alternativas de
intervenção educacional Unidade 4: Alcoolismo e tabagismo 4.1 - O uso excessivo do
álcool e suas repercussões psicológicas e sociais 4.2 - O uso do tabaco e suas
repercussões psicológicas e sociais 4.3 - Alternativas de intervenção educacional
Unidade 5: Doenças sexualmente transmissíveis 5.1 - O impacto do AIDS na sociedade
contemporânea e suas repercussões nos grupos mais vulnerável 5.2 - O psicólogo frente
às doenças sexualmente transmissíveis: planos de ações educativas Unidade 6: A
família em crise 6.1 - Impactos do desemprego na instabilidade familiar 6.2 - A
ausência do pai 6.3 - Conflitos intrafamilares crônicos 6.4 - Planejamento de ações
educativas
Metodologia das aulas: Exposição teórica, leitura de textos, discussão de textos em sala
de aula e elaboração de processos educativos de suporte e intervenção a grupos sociais
em situação de risco..
Avaliação de aprendizagem: Prova escrita, seminário e relatórios de trabalhos de campo
individuais ou em grupo (planos e intervenção)

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAMO, H. W., FREITAS, M.V. E SPOSITO, M.P. (orgs.) Juventude em debate.
São Paulo: Cortez, 2000.
AGOSTINO, M.L. e SANCHEZ, T.M. (orgs.) Família: conflitos, reflexões e
intervenções. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
BRAZELTON, T.B. Cuidando da família em crise. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
BRUNS, M. T. Sexualidade: preconceito, tabus, mitos e curiosidades. Campinas:
Editora Átomo & Alinea, 2004.
CERVENY, C.M.O. Família e... comunicação, divórcio, mudança, residência,
deficiência, lei, bioética, doença, religião e drogatição. São Paulo: Casa do Psicólogo,
2004.
KALINA, E. Clínica e terapêutica de adicções. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KOLLER, S. (org.) Ecologia do desenvolvimento humano: pesquisa e intervenção
no Brasil. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
LEVISKY, D. Adolescência e violência. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
MARLAT, G.A. Redução de danos: estratégias práticas para lidar com
comportamentos de alto risco. Porto Alegre: Artmed, 1999.
MARINEZ, M.C.W. Adolescência, sexualidade e AIDS: na família e na escola. São
Paulo: Arte & Ciência Editora, 2003.
NASSIF, S.L.S. e ROSA, J.T. Cérebro, inteligência e vínculo emocional na
dependência de drogas São Paulo: Vetor editora, 2003.
PORTUGAL, A.M., FURTADO, A.A.P., BAHIA, M.A., GONTIJO, T. (Orgs.)
Destinos da sexualidade. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
SILVA, I. R. Alcoolismo e abuso de substâncias psicoativas: tratamento, prevenção
e educação São Paulo: Vetor editora, 2000.
SILVEIRA FILHO. Drogas: uma compreensão psicodinâmica das fármaco
dependências. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
TROMBETA, L.H. A.P. E GUZZO, R. S. L., Enfrentando o cotidiano adverso:
estudo sobre resilência em adolescentes Campinas: Editora Átomo & Alínea, 2002.
WAGNER, A. Família em cena: traumas, dramas e transformações Petrópolis:
Vozes, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, C. Resiliência. A construção de uma nova pedagogia para uma escola
pública de qualidade. Petrópolis: Vozes
CERVENY, C. M. O e BERTHOUD, C.M.E. (orgs.) Visitando a família ao longo do
ciclo vital. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
GIAMI, O anjo e a fera: sexualidade, deficiência mental, instituição. São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2004.
PEREIRA, W,C,C, e PEREIRA, M.A. Uma escolha no fundo do quintal -
Cooperativa Mangueira. Petrópolis: Vozes
TAVARES J. (ORG.), - Resiliência e educação. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
VELHO, A. cidadania e violência. Rio de Janeiro:FGV, 1996.
Disciplina: PSICOLOGIA E NECESSIDADES ESPECIAIS 03/ 54
Ementa:
Exame dos conceitos relativos a necessidades especiais identificando os seus
determinantes biológicos e sociais. Diagnóstico e etiologia das deficiências visuais,
auditiva, motora, mental assim como a superdotação. Estudo das diferentes estratégias
de intervenção contextualizadas na realidade institucional e adequadas às possibilidades
funcionais dos portadores de necessidades especiais. Intervenção voltada para o
desenvolvimento de habilidades básicas, comportamento adaptativo, independência
pessoal, integração social. Ações orientadas para a profilaxia de situações adversas e de
questões sócio culturais da estigmatização. Inclusão social dos portadores de
necessidades especiais.
Objetivos: Compreender os aspectos psicossociais das diferentes deficiências,
identificando dimensões relevantes para a intervenção do psicólogo; Conhecer a
dinâmica das instituições que atendem a crianças e adolescentes portadores de
necessidades especiais, identificando práticas adequadas a um trabalho de natureza
multiprofissional; Diagnosticar casos de crianças e adolescentes portadores de
necessidades especiais; Indicar possibilidades de intervenção junto a crianças e
adolescentes portadores de necessidades especiais.
Conteúdo: História dos conceitos de excepcionalidade e de necessidades especiais; A
excepcionalidade como fenômeno socialmente construído; Definição e caracterização
das necessidades especiais: Deficiência visual; Deficiência auditiva; Deficiência
motora; Deficiência mental; Superdotação. O diagnóstico de indivíduos portadores de
necessidades especiais; Legislação sobre direitos e atendimento a portadores de
necessidades especiais no Brasil e no mundo; A inserção social do indivíduo portador
de necessidades especiais: Na esfera educacional; Na esfera do trabalho. Possibilidades
de intervenção nos diferentes casos de excepcionalidade: Junto ao indivíduo portador de
necessidade especial; Junto à família do portador de necessidade especial; Junto a
instituições que atendem portadores de necessidades especiais. Aspectos éticos no
atendimento a portadores de necessidades especiais.
Metodologia: Aula expositiva com debates baseado em leitura prévia dos textos pelos
alunos; Elaboração de resenhas individuais dos textos indicados para leitura; Estudos
dirigidos em grupos.
Avaliação: Prova escrita e seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALENCAR, E. S. Psicologia e educação do superdotado. São Paulo: EPU, 1986.
ASSUMPÇÃO, F. B. JR. Transtornos invasivos do desenvolvimento infantil. São
Paulo: Lemos Editorial, 1997
BIANCHETTI, L.; FREIRE, I.M. (Orgs.). Um olhar sobre a diferença. São Paulo:
Papirus, 1998.
BOTELHO, P. Segredos e Silêncios na Educação dos Surdos. Belo Horizonte:
Autentica, 1998.
BUENO, J. G. S. Educação especial brasileira: Integração/segregação do aluno
diferente. São Paulo: EDUC, 1993.
DOCKWEL, J. e McSHANE, J. Crianças com dificuldades de aprendizagem –
uma abordagem cognitivista. Porto Alegre: Artmed, 2000.
JANNUZZI, G. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. São Paulo:
Autores Associados, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEE, H. A criança em desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
BODEN, M. Dimensões da criatividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
GARDNER, H. Arte, mente e cérebro. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
JANUZZI, G. S. de M. História social da infância no Brasil. São Paulo: Cortez,
1997.
JANUZZI, G. S. de M. Portadores de necessidades especiais no Brasil: reflexões a
partir do censo demográfico 1991. Integração, 7(18), 40-46, 1997.
LURIA, A.; YUDOVICH, A. Linguagem e desenvolvimento intelectual na
criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
LÜSCHER, A. Z. de C. Educação especial: inclusão e exclusão. Presença
Pedagógica, 5, n. 28, 81-84, 1999.
MRECH, L. M. O uso de brinquedos e jogos na intervenção psicopedagógica de
crianças com necessidades especiais. Revista Psicopedagogia, 14(33), 20-29, 1995.
WANDERLEY, F. Normalidade e Patologia em Educação Especial. Psicologia:
Ciência e Profissão, 19, n. 2, 2-9, 1999.

Disciplina: ESTÁGIO PROFISSIONAL III 14/252


Ementa:
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular escolhida.
Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes contextos, deverá
responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do psicólogo em processo de
conclusão da sua graduação e tendo em vista o repertório desenvolvido ao longo do
curso.
Objetivos: Integrar o conjunto de competências e habilidades esperadas para a
formação do psicólogo, dentro do recorte de ênfase escolhida pelo aluno; Desenvolver o
grau de autonomia com que deve enfrentar as demandas e desafios dos contextos de
trabalho em psicologia, sabendo buscar suporte teórico e técnico necessário para
caracterizar a situação e suas demandas, planejar intervenções, implantá-las e avaliá-las;
Construir projeto de inserção congruente com os objetivos da ênfase escolhida nas
atividades desenvolvidas no contexto específico em que atuará no estágio; Executar e
avaliar atividades pertinentes ao projeto elaborado de inserção no trabalho; Desenvolver
a habilidade de negociar espaços pertinentes para a sua atuação, respeitando os limites
da sua formação; Refletir continuamente sobre os desafios éticos colocados pela prática
profissional; Aperfeiçoar a capacidade para o trabalho em equipe, junto a colegas e a
outros profissionais; Sedimentar uma postura crítica-investigativa frente às demandas de
trabalho postas pelos contextos específico em que se insere a sua prática; Analisar
criticamente o seu próprio desempenho profissional, identificando espaços de melhoria
contínua.
Metodologia: Supervisão individual e coletiva das atividades planejadas. Discussão das
questões e dificuldades emergentes da situação prática. Leituras selecionadas para dar
suporte às intervenções em curso em cada contexto específico. O aluno estagiário
vincular-se-á a um projeto de estágio do professor supervisor, devendo formular, no
início, um projeto específico para a sua atuação, no contexto disponibilizado. Ao
término do semestre letivo, os relatórios de estágio deverão ser apresentados e
discutidos para os alunos da disciplina.
Avaliação: Relatório do supervisor local de estágio; acompanhamento do
desempenho do aluno durante a supervisão e relatório final de estágio.
OPTATIVAS

2° SÉRIE

Disciplina: OBSERVAÇÃO DO COMPORTAMENTO 02/36


Ementa:
A Observação na Psicologia e na Metodologia Científica. Linguagem científica.
Técnicas de registro do comportamento observado. Definição de eventos
comportamentais e ambientes sociais. Problemas da classificação de comportamentos.
Ética Profissional e a Observação.
Objetivos: Reconhecer a importância da observação científica para a Psicologia
enquanto ciência. Realizar observações científicas e elaborar relatos que respeitem os
critérios científicos, utilizando a linguagem recomendada pela ciência.·Utilizar
diferentes técnicas de registro de comportamento e de eventos ambientais em que o
comportamento se insere.
Conteúdo: Unidade 1:1.1- Conceito de Observação. 1.2- A necessidade da observação
em ciência1.3 - A importância da linguagem científica. 1.4-Tipos de Observação:
observação sistemática e observação participante1. 5- Aplicação da observação nas
diversas áreas de atuações da psicologia1. 6 - Questões éticas envolvidas na observação
do comportamento humano.Unidade 2:2.1 - A definição científica de comportamento.
Maneiras de se definir um comportamento. Definição de eventos comportamentais e
ambientais. 2.2- O problema da definição dos comportamentos. Agrupamento dos
comportamentos em classe· Definição das classes de comportamentos. 2.3 - A situação
de observação. O protocolo de observação· Relato das condições nas quais a
observação ocorre. 2.4 - Linguagem científica. 2.5 -O registro propriamente dito.
Técnicas de registro· Registro de comportamento· Registro dos eventos ambientais nos
quais o comportamento se insere. 2.6- Videografia como técnica de registro.
Metodologia: Aulas expositivas, atividades práticas, leitura e reestruturação de
registros de observação, estudos de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, M. C. M. (org.). Construindo o saber: metodologia científica -
fundamentos e técnicas. Campinas: Papirus, 1994.
COELHO, M. H. e VAYER, P. A observação da criança. São Paulo: Manole, 1989.
DANNA, M.F. e MATOS, M.A. Ensinando observação: uma introdução. São Paulo:
Edicon, 1984.
DOMENICO,V. G. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Psicologia: uma
introdução. São Paulo: Edicon, 2002.
FAGUNDES, A. J. F. M. Descrição, definição e registro de comportamento. São
Paulo: EDICON, 1993.
MOREIRA, D. A.. Analfabetismo funcional: O mal nosso de cada dia. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2003.
SANCHEZ, M. P. Observação de bebês. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOURA, M. L. S. Pesquisa Brasileira em Psicologia do Desenvolvimento. Rio de
Janeiro: UERJ, 1998.
SKINNER, B.F. Ciência e comportamento humano. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1989.
WECHSLER, S. M. e GUZZO, R. S. L.(org). Avaliação Psicológica: perspectiva
internacional. Campinas: Casa do Psicólogo, 1999.
VAYER, P. A Observação da criança. São Paulo: Manole, 2000.
MAZZOTTI, A.J.A. e GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas Ciências Naturais e
Sociais. São Paulo: Pioneira, 1999.
LUNA, S. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo:Educ, 1998.Artigos
de Periódicos Científicos de interesse da disciplina.

Disciplina: PSICOLOGIA E SEXUALIDADE 02/36


Ementa:
Princípios gerais da sexualidade. O processo integrado do desenvolvimento biológico,
cognitivo, emocional e social da sexualidade. A sexualidade vista pelas diferentes
disciplinas (Psicologia, Psicanálise, Sexologia, Antropologia, Sociologia, História,
Demografia etc.). Os debates contemporâneos em torno da sexualidade.
Objetivos: Analisar as correntes teóricas das diversas disciplinas que buscam descrever
a sexualidade; Distinguir as várias temáticas associadas à sexualidade, tais como –
Exercício da sexualidade na infância, adolescência, idade adulta e velhice; Hetero,
Homo e bi-sexualidade; HIV/Aids; Educação sexual; Assédio sexual; violência sexual
etc.; Discutir as propostas críticas mais recentes que tem por objetivo a desconstrução
da fixidez da noção de sexualidade, a partir de uma perspectiva histórica.
Conteúdo: A sexualidade: a visão interdisciplinar. A sexualidade: o olhar das ciências
humanas; Sexualidade: o olhar das ciências naturais; Sexo, sexualidade e diferença
sexual; A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades
modernas. Sexualidade e Educação. Exercícios da sexualidade: infância, adolescência,
vida adulta e velhice ; A orientações sexuais; processo de constituição; Parâmetros
Curriculares Nacionais: orientação sexual; As doenças sexualmente transmissíveis;
Gravidez e métodos anticoncepcionais; Programas de educação sexual: informação x
educação. A eficácia dos programas na prevenção de comportamentos de risco; Gênero,
sexualidade e educação. Temas emergentes em educação sexual DST-HIV/Aids:
educação para a prevenção; Hetero, homo e bi-sexualidade: educação para a não
discriminação; Assédio sexual e violência sexual; Sexualidade e mundo virtual.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários de leitura e debate. Uso de artifícios
pedagógicos, tais como apresentação de filmes, discussão de artigos de revistas/jornais
etc. sobre sexualidade. Palestras de profissionais convidados, envolvendo temas de
interesse da disciplina.
Avaliação: Prova escrita e seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, Regina M. e PARKER, Richard. Sexualidades pelo avesso: direitos,
identidades e poder. São Paulo: Ed. 34. 1999.
BERQUÓ, Elza. Arranjos familiares: uma visão demográfica. In: SCHWARCZ,
Lilia M. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea.
São Paulo: Companhia das letras. 1998. pp 411- 438.
COSTA, Albertina de Oliveira. Direitos tardios: saúde sexualidade e reprodução na
América Latina. São Paulo: Prodir II/ Fundação Carlos Chagas/Ed. 34. 1997.
COSTA, Albertina de Oliveira; AMADO, Tina. Alternativas escassas: saúde
sexualidade e reprodução na América Latina. São Paulo: Prodir/ Fundação Carlos
Chagas/Ed. 34. 1994.
GRAÑA, R. B. Além do Desvio Sexual: Teoria-Clínica-Cultura. Porto Alegre:
Artmed. 1996.
LOURO, Guacira Lopes (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo
Horizonte: Autêntica. 1999.
LOYOLA, Maria Andréa (org.). A sexualidade nas ciências humanas. Rio de Janeiro:
UERJ. 1998.
PARKER, Richard; BARBOSA, Regina (orgs.). Sexualidades brasileiras. Rio de
Janeiro: Relume Dumará; ABIA; IMS/UERJ. 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARIDADE, Amparo. Sexualidade: corpo e metáfora. São Paulo: Iglu. 1997.
GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e
erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Editora da Universidade Estadual
Paulista, 1993. 220 p.
HEILBORN, Maria Luiza (org.). Sexualidade: o olhar das ciências sociais. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar. 1999.
LEAL, Ondina F. (org.). Corpo e significado: Ensaios de antropologia social. Porto
Alegre: UFRGS. 1995.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-
estruturalista. Petrópolis: Vozes. 1998.
PICAZIO, Cláudio. Diferentes desejos: adolescentes homo, bi e heterossexuais. São
Paulo: Summus. 1998.

Disciplina: PSICOLOGIA EVOLUTIVA 02/36


Ementa:
A teoria da evolução: origem e síntese neo-darwinista. Princípios de evolução e
comportamento: seleção natural e adaptação. A linhagem primata e a evolução humana:
bipedismo, neotenia e cultura. Instinto: questão nature-nurture na ontogenia.
Comunicação animal. As contribuições da psicobiologia, da etologia e da
sociobiologia. A síntese da psicologia evolucionária.
Objetivos: Relacionar a teoria da evolução das espécies ao comportamento dos
organismos; Caracterizar a evolução humana filogeneticamente, relacionando-a aos
problemas da ontogenia; Descrever as bases biológicas dos processos psicológicos
básicos; Analisar as controvérsias que cercam a abordagem evolucionista do
comportamento humano e como ela integra, modernamente, as dimensões biológicas,
sociais e culturais.
Conteúdo: Unidade 1 – Seleção natural Teoria da evolução de Darwin: princípios
gerais; A síntese neo-darwinista: mecanismo de mudança (mutação, aptidão e
mudança); Teorias de seleção de grupos, parentes e genes: a unidade da seleção natural;
Filogênese humana: as linhagens primata e hominídea; Elementos da evolução humana:
bipedismo, neotenia e cultura; Instintos e a questão nature versus nurture. Unidade 2 –
As perspectivas biológicas do comportamento: etologia. Histórico; Conceito de instinto
e base biológica; Métodos de investigação: observação natural e o etograma; Padrões
fixos de ação, imprinting; Tinbergen e os quatro por quês. Unidade 3 - As perspectivas
biológicas do comportamento: a Psicobiologia Bases biológicas das emoções; Bases
biológicas da motivação; Unidade 4 - Psicologia evolucionista A psicologia da aptidão
abrangente e a sociobiologia; A síntese da psicologia evolucinista: mecanismos versus
comportamentos; A revolução cognitivista e a psicologia evolucionista: a modularidade
da mente.
Metodologia: Leitura e discussão de textos selecionados. Aulas expositivas e trabalhos
em grupos. Seminários.
Avaliação: Provas escritas e seminários em grupo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BLURTON JONES, N. Estudos etológicos do comportamento da criança. São Paulo:
Pioneira, 1981
DAWKINS, R. O gene egoísta. São Paulo: Itatiaia, 2001.
DENNETT, D. A perigosa idéia de Darwin: a evolução e os significados da vida. Rio
de Janeiro: Rocco. 1998.
KREBS, J.R.; DAVIES, N.B. Introdução à ecologia comportamental. São Paulo:
Aheneu, 1996.
LORENZ, K. Os fundamentos da etologia. São Paulo: Editora da Unesp, 1993.
PINKER, S. Como a mente funciona. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SOUTO, A. Etologia: princípios e reflexões. Recife: UFPE, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BUSS, D. A paixão perigosa. São Paulo: Objetiva. 2000.
CARVALHO, A.M.A. Etologia e comportamento social. Psicologia e Sociedade, 5 (8),
145-163, 1989.
DAWKINS, M.S. Explicando o comportamento animal. São Paulo: Manole, 1989.
FUTUYAMA, D.J. Biologia Evolutiva. Ribeirão Preto: SBG/CNPq, 1992.
HRDY, S. B. Mãe Natureza: uma visão feminina da evolução. São Paulo:
Campus,1997.
LEAKEY, R.L. A evolução da humanidade. São Paulo: Melhoramentos, 1981.
LORENZ, K. Agressão: uma história natural do mal. São Paulo: Martins Fontes,
1979.
MAYR, E. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília: UnB, 1998.
OTTA, E. O sorriso e seus significados. Petrópolis: Vozes, 1994.
OTTA, E. O sorriso e seus significados. Petrópolis: Vozes, 1995.
TINBERGEN, N. Comportamento animal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973.

4° SÉRIE

Disciplina: PSICODRAMA
EMENTA: Sociodrama e Psicodrama. Identificação e análise das relações sociais nos
pequenos grupos. A dinâmica da comunicação nos pequenos grupos. Algumas
contribuições teóricas para a compreensão dos mecanismos de ação grupal: grupos
operativos e psicodrama.Técnicas de dinâmica de grupos aplicáveis em psicologia
escolar, clínica e do trabalho. Criatividade e espontaneidade. Instrumentos, técnicas,
etapas e contextos.
Objetivos: Geral: proporcionar subsídios teórico-técnicos aos futuros profissionais para
atuarem em psicologia com base na abordagem psicodramática
Específicos:
• propiciar aos alunos um contato sistematizado com a teoria do Psicodrama,
desde sua visão de homem e de mundo (concepção filosófica), sua teoria de
personalidade e sua teoria de desenvolvimento, observando sua contextualização
histórica;
• possibilitar e favorecer a discussão da teoria da técnica psicodramática, bem
como o aprendizado das principais técnicas, instrumentos, etapas e contextos;
• discutir as diversas modalidades de trabalho e campos de atuação do
Psicodrama.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 – As raízes do Psicodrama
1.2 J. L. Moreno: o criador do Psicodrama
1.3 Contexto histórico-cultural
1.4 Influências
Unidade 2 – Principais conceitos antropológicos
2.1 A visão de homem e de mundo: a espontaneidade e a criatividade
2.2 O fator tele
2.3 Átomo social
Unidade 3 – Teoria da Personalidade
3.1 O conceito de papel
3.2 Desenvolvimento do papel
3.3 Tipos
Unidade 4 – Teoria do Desenvolvimento
4.1 A Matriz de Identidade
4.2 Fases de desenvolvimento na Matriz de Identidade
4.3 Correlações: papéis-matriz-técnicas
Unidade 5 – Instrumentos, contextos e etapas
5.1 Contextos: social, grupal, psicodramático
5.2 Instrumentos: protagonista, diretor, ego-auxiliar, público, cenário
5.3 Etapas: aquecimento inespecífico, aquecimento específico, dramatização, “sharing”
(compartilhamento), processamento.
Unidade 6 – Modalidades de trabalho e campos de aplicação
6.1 Psicodrama terapêutico: bipessoal, individual, grupal; crianças, adolescentes,
adultos, família, casal
6.2 Psicodrama pedagógico e outras possibilidades
6.3 Psicodrama e Sociodrama
Unidade 7 - Pesquisa na educação e na saúde.
7.1 Pesquisas desenvolvidas na área de saúde e psicodrama.
7.2. Pesquisas desenvolvidas na área de educação e psicodrama.

Metodologia: Teórico-prática, buscando proporcionar aos alunos a vivência de jogos


dramáticos e das principais técnicas do Psicodrama. As aulas serão divididas entre
atividades práticas, num primeiro momento, com discussão teórica e teórico-técnica
subseqüente. A parte teórica será desenvolvida a partir de exposição dialogada, leitura e
discussão de textos em pequeno e grande grupo, debate, relato de experiência, entre
outras possibilidades.
Avaliação: O aproveitamento acadêmico será avaliado através de:
a) participação nas aulas, abrangendo os critérios de freqüência, qualidade e
pertinência das intervenções, postura em sala de aula, sintonia com os conteúdos
abordados e envolvimento nas atividades práticas propostas;
b) coordenação de jogos dramáticos em duplas, em data a ser acordada com a
professora e a turma.
c) trabalho, sobre tema de livre escolha, dentro da abordagem, elaborado de acordo
com as regras de confecção de trabalhos acadêmicos (individual ou em duplas);
A nota final resultará da aplicação de média aritmética simples às notas obtidas nos
elementos de avaliação indicados acima.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONÇALVES, Camila S. (1988). (org.). Psicodrama com crianças Uma
psicoterapia possível. São Paulo: Ágora.
MORENO, Jacob L. (1975). Psicodrama. São Paulo: Cultrix
_________. (1983). Fundamentos do Psicodrama. São Paulo: Summus.
_________. (1984). O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus
MONTEIRO, Regina F. (1998). (org.) Técnicas fundamentais do Psicodrama. São
Paulo: Ágora, 1998.
___________. (1979). Jogos dramáticos. São Paulo: McGraw-Hill.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AGUIAR, M. (1990). O teatro terapêutico Escritos Psicodramáticos. Campinas:
Papirus.
ALMEIDA, W. C. de (1999). (org.). Grupos: a proposta do psicodrama. São Paulo:
Ágora.
ALMEIDA, W. C., GONÇALVES, C. & WOLFF, J.R. A. (1988). Lições de
Psicodrama. São Paulo: Ágora.
ALMEIDA, W. C. de. (1988). Formas do encontro: psicoterapia aberta. São Paulo:
Ágora, 1988.
_________. (1991). Moreno: encontro existencial com as psicoterapias. São Paulo:
Ágora, 1991.
BUSTOS, Dalmiro. (1979). Psicoterapia Psicodramática. São Paulo: Brasiliense.
________. (1997). Actualizaciones en Psicodrama. Buenos Aires: Editorial
Momento.
YOZO, Ronaldo Y. K. (1996). 100 jogos para grupos. Uma abordagem
psicodramática para empresas, escolas e clínicas. São Paulo: Ágora.

Disciplina: EDUCAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO 02/36


Ementa:
As mudanças tecnológicas e as demandas de qualificação e requalificação no trabalho.
Novo perfil de trabalhador face aos novos arranjos organizacionais. Análise do trabalho
e descrição de cargos. A noção de competência. Multiqualificação, Politecnia e
Polivalência. As políticas, estratégias e práticas de qualificação e desenvolvimento de
pessoas nas organizações. Aprendizagem Organizacional e suas diversas correntes.
Treinamento no trabalho: conceito e metodologias. Levantamento de necessidades de
treinamento. Planejamento de treinamento. Recursos instrucionais. Avaliação de
treinamento.
Objetivos: Analisar as relações entre mudanças sociais e tecnológicas e as demandas de
qualificação para o trabalho; Analisar os conceitos de qualificação e competência,
identificando as suas implicações para as ações de gestão de pessoas em organizações;
Dominar os princípios e técnicas de análise do trabalho como ferramenta para as
intervenções na área de treinamento, desenvolvimento e qualificação para o trabalho;
Caracterizar qualificação e treinamento em uma perspectiva sistêmica, identificando o
conjunto de ações que potencializam seus resultados para indivíduos e organizações;
Diagnosticar necessidades de treinamento e propor plano para o desenvolvimento de
competências e habilidades em um contexto específico de trabalho; Dominar
metodologias de avaliação de treinamento nos seus diferentes momentos.
Conteúdo: Trabalho e Educação: conceitos básicos: Reestruturação produtiva,
mudanças tecnológicas e trabalho humano; Reestruturação produtiva no Brasil:
crescimento econômico, desigualdade social e educação no Brasil; Novo perfil do
trabalhador: habilidades cognitivas, técnicas e comportamentais. Polivalência e
Politecnia; Qualificação e Trabalho: diferentes conceitos. As teses sobre qualificação no
capitalismo moderno; Competência: conceito e formas de gestão em contextos de
trabalho. Análise do Trabalho: As dimensões ou atributos do trabalho: variedade,
autonomia, identidade, significância, feedback. O modelo de Hackman e Oldham de
qualidade de vida no trabalho; Análise dos postos de trabalho: conceito e usos;
Metodologia de elaboração de descrições de cargos. Conteúdos e requisitos do trabalho.
Elementos do contexto de trabalho; Uso de análises do trabalho para o planejamento de
ações de treinamento. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas em contextos
organizacionais: Educação e Treinamento na empresa: conceitos. Aprendizagem
individual e organizacional; Diagnóstico de necessidades de treinamento; Planejamento
de programas de treinamento: estabelecimento de objetivos e recursos instrucionais.
Novas tecnologias e treinamento. Diferentes tipos de treinamento. Avaliação de
treinamento em organizações: reação, processo, produtos e transferência.
Metodologia: Aulas expositivas. Discussão de textos. Estudos de caso envolvendo
diagnóstico e planejamento de ações de treinamento em contextos de trabalho.
Avaliação: Prova escrita e relatório de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, L. Educação e Trabalho no contexto da terceira revolução industrial.
São Cristóvão: Editora da UFS, 1999.
BOOG, G.G. (Org). Manual de Treinamento e Desenvolvimento. São Paulo:
Makron Books,1994.
CARVALHO, A. V. Treinamento. Princípios, métodos e técnicas. São Paulo:
Pioneira, 2000.
CATANI, A. M. Educação formal e mercado de trabalho. In: Bruno, L. (Org.)
Educação e trabalho no capitalismo contemporâneo. São Paulo: Atlas, 1996 p.188 -
204.
FERRETTI, C.J.; ZIBAS, D.M.L.; MADEIRA, F.R.; FRANCO, M.L.P.B. (Org.).
Novas tecnologias, trabalho e educação - Um debate multidisciplinar. Petrópolis:
Vozes, 1994.
FRIGOTTO, G. As mudanças tecnológicas e educação da classe trabalhadora:
politecnia, polivalência ou qualificação profissional? Em Trabalho e Educação.
Campinas: Papirus; São Paulo: Ande, 1992, Anped; cap. 1.4, p.45-53.
GÍLIO, I. Trabalho e educação. Formação profissional e mercado de trabalho.
São Paulo: Nobel, 2000.
LEITE, E.M. Reestruturação produtiva, trabalho e qualificação no Brasil. In:
Bruno, Lúcia (Org.). Educação e trabalho no capitalismo contemporâneo: leituras
selecionadas. São Paulo: Atlas, 1996 p.146-87
MACHADO, L., NEVES, M., FRIGOTTO, G. e outros. Trabalho e Educação.
Campinas, São Paulo: Papirus,1994.
MARKET, W. (1996). Trabalho, qualificação e politecnia. Campinas: Papirus,
1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRUNO, L. Educação e trabalho no capitalismo contemporâneo. São Paulo: Atlas,
1996.
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas – o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
CORIAT, B. Pensar pelo avesso: o modelo japonês de trabalho e organização. Rio
de Janeiro: Revan/UFRJ, 1994.
KLEIN, DAVID A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual. São Paulo:
Qualitymark, 1998.
KUMAR, K. Da sociedade pós-industrial à sociedade pós-moderna: novas teorias
sobre o mundo contemporâneo. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência. O futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
LOJIKINE, J. A revolução informacional. São Paulo: Cortez, 1995.
NONAKA, I. e TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa. Rio de
Janeiro: Campus, 1997.
RODRIGUES, M. V. & FERRANTE, A. Tecnologia de informação e mudança
organizacional. São Paulo: Atlas, 1995.
SVEIBY, K. E. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando
patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
TAMAYO, A.; BORGES-ANDRADE, J.E. & CODO, W. (Org.). Trabalho,
organizações e cultura. São Paulo: Cooperativa de Autores Associados, 1998.

Disciplina: PSICOLOGIA E REICH


Ementa: Principais conceitos da Teoria de Reich. Conceito de Personalidade. Prática
de saúde e escolar. Pesquisa na educação e saúde.
Objetivos: Identificar os principais conceitos de Reich. Refletir sobre a importância de
Reich para a Psicologia. Conhecer a aplicação da teoria de Reich.
Conteúdo: Unidade 1. Teoria de Reich.
1.1 Caráter.
1.2. Caráter, a perda da couraça muscular.
1.3 bioenergia e energia orgônica.
1.4. Desenvolvimento da personalidade
1.5 As três técnicas terapêuticas:a análise do caráter, a vegetoterapia caractero-analítica
e a orgonoterapia.
Unidade 2. Pratica na
área de saúde e na educacional.
2.1 Reich e a saúde.
2.2. Reich e a educação.
Unidade 3. Pesquisa na educação e na saúde.
3.1 Pesquisas desenvolvidas na área de saúde Reich.
3.2. Pesquisas desenvolvidas na área de educação e Reich .
Metodologia: Aulas expositivas e vivenciais. Os alunos deverão organizar um trabalho
pratico baseado na teoria de Reich para serem desenvolvidos para grupos na área de
saúde e educação.
Avaliação: Relatórios dos trabalhos desenvolvidos e prova sobre o conteúdo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FADIMAN, J. e FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: Harper e Row,
1979. HALL, C. S.; LINDZEY, G. e CAMPBELL, J. B. Teorias da personalidade. 4.
ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
Mann, W. Edward - Orgônio, Reich & Eros - A Teoria da Energia Vital de Wilhelm
Reich - São Paulo : Editora Summus, 1989.
Reich, Wilhelm - Análise do Caráter - 3ª Edição - São Paulo : Editora Martins Fontes,
1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Wagner, Claudio de Mello - Freud e Reich - Continuidade ou Ruptura? - São Paulo :
Editora Summus, 1996.

6º SÉRIE

Disciplina: PSICOTERAPIA COMPORTAMENTAL-COGNITIVA 02/36


Ementa:
Aspectos históricos filosóficos e epistemológicos da abordagem comportamental cognitiva
aplicada a prática clínica. Noções gerais sobre entrevista diagnóstica e tratamento na
abordagem comportamental-cognitiva. Psicopatologia infantil e do adolescente: diagnóstico e
tratamento na TCC.
Objetivos: Apresentar uma visão integrada do desenvolvimento histórico da Terapia
Comportamental Cognitiva a partir de seus fundamentos filosóficos , bem como, apresentar os
elementos epistemológicos no que tange aos aspectos metateóricos da mesma , como por
exemplo : a natureza das teorias cognitivas e da cognição; a cognição como uma ponte teórico
clínica. A cognição e a relação terapêutica. Demonstrar as técnicas comportamentais aplicadas
à prática clínica. Realizar uma boa avaliação cognitivo comportamental e realizar diagnóstico
psicopatológico a partir dos referenciais desta abordagem psicológica. Elaborar estratégias de
tratamento cognitivo-comportamental.
Conteúdo: Unidade 1.Conceituação Cognitiva. O modelo Cognitivo (Crenças
centrais; intermediárias; pensamentos automáticos; reação emocional; reação
comportamental; reação fisiológica). As crenças (atitudes, regras e suposições). Noções
Gerais sobre teoria da personalidade na abordagem Comportamental Cognitiva.
Identificação de emoções. Técnicas para distinguir Pensamentos automáticos de
emoções; para ensinar a nomear as emoções; para classificar o grau da emoção. Uso da
emoção para a orientação da terapia. Unidade 2.
Metodologia e avaliação: Entrevista comportamental, Auto-monitoração,Auto-relato
( questionários, escalas de avaliação global), Entrevistas e monitoração com outras
pessoas chaves, Observação direta do comportamento em ambiente clínicos ( role-play;
testes comportamentais), Parâmetros objetivos comportamentais. Unidade 3. A estrutura
da primeira sessão na abordagem comportamental-cognitiva: Estabelecer confiança e o
rapport, Socializar o paciente na terapia, Educar o paciente:sobre o transtorno, sobre o
modelo cognitivo: o processo da terapia, Extrair e ( corrigir quando necessário) as
expectativas do paciente sobre a terapia, Coletar informações adicionais sobre as
dificuldades do paciente, desenvolver uma lista de metas. Unidade 4. Técnicas
Cognitivas Complementares. Técnicas para resolução de problemas. Técnicas para
Tomada de decisão, Experimentos comportamentais. Monitoração de Atividade e
Agendamento. Aferimento do Humor. Distração e Refocalização. Cartão de
Enfrentamento. Exposição Graduada. Role-play. Comparações Funcionais do Self e
diários de Auto-declaração Positiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Beck, A . & Freeman, A . (1993). Terapia cognitiva dos transtornos de
personalidade. Porto Alegre: Artes Médicas
Beck, J. (1997). Terapia cognitiva: Teoria e prática. Porto Alegre: Artes Médicas
Beck, J. (1997). Terapia cognitiva: Teoria e prática. Porto Alegre: Artes Médicas.
Caballo, V. E. ( 2003) . Tratamento Cognitivo Comportamental dos Transtornos
Cognitivo- Comportamental dos Transtornos Psicológicos. São Paulo. Santos
Livraria Editora.
Guimarães, S. S. ( 2001) .Técnicas Cognitivas e Comportamentais. In B. Range
( Org). Psicoterapias Cognitivo- Comportamentais: Um diálogo com a psiquiatria.
Porto Alegre. Artmed.
Hawton, K; Salkovskis, P. M. ; Kirk, J. Clarck, D.M. ( 1997).Desenvolvimento e
Princípios das abordagens cognitivo-comportamentais. In K. Hawton (org).
Terapia Cognitivo Comportamental para Problemas Psiquiátricos: Um guia
Prático. São Paulo. Martins Fontes.
Range, B. ( 1995). História da Psicoterapia Comportamental Cognitiva no Brasil.
In Range. B. ( Org) . Psicoterapia Comportamental Cognitiva. Campinas . Editorial
Psy.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Beck, A . (1976). Cognitive therapy and emotional disorders. New York:
International Universities Press.
Beck, A. T. & Alford, B.A. ( 2000) . O Poder Integrador da Terapia Cognitiva. Porto
Alegre. Artmed.
Greenberg, L.S., Rice, N.L., Elliott, R. (1996). Facilitando el cambio emocional.
Barcelona: Paidós.
Mahoney, M.J. (1974). Cognition and behavior modification. New York: Ballinger
Publishing, Co.
Range, B; Abreu, A.P. ; Rodrigues, L . F. ( 1995) . Panorama da Psicoterapia
Comportamental no Brasil. In Range. B. ( Org) . Psicoterapia Comportamental
Cognitiva. Campinas . Editorial Psy.
Range, B. ( 2001) . Terapia racional- emotivo-comportamental. In B. Range ( Org).
Psicoterapias Cognitivo- Comportamentais: Um diálogo com a psiquiatria. Porto
Alegre. Artmed
Salkovskis, P. M. (1996) (Ed.). Frontiers of cognitive therapy. New York: Guilford
Press

Disciplina: PSICOFARMACOLOGIA 02/36


Ementa:
Princípios farmacológicos gerais. Farmacocinética, farmacodinâmica e interações
medicamentosas de drogas psicoativas. Mecanismos de ação de drogas. Farmacologia
do sistema nervoso. Neurotransmissores centrais. Farmacologia dos: compostos
antipsicóticos, compostos antidepressivos, compostos ansiolíticos, dos hipno-sedativos,
dos compostos estimulantes e anorexígenos. Drogas Psicotrópicas. Psicofármacos:
classificação segundo sua composição e efeitos. Psicofármacos: interações com outros
tratamentos.
Objetivos: Analisar os mecanismos básicos de ação dos psicofármacos sobre o sistema
nervoso central e seus impactos sobre os processos psicológicos cognitivos, emocionais
e comportamentais; Diferenciar, na prática clínica, as intervenções terapêuticas da
farmacologia e das psicoterapias; Discutir o trabalho conjunto do psiquiatra e do
psicólogo com pacientes que fazem uso de psicofármacos; Discutir aspectos éticos
específicos da atuação do psicólogo em atividades que envolva uso de psicofármacos.
Conteúdo: Conceitos: farmacodinâmica, farmacocinética e interações;
Neurotransmissão e principais grupos de psicofármacos: características funcionais e
localização dos sistemas noradrenérgicos, dopaminérgicos, sorotonérgicos,
gabaérgicos, opiodérgicos, colinérgicos, glicinérgicos e de aminoácidos excitatórios.
Drogas de ação central: classificação; efeitos dos psicofármacos; pressupostos para
afirmação sobre os efeitos; efeito placebo na psicofarmacologia; contexto social dos
exames; Neurolépticos: conceitos sinonímicos; classe de substâncias dos neurolépticos;
efeitos colaterais; neurolépticos e psicoterapia; Ansiolíticos e/ou antidepressivos:
benzodiazepínicos e outros ansiolíticos; antidepressivos: tricíclicos, IMAOS e outros;
lítio; noções biológicas padronizadas dos efeitos anti-depressivos.; efeitos colaterais;
Drogas anto-psicóticas: esquizofrenia e neurolépticos; fenotiazínicos, butirofenonas;
Substâncias ilícitas: narcóticos, alucinógenos; mecanismos de adição; farmacologia do
álcool; abuso e dependência de medicamentos; padrões psicológicos de dependência de
medicamentos. O trabalho do psicólogo com pacientes que utilizam medicamentos.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de casos.
Avaliação: Prova escrita e seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAPTYISTA, M.; INEM, C. (Org.). Toxicomanias, uma abordagem
multidisciplinar. Rio de Janeiro: Nepad/Uerj: Sette Letras, 1997.
CORDIOLI, A.V. Psicofármacos - consulta rápida. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
GRAEFF, F. G. Drogas psicotrópicas e seu modo de ação. São Paulo: EPU, 2000.
GRAEFF, F.G., GUIMARÃES, F.S. Fundamentos de psicofarmacologia. São Paulo:
Atheneu, 1999.
KALINA, E. Drogadição hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
MARANGELL, Lauren B; SILVER, Jonathan M.; MARTINEZ, James M. e
YUDOFSKY, Stuart C. Psicofarmacologia. Porto Alegre: Artmed. 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GRAEFF, F.G; BRANDÃO, M.L. Neurobiologia das doenças mentais. 4. ed. São
Paulo: Editora Lemos, 1997.
KAPLAN, H.; SADOCK, B. & GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1997.
LINDEN, M; MANNS, M. Psicofarmacologia para psicólogos. São Paulo: EPU,
1980.
SALIM, J. Noções de psicofarmacoterapia na prática. São Paulo: EPU/EDUC, 1987.
SARACENO, B. O uso dos psicofármacos na clínica. Brasília: Ministério da Saúde,
1994.
SILVA. P. Farmacologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
URIARTE BONILLA, V. Psicofarmacologia. 4. ed. México: Trillas, 1997.
Disciplina: PSICOLOGIA E JUNG
Ementa; Principais conceitos da Teoria de Reich. Conceito de Personalidade. Prática
de saúde e escolar. Pesquisa na educação e saúde.
Objetivos: Identificar os principais conceitos da teoria de Jung. Refletir sobre a
importância de Jung para a psicologia e sua aplicação na área de saúde e educação.
Conteúdo; Unidade 1. Teoria.
1.1 Principais postulados da Teoria.
1.2. Tipos psicológicos.
1.3 Conceito de personalidade..
1.4. Desenvolvimento da personalidade.
.5 Interpretação dos sonhos.
Unidade 2. Prática na área de saúde e educação.
2.1 Saúde.
2.2. Educação e Jung.
Unidade 3. Pesquisa na educação e na saúde.
3.1 Pesquisas desenvolvidas na área de saúde Jung.
3.2. Pesquisas desenvolvidas na área de educação e Jung.
Metodologia: Aulas expositivas e vivenciais. Os alunos deverão organizar um trabalho
pratico baseado na teoria de Reich para serem desenvolvidos para grupos na área de
saúde e educação.
Avaliação: Relatórios dos trabalhos desenvolvidos e prova sobre o conteúdo

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
JUNG, G.C. O espírito na arte e na ciência. Rio de Janeiro: Vozes. 1985.
___________ 1932. Da formação da personalidade. O.C. XVIII. Petrópolis: Vozes,
1986.
JUNG, CG. Os arquétipos e o Inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2000.
SAMUEL, A. Jung e os Jungianos. Rio de Janeiro: Imago, 1989.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
EDINGER, E. F. Anatomia da Psique- o simbolismo alquímico na Psicoterapia. Ed
1º São Paulo, 1985.
FADIMAN, J. e FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: Harper e Row,
1979. HALL, C. S.; LINDZEY, G. e CAMPBELL, J. B. Teorias da personalidade. 4.
ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
JUNG, G.C. (1961) Memórias sonhos e reflexões. Editora Nova Fronteira, Rj, 1986.

7º SÉRIE

Disciplina: PSICOLOGIA JURÍDICA 02/36


Ementa:
Psicologia Jurídica: definição, objetivos, áreas de atuação, relação com outras áreas da
psicologia e com outras ciências e profissões. Papel do psicólogo na área jurídica: varas
de família, cíveis, crimes. O psicólogo jurídico nas diversas áreas de atuação: menores
infratores, cidadania e direitos humanos, penitenciárias, hospital de custódia e
tratamento. As relações inter-subjetivas entre o indivíduo, a família e a lei. Motivações
psicológicas para o ato delituoso. Representação psicológica do ato delituoso e das
penas. Análise das tentativas de tratamento e de re-inserção social do sujeito infrator.
Laudos, perícias e pareceres
Objetivos: Identificar o papel do psicólogo no âmbito da justiça, dominando os
conceitos básicos que propiciam a análise da dimensão para o exercício profissional e
analisando as suas implicações consoante a tipificação legal e ética envolvidas; Situar
as possibilidades de intervenção da psicologia no campo da Justiça discriminando e
contextualizando seus recursos técnicos disponíveis e sua aplicabilidade Conceituar
laudos, perícias, pareceres e atestado psicológico; Relacionar condutas técnicas a uma
postura ética, consoante os ditames legais em relação à perícia psicológica; Analisar os
limites e possibilidades de atuação profissional nas múltiplas perspectivas de inserção
no âmbito jurídico.
Conteúdo: Psicologia forense: a constituição histórica e antropológica da lei e da
legalidade; Ética, moral e direito; Psicopatologia e direito penal: diagnóstico, perícia
psicológica e inimputabilidade; Desenvolvimento moral, personalidade criminal,
criminalidade e comportamento anti-social; Marginalidade, pobreza, delinqüência e
drogadição; Violência e abuso contra a mulher e contra menores; O sistema carcerário,
readaptação e punição; Psicologia e contratos de direito civil; Casamento, separação,
guarda de filhos: aspectos psicológicos e conseqüências para o desenvolvimento
humano; Perícia: matéria cívil, criminal e acidente de trabalho. Psicodiagóstico em
contextos jurídicos: usos e limitações. Laudo, parecer, relatório, atestado e perícia
psicológica. Remessa de laudos. Questões éticas nas atribuições do psicólogo na área
da perícia.
Metodologia: Aulas expositivas, seminários interdisciplinares e multiprofissionais.
Estudo de casos.
Avaliação: Relatórios de análise de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRITO, L.M.T. Temas de Psicologia Jurídica. São Paulo: Relume-Dumara, 2002.
CAIRES, M.A. F. Psicologia Jurídica. São Paulo: Vetor, 2003.
GARCIA, J.A. Psicopatologia forense. Rio de Janeiro: Forense, 1979.
GOFFMAN, E. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Perspectiva, 1974.
GOMES, H. Medicina legal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1993.
GONÇALVES, H.S. & Brandão, E. Psicologia Jurídica no Brasil. São Paulo: Nau
Editora, 2004.
MARANHÃO, O. R. Psicologia do crime. São Paulo: Malheiros, 1995.
MIRA y LOPES, E. Manual de psicologia jurídica. Rio de Janeiro: Agir Editora,
1955.
PORTO CARRERO, J.P. Psicologia Judiciária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1963.
RIGONATTI, S.P. Temas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica. São Paulo:
Vetor, 2003.
SILVA, D.M.P. Psicologia Jurídica no Processo Civil Brasileiro. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2003.
SOUZA, M.B. S. Mentira e simulação em psicologia judiciária penal. São Paulo.
Ed. Revista dos Tribunais, 1988.
TRINDADE, J. Manual de Psicologia Jurídica. São Paulo: Livraria do Advogado,
2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID 10. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1993.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Código de Ética Profissional, 1987.
FREUD, S. Observacions psicoanalíticas sobre um caso de paranóia: o caso
Schreber. Obras Completas, vol II, Col. Biblioteca Nueva, Madrid, 1981.
Landry, M. O Psiquiatra no Tribunal. São Paulo: Pioneira/Edusp, 1981.
Palomba, G. Psiquiatria forense: noções básicas. São Paulo: Sugestões Literárias
BRASIL. Leis, Decretos, etc. Código Civil, Código de Processo Civil, Código de
Processo Pessoal, Estatuto da Criança e do Adolescente, 1992.
Sa, A. A. Reincidência criminal. São Paulo: E.P.U, 1987.
VARGAS Manual de psiquiatria forense. Rio de Janeiro: Freitas, 1990.
BASTOS. Cunha, J. Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.

Disciplina: PSICOLOGIA E MEIO AMBIENTE 02/36


Ementa
Identificação Sumária do Conteúdo. Conceitos da psicologia ambiental e de
ecologia, metodologia utilizada na psicologia ambiental, relação entre
o comportamento humano e o ambiente, a evolução humana,
adaptação da espécie humana às diferentes regiões da Terra, as
diferentes fases do desenvolvimento humano e sua interação com o
ambiente.
Objetivo: Desenvolvimento de conhecimentos e competências sobre as relações
científicas entre o homem e o ambiente natural e construído, numa perspectiva
multidisciplinar na qual o ênfase é colocado nas interações entre o meio físico, as
cognições e o comportamento. -Aquisição e desenvolvimento da capacidade de
reflexão, e leitura da realidade, de forma fundamentada. Exigências prévias de
conhecimentos e habilidades Recomenda-se que o acadêmico esteja cursando as
disciplinas do segundo semestre de Psicologia. Padrões Mínimos de desempenho. O
acadêmico deverá estar apto a refletir acerca da função do profissional em Psicologia e
sua atuação junto a grupos, a sociedade e ao meio ambiente.
Conteúdo: Psicologia Ambiental - Breve contextualização histórica - As relações entre
o meio ambiente e os indivíduos - Domínios de investigação em Psicologia Ambiental
Cognição ambiental -Diferentes concepções de "cognição ambiental" Técnicas para o
estudo dos mapas cognitivos -Representação da cidade - Espaço pessoal, Privacidade e
Territorialidade - Interação social e meio ambiente- As dimensões psicológica, cultural
e social na interpretação desta relação. - A percepção do ambiente Identidade pessoal e
grupal - Territorialidade e tipos de territórios - Funções da territorialidade humana-
Interação e organização social - Identidade pessoal e grupal. Ambientes institucionais
- A Psicologia ambiental e o seu interesse pelos ambientes institucionais. A relação
entre os ambientes institucionais e a comunidade. Ambiente e Saúde. Ambientes
residênciais, laborais.
Metodologias e avaliação: Serão realizadas aulas teóricas para exposição do conteúdo
da disciplina com recursos audiovisuais seguidas de observação de vídeos e sua
discussão ; visitas de estudo a instituições;seminários com participantes convidados. No
decorrer da disciplina serão convidados representantes da FUNAI, da PACA e IBAMA
para discussão a respeito da temática.

BIBLIOGRAFIA BASICA
BRONFENBRENNER, U. A ecologia do desenvolvimento humano:
experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artes Médicas,
1996.
HEIMSTRA, N. W.; McFARLING, L. H. Psicologia ambiental. São Paulo:
EPU/EDUSP, 1978.
MACHADO, P. A. Introdução à ecologia humana. São Paulo: Cortez,
1985. 1998. MORAN, E. F. Adaptabilidade humana. São Paulo:
EDUSP, 1994.
ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JACOBI, P. Cidade e meio ambiente: percepções e práticas em
São Paulo. São Paulo: Annablume, 1999.
LAGO, A.; PÁDUA, J. A. O que é ecologia? São Paulo: Abril
Cultural/Brasiliense, 1985.
PASCALICCHIO, A. E. A questão ambiental e a saúde sob a ótica
da sociodiversidade. In: VEIGA, J. E. da (Org.). Ciência ambiental:
primeiros mestrados. São Paulo: Annablume/FAPESP, 1998. Pinheiro,
José Q. Psicologia ambiental: a busca de um ambiente melhor.
Estudos de Psicologia, v. 2, n. 2, p. 377-398. 1997.

DISCIPLINA: PSICOLOGIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS 02/36


Ementa:
Identificação Sumária do Conteúdo
A sociedade e a formação da coletividade. A proposição das leis e a dinâmica das
relações. A questão dos direitos e deveres. A criança, o idoso, a mulher. Documentos
oficiais.
Objetivo:
Permitir que o acadêmico tenha condições de reconhecer as relações entre direitos e
deveres na sociedade, assim como, a proposição de vida em coletividade a partir das leis
Identificar a função do psicólogo na proposição de ações que promovam a cidadania e a
preservação dos direitos humanos. Exigências prévias de conhecimentos e habilidades
Recomenda-se que o acadêmico tenha cursado as disciplinas do 1° período do curso de
psicologia. Padrões Mínimos de desempenho. O acadêmico de psicologia deverá estar
apto a refletir acerca da função do psicólogo na proposição de ações preventivas e
remediativas na preservação dos direitos humanos e da cidadania.
Conteúdo: Sociedade e Direitos Humanos. História e Fundamentos dos Direitos
Humanos. Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos. Sociedade e
Estado nas Doutrinas Políticas. Direitos Humanos e Cidadania. Cidadania e
Constituição Brasileira.
Metodologias e avaliação: As aulas serão expositivo-dialogadas a partir de seminários,
discussões de problemáticas sociais e análise de situações. reais e apresentação de
documentários. A avaliação será um processo contínuo que estará em consonância com
os critérios propostos pela IES.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APAP, Georges (org.) A construção dos saberes e da cidadania. Porto Alegre:
ARTmed
Conselho Federal de Psicologia.Psicologia, Direitos Humanos e Sofrimento Mental,
2000.
PERISSINI, Denise Maria. Psicologia Jurídica no processo civil brasileiro., 2003.
Casa do Psicólogo.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANDAU, Vera (Orgs) Oficinas Aprendendo e Ensinando Direitos Humanos, João
Pessoa, 1999.
GENTILI, Rique; DANTAS,Célia. A polícia protetora dos direitos humanos. Recife,
2000.
LANCETTI, Antônio (org.) Cadernos de Subjetividade – O Reencantamento do
Concreto.– SP – Ed. Hucitec, 2003 – 190p.

8º SÉRIE

Disciplina: DIAGNOSTICO E TRATAMENTO EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA


02/36
Ementa:
Uso e abuso de drogas: conceitos, histórico e contexto contemporâneo. Modelos de
tratamento de abuso de drogas. Equipe multiprofissional. Redução de danos.
Abordagens psicoterápicas com usuários de drogas.
Conteúdo: Introdução: Conceitos de drogas e de dependência. Histórico do uso e
abuso de drogas. Diferentes perspectivas das ciências humanassobre o problema
(antropológica, sociológica e política). Sistemas de classificação de drogas psicoativas.
Mecanismos de ação e efeitos sobre os usuários. Modelos de atuação em uso e abuso de
drogas. Prevenção e tratamentos. Políticas públicas de prevenção e tratamento do
abuso de drogas. O papel do psicólogo na prevenção e tratamento do abuso de drogas.
Abordagens psicoterápicas com usuários de drogas.
Metodologia: Leitura e discussão de textos. Seminários interdisciplinares e
multiprofissionais.
Avaliação: Ensaio escrito sobre um tópico do programa, incluindo revisão de literatura
sobre o tema, entrevistas com usuários de drogas e com profissionais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANGERAMI-CAMON, V. A. A Psicoterapia diante da Drogadicção. São Paulo:
Thonson Pioneira, 2002
EDWARDS, G.; COLS. A política do álcool e o bem comum. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998
EDWARDS, G.; DARE, M. A natureza da dependência das drogas. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994
EDWARDS, G.; DARE, M. Psicoterapia e tratamento de adições. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1997
MARLATT, G.A.; GORDON, J.R. Prevenção de recaída: estratégias de manutenção
no tratamento de comportamentos aditivos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993
RAMOS, S.P.; BERTOLOTE, J.M. Alcoolismo Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas,
1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NEVES NETO, A.R. Psicoterapia cognitivo-comportamental. Santo André: Esetec,
2004.
RANGÉ, B. Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. Campinas: Livro Pleno,
2001.
SCHUCKIT, M.A. Abuso de álcool e drogas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.

Disciplina: PSICOPEDAGOGIA 02/36


Ementa:
Psicopedagogia: teoria e prática. Abordagens, visões e atualidades. Avaliação
psicopedagógica: métodos e processos. Intervenções psicopedagógicas: principais
modelos, vantagens e desvantagens. Atuação em equipes multidisciplinares. Orientação
de pais e de professores.
Objetivos: Identificar o papel, atuação e especificidade da psicopedagogia;
Compreender o papel do contexto familiar e educacional nos distúrbios de
aprendizagem e conduta escolar; Realizar avaliação psicopegagógica; Planejar e efetuar
uma intervenção psicopedagógica.
Conteúdo: Psicopedagogia. Conceitos básicos; O papel da psicopedagogia; A questão
do contexto, formação e atuação profissional; Psicopedagogia e psicologia.
Instrumental teórico. Linguagem e ação; Escrita e textos; O brincar, jogos e o processo
educativo; O contexto escolar, familiar e o processo de aprendizagem; Funções
neuropsicológicas e distúrbios de aprendizagem; Contribuições da psicanálise para o
processo de aprendizagem; Distúrbios de comportamento; Escola perante inadaptação
social. Prática psicopegagógica. Avaliação psicopedagógica: criança e adolescente;
Diagnóstico psicopedagógico; Intervenção e tratamento psicopedagógicas; Intervenções
diretas e mediadas (supervisão); Dificuldades de aprendizagem e intervenção
educacional; Estudo de caso.
Metodologia: Exposição teórica, leitura de textos, controle e supervisão de casos em
atendimento Relatórios a apresentação de resultados.
Avaliação: Prova escrita e relatório de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOSSA, N. Fracasso escolar: um olhar psicopedagógico. Porto Alegre: ArtMed,
2002.
BOSSA, Nadia A. A Psicopedagogia no Brasil: Contribuições a partir da prática.
2.ed. Porto Alegre: Artmed. 2000.
OLIVEIRA, V.B. & BOSSA, N.A. Avaliação psicopedagógica da criança de sete a
onze anos. Petrópolis: Vozes, 4. ed.,1996.
OLIVEIRA, V.B.; BOSSA, N. A. Avaliação psicopedagógica do adolescente.
Petrópolis: Vozes, 4. ed.,1996.
RUBINSTEIN, M.H. et al Psicopedagogia - o caráter interdisciplinar na formação e
atuação profissional. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
SÁNCHEZ, P. A; MARTINEZ, M. R.; PEÑALVER, I. V. A Psicomotricidade na
Educação Infantil: Uma prática preventiva e educativa. Porto Alegre: Artmed. 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARKLEY, R. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade - guia completo
para pais e professores. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
FERNANDEZ, A. A inteligência aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica
da criança e sua família. Porto alegre: Artes Médicas, 1991.
LEPHART, N. O aluno de aprendizagem lenta. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MRECH, L. M. O uso de brinquedos e jogos na intervenção psicopedagógica de
crianças com necessidades especiais. Revista Psicopedagogia, 14(33), 20-29, 1995.
OLIVEIRA, V.B. & BOSSA, N.A. O brincar e a criança do nascimento aos seis
anos. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
SCOZ, B. Psicopedagogia e realidade escolar: o problema escolar e de
aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.
TEBEROSKY, A. Psicopedagogia da linguagem escrita. Petrópolis: Vozes, 1996.
WEISS, M.L.L. Psicopedagogia Clínica. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.

Disciplina: RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL 02/36


Ementa:
Análise Cargos e Planejamento de Pessoal. Análise cargos como instrumento do
recrutamento e seleção de pessoal. Planejamento de Pessoal e o levantamento de
necessidades de competências para a organização. Estratégias de recrutamento.
Diferentes modelos de estruturar o processo de seleção. Avaliação psicológica com
objetivo de seleção para o trabalho. Entrevista de Seleção. Dinâmicas de grupo no
processo de seleção de pessoal. Avaliação crítica da situação dos processos de seleção e
orientação profissional e das perspectivas futuras.
Objetivos: Caracterizar diferentes metodologias de construção de análise de cargos;
Identificar o papel da análise de cargo nas diferentes ações de gestão de pessoas;
Caracterizar as técnicas de recrutamento e seleção como estratégias facilitadoras do
ajustamento dos indivíduos ao trabalho; Relacionar as estratégias de recrutamento e
seleção aos diferentes contextos do trabalho e da organização; Propor e criticar
estratégias de recrutamento e seleção apropriados aos perfis ocupacionais; Propor e
criticar técnicas e procedimentos de seleção de pessoal.
Conteúdo: Introdução. A análise do trabalho; Transformações na qualificação do
trabalhador: o trabalhador generalista. Recrutamento de pessoal Recrutamento e seleção
e a perspectiva da saúde mental; Técnicas de recrutamento: etapas, fontes e tipos.
Seleção de pessoal. O contexto organizacional; O perfil ocupacional; Técnicas e
instrumentos; A dinâmica de grupo na seleção de pessoal.
Metodologia: Aulas Expositivas, estudo e discussão de textos, seminários. Entrevistas
com profissionais da área. Estudos de casos.
Avaliação: Prova escrita e relatório de entrevistas com profissionais

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, I. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo:
Atlas, 1996.
GIL, A. de L. Administração de recursos humanos: um enfoque profissional. São
Paulo: Atlas, 1996.
PONTES, B.R. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal. São Paulo: LTr,
1988.
TOLEDO, F. de. Administração de Pessoal: desenvolvimento de recursos humanos.
São Paulo: Atlas, 1996.
TOLEDO, F. de. Recursos humanos: crise e mudanças. São Paulo: Atlas, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOCK, A.M.B. A Escolha profissional em questão. São Paulo: Casa do Psicólogo,
1995.
BOHOSLAVSKY, R. Orientação vocacional: a estratégia clínica. São Paulo: Martins
Fontes, 1993.
CARVALHO, A. V., NASCIMENTO, L. P. Administração de recursos humanos.
São Paulo: Pioneira, 1993.
FERRETTI, C.J. Uma nova proposta de orientação profissional. São Paulo: Cortez,
1997.
LUCCHIARDI, D.H.P.S. Pensando e vivendo a orientação profissional. São Paulo:
Summus, 1992.
LUCENA, M. D. da S. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1996.
SOARES, D.H.P. O que é escolha profissional. São Paulo: Brasiliense, 1991.

Disciplina: PSICOLOGIA E GESTALT


Ementa: Principais conceitos da Teoria Gestalt. Conceito de Personalidade. Prática de
saúde e escolar. Pesquisa na educação e saúde
Objetivos:
Conteúdo: Unidade 1. Teoria Gestalt .
1.1Origem da psicologia da forma.
1.2.Leis gestaltistas da organização.
1.3.Leis gestaltistas da organização.
1.4. Desenvolvimento da personalidade.
Unidade 2. Prática de saúde e escolar.
2.1 Gestalt e saúde.
2.2. Gestalt e educação.
Unidade 3. Pesquisa na educação e saúde.
3.1. Pesquisa na abordagem gestalatica e saúde. 3.2. Pesquisa na abordagem gestaltica e
educação.
3.3. Pratica psicoterápica na abordagem de gestalt.
Metodologia: Aulas expositivas e vivenciais. Os alunos deverão organizar um trabalho
pratico baseado na teoria de Reich para serem desenvolvidos para grupos na área de
saúde e educação.
Avaliação: Relatórios dos trabalhos desenvolvidos e prova sobre o conteúdo.

BIBIOGRAFIA BÁSICA:
RHYPE, J. Arte e Gestalt . Padrões que convergem Editora Summus, 2000.
FREDERICK PerlsGestalt-Terapia, Ed. Summus, 1998
VIOLET Oaklander . Descobrindo Crianças A abordagem gestáltica com crianças e
adolescentes. Edt. Summus, 1990
OLAF-AXEl Burow e karlheinz Gestaltpedagogia Um Caminho para a Escola e a
Educação, Ed. Summus, 1985
THERESE A. TellegenGestalt e Grupos , Uma perspectiva sistêmica. edit. Summus,
1984.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PERAZZO, S. et al. 25 Anos Depois Gestalt-Terapia, Psicodrama e Terapias Neo-
Reichianas no Brasil. Edit. Summus, 2001.
PIMENTEL Adelma. Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia, Ed. Summus, 2003.
STEVENS Barry. Não Apresse o Rio (Ele corre sozinho), Ed. Summus, 1978.
Fadiman, Teorias da Personalidade.